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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>DNA comprova origem amazônica do cacau e revela forte rede de comércio pré-colombiana</title>
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					<pubDate>01 Jul 2024 18:49:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura, Sustentabilidade e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Quem encontra um cacaueiro vicejando numa agrofloresta amazônica não imagina quanta história carrega o fruto. Por muito tempo se creditou a origem do cacau ao endereço errado. Evidências arqueológicas apontavam o sul do México e a América Central, a chamada Mesoamérica, como local onde se iniciou a domesticação do fruto há cerca de 4 mil [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Quem encontra um cacaueiro vicejando numa agrofloresta amazônica não imagina quanta história carrega o fruto. Por muito tempo se creditou a origem do cacau ao endereço errado. Evidências arqueológicas apontavam o sul do México e a América Central, a chamada Mesoamérica, como local onde se iniciou a domesticação do fruto há cerca de 4 mil anos. Acreditava-se que, apenas depois, o cacau teria sido levado à América do Sul. “Ao percorrermos a selva do Alto Amazonas [no Equador], sempre encontrávamos cacaueiros, que lembravam os povos que viveram nesta região há milhares de anos, mas, na época, não sabíamos que o cacau era uma planta nativa da região”, conta Francisco Valdez, arqueólogo do Instituto de Pesquisas para o Desenvolvimento (IRD) na França. Foi no início dos anos 2000, junto com uma equipe de arqueólogos e antropólogos franceses e equatorianos, que Valdez começou a estudar evidências que pudessem trazer novos conhecimentos sobre os povos antigos que prosperaram no Alto Amazonas, parte andina da Bacia Amazônica localizada no Equador, Peru, Colômbia e Venezuela. Entre diversas descobertas, os pesquisadores se surpreenderam ao encontrar o DNA do cacau em cerâmicas milenares de uso doméstico e para tradições funerárias. Isso levou a uma reavaliação da origem do fruto: com raízes sul-americanas, as evidências apontam que há cerca de 5.500 anos o cacau já circulava por 19 culturas pré-colombianas. “A característica mais importante de nossa pesquisa é o fato de colocar as culturas do Alto Amazonas em seu devido lugar, como um povo inovador e fundamental no&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/dna-comprova-origem-amazonica-do-cacau-e-revela-forte-rede-de-comercio-pre-colombiana/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Plataforma inovadora quer levar plantas nativas às farmácias do Brasil</title>
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					<pubDate>23 Mai 2024 06:05:01 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Marion Frank]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>No país de maior biodiversidade do planeta, quem procura, na farmácia, medicamentos produzidos a partir das nossas plantas volta para casa quase sempre com similar sintético e estrangeiro. Caso corriqueiro: o ácido acetilsalicílico (aspirina), pois não há fitoterápico semelhante regulamentado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Exceções honrosas no enredo nacional são o guaco [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[No país de maior biodiversidade do planeta, quem procura, na farmácia, medicamentos produzidos a partir das nossas plantas volta para casa quase sempre com similar sintético e estrangeiro. Caso corriqueiro: o ácido acetilsalicílico (aspirina), pois não há fitoterápico semelhante regulamentado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Exceções honrosas no enredo nacional são o guaco (Mikania glomerata), que trata bronquite, e a espinheira-santa (Monteverdia ilicifolia), que alivia problemas de estômago, substituindo remédios à base de omeprazol. Mas há um novo capítulo desta história em construção, a plataforma InovafitoBrasil. Lançada em caráter experimental há cerca de um ano, ela detalha, em roteiro online, as etapas de pesquisa e desenvolvimento de um fitoterápico nacional, municiando o pesquisador a respeito de tudo o que precisa fazer da ideia até o mercado. Não por acaso, já vem sendo considerada um divisor de águas para o estudo da biodiversidade brasileira. “A InovafitoBrasil diminui os riscos tecnológicos da pesquisa, racionaliza os investimentos de cada etapa e facilita o entendimento entre instituições científicas e investidores”, ressalta Cristina Ropke, diretora de inovação da Centroflora e uma das responsáveis pela gênese da plataforma. “Era preciso estimular a pesquisa clínica da nossa biodiversidade”, diz, apontando para a ausência de trabalhos inovadores, daí a intenção de construir um banco de projetos. “O mulungu (Erythrina sp.), calmante, e o chambá (Justicia pectoralis), expectorante, são exemplos de uso tradicional sem registro da Anvisa pela falta de dados, deficiência que o nosso roteiro pretende corrigir”, diz ela. Sementes de mulungu (Erythrina sp.). Foto: Costa&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/plataforma-inovadora-quer-levar-plantas-nativas-as-farmacias-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cerrado é o bioma mais beneficiado por iniciativa milionária lançada na COP</title>
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					<pubDate>22 Mar 2024 16:13:04 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Uma aliança lançada na Conferência do Clima (COP) de 2021 já destinou US$ 240 milhões (R$ 1,18 bilhão) para projetos que aliam o aumento da produtividade rural à preservação ambiental no Brasil. A Inovação Financeira para a Amazônia, Cerrado e Chaco (IFACC, da sigla em inglês) é liderada pela Tropical Forest Alliance (TFA), The Nature [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Uma aliança lançada na Conferência do Clima (COP) de 2021 já destinou US$ 240 milhões (R$ 1,18 bilhão) para projetos que aliam o aumento da produtividade rural à preservação ambiental no Brasil. A Inovação Financeira para a Amazônia, Cerrado e Chaco (IFACC, da sigla em inglês) é liderada pela Tropical Forest Alliance (TFA), The Nature Conservancy (TNC) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), e já conta com 16 signatários, entre eles o banco Santander e a gigante dos agrotóxicos Syngenta. &#8220;Vemos um papel importante não só do setor financeiro, de colocar dinheiro na mesa, mas também de empresas que dependem da soja e do gado do Brasil no sentido de contribuírem [para a iniciativa]&#8221;, diz Danielle Carreira, diretora de engajamento com o setor financeiro da TFA. Ela explica que o principal objetivo da iniciativa é incluir o produtor na agenda da sustentabilidade, sem que ele tenha que abrir mão de continuar crescendo. &#8220;Queremos trazer a voz do produtor para a conversa.&#8221; Dos onze projetos apoiados pela iniciativa, sete estão no Cerrado, que recebeu quase a totalidade dos recursos: US$ 234,5 milhões (R$ 1,16 bilhão), ou 98% do total. O dinheiro está sendo aplicado em projetos de recuperação de pastagens degradadas, incentivo à preservação de vegetação nativa e aumento da produtividade em áreas já desmatadas.  O protagonismo do bioma não é à toa. O Cerrado é a maior e mais biodiversa savana tropical do mundo, ao mesmo tempo em que responde por 60% da produção agrícola&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/cerrado-e-o-bioma-mais-beneficiado-por-iniciativa-milionaria-lancada-na-cop/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Coletando pinhão, comunidades de SC preservam as matas de araucária</title>
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					<pubDate>10 Abr 2023 07:35:43 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carolina Pinheiro]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Degradação, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>As florestas com araucária tiveram 98% de sua extensão original devastada pela indústria madeireira; hoje, manter as árvores em pé tem se provado melhor alternativa de renda para as comunidades serranas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/04/coletando-pinhao-comunidades-de-sc-preservam-as-matas-de-araucaria/" data-wpel-link="internal">Coletando pinhão, comunidades de SC preservam as matas de araucária</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Os primeiros raios de sol cortam o horizonte de um alaranjado sereno. O céu límpido encosta no chão coberto por uma camada fina de gelo. Durante o amanhecer, o vapor de água seco e frio levanta do solo, criando uma cortina de ar tenra e ligeiramente branca. A paisagem esfumaçada caracteriza a geada, fenômeno meteorológico típico do inverno no alto da serra. Na cozinha da casa de Sara Aparecida e Silvino de Liz Rosa, o fogão a lenha aceso aquece o ambiente enquanto o casal se serve do mate quente, o inseparável chimarrão – bebida tradicional dos povos do Sul. O dia de trabalho começa cedo na Fazenda Santo Antônio do Caveiras, localizada na comunidade da Mortandade, em Painel, interior de Santa Catarina. Da porta entreaberta, vê-se, a poucos passos da soleira, o tronco da araucária que se ergue por 20 metros de altura. Ela é fêmea e tem 45 anos de idade. “Quando construíram a casa, o pinheiro não passava de dois metros. Hoje, ele é um guardião do terreno, além de relíquia, pois dá mais de 200 pinhas por ano”, conta o filho dos agroextrativistas, Jaison de Liz Rosa. Proprietário de um sítio no Morro do Bacheiro,  situado a poucos quilômetros dali, o agricultor familiar e seu pai são extrativistas do pinhão desde que se conhecem por gente. A prática é geracional na região que abriga a maior reserva de araucária do estado. No território que abrange o Planalto Serrano Catarinense, a Araucaria angustifolia é espécie predominante. Ela&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/04/coletando-pinhao-comunidades-de-sc-preservam-as-matas-de-araucaria/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Primeiro açaí certificado do mundo fortalece identidade de comunidades no Amapá</title>
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					<pubDate>27 Out 2022 06:41:09 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carolina Pinheiro]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Degradação, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Moradores do Arquipélago do Bailique, na foz do Amazonas, instituíram um Protocolo Comunitário para promover a autogestão por meio do fortalecimento da identidade sociocultural. O caminho escolhido foi investir na cadeia produtiva de açaí. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/primeiro-acai-certificado-do-mundo-fortalece-identidade-de-comunidades-no-amapa/" data-wpel-link="internal">Primeiro açaí certificado do mundo fortalece identidade de comunidades no Amapá</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Dentro da mata de múltiplos verdes, as plantas se tocam carregadas de um frescor denso. Ao som da saracura a sinalizar a maré alta — ou lançante, como chamada aqui —, Josilene Ferreira Lopes debulha os cachos de açaí sobre a lona estendida no chão. A atmosfera ainda quente de sol ilumina os rostos da parentada, reunida para mais um dia de coleta. “Sou pai de três filhas e dois dos meus genros apanham açaí. Eu também o faço e tenho um filho que já está apanhando bem. Então, trabalhamos juntos. Aqui, a gente cria diversas plantas para manter a mata saudável e variada e, ao mesmo tempo, cultiva o filho do açaí. Cuidamos das mudas e acabamos formando viveiros dentro de cada propriedade”, comenta o marido de Josilene, Manoel Miracy dos Santos Filho, o Miro, agroextrativista e uma das lideranças de Arraiol, a comunidade mais organizada do Arquipélago do Bailique, no Amapá. Nas 51 comunidades deste arquipélago localizado na foz do Rio Amazonas, os cerca de 10 mil habitantes vêm passando por um processo de retomada de seus territórios. O primeiro passo foi a interlocução entre os moradores na busca de soluções para os problemas locais. A salinização da água doce, a erosão causada pelo aumento dos rebanhos de búfalos, a construção de hidrelétricas e a mudança de curso do Rio Araguari, que deixou de desaguar no mar, tornando-se tributário do Rio Amazonas, são alguns dos impactos ambientais resultantes da intervenção humana sobre o meio. Em 2013, agricultores, pescadores&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/primeiro-acai-certificado-do-mundo-fortalece-identidade-de-comunidades-no-amapa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>No Amapá, mulheres encontram na produção de biocosméticos uma alternativa ao garimpo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/11/no-amapa-mulheres-encontram-na-producao-de-biocosmeticos-uma-alternativa-ao-garimpo/</link>
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					<pubDate>30 Nov 2021 07:19:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carolina Pinheiro]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Indígenas, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Produtos da Floresta, Recursos hídricos, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Composta por cerca de 30 mulheres ribeirinhas, a Associação Sementes do Araguari produz sabonetes, pomadas e óleos in natura a partir de frutos como andiroba, fava e copaíba.<br />
 </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/11/no-amapa-mulheres-encontram-na-producao-de-biocosmeticos-uma-alternativa-ao-garimpo/" data-wpel-link="internal">No Amapá, mulheres encontram na produção de biocosméticos uma alternativa ao garimpo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[No Alto Araguari, interior do Amapá, um foco de retomada da cultura popular abre janela para a valorização do conhecimento ancestral, colocando os povos residentes no seu lugar de direito. Um grupo de quase 30 mulheres faz uso sustentável dos recursos naturais produzindo biocosméticos, garantindo renda e qualidade de vida para os ribeirinhos. A Associação Sementes do Araguari fundada em 2020, durante a pandemia, é resultado de anos de luta dos moradores, que passaram por período de instabilidade após a extinção de um garimpo que operava desde 1974 no local. O encerramento da atividade, em 2009, gerou um impacto socioeconômico imediato na realidade das pessoas. Fernanda Brandão, analista ambiental do ICMBio, esclarece que o fechamento do garimpo Capivara provocou um hiato na vida das famílias, que precisaram se readaptar. “Nosso intuito, como órgão responsável pelo fim da prática ilegal, era o de apresentar outras possibilidades para que a comunidade pudesse decidir, dentro do seu território, o que tem valor e o que deve ser cuidado,” afirma. Doraci Soares do Nascimento, participante da Associação Sementes do Araguari, é coletora de sementes, produtora de biocosméticos e &#8211; aqui, ela trança com fibras da mata um tipiti, usado no fabrico da farinha de mandioca. Foto: Maurício de Paiva. Na busca por alternativas, mães, tias e avós do lugar conceberam a ideia de produzir biocosméticos a partir da matéria-prima extraída das matas. Frutos e plantas como andiroba, pracaxi, breu-branco, copaíba e fava são utilizados na fabricação de sabonetes, pomadas, óleos in natura e velas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/11/no-amapa-mulheres-encontram-na-producao-de-biocosmeticos-uma-alternativa-ao-garimpo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Cooperativa traça caminho sustentável em região dominada pelo agronegócio no Cerrado</title>
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					<pubDate>26 Out 2021 06:23:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina, Brasil e Cerrado]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>A CoopCerrado, cooperativa que reúne 5 mil famílias, ganhou o Prêmio Equador da ONU por suas mais de duas décadas de trabalho no desenvolvimento de um modelo de apoio mútuo entre agricultores para treinamento, comercialização e estabelecimento da produção orgânica e regenerativa no Cerrado.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Quando a agricultora Mônica de Souza Ribeiro se mudou para seu assentamento sem-terra em Guapó, Goiás, no final dos anos 1990, ficou espantada com a enorme quantidade de agrotóxicos e produtos químicos usados na região, dominada pelo gado e pela soja. Primeiro ela aderiu à prática, usando fertilizantes químicos para plantar os vegetais que vendia em seu negócio familiar, mas à medida que o tempo passava, ficava cada vez mais preocupada com a destruição que via à sua volta. O Cerrado abriga 5% da biodiversidade do mundo, mas quase metade de sua vegetação natural foi destruída para dar lugar ao agronegócio – na maior parte monoculturas de soja e milho, além de pastagens de gado. A vasta destruição contribui para o processo de desertificação da região, ameaçando a estabilidade climática regional, a biodiversidade e o fornecimento de energia e alimentos no país. “Quando mudamos para cá, eu não via nenhum passarinho. O veneno matava tudo”, diz Ribeiro. “Eu queria cuidar da natureza e do Cerrado, mas não sabia como.” Isso mudou quando ela entrou para a CoopCerrado, hoje uma cooperativa de 5 mil famílias de agricultores orgânicos e vencedora do Prêmio Equador da ONU em 2021 na categoria “New Nature Economies” (Novas Economias Baseadas na Natureza, em tradução livre) por sua luta de duas décadas para tornar a produção regenerativa e orgânica possível para os pequenos produtores. A CoopCerrado é hoje composta por 238 pequenas propriedades e comunidades tradicionais localizadas ao longo de cinco estados que fazem parte do coração&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/10/cooperativa-traca-caminho-sustentavel-em-regiao-dominada-pelo-agronegocio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Demanda global por açaí está destruindo as florestas de várzea da Amazônia</title>
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					<pubDate>30 Set 2021 05:54:59 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[<p>O açaí sempre fez parte da dieta dos amazônidas. A frutinha redonda, de cor roxa, que cresce em cachos da palmeira Euterpe oleracea, é consumida praticamente todos os dias pelos moradores da região. Mas em meados dos anos 90 ela virou mania nas academias do Rio de Janeiro e São Paulo. A fama de seus [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O açaí sempre fez parte da dieta dos amazônidas. A frutinha redonda, de cor roxa, que cresce em cachos da palmeira Euterpe oleracea, é consumida praticamente todos os dias pelos moradores da região. Mas em meados dos anos 90 ela virou mania nas academias do Rio de Janeiro e São Paulo. A fama de seus benefícios nutricionais, rica em antioxidantes, fibras e com alto valor energético, conquistou rapidamente os consumidores da região Sudeste. Com o mundo globalizado no qual vivemos, não demorou muito para a fruta amazônica chegar também ao mercado internacional. Segundo dados da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), nos últimos dez anos houve um aumento de quase 15 mil por cento nas exportações do açaí (14.380% em número exato). Há uma década, eram pouco mais de 40 toneladas vendidas para o exterior. No ano passado, este número pulou para 5.937 toneladas. Apenas entre 2019 e 2020, o setor deu um salto de 51%. O Pará é o maior consumidor interno e também maior exportador da fruta (na forma de polpa congelada): 95% da produção nacional sai do estado. E para atender esta demanda interna e externa gigantesca, a área plantada, tanto em terra firme como em manejo de várzea, passou de 77,6 mil para 188 mil hectares em dez anos. Toda essa demanda, porém, trouxe sérios impactos sobre as florestas de várzea onde o açaí é cultivado, conforme revela um artigo científico divulgado na publicação Biological Conservation. O estudo, que tem como autor principal o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/09/demanda-global-por-acai-esta-destruindo-as-florestas-de-varzea-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Mudanças climáticas ameaçam comunidades extrativistas da Amazônia</title>
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					<pubDate>12 Ago 2021 06:03:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Lei Ambiental, Pecuária, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Produtos da Floresta, Queimadas, Recursos hídricos, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>“A gente mora aqui no Pará e uma das grandes produções que a gente tem é o açaí, e ultimamente a gente tem tido uma perda muito grande por essa questão da temperatura”, diz Ladilson Amaral, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR). “A gente percebe que o açaizal já vai começando [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“A gente mora aqui no Pará e uma das grandes produções que a gente tem é o açaí, e ultimamente a gente tem tido uma perda muito grande por essa questão da temperatura”, diz Ladilson Amaral, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR). “A gente percebe que o açaizal já vai começando a mudar, começa a ficar enfraquecido, não consegue dar mais fruta e acaba morrendo”. Nos últimos tempos, Ladilson tem notado também a diminuição das castanheiras, as gigantes que se destacam na mata pela altura – de 30 a 50 metros – e pela importância econômica que têm para os povos da floresta, incluindo os moradores do Assentamento Agroextrativista Eixo Forte, onde o agricultor vive, próximo do núcleo urbano de Santarém. “Com a temperatura, muitas castanheiras estão morrendo mesmo dentro da natureza, assim como o açaizeiro”. Os povos tradicionais da Amazônia já vêm sentindo na prática o que alerta o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), lançado nesta segunda-feira (09/08): o aumento na temperatura média global é uma realidade, e está se intensificando, com impactos talvez irreversíveis na biodiversidade e no equilíbrio da maior floresta tropical do planeta – e, consequentemente, na vida daqueles que tiram dela seu sustento. Uma pesquisa realizada por cientistas de cinco universidades públicas brasileiras tratou de quantificar esses impactos analisando 18 das principais espécies vegetais utilizadas para a subsistência em 56 Reservas Extrativistas (Resex) da Amazônia brasileira. O estudo concluiu que as mudanças climáticas previstas para os próximos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/08/mudancas-climaticas-ameacam-comunidades-extrativistas-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Óleo de palma pode ser cultivado de forma sustentável, sugerem pesquisas</title>
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					<pubDate>23 Jul 2021 10:37:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Erik Hoffner]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Uma investigação recente realizada pela Mongabay revelou que plantações de palma na Amazônia estão ligadas ao desmatamento e ao uso irrestrito de herbicidas e pesticidas químicos. Nossa repórter documentou o caso de uma comunidade indígena do município de Tomé-Açu, no norte do Pará, cuja saúde declinou com a chegada de uma grande lavoura de óleo [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Uma investigação recente realizada pela Mongabay revelou que plantações de palma na Amazônia estão ligadas ao desmatamento e ao uso irrestrito de herbicidas e pesticidas químicos. Nossa repórter documentou o caso de uma comunidade indígena do município de Tomé-Açu, no norte do Pará, cuja saúde declinou com a chegada de uma grande lavoura de óleo de palma, instalada muito próxima das aldeias sem considerar o espaço necessário para a zona de amortecimento. Mas será realmente necessário utilizar produtos químicos para o cultivo rentável de palmeiras para a produção de óleo? A Mongabay contatou Andrew Miccolis, coordenador nacional da World Agroforestry (também conhecida como Icraf) para descobrir. Miccolis faz parte de um grupo que estuda a incorporação da palma de óleo, ou dendezeiro (Elaeis guineensis), em sistemas agroflorestais, onde culturas perenes de madeira e lavouras anuais são cultivadas em conjunto para que diversas espécies se beneficiem mutuamente. Dessa maneira, os sistemas também fornecem habitat para a vida selvagem, reconstroem solos e lençóis freáticos, e ainda sequestram carbono. Um projeto de pesquisa conjunta foi iniciado em 2008 com perguntas como essa em mente, quando, segundo Miccolis, a empresa de cosméticos Natura uniu-se à Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e à Cooperativa Agrícola Mista Tomé-Açu (Camta) para testar a viabilidade do cultivo agroecológico do dendezeiro em três localidades. O projeto foi chamado de Sistema Agroflorestal Dendê (SAF Dendê). Em 2017, a World Agroforestry juntou-se a esses parceiros para formar uma aliança apoiada pela Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) com o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/07/oleo-de-palma-pode-ser-cultivado-de-forma-sustentavel-sugerem-pesquisas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Nova fronteira do óleo de palma gera disputas por terra na Amazônia</title>
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					<pubDate>23 Jun 2021 16:06:01 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Ana Ionova]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Indígenas, Motores do Desmatamento, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Silvicultura e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>O cultivo de palma para extração de óleo aumentou no estado de Roraima na última década, impulsionado pela ambição de produzir biocombustíveis.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/06/nova-fronteira-do-oleo-de-palma-gera-disputas-por-terra-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Nova fronteira do óleo de palma gera disputas por terra na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Em um trecho distante da Amazônia brasileira, a densa floresta tropical está lentamente dando lugar a fileiras de dendezeiros que se estendem por quilômetros. Adjacentes às plantações, uma estreita faixa de floresta – parte já arrasada – separa as áreas cultivadas da Terra Indígena Waimiri-Atroari. Lá, no estado de Roraima, o cultivo de palma para extração de óleo de dendê aumentou na última década, alimentado por um ambicioso impulso para a produção de biocombustíveis. Em 2020, as plantações cobriam cerca de 10.127 hectares, abrangendo os municípios de Rorainópolis, São João da Baliza, Caroebe e São Luís, de acordo com ambientalistas que estudam o avanço das plantações de palma na região. Mas esse impulso para a produção de óleo de palma vem com um custo, alertam observadores. Embora o setor alegue que não desmata, críticos dizem que ele está contribuindo para um aumento na demanda por terras desmatadas na região. Isso está fazendo com que a pecuária, a soja e especuladores de terra se embrenhem mais na floresta, diz Lucas Ferrante, biólogo e pesquisador do Instituto Nacional para Pesquisas na Amazônia (Inpa). “Os pecuaristas vão ganhar uma pilha enorme de dinheiro por [vender] essas terras e vão migrar para áreas que ainda não foram desmatadas”, diz Ferrante, que estuda os impactos da produção de óleo de palma na Amazônia. “E eles vão começar a desmatar tudo de novo.” As florestas de Roraima abrigam diversas espécies animais, como os tamanduaís (Cyclopes didactylus). FOto: Quinten Questel via Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0). Durante&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/06/nova-fronteira-do-oleo-de-palma-gera-disputas-por-terra-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Inação do governo provoca boom no mercado voluntário de créditos de carbono</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/06/inacao-do-governo-provoca-boom-no-mercado-voluntario-de-creditos-de-carbono/</link>
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					<pubDate>15 Jun 2021 16:20:04 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Pecuária, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Com o governo Bolsonaro indiferente à participação no mercado de crédito de carbono - e em meio à intensa pressão de clientes e investidores - um mercado voluntário está em plena expansão no Brasil. O país, no entanto, ainda não possui regulamentação sobre como e por quem os créditos podem ser emitidos.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/06/inacao-do-governo-provoca-boom-no-mercado-voluntario-de-creditos-de-carbono/" data-wpel-link="internal">Inação do governo provoca boom no mercado voluntário de créditos de carbono</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Lábrea, no sul do estado do Amazonas, é um dos municípios mais desmatados da Amazônia brasileira. Praticamente toda a sua grande faixa de floresta, situada em propriedades rurais privadas, foi destruída para dar espaço à criação de gado. Porém, na fazenda Fortaleza do Ituxi, o proprietário seguiu um caminho diferente: conservou a mata tropical em suas terras. &#8220;No início, todos os vizinhos disseram que ele era louco, que estava perdendo dinheiro. [Mas] depois que ele começou a vender os primeiros créditos de carbono [REDD+], algumas pessoas da região foram convencidas a fazer o mesmo&#8221;, diz Janaína Dallan, fundadora da Carbonext, a empresa privada responsável pela modelagem e comercialização do projeto de compensação de carbono da fazenda Fortaleza do Ituxi. Em Apuí, também no Amazonas, os créditos de carbono se tornaram o principal pilar financeiro do Projeto Café Agroflorestal Apuí, que estimula os pequenos agricultores a cultivarem café utilizando um sistema agroflorestal, ao mesmo tempo em que preservam a floresta. &#8220;Temos que começar a pensar em sustentabilidade financeira na Amazônia, caso contrário, o projeto não faz sentido&#8221;, diz Pedro Soares do Idesam, o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, a ONG por trás do projeto. Quarenta famílias vivem do café produzido e da comercialização dos créditos de carbono gerados em Apuí. Foto: Idesam/divulgação. Os projetos do Café Agroflorestal Apuí e da Fazenda Fortaleza do Ituxi são iniciativas muito diferentes, tanto em escala quanto em natureza. A Fortaleza do Ituxi abrange 48 mil hectares e emite seus créditos de carbono&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/06/inacao-do-governo-provoca-boom-no-mercado-voluntario-de-creditos-de-carbono/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mais da metade das pastagens do Cerrado tem bom potencial para regeneração, mostra estudo</title>
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					<pubDate>07 Abr 2021 15:01:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Maurício Angelo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Com mais de 50% da sua vegetação original destruída e com um desmatamento que avança mais rápido que na Amazônia, o Cerrado está em grave risco. Mas um estudo publicado pela Universidade de Brasília (UnB) mostra que o potencial de regeneração das pastagens, responsáveis por 29% do uso da terra no Cerrado – cerca de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Com mais de 50% da sua vegetação original destruída e com um desmatamento que avança mais rápido que na Amazônia, o Cerrado está em grave risco. Mas um estudo publicado pela Universidade de Brasília (UnB) mostra que o potencial de regeneração das pastagens, responsáveis por 29% do uso da terra no Cerrado – cerca de 57 milhões de hectares – é de intermediário para alto na maioria dos casos. Esta é uma boa notícia tanto para a conservação e a regeneração do bioma, que é a savana mais biodiversa do mundo e fundamental para o abastecimento de água em todo o Brasil, quanto para a produção agropecuária. Mas nada irá acontecer sem vontade política e gestão aplicada com o conhecimento disponível. O estudo, feito por Jéssica Schüler, orientada por Mercedes Bustamante, confirma que não é necessário sequer um hectare a mais de desmatamento e que é possível restaurar o Cerrado com as áreas prioritárias e mais aptas a essa renovação já identificadas. Escolhas (“trade-offs”) precisarão ser feitas, mas é possível conciliar os interesses de todos os envolvidos. Para isso, no entanto, é preciso governança, destaca Bustamante, professora da UnB e uma das maiores referências em Cerrado. “As ferramentas existem e podem ser aprimoradas. Hoje não dá para dizer que não tem informação. O que falta é governança. E a tomada de decisão com base na melhor informação disponível”, destaca Bustamante. A análise elaborou um mapa de áreas prioritárias para a restauração de pastagens no Cerrado considerando ganhos para a biodiversidade,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/04/mais-da-metade-das-pastagens-do-cerrado-tem-bom-potencial-para-regeneracao-mostra-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como comunidades tradicionais estão salvando o Cerrado por meio da comida</title>
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					<pubDate>02 Abr 2021 17:03:14 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sharon Guynup]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Em novembro, as palmeiras de macaúba (Acrocomia aculeata) começam a dar cocos maduros. Em janeiro, o solo está repleto deles &#8211; é quando 67 famílias de Jaboticatubas, Minas Gerais, recolhem os cachos que serão levados para casa. A macaúba é fundamental para diversas comunidades agrícolas tradicionais do Cerrado. Sítios arqueológicos remontam seu uso desde a [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em novembro, as palmeiras de macaúba (Acrocomia aculeata) começam a dar cocos maduros. Em janeiro, o solo está repleto deles &#8211; é quando 67 famílias de Jaboticatubas, Minas Gerais, recolhem os cachos que serão levados para casa. A macaúba é fundamental para diversas comunidades agrícolas tradicionais do Cerrado. Sítios arqueológicos remontam seu uso desde a pelo menos 9.000 a.C. Do coco, todas as partes são aproveitadas, de sua polpa amarelada à castanha em seu núcleo. É o lanche preferido das crianças e é usado para fazer uma farinha altamente nutritiva, usada no preparo de pães e biscoitos. Os animais também a comem. A população local cobre os cocos com capim e melaço para que fermentem. Em abril, a polpa é espremida para extrair o óleo a ser usado na cozinha, em lamparinas e na fabricação de sabão. Algumas famílias ainda sincronizam sua produção com as fases da lua e utilizam prensas rústicas de madeira. Raimunda Francisca Gonçalves Lopes mistura o óleo com várias plantas nativas para fazer sabonetes medicinais especialmente formulados para tratar picadas de insetos ou acne, ou para curar feridas. Em 2008, essas 67 famílias de 15 pequenas comunidades do entorno de Jaboticatubas formaram a Associação Amanu para compartilhar e melhorar os métodos agrícolas e de produção e, sobretudo, para potencializar coletivamente o marketing e as vendas. Em seguida, elas solicitaram o apoio da Fundação Slow Food para a Biodiversidade,  organização que auxilia projetos agrícolas sustentáveis que conservam a biodiversidade e a cultura locais. A Amanu tornou-se uma&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/04/como-comunidades-tradicionais-estao-salvando-o-cerrado-por-meio-da-comida/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>A carne possível: fazendeiro mostra como a pecuária pode regenerar o Cerrado</title>
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					<pubDate>18 Mar 2021 07:07:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Agostino Petroni]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Pecuária, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2016, Matheus Sborgia, então um confeiteiro de 26 anos, recebeu uma notícia triste: Luis Sborgia, seu avô, tinha falecido. Matheus estava em Pollenzo, no norte da Itália, prestes a se formar na Universidade de Ciências Gastronômicas, onde tinha mergulhado de cabeça no mundo da comida. No Brasil, seu avô deixara 50 hectares de pastagens [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2016, Matheus Sborgia, então um confeiteiro de 26 anos, recebeu uma notícia triste: Luis Sborgia, seu avô, tinha falecido. Matheus estava em Pollenzo, no norte da Itália, prestes a se formar na Universidade de Ciências Gastronômicas, onde tinha mergulhado de cabeça no mundo da comida. No Brasil, seu avô deixara 50 hectares de pastagens no município de Inocência (MS), no coração do Cerrado, onde por décadas tinha criado gado. “Aquilo me deu um estalo. &#8216;Você precisa voltar para o Brasil&#8217;”, pensou Sborgia. “Você pode voltar para casa e cuidar de um pedaço de terra que pode fazer a diferença e mudar a forma como a agricultura funciona.” Sborgia tinha viajado o mundo por 11 anos, trabalhado num restaurante em Melbourne, na Austrália, e experimentado com a arte culinária no Noma, restaurante de três estrelas Michelin na Dinamarca, frequentemente considerado o melhor do mundo. Mas na universidade Sborgia percebeu que, ao falar sobre comida, era preciso considerar o quão sustentável ela é, e o bom senso mostrava que a carne era o oposto da sustentabilidade. Um estudo de 2013 da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) mostrou que a pecuária respondia por 14,5% das emissões de dióxido de carbono geradas pelo ser humano. A produção de carne é reconhecida amplamente como uma das principais causas de desmatamento de várias das florestas tropicais do mundo, inclusive pela destruição acelerada da Amazônia. Isso inclui também o uso de 60% das terras agrícolas do planeta para produzir alimentos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/03/a-carne-possivel-fazendeiro-mostra-como-a-pecuaria-pode-regenerar-o-cerrado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Graças a reforma agrária, comunidade produz seu próprio cacau no sul da Bahia</title>
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					<pubDate>11 Fev 2021 19:27:55 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Patricia Moll]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Nos anos 1990, a praga da vassoura-de-bruxa devastou as lavouras de cacau na região de Ilhéus, deixando muitas fazendas abandonadas. Uma dessas fazendas foi ocupada por 40 famílias, que hoje vendem o cacau para grandes marcas produtoras de chocolate.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/02/gracas-a-reforma-agraria-comunidade-produz-seu-proprio-cacau-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Graças a reforma agrária, comunidade produz seu próprio cacau no sul da Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[“A gente considera a vassoura-de-bruxa não como uma praga, mas sim como uma ‘santa’ vassoura. Nós estamos na terra hoje graças a ela”. Essa frase, do agricultor Rubens de Jesus, pode causar arrepios e repulsa para milhares de fazendeiros que perderam suas lavouras de cacau nos anos 90, quando esta devastadora doença causada por um fungo deixou diversas propriedades improdutivas no sul da Bahia. A praga causou inúmeros prejuízos sociais, ambientais e econômicos, além de mais de 150 mil agricultores desempregados naquela que é a principal região produtora de cacau do país desde o século 18, responsável por abastecer as grandes indústrias do setor. Na primeira metade do século 20, o cacau baiano era extremamente valorizado no mercado internacional, proporcionando décadas de fartura para os coronéis dos arredores, que exportavam toneladas para o exterior todos os anos. Com a doença, descoberta em 1989, o fungo rapidamente se espalhou e o período de abundância foi interrompido. Os cacaueiros secaram e passaram a aparentar uma vassoura velha – daí o nome. Cerca de 30 mil fazendas entraram em falência. Diante deste cenário trágico, houve, porém, quem soube extrair benefícios. No assentamento Dois Riachões, no município de Ibirapitanga, a praga permitiu que se fizesse a reforma agrária e virasse o lar de 150 pessoas Após se engajar em movimentos de luta pela terra e receber capacitações e apoio de instituições, a comunidade tornou-se exemplo de superação. Passou a vender cacau premium e de qualidade para grandes marcas, conquistou liberdade, independência financeira e soberania&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/02/gracas-a-reforma-agraria-comunidade-produz-seu-proprio-cacau-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Por que os Guarani do litoral paulista plantaram sua própria floresta de palmito</title>
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					<pubDate>28 Jan 2021 06:27:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura, Soluções e Sustentabilidade]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>Devido a seu palmito, a juçara, árvore nativa da Mata Atlântica, foi consumida no Brasil ao limite da extinção. Para reverter essa perda, os Guarani do litoral paulista decidiram plantar milhares de pés em sua reserva aos pés da Serra do Mar. O próximo passo é investir na polpa de juçara. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/01/por-que-os-guarani-do-litoral-paulista-plantaram-sua-propria-floresta-de-palmito/" data-wpel-link="internal">Por que os Guarani do litoral paulista plantaram sua própria floresta de palmito</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Dois ou três golpes de machado e já era: em menos de cinco minutos, lá se vão dez anos de árvore. Fosse outra palmeira nativa, como pupunha ou açaí, em pouco tempo nascia outra no lugar. Mas não a juçara: como ela não gera novos brotos depois de cortada, cada caule derrubado é um a menos na mata. Sua sobrevida se limitará a um tolete de palmito de não mais que meio metro ou um pote de conserva – uma década consumida numa única refeição. Eis a razão pela qual o palmito de juçara (Euterpe edulis) praticamente desapareceu das prateleiras de supermercado. Décadas de exploração comercial fizeram desta palmeira da Mata Atlântica uma espécie rara, hoje restrita às florestas úmidas da Serra do Mar nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, em geral dentro de áreas de conservação. Isso obriga seus remanescentes a sobreviverem em uma paisagem fragmentada, com baixa diversidade genética e ameaçados pelas mudanças climáticas. Palmito é o nome dado à parte comestível do caule de certas palmeiras; o de juçara é conhecido por ser o mais saboroso de todos. Foto: Xavier Bartaburu. O resultado é que hoje os brasileiros consomem o palmito de palmeiras menos saborosas e mais fibrosas, como açaí (Euterpe oleracea) e pupunha (Bactris gasipaes), ambas nativas da Amazônia, ou palmeira-imperial, nativa do Caribe (Roystonea oleracea). São espécies de crescimento rápido, geralmente prontas para serem cortadas após no máximo quatro anos — a juçara exige entre oito e doze anos para produzir um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/01/por-que-os-guarani-do-litoral-paulista-plantaram-sua-propria-floresta-de-palmito/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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														</item>
						<item>
					<title>Florestas de café: alternativa sustentável contra o avanço da pecuária na Amazônia</title>
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					<pubDate>14 Jan 2021 06:21:09 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Pecuária, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>Apuí, no sul do Amazonas, vem produzindo desde 2012 o primeiro café agroecológico da Amazônia.  O município está entre os líderes em focos de incêndio e desmatamento na região.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/01/florestas-de-cafe-alternativa-sustentavel-contra-o-avanco-da-pecuaria-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Florestas de café: alternativa sustentável contra o avanço da pecuária na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O produtor João Nilton Julião em sua lavoura agroflorestal de café. Foto: Idesam/divulgação. Depois de quase desistir dos cafezais, os produtores de café de Apuí, no sul do Amazonas, encontraram no sistema agroflorestal um novo modelo de produção que gera renda e mantém a floresta em pé. Apuí, uma das principais frentes de avanço da pecuária na Amazônia, está entre os dez municípios com a maior taxa de desmatamento na região. Introduzido em 2012 com apoio do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), o Café Apuí Agroflorestal é o primeiro café do Amazonas cultivado de forma agroecológica. Não só evitou que o pasto da pecuária tomasse conta dos antigos cafezais como dobrou a produtividade na região. Quando o Idesam lançou o projeto, a produção dos agricultores da região rendia em média 8 sacas por hectare, muito inferior ao potencial do município. Atualmente, a colheita média dos produtores é de 15 sacas, podendo chegar a 25 por hectare. “Hoje a gente tem 30 famílias, que cultivam 50 hectares de café em sistema de agrofloresta. Mas o potencial é gigantesco”, diz Marina Yasbek Reia, líder do Projeto Café Agroflorestal Apuí do Idesam. “A gente colhia pouco e vendia barato, não sobrava quase nada. Agora, a gente vende com o valor agregado e dá para melhorar um pouco. Dá para comprar insumos para trabalhar na lavoura e comprar as coisas para dentro de casa: uma geladeira, um fogão”, conta Ronaldo de Moraes, um dos produtores que integram o projeto. “Eu&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/01/florestas-de-cafe-alternativa-sustentavel-contra-o-avanco-da-pecuaria-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Madeira certificada da Amazônia gera renda para ribeirinhos do Tapajós</title>
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					<pubDate>02 Jul 2020 07:38:35 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Maria Fernanda Ribeiro]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Madeira, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Cravada no Pará, estado que está no topo do ranking do desmatamento, a Floresta Nacional do Tapajós abriga há 15 anos um dos mais bem-sucedidos projetos de manejo de madeira nativa. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/07/madeira-certificada-da-amazonia-gera-renda-para-ribeirinhos-do-tapajos/" data-wpel-link="internal">Madeira certificada da Amazônia gera renda para ribeirinhos do Tapajós</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS — Fazer da venda da madeira um negócio rentável e sustentável para as comunidades e famílias que habitam a Floresta Amazônica parecia ser um sonho impossível pelos moradores da Floresta Nacional do Tapajós. Cravada no Pará, estado que está no topo do ranking do desmatamento, uma das mais visitadas unidades de conservação do Brasil não só faz do manejo da madeira uma forma de sustento há 15 anos como garantiu o selo FSC (Forest Stewardship Council), o que comprova sua origem legal e a torna referência em manejo dentro do país e fora dele. Uma movelaria para reutilizar os galhos que sobram também foi criada. Por meio de manejo florestal, é possível imaginar que espécies cobiçadas como o ipê, a maçaranduba, o jatobá, o cumaru, o cedro e a itaúba possam sair da Amazônia e se transformar no móvel da casa de alguém sem carregar o peso da culpa, da destruição e da ilegalidade. Isso porque a extração predatória da madeira na Amazônia é um dos principais vetores do desmatamento da floresta, responsável por quase 20% das derrubadas registradas este ano, de acordo com dados do sistema Deter de monitoramento por satélite, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). No primeiro trimestre de 2020, foram 1.204 quilômetros quadrados de áreas desmatadas. Aluisio Patrocínio de Sousa, engenheiro florestal que faz parte da Coomflona (Cooperativa Mista da Flona do Tapajós), conta que a diferença entre o manejo florestal da madeira e a exploração ilegal é que o primeiro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/07/madeira-certificada-da-amazonia-gera-renda-para-ribeirinhos-do-tapajos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Semente por semente, mulheres do Xingu estão reflorestando o que o branco desmatou</title>
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					<pubDate>18 Jun 2020 06:21:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[JoAnna Haugen]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Ambientalistas, Biodiversidade, Cerrado, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Extrativismo, Florestas, Indígenas, Índios, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura, Sustentabilidade e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>O Movimento das Mulheres Yarang, do povo Ikpeng, coletou mais de 3 toneladas de sementes nativas na última década. Um milhão de árvores já brotaram na bacia do Rio Xingu como resultado de seu esforço.   </p>
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							<![CDATA[Mulheres Yarang reunidas na floresta para a coleta de sementes. Foto: Carol Quintanilha/Instituto Socioambiental. Todas as manhãs, mulheres das aldeias Moygu e Arayó, no Médio Xingu, saem de casa munidas de cestos, sacolas e facões. Carregando também água e beiju, reúnem as crianças e começam a caminhar para dentro da floresta para mais um dia de coleta de sementes locais. Debaixo das árvores, seus dedos rastreiam a terra, varrendo as folhas caídas para revelar sementes de murici-da-mata, jatobá, leiteiro, carvoeiro, cafezinho-do-pasto, mamoninha, lobeira e de outras espécies locais. Quando os cestos e sacolas estão cheios, o grupo se dirige para a Casa de Sementes do Movimento das Mulheres Yarang, instalada entre as duas aldeias, bem no centro do Parque Indígena do Xingu. Ali, as mulheres usam uma peneira para selecionar as sementes, que depois são postas para secar e então estocadas, à espera de uma encomenda. Seis horas depois de deixarem suas aldeias, elas voltam para casa. Há mais de dez anos, as 65 integrantes do Movimento das Mulheres Yarang, do povo Ikpeng do Mato Grosso, vasculham meticulosamente a floresta em torno de suas aldeias em busca de sementes nativas. O nome do grupo, yarang, significa formiga-cortadeira (ou saúva) na língua local. “A gente trabalha como as formigas-cortadeiras, que trabalham juntas, gostam de sementes, vão na floresta, fazem coleta. Elas trabalham com sementes, sempre como um grupo”, explica Koré Ikpeng, uma das coletoras, em vídeo lançado em agosto de 2019 pelo Instituto Socioambiental. As mulheres Yarang vendem as sementes para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/semente-por-semente-mulheres-do-xingu-estao-reflorestando-o-que-o-branco-desmatou/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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