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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Entre baleias, corais e petróleo, Abrolhos luta por mais proteção</title>
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					<pubDate>22 Jun 2026 19:45:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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							<![CDATA[<p>CARAVELAS, Bahia — Cientistas, comunidades tradicionais e órgãos ambientais brasileiros sabem bem quais riscos rondam a região dos Abrolhos, área de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, localizada entre os litorais da Bahia e do Espírito Santo. Entre as ameaças estão a pesca predatória, a mineração em águas profundas, a carcinicultura (criação de camarões) e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[CARAVELAS, Bahia — Cientistas, comunidades tradicionais e órgãos ambientais brasileiros sabem bem quais riscos rondam a região dos Abrolhos, área de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, localizada entre os litorais da Bahia e do Espírito Santo. Entre as ameaças estão a pesca predatória, a mineração em águas profundas, a carcinicultura (criação de camarões) e a especulação imobiliária. Esses elementos têm algo em comum: podem impactar bancos de coral, ilhas oceânicas, manguezais e outros habitats onde vivem mais de 500 espécies animais. Além de servir de casa para peixes, invertebrados, tartarugas-marinhas e aves, as águas de Abrolhos são berçário de cetáceos, como as baleias-jubarte (Megaptera novaeangliae). Entre junho e novembro, esses animais migram da Antártica para a região em busca de um ambiente mais cálido para se reproduzir e criar seus filhotes. Frente à lista de ameaças ao bioma costeiro, uma força-tarefa científica, lançada em março de 2026, busca concluir, até dezembro, uma proposta que poderia ampliar os limites geográficos do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos — a única unidade de conservação integral da região. A iniciativa é da organização ambientalista WWF-Brasil, com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Para isso, o WWF promoveu uma expedição ao Arquipélago dos Abrolhos, localizado dentro dos limites do parque. Lá, especialistas, jornalistas e lideranças comunitárias puderam discutir sobre as áreas naturais que ainda carecem de proteção. Criado em 1983, o parque dos Abrolhos é o primeiro parque nacional marinho do Brasil. No entanto, os seus 882 km² de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/entre-baleias-corais-e-petroleo-abrolhos-luta-por-mais-protecao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Entre avanços e desafios, Floresta da Tijuca tenta reconstruir sua fauna</title>
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					<pubDate>24 Mar 2026 06:54:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2008, a bióloga Alexandra Pires tinha acabado de finalizar sua tese de doutorado, que mostrava como as cutias eram importantes para a regeneração de espécies vegetais da Mata Atlântica. Ao contar sobre isso para Ivandy Castro-Astor, pesquisadora do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, ela descobriu que não existiam mais esses roedores [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2008, a bióloga Alexandra Pires tinha acabado de finalizar sua tese de doutorado, que mostrava como as cutias eram importantes para a regeneração de espécies vegetais da Mata Atlântica. Ao contar sobre isso para Ivandy Castro-Astor, pesquisadora do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, ela descobriu que não existiam mais esses roedores ali. Uma prova disso eram as sementes de uma árvore chamada justamente de cutieira (Joannesia princeps), apodrecendo no chão da mata. “Como assim não tem cutia no Parque Nacional da Tijuca?”, relembra Alexandra sobre sua primeira reação. “E a Ivandy falou, então: eu acho que vocês deviam soltar umas cutias lá!” Dezoito anos depois, visitantes do parque podem observar, nas matas da Floresta da Tijuca, não apenas cutias-vermelhas (Dasyprocta leporina), mas também bugios-ruivos (Alouatta guariba) e jabutis-tinga (Chelonoidis denticulata). Todas elas graças ao programa de reintrodução realizado pelo Refauna, com o apoio do Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade (ICMBio). No começo de janeiro, chegou a vez da araras-canindés (Ara ararauna), que voltaram a voar nos céus do Rio de Janeiro. Fazia 200 anos que estavam extintas na cidade. O objetivo do Refauna é acabar com a chamada “síndrome da floresta vazia”, conceito criado pelo conservacionista Kent Redford, em 1992. Segundo ele, embora a vegetação de algumas florestas pareça preservada, há ausência de animais, essenciais para garantir o seu futuro. “Um dos principais sintomas da síndrome é justamente os frutos apodrecendo no solo da floresta”, revela Marcelo Rheingantz, diretor-executivo do Refauna e biólogo da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Abrolhos em risco: por que o tesouro marinho do Atlântico Sul precisa de proteção</title>
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					<pubDate>05 Nov 2025 09:02:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[A Região dos Abrolhos, entre o litoral sul da Bahia e o norte do Espírito Santo, tornou-se mundialmente conhecida por deter a maior concentração de biodiversidade marinha do Atlântico Sul. Mas a manutenção desse patrimônio em longo prazo está em xeque, caso não sejam sanadas as lacunas de proteção legal de seus principais ecossistemas. São as conclusões de um estudo recente, que identificou os hotspots da área e a necessidade de conservá-los. Um dos ecossistemas mais conhecidos e vulneráveis dessa região é o Banco dos Abrolhos, que concentra o arquipélago homônimo e a mais extensa formação de recifes de corais do Atlântico Sul, além de ser o principal berçário de baleias-jubarte (Megaptera novaeangliae) no país. Apesar da relevância, menos de 2% de seus 46 mil km² estão protegidos por uma unidade de conservação de proteção integral; no caso, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, o primeiro com essas características criado no Brasil, em 1983, com 882 km². A biodiversidade marinha do Banco dos Abrolhos também é fundamental para a manutenção de algumas vocações econômicas regionais, como a pesca artesanal praticada pelas comunidades tradicionais da Reserva Extrativista (Resex) de Cassurubá e da Resex Marinha de Corumbau, bem como o turismo ecológico. O avistamento de baleias-jubarte, por exemplo, é um importante gerador de renda entre junho e novembro, quando os animais migram da Antártica para a região com o intuito de se reproduzir. A atividade também ajuda a sustentar o programa de pesquisa e conservação do Instituto Baleia Jubarte (IBJ). Mas todo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/abrolhos-em-risco-por-que-o-tesouro-marinho-do-atlantico-sul-precisa-de-protecao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cientistas encontram microplásticos no estômago de macacos da Amazônia</title>
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					<pubDate>24 Out 2025 09:25:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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							<![CDATA[<p>Cientistas detectaram microplásticos no sistema digestivo de uma espécie de bugio que vive em áreas protegidas da Amazônia brasileira, marcando a primeira evidência de ingestão de plástico por um primata arborícola, segundo um estudo recente. Os pesquisadores do estudo publicado em setembro avaliaram 47 bugios-vermelhos-do-rio-juruá (Alouatta juara) e encontraram filamentos de microplástico de cor verde, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Cientistas detectaram microplásticos no sistema digestivo de uma espécie de bugio que vive em áreas protegidas da Amazônia brasileira, marcando a primeira evidência de ingestão de plástico por um primata arborícola, segundo um estudo recente. Os pesquisadores do estudo publicado em setembro avaliaram 47 bugios-vermelhos-do-rio-juruá (Alouatta juara) e encontraram filamentos de microplástico de cor verde, menores que 5 milímetros, no estômago de dois indivíduos. Os macacos viviam nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amanã, no estado do Amazonas. “A frequência foi baixa. Encontramos [plástico] em apenas dois macacos. Mesmo assim, já é muito. Eu teria preferido não encontrar nenhum”, disse a autora principal Anamélia de Souza Jesus, pesquisadora do Instituto Mamirauá, à Mongabay. “Encontrar microplásticos em ambientes preservados soa um alarme. Mostra que a poluição por plástico está alcançando lugares que supúnhamos serem protegidos.” Nenhum animal foi morto ou lesado para o estudo. Os pesquisadores utilizaram restos de macacos doados por caçadores de subsistência por meio de uma parceria de duas décadas com comunidades locais. Isso permitiu que os cientistas estudassem órgãos que, de outra forma, seriam descartados. A equipe coletou estômagos intactos dos macacos e os analisou em um ambiente laboratorial controlado. Os dois macacos que ingeriram os filamentos plásticos, visíveis apenas sob microscópio, foram caçados em 2015. Os bugios-vermelhos-do-rio-juruá passam a maior parte de suas vidas no dossel da floresta, consumindo uma dieta herbívora de folhas e frutas. Isso torna improvável o consumo indireto de plástico por outras rotas, como por exemplo, via peixes, afirmou Jesus. Os&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-encontram-microplasticos-no-estomago-de-macacos-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Castanha é modelo de exploração sustentável da Amazônia, mas mercado sofre com instabilidade</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/06/castanha-e-modelo-de-exploracao-sustentavel-da-amazonia-mas-mercado-sofre-com-instabilidade/</link>
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					<pubDate>19 Jun 2023 07:46:18 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carolina Pinheiro]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Alimentos, Amazônia, Ambientalistas, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Demarcação Territorial, Florestas, Florestas Tropicais, Parques Nacionais, Povos Tradicionais e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Na Calha Norte paraense, região que abriga o maior mosaico de Unidades de Conservação e Terras Indígenas do mundo, o extrativismo comunitário da castanha-do-brasil revela uma oportunidade de futuro para a Floresta Amazônica.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/06/castanha-e-modelo-de-exploracao-sustentavel-da-amazonia-mas-mercado-sofre-com-instabilidade/" data-wpel-link="internal">Castanha é modelo de exploração sustentável da Amazônia, mas mercado sofre com instabilidade</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Na lancha rápida, chamada de “voadeira” pelos ribeirinhos, o percurso entre a cidade paraense de Almeirim, às margens do Rio Amazonas, e a comunidade do Cafezal dura quase três horas. “Já para chegar aos castanhais, são mais três horas no barco a motor”, conta o agroextrativista Otacílio França Alves, cofundador da Associação dos Moradores Agroextrativistas das Comunidades (Asmacaru). Nesse percurso, os barcos atravessam o igarapé Marapi acoplados a batelões, canoas que servem para escoar a produção desde a área da floresta onde vicejam as castanheiras. A Asmacaru foi instituída em 2001 com o objetivo de organizar a cadeia da castanha, gerando renda e ampliando as condições de comércio para as famílias. Na safra, de março a julho, os coletores permanecem na mata em busca da castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa), semente de uma das espécies mais emblemáticas da Floresta Amazônica. A árvore é reconhecida por ser uma “pioneira de longa vida”: em solos de terra firme, onde ocorre, vive até 500 anos e pode atingir 50 metros de altura e 5 metros de diâmetro em seu tronco. Os grupos dividem-se nas “colocações”, como são denominadas as áreas ocupadas pelos castanhais. Cafezal conta com a concessão permanente para atividade de extração em sete delas, todas de uso dos 26 associados da Asmacaru. A área de ocorrência das castanheiras é grande e dispersa: a distância entre duas colocações pode chegar a mais de 10 km. No extrativismo, um modelo para o futuro  Na Calha Norte paraense, região que abriga o maior mosaico de Unidades&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/06/castanha-e-modelo-de-exploracao-sustentavel-da-amazonia-mas-mercado-sofre-com-instabilidade/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Povo Pataxó restaura áreas degradadas para formar corredor ecológico no sul da Bahia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/11/povo-pataxo-restaura-areas-degradadas-para-formar-corredor-ecologico-no-sul-da-bahia/</link>
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					<pubDate>10 Nov 2022 09:21:48 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Parques Nacionais, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Reflorestamento, Terras Indígenas e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Cooperativa indígena Pataxó reflorestou 210 hectares de Mata Atlântica no Corredor Ecológico Monte Pascoal-Pau Brasil com espécies que cobriam o solo baiano antes do Descobrimento.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/11/povo-pataxo-restaura-areas-degradadas-para-formar-corredor-ecologico-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Povo Pataxó restaura áreas degradadas para formar corredor ecológico no sul da Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[“A nossa Mata Atlântica tem vários seres vivos de muita importância, espécies que já estão em extinção e que a gente precisa trazer de volta”, diz o indígena da etnia Pataxó Matias Santana, presidente da Cooperativa de Trabalho de Florestadores e Reflorestadores da Aldeia Indígena Pataxó Boca da Mata (Cooplanjé), no sul da Bahia. “A cooperativa de trabalho nós criamos pra trazer emprego pra comunidade, pros familiares”. De 2018 até este ano, a Cooplanjé trabalhou na restauração de 210 hectares de áreas degradadas de Mata Atlântica para aumentar a conectividade florestal entre o Parque Nacional e Histórico do Monte Pascoal – primeiro pedaço de terra avistado pelos colonizadores portugueses – e o Parque Nacional do Pau Brasil, integrando também a Terra Indígena Barra Velha do Monte Pascoal, da etnia Pataxó. “Foi a primeira vez que o BNDES financiou um projeto de SAF [sistema agroflorestal] no bioma Mata Atlântica”, conta Marcos Lemos, do Grupo Ambiental Natureza Bela, parceiro dos Pataxó no projeto. Dos 210 hectares, 50 foram restaurados dentro da aldeia Boca da Mata em Sistemas Agroflorestais. “Esse SAF nós usamos como estratégia de restauração do Monte Pascoal”. Além de o SAF produtivo formar uma espécie de cinturão verde, evitando a entrada de focos de incêndio no interior do Parque Nacional, ele é um meio para fortalecer a sobrevivência das comunidades indígenas. “A unidade de conservação tem uma sobreposição com as comunidades da TI Barra Velha do Monte Pascoal, que compreende 16 aldeias no entorno do parque”, explica Marcos. Trabalho de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/11/povo-pataxo-restaura-areas-degradadas-para-formar-corredor-ecologico-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cargill e Bunge compram soja de terras roubadas de indígenas, revela reportagem</title>
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					<pubDate>08 Set 2022 07:26:40 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Max Radwin]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Parques Nacionais, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Terras Indígenas, Unidades de Conservação e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As gigantes do comércio de commodities Cargill e Bunge compram parte da soja usada em ração para frangos e animais de estimação de terras onde comunidades indígenas sofreram violência e das quais foram expulsas, de acordo com uma nova reportagem da Earthsight, organização que investiga injustiças ambientais e sociais.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/cargill-e-bunge-compram-soja-de-terras-roubadas-de-indigenas-revela-reportagem/" data-wpel-link="internal">Cargill e Bunge compram soja de terras roubadas de indígenas, revela reportagem</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Duas das maiores produtoras agrícolas do mundo foram flagradas em mais um escândalo envolvendo o plantio de soja em terras ilegalmente tomadas de indígenas no Brasil. Tanto a Cargill quanto a Bunge compram parte de seus produtos de soja, usados em mercadorias como ração para frango e animais de estimação, de terras onde comunidades indígenas sofreram violência ou das quais foram expulsas, de acordo com uma nova reportagem da Earthsight, organização que investiga injustiças ambientais e sociais. “Falhas na posição da Cargill quanto aos direitos indígenas e na rastreabilidade dos fornecedores indiretos da Bunge expõem as redes de fornecimento das duas empresas norte-americanas bilionárias a ilegalidades e conflitos violentos, apesar dos compromissos que assumiram com os direitos humanos”, diz a reportagem da Earthsight. A Cargill e a Bunge têm ligações com uma fazenda de soja de 9.700 hectares no Mato Grosso do Sul, que opera nas terras ancestrais dos Guarani-Kaiowá, grupo indígena que passou as últimas décadas lutando contra a expulsão forçada de seu território, diz o relatório. A fazenda, chamada Brasília do Sul, envia soja diretamente para a instalação da Cargill em Caarapó, a cerca de 30 quilômetros dali, de acordo com o relatório. A soja também chega à unidade de processamento da Bunge no município vizinho de Dourados por meio de fornecedores indiretos. Terras Guarani-Kaiowá usadas como lixão. Foto: Romerito Pontes A Earthsight analisou a rede de fornecimento e documentou as ligações entre a soja da Brasília do Sul e vendedores de produtos de frango, como KFC e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/cargill-e-bunge-compram-soja-de-terras-roubadas-de-indigenas-revela-reportagem/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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														</item>
						<item>
					<title>Povo Pataxó ocupa plantação de eucaliptos e busca recuperar suas terras no sul da Bahia</title>
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					<pubDate>04 Ago 2022 08:18:26 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sarah Sax]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Parques Nacionais, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Terras Indígenas, Unidades de Conservação e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em 22 de junho, um grupo de quase 200 indígenas Pataxó ocupou uma plantação de eucaliptos dentro de seu território demarcado na Bahia, incendiando as árvores. A retomada ocorre num contexto de crescente resistência à expansão dos eucaliptos na Bahia e deflagra a frustração dos povos indígenas com a lentidão do processo para ganhar plenos direitos legais sobre suas terras.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/povo-pataxo-ocupa-plantacao-de-eucaliptos-e-busca-recuperar-suas-terras-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Povo Pataxó ocupa plantação de eucaliptos e busca recuperar suas terras no sul da Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Frustrados por ver o agronegócio destruir seu território, membros de várias comunidades indígenas Pataxó, no sul da Bahia, tomaram uma plantação de eucaliptos, incendiaram-na e, numa tentativa de deter a pressão externa sobre suas terras, exigiram que as empresas multinacionais as deixassem para sempre. Em um manifesto em vídeo divulgado no dia 26 de junho, um líder Pataxó está junto a dois outros homens tendo ao fundo uma floresta de eucaliptos em chamas. &#8220;Estamos expulsando a Suzano da Terra Indígena Cahy-Pequi&#8221;, diz ele para a câmera. &#8220;Não vai ficar um pé de eucalipto nessa terra sagrada. Nós queremos nossa água, nossa terra de qualidade, nosso bioma Mata Atlântica recuperado.&#8221; Eucalipto recém cortado aguarda o transporte na Terra Indígena Comexatibá, na Bahia. Foto: Sarah Sax/Mongabay Em 22 de junho, 180 indígenas assumiram a Fazenda Santa Bárbara, uma área utilizada para a criação de gado e também cultivo de eucaliptos pela Suzano, empresa multinacional de produção de celulose. Segundo os líderes indígenas, a área ocupada pela fazenda fica inteiramente dentro do perímetro da TI Comexatibá (Cahy-Pequi) que se extende por 28 mil hectares ao norte da cidade de Prado, um dos primeiros lugares de contato dos colonizadores portugueses com os povos nativos da América do Sul. Em 25 de junho, outro grupo de cerca de cem Pataxó assumiu uma fazenda diferente, formada em grande parte por pastagens abandonadas, na Terra Indígena Barra Velha do Monte Pascoal. No dia seguinte, os latifundiários e seus apoiadores supostamente expulsaram o povo indígena da área à&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/povo-pataxo-ocupa-plantacao-de-eucaliptos-e-busca-recuperar-suas-terras-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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														</item>
						<item>
					<title>Para o povo Zoró, coleta da castanha é aliada no combate ao desmatamento</title>
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					<pubDate>17 Nov 2021 07:10:21 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Isabel HarariJaqueline Deister]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Amazônia, Ambientalistas, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Demarcação Territorial, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Grilagem, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Parques Nacionais, Pecuária, Povos Tradicionais, Unidades de Conservação e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Indígenas firmaram parceria com cooperativa de agricultores familiares em Mato Grosso para estruturação da cadeia produtiva da castanha-do-brasil.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/11/para-o-povo-zoro-coleta-da-castanha-e-aliada-no-combate-ao-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Para o povo Zoró, coleta da castanha é aliada no combate ao desmatamento</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“Quem vê a castanha aqui ensacada acha que é fácil, mas lá no mato é sofrimento. Você tem que catar ela, cortar, juntar, trazer na aldeia, lavar, secar, ensacar. Por isso meu povo fala assim: valoriza nosso trabalho”, conta Waratan, liderança Zoró. Alimento tradicional dos Zoró, a castanha-do-brasil se consolidou nos últimos anos como uma forma de aliar a geração de renda à preservação da floresta em pé — no caso dos Zoró, um território de 356 mil hectares no noroeste de Mato Grosso. Quando fala em valorizar o trabalho, Waratan faz também alusão ao comércio justo, que nem sempre ocorre na cadeia produtiva da castanha, tradicionalmente marcada pela figura dos atravessadores, ou seja, intermediários entre produtores e consumidores. A comercialização é um dos maiores desafios para os Zoró e o ponto mais frágil da cadeia produtiva da castanha. Quebra da castanha-do-brasil na TI Zoró. Foto: Fred Rahal Mauro. Foi nesse contexto que surgiu a parceria com a Cooperativa dos Agricultores do Vale do Amanhecer (Coopavam), sediada em um assentamento de reforma agrária no município de Juruena, a 909 quilômetros de Cuiabá. Dispondo de uma Reserva Legal Comunitária de 7.200 hectares de Floresta Amazônica, a Coopavam se tornou referência no modelo de negócio social com base em produtos florestais não madeireiros. A Coopavam envolve a participação de agricultores familiares, quatro Terras Indígenas e seis etnias da região, entre elas os Zoró, cujo território está 500 quilômetros a oeste do assentamento. Além de pagar um preço adequado pela castanha e apoiar com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/11/para-o-povo-zoro-coleta-da-castanha-e-aliada-no-combate-ao-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Mudanças climáticas estão afetando aves até em áreas intocadas da Amazônia</title>
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					<pubDate>07 Dez 2020 13:25:23 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Dimas Marques/Fauna News]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Aves, Conservação, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Parques Nacionais, Seca, Unidades de Conservação e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Pesquisadores analisaram grupos de aves de uma área de floresta virgem ao norte de Manaus ao longo de 35 anos. Mesmo sem sofrer impactos diretos, a população de certas espécies diminuiu.  </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/mudancas-climaticas-estao-afetando-aves-ate-em-areas-intocadas-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mudanças climáticas estão afetando aves até em áreas intocadas da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[No interior da floresta, em áreas inacessíveis aos homens, a vida selvagem segue seu ciclo natural. Grandes distâncias que garantem um certo isolamento e separam a natureza da civilização humana sempre foram consideradas aliadas na conservação da biodiversidade. Áreas protegidas como os parques nacionais, as reservas biológicas e as estações ecológicas, categorias do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), carregam um pouco dessa ideia.Mas as mudanças climáticas promovidas pelo homem estão desconstruindo esse conceito. Pelo menos essa é a hipótese do pesquisador e professor da Escola de Recursos Naturais Renováveis da Universidade do Estado da Louisiana (LSU, na sigla em inglês), Philip Stouffer. Em artigo publicado em outubro na revista Ecology Letters, ele, os doutorandos da LSU Vitek Jirinec e Cameron Rutt e um grupo de pesquisadores relatam uma redução nas populações de algumas espécies de aves no interior de um fragmento bem conservado da Floresta Amazônica ao norte de Manaus (AM) nos últimos 35 anos. Eles acreditam que as alterações no clima devam ser as maiores responsáveis. A pesquisa faz parte do Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais (PDBFF), iniciado em 1979 e que contou com atuação direta do conhecido biólogo e ambientalista Thomas Lovejoy. A intenção era avaliar a importância da manutenção de uma grande reserva florestal protegida ou de várias pequenas de igual tamanho. Os trabalhos começaram no então recém-criado Distrito Agropecuário da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), área ao norte da capital do Amazonas que continha grande extensão de floresta ainda conservada. Na&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/mudancas-climaticas-estao-afetando-aves-ate-em-areas-intocadas-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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														</item>
						<item>
					<title>Caatinga está degradada mesmo em áreas preservadas, revela estudo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/</link>
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					<pubDate>13 Out 2020 06:49:08 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Meghie Rodrigues]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Caatinga, Conservação, Degradação, Desmatamento, Enchentes, Energia, Estradas, Incêndios, Infraestrutura, Parques Nacionais, Queimadas, Recursos hídricos, Seca e Unidades de Conservação]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Novo estudo mostra que a Caatinga está severamente ameaçada pela atividade humana. Com mais de 27 milhões de moradores, é um dos biomas mais degradados do país.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Caatinga está degradada mesmo em áreas preservadas, revela estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A Caatinga, devido à sua característica floresta seca de vegetação arbustiva, é vista por muitos como um bioma pobre em biodiversidade. Como consequência, a região recebe pouco investimento para ações de conservação. Especialistas dizem, entretanto, que o bioma — onde vivem mais de 900 espécies de plantas e animais — é o maior e mais diversificado entre as florestas tropicais sazonalmente secas do mundo. É também o único bioma exclusivamente brasileiro e uma das regiões menos estudadas do planeta. Região sob constante estresse hídrico, que a torna extremamente vulnerável às mudanças climáticas, apenas cerca da metade da vegetação da Caatinga se mantém de pé, distribuída em 47.100 fragmentos. Segundo um estudo recente, porém, essas áreas remanescentes estão severamente ameaçadas pela ação humana acumulada ao longo de décadas ou séculos. Os pesquisadores chamam o efeito de “perturbação antrópica crônica”, e observam que ele está diretamente ligado à localização: trechos de Caatinga ao norte e a oeste são mais perturbados do que as áreas ao leste e ao sul da Caatinga. Na imagem, os vetores de perturbação são distribuídos geograficamente na Caatinga. (A) representa a população humana (índice de perturbação 0,64), (B) mostra a infraestrutura (índice de perturbação de 0,86), (C) mapeia o pastoreio (índice de perturbação de 0,49), (D) mostra a extração de madeira (índice de perturbação de 0,50) e (E) representa o fogo (índice de de perturbação 0,04). Créditos: Journal of Applied Ecology, primeira publicação: 05 de julho de 2020, DOI:(10.1111/1365-2664.13686). O objetivo dos pesquisadores da Universidade Federal do Rio&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Coleta da castanha enfrenta desafios na terra de Chico Mendes</title>
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					<pubDate>06 Abr 2020 12:08:26 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Débora Pinto]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Amazônia, Ambientalistas, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Demarcação Territorial, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Grilagem, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Parques Nacionais, Pecuária, Povos Tradicionais, Unidades de Conservação e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>No ano em que Reserva Extrativista Chico Mendes completa 30 anos, ideal conservacionista do grande líder seringueiro dilui-se enquanto o Acre se defronta com complexas pressões econômicas. Jovens são atraídos a deixar o extrativismo para trabalhar em atividades mais estáveis, como a criação de gado. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/04/coleta-da-castanha-enfrenta-desafios-na-terra-de-chico-mendes/" data-wpel-link="internal">Coleta da castanha enfrenta desafios na terra de Chico Mendes</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Vista da Reserva Extrativista Chico Mendes, ainda uma das maiores porções de floresta preservada do Acre. Foto: Flavio Forner. Sentado na varanda de sua casa na comunidade Porvir, dentro da Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre, Severino da Silva Brito, o seu Silva, observa com ar de desalento a chuva pesada da Amazônia. “Estou planejando ir embora”, afirma. Liderança antiga e respeitada dentro da reserva, morador da região desde antes da sua demarcação, Brito diz não se conformar com o atual estado das coisas. Nos meses de janeiro e fevereiro de 2020, a Resex Chico Mendes foi a unidade de conservação com maior índice de desmatamento no país, seguindo a tendência dos meses anteriores. Em 12 de março, a reserva completou 30 anos de sua criação. Nas décadas de 70 e 80, os seringueiros – trabalhadores da floresta que viviam há gerações da extração de látex das árvores-da-borracha na região do Alto Acre – uniram-se para resistir às expulsões em áreas adquiridas por fazendeiros interessados em estabelecer ali a atividade pecuária. “Naquela época, a preocupação principal era com a nossa sobrevivência, com o nosso modo de vida. Mas, com o tempo, a gente acabou percebendo que era uma luta também pela conservação da floresta”, conta Valderi Martins da Silva, extrativista que participou do processo de implantação da reserva. Foi uma luta banhada em sangue. Em 1980, um dos líderes do movimento, o extrativista e sindicalista Wilson Pinheiro, foi morto na cidade de Brasileia, dentro da sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/04/coleta-da-castanha-enfrenta-desafios-na-terra-de-chico-mendes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Monte Pascoal: caciques Pataxó pedem socorro para a floresta no sul da Bahia</title>
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					<pubDate>31 Mar 2020 20:42:40 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Spensy Pimentel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alimentos, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Parques Nacionais, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Terras Indígenas, Unidades de Conservação e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Reserva valiosa da Mata Atlântica e cenário histórico do descobrimento do Brasil, a terra dos Pataxó sofre com a derrubada ilegal de madeiras nobres, usadas para a produção de artesanato. Entre os envolvidos no crime, há também indígenas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/monte-pascoal-caciques-pataxo-pedem-socorro-para-a-floresta-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Monte Pascoal: caciques Pataxó pedem socorro para a floresta no sul da Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O verão que acabou há pouco no sul da Bahia foi atípico para Kaxiló Pataxó, professor indígena que também atua como guia turístico no Parque Nacional e Histórico do Monte Pascoal. Hoje com 28 anos, ele conta que desde criança já conduzia pessoas para conhecer as trilhas que, em meio à Mata Atlântica, levam ao topo do famoso marco histórico da chegada dos portugueses à costa do Brasil, em 1500. Nos últimos meses, Kaxiló parou de acompanhar os visitantes. “Não havia condições. Por onde você rodava era barulho de motosserra”, conta ele. “Os turistas ficavam perguntando: ‘E o que vocês vão fazer?’. A gente respondia: ‘Olha, o que podemos fazer é pedir fiscalização’”. Pela primeira vez desde que era menino, Kaxiló passou o mês de janeiro trabalhando como diarista na colheita de pimenta-do-reino. “Esse verão foi o mais triste”, resume. “Fui obrigado a me subordinar a um fazendeiro, coisa que eu não quero para ninguém.” Imagens de satélite revelam como os três parques nacionais na região entre Porto Seguro e Prado, bem como as terras indígenas Barra Velha e Cahy-Pequi, formam um pequeno arquipélago verde em meio às áreas desmatadas gradualmente depois da abertura da BR-101, nos anos 70. Nos arredores das reservas, fazendas de gado, eucalipto e culturas como café, mamão e pimenta-do-reino são alvos de denúncias dos indígenas, que reclamam das pulverizações irregulares de agrotóxicos, do desmatamento ilegal e do represamento abusivo dos cursos d’água. O problema apontado por Kaxiló, no entanto, não é no entorno do parque&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/monte-pascoal-caciques-pataxo-pedem-socorro-para-a-floresta-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Árvore amazônica com folhas gigantes é identificada como nova espécie</title>
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					<pubDate>18 Fev 2020 17:22:07 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shreya Dasgupta]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Parques Nacionais, Queimadas e Unidades de Conservação]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Mais de 35 anos depois que foi vista pela primeira vez, pesquisadores descreveram a Coccoloba gigantifolia, uma espécie arbórea da Amazônia com folhas gigantescas que podem atingir 2,5 metros de comprimento.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/02/arvore-amazonica-com-folhas-gigantes-e-identificada-como-nova-especie/" data-wpel-link="internal">Árvore amazônica com folhas gigantes é identificada como nova espécie</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[No Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA), em Manaus, uma imensa folha seca emoldurada é uma atração local há décadas. Mas a espécie de árvore a que pertencia era desconhecida – até agora. Pesquisadores sabiam que a árvore era uma espécie de Coccoloba, gênero de angiospermas (árvores que produzem flores) característico das florestas tropicais das Américas do Sul e Central. Exemplares semelhantes ao que está exposto no INPA já haviam sido encontrados em expedições à região do Madeira na década de 1980, mas foi impossível identificá-los na ocasião – as árvores não estavam produzindo flores ou frutos no momento, partes essenciais para se descrever uma espécie de planta. Além disso, suas folhas eram grandes demais para desidratar e transportar até Manaus. Em 1993, botânicos do INPA conseguiram, finalmente, coletar duas folhas grandes de uma árvore em Rondônia, as quais foram emolduradas para exibição pública no instituto. “As espécies se tornaram localmente famosas, mas devido à falta de material reprodutivo, não puderam ser descritas como uma nova espécie para a ciência”, diz Rogério Gribel, pesquisador do instituto. As folhas da Coccoloba gigantifolia podem atingir 2,5 metros de comprimento. Foto: Rogério Gribel. Foi mais de uma década depois, em 2005, que Gribel e seu colega Carlos Alberto Cid Ferreira coletaram algumas sementes e flores murchas de uma árvore na Floresta Nacional do Jamari, em Rondônia. Como esses materiais não eram adequados o suficiente para descrever a espécie, eles plantaram as sementes no campus do INPA, cultivaram as mudas e esperaram. A&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/02/arvore-amazonica-com-folhas-gigantes-e-identificada-como-nova-especie/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Risco na reserva Chico Mendes coloca em xeque projeto socioambiental na Amazônia</title>
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					<pubDate>20 Dez 2019 17:28:52 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Naira Hofmeister]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Conservação na Amazônia e Desmatamento ilegal na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Amazônia, Ambientalistas, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Demarcação Territorial, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Grilagem, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Parques Nacionais, Pecuária, Povos Tradicionais, Unidades de Conservação e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Fazendeiros e ocupantes irregulares da Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre, alcançam poder político inédito e pressionam pela redução dos limites da primeira unidade de conservação desse tipo no país, que completa 30 anos em março.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/12/risco-na-reserva-chico-mendes-coloca-em-xeque-projeto-socioambiental-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Risco na reserva Chico Mendes coloca em xeque projeto socioambiental na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 1990, Reserva Extrativista Chico Mendes, no sudeste do Acre, inaugurou um modelo até então inédito de aliança entre povos tradicionais não indígenas e preservação ambiental. Às vésperas de completar 30 anos, essa mesma reserva vive seu pior pesadelo – capaz, inclusive, de pôr em risco seu próprio modelo de existência. Os primeiros alertas chegaram em meados de 2019, quando satélites do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe) detectaram um desmatamento muito acima do usual na área. No acumulado do ano, já chegou a 74,5 km². Isso é três vezes mais do que a média dos últimos cinco anos: 22 km² ao ano – por sua vez o dobro das cifras registradas nos anos anteriores, de 2013 para trás, que não passava dos 10 km² anuais. Em novembro, mais um sinal de perigo foi emitido: dessa vez, proveniente do gabinete do Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Um encontro ocorrido no dia 6, registrado em agenda oficial como uma “reunião com a bancada do estado do Acre”, teve a participação de cinco infratores ambientais cujos crimes foram cometidos dentro da Resex Chico Mendes. Eles estavam lá para pedir proteção contra o que consideravam “abusos” da fiscalização e angariar apoio ao projeto de redução dos limites físicos da reserva, cujo texto já tramita na Câmara Federal. Segundo apuração do jornal Folha de S. Paulo, o ministro assentiu em ambas as demandas. Queimada para abertura de pasto na Resex Chico Mendes, no Acre. Foto: Katie Maehler / Mídia NINJA [CC-BY-NC] A luta&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/12/risco-na-reserva-chico-mendes-coloca-em-xeque-projeto-socioambiental-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>APA no Pará queima para abrir caminho ao agronegócio</title>
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					<pubDate>09 Dez 2019 22:16:33 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Ana Ionova]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Parques Nacionais, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Terras Indígenas, Unidades de Conservação e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A APA Triunfo do Xingu, no Pará, perdeu 22% de sua cobertura florestal entre 2007 e 2018. E os números deste ano indicam que a taxa de desmatamento vem aumentando.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/12/apa-no-para-queima-para-abrir-caminho-ao-agronegocio/" data-wpel-link="internal">APA no Pará queima para abrir caminho ao agronegócio</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu é uma vasta região que abrange cerca de 1,7 milhão de hectares nos municípios de São Félix do Xingu e Altamira, no Pará. Trata-se de um tesouro ecológico que abriga vários tipos de vegetação e uma rica biodiversidade de espécies vegetais e animais. Lá também vivem grupos indígenas e comunidades tradicionais, que dependem da preservação da floresta para extrair seu sustento. Criada em 2006, a área goza de um status de conservação que preserva sua biodiversidade e, ao mesmo tempo, permite o uso sustentável de seus recursos naturais. Sob esse tipo de proteção, é possível abrir algumas clareiras em uma pequena parte do território, enquanto o restante deve ser destinado à preservação ambiental. No entanto, dados de satélite da Universidade de Maryland (UMD) mostram que a APA Triunfo do Xingu perdeu cerca de 22% de sua cobertura florestal entre 2007 e 2018. E os números preliminares de 2019 indicam que a taxa de desmatamento pode estar aumentando ainda mais. Entre janeiro e outubro, a UMD recebeu mais de meio milhão de alertas de desflorestação dentro dos limites da reserva – mais da metade somente em agosto. Há cerca de duas décadas, a APA Triunfo do Xingu estava quase totalmente coberta de floresta. O mapa mostra a perda de vegetação de lá para cá. Fonte: GLAD/UMD, acessado através do Global Forest Watch. Segundo fontes da região, a maior parte do desmatamento está ocorrendo sem o devido licenciamento, necessário para o desenvolvimento legal&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/12/apa-no-para-queima-para-abrir-caminho-ao-agronegocio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Documentos revelam provas infundadas contra brigadistas de Alter do Chão</title>
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					<pubDate>09 Dez 2019 18:07:02 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conflitos, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Lei Ambiental, Parques Nacionais, Política Ambiental, Queimadas, Unidades de Conservação e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A prisão dos voluntários da ONG Brigada de Alter chamou a atenção nacional para uma batalha que vem acontencendo há décadas no chamado “Caribe Amazônico”: de um lado, grileiros e segmentos do setor imobiliário interessados em construir grandes empreendimentos na orla; do outro, ambientalistas e empresas de ecoturismo insistindo no crescimento sustentável. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/12/documentos-revelam-provas-infundadas-contra-a-prisao-dos-brigadistas-de-alter-do-chao/" data-wpel-link="internal">Documentos revelam provas infundadas contra brigadistas de Alter do Chão</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Floresta queimada em Alter do Chão (setembro de 2019). Foto: Jader Paes/Agência Pará/Fotos Públicas. “Não doem dinheiro pra ONG!”, disse o presidente Jair Bolsonaro durante uma transmissão ao vivo no dia 28 de novembro. Dois dias antes, quatro bombeiros voluntários da ONG Brigada de Alter foram haviam sido presos de forma preventiva, acusados de intencionalmente atear fogo na floresta de Alter do Chão, no Pará — prisões vistas por muitos como o mais recente ataque do governo ao meio ambiente e seus defensores. Na ocasião, uma operação policial acusara quatro brigadistas (Daniel Gutierrez, João Victor Pereira Romano, Gustavo de Almeida Fernandes e Marcelo Cwerver) de começar os incêndios que, por quatro dias, assolaram em setembro a Área de Proteção Ambiental (APA) Alter do Chão – fogo que, por sinal, que os brigadistas voluntários ajudaram a apagar. A polícia também invadiu a sede de outra ONG ligada à brigada, o Projeto Saúde e Alegria, e apreendeu documentos como parte de sua investigação. Alter do Chão é um destino turístico popular na Amazônia, conhecido como “Caribe Amazônico”, pela água cristalina e pelas praias fluviais de areia branca. Há décadas, porém, vem sendo um campo de batalha entre conservacionistas e dúbios interesses imobiliários. &#8220;Alter vive 100% de turismo&#8221;, diz o presidente do conselho comunitário de Alter do Chão, Junior Sousa. &#8220;As pessoas têm medo de que se torne um lugar cheio de prédios que ninguém quer visitar.” De acordo com o Departamento de Turismo de Santarém, o balneário de apenas 6 mil habitantes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/12/documentos-revelam-provas-infundadas-contra-a-prisao-dos-brigadistas-de-alter-do-chao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Natureza de Abrolhos pode ser seu melhor escudo contra os efeitos do petróleo</title>
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					<pubDate>07 Nov 2019 16:50:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Naira Hofmeister]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Oceanos]]>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Aves, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Oceanos, Parques Nacionais, recifes de coral, Recursos hídricos, Unidades de Conservação e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Foi no último sábado, dia 2 de novembro, que os primeiros fragmentos de petróleo tocaram a Ilha de Santa Bárbara, dentro do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos. A constatação da presença da substância em rochas da unidade de conservação materializou os piores pesadelos da comunidade científica: Abrolhos protege a mais extensa área de recifes de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/11/natureza-de-abrolhos-pode-ser-seu-melhor-escudo-contra-os-efeitos-do-petroleo/" data-wpel-link="internal">Natureza de Abrolhos pode ser seu melhor escudo contra os efeitos do petróleo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Coral coberto de petróleo para análise em estudo de pesquisadores do Projeto Coral Vivo. Foto: Leandro Santos/Projeto Coral Vivo Foi no último sábado, dia 2 de novembro, que os primeiros fragmentos de petróleo tocaram a Ilha de Santa Bárbara, dentro do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos. A constatação da presença da substância em rochas da unidade de conservação materializou os piores pesadelos da comunidade científica: Abrolhos protege a mais extensa área de recifes de coral do Atlântico Sul, suas águas são o principal sítio reprodutivo das baleias-jubarte e sua biodiversidade abriga 48 espécies ameaçadas de extinção, entre invertebrados, peixes, répteis e mamíferos. A chegada de um grande volume de petróleo poderia ter consequências desastrosas para esse ecossistema tão complexo. Entretanto, a longa distância do local provável do vazamento, operações de contenção bem-sucedidas, um pouco de sorte e, sobretudo, adaptações e sistemas naturais muito particulares da região podem fazer com que o impacto em Abrolhos seja bem menor do que o esperado. “Aparentemente, estão chegando menos fragmentos. E não constatamos nenhum fragmento grande”, revela Fernando Repinaldo Filho, analista ambiental do ICMBio e chefe do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos. “Os maiores têm o tamanho de um palmo, e a maioria mede entre 3 e 5 centímetros. Temos um grande o esforço de monitoramento e limpeza acontecendo para tentar minimizar os impactos.” Até a quarta-feira, 6 de novembro, já havia sido registrada a presença de petróleo em três das cinco ilhas – além de Santa Bárbara, a substância apareceu grudada nas rochas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/11/natureza-de-abrolhos-pode-ser-seu-melhor-escudo-contra-os-efeitos-do-petroleo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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