<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?topic=governanca&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/governanca/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Wed, 14 Oct 2026 20:41:39 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>
				<item>
					<title>Queimadas e monitoramento fraco travam reflorestamento em Moçambique</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/10/queimadas-e-monitoramento-fraco-travam-reflorestamento-em-mocambique/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/10/queimadas-e-monitoramento-fraco-travam-reflorestamento-em-mocambique/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>02 Out 2026 20:02:58 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Far Vubil]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/10/02174001/cenario-de-floresta-queimada-2-Foto-de-Far-Vubil-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=196447</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[África]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Carbono, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Créditos de carbono, Degradação, Desmatamento, Florestas, Governança, Política Ambiental, Queimadas e Reflorestamento]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>MOCUBA, Zambézia &#8211; Moçambique está entre os dez países do mundo com maiores taxas de desmatamento, com perda anual de cerca de 267 mil hectares, com maior índice nas províncias de Nampula, Zambézia e Manica. Por isso, o país definiu, há cerca de 10 anos, a meta ambiciosa de reflorestar um milhão de hectares até [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/queimadas-e-monitoramento-fraco-travam-reflorestamento-em-mocambique/" data-wpel-link="internal">Queimadas e monitoramento fraco travam reflorestamento em Moçambique</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[MOCUBA, Zambézia &#8211; Moçambique está entre os dez países do mundo com maiores taxas de desmatamento, com perda anual de cerca de 267 mil hectares, com maior índice nas províncias de Nampula, Zambézia e Manica. Por isso, o país definiu, há cerca de 10 anos, a meta ambiciosa de reflorestar um milhão de hectares até 2030 ao mesmo tempo que estabeleceu, em 2025, a meta de restaurar 52 mil hectares por ano até 2029, com um orçamento de 105 mil milhões de meticais (1,65 milhões de dólares). Entretanto, até ao momento, existem apenas 58 mil hectares reflorestados, incluindo plantações que já existiam antes da meta de um milhão, segundo informações coletadas  pelo professor e pesquisador  na área de florestas, Sá Nogueira Lisboa, Universidade Eduardo Mondlane (UEM). A província da Zambézia, no centro de Moçambique, tem uma das principais áreas florestais  do país e apresenta elevada importância para a conservação da biodiversidade, regulação dos recursos hídricos, proteção dos solos, assim como sequestro do carbono e sustento das comunidades locais. Entretanto, é uma das províncias  fortemente ameaçada pelo desmatamento e com maior perda de cobertura florestal. Entre 2000 e 2024, por exemplo, a Direção Provincial de Desenvolvimento Territorial e Ambiente (DPDTA) indica que a perda florestal acumulada na província foi de 1,26 milhões de hectares, o que representa cerca de 19% da área total da floresta. Assim, o replantio desempenha um papel essencial na restauração de áreas degradadas, mas o monitoramento precário das espécies após o replantio tem desperdiçado os esforços pela&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/queimadas-e-monitoramento-fraco-travam-reflorestamento-em-mocambique/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/10/queimadas-e-monitoramento-fraco-travam-reflorestamento-em-mocambique/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Eleições no Brasil podem colocar 95% da Amazônia nas mãos da direita</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/09/eleicoes-no-brasil-podem-colocar-95-da-amazonia-nas-maos-da-direita/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/09/eleicoes-no-brasil-podem-colocar-95-da-amazonia-nas-maos-da-direita/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>30 Set 2026 12:44:54 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Lucas Berti]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/09/29183603/CTEPETR_-_Comissao_Temporaria_Externa_destinada_a_acompanhar__in_loco__a_situacao_do_Municipio_de_Petropolis-RJ_52068362266-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=196400</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Comércio Internacional, Corrupção, Crime Ambiental, Desmatamento, Governança, Grilagem, Justiça Social, Motores do Desmatamento, Política Ambiental, Responsabilidade Ambiental e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A agenda antiambiental está tomando o continente. O Brasil pode ser o próximo.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/eleicoes-no-brasil-podem-colocar-95-da-amazonia-nas-maos-da-direita/" data-wpel-link="internal">Eleições no Brasil podem colocar 95% da Amazônia nas mãos da direita</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 2027, cinco dos nove países amazônicos poderão estar sob o comando de governos de direita e de extrema direita. Segundo especialistas, esse cenário traria uma série de novos riscos ao bioma sul-americano. Fronteira afora, países vizinhos do Brasil, como Peru, Colômbia, Bolívia e Equador, já elegeram presidentes que explicitamente favorecem o agronegócio e a mineração em detrimento de pautas ambientais e de conservação. O Brasil, a depender do desfecho das eleições de outubro, poderia ser a próxima nação a entrar na lista — um cenário com impactos significativos, uma vez que o país abriga mais de 60% da Amazônia. Pesquisas revelam um cenário incerto na corrida presidencial, marcada pela disputa entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022), cuja gestão foi marcada pelo desmonte da fiscalização ambiental e pelo aumento dos índices de desmatamento, Flávio concorre no lugar do pai, declarado inelegível e atualmente preso por tentativa de golpe de Estado. De acordo com especialistas, a eleição brasileira será decisiva para a Amazônia e os demais biomas do país, sobretudo à medida que o filho do ex-mandatário se mostra disposto a retomar as políticas ambientais que marcaram a gestão de Jair. Nessa equação também está inserida a Venezuela, cujo governo está há meses sob intervenção econômica e política dos Estados Unidos. A interferência do governo de Donald Trump também pressiona Caracas a ampliar a agenda petrolífera e a assinar novos acordos no setor de mineração, o que vem despertando novas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/eleicoes-no-brasil-podem-colocar-95-da-amazonia-nas-maos-da-direita/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/09/eleicoes-no-brasil-podem-colocar-95-da-amazonia-nas-maos-da-direita/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Mapa aponta desigualdade racial no acesso à água no Recife</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/09/mapa-aponta-desigualdade-racial-no-acesso-a-agua-no-recife/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/09/mapa-aponta-desigualdade-racial-no-acesso-a-agua-no-recife/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>29 Set 2026 07:16:29 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Adriana AmâncioÁthila GalindoYamini Benites]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/09/28155725/IMG_2181-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=196367</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Pernambuco]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Água, Alimentação, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos sociais, Crime Ambiental, Governança, Inundações, Justiça Social, Lei Ambiental, Mudanças climáticas, Política Ambiental, Recursos hídricos, Saneamento, Saúde e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em Recife, acesso à água é questão de gênero, raça e classe.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/mapa-aponta-desigualdade-racial-no-acesso-a-agua-no-recife/" data-wpel-link="internal">Mapa aponta desigualdade racial no acesso à água no Recife</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[RECIFE, PE — No Ibura de Baixo, bairro encravado na Zona Sul do Recife, o dia de Jeyne Araújo, de 27 anos, começa muito antes de o sol nascer. Às 4h da madrugada, enquanto a capital pernambucana ainda dorme, o silêncio na casa de Jeyne é interrompido pelo som de baldes e tonéis sendo arrastados. É o início de uma corrida diária contra o tempo e contra a escassez: com apenas seis horas de abastecimento diário de água, ela precisa estocar cada gota antes que as torneiras sequem. No entanto, a água que Jeyne consegue capturar não é o líquido saudável que se espera de um serviço essencial. Ela descreve uma substância saturada de componentes químicos, com um odor que a torna imprópria para o consumo imediato. Ao cair no balde, a água forma uma espuma branca e espessa, semelhante a sabão. “Chega cheio de cloro, que você não consegue fazer nada”, desabafa. Essa precariedade deixou marcas profundas na saúde e na segurança alimentar de sua família. Por seis meses, seu filho mais velho, Wesley, de nove anos, teve vômitos e dores de barriga constantes. A causa, descoberta em uma consulta médica no Hospital de Areias, era o mingau preparado com água da torneira, o que resultou em uma infecção intestinal na criança. Para proteger o filho, Jeyne agora é obrigada a comprometer seu orçamento de R$ 950 do Bolsa Família com a compra de galões de água mineral a R$ 6 cada, uma despesa que sufoca a renda já&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/mapa-aponta-desigualdade-racial-no-acesso-a-agua-no-recife/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/09/mapa-aponta-desigualdade-racial-no-acesso-a-agua-no-recife/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Falta de dados trava combate a crimes ambientais em Angola, diz ambientalista</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Ago 2026 07:52:05 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[David Tjyakala]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/08/18191040/Erica_Tavares_banner_2-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195999</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[África]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Entrevistas, Governança, Justiça Social, Mudanças climáticas e Responsabilidade Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Angola enfrenta importantes desafios ambientais e o governo tem assumido compromissos em fóruns internacionais, como a implementação do Protocolo de Montreal e da Emenda de Kigali, com enfoque na eliminação progressiva dos hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) em 2030 e na redução dos hidrofluorcarbonetos (HFCs) em 80% em 2045.  Apesar disso, as crises climáticas, como secas prolongadas que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/" data-wpel-link="internal">Falta de dados trava combate a crimes ambientais em Angola, diz ambientalista</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Angola enfrenta importantes desafios ambientais e o governo tem assumido compromissos em fóruns internacionais, como a implementação do Protocolo de Montreal e da Emenda de Kigali, com enfoque na eliminação progressiva dos hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) em 2030 e na redução dos hidrofluorcarbonetos (HFCs) em 80% em 2045.  Apesar disso, as crises climáticas, como secas prolongadas que afetam a região Sul do país, a degradação dos solos e as inundações provocadas por chuvas intensas continuam a causar impactos sociais e econômicos significativos. Estima-se que mais de 2,2 milhões de pessoas sejam afetadas por estes fenômenos.  É neste contexto que ganha relevância a voz de uma nova geração de ambientalistas angolanos. Entre eles está Érica Tavares, de 29 anos. Ela estudou biologia ambiental na Universidade de Nottingham, no Reino Unido, e hoje se dedica à conservação ambiental e à mobilização da juventude em Angola. É cofundadora da organização não governamental (ONG) EcoAngola e tem estado na linha da frente da defesa das florestas, da educação ambiental e da participação dos jovens nos debates sobre sustentabilidade. Em entrevista à Mongabay Brasil, Érica comenta sua trajetória como ambientalista e os problemas ambientais que mais a preocupam. Mongabay: Como você descreveria a situação  do meio ambiente em Angola em 2026? Está melhor ou pior do que há cinco anos? Érica Tavares: É sempre difícil responder a essa pergunta, que me é feita muitas vezes, porque um dos grandes desafios que nós temos é a análise de dados e informação [que não existem]. Para fazermos uma análise&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>El Niño: Moçambique busca financiamento contra riscos de seca severa</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/el-nino-mocambique-busca-financiamento-contra-riscos-de-seca-severa/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/el-nino-mocambique-busca-financiamento-contra-riscos-de-seca-severa/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>20 Ago 2026 15:48:58 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Far Vubil]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/08/18133540/Seca-em-Mabalane.Gaza_.Mocambique-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=196010</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[África]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Água, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Comida, Governança, Mudanças climáticas, Recursos hídricos e Seca]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Seca severa é prevista para a partir de outubro e Moçambique corre contra o tempo para financiar ações emergenciais.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/el-nino-mocambique-busca-financiamento-contra-riscos-de-seca-severa/" data-wpel-link="internal">El Niño: Moçambique busca financiamento contra riscos de seca severa</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Moçambique poderá enfrentar seca severa em alguns distritos do sul do país a partir de outubro, por causa do fenômeno El Niño, de acordo com o Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRD). Em maio, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inam) já havia emitido um comunicado à imprensa prevendo os fortes efeitos do El Niño na época chuvosa, que vai de outubro a março. A estação chuvosa corre risco elevado de ser caracterizada por chuvas irregulares, com tendência a ficarem abaixo do normal, combinadas com temperaturas acima do normal nas regiões Sul e Central do país. Como resultado, a previsão é de um cenário de seca.  O diretor-geral do Inam, Adérito Aramuge, explicou que o El Niño é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, perturbando a circulação normal da atmosfera e afetando a dinâmica climática em todo o planeta. Na sequência do boletim emitido pelo Instituto, o CTGRD decidiu ativar, em julho, os chamados Planos Distritais de Ações Antecipadas (PAAs), ações de resposta à crise da seca em 10 distritos das províncias de Gaza e de Inhambane, no sul de Moçambique. Como parte das ações previstas, já estão sendo enviadas mensagens preventivas à população desses distritos, de modo a reduzir os impactos da seca. O plano também inclui a reabilitação de fontes de água para  consumo humano e para a agricultura e pecuária familiar de subsistência. Ainda serão implementadas medidas de proteção social — como transferências financeiras e assistência alimentar para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/el-nino-mocambique-busca-financiamento-contra-riscos-de-seca-severa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/el-nino-mocambique-busca-financiamento-contra-riscos-de-seca-severa/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>20 Ago 2026 07:00:23 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/08/19110844/DJI_0060-river-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=196033</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Conflitos, Governança, Indígenas, Infraestrutura, Lei Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Rios e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Com as eleições de outubro, comunidades amazônicas temem que sua segurança seja trocada pelo crescimento acelerado do agronegócio.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[CALAMA E PARAÍSO GRANDE, Rondônia e Amazonas — Uma mãe e seus três filhos morreram depois que uma barcaça carregada de soja colidiu com uma estrutura flutuante e destruiu completamente a casa onde viviam em 17 de janeiro de 2025, na comunidade ribeirinha de Urumatuba, à margem  do rio Madeira, na cidade de Maricoré, no Amazonas. Quatro meses depois, outra embarcação de carga atingiu três balsas de garimpo ancoradas na comunidade vizinha de Nova Catarina. O proprietário de uma das balsas de garimpo era o marido da mulher e pai das três crianças que morreram no acidente de janeiro, de acordo com o portal de notícias Fato Amazônico. A Mongabay estava fazendo reportagens em comunidades ribeirinhas na região da cidade de Humaitá, a 190 quilômetros a sudeste e rio abaixo de Manicoré, quando o segundo acidente ocorreu. Todos os entrevistados naquele e nos dias seguintes disseram que estavam apavorados com a ocorrência, além de afirmar que conheciam alguém que sofreu perdas ou morreu em colisões envolvendo barcaças de grãos no rio Madeira. &#8220;A gente está muito preocupado aqui na nossa comunidade a respeito dessas embarcações&#8221;, disse a agricultora Maria Delci Barros de Morais, de 59 anos, à Mongabay, na varanda de sua casa na comunidade ribeirinha de Paraíso Grande, localizada a 30 minutos de voadeira de Humaitá. &#8220;Já aconteceu de eles atropelarem até mesmo uma pessoa conhecida da gente.&#8221; Segundo ela, a barcaça esmagou o barco usado pela família como moradia. &#8220;Graças a Deus, não morreu ninguém.&#8221; De acordo com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Tambaqui na lista de espécies ameaçadas: pescadores buscam soluções para evitar perdas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/tambaqui-na-lista-de-especies-ameacadas-pescadores-buscam-solucoes-para-evitar-perdas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/tambaqui-na-lista-de-especies-ameacadas-pescadores-buscam-solucoes-para-evitar-perdas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>10 Ago 2026 13:35:50 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/08/07154104/a.-Tambaqui-Colossoma-macropomum-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195872</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazonas, Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Biodiversidade, Conservação, Espécies Ameaçadas, Governança, Lei Ambiental, Peixes e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Pescador na Amazônia há 38 anos, Josué de Castro disse que ficou muito surpreso ao saber que o tambaqui (Colossoma macropomum), peixe que representa 20% de sua renda mensal, agora é uma espécie ameaçada e que ele corre o risco de não ter mais permissão para pescá-lo. &#8220;Vai ter um impacto grande na vida dos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/tambaqui-na-lista-de-especies-ameacadas-pescadores-buscam-solucoes-para-evitar-perdas/" data-wpel-link="internal">Tambaqui na lista de espécies ameaçadas: pescadores buscam soluções para evitar perdas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Pescador na Amazônia há 38 anos, Josué de Castro disse que ficou muito surpreso ao saber que o tambaqui (Colossoma macropomum), peixe que representa 20% de sua renda mensal, agora é uma espécie ameaçada e que ele corre o risco de não ter mais permissão para pescá-lo. &#8220;Vai ter um impacto grande na vida dos pescadores e ribeirinhos que dependem da pesca&#8221;, afirmou Castro, que vive na comunidade São Raimundo do Jarauá, no Amazonas, à Mongabay, por telefone. &#8220;Dentro da nossa área, eu acho que ainda não está em extinção não, tem bastante aqui ainda.&#8221; Um dos peixes mais consumidos na Amazônia, o tambaqui foi incluído na lista oficial de espécies de peixes e invertebrados aquáticos da fauna brasileira ameaçadas de extinção, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) em abril deste ano. A partir do final de outubro, sua pesca poderá ser proibida em todo o país se um plano de recuperação não for implementado até lá, disse Braulio Dias, diretor do departamento de conservação e uso sustentável da biodiversidade do MMA. &#8220;A entrada na lista não significa proibição de pesca desde que seja aprovado um plano de recuperação populacional proposto por especialistas, sob a coordenação do MMA&#8221;, explicou Dias à Mongabay, em uma mensagem de texto. Ele acrescentou que a Portaria Nº 1.666, publicada no Diário Oficial da União no mesmo dia da lista de 28 de abril, estabeleceu um prazo de 180 dias para a aprovação do plano, o que seria em 25&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/tambaqui-na-lista-de-especies-ameacadas-pescadores-buscam-solucoes-para-evitar-perdas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/tambaqui-na-lista-de-especies-ameacadas-pescadores-buscam-solucoes-para-evitar-perdas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>O que os líderes populistas da América Latina fazem em relação ao meio ambiente</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-que-os-lideres-populistas-da-america-latina-fazem-em-relacao-ao-meio-ambiente/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-que-os-lideres-populistas-da-america-latina-fazem-em-relacao-ao-meio-ambiente/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>08 Dez 2025 07:03:45 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/12/05164256/reunion-ex-presidentes-achivo-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194768</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Governança, Lei Ambiental e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A eleição de políticos populistas raramente é um bom presságio para o povo da Amazônia ou para a conservação de sua biodiversidade e de seus serviços ecossistêmicos. A maioria é apenas uma versão estilística do político genérico: indivíduos motivados por interesses próprios que se apresentam como defensores do homem ou da mulher comum. Ocasionalmente, entretanto, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-que-os-lideres-populistas-da-america-latina-fazem-em-relacao-ao-meio-ambiente/" data-wpel-link="internal">O que os líderes populistas da América Latina fazem em relação ao meio ambiente</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A eleição de políticos populistas raramente é um bom presságio para o povo da Amazônia ou para a conservação de sua biodiversidade e de seus serviços ecossistêmicos. A maioria é apenas uma versão estilística do político genérico: indivíduos motivados por interesses próprios que se apresentam como defensores do homem ou da mulher comum. Ocasionalmente, entretanto, aparece um indivíduo carismático que consegue ir além dos limites normais da arena política e dominar completamente a política eleitoral. Quase invariavelmente, essa pessoa terá tendências autoritárias e trabalhará para enfraquecer a integridade institucional, perverter os sistemas eleitorais e perseguir a oposição usando um sistema judicial corrupto. Eles podem surgir tanto da esquerda quanto da direita, mas compartilham o desdém pelos princípios democráticos e pelo Estado de Direito. Os demagogos populistas são hábeis em apelar para as emoções do chamado homem ou mulher comum; eles empregam uma linguagem simples e usam slogans que ressoam com as frustrações do público quanto ao ritmo lento (ou inexistente) da reforma econômica e social. Eles usam uma retórica polarizadora para explorar as divisões sociais projetadas como “nós contra eles”, que podem ser raciais, geográficas, de classe ou uma combinação das três. A exploração da revolta contra o status quo é comum em sua cartilha política, uma tática fácil devido à alienação das elites que enriqueceram enquanto investiram pouco nos trabalhadores pobres. Invariavelmente, eles prometem soluções simplistas para questões complexas, ignorando a ciência e a teoria econômica. O ataque às elites geralmente se estende a organizações estrangeiras, principalmente àquelas associadas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-que-os-lideres-populistas-da-america-latina-fazem-em-relacao-ao-meio-ambiente/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-que-os-lideres-populistas-da-america-latina-fazem-em-relacao-ao-meio-ambiente/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Eleições na Guiana e no Suriname, sob a sombra da nova exploração petrolífera no mar</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/12/eleicoes-na-guiana-e-no-suriname-sob-a-sombra-da-nova-exploracao-petrolifera-no-mar/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/12/eleicoes-na-guiana-e-no-suriname-sob-a-sombra-da-nova-exploracao-petrolifera-no-mar/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>01 Dez 2025 13:24:12 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/11/28175830/PORTADA-Suriname-Rhett-A-Butler-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194737</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, Guiana e Suriname]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Corrupção, Governança e Lei Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Tanto a Guiana quanto o Suriname têm sistemas eleitorais republicanos/parlamentares híbridos que refletem sua herança colonial. Na Guiana, o presidente é eleito por meio de um resultado que soma os votos dos candidatos de seu partido que concorrem à eleição para a Assembleia Nacional (ou seja, pluralidade de votos). No Suriname, o presidente é eleito [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/eleicoes-na-guiana-e-no-suriname-sob-a-sombra-da-nova-exploracao-petrolifera-no-mar/" data-wpel-link="internal">Eleições na Guiana e no Suriname, sob a sombra da nova exploração petrolífera no mar</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Tanto a Guiana quanto o Suriname têm sistemas eleitorais republicanos/parlamentares híbridos que refletem sua herança colonial. Na Guiana, o presidente é eleito por meio de um resultado que soma os votos dos candidatos de seu partido que concorrem à eleição para a Assembleia Nacional (ou seja, pluralidade de votos). No Suriname, o presidente é eleito por maioria de dois terços na Assembleia Nacional ou por maioria simples na Assembleia Popular, que é composta por todos os membros da Assembleia Nacional, bem como pelos membros eleitos das legislaturas distritais e locais. Em ambos os países, o presidente, uma vez eleito, tem um mandato constitucional excepcionalmente forte como chefe de Estado e de governo. Na Guiana, os principais partidos têm suas bases em figuras históricas que governaram como líderes autoritários, incluindo Forbes Burnham, o fundador do People&#8217;s National Congress Reform (PNCR), e Cheddi Jagan, que liderou o que viria a ser o People&#8217;s Progressive Party/Civic (PPP/C). Os fundadores já faleceram há muito tempo, mas seus partidos permaneceram relevantes porque estabeleceram estruturas institucionalizadas que abrangem todos os níveis do Estado. A política guianense é efetivamente dividida em linhas étnicas, com o PNCR representando principalmente os afro-guianenses, que representam cerca de 30% da população do país, enquanto o PPP/C representa principalmente os indo-guianenses, que representam cerca de 40%. O PPP/C governou a Guiana por 23 anos (1992-2015) e pelo menos alguns de seus governos foram elogiados por sua liderança em questões ambientais, especialmente mudanças climáticas e conservação de florestas. No entanto, o longo período&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/eleicoes-na-guiana-e-no-suriname-sob-a-sombra-da-nova-exploracao-petrolifera-no-mar/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/12/eleicoes-na-guiana-e-no-suriname-sob-a-sombra-da-nova-exploracao-petrolifera-no-mar/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Conquistas e desafios do sistema eleitoral nas Repúblicas Andinas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/11/conquistas-e-desafios-do-sistema-eleitoral-nas-republicas-andinas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/11/conquistas-e-desafios-do-sistema-eleitoral-nas-republicas-andinas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>24 Nov 2025 16:46:18 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/11/23183101/PORTADA-Colombia_201319-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194696</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, Bolívia, Equador e Peru]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Corrupção, Governança, Lei Ambiental, Política Ambiental e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As Repúblicas Andinas, como muitas nações da América Hispânica, têm uma tradição histórica de eleger presidentes carismáticos que usam seu sucesso eleitoral para subjugar legislaturas e dominar partidos políticos. Nas últimas duas décadas, os candidatos presidenciais ampliaram essa abordagem abandonando os partidos tradicionais e criando instrumentos políticos, que seriam considerados comitês eleitorais em sistemas políticos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/conquistas-e-desafios-do-sistema-eleitoral-nas-republicas-andinas/" data-wpel-link="internal">Conquistas e desafios do sistema eleitoral nas Repúblicas Andinas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[As Repúblicas Andinas, como muitas nações da América Hispânica, têm uma tradição histórica de eleger presidentes carismáticos que usam seu sucesso eleitoral para subjugar legislaturas e dominar partidos políticos. Nas últimas duas décadas, os candidatos presidenciais ampliaram essa abordagem abandonando os partidos tradicionais e criando instrumentos políticos, que seriam considerados comitês eleitorais em sistemas políticos mais estabelecidos. Os partidos tradicionais sempre estiveram sujeitos ao domínio dos candidatos presidenciais, mas também representavam um coletivo de indivíduos com ideias semelhantes que buscavam promover uma agenda econômica e social. Em contrapartida, os partidos tipo “comitês eleitorais” são criados com o único objetivo de eleger um único indivíduo. Imediatamente após a era militar, os políticos afiliados aos partidos tradicionais dominaram o cenário eleitoral na Bolívia, no Peru e no Equador, enquanto na Colômbia, os dois principais partidos políticos ampliaram sua influência ao apresentar candidatos de dinastias políticas hábeis em ascender em um sistema político baseado em castas. Cada vez mais, os candidatos “azarões” em todos os quatro países venceram as eleições depois de terem surgido de novos partidos criados por políticos dissidentes com o objetivo explícito de lançar uma campanha presidencial. O declínio dos partidos tradicionais levou a um processo eleitoral mais aberto. Os caminhos alternativos para o poder presidencial incluem o setor privado ou as agências multilaterais de desenvolvimento, geralmente depois que o aspirante a estadista já atuou em um ministério de alto nível. Esses candidatos empreendedores adotaram o modelo de partidos tipo comitês eleitorais, pois ele provou ser uma forma bem-sucedida de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/conquistas-e-desafios-do-sistema-eleitoral-nas-republicas-andinas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/11/conquistas-e-desafios-do-sistema-eleitoral-nas-republicas-andinas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Em que consiste a federação brasileira?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/11/em-que-consiste-a-federacao-brasileira/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/11/em-que-consiste-a-federacao-brasileira/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>17 Nov 2025 05:47:23 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/11/14185240/PORTADA-ronsoco-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194688</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Corrupção, Governança, Lei Ambiental e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A República Federativa do Brasil tem um sistema constitucional com um poder executivo excepcionalmente forte, no qual o presidente controla o processo orçamentário, exerce um veto linear e pode iniciar a legislação declarando “leis temporárias” (Medidas Provisórias) que forçam o legislativo a considerar sua agenda política. O Congresso tem controles e equilíbrios correspondentes, incluindo o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/em-que-consiste-a-federacao-brasileira/" data-wpel-link="internal">Em que consiste a federação brasileira?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A República Federativa do Brasil tem um sistema constitucional com um poder executivo excepcionalmente forte, no qual o presidente controla o processo orçamentário, exerce um veto linear e pode iniciar a legislação declarando “leis temporárias” (Medidas Provisórias) que forçam o legislativo a considerar sua agenda política. O Congresso tem controles e equilíbrios correspondentes, incluindo o poder de derrubar um veto com uma maioria simples e a capacidade de rejeitar as Medidas Provisórias, recusando-se a ratificá-las por meio de decreto parlamentar. Seu poder de barganha, embora dependa de um orçamento que se origina nos ministérios, foi ampliado nos últimos anos com o uso de “earmarks”, identificadores que os legisladores usam para estabelecer prioridades de gastos dentro de suas jurisdições ou para agradar a um eleitorado específico. O Congresso também tem o poder de impeachment, supostamente por atos criminosos, mas a experiência recente mostra que também ocorre quando uma coalizão governamental se divide e abandona o presidente. Dilma Rousseff descobriu isso quando membros de sua própria aliança se juntaram à oposição para destituí-la do cargo. O Congresso Nacional é uma instituição bicameral que foi projetada deliberadamente para garantir que a diversidade cultural do Brasil seja adequadamente representada no governo. A câmara alta é composta por três senadores por estado, enquanto a composição da Câmara dos Deputados é determinada pela população. Os representantes da Câmara dos Deputados são eleitos pelos cidadãos que votam em candidatos individuais incluídos em uma “lista oficial” afiliada a um partido específico. Os vencedores são os mais votados de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/em-que-consiste-a-federacao-brasileira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/11/em-que-consiste-a-federacao-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Democracia de coalizão e governança transacional</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/11/democracia-de-coalizao-e-governanca-transacional/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/11/democracia-de-coalizao-e-governanca-transacional/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>10 Nov 2025 07:53:24 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/11/06235943/BRASIL-Portada-libro-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194634</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Corrupção, Governança e Lei Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A realização das metas de desenvolvimento sustentável e conservação ambiental na Pan-Amazônia exigirá mudanças profundas na estrutura jurídica e econômica da região. Esse tipo de mudança só pode ser obtido por meio do processo político. Felizmente, há um amplo apoio dentro das nações amazônicas para uma mudança nas políticas que impulsionam o desmatamento e os [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/democracia-de-coalizao-e-governanca-transacional/" data-wpel-link="internal">Democracia de coalizão e governança transacional</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A realização das metas de desenvolvimento sustentável e conservação ambiental na Pan-Amazônia exigirá mudanças profundas na estrutura jurídica e econômica da região. Esse tipo de mudança só pode ser obtido por meio do processo político. Felizmente, há um amplo apoio dentro das nações amazônicas para uma mudança nas políticas que impulsionam o desmatamento e os sistemas de produção insustentáveis. Infelizmente, as questões ambientais estão bem abaixo na lista de prioridades que influenciam as preferências de voto das pessoas. Normalmente, os políticos expressam apoio à proteção da Amazônia, mas evitam tomar as decisões difíceis que podem mudar o futuro. Todas as nações da Pan-Amazônia têm um estilo presidencialista de democracia constitucional que delega poder significativo ao poder executivo, mas com controles e equilíbrios que alocam graus variados de poder ao legislativo para criar leis, administrar o orçamento e supervisionar as ações do poder executivo. O sistema judiciário interpreta essas leis e, muito ocasionalmente, julga as disputas entre os outros dois poderes. Reformas drásticas no Serviço Nacional de Áreas Protegidas (Sernap) para uma maior proteção das áreas protegidas é uma das pendências para 2022, segundo especialistas. Foto: Mileniusz Spanowicz / WCS. Ocasionalmente, um país elegerá um presidente carismático que contorna os controles e equilíbrios para criar um regime com tendências autoritárias. Esses demagogos geralmente defendem princípios ambientais, mas a experiência tem mostrado que eles são falsos profetas que usam questões climáticas, de biodiversidade e indígenas para promover uma agenda política baseada no poder pessoal. Considerando o poder excessivo da presidência, não é&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/democracia-de-coalizao-e-governanca-transacional/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/11/democracia-de-coalizao-e-governanca-transacional/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>A impunidade vive sob normas constitucionais</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/11/a-impunidade-vive-sob-normas-constitucionais/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/11/a-impunidade-vive-sob-normas-constitucionais/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>04 Nov 2025 15:16:22 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/11/03011120/OverviewPist058-059-065-082-084_SPOT2022-07-30-1-scaled-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194584</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, Bolívia, Brasil e Venezuela]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Corrupção, Crime Ambiental, Governança, Lei Ambiental e Mudanças climáticas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A Federação Brasileira e as Repúblicas Andinas têm disposições constitucionais que estabelecem protocolos especiais para a acusação de funcionários eleitos. Supostamente, esses protocolos foram concebidos para garantir que os servidores públicos sejam responsabilizados por atos ilícitos e, ao mesmo tempo, protegê-los de processos frívolos ou com motivação política. Esse status especial, no entanto, criou um [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/a-impunidade-vive-sob-normas-constitucionais/" data-wpel-link="internal">A impunidade vive sob normas constitucionais</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A Federação Brasileira e as Repúblicas Andinas têm disposições constitucionais que estabelecem protocolos especiais para a acusação de funcionários eleitos. Supostamente, esses protocolos foram concebidos para garantir que os servidores públicos sejam responsabilizados por atos ilícitos e, ao mesmo tempo, protegê-los de processos frívolos ou com motivação política. Esse status especial, no entanto, criou um sistema de justiça de dois níveis que protege os políticos das consequências de seus atos ilícitos, pois seus julgamentos geralmente são adiados até que as acusações sejam rejeitadas por questões técnicas, devido à prescrição ou porque foram absolvidos por magistrados corrompidos pelo processo político. O mais notório é o “Foro Privilegiado” do Brasil, que estipula que somente o Supremo Tribunal Federal (STF) tem autoridade para presidir um julgamento criminal envolvendo o presidente, vice-presidente, membros do Congresso e outras autoridades nomeadas de alto nível, enquanto governadores, juízes e outras autoridades eleitas desfrutam de formas semelhantes, embora menos visíveis, de proteção legal (Tabela 7.11).  Essas disposições constitucionais se aplicam a um número impressionante de mais de 22.000 autoridades, excluindo seu possível julgamento do sistema de justiça criminal que se aplica a todos os demais. Brasília &#8211; Sabatina na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, do ministro do STJ Teori Zavascki, indicado pela Presidência da República para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. Ao lado, o presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira Embora esse tratamento especial possa atribuir o julgamento a um tribunal com um juiz mais experiente, ou um juiz selecionado por uma&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/a-impunidade-vive-sob-normas-constitucionais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/11/a-impunidade-vive-sob-normas-constitucionais/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>As ações coletivas e civis são realmente eficazes?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/10/as-acoes-coletivas-e-civis-sao-realmente-eficazes/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/10/as-acoes-coletivas-e-civis-sao-realmente-eficazes/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>09 Out 2025 15:13:20 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/10/08235915/DIRECTORA-EN-LOSA-scaled-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194496</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Conflitos sociais, Governança, Política Ambiental, Poluição e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Alguns sistemas jurídicos têm um procedimento civil que permite que um grupo de pessoas junte forças para criar uma entidade temporária (classe), que eles usam para buscar reparação judicial de outra entidade, normalmente uma corporação, por danos causados por um incidente, produto ou serviço. Conhecido como “ação coletiva”, esse tipo de litígio foi pioneiro nos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/as-acoes-coletivas-e-civis-sao-realmente-eficazes/" data-wpel-link="internal">As ações coletivas e civis são realmente eficazes?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Alguns sistemas jurídicos têm um procedimento civil que permite que um grupo de pessoas junte forças para criar uma entidade temporária (classe), que eles usam para buscar reparação judicial de outra entidade, normalmente uma corporação, por danos causados por um incidente, produto ou serviço. Conhecido como “ação coletiva”, esse tipo de litígio foi pioneiro nos Estados Unidos durante o século 20 para tratar de várias formas de má conduta corporativa e negligência grave. Por exemplo, eles desempenharam um papel fundamental ao forçar as empresas de energia a melhorar seus procedimentos operacionais e a indenizar indivíduos por danos causados por derramamentos de óleo e despejos de resíduos tóxicos. Considerando o legado das indústrias extrativas na Pan-Amazônia, as ações coletivas representam uma estratégia em potencial para financiar a remediação das calamidades ambientais que se acumularam nas últimas cinco décadas. Todos os países da Pan-Amazônia incorporaram aspectos desse conceito judicial em seus códigos civis; no entanto, ele foi implantado com resultados mistos, em parte devido à fraca governança judicial da região. No prédio onde funcionam os escritórios da União dos Afetados pela Texaco, foi afixado um cartaz para lembrar os danos causados pela petrolífera. Foto: União dos Afetados pela Petrolífera Chevron (Udapt). Em um dos casos de maior destaque, os habitantes da Província de Sucumbíos, no Equador, processaram a Texaco, posteriormente adquirida pela Chevron, pedindo indenização por danos causados por práticas que poluíram o solo e a água da região entre 1965 e 1992. Em uma complexa série de decisões judiciais envolvendo várias&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/as-acoes-coletivas-e-civis-sao-realmente-eficazes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/10/as-acoes-coletivas-e-civis-sao-realmente-eficazes/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Como a justiça é aplicada em favor da legislação ambiental?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/10/como-a-justica-e-aplicada-em-favor-da-legislacao-ambiental/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/10/como-a-justica-e-aplicada-em-favor-da-legislacao-ambiental/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>01 Out 2025 15:13:18 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/10/08233129/Incendios-forestales-Bolivia-CEJIS-7-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194493</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Crime Ambiental, Desmatamento, Governança e Lei Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Todas as nações da Pan-Amazônia têm sistemas jurídicos baseados no Direito Civil (napoleônico), em que os tribunais seguem regras estabelecidas por “códigos”, que são livros de regras estatutárias que descrevem infrações específicas e suas penalidades correspondentes. Cada país tem um “código penal” em que o Estado assume o papel de autor e processa um caso [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/como-a-justica-e-aplicada-em-favor-da-legislacao-ambiental/" data-wpel-link="internal">Como a justiça é aplicada em favor da legislação ambiental?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Todas as nações da Pan-Amazônia têm sistemas jurídicos baseados no Direito Civil (napoleônico), em que os tribunais seguem regras estabelecidas por “códigos”, que são livros de regras estatutárias que descrevem infrações específicas e suas penalidades correspondentes. Cada país tem um “código penal” em que o Estado assume o papel de autor e processa um caso criminal contra um réu, bem como um “código civil” que julga disputas entre partes, que podem incluir o Estado como autor, réu ou nenhum dos dois. Há também códigos especializados com um foco específico que são chamados de “direito administrativo”, pois regem as funções regulatórias do Estado. A Bolívia, o Peru e o Equador incorporaram os crimes ambientais em seus códigos civis e penais, enquanto os outros países criaram códigos especializados que tratam de infrações ambientais organizadas por tema: floresta, água, contaminação etc. Em cada caso, os códigos fornecem orientação para definir a natureza da infração, mas também a gravidade das penalidades associadas a cada crime, que podem ser instrutivas (reparar danos), monetárias (pagar indenização) ou penais (ir para a prisão). As ações administrativas e regulatórias (por exemplo, multas) representam a primeira linha de aplicação legal da lei ambiental, mas em situações em que a influência política supera a autoridade reguladora, ou em que os infratores ignoram descaradamente tanto a lei quanto o órgão regulador, o direito civil e o direito penal fornecem mecanismos para lidar com os danos ambientais por meio do sistema judicial. A Produce multou 11 empresas por pescarem ilegalmente na Reserva&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/como-a-justica-e-aplicada-em-favor-da-legislacao-ambiental/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/10/como-a-justica-e-aplicada-em-favor-da-legislacao-ambiental/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>O compromisso das Guianas com o desmatamento</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/10/o-compromisso-das-guianas-com-o-desmatamento/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/10/o-compromisso-das-guianas-com-o-desmatamento/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>01 Out 2025 15:08:05 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/09/30232645/Kwakwaniconcession-768x310-1.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194443</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Desmatamento, Governança e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Os três países do Escudo das Guianas (Guiana, Suriname e Guiana Francesa) não apresentam altos níveis de desmatamento, o que deveria tornar seus compromissos de erradicação do desmatamento mais confiáveis. No entanto, alguns funcionários do governo continuam a promover políticas de desenvolvimento convencionais. Em seu mais recente NDC, o governo da Guiana se compromete a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/o-compromisso-das-guianas-com-o-desmatamento/" data-wpel-link="internal">O compromisso das Guianas com o desmatamento</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Os três países do Escudo das Guianas (Guiana, Suriname e Guiana Francesa) não apresentam altos níveis de desmatamento, o que deveria tornar seus compromissos de erradicação do desmatamento mais confiáveis. No entanto, alguns funcionários do governo continuam a promover políticas de desenvolvimento convencionais. Em seu mais recente NDC, o governo da Guiana se compromete a implementar regulamentações e programas de incentivo para evitar o desmatamento e a degradação florestal, juntamente com um plano abrangente de uso da terra que visa explorar racionalmente os recursos do país. Presumivelmente, esses compromissos serão financiados pelo Fundo de Investimento REDD+ da Guiana (GRIF), um programa jurisdicional de REDD+ criado em 2010 após um acordo entre a Guiana e a Noruega para manter (e reduzir ainda mais) as taxas de desmatamento historicamente baixas da Guiana. Em janeiro de 2024, o fundo havia recebido US$ 150 milhões em pagamentos, dos quais cerca de US$ 70 milhões foram desembolsados para apoiar uma variedade de projetos, desde o desenvolvimento de um plano nacional de desenvolvimento verde até a formalização de títulos de territórios indígenas. A Guiana também aderiu ao sistema ART para o futuro comércio de créditos de REDD+. O Suriname assumiu um compromisso semelhante em sua NDC, enfatizando sua condição de primeiro país com alta cobertura &#8211; baixo desmatamento (HFLD – High Forest, Low Deforestation) e suas expectativas de que a comunidade internacional fornecerá apoio financeiro para ajudar a manter (e melhorar) o status quo. Recentemente, o país entrou com um pedido para reivindicar créditos de REDD+&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/o-compromisso-das-guianas-com-o-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/10/o-compromisso-das-guianas-com-o-desmatamento/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>A abordagem das mudanças climáticas na Colômbia, Peru, Equador e Bolívia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/09/a-abordagem-das-mudancas-climaticas-na-colombia-peru-equador-e-bolivia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/09/a-abordagem-das-mudancas-climaticas-na-colombia-peru-equador-e-bolivia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Set 2025 20:26:35 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/09/22001742/amazon_200662-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194396</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Governança e Infraestrutura]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Colômbia, Peru e Equador assinaram o Pacto de Glasgow, um acordo vinculado à UNFCCC pelo qual, entre outros compromissos, os países concordam em interromper e reverter a perda de florestas até 2030. A Bolívia, embora não seja signatária desse componente do tratado climático, comprometeu-se a reduzir a perda florestal em oitenta por cento quando apresentou [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/a-abordagem-das-mudancas-climaticas-na-colombia-peru-equador-e-bolivia/" data-wpel-link="internal">A abordagem das mudanças climáticas na Colômbia, Peru, Equador e Bolívia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Colômbia, Peru e Equador assinaram o Pacto de Glasgow, um acordo vinculado à UNFCCC pelo qual, entre outros compromissos, os países concordam em interromper e reverter a perda de florestas até 2030. A Bolívia, embora não seja signatária desse componente do tratado climático, comprometeu-se a reduzir a perda florestal em oitenta por cento quando apresentou uma versão preliminar de sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês) à UNFCCC em 2022.Há muito tempo, as quatro nações têm políticas estabelecidas para criar áreas protegidas e reconhecer as terras indígenas, bem como mecanismos de zoneamento do uso da terra que, teoricamente, restringem a derrubada de florestas em terras privadas. Da mesma forma, todos lançaram vários programas ao longo de décadas para promover o desenvolvimento sustentável, o manejo florestal e o bem-estar social. No entanto, apesar dessas políticas, nenhuma delas tem leis comparáveis ao Código Florestal do Brasil, ou algo que se aproxime de uma estratégia nacional comparável ao PPCDAm. Os governos atuais da Colômbia e do Equador parecem estar buscando sinceramente uma solução para o desmatamento; seus homólogos no Peru e na Bolívia, no entanto, são abertamente ambivalentes. Em toda a Amazônia andina, as autoridades eleitas expressam apoio ao desenvolvimento com desmatamento zero, ao mesmo tempo em que toleram, ou até mesmo promovem, políticas que impulsionam o desmatamento. De forma preocupante, todos os países viram sua taxa média anual de desmatamento aumentar na última década. A borboleta Meneria Metalmark (Amarynthis meneria) no Parque Nacional do Manu, no Peru. Crédito: Rhett A.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/a-abordagem-das-mudancas-climaticas-na-colombia-peru-equador-e-bolivia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/09/a-abordagem-das-mudancas-climaticas-na-colombia-peru-equador-e-bolivia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>A fórmula que reduziu o desmatamento no Brasil no século 21</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/09/a-formula-que-reduziu-o-desmatamento-no-brasil-no-seculo-21/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/09/a-formula-que-reduziu-o-desmatamento-no-brasil-no-seculo-21/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>19 Set 2025 18:26:36 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/09/19190510/brasil_067-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194387</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Desmatamento, Governança e Infraestrutura]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A redução drástica do desmatamento no Brasil entre 2004 e 2012 foi o resultado de uma abordagem integral do governo, que foi coordenada de perto com iniciativas privadas, em resposta a boicotes internacionais que visavam as cadeias de fornecimento de commodities. Lançado no primeiro ano do primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/a-formula-que-reduziu-o-desmatamento-no-brasil-no-seculo-21/" data-wpel-link="internal">A fórmula que reduziu o desmatamento no Brasil no século 21</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A redução drástica do desmatamento no Brasil entre 2004 e 2012 foi o resultado de uma abordagem integral do governo, que foi coordenada de perto com iniciativas privadas, em resposta a boicotes internacionais que visavam as cadeias de fornecimento de commodities. Lançado no primeiro ano do primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm) foi bem-sucedido em grande parte porque foi executado através da Casa Civil, uma entidade dentro do gabinete da Presidência (CC/PR). O sucesso imediato do PPCDAm demonstrou que a redução do desmatamento exige políticas que englobem o aparato regulatório nos âmbitos federal, estadual e local. Embora a iniciativa não tenha eliminado o desmatamento, suas políticas foram bem-sucedidas na mudança de comportamento humano bem como nos modelos de negócios na fronteira florestal. Em 2009, o governo assumiu o compromisso com a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) de reduzir o desmatamento em oitenta por cento até 2020, mas ultrapassou essa meta em 2012, quando a taxa anual de desmatamento foi de apenas vinte por cento de sua média histórica de vinte anos. Apesar de seu sucesso inicial, o PPCDAm não conseguiu erradicar certos tipos de desmatamento em pequena escala e foi ineficaz no combate ao garimpo de ouro que explodiu na região. No entanto, o déficit não foi necessariamente uma falha do projeto, mas o resultado do cálculo político das administrações subsequentes e de um mercado global que continuou a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/a-formula-que-reduziu-o-desmatamento-no-brasil-no-seculo-21/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/09/a-formula-que-reduziu-o-desmatamento-no-brasil-no-seculo-21/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Investigação da Mongabay sobre carne de tubarão motiva audiência pública e reação do setor</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Ago 2025 07:00:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla MendesLucas BertiPhilip Jacobson]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/08/26230355/Banner-reactions-story-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194291</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Tubarão ameaçado no prato]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Ativismo, Biodiversidade, Comida, Espécies Ameaçadas, Governança, Oceanos, Peixes, Pesca, Política Ambiental e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A investigação da Mongabay que revelou a compra de carne de tubarão em larga escala por órgãos dos governos federal, estadual e municipal para o consumo em escolas, hospitais, prisões e outras instituições públicas do país, será usada como base para convocar uma audiência pública no Congresso Nacional. O deputado federal Nilto Tatto, presidente da [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/" data-wpel-link="internal">Investigação da Mongabay sobre carne de tubarão motiva audiência pública e reação do setor</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A investigação da Mongabay que revelou a compra de carne de tubarão em larga escala por órgãos dos governos federal, estadual e municipal para o consumo em escolas, hospitais, prisões e outras instituições públicas do país, será usada como base para convocar uma audiência pública no Congresso Nacional. O deputado federal Nilto Tatto, presidente da Frente Parlamentar Ambiental, disse que ficou &#8220;espantado&#8221; com a quantidade de licitações de carne de tubarão reveladas pela reportagem no fim de julho e que enviará em breve um requerimento de audiência pública à Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da na Câmara dos Deputados. &#8220;Não dá para a gente aceitar isso&#8221;, disse ele à Mongabay por telefone. A investigação — apoiada pelo Pulitzer Center e republicada pela Folha de S.Paulo e ((o))eco — identificou mais de 1.000 licitações de carne de tubarão emitidas desde 2004 por órgãos municipais e estaduais para 5.900 instituições públicas em 10 estados brasileiros, com valor de pelo menos R$ 112 milhões. Embora algumas licitações podem não ter resultado em compras efetivas (uma vez que os contratos podem ser executados ou não), a reportagem mostrou que a carne de tubarão foi servida, principalmente, em escolas, bases militares, abrigos para moradores em situação de rua, maternidades e casas de repouso para idosos, entre outras instituições. Ao contrário da difusão de informações sobre as vendas de barbatanas de tubarão, faltam dados sobre o comércio da carne do animal e os cientistas estão apenas começando a investigar o tema. Após a publicação&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Cadastro Ambiental Rural (CAR): mais uma ferramenta para o controle rural</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/08/cadastro-ambiental-rural-car-mais-uma-ferramenta-para-o-controle-rural/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/08/cadastro-ambiental-rural-car-mais-uma-ferramenta-para-o-controle-rural/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>20 Ago 2025 13:21:06 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/08/04044705/flores-doradasbrasil_162-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194240</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Áreas Protegidas, Conflitos de terra, Desmatamento e Governança]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um registro de terras obrigatório para todas as propriedades rurais no Brasil. O CAR foi criado porque o Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), que vem sendo desenvolvido pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), estava &#8211; e continua estando &#8211; incompleto.  Consequentemente, o governo criou o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/cadastro-ambiental-rural-car-mais-uma-ferramenta-para-o-controle-rural/" data-wpel-link="internal">Cadastro Ambiental Rural (CAR): mais uma ferramenta para o controle rural</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um registro de terras obrigatório para todas as propriedades rurais no Brasil. O CAR foi criado porque o Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), que vem sendo desenvolvido pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), estava &#8211; e continua estando &#8211; incompleto.  Consequentemente, o governo criou o CAR como um mecanismo paralelo (ad hoc) para forçar os proprietários a cumprir a lei, independentemente da situação legal de suas reivindicações de terras. Os donos de terras, incluindo proprietários (com título legal certificado) e posseiros (sem título legal certificado), devem registrar suas propriedades, fornecendo dados espacialmente precisos sobre o tamanho, a localização, o uso da terra (floresta, plantações, culturas, pastagens etc.) e as áreas reservadas como RL ou APP. Ao se registrarem, reconhecem suas responsabilidades ambientais e fornecem ao Ibama uma linha de base para monitorar o cumprimento do Código Florestal. Registrar-se no CAR é obrigatório, mas, para garantir seu sucesso, as autoridades e as partes interessadas do setor privado criaram incentivos para promover a participação. Os incentivos positivos incluem acesso a crédito subsidiado e assistência técnica. Os incentivos negativos incluem barreiras à comercialização de safras e gado, as quais são impostas pelos comerciantes de commodities e frigoríficos. O agronegócio usa o CAR para monitorar o desmatamento, de modo que possa excluir de suas cadeias de suprimentos os produtores que desmatam ilegalmente, um componente fundamental da estratégia do setor para proteger seus produtores de boicotes de consumidores em mercados estrangeiros. Um mosaico de reservas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/cadastro-ambiental-rural-car-mais-uma-ferramenta-para-o-controle-rural/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/08/cadastro-ambiental-rural-car-mais-uma-ferramenta-para-o-controle-rural/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>