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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Aquecimento global ameaça refúgios de coníferas no Brasil, revela estudo</title>
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					<pubDate>27 Out 2026 07:05:35 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mateus Mendonça]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Brasil, Conservação, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e Santa Catarina]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Conservação, Espécies Ameaçadas, Florestas, Mudanças climáticas e Resiliência climática]]>
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							<![CDATA[<p>As coníferas estão entre as linhagens mais antigas do planeta: surgiram há mais de 200 milhões de anos e se diversificaram durante a fragmentação do supercontinente Gondwana. Essas árvores atravessaram quedas extremas de temperatura do planeta, conhecidas como glaciações, o movimento dos continentes e a extinção dos dinossauros. Agora, com a rapidez do aquecimento global, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As coníferas estão entre as linhagens mais antigas do planeta: surgiram há mais de 200 milhões de anos e se diversificaram durante a fragmentação do supercontinente Gondwana. Essas árvores atravessaram quedas extremas de temperatura do planeta, conhecidas como glaciações, o movimento dos continentes e a extinção dos dinossauros. Agora, com a rapidez do aquecimento global, o clima projetado para meados do século se afasta das condições em que as coníferas brasileiras vivem hoje mesmo no cenário mais otimista, indica um estudo publicado em 2025 na revista científica Oryx. Para as espécies de distribuição mais restrita, o risco é de não conseguirem se adaptar a tempo e acabarem desaparecendo.  As coníferas são árvores com alta capacidade de armazenar carbono, por isso são muito importantes para os ecossistemas. Nas florestas boreais do hemisfério norte, dominadas por elas, fica retido cerca de um terço do carbono guardado nas florestas do planeta. No Brasil, a araucária (Araucaria angustifolia) sustenta a Floresta Ombrófila Mista, e o pinhão, sua semente, somou uma produção de 15.346 mil toneladas em 2025, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e é fonte importante de renda para agricultores extrativistas.  O Brasil tem dez espécies nativas de coníferas, distribuídas por diversos biomas e divididas em duas famílias: Araucariaceae, representada por uma única espécie, a araucária, que possui ocorrência no sul do país, e Podocarpaceae, com nove. Segundo o estudo, liderado por Ricardo Costa Manosso, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), todas devem sofrer algum grau de exposição&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/aquecimento-global-ameaca-refugios-de-coniferas-no-brasil-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisadores revelam rotas e padrões do tráfico de animais na Amazônia</title>
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					<pubDate>26 Out 2026 07:32:25 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[Defaunação, Fauna, Tráfico e Tráfico de Animais Silvestres]]>
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							<![CDATA[<p>Um estudo identificou 137 espécies de animais silvestres sendo comercializadas ilegalmente na Amazônia brasileira.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/pesquisadores-revelam-rotas-e-padroes-do-trafico-de-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Pesquisadores revelam rotas e padrões do tráfico de animais na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Berço da maior biodiversidade do mundo, a Amazônia brasileira é um dos principais polos do tráfico internacional de animais silvestres. Todos os dias, milhares de animais são retirados da floresta para serem vendidos em outras partes do país e no exterior. Apesar de seu papel central nesse mercado ilegal, ainda faltam informações sobre o tráfico de animais na região. Os dados sobre apreensões de animais estão dispersos em órgãos municipais, estaduais e federais. Além da ausência de um sistema integrado, os vastos territórios amazônicos e a falta de controle nas fronteiras dificultam a produção de inteligência sobre este crime ambiental. “Todo rio que você for na Amazônia vai ter eventos de tráfico”, disse à Mongabay o especialista em inteligência de conservação Antônio de Carvalho, da ONG de conservação WCS Brasil. A organização está desenvolvendo um observatório global de tráfico de animais, que vai usar inteligência artificial para coletar informações em sites de notícias e pesquisas acadêmicas. O objetivo é apoiar o trabalho de investigadores, agentes ambientais e jornalistas.​ “Muitos dados de apreensões são perdidos porque os animais são soltos ali mesmo, no local da apreensão, e aquilo não vira nem estatística institucional”, explicou Carvalho. O cascudo-zebra (Hypancistrus zebra) vive apenas em um pequeno trecho do rio Xingu, no Pará, e é muito procurado como peixe ornamental. Foto: Birger A. Em mais uma tentativa de preencher esse vazio de informações e ajudar a definir estratégias para proteger a fauna brasileira, pesquisadores analisaram 34 artigos científicos sobre o tráfico de animais silvestres&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/pesquisadores-revelam-rotas-e-padroes-do-trafico-de-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Anatomia de uma invasão: como uma lei do Pará abriu caminho para a ocupação de terra indígena</title>
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					<pubDate>22 Out 2026 16:19:25 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee GabayElisângela Mendonça]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Cultura Indígena, Gado, Grilagem, Indígenas, Justiça Social, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Terras Indígenas e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>O couro engraxado dos sapatos de Francisco “Torrinho” Torres (Republicanos-PA) reluzia enquanto ele caminhava em direção à tribuna do plenário da Assembleia Legislativa do Pará. O pecuarista e político de 57 anos avançava sem pressa, prestes a fazer um discurso que desencadearia uma série de acontecimentos e levaria a novas invasões da Terra Indígena Ituna/Itatá. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O couro engraxado dos sapatos de Francisco “Torrinho” Torres (Republicanos-PA) reluzia enquanto ele caminhava em direção à tribuna do plenário da Assembleia Legislativa do Pará. O pecuarista e político de 57 anos avançava sem pressa, prestes a fazer um discurso que desencadearia uma série de acontecimentos e levaria a novas invasões da Terra Indígena Ituna/Itatá. Era 30 de junho de 2026, em uma sessão que parecia rotineira para o deputado estadual. Por trás do terno elegante e dos acenos de aprovação de aliados do agronegócio, porém, havia um histórico de multas ambientais, uma investigação por corrupção e disputas fundiárias. Em um discurso breve, Torres defendeu um projeto de lei de sua autoria que criava uma nova área de proteção ambiental sob gestão estadual, a Área de Proteção Ambiental (APA) Bacajaí. A medida foi apresentada como solução para famílias com dificuldades de produzir no campo e para moradores rurais que precisavam regularizar a posse da terra. Outros três deputados estaduais subiram à tribuna para apoiar a proposta. Lá, falaram de agricultores que esperavam há décadas pelos títulos de propriedade, de famílias impedidas de obter crédito sem esses documentos e da incerteza provocada pela possibilidade de a área ser reivindicada como terra indígena. O plenário levou apenas 24 minutos para aprovar o projeto por unanimidade. Não houve objeções nem pedidos de pareceres técnicos, embora já se soubesse que a nova unidade de conservação, com 142.400 hectares, ficaria inteiramente sobreposta à Terra Indígena Ituna/Itatá. Desde 2011, a área está sujeita a uma portaria&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/anatomia-de-uma-invasao-como-uma-lei-do-para-abriu-caminho-para-a-ocupacao-de-terra-indigena/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Remédios ainda não descobertos na Amazônia podem valer R$ 10 bi, aponta análise</title>
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					<pubDate>21 Out 2026 07:28:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Florestas, Florestas Tropicais, Medicina tradicional, Produtos da Floresta e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>Com o avanço do desmatamento, espécies que poderiam gerar medicamentos capazes de salvar vidas correm o risco de desaparecer antes de serem encontradas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/remedios-ainda-nao-descobertos-na-amazonia-podem-valer-r-10-bi-aponta-analise/" data-wpel-link="internal">Remédios ainda não descobertos na Amazônia podem valer R$ 10 bi, aponta análise</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma análise do grupo britânico Zero Carbon Analytics (ZCA) reforça o argumento de que as florestas tropicais valem mais em pé do que derrubadas, algo repetido há décadas por ambientalistas. Nesse contexto, a Amazônia se destaca como &#8220;joia da coroa&#8221; global. Segundo a análise da ZCA publicada em julho, as florestas tropicais em todo o mundo podem concentrar, em valor comercial potencial, uma mediana de 714 bilhões de dólares (37 bilhões de reais) — em uma faixa entre 382 bilhões e 1,176 trilhão de dólares (1,9 trilhão e 5,9 trilhões de reais) — em medicamentos ainda não descobertos a partir de plantas com flores. Só a Amazônia responde por cerca de 215 bilhões de dólares (10,8 bilhões de reais), ou cerca de 30% do total, uma fatia maior do que regiões como o Sudeste Asiático e a Bacia do Congo. Compostos naturais são fundamentais para a medicina. Cerca de três em cada quatro medicamentos de combate ao câncer aprovados entre 1940 e 2014 foram derivados de produtos naturais ou inspirados neles, e estima-se que 99% dos compostos químicos produzidos pelas plantas nunca tenham passado por triagem. Nessa lógica, a Amazônia &#8220;abriga potencialmente o maior valor comercial de opções para medicamentos derivados de plantas com flores&#8221; entre todas as grandes regiões florestais, disse à Mongabay Joanne Bentley-McKune, coautora da análise da ZCA. Mas o desmatamento vem corroendo esse valor. A ZCA estima que a derrubada de florestas tropicais desde 2001 já colocou em risco 86 bilhões de dólares (430 bilhões de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/remedios-ainda-nao-descobertos-na-amazonia-podem-valer-r-10-bi-aponta-analise/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Como seria se a Amazônia secasse? Experimento iniciado há 25 anos pode ter a resposta</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/10/como-seria-se-a-amazonia-secasse-experimento-iniciado-ha-25-anos-pode-ter-a-resposta/</link>
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					<pubDate>20 Out 2026 07:33:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Luís Patriani]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Clima, Conservação de Florestas Tropicais, Florestas, Florestas Tropicais, Mudanças climáticas, Recursos hídricos, Resiliência climática e Seca]]>
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							<![CDATA[<p>Um trecho de floresta teve metade da água da chuva desviada por duas décadas. Veja o que nasceu no lugar.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/como-seria-se-a-amazonia-secasse-experimento-iniciado-ha-25-anos-pode-ter-a-resposta/" data-wpel-link="internal">Como seria se a Amazônia secasse? Experimento iniciado há 25 anos pode ter a resposta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma pergunta paira no ar e na terra — ambos cada vez mais secos — da maior floresta tropical úmida do planeta. Qual o futuro da Amazônia em um possível horizonte de estiagens extremas em um cenário de aquecimento global? Para tentar prever o destino do bioma, um audacioso experimento submeteu, por duas décadas, uma área de vegetação amazônica no Pará a um rigoroso estresse hídrico. O resultado revela um surpreendente rearranjo de sobrevivência da floresta. O Projeto Esecaflor (Projeto de Estudo da Seca Florestal) é a mais longeva e extensa investigação científica do gênero já realizada em uma floresta tropical. Está em atividade há 25 anos, e desde então seus idealizadores vêm tentando compreender como a Amazônia poderia reagir à falta prolongada de água no solo. Realizada em área de 1 hectare dentro dos cerca de 318 mil hectares da Floresta Nacional de Caxiuanã (PA), a seca experimental começou a ser aplicada em 2001, quando 6 mil painéis retangulares e transparentes de plástico foram instalados sob a copa das árvores, entre 1 e 4 metros acima do solo, para desviar cerca de 50% da água da chuva para fora da área, por meio de calhas e canaletas. Ao lado, outra área de igual tamanho é mantida sem intervenção, como medida de comparação. Em ambas as parcelas de floresta, pesquisadores monitoram a umidade do solo, a temperatura do ar, o crescimento das árvores, o fluxo de seiva e o desenvolvimento das raízes. Duas torres de 40 metros de altura, dotadas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/como-seria-se-a-amazonia-secasse-experimento-iniciado-ha-25-anos-pode-ter-a-resposta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Por que animais silvestres brasileiros estão aparecendo em um mercado de Bangcoc</title>
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					<pubDate>19 Out 2026 07:43:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gloria Dickie]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina, Brasil e Global]]>
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							<![CDATA[Comércio de Vida Selvagem, Comércio Internacional, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Tráfico e Tráfico de Animais Silvestres]]>
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							<![CDATA[<p>BANGCOC, Tailândia — Nos corredores estreitos do mercado de Chatuchak, em Bangcoc, capital tailandesa, a fauna silvestre do mundo está à venda. Capturadas em florestas, retiradas de rios ou arrancadas de áreas úmidas em todo o planeta, centenas de espécies exóticas são embarcadas em voos transcontinentais para serem expostas no que especialistas consideram um dos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/por-que-animais-silvestres-brasileiros-estao-aparecendo-em-um-mercado-de-bangcoc/" data-wpel-link="internal">Por que animais silvestres brasileiros estão aparecendo em um mercado de Bangcoc</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[BANGCOC, Tailândia — Nos corredores estreitos do mercado de Chatuchak, em Bangcoc, capital tailandesa, a fauna silvestre do mundo está à venda. Capturadas em florestas, retiradas de rios ou arrancadas de áreas úmidas em todo o planeta, centenas de espécies exóticas são embarcadas em voos transcontinentais para serem expostas no que especialistas consideram um dos maiores mercados de animais silvestres do planeta. Entre vendedores de chá com leite tailandês e barracas de arroz glutinoso com manga, basta que os visitantes se afastem alguns passos do circuito turístico para chegar à seção de “animais de estimação” do mercado, uma denominação, no mínimo, generosa. Ali, animais domésticos e silvestres muitas vezes se amontoam em gaiolas, com pouca água e nenhum alívio para temperaturas superiores a 32 °C. Da África chegam papagaios-cinzentos, servais, pítons-reais e gálagos-gigantes, que são vendidos por 48 mil bahts (cerca de 1.450 dólares), anunciados em placas como “recém-chegados”. Já minúsculos suricatos vestidos com fantasias, às vezes colocados em caixas de areia para que os visitantes possam tocá-los, estão entre os animais mais numerosos de Chatuchak. Também há espécies da Ásia e da Oceania, como civetas-mascaradas, lóris-arco-íris e cães-da-pradaria, além de filhotes de guaxinim, iguanas, cabras, gatos e leitões, entre outros. No mercado de Chatuchak, suricatos como o da foto, originários do sul da África, são vestidos com fantasias para serem vendidos como animais de estimação. Foto: Gloria Dickie. Para Scott Roberton, diretor do programa de combate ao tráfico da ONG Wildlife Conservation Society, a novidade mais chocante é a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/por-que-animais-silvestres-brasileiros-estao-aparecendo-em-um-mercado-de-bangcoc/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cientistas descobrem espécies-chave de árvores para a restauração da Amazônia</title>
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					<pubDate>16 Out 2026 07:57:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Motores do Desmatamento e Reflorestamento]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Algumas espécies de árvores são fundamentais para restaurar a biodiversidade e o armazenamento de carbono em áreas desmatadas da Amazônia</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/cientistas-descobrem-especies-chave-de-arvores-para-a-restauracao-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Cientistas descobrem espécies-chave de árvores para a restauração da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[Algumas espécies de árvores são fundamentais para restaurar a biodiversidade e o armazenamento de carbono em áreas desmatadas da Amazônia, sugere um artigo publicado em junho na revista Global Change Biology. Os pesquisadores examinaram 102 áreas em regeneração natural em quatro macrorregiões do Pará — Bragantina, Marabá, Paragominas e Santarém — e concluíram que um conjunto de 15 a 25 espécies representava mais da metade das árvores e dos estoques de carbono dessas áreas. Entre essas espécies estão a embaúba (Cecropia palmata), a tatapiririca (Tapirira guianensis), o ingá-vermelho (Inga alba) e o araticum-bravo (Annona exsucca). Essa lista relativamente curta de espécies hiperdominantes poderia “orientar estratégias de restauração assistida e enriquecimento” na Amazônia, afirmaram os pesquisadores, e ajudar o Brasil a cumprir a meta de restaurar 12 milhões de hectares de florestas até 2030, uma área aproximadamente do tamanho da Coreia do Norte. “Estas áreas já estão restaurando serviços [ecossistêmicos] e a biodiversidade”, disse Fernando Elias, pesquisador do Museu Paraense Emílio Goeldi, no Pará, e coordenador do estudo, em entrevista à Mongabay. “Por isso é tão importante a gente compreender como que essas florestas se comportam, de modo a direcionar as ações de restauração no bioma.” Segundo Elias, a Amazônia brasileira possui mais de 140 mil km² de florestas em regeneração em áreas anteriormente desmatadas, conhecidas como florestas secundárias. Em muitos casos, essas terras foram abandonadas após terem sido utilizadas para a pecuária. A maior parte dessa área tem potencial para se recuperar naturalmente, sem a necessidade de plantar uma única&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/cientistas-descobrem-especies-chave-de-arvores-para-a-restauracao-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Invasores atacam terra indígena na Amazônia, ameaçando povo isolado</title>
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					<pubDate>05 Out 2026 07:57:50 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee GabayElisângela Mendonça]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Commodities, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Direitos humanos, Etnocídio, Florestas, Gado, Grilagem, Indígenas, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Socioambiental e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Amparadas pela lei, 200 pessoas invadiram o território de indígenas isolados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/invasores-atacam-terra-indigena-na-amazonia-ameacando-povo-isolado/" data-wpel-link="internal">Invasores atacam terra indígena na Amazônia, ameaçando povo isolado</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em meados de agosto, quase 200 pessoas invadiram a Terra Indígena Ituna/Itatá, no Pará, arrombando portões da Funai, derrubando placas de advertência e montando acampamentos dentro de um território reservado a povos indígenas isolados. A invasão ocorreu depois que uma nova lei estadual criou a Área de Proteção Ambiental Bacajaí (APA Bacajaí), sobreposta integralmente à terra indígena protegida pelo governo federal. Segundo as autoridades, a insegurança jurídica provocada pela medida vem sendo explorada por grileiros para justificar a ocupação da área com pecuária e outras atividades agrícolas. O Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) alertaram para o risco iminente de um confronto violento e possível genocídio do povo isolado do Igarapé Ipiaçava. Desde 2011, essa população vulnerável é protegida por uma série de portarias temporárias de restrição de uso da terra, que proíbem a entrada de pessoas não autorizadas na Ituna/Itatá. Em 2025, a Funai renovou a medida cautelar. As primeiras invasões foram relatadas um dia após o Pará publicar a nova lei estadual no Diário Oficial, em 12 de agosto de 2026, anunciando a criação da APA Bacajaí nos municípios de Altamira e Senador José Porfírio. A APA abrange cerca de 142.400 hectares da Amazônia brasileira e se sobrepõe “em 100% à Terra Indígena Ituna/Itatá”. O projeto de lei, apresentado em junho pelo deputado estadual do Pará Francisco Torres de Paula Filho, conhecido como Torrinho Torres, foi aprovado por unanimidade e virou lei um mês depois. “O que em 13 de agosto se resumia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/invasores-atacam-terra-indigena-na-amazonia-ameacando-povo-isolado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo no rio Araguaia aponta que desmatamento pode elevar contaminação de mercúrio em peixes</title>
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					<pubDate>28 Set 2026 07:06:38 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amaitê Santos]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista Environmental Geochemistry and Health encontrou concentrações elevadas de mercúrio em diferentes espécies de peixes do Lago Puruzinho, em Humaitá (AM), na bacia do rio Madeira, e em lagos de várzea da bacia do rio Araguaia. O trabalho identificou um padrão que chama atenção: sinais de biomagnificação do mercúrio também foram [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/estudo-no-rio-araguaia-aponta-que-desmatamento-pode-elevar-contaminacao-de-mercurio-em-peixes/" data-wpel-link="internal">Estudo no rio Araguaia aponta que desmatamento pode elevar contaminação de mercúrio em peixes</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Um estudo publicado na revista Environmental Geochemistry and Health encontrou concentrações elevadas de mercúrio em diferentes espécies de peixes do Lago Puruzinho, em Humaitá (AM), na bacia do rio Madeira, e em lagos de várzea da bacia do rio Araguaia. O trabalho identificou um padrão que chama atenção: sinais de biomagnificação do mercúrio também foram observados nos peixes do Araguaia, onde a mineração de ouro teve episódios historicamente mais breves e espacialmente restritos.  A comparação sugere que a presença de mercúrio nos peixes pode estar relacionada não apenas à mineração de ouro, mas também a outras alterações ambientais, como o desmatamento e as queimadas. O resultado amplia a discussão sobre as possíveis fontes do contaminante e sobre a exposição de populações que dependem do pescado como alimento.  A pesquisa comparou peixes de duas bacias hidrográficas com históricos ambientais distintos. De um lado, o rio Madeira, na Amazônia, marcado por décadas de impactos associados ao garimpo, ao desmatamento e à construção de hidrelétricas. Do outro, o rio Araguaia, no Cerrado, onde o avanço da soja, da pecuária, do desmatamento e das queimadas transformou a paisagem.  Segundo o pesquisador Lucas Cabrera Monteiro, doutorando em Ecologia pela Universidade de Brasília (UnB), um dos autores do estudo, a comparação surgiu a partir de conversas com o professor Wanderley Rodrigues Bastos, da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), que pesquisa a presença de mercúrio na Amazônia. Bastos havia percebido que os níveis encontrados em peixes do Araguaia se aproximavam daqueles registrados no Madeira.  A diferença entre&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/estudo-no-rio-araguaia-aponta-que-desmatamento-pode-elevar-contaminacao-de-mercurio-em-peixes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Redução da área protegida na Floresta do Jamanxim ameaça acelerar desmatamento no Pará</title>
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					<pubDate>25 Set 2026 09:21:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Annady Borges]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos de terra, Conservação de Florestas Tropicais, Demarcação Territorial, Desmatamento, Florestas Tropicais, Lei Ambiental, Mineração, Motores do Desmatamento, Parques Nacionais e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Criada em 2006, no contexto da pavimentação da rodovia BR-163, obra que ameaçava acelerar o desmatamento na região, a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim nasceu com o objetivo de frear o avanço da derrubada da floresta amazônica ao longo da rodovia, assegurar a preservação ecológica e promover o manejo florestal sustentável. Localizada no município de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/reducao-da-area-protegida-na-floresta-do-jamanxim-ameaca-acelerar-desmatamento-no-para/" data-wpel-link="internal">Redução da área protegida na Floresta do Jamanxim ameaça acelerar desmatamento no Pará</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Criada em 2006, no contexto da pavimentação da rodovia BR-163, obra que ameaçava acelerar o desmatamento na região, a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim nasceu com o objetivo de frear o avanço da derrubada da floresta amazônica ao longo da rodovia, assegurar a preservação ecológica e promover o manejo florestal sustentável. Localizada no município de Novo Progresso, no Pará, a unidade de conservação soma atualmente 1,3 milhão de hectares, e é um dos principais blocos de proteção do chamado mosaico de Unidades de Conservação , criado para conter o desmatamento nas proximidades da BR-163. Quase 20 anos depois, esse cenário pode ser revertido. O Senado brasileiro aprovou em julho um projeto de lei que reduz os limites da Flona do Jamanxim e transforma 486 mil hectares de seu território em uma nova Área de Proteção Ambiental (APA). A APA é uma categoria de proteção mais branda do que a Flona, permitindo a existência de propriedades privadas dentro de seus limites. A proposta agora aguarda sanção presidencial.  Primeira versão do projeto de lei Essa não é a primeira tentativa de reduzir os limites da Flona do Jamanxim. Alice Dandara, advogada do Instituto Socioambiental (ISA), relembrou em entrevista à Mongabay, que a proposta de redução já havia sido apresentada em 2017, no governo de Michel Temer, dentro de um pacote de medidas que buscava reduzir a proteção de unidades de conservação na região para viabilizar a construção da ferrovia Ferrogrão. Alice relata que a proposta não avançou nos governos seguintes, permaneceu parada&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/reducao-da-area-protegida-na-floresta-do-jamanxim-ameaca-acelerar-desmatamento-no-para/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cientistas usam dados de garimpo para construir sistema de alerta de malária na Amazônia</title>
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					<pubDate>24 Set 2026 10:57:31 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Cultura Indígena, Doenças, Garimpo, Indígenas, Mineração, Ouro, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Uma das maneiras de erradicar a malária é erradicar o garimpo.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/cientistas-usam-dados-de-garimpo-para-construir-sistema-de-alerta-de-malaria-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Cientistas usam dados de garimpo para construir sistema de alerta de malária na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
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							<![CDATA[Um estudo que detalha as ligações entre o garimpo ilegal e os casos de malária na Terra Indígena Yanomami conquistou o segundo lugar no Prêmio MapBiomas, anunciado em julho. O coletivo de pesquisa produz dados sobre o uso da terra no Brasil e reconhece iniciativas que utilizam essas informações para promover a conservação. O estudo analisou a explosão nos casos de malária durante o governo de Jair Bolsonaro (2019 &#8211; 2022), cujas políticas antiambientais incentivaram garimpeiros a invadir a maior terra indígena do Brasil, onde vivem 31.567 pessoas dos povos Yanomami e Ye’kwana. Os garimpeiros espalharam doenças, contaminaram os rios com mercúrio e afugentaram os animais que serviam de alimento para os indígenas, provocando uma crise humanitária no território, que cobre parte dos estados de Roraima e Amazonas. Utilizando imagens de satélite e dados do Ministério da Saúde, pesquisadores liderados por Marcia Castro, da Escola de Saúde Pública T.H. Chan, da Universidade de Harvard, nos EUA, descobriram que um aumento de 1% na área de garimpo na Terra Indígena Yanomami estava associado a um aumento de 24% nos casos mensais de malária. O estudo, publicado em novembro de 2025 na revista PLOS Neglected Tropical Diseases, mostra que a malária também aumentou em áreas sem atividade de mineração, mas utilizadas como rotas pelos garimpeiros. “O garimpeiro se move muito, porque é preciso trazer insumos e maquinário”, disse Castro à Mongabay. “Ao passar por essas áreas, você é um veículo do parasita enquanto caminha, e você pode ser picado pelo mosquito ao&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/cientistas-usam-dados-de-garimpo-para-construir-sistema-de-alerta-de-malaria-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Nove novas espécies de gafanhoto são catalogadas na Amazônia</title>
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					<pubDate>14 Set 2026 10:07:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amaitê Santos]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, Animais, Cultura Indígena, Fauna, Insetos, Novas espécies e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Quando Larissa Queiroz, doutora em Entomologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), começou a visitar coleções científicas em busca de exemplares de Proscopiini, encontrou um problema: muitos daqueles insetos estavam preservados, mas quase nenhum havia sido identificado. “Quase nada tinha ali um nome para a gente saber de qual grupo era”, relata Larissa. [&#8230;]</p>
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]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Quando Larissa Queiroz, doutora em Entomologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), começou a visitar coleções científicas em busca de exemplares de Proscopiini, encontrou um problema: muitos daqueles insetos estavam preservados, mas quase nenhum havia sido identificado. “Quase nada tinha ali um nome para a gente saber de qual grupo era”, relata Larissa. Os Proscopiini são um grupo de gafanhotos pouco estudados, com espécies distribuídas por diferentes regiões e biomas do Brasil, incluindo a Amazônia. Durante muito tempo, esses insetos chegaram a ser confundidos com os chamados bichos-pau, que pertencem a outro grupo: são gafanhotos da ordem Orthoptera.  O problema vai além da nomenclatura. Conhecer quais espécies vivem em uma floresta é uma etapa básica para entender sua biodiversidade e saber o que existe em uma área que se pretende proteger. “Hoje em dia, para conseguir proteger uma área de floresta, você precisa fazer um levantamento da fauna que existe naquele ambiente. Algumas pessoas às vezes confundem, mas insetos também são animais, então eles também fazem parte da fauna”, explica Larissa. Foi para preencher parte dessas lacunas que a pesquisadora realizou, pela primeira vez, uma análise filogenética dos grupos internos de Proscopiidae — família à qual pertencem os Proscopiini. Publicado em 2026 na revista Zootaxa, o estudo comparou características morfológicas para reconstruir as relações evolutivas entre esses grupos. O trabalho resultou na descrição de quatro novos gêneros e nove novas espécies, além da redescrição de três gêneros, da sinonimização de outros dois e da proposição de dez novas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/nove-novas-especies-de-gafanhoto-sao-catalogadas-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Philip Fearnside completa 50 anos de pesquisa na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/09/philip-fearnside-completa-50-anos-de-pesquisa-na-amazonia/</link>
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					<pubDate>03 Set 2026 12:54:00 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rhett Butler]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Biodiversidade, Clima, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Demarcação Territorial, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Mudanças climáticas, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Resiliência climática e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A história de um pioneiro na pesquisa da Amazônia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/philip-fearnside-completa-50-anos-de-pesquisa-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Philip Fearnside completa 50 anos de pesquisa na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em uma audiência pública realizada em setembro de 2021 em Manaus, Philip Fearnside leu uma declaração preparada para apresentar seus argumentos contra o reasfaltamento da BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho. Ele classificou o projeto como economicamente inviável, afirmou que o processo de licenciamento no Brasil era falho e alertou que a estrada provocaria um desmatamento “catastrófico”. A plateia começou a vaiar. Fearnside tentou seguir falando, em seu português com sotaque americano, por cima do barulho, até que alguém cortou seu microfone. Depois dele, falou Sérgio Kruke, do Movimento Conservador Amazonas, aliado declarado do então presidente Jair Bolsonaro. Kruke apontou para Fearnside e perguntou que direito um americano tinha de dizer aos brasileiros o que fazer com sua terra. Acrescentou que os brasileiros tinham o direito de derrubar todas as árvores da floresta, se assim quisessem. A plateia aplaudiu. “Esta casa é nossa!”, gritou Kruke. O clima foi completamente diferente no início de agosto no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Durante duas horas, pesquisadores e ex-alunos realizaram um evento em reconhecimento aos 50 anos de pesquisa de campo de Fearnside na Amazônia, trabalho que fez dele uma das principais autoridades científicas sobre a maior floresta tropical do planeta. O climatologista Carlos Nobre falou sobre como conheceu Fearnside no Inpa nos anos 1970, antes de sua própria carreira na área de estudos do clima decolar, e sobre a colaboração dos dois em medições pioneiras das trocas gasosas entre floresta e atmosfera. Susanna Hecht, professora da Universidade da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/philip-fearnside-completa-50-anos-de-pesquisa-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Povo Parakanã teme novas invasões após eleições presidenciais</title>
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					<pubDate>01 Set 2026 07:35:00 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Desmatamento, Indígenas, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Os Parakanã retomaram seu território — mas, dependendo de quem for o próximo presidente, os invasores podem voltar</p>
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							<![CDATA[Durante anos, o povo Parakanã ficou restrito a menos de um terço de seu território, isolado em meio a uma vasta área de pastagem ocupada por cerca de 100 mil cabeças de gado. O garimpo de ouro, o desmatamento e a grilagem de terras também se alastravam sobre a Terra Indígena Apyterewa, localizada na bacia do rio Xingu, no Pará. “Essa é, historicamente, a terra indígena mais desmatada do Brasil, e talvez do mundo”, afirmou Wallace Lopes, analista ambiental do Ibama, em entrevista à Mongabay. O auge do desmatamento ocorreu durante o governo do presidente Jair Bolsonaro (2019-2022), que desmantelou a fiscalização ambiental do país. Em 2022, uma área quase do tamanho de Paris (102,23 km²) foi desmatada dentro do território dos Parakanã, de acordo com o Inpe. “Foi um desmatamento muito grande”, disse Wenatoa Parakanã, presidente da Associação Tato’á, que representa os indígenas. “A gente vê só o pasto.” Estima-se que os invasores somavam 3 mil pessoas, mais de quatro vezes a população indígena (730). Após duas tentativas fracassadas dos governos anteriores de remover os invasores, em 2013 e 2017, eles se sentiram confiantes o suficiente para construir um pequeno vilarejo dentro da terra indígena, com dois postos de gasolina, bares, igrejas e até mesmo uma escola. A força-tarefa na Terra Indígena Apyterewa contou com o apoio da Polícia Federal, do Exército e da Força Nacional. Foto: Ministério dos Povos Indígenas (MPI). As coisas começaram a mudar em 2023, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/povo-parakana-teme-novas-invasoes-apos-eleicoes-presidenciais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Peixe com mercúrio faz famílias ribeirinhas da Amazônia mudarem refeições</title>
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					<pubDate>31 Ago 2026 07:31:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Indígenas, Peixes, Pesca, Poluição, Povos indígenas, Povos Tradicionais e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>LAGO DO PURUZINHO/TI KARIPUNA/CALAMA, Amazonas e Rondônia — Ao redor de um lago de águas claras com abundância de peixes, está situada a comunidade Lago do Puruzinho, na Amazônia, um território que, à primeira vista, assemelha-se a um paraíso. Localizada a apenas 20 quilômetros da cidade de Humaitá, no estado do Amazonas, é uma área [&#8230;]</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[LAGO DO PURUZINHO/TI KARIPUNA/CALAMA, Amazonas e Rondônia — Ao redor de um lago de águas claras com abundância de peixes, está situada a comunidade Lago do Puruzinho, na Amazônia, um território que, à primeira vista, assemelha-se a um paraíso. Localizada a apenas 20 quilômetros da cidade de Humaitá, no estado do Amazonas, é uma área onde coexistem permanentemente dois sons: o canto de aves como o japu — de plumagem preta com bico amarelo, que voa em busca de árvores frutíferas — e o som estrondoso dos motores das embarcações que sulcam o rio Madeira. Durante décadas, os cerca de 170 residentes da comunidade ribeirinha se alimentaram de todo tipo de peixe do lago, mas isso mudou quando conheceram a palavra mercúrio e souberam das grandes quantidades do metal pesado que a mineração ilegal de ouro joga no Madeira. Este rio, que alimenta as águas do lago Puruzinho, recebe a cada ano entre 10 e 50 toneladas de mercúrio, que são liberadas pelas dragas que extraem ouro dia e noite. &#8220;Deu muito mercúrio mesmo no nosso cabelo [por causa] do peixe, que é o tucunaré, que a gente come muito&#8221;, conta Maria Rogelina Soares da Silva dos Santos, pescadora e dona de casa, na porta de sua casa, situada na margem do lago Puruzinho. &#8220;Foi um baita susto.&#8221; Ela se refere aos estudos da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), dos quais ela participa ativamente há 26 anos. As pesquisas, que investigam como a contaminação por mercúrio afeta os peixes e,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/peixe-com-mercurio-faz-familias-ribeirinhas-da-amazonia-mudarem-refeicoes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>ANM enfrenta acusações por falhas no controle do ouro na Amazônia</title>
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					<pubDate>26 Ago 2026 07:25:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Garimpo, Mineração e Ouro]]>
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							<![CDATA[<p>O MPF quer saber: como apenas 1 hectare de garimpo deu origem a 776 kg de ouro?</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/anm-enfrenta-acusacoes-por-falhas-no-controle-do-ouro-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">ANM enfrenta acusações por falhas no controle do ouro na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O Ministério Público Federal no estado do Amazonas está processando a Agência Nacional de Mineração (ANM) por suposta omissão na fiscalização da exploração de ouro na Amazônia. A ação foi ajuizada no início de julho. Poucos dias depois, em 21 de julho, a Justiça Federal atendeu a outra ação movida em 2021 por procuradores do Pará e determinou que a ANM ampliasse a fiscalização das permissões de lavra garimpeira (PLGs), mais conhecidas como garimpos. A ofensiva judicial ocorre na esteira de investigações sobre corrupção envolvendo altos dirigentes da agência acusados de favorecer empresas de mineração em Minas Gerais. A ANM é responsável por autorizar e fiscalizar as atividades de mineração no Brasil, incluindo as atividades de garimpo, sujeitas a regras ambientais mais brandas do que as da mineração industrial. Segundo os procuradores do MPF, a falta de fiscalização e de regras claras transformou as PLGs em mecanismos para lavagem do ouro extraído de terras indígenas e unidades de conservação de proteção integral, onde a atividade é proibida. A ação judicial é baseada em irregularidades constatadas em relatórios do Greenpeace e do Tribunal de Contas da União. &#8220;A permissão de garimpo deixou de servir ao pequeno garimpeiro e, em muitos casos, virou papel de fachada para lavar ouro explorado por organizações criminosas”, afirmou o procurador da República André Porreca, responsável pelo caso, no site do Ministério Público Federal. O município de Itaituba, no Pará, é conhecido como a capital do garimpo ilegal de ouro na Amazônia. Foto: Fernando Martinho. A ANM&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/anm-enfrenta-acusacoes-por-falhas-no-controle-do-ouro-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Monoculturas de açaí avançam em uma Amazônia cada vez mais quente e seca</title>
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					<pubDate>24 Ago 2026 08:00:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carla Ruas]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Agroecologia, Agrofloresta, Alimentação, Alimentos, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Clima, Comércio Internacional, Comida, Comunidades Tradicionais, Conservação, Extrativismo, Florestas, Produtos da Floresta, Socioambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>O mundo quer mais açaí. Mas o clima não ajuda. A resposta: açaizar a Amazônia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/monoculturas-de-acai-avancam-em-uma-amazonia-cada-vez-mais-quente-e-seca/" data-wpel-link="internal">Monoculturas de açaí avançam em uma Amazônia cada vez mais quente e seca</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[ACARÁ, PA — “Passei a vida inteira trabalhando com açaí. Eu sempre vivi disso.” O relato é de Eliseu Carvalho, de 57 anos, produtor tradicional que cultiva o fruto em uma área de várzea, próxima à casa onde mora, no município de Acará, no interior do Pará. Após um incêndio florestal afetar áreas próximas à sua comunidade, Eliseu passou a reavaliar sua relação com o trabalho. Ele já pensa em abandonar a coleta do açaí para criar peixes. A região onde fica Acará é um dos polos produtores de açaí do estado, concentrando milhares de pequenas produções artesanais em áreas de floresta e às margens dos rios. Em 2024, o município foi afetado por uma temporada recorde de incêndios na Amazônia. Mais de 18 milhões de hectares sucumbiram ao fogo naquele ano, segundo o MapBiomas. A maior parte das queimadas ocorreu em áreas florestais, onde vivem comunidades tradicionais. Eliseu conta que, naquele ano, assistiu às chamas arderem por mais de 20 dias, consumindo quase 30 hectares de floresta perto da sua residência. Segundo o agricultor, a vegetação tipicamente úmida ganhou aspecto seco devido às condições prolongadas de estiagem. “As chamas se espalharam pelas raízes e pela matéria orgânica”, disse à Mongabay. “Nós apagamos as chamas na superfície, mas elas continuaram queimando sob a terra.” O produtor de açaí Eliseu Carvalho mostra suas terras em Acará (PA). Foto: Carla Ruas. Quando os bombeiros voluntários conseguiram apagar o fogo, cerca de 2 hectares de açaizal já tinham ido ao chão. Eliseu estimou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/monoculturas-de-acai-avancam-em-uma-amazonia-cada-vez-mais-quente-e-seca/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</title>
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					<pubDate>20 Ago 2026 07:00:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Conflitos, Governança, Indígenas, Infraestrutura, Lei Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Rios e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>Com as eleições de outubro, comunidades amazônicas temem que sua segurança seja trocada pelo crescimento acelerado do agronegócio.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[CALAMA E PARAÍSO GRANDE, Rondônia e Amazonas — Uma mãe e seus três filhos morreram depois que uma barcaça carregada de soja colidiu com uma estrutura flutuante e destruiu completamente a casa onde viviam em 17 de janeiro de 2025, na comunidade ribeirinha de Urumatuba, à margem  do rio Madeira, na cidade de Maricoré, no Amazonas. Quatro meses depois, outra embarcação de carga atingiu três balsas de garimpo ancoradas na comunidade vizinha de Nova Catarina. O proprietário de uma das balsas de garimpo era o marido da mulher e pai das três crianças que morreram no acidente de janeiro, de acordo com o portal de notícias Fato Amazônico. A Mongabay estava fazendo reportagens em comunidades ribeirinhas na região da cidade de Humaitá, a 190 quilômetros a sudeste e rio abaixo de Manicoré, quando o segundo acidente ocorreu. Todos os entrevistados naquele e nos dias seguintes disseram que estavam apavorados com a ocorrência, além de afirmar que conheciam alguém que sofreu perdas ou morreu em colisões envolvendo barcaças de grãos no rio Madeira. &#8220;A gente está muito preocupado aqui na nossa comunidade a respeito dessas embarcações&#8221;, disse a agricultora Maria Delci Barros de Morais, de 59 anos, à Mongabay, na varanda de sua casa na comunidade ribeirinha de Paraíso Grande, localizada a 30 minutos de voadeira de Humaitá. &#8220;Já aconteceu de eles atropelarem até mesmo uma pessoa conhecida da gente.&#8221; Segundo ela, a barcaça esmagou o barco usado pela família como moradia. &#8220;Graças a Deus, não morreu ninguém.&#8221; De acordo com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</title>
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					<pubDate>19 Ago 2026 10:50:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Mato Grosso]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Conservação de Florestas Tropicais, Estradas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Como um projeto em Mato Grosso reduziu drasticamente o número de animais atropelados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Era por volta das 7h da manhã, havia uma forte neblina, e o biólogo Gabriel Falquetto já tinha visto alguns animais atropelados na rodovia ES-164, no Espírito Santo. Ele estava a caminho da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Kaetés, na Mata Atlântica, onde trabalha com monitoramento da fauna e de atropelamentos na região. De repente, avistou no asfalto o corpo de um primata sem vida. Era um sagui-da-serra-claro (Callithrix flaviceps), espécie classificada como criticamente em perigo pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Estima-se que restem cerca de 2.500 indivíduos em vida livre. É um dos primatas mais ameaçados do planeta. “Foi extremamente doloroso e desanimador. Nós percorremos essa região diariamente monitorando a fauna e comemoramos cada encontro com grupos de saguis-da-serra-claro na floresta”, contou Gabriel à Mongabay. “Encontrar um indivíduo nessas condições causa um sentimento de tristeza e impotência. Além da perda daquele animal, o episódio nos lembra dos impactos que nossas atividades causam sobre a biodiversidade.” A cerca de 2.900 km dali, no município de Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso, casos como o do atropelamento do sagui-da-serra-claro, ocorrido em junho deste ano, não são registrados desde 2024. Desde então, foram instaladas oito pontes de dossel para conectar trechos de floresta fragmentada na estrada de acesso à cidade. Imagens de armadilhas fotográficas revelaram que, em 15 meses, as passagens aéreas de fauna proporcionaram 15 mil travessias seguras de animais arborícolas. E nenhum atropelamento. Instalação das primeiras pontes de dossel em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</title>
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					<pubDate>18 Ago 2026 10:30:05 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Emissões de carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Madeira, Madeireiras, Mineração, Motores do Desmatamento e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A floresta volta a cobrir uma estrada aberta pelo garimpo e revela o que está em jogo nas eleições deste ano.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 2022, uma estrada ilegal com extensão equivalente a uma maratona completa, cortando duas áreas de proteção integral na Amazônia brasileira, ameaçou fazer aquilo que os ambientalistas mais temiam: partir ao meio o Corredor Xingu de Diversidade Socioambiental, um mosaico de territórios indígenas e unidades de conservação que abrange cerca de 26 milhões de hectares entre o norte de Mato Grosso e o sul do Pará. Quatro anos depois, imagens de satélite revelaram que a estrada de 42,8 quilômetros sumiu, engolida pela floresta que voltou a crescer — algo raro de se ver na região. Seu desaparecimento contraria tudo o que costuma acontecer quando uma estrada surge na Amazônia. “Aqui, a estrada é o começo de tudo, o começo da devastação”, disse à Mongabay Bruno Ferreira, pesquisador da organização de conservação Imazon, que integra a rede de mapeamento MapBiomas. Em geral, as estradas amazônicas dão origem a uma série de novos ramais (legais ou ilegais) que brotam da via principal, criando o padrão de “espinha de peixe” nas imagens de satélite. Estudos do Imazon indicam que 95% do desmatamento na Amazônia acontece a até 5,5 km das estradas — o que significa que a pecuária e a extração ilegal de madeira teriam sido praticamente impossíveis de conter caso essa estrada tivesse se consolidado. Para as organizações que monitoram a região do rio Xingu, um dos principais afluentes do Amazonas, a inutilização dessa estrada é a prova de que a aliança entre a sociedade civil e um governo disposto a agir&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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