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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Moradores relatam doenças em área contaminada por petróleo no litoral de SP</title>
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					<pubDate>10 Jul 2026 07:15:37 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Leandro Barbosa]]>
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							<![CDATA[<p>SÃO SEBASTIÃO, SP – Em frente à casa onde vive há décadas, no bairro Itatinga, em São Sebastião, Cosma da Silva aponta para diferentes imóveis da vizinhança enquanto enumera uma sequência de casos de câncer. &#8220;Tem uma mulher ali com câncer. Outra naquele prédio também. Outra morreu ali [aponta]. O pessoal dessa área só morre [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[SÃO SEBASTIÃO, SP – Em frente à casa onde vive há décadas, no bairro Itatinga, em São Sebastião, Cosma da Silva aponta para diferentes imóveis da vizinhança enquanto enumera uma sequência de casos de câncer. &#8220;Tem uma mulher ali com câncer. Outra naquele prédio também. Outra morreu ali [aponta]. O pessoal dessa área só morre de câncer.&#8221;. Aos olhos de Cosma, o adoecimento faz parte da paisagem do bairro. E ela própria inclui sua família nesta conta. Seu marido, Paulo José da Silva, morreu aos 51 anos, devido a um tumor cerebral. Ela própria enfrenta problemas de saúde e passou recentemente por uma cirurgia para a retirada de um nódulo. Enquanto tenta lidar com as consequências do tratamento –- uma ferida que arde e coça ao lado do peito —, ela continua observando uma sucessão de casos de adoecimento entre parentes, vizinhos e conhecidos. A relação entre esses casos e a contaminação ambiental que marcou a história do Itatinga nunca foi comprovada. Mas também nunca foi investigada da forma que os moradores esperavam. A área onde parte da comunidade foi construída foi utilizada, entre as décadas de 1970 e 1980, para o descarte de borra oleosa associada à atividade petrolífera. Anos depois, o terreno foi ocupado por moradias. Investigações ambientais conduzidas por órgãos públicos identificaram a presença de contaminantes derivados do petróleo no solo e nas águas subterrâneas da região. Ao longo de quase vinte anos, documentos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), do Ministério Público Estadual&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/moradores-relatam-doencas-em-area-contaminada-por-petroleo-no-litoral-de-sp/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Plano da Petrobras exclui resgate de peixes-bois na nova fronteira do petróleo</title>
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					<pubDate>18 Jun 2026 15:39:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Em outubro de 2025, a Petrobras começou a perfurar o fundo do mar na região onde o Rio Amazonas deságua no Oceano Atlântico, após um longo e controverso processo de licenciamento ambiental. No centro do debate estavam as preocupações com a fauna única que habita a costa do Amapá e do Pará, bem como as [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em outubro de 2025, a Petrobras começou a perfurar o fundo do mar na região onde o Rio Amazonas deságua no Oceano Atlântico, após um longo e controverso processo de licenciamento ambiental. No centro do debate estavam as preocupações com a fauna única que habita a costa do Amapá e do Pará, bem como as dúvidas sobre a capacidade da empresa de resgatar os animais em caso de derramamento de óleo. Entre as potenciais vítimas estão aves marinhas, tartarugas e os recifes de coral descobertos recentemente na costa amazônica. Um mamífero marinho ameaçado de extinção, no entanto, causa especial preocupação devido aos desafios envolvidos em um possível resgate: o peixe-boi-marinho (Trichechus manatus), espécie que pode atingir cerca de 3,5 metros de comprimento e pesar, em média, 700 quilos; alguns indivíduos chegam a 1.600 quilos. “Manejar e transportar animais com essa massa exige logística complexa e equipamentos de grande porte”, afirmou a bióloga marinha Fábia de Oliveira Luna, coordenadora do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. Com uma população estimada em e uma taxa reprodutiva de um filhote a cada quatro anos, “cada indivíduo removido prejudica a manutenção da população”, disse Luna à Mongabay. Segundo cientistas, o projeto petrolífero também coloca em risco um código genético único, compartilhado apenas pelos animais dessa região e resultado do cruzamento entre o peixe-boi-marinho e seu parente de água doce, o peixe-boi-da-amazônia (Trichechus inunguis). O peixe-boi-marinho ocorre em toda a região do Caribe e está&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/plano-da-petrobras-exclui-resgate-de-peixes-bois-na-nova-fronteira-do-petroleo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Armazenamento de carbono no oceano: entre novos investimentos e antigas preocupações</title>
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					<pubDate>30 Set 2025 12:57:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do México ou no Sudeste Asiático. Muitas dessas iniciativas já são financiadas por governos locais. A prática consiste na captura do carbono (em geral, obtido diretamente de indústrias poluidoras, como a do cimento e as metalúrgicas, por exemplo) e em sua transformação em CO2 supercrítico – ou seja, quando está acima da sua temperatura e pressão críticas, sendo “otimizado” para a manipulação. Após esse processo, o produto é levado por navios ou gasodutos até uma estrutura localizada no oceano. Ao chegar lá, o CO2 é injetado em um poço inativo, que em seguida é “lacrado”. “Essas mesmas formações [geológicas] armazenaram petróleo e gás por milhões de anos até serem perfuradas. Por esse motivo, sabemos que o CO2 pode ser depositado de forma permanente e na mesma escala de tempo. Temos dados detalhados e uma compreensão sólida sobre a geologia desses poços e o quanto eles podem armazenar”, disse Chris Consoli, especialista em armazenamento do Global CCS Institute. No entanto, essa proposta de solução climática, que pretende pegar carona na infraestrutura já existente dos combustíveis fósseis, é vista por críticos como uma justificativa para que esse modelo siga sendo explorado, usando métodos pouco eficientes e com histórico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/armazenamento-de-carbono-no-oceano-entre-novos-investimentos-e-antigas-preocupacoes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil aposta na macaúba para produzir diesel renovável e combustível para aviação</title>
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					<pubDate>11 Jul 2025 07:01:38 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>A macaúba, também conhecida como coco-de-espinho (Acrocomia aculeata), é uma palmeira que está presente em todas as Américas. Agora, uma iniciativa do governo federal para incentivar a descarbonização dos setores de transporte e aviação levou várias empresas a se interessarem pelo seu uso como matéria-prima para a produção de biocombustíveis líquidos e combustível sustentável para [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A macaúba, também conhecida como coco-de-espinho (Acrocomia aculeata), é uma palmeira que está presente em todas as Américas. Agora, uma iniciativa do governo federal para incentivar a descarbonização dos setores de transporte e aviação levou várias empresas a se interessarem pelo seu uso como matéria-prima para a produção de biocombustíveis líquidos e combustível sustentável para a aviação (SAF) no Brasil. No papel, a macaúba parece ser uma planta milagrosa: ela se dá bem em terras degradadas e improdutivas, sem competir com cultivos para alimentação e sem causar mais desmatamento; nos testes, rende de oito a dez vezes mais do que a soja, dependendo da fonte da informação. A soja já é usada para abastecer o vasto setor de biocombustíveis do Brasil mas, assim como a cana-de-açúcar, está ligada a danos ambientais como desmatamento e emissões de CO2, além de problemas de justiça ambiental. De acordo com os proponentes da ideia, a macaúba promete evitar esses problemas, e já é apelidada de “ouro verde” e “óleo de palma amigo da floresta”. Mas existem também riscos ambientais e financeiros significativos, dizem os críticos. A propaganda em torno da macaúba se assemelha muito à onda criada em torno do pinhão-manso, uma suposta fonte de biocombustível apoiada por investidores e empreendedores, cuja história serve de alerta. Nos anos 2000, o pinhã0-manso (Jatropha curcas) – também considerado uma espécie de “ouro verde” – preenchia muitos dos mesmos requisitos que a macaúba, e sua ascensão gerou dezenas de projetos de plantio para geração de energia nas regiões tropicais. No entanto, esses&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/brazil-aposta-na-macauba-para-produzir-diesel-renovavel-e-combustivel-para-aviacao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mega-expedição confirma: a Antártica está derretendo – e o Brasil já sofre os impactos</title>
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					<pubDate>07 Mar 2025 08:06:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Água, Alterações Climáticas, Carbono, Combustíveis Fósseis, Conservação, Desastres ambientais, Dióxido de Carbono, Enchentes, Gases de Efeito Estufa, Poluição, Recursos hídricos, Resiliência climática e Seca]]>
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							<![CDATA[<p>Onde antes só se via o branco da neve e do gelo agora aparece o verde dos musgos e das gramíneas. Em busca de lugares mais frios, peixes e pinguins migram para o sul. E até mesmo a chuva, até pouco tempo impensável nesta parte do planeta, agora tem dado as caras. Estes são apenas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/mega-expedicao-confirma-a-antartica-esta-derretendo-e-o-brasil-ja-sofre-os-impactos/" data-wpel-link="internal">Mega-expedição confirma: a Antártica está derretendo – e o Brasil já sofre os impactos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Onde antes só se via o branco da neve e do gelo agora aparece o verde dos musgos e das gramíneas. Em busca de lugares mais frios, peixes e pinguins migram para o sul. E até mesmo a chuva, até pouco tempo impensável nesta parte do planeta, agora tem dado as caras. Estes são apenas alguns dos sinais de que a temperatura está aumentando em partes da Antártica, e rapidamente. “O que mais me chama atenção é o recuo das geleiras, e na frente delas cada vez menos neve, com o solo sendo ocupado por novos organismos”, diz Jefferson Cardia Simões, do Centro Polar e Climático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). “Isso chama bastante a atenção, porque são mudanças que tu vê a olho nu”. Professor de Geografia Polar, Simões visita a Antártica periodicamente desde 1990, em um total de 27 expedições científicas. A última, coordenada por ele, ocorreu entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, e já é conhecida como a maior circum-navegação polar já realizada. A equipe formada por 61 pesquisadores de sete países percorreu 29 mil quilômetros, o equivalente a mais de cinco vezes a distância entre o Oiapoque, no Amapá, e o Chuí, no Rio Grande do Sul. A equipe passou 70 dias a bordo de um quebra-gelo russo, embarcação que consegue passar com segurança no meio do mar congelado. Foto: Anderson Astor e Marcelo Curia / ICCE. A viagem de 70 dias foi a bordo de um quebra-gelo russo, navio&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/mega-expedicao-confirma-a-antartica-esta-derretendo-e-o-brasil-ja-sofre-os-impactos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como crianças e adolescentes brasileiros enfrentam a emergência climática</title>
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					<pubDate>04 Mar 2024 07:49:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Beatriz Jucá e Leandro Barbosa]]>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Combustíveis Fósseis, Conservação, Desmatamento, Doenças, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Oceanos, Política Ambiental, Saneamento e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>A emergência climática tem afetado o desenvolvimento e violado direitos de crianças e adolescentes no mundo e no Brasil. Secas extremas prolongadas dificultam o acesso à água e prejudicam a alimentação, junto com as queimadas. Chuvas excessivas e outros desastres desabrigam, forçam deslocamentos, cancelam aulas. Poluição, ondas de calor e inundações geram doenças. Quase todos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/como-criancas-e-adolescentes-brasileiros-enfrentam-a-emergencia-climatica/" data-wpel-link="internal">Como crianças e adolescentes brasileiros enfrentam a emergência climática</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A emergência climática tem afetado o desenvolvimento e violado direitos de crianças e adolescentes no mundo e no Brasil. Secas extremas prolongadas dificultam o acesso à água e prejudicam a alimentação, junto com as queimadas. Chuvas excessivas e outros desastres desabrigam, forçam deslocamentos, cancelam aulas. Poluição, ondas de calor e inundações geram doenças. Quase todos os meninos e meninas do planeta estão expostos a pelo menos um risco climático e ambiental, segundo um relatório publicado em 2021 pelo Unicef, fundo criado pela ONU para promover os direitos e o bem-estar de crianças e adolescentes em todo o mundo. Passa de 2 bilhões o número de crianças e adolescentes com menos de 18 anos expostos a mais de um risco, choque ou estresse climático/ambiental, conforme o documento. O Brasil está no centro do problema. Mais de 40 milhões de crianças e adolescentes – 60% do total de brasileiros – desta faixa etária estão expostos a mais de um dos riscos analisados no estudo do Unicef. A Mongabay ouviu jovens de diferentes regiões do país para entender como eles têm enfrentado a crise climática que já afeta suas rotinas e viola seus direitos no presente. Darley Ferreira, de 18 anos, diz que foi inesperado ver os rios amazônicos sem água em 2023, ano em que a Amazônia enfrentou a pior seca já registrada. O Rio Arapiuns, que passa pela comunidade São Marcos, onde ele vive, na região do Baixo Tapajós, oeste paraense, secou. E a logística para se deslocar até a comunidade&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/como-criancas-e-adolescentes-brasileiros-enfrentam-a-emergencia-climatica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Praias cada vez mais quentes: extremos climáticos disparam na costa brasileira</title>
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					<pubDate>07 Ago 2023 06:21:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Luís Patriani]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Combustíveis Fósseis, Conservação, Desmatamento, Doenças, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Oceanos, Política Ambiental, Saneamento e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Analisando os padrões de temperatura nos últimos 40 anos em cinco pontos do litoral brasileiro, cientistas confirmaram os impactos do aquecimento global no país: verões mais quentes, mais ondas de calor e maior amplitude térmica ao longo do dia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/08/praias-cada-vez-mais-quentes-extremos-climaticos-disparam-na-costa-brasileira/" data-wpel-link="internal">Praias cada vez mais quentes: extremos climáticos disparam na costa brasileira</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Divulgado em fevereiro de 2022, o último relatório elaborado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) reafirmou como a emissão de gases de efeito estufa estão aumentando a frequência e a intensidade de temperaturas extremas ao redor do planeta. De acordo com o relatório, a cada 1 °C a mais na temperatura média global é esperado um agravamento desses fenômenos, responsáveis por secas, inundações, fome e morte de inúmeras pessoas, animais e plantas. As previsões indicam um acréscimo médio de 1,5 °C nos termômetros em relação à era pré-industrial até 2030, mesmo em um cenário otimista de menor emissão de carbono. Mas como especificar o que é um “extremo” de temperatura em um país imenso como o Brasil e com clima tão diverso, e identificar padrões destes extremos para entender seus efeitos em diferentes regiões? É o que respondeu o estudo inédito feito por pesquisadores do Instituto do Mar da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que avaliou os padrões dos extremos de temperatura no litoral brasileiro, com impactos medidos em termos de ocorrências (dias em que um extremo aconteceu) e de eventos (dias seguidos da ocorrência de extremos, caracterizando uma onda). O trabalho se debruçou nos dados de temperatura do ar levantados a cada hora do dia ao longo dos últimos 40 anos em cinco regiões costeiras do país: São Luís (MA), Natal (RN), São Mateus (ES), Iguape (SP) e Rio Grande (RS). Praia em Ilha Comprida, próxima a Iguape (SP). Foto: Prefeitura de Ilha&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/08/praias-cada-vez-mais-quentes-extremos-climaticos-disparam-na-costa-brasileira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Como o derretimento da neve no Tibete pode estar conectado ao desmatamento da Amazônia</title>
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					<pubDate>08 Mai 2023 07:33:41 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Claire Asher]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Queimadas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um estudo recente analisou 40 anos de medições de temperatura do ar em mais de 65 mil locais ao redor do mundo para investigar como as mudanças em uma região se propagam através do sistema climático, afetando as temperaturas em outras partes do globo.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/como-o-derretimento-da-neve-no-tibete-pode-estar-conectado-ao-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Como o derretimento da neve no Tibete pode estar conectado ao desmatamento da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Há um ditado recente, que se tornou popular entre os cientistas climáticos: &#8220;O que acontece no Ártico não fica no Ártico&#8220;. Agora, novas pesquisas acrescentam ao nosso entendimento que, da mesma forma, o que acontece na Floresta Amazônica não fica na Floresta Amazônica. Há cerca de um mês, pesquisadores informaram na revista Nature Climate Change que o desmatamento na Floresta Amazônica pode ter efeitos colaterais para o clima em regiões distantes, potencialmente pressionando elementos-chave do sistema climático global &#8211; no Planalto Tibetano e na camada de gelo da Antártica Ocidental &#8211; em direção a pontos de ruptura climática que podem ser catastróficos para a humanidade e para a biodiversidade de nosso planeta. O clima da Terra é controlado por uma complexa rede de interações entre sua atmosfera, oceanos, solos, gelo e biosfera. Os cientistas identificaram que as ações da humanidade estão atualmente levando elementos deste sistema a limites extremos, ou inclusive a pontos de inflexão, para além dos quais as mudanças se tornariam autossuficientes – fazendo com que todo o sistema terrestre se transforme em um novo estado possivelmente hostil à vida em suas formas atuais. &#8220;Os componentes do sistema Terra que têm um limiar crítico além do qual um sistema se reorganiza são chamados de elementos de ruptura&#8221;, explica o coautor do estudo Jingfang Fan, um cientista do sistema terrestre da Universidade Normal de Pequim, na China, e do Instituto Potsdam para Pesquisa de Impacto Climático (PIK), na Alemanha. Estes elementos de ruptura incluem o bioma Amazônia, as placas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/como-o-derretimento-da-neve-no-tibete-pode-estar-conectado-ao-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Terra Indígena no Acre é freio para o desmatamento e pode começar a gerar créditos de carbono</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/09/terra-indigena-no-acre-e-freio-para-o-desmatamento-e-pode-comecar-a-gerar-creditos-de-carbono/</link>
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					<pubDate>09 Set 2021 06:09:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Queimadas, Recursos hídricos e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Estudo da Embrapa diz que até 2025 os Puyanawa deixarão de emitir cerca de 6,4 mil toneladas de gás carbônico por ano - equivalente a R$ 200 mil por ano.  </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/09/terra-indigena-no-acre-e-freio-para-o-desmatamento-e-pode-comecar-a-gerar-creditos-de-carbono/" data-wpel-link="internal">Terra Indígena no Acre é freio para o desmatamento e pode começar a gerar créditos de carbono</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“Acredito que quem comprava suco de graviola não vai mais comprar. Os que compravam suco de acerola não vão mais comprar, porque agora têm no seu próprio quintal”, conta José Marcondes Puyanawa, da Terra Indígena Poyanawa, situada na margem direita do Rio Moa — curso de água no Acre que leva os peixes até afluentes e igarapés território adentro, contribuindo com a segurança alimentar das aldeias Barão do Rio Branco e Ipiranga. A recomposição de áreas degradadas — como a mata ciliar para proteger as águas —, a promoção de roçados e atividades agrícolas preferencialmente em áreas já alteradas e o fortalecimento de quintais agroflorestais são práticas crescentes entre os Puyanawa. A participação organizada de lideranças comunitárias, instituições governamentais e ONGs tem contribuído para potencializar o uso da terra e aproveitar de forma sustentável os recursos da floresta. Estudo recente da Embrapa constatou que essas boas práticas têm evitado o desmatamento e concluiu que a TI Poyanawa tem potencial para gerar créditos de carbono. Segundo cálculo do estudo, até 2025 deixarão de ser emitidas no território uma média de 6,4 mil toneladas de gás carbônico por ano. Considerando o mercado mundial de créditos de carbono, os pesquisadores estimam que cada tonelada de CO2 evitada pode valer cerca de 6 dólares. Na conjuntura atual, esses serviços ambientais equivaleriam a aproximadamente R$ 200 mil por ano. “Hoje tem uma demanda mundial por crédito de carbono e não tem a oferta. E o carbono indígena é diferente porque é um carbono social”, diz o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/09/terra-indigena-no-acre-e-freio-para-o-desmatamento-e-pode-comecar-a-gerar-creditos-de-carbono/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>El Niño causou a morte de 2,5 bilhões de árvores em apenas 1% da Amazônia</title>
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					<pubDate>25 Ago 2021 19:51:05 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Nicolás Bustamante Hernández]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Combustíveis Fósseis, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Queimadas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>De acordo com os autores, a redução florestal fez com que um dos maiores sumidouros de carbono do mundo gerasse quase 500 milhões de toneladas de emissões de CO2, uma quantidade maior do que as emissões anuais de países desenvolvidos como o Reino Unido e a Austrália.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/08/el-nino-causou-a-morte-de-25-bilhoes-de-arvores-em-apenas-1-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">El Niño causou a morte de 2,5 bilhões de árvores em apenas 1% da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A grande seca e os incêndios florestais pelos quais a Amazônia passou nos últimos anos causaram a morte de 2,5 bilhões de árvores e cipós na bacia do Baixo Tapajós, uma das regiões mais ricas biologicamente da Amazônia e lar de um grande número de grupos indígenas e comunidades ribeirinhas. Esta catástrofe ecológica é consequência de um período especialmente intenso de El Niño entre 2015 e 2016. El Niño é um fenômeno climático associado ao aquecimento das correntes do Oceano Pacífico que tem uma influência global sobre o clima. O resultado da mortandade de árvores não é apenas evidente na paisagem, e seus efeitos foram agora quantificados em termos de emissões de gases de efeito estufa num estudo recente. O Baixo Tapajós é uma área de 6,5 milhões de hectares no oeste do Pará constituída por um misto de florestas virgens e trechos alterados pelo homem, que sofre grande pressão por parte da expansão agrícola, da mineração e da expansão madeireira. Durante o El Niño de 2015-2016, foi o epicentro de anomalias climáticas na Amazônia, daí a razão de ter sido o objeto deste estudo. A perda considerável de árvores e cipós ocorreu durante um aumento de 1,5 a 2 graus Celsius nas temperaturas em relação àquelas observadas durante períodos anteriores do El Niño. Ao mesmo tempo, a intensidade da estação seca, medida pelo déficit de água, foi a maior do registro histórico de 19 anos incluído no estudo. De acordo com os pesquisadores, o episódio transformou essa região, que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/08/el-nino-causou-a-morte-de-25-bilhoes-de-arvores-em-apenas-1-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Mudanças climáticas ameaçam comunidades extrativistas da Amazônia</title>
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					<pubDate>12 Ago 2021 06:03:26 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Lei Ambiental, Pecuária, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Produtos da Floresta, Queimadas, Recursos hídricos, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>“A gente mora aqui no Pará e uma das grandes produções que a gente tem é o açaí, e ultimamente a gente tem tido uma perda muito grande por essa questão da temperatura”, diz Ladilson Amaral, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR). “A gente percebe que o açaizal já vai começando [&#8230;]</p>
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]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“A gente mora aqui no Pará e uma das grandes produções que a gente tem é o açaí, e ultimamente a gente tem tido uma perda muito grande por essa questão da temperatura”, diz Ladilson Amaral, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR). “A gente percebe que o açaizal já vai começando a mudar, começa a ficar enfraquecido, não consegue dar mais fruta e acaba morrendo”. Nos últimos tempos, Ladilson tem notado também a diminuição das castanheiras, as gigantes que se destacam na mata pela altura – de 30 a 50 metros – e pela importância econômica que têm para os povos da floresta, incluindo os moradores do Assentamento Agroextrativista Eixo Forte, onde o agricultor vive, próximo do núcleo urbano de Santarém. “Com a temperatura, muitas castanheiras estão morrendo mesmo dentro da natureza, assim como o açaizeiro”. Os povos tradicionais da Amazônia já vêm sentindo na prática o que alerta o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), lançado nesta segunda-feira (09/08): o aumento na temperatura média global é uma realidade, e está se intensificando, com impactos talvez irreversíveis na biodiversidade e no equilíbrio da maior floresta tropical do planeta – e, consequentemente, na vida daqueles que tiram dela seu sustento. Uma pesquisa realizada por cientistas de cinco universidades públicas brasileiras tratou de quantificar esses impactos analisando 18 das principais espécies vegetais utilizadas para a subsistência em 56 Reservas Extrativistas (Resex) da Amazônia brasileira. O estudo concluiu que as mudanças climáticas previstas para os próximos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/08/mudancas-climaticas-ameacam-comunidades-extrativistas-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Quanto maior a fazenda, pior o impacto climático na Amazônia</title>
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					<pubDate>18 Jun 2021 16:31:32 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Claire Asher]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Queimadas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Análise de 20 anos de dados de satélites mostra diferenças significativas de temperatura em terras agrícolas no sul da Amazônia, dependendo do tamanho da propriedade.  </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/06/quanto-maior-a-fazenda-pior-o-impacto-climatico-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Quanto maior a fazenda, pior o impacto climático na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma análise de 20 anos de dados de satélites mostra diferenças significativas de temperatura em terras agrícolas no sul da Amazônia, sendo que as propriedades comerciais desmatadas extensivamente são até 3 °C mais quentes do que as florestas adjacentes, e as propriedades rurais menores são até 1,85 °C mais quentes do que as florestas. A perda de vegetação reduz a evaporação da água das plantas para a atmosfera, um processo responsável por 50% das chuvas na Amazônia. Fazendas de produção de commodities em larga escala tiveram grandes reduções dessa chuva “convectiva”, reduções que não foram observadas na atmosfera de propriedades rurais menores. Especialistas há muito alertam que as mudanças nos padrões de chuva provocadas pelo desmatamento na Amazônia poderiam levar o bioma inteiro a uma transição inevitável para uma savana degradada, com grandes consequências indiretas para o clima global. Práticas de manejo que tentam equilibrar a produtividade com a manutenção de serviços ecossistêmicos essenciais como a ciclagem da água serão cruciais para preservar as florestas remanescentes da Amazônia, dizem os autores do estudo, mas os proprietários comerciais precisarão de grandes incentivos para mudar suas práticas. O desmatamento para o plantio de commodities em grande escala no sul da Amazônia brasileira é associado a três vezes mais aquecimento superficial do que a agricultura em pequena escala, de acordo com um estudo publicado no começo do ano. Para investigar como as diferentes práticas de uso do solo afetam o clima local e os padrões climáticos, uma equipe internacional de pesquisadores, liderada por&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/06/quanto-maior-a-fazenda-pior-o-impacto-climatico-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>A Amazônia está cada vez mais perto de se tornar savana – e soluções permanecem incertas</title>
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					<pubDate>27 Mai 2021 06:05:33 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Queimadas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Se a Amazônia perder 3 a 8% a mais de sua cobertura florestal, alertam pesquisadores, pode passar do ponto irreversível de se tornar uma savana degradada. No resto do Brasil, isso poderá se traduzir em secas de imensas proporções. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/05/a-amazonia-esta-cada-vez-mais-perto-de-se-tornar-savana-e-solucoes-permanecem-incertas/" data-wpel-link="internal">A Amazônia está cada vez mais perto de se tornar savana – e soluções permanecem incertas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Quando um enxame de abelhas atacou Acrísio dos Reis, algo mudou dentro dele. “A natureza estava se virando contra mim, ia acabar me mandando para debaixo da terra”, lembrou, enquanto falava por telefone com a Mongabay, de sua pequena propriedade rural no norte de Mato Grosso. O ataque das abelhas se abateu sobre Acrísio enquanto ele dirigia um trator no meio da floresta, derrubando dezenas de árvores – um processo de limpeza de campo que ele realizou por 25 anos. Mas aquela manhã, em particular, marcou uma mudança radical: pela primeira vez, ele percebeu os verdadeiros danos do desmatamento. Hoje, depois de parar de derrubar árvores, Acrísio administra um negócio familiar sustentável de agrofloresta em Canabrava do Norte (MT). Alarmado, ele identifica os impactos cada vez maiores das mudanças climáticas na região, com a redução dos níveis de água e o aumento da temperatura. Pesquisadores confirmam sua observação: o clima da Bacia Amazônica já está se transformando devido ao desmatamento e aos incêndios na região, combinados com o aquecimento global, o que resulta em muito menos chuva, temperaturas mais elevadas e uma estação seca mais longa no limite sul da Floresta Amazônica. Acrísio e pesquisadores acreditam que estão testemunhando os primeiros sinais de um ponto de inflexão talvez irreversível para a Amazônia, em que a floresta começa a se tornar algo mais parecido com uma savana. A notícia é ruim para todos: para lavouras como a de Acrísio, para a fauna e a vegetação, e para populações urbanas no Centro-Sul&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/05/a-amazonia-esta-cada-vez-mais-perto-de-se-tornar-savana-e-solucoes-permanecem-incertas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Pesquisadores desenvolvem modelo de alerta que prevê seca na Amazônia com 18 meses de antecedência</title>
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					<pubDate>15 Out 2020 08:03:30 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Jennifer Ann Thomas]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Queimadas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A partir do modelo desenvolvido, cientistas conseguiram antecipar seis entre os sete principais eventos de seca desde a década de 80. Com as informações, agricultores e comunidades tradicionais amazônicas poderão se planejar e sofrer menos com a interferência do clima.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/pesquisadores-desenvolvem-modelo-de-alerta-que-preve-seca-na-amazonia-com-18-meses-de-antecedencia/" data-wpel-link="internal">Pesquisadores desenvolvem modelo de alerta que prevê seca na Amazônia com 18 meses de antecedência</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Pela primeira vez, pesquisadores desenvolveram um modelo capaz de antecipar os períodos de seca na Amazônia com até 18 meses de antecedência. O estudo foi conduzido por cientistas do Instituto Potsdam de Pesquisas sobre o Impacto Climático (PIK), na Alemanha, como parte do projeto TiPES, liderado pela física Catrin Ciemer, e publicado no periódico Environmental Research Letters. O modelo foi desenvolvido com base em análises da temperatura de superfície do Oceano Atlântico. Como na natureza tudo está interligado, a relação entre a umidade dos oceanos e o regime de chuvas na Amazônia faz parte da engrenagem intrínseca aos biomas. Qualquer variação na temperatura, como resultado do aquecimento global, é suficiente para desencadear uma série de consequências. Segundo o físico e coautor do estudo, Niklas Boers, o sistema de alerta desenvolvido pelo grupo tem como base um mecanismo muito simples. “Descobrimos que, a cada dois anos, as temperaturas de superfície no Atlântico Tropical Norte e Sul desenvolvem um dipolo, fenômeno que ocorre quando as temperaturas aumentam em uma região e diminuem em outra.” De acordo com o pesquisador, o alerta de previsão de seca é emitido quando esse mesmo padrão começa a se desenvolver. “O dipolo modifica a direção dos ventos alísios, que levam umidade do Oceano Atlântico para a América do Sul. Essa alteração de rumo é a responsável por causar secas principalmente no centro-sul da Amazônia”, afirma Boers. A partir do modelo desenvolvido, os pesquisadores conseguiram prever seis entre os sete principais eventos de estiagem desde a década de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/pesquisadores-desenvolvem-modelo-de-alerta-que-preve-seca-na-amazonia-com-18-meses-de-antecedencia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Pesquisa associa frigoríficos e produtores de soja a queimadas na Amazônia</title>
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					<pubDate>29 Jun 2020 20:11:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Marcelo Coppola]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Desmatamento ilegal na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Comércio Internacional, Commodities, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Monocultura, Pecuária, Política Ambiental, Poluição, Queimadas, Recursos hídricos e Soja]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Commodities agrícolas foram as grandes responsáveis por incêndios na Amazônia, segundo estudo que cruza dados da Nasa com cadeias de suprimentos das empresas. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/pesquisa-associa-frigorificos-e-produtores-de-soja-a-queimadas-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Pesquisa associa frigoríficos e produtores de soja a queimadas na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em agosto do ano passado, imagens dos incêndios na Amazônia atraíram a atenção do mundo todo. Chefes de governo, organizações multilaterais, ambientalistas e celebridades manifestaram preocupação com o futuro da maior floresta tropical do planeta. “A Amazônia precisa ser protegida”, disse António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). &#8220;Nossa guerra contra a natureza precisa acabar&#8221;, tuitou a ativista Greta Thunberg. O tamanho real do desastre ambiental só foi conhecido em janeiro, quando o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apresentou um balanço final dos incêndios que atingiram a floresta. Em 12 meses, ocorreram 89 mil focos de incêndio na região, um aumento de 30% em relação a 2018. Um crescimento preocupante, apesar de o número ter ficado abaixo da série histórica (109 mil). No auge da crise, o presidente Jair Bolsonaro lançou suspeita sobre ONGs que atuam na região. E o ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) culpou a temporada mais seca, quando, na verdade, choveu mais do que no ano anterior. Pesquisadores do bioma atribuem os incêndios, porém, a outros fatores. Alertas de incêndio entre julho e outubro de 2019 no Brasil. Fonte: dados de incêndio da Nasa VIIRS, imagens de satélite do Google. A especulação fundiária é hoje um dos grandes vilões da floresta amazônica. Trata-se de um negócio de alta rentabilidade que envolve a invasão de terras públicas, a derrubada e retirada das árvores mais valiosas e depois, por meio de correntes presas a tratores, o corte da vegetação mais baixa. Passadas algumas semanas, período necessário&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/pesquisa-associa-frigorificos-e-produtores-de-soja-a-queimadas-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Ponto de inflexão do clima pode levar a colapso de ecossistemas – antes do que se imaginava</title>
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					<pubDate>09 Jun 2020 07:17:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina, Austrália, Brasil e Indonésia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Queimadas, recifes de coral e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Dois novos estudos alertam que a ruptura das condições climáticas ameaça degradar de forma irreversível diversos biomas em todo o planeta.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/ponto-de-inflexao-do-clima-pode-levar-a-colapso-de-ecossistemas-antes-do-que-se-imaginava/" data-wpel-link="internal">Ponto de inflexão do clima pode levar a colapso de ecossistemas – antes do que se imaginava</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Recife de coral em Sulawesi, Indonésia. Como os recifes se mostram muito sensíveis às mudanças climáticas, os cientistas tentam determinar os mecanismos dos pontos de inflexão, e quando eles vão ocorrer. Foto: Christian Gloor. Os maiores ecossistemas do mundo podem sofrer alterações drásticas mais rápido do que se pensava, de acordo com um estudo recente publicado na revista Nature Communications. O trabalho lança uma nova luz sobre o comportamento dos pontos de inflexão do clima global. Exemplos analisados revelam um padrão: ecossistemas maiores entram em colapso mais rápido do que os menores. Os pontos de inflexão climática podem acontecer em questão de anos ou décadas – e não na escala de tempo ecológica de centenas ou milhares de anos. Mesmo ressaltando grandes níveis de incerteza, os autores, observando a atual tendência, preveem que, depois que o ponto de inflexão for ultrapassado, a Floresta Amazônica poderá desaparecer em menos de 50 anos. Já o fim dos recifes de coral do Caribe se dará em 15 anos. “A Amazônia pode morrer antes de mim”, ponderou Simon Willcock, coautor do estudo e palestrante sênior na Universidade de Bangor (Reino Unido), ao ver os resultados. “Nunca parei e pensei que a floresta poderia desaparecer enquanto eu estivesse vivo. É muito triste.” Há mais de 10 anos, um grupo de cientistas publicou um artigo pioneiro sobre a ameaça dos pontos de inflexão do clima. Na época, esse era considerado um cenário improvável. Mas, com as evidências crescendo, outros pesquisadores alertaram depois para o degelo das&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/ponto-de-inflexao-do-clima-pode-levar-a-colapso-de-ecossistemas-antes-do-que-se-imaginava/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Alerta verde: como os indígenas vêm sentindo as mudanças climáticas na floresta</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/05/alerta-verde-como-os-indigenas-brasileiros-vem-sentindo-na-pele-as-mudancas-climaticas/</link>
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					<pubDate>14 Mai 2020 06:00:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina, Brasil e Cerrado]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Cerrado, Combustíveis Fósseis, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Incêndios, Indígenas, Índios, Poluição, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Recursos hídricos, Seca e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Chuvas atrasadas, secas intensas, rios sem água — em diversas partes da Amazônia, comunidades indígenas vêm testemunhando as transformações decorrentes das alterações no clima. O resultado: mais incêndios, menos alimento disponível. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/alerta-verde-como-os-indigenas-brasileiros-vem-sentindo-na-pele-as-mudancas-climaticas/" data-wpel-link="internal">Alerta verde: como os indígenas vêm sentindo as mudanças climáticas na floresta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Na região do Bico do Papagaio, norte de Tocantins, Antonio Veríssimo Apinajé recorda seus tempos de menino na aldeia Taquari, na década de 1970. &#8220;Chovia sem parar, por três, quatro dias seguidos, de janeiro a junho. Os rios e as nascentes ficavam cheios. A estação chuvosa começava em outubro, quando minha família plantava mandioca, milho e arroz. Em junho vinha a estação seca, e durava até setembro.&#8221; Não mais, diz o líder do povo Apinajé. &#8220;Tem anos que as chuvas demoram para chegar, só em novembro, dezembro, até janeiro, e só então podemos plantar. Em abril a chuva já está parando. Se falta água, não temos como irrigar [a roça]. A mandioca fica pequena, o milho &#8216;não enche&#8217;. As chuvas diminuíram bem nos últimos dez anos.&#8221; Assim como Antonio, boa parte dos indígenas brasileiros vem testemunhando, no dia a dia, as transformações decorrentes das mudanças climáticas. Segundo eles, a natureza vem dando sinais de alteração há pelo menos 15 anos, e com mais rapidez nos últimos tempos. A ciência, por meio de satélites, corrobora: estudos recentes estimam que ao menos metade da Floresta Amazônica pode se transformar em savana nos próximos 50 anos caso as mudanças climáticas não sejam revertidas. Área destruída pelo fogo em Rondônia, registrada pela Operação Verde Brasil, do Prevfogo. Foto: Vinícius Mendonça/Ibama &#8220;Falta de água é o primeiro sinal&#8221;, diz Antonio. É indício de que as chuvas estão chegando com atraso — fator que, alternado com secas intensas e prolongadas, termina por prejudicar as colheitas e reduzir a variedade de alimentos disponíveis&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/alerta-verde-como-os-indigenas-brasileiros-vem-sentindo-na-pele-as-mudancas-climaticas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Sem a Amazônia, agronegócio e geração de energia entram em colapso no Brasil</title>
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					<pubDate>23 Abr 2020 10:07:01 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Queimadas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Além de promover um desastre climático global, a conversão da Floresta Amazônica em savana em razão do desmatamento pode devastar a economia brasileira. Tanto o agronegócio quanto a produção de energia hidrelétrica seriam severamente prejudicados com a redução das chuvas. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/04/sem-a-amazonia-agronegocio-e-geracao-de-energia-entram-em-colapso-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Sem a Amazônia, agronegócio e geração de energia entram em colapso no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A Amazônia depende de imensas quantidades de chuva para manter seu equilíbrio ecológico. Essa abundância está em risco à medida que mudanças no clima e desmatamento acentuam os períodos de seca no bioma. Foto: © Fernando Lessa/TNC Ultrapassar o ponto de inflexão que transformaria a Floresta Amazônica em uma savana seria “catastrófico” para os principais setores da economia brasileira, alertam especialistas. Os impactos alcançariam sobretudo o agronegócio e a geração de energia, e poderiam repercutir na segurança alimentar internacional. A abundância natural de água no bioma amazônico beneficia com regularidade a agricultura, o transporte de commodities pelos rios brasileiros e a produção de energia elétrica em inúmeras usinas ao longo dos rios que cortam a vasta região. Agora, porém, o ciclo hidrológico da Amazônia está sob ameaça. A água sempre foi o sangue que dá vida à floresta tropical. Ela se infiltra no solo e nos aquíferos, flui pelos rios, sobe pelas árvores e se desloca pelo céu. O Rio Amazonas, alimentado por seus afluentes, derrama impressionantes 17 bilhões de toneladas de água no Oceano Atlântico por dia. E, num dia de sol, as árvores da região lançam outras 20 bilhões de toneladas no ar por meio da evaporação – um fluxo de umidade apelidado de “rios voadores”. É assim que a floresta úmida garante o regime pluviométrico em enormes áreas da América do Sul, inclusive nas sedentas metrópoles brasileiras. Os cientistas há tempos vêm alertando, porém, que, se passarmos do limiar crítico – um ponto de inflexão causado pelas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/04/sem-a-amazonia-agronegocio-e-geracao-de-energia-entram-em-colapso-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Bife brasileiro custa caro aos cofres e ao meio ambiente</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/04/bife-brasileiro-custa-caro-aos-cofres-e-ao-meio-ambiente/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/04/bife-brasileiro-custa-caro-aos-cofres-e-ao-meio-ambiente/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>02 Abr 2020 21:13:30 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Naira Hofmeister]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina, Brasil e Cerrado]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alimentos, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caatinga, Carbono, Cerrado, Combustíveis Fósseis, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Gases de Efeito Estufa, Incêndios, Indígenas, Índios, Madeira, Madeireiras, Mata Atlântica, Oceanos, Óleo de Palma, Pampas, Pantanal, Pecuária, Poluição, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Quilombolas, recifes de coral, Recursos hídricos, Rios, Soja e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Dinheiro do contribuinte está ajudando a alavancar uma das atividades produtivas mais propensas ao desmatamento no Brasil, segundo estudo. Na última década, os governos estaduais e federal abriram mão de R$ 12,3 bilhões por ano para estimular a criação de gado e a indústria de carne no Brasil. Retorno em impostos, porém, foi de R$ 15,1 bilhões por ano.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/04/bife-brasileiro-custa-caro-aos-cofres-e-ao-meio-ambiente/" data-wpel-link="internal">Bife brasileiro custa caro aos cofres e ao meio ambiente</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Um de cada dez bifes que chegam ao prato do brasileiro foi pago pelo dinheiro do contribuinte. A cadeia da carne bovina no país é uma das atividades produtivas mais subsidiadas pelos governos estaduais e federal – que ofereceram, em média R$ 12,3 bilhões ao ano para o setor em incentivos fiscais, crédito facilitado e até anistias de dívida. Embora seja uma indústria bilionária – no último dia 25 de março, a JBS reportou lucro de R$ 6 bilhões em 2019, o melhor resultado da sua história –, o retorno que dá aos cofres públicos é pequeno, se comparado aos incentivos governamentais: em média, R$ 15,1 bilhões ao ano. Fazendo a conta, quer dizer que, de cada R$ 5 arrecadados em impostos pelo setor de carne bovina, apenas R$ 1 efetivamente retorna para a sociedade – o restante é devolvido em benefícios aos produtores. O cálculo levou em consideração a década entre 2008 e 2017. Porém, entre 2015 e 2016, a arrecadação foi inferior ao que governos estaduais e a União ofereceram em benefícios para o setor. Essas são algumas das conclusões do estudo “Do pasto ao prato: subsídios e pegada ambiental da carne bovina”, um esforço do Instituto Escolhas que trouxe à luz dados inéditos para o Brasil. “O poder público investiu na cadeia da carne R$ 123 bilhões em uma década. Esse é um resultado completamente novo, que não existia nem para essa cadeia e nem para outras no país”, assinalou, em entrevista ao site do Escolhas, o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/04/bife-brasileiro-custa-caro-aos-cofres-e-ao-meio-ambiente/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Absorção de carbono é mais lenta do que o esperado nas florestas secundárias da Amazônia, aponta estudo</title>
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					<pubDate>26 Mar 2020 10:17:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Liz Kimbrough]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Combustíveis Fósseis, Conservação, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Poluição, Queimadas e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>Floresta secundária degradada no Brasil armazena apenas duas vezes a taxa de carbono absorvida pela floresta primária, em comparação com taxas até 11 vezes maiores em outros lugares; cientistas poderiam estar superestimando a capacidade de armazenamento de carbono da Amazônia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/absorcao-de-carbono-e-mais-lenta-do-que-o-esperado-nas-florestas-secundarias-da-amazonia-aponta-estudo/" data-wpel-link="internal">Absorção de carbono é mais lenta do que o esperado nas florestas secundárias da Amazônia, aponta estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Mata degradada em região da Amazônia brasileira. A captação e o armazenamento de carbono em florestas tropicais primárias e secundárias variam de lugar para lugar, dependendo das propriedades do solo, das condições do clima, do uso anterior da terra, dentre outros fatores. Foto: Rhett A. Butler/Mongabay. As florestas sequestram carbono do ar e o armazenam à medida que crescem, fornecendo um serviço essencial para um mundo onde a humanidade está aumentando rapidamente os níveis de CO2 na atmosfera e escalando a crise climática. Sabe-se que florestas secundárias — florestas que foram derrubadas ou perturbadas — têm um alto potencial de sequestro de carbono, com alguns estudos sugerindo que a captação de carbono dessas florestas em regeneração pode ser até 11 vezes maior que a de florestas primárias. No entanto, isso nem sempre é verdade — o que pode ser uma má notícia para a humanidade. Em estudo recente publicado pela revista Ecology, pesquisadores revelaram que a floresta secundária da Zona Bragantina, no nordeste do Pará, possui um índice de sequestro de carbono apenas duas vezes maior que a floresta primária — muito menos do que o esperado. “Nossos resultados apresentam uma imagem muito menos otimista em comparação com outros estudos, incluindo nossas próprias pesquisas realizadas em outras regiões do Pará”, afirma o autor principal do artigo, Fernando Elias, doutorando da Universidade Federal do Pará. “Nós não podemos assumir que florestas secundárias sempre se desenvolverão rápida e completamente.” A Zona Bragantina tem sido usada para a produção agrícola há centenas de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/absorcao-de-carbono-e-mais-lenta-do-que-o-esperado-nas-florestas-secundarias-da-amazonia-aponta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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