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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Acordo entre Mercosul e UE avança, mas acende alertas sobre o risco ambiental</title>
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					<pubDate>09 Abr 2026 06:28:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ramana Rech]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Agrotóxicos, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos sociais, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Gado, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Pesticidas, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. A medida, no entanto, pode trazer no pacote uma série de impactos ambientais. Entre os principais problemas, de acordo com diferentes organizações e ambientalistas, destaca-se a expansão do desmatamento, da exploração de minérios e da importação de pesticidas. Em contrapartida, outros especialistas defendem que o acordo pode impor uma série de regras ambientais a um comércio global já existente — além de facilitar a troca de conhecimentos entre as partes envolvidas. Em linhas gerais, o tratado em desenvolvimento prevê a redução gradual das tarifas de importação no comércio entre os dois blocos continentais. No final de fevereiro, em nota, o governo brasileiro declarou que os europeus “se comprometem a eliminar tarifas de importação sobre aproximadamente 95% dos bens, que representam 92% do valor das importações europeias de bens brasileiros em até 12 anos”. Mesmo assim, nos últimos anos, o avanço do acordo acendeu múltiplos alertas para o meio ambiente. Em um relatório de março de 2023, o Greenpeace avaliou que a isenção de tarifas beneficiaria a exportação de commodities, podendo ampliar as fronteiras agrícolas e o desmatamento em toda a América do Sul. Atualmente, segundo o estudo, bens agrícolas e minerais representam mais de 70%&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/acordo-entre-mercosul-e-ue-avanca-mas-acende-alertas-sobre-o-risco-ambiental/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Agricultura sustentável enfrenta caminho tortuoso em hotspot do desmatamento na Amazônia</title>
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					<pubDate>28 Abr 2025 12:00:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>ALTAMIRA, Pará — Bartolomeu Moraes, mais conhecido como Brasília, foi um líder camponês e sindicalista que atuou na longa e sangrenta luta por terra no Brasil. Em 2002, ele foi morto depois de anos de oposição a fazendeiros da região ao longo da BR-163, no Pará. “Ele viu muita terra nas mãos de pouca gente [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[ALTAMIRA, Pará — Bartolomeu Moraes, mais conhecido como Brasília, foi um líder camponês e sindicalista que atuou na longa e sangrenta luta por terra no Brasil. Em 2002, ele foi morto depois de anos de oposição a fazendeiros da região ao longo da BR-163, no Pará. “Ele viu muita terra nas mãos de pouca gente e queria que as pessoas pudessem usar essa terra para a agricultura familiar”, lembra Raimunda Rodrigues, de apelido Mariana, enquanto caminha pela estrada de chão batido que leva à sua casa. Depois de sua morte, o Estado brasileiro finalmente cedeu e, em 2005, criou um assentamento sustentável (conhecido como PDS, ou Projeto de Desenvolvimento Sustentável) em homenagem a Brasília. Mariana recebeu um lote de terra dentro dos 19.800 hectares do PDS Brasília, uma área maior que Aracaju, capital de Sergipe, que até então pertencia a um único proprietário. O Instituto Nacional da Reforma Agrária (Incra) designou o assentamento a 500 famílias que praticariam a agricultura familiar em seus lotes e usariam uma área maior de floresta conservada para extrair frutos e castanhas. Contudo, 19 anos depois, o cenário é bem diferente. Sem apoio da administração pública, apenas 200 famílias continuam em suas terras. Muitas delas foram forçadas a vendê-las a grandes proprietários (o que é ilegal), que gradualmente reconquistaram a supremacia sobre o território. De acordo com a rede da sociedade civil MapBiomas, mais de dois terços (75%) do assentamento já foi transformado em pastagem para gado, o que é proibido dentro de um PDS.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/agricultura-sustentavel-enfrenta-caminho-tortuoso-em-hotspot-do-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mulheres Krahô lideram guarda indígena para proteger território em Tocantins</title>
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					<pubDate>21 Fev 2025 07:35:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
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							<![CDATA[Alimentos, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Gado, Incêndios, Indígenas, Índios, Madeira, Madeireiras, Óleo de Palma, Pecuária, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soja, Soluções e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em toda a América do Sul, as comunidades indígenas costumam considerar a proteção territorial como responsabilidade dos homens, enquanto as mulheres geralmente assumem papéis de cuidadoras da casa, da família e da comunidade. No entanto, em Tocantins, as mulheres indígenas das comunidades Krahô formaram um grupo de vigilância exclusivamente feminino para proteger seu território contra [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em toda a América do Sul, as comunidades indígenas costumam considerar a proteção territorial como responsabilidade dos homens, enquanto as mulheres geralmente assumem papéis de cuidadoras da casa, da família e da comunidade. No entanto, em Tocantins, as mulheres indígenas das comunidades Krahô formaram um grupo de vigilância exclusivamente feminino para proteger seu território contra invasores — uma raridade na região. Desde o início das operações, a guarda, denominada Mē Hoprê Catêjê, conseguiu identificar e comunicar à Funai uma ameaça relacionada a uma invasão de seu território. A Terra Indígena Kraolândia, com 303 mil hectares, está localizada no Cerrado, nos municípios de Goiatins e Itacajá. Está sob imensa pressão de madeireiros, caçadores, agronegócio e carvoarias. As águas do povo Krahô foram contaminadas por agrotóxicos aplicados nas plantações de soja e algodão próximas. O grupo, que conta com o apoio da Funai, do Centro de Trabalho Indigenista (CTI) e da empresa de tecnologia Awana Digital, foi criado durante uma reunião de defesa territorial das mulheres em setembro do ano passado. Durante oito dias, as mulheres Krahô se reuniram com outras guardiãs indígenas, incluindo as Guajajara de Arariboia e as Guajajara de Caru, para compartilhar ideias e experiências. “No passado, as mulheres não podiam fazer parte de nenhuma liderança”, disse à Mongabay Luzia Krahô, ou Kruw, uma das 13 integrantes do grupo recém-formado. “As mulheres ficavam em casa para cuidar da família e dos filhos. Mas hoje em dia vejo mudanças. Temos a coragem de enfrentar os perigos para proteger nosso território.”&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/mulheres-kraho-lideram-guarda-indigena-para-proteger-territorio-em-tocantins/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Investigação da Mongabay vira obra de arte em evento do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa</title>
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					<pubDate>27 Mai 2024 19:35:33 +0000</pubDate>
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							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Agricultura, Indígenas, Justiça Social, Lei Ambiental, Óleo de Palma e Povos indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>SANTIAGO, Chile — A premiada investigação da Mongabay que revelou a contaminação da água em terras indígenas na Amazônia por plantações de óleo de palma inspirou uma instalação artística na Conferência do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa da UNESCO em Santiago; a obra de arte também foi exibida no Museu de Arte Contemporânea do Chile.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/investigacao-da-mongabay-vira-obra-de-arte-em-evento-do-dia-mundial-da-liberdade-de-imprensa/" data-wpel-link="internal">Investigação da Mongabay vira obra de arte em evento do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Esta reportagem recebeu suporte do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, do qual Karla Mendes é bolsista. SANTIAGO, Chile — A premiada investigação da Mongabay que revelou a contaminação da água em terras indígenas na Amazônia por dendezeiros foi destacada em uma instalação artística na Conferência do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa da UNESCO em Santiago este mês. A obra de arte também foi exibida no Museu de Arte Contemporânea do Chile. Um carrinho de supermercado tombado com uma montanha de produtos e derramando resíduos nas águas do rio — representadas por garrafas plásticas derretidas — foi colocado na entrada do pavilhão principal da Biblioteca Gabriela Mistral, onde o evento da UNESCO foi realizado de 3 a 4 de maio. Inspirados pela investigação da Mongabay, estudantes de design teatral da Universidade do Chile trabalharam em conjunto com esta repórter para criar o conceito de uma exposição de arte para destacar os danos ambientais ocultos do óleo de palma “sustentável” proveniente de muitos produtos encontrados em supermercados que os consumidores compram sem consciência dos impactos. &#8220;Aqui estão todas as coisas que nós [vemos quando] vamos ao supermercado, pegamos as promoções, as ofertas, simplesmente pegamos do supermercado e colocamos em nosso carrinho. E vemos aqui que o carrinho já está cheio e derrama tudo, derrama toda a contaminação que vem da indústria do óleo de palma&#8221;, diz Cristian Canto, gerente da obra de arte, explicando que as garrafas plásticas representam a região amazônica visitada por esta repórter e a luz vermelha&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/investigacao-da-mongabay-vira-obra-de-arte-em-evento-do-dia-mundial-da-liberdade-de-imprensa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Vídeo: Cinco indígenas Tembé baleados em &#8220;guerra do dendê&#8221; na Amazônia</title>
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					<pubDate>11 Ago 2023 21:29:03 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Desmatamento ilegal na Amazônia, Ecologistas ameaçados e Óleo de palma no mundo]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Conservação, Florestas Tropicais, Indígenas, Lei Ambiental, Óleo de Palma, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Em apenas 72 horas, cinco indígenas foram em baleados ataques violentos na região Amazônica em meio à chamada “guerra do dendê”, provocando indignação e pedidos de justiça.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/08/video-cinco-indigenas-tembe-baleados-em-guerra-do-dende-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Vídeo: Cinco indígenas Tembé baleados em &#8220;guerra do dendê&#8221; na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Esta reportagem recebeu suporte do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, do qual Karla Mendes é bolsista. Em apenas 72 horas, cinco indígenas foram em baleados ataques violentos na região Amazônica em meio à chamada “guerra do dendê”, provocando indignação e pedidos de justiça. Em 4 de agosto, seguranças particulares da empresa de óleo de palma Brasil BioFuels S.A. (BBF) supostamente atiraram em Kauã Tembé, de 19 anos, na aldeia indígena Bananal, em Tomé-Açu, no Pará. Em 7 de agosto, Felipe Tembé, Dayane Tembé, Erlany Portilho Ferreira Tembé e Pylikape Tembé também foram baleados, supostamente por seguranças da BBF, afirmam líderes indígenas. Dayane Tembé foi baleada no pescoço; ela está internada em um hospital em Belém, recuperando-se de uma cirurgia à qual foi submetida em 8 de agosto. O quadro de saúde dela é estável, mas ela ainda não consegue se alimentar, disse à Mongabay Urutaw Turiwar Tembé, cacique da aldeia indígena Yriwar, em uma mensagem de voz em 11 de agosto. Após os tiroteios de 7 de agosto, os indígenas Tembé protestaram em frente à delegacia de Quatro Bocas, onde Felipe Tembé, alvejado naquele dia, foi preso por motivos não esclarecidos, segundo os indígenas. “Prenderam o segurança que atirou no meu filho?”, Urutaw Tembé gritou em um vídeo da manifestação, reivindicando justiça para seu filho Kauã Tembé e todos os indígenas baleados. Os tiroteios do fim de semana são o mais recente episódio de uma onda de violência ligada aos conflitos fundiários entre comunidades indígenas e empresas de óleo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/08/video-cinco-indigenas-tembe-baleados-em-guerra-do-dende-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Indígenas exigem justiça após 5 baleados em &#8216;guerra do dendê&#8217; na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/08/indigenas-exigem-justica-apos-5-baleados-em-guerra-do-oleo-de-palma-na-amazonia/</link>
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					<pubDate>09 Ago 2023 21:10:03 +0000</pubDate>
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						<![CDATA[Karla Mendes]]>
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							<![CDATA[A guerra do dendê e Desflorestação ilegal na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Conservação, Crime Ambiental, Florestas Tropicais, Indígenas, Lei Ambiental, Óleo de Palma, Política Ambiental, Povos indígenas e Violência]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>Seguranças privados de uma empresa de óleo de palma são acusados de atirar e ferir cinco indígenas Tembé no Pará entre 4 e 7 de agosto. Os ataques são o mais recente episódio ligado a uma antiga disputa por terras na chamada "guerra do dendê", cujas tensões crescentes são documentadas pela Mongabay há um ano.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/08/indigenas-exigem-justica-apos-5-baleados-em-guerra-do-oleo-de-palma-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Indígenas exigem justiça após 5 baleados em &#8216;guerra do dendê&#8217; na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta reportagem recebeu suporte do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, do qual Karla Mendes é bolsista. &#8220;Gente, a Dayane [Tembé] está muito mal, por causa que sangrou muito pela boca dela. Ela está [indo] para o hospital, a gente está indo para lá. Peguei dois tiros, um no ombro e um na coxa&#8221;. Essa foi a mensagem de áudio de Felipe Tembé que líderes indígenas compartilharam com a Mongabay, logo após ele ser baleado em um ataque violento a sua comunidade em 7 de agosto na região Amazônica em meio à chamada &#8220;guerra do dendê&#8221;. Na manhã de 7 de agosto, seguranças particulares da empresa de óleo de palma Brasil BioFuels S.A. (BBF) supostamente também atiraram em Erlany Portilho Ferreira Tembé e em Pylikape Tembé, no município de Tomé-Açu, no Pará, denunciaram líderes indígenas. Três dias antes, em 4 de agosto, indígenas afirmam que seguranças da BBF &#8220;fortemente armados&#8221; e policiais militares deslocados de Belém supostamente atiraram em Kauã Tembé, de 19 anos, na aldeia indígena Bananal, em uma &#8220;ação ilegal e arbitrária&#8221;. Ao todo, cinco indígenas foram feridos em apenas 72 horas, segundo as lideranças. Dayane Tembé foi baleada no pescoço e sua situação é muito grave; ela está internada em um hospital em Belém, recuperando-se de uma cirurgia à qual foi submetida em 8 de agosto, disse à Mongabay Urutaw Turiwar Tembé, cacique da aldeia indígena Yriwar, em uma mensagem de voz. &#8220;O atentado de sexta-feira da semana passada foi [contra] o meu filho, que foi baleado&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/08/indigenas-exigem-justica-apos-5-baleados-em-guerra-do-oleo-de-palma-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Comitê de crise investiga atentado a cacique Tembé em região da ‘guerra do dendê’</title>
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					<pubDate>17 Mai 2023 16:30:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Esta reportagem recebeu suporte do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, do qual Karla Mendes é bolsista. &#160; Um comitê de crise vai investigar a tentativa de assassinato contra o cacique Lúcio Tembé em uma área do Pará que ficou conhecida pela &#8220;guerra do dendê&#8221; devido à eclosão de ocorrências de violência sistemática contra ativistas [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Esta reportagem recebeu suporte do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, do qual Karla Mendes é bolsista. &nbsp; Um comitê de crise vai investigar a tentativa de assassinato contra o cacique Lúcio Tembé em uma área do Pará que ficou conhecida pela &#8220;guerra do dendê&#8221; devido à eclosão de ocorrências de violência sistemática contra ativistas sem a devida punição. Na madrugada de domingo, o cacique da aldeia Turé da Terra Indígena (TI) Turé-Mariquita foi alvejado por dois pistoleiros quando ele e outro indígena tentavam desatolar o carro em uma estrada de terra, quando voltavam da cidade de Quatro Bocas para a TI, segundo líderes indígenas, intensificando o clamor por justiça na região. Queila Tembé, sobrinha de Lúcio Tembé, relatou à Mongabay os detalhes do crime que o indígena que acompanhava seu tio compartilhou com o povo Tembé. “Nesse momento que ele estava parado, chegaram esses dois meliantes encapuzados, [iluminaram] com uma lanterna e dispararam o tiro em direção à cabeça dele”, disse Queila Tembé em uma mensagem de áudio. “Aí o indígena parceiro dele pulou pela frente para tentar salvá-lo. Só que imagina assim: que eles pensaram que como pegou na cabeça dele, que ele tinha morrido. Então pegaram a moto e seguiram em direção à aldeia”. Ela disse que soube do crime por meio de telefonemas de parentes e que eles foram juntos ao local, onde confirmaram a veracidade do fato. “Me senti muito triste e ao mesmo tempo tempo indignada com o acontecido. A reação da família é&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/comite-de-crise-investiga-atentado-a-cacique-tembe-em-regiao-da-guerra-do-dende/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Aumenta a violência em conflitos de terra com empresa de óleo de palma na Amazônia</title>
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					<pubDate>27 Abr 2023 13:48:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Uma nova onda de conflitos de terra entre a maior exportadora de óleo de palma do país e comunidades tradicionais foi deflagrada nos últimos dias na Amazônia, gerando preocupação sobre a escalada da violência na região. Comunidades indígenas e quilombolas do Pará acusam a Brasil BioFuels S.A. (BBF) de ataques violentos durante atos de reintegração [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Uma nova onda de conflitos de terra entre a maior exportadora de óleo de palma do país e comunidades tradicionais foi deflagrada nos últimos dias na Amazônia, gerando preocupação sobre a escalada da violência na região. Comunidades indígenas e quilombolas do Pará acusam a Brasil BioFuels S.A. (BBF) de ataques violentos durante atos de reintegração de posse de uma área em disputa na região do Acará. A empresa nega as acusações e alega que foram as comunidades locais que atacaram seus funcionários. As autoridades estão investigando o caso. Uma fonte do povo indígena Tembé, que pediu para não ser identificada por razões de segurança, descreveu à Mongabay o ataque de 12 de abril: “Eles passaram praticamente a semana ameaçando os quilombolas e os indígenas. Os seguranças da empresa chegaram armados, para nós desocuparmos as áreas”. A fonte disse que os indígenas resistiram e que “eles acabaram não nos machucando&#8221;, mas logo em seguida os seguranças foram para a área ocupada pelos quilombolas e &#8220;dispararam tiros&#8221; contra eles. &#8220;Eles não resistiram, acabaram saindo pelo ataque&#8221;, disse a fonte em uma mensagem de áudio. Imagem de um vídeo em que é possível ouvir tiros e ver seguranças armados. Imagem cortesia do povo Tembé. Os quilombolas tomaram a iniciativa de construir um portão junto com líderes indígenas, disse a fonte, na divisa da área reivindicada como terra ancestral, para dificultar o acesso dos seguranças armados. &#8220;Foi aí que a BBF [se] revoltou de novo contra nós&#8221;, disse a fonte, relatando que na madrugada&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/04/aumenta-a-violencia-em-conflitos-de-terra-com-empresa-de-oleo-de-palma-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Certificação de exportadora de óleo de palma suspensa após investigação da Mongabay</title>
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					<pubDate>29 Mar 2023 15:43:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Uma investigação da Mongabay sobre grilagem de terras na Amazônia desencadeou a suspensão do certificado de sustentabilidade da segunda maior exportadora de óleo de palma do país, como mostra correspondência por e-mail a que esta repórter teve acesso, o que também foi confirmado pelas principais fontes do caso. A Agropalma, única empresa brasileira com o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/03/certificacao-de-exportadora-de-oleo-de-palma-suspensa-apos-investigacao-da-mongabay/" data-wpel-link="internal">Certificação de exportadora de óleo de palma suspensa após investigação da Mongabay</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma investigação da Mongabay sobre grilagem de terras na Amazônia desencadeou a suspensão do certificado de sustentabilidade da segunda maior exportadora de óleo de palma do país, como mostra correspondência por e-mail a que esta repórter teve acesso, o que também foi confirmado pelas principais fontes do caso. A Agropalma, única empresa brasileira com o certificado internacional de óleo de palma sustentável RSPO — organização que inclui produtores de óleo de palma, comercializadores, fabricantes, varejistas, bancos, investidores, entre outros — está com sua certificação &#8220;temporariamente suspensa&#8221; desde fevereiro, o secretariado da RSPO confirmou à Mongabay por e-mail. Em 15 de dezembro, a Mongabay publicou uma investigação que revelou que mais da metade dos 107 mil hectares registrados pela Agropalma no Pará eram oriundos de títulos fundiários fraudulentos, parte deles emitidos por um cartório fictício, o que está no centro de uma batalha judicial travada por promotores de Justiça e defensores públicos. A investigação da Mongabay durou um ano. Parte da área se sobrepõe a terras ancestrais reivindicadas por comunidades indígenas e quilombolas, incluindo dois cemitérios visitados pela Mongabay. No Cemitério do Livramento, os moradores afirmam que apenas um quarto dele permanece intacto e que a empresa plantou palmeiras em cima dos túmulos. Os quilombolas também acusam a Agropalma de poluir a água do rio do qual dependem para viver. A empresa nega as acusações. Apenas algumas semanas após a publicação da investigação, representantes da Assurance Services International (ASI) — organização que audita o trabalho das certificadoras e, consequentemente, se as&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/03/certificacao-de-exportadora-de-oleo-de-palma-suspensa-apos-investigacao-da-mongabay/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Vídeo: Quilombolas lutam contra exportadora de óleo de palma por cemitérios na Amazônia</title>
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					<pubDate>28 Dez 2022 16:55:10 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>ALTO ACARÁ, Pará — “Esse direito ao acesso das pessoas que moravam aqui e querem ver o cemitério, isso está na Constituição&#8230; O cemitério é um local sagrado&#8221;, a socióloga e historiadora Maria da Paz Saavedra disse à Mongabay durante nossa visita ao Cemitério Nossa Senhora da Batalha, na Amazônia. A área, localizada no Pará, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/12/video-quilombolas-lutam-contra-exportadora-de-oleo-de-palma-por-cemiterios-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Vídeo: Quilombolas lutam contra exportadora de óleo de palma por cemitérios na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[ALTO ACARÁ, Pará — “Esse direito ao acesso das pessoas que moravam aqui e querem ver o cemitério, isso está na Constituição&#8230; O cemitério é um local sagrado&#8221;, a socióloga e historiadora Maria da Paz Saavedra disse à Mongabay durante nossa visita ao Cemitério Nossa Senhora da Batalha, na Amazônia. A área, localizada no Pará, está no centro de uma batalha legal há seis anos: quilombolas acusam a Agropalma, segunda maior exportadora de óleo de palma do país, de grilagem de suas terras ancestrais, incluindo cemitérios, como revelou uma investigação da Mongabay que durou um ano. A empresa nega as acusações. Saavedra faz parte do grupo que guiou a Mongabay pela região em novembro de 2021, quando os quilombolas celebraram o Dia de Finados no Cemitério Nossa Senhora da Batalha pela primeira vez em décadas. Os quilombolas afirmam que o acesso à área foi negado desde que a área tornou-se &#8220;reserva legal&#8221; da Agropalma — regra que obriga os proprietários privados a preservar uma porção de suas terras com vegetação nativa — na década de 1980. “Eles são impedidos de vir aqui&#8230; E todas as comunidades da beira do rio teriam que ser expropriadas porque a reserva legal tem como base não haver pessoas”, diz Saavedra, pesquisadora e doutoranda da Universidade Federal do Pará (UFPA). &#8220;Eles saíram daqui na década de 1980, seja através de compra dos seus terrenos por fazendeiros ou através de expulsão mesmo, por pistoleiros&#8221;. Neste vídeo, a Mongabay testemunhou o que quilombolas e pesquisadores consideram um &#8220;momento&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/12/video-quilombolas-lutam-contra-exportadora-de-oleo-de-palma-por-cemiterios-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Exportadora de óleo de palma acusada de fraude, grilagem de terras em cemitérios quilombolas</title>
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					<pubDate>15 Dez 2022 23:34:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[ALTO ACARÁ, Pará — Com as mãos trêmulas, Raimundo Serrão acende velas para sua avó no Dia de Finados no cruzeiro do Cemitério do Livramento, pois não conseguiu encontrar o túmulo dela. Serrão e outros moradores da região acusam uma das principais exportadoras de óleo de palma do país de ter plantado palmeiras sobre a sepultura dela. &#8220;Plantaram o dendê em cima da catacumba dela,&#8221; Serrão diz à Mongabay em lágrimas, culpando a Agropalma, cujas palmeiras confinam o cemitério às margens do Rio Acará, no Pará. &#8220;Ela está debaixo desse dendê aí,&#8221; diz Serrão, apontando para dendezeiros a poucos passos, em uma área que, segundo ele, pertencia ao cemitério quando ela morreu aos 110 anos em 1978; a empresa nega. As acusações fazem parte de uma ampla gama de denúncias de grilagem de terras contra a Agropalma, única empresa brasileira com o certificado internacional de óleo de palma sustentável RSPO, uma organização que inclui produtores de óleo de palma, comercializadores, fabricantes, varejistas, bancos, investidores, entre outros. A Mongabay esteve no Alto Acará em novembro de 2021 para investigar as acusações de que mais da metade dos 107 mil hectares registrados pela Agropalma eram oriundos de títulos fundiários fraudulentos. O esquema, que contou até mesmo com a criação de cartório fictício, está no centro de uma batalha judicial liderada por promotores de Justiça e defensores públicos. Os quilombolas Raimundo Serrão (esquerda) e Antônio Santana (direita) acendem velas para seus ancestrais no cruzeiro do Cemitério do Livramento no Dia de Finados porque&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/12/grande-exportadora-de-oleo-de-palma-acusada-de-fraude-grilagem-de-terras-em-cemiterios-quilombolas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>‘Guerra do dendê’: empresa campeã de multas é acusada de violência no Pará</title>
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					<pubDate>11 Out 2022 17:33:16 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Conservação, Desmatamento, Indígenas, Óleo de Palma, Poluição, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Uma “guerra do dendê” eclodiu nos últimos meses no nordeste da Amazônia, região que responde pela maior produção de óleo de palma do país. A escalada da violência foi desencadeada por disputas de terra entre comunidades indígenas e quilombolas, de um lado, e empresas de óleo de palma, de outro, que respondem também pela maior [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Uma “guerra do dendê” eclodiu nos últimos meses no nordeste da Amazônia, região que responde pela maior produção de óleo de palma do país. A escalada da violência foi desencadeada por disputas de terra entre comunidades indígenas e quilombolas, de um lado, e empresas de óleo de palma, de outro, que respondem também pela maior parte das multas por desmatamento, poluição e outros crimes ambientais da indústria da palma no país. Em 24 de setembro, líderes indígenas e quilombolas denunciaram um ataque a tiros que culminou no assassinato de um não-indígena e deixou dois indígenas Turiwara e um não-indígena feridos no município do Acará, no Pará. Imagens do momento do ataque têm circulado nas mídias sociais; em alguns vídeos, é possível ouvir os tiros. Um dos indígenas foi baleado na cabeça e no ombro direito e está hospitalizado em estado grave, segundo as lideranças. “Eu fui um dos baleados, estou dentro da ambulância agora… por pouco não fomos mortos, livramento de Deus mesmo”, um dos indígenas baleados, que a Mongabay não está identificando para sua segurança, disse em um vídeo logo após o ataque. “Solicitamos [a] todo mundo que nos ajude, por favor.” Os indígenas feridos são da comunidade Ramal Braço Grande, localizada entre os municípios de Tomé-Açu e Acará, uma área reivindicada pelos povos Turiwara e Tembé como sua terra ancestral. Indígenas Turiwara na casa de cultura da comunidade Ramal Braço Grande, localizada entre os municípios de Tomé-Açu e Acará, área reivindicada como terra ancestral no Pará. Imagem cortesia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/guerra-do-dende-empresa-campea-de-multas-e-acusada-de-violencia-no-para/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>MPF tem vitória na justiça após citar Mongabay em ação sobre agrotóxicos do óleo de palma</title>
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					<pubDate>07 Out 2022 20:42:14 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
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							<![CDATA[A guerra do dendê e Agronegócio na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Justiça Social, Óleo de Palma e Povos indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Uma investigação da Mongabay sobre a contaminação provocada pela produção de óleo de palma na Amazônia foi chave para o Ministério Público Federal (MPF) obter uma decisão judicial esta semana para provar os impactos ambientais dos agrotóxicos usados nas plantações de palma para comunidades indígenas do Pará. Em 4 de outubro, o Tribunal Regional Federal [&#8230;]</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma investigação da Mongabay sobre a contaminação provocada pela produção de óleo de palma na Amazônia foi chave para o Ministério Público Federal (MPF) obter uma decisão judicial esta semana para provar os impactos ambientais dos agrotóxicos usados nas plantações de palma para comunidades indígenas do Pará. Em 4 de outubro, o Tribunal Regional Federal da Primeira Região em Brasília (TRF1) aprovou uma perícia judicial para comprovar a contaminação por agrotóxicos e os impactos socioambientais e à saúde na Terra Indígena Turé-Mariquita e em Tomé-Açú, região de maior produção de óleo de palma do país pela Biopalma — adquirida pela Brasil BioFuels S.A. (BBF) no final de 2020. A decisão era muito esperada pelo MPF, que iniciou essa batalha jurídica há oito anos. “O Ministério Público utilizou a sua reportagem. E ela teve influência na decisão [do TRF1],” o procurador da República Felício Pontes Júnior disse a esta repórter em 6 de outubro por telefone. &#8220;Muitos juízes buscam informações antes de julgar, e a informação da sua investigação é a informação mais aprofundada que tinha sobre o assunto”. Em sua decisão, o desembargador federal Jamil Rosa de Jesus Oliveira, disse que, em função dos possíveis danos à saúde decorrentes do plantio de dendê, o pedido o MPF é necessário para “assegurar a perícia dos efeitos da aplicação dos defensivos agrícolas utilizados na monocultura do dendê nos igarapés e no solo na região de uma maneira geral, bem como nas áreas vizinhas e limítrofes, e seus efeitos sobre as pessoas indígenas&#8221;.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/mpf-tem-vitoria-na-justica-apos-citar-mongabay-em-acao-sobre-agrotoxicos-do-oleo-de-palma/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Investigação liga cadeia de fornecimento de frango na Europa a abusos aos direitos indígenas no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/05/investigacao-liga-cadeia-de-fornecimento-de-frango-na-europa-a-abusos-aos-direitos-indigenas-no-brasil/</link>
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					<pubDate>25 Mai 2022 05:39:03 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Laurel Sutherland]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Doenças, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Mata Atlântica, Medicina tradicional, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Saneamento, Saúde, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Nova investigação estabeleceu uma ligação entre as redes de supermercados, fast food e marcas de comida para pets da Europa com a fazenda Brasília do Sul, de 9.700 hectares, que se tornou sinônimo de abusos aos direitos indígenas no Mato Grosso do Sul. Brasília do Sul abrigava um grupo de indígenas Guarani-Kaiowá, que foi expulso à força nos anos 1950 para abrir caminho ao desenvolvimento agrícola.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/investigacao-liga-cadeia-de-fornecimento-de-frango-na-europa-a-abusos-aos-direitos-indigenas-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Investigação liga cadeia de fornecimento de frango na Europa a abusos aos direitos indígenas no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Nos anos 1950, um grupo de indígenas Guarani-Kaiowá que vivia na comunidade de Takuara, no Mato Grosso do Sul, foi expulso à força da terra em que vivia há séculos para abrir caminho para o desenvolvimento agrícola. Hoje, Takuara é conhecida como Brasília do Sul, uma fazenda de 9.700 hectares que se tornou sinônimo de abusos aos direitos indígenas no Brasil. De acordo com uma nova investigação, Brasília do Sul é hoje uma grande produtora de soja e fornecedora do grão para grandes cooperativas e redes, entre elas a Lar Cooperativa Agroindustrial, uma das maiores produtoras de carne de frango do Brasil. A investigação foi realizada pela Earthsight, um grupo ambientalista com sede em Londres, e o De Olho nos Ruralistas, que monitora o agronegócio no Brasil. A companhia Westbrigde Foods, com sede no Reino Unido, foi indentificada como uma das maiores compradoras de frango marinado congelado da Lar e é fornecedora de produtos de frango para a gigante de fast food KFC e para as redes de supermercados Sainsbury’s, Asda, Aldi e Iceland, entre outros. Entre 2018 e 2021, a Westbridge importou mais de 37 mil toneladas de frango marinado e congelado da Lar – cerca de um terço da quantidade que a empresa brasileira enviou aos EUA e ao Reino Unido durante o período. Em resposta a perguntas feitas pelos investigadores em relação às descobertas da reportagem, tanto a Aldi quanto a Asda negaram que o frango fornecido pela Westbridge tenha qualquer ligação com Brasília do Sul, enquanto&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/investigacao-liga-cadeia-de-fornecimento-de-frango-na-europa-a-abusos-aos-direitos-indigenas-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Brasil perdeu vegetação nativa equivalente a 10% do território nacional nos últimos 35 anos</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/09/brasil-perdeu-vegetacao-nativa-equivalente-a-10-do-territorio-nacional-nos-ultimos-35-anos/</link>
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					<pubDate>03 Set 2020 15:42:09 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Maurício Angelo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Brasil e Cerrado]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caatinga, Cerrado, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Conflitos, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Mata Atlântica, Monocultura, Óleo de Palma, Pampas, Pantanal, Pecuária, Política Ambiental, Queimadas, Soja e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Segundo novo levantamento do MapBiomas, 87,2 milhões de hectares de áreas de vegetação nativa foram destruídos de 1985 a 2019. Metade na Amazônia. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/09/brasil-perdeu-vegetacao-nativa-equivalente-a-10-do-territorio-nacional-nos-ultimos-35-anos/" data-wpel-link="internal">Brasil perdeu vegetação nativa equivalente a 10% do território nacional nos últimos 35 anos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O Brasil perdeu 87,2 milhões de hectares de áreas de vegetação nativa de 1985 a 2019, o equivalente a 10% do território nacional. Essa área é maior que o tamanho de países como Alemanha, Inglaterra, Itália e Portugal somados. Ou 3,5 vezes a área do estado de São Paulo. Mais da metade dessa vegetação, 44 milhões de hectares, foi destruída na Amazônia. Já o Cerrado perdeu 28,5 milhões de hectares. Proporcionalmente, porém, o Cerrado foi o bioma que mais viu a sua área desaparecer, superando 21% do total da savana. E o Pantanal, que enfrenta em 2020 uma situação de queimadas crítica, perdeu 12% de sua área nas últimas décadas. Os dados são do recém-divulgado levantamento do MapBiomas, projeto que mapeia ano a ano o uso do solo no Brasil. No geral, mais de 90% de toda a perda de vegetação natural no Brasil, incluindo todos os biomas, foi em função da agropecuária, que se expandiu em 78 milhões de hectares, com 43% de crescimento desde 1985. A acurácia do levantamento atual do MapBiomas é de 91%, explica Tasso Azevedo, coordenador da plataforma, que envolve uma rede de especialistas de diversas formações, ONGs, universidades e empresas de tecnologia. Além dos dados históricos consolidados desde 1985, revelados pela primeira vez, a última versão do MapBiomas também traz dados de desmatamento e regeneração, como a velocidade de perda de vegetação nativa por bioma e os territórios onde há mais vegetação secundária —áreas anteriormente degradadas que hoje cobrem 9% do país. Em algumas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/09/brasil-perdeu-vegetacao-nativa-equivalente-a-10-do-territorio-nacional-nos-ultimos-35-anos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Pouca terra para muito índio: estudo detecta alta densidade populacional em metade das TIs do Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/07/pouca-terra-para-muito-indio-estudo-detecta-alta-densidade-populacional-em-metade-das-tis-do-brasil/</link>
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					<pubDate>23 Jul 2020 06:50:41 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Liz Kimbrough]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Saúde, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Nova pesquisa afirma que grandes reservas protegidas legalmente são necessárias para que os povos indígenas mantenham seus meios tradicionais de subsistência.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/07/pouca-terra-para-muito-indio-estudo-detecta-alta-densidade-populacional-em-metade-das-tis-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Pouca terra para muito índio: estudo detecta alta densidade populacional em metade das TIs do Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma nova pesquisa publicada na revista Land Use Policy afirma que terras indígenas de grande extensão são o mínimo necessário para que os povos indígenas mantenham seus meios de subsistência tradicionais e preservem os benefícios ambientais proporcionados por esses territórios. “O nosso artigo refuta completamente a bandeira política anti-indígena, muitas vezes expressa no Brasil, de que há ‘muita terra para pouco índio’”, diz o coautor do estudo.Rodrigo Begotti, da Universidade de East Anglia, no Reino Unido. Usando dados do censo e mapas de uso da terra de populações indígenas e não indígenas, os pesquisadores analisaram 587 terras indígenas demarcadas, que somam 1,9 milhão de km2 – uma área quase quatro vezes o tamanho da Espanha. As terras indígenas (TIs) representam 13,5% do território brasileiro e abrigam meio milhão de pessoas, que falam 280 idiomas diferentes. Os autores do estudo ficaram surpresos ao encontrar altas densidades populacionais  dentro de quase metade (295) das terras indígenas brasileiras. Apenas 208 TIs tiveram as baixas densidades populacionais típicas de sociedades tradicionais de caçadores-coletores, horticultores e seminômades. Terras indígenas no Brasil. Mapa: Instituto Socioambiental. “Esses resultados mostram a importância fundamental de garantirmos proteção jurídica a terras indígenas suficientemente grandes. Essas terras continuam sendo fundamentais para que o Brasil cumpra seus compromissos internacionais de proteger a biodiversidade tropical e mitigar as mudanças climáticas”, afirma o coautor do estudo, Carlos Peres. As terras indígenas brasileiras proporcionam benefícios ambientais em escala global. Quase um quinto de todos os animais e plantas da Amazônia vive nessas reservas, que retêm&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/07/pouca-terra-para-muito-indio-estudo-detecta-alta-densidade-populacional-em-metade-das-tis-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Teoria da Fiscalização Integral: uma ferramenta de combate ao processo de invasão e desmatamento na Amazônia (comentário)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/06/teoria-da-fiscalizacao-integral-uma-ferramenta-de-combate-ao-processo-de-invasao-e-desmatamento-na-amazonia-comentario/</link>
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					<pubDate>01 Jun 2020 19:02:27 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Hugo Ferreira Netto LossRenê Luiz de OliveiraWallace Rafael Rocha e André Pereira Rodrigues]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Saúde, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Neste artigo, especialistas defendem um modelo de ações integradas e intensivas para combater o desmatamento na Amazônia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/teoria-da-fiscalizacao-integral-uma-ferramenta-de-combate-ao-processo-de-invasao-e-desmatamento-na-amazonia-comentario/" data-wpel-link="internal">Teoria da Fiscalização Integral: uma ferramenta de combate ao processo de invasão e desmatamento na Amazônia (comentário)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O CENÁRIO DE AVANÇO DO DESMATAMENTO Não há dúvidas de que o combate ao desmatamento na Amazônia é uma das tarefas mais difíceis enfrentadas pelo poder público na atualidade. No entanto, algumas experiências de sucesso mostram que existe um caminho recentemente implementado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e outras instituições brasileiras no combate aos delitos ambientais que podem mudar a realidade da Amazônia. A primeira experiência exitosa se deu com o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), criado em 2004 e que tinha como um dos principais desafios a integração do combate ao desmatamento às políticas de Estado brasileiras. Com as medidas de monitoramento e controle ambiental adotadas a partir do PPCDAm, o Brasil experimentou entre os anos de 2004 e 2012 uma redução drástica de 83% na taxa de desmatamento na Amazônia, conforme informações do Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (PRODES), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que é responsável por elaborar as estatísticas do desmatamento no bioma. Contudo, a partir de 2012 o desmatamento na Amazônia registrou altas sucessivas, chegando a atingir o valor de 9.762 km² no ano de 2019 – um crescimento de 213% em relação a 2012, quando foi registrada a menor taxa de desmatamento da série histórica iniciada em 1988, registrada pelo PRODES/INPE. Este fenômeno, ocorrido a partir de 2012, apontou para a necessidade de uma nova estruturação das ações de comando e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/teoria-da-fiscalizacao-integral-uma-ferramenta-de-combate-ao-processo-de-invasao-e-desmatamento-na-amazonia-comentario/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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														</item>
						<item>
					<title>O desconhecido Cerrado e sua colossal relevância biológica (comentário)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/05/o-desconhecido-cerrado-e-sua-colossal-relevancia-biologica-comentario/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/05/o-desconhecido-cerrado-e-sua-colossal-relevancia-biologica-comentario/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>22 Mai 2020 08:14:38 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Michael Becker]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina, Brasil e Cerrado]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Gado, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Política Ambiental, Queimadas e Soja]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>No Dia Internacional da Biodiversidade, o líder do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos chama a atenção para a importância ambiental da savana tropical mais biodiversa do planeta.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/o-desconhecido-cerrado-e-sua-colossal-relevancia-biologica-comentario/" data-wpel-link="internal">O desconhecido Cerrado e sua colossal relevância biológica (comentário)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
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							<![CDATA[Os incêndios que assolaram a Amazônia no ano passado botaram o Brasil nas manchetes do mundo todo, e com razão. A icônica floresta tropical armazena milhões de toneladas de dióxido de carbono – sua queima significa um clima menos estável em toda a Terra. Mas os incêndios também devastaram, na mesma proporção, outro bioma da América do Sul, mas a cobertura jornalística desta catástrofe foi escassa. No centro do Brasil (com pequenas porções na Bolívia e Paraguai) estão 200 milhões de hectares da savana tropical mais biodiversa do planeta, com 5% das espécies do mundo: o Cerrado, região que, assim como a Amazônia, também detém uma quantidade de carbono fundamental para o equilíbrio climático do planeta. O desconhecimento sobre sua importância talvez se deva pelo que não é visível em sua paisagem: cerca de 70% da biomassa do Cerrado é subterrânea, e isso quer dizer que os reservatórios de carbono que abriga no solo contribuem imensamente para balizar a concentração de CO² na atmosfera. Como passam por uma longa estação seca a cada ano, as árvores do Cerrado se adaptaram, crescendo para baixo, em vez de para cima, em busca de água. Por conta disso, a maioria dos brasileiros considera o Cerrado uma “floresta feia” — as árvores do bioma não são altas, como na imponente Amazônia. Hoje é o Dia Internacional da Biodiversidade, e é fundamental considerarmos a contribuição deste bioma: rios e chuvas dentro do Cerrado estão conectados a quase todo o Brasil – levando água para a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/o-desconhecido-cerrado-e-sua-colossal-relevancia-biologica-comentario/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Quem ganha com a nova lei que admite venda de imóveis em terras indígenas</title>
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					<pubDate>22 Mai 2020 07:10:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Caio de Freitas Paes]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Desmatamento ilegal na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina, Brasil e Cerrado]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Saúde, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Certamente não os povos da floresta: grileiros, latifundiários e até petrolíferas são os beneficiados pela nova diretriz da Funai, que abre 237 terras indígenas no Brasil à venda, loteamento e especulação. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/quem-ganha-com-a-nova-lei-que-admite-venda-de-imoveis-em-terras-indigenas/" data-wpel-link="internal">Quem ganha com a nova lei que admite venda de imóveis em terras indígenas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Mais uma das ofensivas do governo de Jair Bolsonaro contra os povos indígenas e seus territórios vai parar nos tribunais. No dia 14 de maio, o Ministério Público Federal (MPF) no Mato Grosso pediu a anulação imediata de uma nova diretriz da Fundação Nacional do Índio (Funai), publicada no fim de abril. A chamada instrução normativa nº 9 regulariza o registro de imóveis dentro de reservas em demarcação em todo o país. A diretriz foi bancada por dois dos expoentes do agronegócio no governo e desconsidera todos os territórios indígenas não homologados ou registrados pela União. Assim, abre de vez 237 reservas ainda sob demarcação em todas as regiões do Brasil. Somadas, essas terras acumulam 9,8 milhões de hectares disponíveis para venda, loteamento e especulação — uma área do tamanho da Islândia. Metade dessas reservas sequer tem limites definidos. “A instrução normativa nº 9 extrapola a própria missão constitucional da Funai, que é apoiar e proteger os índios. É uma medida ilegal, inconstitucional e inoportuna, pra dizer o mínimo”, diz o procurador da República Ricardo Pael, um dos responsáveis pelo processo contra o governo. Ambientalistas e ONGs concordam. A advogada do Instituto Socioambiental (ISA), Juliana de Paula Batista, diz que a diretriz poderá ser usada como “certificação de posse e propriedade dentro de terras indígenas, que são inalienáveis e indisponíveis” segundo a Constituição. A normativa foi feita por dois representantes do agronegócio no governo: Marcelo Xavier e Nabhan Garcia. Xavier preside a Funai e tem um passado nebuloso como delegado&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/quem-ganha-com-a-nova-lei-que-admite-venda-de-imoveis-em-terras-indigenas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Avanço da soja envenena aldeias e seca riachos em reserva dos Munduruku</title>
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					<pubDate>08 Abr 2020 09:46:44 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Caio de Freitas Paes]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Desmatamento ilegal na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caatinga, Cerrado, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Mata Atlântica, Monocultura, Oceanos, Óleo de Palma, Pampas, Pantanal, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, recifes de coral, Rios, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Em Santarém, no Pará, cerca de 600 indígenas veem suas lavouras ficarem inférteis à medida que o agronegócio se expande pela região. Com a soja, chegam também a apropriação irregular de terras ancestrais e um atraso ainda maior na demarcação de uma reserva indígena na área.  </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/04/avanco-da-soja-envenena-aldeias-e-seca-riachos-em-reserva-dos-munduruku/" data-wpel-link="internal">Avanço da soja envenena aldeias e seca riachos em reserva dos Munduruku</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A paisagem ao redor das aldeias dos Munduruku em Santarém, no oeste do Pará, mudou muito nos últimos 20 anos. O que já foi um imenso planalto no coração da Amazônia, úmido e com densas matas repletas de iguarias como açaí e palmito pupunha, tornou-se um deserto verde. A floresta foi sucessivamente derrubada graças à chegada da soja. Em 2018, a safra do município chegou à maior colheita em uma década, consolidando a tomada do chamado Planalto Santareno. A expansão do agronegócio trouxe graves consequências aos indígenas que ali vivem. As aldeias são constantemente envenenadas por agrotóxicos, usados sem nenhum controle nas lavouras. “A gente sente o cheiro [dos agrotóxicos], acaba almoçando agoniado”, relatou Luciene Sousa, da aldeia Açaizal, ao Conselho Indigenista Missionário em novembro de 2019. A pulverização acontece a menos de 10 metros das casas e roças indígenas, segundo o Ministério Público Federal (MPF), que acompanha o caso. O órgão afirma que “não foram adotadas [pelos fazendeiros] as devidas medidas de segurança nas áreas de borrifação [de agrotóxicos]”, denunciando também o assoreamento dos igarapés na área, hoje reclamada pelos indígenas. A história dos Munduruku é marcada pelo atraso na demarcação de sua reserva, por grilagens e pela violenta repressão dos fazendeiros. Terra devastada para dar lugar ao cultivo de soja nos arredores do território Munduruku. Foto: Arthur Massuda, Cimi Nuvens de agrotóxicos, igarapés secos Pouco mais de 600 Munduruku vivem em quatro aldeias ao sul do Lago Maicá, nutrido pelos rios Amazonas e Tapajós, a cerca de 40&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/04/avanco-da-soja-envenena-aldeias-e-seca-riachos-em-reserva-dos-munduruku/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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