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					<title>Acordo entre Mercosul e UE avança, mas acende alertas sobre o risco ambiental</title>
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					<pubDate>09 Abr 2026 06:28:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ramana Rech]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Agrotóxicos, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos sociais, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Gado, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Pesticidas, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. A medida, no entanto, pode trazer no pacote uma série de impactos ambientais. Entre os principais problemas, de acordo com diferentes organizações e ambientalistas, destaca-se a expansão do desmatamento, da exploração de minérios e da importação de pesticidas. Em contrapartida, outros especialistas defendem que o acordo pode impor uma série de regras ambientais a um comércio global já existente — além de facilitar a troca de conhecimentos entre as partes envolvidas. Em linhas gerais, o tratado em desenvolvimento prevê a redução gradual das tarifas de importação no comércio entre os dois blocos continentais. No final de fevereiro, em nota, o governo brasileiro declarou que os europeus “se comprometem a eliminar tarifas de importação sobre aproximadamente 95% dos bens, que representam 92% do valor das importações europeias de bens brasileiros em até 12 anos”. Mesmo assim, nos últimos anos, o avanço do acordo acendeu múltiplos alertas para o meio ambiente. Em um relatório de março de 2023, o Greenpeace avaliou que a isenção de tarifas beneficiaria a exportação de commodities, podendo ampliar as fronteiras agrícolas e o desmatamento em toda a América do Sul. Atualmente, segundo o estudo, bens agrícolas e minerais representam mais de 70%&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/acordo-entre-mercosul-e-ue-avanca-mas-acende-alertas-sobre-o-risco-ambiental/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Valéria Paye: negociar com fundos indígenas exige &#8216;princípio da confiança’</title>
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					<pubDate>20 Mar 2026 07:41:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>As emoções estavam à flor da pele quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o reconhecimento formal de várias terras indígenas na COP30, a conferência climática da ONU realizada em Belém, em novembro de 2025. Para os povos de um desses territórios — a Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana, com quase 22 mil km2, tamanho [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As emoções estavam à flor da pele quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o reconhecimento formal de várias terras indígenas na COP30, a conferência climática da ONU realizada em Belém, em novembro de 2025. Para os povos de um desses territórios — a Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana, com quase 22 mil km2, tamanho similar ao estado de Sergipe —, foi um momento histórico de luta após décadas por reconhecimento e autodeterminação. Localizada entre o noroeste do Pará e o norte do Amazonas, a terra indígena foi homologada graças, em grande parte, ao esforço do Podáali — um dos muitos fundos liderados por indígenas que têm redesenhado o mapa do financiamento ambiental no Brasil. Esses fundos  são criados, geridos e administrados por lideranças  indígenas de diferentes povos, tendo como base  suas visões de mundo e valores, como respeito, reciprocidade e confiança. O  Podáali, Fundo Indígena para a Amazônia Brasileira, é um exemplo disso. Foram mais de dez anos de discussões e preparativos antes que a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) estabelecesse o fundo formalmente em 2020. Um dos objetivos do Podáali é possibilitar e ampliar o financiamento direto aos povos e movimentos indígenas, nos termos deles. Apesar da grande dimensão de seu papel na sustentabilidade e na defesa de um planeta saudável, os povos originários e suas organizações recebem uma pequena fração do financiamento filantrópico global. Um relatório de 2024 constatou a situação como “padrões consistentes de desigualdades generalizadas e sistêmicas”. “Se a gente, no campo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/valeria-paye-negociar-com-fundos-indigenas-exige-principio-da-confianca/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Fim da moratória da soja pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia</title>
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					<pubDate>13 Fev 2026 08:28:46 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>Grandes traders de soja operando no Brasil anunciaram no início de janeiro o abandono de um dos acordos de desmatamento zero mais bem-sucedidos do mundo, conhecido como moratória da soja. Por meio desse pacto, firmado há duas décadas, as empresas se comprometem voluntariamente a não adquirir grãos cultivados em áreas desmatadas da Amazônia após 2008. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Grandes traders de soja operando no Brasil anunciaram no início de janeiro o abandono de um dos acordos de desmatamento zero mais bem-sucedidos do mundo, conhecido como moratória da soja. Por meio desse pacto, firmado há duas décadas, as empresas se comprometem voluntariamente a não adquirir grãos cultivados em áreas desmatadas da Amazônia após 2008. Agora, com o novo anúncio, ressurge o temor de que a soja avance sobre a floresta. Segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), a saída de cena desses traders pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia até 2045. O golpe de misericórdia veio da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). Representando alguns dos maiores traders de soja do mundo, como Cargill, Bunge, Amaggi e ADM, a associação anunciou no dia 5 de janeiro que &#8220;iniciou as tratativas para a desfiliação do Termo de Compromisso da Moratória da Soja&#8221;. O Brasil é o maior exportador de soja do mundo, e os membros da Abiove representam quase 45% desses embarques, segundo dados de 2022 da Trase, organização de rastreamento de commodities. A decisão ocorreu depois que uma nova lei entrou em vigor no Mato Grosso, o maior produtor de soja do país. A legislação, em vigor desde 1º de janeiro, permite que o governo estadual suspenda incentivos fiscais a empresas que adotem critérios ambientais além dos exigidos pela lei brasileira, como é o caso da moratória da soja. A lei está sendo contestada no Supremo Tribunal Federal. &#8220;A Abiove entende que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/fim-da-moratoria-da-soja-pode-aumentar-em-30-o-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Uma pequena terra indígena emerge como foco de mineração ilegal na Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Dez 2025 17:39:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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							<![CDATA[<p>Uma pequena terra indígena é hoje responsável por cerca de 70% do desmatamento total em terras indígenas na Amazônia brasileira, segundo dados do governo. O impacto se deve à mineração ilegal de ouro. A Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é habitada por cerca de 200 pessoas do povo Nambikwara. De janeiro de 2024 a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/uma-pequena-terra-indigena-emerge-como-foco-de-mineracao-ilegal-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Uma pequena terra indígena emerge como foco de mineração ilegal na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma pequena terra indígena é hoje responsável por cerca de 70% do desmatamento total em terras indígenas na Amazônia brasileira, segundo dados do governo. O impacto se deve à mineração ilegal de ouro. A Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é habitada por cerca de 200 pessoas do povo Nambikwara. De janeiro de 2024 a agosto de 2025, a mineração ilegal de ouro devastou mais de 3 mil hectares de floresta amazônica no território — equivalentes a 4% de sua área total, 67 mil hectares. A invasão de garimpeiros ilegais no território Sararé é relativamente recente. De acordo com um relatório do Greenpeace, apenas 78 hectares do território haviam sido impactados pela mineração até 2018. Esse número começou a crescer gradualmente a partir de 2021. Em 2023, estimava-se a presença de 250 a 300 garimpeiros na TI Sararé. Neste ano, agentes do governo estimam que cerca de 2 mil garimpeiros estejam operando na área. De janeiro a agosto deste ano, a TI Sararé registrou um desmatamento 85% maior do que o total combinado das outras nove terras indígenas mais afetadas no Brasil, que, juntas, perderam 640 hectares no mesmo período. Sararé não figurava entre os principais alertas de mineração até 2023, mas agora desponta como o território mais impactado pela mineração. A Terra Indígena Kayapó, localizada no estado do Pará, apareceu em segundo lugar em termos de área perdida para a mineração em 2024. Apesar de ser cerca de 49 vezes maior que a TI Sararé, perdeu quase 10 vezes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/uma-pequena-terra-indigena-emerge-como-foco-de-mineracao-ilegal-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Novo acordo visa agilizar esforços de proteção da floresta amazônica</title>
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					<pubDate>01 Dez 2025 10:26:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Abhishyant Kidangoor]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Clima, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Mudanças climáticas, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Quilombolas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Um novo acordo que visa agilizar o monitoramento e a proteção da floresta amazônica foi anunciado na última Cúpula do Clima, a COP30. A Declaração de Mamirauá é um “compromisso unificado para proteger a inigualável biodiversidade e patrimônio cultural da Amazônia&#8221;. Trinta organizações de todo o mundo assinaram o acordo em um evento que ocorreu [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um novo acordo que visa agilizar o monitoramento e a proteção da floresta amazônica foi anunciado na última Cúpula do Clima, a COP30. A Declaração de Mamirauá é um “compromisso unificado para proteger a inigualável biodiversidade e patrimônio cultural da Amazônia&#8221;. Trinta organizações de todo o mundo assinaram o acordo em um evento que ocorreu durante a cúpula. O Instituto Mamirauá, a Universidade Politécnica da Catalunha e a Fundação XPRIZE lideraram os esforços para coordenar e promover a declaração. “A declaração é um chamado para reunir governos, ONGs, povos indígenas, comunidades locais e o setor privado para medir o pulso da floresta”, disse Emiliano Ramalho, diretor técnico-científico do Instituto Mamirauá, à Mongabay. “Olhando de cima, é possível dizer que a floresta está ali, mas para ver se ela está pulsando ou não, é preciso ir até lá e monitorar, e essa é a ideia-chave da declaração.” Sob uma estrutura unificado, a declaração tem como objetivo reunir iniciativas de longo prazo, porém dispersas, que vêm monitorando a floresta amazônica há anos. Um de seus maiores destaques é a participação ativa de povos indígenas e de comunidades locais nos esforços de monitoramento. A declaração também pede mais capacitação nos países que compõem a Bacia Amazônica. A declaração foi assinada por trinta organizações de todo o mundo para agilizar o monitoramento da biodiversidade na Floresta Amazônica. Imagem cedida pela Fundação XPRIZE. “Normalmente, são instituições do Norte Global obtendo dados do Sul Global e analisando esses dados”, disse Ramalho. “Precisamos promover a análise de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/novo-acordo-visa-agilizar-esforcos-de-protecao-da-floresta-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia tem recorde de emissão de carbono após surto de incêndios florestais em 2024</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/10/amazonia-tem-recorde-de-emissao-de-carbono-apos-surto-de-incendios-florestais-em-2024/</link>
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					<pubDate>20 Out 2025 07:53:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição e Queimadas]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2024, a Amazônia registrou uma das temporadas mais devastadoras de incêndios florestais em mais de duas décadas, reacendendo alertas ambientais em toda a América do Sul. No caso do Brasil, a preocupação ressurge após uma redução generalizada dos números de desmatamento no bioma tropical durante o ano de 2023. Já este ano, enquanto o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/amazonia-tem-recorde-de-emissao-de-carbono-apos-surto-de-incendios-florestais-em-2024/" data-wpel-link="internal">Amazônia tem recorde de emissão de carbono após surto de incêndios florestais em 2024</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 2024, a Amazônia registrou uma das temporadas mais devastadoras de incêndios florestais em mais de duas décadas, reacendendo alertas ambientais em toda a América do Sul. No caso do Brasil, a preocupação ressurge após uma redução generalizada dos números de desmatamento no bioma tropical durante o ano de 2023. Já este ano, enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e especialistas tentam desvendar uma relação anômala entre a derrubada da floresta e o aumento dos incêndios criminosos, um estudo do Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia trouxe detalhes sobre os danos climáticos causados pela mais recente epidemia de fogo na região. Segundo a pesquisa publicada em maio, a degradação florestal gerada pelos incêndios foi responsável pela liberação de 791 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono (CO2) em 2024 — um número sete vezes maior se comparado à média vista nos dois anos anteriores. Mais ainda, pela primeira vez na história, as emissões de carbono diretamente relacionadas aos incêndios superaram as vindas do desmatamento. O Brasil, maior país amazônico, foi responsável por 61% das emissões, seguido pela Bolívia (32%), nação que convive há anos com numerosos focos de fogo em várias partes de seu território. “A escalada da ocorrência de incêndios, impulsionada pelas mudanças climáticas e pelo uso insustentável da terra, ameaça levar a Amazônia a um ponto de virada catastrófico”, diz o estudo. “Esforços urgentes e coordenados são cruciais para mitigar esses fatores e evitar danos irreversíveis ao ecossistema.” Somadas, as emissões decorrentes do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/amazonia-tem-recorde-de-emissao-de-carbono-apos-surto-de-incendios-florestais-em-2024/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Armazenamento de carbono no oceano: entre novos investimentos e antigas preocupações</title>
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					<pubDate>30 Set 2025 12:57:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Conservação, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Energia, Gases de Efeito Estufa, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mudanças climáticas, Oceanos, Política Ambiental, Poluição e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do México ou no Sudeste Asiático. Muitas dessas iniciativas já são financiadas por governos locais. A prática consiste na captura do carbono (em geral, obtido diretamente de indústrias poluidoras, como a do cimento e as metalúrgicas, por exemplo) e em sua transformação em CO2 supercrítico – ou seja, quando está acima da sua temperatura e pressão críticas, sendo “otimizado” para a manipulação. Após esse processo, o produto é levado por navios ou gasodutos até uma estrutura localizada no oceano. Ao chegar lá, o CO2 é injetado em um poço inativo, que em seguida é “lacrado”. “Essas mesmas formações [geológicas] armazenaram petróleo e gás por milhões de anos até serem perfuradas. Por esse motivo, sabemos que o CO2 pode ser depositado de forma permanente e na mesma escala de tempo. Temos dados detalhados e uma compreensão sólida sobre a geologia desses poços e o quanto eles podem armazenar”, disse Chris Consoli, especialista em armazenamento do Global CCS Institute. No entanto, essa proposta de solução climática, que pretende pegar carona na infraestrutura já existente dos combustíveis fósseis, é vista por críticos como uma justificativa para que esse modelo siga sendo explorado, usando métodos pouco eficientes e com histórico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/armazenamento-de-carbono-no-oceano-entre-novos-investimentos-e-antigas-preocupacoes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Soja e ‘esquecimento’ ameaçam parque amazônico com pinturas rupestres milenares</title>
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					<pubDate>04 Set 2025 19:48:04 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Peter Speetjens]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>MONTE ALEGRE, Pará — Localizado na margem norte do Rio Amazonas, próximo a Santarém, o município paraense de Monte Alegre abriga uma das joias antropológicas mais bem preservadas em território brasileiro. Elas estão guardadas no Parque Estadual Monte Alegre (Pema), fundado como área de conservação ambiental em 2001. Nesse local de “relevante beleza cênica e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MONTE ALEGRE, Pará — Localizado na margem norte do Rio Amazonas, próximo a Santarém, o município paraense de Monte Alegre abriga uma das joias antropológicas mais bem preservadas em território brasileiro. Elas estão guardadas no Parque Estadual Monte Alegre (Pema), fundado como área de conservação ambiental em 2001. Nesse local de “relevante beleza cênica e peculiar ecossistema”, conforme descrevem portais oficiais do estado, é possível explorar um vasto complexo florestal com cânions, vales e cavernas. É também no coração do parque onde estão situadas cerca de 600 pinturas rupestres — algumas com mais de 11 mil anos de idade. Com mais de 3,6 mil hectares, o Pema foi escolhido em 2022 pela World Monuments Watch, cujo monitoramento incentiva a preservação histórica, como um dos 25 patrimônios de maior importância em todo o mundo. Por seu valor cultural e a exuberância de suas paisagens, a reserva teria tudo para se tornar uma atração de destaque em qualquer lugar do planeta. No entanto, o parque enfrenta dificuldades para atrair visitantes. “Esse é um dos nossos maiores desafios. Recebemos cerca de 4 mil visitantes por ano. Não é muita gente”, disse o gerente do Pema, Jorge Braga. Em entrevista à Mongabay, o gestor disse que o problema soma dois fatores: a baixa popularidade e o difícil acesso. Segundo as estimativas do gerente, apenas uma em cada dez pessoas da região reconhece a importância do parque. A proporção, ele diz, é “ainda menor” quando brasileiros de outras partes do país e estrangeiros são levados&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/soja-e-esquecimento-ameacam-parque-amazonico-com-pinturas-rupestres-milenares/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Invasões se intensificam na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia</title>
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					<pubDate>14 Ago 2025 10:11:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conflitos, Conflitos sociais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Queimadas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Invasões ilegais na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia, voltaram a avançar, segundo lideranças indígenas que conversaram com a Mongabay após um alerta da organização global sem fins lucrativos Survival International. “Este ano tem sido muito difícil, porque há muitas pessoas em nosso território”, disse André Karipuna, cacique do povo Karipuna, à Mongabay em uma mensagem [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Invasões ilegais na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia, voltaram a avançar, segundo lideranças indígenas que conversaram com a Mongabay após um alerta da organização global sem fins lucrativos Survival International. “Este ano tem sido muito difícil, porque há muitas pessoas em nosso território”, disse André Karipuna, cacique do povo Karipuna, à Mongabay em uma mensagem de áudio. “Identificamos novos locais [que estão sendo invadidos], um lugar que antes não havia sido perturbado e agora está sendo destruído.” Líderes Karipuna relataram à Mongabay dezenas de novas invasões, especialmente no sul do território, mas falta resposta das autoridades. Em julho de 2024, o governo federal realizou uma operação para retirar invasores da terra indígena. Funcionários destruíram 17 pontes e 38 rotas de acesso ilegais, além de outras infraestruturas ilícitas, informou o Ministério dos Povos Indígenas à Mongabay, por e-mail. Ninguém foi preso ou responsabilizado. Líderes indígenas afirmam que, após a operação, as atividades ilegais e invasões foram retomadas lentamente. Segundo o Global Forest Watch, mais de 10 mil hectares, ou 6,6% do território, foram desmatados entre 2001 e 2024. O pico ocorreu em 2022, com um recorde de perda florestal de 2 mil hectares, e imagens de satélite mostram que uma casa não-indígena foi construída perto de uma das áreas desmatadas. Em 2024, satélites registraram 194 hectares de perda florestal; os dados de 2025 ainda não foram quantificados. Segundo a lei brasileira, invasão ou ocupação de terras indígenas é um crime grave, respaldado pela Constituição e por um estatuto que aumenta as&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/invasoes-se-intensificam-na-terra-indigena-karipuna-em-rondonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil pede regras mais duras no comércio global para salvar pau-brasil da extinção</title>
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					<pubDate>04 Ago 2025 10:14:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>A árvore de madeira avermelhada e flores amarelas que dá nome ao Brasil está desaparecendo. Nativa da Mata Atlântica e exclusiva do território brasileiro, hoje a população do pau-brasil (Paubrasilia echinata) está restrita a cerca de 10 mil árvores espalhadas entre o litoral do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte; um declínio [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A árvore de madeira avermelhada e flores amarelas que dá nome ao Brasil está desaparecendo. Nativa da Mata Atlântica e exclusiva do território brasileiro, hoje a população do pau-brasil (Paubrasilia echinata) está restrita a cerca de 10 mil árvores espalhadas entre o litoral do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte; um declínio de 84% ao longo das últimas três gerações da planta. Os dados são do Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora), que em 2024 elevou a classificação de risco de extinção da espécie de “em perigo” para “criticamente em perigo”. No período colonial, foi a cor vívida do pau-brasil que quase decretou seu fim, com mais de 500 mil árvores colocadas abaixo para atender à demanda europeia por corante vermelho para tecidos. A partir do século 19, a combinação ideal entre ressonância, durabilidade e flexibilidade da madeira colocaram a espécie na mira da indústria da música, que descobriu ser este o material perfeito para produzir arcos —  a haste de madeira com crina de cavalo usada para tocar violinos e violoncelos. “O pau-brasil realmente está em uma situação bem critica”, disse à Mongabay o analista ambiental do Ibama Felipe Bernardino Guimarães, referência nacional em identificação de madeira e autor de uma tese de mestrado sobre fraudes no comércio do pau-brasil. A exploração do pau-brasil para a fabricação de arcos de instrumentos musicais é a principal ameaça à espécie, diz o governo brasileiro. Foto: Felipe Bernardino Guimarães/Ibama Para tentar salvar este símbolo nacional, o Brasil propôs&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/brasil-pede-regras-mais-duras-no-comercio-global-para-salvar-pau-brasil-da-extincao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Garimpos na Amazônia estimulam tráfico sexual na fronteira com a Guiana</title>
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					<pubDate>20 Jun 2025 09:36:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>A pobreza e a falta de fiscalização nas fronteiras contribuem para o aliciamento de jovens para a exploração sexual em garimpos no Brasil e em países vizinhos como a Guiana.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/garimpos-na-amazonia-estimulam-trafico-sexual-na-fronteira-com-a-guiana/" data-wpel-link="internal">Garimpos na Amazônia estimulam tráfico sexual na fronteira com a Guiana</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[BOA VISTA, Roraima — Após cruzar a fronteira de Lethem, na Guiana, um outdoor chama a atenção. A peça informa que o tráfico humano é um crime que deve ser denunciado. O alerta chocante quebra a sensação de tranquilidade das ruas repletas de lojas de produtos importados da China, muito procurados por comerciantes de Boa Vista. A fronteira, localizada em Bonfim, está a apenas 132 quilômetros da capital de Roraima. Separadas pelo Rio Tacutu, as cidades são facilmente acessíveis pela BR-401. Cruzei a fronteira sem passar por qualquer processo de fiscalização, apesar da presença de um posto da Polícia Federal na divisa. Ao longo de sete dias em Roraima, três fontes relataram que veículos de Boa Vista transportam por esta mesma fronteira, sem obstáculos, garotas aliciadas para exploração sexual em Lethem, onde existem bares que facilitam os encontros com garimpeiros da Guiana. No país vizinho, a prostituição é proibida e os garimpos são fiscalizados. Porém, fontes que pediram anonimato por razões de segurança disseram à Mongabay que a exploração sexual de jovens brasileiras e imigrantes, sobretudo venezuelanas, ocorre rotineiramente. Em geral, segundo as fontes, bares e outros ambientes frequentados por jovens em Boa Vista são alvos de aliciadoras a serviço de redes de crime organizado que têm investido fortemente em atividades de garimpo na Amazônia. Ao abordarem as vítimas com convites de viagens a trabalho e alta remuneração, elas usam roupas, joias e perfumes caros para atrair jovens pobres. O assédio também já foi observado nas imediações de escolas, comunidades&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/garimpos-na-amazonia-estimulam-trafico-sexual-na-fronteira-com-a-guiana/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>O que é melhor proteger: grandes florestas ou vários fragmentos? Novo estudo reacende polêmica</title>
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					<pubDate>16 Jun 2025 07:14:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Queimadas e Socioambiental]]>
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							<![CDATA[<p>O que abriga maior biodiversidade de espécies? Uma grande área contínua de floresta ou uma área verde do mesmo tamanho, porém dividida em vários pequenos fragmentos? A polêmica divide a comunidade científica há mais de cinquenta anos e ganhou um novo capítulo com um artigo liderado por um brasileiro e publicado em março na revista [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[O que abriga maior biodiversidade de espécies? Uma grande área contínua de floresta ou uma área verde do mesmo tamanho, porém dividida em vários pequenos fragmentos? A polêmica divide a comunidade científica há mais de cinquenta anos e ganhou um novo capítulo com um artigo liderado por um brasileiro e publicado em março na revista Nature. “É um debate que começou na década de 1970, quando os pesquisadores passaram a discutir qual seria a melhor maneira de desenhar as unidades de conservação de forma a proteger a biodiversidade”, explica Thiago Gonçalves-Souza, biólogo e pesquisador da Universidade de Michigan, que assina o estudo ao lado de outros 26 pesquisadores de oito países. Para alguns cientistas, uma região com muitos pequenos fragmentos de mata poderia ser tão ou mais rica em espécies do que um grande bloco florestal. Isso porque cada um destes fragmentos teria características únicas, favorecendo o desenvolvimento de espécies diferentes em cada um deles. Somando todos estes fragmentos, o saldo final seria mais positivo do que aquele encontrado em uma grande área verde contínua. “Quem defende essa tese diz que, mesmo que a gente perca espécies em uma escala local, o aumento da heterogeneidade entre diferentes fragmentos iria aumentar a biodiversidade naquela região como um todo”, explica Gonçalves-Souza. Na Mata Atlântica, um dos biomas mais desmatados do Brasil, é quase impossível encontrar grandes blocos de floresta. Foto de Zig Koch/Fundação SOS Mata Atlântica Seu estudo, no entanto, reforça a hipótese de que a conservação de grandes blocos de floresta&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/o-que-e-melhor-proteger-grandes-florestas-ou-varios-fragmentos-novo-estudo-reacende-polemica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Restauração da Amazônia oferece redenção para créditos de carbono após escândalos em projetos REDD</title>
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					<pubDate>09 Mai 2025 12:23:06 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2024, uma operação policial contra o maior produtor de créditos de carbono do Brasil marcou o ponto mais baixo da já longa crise de reputação dos projetos REDD. Grandes empresas que compraram créditos desses projetos de conservação florestal se viram de repente associadas a uma organização criminosa. REDD, sigla para “redução de emissões por [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2024, uma operação policial contra o maior produtor de créditos de carbono do Brasil marcou o ponto mais baixo da já longa crise de reputação dos projetos REDD. Grandes empresas que compraram créditos desses projetos de conservação florestal se viram de repente associadas a uma organização criminosa. REDD, sigla para “redução de emissões por desmatamento e degradação florestal”, é uma metodologia baseada em um conceito simples: proteger áreas estratégicas de floresta ajuda a evitar emissões de gases de efeito estufa. Quem protege estas áreas pode vender créditos equivalentes às emissões evitadas para empresas que querem compensar sua pegada de carbono. No entanto, a organização alvo das autoridades brasileiras, liderada por Ricardo Stoppe, também lucrava com extração ilegal de madeira e grilagem no sul do Amazonas. O escândalo foi revelado primeiro pela Mongabay. E não era um caso isolado: segundo um estudo publicado pelo jornal britânico The Guardian, 90% dos créditos florestais certificados pela principal certificadora global, a Verra, não tinham valor. Outras investigações feitas por jornalistas e ONGs brasileiras revelaram empresas ocupando ilegalmente terras públicas ou lucrando com territórios de comunidades tradicionais sem seu consentimento. Em uma reportagem de dezembro de 2024, a Mongabay mostrou que parcerias entre desenvolvedores de projetos REDD e madeireiras com histórico de crimes ambientais são comuns na Amazônia. “Temos visto uma série de passivos, seja pela qualidade dos projetos, baixa integridade, falhas de diligência ou problemas metodológicos”, disse Gustavo Pinheiro, do Grupo Trie, ao Mongabay. “É uma longa lista de passivos que levou a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/restauracao-da-amazonia-oferece-redencao-para-creditos-de-carbono-apos-escandalos-em-projetos-redd/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Garimpo ilegal se instala a 1 km da segunda maior árvore da Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Mai 2025 08:06:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Desde 2019, pesquisadores têm utilizado laser e realizado incursões na Amazônia brasileira para identificar árvores gigantes, que se elevam muito acima do dossel da floresta. Além de serem um patrimônio natural e científico, essas árvores desempenham um papel importante como reguladoras do clima, abrigam diversas outras plantas e animais e podem revelar segredos sobre o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Desde 2019, pesquisadores têm utilizado laser e realizado incursões na Amazônia brasileira para identificar árvores gigantes, que se elevam muito acima do dossel da floresta. Além de serem um patrimônio natural e científico, essas árvores desempenham um papel importante como reguladoras do clima, abrigam diversas outras plantas e animais e podem revelar segredos sobre o passado da floresta tropical. A maior árvore conhecida na Amazônia até o momento é um angelim-vermelho (Dinizia excelsa) de 88,5 metros de altura, com idade estimada entre 400 e 600 anos – capaz de absorver tanto dióxido de carbono quanto 1 hectare da floresta ao seu redor, segundo os cientistas. Ela está localizada no estado do Pará, onde o governo designou uma unidade de conservação para proteger esse santuário de gigantes. No vizinho Amapá, no entanto, a espécie tem sofrido ameaças crescentes. O estado abriga seis árvores gigantes, incluindo a segunda maior da Amazônia, um angelim-vermelho de 85 metros localizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru, gerida pelo governo estadual. O status de proteção da área, no entanto, não impediu que garimpeiros ilegais operassem a 1 quilômetro desse tesouro amazônico. O Ministério Público do Amapá (MP-AP) fez o alerta no final de março. Em outubro de 2024, o órgão já havia recomendado ao governo estadual a proteção das árvores gigantes e a criação de áreas de preservação permanente em um raio de 1 quilômetro ao redor de cada espécime. &#8220;A resposta do governo ainda é vaga&#8221;, disse Marcelo Moreira, o promotor que escreveu&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/garimpo-ilegal-se-instala-a-1-km-da-segunda-maior-arvore-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Jovens Yanomami recorrem a drones para vigiar seu território amazônico</title>
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					<pubDate>16 Abr 2025 14:21:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soluções e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Na Terra Indígena Yanomami, a maior do Brasil, os líderes acreditam nas habilidades dos jovens para manter o legado de seus antepassados e garantir o futuro de um território cuja extensão equivale quase ao tamanho de Portugal.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/jovens-yanomami-recorrem-a-drones-para-vigiar-seu-territorio-amazonico/" data-wpel-link="internal">Jovens Yanomami recorrem a drones para vigiar seu território amazônico</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Quando garimpeiros ilegais começaram a invadir suas terras, há sete anos, muitos indígenas Yanomami se sentiram impotentes. Como vigiar um território quase do tamanho de Portugal, numa região remota da Amazônia, sem polícia, aviões ou tecnologia? Cerca de 20 mil homens invadiram a Terra Indígena (TI) Yanomami em busca de ouro e cassiterita, causando uma grave crise humanitária e ecológica. Os Yanomami fizeram diversos apelos ao governo federal. No entanto, o país estava sob o comando do presidente Jair Bolsonaro entre 2019 e 2022, que apoia mineração em terras indígenas, mesmo que essa atividade seja proibida em qualquer circunstância pela Constituição brasileira. O ex-presidente e sua equipe paralisaram todos os esforços para expulsar os invasores da TI Yanomami. Desamparados na maior terra indígena do país, em uma região remota que de fronteira com a Venezuela, os Yanomami concluíram que estavam sozinhos para proteger seu território. Em razão disso, em 2022, a Hutukara Associação Yanomami (HAY) buscou parcerias para implementar e organizar um projeto de capacitação de jovens para o uso de drones. Maurício Ye&#8217;kwana, diretor da HAY, começou a desenvolver o projeto em 2021, como participante da cúpula climática COP26, em Glasgow. Na ocasião, ele entrou em contato com financiadores europeus que decidiram apoiar a iniciativa de formação através da organização humanitária internacional CAFOD. Os 32.212 Yanomami e Ye&#8217;kwana, um grupo étnico que compartilha o território, não poderiam vigiar cerca de 10 milhões de hectares a pé e em canoas, mas com drones eles podem enxergar um pouco mais longe.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/jovens-yanomami-recorrem-a-drones-para-vigiar-seu-territorio-amazonico/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Desmatamento se aproxima de povos isolados na última fronteira da Amazônia brasileira</title>
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					<pubDate>28 Mar 2025 08:59:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>&#8220;Eles são curiosos em relação à gente, e a gente é curioso em relação a eles&#8221;. É assim que Daniel Cangussu descreve a recente interação com um pequeno grupo indígena que acaba de entrar em contato com o restante da sociedade no coração da Amazônia brasileira. &#8220;Ainda não conhecemos a língua deles, mas a comunicação [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/desmatamento-se-aproxima-de-povos-isolados-na-ultima-fronteira-da-amazonia-brasileira/" data-wpel-link="internal">Desmatamento se aproxima de povos isolados na última fronteira da Amazônia brasileira</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[&#8220;Eles são curiosos em relação à gente, e a gente é curioso em relação a eles&#8221;. É assim que Daniel Cangussu descreve a recente interação com um pequeno grupo indígena que acaba de entrar em contato com o restante da sociedade no coração da Amazônia brasileira. &#8220;Ainda não conhecemos a língua deles, mas a comunicação é feita o tempo todo. Compartilhamos comida, a gente pesca para eles, eles nos acompanham nas caçadas&#8221;, disse o servidor da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). O grupo vive há séculos em uma das áreas mais preservadas da floresta amazônica, em uma região conhecida como Mamoriá Grande — nome de um afluente do Rio Purus que atravessa o território. O primeiro contato ocorreu no dia 12 de fevereiro, quando um jovem apareceu em uma comunidade ribeirinha da região, que fica entre os municípios de Tapauá e Lábrea, no sul do Amazonas. &#8220;Ele saiu da mata porque havia perdido o fogo&#8221;, disse Cangussu, que coordena a Frente de Proteção Etnoambiental Madeira-Purus da Funai, responsável por proteger os povos indígenas isolados desta área. Uma família indígena isolada, composta por um casal e um bebê, se perdeu do resto de seu grupo na região de Mamoriá Grande, no Amazonas. Foto: Daniel Cangussu/Funai. Após receberem alimentos e assistência médica, os agentes da Funai ajudaram o homem a retornar ao ponto da floresta de onde ele havia saído. Alguns dias depois, os agentes perceberam que ele ainda estava na mesma área, agora acompanhado pela família: uma mulher e um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/desmatamento-se-aproxima-de-povos-isolados-na-ultima-fronteira-da-amazonia-brasileira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisadores identificam áreas prioritárias para restauração nos biomas brasileiros</title>
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					<pubDate>17 Mar 2025 18:24:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caatinga, Cerrado, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Pantanal, Política Ambiental, Queimadas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>O governo do Pará anunciou no início de março que irá conceder 30 mil hectares para empresas de restauração florestal na região do Triunfo do Xingu, uma das mais desmatadas da Amazônia. O modelo deve replicar o edital lançado no final de 2024 para a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, onde a empresa [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/pesquisadores-identificam-areas-prioritarias-para-restauracao-nos-biomas-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Pesquisadores identificam áreas prioritárias para restauração nos biomas brasileiros</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O governo do Pará anunciou no início de março que irá conceder 30 mil hectares para empresas de restauração florestal na região do Triunfo do Xingu, uma das mais desmatadas da Amazônia. O modelo deve replicar o edital lançado no final de 2024 para a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, onde a empresa vencedora vai assumir o trabalho de restauração em troca da comercialização dos créditos de carbono. A mesma lógica será aplicada à concessão da Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia, cujo edital deve ser lançado ainda neste ano pelo governo federal. Estudos para a concessão de outras sete áreas públicas também estão em andamento, segundo o Ministério do Meio Ambiente informou à Mongabay. Os projetos respondem a uma demanda cada vez maior da agenda climática global  — até 2030, as Nações Unidas estarão promovendo a Década da Restauração de Ecossistemas, em um claro entendimento de que controlar o desmatamento não será suficiente para combater as mudanças climáticas. A Ministra do Meio Ambiente Marina Silva lançou o chamado Novo Planaveg em outubro de 2024 durante a COP16, na Colômbia. Foto: Ministério do Meio Ambiente. Apesar de não sequestrar tanto carbono quanto a Amazônia, a vegetação do Cerrado ajuda a proteger algumas das principais bacias hidrográficas do Brasil. Imagem de Marizilda Cruppe/Greenpeace. Com 109 milhões de hectares de pastagens degradadas — área equivalente a duas Espanhas —, o Brasil tem enorme potencial de restauração. Mas projetos como estes costumam ser caros e complexos. Na maioria das vezes,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/pesquisadores-identificam-areas-prioritarias-para-restauracao-nos-biomas-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Suspensão de financiamento do governo americano já afeta projetos de conservação na Amazônia</title>
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					<pubDate>13 Mar 2025 15:29:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conflitos, Conflitos sociais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Queimadas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Uma série de programas de sustentabilidade, saúde e meio ambiente na floresta amazônica está em risco após o governo dos EUA anunciar, no primeiro dia do mandato do presidente Donald Trump, uma pausa de 90 dias em todos os financiamentos de ajuda externa, incluindo os da USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional). [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/suspensao-de-financiamento-do-governo-americano-ja-afeta-projetos-de-conservacao-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Suspensão de financiamento do governo americano já afeta projetos de conservação na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma série de programas de sustentabilidade, saúde e meio ambiente na floresta amazônica está em risco após o governo dos EUA anunciar, no primeiro dia do mandato do presidente Donald Trump, uma pausa de 90 dias em todos os financiamentos de ajuda externa, incluindo os da USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional). A medida gerou preocupação entre cientistas e conservacionistas, que, em entrevista à Mongabay, expressaram preocupação com os impactos na biodiversidade, nos meios de subsistência indígenas e na segurança na região. Eles alertaram que a suspensão temporária do financiamento afetará iniciativas de conservação lideradas pelas comunidades, além de programas essenciais no combate ao desmatamento ilegal e a outros crimes ambientais. Por outro lado, alguns argumentam que o financiamento da USAID trouxe desafios para as comunidades locais e que os possíveis impactos da pausa destacam os riscos da dependência da ajuda externa. Em certos casos, os impactos já são perceptíveis. Alguns programas de monitoramento territorial, responsáveis por financiar ações de proteção dos territórios indígenas, foram suspensos. Ivaneide “Neidinha” Bandeira Cardozo, residente na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia, e coordenadora da Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé, declarou à Mongabay que os EUA interromperam o financiamento de um programa de monitoramento territorial essencial para reduzir as invasões e o desmatamento ilegal em diversas terras indígenas da região. “Tivemos que suspender nossas atividades de monitoramento”, afirmou ela. “O problema é que estamos sob enorme pressão de grileiros e madeireiros, e agora se tornou ainda mais difícil conter as invasões. O&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/suspensao-de-financiamento-do-governo-americano-ja-afeta-projetos-de-conservacao-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mudança na lei põe em risco santuário ecológico no litoral do Piauí</title>
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					<pubDate>05 Mar 2025 07:17:01 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Adriana AmâncioMariana Rosetti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Certificação, Conservação, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Lei Ambiental, Manguezais, Política Ambiental, Responsabilidade Ambiental, Sustentabilidade e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>A batalha entre conservação ambiental e interesses econômicos no litoral do Piauí ganhou um novo capítulo. O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para investigar a legalidade do Projeto de Lei Ordinária (PLO) 113/2024, que rebaixou a proteção do Monumento Natural das Itans, em Cajueiro da Praia, transformando-o em Área de Proteção Ambiental [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A batalha entre conservação ambiental e interesses econômicos no litoral do Piauí ganhou um novo capítulo. O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para investigar a legalidade do Projeto de Lei Ordinária (PLO) 113/2024, que rebaixou a proteção do Monumento Natural das Itans, em Cajueiro da Praia, transformando-o em Área de Proteção Ambiental (APA). Com a mudança, os 57 hectares de ecossistemas sensíveis, lar de espécies ameaçadas como o peixe-boi-marinho e o mangue-de-botão, serão submetidos a regras menos rigorosas. A APA, por exemplo, elimina a obrigatoriedade de licenciamento ambiental para atividades econômicas e reduz a área protegida de 70% para 30%. A ausência de estudos de viabilidade e atas de audiências públicas no PLO é um dos principais pontos da investigação do MPF. Isso porque são documentos obrigatórios para a criação de uma unidade de conservação, segundo as leis estadual e nacional do Sistema de Unidades de Conservação (Snuc). A reportagem da Mongabay acessou o projeto por meio de publicação da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). O texto, além de incompleto, não possui anexos os documentos exigidos. Mesmo assim, foi promulgado em 31 de janeiro e a APA das Itans agora é lei: a de número 8588. O PLO passou por sanção tácita do governador Rafael Fonteles (PT), que nem vetou, nem sancionou a lei. Nesse caso, o documento retornou ao Legislativo, que assumiu o poder de promulgação. Solicitamos à assessoria do governador a razão da não resposta. Até o fechamento desta reportagem, ainda não havíamos recebido um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/mudanca-na-lei-poe-em-risco-santuario-ecologico-no-litoral-do-piuai/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Artesãos transformam madeira morta em arte para manter a Amazônia em pé</title>
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					<pubDate>26 Fev 2025 16:34:07 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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										<author>
						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soluções e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Na Reserva Extrativista Chico Mendes, mulheres e jovens transformam troncos caídos e árvores mortas em utensílios domésticos, que são também peças de arte.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/artesaos-transformam-madeira-morta-em-arte-para-manter-a-amazonia-em-pe/" data-wpel-link="internal">Artesãos transformam madeira morta em arte para manter a Amazônia em pé</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[RESEX CHICO MENDES, ACRE – Depois de atravessar o Rio Acre de balsa e rodar 23 km em carro 4&#215;4 por estrada de terra, chegamos à marcenaria que dá vida ao que, de outra forma, seriam apenas resíduos em solo amazônico. No Ateliê da Floresta, que fica em Xapuri, na Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes, troncos caídos e árvores mortas são transformados em peças de arte, gerando rendimento extra às famílias locais. Criada em junho de 2024, a marcenaria conta com a participação de 18 famílias e foi idealizada pelo primo de Chico Mendes, Raimundo Mendes de Barros, 79, carinhosamente chamado de Raimundão. A unidade de conservação, nomeada em homenagem ao líder ambientalista assassinado em 1988, estende-se por quase 1 milhão de hectares e abrange sete municípios próximos à fronteira com Peru e Bolívia. Na Resex, as comunidades locais praticam atividades florestais sustentáveis e conseguem sua renda principalmente a partir da colheita da castanha-do-Brasil e da borracha. Como os preços destes produtos sempre estiveram sujeitos às estações do ano e às flutuações do mercado, diversificar as fontes de renda tem sido um desafio constante para os extrativistas. “A gente tem um foco muito grande no trabalho com a castanha e a seringa, né?”, diz à Mongabay Rogério Mendes de Barros, 26 anos, filho de Raimundão. “Essas fontes de renda não completam toda a nossa necessidade de economia pessoal de vida, né? Então, a gente vem sempre buscando mais alternativas”. Raimundo Mendes de Barros em sua casa em Xapuri, Acre. Foto&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/artesaos-transformam-madeira-morta-em-arte-para-manter-a-amazonia-em-pe/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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