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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Acordo entre Mercosul e UE avança, mas acende alertas sobre o risco ambiental</title>
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					<pubDate>09 Abr 2026 06:28:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ramana Rech]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Agrotóxicos, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos sociais, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Gado, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Pesticidas, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. A medida, no entanto, pode trazer no pacote uma série de impactos ambientais. Entre os principais problemas, de acordo com diferentes organizações e ambientalistas, destaca-se a expansão do desmatamento, da exploração de minérios e da importação de pesticidas. Em contrapartida, outros especialistas defendem que o acordo pode impor uma série de regras ambientais a um comércio global já existente — além de facilitar a troca de conhecimentos entre as partes envolvidas. Em linhas gerais, o tratado em desenvolvimento prevê a redução gradual das tarifas de importação no comércio entre os dois blocos continentais. No final de fevereiro, em nota, o governo brasileiro declarou que os europeus “se comprometem a eliminar tarifas de importação sobre aproximadamente 95% dos bens, que representam 92% do valor das importações europeias de bens brasileiros em até 12 anos”. Mesmo assim, nos últimos anos, o avanço do acordo acendeu múltiplos alertas para o meio ambiente. Em um relatório de março de 2023, o Greenpeace avaliou que a isenção de tarifas beneficiaria a exportação de commodities, podendo ampliar as fronteiras agrícolas e o desmatamento em toda a América do Sul. Atualmente, segundo o estudo, bens agrícolas e minerais representam mais de 70%&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/acordo-entre-mercosul-e-ue-avanca-mas-acende-alertas-sobre-o-risco-ambiental/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Fim da moratória da soja pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia</title>
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					<pubDate>13 Fev 2026 08:28:46 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Monocultura, Política Ambiental, Queimadas e Soja]]>
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							<![CDATA[<p>Grandes traders de soja operando no Brasil anunciaram no início de janeiro o abandono de um dos acordos de desmatamento zero mais bem-sucedidos do mundo, conhecido como moratória da soja. Por meio desse pacto, firmado há duas décadas, as empresas se comprometem voluntariamente a não adquirir grãos cultivados em áreas desmatadas da Amazônia após 2008. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Grandes traders de soja operando no Brasil anunciaram no início de janeiro o abandono de um dos acordos de desmatamento zero mais bem-sucedidos do mundo, conhecido como moratória da soja. Por meio desse pacto, firmado há duas décadas, as empresas se comprometem voluntariamente a não adquirir grãos cultivados em áreas desmatadas da Amazônia após 2008. Agora, com o novo anúncio, ressurge o temor de que a soja avance sobre a floresta. Segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), a saída de cena desses traders pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia até 2045. O golpe de misericórdia veio da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). Representando alguns dos maiores traders de soja do mundo, como Cargill, Bunge, Amaggi e ADM, a associação anunciou no dia 5 de janeiro que &#8220;iniciou as tratativas para a desfiliação do Termo de Compromisso da Moratória da Soja&#8221;. O Brasil é o maior exportador de soja do mundo, e os membros da Abiove representam quase 45% desses embarques, segundo dados de 2022 da Trase, organização de rastreamento de commodities. A decisão ocorreu depois que uma nova lei entrou em vigor no Mato Grosso, o maior produtor de soja do país. A legislação, em vigor desde 1º de janeiro, permite que o governo estadual suspenda incentivos fiscais a empresas que adotem critérios ambientais além dos exigidos pela lei brasileira, como é o caso da moratória da soja. A lei está sendo contestada no Supremo Tribunal Federal. &#8220;A Abiove entende que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/fim-da-moratoria-da-soja-pode-aumentar-em-30-o-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Patrulhamento comunitário reduz crimes ambientais na Amazônia, mostra estudo</title>
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					<pubDate>21 Ago 2025 07:53:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Biasoli]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caça, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Lei Ambiental, Peixes, Pesca, Política Ambiental, Queimadas, Soluções e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Um estudo realizado na Amazônia brasileira descobriu que iniciativas voluntárias de patrulhamento comunitário em duas áreas protegidas estiveram associadas a uma redução de 80% nos crimes ambientais registrados ao longo de dez anos. No mesmo período, não houve queda significativa nas violações ambientais detectadas fora dessas áreas, sugerindo que as patrulhas comunitárias foram mais eficazes. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um estudo realizado na Amazônia brasileira descobriu que iniciativas voluntárias de patrulhamento comunitário em duas áreas protegidas estiveram associadas a uma redução de 80% nos crimes ambientais registrados ao longo de dez anos. No mesmo período, não houve queda significativa nas violações ambientais detectadas fora dessas áreas, sugerindo que as patrulhas comunitárias foram mais eficazes. Para o estudo, os pesquisadores analisaram dados coletados entre 2003 e 2013 por agentes comunitários em 12 unidades territoriais de duas reservas de desenvolvimento sustentável no estado do Amazonas: Mamirauá e Amanã. Os registros fazem parte do programa Agentes Ambientais Voluntários (AAV), criado em 1995 pelo governo do Amazonas, que envolve moradores locais no patrulhamento voluntário de seus territórios para complementar o sistema federal de fiscalização e monitoramento. Nos anos analisados, os agentes do AAV realizaram 19.957 patrulhas, registrando um total de 1.260 crimes ambientais, a maioria relacionada a infrações de pesca e caça. Como efeito de comparação, os autores do estudo analisaram operações de fiscalização feitas pelo governo fora das reservas, entre 2002 e 2012. Nesse período, as autoridades realizaram 69 operações, detectando 917 crimes. A década de patrulhas comunitárias coincidiu com uma queda de 80% nos crimes ambientais registrados em 11 das 12 áreas analisadas. Em contraste, as operações lideradas pelo governo não apresentaram redução clara nos crimes detectados ao longo do tempo. Essa diferença “destaca a importância de defender intervenções lideradas por comunidades”, mesmo fora de áreas protegidas, escreveram os autores. “Precisamos colocar as comunidades no centro desse processo de conservação e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/patrulhamento-comunitario-reduz-crimes-ambientais-na-amazonia-mostra-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Paralisação da reforma agrária fomenta nova onda de invasões e violência na Amazônia</title>
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					<pubDate>06 Jun 2025 06:27:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Conflitos, Conflitos sociais, Corrupção, Crime Ambiental, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>NOVO PROGRESSO, Pará — Julia e a filha de dois anos estavam dormindo no chão sob uma barraca de lona, em um acampamento cercado por uma dúzia de homens armados. Ainda assim, a jovem de 26 anos achava que valia a pena. &#8220;Lá era pior&#8221;, ela disse à Mongabay, referindo-se à sua cidade natal no [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[NOVO PROGRESSO, Pará — Julia e a filha de dois anos estavam dormindo no chão sob uma barraca de lona, em um acampamento cercado por uma dúzia de homens armados. Ainda assim, a jovem de 26 anos achava que valia a pena. &#8220;Lá era pior&#8221;, ela disse à Mongabay, referindo-se à sua cidade natal no Maranhão. Julia vendeu seus poucos pertences, incluindo algumas galinhas, para pagar a viagem de 2 mil quilômetros para Novo Progresso, no Pará. Foi uma decisão impulsiva, tomada assim que ela recebeu uma mensagem no WhatsApp. &#8220;Uma amiga disse que o Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária] ia distribuir terra aqui&#8221;, ela disse. O sonho de possuir um pedaço de terra também trouxe José para o acampamento montado a 12 km da rodovia BR-163, que conecta o estado do Mato Grosso, celeiro do Brasil, aos portos no Rio Tapajós, no Pará. Ele deixou sua família em Porto Velho, Rondônia, e viajou três dias de moto para se juntar ao movimento. “Nós sempre trabalhamos de meeiro na terra dos outros, e metade do que colhíamos tínhamos que dar para os donos da terra”, disse José, cuja família sonha com a própria terra desde os anos 80, quando migrou de Minas Gerais para a Amazônia. “Seria uma chance de dar um conforto maior para a minha família”. Julia e José, que pediram para que seus nomes verdadeiros fossem omitidos por razões de segurança, são como pequenas ondas de uma tsunami de migração que se abate sobre&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/paralisacao-da-reforma-agraria-fomenta-nova-onda-de-invasoes-e-violencia-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>A marcha para o leste: o caso da Bolívia</title>
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					<pubDate>05 Dez 2024 14:55:37 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
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							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Bolívia]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Desmatamento, Grilagem, Infraestrutura e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em meados do século XX, a sociedade boliviana ficou profundamente traumatizada com a Guerra do Chaco e a perda de cerca de 30% de seu território nacional; antes disso, havia cedido o Acre ao Brasil e suas províncias costeiras ao Chile. As crianças em idade escolar aprendem desde cedo que a Bolívia perdeu esses territórios [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em meados do século XX, a sociedade boliviana ficou profundamente traumatizada com a Guerra do Chaco e a perda de cerca de 30% de seu território nacional; antes disso, havia cedido o Acre ao Brasil e suas províncias costeiras ao Chile. As crianças em idade escolar aprendem desde cedo que a Bolívia perdeu esses territórios porque o país não soube ocupá-los. Consequentemente, em 1942, quando uma equipe de economistas patrocinada pela Embaixada dos Estados Unidos delineou uma estratégia para concentrar o desenvolvimento futuro nas planícies pouco povoadas de seus territórios da planície oriental, a assistência foi bem-vinda. Conhecido como Plan Bohan (Plano Bohan), em homenagem ao seu principal autor, o documento delineou uma série de investimentos e iniciativas de reassentamento que foram chamadas de Marcha hacia el Oriente. Nas décadas de 1950 e 1960, essa estratégia levou à construção de estradas pavimentadas ligando as terras altas dos Andes às terras baixas de Santa Cruz, Cochabamba e La Paz. A assistência financeira dos EUA por meio da Aliança para o Progresso fazia parte de uma estratégia mais ampla para combater a disseminação de ideologias esquerdistas, especialmente a insurgência de guerrilha liderada por Che Guevara em 1967. Posteriormente, as agências multilaterais apoiaram investimentos importantes, incluindo rodovias que ligavam a zona de colonização do Chapare às paisagens agroindustriais de Santa Cruz, bem como corredores de exportação para as costas do Pacífico e do Atlântico. As iniciativas patrocinadas pelo Banco Mundial para promover a segurança alimentar e a exportação de commodities foram alavancadas por&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/a-marcha-para-o-leste-o-caso-da-bolivia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Nuvem de veneno atinge acampados que lutam pela terra no Pará</title>
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					<pubDate>22 Nov 2024 19:09:37 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Um grupo de luta pela terra acampado próximo à BR-163, no município de Novo Progresso, no Pará, amanheceu nesta sexta-feira (22) com o barulho de um avião que jogava agrotóxico em uma área próxima. Logo, o cheiro forte do produto chegou aos barracos de lona e diversas pessoas começaram a passar mal. “O avião começou [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um grupo de luta pela terra acampado próximo à BR-163, no município de Novo Progresso, no Pará, amanheceu nesta sexta-feira (22) com o barulho de um avião que jogava agrotóxico em uma área próxima. Logo, o cheiro forte do produto chegou aos barracos de lona e diversas pessoas começaram a passar mal. “O avião começou de longe, daí foi se aproximando, aproximando…”, contou uma das acampadas, que prefere não se identificar por razões de segurança. “Enquanto falo com você, estou sentindo um gosto amargo na boca e meu rosto está coçando. Uma moça aqui do meu lado ficou tonta”. O grupo de aproximadamente 70 pessoas, incluindo mulheres e crianças, está acampado há um mês na área que pertence ao Projeto de Desenvolvimento Sustentável Terra Nossa, mas que, segundo o Incra, foi ocupada ilegalmente pelo fazendeiro Ari Friedler. Desde que chegou ao local, conhecido como Fazenda Hebrom, o grupo foi cercado por uma equipe de 14 seguranças armados contratados por Friedler e Bruno Heller, alvo de uma mega-operação da Polícia Federal em agosto de 2023. Conhecido como um dos maiores desmatadores da Amazônia, Heller é acusado de grilar uma área de mais de 20 mil hectares vizinha à terra ocupada ilegalmente por Friedler. Destes, cerca de 1.900 hectares estão dentro do PDS Terra Nossa. Segundo acampados ouvidos pela Mongabay, o avião estava sobrevoando a área de Heller. A Mongabay entrou em contato com os advogados do fazendeiro, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O advogado de Friedler, Manoel&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/nuvem-de-veneno-atinge-acampados-que-lutam-pela-terra-no-para-2/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Ouro do Peru, Bolívia, Equador e Colômbia nos rios da Amazônia</title>
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					<pubDate>13 Ago 2024 23:32:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Um dos campos de ouro de aluvião mais notáveis do mundo encontra-se no piemonte andino, no departamento de Madre de Dios, no sul do Peru. O ouro foi descoberto na década de 1970 nas margens do Huaypetue, um pequeno córrego que deságua no Rio Inambari, aproximadamente 20 quilômetros a jusante do estreito desfiladeiro onde o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um dos campos de ouro de aluvião mais notáveis do mundo encontra-se no piemonte andino, no departamento de Madre de Dios, no sul do Peru. O ouro foi descoberto na década de 1970 nas margens do Huaypetue, um pequeno córrego que deságua no Rio Inambari, aproximadamente 20 quilômetros a jusante do estreito desfiladeiro onde o Inambari deixa o sopé dos Andes. O canal atual não existia até algumas dezenas de milhares de anos atrás, porque foi bloqueado por uma crista baixa que desviou o canal principal 90º para oeste, formando o precursor do Huaypetue. Esse desvio criou uma armadilha de sedimentos quase perfeita para o ouro que estava sendo transportado para fora dos Andes. Por fim, o rio erodiu um canal através da crista externa e criou uma planície de deposição ao sul de Madre de Dios, criando um mega campo de ouro que se estende do Rio Colorado (oeste) até a cidade de Puerto Maldonado. Enormes quantidades de ouro aluvial foram canalizadas para o Inambari devido às peculiaridades tectônicas do Altiplano e à história climática do Período Quaternário. As nascentes abrangem uma faixa de 260 quilômetros dos planaltos andinos que constituem a borda norte do Altiplano, o qual foi formado por um processo conhecido como &#8220;encurtamento da crosta&#8221;, em que uma seção da placa sul-americana foi cortada (em vez de subduzida) e realocada no topo da placa sul-americana. As paisagens de mineração de ouro no sul do Peru e nos Yungas bolivianos. Esquerda: Minas industriais e garimpos no contexto&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/08/ouro-do-peru-bolivia-equador-e-colombia-nos-rios-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Hotspots minerais na Pan-Amazônia</title>
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					<pubDate>01 Jul 2024 18:39:04 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Os recursos minerais da Pan-Amazônia não estão distribuídos aleatoriamente pela região, mas estão localizados em paisagens com histórias geológicas específicas. Há três macrorregiões notáveis: A. O Cráton Amazônico é o termo usado para descrever o complexo de rochas antigas que formam o coração do continente, que foi criado por meio da acreção em série de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Os recursos minerais da Pan-Amazônia não estão distribuídos aleatoriamente pela região, mas estão localizados em paisagens com histórias geológicas específicas. Há três macrorregiões notáveis: A. O Cráton Amazônico é o termo usado para descrever o complexo de rochas antigas que formam o coração do continente, que foi criado por meio da acreção em série de placas continentais entre um e três bilhões de anos atrás. Cada um desses eventos orogênicos foi acompanhado por intrusões magmáticas que estão imbuídas de recursos minerais. B. A Cordilheira dos Andes foi formada depois que o Cráton Amazônico colidiu com a placa de Nazca, há cerca de 500 milhões de anos; esse processo orogênico maciço ocorreu em fases com variações sub-regionais caracterizadas por vulcanismos e intrusões magmáticas impregnadas de depósitos minerais de importância global. C. A Planície Sedimentar da Amazônia Ocidental pode ser subdividida em bacias que são repositórios de reservas significativas de hidrocarbonetos, que se formaram no que já foi um mar raso localizado entre o Cráton Amazônico e a Cordilheira dos Andes. As rochas sedimentares mais antigas que recobrem partes do cráton contêm reservas globalmente importantes de bauxita e potássio, enquanto os horizontes superiores de várias paisagens são ricos em ouro aluvial. A distribuição das minas corporativas entre as províncias tectônicas da exposição superficial do Cráton Amazônico: (I) Carajás &#8211; Imataca, (II) Transamazônica &#8211; Costa da Guiana, (III) Amazônia Central, (IV) Tapajós &#8211; Parima, (V) Rondônia &#8211; Juruena, (VI) Rio Negro e (VII) Sunsas / Macarena, bem como formações proterozóicas do Escudo Atlântico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/hotspots-minerais-na-pan-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Indígenas do Peru e do Brasil se unem para proteger povos isolados para além das fronteiras</title>
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					<pubDate>28 Jun 2024 13:50:16 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Organizações indígenas do Peru e do Brasil estão unindo forças para pressionar os respectivos governos para salvaguardar um corredor territorial de 16 milhões de hectares na Amazônia, que se estende desde o Rio Tapiche, no Peru, até o Rio Javari, no Brasil. As 15 organizações indígenas, que incluem a Organização Regional dos Povos Indígenas da [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Organizações indígenas do Peru e do Brasil estão unindo forças para pressionar os respectivos governos para salvaguardar um corredor territorial de 16 milhões de hectares na Amazônia, que se estende desde o Rio Tapiche, no Peru, até o Rio Javari, no Brasil. As 15 organizações indígenas, que incluem a Organização Regional dos Povos Indígenas da Amazônia Oriental (Orpio) a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), planejam criar uma comissão binacional para definir políticas transfronteiriças destinadas à proteção dos povos indígenas em isolamento e contato inicial que vivem dentro do Corredor Territorial Javari-Tapiche e transitam livremente entre os dois países. O corredor se espalha pelos departamentos de Loreto e Ucayali no Peru, e Amazonas e Acre no Brasil. Abriga também a maior diversidade de primatas no mundo, incluindo macacos-aranha (Ateles belzebuth) e saguis-pigmeus (Callithrix pygmaea). “Propusemos a criação de uma comissão binacional formada por organizações indígenas para fortalecer as estratégias de proteção dos povos isolados, bem como para convocar e exigir ações urgentes dos países para deter as invasões territoriais”, disse Apu Miguel Manihuari Tamani, líder indígena que faz parte do conselho de administração da Orpio. “[Há] necessidade de articular esforços para o monitoramento, gestão e vigilância do território entre organizações indígenas, tanto em nível nacional quanto transfronteiriço”. Esse esforço enfrenta desafios de políticos de ambos os países que favorecem um modelo de agronegócio e desenvolvimento que eliminaria e restringiria o reconhecimento dos territórios indígenas para lavouras ou indústrias. A ideia de instalar um corredor neste local não&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/indigenas-do-peru-e-do-brasil-se-unem-para-proteger-povos-isolados-para-alem-das-fronteiras/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Verra suspende projetos de crédito de carbono após operação policial no Brasil</title>
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					<pubDate>25 Jun 2024 16:06:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Três projetos de créditos de carbono foram suspensos na Amazônia depois que a Operação Greenwashing, da Polícia Federal, mostrou a ligação entre os  líderes das iniciativas supostamente “verdes” e esquemas de grilagem de terras e extração ilegal de madeira. A Verra, certificadora do projeto &#8211; uma das maiores do mundo no mercado voluntário de carbono [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Três projetos de créditos de carbono foram suspensos na Amazônia depois que a Operação Greenwashing, da Polícia Federal, mostrou a ligação entre os  líderes das iniciativas supostamente “verdes” e esquemas de grilagem de terras e extração ilegal de madeira. A Verra, certificadora do projeto &#8211; uma das maiores do mundo no mercado voluntário de carbono &#8211; anunciou a decisão em 10 de junho. &#8220;A suspensão de uma conta é uma ação extraordinária que significa que nenhuma transação pode ser feita na conta, incluindo os créditos mantidos na conta, até que todos os problemas ou incertezas identificados tenham sido resolvidos&#8221;, declarou a Verra. De acordo com a organização, a ação é uma medida preventiva e não indica qualquer julgamento dos envolvidos (leia a declaração completa aqui). &#8220;Acredito que a Verra esteja fazendo a certificação incorretamente&#8221;, disse à Mongabay o delegado da Polícia Federal Thiago Marrese Scarpellini, investigador-chefe da Operação Greenwashing, após o cumprimento dos mandados judiciais. &#8220;Mas não sei se a culpa é deles porque a empresa está sediada nos Estados Unidos e não sei se há grilagem de terras nos Estados Unidos. Mas nós temos aqui. E se somos um mercado promissor [para créditos de carbono], eles terão que se ajustar a certas circunstâncias aqui.&#8221; A Operação Greenwashing foi deflagrada em 5 de junho, duas semanas depois que a Mongabay publicou uma investigação ligando os proprietários dos projetos a um suposto esquema de lavagem de madeira. A decisão da Verra ocorreu após a Operação Greenwashing, que prendeu cinco pessoas no&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/verra-suspende-projetos-de-credito-de-carbono-apos-operacao-policial-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia: os passivos ambientais da antiga mineração se tornaram passivos econômicos</title>
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					<pubDate>07 Jun 2024 18:07:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Embora as novas minas usem tecnologia de ponta, o setor tem também um legado de barragens de contenção obsoletas em minas mais antigas, especialmente em minas fechadas que não geram mais receitas para financiar melhorias na tecnologia que envolve as instalações de armazenamento de rejeitos (TSF). O rompimento dessas barragens pode resultar na liberação de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Embora as novas minas usem tecnologia de ponta, o setor tem também um legado de barragens de contenção obsoletas em minas mais antigas, especialmente em minas fechadas que não geram mais receitas para financiar melhorias na tecnologia que envolve as instalações de armazenamento de rejeitos (TSF). O rompimento dessas barragens pode resultar na liberação de milhões de metros cúbicos de lama tóxica nos sistemas fluviais. Em áreas populosas, isso pode afetar o abastecimento de água das comunidades, causar estragos na economia local e colocar em risco a saúde de milhares de habitantes. Em paisagens remotas, uma estrutura de contenção que falhe contaminará (dezenas de) milhares de hectares de habitat aquático e ribeirinho, ameaçará a vida selvagem e prejudicará a subsistência de famílias indígenas. Imagem aérea do campo de Los Monos, no interior de Aguaragüe, uma área protegida na Bolívia que sofreu um dos impactos ambientais mais graves da região. Crédito: Miguel Surubi. Embora as empresas de mineração tenham adotado plenamente a necessidade de melhorar sua gestão ambiental, elas tendem a se concentrar em novas minas, onde a tecnologia de ponta pode ser incorporada ao desenho de novos projetos, muitas vezes com benefícios adicionais que reduzem os custos operacionais e os conflitos com as comunidades próximas. Até recentemente, menos atenção era dada às minas mais antigas e desativadas e aos seus passivos ambientais associados. Isso mudou depois de dois incidentes recentes em Minas Gerais (Brasil), onde barragens antigas construídas com um desenho de engenharia defeituoso falharam tendo consequências desastrosas. O primeiro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/amazonia-os-passivos-ambientais-da-antiga-mineracao-se-tornaram-passivos-economicos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Grandes marcas compram créditos de carbono de esquema suspeito de esquentamento de madeira na Amazônia</title>
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					<pubDate>22 Mai 2024 16:45:12 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Dois grandes projetos de carbono na Amazônia brasileira, cujos créditos foram vendidos a empresas como Gol, Nestlé, Toshiba e PwC, podem ter sido usados para lavar madeira retirada de áreas desmatadas ilegalmente. A conclusão é do Centro para Análise de Crimes Climáticos (CCCA, na sigla em inglês), uma organização sem fins lucrativos fundada por procuradores [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Dois grandes projetos de carbono na Amazônia brasileira, cujos créditos foram vendidos a empresas como Gol, Nestlé, Toshiba e PwC, podem ter sido usados para lavar madeira retirada de áreas desmatadas ilegalmente. A conclusão é do Centro para Análise de Crimes Climáticos (CCCA, na sigla em inglês), uma organização sem fins lucrativos fundada por procuradores e investigadores. Com sede na Holanda, a ONG investiga emissores de gases de efeito estufa, causadores do aquecimento global. Autoridades brasileiras já haviam investigado casos de lavagem de madeira nas áreas  analisadas pelo CCCA. Uma destas investigações resultou na condenação do dono de uma empresa responsável por um dos empreendimentos. O CCCA fez a análise a pedido da Mongabay, depois que uma fonte anônima apontou a participação de pessoas condenadas por lavagem de madeira nos projetos. O CCCA analisou dois projetos REDD+ – Unitor e Fortaleza Ituxi – no município de Lábrea, estado do Amazonas. Juntos, eles abrangem uma área de 140.862 hectares — o tamanho do município de São Paulo — e visam impedir a emissão de 660.598 toneladas de CO2 por ano ao evitar o avanço do desmatamento em uma das áreas mais pressionadas da Amazônia. O Centro para Análise de Crimes Climáticos (CCCA encontrou indícios de lavagem de madeira em dois projetos REDD+ no sul do estado do Amazonas. A sigla REDD+ significa Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal. A ideia é que os proprietários rurais recebam dinheiro para proteger áreas que, sem este apoio, poderiam ser desmatadas. As emissões&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/grandes-marcas-compram-creditos-de-carbono-de-esquema-suspeito-de-esquentamento-de-madeira-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Oleodutos amazônicos: os derrames de petróleo que afetaram Colômbia, Peru e Equador</title>
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					<pubDate>23 Abr 2024 19:38:55 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Todos os três oleodutos herdados do sistema da Amazônia Andina são antigos. O Oleoducto Transandino Colombiano (OTC) está em operação há 53 anos, seguido pelo Sistema de Oleoducto Transecuatoriano (SOTE), com 50 anos, e pelo Oleoducto Norperuano (ONP), com 45 anos. A tecnologia dos dutos mudou drasticamente desde sua construção, com melhorias nas ligas de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Todos os três oleodutos herdados do sistema da Amazônia Andina são antigos. O Oleoducto Transandino Colombiano (OTC) está em operação há 53 anos, seguido pelo Sistema de Oleoducto Transecuatoriano (SOTE), com 50 anos, e pelo Oleoducto Norperuano (ONP), com 45 anos. A tecnologia dos dutos mudou drasticamente desde sua construção, com melhorias nas ligas de aço, na tecnologia de soldagem e nos revestimentos de superfície. A maior falha desses sistemas, no entanto, foi a decisão de construí-los acima do solo, uma prática que havia sido abandonada pelo setor em seus sistemas sediados nos EUA muito antes da construção desses dutos. Os sistemas superficiais são propensos a falhas porque ficam diretamente sobre a superfície do solo, o que aumenta a taxa de oxidação, ou são sustentados por suportes e vigas, o que os torna suscetíveis a falhas mecânicas. Mais importante ainda, os sistemas acima do solo têm maior probabilidade de serem fisicamente comprometidos por ações humanas, sejam elas acidentais ou deliberadas. A exposição desses importantes ativos de infraestrutura à sabotagem é mais evidente na Colômbia. Entre 1986 e 2015, a infraestrutura de petróleo foi atacada mais de 1.000 vezes em Putumayo, provocando pelo menos 160 derramamentos de petróleo. As milícias marxistas justificaram suas ações alegando que estavam resistindo à exploração por empresas petrolíferas estrangeiras. No entanto, as comunidades indígenas sofreram a maior parte dos impactos de suas ações. Os ataques diminuíram após o início do processo de paz (2016-2018), mas voltaram ao status quo ante quando as milícias armadas mais uma&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/oleodutos-amazonicos-os-derrames-de-petroleo-que-afetaram-colombia-peru-e-equador/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia: (má) gestão ambiental do setor de petróleo e gás</title>
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					<pubDate>17 Abr 2024 15:02:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[O setor de petróleo tem um longo historial de grandes e pequenas calamidades operacionais, que criaram um histórico igualmente longo de esforços para gerenciar os passivos ambientais e sociais que são um resultado inerente de seu modelo de negócios. Isso inclui ações corporativas e governamentais que buscam mitigar o impacto de suas operações cotidianas, bem como remediar os danos causados por negligência, infraestrutura envelhecida ou atos de Deus. As políticas ambientais das empresas de petróleo eram extremamente inadequadas até cerca de cinquenta anos atrás, quando o emergente movimento ambiental exigiu ação após vários desastres de alto nível que causaram estragos nos ecossistemas naturais e nas comunidades humanas. Tanto a escala desses desastres ambientais quanto a toxicidade inerente do petróleo bruto forçaram uma reforma fundamental no setor. A reforma foi imposta primeiramente aos gigantes do petróleo, e logo se estendeu por suas cadeias de suprimentos para mudar as práticas de seus prestadores de serviços internacionais e parceiros estatais nos países em desenvolvimento. Em 1990, o setor de petróleo na Pan-Amazônia era dominado por empresas estatais que haviam herdado os campos de petróleo e os sistemas de oleodutos de empresas multinacionais que haviam sido pioneiras no setor nas décadas de 1960 e 1970. Infelizmente, a maioria manteve as práticas pré-reforma de seus antecessores do setor privado. A mudança veio na forma improvável do Consenso de Washington, um conjunto controverso de políticas impostas por agências multilaterais para promover o crescimento econômico por meio do setor privado, que incluía a promoção de investimentos estrangeiros&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/amazonia-ma-gestao-ambiental-do-setor-de-petroleo-e-gas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mineração ilegal na Panamazônia: um desastre ecológico para as planícies aluviais e as comunidades locais</title>
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					<pubDate>10 Abr 2024 07:01:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[As planícies de inundação são extraordinariamente produtivas porque são a interface entre os ecossistemas aquáticos e terrestres. Elas são extremamente diversificadas porque integram um mosaico de lagos, pântanos, brejos de palmeiras e florestas inundadas, que criam as complexas redes alimentares que sustentam as populações de peixes. Os habitats de planície de inundação são social e economicamente vitais, pois dezenas de milhares de famílias dependem de seus recursos naturais para sua subsistência. Os impactos da mineração de aluvião são catastróficos para as planícies de inundação porque os mineradores reviram a camada superior do solo para expor os sedimentos de aluvião contendo ouro, abandonando atrás uma desolada paisagem lunar. Uma mina de placer normalmente ocupa uma planície de inundação em sua totalidade, estendendo-se de terraço a terraço e expandindo-se rio acima e rio abaixo por dezenas de quilômetros. Uma variante comum consiste em uma draga montada em uma barcaça que explora o leito do canal de rios maiores que drenam paisagens de garimpo. A combinação de minas de aluvião nas cabeceiras e barcaças de dragagem trabalhando a jusante pode converter um ecossistema ribeirinho de águas claras em um rio carregado de lodo e poluído (por exemplo, o Tapajós). As planícies aluviais do sopé dos Andes e certas áreas geologicamente definidas no Escudo Brasileiro e no Escudo das Guianas atraem dezenas de milhares de mineradores ilegais que empregam uma tecnologia aluvial particularmente destrutiva e extraordinariamente tóxica. Foto: © IBAMA &amp; Vincius Mendonça. Pelo menos 350.000 hectares de habitat de florestas e áreas úmidas foram&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/mineracao-ilegal-na-panamazonia-um-desastre-ecologico-para-as-planicies-aluviais-e-as-comunidades-locais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mineração de ouro na Panamazônia: em busca do metal mais precioso do mundo</title>
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					<pubDate>01 Abr 2024 05:08:50 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>O ouro é universalmente reconhecido como uma forma de dinheiro que manteve seu valor ao longo de décadas, séculos e milênios. Como não é corrosivo e é precioso, aproximadamente 95% do ouro extraído desde o início da civilização permanece em circulação (cerca de 205 milhões de toneladas). A maior parte (cerca de 47%) é mantida [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O ouro é universalmente reconhecido como uma forma de dinheiro que manteve seu valor ao longo de décadas, séculos e milênios. Como não é corrosivo e é precioso, aproximadamente 95% do ouro extraído desde o início da civilização permanece em circulação (cerca de 205 milhões de toneladas). A maior parte (cerca de 47%) é mantida como joias, que, além de seu valor sentimental, é um importante depósito de riqueza familiar. Os governos detêm cerca de 17%, que foram usados historicamente para respaldar o valor das moedas nacionais e, embora esse não seja mais o caso, essas reservas são frequentemente usadas em tempos de crise política para estabilizar uma economia nacional. Como metal elementar, o ouro tem vários usos: cerca de 10% foram incorporados a componentes eletrônicos, de computador e aeroespaciais, bem como em aplicações odontológicas e dispositivos médicos. O restante (cerca de 23%) é mantido por investidores privados como um ativo financeiro para se proteger contra a inflação e a instabilidade geopolítica. Muitas vezes chamados de &#8220;goldbugs&#8221;, esses indivíduos acreditam piamente que a tendência de longo prazo do preço do ouro é de alta. Apenas uma pequena fração das transações financeiras é realizada com ouro físico. A maioria esmagadora das negociações é executada por meio de títulos derivativos que acompanham (e impulsionam) o preço do ouro. Até recentemente, isso consistia principalmente em contratos futuros e de opções, mas cada vez mais os traders especulam em fundos negociados em bolsa (ETFs) que são essencialmente &#8220;derivativos de derivativos&#8221;. Os compradores estão apostando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/mineracao-de-ouro-na-panamazonia-em-busca-do-metal-mais-precioso-do-mundo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia: os passivos ambientais e sociais do setor extrativista</title>
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					<pubDate>22 Mar 2024 06:27:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Os defensores do meio ambiente se opõem rotineiramente aos projetos relacionados à mineração e ao desenvolvimento de hidrocarbonetos porque acreditam que as áreas remotas da Amazônia devem permanecer intocadas. Normalmente, eles organizam sua oposição durante o processo de revisão ambiental com campanhas que se concentram em questões locais (qualidade da água), regionais (biodiversidade) e globais [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Os defensores do meio ambiente se opõem rotineiramente aos projetos relacionados à mineração e ao desenvolvimento de hidrocarbonetos porque acreditam que as áreas remotas da Amazônia devem permanecer intocadas. Normalmente, eles organizam sua oposição durante o processo de revisão ambiental com campanhas que se concentram em questões locais (qualidade da água), regionais (biodiversidade) e globais (mudança climática). Ocasionalmente, eles conseguem interromper um projeto, mas, com mais frequência, precisam se contentar apenas com planos de ação ambiental e social que melhoram somente os piores aspectos do que são, essencialmente, mudanças irreversíveis em habitats e ecossistemas. Os povos indígenas são francos em sua oposição ao desenvolvimento mineral porque suas comunidades podem ser transformadas por imigrantes ou perturbadas por eventos catastróficos que ameaçam seus meios de subsistência. Eles têm sido particularmente bem-sucedidos na resistência a projetos que interferem em seus territórios devido a um princípio legal incorporado ao direito internacional, que obriga governos e desenvolvedores a obter seu &#8220;consentimento livre, prévio e informado&#8221; (FPIC &#8211; free prior and informed consent). Não é de surpreender que seus sucessos na interrupção ou no atraso de vários projetos de desenvolvimento altamente lucrativos tenham levado a uma reação política negativa. Minas industriais Uma mina industrial moderna é um poço extremamente bem projetado no solo. Dependendo dos minerais-alvo e do cenário geológico, a mina pode ser uma estrutura subterrânea complexa ou uma escavação de superfície que abrange milhares de hectares. Todas as minas são acompanhadas de infraestrutura para transportar grandes quantidades de rocha e minério e um moinho&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/amazonia-os-passivos-ambientais-e-sociais-do-setor-extrativista/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Capítulo 5: Mineração na Pan-Amazônia, a atividade com maior impacto no ecossistema</title>
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					<pubDate>20 Mar 2024 05:56:01 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>A extração mineral é uma das principais causas de conflito entre os habitantes da Pan-Amazônia. Milhares de famílias dependem da atividade econômica que se origina, direta ou indiretamente, das atividades de mineração e hidrocarbonetos. Ao mesmo tempo, milhares de famílias sofrem, direta ou indiretamente, com os impactos causados pela exploração de recursos naturais não renováveis. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/capitulo-5-mineracao-na-pan-amazonia-a-atividade-com-maior-impacto-no-ecossistema/" data-wpel-link="internal">Capítulo 5: Mineração na Pan-Amazônia, a atividade com maior impacto no ecossistema</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A extração mineral é uma das principais causas de conflito entre os habitantes da Pan-Amazônia. Milhares de famílias dependem da atividade econômica que se origina, direta ou indiretamente, das atividades de mineração e hidrocarbonetos. Ao mesmo tempo, milhares de famílias sofrem, direta ou indiretamente, com os impactos causados pela exploração de recursos naturais não renováveis. O setor mineral pode ser organizado em três áreas com base no tipo de commodity que está sendo extraído: (1) Minerais industriais, como minério de ferro, bauxita, cobre, zinco, magnésio, níquel, chumbo, molibdênio e estanho, que são fundamentais para cadeias de suprimentos essenciais na economia global; (2) Ouro, que tem uso industrial limitado, mas ocupa uma posição estratégica nos mercados financeiros devido ao valor atribuído pela sociedade humana; (3) Hidrocarbonetos, especificamente gás natural e petróleo, que alimentam sistemas de eletricidade e transporte que ainda são muito procurados pela economia global e são essenciais para a saúde macroeconômica das economias nacionais, embora sua utilidade futura seja limitada pela realidade das mudanças climáticas e pela transição acelerada para a energia renovável. A mineração ilegal é praticada no departamento de Guainía, Colômbia, tanto em balsas de dragagem quanto em mineração a céu aberto. Crédito: Rodrigo Durán Bahamón. Os setores extrativistas contam com a aprovação (legal) ou aquiescência (mineração ilegal de ouro) dos governos nacionais, que são motivados por benefícios econômicos de curto prazo que são quase viciantes em seu impacto macroeconômico. A dura realidade de uma situação desfavorável na balança de pagamentos força os governos a promover o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/capitulo-5-mineracao-na-pan-amazonia-a-atividade-com-maior-impacto-no-ecossistema/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Análise detalhada da NASA revela o futuro climático da Terra e da Amazônia — e ele não é nada bom</title>
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					<pubDate>19 Mar 2024 06:47:18 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Diante do contínuo aumento das emissões de gases de efeito estufa, responsáveis pela intensificação das mudanças climáticas, pesquisadores da NASA levantaram este ano duas questões-chave: em que momento a temperatura do planeta atingirá a média anual de 2 °C acima dos níveis pré-industriais? E como ficará o clima global em cada ponto do mundo ao [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Diante do contínuo aumento das emissões de gases de efeito estufa, responsáveis pela intensificação das mudanças climáticas, pesquisadores da NASA levantaram este ano duas questões-chave: em que momento a temperatura do planeta atingirá a média anual de 2 °C acima dos níveis pré-industriais? E como ficará o clima global em cada ponto do mundo ao atingir tal temperatura? As respostas são perturbadoras. Suas descobertas indicam que um aumento de 2 °C poderia ser alcançado entre 2041 e 2044 (de acordo com cenários de maior e menor emissão, respectivamente) em comparação com o período pré-industrial (1850-1900). O planeta está atualmente a 1,15 °C acima dos níveis vistos no século 19, sendo que a maior parte desse aquecimento ocorreu depois de 1975. Um aumento acima de 2 °C poderia colocar a Terra na direção de uma catástrofe climática, de acordo com o relatório de 2023 do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU. Vista aérea do fogo na Floresta Amazônica no município de Porto Velho, Rondônia, em agosto de 2019. O estudo realizado pela NASA conclui que as mudanças climáticas podem trazer temperaturas mais altas, menos chuva e ventos mais fortes para a Amazônia, o que poderia piorar os incêndios florestais em uma área que sempre foi muito úmida para queimar. Foto: Victor Moriyama/Greenpeace. A Terra em 2040: um retrato em grande escala Para investigar os potenciais efeitos de um planeta 2 °C mais quente, cientistas do programa da NASA Earth eXchange (NEX) analisaram as projeções de 35 dos principais modelos climáticos do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/analise-detalhada-da-nasa-revela-o-futuro-climatico-da-terra-e-da-amazonia-e-ele-nao-e-nada-bom/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Reflorestamento e restauração: dois caminhos para tornar a Panamazônia mais verde</title>
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					<pubDate>12 Mar 2024 16:03:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
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							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Um dos benefícios da agrossilvicultura e da plantação florestal é a capacidade das plantações de árvores de capturar e armazenar carbono em sua biomassa superficial. Embora precisem ser renovadas (cortadas e replantadas) em intervalos de aproximadamente vinte anos, as paisagens de agroflorestas e plantações podem sequestrar cerca de 20% do carbono armazenado em uma floresta [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um dos benefícios da agrossilvicultura e da plantação florestal é a capacidade das plantações de árvores de capturar e armazenar carbono em sua biomassa superficial. Embora precisem ser renovadas (cortadas e replantadas) em intervalos de aproximadamente vinte anos, as paisagens de agroflorestas e plantações podem sequestrar cerca de 20% do carbono armazenado em uma floresta natural. Um volume ainda maior de carbono pode ser capturado por meio da restauração do habitat natural; há cerca de 10 milhões de hectares de terra que nunca deveriam ter sido desmatados porque foram legalmente protegidos pelo Código Florestal. Presumivelmente, essas terras acabarão sendo reflorestadas, e centenas de iniciativas estão em andamento para facilitar esse resultado. No entanto, essa não é uma proposta de baixo custo. Rondônia tem a maior população de pequenos proprietários na Amazônia brasileira. Como grupo, eles também têm a menor cobertura florestal de todos os proprietários de terras. Veja o Anexo 4.10. Fontes de dados: IMAFLORA (2019) e MapBiomas (2021). Os engenheiros florestais brasileiros desenvolveram modelos que refletem o custo e os benefícios de diferentes estratégias de reflorestamento. As abordagens de restauração passiva, que se baseiam na sucessão ecológica natural, são menos dispendiosas e funcionam bem em terras que mantêm um certo nível de cobertura vegetal (sombra e matéria orgânica do solo). As abordagens ativas, que empregam corretivos de solo, viveiros, controle de ervas daninhas e abate periódico, são mais caras; no entanto, permitem que o proprietário manipule as populações de árvores para favorecer as madeiras nativas (silvicultura) e obter um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/reflorestamento-e-restauracao-dois-caminhos-para-tornar-a-panamazonia-mais-verde/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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