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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Pantanal entra oficialmente na rota da aridez, aponta plano do governo</title>
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					<pubDate>29 Out 2026 07:19:48 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Annady Borges]]>
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							<![CDATA[<p>Os municípios de Corumbá e Ladário, no estado de Mato Grosso do Sul (MS), foram reclassificados na categoria de clima subúmido seco pelo Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil, 2025-2045), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), lançado este ano. As cidades ficam [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Os municípios de Corumbá e Ladário, no estado de Mato Grosso do Sul (MS), foram reclassificados na categoria de clima subúmido seco pelo Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil, 2025-2045), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), lançado este ano. As cidades ficam localizadas na região noroeste do estado, em uma área dominada pelo bioma Pantanal. Anteriormente, as cidades eram classificadas como de clima úmido. O PAB é o principal instrumento de planejamento, gestão e monitoramento da Política Nacional de Combate à Desertificação (PNCD) para os próximos 20 anos. Elaborado por meio de processo participativo, o plano integrou saberes acadêmicos e populares. Seu objetivo é promover a recuperação socioambiental e econômica de áreas afetadas, reduzir vulnerabilidades e fortalecer a resiliência das populações mais vulneráveis. Segundo descrito no PAB, até então, essa classificação de clima subúmido seco só havia sido registrada no interior da região Nordeste, ao norte de Minas Gerais e no noroeste do Espírito Santo. Os dados são uma atualização do último PAB, publicado em 2004. Apesar doplano ter sido lançado em junho 2026, uma nota técnica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em conjunto com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), divulgada em 2023, também já havia revelado o aumento da aridez nesta região de Mato Grosso do Sul. Para compreender por que uma região é classificada como subúmida seca, é necessário considerar o Índice de Aridez (IA). Ele é&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mato-grosso-do-sul-entra-oficialmente-na-rota-da-aridez-aponta-plano-do-governo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Aquecimento global ameaça refúgios de coníferas no Brasil, revela estudo</title>
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					<pubDate>27 Out 2026 07:05:35 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mateus Mendonça]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Brasil, Conservação, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e Santa Catarina]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Conservação, Espécies Ameaçadas, Florestas, Mudanças climáticas e Resiliência climática]]>
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							<![CDATA[<p>As coníferas estão entre as linhagens mais antigas do planeta: surgiram há mais de 200 milhões de anos e se diversificaram durante a fragmentação do supercontinente Gondwana. Essas árvores atravessaram quedas extremas de temperatura do planeta, conhecidas como glaciações, o movimento dos continentes e a extinção dos dinossauros. Agora, com a rapidez do aquecimento global, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As coníferas estão entre as linhagens mais antigas do planeta: surgiram há mais de 200 milhões de anos e se diversificaram durante a fragmentação do supercontinente Gondwana. Essas árvores atravessaram quedas extremas de temperatura do planeta, conhecidas como glaciações, o movimento dos continentes e a extinção dos dinossauros. Agora, com a rapidez do aquecimento global, o clima projetado para meados do século se afasta das condições em que as coníferas brasileiras vivem hoje mesmo no cenário mais otimista, indica um estudo publicado em 2025 na revista científica Oryx. Para as espécies de distribuição mais restrita, o risco é de não conseguirem se adaptar a tempo e acabarem desaparecendo.  As coníferas são árvores com alta capacidade de armazenar carbono, por isso são muito importantes para os ecossistemas. Nas florestas boreais do hemisfério norte, dominadas por elas, fica retido cerca de um terço do carbono guardado nas florestas do planeta. No Brasil, a araucária (Araucaria angustifolia) sustenta a Floresta Ombrófila Mista, e o pinhão, sua semente, somou uma produção de 15.346 mil toneladas em 2025, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e é fonte importante de renda para agricultores extrativistas.  O Brasil tem dez espécies nativas de coníferas, distribuídas por diversos biomas e divididas em duas famílias: Araucariaceae, representada por uma única espécie, a araucária, que possui ocorrência no sul do país, e Podocarpaceae, com nove. Segundo o estudo, liderado por Ricardo Costa Manosso, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), todas devem sofrer algum grau de exposição&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/aquecimento-global-ameaca-refugios-de-coniferas-no-brasil-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisadores revelam rotas e padrões do tráfico de animais na Amazônia</title>
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					<pubDate>26 Out 2026 07:32:25 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Latina e Global]]>
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							<![CDATA[Defaunação, Fauna, Tráfico e Tráfico de Animais Silvestres]]>
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							<![CDATA[<p>Um estudo identificou 137 espécies de animais silvestres sendo comercializadas ilegalmente na Amazônia brasileira.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/pesquisadores-revelam-rotas-e-padroes-do-trafico-de-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Pesquisadores revelam rotas e padrões do tráfico de animais na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Berço da maior biodiversidade do mundo, a Amazônia brasileira é um dos principais polos do tráfico internacional de animais silvestres. Todos os dias, milhares de animais são retirados da floresta para serem vendidos em outras partes do país e no exterior. Apesar de seu papel central nesse mercado ilegal, ainda faltam informações sobre o tráfico de animais na região. Os dados sobre apreensões de animais estão dispersos em órgãos municipais, estaduais e federais. Além da ausência de um sistema integrado, os vastos territórios amazônicos e a falta de controle nas fronteiras dificultam a produção de inteligência sobre este crime ambiental. “Todo rio que você for na Amazônia vai ter eventos de tráfico”, disse à Mongabay o especialista em inteligência de conservação Antônio de Carvalho, da ONG de conservação WCS Brasil. A organização está desenvolvendo um observatório global de tráfico de animais, que vai usar inteligência artificial para coletar informações em sites de notícias e pesquisas acadêmicas. O objetivo é apoiar o trabalho de investigadores, agentes ambientais e jornalistas.​ “Muitos dados de apreensões são perdidos porque os animais são soltos ali mesmo, no local da apreensão, e aquilo não vira nem estatística institucional”, explicou Carvalho. O cascudo-zebra (Hypancistrus zebra) vive apenas em um pequeno trecho do rio Xingu, no Pará, e é muito procurado como peixe ornamental. Foto: Birger A. Em mais uma tentativa de preencher esse vazio de informações e ajudar a definir estratégias para proteger a fauna brasileira, pesquisadores analisaram 34 artigos científicos sobre o tráfico de animais silvestres&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/pesquisadores-revelam-rotas-e-padroes-do-trafico-de-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>&#8216;Já vimos esse filme&#8217;: servidores ambientais temem volta de assédio com Flávio Bolsonaro</title>
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					<pubDate>22 Out 2026 18:40:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Governança, Política Ambiental e Povos indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>A memória de vigilância constante, transferências e computadores bloqueados assombra funcionários públicos federais.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/ja-vimos-esse-filme-servidores-ambientais-temem-volta-de-assedio-com-flavio-bolsonaro/" data-wpel-link="internal">&#8216;Já vimos esse filme&#8217;: servidores ambientais temem volta de assédio com Flávio Bolsonaro</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Servidores federais das áreas ambiental e indígena estão temerosos da volta das práticas de intimidação e assédio institucional que enfrentaram durante o governo do ex-presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro (2019-2022), em uma eventual vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL), que anunciou que acabará com &#8220;entraves ambientais&#8221; para que o proprietário rural faça &#8220;o que quiser na sua terra&#8221;. &#8220;A gente está, literalmente, com um alvo no meio da testa&#8221;, disse à Mongabay Tânia Maria de Souza, presidente da associação de servidores ambientais federais, a Ascema. &#8220;É um déjà vu.&#8221; O governo Bolsonaro foi marcado por diversas ações contra o meio ambiente e direitos indígenas. Ele se recusou a demarcar qualquer terra indígena — cumprindo sua promessa de campanha durante as eleições de 2018 —, houve uma escalada do desmatamento e da violência contra grupos indígenas e funcionários públicos, além de medidas para abrir terras indígenas para mineração e agronegócios, em clara violação à Constituição Federal. &#8220;Foi traumático&#8221;, disse Alexandre Bahia Gontijo, ex-diretor da Ascema e ex-presidente da Asibama-DF, que representa os servidores do Ibama no Distrito Federal, sobre o governo Bolsonaro. &#8220;Todo mundo está extremamente apreensivo.&#8221; Ativistas chamam o projeto de Flávio de &#8220;a volta da boiada&#8220;, em referência à declaração de 2020 do então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, de que a pandemia da Covid-19 seria uma oportunidade para &#8220;passar a boiada&#8220;, alterando normas e regras ambientais sem chamar a atenção do Congresso Nacional e da imprensa. O ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/ja-vimos-esse-filme-servidores-ambientais-temem-volta-de-assedio-com-flavio-bolsonaro/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Anatomia de uma invasão: como uma lei do Pará abriu caminho para a ocupação de terra indígena</title>
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					<pubDate>22 Out 2026 16:19:25 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee GabayElisângela Mendonça]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agropecuária, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Cultura Indígena, Gado, Grilagem, Indígenas, Justiça Social, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Terras Indígenas e Unidades de Conservação]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>O couro engraxado dos sapatos de Francisco “Torrinho” Torres (Republicanos-PA) reluzia enquanto ele caminhava em direção à tribuna do plenário da Assembleia Legislativa do Pará. O pecuarista e político de 57 anos avançava sem pressa, prestes a fazer um discurso que desencadearia uma série de acontecimentos e levaria a novas invasões da Terra Indígena Ituna/Itatá. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/anatomia-de-uma-invasao-como-uma-lei-do-para-abriu-caminho-para-a-ocupacao-de-terra-indigena/" data-wpel-link="internal">Anatomia de uma invasão: como uma lei do Pará abriu caminho para a ocupação de terra indígena</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O couro engraxado dos sapatos de Francisco “Torrinho” Torres (Republicanos-PA) reluzia enquanto ele caminhava em direção à tribuna do plenário da Assembleia Legislativa do Pará. O pecuarista e político de 57 anos avançava sem pressa, prestes a fazer um discurso que desencadearia uma série de acontecimentos e levaria a novas invasões da Terra Indígena Ituna/Itatá. Era 30 de junho de 2026, em uma sessão que parecia rotineira para o deputado estadual. Por trás do terno elegante e dos acenos de aprovação de aliados do agronegócio, porém, havia um histórico de multas ambientais, uma investigação por corrupção e disputas fundiárias. Em um discurso breve, Torres defendeu um projeto de lei de sua autoria que criava uma nova área de proteção ambiental sob gestão estadual, a Área de Proteção Ambiental (APA) Bacajaí. A medida foi apresentada como solução para famílias com dificuldades de produzir no campo e para moradores rurais que precisavam regularizar a posse da terra. Outros três deputados estaduais subiram à tribuna para apoiar a proposta. Lá, falaram de agricultores que esperavam há décadas pelos títulos de propriedade, de famílias impedidas de obter crédito sem esses documentos e da incerteza provocada pela possibilidade de a área ser reivindicada como terra indígena. O plenário levou apenas 24 minutos para aprovar o projeto por unanimidade. Não houve objeções nem pedidos de pareceres técnicos, embora já se soubesse que a nova unidade de conservação, com 142.400 hectares, ficaria inteiramente sobreposta à Terra Indígena Ituna/Itatá. Desde 2011, a área está sujeita a uma portaria&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/anatomia-de-uma-invasao-como-uma-lei-do-para-abriu-caminho-para-a-ocupacao-de-terra-indigena/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Remédios ainda não descobertos na Amazônia podem valer R$ 10 bi, aponta análise</title>
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					<pubDate>21 Out 2026 07:28:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Florestas, Florestas Tropicais, Medicina tradicional, Produtos da Floresta e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Com o avanço do desmatamento, espécies que poderiam gerar medicamentos capazes de salvar vidas correm o risco de desaparecer antes de serem encontradas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/remedios-ainda-nao-descobertos-na-amazonia-podem-valer-r-10-bi-aponta-analise/" data-wpel-link="internal">Remédios ainda não descobertos na Amazônia podem valer R$ 10 bi, aponta análise</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma análise do grupo britânico Zero Carbon Analytics (ZCA) reforça o argumento de que as florestas tropicais valem mais em pé do que derrubadas, algo repetido há décadas por ambientalistas. Nesse contexto, a Amazônia se destaca como &#8220;joia da coroa&#8221; global. Segundo a análise da ZCA publicada em julho, as florestas tropicais em todo o mundo podem concentrar, em valor comercial potencial, uma mediana de 714 bilhões de dólares (37 bilhões de reais) — em uma faixa entre 382 bilhões e 1,176 trilhão de dólares (1,9 trilhão e 5,9 trilhões de reais) — em medicamentos ainda não descobertos a partir de plantas com flores. Só a Amazônia responde por cerca de 215 bilhões de dólares (10,8 bilhões de reais), ou cerca de 30% do total, uma fatia maior do que regiões como o Sudeste Asiático e a Bacia do Congo. Compostos naturais são fundamentais para a medicina. Cerca de três em cada quatro medicamentos de combate ao câncer aprovados entre 1940 e 2014 foram derivados de produtos naturais ou inspirados neles, e estima-se que 99% dos compostos químicos produzidos pelas plantas nunca tenham passado por triagem. Nessa lógica, a Amazônia &#8220;abriga potencialmente o maior valor comercial de opções para medicamentos derivados de plantas com flores&#8221; entre todas as grandes regiões florestais, disse à Mongabay Joanne Bentley-McKune, coautora da análise da ZCA. Mas o desmatamento vem corroendo esse valor. A ZCA estima que a derrubada de florestas tropicais desde 2001 já colocou em risco 86 bilhões de dólares (430 bilhões de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/remedios-ainda-nao-descobertos-na-amazonia-podem-valer-r-10-bi-aponta-analise/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como seria se a Amazônia secasse? Experimento iniciado há 25 anos pode ter a resposta</title>
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					<pubDate>20 Out 2026 07:33:23 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Luís Patriani]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Clima, Conservação de Florestas Tropicais, Florestas, Florestas Tropicais, Mudanças climáticas, Recursos hídricos, Resiliência climática e Seca]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um trecho de floresta teve metade da água da chuva desviada por duas décadas. Veja o que nasceu no lugar.</p>
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							<![CDATA[Uma pergunta paira no ar e na terra — ambos cada vez mais secos — da maior floresta tropical úmida do planeta. Qual o futuro da Amazônia em um possível horizonte de estiagens extremas em um cenário de aquecimento global? Para tentar prever o destino do bioma, um audacioso experimento submeteu, por duas décadas, uma área de vegetação amazônica no Pará a um rigoroso estresse hídrico. O resultado revela um surpreendente rearranjo de sobrevivência da floresta. O Projeto Esecaflor (Projeto de Estudo da Seca Florestal) é a mais longeva e extensa investigação científica do gênero já realizada em uma floresta tropical. Está em atividade há 25 anos, e desde então seus idealizadores vêm tentando compreender como a Amazônia poderia reagir à falta prolongada de água no solo. Realizada em área de 1 hectare dentro dos cerca de 318 mil hectares da Floresta Nacional de Caxiuanã (PA), a seca experimental começou a ser aplicada em 2001, quando 6 mil painéis retangulares e transparentes de plástico foram instalados sob a copa das árvores, entre 1 e 4 metros acima do solo, para desviar cerca de 50% da água da chuva para fora da área, por meio de calhas e canaletas. Ao lado, outra área de igual tamanho é mantida sem intervenção, como medida de comparação. Em ambas as parcelas de floresta, pesquisadores monitoram a umidade do solo, a temperatura do ar, o crescimento das árvores, o fluxo de seiva e o desenvolvimento das raízes. Duas torres de 40 metros de altura, dotadas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/como-seria-se-a-amazonia-secasse-experimento-iniciado-ha-25-anos-pode-ter-a-resposta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Por que animais silvestres brasileiros estão aparecendo em um mercado de Bangcoc</title>
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					<pubDate>19 Out 2026 07:43:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gloria Dickie]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina, Brasil e Global]]>
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							<![CDATA[Comércio de Vida Selvagem, Comércio Internacional, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Tráfico e Tráfico de Animais Silvestres]]>
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							<![CDATA[<p>BANGCOC, Tailândia — Nos corredores estreitos do mercado de Chatuchak, em Bangcoc, capital tailandesa, a fauna silvestre do mundo está à venda. Capturadas em florestas, retiradas de rios ou arrancadas de áreas úmidas em todo o planeta, centenas de espécies exóticas são embarcadas em voos transcontinentais para serem expostas no que especialistas consideram um dos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[BANGCOC, Tailândia — Nos corredores estreitos do mercado de Chatuchak, em Bangcoc, capital tailandesa, a fauna silvestre do mundo está à venda. Capturadas em florestas, retiradas de rios ou arrancadas de áreas úmidas em todo o planeta, centenas de espécies exóticas são embarcadas em voos transcontinentais para serem expostas no que especialistas consideram um dos maiores mercados de animais silvestres do planeta. Entre vendedores de chá com leite tailandês e barracas de arroz glutinoso com manga, basta que os visitantes se afastem alguns passos do circuito turístico para chegar à seção de “animais de estimação” do mercado, uma denominação, no mínimo, generosa. Ali, animais domésticos e silvestres muitas vezes se amontoam em gaiolas, com pouca água e nenhum alívio para temperaturas superiores a 32 °C. Da África chegam papagaios-cinzentos, servais, pítons-reais e gálagos-gigantes, que são vendidos por 48 mil bahts (cerca de 1.450 dólares), anunciados em placas como “recém-chegados”. Já minúsculos suricatos vestidos com fantasias, às vezes colocados em caixas de areia para que os visitantes possam tocá-los, estão entre os animais mais numerosos de Chatuchak. Também há espécies da Ásia e da Oceania, como civetas-mascaradas, lóris-arco-íris e cães-da-pradaria, além de filhotes de guaxinim, iguanas, cabras, gatos e leitões, entre outros. No mercado de Chatuchak, suricatos como o da foto, originários do sul da África, são vestidos com fantasias para serem vendidos como animais de estimação. Foto: Gloria Dickie. Para Scott Roberton, diretor do programa de combate ao tráfico da ONG Wildlife Conservation Society, a novidade mais chocante é a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/por-que-animais-silvestres-brasileiros-estao-aparecendo-em-um-mercado-de-bangcoc/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Ativistas temem fim do Ministério dos Povos Indígenas com vitória de Flávio</title>
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					<pubDate>16 Out 2026 20:03:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Conservação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais e Povos indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Uma rápida canetada pode apagar anos de conquistas dos povos originários do país.</p>
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							<![CDATA[&#8220;Com uma única canetada, ele pode desfazer todas as conquistas que nós conseguimos nesses quase quatro anos&#8221;, afirmou o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, sobre uma eventual vitória do candidato da extrema-direita, o senador Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República. &#8220;Nós estamos muito preocupados.&#8221; Com 47,03% dos votos, Flávio ficou em primeiro lugar no primeiro turno das eleições presidenciais em 4 de outubro, na contramão das pesquisas de intenção de voto, que mostravam o atual presidente Lula como favorito à reeleição. &#8220;Sendo eleito, um dos primeiros ministérios que serão extintos é o Ministério dos Povos Indígenas&#8221;, disse Terena à Mongabay, por telefone. &#8220;Isso para nós é uma coisa dada, porque é um governo que não tem compromisso nenhum com os povos indígenas.&#8221; O inédito Ministério dos Povos Indígenas (MPI) foi criado pelo presidente Lula em janeiro de 2023, cumprindo a promessa feita aos povos originários que apoiaram sua candidatura. Sonia Guajajara foi nomeada ministra, a primeira vez que um indígena comandou um ministério. &#8220;A criação do Ministério dos Povos Indígenas tem um poder simbólico, mas também efetivo, muito grande, porque é um governo que vem, justamente, após um período em que os povos indígenas foram extremamente atacados durante a gestão do governo Bolsonaro&#8221;, disse Terena, que assumiu o cargo em março, quando Sonia deixou o ministério para concorrer à reeleição como deputada federal por São Paulo. O inédito Ministério dos Povos Indígenas (MPI) foi criado pelo presidente Lula em janeiro de 2023. Sonia Guajajara foi nomeada ministra, a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/ativistas-temem-fim-do-ministerio-dos-povos-indigenas-com-vitoria-de-flavio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Cientistas descobrem espécies-chave de árvores para a restauração da Amazônia</title>
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					<pubDate>16 Out 2026 07:57:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Motores do Desmatamento e Reflorestamento]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Algumas espécies de árvores são fundamentais para restaurar a biodiversidade e o armazenamento de carbono em áreas desmatadas da Amazônia</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/cientistas-descobrem-especies-chave-de-arvores-para-a-restauracao-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Cientistas descobrem espécies-chave de árvores para a restauração da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Algumas espécies de árvores são fundamentais para restaurar a biodiversidade e o armazenamento de carbono em áreas desmatadas da Amazônia, sugere um artigo publicado em junho na revista Global Change Biology. Os pesquisadores examinaram 102 áreas em regeneração natural em quatro macrorregiões do Pará — Bragantina, Marabá, Paragominas e Santarém — e concluíram que um conjunto de 15 a 25 espécies representava mais da metade das árvores e dos estoques de carbono dessas áreas. Entre essas espécies estão a embaúba (Cecropia palmata), a tatapiririca (Tapirira guianensis), o ingá-vermelho (Inga alba) e o araticum-bravo (Annona exsucca). Essa lista relativamente curta de espécies hiperdominantes poderia “orientar estratégias de restauração assistida e enriquecimento” na Amazônia, afirmaram os pesquisadores, e ajudar o Brasil a cumprir a meta de restaurar 12 milhões de hectares de florestas até 2030, uma área aproximadamente do tamanho da Coreia do Norte. “Estas áreas já estão restaurando serviços [ecossistêmicos] e a biodiversidade”, disse Fernando Elias, pesquisador do Museu Paraense Emílio Goeldi, no Pará, e coordenador do estudo, em entrevista à Mongabay. “Por isso é tão importante a gente compreender como que essas florestas se comportam, de modo a direcionar as ações de restauração no bioma.” Segundo Elias, a Amazônia brasileira possui mais de 140 mil km² de florestas em regeneração em áreas anteriormente desmatadas, conhecidas como florestas secundárias. Em muitos casos, essas terras foram abandonadas após terem sido utilizadas para a pecuária. A maior parte dessa área tem potencial para se recuperar naturalmente, sem a necessidade de plantar uma única&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/cientistas-descobrem-especies-chave-de-arvores-para-a-restauracao-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Olfato de morcegos vira pista para projetos de restauração florestal</title>
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					<pubDate>15 Out 2026 08:40:06 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Fauna, Florestas, Mamíferos, Mata Atlântica e Reflorestamento]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Não são apenas as aves; morcegos também semeiam a Mata Atlântica.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/olfato-de-morcegos-vira-pista-para-projetos-de-restauracao-florestal/" data-wpel-link="internal">Olfato de morcegos vira pista para projetos de restauração florestal</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Durante muito tempo, os morcegos ocuparam um lugar sombrio no imaginário popular ocidental. Desde que o escritor irlandês Bram Stoker publicou Drácula, em 1897, o animal noturno passou a ser associado aos vampiros. Fora da ficção, porém, apenas três entre as cerca de 1.500 espécies de morcegos conhecidas no mundo se alimentam de sangue — e, entre elas, apenas uma é especializada em digerir o sangue de mamíferos, como o gado e outros animais de criação. E, mesmo assim, os humanos dificilmente fazem parte dessa dieta. Os morcegos compõem o segundo grupo mais diverso entre os mamíferos, atrás apenas dos roedores. Eles também prestam serviços ambientais importantes, como o controle biológico de insetos, a polinização e a dispersão de sementes; cerca de um terço das espécies se alimenta de frutos ou de néctar. Foi um morcego frugívoro — nome dado a espécies cuja dieta alimentar é composta principalmente por frutos — que conquistou Lays Cherobim Parolin ainda no início da carreira. Quando estava prestes a concluir a graduação em Biologia, a futura cientista queria trabalhar com mamíferos maiores, mas acabou entrando em um projeto de pesquisa sobre morcegos. Na primeira vez em que segurou um deles, ao retirá-lo de uma rede de neblina, foi ‘capturada’ ela mesma. “As pessoas não têm noção de que os morcegos são dispersores de sementes e têm potencial para restaurar áreas [naturais]. Nunca se lembram deles, só se lembram das aves”, analisou a pesquisadora, hoje professora da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná. A pesquisadora&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/olfato-de-morcegos-vira-pista-para-projetos-de-restauracao-florestal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Árvore exótica indiana domina as ruas de cidades do Semiárido paraibano</title>
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					<pubDate>13 Out 2026 07:36:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mariana Martins]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
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							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
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							<![CDATA[Brasil, Caatinga e Paraíba]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Biodiversidade, Caatinga, Fauna, Insetos, Política Ambiental e Responsabilidade Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Estudo inédito mapeou 1.381 árvores em dez municípios da Paraíba; 80% não são nativas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/arvore-exotica-indiana-domina-as-ruas-de-cidades-do-semiarido-paraibano/" data-wpel-link="internal">Árvore exótica indiana domina as ruas de cidades do Semiárido paraibano</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um estudo recentemente publicado pela Biotropica mapeou a vegetação presente nas  ruas em 10 municípios inseridos no clima semiárido da Paraíba e revelou um cenário preocupante na gestão da arborização regional: a presença elevada de plantas exóticas invasoras e  baixo número de representantes da flora nativa da Caatinga. As cidades que integraram o estudo foram Alagoa Grande, Cajazeiras, Campina Grande, Esperança, Guarabira, Patos, Pombal, Queimadas, São Bento  e Sousa.  A pesquisa avaliou a riqueza, a composição e a distribuição de árvores de rua por meio de amostragem, com amostras coletadas nos locais, e de classificação por satélite. Ao todo, os pesquisadores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) catalogaram 1.381 indivíduos pertencentes a 69 espécies. Os resultados indicam que aproximadamente 80% de todas as árvores registradas e 52 espécies identificadas não são nativas. O levantamento ainda revela que 60% do total dos indivíduos pertenciam a espécies classificadas como exóticas invasoras. O nim indiano (Azadirachta indica) respondeu isoladamente por 700 das 1.381 árvores contabilizadas — o equivalente a mais da metade de toda a amostragem da pesquisa. Estudos sobre arborização de ruas costumam se concentrar em capitais e metrópoles, deixando lacunas de amostragem em áreas do interior do estado, segundo os pesquisadores. Ao olhar para cidades de pequeno e médio porte do Semiárido, os cientistas identificaram que metade dos municípios analisados pode ser classificada como &#8220;antagônica à biodiversidade&#8221;, dada a escassez de espécies locais e a predominância da vegetação exótica. Árvore de nim (Azadirachta indica) na cidade de Thiruvaiyaru, na Índia. Foto:&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/arvore-exotica-indiana-domina-as-ruas-de-cidades-do-semiarido-paraibano/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Mercúrio ameaça mais de 160 comunidades na bacia do rio Beni, na Bolívia</title>
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					<pubDate>12 Out 2026 18:06:39 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Iván Paredes Tamayo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Bolívia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alimentação, Alimentos, Garimpo, Mineração, Pesca, Poluição e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A Mongabay constatou que 39 comunidades na Bolívia sofrem intoxicação por mercúrio e outras 125 enfrentam risco semelhante.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mercurio-ameaca-mais-de-160-comunidades-na-bacia-do-rio-beni-na-bolivia/" data-wpel-link="internal">Mercúrio ameaça mais de 160 comunidades na bacia do rio Beni, na Bolívia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Gilberto Vaca Muiba teme que o mercúrio acumulado em seu corpo acabe lhe tirando a vida. Ainda assim, o medo não muda sua rotina: ele pega a velha vara de pescar, caminha até o rio e espera pacientemente pela refeição do dia. Ajoelhado em uma das margens do rio Beni, na Amazônia boliviana, Muiba aguarda que um peixe morda a isca para levar comida para casa. É uma tarde de julho na comunidade boliviana de Puerto Yumani, e ele acaba de fisgar um pequeno surubim. O peixe provavelmente está contaminado por mercúrio, mas ele o leva à mesa mesmo assim. Puerto Yumani é uma das cinco comunidades indígenas visitadas pela Mongabay ao longo de um trecho de 41 quilômetros do rio Beni. As outras quatro são Carmen Soledad e Puerto Motor, no município de Rurrenabaque, departamento de Beni, e Eyiyoquibo e Buena Vista, em San Buenaventura, no norte do departamento de La Paz. Todos esses territórios, pertencentes aos povos indígenas Tacana, Leco e Ese Ejja, estão expostos à contaminação por mercúrio que chega pelo rio. Por isso, o Beni é visto de duas formas: fonte de sustento das comunidades e origem de muitos de seus males. “Nós comemos peixe todos os dias, é nossa dieta comum, porque comprar carne ou frango é caro demais para nós. Nos rios, nós temos o nosso alimento, mas é exatamente esse alimento que está contaminado. E nós estamos sofrendo por causa disso”, disse Guido Alfaro, presidente da Central de Povos Indígenas de La Paz&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mercurio-ameaca-mais-de-160-comunidades-na-bacia-do-rio-beni-na-bolivia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Angola cria área protegida para salvar biodiversidade da Serra do Pingano</title>
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					<pubDate>09 Out 2026 17:15:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[David Tjyakala]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[África]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Áreas Protegidas, Biodiversidade, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Florestas, Lei Ambiental e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>As últimas grandes áreas florestais remanescentes da Serra do Pingano, no norte de Angola, estão desaparecendo em ritmo acelerado, deixando a região cada vez mais “careca”. Nas últimas duas décadas, a Serra do Pingano central perdeu 43%  da sua cobertura florestal original, enquanto o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano (SPEE) perdeu 21%, o equivalente [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As últimas grandes áreas florestais remanescentes da Serra do Pingano, no norte de Angola, estão desaparecendo em ritmo acelerado, deixando a região cada vez mais “careca”. Nas últimas duas décadas, a Serra do Pingano central perdeu 43%  da sua cobertura florestal original, enquanto o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano (SPEE) perdeu 21%, o equivalente a 536 quilômetros quadrados de floresta. Os dados constam no artigo publicado na Nature Ecology &amp; Evolution, em janeiro.  O texto é um pedido de socorro e alerta assinado por onze pesquisadores de diferentes países, incluindo dois angolanos. Depois de anos de apelo, em Abril deste ano, o governo de Angola criou a Área de Conservação da Serra do Pingano.   Localizado na província do Uíge, o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano é formado por várias cadeias montanhosas densamente arborizadas e constitui uma área de elevada importância biológica. O Pingano é um ecossistema de transição entre a floresta tropical e savana de miombo, que reúne elementos das florestas da África centro-ocidental, com espécies e linhagens associadas à África austral e oriental. A região também abriga algumas das últimas áreas remanescentes de floresta tropical em território angolano ao sul do rio Congo.  Uma das pesquisadoras que assinam o artigo publicado na Nature Ecology &amp; Evolution, que reúne evidências de anos de investigação sobre o Ecossistema Florestal da Serra do Pingando, falou recentemente à Mongabay, por e-mail, sobre as ameaças que pressionam a floresta e as espécies que dela dependem.  “É difícil dizer em que medida o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/angola-cria-area-protegida-para-salvar-biodiversidade-da-serra-do-pingano/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Zoo indiano e governo brasileiro negociam “parceria estratégica” para espécies ameaçadas</title>
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					<pubDate>08 Out 2026 07:42:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Animais, Espécies Ameaçadas, Fauna e Tráfico de Animais Silvestres]]>
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							<![CDATA[<p>O que está por trás do interesse do Vantara nos animais brasileiros ameaçados?</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/zoo-indiano-e-governo-brasileiro-negociam-parceria-estrategica-para-especies-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Zoo indiano e governo brasileiro negociam “parceria estratégica” para espécies ameaçadas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O Vantara, zoológico privado indiano que abriga mais de 150 mil animais, negociou uma “parceria estratégica de conservação” com autoridades do Brasil, de acordo com documentos obtidos pela Mongabay pela Lei de Acesso à Informação (LAI). A correspondência entre representantes do Vantara e autoridades brasileiras revela que as negociações, iniciadas pelo Vantara, começaram em agosto de 2025 e envolveram algumas espécies ameaçadas do Brasil. O zoológico, localizado no estado de Gujarat, no oeste da Índia, foi fundado em 2025 por Anant Ambani. Ele é o filho mais novo da pessoa mais rica da Índia, Mukesh Ambani, que dirige a Reliance Industries, um conglomerado atualmente avaliado em 167 bilhões de dólares (R$ 865 bilhões). Um representante do Vantara enviou uma carta por e-mail a três funcionários do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio, em 30 de agosto de 2025. A identidade do remetente foi ocultada no documento enviado por LAI. O assunto da mensagem é: “Proposta de Parceria Estratégica de Conservação com o Governo do Brasil”. O cabeçalho da carta usa o nome oficial do Vantara, Greens Zoological Rescue and Rehabilitation Centre Society (GZRRC). O documento é endereçado a Mauro Pires, presidente do ICMBio; Marcelo Marcelino de Oliveira, diretor do instituto; e Raul Fontoura, chefe da Divisão de Assuntos Internacionais. Carta enviada pelo Vantara ao ICMBio propondo uma “parceria estratégica de conservação”, obtida pela Mongabay por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). A carta afirma que o Vantara está “bem posicionado para auxiliar outras espécies brasileiras&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/zoo-indiano-e-governo-brasileiro-negociam-parceria-estrategica-para-especies-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Carbono oculto do Cerrado expõe falhas na política de conservação do Brasil</title>
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					<pubDate>07 Out 2026 16:33:00 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Daniel Shailer]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Agropecuária, Água, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Carbono, Cerrado, Clima, Commodities, Conservação, Desmatamento, Mudanças climáticas e Soja]]>
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							<![CDATA[<p>Veredas do Cerrado armazenam mais carbono que as terras baixas da Amazônia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/carbono-oculto-do-cerrado-expoe-falhas-na-politica-de-conservacao-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Carbono oculto do Cerrado expõe falhas na política de conservação do Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A pesquisa nos campos úmidos do Cerrado costuma exigir longas caminhadas em meio a juncos que chegam à altura da cabeça, seguindo trilhas de anta e desviando de ovos de carrapato ou de perigos em trechos encharcados. E quando o equipamento não é à prova d’água, tudo fica ainda mais complicado. Por isso, em fevereiro de 2024, quando uma tempestade caiu sobre o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, no nordeste de Goiás, a pesquisadora Larissa Verona e sua equipe correram para a caminhonete. “A chuva passou em cerca de 10 minutos, mas quando voltamos, vimos que tinha começado um incêndio bem no meio da estrada”, provavelmente provocado por um raio, contou ela à Mongabay em uma chamada de vídeo. “Meu Deus, a gente precisa ir embora”, ela se lembra de ter pensado. “É melhor não estarmos aqui quando o chefe dos bombeiros chegar.” Os incêndios vêm se tornando cada vez mais comuns no Cerrado, o segundo maior bioma do Brasil, atrás apenas da Amazônia. São 2 milhões de quilômetros quadrados que abrigam um mosaico de savanas, campos e corredores florestais. Nos últimos cinquenta anos, cerca de 55% da vegetação nativa do Cerrado foi removida, em grande parte para sustentar a expansão de monocultivos industriais, muitas vezes sob a justificativa de que o bioma teria menos valor ambiental do que a floresta amazônica ou a Mata Atlântica. O resultado tem sido a degradação dos solos e a redução das águas subterrâneas. Mas a drenagem e o desmatamento dos campos úmidos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/carbono-oculto-do-cerrado-expoe-falhas-na-politica-de-conservacao-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mais raro do que se pensava, gato-mourisco é reclassificado como ‘quase ameaçado’</title>
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					<pubDate>06 Out 2026 14:33:52 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[América Central, América Do Norte, América Do Sul e Brasil]]>
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							<![CDATA[Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Florestas e Mamíferos]]>
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							<![CDATA[<p>Um felino pouco conhecido se aproxima do limiar da extinção.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mais-raro-do-que-se-pensava-gato-mourisco-e-reclassificado-como-quase-ameacado/" data-wpel-link="internal">Mais raro do que se pensava, gato-mourisco é reclassificado como ‘quase ameaçado’</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Conhecidos pela aparência pouco felina, os gatos-mouriscos permaneceram por muito tempo à margem das pesquisas e iniciativas de conservação, mas a recente reclassificação como quase ameaçados na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) pode começar a mudar esse cenário. Pesando até cerca de 7 kg, esses pequenos felinos, também conhecidos como jaguarundis, circulam por paisagens de savanas e florestas em uma imensa área que vai do México ao sul do Brasil e à Argentina, passando pela América Central. Tadeu de Oliveira, copresidente do Grupo de Especialistas em Felinos da IUCN e responsável por conduzir a avaliação mais recente, afirma que foi necessário enfrentar a percepção de que os gatos-mouriscos são comuns e, portanto, não estariam ameaçados. Essa impressão se deve, em parte, aos hábitos diurnos da espécie, que circula e caça em áreas abertas durante o dia e, portanto, é mais visível do que muitos outros felinos. Além disso, também ocupa paisagens degradadas. “Se você tem uma floresta que vai ficando parecida com uma savana, ela vai reproduzir o habitat ideal para a espécie”, explica Oliveira. “Não é o habitat favorável [ao gato-mourisco], mas vai permitir que ele esteja ali.” Exemplar de gato-mourisco. Foto: Programa de Conservação de Felinos Silvestres Brasil-Américas/Gatos do Mato. “Ele é mais fácil de ver e, por isso, as pessoas o consideravam comum”, diz Oliveira. “Mas, quando você quantifica isso com base em dados, eles mostram o contrário.” Depois de reunir dados fornecidos por pesquisadores de toda a área de ocorrência&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mais-raro-do-que-se-pensava-gato-mourisco-e-reclassificado-como-quase-ameacado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Invasores atacam terra indígena na Amazônia, ameaçando povo isolado</title>
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					<pubDate>05 Out 2026 07:57:50 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee GabayElisângela Mendonça]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Pará]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Commodities, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Direitos humanos, Etnocídio, Florestas, Gado, Grilagem, Indígenas, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Socioambiental e Unidades de Conservação]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Amparadas pela lei, 200 pessoas invadiram o território de indígenas isolados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/invasores-atacam-terra-indigena-na-amazonia-ameacando-povo-isolado/" data-wpel-link="internal">Invasores atacam terra indígena na Amazônia, ameaçando povo isolado</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[Em meados de agosto, quase 200 pessoas invadiram a Terra Indígena Ituna/Itatá, no Pará, arrombando portões da Funai, derrubando placas de advertência e montando acampamentos dentro de um território reservado a povos indígenas isolados. A invasão ocorreu depois que uma nova lei estadual criou a Área de Proteção Ambiental Bacajaí (APA Bacajaí), sobreposta integralmente à terra indígena protegida pelo governo federal. Segundo as autoridades, a insegurança jurídica provocada pela medida vem sendo explorada por grileiros para justificar a ocupação da área com pecuária e outras atividades agrícolas. O Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) alertaram para o risco iminente de um confronto violento e possível genocídio do povo isolado do Igarapé Ipiaçava. Desde 2011, essa população vulnerável é protegida por uma série de portarias temporárias de restrição de uso da terra, que proíbem a entrada de pessoas não autorizadas na Ituna/Itatá. Em 2025, a Funai renovou a medida cautelar. As primeiras invasões foram relatadas um dia após o Pará publicar a nova lei estadual no Diário Oficial, em 12 de agosto de 2026, anunciando a criação da APA Bacajaí nos municípios de Altamira e Senador José Porfírio. A APA abrange cerca de 142.400 hectares da Amazônia brasileira e se sobrepõe “em 100% à Terra Indígena Ituna/Itatá”. O projeto de lei, apresentado em junho pelo deputado estadual do Pará Francisco Torres de Paula Filho, conhecido como Torrinho Torres, foi aprovado por unanimidade e virou lei um mês depois. “O que em 13 de agosto se resumia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/invasores-atacam-terra-indigena-na-amazonia-ameacando-povo-isolado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Queimadas e monitoramento fraco travam reflorestamento em Moçambique</title>
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					<pubDate>02 Out 2026 20:02:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Far Vubil]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
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							<![CDATA[África]]>
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							<![CDATA[Carbono, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Créditos de carbono, Degradação, Desmatamento, Florestas, Governança, Política Ambiental, Queimadas e Reflorestamento]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>MOCUBA, Zambézia &#8211; Moçambique está entre os dez países do mundo com maiores taxas de desmatamento, com perda anual de cerca de 267 mil hectares, com maior índice nas províncias de Nampula, Zambézia e Manica. Por isso, o país definiu, há cerca de 10 anos, a meta ambiciosa de reflorestar um milhão de hectares até [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/queimadas-e-monitoramento-fraco-travam-reflorestamento-em-mocambique/" data-wpel-link="internal">Queimadas e monitoramento fraco travam reflorestamento em Moçambique</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[MOCUBA, Zambézia &#8211; Moçambique está entre os dez países do mundo com maiores taxas de desmatamento, com perda anual de cerca de 267 mil hectares, com maior índice nas províncias de Nampula, Zambézia e Manica. Por isso, o país definiu, há cerca de 10 anos, a meta ambiciosa de reflorestar um milhão de hectares até 2030 ao mesmo tempo que estabeleceu, em 2025, a meta de restaurar 52 mil hectares por ano até 2029, com um orçamento de 105 mil milhões de meticais (1,65 milhões de dólares). Entretanto, até ao momento, existem apenas 58 mil hectares reflorestados, incluindo plantações que já existiam antes da meta de um milhão, segundo informações coletadas  pelo professor e pesquisador  na área de florestas, Sá Nogueira Lisboa, Universidade Eduardo Mondlane (UEM). A província da Zambézia, no centro de Moçambique, tem uma das principais áreas florestais  do país e apresenta elevada importância para a conservação da biodiversidade, regulação dos recursos hídricos, proteção dos solos, assim como sequestro do carbono e sustento das comunidades locais. Entretanto, é uma das províncias  fortemente ameaçada pelo desmatamento e com maior perda de cobertura florestal. Entre 2000 e 2024, por exemplo, a Direção Provincial de Desenvolvimento Territorial e Ambiente (DPDTA) indica que a perda florestal acumulada na província foi de 1,26 milhões de hectares, o que representa cerca de 19% da área total da floresta. Assim, o replantio desempenha um papel essencial na restauração de áreas degradadas, mas o monitoramento precário das espécies após o replantio tem desperdiçado os esforços pela&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/queimadas-e-monitoramento-fraco-travam-reflorestamento-em-mocambique/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Tubarão-anjo é vendido livremente no RS apesar da proibição do Ibama</title>
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					<pubDate>02 Out 2026 10:12:03 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Alimentação, Alimentos, Fauna, Fauna marinha, Oceanos, Peixes e Pesca]]>
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							<![CDATA[<p>O que os gaúchos comem como peixe-anjo na verdade é tubarão ameaçado de extinção.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/tubarao-anjo-e-vendido-livremente-no-rs-apesar-da-proibicao-do-ibama/" data-wpel-link="internal">Tubarão-anjo é vendido livremente no RS apesar da proibição do Ibama</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[“Boa escolha!”, disse o funcionário de uma das bancas de peixe do Mercado Público de Porto Alegre, quando perguntado sobre o peixe-anjo. “Esse sai bastante. É bem bom, e sem espinho.” O mesmo produto estava à venda em pelo menos outras quatro peixarias do tradicional mercadão da capital gaúcha, a um preço atrativo que variava entre 30 e 37 reais o quilo. O problema é que o anjo não é peixe, e sim tubarão. Mais especificamente, o nome se refere a três das espécies de tubarão mais ameaçadas do mundo, e cuja pesca é proibida no Brasil: Squatina guggenheim, conhecida como cação-anjo-espinhoso, Squatina occulta, também chamada de cação-anjo-liso, e Squatina argentina, ou peixe-anjo-argentino. Por muitos anos, o governo brasileiro autorizou a importação de tubarão-anjo dos países vizinhos. Segundo dados da Receita Federal obtidos pela Mongabay através da Lei de Acesso à Informação, 48 toneladas de carne de Squatina guggenheim e 194,6 toneladas de Squatina argentina entraram no Brasil entre janeiro de 2021 e 10 de setembro de 2026, totalizando 242,6 toneladas. A maioria das cargas veio da Argentina, ingressando no país pelas aduanas de São Borja e Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, e Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina. Uma vez no Brasil, o produto importado se misturava a grandes quantidades de pescado ilegal. “Havia um esquentamento do produto capturado ilegalmente no Brasil com notas fiscais de importação,” explicou à Mongabay o analista ambiental e agente de fiscalização do Ibama em Porto Alegre, Luiz Eduardo Bonilha. No início de 2026,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/tubarao-anjo-e-vendido-livremente-no-rs-apesar-da-proibicao-do-ibama/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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