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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Eleições no Brasil podem colocar 95% da Amazônia nas mãos da direita</title>
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					<pubDate>30 Set 2026 12:44:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Comércio Internacional, Corrupção, Crime Ambiental, Desmatamento, Governança, Grilagem, Justiça Social, Motores do Desmatamento, Política Ambiental, Responsabilidade Ambiental e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>A agenda antiambiental está tomando o continente. O Brasil pode ser o próximo.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/eleicoes-no-brasil-podem-colocar-95-da-amazonia-nas-maos-da-direita/" data-wpel-link="internal">Eleições no Brasil podem colocar 95% da Amazônia nas mãos da direita</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 2027, cinco dos nove países amazônicos poderão estar sob o comando de governos de direita e de extrema direita. Segundo especialistas, esse cenário traria uma série de novos riscos ao bioma sul-americano. Fronteira afora, países vizinhos do Brasil, como Peru, Colômbia, Bolívia e Equador, já elegeram presidentes que explicitamente favorecem o agronegócio e a mineração em detrimento de pautas ambientais e de conservação. O Brasil, a depender do desfecho das eleições de outubro, poderia ser a próxima nação a entrar na lista — um cenário com impactos significativos, uma vez que o país abriga mais de 60% da Amazônia. Pesquisas revelam um cenário incerto na corrida presidencial, marcada pela disputa entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022), cuja gestão foi marcada pelo desmonte da fiscalização ambiental e pelo aumento dos índices de desmatamento, Flávio concorre no lugar do pai, declarado inelegível e atualmente preso por tentativa de golpe de Estado. De acordo com especialistas, a eleição brasileira será decisiva para a Amazônia e os demais biomas do país, sobretudo à medida que o filho do ex-mandatário se mostra disposto a retomar as políticas ambientais que marcaram a gestão de Jair. Nessa equação também está inserida a Venezuela, cujo governo está há meses sob intervenção econômica e política dos Estados Unidos. A interferência do governo de Donald Trump também pressiona Caracas a ampliar a agenda petrolífera e a assinar novos acordos no setor de mineração, o que vem despertando novas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/eleicoes-no-brasil-podem-colocar-95-da-amazonia-nas-maos-da-direita/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo no rio Araguaia aponta que desmatamento pode elevar contaminação de mercúrio em peixes</title>
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					<pubDate>28 Set 2026 07:06:38 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amaitê Santos]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
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							<![CDATA[Água, Amazônia, Cerrado, Comida, Doenças, Fauna marinha, Garimpo, Mineração, Peixes, Pesca, Queimadas e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista Environmental Geochemistry and Health encontrou concentrações elevadas de mercúrio em diferentes espécies de peixes do Lago Puruzinho, em Humaitá (AM), na bacia do rio Madeira, e em lagos de várzea da bacia do rio Araguaia. O trabalho identificou um padrão que chama atenção: sinais de biomagnificação do mercúrio também foram [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um estudo publicado na revista Environmental Geochemistry and Health encontrou concentrações elevadas de mercúrio em diferentes espécies de peixes do Lago Puruzinho, em Humaitá (AM), na bacia do rio Madeira, e em lagos de várzea da bacia do rio Araguaia. O trabalho identificou um padrão que chama atenção: sinais de biomagnificação do mercúrio também foram observados nos peixes do Araguaia, onde a mineração de ouro teve episódios historicamente mais breves e espacialmente restritos.  A comparação sugere que a presença de mercúrio nos peixes pode estar relacionada não apenas à mineração de ouro, mas também a outras alterações ambientais, como o desmatamento e as queimadas. O resultado amplia a discussão sobre as possíveis fontes do contaminante e sobre a exposição de populações que dependem do pescado como alimento.  A pesquisa comparou peixes de duas bacias hidrográficas com históricos ambientais distintos. De um lado, o rio Madeira, na Amazônia, marcado por décadas de impactos associados ao garimpo, ao desmatamento e à construção de hidrelétricas. Do outro, o rio Araguaia, no Cerrado, onde o avanço da soja, da pecuária, do desmatamento e das queimadas transformou a paisagem.  Segundo o pesquisador Lucas Cabrera Monteiro, doutorando em Ecologia pela Universidade de Brasília (UnB), um dos autores do estudo, a comparação surgiu a partir de conversas com o professor Wanderley Rodrigues Bastos, da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), que pesquisa a presença de mercúrio na Amazônia. Bastos havia percebido que os níveis encontrados em peixes do Araguaia se aproximavam daqueles registrados no Madeira.  A diferença entre&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/estudo-no-rio-araguaia-aponta-que-desmatamento-pode-elevar-contaminacao-de-mercurio-em-peixes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Redução da área protegida na Floresta do Jamanxim ameaça acelerar desmatamento no Pará</title>
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					<pubDate>25 Set 2026 09:21:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Annady Borges]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos de terra, Conservação de Florestas Tropicais, Demarcação Territorial, Desmatamento, Florestas Tropicais, Lei Ambiental, Mineração, Motores do Desmatamento, Parques Nacionais e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Criada em 2006, no contexto da pavimentação da rodovia BR-163, obra que ameaçava acelerar o desmatamento na região, a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim nasceu com o objetivo de frear o avanço da derrubada da floresta amazônica ao longo da rodovia, assegurar a preservação ecológica e promover o manejo florestal sustentável. Localizada no município de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Criada em 2006, no contexto da pavimentação da rodovia BR-163, obra que ameaçava acelerar o desmatamento na região, a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim nasceu com o objetivo de frear o avanço da derrubada da floresta amazônica ao longo da rodovia, assegurar a preservação ecológica e promover o manejo florestal sustentável. Localizada no município de Novo Progresso, no Pará, a unidade de conservação soma atualmente 1,3 milhão de hectares, e é um dos principais blocos de proteção do chamado mosaico de Unidades de Conservação , criado para conter o desmatamento nas proximidades da BR-163. Quase 20 anos depois, esse cenário pode ser revertido. O Senado brasileiro aprovou em julho um projeto de lei que reduz os limites da Flona do Jamanxim e transforma 486 mil hectares de seu território em uma nova Área de Proteção Ambiental (APA). A APA é uma categoria de proteção mais branda do que a Flona, permitindo a existência de propriedades privadas dentro de seus limites. A proposta agora aguarda sanção presidencial.  Primeira versão do projeto de lei Essa não é a primeira tentativa de reduzir os limites da Flona do Jamanxim. Alice Dandara, advogada do Instituto Socioambiental (ISA), relembrou em entrevista à Mongabay, que a proposta de redução já havia sido apresentada em 2017, no governo de Michel Temer, dentro de um pacote de medidas que buscava reduzir a proteção de unidades de conservação na região para viabilizar a construção da ferrovia Ferrogrão. Alice relata que a proposta não avançou nos governos seguintes, permaneceu parada&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/reducao-da-area-protegida-na-floresta-do-jamanxim-ameaca-acelerar-desmatamento-no-para/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Ameaças levam servidores ambientais a defender porte de armas</title>
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					<pubDate>21 Set 2026 07:44:09 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Natasha Meneguelli]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Crime Ambiental, Justiça Social, Lei Ambiental e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Órgãos de defesa ambiental discutem se armas são a melhor resposta à violência.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/ameacas-levam-servidores-ambientais-a-defender-porte-de-armas/" data-wpel-link="internal">Ameaças levam servidores ambientais a defender porte de armas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em meio à corrida eleitoral no Brasil, diferentes propostas para ampliar o porte de armas de fogo a servidores ambientais tramitam no Legislativo — e já contam com o apoio de alguns profissionais do setor. As medidas em discussão têm como foco tanto instituições que hoje não possuem essa autorização, como a Funai e órgãos estaduais e municipais de meio ambiente, quanto entidades federais que já preveem a sua utilização. É o caso do Ibama e do ICMBio, cujos servidores buscam autorização para portar armamento fora do horário de trabalho, por medo de represálias. No Senado Federal, o PL 2326/2022, que autoriza o armamento de funcionários da Funai “em atividades de fiscalização”, segue em análise após passar por diferentes comissões. Já na Câmara dos Deputados, o PL 5429/2023, que versa sobre o porte de arma para servidores da mesma fundação “que efetivamente exerçam atividades em terras indígenas”, também aguarda novo avanço. O escopo das medidas vem aumentando. Em 2025, a Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado aprovou uma emenda ao PL 2326/2022, que passou a contemplar também os servidores do Ibama e do ICMBio, cujo direito ao porte de arma em serviço já é previsto por lei e por regulamentos específicos. “Nós precisamos garantir que não seja ‘uma aventura’ trabalhar na Funai”, disse Wagner Pereira Sena, diretor da Associação Nacional dos Servidores da Funai (Ansef) e servidor público há mais de 45 anos. Segundo Sena, que também é especialista em gestão territorial e regularização fundiária em terras indígenas, convencer&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/ameacas-levam-servidores-ambientais-a-defender-porte-de-armas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>10 iniciativas indígenas de retomada do território</title>
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					<pubDate>15 Set 2026 09:51:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agroecologia, Agrofloresta, Água, Amazônia, Ambientalistas, Áreas Protegidas, Ativismo, Caatinga, Cerrado, Comida, Comunidades Tradicionais, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Etnocídio, Florestas, Garimpo, Grilagem, Indígenas, Índios, Justiça Social, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Medicina tradicional, Povos indígenas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental, Sustentabilidade, Tecnologia e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em vez de se limitarem a defender o que resta, estas comunidades passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">10 iniciativas indígenas de retomada do território</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em diferentes regiões do Brasil, povos indígenas têm recuperado terras transformadas em pastagens, degradadas pelo garimpo ou usadas como depósito de lixo, assumindo também o trabalho de restaurar a vegetação e restabelecer as condições para viver nesses lugares. São comunidades que avançam na direção contrária à das frentes de destruição: em vez de se limitarem a defender o que resta, passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido. Destacamos aqui 10 reportagens publicadas pela Mongabay sobre como diversos povos indígenas do país, aliando tecnologia e saberes ancestrais, estão transformando seus territórios em lugares melhores para se viver. &nbsp; Ritual na Terra Indígena Maxakali (MG). Foto: Xavier Bartaburu/Mongabay. Por que os Maxakali estão convocando os espíritos para recuperar a Mata Atlântica Confinados em pequenas terras indígenas tomadas por pastagens no nordeste de Minas Gerais, os Tikmũ’ũn/Maxakali estão recuperando áreas de Mata Atlântica e implantando quintais agroflorestais por meio do projeto Hãmhi. Iniciada em 2023, a iniciativa forma e remunera agentes agroflorestais e viveiristas indígenas. O trabalho busca enfrentar a fome e recompor a vegetação necessária à vida cultural e religiosa do povo. A floresta é o lugar onde vivem os yãmĩyxop, povos-espíritos cujos cantos preservam o conhecimento sobre uma Mata Atlântica que já quase desapareceu na região. &nbsp; Carl e Isabel Gakran (com Zágtxo, filha do casal), coordenadores do Instituto Zág, na Terra Indígena Ibirama-Laklãnõ (SC). Foto: Anderson Coelho. Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina Zág é como os Laklãnõ/Xokleng chamam a araucária — árvore&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Nova análise detecta ameaça do mercúrio em 951 comunidades da Amazônia</title>
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					<pubDate>10 Set 2026 09:22:10 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Alexa VélezDaniela Quintero DíazVanessa Romo]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Bolívia, Brasil e Peru]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Indígenas, Mineração, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Rios e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Comunidades no Brasil, na Bolívia e no Peru apresentam níveis de mercúrio acima dos limites considerados seguros pela OMS.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/nova-analise-detecta-ameaca-do-mercurio-em-951-comunidades-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Nova análise detecta ameaça do mercúrio em 951 comunidades da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[“Eu levei a minha filhinha Bayolet para fazer uns exames quando ela tinha cinco anos. Ela já tinha desmaiado duas vezes na escola e nós não sabíamos a razão”, diz Gladys Ordoñez, moradora da comunidade indígena de Shintuya, na Amazônia peruana. A poucos quilômetros de Shintuya, pelo rio Madeira, está a Terra Indígena (TI) Karipuna, em Rondônia, no Brasil. Ali, Adriano Karipuna, líder da comunidade, relata um drama parecido: “[As crianças] nascem com problemas, com doenças do coração. Há jovens e adolescentes que já têm dificuldade para respirar.” Bayolet, na foto com a família, tinha cinco anos quando foram detectados teores elevados de mercúrio em seu sangue. Foto: Max Cabello. A história se repete na Amazônia boliviana. “Nós estamos cansados de pedir assistência médica”, diz Limberth Miquere, que é corregidor (líder da comunidade indígena) de Buena Vista. Essas vozes vêm de homens e mulheres que vivem às margens dos rios amazônicos Madeira (Brasil), Beni (Bolívia) e Madre de Dios (Peru), em testemunhos inevitavelmente atravessados por uma palavra: mercúrio. “Eu não sei se o meu marido está doente ou se eu estou. Quem pode nos explicar isso?”, pergunta Iris Yante, mãe de três filhos na Amazônia peruana. O mercúrio é um metal pesado usado no garimpo ilegal de ouro, uma atividade ilícita, violenta, altamente lucrativa e em plena expansão. Na bacia do Madre de Dios, durante 27 anos (1997 a 2024), o garimpo destruiu mais de 95 mil hectares de floresta, uma área quase equivalente a toda a zona urbana de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/nova-analise-detecta-ameaca-do-mercurio-em-951-comunidades-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Philip Fearnside completa 50 anos de pesquisa na Amazônia</title>
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					<pubDate>03 Set 2026 12:54:00 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rhett Butler]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Brasil]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Biodiversidade, Clima, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Demarcação Territorial, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Mudanças climáticas, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Resiliência climática e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A história de um pioneiro na pesquisa da Amazônia.</p>
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							<![CDATA[Em uma audiência pública realizada em setembro de 2021 em Manaus, Philip Fearnside leu uma declaração preparada para apresentar seus argumentos contra o reasfaltamento da BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho. Ele classificou o projeto como economicamente inviável, afirmou que o processo de licenciamento no Brasil era falho e alertou que a estrada provocaria um desmatamento “catastrófico”. A plateia começou a vaiar. Fearnside tentou seguir falando, em seu português com sotaque americano, por cima do barulho, até que alguém cortou seu microfone. Depois dele, falou Sérgio Kruke, do Movimento Conservador Amazonas, aliado declarado do então presidente Jair Bolsonaro. Kruke apontou para Fearnside e perguntou que direito um americano tinha de dizer aos brasileiros o que fazer com sua terra. Acrescentou que os brasileiros tinham o direito de derrubar todas as árvores da floresta, se assim quisessem. A plateia aplaudiu. “Esta casa é nossa!”, gritou Kruke. O clima foi completamente diferente no início de agosto no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Durante duas horas, pesquisadores e ex-alunos realizaram um evento em reconhecimento aos 50 anos de pesquisa de campo de Fearnside na Amazônia, trabalho que fez dele uma das principais autoridades científicas sobre a maior floresta tropical do planeta. O climatologista Carlos Nobre falou sobre como conheceu Fearnside no Inpa nos anos 1970, antes de sua própria carreira na área de estudos do clima decolar, e sobre a colaboração dos dois em medições pioneiras das trocas gasosas entre floresta e atmosfera. Susanna Hecht, professora da Universidade da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/philip-fearnside-completa-50-anos-de-pesquisa-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo mapeia áreas prioritárias para vacinar micos-leões-dourados</title>
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					<pubDate>02 Set 2026 10:24:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Alex Megerle]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Brasil e Rio de Janeiro]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Fauna, Mamíferos, Mata Atlântica e Primatas]]>
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							<![CDATA[<p>Depois de perder cerca de 30% da população, o mico-leão-dourado ganhou um novo mapa de risco.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/estudo-mapeia-areas-prioritarias-para-vacinar-micos-leoes-dourados/" data-wpel-link="internal">Estudo mapeia áreas prioritárias para vacinar micos-leões-dourados</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A cerca de duas horas de carro do aeroporto do Rio de Janeiro, um parque dedicado ao mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) oferece visitas guiadas pela Mata Atlântica. Com sorte, o visitante pode avistar a pelagem laranja vibrante de um dos moradores mais famosos da região. Esse pequeno primata, classificado como “em perigo” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), quase desapareceu na década de 1970 e hoje está restrito a florestas fragmentadas no estado do Rio de Janeiro, que representam cerca de 2% de sua área de ocorrência original, segundo a Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD). Esse delicado equilíbrio esteve gravemente ameaçado entre 2017 e 2019, quando um surto de febre amarela no estado do Rio de Janeiro quase dizimou a população de micos-leões-dourados. Dados censitários revelam que, entre 2014 e 2018, o número de micos caiu cerca de 30%, para aproximadamente 2.500 indivíduos. No entanto, os micos-leões-dourados tiveram uma recuperação expressiva e chegaram a cerca de 4.800 indivíduos, segundo um censo de 2023. Para se preparar melhor para um possível novo surto, pesquisadores avaliaram como diferentes fatores da paisagem estiveram associados à mortalidade dos micos. O estudo identificou áreas de maior risco de transmissão, que podem orientar a vacinação dos animais em futuros surtos. Mata Atlântica na Reserva Biológica União (RJ), uma das principais áreas de conservação do mico-leão-dourado. Foto: CaptainDarwin via Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0). Mapeando um surto Os pesquisadores compararam a sobrevivência de 145 micos monitorados entre 2014 e 2016, antes do surto de febre amarela, com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/estudo-mapeia-areas-prioritarias-para-vacinar-micos-leoes-dourados/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Fungos não serão mais negligenciados, diz pesquisador</title>
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					<pubDate>25 Ago 2026 16:40:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mateus Mendonça]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Entrevistas, Espécies Ameaçadas, Política Ambiental e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>A corrida do Brasil para catalogar fungos antes que desapareçam.</p>
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							<![CDATA[A funga — termo que designa o conjunto de espécies de fungos de uma região, de forma similar à fauna para animais e à flora para plantas — foi, por muito tempo, esquecida nas políticas ambientais brasileiras. Esse cenário começou a mudar com a publicação da primeira lista nacional de fungos ameaçados, pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em junho deste ano. Com isso, 24 espécies passam a ter, pela primeira vez, o mesmo status legal de proteção hoje dado a plantas e animais. Um dos pesquisadores à frente desse processo é o professor Elisandro Ricardo Drechsler-Santos, biólogo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que estuda fungos há anos, com foco em áreas de altitude, conservação de espécies e taxonomia. Ele também coordena o grupo de pesquisa MIND.Funga, dedicado a mapear a biodiversidade de macro e microfungos em ecossistemas ameaçados, como as matas nebulares.  O MIND.Funga também é responsável pela  Coleção de Fungos Ameaçados do Brasil (CFAB), primeira iniciativa do tipo no país, que se dedica à conservação da diversidade genética ex situ (fora do local de origem).  Para tirar a lista do papel, foi necessária uma articulação que reuniu o Grupo de Especialistas em Fungos do Brasil (BrazFunSG/IUCN) e o Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora). Esse avanço também foi impulsionado pela Rede de Taxonomistas da Funga do Brasil (Rede Funga), financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que engajou especialistas de diversas instituições do país para construir uma base&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/fungos-nao-serao-mais-negligenciados-diz-pesquisador/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</title>
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					<pubDate>20 Ago 2026 07:00:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Água, Conflitos, Governança, Indígenas, Infraestrutura, Lei Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Rios e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>Com as eleições de outubro, comunidades amazônicas temem que sua segurança seja trocada pelo crescimento acelerado do agronegócio.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[CALAMA E PARAÍSO GRANDE, Rondônia e Amazonas — Uma mãe e seus três filhos morreram depois que uma barcaça carregada de soja colidiu com uma estrutura flutuante e destruiu completamente a casa onde viviam em 17 de janeiro de 2025, na comunidade ribeirinha de Urumatuba, à margem  do rio Madeira, na cidade de Maricoré, no Amazonas. Quatro meses depois, outra embarcação de carga atingiu três balsas de garimpo ancoradas na comunidade vizinha de Nova Catarina. O proprietário de uma das balsas de garimpo era o marido da mulher e pai das três crianças que morreram no acidente de janeiro, de acordo com o portal de notícias Fato Amazônico. A Mongabay estava fazendo reportagens em comunidades ribeirinhas na região da cidade de Humaitá, a 190 quilômetros a sudeste e rio abaixo de Manicoré, quando o segundo acidente ocorreu. Todos os entrevistados naquele e nos dias seguintes disseram que estavam apavorados com a ocorrência, além de afirmar que conheciam alguém que sofreu perdas ou morreu em colisões envolvendo barcaças de grãos no rio Madeira. &#8220;A gente está muito preocupado aqui na nossa comunidade a respeito dessas embarcações&#8221;, disse a agricultora Maria Delci Barros de Morais, de 59 anos, à Mongabay, na varanda de sua casa na comunidade ribeirinha de Paraíso Grande, localizada a 30 minutos de voadeira de Humaitá. &#8220;Já aconteceu de eles atropelarem até mesmo uma pessoa conhecida da gente.&#8221; Segundo ela, a barcaça esmagou o barco usado pela família como moradia. &#8220;Graças a Deus, não morreu ninguém.&#8221; De acordo com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Indústria de energia ignora impacto ambiental e impulsiona data centers no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/industria-de-energia-ignora-impacto-ambiental-e-impulsiona-data-centers-no-brasil/</link>
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					<pubDate>17 Ago 2026 10:03:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Francisco AmorimLaís MartinsNaira Hofmeister]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Comunidades Tradicionais, Energia, Energia limpa, Energia renovável, Energias renováveis, Povos Tradicionais e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>Empresas de energia querem vender o excedente a data centers. Parte da conta pode sobrar para você.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/industria-de-energia-ignora-impacto-ambiental-e-impulsiona-data-centers-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Indústria de energia ignora impacto ambiental e impulsiona data centers no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Esta reportagem foi publicada em parceria com Intercept Brasil e produzida com o apoio do AI Accountability Network do Pulitzer Center O apetite global por inteligência artificial está levando o Brasil a protagonizar um movimento inédito no mundo no setor de data centers. Enquanto ao redor do planeta as big techs sofrem para encontrar energia para alimentar instalações onde armazenam e processam dados, no Brasil a história se inverte: quem projeta data centers para consumir eletricidade é a própria indústria de energia — mais precisamente a de energia renovável. Um levantamento realizado por Intercept Brasil e Mongabay mostrou que 65% dos pedidos de conexão de data centers à rede básica de energia protocolados junto ao Ministério de Minas e Energia até dezembro de 2025 partiram de empresas de energia renovável. Até esta data, foram registrados 68 pedidos de conexão em 37 municípios brasileiros. Um conjunto de fatores explica esse fenômeno, a começar pelo volume extraordinário de eletricidade necessário para fazer funcionar os data centers. A Agência Internacional de Energia projeta que o consumo global de energia de data centers deve dobrar nos próximos anos, podendo chegar a 945 TWh até 2030, o equivalente a todo o consumo do Japão — a inteligência artificial responderá por 40% do total. Com uma matriz energética majoritariamente renovável, o Brasil se tornou um destino atrativo para os empreendimentos. “Somos um grande celeiro de oportunidades para quem quer investir na descarbonização das matrizes [energéticas]”, propagandeou o ministro de Minas e Energia do Brasil, Alexandre Silveira,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/industria-de-energia-ignora-impacto-ambiental-e-impulsiona-data-centers-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Como o etnobotânico indígena Pataxó HãHãHãi e anciãos registraram o conhecimento medicinal de seu povo na Bahia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/</link>
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					<pubDate>13 Ago 2026 07:00:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Karla Mendes]]>
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							<![CDATA[América, América Do Sul, América Latina, Bahia e Brasil]]>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Ativismo, Biodiversidade, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Indígenas, Medicina tradicional, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Saúde, Socioambiental e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Como o etnobotânico indígena Pataxó HãHãHãi e anciãos registraram o conhecimento medicinal de seu povo na Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à Mongabay, em sua horta com várias plantas medicinais em sua terra ancestral no sul da Bahia. Ao lado da anciã indígena do povo Kariri-Sapuyá está uma grandiosa árvore embaúba (Cecropia pachystachya), usada para tratar diabetes e problemas de próstata. “Era ali a nossa mata… Derrubaram tudo. Tudo foi descampado aqui. E acabaram com a mata.” Dona Marta contou que algumas espécies nativas como a embaúba foram plantadas no quintal de sua casa na aldeia Caramuru há 44 anos, no processo de retomada do território. Outras, no entanto, desapareceram nas últimas décadas, quando invasores entraram na área e derrubaram florestas para dar lugar a pastagens de gado, acrescentou. Ela lamentou o sumiço de uma planta específica: puaia, usada para tratar dor de barriga, cansaço, picadas de cobra, peste — uma doença que, segundo os anciãos, provocava febre, dores de cabeça, e deixava o corpo todo retorcido  — e outras enfermidades. “Ficava ali na mata&#8221;, lembrou Dona Marta, apontando para as montanhas desmatadas. “Acabou tudo.” Em 27 de dezembro de 2025, Dona Marta faleceu. Seu conhecimento, no entanto, está vivo em um artigo publicado no Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine que a citou, de autoria do etnobotânico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Tambaqui na lista de espécies ameaçadas: pescadores buscam soluções para evitar perdas</title>
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					<pubDate>10 Ago 2026 13:35:50 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazonas, Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Biodiversidade, Conservação, Espécies Ameaçadas, Governança, Lei Ambiental, Peixes e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Pescador na Amazônia há 38 anos, Josué de Castro disse que ficou muito surpreso ao saber que o tambaqui (Colossoma macropomum), peixe que representa 20% de sua renda mensal, agora é uma espécie ameaçada e que ele corre o risco de não ter mais permissão para pescá-lo. &#8220;Vai ter um impacto grande na vida dos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/tambaqui-na-lista-de-especies-ameacadas-pescadores-buscam-solucoes-para-evitar-perdas/" data-wpel-link="internal">Tambaqui na lista de espécies ameaçadas: pescadores buscam soluções para evitar perdas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Pescador na Amazônia há 38 anos, Josué de Castro disse que ficou muito surpreso ao saber que o tambaqui (Colossoma macropomum), peixe que representa 20% de sua renda mensal, agora é uma espécie ameaçada e que ele corre o risco de não ter mais permissão para pescá-lo. &#8220;Vai ter um impacto grande na vida dos pescadores e ribeirinhos que dependem da pesca&#8221;, afirmou Castro, que vive na comunidade São Raimundo do Jarauá, no Amazonas, à Mongabay, por telefone. &#8220;Dentro da nossa área, eu acho que ainda não está em extinção não, tem bastante aqui ainda.&#8221; Um dos peixes mais consumidos na Amazônia, o tambaqui foi incluído na lista oficial de espécies de peixes e invertebrados aquáticos da fauna brasileira ameaçadas de extinção, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) em abril deste ano. A partir do final de outubro, sua pesca poderá ser proibida em todo o país se um plano de recuperação não for implementado até lá, disse Braulio Dias, diretor do departamento de conservação e uso sustentável da biodiversidade do MMA. &#8220;A entrada na lista não significa proibição de pesca desde que seja aprovado um plano de recuperação populacional proposto por especialistas, sob a coordenação do MMA&#8221;, explicou Dias à Mongabay, em uma mensagem de texto. Ele acrescentou que a Portaria Nº 1.666, publicada no Diário Oficial da União no mesmo dia da lista de 28 de abril, estabeleceu um prazo de 180 dias para a aprovação do plano, o que seria em 25&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/tambaqui-na-lista-de-especies-ameacadas-pescadores-buscam-solucoes-para-evitar-perdas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>PL de minerais críticos avança sem considerar riscos, alertam especialistas</title>
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					<pubDate>06 Ago 2026 14:17:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gabriel Corrêa Cillo]]>
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							<![CDATA[<p>Um novo projeto de lei quer alavancar o papel do Brasil na corrida global dos minerais críticos. Mas qual será o preço para o meio ambiente?</p>
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							<![CDATA[Em maio de 2026, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei (PL) que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A proposta, que agora tramita no Senado Federal, é o primeiro marco regulatório específico para o setor no Brasil. O país detém a segunda maior reserva mundial de terras raras — um dos chamados minerais críticos —, com cerca de 21 milhões de toneladas. A quantidade equivale a 23% do total global, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos. No entanto, pesquisadores argumentam que o PL 2780/2024 apresenta diversos problemas em sua concepção. Especialistas consultados pela Mongabay entendem que o projeto amplia os incentivos à extração mineral sem fortalecer mecanismos efetivos de proteção à natureza. Os debates surgem em meio à febre global por minerais críticos. A tendência ganha força à medida que elementos como lítio, níquel e cobre, entre outros, tornam-se indispensáveis à produção de baterias, painéis solares e turbinas eólicas, estruturas centrais para a transição energética. Equipamentos militares e semicondutores (atualmente em evidência pelo ‘boom’ da inteligência artificial) também entram nessa conta. Ricardo Assis Gonçalves, professor de geografia e pesquisador em temas de mineração da Universidade Estadual de Goiás (UEG), vê com preocupação o avanço do projeto sem a criação de contrapartidas ambientais. “O Brasil é marcado por um modelo de mineração predatório das águas, dos ecossistemas, das paisagens e da saúde dos trabalhadores. Trata-se de uma atividade intensiva no consumo de energia e água, voltada fundamentalmente para a exportação de minerais, aprofundando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/pl-de-minerais-criticos-avanca-sem-considerar-riscos-alertam-especialistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Projeto ‘redescobre’ Tocantins como berço de abelhas nativas do Brasil</title>
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					<pubDate>04 Ago 2026 08:31:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Annady Borges]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Cerrado, Entrevistas, Insetos, Novas espécies, Soluções e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Em entrevista à Mongabay, pesquisador fala sobre a importância das abelhas para além da produção de mel e apontou desafios para a ciência na busca por maior proteção às espécies. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Projeto ‘redescobre’ Tocantins como berço de abelhas nativas do Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Apaixonado por um pequeno inseto que mudaria sua história, o biólogo paulista Waldesse Piragé de Oliveira Júnior dedica parte da sua vida ao estudo das abelhas. A jornada teve início em 1992, em Uberlândia (MG), durante sua graduação. Foi em meio à saga universitária que o então estudante começou a trabalhar com a Apis mellifera, espécie de abelha mais utilizada no país para a melicultura — e fundamental para a polinização. Acompanhe a Mongabay Brasil! Nos adicione como fonte preferencial no Google. O interesse de Piragé por esses insetos continuou em seus estudos de mestrado e doutorado em genética e bioquímica, respectivamente, entre 1997 e 2003. Foi nesse período que o biólogo passou a se dedicar às espécies nativas sem ferrão (o caso da maioria das abelhas brasileiras). Suas linhas de pesquisa o levariam ao Cerrado, bioma predominante no Tocantins. Em 2004, ele deixou Uberlândia e se mudou para Palmas, a capital do estado, onde hoje atua como pesquisador e professor de engenharia ambiental da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Anos depois, em 2016, o entusiasta das abelhas fundaria o “BeeTech”, um grupo que pesquisa o manejo, a conservação e a biologia desses insetos. Além da produção científica, a iniciativa desenvolve projetos de extensão, iniciativas das universidades brasileiras que levam o conhecimento acadêmico para a sociedade por meio de ações junto a comunidades, produtores rurais e escolas no campo. Segundo o pesquisador, a ausência de registros das espécies de abelhas no Tocantins foi uma de suas principais motivações para tirar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>No sudoeste baiano, os saberes de um quilombo sobrevivem em sementes</title>
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					<pubDate>24 Jul 2026 20:02:07 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mariana Martins]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agroecologia, Alimentos, Ativismo, Comunidades Tradicionais, Demarcação Territorial, Direitos humanos, Quilombolas e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>No Quilombo Lagoa de Melquíades e Amâncio, um território tradicional localizado a cerca de 50 quilômetros de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, preservar sementes crioulas livres de transgênicos e de agrotóxicos tornou-se uma linha de frente: são elas que mantêm viva uma ancestralidade que resiste  ao cerco da monocultura, ao limbo fundiário causado [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[No Quilombo Lagoa de Melquíades e Amâncio, um território tradicional localizado a cerca de 50 quilômetros de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, preservar sementes crioulas livres de transgênicos e de agrotóxicos tornou-se uma linha de frente: são elas que mantêm viva uma ancestralidade que resiste  ao cerco da monocultura, ao limbo fundiário causado pela lenta demarcação de terras e às mudanças no regime de chuvas. O sustento dessa comunidade está guardado em pequenos grãos de milho e feijão puros, que fazem parte de um banco de sementes gerido de forma comunitária.  O manuseio desses grãos não é uma prática agrícola recente. Como legado passado adiante de avós para seus filhos e netos, os agricultores estavam acostumados a guardar suas sementes em um cômodo de suas próprias casas. Com o tempo, foi possível encontrar novos caminhos. A tarefa acabou nas mãos de Tiago França da Silva, 34 anos, líder do quilombo baiano: depois de estudar agroecologia, o representante resolveu envolver a comunidade na construção de um banco de sementes.  Assim nasceu  a Casa de Sementes, em 2017. Nela, Tiago  passou a atuar como um  guardião dos grãos, liderando uma comissão organizadora que selecionava e avaliava as sementes. Posteriormente, por seu trabalho, foi escolhido pela comunidade para ser a liderança geral do quilombo.   Essa herança biológica e cultural, contudo, está ameaçada pelo cerco territorial e pela contaminação. A proximidade do quilombo às grandes fazendas de gado  e  ao monocultivo de eucalipto não apenas pressiona os limites do território ancestral, como&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Liberação de armas por Bolsonaro impulsionou caça ilegal, indica estudo</title>
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					<pubDate>22 Jul 2026 13:16:03 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Adele Santelli]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Animais, Aves, Caça, Crime Ambiental, Fauna, Mamíferos e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>“Eu quero todo mundo armado”. A frase do ex-presidente Jair Bolsonaro dita em reunião ministerial, em maio de 2020, escancarou o cumprimento de uma promessa feita por ele enquanto candidato à Presidência da República, em 2018. Na ocasião, ele cobrou dos ministros a assinatura da portaria que aumentou o limite de compra de munições por [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/liberacao-de-armas-por-bolsonaro-impulsionou-caca-ilegal-indica-estudo/" data-wpel-link="internal">Liberação de armas por Bolsonaro impulsionou caça ilegal, indica estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[“Eu quero todo mundo armado”. A frase do ex-presidente Jair Bolsonaro dita em reunião ministerial, em maio de 2020, escancarou o cumprimento de uma promessa feita por ele enquanto candidato à Presidência da República, em 2018. Na ocasião, ele cobrou dos ministros a assinatura da portaria que aumentou o limite de compra de munições por civis. Durante a campanha e ao longo do seu mandato, Bolsonaro promoveu e executou fortemente a agenda armamentista, com impactos diretos na caça ilegal de animais silvestres. De acordo com dados de 2023, levantados pelos institutos Igarapé e Sou da Paz, a quantidade de armas em acervos particulares de civis e militares no Brasil chegou a quase 3 milhões entre 2019 e 2022 — ou seja, durante o governo Bolsonaro — contra pouco mais de 1,3 milhão em 2018, quando quase metade pertencia a militares. As medidas adotadas na gestão de Bolsonaro facilitaram o acesso a armamentos no país, principalmente entre caçadores, atiradores desportivos e colecionadores, conhecidos como CACs. Segundo o levantamento, 59 mil armas haviam sido compradas por CACs em 2018. Em 2022, foram 431 mil. Nesse período, o grupo que antes respondia por 27% do arsenal saltou para 42,5% e passou a ser o principal dono de acervos particulares de armas de fogo no país, antes liderado por militares. Esse aumento do acesso às armas de fogo, incentivado e facilitado por Jair Bolsonaro, foi um dos principais fatores de prevalência da caça ilegal de animais silvestres no Brasil. Foi o que revelou um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/liberacao-de-armas-por-bolsonaro-impulsionou-caca-ilegal-indica-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Tracajás da Amazônia entram na lista de espécies ameaçadas pela primeira vez</title>
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					<pubDate>21 Jul 2026 18:31:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Anfíbios, Animais, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Espécies Ameaçadas, Répteis, Rios, Tráfico de Animais Silvestres e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Alimento tradicional  para as comunidades amazônicas, os cágados, conhecidos na região como tracajás, foram incluídos na lista brasileira de fauna ameaçada de extinção pela primeira vez. O cágado-iaçá (Podocnemis sextuberculata) teve seu risco elevado de quase ameaçado para em perigo em uma nova lista publicada recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/" data-wpel-link="internal">Tracajás da Amazônia entram na lista de espécies ameaçadas pela primeira vez</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Alimento tradicional  para as comunidades amazônicas, os cágados, conhecidos na região como tracajás, foram incluídos na lista brasileira de fauna ameaçada de extinção pela primeira vez. O cágado-iaçá (Podocnemis sextuberculata) teve seu risco elevado de quase ameaçado para em perigo em uma nova lista publicada recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Os tracajás foram considerados como quase ameaçados por muito tempo, mas essa é a primeira vez que uma de suas espécies foi classificada como em perigo, disse Marília Marini, coordenadora-geral de estratégias de conservação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). &#8220;Para a Amazônia, o principal destaque é a entrada do tracajá&#8221;, afirmou Marini à Mongabay, por telefone. &#8220;Essa é uma situação mais delicada porque também envolve populações que o utilizam. Então, temos que ter todo um cuidado na comunicação, em como direcionar ações que não as afetem.&#8221; Apesar dos programas de proteção e esforços de conservação, as populações de cágado-iaçá nos últimos 36 anos — equivalentes a três gerações — diminuíram mais de 50% no estado do Amazonas e no oeste do estado do Pará, o que representa aproximadamente 70% da distribuição total da espécie, levando-a à classificação em perigo, de acordo com o Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade do ICMBio (SALVE). Cágado-iaçá (Podocnemis sextoberculata). Foto: © Rafael Bernhard via iNaturalist (CC BY 4.0). Cágado-iaçá (Podocnemis sextoberculata). Foto: © Andrés Camilo Montes-Correa via iNaturalist. Atingindo um comprimento máximo de 34 centímetros  e peso de 3,5 quilogramas , o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Doenças de gatos domésticos ameaçam felinos selvagens no Brasil</title>
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					<pubDate>21 Jul 2026 12:50:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Animais, Biodiversidade, Defaunação, Doenças, Fauna, Felinos, Mamíferos e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>Não bastasse a caça, o tráfico ilegal e a degradação de seus habitats, os felinos selvagens brasileiros enfrentam ainda outra ameaça, bem menos visível: a contaminação por doenças que acometem animais domésticos. Isso inclui animais como a onça-pintada (Panthera onca), a suçuarana (Puma concolor) e a jaguatirica (Leopardus pardalis). “Há um risco para todas as [&#8230;]</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Não bastasse a caça, o tráfico ilegal e a degradação de seus habitats, os felinos selvagens brasileiros enfrentam ainda outra ameaça, bem menos visível: a contaminação por doenças que acometem animais domésticos. Isso inclui animais como a onça-pintada (Panthera onca), a suçuarana (Puma concolor) e a jaguatirica (Leopardus pardalis). “Há um risco para todas as espécies de felinos. Principalmente para nossas espécies nativas e para as que estão ameaçadas de extinção”, disse Flavia Tirelli, doutora em zoologia e coordenadora da Geoffroy’s Cat Working Group, uma rede internacional que luta pela conservação do gato-do-mato-grande (Leopardus geoffroyi) e de outros felinos silvestres. Segundo a especialista, que também atua como pesquisadora no Laboratório de Evolução, Sistemática e Ecologia de Aves e Mamíferos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o avanço de doenças comuns entre gatos domésticos (Felis catus) — como o vírus da imunodeficiência felina (FIV), o vírus da leucemia felina (FeLV) e a panleucopenia, causada pelo parvovírus felino (FPV), entre outros — pode impactar significativamente a fauna de felídeos em todo o Brasil. “As espécies ameaçadas têm populações menores e mais isoladas dentro de nossa matriz antrópica [ambientes naturais modificados pela ação humana] e também podem estar próximas de animais domésticos que carregam esses vírus”, disse à Mongabay. Um gato-do-mato-grande (Leopardus geoffroyi) descansa em um tronco de árvore. Foto: Fernando da Rosa via Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0). Segundo estimativas, o Brasil ocupa o terceiro lugar no pódio global em número de animais de estimação, com cerca de 30&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/doencas-de-gatos-domesticos-ameacam-felinos-selvagens-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Projeto de gestão indígena pode ajudar a conservar a onça-pintada</title>
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					<pubDate>16 Jul 2026 18:46:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[James HallKarla Mendes]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Fauna, Felinos, Indígenas, Mamíferos, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Reflorestamento, Soluções, Terras Indígenas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>PAU BRASIL, Brasil — O líder indígena Fábio Titiah, do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe relembra a noite em que percorreu a trilha até a aldeia Água Vermelha, na Terra Indígena (TI) Caramuru-Paraguassu. Por volta das 22h, ele conta que uma sombra surgiu da vegetação rasteira e atravessou a estrada. Surpreso, viu a pelagem brilhante e negra [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[PAU BRASIL, Brasil — O líder indígena Fábio Titiah, do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe relembra a noite em que percorreu a trilha até a aldeia Água Vermelha, na Terra Indígena (TI) Caramuru-Paraguassu. Por volta das 22h, ele conta que uma sombra surgiu da vegetação rasteira e atravessou a estrada. Surpreso, viu a pelagem brilhante e negra como a noite e reconheceu um dos animais mais raros da Mata Atlântica brasileira: uma onça-preta (Panthera onca). Para Titiah, um dos 21 caciques da TI, localizada no sul da Bahia, o breve avistamento do felino foi um encontro espiritual e um sinal de mudanças em curso no território. “Houve uma época em que a gente começou o processo de retomada do nosso território e encontrou uma boa parte da nossa terra transformada em pastos para gado”, disse Titiah à Mongabay, em sua casa no município de Pau Brasil, adjacente à TI, onde ele é vereador. “O nosso povo deixou uma boa parte dessas áreas voltarem a regenerar. E alguns animais que não se via por aqui antes, como a onça-pintada, começaram a aparecer.&#8221; A transformação da TI Caramuru-Paraguassu foi possibilitada, em parte, pelo Ywy Ipuranguete (“terra bonita”, na língua tupi-guarani), um projeto do governo federal destinado a fortalecer e apoiar a gestão indígena em 15 territórios. Com base no reconhecimento das terras indígenas como vitais para a vida selvagem e os ecossistemas, o Ministério dos Povos Indígenas lançou a iniciativa para proteger cerca de 6 milhões de hectares de alguns dos biomas mais ameaçados&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/projeto-de-gestao-indigena-pode-ajudar-a-conservar-a-onca-pintada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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