<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?topic=entrevistas&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/entrevistas/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2026 07:24:34 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>
				<item>
					<title>Projeto ‘redescobre’ Tocantins como berço de abelhas nativas do Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>04 Ago 2026 08:31:49 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Annady Borges]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/27150246/Hotel-Abelha-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195726</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil, Cerrado e Tocantins]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Biodiversidade, Cerrado, Entrevistas, Insetos, Novas espécies e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em entrevista à Mongabay, pesquisador fala sobre a importância das abelhas para além da produção de mel e apontou desafios para a ciência na busca por maior proteção às espécies. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Projeto ‘redescobre’ Tocantins como berço de abelhas nativas do Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Apaixonado por um pequeno inseto que mudaria sua história, o biólogo mineiro Waldesse Piragé de Oliveira Júnior dedica parte da sua vida ao estudo das abelhas. A jornada teve início em 1992, em Uberlândia (MG), durante sua graduação. Foi em meio à saga universitária que o então estudante começou a trabalhar com a Apis mellifera, espécie de abelha mais utilizada no país para a melicultura — e fundamental para a polinização. Acompanhe a Mongabay Brasil! Nos adicione como fonte preferencial no Google. O interesse de Piragé por esses insetos continuou em seus estudos de mestrado e doutorado em genética e bioquímica, respectivamente, entre 1997 e 2003. Foi nesse período que o biólogo passou a se dedicar às espécies nativas sem ferrão (o caso da maioria das abelhas brasileiras). Suas linhas de pesquisa o levariam ao Cerrado, bioma predominante no Tocantins. Em 2004, ele deixou sua terra natal e se mudou para Palmas, a capital do estado, onde hoje atua como pesquisador e professor de engenharia ambiental da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Anos depois, em 2016, o entusiasta das abelhas fundaria o “BeeTech”, um grupo que pesquisa o manejo, a conservação e a biologia desses insetos. Além da produção científica, a iniciativa desenvolve projetos de extensão, iniciativas das universidades brasileiras que levam o conhecimento acadêmico para a sociedade por meio de ações junto a comunidades, produtores rurais e escolas no campo. Segundo o pesquisador, a ausência de registros das espécies de abelhas no Tocantins foi uma de suas principais motivações&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>‘Falar de agroecologia é falar de autonomia no campo’, diz Olga Muthambe</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>28 Jul 2026 08:34:02 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Far Vubil]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/22174631/Olga-corte-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195712</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agroecologia, Ativismo, Conflitos, Conflitos sociais, Direitos humanos, Entrevistas, Extrativismo e Justiça Social]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/" data-wpel-link="internal">‘Falar de agroecologia é falar de autonomia no campo’, diz Olga Muthambe</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. A entidade procura trabalhar sobretudo com moçambicanas em situação de vulnerabilidade social.  O deslocamento da população local, com implicações para os seus meios de subsistência, a expropriação e a concentração de recursos e da terra estão entre os efeitos negativos mais comumente identificados como desdobramentos do extrativismo, que muitas vezes consiste na apropriação da natureza por meio da exploração do trabalho. Segundo a Hikone Moçambique, o extrativismo ainda fragiliza a soberania alimentar e agrava desigualdades, afetando desproporcionalmente as mulheres — que perdem alternativas de geração de renda. A Hikone foi cofundada pela ativista social moçambicana Olga Muthambe, atual diretora-executiva da organização. Feminista, praticante de desenvolvimento comunitário, professora autodidata e mãe de sete filhos, ela possui mais de 30 anos de experiência no trabalho com comunidades rurais. Na década de 1990, Muthambe trabalhou com mulheres e jovens em projetos de reabilitação após os anos da guerra civil de Moçambique (1977-1992), coordenando iniciativas para garantir segurança alimentar.  Décadas depois, em 2021, com o prolongamento  de outro conflito armado em Cabo Delgado, a ONG expandiu seu trabalho para apoiar mulheres afetadas pela violência e pelo deslocamento forçado — que, só nessa província, afetou cerca de um milhão de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Finalizar o livro póstumo de Dom Phillips foi &#8220;a tarefa mais difícil emocionalmente&#8221;, dizem coautores</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/06/finalizar-o-livro-postumo-de-dom-phillips-foi-a-tarefa-mais-dificil-emocionalmente-dizem-coautores/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/06/finalizar-o-livro-postumo-de-dom-phillips-foi-a-tarefa-mais-dificil-emocionalmente-dizem-coautores/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>18 Jun 2025 15:30:53 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
										<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/06/18104424/Dom-Phillips-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193977</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Conservação, Entrevistas e Florestas Tropicais]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>&#8220;O jornalista não deve fazer parte da história.&#8221; Jonathan Watts, jornalista britânico baseado no Brasil, relembra as palavras do jornalista britânico Dom Phillips e os desafios que elas trouxeram para finalizar seu livro póstumo. &#8220;Dom não era o tipo de jornalista que queria estar na história. Ele me disse: &#8216;Não gosto desse jornalismo em que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/finalizar-o-livro-postumo-de-dom-phillips-foi-a-tarefa-mais-dificil-emocionalmente-dizem-coautores/" data-wpel-link="internal">Finalizar o livro póstumo de Dom Phillips foi &#8220;a tarefa mais difícil emocionalmente&#8221;, dizem coautores</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[&#8220;O jornalista não deve fazer parte da história.&#8221; Jonathan Watts, jornalista britânico baseado no Brasil, relembra as palavras do jornalista britânico Dom Phillips e os desafios que elas trouxeram para finalizar seu livro póstumo. &#8220;Dom não era o tipo de jornalista que queria estar na história. Ele me disse: &#8216;Não gosto desse jornalismo em que eu fiz isso e eu fiz aquilo'&#8221;. Em 5 de junho de 2022, Phillips e o indigenista Bruno Pereira foram brutalmente assassinados na região do Vale do Javari, na Amazônia; Phillips investigava a pesca ilegal na região para seu livro. Como salvar a Amazônia: Uma busca mortal por respostas, de Phillips, com colaboradores, está sendo lançado no Reino Unido, Estados Unidos e Brasil, com eventos dedicados nos três países. Watts, editor global de meio ambiente do The Guardian e amigo próximo de Phillips, liderou um grupo de escritores experientes para finalizar o livro de Phillips. &#8220;O grande desafio foi como balancear as intenções originais de Dom com a realidade de que o mundo mudou e a história mudou em parte porque Bruno e Dom foram assassinados, o que mudou a história, eles se tornaram parte da história&#8221;, Watts, que escreveu um capítulo para o livro de Phillips, disse à Mongabay em uma entrevista em vídeo. &#8220;Nesse caso, a história era tão grande, o que aconteceu com eles, que não poderíamos não escrever sobre isso&#8221;. Apesar do modo de pensar de Phillips, &#8220;de certa forma antiquado ou da velha guarda&#8221;, sobre nunca incluir o jornalista na&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/finalizar-o-livro-postumo-de-dom-phillips-foi-a-tarefa-mais-dificil-emocionalmente-dizem-coautores/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/06/finalizar-o-livro-postumo-de-dom-phillips-foi-a-tarefa-mais-dificil-emocionalmente-dizem-coautores/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>‘A gente está correndo atrás’: entrevista com Rodrigo Agostinho, presidente do IBAMA</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/01/a-gente-esta-correndo-atras-entrevista-com-rodrigo-agostinho-presidente-do-ibama/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/01/a-gente-esta-correndo-atras-entrevista-com-rodrigo-agostinho-presidente-do-ibama/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>24 Jan 2025 14:44:23 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/01/24094358/Rodrigo-Agostinho-3-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193288</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação, Entrevistas, Florestas Tropicais, Lei Ambiental, Mudanças climáticas, Política Ambiental e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>À frente do IBAMA há dois anos, Rodrigo Agostinho detalhou à Mongabay os avanços na sua gestão e os desafios do órgão para proteger os biomas brasileiros depois de quatro anos de sucateamento e desmantelamento do órgão na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.  </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/a-gente-esta-correndo-atras-entrevista-com-rodrigo-agostinho-presidente-do-ibama/" data-wpel-link="internal">‘A gente está correndo atrás’: entrevista com Rodrigo Agostinho, presidente do IBAMA</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[BRASÍLIA — &#8220;Atuar no regime de acupuntura&#8221;. Essa tem sido a estratégia-chave usada por Rodrigo Agostinho, à frente do IBAMA há dois anos, para reduzir o desmatamento na Amazônia e combater crimes ambientais em pontos estratégicos de todo o país. &#8220;Eu não consigo estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Eu não posso simplesmente falar assim: vou cuidar da Amazônia e esquecer do resto do Brasil. Então a gente foi definindo a ideia de municípios prioritários, áreas com maior taxa de desmatamento, passamos a definir os alvos prioritários,&#8221; disse Agostinho à Mongabay em seu gabinete na sede do IBAMA em Brasília. Em uma hora de entrevista, Agostinho detalhou os avanços na sua gestão e os desafios do órgão para proteger os biomas brasileiros depois de quatro anos de sucateamento e desmantelamento do órgão na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele destacou a aprovação de medidas junto ao Banco Central e ao Conselho Monetário Nacional para proibir a concessão de financiamento para áreas embargadas. &#8220;A gente autua o embargo de desmatamento e essa pessoa simplesmente não consegue mais financiamento agrícola&#8221;. Agostinho também revelou à Mongabay os planos para fortalecer o órgão e antecipar a meta de desmatamento zero prevista para 2030, com investimentos em tecnologia de ponta e inteligência artificial para dar conta do monitoramento em um país de dimensões continentais que detém a maior floresta tropical do mundo. &#8220;O IBAMA tinha ficado quatro anos sem fazer os embargos usando imagens de satélite. A gente retomou isso com força total&#8221;.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/a-gente-esta-correndo-atras-entrevista-com-rodrigo-agostinho-presidente-do-ibama/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/01/a-gente-esta-correndo-atras-entrevista-com-rodrigo-agostinho-presidente-do-ibama/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Hotspots minerais na Pan-Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/07/hotspots-minerais-na-pan-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/07/hotspots-minerais-na-pan-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>01 Jul 2024 18:39:04 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/06/28184212/foto-resguardo-yurayaco-11PORTADA-libro-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=192320</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Os recursos minerais da Pan-Amazônia não estão distribuídos aleatoriamente pela região, mas estão localizados em paisagens com histórias geológicas específicas. Há três macrorregiões notáveis: A. O Cráton Amazônico é o termo usado para descrever o complexo de rochas antigas que formam o coração do continente, que foi criado por meio da acreção em série de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/hotspots-minerais-na-pan-amazonia/" data-wpel-link="internal">Hotspots minerais na Pan-Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Os recursos minerais da Pan-Amazônia não estão distribuídos aleatoriamente pela região, mas estão localizados em paisagens com histórias geológicas específicas. Há três macrorregiões notáveis: A. O Cráton Amazônico é o termo usado para descrever o complexo de rochas antigas que formam o coração do continente, que foi criado por meio da acreção em série de placas continentais entre um e três bilhões de anos atrás. Cada um desses eventos orogênicos foi acompanhado por intrusões magmáticas que estão imbuídas de recursos minerais. B. A Cordilheira dos Andes foi formada depois que o Cráton Amazônico colidiu com a placa de Nazca, há cerca de 500 milhões de anos; esse processo orogênico maciço ocorreu em fases com variações sub-regionais caracterizadas por vulcanismos e intrusões magmáticas impregnadas de depósitos minerais de importância global. C. A Planície Sedimentar da Amazônia Ocidental pode ser subdividida em bacias que são repositórios de reservas significativas de hidrocarbonetos, que se formaram no que já foi um mar raso localizado entre o Cráton Amazônico e a Cordilheira dos Andes. As rochas sedimentares mais antigas que recobrem partes do cráton contêm reservas globalmente importantes de bauxita e potássio, enquanto os horizontes superiores de várias paisagens são ricos em ouro aluvial. A distribuição das minas corporativas entre as províncias tectônicas da exposição superficial do Cráton Amazônico: (I) Carajás &#8211; Imataca, (II) Transamazônica &#8211; Costa da Guiana, (III) Amazônia Central, (IV) Tapajós &#8211; Parima, (V) Rondônia &#8211; Juruena, (VI) Rio Negro e (VII) Sunsas / Macarena, bem como formações proterozóicas do Escudo Atlântico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/hotspots-minerais-na-pan-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/07/hotspots-minerais-na-pan-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Indígenas do Peru e do Brasil se unem para proteger povos isolados para além das fronteiras</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/06/indigenas-do-peru-e-do-brasil-se-unem-para-proteger-povos-isolados-para-alem-das-fronteiras/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/06/indigenas-do-peru-e-do-brasil-se-unem-para-proteger-povos-isolados-para-alem-das-fronteiras/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>28 Jun 2024 13:50:16 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/04/13210914/Indios-isolados-do-Acre-Gleilson-Miranda-Governo-do-Acre-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=192319</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Organizações indígenas do Peru e do Brasil estão unindo forças para pressionar os respectivos governos para salvaguardar um corredor territorial de 16 milhões de hectares na Amazônia, que se estende desde o Rio Tapiche, no Peru, até o Rio Javari, no Brasil. As 15 organizações indígenas, que incluem a Organização Regional dos Povos Indígenas da [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/indigenas-do-peru-e-do-brasil-se-unem-para-proteger-povos-isolados-para-alem-das-fronteiras/" data-wpel-link="internal">Indígenas do Peru e do Brasil se unem para proteger povos isolados para além das fronteiras</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Organizações indígenas do Peru e do Brasil estão unindo forças para pressionar os respectivos governos para salvaguardar um corredor territorial de 16 milhões de hectares na Amazônia, que se estende desde o Rio Tapiche, no Peru, até o Rio Javari, no Brasil. As 15 organizações indígenas, que incluem a Organização Regional dos Povos Indígenas da Amazônia Oriental (Orpio) a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), planejam criar uma comissão binacional para definir políticas transfronteiriças destinadas à proteção dos povos indígenas em isolamento e contato inicial que vivem dentro do Corredor Territorial Javari-Tapiche e transitam livremente entre os dois países. O corredor se espalha pelos departamentos de Loreto e Ucayali no Peru, e Amazonas e Acre no Brasil. Abriga também a maior diversidade de primatas no mundo, incluindo macacos-aranha (Ateles belzebuth) e saguis-pigmeus (Callithrix pygmaea). “Propusemos a criação de uma comissão binacional formada por organizações indígenas para fortalecer as estratégias de proteção dos povos isolados, bem como para convocar e exigir ações urgentes dos países para deter as invasões territoriais”, disse Apu Miguel Manihuari Tamani, líder indígena que faz parte do conselho de administração da Orpio. “[Há] necessidade de articular esforços para o monitoramento, gestão e vigilância do território entre organizações indígenas, tanto em nível nacional quanto transfronteiriço”. Esse esforço enfrenta desafios de políticos de ambos os países que favorecem um modelo de agronegócio e desenvolvimento que eliminaria e restringiria o reconhecimento dos territórios indígenas para lavouras ou indústrias. A ideia de instalar um corredor neste local não&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/indigenas-do-peru-e-do-brasil-se-unem-para-proteger-povos-isolados-para-alem-das-fronteiras/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/06/indigenas-do-peru-e-do-brasil-se-unem-para-proteger-povos-isolados-para-alem-das-fronteiras/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Como pagar pela proteção de florestas tropicais: entrevista com Tasso Azevedo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/04/como-pagar-pela-protecao-de-florestas-tropicais-entrevista-com-tasso-azevedo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/04/como-pagar-pela-protecao-de-florestas-tropicais-entrevista-com-tasso-azevedo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>02 Abr 2024 15:29:42 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/03/21144143/featured-768x512.png" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191823</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Entrevistas, Florestas, Florestas Tropicais e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Diante do desafio global de acabar com o desmatamento das florestas tropicais e da falta de recursos compatíveis para a tarefa, o governo brasileiro lançou no final de 2023, na COP28, nos Emirados Árabes Unidos, um mecanismo de estímulo para a conservação de florestas. Como? Criando um instrumento de pagamentos por hectare de floresta preservada [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/como-pagar-pela-protecao-de-florestas-tropicais-entrevista-com-tasso-azevedo/" data-wpel-link="internal">Como pagar pela proteção de florestas tropicais: entrevista com Tasso Azevedo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Diante do desafio global de acabar com o desmatamento das florestas tropicais e da falta de recursos compatíveis para a tarefa, o governo brasileiro lançou no final de 2023, na COP28, nos Emirados Árabes Unidos, um mecanismo de estímulo para a conservação de florestas. Como? Criando um instrumento de pagamentos por hectare de floresta preservada ou recuperada aos responsáveis pela sua preservação. Se um hectare acabar desmatado em vez de preservado, ocorre o contrário: o proprietário da terra deixa de receber o equivalente a cem vezes o valor do hectare preservado. “As florestas tropicais são fundamentais para a biodiversidade”, disse a ministra do Meio Ambiente e Mudança Climática, Marina Silva, no lançamento do mecanismo na COP28. “Elas são um grande repositório de inúmeras espécies e responsáveis pelo equilíbrio hídrico. Precisamos de mecanismos para protegê-las. Além das leis, dos esforços e dos incentivos no âmbito de cada estado nacional, é fundamental que haja um mecanismo global de pagamento pelos serviços ecossistêmicos prestados pelas florestas tropicais. Cerca de 80 países que possuem florestas tropicais, entre eles países vulneráveis, [devem ser] remunerados por cada hectare de floresta preservado e por cada hectare de floresta restaurado”, Silva disse. Tasso Azevedo, criador do Fundo Amazônia e do MapBiomas, sistema de mapeamento anual de cobertura e uso da terra, acredita que é fundamental a criação de um mecanismo global de pagamento pelos serviços ecossistêmicos prestados pelas florestas tropicais. Foto MapBiomas Brasil. O governo brasileiro espera levantar 250 bilhões de dólares com a iniciativa, especialmente de fundos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/como-pagar-pela-protecao-de-florestas-tropicais-entrevista-com-tasso-azevedo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/04/como-pagar-pela-protecao-de-florestas-tropicais-entrevista-com-tasso-azevedo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Mineração de ouro na Panamazônia: em busca do metal mais precioso do mundo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/04/mineracao-de-ouro-na-panamazonia-em-busca-do-metal-mais-precioso-do-mundo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/04/mineracao-de-ouro-na-panamazonia-em-busca-do-metal-mais-precioso-do-mundo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>01 Abr 2024 05:08:50 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/03/31004751/portada-min-peru-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191887</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina, Brasil, Colômbia e Peru]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O ouro é universalmente reconhecido como uma forma de dinheiro que manteve seu valor ao longo de décadas, séculos e milênios. Como não é corrosivo e é precioso, aproximadamente 95% do ouro extraído desde o início da civilização permanece em circulação (cerca de 205 milhões de toneladas). A maior parte (cerca de 47%) é mantida [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/mineracao-de-ouro-na-panamazonia-em-busca-do-metal-mais-precioso-do-mundo/" data-wpel-link="internal">Mineração de ouro na Panamazônia: em busca do metal mais precioso do mundo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O ouro é universalmente reconhecido como uma forma de dinheiro que manteve seu valor ao longo de décadas, séculos e milênios. Como não é corrosivo e é precioso, aproximadamente 95% do ouro extraído desde o início da civilização permanece em circulação (cerca de 205 milhões de toneladas). A maior parte (cerca de 47%) é mantida como joias, que, além de seu valor sentimental, é um importante depósito de riqueza familiar. Os governos detêm cerca de 17%, que foram usados historicamente para respaldar o valor das moedas nacionais e, embora esse não seja mais o caso, essas reservas são frequentemente usadas em tempos de crise política para estabilizar uma economia nacional. Como metal elementar, o ouro tem vários usos: cerca de 10% foram incorporados a componentes eletrônicos, de computador e aeroespaciais, bem como em aplicações odontológicas e dispositivos médicos. O restante (cerca de 23%) é mantido por investidores privados como um ativo financeiro para se proteger contra a inflação e a instabilidade geopolítica. Muitas vezes chamados de &#8220;goldbugs&#8221;, esses indivíduos acreditam piamente que a tendência de longo prazo do preço do ouro é de alta. Apenas uma pequena fração das transações financeiras é realizada com ouro físico. A maioria esmagadora das negociações é executada por meio de títulos derivativos que acompanham (e impulsionam) o preço do ouro. Até recentemente, isso consistia principalmente em contratos futuros e de opções, mas cada vez mais os traders especulam em fundos negociados em bolsa (ETFs) que são essencialmente &#8220;derivativos de derivativos&#8221;. Os compradores estão apostando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/mineracao-de-ouro-na-panamazonia-em-busca-do-metal-mais-precioso-do-mundo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/04/mineracao-de-ouro-na-panamazonia-em-busca-do-metal-mais-precioso-do-mundo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Amazônia: os passivos ambientais e sociais do setor extrativista</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/03/amazonia-os-passivos-ambientais-e-sociais-do-setor-extrativista/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/03/amazonia-os-passivos-ambientais-e-sociais-do-setor-extrativista/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>22 Mar 2024 06:27:19 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/03/27144841/prueba-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191861</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina, Brasil e Peru]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Os defensores do meio ambiente se opõem rotineiramente aos projetos relacionados à mineração e ao desenvolvimento de hidrocarbonetos porque acreditam que as áreas remotas da Amazônia devem permanecer intocadas. Normalmente, eles organizam sua oposição durante o processo de revisão ambiental com campanhas que se concentram em questões locais (qualidade da água), regionais (biodiversidade) e globais [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/amazonia-os-passivos-ambientais-e-sociais-do-setor-extrativista/" data-wpel-link="internal">Amazônia: os passivos ambientais e sociais do setor extrativista</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Os defensores do meio ambiente se opõem rotineiramente aos projetos relacionados à mineração e ao desenvolvimento de hidrocarbonetos porque acreditam que as áreas remotas da Amazônia devem permanecer intocadas. Normalmente, eles organizam sua oposição durante o processo de revisão ambiental com campanhas que se concentram em questões locais (qualidade da água), regionais (biodiversidade) e globais (mudança climática). Ocasionalmente, eles conseguem interromper um projeto, mas, com mais frequência, precisam se contentar apenas com planos de ação ambiental e social que melhoram somente os piores aspectos do que são, essencialmente, mudanças irreversíveis em habitats e ecossistemas. Os povos indígenas são francos em sua oposição ao desenvolvimento mineral porque suas comunidades podem ser transformadas por imigrantes ou perturbadas por eventos catastróficos que ameaçam seus meios de subsistência. Eles têm sido particularmente bem-sucedidos na resistência a projetos que interferem em seus territórios devido a um princípio legal incorporado ao direito internacional, que obriga governos e desenvolvedores a obter seu &#8220;consentimento livre, prévio e informado&#8221; (FPIC &#8211; free prior and informed consent). Não é de surpreender que seus sucessos na interrupção ou no atraso de vários projetos de desenvolvimento altamente lucrativos tenham levado a uma reação política negativa. Minas industriais Uma mina industrial moderna é um poço extremamente bem projetado no solo. Dependendo dos minerais-alvo e do cenário geológico, a mina pode ser uma estrutura subterrânea complexa ou uma escavação de superfície que abrange milhares de hectares. Todas as minas são acompanhadas de infraestrutura para transportar grandes quantidades de rocha e minério e um moinho&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/amazonia-os-passivos-ambientais-e-sociais-do-setor-extrativista/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/03/amazonia-os-passivos-ambientais-e-sociais-do-setor-extrativista/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Capítulo 5: Mineração na Pan-Amazônia, a atividade com maior impacto no ecossistema</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/03/capitulo-5-mineracao-na-pan-amazonia-a-atividade-com-maior-impacto-no-ecossistema/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/03/capitulo-5-mineracao-na-pan-amazonia-a-atividade-com-maior-impacto-no-ecossistema/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>20 Mar 2024 05:56:01 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/03/19205955/p5_1-Bolivia-drilling-platform-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191818</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A extração mineral é uma das principais causas de conflito entre os habitantes da Pan-Amazônia. Milhares de famílias dependem da atividade econômica que se origina, direta ou indiretamente, das atividades de mineração e hidrocarbonetos. Ao mesmo tempo, milhares de famílias sofrem, direta ou indiretamente, com os impactos causados pela exploração de recursos naturais não renováveis. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/capitulo-5-mineracao-na-pan-amazonia-a-atividade-com-maior-impacto-no-ecossistema/" data-wpel-link="internal">Capítulo 5: Mineração na Pan-Amazônia, a atividade com maior impacto no ecossistema</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A extração mineral é uma das principais causas de conflito entre os habitantes da Pan-Amazônia. Milhares de famílias dependem da atividade econômica que se origina, direta ou indiretamente, das atividades de mineração e hidrocarbonetos. Ao mesmo tempo, milhares de famílias sofrem, direta ou indiretamente, com os impactos causados pela exploração de recursos naturais não renováveis. O setor mineral pode ser organizado em três áreas com base no tipo de commodity que está sendo extraído: (1) Minerais industriais, como minério de ferro, bauxita, cobre, zinco, magnésio, níquel, chumbo, molibdênio e estanho, que são fundamentais para cadeias de suprimentos essenciais na economia global; (2) Ouro, que tem uso industrial limitado, mas ocupa uma posição estratégica nos mercados financeiros devido ao valor atribuído pela sociedade humana; (3) Hidrocarbonetos, especificamente gás natural e petróleo, que alimentam sistemas de eletricidade e transporte que ainda são muito procurados pela economia global e são essenciais para a saúde macroeconômica das economias nacionais, embora sua utilidade futura seja limitada pela realidade das mudanças climáticas e pela transição acelerada para a energia renovável. A mineração ilegal é praticada no departamento de Guainía, Colômbia, tanto em balsas de dragagem quanto em mineração a céu aberto. Crédito: Rodrigo Durán Bahamón. Os setores extrativistas contam com a aprovação (legal) ou aquiescência (mineração ilegal de ouro) dos governos nacionais, que são motivados por benefícios econômicos de curto prazo que são quase viciantes em seu impacto macroeconômico. A dura realidade de uma situação desfavorável na balança de pagamentos força os governos a promover o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/capitulo-5-mineracao-na-pan-amazonia-a-atividade-com-maior-impacto-no-ecossistema/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/03/capitulo-5-mineracao-na-pan-amazonia-a-atividade-com-maior-impacto-no-ecossistema/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Análise detalhada da NASA revela o futuro climático da Terra e da Amazônia — e ele não é nada bom</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/03/analise-detalhada-da-nasa-revela-o-futuro-climatico-da-terra-e-da-amazonia-e-ele-nao-e-nada-bom/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/03/analise-detalhada-da-nasa-revela-o-futuro-climatico-da-terra-e-da-amazonia-e-ele-nao-e-nada-bom/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>19 Mar 2024 06:47:18 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/03/12182913/7-at-least-228-pink-dolphins-and-tucuxis-have-been-found-dead-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191781</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Diante do contínuo aumento das emissões de gases de efeito estufa, responsáveis pela intensificação das mudanças climáticas, pesquisadores da NASA levantaram este ano duas questões-chave: em que momento a temperatura do planeta atingirá a média anual de 2 °C acima dos níveis pré-industriais? E como ficará o clima global em cada ponto do mundo ao [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/analise-detalhada-da-nasa-revela-o-futuro-climatico-da-terra-e-da-amazonia-e-ele-nao-e-nada-bom/" data-wpel-link="internal">Análise detalhada da NASA revela o futuro climático da Terra e da Amazônia — e ele não é nada bom</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Diante do contínuo aumento das emissões de gases de efeito estufa, responsáveis pela intensificação das mudanças climáticas, pesquisadores da NASA levantaram este ano duas questões-chave: em que momento a temperatura do planeta atingirá a média anual de 2 °C acima dos níveis pré-industriais? E como ficará o clima global em cada ponto do mundo ao atingir tal temperatura? As respostas são perturbadoras. Suas descobertas indicam que um aumento de 2 °C poderia ser alcançado entre 2041 e 2044 (de acordo com cenários de maior e menor emissão, respectivamente) em comparação com o período pré-industrial (1850-1900). O planeta está atualmente a 1,15 °C acima dos níveis vistos no século 19, sendo que a maior parte desse aquecimento ocorreu depois de 1975. Um aumento acima de 2 °C poderia colocar a Terra na direção de uma catástrofe climática, de acordo com o relatório de 2023 do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU. Vista aérea do fogo na Floresta Amazônica no município de Porto Velho, Rondônia, em agosto de 2019. O estudo realizado pela NASA conclui que as mudanças climáticas podem trazer temperaturas mais altas, menos chuva e ventos mais fortes para a Amazônia, o que poderia piorar os incêndios florestais em uma área que sempre foi muito úmida para queimar. Foto: Victor Moriyama/Greenpeace. A Terra em 2040: um retrato em grande escala Para investigar os potenciais efeitos de um planeta 2 °C mais quente, cientistas do programa da NASA Earth eXchange (NEX) analisaram as projeções de 35 dos principais modelos climáticos do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/analise-detalhada-da-nasa-revela-o-futuro-climatico-da-terra-e-da-amazonia-e-ele-nao-e-nada-bom/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/03/analise-detalhada-da-nasa-revela-o-futuro-climatico-da-terra-e-da-amazonia-e-ele-nao-e-nada-bom/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Reflorestamento e restauração: dois caminhos para tornar a Panamazônia mais verde</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/03/reflorestamento-e-restauracao-dois-caminhos-para-tornar-a-panamazonia-mais-verde/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/03/reflorestamento-e-restauracao-dois-caminhos-para-tornar-a-panamazonia-mais-verde/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>12 Mar 2024 16:03:51 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/12/27010615/Image-4_20b-soy_-soy-seedlings-in-corn-stubble-shutterstock_1830484082-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191798</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um dos benefícios da agrossilvicultura e da plantação florestal é a capacidade das plantações de árvores de capturar e armazenar carbono em sua biomassa superficial. Embora precisem ser renovadas (cortadas e replantadas) em intervalos de aproximadamente vinte anos, as paisagens de agroflorestas e plantações podem sequestrar cerca de 20% do carbono armazenado em uma floresta [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/reflorestamento-e-restauracao-dois-caminhos-para-tornar-a-panamazonia-mais-verde/" data-wpel-link="internal">Reflorestamento e restauração: dois caminhos para tornar a Panamazônia mais verde</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um dos benefícios da agrossilvicultura e da plantação florestal é a capacidade das plantações de árvores de capturar e armazenar carbono em sua biomassa superficial. Embora precisem ser renovadas (cortadas e replantadas) em intervalos de aproximadamente vinte anos, as paisagens de agroflorestas e plantações podem sequestrar cerca de 20% do carbono armazenado em uma floresta natural. Um volume ainda maior de carbono pode ser capturado por meio da restauração do habitat natural; há cerca de 10 milhões de hectares de terra que nunca deveriam ter sido desmatados porque foram legalmente protegidos pelo Código Florestal. Presumivelmente, essas terras acabarão sendo reflorestadas, e centenas de iniciativas estão em andamento para facilitar esse resultado. No entanto, essa não é uma proposta de baixo custo. Rondônia tem a maior população de pequenos proprietários na Amazônia brasileira. Como grupo, eles também têm a menor cobertura florestal de todos os proprietários de terras. Veja o Anexo 4.10. Fontes de dados: IMAFLORA (2019) e MapBiomas (2021). Os engenheiros florestais brasileiros desenvolveram modelos que refletem o custo e os benefícios de diferentes estratégias de reflorestamento. As abordagens de restauração passiva, que se baseiam na sucessão ecológica natural, são menos dispendiosas e funcionam bem em terras que mantêm um certo nível de cobertura vegetal (sombra e matéria orgânica do solo). As abordagens ativas, que empregam corretivos de solo, viveiros, controle de ervas daninhas e abate periódico, são mais caras; no entanto, permitem que o proprietário manipule as populações de árvores para favorecer as madeiras nativas (silvicultura) e obter um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/reflorestamento-e-restauracao-dois-caminhos-para-tornar-a-panamazonia-mais-verde/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/03/reflorestamento-e-restauracao-dois-caminhos-para-tornar-a-panamazonia-mais-verde/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Conciliando a agricultura de conservação e a agrofloresta para a sustentabilidade</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/03/conciliando-a-agricultura-de-conservacao-e-a-agrofloresta-para-a-sustentabilidade/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/03/conciliando-a-agricultura-de-conservacao-e-a-agrofloresta-para-a-sustentabilidade/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>12 Mar 2024 15:03:55 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/12/27010650/Image-4_23c-Photo-1-credit-Raoni-Silva-Inocas-768x512.png" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191794</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina, Bolívia, Brasil, Equador e Peru]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Há três regras fundamentais de planejamento financeiro: (1) economizar continuamente, (2) investir em um portfólio diversificado de ativos e (3) ter paciência via uma estratégia de longo prazo. Esse conselho de bom senso está no cerne da Agricultura de Conservação (CA-Conservation Agriculture), uma filosofia de gerenciamento de terras que busca conciliar as tecnologias da agricultura [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/conciliando-a-agricultura-de-conservacao-e-a-agrofloresta-para-a-sustentabilidade/" data-wpel-link="internal">Conciliando a agricultura de conservação e a agrofloresta para a sustentabilidade</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Há três regras fundamentais de planejamento financeiro: (1) economizar continuamente, (2) investir em um portfólio diversificado de ativos e (3) ter paciência via uma estratégia de longo prazo. Esse conselho de bom senso está no cerne da Agricultura de Conservação (CA-Conservation Agriculture), uma filosofia de gerenciamento de terras que busca conciliar as tecnologias da agricultura moderna com as práticas antigas da agricultura orgânica. Essas práticas incluem sistemas de várias culturas que minimizam os riscos do clima, das pragas e dos mercados, e a rotação espacial e temporal das culturas. Quando integradas, essas práticas aumentarão a matéria orgânica do solo (carbono), o que melhora a capacidade de retenção de água e o status dos nutrientes dos solos. Os sistemas agroflorestais são particularmente vantajosos porque as espécies perenes com raízes profundas contribuem para a evapotranspiração, o que favorece a precipitação regional, enquanto os agricultores individuais se beneficiam com a redução dos custos de energia e mão de obra, além de garantir um fluxo de receitas de longo prazo. O agronegócio não é insensível a conselhos de bom senso, e a maioria dos agricultores diversificou sua escolha de culturas e adotou tecnologias de lavoura mínima. No entanto, eles quase sempre escolhem commodities industriais (soja, milho, sorgo, girassol, algodão) e variedades geneticamente modificadas projetadas para uso com herbicidas. As plantações são quase sempre compostas de espécies exóticas (eucalipto, pinheiro ou gmelina). Algumas entidades corporativas alocaram uma parte de suas terras em um modelo de produção integrada conhecido como ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta), um tipo de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/conciliando-a-agricultura-de-conservacao-e-a-agrofloresta-para-a-sustentabilidade/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/03/conciliando-a-agricultura-de-conservacao-e-a-agrofloresta-para-a-sustentabilidade/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Irrigação: uma estratégia de intensificação problemática</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/03/irrigacao-uma-estrategia-de-intensificacao-problematica/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/03/irrigacao-uma-estrategia-de-intensificacao-problematica/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>06 Mar 2024 07:46:03 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/03/06072636/portada-2-riego-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191767</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As fazendas agroindustriais do Mato Grosso estão entre as mais eficientes do planeta; se beneficiam de chuvas abundantes e de uma longa estação chuvosa, o que lhes permite plantar e colher duas safras por ano. No entanto, suas operações não são isentas de riscos. Ambos os ciclos de colheita fracassam durante as secas periódicas (1985, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/irrigacao-uma-estrategia-de-intensificacao-problematica/" data-wpel-link="internal">Irrigação: uma estratégia de intensificação problemática</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[As fazendas agroindustriais do Mato Grosso estão entre as mais eficientes do planeta; se beneficiam de chuvas abundantes e de uma longa estação chuvosa, o que lhes permite plantar e colher duas safras por ano. No entanto, suas operações não são isentas de riscos. Ambos os ciclos de colheita fracassam durante as secas periódicas (1985, 1991, 1993, 2009, 2016), e a segunda colheita é frequentemente prejudicada pela umidade limitada do solo no final da estação chuvosa. O recente declínio na precipitação média anual, consequência da mudança climática e do desmatamento, manifesta-se em grande parte em um atraso no início da estação chuvosa. Os agricultores precisam esperar até que chova para semear suas plantações, um atraso que repercute na primeira colheita subsequente (normalmente soja) e na semeadura da segunda safra (normalmente milho) e sua eventual colheita, que é conhecida como “safrinha”. O declínio gradual (sem ponto de inflexão) da precipitação aumentou a probabilidade de baixa produtividade do milho. Alguns produtores estão usando sistemas de irrigação por pivô central para gerenciar o risco da agricultura de sequeiro; o número cresceu de cinquenta em 2000 para mais de mil em 2021. A motivação original pode ser aliviar o estresse da seca durante a safrinha (maio, junho e julho), mas o gerenciamento preciso da água pode aumentar a produtividade durante os dois ciclos da cultura, garantindo a umidade ideal do solo durante os principais estágios de desenvolvimento da planta (mudas, floração e enchimento de grãos). Depois que o investimento é feito, os produtores usam&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/irrigacao-uma-estrategia-de-intensificacao-problematica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/03/irrigacao-uma-estrategia-de-intensificacao-problematica/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Amazônia: o que é mais conveniente na distribuição de terras?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/03/amazonia-o-que-e-mais-conveniente-na-distribuicao-de-terras/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/03/amazonia-o-que-e-mais-conveniente-na-distribuicao-de-terras/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>06 Mar 2024 07:43:04 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/03/06051436/PORTADA-1_reparto-de-tierras-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191763</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A criação de áreas protegidas e reservas indígenas oferece a melhor esperança de conservar a biodiversidade da Amazônia; no entanto, a gestão das paisagens modificadas pelo homem determinará se a sociedade vai proteger os serviços ecossistêmicos essenciais para a saúde econômica do continente. Os modelos preveem que um ponto de inflexão ecológico será ultrapassado quando [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/amazonia-o-que-e-mais-conveniente-na-distribuicao-de-terras/" data-wpel-link="internal">Amazônia: o que é mais conveniente na distribuição de terras?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A criação de áreas protegidas e reservas indígenas oferece a melhor esperança de conservar a biodiversidade da Amazônia; no entanto, a gestão das paisagens modificadas pelo homem determinará se a sociedade vai proteger os serviços ecossistêmicos essenciais para a saúde econômica do continente. Os modelos preveem que um ponto de inflexão ecológico será ultrapassado quando cerca de 25% das florestas da região tiverem sido convertidas em agricultura &#8211; apenas alguns pontos percentuais acima do nível atual de 18%. Quando (se) esse ponto de inflexão for ultrapassado, o declínio na reciclagem de água atmosférica levará a um decréscimo catastrófico nas chuvas em todas as terras agrícolas da América do Sul, incluindo as do sul da Amazônia, mas também as do Brasil Central, Paraguai, Bolívia e norte da Argentina. O ponto de inflexão previsto em torno de 25% de desmatamento é uma métrica de toda a bacia; no entanto, grandes partes do sul da Amazônia ultrapassaram essa métrica há aproximadamente vinte anos. Dezenas de municípios no Pará, Mato Grosso e Rondônia perderam mais de quarenta por cento de sua cobertura florestal original. Essas paisagens estão agora mais quentes e mais secas. Poderia ser pior. Os produtores ainda se beneficiam da água reciclada na Amazônia Central e, à medida que mais paisagens a favor do vento forem desmatadas, elas deixarão de fornecer esse subsídio à precipitação. Quando isso acontecer, os agricultores e pecuaristas de Mato Grosso serão forçados a se adaptar a uma nova realidade. Alguns produtores migrarão para paisagens menos suscetíveis a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/amazonia-o-que-e-mais-conveniente-na-distribuicao-de-terras/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/03/amazonia-o-que-e-mais-conveniente-na-distribuicao-de-terras/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Equador, Colômbia e Escudo das Guianas se unem para planejar uso sustentável da terra</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/02/equador-colombia-e-escudo-das-guianas-se-unem-para-planejar-uso-sustentavel-da-terra/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/02/equador-colombia-e-escudo-das-guianas-se-unem-para-planejar-uso-sustentavel-da-terra/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Fev 2024 19:39:42 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/02/26161214/Levitar-13-WWF-EC-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191712</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Colômbia, Equador e Guiana]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Equador A estrutura de planejamento territorial no Equador é conhecida como Plan de Desarrollo y Ordenamiento Territorial (PDOT). Ele é um componente de um esforço ambicioso para articular um Plan Nacional de Desarrollo (PND), que está sendo implementado por meio de uma política constitucionalmente obrigatória para descentralizar as funções administrativas do Estado. O PDOT é [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/equador-colombia-e-escudo-das-guianas-se-unem-para-planejar-uso-sustentavel-da-terra/" data-wpel-link="internal">Equador, Colômbia e Escudo das Guianas se unem para planejar uso sustentável da terra</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Equador A estrutura de planejamento territorial no Equador é conhecida como Plan de Desarrollo y Ordenamiento Territorial (PDOT). Ele é um componente de um esforço ambicioso para articular um Plan Nacional de Desarrollo (PND), que está sendo implementado por meio de uma política constitucionalmente obrigatória para descentralizar as funções administrativas do Estado. O PDOT é um processo altamente participativo e multissetorial, além de ser reiterativo, pois foi projetado para ser atualizado nas próximas décadas. A meta é criar uma estrutura legalmente vinculante que promova (ou restrinja) as atividades econômicas apoiadas por um governo regional autônomo em três escalas: Provincial, Cantonal e Paroquial. O PDOT incorpora três elementos principais: Diagnóstico estratégico: uma análise da situação atual usando informações biofísicas e socioeconômicas. O PDOT tem todos os componentes de um ZEE, mas também inclui dados sobre demografia (migração, grupos de interesse), finanças e economia (PIB/setor), posse da terra, infraestrutura (energia, transporte, comunicações), ameaças de mudanças climáticas e capacidade de governo. Proposta: uma visão do futuro com base em estratégias implementadas a curto, médio e longo prazo, que é construída em torno de um desejável plano de uso da terra (Categorías de Ordenamiento Territorial) e de políticas para alcançar o crescimento sustentável e os resultados de conservação. Modelo de gestão: programas e propostas a serem implementados pelo governo autônomo, incluindo um plano de participação e um componente de monitoramento para avaliar o progresso e preparar o terreno para a próxima versão do PDOT. A estrutura de planejamento do PDOT utiliza conceitos de várias&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/equador-colombia-e-escudo-das-guianas-se-unem-para-planejar-uso-sustentavel-da-terra/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/02/equador-colombia-e-escudo-das-guianas-se-unem-para-planejar-uso-sustentavel-da-terra/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Amazônia: o que acontece com as terras públicas não designadas?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/02/amazonia-o-que-acontece-com-as-terras-publicas-nao-designadas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/02/amazonia-o-que-acontece-com-as-terras-publicas-nao-designadas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Fev 2024 19:33:19 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/02/27115512/DSC_0636-copy-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191717</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina, Brasil e Colômbia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um dos objetivos do processo do ZEE era ajudar as nações da Pan-Amazônia a alocar suas terras públicas entre diferentes círculos e grupos de partes interessadas. O grupo com maior visibilidade pública, pelo menos nos últimos anos, é o dos povos indígenas, que organizaram uma campanha muito bem-sucedida para fazer valer seus direitos territoriais e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/amazonia-o-que-acontece-com-as-terras-publicas-nao-designadas/" data-wpel-link="internal">Amazônia: o que acontece com as terras públicas não designadas?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um dos objetivos do processo do ZEE era ajudar as nações da Pan-Amazônia a alocar suas terras públicas entre diferentes círculos e grupos de partes interessadas. O grupo com maior visibilidade pública, pelo menos nos últimos anos, é o dos povos indígenas, que organizaram uma campanha muito bem-sucedida para fazer valer seus direitos territoriais e formalizar suas reivindicações sobre seus territórios ancestrais. Dezenas de milhares de comunidades locais, entre elas ribeirinhos, quilombolas, seringueiros e castanheiros, que também dependem da floresta e dos habitats aquáticos para sua subsistência, juntaram-se a eles em sua busca por direitos à terra. Eles estão competindo por terras com outros grupos sociais que têm poder econômico, demográfico e político, incluindo o setor pecuário, grandes e pequenos agricultores e o setor madeireiro. A competição pela terra é influenciada pelos interesses das empresas de mineração e do setor de petróleo e gás, que têm direitos distintos sobre os recursos subterrâneos, mas estão preocupados com o fato de que o acesso a esses recursos naturais pode ser restringido por quem controla os direitos de superfície. A campanha de várias décadas para preparar os zoneamentos e designar formalmente as fronteiras físicas precisas das terras públicas conseguiu limitar a expansão da agricultura, principalmente no Brasil e no Equador e, em menor escala, na Bolívia e no Peru. Os limites florestais nítidos entre os territórios indígenas e as paisagens agrárias adjacentes (com várias exceções notáveis) demonstram que os colonos e grileiros não ocuparão territórios que não possam reivindicar como propriedade privada. A&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/amazonia-o-que-acontece-com-as-terras-publicas-nao-designadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/02/amazonia-o-que-acontece-com-as-terras-publicas-nao-designadas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Planejamento do uso da terra: o caso do Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/02/planejamento-do-uso-da-terra-o-caso-do-brasil/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/02/planejamento-do-uso-da-terra-o-caso-do-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Fev 2024 20:38:16 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/02/21002941/PORTADA-brasil-19feb-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191665</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A regulamentação da posse da terra não é o único poder disponível ao Estado para influenciar a forma como as pessoas utilizam a terra. O planejamento e o zoneamento do uso da terra são dois mecanismos intimamente relacionados que as nações pan-amazônicas utilizam para promover o desenvolvimento sustentável em suas fronteiras florestais e agrícolas. Assim [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/planejamento-do-uso-da-terra-o-caso-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Planejamento do uso da terra: o caso do Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A regulamentação da posse da terra não é o único poder disponível ao Estado para influenciar a forma como as pessoas utilizam a terra. O planejamento e o zoneamento do uso da terra são dois mecanismos intimamente relacionados que as nações pan-amazônicas utilizam para promover o desenvolvimento sustentável em suas fronteiras florestais e agrícolas. Assim como as políticas que regem a infraestrutura, a agricultura e a posse da terra, esses programas técnicos evoluíram em resposta às mudanças nas forças econômicas e sociais dos países, bem como às prescrições de agências multilaterais e grupos da sociedade civil que buscam proteger a biodiversidade da Floresta Amazônica. Nas décadas de 1970 e 1980, a maioria dos programas de planejamento do uso da terra usava uma metodologia desenvolvida pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) que identifica o uso ideal da terra com base no clima e no solo e que estratifica regiões e paisagens em categorias que vão da proteção total à agricultura intensiva. Conhecida nos Estados Unidos como Land Capability Classification (Classificação da Capacidade da Terra), na América Latina ela foi promovida pela USAID como Capacidad de Uso Mayor de la Tierra (CUMAT). Três versões do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico (ZSEE) para o estado de Mato Grosso: 2008, a versão preparada pelo órgão ambiental estadual, mas rejeitada pela assembleia legislativa estadual; 2011, a versão revisada aprovada pela assembleia legislativa estadual, mas declarada inválida pelo Supremo Tribunal Federal; 2018, mais uma versão revisada preparada pelas autoridades estaduais, mas contestada pelo setor agrícola&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/planejamento-do-uso-da-terra-o-caso-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/02/planejamento-do-uso-da-terra-o-caso-do-brasil/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Há pouca aplicação de mapas de uso da terra nos países andinos</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/02/ha-pouca-aplicacao-de-mapas-de-uso-da-terra-nos-paises-andinos/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/02/ha-pouca-aplicacao-de-mapas-de-uso-da-terra-nos-paises-andinos/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Fev 2024 20:37:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/02/21192711/PORTADA-DOS-brazil_0625-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191673</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina, Bolívia e Peru]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Os mapas de uso da terra e suas recomendações explícitas são mais relevantes em paisagens pioneiras que estão em processo de mudança. As recomendações podem fornecer informações sólidas e apoiar um sistema de produção agrícola em expansão; mais frequentemente, porém, elas são ignoradas em um frenesi de especulação de terras. Infelizmente, esse é o caso [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/ha-pouca-aplicacao-de-mapas-de-uso-da-terra-nos-paises-andinos/" data-wpel-link="internal">Há pouca aplicação de mapas de uso da terra nos países andinos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Os mapas de uso da terra e suas recomendações explícitas são mais relevantes em paisagens pioneiras que estão em processo de mudança. As recomendações podem fornecer informações sólidas e apoiar um sistema de produção agrícola em expansão; mais frequentemente, porém, elas são ignoradas em um frenesi de especulação de terras. Infelizmente, esse é o caso da Bolívia, do Peru e da Colômbia. Bolívia Um dos exemplos mais notáveis de zoneamento com resultados positivos e negativos é o Plan de Uso de Suelos (PLUS) de Santa Cruz, Bolívia. O PLUS identificou a capacidade produtiva da planície aluvial localizada a leste do Rio Grande, que foi legalmente desmatada na década seguinte para criar um cenário de produção de soja conhecido como &#8220;zona de expansão oriental”. Esse mesmo documento classificou como inadequada para a agricultura intensiva uma outra paisagem aluvial plana, localizada ao norte e a oeste do Rio Grande, devido à drenagem deficiente. No entanto, essa área úmida sazonalmente inundada foi colonizada por agricultores que drenaram os pântanos para criar um segundo distrito de produção de soja conhecido como &#8220;zona de expansão do norte&#8221;. Essas duas paisagens transformaram a Bolívia no nono maior produtor de soja do mundo. O PLUS fazia parte de uma estratégia mais ampla para promover o desenvolvimento sustentável na fase neoliberal da história recente da Bolívia (1986-2005). Ele incorporou um elemento de quid pro quo, com as agências multilaterais apoiando a expansão e a diversificação da economia rural, promovendo a agricultura intensiva por meio do desmatamento em solos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/ha-pouca-aplicacao-de-mapas-de-uso-da-terra-nos-paises-andinos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/02/ha-pouca-aplicacao-de-mapas-de-uso-da-terra-nos-paises-andinos/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>O estabelecimento de assentamentos na Amazônia equatoriana</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/02/o-estabelecimento-de-assentamentos-na-amazonia-equatoriana/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/02/o-estabelecimento-de-assentamentos-na-amazonia-equatoriana/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>15 Fev 2024 15:04:45 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/02/09222132/PORTADA-1ecuador_231420-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191626</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Equador]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O sistema de parceria que definia a posse da terra nas terras altas do Equador antes da reforma agrária era conhecido como &#8220;huasipungo&#8221;, uma palavra quechua que descreve a relação entre proprietários de terras e agricultores arrendatários. No entanto, o fim desse sistema feudal teve um resultado radicalmente diferente quando comparado ao Peru e à [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/o-estabelecimento-de-assentamentos-na-amazonia-equatoriana/" data-wpel-link="internal">O estabelecimento de assentamentos na Amazônia equatoriana</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O sistema de parceria que definia a posse da terra nas terras altas do Equador antes da reforma agrária era conhecido como &#8220;huasipungo&#8221;, uma palavra quechua que descreve a relação entre proprietários de terras e agricultores arrendatários. No entanto, o fim desse sistema feudal teve um resultado radicalmente diferente quando comparado ao Peru e à Bolívia, porque os proprietários de terras se anteciparam ao confisco de suas terras expulsando os agricultores arrendatários. Os proprietários mecanizaram as operações agrícolas e recorreram à mão de obra contratada, enquanto milhares de famílias de camponeses foram expulsas de suas casas. Alguns se mudaram para centros urbanos, mas muitos optaram por migrar para as fronteiras agrícolas nas planícies tropicais da Amazônia e da costa do Pacífico. O esforço oficial para promover assentamentos na Amazônia equatoriana começou em 1957, quando o governo democraticamente eleito criou o Instituto Nacional de Colonización (INC). Em 1964, um governo militar promulgou a Ley de Reforma Agraria y Colonización, que fundiu o INC ao recém-criado Instituto Ecuatoriano de Reforma Agraria y Colonización (IERAC). Entre 1964 e 1994, o IERAC distribuiu cerca de cinco milhões de hectares de terra com o apoio da USAID e da Aliança para o Progresso; cerca de 1,8 milhão de hectares estavam localizados dentro das cinco províncias amazônicas. A terra foi distribuída em lotes de 40 hectares, o que sugere que cerca de 45.000 famílias adquiriram lotes na Amazônia durante esse período de 30 anos. As províncias equatorianas de Sucumbíos e Orellana foram abertas à colonização na&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/o-estabelecimento-de-assentamentos-na-amazonia-equatoriana/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/02/o-estabelecimento-de-assentamentos-na-amazonia-equatoriana/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>