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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Sem energia prometida por Belo Monte, comunidades geram sua própria eletricidade</title>
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					<pubDate>14 Mai 2026 15:56:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Jorge C. Carrasco]]>
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							<![CDATA[<p>Quando o governo brasileiro aprovou a construção do complexo hidrelétrico da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, o megaprojeto prometia transformar o panorama energético nacional e local, gerando uma grande oferta de energia limpa para abastecer indústrias, iluminar residências e levar desenvolvimento a comunidades isoladas que, historicamente, tinham pouco ou nenhum [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Quando o governo brasileiro aprovou a construção do complexo hidrelétrico da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, o megaprojeto prometia transformar o panorama energético nacional e local, gerando uma grande oferta de energia limpa para abastecer indústrias, iluminar residências e levar desenvolvimento a comunidades isoladas que, historicamente, tinham pouco ou nenhum acesso à energia elétrica. No entanto, quase uma década após o início das operações da quarta maior usina hidrelétrica do mundo, em 2016, a realidade é diferente. Comunidades vulneráveis que dependiam da pesca foram severamente afetadas economicamente, e muitas famílias ribeirinhas continuam sem conexão à rede elétrica ou pagam algumas das contas de luz mais altas do país. Um estudo publicado em 2024 por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), identificou, por meio de uma pesquisa domiciliar com 500 famílias em Altamira, no Pará, que a grande maioria delas (86,8%) sofreu um impacto negativo nos preços da energia elétrica após a construção de Belo Monte. A pesquisa reforça as evidências de que não só o “progresso energético” prometido no passado nunca se concretizou, mas também que as tarifas dispararam, enquanto as comunidades que vivem à sombra da maior barragem da Amazônia ainda enfrentam apagões e custos proibitivos. Vista geral do sistema de energia solar após a instalação na comunidade de Porto Rico, na região de Santarém, no Pará. Foto cedida por Renato&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/sem-energia-prometida-por-belo-monte-comunidades-geram-sua-propria-eletricidade/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Camarão gigante invasor avança sobre áreas protegidas no Brasil</title>
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					<pubDate>13 Mai 2026 07:10:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Evanildo da Silveira]]>
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							<![CDATA[<p>A presença sorrateira e cada vez mais persistente de uma espécie exótica nos ecossistemas costeiros do Brasil vem acendendo inúmeros alertas entre cientistas, pescadores e gestores ambientais: trata-se do camarão-gigante-da-malásia (Macrobrachium rosenbergii). Introduzido no país no final do século 20 para abastecer o crescente setor de aquicultura, o animal não se limita mais à criação [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A presença sorrateira e cada vez mais persistente de uma espécie exótica nos ecossistemas costeiros do Brasil vem acendendo inúmeros alertas entre cientistas, pescadores e gestores ambientais: trata-se do camarão-gigante-da-malásia (Macrobrachium rosenbergii). Introduzido no país no final do século 20 para abastecer o crescente setor de aquicultura, o animal não se limita mais à criação em cativeiro. Com o tempo, a espécie se estabeleceu em ambientes naturais extremamente sensíveis, incluindo áreas protegidas. Um estudo realizado por pesquisadores do Brasil e do Uruguai, publicado em fevereiro, revelou a dimensão do problema e esmiuçou os riscos ecológicos e ambientais associados à “invasão” do camarão gigante — aspectos negativos que, segundo os especialistas, podem se intensificar nos próximos anos. Liderada pelo oceanógrafo Edison Barbieri, diretor do Núcleo Regional de Pesquisa do Litoral Sul, do Instituto de Pesca de São Paulo, a pesquisa foi motivada pela preocupação crescente da comunidade científica diante das invasões biológicas em ecossistemas estuarinos. Esses sistemas, que também incluem os manguezais, estão localizados em áreas de transição entre rios e o oceano e são amplamente reconhecidos por sua biodiversidade. As zonas estuarinas servem como berçários para inúmeras espécies aquáticas, incluindo peixes e crustáceos cuja importância ecológica se soma ao seu potencial econômico. Ao mesmo tempo, esses ambientes transicionais delicados são suscetíveis à introdução de espécies exóticas, que passam a competir com a fauna nativa por diferentes recursos vitais. Segundo Barbieri, o estudo — conduzido entre 2015 e 2025 — partiu de uma constatação: ainda que o camarão intruso tivesse sido&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/camarao-gigante-invasor-avanca-sobre-areas-protegidas-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Investigação sobre tráfico de fauna brasileira mira ligação com mega zoo na Índia</title>
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					<pubDate>12 Mai 2026 12:55:55 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>Um cidadão estadunidense, suspeito de tráfico internacional de animais, teve três telefones celulares e um computador apreendidos em 1 de maio ao chegar ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. De acordo com uma nota divulgada pela Polícia Federal, a ação é o desdobramento de uma investigação sobre o tráfico internacional de micos-leões-dourados e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um cidadão estadunidense, suspeito de tráfico internacional de animais, teve três telefones celulares e um computador apreendidos em 1 de maio ao chegar ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. De acordo com uma nota divulgada pela Polícia Federal, a ação é o desdobramento de uma investigação sobre o tráfico internacional de micos-leões-dourados e de outras espécies ameaçadas da fauna brasileira. O comunicado não menciona o nome do alvo dos mandados de busca e apreensão. No entanto, uma fonte familiarizada com as investigações envolvendo micos-leões-dourados, que pediu para permanecer anônima, identificou o homem como Tony Silva, um renomado ornitólogo que foi condenado por contrabandear aves exóticas da América do Sul para os Estados Unidos em 1996. De acordo com a fonte, Silva é suspeito de coordenar a compra de animais comercializados ilegalmente para o Vantara, um megazoológico privado no estado de Gujarat, na Índia, administrado pelo bilionário Anant Ambani, filho do homem mais rico da Índia. Em um e-mail enviado à Mongabay, um porta-voz do Vantara afirmou que o zoológico “não tem qualquer relação com a compra de animais ilegais” e que “qualquer tentativa de associar os assuntos pessoais do Sr. Silva ao Vantara, seja de forma direta ou indireta, seria factualmente incorreta e juridicamente insustentável”. De acordo com a organização, Silva não é e nunca foi seu funcionário. “O Vantara entende que ele [Tony Silva] foi contratado por uma empresa independente para prestar consultoria pontual sobre a gestão de recintos, cuidados com os animais e nutrição, tendo em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/investigacao-sobre-trafico-de-fauna-brasileira-mira-ligacao-com-mega-zoo-na-india/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Projeto de lei quer proibir uso de imagens de satélite para embargar desmatadores</title>
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					<pubDate>07 Mai 2026 17:43:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Em maio de 2025, uma delegação de políticos e fazendeiros paraenses foi a Brasília protestar contra o Ibama. Por trás de tamanha irritação, estavam os embargos impostos a 544 propriedades rurais no município de Altamira, um dos focos do desmatamento na Amazônia. Em todos os casos, derrubadas ilegais detectadas por imagens de satélite levaram os [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em maio de 2025, uma delegação de políticos e fazendeiros paraenses foi a Brasília protestar contra o Ibama. Por trás de tamanha irritação, estavam os embargos impostos a 544 propriedades rurais no município de Altamira, um dos focos do desmatamento na Amazônia. Em todos os casos, derrubadas ilegais detectadas por imagens de satélite levaram os agentes ambientais a proibir o uso das áreas para lavoura ou criação de gado. “Todos vieram aqui para apresentar e pedir solução a respeito de áreas produtivas no estado do Pará”, disse o governador do Pará, Helder Barbalho, na época. Quase um ano depois, este ressentimento foi destilado em um novo projeto de lei propondo a proibição dos chamados “embargos remotos”. Hoje, o Ibama utiliza imagens de satélite para identificar onde o desmatamento ilegal está ocorrendo. Assim que detectam uma área recentemente desmatada, os agentes verificam se existe uma licença ambiental autorizando aquele desmate — na Amazônia, cerca de 90% da derrubada da floresta é ilegal. Se não houver autorização, os servidores emitem um embargo diretamente de seus computadores, como medida preventiva. O sistema é uma das ferramentas que ajudaram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a reduzir pela metade os números do desmatamento na Amazônia desde que assumiu o cargo, em 2023. “Hoje temos muitas imagens de satélite em resolução altíssima, e a gente consegue cruzar informações de vários bancos de dados”, disse Wallace Lopes, representante da associação de servidores ambientais federais, Ascema, à Mongabay. Jair Schmitt, diretor de proteção ambiental&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/projeto-de-lei-quer-proibir-uso-de-imagens-de-satelite-para-embargar-desmatadores/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Bahia abre centro de reabilitação para salvar o raro mico-leão-de-cara-dourada</title>
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					<pubDate>06 Mai 2026 15:40:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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							<![CDATA[<p>O Brasil inaugurou seu primeiro centro de reabilitação para o mico-leão-de-cara-dourada, espécie de primata ameaçada de extinção pela expansão urbana e pela substituição de sistemas agroflorestais de cacau por monoculturas. Os micos-leões-de-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas) já foram registrados em Ilhéus e arredores, cidade litorânea no sul da Bahia, comendo frutas dentro de um supermercado ou se [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O Brasil inaugurou seu primeiro centro de reabilitação para o mico-leão-de-cara-dourada, espécie de primata ameaçada de extinção pela expansão urbana e pela substituição de sistemas agroflorestais de cacau por monoculturas. Os micos-leões-de-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas) já foram registrados em Ilhéus e arredores, cidade litorânea no sul da Bahia, comendo frutas dentro de um supermercado ou se deslocando por fios de alta tensão — muitos acabam morrendo eletrocutados dessa forma. Atropelamentos em rodovias também têm ferido ou matado vários macacos, assim como ataques de cães domésticos. Até recentemente, não havia nenhum local especializado para receber esses animais e prepará-los para a volta à natureza, explica o biólogo Leonardo Oliveira, que estuda a espécie há mais de 20 anos. “Muitas vezes, para o público em geral, ver esses macacos no quintal de casa ou na feira passa a falsa impressão de que está tudo bem: ‘Nossa, tem tantos que já estão até entrando na cidade’. Não. É a cidade que está avançando sobre o espaço deles”, afirma Oliveira, que vai atuar no novo centro de reabilitação. Um mico-leão-de-cara-dourada em um poste de energia elétrica em Ilhéus. Foto cedida pela Tamarin Trust. O mico-leão-de-cara-dourada é uma espécie endêmica do Brasil, restrita a uma pequena região de Mata Atlântica no sul da Bahia. Entre 1992 e 2024, sua área de ocorrência encolheu em 42%, passando de cerca de 22,5 mil quilômetros quadrados para 13 mil km². Isso resultou em uma redução populacional de quase 60%: de uma estimativa de 50 mil indivíduos há 30 anos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/bahia-abre-centro-de-reabilitacao-para-salvar-o-raro-mico-leao-de-cara-dourada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>4 histórias que expõem a crise dos peixes na Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Mai 2026 07:54:43 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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							<![CDATA[Clima, Mudanças climáticas, Peixes e rios]]>
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							<![CDATA[<p>Poluentes, secas e usinas hidrelétricas estão transformando de maneira irreversível os rios da Amazônia — e os seres que nelas vivem. Comunidades ribeirinhas e indígenas já vêm há tempos relatando o que só agora os cientistas começaram a comprovar: os peixes amazônicos estão mudando. Não só estão ficando mais escassos como também menores e, pior, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Poluentes, secas e usinas hidrelétricas estão transformando de maneira irreversível os rios da Amazônia — e os seres que nelas vivem. Comunidades ribeirinhas e indígenas já vêm há tempos relatando o que só agora os cientistas começaram a comprovar: os peixes amazônicos estão mudando. Não só estão ficando mais escassos como também menores e, pior, cheios de deformações. Sofre o ecossistema e sofrem também as populações que dependem da pesca para sobreviver. E, a julgar pelas poucas ações que vêm sendo tomadas em termos de garantia e de proteção, o cenário é pouco animador. As perspectivas de aquecimento do clima para os próximos anos tornam tudo ainda mais grave. A Mongabay mergulhou fundo nesse tema, que você pode acompanhar nesta série de reportagens a seguir. &nbsp; Pescadores ajudam cientistas a mapear prejuízos das barragens do Madeira para a pesca Um peixe capturado no Rio Madeira em uma balança eletrônica. Foto: Igor Hister Lourenço. Apontadas como sustentáveis por não recorrerem à queima de combustíveis fósseis, as usinas hidrelétricas também carregam uma série de riscos ambientais. Isso é perceptível na comunidade do Lago Puruzinho, no estado do Amazonas, onde a construção das usinas de Santo Antônio e Jirau — no vizinho estado de Rondônia — mudou drasticamente a realidade do Rio Madeira, de seus arredores e de quem vive de seus recursos naturais. Assim, vendo-se diretamente afetados pela queda nos estoques de peixes como o pirarucu (Arapaima gigas) e o tambaqui (Colossoma macropomum), pescadores locais se aliaram aos cientistas. Essa união de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/4-historias-que-expoem-a-crise-dos-peixes-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como indígenas estão reagindo ao possível fim da Moratória da Soja na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/04/como-indigenas-estao-reagindo-ao-possivel-fim-da-moratoria-da-soja-na-amazonia/</link>
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					<pubDate>30 Abr 2026 07:04:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rubens Valente]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Degradação, demarcação territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, incêndios, Incêndios Florestais, Indígenas, Índios, Monocultura, Populações Tradicionais, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, soja e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>BRASÍLIA — Lideranças indígenas e pesquisadores afirmam que o fim de um importante acordo para o desmatamento zero na Amazônia, a Moratória da Soja, aumentará a perda de floresta ao redor de terras indígenas e incentivará sua invasão para o cultivo de soja. Alguns apontam que isso já começou a acontecerdesses territórios  após as recentes [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[BRASÍLIA — Lideranças indígenas e pesquisadores afirmam que o fim de um importante acordo para o desmatamento zero na Amazônia, a Moratória da Soja, aumentará a perda de floresta ao redor de terras indígenas e incentivará sua invasão para o cultivo de soja. Alguns apontam que isso já começou a acontecerdesses territórios  após as recentes pressões políticas para restringir o acordo. Enquanto isso, lideranças indígenas enxergam uma oportunidade econômica com o fim da moratória. Membros de comunidades que vendem soja cultivada em suas terras demarcadas alegam que já o fazem de forma sustentável e que o acordo penaliza injustamente seu produto. A Mongabay conversou com diversas partes interessadas, desde lideranças indígenas e entidades corporativas até ambientalistas e órgãos do governo — pessoas de todo o espectro político brasileiro — para obter suas opiniões sobre o que a possível dissolução da moratória pode significar para os povos originários e suas terras na Amazônia. Trecho de floresta amazônica junto a campos de soja em Belterra, no Pará. Foto: AP Photo/Leo Correa. A Moratória da Soja é um pacto voluntário entre empresas, órgãos públicos e ONGs para reduzir o desmatamento na Amazônia. Os participantes concordaram em proibir, em suas cadeias de suprimentos, qualquer soja produzida em áreas da região  desmatadas após julho de 2008. Dez anos após a entrada em vigor do acordo, em 2006, o desmatamento para o cultivo do grão na floresta amazônica já havia caído para 1%. As fazendas de soja, por sua vez, ampliaram sua área de plantio em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/como-indigenas-estao-reagindo-ao-possivel-fim-da-moratoria-da-soja-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Governo Lula usa brecha na lei para asfaltar BR-319 em ano eleitoral</title>
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					<pubDate>29 Abr 2026 17:27:31 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Governo Lula anuncia asfaltamento da BR-319 para os próximos meses, aproveitando-se de brecha na lei para driblar o licenciamento ambiental.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/governo-lula-usa-brecha-na-lei-para-asfaltar-br-319-em-ano-eleitoral/" data-wpel-link="internal">Governo Lula usa brecha na lei para asfaltar BR-319 em ano eleitoral</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em breve, tratores devem estar trabalhando na pavimentação da polêmica BR-319, no coração da floresta amazônica. Em 13 de abril, o governo Lula lançou quatro avisos de licitação no valor de R$ 1,3 bilhão para pavimentar o chamado trecho do meio da rodovia, valendo-se da lei que flexibilizou o licenciamento ambiental no país. Segundo o governo, as obras devem ocorrer no segundo semestre. “A ideia é iniciar rapidamente, com mobilizações independentes, aproveitando o verão amazônico e avançando o máximo possível”, disse Fabrício Galvão, diretor-geral do DNIT, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), na apresentação do projeto, no final de março. Inaugurada em 1976 para conectar duas grandes cidades amazônicas — Manaus e Porto Velho —, a rodovia tem 885 quilômetros e atravessa uma das áreas mais preservadas da Amazônia, que abriga 69 territórios indígenas e 41 unidades de conservação. O trecho intermediário da rodovia nunca foi totalmente pavimentado e, após décadas de abandono, tornou-se intransitável, principalmente durante a estação chuvosa. A pavimentação desse trecho de 339 km vem sendo defendida há muito tempo por moradores, políticos e empresários, que atualmente dependem de aviões ou embarcações para se deslocar na região.  No entanto, especialistas alertam que a obra pode aproximar a floresta do chamado “ponto de não-retorno”, transformando-a em um ecossistema muito mais seco e menos biodiverso. “Todos os estudos indicam um impacto monstruoso no desmatamento da Amazônia, abrindo uma nova fronteira violenta”, disse Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, organização que foi à Justiça tentar barrar a obra. No&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/governo-lula-usa-brecha-na-lei-para-asfaltar-br-319-em-ano-eleitoral/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Barulho de hidrovia pode comprometer a sobrevivência de tartarugas no Tapajós</title>
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					<pubDate>28 Abr 2026 07:08:44 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>É apenas um som doce e estridente, como o de um patinho de borracha. Para os cientistas, no entanto, pode ter vários significados, que vão desde “hora de desovar!” a “vamos lá, filhotes!” e “hora de migrar!”. Cientistas que estudam a tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa), a maior tartaruga de água doce da América do Sul, descobriram [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/barulho-de-hidrovia-pode-comprometer-a-sobrevivencia-de-tartarugas-no-tapajos/" data-wpel-link="internal">Barulho de hidrovia pode comprometer a sobrevivência de tartarugas no Tapajós</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[É apenas um som doce e estridente, como o de um patinho de borracha. Para os cientistas, no entanto, pode ter vários significados, que vão desde “hora de desovar!” a “vamos lá, filhotes!” e “hora de migrar!”. Cientistas que estudam a tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa), a maior tartaruga de água doce da América do Sul, descobriram que as crias começam a se comunicar mesmo antes do nascimento, provavelmente para combinarem o melhor momento de sair dos ovos e escavar a areia até à praia. “A tartaruga-da-amazônia é uma das espécies de quelônios mais sociáveis do mundo”, disse à Mongabay a pesquisadora Camila Rudge Ferrara, que comprovou pela primeira vez as capacidades de comunicação destes animais. “Elas migram em grupo, desovam em grupo, nascem em grupo.” Camila também é coordenadora do Programa de Conservação de Quelônios da organização sem fins lucrativos Wildlife Conservation Society no Brasil (WCS Brasil). Em breve, porém, o murmúrio das tartarugas-da-amazônia no Rio Tapajós, um importante afluente do Amazonas, poderá ser perturbado pelo ruído de dragas, balsas e barcos circulando por uma ambiciosa via de navegação planejada pelo governo federal. O objetivo é transportar minerais e cereais até ao porto de Santarém, no Pará. “O som da dragagem e das embarcações vai interferir na comunicação das tartarugas”, explicou Camila, destacando que ainda são necessárias pesquisas sobre o assunto. “A alta frequência embaixo da água deve atrapalhar a migração destes animais.” A última avaliação da Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), que aguarda revisão,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/barulho-de-hidrovia-pode-comprometer-a-sobrevivencia-de-tartarugas-no-tapajos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Seca no Rio Xingu expõe limites de Belo Monte frente à crise climática</title>
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					<pubDate>23 Abr 2026 08:22:45 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>As maiores usinas hidrelétricas da Amazônia estão se tornando cada vez mais vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas, e Belo Monte pode estar dando o alerta mais evidente até agora. Construída no Rio Xingu, próxima à cidade de Altamira, sudoeste do Pará, após anos de debate sobre seus impactos ambientais e a confiabilidade de sua [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/seca-no-rio-xingu-expoe-limites-de-belo-monte-frente-a-crise-climatica/" data-wpel-link="internal">Seca no Rio Xingu expõe limites de Belo Monte frente à crise climática</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[As maiores usinas hidrelétricas da Amazônia estão se tornando cada vez mais vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas, e Belo Monte pode estar dando o alerta mais evidente até agora. Construída no Rio Xingu, próxima à cidade de Altamira, sudoeste do Pará, após anos de debate sobre seus impactos ambientais e a confiabilidade de sua geração de energia, a megausina enfrenta um problema que seus projetistas não conseguiram resolver por meio da engenharia: a escassez de água. Dois estudos publicados no final de 2025 reforçam as evidências dessa situação — um elaborado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) em parceria com o Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e outro pelo Escritório Federal de Pesquisa Energética (EPE), vinculado ao Ministério de Minas e Energia. Sob perspectivas diferentes, ambos os relatórios concluem que as mudanças climáticas estão remodelando de forma fundamental os sistemas hídricos e energéticos do país e exigindo adaptações urgentes, já que 43,7% da energia do Brasil provém de usinas hidrelétricas. O relatório da ANA e da UFRGS alerta que as usinas hidrelétricas da região amazônica podem perder até 40% de sua capacidade de geração de energia nos próximos 20 a 30 anos, caso o planejamento continue a ser baseado em dados históricos de vazão dos rios, em vez de projeções ajustadas ao clima atual. A bacia do Rio Xingu, em particular, enfrentará estações secas significativamente mais longas e intensas nas próximas décadas. As vazões máximas dos rios&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/seca-no-rio-xingu-expoe-limites-de-belo-monte-frente-a-crise-climatica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Hospital das Clínicas de SP exclui ‘cação’ de compras, alegando risco de metais pesados</title>
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					<pubDate>20 Abr 2026 08:35:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla MendesLucas BertiPhilip Jacobson]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) anunciou o cancelamento de um plano para a compra de mais de 17 toneladas métricas de carne de tubarão (por meio da exclusão do item “cação em posta”) em uma licitação de 2026, citando o “risco toxicológico comprovado por metais pesados”. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/hospital-das-clinicas-de-sp-exclui-cacao-de-compras-alegando-risco-de-metais-pesados/" data-wpel-link="internal">Hospital das Clínicas de SP exclui ‘cação’ de compras, alegando risco de metais pesados</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) anunciou o cancelamento de um plano para a compra de mais de 17 toneladas métricas de carne de tubarão (por meio da exclusão do item “cação em posta”) em uma licitação de 2026, citando o “risco toxicológico comprovado por metais pesados”. O HCFMUSP é o maior complexo hospitalar público da América Latina e integra pelo menos oito institutos de renome em São Paulo. O Brasil é o maior consumidor mundial de carne de tubarão. Em 2025, uma investigação da Mongabay descobriu que as compras governamentais são um importante fator de estímulo ao consumo desse tipo de carne no país, uma vez que o produto de baixo custo é servido em milhares de hospitais, escolas e prisões. A reportagem também constatou que o HCFMUSP realizou licitações e selecionou fornecedores para comprar pelo menos 135 toneladas de carne de tubarão entre 2008 e 2020. Após tomar conhecimento de que o HCFMUSP havia divulgado outro edital para a compra de carne de tubarão em fevereiro de 2026, a ONG Sea Shepherd Brasil enviou uma carta aos administradores, pedindo que reconsiderassem os planos. A comunicação argumentava que os tubarões são amplamente ameaçados e que sua carne tende a conter níveis elevados de metais pesados, como mercúrio e arsênio, representando um risco à saúde humana. No final de março, o HCFMUSP anunciou que excluiria a carne de tubarão da licitação de 2026, citando “risco toxicológico comprovado por metais pesados” e mencionando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/hospital-das-clinicas-de-sp-exclui-cacao-de-compras-alegando-risco-de-metais-pesados/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Expedição cruza o Brasil atrás de microplásticos em moluscos; veja as descobertas</title>
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					<pubDate>17 Abr 2026 08:33:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Thamys Trindade]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Água, Fauna marinha, Manguezais, Oceanos, Peixes, pesca, Poluição, recifes de coral e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>Foram quase três meses na estrada, percorrendo mais de 10 mil quilômetros ao longo da costa brasileira. Ao final da jornada, o itinerário havia incluído 17 cidades — começando por Santa Catarina e indo até o Pará. Pelo caminho, 891 mexilhões, ostras, sururus e outros moluscos bivalves haviam sido coletados como parte de uma pesquisa [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Foram quase três meses na estrada, percorrendo mais de 10 mil quilômetros ao longo da costa brasileira. Ao final da jornada, o itinerário havia incluído 17 cidades — começando por Santa Catarina e indo até o Pará. Pelo caminho, 891 mexilhões, ostras, sururus e outros moluscos bivalves haviam sido coletados como parte de uma pesquisa inédita sobre a presença de microplásticos nesses organismos. A missão se provaria mais do que necessária: segundo os resultados iniciais do estudo, quase 70% dos moluscos analisados continham microplásticos. E nenhum ponto de coleta do litoral brasileiro estava livre de contaminação. A situação é preocupante, pois envolve riscos ambientais e sanitários. Além de desempenharem um papel ecológico fundamental enquanto filtradores, esses animais fazem parte da alimentação de milhares de brasileiros, todos os dias — o que levanta questões sérias sobre segurança alimentar. A expedição científica realizada por terra entre maio e julho de 2024 foi idealizada pelo Instituto Voz dos Oceanos, um movimento global de combate à poluição plástica, em parceria com o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), a Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano e o Centro de Referência para Quantificação e Tipificação do Lixo do Mar (CeLMar), também da USP. Durante o percurso, uma pergunta atravessou o caminho da equipe: como tornar visível aquilo que não se vê? Talvez fosse necessário aprender outras formas de olhar o invisível. Pesquisadoras da expedição costeira fotografam moluscos na praia. Imagem cedida por Thamys Trindade. Acompanhei a expedição como documentarista. A bióloga marinha Marilia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/expedicao-cruza-o-brasil-atras-de-microplasticos-em-moluscos-veja-as-descobertas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesca artesanal no Rio usa energia solar buscando autonomia e menos poluição</title>
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					<pubDate>15 Abr 2026 07:20:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Rio de Janeiro]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Oceanos, Peixes, pesca, Sustentabilidade e Sustentável]]>
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							<![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO — “Eu trabalhei por dois anos com um gerador e, mesmo antes do projeto, já tinha desistido dele. Não aguentava mais respirar aquele ar poluente e ter aquele barulho no ouvido”, disse Paulo Henrique do Rosário Correia, presidente da Associação dos Verdadeiros Pescadores e Turismo de Barcos de Bocas Abertas do Município [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/pesca-artesanal-no-rio-usa-energia-solar-buscando-autonomia-e-menos-poluicao/" data-wpel-link="internal">Pesca artesanal no Rio usa energia solar buscando autonomia e menos poluição</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[RIO DE JANEIRO — “Eu trabalhei por dois anos com um gerador e, mesmo antes do projeto, já tinha desistido dele. Não aguentava mais respirar aquele ar poluente e ter aquele barulho no ouvido”, disse Paulo Henrique do Rosário Correia, presidente da Associação dos Verdadeiros Pescadores e Turismo de Barcos de Bocas Abertas do Município de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. Aos 57 anos de idade — sendo mais de 30 deles como pescador —, Paulo contou que não sabe viver sem seu trabalho. “A gente aprende a pescar com os mais velhos e acaba entrando nesse ramo mesmo sem querer. Foi natural. E, quando eu vi, já estava envolvido na pesca o tempo todo.” Nos últimos tempos, uma mudança positiva passou a cercar as pescarias de Paulo: elas estão mais sustentáveis graças ao uso de painéis solares para geração de eletricidade, o que também garante maior segurança e rentabilidade a quem trabalha no mar. Isso ocorre graças a projetos como o SustentaMar. Financiada por recursos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC Frade), cuja administração financeira está sob a gestão do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), a iniciativa, aprovada em 2024, surgiu do anseio de melhorar a captura de lula — hoje o principal tipo de pescado para os profissionais vinculados à organização presidida por Paulo. A pesca artesanal dos moluscos marinhos é feita à noite, quando os cardumes são atraídos pela luz dos holofotes. Até boa parte de 2025, ano em que o projeto passou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/pesca-artesanal-no-rio-usa-energia-solar-buscando-autonomia-e-menos-poluicao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Anfíbios da Amazônia podem desaparecer antes mesmo que sejam descobertos</title>
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					<pubDate>13 Abr 2026 13:46:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Anfíbios, Animais, Carbono, desastres meteorológicos, dióxido de carbono, Espécies Ameaçadas, Espécies em Perigo, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Novas espécies, Poluição e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se proteger de mosquitos e formigas, e um par de botas, para impedir que se molhem os pés. Encontrar anfíbios na Amazônia não requer equipamento de alta tecnologia; remonta, na verdade, às explorações dos naturalistas do início do século 20. É assim que o biólogo e professor da Universidade Federal do Amazonas, Igor Kaefer, descreve o que seria um típico dia de campo em busca de anfíbios amazônicos. Ele foi um dos responsáveis pela descoberta do Amazophrynella bilinguis, publicada em 2019. A própria descrição do sapinho já dá a noção da dificuldade de encontrá-lo: as fêmeas medem cerca de dois centímetros, e sua cabeça e dorso marrons as fazem “desaparecer” entre as folhas e galhos. Lar de 1.525 espécies estimadas de anfíbios, a Bacia amazônica é a mais diversa do mundo quando se trata de sapos, rãs e pererecas. Porém, deste número, apenas cerca de 810 têm registros confirmados de ocorrência. Por isso, ir a campo e se deparar com uma nova espécie não é algo improvável. “Em quase todo inventário que se faz em uma área remota, volta-se com até mais de uma espécie nova para síntese”, conta Igor. Mas o intervalo entre encontrar, em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Acordo entre Mercosul e UE avança, mas acende alertas sobre o risco ambiental</title>
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					<pubDate>09 Abr 2026 06:28:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ramana Rech]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Agrotóxicos, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos sociais, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, demarcação territorial, Desmatamento, Ecologia, Etnocídio, Gado, Grilagem, incêndios, Incêndios Florestais, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Leis ambientais, Meio Ambiente, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Pesticidas, Política Ambiental, Populações Tradicionais, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, soja, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em março, após décadas de negociação, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) foi ratificado pelo Paraguai, último país do bloco sul-americano entre os membros-fundadores a dar luz verde à tratativa comercial. Já em sua etapa final, o documento será aplicado provisoriamente a partir de maio, segundo a Comissão Europeia. A medida, no entanto, pode trazer no pacote uma série de impactos ambientais. Entre os principais problemas, de acordo com diferentes organizações e ambientalistas, destaca-se a expansão do desmatamento, da exploração de minérios e da importação de pesticidas. Em contrapartida, outros especialistas defendem que o acordo pode impor uma série de regras ambientais a um comércio global já existente — além de facilitar a troca de conhecimentos entre as partes envolvidas. Em linhas gerais, o tratado em desenvolvimento prevê a redução gradual das tarifas de importação no comércio entre os dois blocos continentais. No final de fevereiro, em nota, o governo brasileiro declarou que os europeus “se comprometem a eliminar tarifas de importação sobre aproximadamente 95% dos bens, que representam 92% do valor das importações europeias de bens brasileiros em até 12 anos”. Mesmo assim, nos últimos anos, o avanço do acordo acendeu múltiplos alertas para o meio ambiente. Em um relatório de março de 2023, o Greenpeace avaliou que a isenção de tarifas beneficiaria a exportação de commodities, podendo ampliar as fronteiras agrícolas e o desmatamento em toda a América do Sul. Atualmente, segundo o estudo, bens agrícolas e minerais representam mais de 70%&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/acordo-entre-mercosul-e-ue-avanca-mas-acende-alertas-sobre-o-risco-ambiental/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Peixes migratórios colapsam e colocam a Amazônia no centro da crise</title>
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					<pubDate>07 Abr 2026 14:29:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gustavo Faleiros]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Animais, Clima, Conservação, Ecologia, Energia, Espécies Ameaçadas, Espécies em Perigo, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Hidrelétricas, Meio Ambiente, Mudanças climáticas, Peixes, pesca, rios e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>O cenário onde se anunciavam as más notícias era propício. Um enorme aquário com pacus, piraputangas e outras espécies de água doce emoldurava a mesa de cientistas e ambientalistas no auditório do BioParque Pantanal, em Campo Grande (MS). Os especialistas estavam ali, no último dia 24 de março, para lançarem o relatório “A Avaliação Global [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O cenário onde se anunciavam as más notícias era propício. Um enorme aquário com pacus, piraputangas e outras espécies de água doce emoldurava a mesa de cientistas e ambientalistas no auditório do BioParque Pantanal, em Campo Grande (MS). Os especialistas estavam ali, no último dia 24 de março, para lançarem o relatório “A Avaliação Global dos Peixes Migratórios de Água Doce”. Na abertura do evento, Rita Mesquita, secretária de Biodiversidade, Florestas e Direito dos Animais do Ministério do Meio Ambiente, logo avisou: “Os números são de gelar a espinha.” As cifras às quais ela se referia indicavam uma redução de 81% na população mundial dos peixes migratórios de água doce desde os anos 1970. Rita foi convidada a endereçar os delegados da 15ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas (COP15) sobre Espécies Migratórias (CMS), que ocorreu entre os dias 23 e 29 de março em Campo Grande. Esta foi a primeira vez em muitos anos que estudiosos se debruçaram sobre dados globais da ictiofauna. A última avaliação tinha sido realizada em 2011, quando o número de espécies avaliadas era de 3 mil. Nesta nova rodada, 15 mil foram avaliadas. Deste total, 349 foram identificadas como migratórias. Entre essas espécies, 325 foram recomendadas pelos autores para serem inseridas nos apêndices da CMS. Entrar na lista desta convenção da ONU significa maior proteção, já que os países signatários se comprometem a adotar medidas de conservação. Atualmente, a CMS conta com 1.200 espécies migratórias listadas. A última entre as brasileiras a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/peixes-migratorios-colapsam-e-colocam-a-amazonia-no-centro-da-crise/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>5 iniciativas indígenas que estão salvando a natureza no Brasil</title>
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					<pubDate>02 Abr 2026 07:33:50 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, demarcação territorial, Desmatamento, Ecologia, Etnocídio, incêndios, Incêndios Florestais, Indígenas, Índios, Meio Ambiente, Populações Tradicionais, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Mas, afinal, quem é que protege o meio ambiente? Nos diferentes biomas brasileiros, da Amazônia ao Cerrado, a ameaça do fogo, do desmatamento, das invasões de terra e do garimpo ilegal ainda reina sem muitos contrapesos, colocando a natureza e a vida de povos tradicionais na rota da degradação e do conflito. Enquanto cobram o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Mas, afinal, quem é que protege o meio ambiente? Nos diferentes biomas brasileiros, da Amazônia ao Cerrado, a ameaça do fogo, do desmatamento, das invasões de terra e do garimpo ilegal ainda reina sem muitos contrapesos, colocando a natureza e a vida de povos tradicionais na rota da degradação e do conflito. Enquanto cobram o poder público por medidas emergenciais e por mais apoio, grupos indígenas entenderam que não têm tempo a perder: com suas próprias ações coletivas, comunidades em todo o país atuam para combater as múltiplas crises que assolam seus territórios, exercendo o papel de guardiões de florestas, rios e planícies. A Mongabay reuniu histórias de cinco projetos sob gestão indígena que, aliando saberes ancestrais, tecnologia e planejamento, já fazem a diferença na missão do Brasil rumo a um futuro de preservação. &nbsp; Mulheres Krahô lideram guarda indígena para proteger território em Tocantins Treze mulheres indígenas formam o Mē Hoprê Catêjê, grupo de guerreiras Krahô responsável pela vigilância territorial na Terra Indígena Kraolândia. Foto cedida por Luzia Krahô (Kruw). Muita coisa mudou na Terra Indígena Kraolândia, que se espalha por mais de 300 mil hectares nos municípios de Goiatins e Itacajá, no Tocantins. Em um passado não tão distante, as mulheres ali se viam afastadas de postos de liderança, restritas ao trabalho doméstico, enquanto os perigos da extração de madeira, da caça e dos agrotóxicos espreitavam o território. Para combater essas ameaças, as próprias mulheres indígenas Krahô deram um passo à frente, superando as barreiras de gênero para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/5-iniciativas-indigenas-brasileiras-que-estao-salvando-a-natureza-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Sentinela dos rios, ariranha é incluída na lista de espécies migratórias ameaçadas</title>
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					<pubDate>31 Mar 2026 13:35:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gustavo Faleiros]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>A Convenção das Nações Unidas sobre Espécies Migradoras (CMS) aprovou a inclusão da ariranha (Pteronura brasiliensis) entre os animais que necessitam de ações urgentes de conservação. A medida é resultado da pressão de pesquisadores e organizações ambientalistas junto aos governos signatários da convenção. As negociações que elevaram o status de conservação deste mamífero semiaquático ocorreram [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A Convenção das Nações Unidas sobre Espécies Migradoras (CMS) aprovou a inclusão da ariranha (Pteronura brasiliensis) entre os animais que necessitam de ações urgentes de conservação. A medida é resultado da pressão de pesquisadores e organizações ambientalistas junto aos governos signatários da convenção. As negociações que elevaram o status de conservação deste mamífero semiaquático ocorreram na 15ª Conferência das Partes da CMS (COP15), que terminou no domingo, dia 29, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A ariranha é a maior lontra do mundo. Em inglês, seu nome significa literalmente &#8220;lontra gigante&#8221; – giant otter. Aqui, seu nome deriva da palavra tupi-guarani ari&#8217;raña, que quer dizer “onça d&#8217;água”. Com garras e dentes afiados, ela é conhecida por seu comportamento arisco e o som alto e estridente que produz. Carnívora, ela constrói suas tocas nas margens de rios de águas claras. Sua distribuição se estendia a bacias de quase toda a América do Sul. Hoje suas populações estão restritas à Amazônia e ao Pantanal. No passado, a caça indiscriminada para o comércio de peles representava a principal pressão. Hoje, a perda e a fragmentação de habitats, além da poluição dos rios, tornaram-se a principal ameaça. Os pesquisadores que defenderam maior proteção também apontaram que a espécie está listada como “em perigo de extinção” na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Um animal topo de cadeia, ele se alimenta de peixes e seu único predador é a onça-pintada (Panthera onca). Sua presença representa o equilíbrio da cadeia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/sentinela-dos-rios-ariranha-e-incluida-na-lista-de-especies-migratorias-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Perto de ‘morrer’, Rio Camarajipe leva esgoto e lixo ao mar que banha Salvador</title>
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					<pubDate>30 Mar 2026 07:54:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Júlia Moa]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Bahia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[doenças, Espécies Ameaçadas, Espécies em Perigo, Fauna marinha, Oceanos, Peixes, pesca, recifes de coral, rios, saneamento e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>SALVADOR, Bahia — “Tudo o que você puder imaginar”, respondeu o pescador Luiz Soares, conhecido como “Sinho”, às vésperas da Festa de Iemanjá, orixá protetora das águas. À beira-mar, ele relembra as coisas incomuns que já viu na foz do Rio Camarajipe, cujo curso d’água desemboca no oceano que banha a cidade de Salvador, capital [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/perto-de-morrer-rio-camarajipe-leva-esgoto-e-lixo-ao-mar-que-banha-salvador/" data-wpel-link="internal">Perto de ‘morrer’, Rio Camarajipe leva esgoto e lixo ao mar que banha Salvador</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[SALVADOR, Bahia — “Tudo o que você puder imaginar”, respondeu o pescador Luiz Soares, conhecido como “Sinho”, às vésperas da Festa de Iemanjá, orixá protetora das águas. À beira-mar, ele relembra as coisas incomuns que já viu na foz do Rio Camarajipe, cujo curso d’água desemboca no oceano que banha a cidade de Salvador, capital da Bahia. A lista inclui geladeira quebrada, pneu, armário, carrinho de supermercado, mesa, pedaços de plástico, colchão, roupas íntimas, fraldas, sapatos e até cadáveres humanos. Oficialmente, o Camarajipe ainda não foi classificado como “rio morto” — quando um corpo hídrico perde a capacidade de sustentar formas de vida —, mas apresenta estágio avançado de degradação ambiental e já opera, na prática, como mero condutor de esgoto a céu aberto, afetando a saúde da comunidade pesqueira e a vida marinha. Um dos principais destinos turísticos do Brasil no verão, em meio a suas festas populares e às altas temperaturas, a capital baiana sente os efeitos da poluição que chega ao mar pelo maior rio urbano da cidade, com cerca de 14 quilômetros de extensão. Ao todo, Salvador possui 12 bacias hidrográficas, e a do Rio Camarajipe (a terceira maior da cidade) abrange 42 bairros, com área de drenagem (onde as águas escoam naturalmente para o rio) total de 35,9 km². Enquanto as nascentes do rio estão em regiões periféricas, predominantemente residenciais, nas imediações do bairro de Pirajá, a foz fica em uma parte abastada da capital, como a região do bairro Costa Azul. “Hoje, é repugnante&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/perto-de-morrer-rio-camarajipe-leva-esgoto-e-lixo-ao-mar-que-banha-salvador/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Quilombolas denunciam impactos da mineração de areia no sul da Bahia</title>
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					<pubDate>26 Mar 2026 08:44:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Leandro Barbosa]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos sociais, demarcação territorial, mineração, Mineração ilegal, Populações Tradicionais, Povos Tradicionais, Quilombolas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>CAMAMU, Bahia – Localizado a cerca de 30 quilômetros do centro de Camamu, no sul da Bahia, o Quilombo do Pratigi é acessado por uma estrada de terra que corta áreas de Mata Atlântica, manguezais e roças tradicionais. É nesse espaço, inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) Baía de Camamu, que famílias quilombolas vivem [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[CAMAMU, Bahia – Localizado a cerca de 30 quilômetros do centro de Camamu, no sul da Bahia, o Quilombo do Pratigi é acessado por uma estrada de terra que corta áreas de Mata Atlântica, manguezais e roças tradicionais. É nesse espaço, inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) Baía de Camamu, que famílias quilombolas vivem há mais de um século da pesca, da mariscagem e do extrativismo da piaçava. Nos últimos anos, no entanto, esse modo de vida passou a conviver com o tráfego intenso de caminhões, o ruído constante de motores e os impactos associados à extração de areia na região. “Se mexer aqui, não mexe só na terra. Mexe na vida inteira da comunidade.” A frase, dita por um morador do Pratigi que não quis se identificar, ajuda a dimensionar o que está em jogo. A economia local depende diretamente da integridade dos rios, estuários e manguezais que cercam o quilombo. Qualquer alteração nesses ecossistemas se reflete de forma imediata na segurança alimentar, na saúde e na permanência das famílias no território. É nesse ponto que o conflito deixa de ser abstrato e passa a se manifestar no cotidiano. “Hoje a gente vive aflito pelo agora. E com medo do que ainda pode vir”, resume outra moradora, que lembra de outros projetos minerários ainda mais agressivos previstos para o entorno da comunidade tradicional. Como o da multinacional Knauf, que adquiriu uma mina de gipsita, matéria-prima do gesso, próxima ao quilombo. E que, de acordo com o governo baiano,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/quilombolas-denunciam-impactos-da-mineracao-de-areia-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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