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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Cientistas usam dados de garimpo para construir sistema de alerta de malária na Amazônia</title>
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					<pubDate>24 Set 2026 10:57:31 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Cultura Indígena, Doenças, Garimpo, Indígenas, Mineração, Ouro, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Uma das maneiras de erradicar a malária é erradicar o garimpo.</p>
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							<![CDATA[Um estudo que detalha as ligações entre o garimpo ilegal e os casos de malária na Terra Indígena Yanomami conquistou o segundo lugar no Prêmio MapBiomas, anunciado em julho. O coletivo de pesquisa produz dados sobre o uso da terra no Brasil e reconhece iniciativas que utilizam essas informações para promover a conservação. O estudo analisou a explosão nos casos de malária durante o governo de Jair Bolsonaro (2019 &#8211; 2022), cujas políticas antiambientais incentivaram garimpeiros a invadir a maior terra indígena do Brasil, onde vivem 31.567 pessoas dos povos Yanomami e Ye’kwana. Os garimpeiros espalharam doenças, contaminaram os rios com mercúrio e afugentaram os animais que serviam de alimento para os indígenas, provocando uma crise humanitária no território, que cobre parte dos estados de Roraima e Amazonas. Utilizando imagens de satélite e dados do Ministério da Saúde, pesquisadores liderados por Marcia Castro, da Escola de Saúde Pública T.H. Chan, da Universidade de Harvard, nos EUA, descobriram que um aumento de 1% na área de garimpo na Terra Indígena Yanomami estava associado a um aumento de 24% nos casos mensais de malária. O estudo, publicado em novembro de 2025 na revista PLOS Neglected Tropical Diseases, mostra que a malária também aumentou em áreas sem atividade de mineração, mas utilizadas como rotas pelos garimpeiros. “O garimpeiro se move muito, porque é preciso trazer insumos e maquinário”, disse Castro à Mongabay. “Ao passar por essas áreas, você é um veículo do parasita enquanto caminha, e você pode ser picado pelo mosquito ao&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/cientistas-usam-dados-de-garimpo-para-construir-sistema-de-alerta-de-malaria-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Na Amazônia peruana, mercúrio do garimpo ameaça crianças e gestantes </title>
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					<pubDate>23 Set 2026 09:51:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Salazar Vega]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Água, Alimentação, Alimentos, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comida, Direitos humanos, Doenças, Garimpo, Mineração, Pesca, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>MADRE DE DIOS, Peru — “Bayolet, minha filhinha, fez alguns exames quando tinha cinco anos”, disse Gladys Ordoñez, mãe e moradora da comunidade indígena Shintuya, às margens do rio Madre de Dios, na Amazônia peruana. “Ela já tinha desmaiado duas vezes na escola, mas não sabíamos qual era o motivo&#8230; Foi aí que encontraram o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MADRE DE DIOS, Peru — “Bayolet, minha filhinha, fez alguns exames quando tinha cinco anos”, disse Gladys Ordoñez, mãe e moradora da comunidade indígena Shintuya, às margens do rio Madre de Dios, na Amazônia peruana. “Ela já tinha desmaiado duas vezes na escola, mas não sabíamos qual era o motivo&#8230; Foi aí que encontraram o mercúrio.” Gladys ainda se lembra do grupo de “forasteiros” que chegou há uma década para coletar amostras de sangue e de cabelo. Semanas depois, eles voltaram com um alerta: o peixe consumido pela comunidade, principal fonte de alimento local, poderia estar contaminado. “Dissemos que não, que não podia ser”, disse María Santos, outra mãe que vive ali. “Aqui não extraímos ouro. Aqui não há mineração.” A origem, porém, não estava na aldeia. Na área de rio acima, o garimpo ilegal despejava mercúrio nos rios que cortam a região de Madre de Dios. Assim, os peixes entravam em contato com o metal pesado e desciam o curso d&#8217;água até chegarem ao prato de dezenas de famílias da comunidade. Onze anos depois, o problema continua. Bayolet, então uma criança pequena, hoje tem 16 anos. Cursando o ensino médio, ela disse que ainda enfrenta dificuldades para se concentrar nas aulas. Seu maior desejo é concluir os estudos e cursar enfermagem. Ela se lembra do cansaço constante em sala de aula, da fadiga e da fraqueza. No entanto, após o diagnóstico de exposição ao mercúrio, Bayolet disse ter recebido apenas tratamento para anemia. Bayolet tinha apenas cinco anos quando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/na-amazonia-peruana-mercurio-do-garimpo-ameaca-criancas-e-gestantes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>10 iniciativas indígenas de retomada do território</title>
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					<pubDate>15 Set 2026 09:51:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay.com]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agroecologia, Agrofloresta, Água, Amazônia, Ambientalistas, Áreas Protegidas, Ativismo, Caatinga, Cerrado, Comida, Comunidades Tradicionais, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Etnocídio, Florestas, Garimpo, Grilagem, Indígenas, Índios, Justiça Social, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Medicina tradicional, Povos indígenas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental, Sustentabilidade, Tecnologia e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em vez de se limitarem a defender o que resta, estas comunidades passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">10 iniciativas indígenas de retomada do território</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em diferentes regiões do Brasil, povos indígenas têm recuperado terras transformadas em pastagens, degradadas pelo garimpo ou usadas como depósito de lixo, assumindo também o trabalho de restaurar a vegetação e restabelecer as condições para viver nesses lugares. São comunidades que avançam na direção contrária à das frentes de destruição: em vez de se limitarem a defender o que resta, passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido. Destacamos aqui 10 reportagens publicadas pela Mongabay sobre como diversos povos indígenas do país, aliando tecnologia e saberes ancestrais, estão transformando seus territórios em lugares melhores para se viver. &nbsp; Ritual na Terra Indígena Maxakali (MG). Foto: Xavier Bartaburu/Mongabay. Por que os Maxakali estão convocando os espíritos para recuperar a Mata Atlântica Confinados em pequenas terras indígenas tomadas por pastagens no nordeste de Minas Gerais, os Tikmũ’ũn/Maxakali estão recuperando áreas de Mata Atlântica e implantando quintais agroflorestais por meio do projeto Hãmhi. Iniciada em 2023, a iniciativa forma e remunera agentes agroflorestais e viveiristas indígenas. O trabalho busca enfrentar a fome e recompor a vegetação necessária à vida cultural e religiosa do povo. A floresta é o lugar onde vivem os yãmĩyxop, povos-espíritos cujos cantos preservam o conhecimento sobre uma Mata Atlântica que já quase desapareceu na região. &nbsp; Carl e Isabel Gakran (com Zágtxo, filha do casal), coordenadores do Instituto Zág, na Terra Indígena Ibirama-Laklãnõ (SC). Foto: Anderson Coelho. Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina Zág é como os Laklãnõ/Xokleng chamam a araucária — árvore&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Nova análise detecta ameaça do mercúrio em 951 comunidades da Amazônia</title>
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					<pubDate>10 Set 2026 09:22:10 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Alexa VélezDaniela Quintero DíazVanessa Romo]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Bolívia, Brasil e Peru]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Indígenas, Mineração, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Rios e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Comunidades no Brasil, na Bolívia e no Peru apresentam níveis de mercúrio acima dos limites considerados seguros pela OMS.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/nova-analise-detecta-ameaca-do-mercurio-em-951-comunidades-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Nova análise detecta ameaça do mercúrio em 951 comunidades da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[“Eu levei a minha filhinha Bayolet para fazer uns exames quando ela tinha cinco anos. Ela já tinha desmaiado duas vezes na escola e nós não sabíamos a razão”, diz Gladys Ordoñez, moradora da comunidade indígena de Shintuya, na Amazônia peruana. A poucos quilômetros de Shintuya, pelo rio Madeira, está a Terra Indígena (TI) Karipuna, em Rondônia, no Brasil. Ali, Adriano Karipuna, líder da comunidade, relata um drama parecido: “[As crianças] nascem com problemas, com doenças do coração. Há jovens e adolescentes que já têm dificuldade para respirar.” Bayolet, na foto com a família, tinha cinco anos quando foram detectados teores elevados de mercúrio em seu sangue. Foto: Max Cabello. A história se repete na Amazônia boliviana. “Nós estamos cansados de pedir assistência médica”, diz Limberth Miquere, que é corregidor (líder da comunidade indígena) de Buena Vista. Essas vozes vêm de homens e mulheres que vivem às margens dos rios amazônicos Madeira (Brasil), Beni (Bolívia) e Madre de Dios (Peru), em testemunhos inevitavelmente atravessados por uma palavra: mercúrio. “Eu não sei se o meu marido está doente ou se eu estou. Quem pode nos explicar isso?”, pergunta Iris Yante, mãe de três filhos na Amazônia peruana. O mercúrio é um metal pesado usado no garimpo ilegal de ouro, uma atividade ilícita, violenta, altamente lucrativa e em plena expansão. Na bacia do Madre de Dios, durante 27 anos (1997 a 2024), o garimpo destruiu mais de 95 mil hectares de floresta, uma área quase equivalente a toda a zona urbana de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/nova-analise-detecta-ameaca-do-mercurio-em-951-comunidades-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>ANM enfrenta acusações por falhas no controle do ouro na Amazônia</title>
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					<pubDate>26 Ago 2026 07:25:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Garimpo, Mineração e Ouro]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>O MPF quer saber: como apenas 1 hectare de garimpo deu origem a 776 kg de ouro?</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/anm-enfrenta-acusacoes-por-falhas-no-controle-do-ouro-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">ANM enfrenta acusações por falhas no controle do ouro na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O Ministério Público Federal no estado do Amazonas está processando a Agência Nacional de Mineração (ANM) por suposta omissão na fiscalização da exploração de ouro na Amazônia. A ação foi ajuizada no início de julho. Poucos dias depois, em 21 de julho, a Justiça Federal atendeu a outra ação movida em 2021 por procuradores do Pará e determinou que a ANM ampliasse a fiscalização das permissões de lavra garimpeira (PLGs), mais conhecidas como garimpos. A ofensiva judicial ocorre na esteira de investigações sobre corrupção envolvendo altos dirigentes da agência acusados de favorecer empresas de mineração em Minas Gerais. A ANM é responsável por autorizar e fiscalizar as atividades de mineração no Brasil, incluindo as atividades de garimpo, sujeitas a regras ambientais mais brandas do que as da mineração industrial. Segundo os procuradores do MPF, a falta de fiscalização e de regras claras transformou as PLGs em mecanismos para lavagem do ouro extraído de terras indígenas e unidades de conservação de proteção integral, onde a atividade é proibida. A ação judicial é baseada em irregularidades constatadas em relatórios do Greenpeace e do Tribunal de Contas da União. &#8220;A permissão de garimpo deixou de servir ao pequeno garimpeiro e, em muitos casos, virou papel de fachada para lavar ouro explorado por organizações criminosas”, afirmou o procurador da República André Porreca, responsável pelo caso, no site do Ministério Público Federal. O município de Itaituba, no Pará, é conhecido como a capital do garimpo ilegal de ouro na Amazônia. Foto: Fernando Martinho. A ANM&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/anm-enfrenta-acusacoes-por-falhas-no-controle-do-ouro-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>PL de minerais críticos avança sem considerar riscos, alertam especialistas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/pl-de-minerais-criticos-avanca-sem-considerar-riscos-alertam-especialistas/</link>
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					<pubDate>06 Ago 2026 14:17:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gabriel Corrêa Cillo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Garimpo, Lei Ambiental e Mineração]]>
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							<![CDATA[<p>Um novo projeto de lei quer alavancar o papel do Brasil na corrida global dos minerais críticos. Mas qual será o preço para o meio ambiente?</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/pl-de-minerais-criticos-avanca-sem-considerar-riscos-alertam-especialistas/" data-wpel-link="internal">PL de minerais críticos avança sem considerar riscos, alertam especialistas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em maio de 2026, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei (PL) que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A proposta, que agora tramita no Senado Federal, é o primeiro marco regulatório específico para o setor no Brasil. O país detém a segunda maior reserva mundial de terras raras — um dos chamados minerais críticos —, com cerca de 21 milhões de toneladas. A quantidade equivale a 23% do total global, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos. No entanto, pesquisadores argumentam que o PL 2780/2024 apresenta diversos problemas em sua concepção. Especialistas consultados pela Mongabay entendem que o projeto amplia os incentivos à extração mineral sem fortalecer mecanismos efetivos de proteção à natureza. Os debates surgem em meio à febre global por minerais críticos. A tendência ganha força à medida que elementos como lítio, níquel e cobre, entre outros, tornam-se indispensáveis à produção de baterias, painéis solares e turbinas eólicas, estruturas centrais para a transição energética. Equipamentos militares e semicondutores (atualmente em evidência pelo ‘boom’ da inteligência artificial) também entram nessa conta. Ricardo Assis Gonçalves, professor de geografia e pesquisador em temas de mineração da Universidade Estadual de Goiás (UEG), vê com preocupação o avanço do projeto sem a criação de contrapartidas ambientais. “O Brasil é marcado por um modelo de mineração predatório das águas, dos ecossistemas, das paisagens e da saúde dos trabalhadores. Trata-se de uma atividade intensiva no consumo de energia e água, voltada fundamentalmente para a exportação de minerais, aprofundando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/pl-de-minerais-criticos-avanca-sem-considerar-riscos-alertam-especialistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mineração legal em terras indígenas ainda divide lideranças e especialistas</title>
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					<pubDate>06 Jul 2026 10:28:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Beatriz NogueiraRamana Rech]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
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							<![CDATA[<p>Ao longo dos anos, um argumento surge com frequência no debate sobre a mineração em terras indígenas (TIs): muitos políticos e especialistas defendem que a regulamentação da atividade poderia auxiliar o poder público no combate ao garimpo ilegal — um vetor de crises socioambientais em diferentes territórios originários no Brasil. Em março, a senadora Tereza [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Ao longo dos anos, um argumento surge com frequência no debate sobre a mineração em terras indígenas (TIs): muitos políticos e especialistas defendem que a regulamentação da atividade poderia auxiliar o poder público no combate ao garimpo ilegal — um vetor de crises socioambientais em diferentes territórios originários no Brasil. Em março, a senadora Tereza Cristina declarou, em audiência no Senado Federal, que a mineração em TIs “precisa estar garantida pela lei”. Segundo a parlamentar e ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), isso faria com que “a gente não tenha o [problema] que hoje temos de mineração ilegal, com danos ao meio ambiente e aos povos indígenas”. A tese, no entanto, passa longe de ser consenso, abrindo caminho para discussões em diferentes círculos do poder e da ciência. Conforme previsto na Constituição Federal, a pesquisa e a mineração de riquezas minerais em terras indígenas devem ser autorizadas pelo Congresso Nacional. O texto também cita a exigência de ouvir as comunidades afetadas e de assegurar a elas “participação nos resultados da lavra, na forma da lei”. Apesar disso, o Legislativo ainda não aprovou uma lei geral com a definição de regras para a atividade. E, de acordo com analistas, esse cenário pode gerar incertezas e um vácuo jurídico. A demora em legislar sobre o assunto, somada à ameaça do garimpo ilegal em áreas indígenas, foi foco de uma recente decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino. Em fevereiro, o magistrado determinou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/mineracao-legal-em-terras-indigenas-ainda-divide-liderancas-e-especialistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Crime organizado já afeta 32% de áreas indígenas da Amazônia, diz estudo</title>
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					<pubDate>21 Mai 2026 20:18:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Yvette Sierra Praeli]]>
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							<![CDATA[<p>Um relatório da Amazon Watch mostrou como a atividade de grupos criminosos e as respostas militarizadas do Estado vêm causando profundos impactos na vida das comunidades indígenas em grande parte da Amazônia. O material, publicado em abril e intitulado “Amazônia sob ataque: como o crime e a militarização ameaçam os povos indígenas”, analisa sete estudos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um relatório da Amazon Watch mostrou como a atividade de grupos criminosos e as respostas militarizadas do Estado vêm causando profundos impactos na vida das comunidades indígenas em grande parte da Amazônia. O material, publicado em abril e intitulado “Amazônia sob ataque: como o crime e a militarização ameaçam os povos indígenas”, analisa sete estudos de caso realizados em cinco países amazônicos: Colômbia, Equador, Peru, Brasil e Venezuela. O documento detalha como as atividades ilícitas e a subsequente repressão por parte do aparato estatal de segurança estão transformando os modos de vida e os hábitos culturais de diferentes povos originários, comprometendo sua autodeterminação e seus direitos coletivos. “Em toda a Amazônia, atividades como garimpo ilegal de ouro, tráfico de drogas, extração ilegal de madeira, tráfico de animais silvestres, contrabando de combustíveis e tráfico de pessoas funcionam cada vez mais como sistemas interconectados”, diz o relatório. “Essas economias compartilham rotas, infraestrutura, financiamento e mecanismos de proteção armada, permitindo que as organizações criminosas diversifiquem suas fontes de renda, reduzam os riscos e se adaptem rapidamente às flutuações do mercado e à pressão governamental.” Como resultado dessa espiral de violência, pelo menos 296 ativistas ambientais foram mortos na Amazônia desde 2012 — a Colômbia e o Brasil são as nações mais perigosas para quem defende a natureza. Além disso, o relatório mostra que 67% dos municípios amazônicos já são afetados por organizações criminosas; como resultado, a presença delas sujeita 32% dos territórios indígenas a disputas travadas por grupos armados. A investigação também destaca&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/crime-organizado-ja-afeta-32-de-areas-indigenas-da-amazonia-diz-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Sete anos após Brumadinho, Vale retoma mina e ameaça as nascentes da região</title>
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					<pubDate>29 Jan 2026 07:29:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Felipe S. DuranMylena Melo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>BRUMADINHO, MG — Na comunidade da Jangada, na zona rural de Brumadinho, em Minas Gerais, a água que abastece as famílias que vivem ali vem de nascentes que brotam lá mesmo. “A água é nossa”, diz, com orgulho, em um vídeo no YouTube, Lorraine Nascimento, uma jovem da comunidade. Foram os próprios moradores que, há [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/sete-anos-apos-brumadinho-vale-retoma-mina-e-ameaca-as-nascentes-da-regiao/" data-wpel-link="internal">Sete anos após Brumadinho, Vale retoma mina e ameaça as nascentes da região</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[BRUMADINHO, MG — Na comunidade da Jangada, na zona rural de Brumadinho, em Minas Gerais, a água que abastece as famílias que vivem ali vem de nascentes que brotam lá mesmo. “A água é nossa”, diz, com orgulho, em um vídeo no YouTube, Lorraine Nascimento, uma jovem da comunidade. Foram os próprios moradores que, há mais de 30 anos, construíram o sistema de captação e distribuição da água das nascentes, sem qualquer apoio da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Hoje, o sistema é gerido de forma autônoma por uma associação comunitária criada para este fim, e abastece centenas de famílias de Casa Branca, distrito rural no qual está inserida a comunidade da Jangada. A professora Cátia Patrocinia Cruz Maia, que nasceu e cresceu na comunidade, como toda a sua família, faz parte da associação que cuida do sistema de captação e distribuição de água. Ela lembra que, antes da criação do sistema, existia um rego que cortava os terrenos e os moradores tiravam a água dali. Com o crescimento da comunidade, aumentou também a demanda pelo encanamento da água. Foi quando o pai dela, João de Sousa Cruz, se uniu a amigos e vizinhos para resolver o problema. A conexão da família com o território fica evidente também no apelido de João: Cátia conta que “ele era conhecido em toda Brumadinho como João Casa Branca”. “Eles se juntaram e começaram a fazer o encanamento dessa água, de todas as famílias. As que puderam se juntaram para ajudar a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/sete-anos-apos-brumadinho-vale-retoma-mina-e-ameaca-as-nascentes-da-regiao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mineração ilegal de ouro transforma município de MT no mais violento da Amazônia</title>
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					<pubDate>29 Dez 2025 13:44:10 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Nos últimos dois anos, a explosão da mineração ilegal de ouro na vizinha Terra Indígena Sararé veio acompanhada de uma escalada da violência na pequena cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, no Mato Grosso, aponta o Atlas da Violência na Amazônia 2025. Localizada próxima à fronteira com a Bolívia, Vila Bela da Santíssima Trindade [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Nos últimos dois anos, a explosão da mineração ilegal de ouro na vizinha Terra Indígena Sararé veio acompanhada de uma escalada da violência na pequena cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, no Mato Grosso, aponta o Atlas da Violência na Amazônia 2025. Localizada próxima à fronteira com a Bolívia, Vila Bela da Santíssima Trindade registrou a maior taxa de mortes violentas intencionais em toda a Amazônia brasileira entre 2022 e 2024: 136 mortes por 100 mil habitantes. É mais de seis vezes a média nacional, de 20,8. “O agravamento da violência na região parece estar fortemente ligado à intensificação da mineração ilegal na Terra Indígena Sararé”, escreveram os autores do relatório. “É notável que Vila Bela da Santíssima Trindade não figurava entre as 50 cidades mais violentas em nossa última edição.” Habitada pelo povo Nambikwara, a Terra Indígena Sararé concentrou mais de 70% de todo o desmatamento em terras indígenas causado pela mineração ilegal de ouro na Amazônia brasileira. Cerca de 2 mil garimpeiros ilegais invadiram um território onde vivem aproximadamente 200 indígenas. Em Vila Bela da Santíssima Trindade, foram registradas 12 mortes violentas intencionais em 2022 e 17 em 2023. Em 2024, o número saltou para 42 — um aumento de 250% em três anos. Um número considerável para um município de apenas 16.774 habitantes. Várias das mortes registradas decorreram de disputas territoriais em áreas de garimpo ilegal e de confrontos armados entre garimpeiros e forças da polícia ambiental. Em 2024, quatro pessoas, incluindo uma jovem de 20&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/mineracao-ilegal-de-ouro-transforma-municipio-de-mt-no-mais-violento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Uma pequena terra indígena emerge como foco de mineração ilegal na Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Dez 2025 17:39:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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							<![CDATA[<p>Uma pequena terra indígena é hoje responsável por cerca de 70% do desmatamento total em terras indígenas na Amazônia brasileira, segundo dados do governo. O impacto se deve à mineração ilegal de ouro. A Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é habitada por cerca de 200 pessoas do povo Nambikwara. De janeiro de 2024 a [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Uma pequena terra indígena é hoje responsável por cerca de 70% do desmatamento total em terras indígenas na Amazônia brasileira, segundo dados do governo. O impacto se deve à mineração ilegal de ouro. A Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é habitada por cerca de 200 pessoas do povo Nambikwara. De janeiro de 2024 a agosto de 2025, a mineração ilegal de ouro devastou mais de 3 mil hectares de floresta amazônica no território — equivalentes a 4% de sua área total, 67 mil hectares. A invasão de garimpeiros ilegais no território Sararé é relativamente recente. De acordo com um relatório do Greenpeace, apenas 78 hectares do território haviam sido impactados pela mineração até 2018. Esse número começou a crescer gradualmente a partir de 2021. Em 2023, estimava-se a presença de 250 a 300 garimpeiros na TI Sararé. Neste ano, agentes do governo estimam que cerca de 2 mil garimpeiros estejam operando na área. De janeiro a agosto deste ano, a TI Sararé registrou um desmatamento 85% maior do que o total combinado das outras nove terras indígenas mais afetadas no Brasil, que, juntas, perderam 640 hectares no mesmo período. Sararé não figurava entre os principais alertas de mineração até 2023, mas agora desponta como o território mais impactado pela mineração. A Terra Indígena Kayapó, localizada no estado do Pará, apareceu em segundo lugar em termos de área perdida para a mineração em 2024. Apesar de ser cerca de 49 vezes maior que a TI Sararé, perdeu quase 10 vezes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/uma-pequena-terra-indigena-emerge-como-foco-de-mineracao-ilegal-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Dez anos após Mariana, quilombolas do Rio Doce ainda sofrem com água contaminada</title>
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					<pubDate>25 Nov 2025 09:34:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ramana Rech]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Crime Ambiental, Demarcação Territorial, Garimpo, Mineração, Povos Tradicionais, Quilombolas, Responsabilidade Ambiental, Rios e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>LINHARES, ES — Em frente à casa de Lucimar Dias dos Santos Silva, um rastro amarelo mancha o azul da caixa d’água. Uma cor de tonalidade similar ou mais intensa às vezes sai de sua torneira ou do poço d’água do vizinho. Lucimar, conhecida como Preta, nasceu e cresceu em Povoação, um distrito do município [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[LINHARES, ES — Em frente à casa de Lucimar Dias dos Santos Silva, um rastro amarelo mancha o azul da caixa d’água. Uma cor de tonalidade similar ou mais intensa às vezes sai de sua torneira ou do poço d’água do vizinho. Lucimar, conhecida como Preta, nasceu e cresceu em Povoação, um distrito do município de Linhares (Espírito Santo), mais precisamente na comunidade de Brejo Grande. Desde que se lembra, Preta tem visto enchentes em Brejo Grande alagarem a estrada, invadir casas e isolar moradores. Mas, após o rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, ocorrida em 2015 em Mariana (MG), um novo problema com a água tem abalado sua vida e de outros quilombolas ao longo da foz do Rio Doce. Povoação fica a 37 km da zona urbana de Linhares e o acesso ao distrito é apenas por estrada de terra. Localizada ao norte da foz do Rio Doce, a região também é banhada por 24 lagoas. O último censo do Instituto Brasileiro de Ciência e Geografia (IBGE) indicou que em Povoação vivem 3.274 pessoas, e um relatório feito pela Comunidade Tradicional Quilombola de Povoação diz que, dessas, cerca de 1.800 são quilombolas. Em Brejo Grande, a visão de vastos campos é cortada de quando em quando por alguma casa e, nos dias ensolarados, o sol bate sobre a terra sem obstáculos. Uma estrada esburacada leva até a casa de Preta, onde de uma ponta se vê um aglomerado de árvores e, da outra, grama a perder de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/dez-anos-apos-mariana-quilombolas-do-rio-doce-ainda-sofrem-com-agua-contaminada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Febre por minerais brasileiros  ‘abre porteira’ para avanço de exploração em terras indígenas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/11/febre-por-minerais-brasileiros-abre-porteira-para-avanco-de-exploracao-em-terras-indigenas/</link>
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					<pubDate>10 Nov 2025 10:32:20 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Lucas Berti]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Mineração, Ouro, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Terras Indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A Constituição brasileira proíbe o garimpo ilegal em terras indígenas sob qualquer circunstância. No entanto, uma crescente demanda global pelos mais variados minérios tem levado garimpeiros a invadir territórios protegidos a despeito do que estabelece a lei. Essa tendência acontece em meio a uma expansão generalizada: desde 2018, a área usada para a mineração de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A Constituição brasileira proíbe o garimpo ilegal em terras indígenas sob qualquer circunstância. No entanto, uma crescente demanda global pelos mais variados minérios tem levado garimpeiros a invadir territórios protegidos a despeito do que estabelece a lei. Essa tendência acontece em meio a uma expansão generalizada: desde 2018, a área usada para a mineração de ouro na Amazônia dobrou de tamanho — e, de 1985 para cá, cresceu 1.217%, com grande prevalência de pontos de produção ilegal. Enquanto isso, o valor do metal quase triplicou no mercado, atingindo um patamar recorde. Há pelo menos dois anos, o governo federal tem fechado o cerco aos garimpeiros ilegais, promovendo ações que desmantelam estruturas criminosas em terras indígenas. Segundo autoridades, na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, a maior do país, as operações já impuseram perdas de até R$ 500 milhões ao garimpo até a metade de outubro, reduzindo significativamente a área total afetada pela atividade. Já nas terras originárias dos Sararé, no Mato Grosso, e dos Munduruku, no Pará, as ações destruíram centenas de acampamentos, escavadeiras e depósitos que serviam para esconder equipamentos do garimpo e até mesmo armas utilizadas por organizações criminosas que operam nessas regiões. Tudo isso é parte de um extenso pacote que responde às crises humanitária e ambiental causadas pela mineração desenfreada em todo o Brasil. A prática leva o país a assistir a um aumento acelerado do desmatamento e da contaminação de rios pelo uso de mercúrio. Ao mesmo tempo, a violência associada à exploração mineral decola dentro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/febre-por-minerais-brasileiros-abre-porteira-para-avanco-de-exploracao-em-terras-indigenas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Garimpos na Amazônia estimulam tráfico sexual na fronteira com a Guiana</title>
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					<pubDate>20 Jun 2025 09:36:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Brasil, Guiana, Roraima e Venezuela]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>A pobreza e a falta de fiscalização nas fronteiras contribuem para o aliciamento de jovens para a exploração sexual em garimpos no Brasil e em países vizinhos como a Guiana.</p>
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							<![CDATA[BOA VISTA, Roraima — Após cruzar a fronteira de Lethem, na Guiana, um outdoor chama a atenção. A peça informa que o tráfico humano é um crime que deve ser denunciado. O alerta chocante quebra a sensação de tranquilidade das ruas repletas de lojas de produtos importados da China, muito procurados por comerciantes de Boa Vista. A fronteira, localizada em Bonfim, está a apenas 132 quilômetros da capital de Roraima. Separadas pelo Rio Tacutu, as cidades são facilmente acessíveis pela BR-401. Cruzei a fronteira sem passar por qualquer processo de fiscalização, apesar da presença de um posto da Polícia Federal na divisa. Ao longo de sete dias em Roraima, três fontes relataram que veículos de Boa Vista transportam por esta mesma fronteira, sem obstáculos, garotas aliciadas para exploração sexual em Lethem, onde existem bares que facilitam os encontros com garimpeiros da Guiana. No país vizinho, a prostituição é proibida e os garimpos são fiscalizados. Porém, fontes que pediram anonimato por razões de segurança disseram à Mongabay que a exploração sexual de jovens brasileiras e imigrantes, sobretudo venezuelanas, ocorre rotineiramente. Em geral, segundo as fontes, bares e outros ambientes frequentados por jovens em Boa Vista são alvos de aliciadoras a serviço de redes de crime organizado que têm investido fortemente em atividades de garimpo na Amazônia. Ao abordarem as vítimas com convites de viagens a trabalho e alta remuneração, elas usam roupas, joias e perfumes caros para atrair jovens pobres. O assédio também já foi observado nas imediações de escolas, comunidades&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/garimpos-na-amazonia-estimulam-trafico-sexual-na-fronteira-com-a-guiana/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia: garimpeiros ilegais driblam fiscalização contrabandeando ouro para a Venezuela</title>
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					<pubDate>26 Mai 2025 11:15:50 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Lei Ambiental, Mineração, Ouro e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2023, a Polícia Federal notou uma movimentação incomum no pequeno aeroporto de Santarém, no estado do Pará: venezuelanos aparentemente humildes comprando passagens caras de última hora e sempre pagando por bagagem extra. Em outubro, os agentes decidiram agir e prenderam um venezuelano tentando embarcar com 21 quilos de ouro escondidos em garrafas térmicas. Dois [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2023, a Polícia Federal notou uma movimentação incomum no pequeno aeroporto de Santarém, no estado do Pará: venezuelanos aparentemente humildes comprando passagens caras de última hora e sempre pagando por bagagem extra. Em outubro, os agentes decidiram agir e prenderam um venezuelano tentando embarcar com 21 quilos de ouro escondidos em garrafas térmicas. Dois meses depois, outra situação atípica chamou a atenção das autoridades: um homem carregando 47 kg de ouro sofreu uma tentativa de assalto em Manaus. Seu plano, frustrado pelo ataque, era enviar a carga em um jato particular. Depois que um juiz autorizou a quebrar dos sigilos fiscal e telefônico dos suspeitos, os agentes federais descobriram que esses dois episódios estavam conectados e faziam parte de um esquema muito maior para enviar ouro ilegal da Amazônia brasileira para a Venezuela e, possivelmente, para a Guiana. Isso era uma novidade para os investigadores e um sinal de que os comerciantes ilegais de ouro vinham se sofisticando à medida em que as autoridades brasileiras fechavam o cerco. Depois de quatro anos sob a administração do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-22), cujas políticas e retórica impulsionaram o garimpo ilegal, Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao poder atacando a ilegalidade em duas frentes. Por um lado, os agentes ambientais retomaram as operações em áreas dominadas pelo garimpo. De outro, novas medidas administrativas dificultaram o comércio de ouro ilegal. “Notamos muito claramente que houve uma reestruturação do setor”, disse Raoni Rajão, pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), à Mongabay.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/amazonia-garimpeiros-ilegais-driblam-fiscalizacao-contrabandeando-ouro-para-a-venezuela/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Garimpo ilegal se instala a 1 km da segunda maior árvore da Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Mai 2025 08:06:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental e Queimadas]]>
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							<![CDATA[<p>Desde 2019, pesquisadores têm utilizado laser e realizado incursões na Amazônia brasileira para identificar árvores gigantes, que se elevam muito acima do dossel da floresta. Além de serem um patrimônio natural e científico, essas árvores desempenham um papel importante como reguladoras do clima, abrigam diversas outras plantas e animais e podem revelar segredos sobre o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/garimpo-ilegal-se-instala-a-1-km-da-segunda-maior-arvore-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Garimpo ilegal se instala a 1 km da segunda maior árvore da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Desde 2019, pesquisadores têm utilizado laser e realizado incursões na Amazônia brasileira para identificar árvores gigantes, que se elevam muito acima do dossel da floresta. Além de serem um patrimônio natural e científico, essas árvores desempenham um papel importante como reguladoras do clima, abrigam diversas outras plantas e animais e podem revelar segredos sobre o passado da floresta tropical. A maior árvore conhecida na Amazônia até o momento é um angelim-vermelho (Dinizia excelsa) de 88,5 metros de altura, com idade estimada entre 400 e 600 anos – capaz de absorver tanto dióxido de carbono quanto 1 hectare da floresta ao seu redor, segundo os cientistas. Ela está localizada no estado do Pará, onde o governo designou uma unidade de conservação para proteger esse santuário de gigantes. No vizinho Amapá, no entanto, a espécie tem sofrido ameaças crescentes. O estado abriga seis árvores gigantes, incluindo a segunda maior da Amazônia, um angelim-vermelho de 85 metros localizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru, gerida pelo governo estadual. O status de proteção da área, no entanto, não impediu que garimpeiros ilegais operassem a 1 quilômetro desse tesouro amazônico. O Ministério Público do Amapá (MP-AP) fez o alerta no final de março. Em outubro de 2024, o órgão já havia recomendado ao governo estadual a proteção das árvores gigantes e a criação de áreas de preservação permanente em um raio de 1 quilômetro ao redor de cada espécime. &#8220;A resposta do governo ainda é vaga&#8221;, disse Marcelo Moreira, o promotor que escreveu&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/garimpo-ilegal-se-instala-a-1-km-da-segunda-maior-arvore-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Ouro Preto e seu patrimônio na mira das mineradoras</title>
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					<pubDate>22 Abr 2025 06:42:09 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Meghie Rodrigues]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Minas Gerais]]>
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							<![CDATA[Cerrado, Conservação, Garimpo e Mineração]]>
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							<![CDATA[<p>Ambientalistas e especialistas em patrimônio temem que Ouro Preto — primeira cidade brasileira nomeada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco — esteja com seu título com os dias contados por causa de projetos de mineração. No epicentro da questão está a comunidade de Botafogo, na entrada da cidade, primeiro local a sentir os impactos da [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/ouro-preto-e-seu-patrimonio-na-mira-das-mineradoras/" data-wpel-link="internal">Ouro Preto e seu patrimônio na mira das mineradoras</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Ambientalistas e especialistas em patrimônio temem que Ouro Preto — primeira cidade brasileira nomeada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco — esteja com seu título com os dias contados por causa de projetos de mineração. No epicentro da questão está a comunidade de Botafogo, na entrada da cidade, primeiro local a sentir os impactos da atividade minerária, que já começa a se concretizar no entorno. “A mineração quer destruir o berço de Ouro Preto”, diz a arqueóloga Alenice Baeta, que trabalhou no levantamento de patrimônio histórico da região no ano passado. Criado em fins do século 17, Botafogo é um dos primeiros povoamentos de Ouro Preto. O local abriga a Capela de Santo Amaro, considerada a segunda mais antiga de Minas Gerais, cujo registro de tombamento vem sendo analisado desde 2012 pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural e Natural de Ouro Preto (Compatri). Além da capela, há em Botafogo caminhos antigos e muros de pedra históricos bordejando igrejas, cemitérios, pontes, cavernas e cachoeiras — além do patrimônio imaterial, como festas religiosas. Como se trata de um levantamento preliminar, o conjunto ainda não tem reconhecimento oficial. “Mas não é porque não está mapeado pelo Iphan que o patrimônio não existe”, diz Ana Paula de Assis, professora adjunta do departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Impacto desconhecido Ao redor de Botafogo existem pelo menos sete empreendimentos minerários cujos processos de licenciamento e pesquisa de ferro e manganês seguem a todo vapor. São projetos pertencentes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/ouro-preto-e-seu-patrimonio-na-mira-das-mineradoras/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Jovens Yanomami recorrem a drones para vigiar seu território amazônico</title>
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					<pubDate>16 Abr 2025 14:21:17 +0000</pubDate>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soluções e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Na Terra Indígena Yanomami, a maior do Brasil, os líderes acreditam nas habilidades dos jovens para manter o legado de seus antepassados e garantir o futuro de um território cuja extensão equivale quase ao tamanho de Portugal.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/jovens-yanomami-recorrem-a-drones-para-vigiar-seu-territorio-amazonico/" data-wpel-link="internal">Jovens Yanomami recorrem a drones para vigiar seu território amazônico</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Quando garimpeiros ilegais começaram a invadir suas terras, há sete anos, muitos indígenas Yanomami se sentiram impotentes. Como vigiar um território quase do tamanho de Portugal, numa região remota da Amazônia, sem polícia, aviões ou tecnologia? Cerca de 20 mil homens invadiram a Terra Indígena (TI) Yanomami em busca de ouro e cassiterita, causando uma grave crise humanitária e ecológica. Os Yanomami fizeram diversos apelos ao governo federal. No entanto, o país estava sob o comando do presidente Jair Bolsonaro entre 2019 e 2022, que apoia mineração em terras indígenas, mesmo que essa atividade seja proibida em qualquer circunstância pela Constituição brasileira. O ex-presidente e sua equipe paralisaram todos os esforços para expulsar os invasores da TI Yanomami. Desamparados na maior terra indígena do país, em uma região remota que de fronteira com a Venezuela, os Yanomami concluíram que estavam sozinhos para proteger seu território. Em razão disso, em 2022, a Hutukara Associação Yanomami (HAY) buscou parcerias para implementar e organizar um projeto de capacitação de jovens para o uso de drones. Maurício Ye&#8217;kwana, diretor da HAY, começou a desenvolver o projeto em 2021, como participante da cúpula climática COP26, em Glasgow. Na ocasião, ele entrou em contato com financiadores europeus que decidiram apoiar a iniciativa de formação através da organização humanitária internacional CAFOD. Os 32.212 Yanomami e Ye&#8217;kwana, um grupo étnico que compartilha o território, não poderiam vigiar cerca de 10 milhões de hectares a pé e em canoas, mas com drones eles podem enxergar um pouco mais longe.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/jovens-yanomami-recorrem-a-drones-para-vigiar-seu-territorio-amazonico/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Repressão à mineração ilegal na Terra Indígena Munduruku mostra sucesso, mas temores persistem</title>
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					<pubDate>01 Abr 2025 16:03:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Pará]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Indígenas, Índios, Mineração, Ouro, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Terras Indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Na Amazônia, a operação para remover garimpeiros ilegais da Terra Indígena Munduruku, no Pará, resultou, até o momento, em uma redução nas atividades de mineração, conforme informado por autoridades governamentais e organizações Munduruku. No entanto, pequenos grupos de garimpeiros ilegais ainda permanecem, levantando temores entre os moradores de que a mineração seja retomada assim que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/repressao-a-mineracao-ilegal-na-terra-indigena-munduruku-apresenta-sucesso-mas-temores-persistem/" data-wpel-link="internal">Repressão à mineração ilegal na Terra Indígena Munduruku mostra sucesso, mas temores persistem</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Esta é a primeira parte de uma série sobre a operação de expulsão de garimpeiros ilegais da Terra Indígena Munduruku. As partes dois, três, quatro e cinco serão publicadas em breve. Na Amazônia, a operação para remover garimpeiros ilegais da Terra Indígena Munduruku, no Pará, resultou, até o momento, em uma redução nas atividades de mineração, conforme informado por autoridades governamentais e organizações Munduruku. No entanto, pequenos grupos de garimpeiros ilegais ainda permanecem, levantando temores entre os moradores de que a mineração seja retomada assim que as forças de segurança se retirarem. “A primeira fase da operação já terminou, mas temos medo de que os garimpeiros não indígenas retornem. Mas graças a Deus, com essa operação, a entrada de garimpeiros não indígenas diminuiu consideravelmente”, disse à Mongabay João Kaba Munduruku, coordenador da Associação Indígena Pusuro, organização que apoia sete aldeias Munduruku da região do Médio Tapajós. Desde o início da Operação de Remoção da Terra Indígena Munduruku (OD-TIMU), em novembro de 2024, agentes do governo realizaram 523 ações, destruindo 90 acampamentos, 15 embarcações, 27 máquinas pesadas e 224 motores. O esforço coordenado do governo, que envolve o Exército, a Polícia Federal, o Ibama, a Funai e outras entidades, causou prejuízos de R$ 112,3 milhões aos criminosos. Crianças Munduruku brincando na Terra Indígena Sawré Muybu. Foto: Júlia Mente/Greenpeace. Indígena Munduruku no Rio Tapajós, próximo à Terra Indígena Sawré Muybu. Foto: Valdemir Cunha/Greenpeace. Outros aspectos da operação, como a escala de redução, não foram divulgados à Mongabay. O Ministério Público Federal no&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/repressao-a-mineracao-ilegal-na-terra-indigena-munduruku-apresenta-sucesso-mas-temores-persistem/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Governo federal começa retirar garimpeiros ilegais das terras Munduruku</title>
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					<pubDate>12 Nov 2024 16:52:55 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Demarcação Territorial, Garimpo, Indígenas, Índios, Mineração, Povos indígenas, Povos Tradicionais e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Após anos postergando a proteção do povo indígena Munduruku contra o garimpo ilegal de ouro e o uso de mercúrio, que dizima a bacia do Rio Tapajós, o governo federal iniciou a retirada dos garimpeiros da Terra Indígena Munduruku, no Pará. A operação envolve diversos órgãos federais, do Ministério da Defesa à Funai (Fundação Nacional [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Após anos postergando a proteção do povo indígena Munduruku contra o garimpo ilegal de ouro e o uso de mercúrio, que dizima a bacia do Rio Tapajós, o governo federal iniciou a retirada dos garimpeiros da Terra Indígena Munduruku, no Pará. A operação envolve diversos órgãos federais, do Ministério da Defesa à Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas). Os Munduruku e seu território ancestral na floresta amazônica enfrentam garimpeiros ilegais há décadas. Quando o garimpo usa mercúrio para extrair ouro do minério, a substância tóxica flui rio abaixo, afetando comunidades que bebem a água e consomem seus peixes. Estudos detectaram a presença desse metal pesado em corpos humanos, de bebês a idosos. O mercúrio afeta o sistema nervoso central, causando danos cerebrais e deformidades, atravessando a barreira placentária para chegar ao feto. A Terra Indígena Munduruku foi homologada há duas décadas, mas os garimpeiros continuavam invadindo. Apesar de uma ordem do Supremo Tribunal Federal de 2020 para que o governo federal os expulsasse da dessa terra indígena e de outras “mais críticas” (com um novo pedido feito em 2023), muito pouco foi feito até agora. Além do STF, o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Pará vêm solicitando a retirada dos garimpeiros ilegais do território Munduruku há anos. Medindo 2,4 milhões de hectares, a TI Munduruku é a segunda maior área de garimpo ilegal em qualquer terra indígena no Brasil e abriga 6.500 pessoas. “As comunidades [indígenas] estão exigindo ação”, diz Thaís Medeiros da Costa, procuradora federal do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/governo-federal-comeca-retirar-garimpeiros-ilegais-das-terras-munduruku/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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