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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Rio cercado: marisqueiras de Sergipe lutam por acesso ao manguezal</title>
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					<pubDate>08 Set 2026 12:02:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carolina de Marchi]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Alimentação, Comunidades Tradicionais, Direitos humanos, Extrativismo, Manguezais, Oceanos, Pesca, Povos Tradicionais e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Enquanto a cidade avança sobre o mangue, as mulheres que dele vivem reivindicam reconhecimento.</p>
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							<![CDATA[Vemos metade do corpo de Adriana Hora dos Santos fora d’água: o cabelo escuro preso numa trança única, braços e tórax cobertos pela blusa de lycra cor-de-rosa. A lama do mangue onde pisa chega à altura das coxas. Com um facão de pouco mais de 40 centímetros, ela tira dezenas de ostras das raízes retorcidas, num ritmo cadenciado: nem muito rápido, nem muito devagar. Na margem oposta ao rio Vaza-Barris, os prédios de Aracaju, capital de Sergipe, parecem de outro mundo. Aqui, só ouvimos o marulho da água, o golpe da lâmina e a voz de Adriana: Sou, sou Marisqueira / Rainha do mangue, sou guerreira! / Sou, sou Marisqueira / Mulher de luta, batalhadeira / É o vento que me dá / É o rio, é o mangue, é o mar / Dói o peito, rio cercado / Dói o peito não ter pescado / Vem, mulher, lute, emancipe / Somos as marisqueiras de Sergipe! É o hino do Movimento das Marisqueiras de Sergipe (MMS), coletivo auto-organizado de mulheres que há anos resiste a um processo contínuo de degradação ambiental e apagamento cultural. Atuando como guardiãs do mangue, realizam um trabalho de conservação ambiental ao mesmo tempo em que enfrentam ameaças que colocam em risco sua sobrevivência. Escutar uma marisqueira é escutar muitas: os verbos quase vêm sempre no plural. &#8220;Sempre estamos em bando&#8221;, diz Adriana. E foi em bando que fomos apresentados ao mangue. O mangue como refúgio  O dia começa conforme o horário da maré e só&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/rio-cercado-marisqueiras-de-sergipe-lutam-por-acesso-ao-manguezal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Da indústria à mesa, macroalgas ganham espaço no Brasil</title>
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					<pubDate>12 Ago 2026 17:34:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Comida, Comunidades Tradicionais, Oceanos, Pesca, Povos Tradicionais e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Em Paraty (RJ), uma família caiçara transformou o cultivo de algas em gastronomia.</p>
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							<![CDATA[Aparecida Rosa Ayres costuma dizer que conhece algas marinhas desde que estava no ventre da mãe, por conta das histórias que ela contava. Diz que sua mãe, quando criança, usava algas como cabelos nas brincadeiras na praia. Hoje com 47 anos, Aparecida, de origem caiçara, deu novo sentido às algas: são o ingrediente principal do Rancho Ayres, seu restaurante na praia de São Gonçalo, em Paraty, no Rio de Janeiro. As algas da infância da mãe eram as nativas da baía da Ilha Grande, mas o que virou comida nas mãos da cozinheira foi uma espécie de origem filipina, a macroalga Kappaphycus alvarezii, que ela conheceu em 2013. Oito anos depois, ela participou de um curso de capacitação, oferecido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a prefeitura de Paraty, sobre os usos potenciais da algicultura na bioeconomia da região. Desse curso surgiu o Algas na Mesa Paraty, uma iniciativa que combina o que ela chama de “gastronomia algácea” e resgate histórico nas praias de São Gonçalo e São Gonçalinho. “Nós somos filhas das águas, nascemos no maritório, então o uso das algas vem como uma forma de resistência e permanência para preservar o território”, conta Aparecida, que descende de uma das famílias caiçaras tradicionais deslocadas de suas casas na faixa de areia durante a construção da Rodovia Rio-Santos (BR-101), realizada entre 1969 e 1975. As praias, porém, continuaram sendo usadas pelos caiçaras para trabalho e lazer, e foi ali que as famílias ergueram os chamados ranchos, estruturas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/da-industria-a-mesa-macroalgas-ganham-espaco-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo aponta manguezais como aliados contra poluição por nitrogênio</title>
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					<pubDate>24 Jun 2026 12:52:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Créditos de carbono, Florestas Tropicais, Manguezais, Mudanças climáticas, Oceanos, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Se forem restaurados e protegidos, os manguezais podem ajudar a sequestrar mais de 5 milhões de toneladas de poluição causada por nitrogênio em ecossistemas costeiros de todo o planeta, argumenta um estudo recente. Essa poluição geralmente é originada por fertilizantes sintéticos muito utilizados na agricultura ou por resíduos humanos que se infiltram nas fontes de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Se forem restaurados e protegidos, os manguezais podem ajudar a sequestrar mais de 5 milhões de toneladas de poluição causada por nitrogênio em ecossistemas costeiros de todo o planeta, argumenta um estudo recente. Essa poluição geralmente é originada por fertilizantes sintéticos muito utilizados na agricultura ou por resíduos humanos que se infiltram nas fontes de água. Pesquisadores analisaram dados sobre a remoção de nitrogênio no mundo e estimaram que os manguezais atualmente sequestram cerca de 870 mil toneladas por ano deste elemento. O estudo estimou que, se esses ecossistemas costeiros forem protegidos e restaurados, a produção poderia superar 5 milhões de toneladas anuais. Ainda segundo os pesquisadores, esse serviço ecossistêmico prestado pelos manguezais valeria US$ 8,7 bilhões (R$ 44 bilhões) por ano em créditos de nitrogênio. “Os manguezais representam uma solução natural de mitigação, poderosa e subestimada, para a poluição causada pelo nitrogênio”, escreveram os coautores do estudo, Ziyan Wang e Benoit Thibodeau, da Universidade Chinesa de Hong Kong. Wang e Thibodeau argumentam que a remoção de nitrogênio deveria ser tratada de forma semelhante ao armazenamento de carbono e sugerem a criação de um mercado de créditos de nitrogênio azul para ajudar a financiar soluções para a crise climática. Com base em projetos anteriores, eles estimaram que os créditos de nitrogênio seriam precificados em cerca de US$ 10 mil (R$ 50 mil) por tonelada. O valor total de um mercado de remoção de nitrogênio superaria em muito o do armazenamento de carbono em ecossistemas de mangue, segundo o estudo. O nitrogênio é um nutriente&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Entre baleias, corais e petróleo, Abrolhos luta por mais proteção</title>
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					<pubDate>22 Jun 2026 19:45:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Aquecimento global, Áreas Protegidas, Aves, Biodiversidade, Clima, Comunidades Tradicionais, Demarcação Territorial, Fauna marinha, Oceanos, Parques Nacionais, Peixes e Pesca]]>
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							<![CDATA[<p>CARAVELAS, Bahia — Cientistas, comunidades tradicionais e órgãos ambientais brasileiros sabem bem quais riscos rondam a região dos Abrolhos, área de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, localizada entre os litorais da Bahia e do Espírito Santo. Entre as ameaças estão a pesca predatória, a mineração em águas profundas, a carcinicultura (criação de camarões) e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[CARAVELAS, Bahia — Cientistas, comunidades tradicionais e órgãos ambientais brasileiros sabem bem quais riscos rondam a região dos Abrolhos, área de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, localizada entre os litorais da Bahia e do Espírito Santo. Entre as ameaças estão a pesca predatória, a mineração em águas profundas, a carcinicultura (criação de camarões) e a especulação imobiliária. Esses elementos têm algo em comum: podem impactar bancos de coral, ilhas oceânicas, manguezais e outros habitats onde vivem mais de 500 espécies animais. Além de servir de casa para peixes, invertebrados, tartarugas-marinhas e aves, as águas de Abrolhos são berçário de cetáceos, como as baleias-jubarte (Megaptera novaeangliae). Entre junho e novembro, esses animais migram da Antártica para a região em busca de um ambiente mais cálido para se reproduzir e criar seus filhotes. Frente à lista de ameaças ao bioma costeiro, uma força-tarefa científica, lançada em março de 2026, busca concluir, até dezembro, uma proposta que poderia ampliar os limites geográficos do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos — a única unidade de conservação integral da região. A iniciativa é da organização ambientalista WWF-Brasil, com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Para isso, o WWF promoveu uma expedição ao Arquipélago dos Abrolhos, localizado dentro dos limites do parque. Lá, especialistas, jornalistas e lideranças comunitárias puderam discutir sobre as áreas naturais que ainda carecem de proteção. Criado em 1983, o parque dos Abrolhos é o primeiro parque nacional marinho do Brasil. No entanto, os seus 882 km² de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/entre-baleias-corais-e-petroleo-abrolhos-luta-por-mais-protecao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Aves migratórias enfrentam avanço do mar, do lixo e do calor no Brasil</title>
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					<pubDate>10 Jun 2026 07:52:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Animais, Clima, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mudanças climáticas, Oceanos e Poluição]]>
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							<![CDATA[<p>BACIA POTIGUAR, Rio Grande do Norte — Nas praias de estuários, onde o Oceano Atlântico se mistura às águas doces que brotam do subsolo dos manguezais, o maçarico-de-papo-vermelho (Calidris canutus) tem um único objetivo: se alimentar. Enquanto uma ave do grupo faz a vigília, as outras capturam, com seus bicos especializados e incansáveis, os mariscos, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/aves-migratorias-enfrentam-avanco-do-mar-do-lixo-e-do-calor-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Aves migratórias enfrentam avanço do mar, do lixo e do calor no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[BACIA POTIGUAR, Rio Grande do Norte — Nas praias de estuários, onde o Oceano Atlântico se mistura às águas doces que brotam do subsolo dos manguezais, o maçarico-de-papo-vermelho (Calidris canutus) tem um único objetivo: se alimentar. Enquanto uma ave do grupo faz a vigília, as outras capturam, com seus bicos especializados e incansáveis, os mariscos, as ostras, os caracóis e as minhocas que habitam os solos lamosos. Logo chegará o momento de migrar — e é preciso dobrar de peso para aguentar a longa viagem. Após viverem cerca de oito meses (de setembro a abril) entre as áreas úmidas costeiras do litoral brasileiro e a Terra do Fogo, no extremo sul da América do Sul, os maçaricos-de-papo-vermelho iniciam, a cada mês de maio, um longo voo de retorno ao Hemisfério Norte. No destino final, estão as regiões frias e desérticas da tundra ártica, especialmente ao norte do continente americano. É ali, entre junho e agosto, no verão setentrional, que ocorre o período reprodutivo. Mesmo antes da jornada começar, nas praias de Macau, Guamaré e Galinhos, municípios do litoral do Rio Grande do Norte que integram a Bacia Potiguar, já é possível assistir a um evento de preparação: as aves exibem no peito a coloração avermelhada, típica plumagem nupcial. Entre as aves migratórias, o maçarico é uma das que percorre as maiores distâncias: voa por cerca de seis dias e seis noites sem dormir, comer ou beber. Após deixar o Brasil, são cerca de 8 mil quilômetros percorridos até a próxima&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/aves-migratorias-enfrentam-avanco-do-mar-do-lixo-e-do-calor-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>O que está em jogo nos recifes da Amazônia ameaçados pelo petróleo</title>
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					<pubDate>18 Mai 2026 12:17:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Fauna marinha, Oceanos, Pesca e recifes de coral]]>
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							<![CDATA[<p>Quando se fala em Amazônia, as referências sempre são em superlativos: a maior floresta tropical do mundo, a maior faixa contínua de manguezais do planeta, o maior rio em volume de água e extensão da Terra (o Amazonas, no caso). Por isso, qualquer tipo de atividade exploratória na região, e seus possíveis impactos sobre esse [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/o-que-esta-em-jogo-nos-recifes-da-amazonia-ameacados-pelo-petroleo/" data-wpel-link="internal">O que está em jogo nos recifes da Amazônia ameaçados pelo petróleo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Quando se fala em Amazônia, as referências sempre são em superlativos: a maior floresta tropical do mundo, a maior faixa contínua de manguezais do planeta, o maior rio em volume de água e extensão da Terra (o Amazonas, no caso). Por isso, qualquer tipo de atividade exploratória na região, e seus possíveis impactos sobre esse ecossistema tão único, é vista com muita preocupação. É o que vem acontecendo com a prospecção realizada pela Petrobras na chamada Margem Equatorial Brasileira, área que compreende a faixa litorânea e oceânica entre o Amapá e o Rio Grande do Norte, e engloba a Bacia da Foz do Amazonas. A licença ambiental para a estatal brasileira iniciar a pesquisa em busca de petróleo e gás natural foi dada pelo Ibama em outubro de 2025, após diversos pedidos negados anteriormente, forte pressão política, inclusive do próprio presidente Lula, e muitas críticas de ambientalistas e organizações da sociedade civil. Um dos pontos mais sensíveis levantados por especialistas para questionar a operação da Petrobras seria a presença do Sistema Recifal da Amazônia, a menos de 40 km do bloco FZA-M-59, onde está em curso a perfuração do poço Morpho. Conhecido desde os anos 1970, o sistema recifal amazônico só foi descrito oficialmente por um grupo de pesquisadores brasileiros em 2016. No ano seguinte, um navio de pesquisa da organização Greenpeace, equipado com um pequeno submarino, foi à região e divulgou ao mundo as raras imagens desse ambiente, que ocupa uma área estimada de 9,5 mil km², e funciona&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/o-que-esta-em-jogo-nos-recifes-da-amazonia-ameacados-pelo-petroleo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Hospital das Clínicas de SP exclui ‘cação’ de compras, alegando risco de metais pesados</title>
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					<pubDate>20 Abr 2026 08:35:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla MendesLucas BertiPhilip Jacobson]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Tubarão ameaçado no prato]]>
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							<![CDATA[São Paulo]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Espécies Ameaçadas, Fauna, Fauna marinha, Oceanos e Peixes]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) anunciou o cancelamento de um plano para a compra de mais de 17 toneladas métricas de carne de tubarão (por meio da exclusão do item “cação em posta”) em uma licitação de 2026, citando o “risco toxicológico comprovado por metais pesados”. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/hospital-das-clinicas-de-sp-exclui-cacao-de-compras-alegando-risco-de-metais-pesados/" data-wpel-link="internal">Hospital das Clínicas de SP exclui ‘cação’ de compras, alegando risco de metais pesados</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) anunciou o cancelamento de um plano para a compra de mais de 17 toneladas métricas de carne de tubarão (por meio da exclusão do item “cação em posta”) em uma licitação de 2026, citando o “risco toxicológico comprovado por metais pesados”. O HCFMUSP é o maior complexo hospitalar público da América Latina e integra pelo menos oito institutos de renome em São Paulo. O Brasil é o maior consumidor mundial de carne de tubarão. Em 2025, uma investigação da Mongabay descobriu que as compras governamentais são um importante fator de estímulo ao consumo desse tipo de carne no país, uma vez que o produto de baixo custo é servido em milhares de hospitais, escolas e prisões. A reportagem também constatou que o HCFMUSP realizou licitações e selecionou fornecedores para comprar pelo menos 135 toneladas de carne de tubarão entre 2008 e 2020. Após tomar conhecimento de que o HCFMUSP havia divulgado outro edital para a compra de carne de tubarão em fevereiro de 2026, a ONG Sea Shepherd Brasil enviou uma carta aos administradores, pedindo que reconsiderassem os planos. A comunicação argumentava que os tubarões são amplamente ameaçados e que sua carne tende a conter níveis elevados de metais pesados, como mercúrio e arsênio, representando um risco à saúde humana. No final de março, o HCFMUSP anunciou que excluiria a carne de tubarão da licitação de 2026, citando “risco toxicológico comprovado por metais pesados” e mencionando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/hospital-das-clinicas-de-sp-exclui-cacao-de-compras-alegando-risco-de-metais-pesados/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Expedição cruza o Brasil atrás de microplásticos em moluscos; veja as descobertas</title>
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					<pubDate>17 Abr 2026 08:33:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Thamys Trindade]]>
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							<![CDATA[<p>Foram quase três meses na estrada, percorrendo mais de 10 mil quilômetros ao longo da costa brasileira. Ao final da jornada, o itinerário havia incluído 17 cidades — começando por Santa Catarina e indo até o Pará. Pelo caminho, 891 mexilhões, ostras, sururus e outros moluscos bivalves haviam sido coletados como parte de uma pesquisa [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Foram quase três meses na estrada, percorrendo mais de 10 mil quilômetros ao longo da costa brasileira. Ao final da jornada, o itinerário havia incluído 17 cidades — começando por Santa Catarina e indo até o Pará. Pelo caminho, 891 mexilhões, ostras, sururus e outros moluscos bivalves haviam sido coletados como parte de uma pesquisa inédita sobre a presença de microplásticos nesses organismos. A missão se provaria mais do que necessária: segundo os resultados iniciais do estudo, quase 70% dos moluscos analisados continham microplásticos. E nenhum ponto de coleta do litoral brasileiro estava livre de contaminação. A situação é preocupante, pois envolve riscos ambientais e sanitários. Além de desempenharem um papel ecológico fundamental enquanto filtradores, esses animais fazem parte da alimentação de milhares de brasileiros, todos os dias — o que levanta questões sérias sobre segurança alimentar. A expedição científica realizada por terra entre maio e julho de 2024 foi idealizada pelo Instituto Voz dos Oceanos, um movimento global de combate à poluição plástica, em parceria com o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), a Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano e o Centro de Referência para Quantificação e Tipificação do Lixo do Mar (CeLMar), também da USP. Durante o percurso, uma pergunta atravessou o caminho da equipe: como tornar visível aquilo que não se vê? Talvez fosse necessário aprender outras formas de olhar o invisível. Pesquisadoras da expedição costeira fotografam moluscos na praia. Imagem cedida por Thamys Trindade. Acompanhei a expedição como documentarista. A bióloga marinha Marilia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/expedicao-cruza-o-brasil-atras-de-microplasticos-em-moluscos-veja-as-descobertas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesca artesanal no Rio usa energia solar buscando autonomia e menos poluição</title>
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					<pubDate>15 Abr 2026 07:20:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO — “Eu trabalhei por dois anos com um gerador e, mesmo antes do projeto, já tinha desistido dele. Não aguentava mais respirar aquele ar poluente e ter aquele barulho no ouvido”, disse Paulo Henrique do Rosário Correia, presidente da Associação dos Verdadeiros Pescadores e Turismo de Barcos de Bocas Abertas do Município [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/pesca-artesanal-no-rio-usa-energia-solar-buscando-autonomia-e-menos-poluicao/" data-wpel-link="internal">Pesca artesanal no Rio usa energia solar buscando autonomia e menos poluição</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[RIO DE JANEIRO — “Eu trabalhei por dois anos com um gerador e, mesmo antes do projeto, já tinha desistido dele. Não aguentava mais respirar aquele ar poluente e ter aquele barulho no ouvido”, disse Paulo Henrique do Rosário Correia, presidente da Associação dos Verdadeiros Pescadores e Turismo de Barcos de Bocas Abertas do Município de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. Aos 57 anos de idade — sendo mais de 30 deles como pescador —, Paulo contou que não sabe viver sem seu trabalho. “A gente aprende a pescar com os mais velhos e acaba entrando nesse ramo mesmo sem querer. Foi natural. E, quando eu vi, já estava envolvido na pesca o tempo todo.” Nos últimos tempos, uma mudança positiva passou a cercar as pescarias de Paulo: elas estão mais sustentáveis graças ao uso de painéis solares para geração de eletricidade, o que também garante maior segurança e rentabilidade a quem trabalha no mar. Isso ocorre graças a projetos como o SustentaMar. Financiada por recursos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC Frade), cuja administração financeira está sob a gestão do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), a iniciativa, aprovada em 2024, surgiu do anseio de melhorar a captura de lula — hoje o principal tipo de pescado para os profissionais vinculados à organização presidida por Paulo. A pesca artesanal dos moluscos marinhos é feita à noite, quando os cardumes são atraídos pela luz dos holofotes. Até boa parte de 2025, ano em que o projeto passou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/pesca-artesanal-no-rio-usa-energia-solar-buscando-autonomia-e-menos-poluicao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Perto de ‘morrer’, Rio Camarajipe leva esgoto e lixo ao mar que banha Salvador</title>
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					<pubDate>30 Mar 2026 07:54:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Júlia Moa]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>SALVADOR, Bahia — “Tudo o que você puder imaginar”, respondeu o pescador Luiz Soares, conhecido como “Sinho”, às vésperas da Festa de Iemanjá, orixá protetora das águas. À beira-mar, ele relembra as coisas incomuns que já viu na foz do Rio Camarajipe, cujo curso d’água desemboca no oceano que banha a cidade de Salvador, capital [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[SALVADOR, Bahia — “Tudo o que você puder imaginar”, respondeu o pescador Luiz Soares, conhecido como “Sinho”, às vésperas da Festa de Iemanjá, orixá protetora das águas. À beira-mar, ele relembra as coisas incomuns que já viu na foz do Rio Camarajipe, cujo curso d’água desemboca no oceano que banha a cidade de Salvador, capital da Bahia. A lista inclui geladeira quebrada, pneu, armário, carrinho de supermercado, mesa, pedaços de plástico, colchão, roupas íntimas, fraldas, sapatos e até cadáveres humanos. Oficialmente, o Camarajipe ainda não foi classificado como “rio morto” — quando um corpo hídrico perde a capacidade de sustentar formas de vida —, mas apresenta estágio avançado de degradação ambiental e já opera, na prática, como mero condutor de esgoto a céu aberto, afetando a saúde da comunidade pesqueira e a vida marinha. Um dos principais destinos turísticos do Brasil no verão, em meio a suas festas populares e às altas temperaturas, a capital baiana sente os efeitos da poluição que chega ao mar pelo maior rio urbano da cidade, com cerca de 14 quilômetros de extensão. Ao todo, Salvador possui 12 bacias hidrográficas, e a do Rio Camarajipe (a terceira maior da cidade) abrange 42 bairros, com área de drenagem (onde as águas escoam naturalmente para o rio) total de 35,9 km². Enquanto as nascentes do rio estão em regiões periféricas, predominantemente residenciais, nas imediações do bairro de Pirajá, a foz fica em uma parte abastada da capital, como a região do bairro Costa Azul. “Hoje, é repugnante&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/perto-de-morrer-rio-camarajipe-leva-esgoto-e-lixo-ao-mar-que-banha-salvador/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Albardão: como é o mais novo (e maior) parque nacional marinho do Brasil</title>
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					<pubDate>12 Mar 2026 07:14:12 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Leandro Cagiano]]>
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							<![CDATA[<p>ALBARDÃO, Rio Grande do Sul – No extremo sul do Brasil, onde a praia parece não ter fim e o vento modela dunas que avançam como organismos vivos, existe uma região tão isolada que, por décadas, quase não entrou nos mapas do debate ambiental. O Albardão, uma área marinha de inestimável riqueza em nutrientes, acaba [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/albardao-como-e-o-mais-novo-e-maior-parque-nacional-marinho-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Albardão: como é o mais novo (e maior) parque nacional marinho do Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[ALBARDÃO, Rio Grande do Sul – No extremo sul do Brasil, onde a praia parece não ter fim e o vento modela dunas que avançam como organismos vivos, existe uma região tão isolada que, por décadas, quase não entrou nos mapas do debate ambiental. O Albardão, uma área marinha de inestimável riqueza em nutrientes, acaba de se tornar o maior parque nacional marinho costeiro do país, com 1.004.480 hectares. Embora o Brasil tenha um dos litorais mais extensos do continente, com cerca de 7.500 km de costa, até então havia apenas três parques nacionais marinhos: Fernando de Noronha, Abrolhos e Ilha dos Currais, no Paraná. O decreto que criou o Parque Nacional do Albardão, publicado em 6 de março, também estabeleceu a Área de Proteção Ambiental do Albardão, com 55.983 hectares, no entorno da unidade. A medida veio em boa hora: essa região é palco de pressões crescentes provenientes da pesca industrial, da perspectiva de novos empreendimentos energéticos e de um turismo emergente e ainda desordenado. Entre a urgência ecológica e o apelo econômico, o Albardão tornou-se um laboratório vivo sobre os desafios de conservar ambientes marinhos em um século marcado pela aceleração das mudanças climáticas e da exploração intensiva dos oceanos e zonas costeiras. Diversidade na terra e no mar A diversidade da região, tanto do ponto de vista biológico quanto geológico, é imensa. A porção terrestre do parque nacional abriga dunas móveis, lagoas costeiras, banhados e uma extensa praia de cascalho coberta por depósitos milenares de conchas e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/albardao-como-e-o-mais-novo-e-maior-parque-nacional-marinho-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como a Mongabay ajudou a salvar um santuário no Piauí</title>
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					<pubDate>18 Fev 2026 07:23:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Animais, Conflitos, Conflitos sociais, Espécies Ameaçadas, Fauna, Oceanos, Vida Selvagem e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Em março de 2025, a Mongabay publicou uma reportagem que revelou manobras legislativas para autorizar a construção de um resort de luxo em um santuário ecológico no litoral do Piauí. Na ocasião, a Lei Estadual 8.588/2025 havia rebaixado o Monumento Natural das Itans a uma Área de Proteção Ambiental, permitindo atividades econômicas em seus 57 [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/como-a-mongabay-ajudou-a-salvar-um-santuario-no-piaui/" data-wpel-link="internal">Como a Mongabay ajudou a salvar um santuário no Piauí</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em março de 2025, a Mongabay publicou uma reportagem que revelou manobras legislativas para autorizar a construção de um resort de luxo em um santuário ecológico no litoral do Piauí. Na ocasião, a Lei Estadual 8.588/2025 havia rebaixado o Monumento Natural das Itans a uma Área de Proteção Ambiental, permitindo atividades econômicas em seus 57 hectares. A região abriga ecossistemas sensíveis — como manguezais, restinga e sambaquis — e funciona como zona de alimentação e reprodução para peixes-boi e tartarugas-marinhas. Na época da reportagem, a Mongabay mostrou que a reclassificação das Itans ocorreu sem os estudos ambientais exigidos nem a realização de consultas públicas. Moradores da comunidade ouvidos pela Mongabay relataram episódios de assédio, destruição de canoas e incêndios criminosos após a chegada de empresários à região, interessados em instalar empreendimentos turísticos. “Esse vilarejo era feito somente de pescadores e agricultores&#8221;, disse um pescador à Mongabay. &#8220;O turismo desordenado começou a chegar e essas pessoas, que se dizem empresários, através da especulação imobiliária, querem expulsar usando a força policial para poder amedrontar a comunidade.” Tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) em uma praia no Monumento Natural das Itans. Foto: Instituto Tartarugas do Delta/divulgação. Impacto Em maio de 2025, poucos meses após a publicação da reportagem da Mongabay, a Justiça Federal condenou Fábio Jupi, o empresário responsável pelo projeto de resort na região, por grilagem de terras. Ele também foi obrigado a desocupar a área, a restaurar os ecossistemas degradados e a pagar multas. O Ministério Público Federal, o Ibama e membros de organizações&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/como-a-mongabay-ajudou-a-salvar-um-santuario-no-piaui/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Investigação da Mongabay sobre carne de tubarão conquista 2º lugar do Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/12/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-conquista-2o-lugar-do-premio-ari-banrisul-de-jornalismo/</link>
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					<pubDate>23 Dez 2025 14:53:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
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											<reporting-project>
							<![CDATA[Tubarão ameaçado no prato]]>
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							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Conservação, Fauna marinha, Oceanos, Pesca e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Uma investigação da Mongabay que revelou compras governamentais em larga escala de carne de tubarão para escolas públicas, hospitais e prisões conquistou este mês o segundo lugar na categoria nacional do 67º Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo. Produzida em colaboração com o Pulitzer Center, a reportagem rastreou 1.012 licitações públicas emitidas desde 2004 para adquirir mais [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-conquista-2o-lugar-do-premio-ari-banrisul-de-jornalismo/" data-wpel-link="internal">Investigação da Mongabay sobre carne de tubarão conquista 2º lugar do Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma investigação da Mongabay que revelou compras governamentais em larga escala de carne de tubarão para escolas públicas, hospitais e prisões conquistou este mês o segundo lugar na categoria nacional do 67º Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo. Produzida em colaboração com o Pulitzer Center, a reportagem rastreou 1.012 licitações públicas emitidas desde 2004 para adquirir mais de 5.400 toneladas métricas de carne de tubarão, avaliadas em pelo menos R$ 112 milhões. Destinado para 542 municípios em 10 estados do país, o alimento gera inúmeras preocupações ambientais e de saúde pública. Segundo cientistas, a carne pode conter altas concentrações de mercúrio e arsênico — trazendo riscos à saúde humana quando consumida em grandes quantidades. Ao mesmo tempo, a sobrepesca pode reduzir drasticamente as populações de tubarões, que são considerados espécies-chave para a conservação marinha. A segunda parte da investigação revelou que municípios do Rio Grande do Sul emitiram licitações para a compra de pelo menos 211 toneladas métricas de peixe-anjo — nome dado a três espécies de tubarão que estão entre as mais ameaçadas do mundo. Em um comunicado divulgado em 12 de dezembro, a Associação Riograndense de Imprensa (ARI) disse que &#8220;premiou talentos&#8221; nas categorias profissional e universitária, em meio a um número recorde de inscrições — houve um aumento de 40% em relação à edição de 2024. O editor sênior Philip Jacobson e as repórteres investigativas Karla Mendes e Fernanda Wenzel foram os jornalistas premiados representando a Mongabay, junto com Kuang Keng Kuek Ser,  o editor de dados do Pulitzer&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-conquista-2o-lugar-do-premio-ari-banrisul-de-jornalismo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Petróleo no mar põe em xeque a liderança climática do Brasil, aponta estudo</title>
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					<pubDate>14 Nov 2025 08:31:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Carbono, Conservação, Dióxido de Carbono, Energia limpa, Energia renovável, Energias renováveis, Gases de Efeito Estufa, Oceanos, Poluição e recifes de coral]]>
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							<![CDATA[<p>Enquanto o Brasil aquecia os motores para receber a Conferência Climática da ONU, a COP30, neste mês de novembro, os percalços que acompanham a agenda ambiental do país ganhavam destaque em novos estudos. Na antessala do evento em Belém, um relatório da SkyTruth, organização sem fins lucrativos dedicada ao monitoramento ambiental por satélite, revelou o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/petroleo-no-mar-poe-em-xeque-a-lideranca-climatica-do-brasil-aponta-estudo/" data-wpel-link="internal">Petróleo no mar põe em xeque a liderança climática do Brasil, aponta estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Enquanto o Brasil aquecia os motores para receber a Conferência Climática da ONU, a COP30, neste mês de novembro, os percalços que acompanham a agenda ambiental do país ganhavam destaque em novos estudos. Na antessala do evento em Belém, um relatório da SkyTruth, organização sem fins lucrativos dedicada ao monitoramento ambiental por satélite, revelou o crescente impacto de estruturas de petróleo e gás offshore em áreas vulneráveis do território brasileiro, sobretudo em regiões marinhas biodiversas, como a foz do Rio Amazonas. Em um momento em que os olhos do mundo se voltam para a capital paraense, o que aumenta o interesse pelas soluções ambientais que o Brasil busca oferecer, a investigação colocou em xeque o papel de liderança climática da nação anfitriã. Como principal argumento, o estudo apresentou os dilemas de um modelo econômico ainda muito dependente de algo que o Brasil, sobretudo sob o governo do presidente Lula, vem prometendo substituir: os combustíveis fósseis. Entre os principais pontos, o relatório mapeia a poluição causada pelo derramamento de óleo e destaca um aumento acelerado no tráfego de embarcações ligadas à indústria petroleira e no nível de emissões de metano, liberado através de vazamentos durante a extração. Tudo isso na esteira da expansão do próprio setor energético, que cresce na contramão da busca por matrizes menos poluentes. “Entre 2014 e 2024, a produção de petróleo do Brasil aumentou mais de 49% e a de gás natural, mais de 78%”, diz a SkyTruth. Apontando contradições na retórica climática do governo federal —&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/petroleo-no-mar-poe-em-xeque-a-lideranca-climatica-do-brasil-aponta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Adotem os alimentos “azuis” como estratégia climática na COP30, dizem ministros da pesca (artigo)</title>
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					<pubDate>11 Nov 2025 18:05:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[André de Paula e Salvador Malheiro]]>
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							<![CDATA[<p>Como dois países costeiros conectados pelo Oceano Atlântico e por cinco séculos de história compartilhada, Brasil e Portugal valorizam há muito os alimentos “azuis”, ou aquáticos, incluindo nosso amor comum pelo bacalhau. Portugal ocupa o terceiro lugar no mundo e o primeiro na União Europeia em consumo per capita de peixes e frutos do mar. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Como dois países costeiros conectados pelo Oceano Atlântico e por cinco séculos de história compartilhada, Brasil e Portugal valorizam há muito os alimentos “azuis”, ou aquáticos, incluindo nosso amor comum pelo bacalhau. Portugal ocupa o terceiro lugar no mundo e o primeiro na União Europeia em consumo per capita de peixes e frutos do mar. No Brasil, os alimentos aquáticos sustentam mais de 3 milhões de famílias, com o consumo de peixe inteiro, cru, chegando a 800 gramas por dia na Amazônia — que acolhe pela primeira vez as negociações climáticas da ONU em sua cidade-porta de Belém. Mas, à medida que nosso sistema global de alimentos entra sob pressão crescente — das mudanças climáticas às transformações na dieta —, também reconhecemos que os alimentos azuis desempenham um papel crucial na construção de sistemas alimentares mais resilientes, adaptáveis e nutricionalmente equilibrados. Barcos pesqueiros como este providenciam grande parte dos alimentos aquáticos mundiais, mas são apenas parte do panorama geral. Foto: Nicolas Job / Ocean Image Bank. O setor de alimentos azuis, que engloba a pesca em ambiente natural e a aquicultura de peixes, moluscos, algas e outras plantas e animais aquáticos, é bem conhecido por fornecer fontes ricas de proteína e micronutrientes essenciais — como vitamina B12, ferro, zinco e ácidos graxos ômega-3 —, cruciais para combater a desnutrição, que afeta mais de 2 bilhões de pessoas no mundo. No entanto, esse setor é frequentemente negligenciado como estratégia climática, apesar de seu potencial para atender à demanda por alimentos de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/adotem-os-alimentos-azuis-como-estrategia-climatica-na-cop30-dizem-ministros-da-pesca-artigo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Abrolhos em risco: por que o tesouro marinho do Atlântico Sul precisa de proteção</title>
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					<pubDate>05 Nov 2025 09:02:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Animais, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Fauna marinha, Manguezais, Mineração, Oceanos, Parques Nacionais, Peixes, Pesca, recifes de coral, Unidades de Conservação e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>A Região dos Abrolhos, entre o litoral sul da Bahia e o norte do Espírito Santo, tornou-se mundialmente conhecida por deter a maior concentração de biodiversidade marinha do Atlântico Sul. Mas a manutenção desse patrimônio em longo prazo está em xeque, caso não sejam sanadas as lacunas de proteção legal de seus principais ecossistemas. São [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/abrolhos-em-risco-por-que-o-tesouro-marinho-do-atlantico-sul-precisa-de-protecao/" data-wpel-link="internal">Abrolhos em risco: por que o tesouro marinho do Atlântico Sul precisa de proteção</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A Região dos Abrolhos, entre o litoral sul da Bahia e o norte do Espírito Santo, tornou-se mundialmente conhecida por deter a maior concentração de biodiversidade marinha do Atlântico Sul. Mas a manutenção desse patrimônio em longo prazo está em xeque, caso não sejam sanadas as lacunas de proteção legal de seus principais ecossistemas. São as conclusões de um estudo recente, que identificou os hotspots da área e a necessidade de conservá-los. Um dos ecossistemas mais conhecidos e vulneráveis dessa região é o Banco dos Abrolhos, que concentra o arquipélago homônimo e a mais extensa formação de recifes de corais do Atlântico Sul, além de ser o principal berçário de baleias-jubarte (Megaptera novaeangliae) no país. Apesar da relevância, menos de 2% de seus 46 mil km² estão protegidos por uma unidade de conservação de proteção integral; no caso, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, o primeiro com essas características criado no Brasil, em 1983, com 882 km². A biodiversidade marinha do Banco dos Abrolhos também é fundamental para a manutenção de algumas vocações econômicas regionais, como a pesca artesanal praticada pelas comunidades tradicionais da Reserva Extrativista (Resex) de Cassurubá e da Resex Marinha de Corumbau, bem como o turismo ecológico. O avistamento de baleias-jubarte, por exemplo, é um importante gerador de renda entre junho e novembro, quando os animais migram da Antártica para a região com o intuito de se reproduzir. A atividade também ajuda a sustentar o programa de pesquisa e conservação do Instituto Baleia Jubarte (IBJ). Mas todo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/abrolhos-em-risco-por-que-o-tesouro-marinho-do-atlantico-sul-precisa-de-protecao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Lixo plástico e ação humana abrem caminho para mexilhão invasor na costa brasileira</title>
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					<pubDate>29 Out 2025 15:36:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Evanildo da Silveira]]>
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							<![CDATA[<p>O litoral brasileiro tem sido palco de uma silenciosa — e preocupante — “invasão” ambiental em anos recentes: a chegada do mexilhão-verde (Perna viridis), espécie originária da costa dos oceanos Índico e Pacífico e conhecida pela ciência por seu potencial ecológico intrusivo em diferentes ecossistemas. Desde que começou a ser registrado no Brasil com grande [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/lixo-plastico-e-acao-humana-abrem-caminho-para-mexilhao-invasor-na-costa-brasileira/" data-wpel-link="internal">Lixo plástico e ação humana abrem caminho para mexilhão invasor na costa brasileira</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O litoral brasileiro tem sido palco de uma silenciosa — e preocupante — “invasão” ambiental em anos recentes: a chegada do mexilhão-verde (Perna viridis), espécie originária da costa dos oceanos Índico e Pacífico e conhecida pela ciência por seu potencial ecológico intrusivo em diferentes ecossistemas. Desde que começou a ser registrado no Brasil com grande prevalência por volta de 2018, na região da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, o animal se espalha pela costa do Brasil de forma acelerada. Com o tempo, o molusco bivalve também se estabeleceu em áreas protegidas, ameaçando a biodiversidade marinha. Agora, novos estudos buscam mapear e entender esse fenômeno. Esses são os objetivos de uma pesquisa publicada em março sob a coordenação de representantes do Instituto de Pesca — entidade ligada ao governo do estado de São Paulo — e de acadêmicos de diferentes instituições do Brasil e do Uruguai, como a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e a Universidad de la República (Udelar), de Montevidéu. Segundo a investigação, a presença da espécie não é mais um fato isolado: existem pelo menos 41 registros confirmados do mexilhão-verde ao longo de toda a costa brasileira, com um total de 12 ocorrências observadas dentro de unidades de conservação. Os dados vêm chamando a atenção de cientistas e gestores ambientais, à medida que o pequeno animal pode causar uma gama variada de impactos à biodiversidade nativa, competindo com espécies por recursos e trazendo novas doenças. Ao mesmo tempo, sua crescente aparição afeta&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/lixo-plastico-e-acao-humana-abrem-caminho-para-mexilhao-invasor-na-costa-brasileira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Projeto na maior favela do Brasil transforma óleo descartado em produtos ecológicos</title>
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					<pubDate>10 Out 2025 07:07:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[André Aram]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Alimentação, Alimentos, Comida, Conservação, Oceanos, Responsabilidade Ambiental, Saneamento, Socioambiental, Soluções e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Segundo dados oficiais, dentre as mais de 12 mil favelas e comunidades do Brasil, a Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, detém o posto de maior do país. Com pouco mais de 72 mil habitantes, o local também lidera em quantidade de domicílios ocupados — são mais de 30 mil residências. A Rocinha [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/projeto-na-maior-favela-do-brasil-transforma-oleo-descartado-em-produtos-ecologicos/" data-wpel-link="internal">Projeto na maior favela do Brasil transforma óleo descartado em produtos ecológicos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Segundo dados oficiais, dentre as mais de 12 mil favelas e comunidades do Brasil, a Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, detém o posto de maior do país. Com pouco mais de 72 mil habitantes, o local também lidera em quantidade de domicílios ocupados — são mais de 30 mil residências. A Rocinha surgiu no início do século 20, mas foi a partir da década de 1950 que sua população aumentou de forma acentuada, sobretudo pela chegada de brasileiros de outros estados, que migraram à capital carioca em busca de trabalho. Ao longo dos anos, enquanto a favela se expandia, uma estrutura econômica e social própria ganhava corpo. Nesse contexto, a Rocinha também passou a ser um terreno fértil para projetos locais que se propõem a unir sustentabilidade, impacto social e desenvolvimento comunitário. Muitos deles, como conta Marcelo Santos, surgiram “por acaso”. Nascido e criado na favela, o empresário e líder comunitário, de 43 anos, disse que a ideia que mudou sua vida — e o entorno dela — tomou forma quando visitou o Complexo Esportivo da Rocinha, acompanhado do professor de biologia Márcio Aroeira, em 2020. Juntos, eles notaram que havia uma massa densa em um dos reservatórios de água que desembocam no ginásio. O biólogo tocou o fluido com a ponta dos dedos, chegando a um rápido veredito: tratava-se de resíduo de óleo de cozinha, fruto do descarte incorreto do material doméstico. “Ele me explicou que aquilo era um grande contaminador do meio ambiente. Então, fui&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/projeto-na-maior-favela-do-brasil-transforma-oleo-descartado-em-produtos-ecologicos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Armazenamento de carbono no oceano: entre novos investimentos e antigas preocupações</title>
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					<pubDate>30 Set 2025 12:57:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Brasil e China]]>
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							<![CDATA[Água, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Conservação, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Energia, Gases de Efeito Estufa, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mudanças climáticas, Oceanos, Política Ambiental, Poluição e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do [&#8230;]</p>
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]]>
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							<![CDATA[Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do México ou no Sudeste Asiático. Muitas dessas iniciativas já são financiadas por governos locais. A prática consiste na captura do carbono (em geral, obtido diretamente de indústrias poluidoras, como a do cimento e as metalúrgicas, por exemplo) e em sua transformação em CO2 supercrítico – ou seja, quando está acima da sua temperatura e pressão críticas, sendo “otimizado” para a manipulação. Após esse processo, o produto é levado por navios ou gasodutos até uma estrutura localizada no oceano. Ao chegar lá, o CO2 é injetado em um poço inativo, que em seguida é “lacrado”. “Essas mesmas formações [geológicas] armazenaram petróleo e gás por milhões de anos até serem perfuradas. Por esse motivo, sabemos que o CO2 pode ser depositado de forma permanente e na mesma escala de tempo. Temos dados detalhados e uma compreensão sólida sobre a geologia desses poços e o quanto eles podem armazenar”, disse Chris Consoli, especialista em armazenamento do Global CCS Institute. No entanto, essa proposta de solução climática, que pretende pegar carona na infraestrutura já existente dos combustíveis fósseis, é vista por críticos como uma justificativa para que esse modelo siga sendo explorado, usando métodos pouco eficientes e com histórico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/armazenamento-de-carbono-no-oceano-entre-novos-investimentos-e-antigas-preocupacoes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>No litoral do Ceará, comunidades lutam para sobreviver ao avanço do mar</title>
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					<pubDate>08 Set 2025 16:33:16 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gabriel Damasceno]]>
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							<![CDATA[Clima, Mudanças climáticas e Oceanos]]>
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							<![CDATA[<p>ICAPUÍ, Ceará — “O mar avançou muito rápido e foi acabando logo com tudo”, lembra Maria José Rufino, 59, moradora da praia de Barreiras da Sereia, localizada no município de Icapuí, a cerca de 200 km de Fortaleza. “A maré batia nos postes, que caíam dentro do mar e começavam a pegar fogo. Era um [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[ICAPUÍ, Ceará — “O mar avançou muito rápido e foi acabando logo com tudo”, lembra Maria José Rufino, 59, moradora da praia de Barreiras da Sereia, localizada no município de Icapuí, a cerca de 200 km de Fortaleza. “A maré batia nos postes, que caíam dentro do mar e começavam a pegar fogo. Era um desespero para todo mundo.” A praia foi uma das principais afetadas pelo avanço do nível do mar no estado do Ceará, ainda nos anos 2010. “Desde então, o problema se intensificou bastante e trouxe muitas consequências para o município”, diz Daniel Oliveira, coordenador municipal da Defesa Civil de Icapuí. “Mudou a &#8216;cara&#8217; da região litorânea. Moradores nativos tiveram que deixar áreas onde viviam há anos para buscar outros lugares, e muitos não tinham condições financeiras. São, em sua maioria, pescadores de baixa renda.” Na época, a força da maré foi tanta que chegou a destruir uma escola da comunidade. “Meus meninos estudavam lá. Os professores, que eram daqui, foram para outros colégios e a gente teve que colocar as crianças para estudar em outros cantos”, recorda Maria José. “Ave Maria, aquele tempo foi demais.” Segundo ela, os moradores também ficavam ilhados quando a maré avançava sobre a avenida, o que impedia qualquer pessoa de sair do local: &#8220;para levar um doente para um hospital, por exemplo, era desesperador. Não tinha como levar&#8221;. As situações fizeram com que grande parte dos moradores deixasse a comunidade. A família de Maria José foi uma das poucas que permaneceu&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/no-litoral-do-ceara-comunidades-lutam-para-sobreviver-ao-avanco-do-mar/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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