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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Fungos não serão mais negligenciados, diz pesquisador</title>
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					<pubDate>25 Ago 2026 16:40:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mateus Mendonça]]>
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							<![CDATA[<p>A corrida do Brasil para catalogar fungos antes que desapareçam.</p>
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							<![CDATA[A funga — termo que designa o conjunto de espécies de fungos de uma região, de forma similar à fauna para animais e à flora para plantas — foi, por muito tempo, esquecida nas políticas ambientais brasileiras. Esse cenário começou a mudar com a publicação da primeira lista nacional de fungos ameaçados, pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em junho deste ano. Com isso, 24 espécies passam a ter, pela primeira vez, o mesmo status legal de proteção hoje dado a plantas e animais. Um dos pesquisadores à frente desse processo é o professor Elisandro Ricardo Drechsler-Santos, biólogo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que estuda fungos há anos, com foco em áreas de altitude, conservação de espécies e taxonomia. Ele também coordena o grupo de pesquisa MIND.Funga, dedicado a mapear a biodiversidade de macro e microfungos em ecossistemas ameaçados, como as matas nebulares.  O MIND.Funga também é responsável pela  Coleção de Fungos Ameaçados do Brasil (CFAB), primeira iniciativa do tipo no país, que se dedica à conservação da diversidade genética ex situ (fora do local de origem).  Para tirar a lista do papel, foi necessária uma articulação que reuniu o Grupo de Especialistas em Fungos do Brasil (BrazFunSG/IUCN) e o Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora). Esse avanço também foi impulsionado pela Rede de Taxonomistas da Funga do Brasil (Rede Funga), financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que engajou especialistas de diversas instituições do país para construir uma base&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/fungos-nao-serao-mais-negligenciados-diz-pesquisador/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Tambaqui na lista de espécies ameaçadas: pescadores buscam soluções para evitar perdas</title>
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					<pubDate>10 Ago 2026 13:35:50 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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							<![CDATA[Animais, Biodiversidade, Conservação, Espécies Ameaçadas, Governança, Lei Ambiental, Peixes e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Pescador na Amazônia há 38 anos, Josué de Castro disse que ficou muito surpreso ao saber que o tambaqui (Colossoma macropomum), peixe que representa 20% de sua renda mensal, agora é uma espécie ameaçada e que ele corre o risco de não ter mais permissão para pescá-lo. &#8220;Vai ter um impacto grande na vida dos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Pescador na Amazônia há 38 anos, Josué de Castro disse que ficou muito surpreso ao saber que o tambaqui (Colossoma macropomum), peixe que representa 20% de sua renda mensal, agora é uma espécie ameaçada e que ele corre o risco de não ter mais permissão para pescá-lo. &#8220;Vai ter um impacto grande na vida dos pescadores e ribeirinhos que dependem da pesca&#8221;, afirmou Castro, que vive na comunidade São Raimundo do Jarauá, no Amazonas, à Mongabay, por telefone. &#8220;Dentro da nossa área, eu acho que ainda não está em extinção não, tem bastante aqui ainda.&#8221; Um dos peixes mais consumidos na Amazônia, o tambaqui foi incluído na lista oficial de espécies de peixes e invertebrados aquáticos da fauna brasileira ameaçadas de extinção, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) em abril deste ano. A partir do final de outubro, sua pesca poderá ser proibida em todo o país se um plano de recuperação não for implementado até lá, disse Braulio Dias, diretor do departamento de conservação e uso sustentável da biodiversidade do MMA. &#8220;A entrada na lista não significa proibição de pesca desde que seja aprovado um plano de recuperação populacional proposto por especialistas, sob a coordenação do MMA&#8221;, explicou Dias à Mongabay, em uma mensagem de texto. Ele acrescentou que a Portaria Nº 1.666, publicada no Diário Oficial da União no mesmo dia da lista de 28 de abril, estabeleceu um prazo de 180 dias para a aprovação do plano, o que seria em 25&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/tambaqui-na-lista-de-especies-ameacadas-pescadores-buscam-solucoes-para-evitar-perdas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Projeto ‘redescobre’ Tocantins como berço de abelhas nativas do Brasil</title>
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					<pubDate>04 Ago 2026 08:31:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Annady Borges]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Cerrado, Entrevistas, Insetos, Novas espécies, Soluções e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Em entrevista à Mongabay, pesquisador fala sobre a importância das abelhas para além da produção de mel e apontou desafios para a ciência na busca por maior proteção às espécies. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Projeto ‘redescobre’ Tocantins como berço de abelhas nativas do Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Apaixonado por um pequeno inseto que mudaria sua história, o biólogo paulista Waldesse Piragé de Oliveira Júnior dedica parte da sua vida ao estudo das abelhas. A jornada teve início em 1992, em Uberlândia (MG), durante sua graduação. Foi em meio à saga universitária que o então estudante começou a trabalhar com a Apis mellifera, espécie de abelha mais utilizada no país para a melicultura — e fundamental para a polinização. Acompanhe a Mongabay Brasil! Nos adicione como fonte preferencial no Google. O interesse de Piragé por esses insetos continuou em seus estudos de mestrado e doutorado em genética e bioquímica, respectivamente, entre 1997 e 2003. Foi nesse período que o biólogo passou a se dedicar às espécies nativas sem ferrão (o caso da maioria das abelhas brasileiras). Suas linhas de pesquisa o levariam ao Cerrado, bioma predominante no Tocantins. Em 2004, ele deixou Uberlândia e se mudou para Palmas, a capital do estado, onde hoje atua como pesquisador e professor de engenharia ambiental da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Anos depois, em 2016, o entusiasta das abelhas fundaria o “BeeTech”, um grupo que pesquisa o manejo, a conservação e a biologia desses insetos. Além da produção científica, a iniciativa desenvolve projetos de extensão, iniciativas das universidades brasileiras que levam o conhecimento acadêmico para a sociedade por meio de ações junto a comunidades, produtores rurais e escolas no campo. Segundo o pesquisador, a ausência de registros das espécies de abelhas no Tocantins foi uma de suas principais motivações para tirar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Tracajás da Amazônia entram na lista de espécies ameaçadas pela primeira vez</title>
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					<pubDate>21 Jul 2026 18:31:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Anfíbios, Animais, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Espécies Ameaçadas, Répteis, Rios, Tráfico de Animais Silvestres e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Alimento tradicional  para as comunidades amazônicas, os cágados, conhecidos na região como tracajás, foram incluídos na lista brasileira de fauna ameaçada de extinção pela primeira vez. O cágado-iaçá (Podocnemis sextuberculata) teve seu risco elevado de quase ameaçado para em perigo em uma nova lista publicada recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/" data-wpel-link="internal">Tracajás da Amazônia entram na lista de espécies ameaçadas pela primeira vez</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Alimento tradicional  para as comunidades amazônicas, os cágados, conhecidos na região como tracajás, foram incluídos na lista brasileira de fauna ameaçada de extinção pela primeira vez. O cágado-iaçá (Podocnemis sextuberculata) teve seu risco elevado de quase ameaçado para em perigo em uma nova lista publicada recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Os tracajás foram considerados como quase ameaçados por muito tempo, mas essa é a primeira vez que uma de suas espécies foi classificada como em perigo, disse Marília Marini, coordenadora-geral de estratégias de conservação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). &#8220;Para a Amazônia, o principal destaque é a entrada do tracajá&#8221;, afirmou Marini à Mongabay, por telefone. &#8220;Essa é uma situação mais delicada porque também envolve populações que o utilizam. Então, temos que ter todo um cuidado na comunicação, em como direcionar ações que não as afetem.&#8221; Apesar dos programas de proteção e esforços de conservação, as populações de cágado-iaçá nos últimos 36 anos — equivalentes a três gerações — diminuíram mais de 50% no estado do Amazonas e no oeste do estado do Pará, o que representa aproximadamente 70% da distribuição total da espécie, levando-a à classificação em perigo, de acordo com o Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade do ICMBio (SALVE). Cágado-iaçá (Podocnemis sextoberculata). Foto: © Rafael Bernhard via iNaturalist (CC BY 4.0). Cágado-iaçá (Podocnemis sextoberculata). Foto: © Andrés Camilo Montes-Correa via iNaturalist. Atingindo um comprimento máximo de 34 centímetros  e peso de 3,5 quilogramas , o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Projeto de gestão indígena pode ajudar a conservar a onça-pintada</title>
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					<pubDate>16 Jul 2026 18:46:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[James HallKarla Mendes]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Fauna, Felinos, Indígenas, Mamíferos, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Reflorestamento, Soluções, Terras Indígenas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>PAU BRASIL, Brasil — O líder indígena Fábio Titiah, do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe relembra a noite em que percorreu a trilha até a aldeia Água Vermelha, na Terra Indígena (TI) Caramuru-Paraguassu. Por volta das 22h, ele conta que uma sombra surgiu da vegetação rasteira e atravessou a estrada. Surpreso, viu a pelagem brilhante e negra [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[PAU BRASIL, Brasil — O líder indígena Fábio Titiah, do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe relembra a noite em que percorreu a trilha até a aldeia Água Vermelha, na Terra Indígena (TI) Caramuru-Paraguassu. Por volta das 22h, ele conta que uma sombra surgiu da vegetação rasteira e atravessou a estrada. Surpreso, viu a pelagem brilhante e negra como a noite e reconheceu um dos animais mais raros da Mata Atlântica brasileira: uma onça-preta (Panthera onca). Para Titiah, um dos 21 caciques da TI, localizada no sul da Bahia, o breve avistamento do felino foi um encontro espiritual e um sinal de mudanças em curso no território. “Houve uma época em que a gente começou o processo de retomada do nosso território e encontrou uma boa parte da nossa terra transformada em pastos para gado”, disse Titiah à Mongabay, em sua casa no município de Pau Brasil, adjacente à TI, onde ele é vereador. “O nosso povo deixou uma boa parte dessas áreas voltarem a regenerar. E alguns animais que não se via por aqui antes, como a onça-pintada, começaram a aparecer.&#8221; A transformação da TI Caramuru-Paraguassu foi possibilitada, em parte, pelo Ywy Ipuranguete (“terra bonita”, na língua tupi-guarani), um projeto do governo federal destinado a fortalecer e apoiar a gestão indígena em 15 territórios. Com base no reconhecimento das terras indígenas como vitais para a vida selvagem e os ecossistemas, o Ministério dos Povos Indígenas lançou a iniciativa para proteger cerca de 6 milhões de hectares de alguns dos biomas mais ameaçados&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/projeto-de-gestao-indigena-pode-ajudar-a-conservar-a-onca-pintada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>5 histórias (positivas) sobre a vida de papagaios e araras no Brasil</title>
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					<pubDate>28 Mai 2026 18:36:31 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Animais, Aves, Espécies Ameaçadas, Fauna, Soluções e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Cartões-postais do Brasil, as multicoloridas aves da fauna brasileira enfrentam uma porção de desafios para sobreviver em seus habitats (isso quando ainda estão neles). No caso dos psitacídeos — termo que engloba papagaios e araras — o encalço do fogo, do tráfico de animais e da perda florestal torna urgente a implementação de projetos de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/5-historias-positivas-sobre-a-vida-de-papagaios-e-araras-no-brasil/" data-wpel-link="internal">5 histórias (positivas) sobre a vida de papagaios e araras no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Cartões-postais do Brasil, as multicoloridas aves da fauna brasileira enfrentam uma porção de desafios para sobreviver em seus habitats (isso quando ainda estão neles). No caso dos psitacídeos — termo que engloba papagaios e araras — o encalço do fogo, do tráfico de animais e da perda florestal torna urgente a implementação de projetos de proteção a diferentes espécies ameaçadas e seus territórios. E esses projetos existem: do Nordeste ao Sudeste, seja em parques nacionais ou mesmo em áreas privadas convertidas em reservas, iniciativas têm se dedicado a reintroduzir espécies na natureza. As soluções variam — e vão de ninhos artificiais a aulas de voo livre para pássaros que precisam ‘reaprender’ a rasgar os céus. A Mongabay reuniu cinco histórias que mostram como a união entre ciência, conservação e trabalho duro já ajuda a recolorir paisagens Brasil afora. &nbsp; De volta aos céus: o improvável retorno de um dos mais raros papagaios do Brasil Papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis). Foto: Xavier Bartaburu/Mongabay Espécie endêmica do litoral do Paraná e de São Paulo, o papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis) enfrentava um problema grave: diante do tráfico ilegal de fauna e da escassez de árvores para nidificação, a ave corria o risco de ser riscada do mapa. Diante disso, um projeto se propôs a reverter a situação crítica do animal. Com o apoio de pesquisadores — e, aos poucos, com a colaboração da comunidade local —, ninhos artificiais foram instalados nas árvores da Mata Atlântica para garantir a conservação da espécie. Ainda que os problemas não&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/5-historias-positivas-sobre-a-vida-de-papagaios-e-araras-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Barulho de hidrovia pode comprometer a sobrevivência de tartarugas no Tapajós</title>
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					<pubDate>28 Abr 2026 07:08:44 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>É apenas um som doce e estridente, como o de um patinho de borracha. Para os cientistas, no entanto, pode ter vários significados, que vão desde “hora de desovar!” a “vamos lá, filhotes!” e “hora de migrar!”. Cientistas que estudam a tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa), a maior tartaruga de água doce da América do Sul, descobriram [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[É apenas um som doce e estridente, como o de um patinho de borracha. Para os cientistas, no entanto, pode ter vários significados, que vão desde “hora de desovar!” a “vamos lá, filhotes!” e “hora de migrar!”. Cientistas que estudam a tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa), a maior tartaruga de água doce da América do Sul, descobriram que as crias começam a se comunicar mesmo antes do nascimento, provavelmente para combinarem o melhor momento de sair dos ovos e escavar a areia até à praia. “A tartaruga-da-amazônia é uma das espécies de quelônios mais sociáveis do mundo”, disse à Mongabay a pesquisadora Camila Rudge Ferrara, que comprovou pela primeira vez as capacidades de comunicação destes animais. “Elas migram em grupo, desovam em grupo, nascem em grupo.” Camila também é coordenadora do Programa de Conservação de Quelônios da organização sem fins lucrativos Wildlife Conservation Society no Brasil (WCS Brasil). Em breve, porém, o murmúrio das tartarugas-da-amazônia no Rio Tapajós, um importante afluente do Amazonas, poderá ser perturbado pelo ruído de dragas, balsas e barcos circulando por uma ambiciosa via de navegação planejada pelo governo federal. O objetivo é transportar minerais e cereais até ao porto de Santarém, no Pará. “O som da dragagem e das embarcações vai interferir na comunicação das tartarugas”, explicou Camila, destacando que ainda são necessárias pesquisas sobre o assunto. “A alta frequência embaixo da água deve atrapalhar a migração destes animais.” A última avaliação da Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), que aguarda revisão,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/barulho-de-hidrovia-pode-comprometer-a-sobrevivencia-de-tartarugas-no-tapajos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Anfíbios da Amazônia podem desaparecer antes mesmo que sejam descobertos</title>
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					<pubDate>13 Abr 2026 13:46:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
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							<![CDATA[<p>MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se proteger de mosquitos e formigas, e um par de botas, para impedir que se molhem os pés. Encontrar anfíbios na Amazônia não requer equipamento de alta tecnologia; remonta, na verdade, às explorações dos naturalistas do início do século 20. É assim que o biólogo e professor da Universidade Federal do Amazonas, Igor Kaefer, descreve o que seria um típico dia de campo em busca de anfíbios amazônicos. Ele foi um dos responsáveis pela descoberta do Amazophrynella bilinguis, publicada em 2019. A própria descrição do sapinho já dá a noção da dificuldade de encontrá-lo: as fêmeas medem cerca de dois centímetros, e sua cabeça e dorso marrons as fazem “desaparecer” entre as folhas e galhos. Lar de 1.525 espécies estimadas de anfíbios, a Bacia amazônica é a mais diversa do mundo quando se trata de sapos, rãs e pererecas. Porém, deste número, apenas cerca de 810 têm registros confirmados de ocorrência. Por isso, ir a campo e se deparar com uma nova espécie não é algo improvável. “Em quase todo inventário que se faz em uma área remota, volta-se com até mais de uma espécie nova para síntese”, conta Igor. Mas o intervalo entre encontrar, em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Peixes migratórios colapsam e colocam a Amazônia no centro da crise</title>
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					<pubDate>07 Abr 2026 14:29:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>O cenário onde se anunciavam as más notícias era propício. Um enorme aquário com pacus, piraputangas e outras espécies de água doce emoldurava a mesa de cientistas e ambientalistas no auditório do BioParque Pantanal, em Campo Grande (MS). Os especialistas estavam ali, no último dia 24 de março, para lançarem o relatório “A Avaliação Global [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O cenário onde se anunciavam as más notícias era propício. Um enorme aquário com pacus, piraputangas e outras espécies de água doce emoldurava a mesa de cientistas e ambientalistas no auditório do BioParque Pantanal, em Campo Grande (MS). Os especialistas estavam ali, no último dia 24 de março, para lançarem o relatório “A Avaliação Global dos Peixes Migratórios de Água Doce”. Na abertura do evento, Rita Mesquita, secretária de Biodiversidade, Florestas e Direito dos Animais do Ministério do Meio Ambiente, logo avisou: “Os números são de gelar a espinha.” As cifras às quais ela se referia indicavam uma redução de 81% na população mundial dos peixes migratórios de água doce desde os anos 1970. Rita foi convidada a endereçar os delegados da 15ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas (COP15) sobre Espécies Migratórias (CMS), que ocorreu entre os dias 23 e 29 de março em Campo Grande. Esta foi a primeira vez em muitos anos que estudiosos se debruçaram sobre dados globais da ictiofauna. A última avaliação tinha sido realizada em 2011, quando o número de espécies avaliadas era de 3 mil. Nesta nova rodada, 15 mil foram avaliadas. Deste total, 349 foram identificadas como migratórias. Entre essas espécies, 325 foram recomendadas pelos autores para serem inseridas nos apêndices da CMS. Entrar na lista desta convenção da ONU significa maior proteção, já que os países signatários se comprometem a adotar medidas de conservação. Atualmente, a CMS conta com 1.200 espécies migratórias listadas. A última entre as brasileiras a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/peixes-migratorios-colapsam-e-colocam-a-amazonia-no-centro-da-crise/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Sentinela dos rios, ariranha é incluída na lista de espécies migratórias ameaçadas</title>
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					<pubDate>31 Mar 2026 13:35:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gustavo Faleiros]]>
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							<![CDATA[<p>A Convenção das Nações Unidas sobre Espécies Migradoras (CMS) aprovou a inclusão da ariranha (Pteronura brasiliensis) entre os animais que necessitam de ações urgentes de conservação. A medida é resultado da pressão de pesquisadores e organizações ambientalistas junto aos governos signatários da convenção. As negociações que elevaram o status de conservação deste mamífero semiaquático ocorreram [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A Convenção das Nações Unidas sobre Espécies Migradoras (CMS) aprovou a inclusão da ariranha (Pteronura brasiliensis) entre os animais que necessitam de ações urgentes de conservação. A medida é resultado da pressão de pesquisadores e organizações ambientalistas junto aos governos signatários da convenção. As negociações que elevaram o status de conservação deste mamífero semiaquático ocorreram na 15ª Conferência das Partes da CMS (COP15), que terminou no domingo, dia 29, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A ariranha é a maior lontra do mundo. Em inglês, seu nome significa literalmente &#8220;lontra gigante&#8221; – giant otter. Aqui, seu nome deriva da palavra tupi-guarani ari&#8217;raña, que quer dizer “onça d&#8217;água”. Com garras e dentes afiados, ela é conhecida por seu comportamento arisco e o som alto e estridente que produz. Carnívora, ela constrói suas tocas nas margens de rios de águas claras. Sua distribuição se estendia a bacias de quase toda a América do Sul. Hoje suas populações estão restritas à Amazônia e ao Pantanal. No passado, a caça indiscriminada para o comércio de peles representava a principal pressão. Hoje, a perda e a fragmentação de habitats, além da poluição dos rios, tornaram-se a principal ameaça. Os pesquisadores que defenderam maior proteção também apontaram que a espécie está listada como “em perigo de extinção” na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Um animal topo de cadeia, ele se alimenta de peixes e seu único predador é a onça-pintada (Panthera onca). Sua presença representa o equilíbrio da cadeia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/sentinela-dos-rios-ariranha-e-incluida-na-lista-de-especies-migratorias-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Entre avanços e desafios, Floresta da Tijuca tenta reconstruir sua fauna</title>
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					<pubDate>24 Mar 2026 06:54:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2008, a bióloga Alexandra Pires tinha acabado de finalizar sua tese de doutorado, que mostrava como as cutias eram importantes para a regeneração de espécies vegetais da Mata Atlântica. Ao contar sobre isso para Ivandy Castro-Astor, pesquisadora do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, ela descobriu que não existiam mais esses roedores [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/" data-wpel-link="internal">Entre avanços e desafios, Floresta da Tijuca tenta reconstruir sua fauna</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 2008, a bióloga Alexandra Pires tinha acabado de finalizar sua tese de doutorado, que mostrava como as cutias eram importantes para a regeneração de espécies vegetais da Mata Atlântica. Ao contar sobre isso para Ivandy Castro-Astor, pesquisadora do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, ela descobriu que não existiam mais esses roedores ali. Uma prova disso eram as sementes de uma árvore chamada justamente de cutieira (Joannesia princeps), apodrecendo no chão da mata. “Como assim não tem cutia no Parque Nacional da Tijuca?”, relembra Alexandra sobre sua primeira reação. “E a Ivandy falou, então: eu acho que vocês deviam soltar umas cutias lá!” Dezoito anos depois, visitantes do parque podem observar, nas matas da Floresta da Tijuca, não apenas cutias-vermelhas (Dasyprocta leporina), mas também bugios-ruivos (Alouatta guariba) e jabutis-tinga (Chelonoidis denticulata). Todas elas graças ao programa de reintrodução realizado pelo Refauna, com o apoio do Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade (ICMBio). No começo de janeiro, chegou a vez da araras-canindés (Ara ararauna), que voltaram a voar nos céus do Rio de Janeiro. Fazia 200 anos que estavam extintas na cidade. O objetivo do Refauna é acabar com a chamada “síndrome da floresta vazia”, conceito criado pelo conservacionista Kent Redford, em 1992. Segundo ele, embora a vegetação de algumas florestas pareça preservada, há ausência de animais, essenciais para garantir o seu futuro. “Um dos principais sintomas da síndrome é justamente os frutos apodrecendo no solo da floresta”, revela Marcelo Rheingantz, diretor-executivo do Refauna e biólogo da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Feiras livres viram focos de disseminação de vírus letal para araras e papagaios</title>
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					<pubDate>03 Mar 2026 08:49:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Animais, Aves, Comércio de Vida Selvagem, Fauna e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Em outubro de 2025, agentes do Ibama chegaram de surpresa à Feira de Parangaba, que acontece todo domingo em Fortaleza. Também conhecida como Feira dos Pássaros, este é um tradicional ponto de venda ilegal de passarinhos, papagaios e araras. Na ação daquele domingo, 271 aves foram apreendidas e levadas até o Centro de Triagem de Animais Silvestres [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/feiras-livres-viram-focos-de-disseminacao-de-virus-letal-para-araras-e-papagaios/" data-wpel-link="internal">Feiras livres viram focos de disseminação de vírus letal para araras e papagaios</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[Em outubro de 2025, agentes do Ibama chegaram de surpresa à Feira de Parangaba, que acontece todo domingo em Fortaleza. Também conhecida como Feira dos Pássaros, este é um tradicional ponto de venda ilegal de passarinhos, papagaios e araras. Na ação daquele domingo, 271 aves foram apreendidas e levadas até o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama da capital cearense, onde os animais são recuperados para uma possível reintrodução à natureza. Com o passar dos dias, no entanto, alguns dos indivíduos do gênero Agapornis começaram a morrer, acionando um alerta vermelho na equipe do Cetas. Visados pelo comércio de animais de estimação, os pequenos papagaios multicoloridos de origem africana carregavam o temível circovírus, nativo da Austrália. “As aves [apreendidas] foram chegando e os testes sendo feitos, e aí começaram a dar positivo”, conta Fernanda Gaia, analista ambiental no Cetas de Fortaleza. Causador da doença do bico e das penas nos chamados psitacídeos — grupo que inclui araras, papagaios e periquitos —, o vírus pode causar má-formação e descoloração de penas, além de deformações no bico. Como não tem tratamento e é de rápida disseminação, a doença é uma sentença de morte para as aves, que precisam ser eutanasiadas para evitar novas vítimas. No Cetas de Fortaleza, a confirmação do diagnóstico colocou sob risco todas as outras centenas de aves abrigadas no local. Agentes do Ibama durante apreensão de aves na Feira de Parangaba, em Fortaleza. Foto: Daiane Cortes/Ibama. Segundo o Ibama, as medidas de isolamento das aves doentes foram tomadas, mas em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/feiras-livres-viram-focos-de-disseminacao-de-virus-letal-para-araras-e-papagaios/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo aponta novas dinâmicas entre pontes artificiais e mamíferos da floresta</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/</link>
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					<pubDate>27 Fev 2026 06:13:42 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Luís Patriani]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Mata Atlântica]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Animais, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Novas espécies, Primatas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Em toda a Amazônia, a fragmentação da floresta representa uma ameaça crescente à preservação da fauna. Em nome do desenvolvimento econômico, o avanço do agronegócio e de obras de infraestrutura — como rodovias, ferrovias, linhas de transmissão e gasodutos — traz consigo diversos riscos. Entre os principais, destacam-se o isolamento populacional de muitas espécies animais [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em toda a Amazônia, a fragmentação da floresta representa uma ameaça crescente à preservação da fauna. Em nome do desenvolvimento econômico, o avanço do agronegócio e de obras de infraestrutura — como rodovias, ferrovias, linhas de transmissão e gasodutos — traz consigo diversos riscos. Entre os principais, destacam-se o isolamento populacional de muitas espécies animais e sua eventual morte por atropelamento. Mamíferos que vivem e se deslocam entre as árvores — como primatas, preguiças e porcos-espinhos — estão entre os mais afetados por esse confinamento geográfico. Ao mesmo tempo, também são os que menos se beneficiam de iniciativas ambientais mitigadoras, como a implementação de passagens artificiais. Diante desse quadro, e dispostos a obter mais informações sobre o comportamento dos animais e seus habitats, os biólogos Justin Santiago e Lindsey Swierk, da Universidade de Binghamton, em Nova York, viajaram ao coração da Amazônia peruana com um propósito: entender a dinâmica das espécies locais e buscar novidades na relação entre a fauna e as passagens artificiais . Para isso, os pesquisadores escolheram uma área de floresta contínua e instalaram câmeras em pontos estratégicos de um amplo sistema de passarelas, cuja estrutura combina redes, cordas grossas e plataformas de diferentes alturas. Entremeados, os objetos formam longos corredores suspensos, que ajudam os animais a se deslocarem da copa de uma árvore à outra. Especialista instala câmera em uma árvore conectada ao sistema de passarelas na Amazônia peruana. Foto: Elizabeth Benson. Publicada em setembro de 2025, a pesquisa foi realizada na Estação de Campo do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>No Mato Grosso, santuário oferece vida nova a elefantes marcados pela dor do cativeiro</title>
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					<pubDate>25 Fev 2026 07:51:39 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[André Aram]]>
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							<![CDATA[<p>Em abril do ano 2000, o pequeno José Miguel dos Santos Fonseca, de apenas seis anos, foi morto por leões do Circo Vostok, durante um ciclo de eventos em Jaboatão dos Guararapes, município que integra a Região Metropolitana de Recife. A criança foi atacada durante um intervalo das apresentações, enquanto caminhava ao lado de um [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em abril do ano 2000, o pequeno José Miguel dos Santos Fonseca, de apenas seis anos, foi morto por leões do Circo Vostok, durante um ciclo de eventos em Jaboatão dos Guararapes, município que integra a Região Metropolitana de Recife. A criança foi atacada durante um intervalo das apresentações, enquanto caminhava ao lado de um túnel gradeado que ligava a jaula dos felinos ao picadeiro. O espaço de 10 centímetros entre as barras de ferro foi suficiente para que o ataque ocorresse; horas depois, quatro dos cinco leões envolvidos no episódio haviam sido mortos a tiro pela Polícia Militar. O acidente gerou uma onda de comoção em todo o Brasil. Ao mesmo tempo, reacendeu debates sobre as condições precárias e exploratórias a que os animais eram submetidos no mundo do entretenimento. Pouco depois da tragédia, um projeto de lei tornou Pernambuco o primeiro estado do país a proibir o uso de animais em eventos circenses. Algum tempo depois, outros estados se juntariam à causa — o que, à primeira vista, apontava um caminho de avanço sem qualquer ressalva. No entanto, as proibições criaram um problema residual: sem espaço nos circos, muitos animais seriam largados à própria sorte. A situação se tornou especialmente delicada para animais de grande porte, como os elefantes, que são longevos e necessitam de amplos habitats artificiais. Para responder a uma parte dos surtos de abandono que se sucederam após as proibições, especialistas e membros da sociedade civil se uniram para criar o Santuário de Elefantes Brasil&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/no-mato-grosso-santuario-oferece-vida-nova-a-elefantes-marcados-pela-dor-do-cativeiro/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como a Mongabay ajudou a salvar um santuário no Piauí</title>
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					<pubDate>18 Fev 2026 07:23:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay]]>
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							<![CDATA[<p>Em março de 2025, a Mongabay publicou uma reportagem que revelou manobras legislativas para autorizar a construção de um resort de luxo em um santuário ecológico no litoral do Piauí. Na ocasião, a Lei Estadual 8.588/2025 havia rebaixado o Monumento Natural das Itans a uma Área de Proteção Ambiental, permitindo atividades econômicas em seus 57 [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em março de 2025, a Mongabay publicou uma reportagem que revelou manobras legislativas para autorizar a construção de um resort de luxo em um santuário ecológico no litoral do Piauí. Na ocasião, a Lei Estadual 8.588/2025 havia rebaixado o Monumento Natural das Itans a uma Área de Proteção Ambiental, permitindo atividades econômicas em seus 57 hectares. A região abriga ecossistemas sensíveis — como manguezais, restinga e sambaquis — e funciona como zona de alimentação e reprodução para peixes-boi e tartarugas-marinhas. Na época da reportagem, a Mongabay mostrou que a reclassificação das Itans ocorreu sem os estudos ambientais exigidos nem a realização de consultas públicas. Moradores da comunidade ouvidos pela Mongabay relataram episódios de assédio, destruição de canoas e incêndios criminosos após a chegada de empresários à região, interessados em instalar empreendimentos turísticos. “Esse vilarejo era feito somente de pescadores e agricultores&#8221;, disse um pescador à Mongabay. &#8220;O turismo desordenado começou a chegar e essas pessoas, que se dizem empresários, através da especulação imobiliária, querem expulsar usando a força policial para poder amedrontar a comunidade.” Tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) em uma praia no Monumento Natural das Itans. Foto: Instituto Tartarugas do Delta/divulgação. Impacto Em maio de 2025, poucos meses após a publicação da reportagem da Mongabay, a Justiça Federal condenou Fábio Jupi, o empresário responsável pelo projeto de resort na região, por grilagem de terras. Ele também foi obrigado a desocupar a área, a restaurar os ecossistemas degradados e a pagar multas. O Ministério Público Federal, o Ibama e membros de organizações&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/como-a-mongabay-ajudou-a-salvar-um-santuario-no-piaui/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Assentados conduzem plano para reflorestar 75 mil hectares no oeste paulista</title>
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					<pubDate>26 Jan 2026 09:34:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Conservação, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Produtos da Floresta, Recursos hídricos, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Soluções, Sustentabilidade e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>PRESIDENTE EPITÁCIO, São Paulo — O canavial ondula e uma lâmina d’água se estende pelo horizonte. Seguimos por uma estrada de terra no oeste paulista, às margens do Rio Paraná, fronteira líquida entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ali, a monocultura avassala a paisagem que um dia foi uma floresta [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/" data-wpel-link="internal">Assentados conduzem plano para reflorestar 75 mil hectares no oeste paulista</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[PRESIDENTE EPITÁCIO, São Paulo — O canavial ondula e uma lâmina d’água se estende pelo horizonte. Seguimos por uma estrada de terra no oeste paulista, às margens do Rio Paraná, fronteira líquida entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ali, a monocultura avassala a paisagem que um dia foi uma floresta estacional semidecidual, também chamada de Mata Atlântica de interior — cujas folhas caem diante da ausência da chuva. Em sua picape, o biólogo e mestre em Agronomia Haroldo Gomes, de 47 anos, carrega um mundo vegetal diverso: ipês, angicos, aroeiras, cedros, copaíbas, guarantãs, paineiras e pitangueiras; são quase 70 espécies nativas da Mata Atlântica em busca de um pedaço de chão. Houve um tempo em que a família de Haroldo também andava sem chão. “Quando a gente veio para o acampamento, eu tinha onze anos&#8221;, disse ele, que é filho de assentado da reforma agrária. “Na época dos conflitos, a gente ficou seis anos em um barraco de lona. “Eu já corri de bala em ocupação de terreno.” Hoje Haroldo é coordenador de campo do projeto Corredores de Vida, do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). Foi ali que tanto ele quanto uma biodiversidade de espécies nativas de plantas e animais encontraram um lugar para chamar de casa. Desde 2002, a partir do esforço de assentados, o projeto reflorestou mais de 6 mil hectares  — o equivalente a 8,4 mil campos de futebol — com 10 milhões de árvores plantadas. O futuro, no entanto, é ainda&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Quatro bichos brasileiros com motivos para comemorar em 2025</title>
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					<pubDate>18 Dez 2025 16:43:48 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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					</author>
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							<![CDATA[<p>Um quarto das espécies animais do mundo já sofre algum tipo de ameaça à sua sobrevivência, segundo a mais recente Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Algumas espécies brasileiras, no entanto, mostraram sinais animadores em 2025, graças a iniciativas que unem cientistas e comunidades locais. A Mongabay noticiou esses avanços; [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um quarto das espécies animais do mundo já sofre algum tipo de ameaça à sua sobrevivência, segundo a mais recente Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Algumas espécies brasileiras, no entanto, mostraram sinais animadores em 2025, graças a iniciativas que unem cientistas e comunidades locais. A Mongabay noticiou esses avanços; veja a seguir. Campo e ciência a favor da onça No Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, a população de onças-pintadas (Panthera onca) dobrou depois que a equipe do Projeto Onças do Iguaçu conseguiu uma trégua entre felinos e produtores rurais. Antes, era comum os fazendeiros matarem os animais como retaliação a eventuais ataques a animais de criação. Graças às orientações da equipe liderada pela bióloga Yara Barros, no entanto, os produtores aprenderam a manter as onças longe das fazendas usando métodos simples, como instalando dispositivos luminosos, impedindo que o gado se aproxime das áreas de mata e cercando galinhas, ovelhas e cabras durante a noite. “Hoje, quando há um avistamento de uma onça ou uma predação, os proprietários nos comunicam, em vez de matar o animal”, conta Barros. Outra esperança para a onça-pintada vem de dentro dos laboratórios do grupo de pesquisa Reprocon, no Mato Grosso do Sul. Ali, cientistas usam pedacinhos de tecido dos felinos para produzir embriões, que no futuro podem dar origem a animais clonados e aumentar a variabilidade genética de populações cada vez mais isoladas pelo desmatamento. Anta na Caatinga O maior mamífero terrestre do país também tem motivos para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/quatro-bichos-brasileiros-com-motivos-para-comemorar-em-2025/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Novas regras tentam proteger preguiças de traficantes e turistas</title>
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					<pubDate>12 Dez 2025 09:58:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Animais, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Tráfico de Animais Silvestres e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Conhecidas por sua aparência pacífica e pela impressão de que estão sempre sorrindo, as preguiças agora contam com uma proteção extra para evitar sua exploração por um comércio de animais de estimação cruel e ilegal. A Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites), um acordo internacional [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Conhecidas por sua aparência pacífica e pela impressão de que estão sempre sorrindo, as preguiças agora contam com uma proteção extra para evitar sua exploração por um comércio de animais de estimação cruel e ilegal. A Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites), um acordo internacional que estabelece controles sobre o comércio de animais e plantas, aprovou a inclusão de duas espécies de preguiças no Apêndice II da convenção. A decisão foi tomada em reunião de cúpula realizada entre 24 de novembro a 5 de dezembro no Azerbaijão, e significa que os 185 países signatários estarão sujeitos a regras mais duras para o comércio dessas espécies. Os países exportadores, por exemplo, terão de fornecer estudos que comprovem que a transação não afetará a conservação da espécie. As novas regras serão aplicadas à preguiça-real (Choloepus didactylus), nativa da Amazônia, e à preguiça-de-hoffmann (Choloepus hoffmanni), que vive no sul da Amazônia e em partes da América Central. Ambas são preguiças-de-dois-dedos, conhecidas por serem mais agressivas e mais ágeis do que suas parentes de três dedos. Bichos-preguiça são exibidos para turistas em países como Brasil e Peru. Foto: World Animal Protection/ Nando Machado. A proposta para fortalecer sua proteção das espécies partiu do Brasil, Costa Rica e Panamá, como forma de “evitar que o tráfico ilegal aumente e suas populações diminuam”. Os traficantes de vida silvestre, afirmaram os proponentes, têm retirado as preguiças das florestas para serem apresentadas como atrações em roteiros turísticos em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/novas-regras-tentam-proteger-preguicas-de-traficantes-e-turistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Canetada de deputados do Maranhão pode riscar felino do mapa</title>
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					<pubDate>10 Dez 2025 08:59:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Animais, Cerrado, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>À primeira vista, parece uma boa ideia. O projeto de lei do deputado Eric Costa (PSD), da Assembléia Legislativa do Maranhão, propõe uma alteração nos limites do Parque Estadual do Mirador de modo a aumentar a área de proteção dos atuais 500.842 hectares para 502.334 hectares. “Ao ampliar o Parque do Mirador, estaremos fortalecendo a [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[À primeira vista, parece uma boa ideia. O projeto de lei do deputado Eric Costa (PSD), da Assembléia Legislativa do Maranhão, propõe uma alteração nos limites do Parque Estadual do Mirador de modo a aumentar a área de proteção dos atuais 500.842 hectares para 502.334 hectares. “Ao ampliar o Parque do Mirador, estaremos fortalecendo a fiscalização e inibindo atividades predatórias que ameaçam a integridade ambiental da região”, afirmou o parlamentar em setembro do ano passado. Segundo ambientalistas e acadêmicos, no entanto, há uma pegadinha. Áreas de Cerrado preservadas pelo parque, eles dizem, seriam substituídas por outras ocupadas por lavouras e pastagens. “[o projeto] vai tirar área boa para a biodiversidade e botar área que não é minimamente equivalente&#8221;, afirma Tadeu Gomes, coordenador do Laboratório de Conservação e Ecologia da Vida Silvestre do Departamento de Biologia da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). Ao lado de outros 13 pesquisadores da universidade, ele assinou uma manifestação técnica contra o PL 280/2024. Apresentado em junho do ano passado, o projeto perdeu força após críticas da sociedade civil e da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), que publicou uma nota técnica classificando a proposta como “frágil e intempestiva”. Neste ano, o projeto voltou à pauta da Assembleia, onde aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça. Criado em 1980, o Parque Estadual do Mirador é a quarta maior unidade de conservação do Cerrado brasileiro, abrangendo os municípios de Formosa da Serra Negra, Fernando Falcão e Mirador. Somado às terras indígenas vizinhas, o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/canetada-de-deputados-do-maranhao-pode-riscar-felino-do-mapa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>O primeiro anfíbio do mundo que parou uma hidrelétrica agora encara a crise climática</title>
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					<pubDate>08 Dez 2025 07:29:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Thamys Trindade]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Anfíbios, Animais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Mudanças climáticas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>ARVOREZINHA, RS – O sapinho-admirável-de-barriga-vermelha tem o tamanho de um polegar, mas carrega feitos de gigante: em 2014, impediu a construção de uma pequena central hidrelétrica que ameaçava modificar para sempre seu único habitat. Endêmico de um pequeno trecho do Rio Forqueta, no município de Arvorezinha, interior do Rio Grande do Sul, o Melanophryniscus admirabilis é [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[ARVOREZINHA, RS – O sapinho-admirável-de-barriga-vermelha tem o tamanho de um polegar, mas carrega feitos de gigante: em 2014, impediu a construção de uma pequena central hidrelétrica que ameaçava modificar para sempre seu único habitat. Endêmico de um pequeno trecho do Rio Forqueta, no município de Arvorezinha, interior do Rio Grande do Sul, o Melanophryniscus admirabilis é uma das espécies mais raras e ameaçadas do planeta. Recentemente, após as enchentes que devastaram o estado em 2024, pesquisadores retornaram a esse refúgio para avaliar se o sapinho que um dia parou uma hidrelétrica sobreviveu à força das águas. Em outubro de 2025, quase um ano e meio depois do maior desastre climático do Rio Grande do Sul, me juntei à equipe de pesquisadores para documentar o que havia restado do pequeno habitat onde vivem pouco mais de de mil sapinhos-admiráveis . O destino era o Perau de Janeiro – uma dobra escondida de rochas e mata úmida. O lugar, cercado por plantações de fumo e pastos, parece um cenário comum de floresta visto do alto, mas basta descer uma trilha íngreme para o ar mudar. O cheiro de musgo, o brilho do lajedo molhado, o som do fluxo severo do rio que se acaba em uma cachoeira: foi ali que o sapinho barrou o progresso. E era ali que queríamos ver se ele ainda vocalizava. A pesquisadora Michelle Abadie com o sapinho-admirável-de-barriga-vermelha. Foto: Thamys Trindade. Perau de Janeiro, em Arvorezinha (RS), habitat do sapinho-admirável. Foto: Thamys Trindade. Descrito pela ciência em 2006, o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-primeiro-anfibio-do-mundo-que-parou-uma-hidreletrica-agora-encara-a-crise-climatica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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