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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Liberação de armas por Bolsonaro impulsionou caça ilegal, indica estudo</title>
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					<pubDate>22 Jul 2026 13:16:03 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Adele Santelli]]>
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							<![CDATA[<p>“Eu quero todo mundo armado”. A frase do ex-presidente Jair Bolsonaro dita em reunião ministerial, em maio de 2020, escancarou o cumprimento de uma promessa feita por ele enquanto candidato à Presidência da República, em 2018. Na ocasião, ele cobrou dos ministros a assinatura da portaria que aumentou o limite de compra de munições por [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“Eu quero todo mundo armado”. A frase do ex-presidente Jair Bolsonaro dita em reunião ministerial, em maio de 2020, escancarou o cumprimento de uma promessa feita por ele enquanto candidato à Presidência da República, em 2018. Na ocasião, ele cobrou dos ministros a assinatura da portaria que aumentou o limite de compra de munições por civis. Durante a campanha e ao longo do seu mandato, Bolsonaro promoveu e executou fortemente a agenda armamentista, com impactos diretos na caça ilegal de animais silvestres. De acordo com dados de 2023, levantados pelos institutos Igarapé e Sou da Paz, a quantidade de armas em acervos particulares de civis e militares no Brasil chegou a quase 3 milhões entre 2019 e 2022 — ou seja, durante o governo Bolsonaro — contra pouco mais de 1,3 milhão em 2018, quando quase metade pertencia a militares. As medidas adotadas na gestão de Bolsonaro facilitaram o acesso a armamentos no país, principalmente entre caçadores, atiradores desportivos e colecionadores, conhecidos como CACs. Segundo o levantamento, 59 mil armas haviam sido compradas por CACs em 2018. Em 2022, foram 431 mil. Nesse período, o grupo que antes respondia por 27% do arsenal saltou para 42,5% e passou a ser o principal dono de acervos particulares de armas de fogo no país, antes liderado por militares. Esse aumento do acesso às armas de fogo, incentivado e facilitado por Jair Bolsonaro, foi um dos principais fatores de prevalência da caça ilegal de animais silvestres no Brasil. Foi o que revelou um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/liberacao-de-armas-por-bolsonaro-impulsionou-caca-ilegal-indica-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Acordo entre Mercosul e UE avança, mas acende alertas sobre o risco ambiental</title>
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					<pubDate>09 Abr 2026 06:28:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ramana Rech]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Agrotóxicos, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos sociais, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Gado, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Pesticidas, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. A medida, no entanto, pode trazer no pacote uma série de impactos ambientais. Entre os principais problemas, de acordo com diferentes organizações e ambientalistas, destaca-se a expansão do desmatamento, da exploração de minérios e da importação de pesticidas. Em contrapartida, outros especialistas defendem que o acordo pode impor uma série de regras ambientais a um comércio global já existente — além de facilitar a troca de conhecimentos entre as partes envolvidas. Em linhas gerais, o tratado em desenvolvimento prevê a redução gradual das tarifas de importação no comércio entre os dois blocos continentais. No final de fevereiro, em nota, o governo brasileiro declarou que os europeus “se comprometem a eliminar tarifas de importação sobre aproximadamente 95% dos bens, que representam 92% do valor das importações europeias de bens brasileiros em até 12 anos”. Mesmo assim, nos últimos anos, o avanço do acordo acendeu múltiplos alertas para o meio ambiente. Em um relatório de março de 2023, o Greenpeace avaliou que a isenção de tarifas beneficiaria a exportação de commodities, podendo ampliar as fronteiras agrícolas e o desmatamento em toda a América do Sul. Atualmente, segundo o estudo, bens agrícolas e minerais representam mais de 70%&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/acordo-entre-mercosul-e-ue-avanca-mas-acende-alertas-sobre-o-risco-ambiental/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Valéria Paye: negociar com fundos indígenas exige &#8216;princípio da confiança’</title>
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					<pubDate>20 Mar 2026 07:41:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Alexandre de Santi*Holly Jonas*]]>
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							<![CDATA[<p>As emoções estavam à flor da pele quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o reconhecimento formal de várias terras indígenas na COP30, a conferência climática da ONU realizada em Belém, em novembro de 2025. Para os povos de um desses territórios — a Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana, com quase 22 mil km2, tamanho [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As emoções estavam à flor da pele quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o reconhecimento formal de várias terras indígenas na COP30, a conferência climática da ONU realizada em Belém, em novembro de 2025. Para os povos de um desses territórios — a Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana, com quase 22 mil km2, tamanho similar ao estado de Sergipe —, foi um momento histórico de luta após décadas por reconhecimento e autodeterminação. Localizada entre o noroeste do Pará e o norte do Amazonas, a terra indígena foi homologada graças, em grande parte, ao esforço do Podáali — um dos muitos fundos liderados por indígenas que têm redesenhado o mapa do financiamento ambiental no Brasil. Esses fundos  são criados, geridos e administrados por lideranças  indígenas de diferentes povos, tendo como base  suas visões de mundo e valores, como respeito, reciprocidade e confiança. O  Podáali, Fundo Indígena para a Amazônia Brasileira, é um exemplo disso. Foram mais de dez anos de discussões e preparativos antes que a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) estabelecesse o fundo formalmente em 2020. Um dos objetivos do Podáali é possibilitar e ampliar o financiamento direto aos povos e movimentos indígenas, nos termos deles. Apesar da grande dimensão de seu papel na sustentabilidade e na defesa de um planeta saudável, os povos originários e suas organizações recebem uma pequena fração do financiamento filantrópico global. Um relatório de 2024 constatou a situação como “padrões consistentes de desigualdades generalizadas e sistêmicas”. “Se a gente, no campo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/valeria-paye-negociar-com-fundos-indigenas-exige-principio-da-confianca/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Fim da moratória da soja pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia</title>
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					<pubDate>13 Fev 2026 08:28:46 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Monocultura, Política Ambiental, Queimadas e Soja]]>
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							<![CDATA[<p>Grandes traders de soja operando no Brasil anunciaram no início de janeiro o abandono de um dos acordos de desmatamento zero mais bem-sucedidos do mundo, conhecido como moratória da soja. Por meio desse pacto, firmado há duas décadas, as empresas se comprometem voluntariamente a não adquirir grãos cultivados em áreas desmatadas da Amazônia após 2008. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Grandes traders de soja operando no Brasil anunciaram no início de janeiro o abandono de um dos acordos de desmatamento zero mais bem-sucedidos do mundo, conhecido como moratória da soja. Por meio desse pacto, firmado há duas décadas, as empresas se comprometem voluntariamente a não adquirir grãos cultivados em áreas desmatadas da Amazônia após 2008. Agora, com o novo anúncio, ressurge o temor de que a soja avance sobre a floresta. Segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), a saída de cena desses traders pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia até 2045. O golpe de misericórdia veio da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). Representando alguns dos maiores traders de soja do mundo, como Cargill, Bunge, Amaggi e ADM, a associação anunciou no dia 5 de janeiro que &#8220;iniciou as tratativas para a desfiliação do Termo de Compromisso da Moratória da Soja&#8221;. O Brasil é o maior exportador de soja do mundo, e os membros da Abiove representam quase 45% desses embarques, segundo dados de 2022 da Trase, organização de rastreamento de commodities. A decisão ocorreu depois que uma nova lei entrou em vigor no Mato Grosso, o maior produtor de soja do país. A legislação, em vigor desde 1º de janeiro, permite que o governo estadual suspenda incentivos fiscais a empresas que adotem critérios ambientais além dos exigidos pela lei brasileira, como é o caso da moratória da soja. A lei está sendo contestada no Supremo Tribunal Federal. &#8220;A Abiove entende que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/fim-da-moratoria-da-soja-pode-aumentar-em-30-o-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>A polícia diante do crime ambiental: entre a proteção e o abuso</title>
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					<pubDate>22 Dez 2025 06:40:45 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
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										<author>
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					</author>
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							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
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							<![CDATA[América Do Sul]]>
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							<![CDATA[Corrupção, Crime Ambiental e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>A confiança no sistema de justiça criminal varia entre os países da Pan-Amazônia, e em nenhum deles os cidadãos têm uma opinião totalmente positiva sobre a polícia. Nas Repúblicas Andinas, a desconfiança provavelmente se deve à sua propensão a extorquir subornos; no entanto, isso também pode ser reflexo de seu papel na repressão de protestos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/a-policia-diante-do-crime-ambiental-entre-a-protecao-e-o-abuso/" data-wpel-link="internal">A polícia diante do crime ambiental: entre a proteção e o abuso</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[A confiança no sistema de justiça criminal varia entre os países da Pan-Amazônia, e em nenhum deles os cidadãos têm uma opinião totalmente positiva sobre a polícia. Nas Repúblicas Andinas, a desconfiança provavelmente se deve à sua propensão a extorquir subornos; no entanto, isso também pode ser reflexo de seu papel na repressão de protestos públicos, ocorridos recentemente na Bolívia (2019, 2023), Peru (2022) e Equador (2022). É amplamente reconhecido que a polícia é subornada por narcotraficantes, uma acusação que lhe rouba a legitimidade e prejudica ainda mais sua credibilidade entre os cidadãos. A sua não intervenção quando os grileiros invadem terras comunais é um exemplo clássico de crime de omissão, principalmente ao longo do Rio Ucayali (Peru) e na Chiquitania (Bolívia), onde as corridas por terra que estão atualmente ocorrendo são fomentadas por políticos locais que buscam se beneficiar econômica ou eleitoralmente de um grande fluxo de migrantes. Imagem de uma operação da Polícia colombiana contra dragas de mineração ilegal no Bajo Cauca em 2019. Foto cedida pela polícia da Colômbia. No Brasil, a polícia não cobra subornos, mas é frequentemente acusada de usar força excessiva em suas campanhas contra quadrilhas criminosas. Nas jurisdições amazônicas, a Polícia Militar tem grande importância porque sua função de manter a ordem pública nas áreas rurais a obriga a julgar disputas entre proprietários de terras e trabalhadores sem terra. Diante de uma tarefa ingrata, na melhor das circunstâncias, a PM tem um histórico lamentável de colaboração com forças de segurança privadas (jagunços) na&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/a-policia-diante-do-crime-ambiental-entre-a-protecao-e-o-abuso/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Uma pequena terra indígena emerge como foco de mineração ilegal na Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Dez 2025 17:39:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Uma pequena terra indígena é hoje responsável por cerca de 70% do desmatamento total em terras indígenas na Amazônia brasileira, segundo dados do governo. O impacto se deve à mineração ilegal de ouro. A Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é habitada por cerca de 200 pessoas do povo Nambikwara. De janeiro de 2024 a [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Uma pequena terra indígena é hoje responsável por cerca de 70% do desmatamento total em terras indígenas na Amazônia brasileira, segundo dados do governo. O impacto se deve à mineração ilegal de ouro. A Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é habitada por cerca de 200 pessoas do povo Nambikwara. De janeiro de 2024 a agosto de 2025, a mineração ilegal de ouro devastou mais de 3 mil hectares de floresta amazônica no território — equivalentes a 4% de sua área total, 67 mil hectares. A invasão de garimpeiros ilegais no território Sararé é relativamente recente. De acordo com um relatório do Greenpeace, apenas 78 hectares do território haviam sido impactados pela mineração até 2018. Esse número começou a crescer gradualmente a partir de 2021. Em 2023, estimava-se a presença de 250 a 300 garimpeiros na TI Sararé. Neste ano, agentes do governo estimam que cerca de 2 mil garimpeiros estejam operando na área. De janeiro a agosto deste ano, a TI Sararé registrou um desmatamento 85% maior do que o total combinado das outras nove terras indígenas mais afetadas no Brasil, que, juntas, perderam 640 hectares no mesmo período. Sararé não figurava entre os principais alertas de mineração até 2023, mas agora desponta como o território mais impactado pela mineração. A Terra Indígena Kayapó, localizada no estado do Pará, apareceu em segundo lugar em termos de área perdida para a mineração em 2024. Apesar de ser cerca de 49 vezes maior que a TI Sararé, perdeu quase 10 vezes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/uma-pequena-terra-indigena-emerge-como-foco-de-mineracao-ilegal-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Novo acordo visa agilizar esforços de proteção da floresta amazônica</title>
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					<pubDate>01 Dez 2025 10:26:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Um novo acordo que visa agilizar o monitoramento e a proteção da floresta amazônica foi anunciado na última Cúpula do Clima, a COP30. A Declaração de Mamirauá é um “compromisso unificado para proteger a inigualável biodiversidade e patrimônio cultural da Amazônia&#8221;. Trinta organizações de todo o mundo assinaram o acordo em um evento que ocorreu [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um novo acordo que visa agilizar o monitoramento e a proteção da floresta amazônica foi anunciado na última Cúpula do Clima, a COP30. A Declaração de Mamirauá é um “compromisso unificado para proteger a inigualável biodiversidade e patrimônio cultural da Amazônia&#8221;. Trinta organizações de todo o mundo assinaram o acordo em um evento que ocorreu durante a cúpula. O Instituto Mamirauá, a Universidade Politécnica da Catalunha e a Fundação XPRIZE lideraram os esforços para coordenar e promover a declaração. “A declaração é um chamado para reunir governos, ONGs, povos indígenas, comunidades locais e o setor privado para medir o pulso da floresta”, disse Emiliano Ramalho, diretor técnico-científico do Instituto Mamirauá, à Mongabay. “Olhando de cima, é possível dizer que a floresta está ali, mas para ver se ela está pulsando ou não, é preciso ir até lá e monitorar, e essa é a ideia-chave da declaração.” Sob uma estrutura unificado, a declaração tem como objetivo reunir iniciativas de longo prazo, porém dispersas, que vêm monitorando a floresta amazônica há anos. Um de seus maiores destaques é a participação ativa de povos indígenas e de comunidades locais nos esforços de monitoramento. A declaração também pede mais capacitação nos países que compõem a Bacia Amazônica. A declaração foi assinada por trinta organizações de todo o mundo para agilizar o monitoramento da biodiversidade na Floresta Amazônica. Imagem cedida pela Fundação XPRIZE. “Normalmente, são instituições do Norte Global obtendo dados do Sul Global e analisando esses dados”, disse Ramalho. “Precisamos promover a análise de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/novo-acordo-visa-agilizar-esforcos-de-protecao-da-floresta-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Conquistas e desafios do sistema eleitoral nas Repúblicas Andinas</title>
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					<pubDate>24 Nov 2025 16:46:18 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>As Repúblicas Andinas, como muitas nações da América Hispânica, têm uma tradição histórica de eleger presidentes carismáticos que usam seu sucesso eleitoral para subjugar legislaturas e dominar partidos políticos. Nas últimas duas décadas, os candidatos presidenciais ampliaram essa abordagem abandonando os partidos tradicionais e criando instrumentos políticos, que seriam considerados comitês eleitorais em sistemas políticos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As Repúblicas Andinas, como muitas nações da América Hispânica, têm uma tradição histórica de eleger presidentes carismáticos que usam seu sucesso eleitoral para subjugar legislaturas e dominar partidos políticos. Nas últimas duas décadas, os candidatos presidenciais ampliaram essa abordagem abandonando os partidos tradicionais e criando instrumentos políticos, que seriam considerados comitês eleitorais em sistemas políticos mais estabelecidos. Os partidos tradicionais sempre estiveram sujeitos ao domínio dos candidatos presidenciais, mas também representavam um coletivo de indivíduos com ideias semelhantes que buscavam promover uma agenda econômica e social. Em contrapartida, os partidos tipo “comitês eleitorais” são criados com o único objetivo de eleger um único indivíduo. Imediatamente após a era militar, os políticos afiliados aos partidos tradicionais dominaram o cenário eleitoral na Bolívia, no Peru e no Equador, enquanto na Colômbia, os dois principais partidos políticos ampliaram sua influência ao apresentar candidatos de dinastias políticas hábeis em ascender em um sistema político baseado em castas. Cada vez mais, os candidatos “azarões” em todos os quatro países venceram as eleições depois de terem surgido de novos partidos criados por políticos dissidentes com o objetivo explícito de lançar uma campanha presidencial. O declínio dos partidos tradicionais levou a um processo eleitoral mais aberto. Os caminhos alternativos para o poder presidencial incluem o setor privado ou as agências multilaterais de desenvolvimento, geralmente depois que o aspirante a estadista já atuou em um ministério de alto nível. Esses candidatos empreendedores adotaram o modelo de partidos tipo comitês eleitorais, pois ele provou ser uma forma bem-sucedida de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/conquistas-e-desafios-do-sistema-eleitoral-nas-republicas-andinas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Em que consiste a federação brasileira?</title>
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					<pubDate>17 Nov 2025 05:47:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>A República Federativa do Brasil tem um sistema constitucional com um poder executivo excepcionalmente forte, no qual o presidente controla o processo orçamentário, exerce um veto linear e pode iniciar a legislação declarando “leis temporárias” (Medidas Provisórias) que forçam o legislativo a considerar sua agenda política. O Congresso tem controles e equilíbrios correspondentes, incluindo o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A República Federativa do Brasil tem um sistema constitucional com um poder executivo excepcionalmente forte, no qual o presidente controla o processo orçamentário, exerce um veto linear e pode iniciar a legislação declarando “leis temporárias” (Medidas Provisórias) que forçam o legislativo a considerar sua agenda política. O Congresso tem controles e equilíbrios correspondentes, incluindo o poder de derrubar um veto com uma maioria simples e a capacidade de rejeitar as Medidas Provisórias, recusando-se a ratificá-las por meio de decreto parlamentar. Seu poder de barganha, embora dependa de um orçamento que se origina nos ministérios, foi ampliado nos últimos anos com o uso de “earmarks”, identificadores que os legisladores usam para estabelecer prioridades de gastos dentro de suas jurisdições ou para agradar a um eleitorado específico. O Congresso também tem o poder de impeachment, supostamente por atos criminosos, mas a experiência recente mostra que também ocorre quando uma coalizão governamental se divide e abandona o presidente. Dilma Rousseff descobriu isso quando membros de sua própria aliança se juntaram à oposição para destituí-la do cargo. O Congresso Nacional é uma instituição bicameral que foi projetada deliberadamente para garantir que a diversidade cultural do Brasil seja adequadamente representada no governo. A câmara alta é composta por três senadores por estado, enquanto a composição da Câmara dos Deputados é determinada pela população. Os representantes da Câmara dos Deputados são eleitos pelos cidadãos que votam em candidatos individuais incluídos em uma “lista oficial” afiliada a um partido específico. Os vencedores são os mais votados de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/em-que-consiste-a-federacao-brasileira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia tem recorde de emissão de carbono após surto de incêndios florestais em 2024</title>
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					<pubDate>20 Out 2025 07:53:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Em 2024, a Amazônia registrou uma das temporadas mais devastadoras de incêndios florestais em mais de duas décadas, reacendendo alertas ambientais em toda a América do Sul. No caso do Brasil, a preocupação ressurge após uma redução generalizada dos números de desmatamento no bioma tropical durante o ano de 2023. Já este ano, enquanto o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2024, a Amazônia registrou uma das temporadas mais devastadoras de incêndios florestais em mais de duas décadas, reacendendo alertas ambientais em toda a América do Sul. No caso do Brasil, a preocupação ressurge após uma redução generalizada dos números de desmatamento no bioma tropical durante o ano de 2023. Já este ano, enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e especialistas tentam desvendar uma relação anômala entre a derrubada da floresta e o aumento dos incêndios criminosos, um estudo do Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia trouxe detalhes sobre os danos climáticos causados pela mais recente epidemia de fogo na região. Segundo a pesquisa publicada em maio, a degradação florestal gerada pelos incêndios foi responsável pela liberação de 791 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono (CO2) em 2024 — um número sete vezes maior se comparado à média vista nos dois anos anteriores. Mais ainda, pela primeira vez na história, as emissões de carbono diretamente relacionadas aos incêndios superaram as vindas do desmatamento. O Brasil, maior país amazônico, foi responsável por 61% das emissões, seguido pela Bolívia (32%), nação que convive há anos com numerosos focos de fogo em várias partes de seu território. “A escalada da ocorrência de incêndios, impulsionada pelas mudanças climáticas e pelo uso insustentável da terra, ameaça levar a Amazônia a um ponto de virada catastrófico”, diz o estudo. “Esforços urgentes e coordenados são cruciais para mitigar esses fatores e evitar danos irreversíveis ao ecossistema.” Somadas, as emissões decorrentes do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/amazonia-tem-recorde-de-emissao-de-carbono-apos-surto-de-incendios-florestais-em-2024/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>As ações coletivas e civis são realmente eficazes?</title>
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					<pubDate>09 Out 2025 15:13:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Alguns sistemas jurídicos têm um procedimento civil que permite que um grupo de pessoas junte forças para criar uma entidade temporária (classe), que eles usam para buscar reparação judicial de outra entidade, normalmente uma corporação, por danos causados por um incidente, produto ou serviço. Conhecido como “ação coletiva”, esse tipo de litígio foi pioneiro nos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Alguns sistemas jurídicos têm um procedimento civil que permite que um grupo de pessoas junte forças para criar uma entidade temporária (classe), que eles usam para buscar reparação judicial de outra entidade, normalmente uma corporação, por danos causados por um incidente, produto ou serviço. Conhecido como “ação coletiva”, esse tipo de litígio foi pioneiro nos Estados Unidos durante o século 20 para tratar de várias formas de má conduta corporativa e negligência grave. Por exemplo, eles desempenharam um papel fundamental ao forçar as empresas de energia a melhorar seus procedimentos operacionais e a indenizar indivíduos por danos causados por derramamentos de óleo e despejos de resíduos tóxicos. Considerando o legado das indústrias extrativas na Pan-Amazônia, as ações coletivas representam uma estratégia em potencial para financiar a remediação das calamidades ambientais que se acumularam nas últimas cinco décadas. Todos os países da Pan-Amazônia incorporaram aspectos desse conceito judicial em seus códigos civis; no entanto, ele foi implantado com resultados mistos, em parte devido à fraca governança judicial da região. No prédio onde funcionam os escritórios da União dos Afetados pela Texaco, foi afixado um cartaz para lembrar os danos causados pela petrolífera. Foto: União dos Afetados pela Petrolífera Chevron (Udapt). Em um dos casos de maior destaque, os habitantes da Província de Sucumbíos, no Equador, processaram a Texaco, posteriormente adquirida pela Chevron, pedindo indenização por danos causados por práticas que poluíram o solo e a água da região entre 1965 e 1992. Em uma complexa série de decisões judiciais envolvendo várias&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/as-acoes-coletivas-e-civis-sao-realmente-eficazes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Armazenamento de carbono no oceano: entre novos investimentos e antigas preocupações</title>
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					<pubDate>30 Set 2025 12:57:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do [&#8230;]</p>
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]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do México ou no Sudeste Asiático. Muitas dessas iniciativas já são financiadas por governos locais. A prática consiste na captura do carbono (em geral, obtido diretamente de indústrias poluidoras, como a do cimento e as metalúrgicas, por exemplo) e em sua transformação em CO2 supercrítico – ou seja, quando está acima da sua temperatura e pressão críticas, sendo “otimizado” para a manipulação. Após esse processo, o produto é levado por navios ou gasodutos até uma estrutura localizada no oceano. Ao chegar lá, o CO2 é injetado em um poço inativo, que em seguida é “lacrado”. “Essas mesmas formações [geológicas] armazenaram petróleo e gás por milhões de anos até serem perfuradas. Por esse motivo, sabemos que o CO2 pode ser depositado de forma permanente e na mesma escala de tempo. Temos dados detalhados e uma compreensão sólida sobre a geologia desses poços e o quanto eles podem armazenar”, disse Chris Consoli, especialista em armazenamento do Global CCS Institute. No entanto, essa proposta de solução climática, que pretende pegar carona na infraestrutura já existente dos combustíveis fósseis, é vista por críticos como uma justificativa para que esse modelo siga sendo explorado, usando métodos pouco eficientes e com histórico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/armazenamento-de-carbono-no-oceano-entre-novos-investimentos-e-antigas-preocupacoes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil busca novas medidas para comércio e pesca de tubarões</title>
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					<pubDate>15 Set 2025 17:41:03 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tubarão ameaçado no prato]]>
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							<![CDATA[Alimentação, Animais, Biodiversidade, Comércio Ilegal, Espécies Ameaçadas, Pesca e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>O governo federal está revisando o arcabouço legal para o comércio de tubarões, com a potencial proibição das exportações de barbatanas e regras mais rigorosas para a pesca do tubarão-azul (Prionace glauca) — única espécie que pode ser capturada legalmente em águas brasileiras. Em reunião realizada em 3 de setembro, o Conselho Nacional do Meio [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O governo federal está revisando o arcabouço legal para o comércio de tubarões, com a potencial proibição das exportações de barbatanas e regras mais rigorosas para a pesca do tubarão-azul (Prionace glauca) — única espécie que pode ser capturada legalmente em águas brasileiras. Em reunião realizada em 3 de setembro, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou uma moção para proibir a exportação de barbatanas de tubarão e o uso do estropo de aço — usado para pescar esses animais — em unidades de conservação marinhas. O fim do uso do estropo de aço em áreas protegidas reduzirá a captura acidental não apenas de tubarões, mas também de outras espécies ameaçadas em até 40%, disse o conselheiro do Conama José Truda Palazzo Junior, fundador do Instituto Baleia Jubarte e co-autor da moção, em seu discurso. Apesar de a aprovação do Conama não ter poder para que o governo implemente as medidas de forma imediata, ela é considerada um instrumento de força política para influenciar novas diretrizes no âmbito ambiental. O Ibama e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), que preside o Conama, votaram a favor da moção. Em sua apresentação na reunião transmitida ao vivo, Truda citou uma recente investigação da Mongabay que revelou que instituições públicas estão comprando grandes quantidades de carne de tubarão para escolas, creches, hospitais e prisões, levantando preocupações ambientais e de saúde pública. “O Brasil vem sendo, nos últimos meses, exposto internacionalmente em uma série de reportagens, incluindo o maior&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/brasil-busca-novas-medidas-para-comercio-e-pesca-de-tubaroes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Soja e ‘esquecimento’ ameaçam parque amazônico com pinturas rupestres milenares</title>
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					<pubDate>04 Set 2025 19:48:04 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Peter Speetjens]]>
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							<![CDATA[MONTE ALEGRE, Pará — Localizado na margem norte do Rio Amazonas, próximo a Santarém, o município paraense de Monte Alegre abriga uma das joias antropológicas mais bem preservadas em território brasileiro. Elas estão guardadas no Parque Estadual Monte Alegre (Pema), fundado como área de conservação ambiental em 2001. Nesse local de “relevante beleza cênica e peculiar ecossistema”, conforme descrevem portais oficiais do estado, é possível explorar um vasto complexo florestal com cânions, vales e cavernas. É também no coração do parque onde estão situadas cerca de 600 pinturas rupestres — algumas com mais de 11 mil anos de idade. Com mais de 3,6 mil hectares, o Pema foi escolhido em 2022 pela World Monuments Watch, cujo monitoramento incentiva a preservação histórica, como um dos 25 patrimônios de maior importância em todo o mundo. Por seu valor cultural e a exuberância de suas paisagens, a reserva teria tudo para se tornar uma atração de destaque em qualquer lugar do planeta. No entanto, o parque enfrenta dificuldades para atrair visitantes. “Esse é um dos nossos maiores desafios. Recebemos cerca de 4 mil visitantes por ano. Não é muita gente”, disse o gerente do Pema, Jorge Braga. Em entrevista à Mongabay, o gestor disse que o problema soma dois fatores: a baixa popularidade e o difícil acesso. Segundo as estimativas do gerente, apenas uma em cada dez pessoas da região reconhece a importância do parque. A proporção, ele diz, é “ainda menor” quando brasileiros de outras partes do país e estrangeiros são levados&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/soja-e-esquecimento-ameacam-parque-amazonico-com-pinturas-rupestres-milenares/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Investigação da Mongabay sobre carne de tubarão motiva audiência pública e reação do setor</title>
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					<pubDate>27 Ago 2025 07:00:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla MendesLucas BertiPhilip Jacobson]]>
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							<![CDATA[A investigação da Mongabay que revelou a compra de carne de tubarão em larga escala por órgãos dos governos federal, estadual e municipal para o consumo em escolas, hospitais, prisões e outras instituições públicas do país, será usada como base para convocar uma audiência pública no Congresso Nacional. O deputado federal Nilto Tatto, presidente da Frente Parlamentar Ambiental, disse que ficou &#8220;espantado&#8221; com a quantidade de licitações de carne de tubarão reveladas pela reportagem no fim de julho e que enviará em breve um requerimento de audiência pública à Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da na Câmara dos Deputados. &#8220;Não dá para a gente aceitar isso&#8221;, disse ele à Mongabay por telefone. A investigação — apoiada pelo Pulitzer Center e republicada pela Folha de S.Paulo e ((o))eco — identificou mais de 1.000 licitações de carne de tubarão emitidas desde 2004 por órgãos municipais e estaduais para 5.900 instituições públicas em 10 estados brasileiros, com valor de pelo menos R$ 112 milhões. Embora algumas licitações podem não ter resultado em compras efetivas (uma vez que os contratos podem ser executados ou não), a reportagem mostrou que a carne de tubarão foi servida, principalmente, em escolas, bases militares, abrigos para moradores em situação de rua, maternidades e casas de repouso para idosos, entre outras instituições. Ao contrário da difusão de informações sobre as vendas de barbatanas de tubarão, faltam dados sobre o comércio da carne do animal e os cientistas estão apenas começando a investigar o tema. Após a publicação&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Patrulhamento comunitário reduz crimes ambientais na Amazônia, mostra estudo</title>
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					<pubDate>21 Ago 2025 07:53:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Biasoli]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Um estudo realizado na Amazônia brasileira descobriu que iniciativas voluntárias de patrulhamento comunitário em duas áreas protegidas estiveram associadas a uma redução de 80% nos crimes ambientais registrados ao longo de dez anos. No mesmo período, não houve queda significativa nas violações ambientais detectadas fora dessas áreas, sugerindo que as patrulhas comunitárias foram mais eficazes. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um estudo realizado na Amazônia brasileira descobriu que iniciativas voluntárias de patrulhamento comunitário em duas áreas protegidas estiveram associadas a uma redução de 80% nos crimes ambientais registrados ao longo de dez anos. No mesmo período, não houve queda significativa nas violações ambientais detectadas fora dessas áreas, sugerindo que as patrulhas comunitárias foram mais eficazes. Para o estudo, os pesquisadores analisaram dados coletados entre 2003 e 2013 por agentes comunitários em 12 unidades territoriais de duas reservas de desenvolvimento sustentável no estado do Amazonas: Mamirauá e Amanã. Os registros fazem parte do programa Agentes Ambientais Voluntários (AAV), criado em 1995 pelo governo do Amazonas, que envolve moradores locais no patrulhamento voluntário de seus territórios para complementar o sistema federal de fiscalização e monitoramento. Nos anos analisados, os agentes do AAV realizaram 19.957 patrulhas, registrando um total de 1.260 crimes ambientais, a maioria relacionada a infrações de pesca e caça. Como efeito de comparação, os autores do estudo analisaram operações de fiscalização feitas pelo governo fora das reservas, entre 2002 e 2012. Nesse período, as autoridades realizaram 69 operações, detectando 917 crimes. A década de patrulhas comunitárias coincidiu com uma queda de 80% nos crimes ambientais registrados em 11 das 12 áreas analisadas. Em contraste, as operações lideradas pelo governo não apresentaram redução clara nos crimes detectados ao longo do tempo. Essa diferença “destaca a importância de defender intervenções lideradas por comunidades”, mesmo fora de áreas protegidas, escreveram os autores. “Precisamos colocar as comunidades no centro desse processo de conservação e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/patrulhamento-comunitario-reduz-crimes-ambientais-na-amazonia-mostra-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Invasões se intensificam na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia</title>
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					<pubDate>14 Ago 2025 10:11:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
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							<![CDATA[<p>Invasões ilegais na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia, voltaram a avançar, segundo lideranças indígenas que conversaram com a Mongabay após um alerta da organização global sem fins lucrativos Survival International. “Este ano tem sido muito difícil, porque há muitas pessoas em nosso território”, disse André Karipuna, cacique do povo Karipuna, à Mongabay em uma mensagem [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Invasões ilegais na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia, voltaram a avançar, segundo lideranças indígenas que conversaram com a Mongabay após um alerta da organização global sem fins lucrativos Survival International. “Este ano tem sido muito difícil, porque há muitas pessoas em nosso território”, disse André Karipuna, cacique do povo Karipuna, à Mongabay em uma mensagem de áudio. “Identificamos novos locais [que estão sendo invadidos], um lugar que antes não havia sido perturbado e agora está sendo destruído.” Líderes Karipuna relataram à Mongabay dezenas de novas invasões, especialmente no sul do território, mas falta resposta das autoridades. Em julho de 2024, o governo federal realizou uma operação para retirar invasores da terra indígena. Funcionários destruíram 17 pontes e 38 rotas de acesso ilegais, além de outras infraestruturas ilícitas, informou o Ministério dos Povos Indígenas à Mongabay, por e-mail. Ninguém foi preso ou responsabilizado. Líderes indígenas afirmam que, após a operação, as atividades ilegais e invasões foram retomadas lentamente. Segundo o Global Forest Watch, mais de 10 mil hectares, ou 6,6% do território, foram desmatados entre 2001 e 2024. O pico ocorreu em 2022, com um recorde de perda florestal de 2 mil hectares, e imagens de satélite mostram que uma casa não-indígena foi construída perto de uma das áreas desmatadas. Em 2024, satélites registraram 194 hectares de perda florestal; os dados de 2025 ainda não foram quantificados. Segundo a lei brasileira, invasão ou ocupação de terras indígenas é um crime grave, respaldado pela Constituição e por um estatuto que aumenta as&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/invasoes-se-intensificam-na-terra-indigena-karipuna-em-rondonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estratégias de combate ao desmatamento na Pan-Amazônia</title>
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					<pubDate>06 Ago 2025 13:14:04 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
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						<![CDATA[Mayra]]>
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							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Governança, Infraestrutura e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>A abordagem de comando e controle para reduzir ou eliminar as irregularidades ambientais depende tanto de incentivos quanto de punições. As recompensas estão amplamente ligadas ao setor privado e se baseiam no acesso aos mercados. As punições dependem do setor público e incluem sanções administrativas, como a negação de licenças ambientais e a imposição de [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[A abordagem de comando e controle para reduzir ou eliminar as irregularidades ambientais depende tanto de incentivos quanto de punições. As recompensas estão amplamente ligadas ao setor privado e se baseiam no acesso aos mercados. As punições dependem do setor público e incluem sanções administrativas, como a negação de licenças ambientais e a imposição de multas por não cumprimento das normas, usando tanto o direito administrativo quanto o civil. O principal instrumento é a aplicação da lei por meio do sistema de justiça criminal. A aplicação do código penal tem sido negligente em paisagens pioneiras, inclusive para homicídio, fraude, escravidão e tráfico de drogas, para citar alguns dos crimes graves mais comuns. A ação criminosa floresce devido à ausência de instituições fortes, acompanhada de uma cultura de desobediência reforçada pela inação judicial e pela corrupção política. Não é de surpreender que os crimes ambientais, que provavelmente são vistos pelos perpetradores como crimes sem vítimas, sejam considerados aceitáveis, porque amplos setores da sociedade adotam modelos econômicos que violam as regras que regem o uso e a posse da terra, a mineração, a silvicultura e a agricultura. Regeneração florestal nas florestas amazônicas de Orellana, Equador. Foto: Rhett A. Butler. A política oficial de todas as nações da Pan-Amazônia é promover a conservação da floresta e interromper, ou pelo menos reduzir significativamente, o desmatamento. As estratégias mais bem-sucedidas têm sido a criação e o gerenciamento de áreas protegidas e, ao mesmo tempo, a formalização dos direitos territoriais dos povos indígenas, bem como a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/estrategias-de-combate-ao-desmatamento-na-pan-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil pede regras mais duras no comércio global para salvar pau-brasil da extinção</title>
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					<pubDate>04 Ago 2025 10:14:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A árvore de madeira avermelhada e flores amarelas que dá nome ao Brasil está desaparecendo. Nativa da Mata Atlântica e exclusiva do território brasileiro, hoje a população do pau-brasil (Paubrasilia echinata) está restrita a cerca de 10 mil árvores espalhadas entre o litoral do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte; um declínio [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A árvore de madeira avermelhada e flores amarelas que dá nome ao Brasil está desaparecendo. Nativa da Mata Atlântica e exclusiva do território brasileiro, hoje a população do pau-brasil (Paubrasilia echinata) está restrita a cerca de 10 mil árvores espalhadas entre o litoral do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte; um declínio de 84% ao longo das últimas três gerações da planta. Os dados são do Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora), que em 2024 elevou a classificação de risco de extinção da espécie de “em perigo” para “criticamente em perigo”. No período colonial, foi a cor vívida do pau-brasil que quase decretou seu fim, com mais de 500 mil árvores colocadas abaixo para atender à demanda europeia por corante vermelho para tecidos. A partir do século 19, a combinação ideal entre ressonância, durabilidade e flexibilidade da madeira colocaram a espécie na mira da indústria da música, que descobriu ser este o material perfeito para produzir arcos —  a haste de madeira com crina de cavalo usada para tocar violinos e violoncelos. “O pau-brasil realmente está em uma situação bem critica”, disse à Mongabay o analista ambiental do Ibama Felipe Bernardino Guimarães, referência nacional em identificação de madeira e autor de uma tese de mestrado sobre fraudes no comércio do pau-brasil. A exploração do pau-brasil para a fabricação de arcos de instrumentos musicais é a principal ameaça à espécie, diz o governo brasileiro. Foto: Felipe Bernardino Guimarães/Ibama Para tentar salvar este símbolo nacional, o Brasil propôs&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/brasil-pede-regras-mais-duras-no-comercio-global-para-salvar-pau-brasil-da-extincao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Arariboia pode se tornar a primeira terra indígena do país a legalizar gado para subsistência</title>
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					<pubDate>14 Jul 2025 14:58:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[A madeira do sangue Guajajara]]>
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							<![CDATA[Crime Ambiental, Gado, Indígenas, Política Ambiental, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>A operação federal para remover gado ilegal da Terra Indígena Arariboia enfrentou uma resistência inesperada de alguns indígenas e, agora, o território pode tornar-se o primeiro do país a legalizar pecuária para subsistência, o que preocupa ativistas e defensores dos direitos indígenas sobre a volta de rebanhos ilegais e os danos ambientais ao território. Localizada [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A operação federal para remover gado ilegal da Terra Indígena Arariboia enfrentou uma resistência inesperada de alguns indígenas e, agora, o território pode tornar-se o primeiro do país a legalizar pecuária para subsistência, o que preocupa ativistas e defensores dos direitos indígenas sobre a volta de rebanhos ilegais e os danos ambientais ao território. Localizada no Maranhão, a Terra Indígena (TI) Arariboia é o lar de mais de 10 mil indígenas Guajajara e Awá, caçadores-coletores que vivem em isolamento voluntário nas profundezas da floresta e são considerados o grupo indígena mais ameaçado do planeta. Abrangendo uma área de 413 mil hectares, quase três vezes o tamanho do município de São Paulo, a Arariboia é uma ilha verde cercada por fazendas de gado e serrarias, tornando-a uma das terras indígenas mais ameaçadas do país e alvo de crescente violência e assassinatos contra seus habitantes. Em fevereiro de 2025, o governo federal lançou uma operação contra a pecuária ilícita e outros crimes ambientais na Arariboia, motivada por uma investigação de um ano da Mongabay que revelou um número recorde de assassinatos de indígenas Guajajara em meio a uma explosão de gado ilegal em grandes áreas do território. A pecuária e outras atividades exploratórias para fins comerciais dentro de terras indígenas são proibidas pela Constituição Brasileira. Concluída no final de abril, a força-tarefa removeu entre mil e 2 mil cabeças de gado e mais de 12 quilômetros de cercas na Arariboia. Multas a infratores por crimes ambientais dentro e ao redor de Arariboia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/arariboia-pode-se-tornar-a-primeira-terra-indigena-do-pais-a-legalizar-gado-para-subsistencia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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