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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Projeto de lei quer proibir uso de imagens de satélite para embargar desmatadores</title>
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					<pubDate>07 Mai 2026 17:43:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>Em maio de 2025, uma delegação de políticos e fazendeiros paraenses foi a Brasília protestar contra o Ibama. Por trás de tamanha irritação, estavam os embargos impostos a 544 propriedades rurais no município de Altamira, um dos focos do desmatamento na Amazônia. Em todos os casos, derrubadas ilegais detectadas por imagens de satélite levaram os [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em maio de 2025, uma delegação de políticos e fazendeiros paraenses foi a Brasília protestar contra o Ibama. Por trás de tamanha irritação, estavam os embargos impostos a 544 propriedades rurais no município de Altamira, um dos focos do desmatamento na Amazônia. Em todos os casos, derrubadas ilegais detectadas por imagens de satélite levaram os agentes ambientais a proibir o uso das áreas para lavoura ou criação de gado. “Todos vieram aqui para apresentar e pedir solução a respeito de áreas produtivas no estado do Pará”, disse o governador do Pará, Helder Barbalho, na época. Quase um ano depois, este ressentimento foi destilado em um novo projeto de lei propondo a proibição dos chamados “embargos remotos”. Hoje, o Ibama utiliza imagens de satélite para identificar onde o desmatamento ilegal está ocorrendo. Assim que detectam uma área recentemente desmatada, os agentes verificam se existe uma licença ambiental autorizando aquele desmate — na Amazônia, cerca de 90% da derrubada da floresta é ilegal. Se não houver autorização, os servidores emitem um embargo diretamente de seus computadores, como medida preventiva. O sistema é uma das ferramentas que ajudaram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a reduzir pela metade os números do desmatamento na Amazônia desde que assumiu o cargo, em 2023. “Hoje temos muitas imagens de satélite em resolução altíssima, e a gente consegue cruzar informações de vários bancos de dados”, disse Wallace Lopes, representante da associação de servidores ambientais federais, Ascema, à Mongabay. Jair Schmitt, diretor de proteção ambiental&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/projeto-de-lei-quer-proibir-uso-de-imagens-de-satelite-para-embargar-desmatadores/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Acordo entre Mercosul e UE avança, mas acende alertas sobre o risco ambiental</title>
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					<pubDate>09 Abr 2026 06:28:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ramana Rech]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Agrotóxicos, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos sociais, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Gado, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Pesticidas, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. A medida, no entanto, pode trazer no pacote uma série de impactos ambientais. Entre os principais problemas, de acordo com diferentes organizações e ambientalistas, destaca-se a expansão do desmatamento, da exploração de minérios e da importação de pesticidas. Em contrapartida, outros especialistas defendem que o acordo pode impor uma série de regras ambientais a um comércio global já existente — além de facilitar a troca de conhecimentos entre as partes envolvidas. Em linhas gerais, o tratado em desenvolvimento prevê a redução gradual das tarifas de importação no comércio entre os dois blocos continentais. No final de fevereiro, em nota, o governo brasileiro declarou que os europeus “se comprometem a eliminar tarifas de importação sobre aproximadamente 95% dos bens, que representam 92% do valor das importações europeias de bens brasileiros em até 12 anos”. Mesmo assim, nos últimos anos, o avanço do acordo acendeu múltiplos alertas para o meio ambiente. Em um relatório de março de 2023, o Greenpeace avaliou que a isenção de tarifas beneficiaria a exportação de commodities, podendo ampliar as fronteiras agrícolas e o desmatamento em toda a América do Sul. Atualmente, segundo o estudo, bens agrícolas e minerais representam mais de 70%&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/acordo-entre-mercosul-e-ue-avanca-mas-acende-alertas-sobre-o-risco-ambiental/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Expansão da soja em Mato Grosso pressiona Cerrado e povos indígenas</title>
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					<pubDate>16 Mar 2026 08:00:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Kevin Damasio]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA TIRECATINGA, Mato Grosso — Em 2025, os sojicultores brasileiros ganharam um novo impulso com a guerra tarifária entre Estados Unidos e China. As exportações nacionais da soja para o mercado chinês no ano foram recorde: 85,4 milhões de toneladas, quase 80% dos embarques totais do grão. Em Mato Grosso, a produção da oleaginosa [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA TIRECATINGA, Mato Grosso — Em 2025, os sojicultores brasileiros ganharam um novo impulso com a guerra tarifária entre Estados Unidos e China. As exportações nacionais da soja para o mercado chinês no ano foram recorde: 85,4 milhões de toneladas, quase 80% dos embarques totais do grão. Em Mato Grosso, a produção da oleaginosa já havia ganhado novos estímulos em 2019, em parte pela tensão comercial entre o primeiro governo de Donald Trump e os chineses. Além da demanda da China, a pavimentação de um trecho da rodovia BR-163 viabilizou novas fronteiras agrícolas para os sojicultores, com a ligação até portos no Pará. Desde então, as lavouras de soja no estado saltaram 3,4 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume produzido, por sua vez, passou de 33 milhões de toneladas na safra de 2018/19 para 51 milhões na de 2024/25, um aumento de 51%. A produção avança principalmente no Cerrado, a savana mais biodiversa do planeta e central para o abastecimento de água do país. Nascentes do bioma abastecem oito das 12 regiões hidrográficas brasileiras. Na bacia do Rio Juruena, no oeste matogrossense, a consolidação das monoculturas — não só de soja, mas também de milho e algodão — preocupa os povos da Terra Indígena Tirecatinga. Eles relatam que as fazendas do entorno têm contaminado os cursos d&#8217;água, plantas e frutas por agrotóxicos, e barram os rios com pequenas usinas hidrelétricas. Situada entre os rios Buriti e Papagaio, a terra indígena tem 131 mil&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/expansao-da-soja-em-mato-grosso-pressiona-cerrado-e-povos-indigenas-2/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Gigantes da soja se preparam em silêncio para lei antidesmatamento da UE; impactos seguem incertos</title>
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					<pubDate>22 Jan 2026 14:16:48 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Marina Martinez]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>À medida que a data de implementação do Regulamento de Desmatamento da União Europeia (EUDR) se aproxima, empresas que atuam nas cadeias de suprimento de soja e outras commodities destinadas ao mercado europeu em breve terão que comprovar que seus produtos não provêm de áreas desmatadas após 2020 e que suas operações respeitam as leis [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[À medida que a data de implementação do Regulamento de Desmatamento da União Europeia (EUDR) se aproxima, empresas que atuam nas cadeias de suprimento de soja e outras commodities destinadas ao mercado europeu em breve terão que comprovar que seus produtos não provêm de áreas desmatadas após 2020 e que suas operações respeitam as leis ambientais e de direitos humanos locais. Isso será particularmente desafiador para o setor de soja, já que sua produção é historicamente um dos principais motores da destruição de florestas, especialmente na América do Sul. Inicialmente previsto para dezembro de 2024, o início da aplicação do EUDR foi adiado por um ano devido à pressão exercida por representantes do agronegócio. Em dezembro de 2025, o Parlamento Europeu decidiu adiar novamente a data de aplicação por mais um ano, sob o argumento de dar mais tempo às empresas para se prepararem e garantir uma transição harmoniosa. Para entender quão preparado está o setor de soja, a Mongabay contatou cinco das maiores empresas do setor: ADM, Amaggi, Bunge, Cargill e Cofco International. As respostas oscilaram entre “sem comentários” e o silêncio total. Apesar do silêncio, especialistas vinculados a associações comerciais e ONGs afirmam que as grandes empresas de soja já estão preparadas para atender às exigências do EUDR. “A informação que nós temos, que eles [traders e associações do setor de soja] costumam nos passar, é que elas estão 100% preparadas”, disse Tiago Reis, especialista em conservação do WWF-Brasil, à Mongabay em mensagem de voz. “Inclusive algumas questionaram&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/gigantes-da-soja-se-preparam-em-silencio-para-lei-antidesmatamento-da-ue-impactos-seguem-incertos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mata Atlântica continua perdendo grandes áreas de floresta, apesar da proteção legal</title>
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					<pubDate>26 Set 2025 14:47:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Liz Kimbrough]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Incêndios, Mata Atlântica, Monocultura, Pecuária e Queimadas]]>
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							<![CDATA[<p>Em 1970, os cientistas já haviam passado 65 anos acreditando que o mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus) estava extinto. Naquele ano, no entanto, moradores locais encontraram uma pequena população da espécie  lutando pela sobrevivência em um trecho preservado de Mata Atlântica no oeste paulista. Após décadas de esforços, cerca de 1.800 desses primatas hoje se deslocam por [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 1970, os cientistas já haviam passado 65 anos acreditando que o mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus) estava extinto. Naquele ano, no entanto, moradores locais encontraram uma pequena população da espécie  lutando pela sobrevivência em um trecho preservado de Mata Atlântica no oeste paulista. Após décadas de esforços, cerca de 1.800 desses primatas hoje se deslocam por corredores florestais restaurados. É uma rara história de sucesso em um dos ecossistemas mais ameaçados do mundo. Mas, apesar de conquistas como essa na conservação, pesquisas recentes revelam uma realidade preocupante: a Mata Atlântica brasileira continua perdendo milhares de hectares de floresta madura a cada ano, mesmo sendo protegida por lei federal. A Lei da Mata Atlântica permite o desmatamento apenas em circunstâncias excepcionais, o que significa que a maior parte desse desmatamento é ilegal. Vista aérea de fragmentos da Mata Atlântica. A agricultura é a principal causa do desmatamento contínuo. Foto cedida pela Saving Nature. “É realmente alarmante constatar que ainda estamos perdendo grandes áreas de floresta madura”, disse Luis Fernando Guedes Pinto, diretor executivo da Fundação SOS Mata Atlântica à Mongabay. É especialmente preocupante, acrescentou ele, “considerando que a Mata Atlântica é uma área crítica de biodiversidade, a floresta tropical mais devastada do Brasil, uma das mais devastadas do mundo, e protegida por uma lei específica”. Uma nova pesquisa publicada na revista Nature Sustainability analisou mais de 10 mil eventos de desmatamento na Mata Atlântica entre 2010 e 2020. O estudo constatou que o ritmo do desmatamento permaneceu estável, com uma taxa média&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/mata-atlantica-continua-perdendo-grandes-areas-de-floresta-madura-apesar-da-protecao-legal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Relatório vincula JBS à destruição do habitat da onça-pintada</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/07/relatorio-vincula-jbs-a-destruicao-do-habitat-da-onca-pintada/</link>
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					<pubDate>09 Jul 2025 07:20:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Constance Malleret]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Cerrado, Commodities, Conservação da Vida Selvagem, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Mamíferos, Pecuária e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Ao longo de décadas, a expansão agrícola em dois estados brasileiros desmatou uma área de vegetação nativa do tamanho do Reino Unido — e que serve de habitat para a onça-pintada (Panthera onca). Um outro detalhe assusta: quase um quinto dessa perda ambiental ocorreu apenas na última década, segundo um relatório da Global Witness. De [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Ao longo de décadas, a expansão agrícola em dois estados brasileiros desmatou uma área de vegetação nativa do tamanho do Reino Unido — e que serve de habitat para a onça-pintada (Panthera onca). Um outro detalhe assusta: quase um quinto dessa perda ambiental ocorreu apenas na última década, segundo um relatório da Global Witness. De acordo com o documento publicado pelo grupo de defesa ambiental e dos direitos humanos, cerca de 27 milhões de hectares onde vivem as onças foram perdidos até 2023 em trechos de três biomas — Amazônia, Cerrado e Pantanal — nos estados do Pará e do Mato Grosso. Dessa região afetada, 5 milhões de hectares foram desmatados apenas no período entre 2014 e 2023 — e de forma majoritariamente ilegal. A análise revela que parte dessa perda está ligada a fazendas que, de forma indireta, fornecem cabeças de gado para a JBS, líder no ramo de processamento de carne em nível mundial. Os dados trazidos pela entidade vêm à tona no momento em que diversos estados brasileiros atuam de forma contrária aos esforços de fiscalização ambiental. O cenário gera preocupação à medida que o país aperta os cintos para sediar a cúpula climática da ONU (COP30), em Belém, durante o mês de novembro. As onças-pintadas precisam de grandes extensões de florestas intactas para viver e caçar. Como são espécies cruciais para o equilíbrio do meio ambiente, qualquer mudança no território que habitam pode afetar todo o ecossistema ao redor. O drama aumenta ao se considerar que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/relatorio-vincula-jbs-a-destruicao-do-habitat-da-onca-pintada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Agricultura sustentável enfrenta caminho tortuoso em hotspot do desmatamento na Amazônia</title>
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					<pubDate>28 Abr 2025 12:00:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>ALTAMIRA, Pará — Bartolomeu Moraes, mais conhecido como Brasília, foi um líder camponês e sindicalista que atuou na longa e sangrenta luta por terra no Brasil. Em 2002, ele foi morto depois de anos de oposição a fazendeiros da região ao longo da BR-163, no Pará. “Ele viu muita terra nas mãos de pouca gente [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[ALTAMIRA, Pará — Bartolomeu Moraes, mais conhecido como Brasília, foi um líder camponês e sindicalista que atuou na longa e sangrenta luta por terra no Brasil. Em 2002, ele foi morto depois de anos de oposição a fazendeiros da região ao longo da BR-163, no Pará. “Ele viu muita terra nas mãos de pouca gente e queria que as pessoas pudessem usar essa terra para a agricultura familiar”, lembra Raimunda Rodrigues, de apelido Mariana, enquanto caminha pela estrada de chão batido que leva à sua casa. Depois de sua morte, o Estado brasileiro finalmente cedeu e, em 2005, criou um assentamento sustentável (conhecido como PDS, ou Projeto de Desenvolvimento Sustentável) em homenagem a Brasília. Mariana recebeu um lote de terra dentro dos 19.800 hectares do PDS Brasília, uma área maior que Aracaju, capital de Sergipe, que até então pertencia a um único proprietário. O Instituto Nacional da Reforma Agrária (Incra) designou o assentamento a 500 famílias que praticariam a agricultura familiar em seus lotes e usariam uma área maior de floresta conservada para extrair frutos e castanhas. Contudo, 19 anos depois, o cenário é bem diferente. Sem apoio da administração pública, apenas 200 famílias continuam em suas terras. Muitas delas foram forçadas a vendê-las a grandes proprietários (o que é ilegal), que gradualmente reconquistaram a supremacia sobre o território. De acordo com a rede da sociedade civil MapBiomas, mais de dois terços (75%) do assentamento já foi transformado em pastagem para gado, o que é proibido dentro de um PDS.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/agricultura-sustentavel-enfrenta-caminho-tortuoso-em-hotspot-do-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mulheres Krahô lideram guarda indígena para proteger território em Tocantins</title>
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					<pubDate>21 Fev 2025 07:35:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
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							<![CDATA[Alimentos, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Gado, Incêndios, Indígenas, Índios, Madeira, Madeireiras, Óleo de Palma, Pecuária, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soja e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em toda a América do Sul, as comunidades indígenas costumam considerar a proteção territorial como responsabilidade dos homens, enquanto as mulheres geralmente assumem papéis de cuidadoras da casa, da família e da comunidade. No entanto, em Tocantins, as mulheres indígenas das comunidades Krahô formaram um grupo de vigilância exclusivamente feminino para proteger seu território contra [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em toda a América do Sul, as comunidades indígenas costumam considerar a proteção territorial como responsabilidade dos homens, enquanto as mulheres geralmente assumem papéis de cuidadoras da casa, da família e da comunidade. No entanto, em Tocantins, as mulheres indígenas das comunidades Krahô formaram um grupo de vigilância exclusivamente feminino para proteger seu território contra invasores — uma raridade na região. Desde o início das operações, a guarda, denominada Mē Hoprê Catêjê, conseguiu identificar e comunicar à Funai uma ameaça relacionada a uma invasão de seu território. A Terra Indígena Kraolândia, com 303 mil hectares, está localizada no Cerrado, nos municípios de Goiatins e Itacajá. Está sob imensa pressão de madeireiros, caçadores, agronegócio e carvoarias. As águas do povo Krahô foram contaminadas por agrotóxicos aplicados nas plantações de soja e algodão próximas. O grupo, que conta com o apoio da Funai, do Centro de Trabalho Indigenista (CTI) e da empresa de tecnologia Awana Digital, foi criado durante uma reunião de defesa territorial das mulheres em setembro do ano passado. Durante oito dias, as mulheres Krahô se reuniram com outras guardiãs indígenas, incluindo as Guajajara de Arariboia e as Guajajara de Caru, para compartilhar ideias e experiências. “No passado, as mulheres não podiam fazer parte de nenhuma liderança”, disse à Mongabay Luzia Krahô, ou Kruw, uma das 13 integrantes do grupo recém-formado. “As mulheres ficavam em casa para cuidar da família e dos filhos. Mas hoje em dia vejo mudanças. Temos a coragem de enfrentar os perigos para proteger nosso território.”&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/mulheres-kraho-lideram-guarda-indigena-para-proteger-territorio-em-tocantins/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Investigação detalha estratégias de um dos maiores grileiros da Amazônia</title>
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					<pubDate>17 Fev 2025 18:50:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>Em 15 de fevereiro de 2021, o pecuarista brasileiro Bruno Heller assinou um contrato em que vendia a fazenda Serra Formosa a um de seus funcionários. Passados mais de dois anos, quando Heller foi alvo de uma grande operação da Polícia Federal contra a grilagem, ficou claro que a suposta venda foi o primeiro passo [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 15 de fevereiro de 2021, o pecuarista brasileiro Bruno Heller assinou um contrato em que vendia a fazenda Serra Formosa a um de seus funcionários. Passados mais de dois anos, quando Heller foi alvo de uma grande operação da Polícia Federal contra a grilagem, ficou claro que a suposta venda foi o primeiro passo de um sofisticado plano para roubar e desmatar uma grande extensão de terras públicas. A data do contrato, 16 de março de 2006, era muito anterior à data em que o documento fora efetivamente redigido. Mas havia outros problemas. De acordo com investigadores, o contrato era uma obra de ficção. A propriedade de 3 mil hectares nunca foi de fato vendida para o funcionário de Heller, que era apenas um laranja – estratégia comum na Amazônia brasileira para evitar punições por atividades criminosas. Heller sabia que suas próximas ações não passariam despercebidas, e preparava o terreno para que as autoridades colocassem a culpa em outra pessoa. As investigações mostraram que a especialidade do fazendeiro não é nem o gado, nem o plantio, mas sim a grilagem de terras no sudoeste do Pará, às margens da BR-163 – um dos principais hotspots do desmatamento na Amazônia, onde grandes extensões de floresta foram desmatadas para dar lugar à pecuária bovina e às plantações de soja. Lá, no município de Altamira, perto do distrito de Castelo dos Sonhos, Heller e seus familiares registraram mais de 24 mil hectares de terra em seus nomes, equivalente à área urbana da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/investigacao-detalha-estrategias-de-um-dos-maiores-grileiros-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>‘A Mata Atlântica está morrendo’: entrevista com Ricardo Cardim</title>
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					<pubDate>13 Fev 2025 13:37:12 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Gado, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Pecuária, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Queimadas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Na casa de Ricardo Cardim, a mata subiu no telhado. No bom sentido: sobre sua cabeça e as de sua família agora prosperam dois microecossistemas: uma amostra de como eram os campos nativos da cidade de São Paulo (os chamados Campos de Piratininga) e uma “floresta-bonsai”: um exemplar de Mata Atlântica em formato reduzido, mas [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Na casa de Ricardo Cardim, a mata subiu no telhado. No bom sentido: sobre sua cabeça e as de sua família agora prosperam dois microecossistemas: uma amostra de como eram os campos nativos da cidade de São Paulo (os chamados Campos de Piratininga) e uma “floresta-bonsai”: um exemplar de Mata Atlântica em formato reduzido, mas com alta diversidade. “Isso aqui é um laboratório&#8221;, ele diz, referindo-se aos experimentos paisagísticos com espécies nativas que vem fazendo há décadas. Não só isso como todo o paisagismo de sua casa no bairro de Alto de Pinheiros é um grande laboratório doméstico da flora da Mata Atlântica, localizado a duas quadras de onde corre, moribundo, um Rio Pinheiros fétido, retilíneo e desprovido das florestas que um dia cresceram em suas margens. A Mata Atlântica vem sendo uma obsessão do botânico e paisagista Ricardo Cardim desde, quando adolescente, fotografava as grandes árvores do bioma que encontrava pelo caminho. Mal sabia que, anos mais tarde, essa busca se tornaria um livro: Remanescentes da Mata Atlântica: As grandes árvores da floresta original e seus vestígios, esgotado em sua primeira edição e relançado agora em versão ampliada, com 200 novas imagens. É, como ele diz, uma “história visual da Mata Atlântica”, onde reúne fotos históricas da floresta que já tombou e imagens atuais, captadas pelo fotógrafo Cássio Vasconcellos, das últimas árvores gigantes da floresta. Restam poucas, muito poucas, dessas árvores em uma floresta reduzida a 12,4% de sua extensão original, resultado de cinco séculos servindo como matéria-prima para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/a-mata-atlantica-esta-morrendo-entrevista-com-ricardo-cardim/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cerrado é o bioma mais beneficiado por iniciativa milionária lançada na COP</title>
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					<pubDate>22 Mar 2024 16:13:04 +0000</pubDate>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Pecuária, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Uma aliança lançada na Conferência do Clima (COP) de 2021 já destinou US$ 240 milhões (R$ 1,18 bilhão) para projetos que aliam o aumento da produtividade rural à preservação ambiental no Brasil. A Inovação Financeira para a Amazônia, Cerrado e Chaco (IFACC, da sigla em inglês) é liderada pela Tropical Forest Alliance (TFA), The Nature [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/cerrado-e-o-bioma-mais-beneficiado-por-iniciativa-milionaria-lancada-na-cop/" data-wpel-link="internal">Cerrado é o bioma mais beneficiado por iniciativa milionária lançada na COP</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma aliança lançada na Conferência do Clima (COP) de 2021 já destinou US$ 240 milhões (R$ 1,18 bilhão) para projetos que aliam o aumento da produtividade rural à preservação ambiental no Brasil. A Inovação Financeira para a Amazônia, Cerrado e Chaco (IFACC, da sigla em inglês) é liderada pela Tropical Forest Alliance (TFA), The Nature Conservancy (TNC) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), e já conta com 16 signatários, entre eles o banco Santander e a gigante dos agrotóxicos Syngenta. &#8220;Vemos um papel importante não só do setor financeiro, de colocar dinheiro na mesa, mas também de empresas que dependem da soja e do gado do Brasil no sentido de contribuírem [para a iniciativa]&#8221;, diz Danielle Carreira, diretora de engajamento com o setor financeiro da TFA. Ela explica que o principal objetivo da iniciativa é incluir o produtor na agenda da sustentabilidade, sem que ele tenha que abrir mão de continuar crescendo. &#8220;Queremos trazer a voz do produtor para a conversa.&#8221; Dos onze projetos apoiados pela iniciativa, sete estão no Cerrado, que recebeu quase a totalidade dos recursos: US$ 234,5 milhões (R$ 1,16 bilhão), ou 98% do total. O dinheiro está sendo aplicado em projetos de recuperação de pastagens degradadas, incentivo à preservação de vegetação nativa e aumento da produtividade em áreas já desmatadas.  O protagonismo do bioma não é à toa. O Cerrado é a maior e mais biodiversa savana tropical do mundo, ao mesmo tempo em que responde por 60% da produção agrícola&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/cerrado-e-o-bioma-mais-beneficiado-por-iniciativa-milionaria-lancada-na-cop/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Nova fronteira agrícola na Amazônia ameaça terras protegidas</title>
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					<pubDate>05 Out 2023 05:59:14 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ana Ionova]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Água, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Grilagem, Incêndios, Infraestrutura, Mineração, Motores do Desmatamento, Ouro, Pecuária, Queimadas e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>O desmatamento na região sul do Amazonas, uma das áreas mais bem preservadas da Amazônia brasileira, está aumentando rapidamente à medida que garimpeiros ilegais, agricultores, pecuaristas e grileiros avançam na esteira da BR-319.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/10/nova-fronteira-agricola-na-amazonia-ameaca-terras-protegidas/" data-wpel-link="internal">Nova fronteira agrícola na Amazônia ameaça terras protegidas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA TENHARIM MARMELOS, AM &#8211; Em um ponto remoto da Amazônia, helicópteros da Polícia Federal pairavam sobre uma enorme clareira na floresta tropical. Abaixo deles, crateras e poças lamacentas de esgoto marcavam o solo. Quando o esquadrão fortemente armado pousou, encontrou uma área desmatada do tamanho de 118 campos de futebol no interior da Terra Indígena Tenharim Marmelos e do Parque Nacional dos Campos Amazônicos, duas reservas que deveriam estar sob estrita proteção federal. Rapidamente, eles incendiaram os acampamentos improvisados e o maquinário pesado usado pelos garimpeiros ilegais para extrair ouro do solo rico em minerais nas profundezas da floresta tropical. No total, as autoridades destruíram caminhões, motores, bombas e dragas no valor de 8 milhões de reais durante a missão, ocorrida em julho deste ano. A ação, parte de uma operação apelidada de “Retomada”, é a mais recente de uma série de tentativas do novo governo brasileiro para deter o rápido avanço do desmatamento e dos crimes ambientais que assolam o sul do estado do Amazonas, região que abriga alguns dos trechos mais bem preservados da Amazônia e alguns de seus rios mais importantes. “Esta é uma região realmente crucial, tanto ecologicamente quanto para regular o clima”, diz Paulo Moutinho, cientista sênior do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). “A floresta tropical é água. E conforme vemos o avanço do desmatamento, a floresta está secando.” Os quatro municípios que enfrentam os maiores níveis de destruição nesta região — Apuí, Novo Aripuanã, Manicoré e Humaitá — registraram juntos mais de 1,25 milhão&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/10/nova-fronteira-agricola-na-amazonia-ameaca-terras-protegidas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Caubóis da floresta: cultura dos rodeios invade a Amazônia</title>
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					<pubDate>22 Mai 2023 07:40:55 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Heinar Maracy]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Infraestrutura, Motores do Desmatamento, Pecuária e Queimadas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Na esteira do desmatamento que avança sobre a Floresta Amazônica, cresce no sul do Pará um fenômeno cultural, associado à pecuária: rodeios ao estilo norte-americano, semelhantes aos que ocorrem no interior de São Paulo.</p>
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]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Nem bem o sol desponta por trás dos montes, a cavalgada já está a mil no Parque de Exposição Agropecuária. Cavaleiros montando potentes zebus ou mulas enfeitadas de argolas de ferro. Mulheres desfilando em roupas de cores festivas, carregadas de lantejoulas. A moda é sincrética: biquínis com chapéu de caubóis ou cocares de indígenas norte-americanos. A música sertaneja bomba nas alturas, enquanto locutores saúdam autoridades e animam o público. A carne é distribuída generosamente entre a população local. Podia ser Barretos, capital paulista dos rodeios. Podia ser o Texas. Mas é Canaã dos Carajás, no sudeste do Pará, nas bordas da Amazônia. O município nasceu há quarenta anos, com a regularização de terras de grileiros, mas teve seu boom no início deste milênio, após a descoberta de enormes jazidas de minério de ferro. Em três anos, de 2010 a 2013, sua população triplicou. Hoje são quase 40 mil habitantes. Depois da mineração (legal e ilegal), veio a pecuária, que contribuiu para o aumento exponencial do desmatamento não só em Canaã dos Carajás como  em toda Amazônia paraense, sobretudo ao longo do chamado do Arco do Desmatamento – a grande franja de pastagem que vem comendo a Floresta Amazônica pelas bordas. &#8220;Isso aqui tudo ao redor era mata”, lembra Manoel dos Santos, que está na região desde os tempos da corrida do ouro de Serra Pelada. “Parauapebas não existia, Curionópolis não existia”, diz, citando algumas das muitas cidades que cresceram naquela parte do Pará. “Era caititu, anta, tatu, paca, veado-mateiro. No&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/caubois-da-floresta-a-cultura-dos-rodeios-invade-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Por que plantar árvores não é a melhor solução para restaurar o Cerrado</title>
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					<pubDate>09 Mar 2023 07:29:34 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Evanildo da Silveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alterações Climáticas, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Incêndios, Monocultura, Pecuária, Queimadas, Reflorestamento, Soja e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Quase metade do Cerrado já foi desmatado, e não são poucas as iniciativas que propõem restaurá-lo plantando florestas. Reflorestar o Cerrado com árvores pode descaracterizar o bioma, causar alterações na biodiversidade e impactar a disponibilidade de água no solo.</p>
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]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Enquanto os olhos e a indignação do mundo se voltam para os desmatamentos e queimadas na Amazônia, o Cerrado, o segundo maior bioma brasileiro — 2 milhões de quilômetros quadrados — vai sendo destruído em silêncio, como se fosse às escondidas. Hoje, apenas 54,4% da região continua coberta por vegetação nativa – e uma proporção bem menor (em torno de 20%) permanece inalterada. Por isso, não são poucos os que propõem recuperar o bioma plantando florestas. É um erro, no entanto. O Cerrado é uma savana, e savana não é floresta degradada. Como explica a engenheira florestal Giselda Durigan, do Laboratório de Ecologia e Hidrologia do Instituto de Pesquisas Ambientais do Estado de São Paulo, quando se fala em “recuperar uma área degradada” é preciso, primeiro, entender o que é “degradação”. “Entre savanas e florestas, este termo tem definições bastante distintas”, diz.“No Cerrado, existem condições muito diferentes de degradação e, para cada uma, os desafios de restauração serão também diversos.” O processo de ocupação e, consequentemente, de modificação mais intensa do Cerrado começou na virada dos anos 50 para 60 do século passado, quando vieram as estradas e ferrovias, pelas quais chegaram os migrantes. Vinham atraídos pelas políticas agrícolas desenvolvimentistas do governo, que queria integrar aquele território ao restante do país. Criaram-se assim as condições para a expansão da agricultura comercial. O resultado disso é o estado de degradação em que se encontra metade do Cerrado. Para piorar, as áreas de vegetação remanescentes estão fragmentadas e sob pressão de conversão nas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/03/por-que-plantar-arvores-nao-e-a-melhor-solucao-para-restaurar-o-cerrado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Corte legal ou desmatamento zero? Europa e EUA debatem as regras para compra de commodities</title>
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					<pubDate>17 Nov 2022 08:26:54 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[John Cannon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Energia, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Mineração, Ouro, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>O desmatamento das florestas tropicais é um custo que nosso planeta paga todos os dias pelos alimentos que comemos. Do óleo de palma em nosso sorvete, passando pelo bife em nossas mesas, à soja que alimenta as galinhas cujos ovos fritamos, muito do que consumimos é obtido às custas das florestas. Somente em 2018, 614 [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O desmatamento das florestas tropicais é um custo que nosso planeta paga todos os dias pelos alimentos que comemos. Do óleo de palma em nosso sorvete, passando pelo bife em nossas mesas, à soja que alimenta as galinhas cujos ovos fritamos, muito do que consumimos é obtido às custas das florestas. Somente em 2018, 614 quilômetros quadrados de floresta desapareceram na Amazônia brasileira e no Cerrado para dar lugar a plantações de soja, de acordo com um estudo publicado em novembro de 2021 na revista Environmental Research Letters. Uma vez que o Brasil exporta a maior parte de sua soja, os países importadores dividem a responsabilidade pela perda dessa vegetação. Florestas exploradas e plantações de palmeiras na porção malaia da ilha de Bornéu. Foto: Rhett A. Butler/Mongabay Uma linha de pensamento defende que mercados consumidores como a União Europeia e os Estados Unidos devem restringir a importação de bens somente se eles foram produzidos em terras ilegalmente desmatadas no país de origem. Os defensores desta abordagem centrada na &#8220;legalidade&#8221; argumentam que ela respeita a soberania dos países produtores e estabelece as bases para uma colaboração que poderia eventualmente ser direcionada à eliminação do desmatamento nas cadeias produtivas. Outros, incluindo os pesquisadores que escreveram o estudo citado acima, argumentam que os países consumidores devem proibir ou sancionar qualquer importação ligada ao desmatamento, legal ou não. A lógica por trás desta abordagem de &#8220;desmatamento zero&#8221; se baseia no fato de que as leis em países como o Brasil não proíbem todo desmatamento.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/11/corte-legal-ou-desmatamento-zero-europa-e-eua-debatem-as-regras-para-compra-de-commodities/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>“O Brasil vai voltar ao multilateralismo climático com toda a força”: entrevista com Marina Silva</title>
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					<pubDate>07 Nov 2022 19:48:55 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Jaqueline Sordi]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Energia, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Mineração, Ouro, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Mulher, preta e amazônida, a ex-ministra do Meio Ambiente e recém-eleita deputada federal Marina Silva é hoje uma das mais complexas e fascinantes figuras da política brasileira. Filha de seringueiros e alfabetizada aos 16 anos, sua força e consistência intelectual contrastam com o corpo frágil, resultado de uma série de doenças que a acometeram ao [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Mulher, preta e amazônida, a ex-ministra do Meio Ambiente e recém-eleita deputada federal Marina Silva é hoje uma das mais complexas e fascinantes figuras da política brasileira. Filha de seringueiros e alfabetizada aos 16 anos, sua força e consistência intelectual contrastam com o corpo frágil, resultado de uma série de doenças que a acometeram ao longo da vida, como malária, contaminação por mercúrio e leishmaniose. Nada disso foi empecilho para que percorresse uma trajetória de conquistas na política e no cenário internacional. Nas eleições de 2022, Silva se reconciliou com o partido do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, de quem foi ministra entre 2003 e 2008. A ambientalista foi um dos nomes de peso da frente ampla que derrotou o presidente Jair Bolsonaro no segundo turno realizado em 30 de outubro por uma margem de apenas 1,8 ponto percentual. Em troca do apoio, Marina Silva incluiu uma série de compromissos ambientais no plano de governo de Lula. Sua trajetória de sucesso na política é fruto de uma formação que começou com a convivência com povos indígenas e ribeirinhos e seguiu por meio do diálogo com intelectuais europeus ao graduar-se em história e se especializar em psicopedagogia e teoria psicanalítica. Com uma carreira política ascendente que começou aos 30 anos, quando foi eleita vereadora no município de Rio Branco, no estado do Acre, Marina teve uma atuação fundamental no campo ambiental ao assumir o cargo de ministra do Meio Ambiente durante o governo Lula, em 2003. Neste período, implantou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/11/o-brasil-vai-voltar-ao-multilateralismo-climatico-com-toda-a-forca-entrevista-com-marina-silva/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Barragens: é possível reduzir seus impactos no meio ambiente?</title>
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					<pubDate>21 Out 2022 15:29:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Petro Kotzé]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[África, Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Energia, Estradas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Hidrelétricas, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Monocultura, Pecuária, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Rios, Soja e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>A construção de barragens é uma das ferramentas mais antigas para gerenciamento de água doce. A prática atingiu um pico internacional nas décadas de 1960 e 1970, porém, nos últimos anos, a construção de barragens vem enfrentando críticas globais crescentes à medida que se acumula o alto preço ambiental pago por seus benefícios.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/as-barragens-do-mundo-causa-de-grandes-danos-mas-e-um-problema-gerenciavel/" data-wpel-link="internal">Barragens: é possível reduzir seus impactos no meio ambiente?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Stephen Midzi, gerente de conservação da biodiversidade do icônico Parque Nacional Kruger da África do Sul, quer que você saiba que ele não é uma “pessoa antibarragens”. “Não me entenda mal”, diz ele, acrescentando, “mas também acho que é uma coisa boa permitir que os rios sejam o que os rios deveriam ser”. Midzi é um defensor de cursos de água de fluxo livre que oferecem conectividade irrestrita para a biodiversidade aquática e terrestre. Mas desde 1911, o Kruger, uma das maiores áreas protegidas da África, não foi gerenciada dessa maneira. Ao longo das décadas, os supervisores do parque reformularam os córregos e aquíferos da reserva, tentando melhorar o que a natureza sempre fez e atender aos animais do parque com um abastecimento de água abundante e garantido. Ao longo do tempo, 97 açudes e barragens (de concreto e de terra) foram construídos, além de bacias de captação alimentadas por poços perfurados. Mas esse suprimento de água espaçado e uniformemente distribuído não trouxe melhoras. Em vez disso, causou sobrepastoreio severo, degradação e erosão em torno dos reservatórios, uma vez que os animais deixaram de se mover pela savana em busca de fontes de abastecimento durante a estação seca. A predação aumentou com o número de animais num mesmo local, causando o declínio de algumas espécies, e muitos morreram pelo envenenamento das águas causado pelo acúmulo de esterco de hipópotamos, o que alimentava cianobactérias tóxicas. Espécies como a zebra foram diretamente afetadas pela construção de barragens no Parque Nacional Kruger: concentradas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/as-barragens-do-mundo-causa-de-grandes-danos-mas-e-um-problema-gerenciavel/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Mato Grosso: crime ambiental financiou metade da atual legislatura</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/09/mato-grosso-crime-ambiental-financiou-metade-da-atual-legislatura/</link>
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					<pubDate>15 Set 2022 07:37:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Caio de Freitas Paes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Incêndios, Lei Ambiental, Pecuária e Queimadas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Nas eleições de 2018, 422 candidatos em todas as Unidades da Federação receberam doações de pessoas e sócios de empresas ligadas a crimes ambientais na Amazônia; 156 deles foram eleitos. Mato Grosso foi o líder em doações: 62 candidatos receberam R$ 6 milhões de infratores multados pelo Ibama. Total das multas por crimes ambientais desses financiadores supera R$ 260 milhões.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/mato-grosso-crime-ambiental-financiou-metade-da-atual-legislatura/" data-wpel-link="internal">Mato Grosso: crime ambiental financiou metade da atual legislatura</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em março passado, começou a tramitar no Congresso um projeto de lei que prevê a retirada de Mato Grosso da Amazônia Legal para, assim, ampliar o desmatamento no estado. Atualmente, donos de imóveis rurais por lá devem preservar 80% da área de suas propriedades, mas, caso a proposta vire lei, terão de manter intactos apenas 35% de suas terras. Para se ter ideia, a nova lei liberaria uma área de 10 milhões de hectares para desmate, algo equivalente aos estados de Espírito Santo e Rio de Janeiro somados. Chama atenção o fato de um levantamento obtido pela Mongabay mostrar que tanto o deputado responsável por este projeto, Juarez Costa (MDB), quanto o relator da matéria, Neri Geller (PP), contaram com financiamento de infratores ambientais na eleição passada. Em 2018, Costa e Geller foram eleitos por Mato Grosso, estado brasileiro que, naquele pleito, mais reuniu candidatos financiados por infratores ambientais punidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) por crimes na Amazônia. O mesmo levantamento também destaca o valor total de punições aplicadas pelo Ibama em Mato Grosso. Doadores a campanhas eleitorais em 2018 respondiam por mais de R$260 milhões em multas por crimes ambientais no estado. As descobertas constam em uma análise do instituto de pesquisa independente Plataforma Cipó em parceria com o estúdio de inteligência em dados Lagom Data. O levantamento expõe as relações entre infratores ambientais — multados ou que tiveram parte de suas terras embargadas — e o financiamento de candidatos a cargos executivos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/mato-grosso-crime-ambiental-financiou-metade-da-atual-legislatura/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Como o Brasil se conecta à Amazônia pelos crimes ambientais</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/08/como-o-brasil-se-conecta-a-amazonia-pelos-crimes-ambientais/</link>
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					<pubDate>18 Ago 2022 07:31:27 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Incêndios, Lei Ambiental, Pecuária e Queimadas]]>
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							<![CDATA[<p>Dos 27 estados brasileiros, 24 estão conectados à Amazônia pelos crimes ambientais. Essas ramificações, identificadas a partir de dados de mais de 300 operações da Polícia Federal entre 2016 e 2021, envolvem 254 municípios.</p>
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							<![CDATA[Em vez de elos construídos com o restante do país pelas potencialidades de seu patrimônio natural e cultural de valor inestimável, são os crimes ambientais que conectam quase todo o Brasil à Amazônia. Uma análise realizada pelo Instituto Igarapé constatou que, em 24 dos 27 estados brasileiros, existem ramificações ligadas ao desmatamento como motor impulsionador de atividades econômicas ilegais na Amazônia. As exceções são Alagoas, Paraíba e Pernambuco. Práticas como o roubo de madeira, o garimpo (principalmente de ouro) e a grilagem de terras públicas, estão, segundo a análise, diretamente conectadas a crimes que se espalham por todo o país, entre eles sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, corrupção, associação criminosa, estelionato e tráfico de animais silvestres. Um total de 254 municípios brasileiros e oito cidades da América do Sul integra essa teia de negócios ilícitos que contribui direta e indiretamente para a degradação da maior floresta tropical do mundo. Área desmatada no município de Careiro da Várzea (AM), próximo ao território do povo Mura. Foto: Alberto César Araújo/Amazônia Real Na Amazônia, o Pará é o estado que lidera com mais aparições no mapeamento, com 161 localidades em 46 municípios envolvidos. Na sequência estão Rondônia (122 localidades em 29 municípios) e Amapá (101 localidades em 10 municípios). Fora da região, o destaque é o estado de São Paulo (36 localidades), seguido de Paraná (14) e Goiás (10). Analisando informações geradas por mais de 300 operações da Polícia Federal (PF), realizadas entre 2016 e 2021 na região, pesquisadores constataram que a economia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/como-o-brasil-se-conecta-a-amazonia-pelos-crimes-ambientais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Capital estrangeiro empodera frigoríficos do Brasil e ajuda a desmatar a Amazônia</title>
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					<pubDate>20 Jul 2022 19:22:31 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Moyra Ashford e Sue Branford]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Incêndios, Lei Ambiental, Pecuária e Queimadas]]>
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							<![CDATA[<p>Para conquistar o mercado mundial, os três grandes frigoríficos brasileiros – JBS, Marfrig e Minerva – foram atrás de capital estrangeiro. Hoje são todos transnacionais, com os fundadores originais possuindo apenas ações minoritárias. Investidores estrangeiros, incluindo empresas de gestão de ativos e fundos de pensão, agora possuem grandes participações, o que significa que cidadãos comuns nos EUA e na Europa estão ajudando a financiar o desmatamento da Amazônia por meio de seus investimentos.</p>
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							<![CDATA[É amplamente aceito que o avanço da pecuária representa 70% do desmatamento da Amazônia, com a taxa de corte da floresta tropical acelerando drasticamente desde que Jair Bolsonaro assumiu a presidência no início de 2019. No primeiro semestre de 2022, segundo dados do Deter/Inpe, 3.987 km2 de floresta foram perdidos &#8211; número mais alto para o período desde 2016. Não por acaso, desde o início dos anos 2000, o maior crescimento de frigoríficos e rebanhos de gado no Brasil aconteceu na Amazônia Legal. Menos reconhecido fora dos círculos financeiros, porém, é o papel que o capital internacional, particularmente dos Estados Unidos, desempenha na destruição da Amazônia por meio de seus investimentos no setor de carne bovina do Brasil. De fato, o capital estrangeiro – na forma de participações, empréstimos e compra de títulos – hoje supera o capital brasileiro na JBS, Marfrig e Minerva, os três grandes frigoríficos do país. Essa afirmação é baseada em evidências encontradas pela pesquisa da Mongabay em bolsas de valores brasileiras e norte-americanas, estudos acadêmicos, relatórios de empresas e processos judiciais. Esses investimentos estrangeiros transformaram o Brasil no segundo maior produtor mundial de carne bovina e seu principal exportador. Isso significa que muitos trabalhadores assalariados fora do Brasil estão ajudando a alimentar o desmatamento da Amazônia por meio de seus investimentos indiretos nessas empresas. A Minerva, por exemplo, lista bombeiros de Los Angeles, funcionários públicos dos estados da Califórnia e Ohio, trabalhadores ferroviários dos EUA e professores de Illinois entre seus acionistas. É bem provável&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/07/capital-estrangeiro-empodera-frigorificos-do-brasil-e-ajuda-a-desmatar-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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