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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Mercúrio ameaça mais de 160 comunidades na bacia do rio Beni, na Bolívia</title>
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					<pubDate>12 Out 2026 18:06:39 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Iván Paredes Tamayo]]>
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							<![CDATA[Água, Alimentação, Alimentos, Garimpo, Mineração, Pesca, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A Mongabay constatou que 39 comunidades na Bolívia sofrem intoxicação por mercúrio e outras 125 enfrentam risco semelhante.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mercurio-ameaca-mais-de-160-comunidades-na-bacia-do-rio-beni-na-bolivia/" data-wpel-link="internal">Mercúrio ameaça mais de 160 comunidades na bacia do rio Beni, na Bolívia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Gilberto Vaca Muiba teme que o mercúrio acumulado em seu corpo acabe lhe tirando a vida. Ainda assim, o medo não muda sua rotina: ele pega a velha vara de pescar, caminha até o rio e espera pacientemente pela refeição do dia. Ajoelhado em uma das margens do rio Beni, na Amazônia boliviana, Muiba aguarda que um peixe morda a isca para levar comida para casa. É uma tarde de julho na comunidade boliviana de Puerto Yumani, e ele acaba de fisgar um pequeno surubim. O peixe provavelmente está contaminado por mercúrio, mas ele o leva à mesa mesmo assim. Puerto Yumani é uma das cinco comunidades indígenas visitadas pela Mongabay ao longo de um trecho de 41 quilômetros do rio Beni. As outras quatro são Carmen Soledad e Puerto Motor, no município de Rurrenabaque, departamento de Beni, e Eyiyoquibo e Buena Vista, em San Buenaventura, no norte do departamento de La Paz. Todos esses territórios, pertencentes aos povos indígenas Tacana, Leco e Ese Ejja, estão expostos à contaminação por mercúrio que chega pelo rio. Por isso, o Beni é visto de duas formas: fonte de sustento das comunidades e origem de muitos de seus males. “Nós comemos peixe todos os dias, é nossa dieta comum, porque comprar carne ou frango é caro demais para nós. Nos rios, nós temos o nosso alimento, mas é exatamente esse alimento que está contaminado. E nós estamos sofrendo por causa disso”, disse Guido Alfaro, presidente da Central de Povos Indígenas de La Paz&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mercurio-ameaca-mais-de-160-comunidades-na-bacia-do-rio-beni-na-bolivia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Na Amazônia peruana, mercúrio do garimpo ameaça crianças e gestantes </title>
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					<pubDate>23 Set 2026 09:51:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Salazar Vega]]>
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							<![CDATA[Água, Alimentação, Alimentos, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comida, Direitos humanos, Doenças, Garimpo, Mineração, Pesca, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>MADRE DE DIOS, Peru — “Bayolet, minha filhinha, fez alguns exames quando tinha cinco anos”, disse Gladys Ordoñez, mãe e moradora da comunidade indígena Shintuya, às margens do rio Madre de Dios, na Amazônia peruana. “Ela já tinha desmaiado duas vezes na escola, mas não sabíamos qual era o motivo&#8230; Foi aí que encontraram o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MADRE DE DIOS, Peru — “Bayolet, minha filhinha, fez alguns exames quando tinha cinco anos”, disse Gladys Ordoñez, mãe e moradora da comunidade indígena Shintuya, às margens do rio Madre de Dios, na Amazônia peruana. “Ela já tinha desmaiado duas vezes na escola, mas não sabíamos qual era o motivo&#8230; Foi aí que encontraram o mercúrio.” Gladys ainda se lembra do grupo de “forasteiros” que chegou há uma década para coletar amostras de sangue e de cabelo. Semanas depois, eles voltaram com um alerta: o peixe consumido pela comunidade, principal fonte de alimento local, poderia estar contaminado. “Dissemos que não, que não podia ser”, disse María Santos, outra mãe que vive ali. “Aqui não extraímos ouro. Aqui não há mineração.” A origem, porém, não estava na aldeia. Na área de rio acima, o garimpo ilegal despejava mercúrio nos rios que cortam a região de Madre de Dios. Assim, os peixes entravam em contato com o metal pesado e desciam o curso d&#8217;água até chegarem ao prato de dezenas de famílias da comunidade. Onze anos depois, o problema continua. Bayolet, então uma criança pequena, hoje tem 16 anos. Cursando o ensino médio, ela disse que ainda enfrenta dificuldades para se concentrar nas aulas. Seu maior desejo é concluir os estudos e cursar enfermagem. Ela se lembra do cansaço constante em sala de aula, da fadiga e da fraqueza. No entanto, após o diagnóstico de exposição ao mercúrio, Bayolet disse ter recebido apenas tratamento para anemia. Bayolet tinha apenas cinco anos quando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/na-amazonia-peruana-mercurio-do-garimpo-ameaca-criancas-e-gestantes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Peixe com mercúrio faz famílias ribeirinhas da Amazônia mudarem refeições</title>
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					<pubDate>31 Ago 2026 07:31:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Indígenas, Peixes, Pesca, Poluição, Povos indígenas, Povos Tradicionais e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>LAGO DO PURUZINHO/TI KARIPUNA/CALAMA, Amazonas e Rondônia — Ao redor de um lago de águas claras com abundância de peixes, está situada a comunidade Lago do Puruzinho, na Amazônia, um território que, à primeira vista, assemelha-se a um paraíso. Localizada a apenas 20 quilômetros da cidade de Humaitá, no estado do Amazonas, é uma área [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[LAGO DO PURUZINHO/TI KARIPUNA/CALAMA, Amazonas e Rondônia — Ao redor de um lago de águas claras com abundância de peixes, está situada a comunidade Lago do Puruzinho, na Amazônia, um território que, à primeira vista, assemelha-se a um paraíso. Localizada a apenas 20 quilômetros da cidade de Humaitá, no estado do Amazonas, é uma área onde coexistem permanentemente dois sons: o canto de aves como o japu — de plumagem preta com bico amarelo, que voa em busca de árvores frutíferas — e o som estrondoso dos motores das embarcações que sulcam o rio Madeira. Durante décadas, os cerca de 170 residentes da comunidade ribeirinha se alimentaram de todo tipo de peixe do lago, mas isso mudou quando conheceram a palavra mercúrio e souberam das grandes quantidades do metal pesado que a mineração ilegal de ouro joga no Madeira. Este rio, que alimenta as águas do lago Puruzinho, recebe a cada ano entre 10 e 50 toneladas de mercúrio, que são liberadas pelas dragas que extraem ouro dia e noite. &#8220;Deu muito mercúrio mesmo no nosso cabelo [por causa] do peixe, que é o tucunaré, que a gente come muito&#8221;, conta Maria Rogelina Soares da Silva dos Santos, pescadora e dona de casa, na porta de sua casa, situada na margem do lago Puruzinho. &#8220;Foi um baita susto.&#8221; Ela se refere aos estudos da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), dos quais ela participa ativamente há 26 anos. As pesquisas, que investigam como a contaminação por mercúrio afeta os peixes e,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/peixe-com-mercurio-faz-familias-ribeirinhas-da-amazonia-mudarem-refeicoes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</title>
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					<pubDate>20 Ago 2026 07:00:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Água, Conflitos, Governança, Indígenas, Infraestrutura, Lei Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Rios e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>Com as eleições de outubro, comunidades amazônicas temem que sua segurança seja trocada pelo crescimento acelerado do agronegócio.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[CALAMA E PARAÍSO GRANDE, Rondônia e Amazonas — Uma mãe e seus três filhos morreram depois que uma barcaça carregada de soja colidiu com uma estrutura flutuante e destruiu completamente a casa onde viviam em 17 de janeiro de 2025, na comunidade ribeirinha de Urumatuba, à margem  do rio Madeira, na cidade de Maricoré, no Amazonas. Quatro meses depois, outra embarcação de carga atingiu três balsas de garimpo ancoradas na comunidade vizinha de Nova Catarina. O proprietário de uma das balsas de garimpo era o marido da mulher e pai das três crianças que morreram no acidente de janeiro, de acordo com o portal de notícias Fato Amazônico. A Mongabay estava fazendo reportagens em comunidades ribeirinhas na região da cidade de Humaitá, a 190 quilômetros a sudeste e rio abaixo de Manicoré, quando o segundo acidente ocorreu. Todos os entrevistados naquele e nos dias seguintes disseram que estavam apavorados com a ocorrência, além de afirmar que conheciam alguém que sofreu perdas ou morreu em colisões envolvendo barcaças de grãos no rio Madeira. &#8220;A gente está muito preocupado aqui na nossa comunidade a respeito dessas embarcações&#8221;, disse a agricultora Maria Delci Barros de Morais, de 59 anos, à Mongabay, na varanda de sua casa na comunidade ribeirinha de Paraíso Grande, localizada a 30 minutos de voadeira de Humaitá. &#8220;Já aconteceu de eles atropelarem até mesmo uma pessoa conhecida da gente.&#8221; Segundo ela, a barcaça esmagou o barco usado pela família como moradia. &#8220;Graças a Deus, não morreu ninguém.&#8221; De acordo com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Antas, morcegos e ninhos: como o plástico se infiltra na fauna amazônica</title>
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					<pubDate>11 Ago 2026 10:00:31 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Microplásticos na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Aves, Fauna, Insetos, Mamíferos, Peixes, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Na foz do Amazonas, aves já constroem ninhos azuis com plástico descartado.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/antas-morcegos-e-ninhos-como-o-plastico-se-infiltra-na-fauna-amazonica/" data-wpel-link="internal">Antas, morcegos e ninhos: como o plástico se infiltra na fauna amazônica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Esta é a terceira e última reportagem de uma série especial sobre microplásticos na Amazônia. Leia a primeira e a segunda reportagens. MANAUS, AM — Saindo da capital amazonense e subindo o rio Negro de barco, o percurso até o Parque Nacional de Anavilhanas leva de oito a nove horas, ao longo de aproximadamente 100 quilômetros. A unidade de conservação foi criada para proteger um dos maiores arquipélagos de água doce do mundo, com mais de 400 ilhas e 60 lagos. Entre eles está o lago do Prato, com cerca de 3,5 quilômetros de comprimento e 1,5 quilômetro de largura. Mesmo ali, em uma área protegida e distante da pressão urbana, microplásticos foram encontrados no trato digestivo dos peixes. Um recente estudo registrou microplásticos nas águas do lago do Prato em concentração média de 0,25 partículas por litro, e também nos peixes analisados, independentemente de seus hábitos alimentares — uma média de 3,3 partículas por peixe. No total, cerca de oito em cada dez peixes continham microplásticos. Mesmo em uma área conservada e afastada dos centros urbanos. “Devido a toda a dinâmica de conectividade que existe entre os ambientes aquáticos na Amazônia, encontra-se o plástico até mesmo nos lugares mais remotos”, explica o biólogo Adalberto Val, um dos autores do trabalho. O caminho provável do plástico começa antes do lago. A maioria das partículas encontradas nos peixes analisados era formada por filamentos de poliamida, também conhecida como náilon, além de fragmentos de materiais como o PET. Fibras de roupas sintéticas,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/antas-morcegos-e-ninhos-como-o-plastico-se-infiltra-na-fauna-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Nos rios da Amazônia, peixes já respiram e ingerem plástico</title>
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					<pubDate>23 Jul 2026 07:03:03 +0000</pubDate>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Florestas, Florestas Tropicais, Peixes, Pesca, Poluição, Recursos hídricos e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Esta é a segunda reportagem de uma série especial em três partes sobre microplásticos na Amazônia. Leia a primeira aqui. MANAUS, AM — Nas águas amazônicas, o pirarucu (Arapaima gigas) é um peixe que consegue viver entre dois mundos. Na escassez de oxigênio, como é típico de lagos de várzea, o gigante sobe à superfície [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/nos-rios-da-amazonia-peixes-ja-respiram-e-ingerem-plastico/" data-wpel-link="internal">Nos rios da Amazônia, peixes já respiram e ingerem plástico</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta é a segunda reportagem de uma série especial em três partes sobre microplásticos na Amazônia. Leia a primeira aqui. MANAUS, AM — Nas águas amazônicas, o pirarucu (Arapaima gigas) é um peixe que consegue viver entre dois mundos. Na escassez de oxigênio, como é típico de lagos de várzea, o gigante sobe à superfície para respirar o ar. Ao longo de uma linhagem com pelo menos 100 milhões de anos, o pirarucu desenvolveu uma bexiga natatória modificada, capaz de funcionar como um pulmão primitivo. Essa adaptação rara permitiu a ele a vantagem de poder ocupar ambientes que são severos para outros peixes. Hoje, porém, a mesma adaptação que permite sua sobrevivência o torna vulnerável a uma outra ameaça: a poluição por microplásticos. “O ambiente amazônico já é altamente desafiador”, afirma Adalberto Val, biólogo e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (INCT-Adapta). “Aqui temos temperaturas altas, baixos níveis de oxigênio na água… Os organismos já respondem a esses desafios da forma que eles aprenderam durante o processo evolutivo. Então, começamos a acrescentar desafios novos, como é o plástico.” Quando respirar vira um risco Os pirarucus são incapazes de sobreviver mais de dez minutos sem subir à superfície para respirar. Para isso, usam o órgão de respiração aérea ligado à sua bexiga natatória modificada. Essa necessidade os coloca em contato direto com microplásticos que flutuam na água. Com base nos conhecimentos já estabelecidos sobre a espécie, Se microplásticos invadirem o órgão de respiração&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/nos-rios-da-amazonia-peixes-ja-respiram-e-ingerem-plastico/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Dos igarapés aos manguezais, microplásticos contaminam a Amazônia</title>
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					<pubDate>26 Jun 2026 10:18:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
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							<![CDATA[<p>MANAUS, AM — No último dia 20 de junho, uma equipe de 50 pessoas liderada pelas ONGs Asas de Socorro e Rede Reviva percorreu cerca de 1,5 quilômetro da orla do Lago do Puraquequara, na zona leste de Manaus, durante uma ação de coleta de lixo. Ao fim da atividade, realizada em um trecho de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MANAUS, AM — No último dia 20 de junho, uma equipe de 50 pessoas liderada pelas ONGs Asas de Socorro e Rede Reviva percorreu cerca de 1,5 quilômetro da orla do Lago do Puraquequara, na zona leste de Manaus, durante uma ação de coleta de lixo. Ao fim da atividade, realizada em um trecho de praias à beira de um lago com espelho d’água estimado entre 20 e 25 km², o grupo havia recolhido uma caçamba cheia de resíduos plásticos. Antes desta, ação semelhante realizada em junho 2023 havia coletado outras duas caçambas. A experiência do grupo ajudou a dimensionar o resultado da pesquisa de mestrado de Eletuza Uchôa Farias: metade dos peixes coletados no lago, pertencentes a duas espécies de jaraqui (Semaprochilodus insignis e Semaprochilodus taeniurus), havia ingerido microplásticos. Uma vez no organismo, as partículas podem permanecer no trato intestinal, alcançar outros tecidos e órgãos e circular pela cadeia alimentar, da base aos peixes predadores — até chegar, potencialmente, ao ser humano. O jaraqui é o peixe mais consumido no estado do Amazonas. Todas as partículas encontradas no intestino dos peixes eram fibras: filamentos finos e alongados, com tamanho entre 0,5 e 4,37 milímetros. A maior parte delas, 85,7%, foi identificada como poliamida, um polímero amplamente utilizado pela indústria têxtil por sua resistência e flexibilidade. O entorno do Puraquequara é habitado por comunidades sem atendimento adequado de saneamento básico. Na prática, a água de pias, tanques e máquinas de lavar roupa é descartada diretamente nos corpos d’água, o que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/dos-igarapes-aos-manguezais-microplasticos-contaminam-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo aponta manguezais como aliados contra poluição por nitrogênio</title>
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					<pubDate>24 Jun 2026 12:52:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Se forem restaurados e protegidos, os manguezais podem ajudar a sequestrar mais de 5 milhões de toneladas de poluição causada por nitrogênio em ecossistemas costeiros de todo o planeta, argumenta um estudo recente. Essa poluição geralmente é originada por fertilizantes sintéticos muito utilizados na agricultura ou por resíduos humanos que se infiltram nas fontes de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Se forem restaurados e protegidos, os manguezais podem ajudar a sequestrar mais de 5 milhões de toneladas de poluição causada por nitrogênio em ecossistemas costeiros de todo o planeta, argumenta um estudo recente. Essa poluição geralmente é originada por fertilizantes sintéticos muito utilizados na agricultura ou por resíduos humanos que se infiltram nas fontes de água. Pesquisadores analisaram dados sobre a remoção de nitrogênio no mundo e estimaram que os manguezais atualmente sequestram cerca de 870 mil toneladas por ano deste elemento. O estudo estimou que, se esses ecossistemas costeiros forem protegidos e restaurados, a produção poderia superar 5 milhões de toneladas anuais. Ainda segundo os pesquisadores, esse serviço ecossistêmico prestado pelos manguezais valeria US$ 8,7 bilhões (R$ 44 bilhões) por ano em créditos de nitrogênio. “Os manguezais representam uma solução natural de mitigação, poderosa e subestimada, para a poluição causada pelo nitrogênio”, escreveram os coautores do estudo, Ziyan Wang e Benoit Thibodeau, da Universidade Chinesa de Hong Kong. Wang e Thibodeau argumentam que a remoção de nitrogênio deveria ser tratada de forma semelhante ao armazenamento de carbono e sugerem a criação de um mercado de créditos de nitrogênio azul para ajudar a financiar soluções para a crise climática. Com base em projetos anteriores, eles estimaram que os créditos de nitrogênio seriam precificados em cerca de US$ 10 mil (R$ 50 mil) por tonelada. O valor total de um mercado de remoção de nitrogênio superaria em muito o do armazenamento de carbono em ecossistemas de mangue, segundo o estudo. O nitrogênio é um nutriente&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Aves migratórias enfrentam avanço do mar, do lixo e do calor no Brasil</title>
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					<pubDate>10 Jun 2026 07:52:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>BACIA POTIGUAR, Rio Grande do Norte — Nas praias de estuários, onde o Oceano Atlântico se mistura às águas doces que brotam do subsolo dos manguezais, o maçarico-de-papo-vermelho (Calidris canutus) tem um único objetivo: se alimentar. Enquanto uma ave do grupo faz a vigília, as outras capturam, com seus bicos especializados e incansáveis, os mariscos, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[BACIA POTIGUAR, Rio Grande do Norte — Nas praias de estuários, onde o Oceano Atlântico se mistura às águas doces que brotam do subsolo dos manguezais, o maçarico-de-papo-vermelho (Calidris canutus) tem um único objetivo: se alimentar. Enquanto uma ave do grupo faz a vigília, as outras capturam, com seus bicos especializados e incansáveis, os mariscos, as ostras, os caracóis e as minhocas que habitam os solos lamosos. Logo chegará o momento de migrar — e é preciso dobrar de peso para aguentar a longa viagem. Após viverem cerca de oito meses (de setembro a abril) entre as áreas úmidas costeiras do litoral brasileiro e a Terra do Fogo, no extremo sul da América do Sul, os maçaricos-de-papo-vermelho iniciam, a cada mês de maio, um longo voo de retorno ao Hemisfério Norte. No destino final, estão as regiões frias e desérticas da tundra ártica, especialmente ao norte do continente americano. É ali, entre junho e agosto, no verão setentrional, que ocorre o período reprodutivo. Mesmo antes da jornada começar, nas praias de Macau, Guamaré e Galinhos, municípios do litoral do Rio Grande do Norte que integram a Bacia Potiguar, já é possível assistir a um evento de preparação: as aves exibem no peito a coloração avermelhada, típica plumagem nupcial. Entre as aves migratórias, o maçarico é uma das que percorre as maiores distâncias: voa por cerca de seis dias e seis noites sem dormir, comer ou beber. Após deixar o Brasil, são cerca de 8 mil quilômetros percorridos até a próxima&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/aves-migratorias-enfrentam-avanco-do-mar-do-lixo-e-do-calor-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Expedição cruza o Brasil atrás de microplásticos em moluscos; veja as descobertas</title>
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					<pubDate>17 Abr 2026 08:33:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Thamys Trindade]]>
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							<![CDATA[<p>Foram quase três meses na estrada, percorrendo mais de 10 mil quilômetros ao longo da costa brasileira. Ao final da jornada, o itinerário havia incluído 17 cidades — começando por Santa Catarina e indo até o Pará. Pelo caminho, 891 mexilhões, ostras, sururus e outros moluscos bivalves haviam sido coletados como parte de uma pesquisa [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Foram quase três meses na estrada, percorrendo mais de 10 mil quilômetros ao longo da costa brasileira. Ao final da jornada, o itinerário havia incluído 17 cidades — começando por Santa Catarina e indo até o Pará. Pelo caminho, 891 mexilhões, ostras, sururus e outros moluscos bivalves haviam sido coletados como parte de uma pesquisa inédita sobre a presença de microplásticos nesses organismos. A missão se provaria mais do que necessária: segundo os resultados iniciais do estudo, quase 70% dos moluscos analisados continham microplásticos. E nenhum ponto de coleta do litoral brasileiro estava livre de contaminação. A situação é preocupante, pois envolve riscos ambientais e sanitários. Além de desempenharem um papel ecológico fundamental enquanto filtradores, esses animais fazem parte da alimentação de milhares de brasileiros, todos os dias — o que levanta questões sérias sobre segurança alimentar. A expedição científica realizada por terra entre maio e julho de 2024 foi idealizada pelo Instituto Voz dos Oceanos, um movimento global de combate à poluição plástica, em parceria com o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), a Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano e o Centro de Referência para Quantificação e Tipificação do Lixo do Mar (CeLMar), também da USP. Durante o percurso, uma pergunta atravessou o caminho da equipe: como tornar visível aquilo que não se vê? Talvez fosse necessário aprender outras formas de olhar o invisível. Pesquisadoras da expedição costeira fotografam moluscos na praia. Imagem cedida por Thamys Trindade. Acompanhei a expedição como documentarista. A bióloga marinha Marilia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/expedicao-cruza-o-brasil-atras-de-microplasticos-em-moluscos-veja-as-descobertas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Anfíbios da Amazônia podem desaparecer antes mesmo que sejam descobertos</title>
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					<pubDate>13 Abr 2026 13:46:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Anfíbios, Animais, Carbono, Dióxido de Carbono, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Novas espécies, Poluição e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/" data-wpel-link="internal">Anfíbios da Amazônia podem desaparecer antes mesmo que sejam descobertos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se proteger de mosquitos e formigas, e um par de botas, para impedir que se molhem os pés. Encontrar anfíbios na Amazônia não requer equipamento de alta tecnologia; remonta, na verdade, às explorações dos naturalistas do início do século 20. É assim que o biólogo e professor da Universidade Federal do Amazonas, Igor Kaefer, descreve o que seria um típico dia de campo em busca de anfíbios amazônicos. Ele foi um dos responsáveis pela descoberta do Amazophrynella bilinguis, publicada em 2019. A própria descrição do sapinho já dá a noção da dificuldade de encontrá-lo: as fêmeas medem cerca de dois centímetros, e sua cabeça e dorso marrons as fazem “desaparecer” entre as folhas e galhos. Lar de 1.525 espécies estimadas de anfíbios, a Bacia amazônica é a mais diversa do mundo quando se trata de sapos, rãs e pererecas. Porém, deste número, apenas cerca de 810 têm registros confirmados de ocorrência. Por isso, ir a campo e se deparar com uma nova espécie não é algo improvável. “Em quase todo inventário que se faz em uma área remota, volta-se com até mais de uma espécie nova para síntese”, conta Igor. Mas o intervalo entre encontrar, em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Petróleo no mar põe em xeque a liderança climática do Brasil, aponta estudo</title>
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					<pubDate>14 Nov 2025 08:31:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Carbono, Conservação, Dióxido de Carbono, Energia limpa, Energia renovável, Energias renováveis, Gases de Efeito Estufa, Oceanos, Poluição e recifes de coral]]>
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							<![CDATA[<p>Enquanto o Brasil aquecia os motores para receber a Conferência Climática da ONU, a COP30, neste mês de novembro, os percalços que acompanham a agenda ambiental do país ganhavam destaque em novos estudos. Na antessala do evento em Belém, um relatório da SkyTruth, organização sem fins lucrativos dedicada ao monitoramento ambiental por satélite, revelou o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/petroleo-no-mar-poe-em-xeque-a-lideranca-climatica-do-brasil-aponta-estudo/" data-wpel-link="internal">Petróleo no mar põe em xeque a liderança climática do Brasil, aponta estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Enquanto o Brasil aquecia os motores para receber a Conferência Climática da ONU, a COP30, neste mês de novembro, os percalços que acompanham a agenda ambiental do país ganhavam destaque em novos estudos. Na antessala do evento em Belém, um relatório da SkyTruth, organização sem fins lucrativos dedicada ao monitoramento ambiental por satélite, revelou o crescente impacto de estruturas de petróleo e gás offshore em áreas vulneráveis do território brasileiro, sobretudo em regiões marinhas biodiversas, como a foz do Rio Amazonas. Em um momento em que os olhos do mundo se voltam para a capital paraense, o que aumenta o interesse pelas soluções ambientais que o Brasil busca oferecer, a investigação colocou em xeque o papel de liderança climática da nação anfitriã. Como principal argumento, o estudo apresentou os dilemas de um modelo econômico ainda muito dependente de algo que o Brasil, sobretudo sob o governo do presidente Lula, vem prometendo substituir: os combustíveis fósseis. Entre os principais pontos, o relatório mapeia a poluição causada pelo derramamento de óleo e destaca um aumento acelerado no tráfego de embarcações ligadas à indústria petroleira e no nível de emissões de metano, liberado através de vazamentos durante a extração. Tudo isso na esteira da expansão do próprio setor energético, que cresce na contramão da busca por matrizes menos poluentes. “Entre 2014 e 2024, a produção de petróleo do Brasil aumentou mais de 49% e a de gás natural, mais de 78%”, diz a SkyTruth. Apontando contradições na retórica climática do governo federal —&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/petroleo-no-mar-poe-em-xeque-a-lideranca-climatica-do-brasil-aponta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Lixo plástico e ação humana abrem caminho para mexilhão invasor na costa brasileira</title>
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					<pubDate>29 Out 2025 15:36:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Evanildo da Silveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Conservação, Fauna marinha, Oceanos e Poluição]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O litoral brasileiro tem sido palco de uma silenciosa — e preocupante — “invasão” ambiental em anos recentes: a chegada do mexilhão-verde (Perna viridis), espécie originária da costa dos oceanos Índico e Pacífico e conhecida pela ciência por seu potencial ecológico intrusivo em diferentes ecossistemas. Desde que começou a ser registrado no Brasil com grande [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/lixo-plastico-e-acao-humana-abrem-caminho-para-mexilhao-invasor-na-costa-brasileira/" data-wpel-link="internal">Lixo plástico e ação humana abrem caminho para mexilhão invasor na costa brasileira</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O litoral brasileiro tem sido palco de uma silenciosa — e preocupante — “invasão” ambiental em anos recentes: a chegada do mexilhão-verde (Perna viridis), espécie originária da costa dos oceanos Índico e Pacífico e conhecida pela ciência por seu potencial ecológico intrusivo em diferentes ecossistemas. Desde que começou a ser registrado no Brasil com grande prevalência por volta de 2018, na região da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, o animal se espalha pela costa do Brasil de forma acelerada. Com o tempo, o molusco bivalve também se estabeleceu em áreas protegidas, ameaçando a biodiversidade marinha. Agora, novos estudos buscam mapear e entender esse fenômeno. Esses são os objetivos de uma pesquisa publicada em março sob a coordenação de representantes do Instituto de Pesca — entidade ligada ao governo do estado de São Paulo — e de acadêmicos de diferentes instituições do Brasil e do Uruguai, como a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e a Universidad de la República (Udelar), de Montevidéu. Segundo a investigação, a presença da espécie não é mais um fato isolado: existem pelo menos 41 registros confirmados do mexilhão-verde ao longo de toda a costa brasileira, com um total de 12 ocorrências observadas dentro de unidades de conservação. Os dados vêm chamando a atenção de cientistas e gestores ambientais, à medida que o pequeno animal pode causar uma gama variada de impactos à biodiversidade nativa, competindo com espécies por recursos e trazendo novas doenças. Ao mesmo tempo, sua crescente aparição afeta&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/lixo-plastico-e-acao-humana-abrem-caminho-para-mexilhao-invasor-na-costa-brasileira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Por que as árvores da Amazônia estão ficando mais “gordas”?</title>
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					<pubDate>22 Out 2025 08:00:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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							<![CDATA[<p>Como as árvores da Amazônia têm reagido ao aumento das emissões de dióxido de carbono nos últimos séculos? É sabido que, entre os gases de efeito estufa, o CO2 é apontado como o principal responsável pelo aquecimento global. O mais recente relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), revelou que a concentração de carbono na atmosfera [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Como as árvores da Amazônia têm reagido ao aumento das emissões de dióxido de carbono nos últimos séculos? É sabido que, entre os gases de efeito estufa, o CO2 é apontado como o principal responsável pelo aquecimento global. O mais recente relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), revelou que a concentração de carbono na atmosfera global teve em 2024 o maior salto anual já registrado desde o início das medições em 1957. Cientistas do clima são unânimes em afirmar que este aumento foi provocado pelas atividades humanas, sobretudo pela queima de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão e gás. Porém, para a surpresa de pesquisadores envolvidos em um novo estudo publicado recentemente na revista Nature Plants, as florestas maduras da Amazônia têm demonstrado uma forte resiliência frente às mudanças climáticas decorrentes do excesso de carbono na atmosfera — isso é relevante porque as árvores são consideradas sumidouros naturais de CO2, pela habilidade de absorvê-lo no processo de fotossíntese. E não só isso: as árvores amazônicas estão ficando mais “gordas”, com o tamanho da área de seu tronco aumentando em 3,3% a cada década. “Normalmente, não esperaríamos que o tamanho médio das árvores em uma área de floresta madura mudasse ao longo do tempo, desde que as taxas de crescimento e morte delas fossem geralmente estáveis”, explica Rebecca Banbury Morgan, pesquisadora da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e coautora do artigo. “Comparamos nossas observações com essa expectativa de ausência de mudança e descobrimos que o tamanho&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/por-que-as-arvores-da-amazonia-estao-ficando-mais-gordas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia tem recorde de emissão de carbono após surto de incêndios florestais em 2024</title>
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					<pubDate>20 Out 2025 07:53:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição e Queimadas]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2024, a Amazônia registrou uma das temporadas mais devastadoras de incêndios florestais em mais de duas décadas, reacendendo alertas ambientais em toda a América do Sul. No caso do Brasil, a preocupação ressurge após uma redução generalizada dos números de desmatamento no bioma tropical durante o ano de 2023. Já este ano, enquanto o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2024, a Amazônia registrou uma das temporadas mais devastadoras de incêndios florestais em mais de duas décadas, reacendendo alertas ambientais em toda a América do Sul. No caso do Brasil, a preocupação ressurge após uma redução generalizada dos números de desmatamento no bioma tropical durante o ano de 2023. Já este ano, enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e especialistas tentam desvendar uma relação anômala entre a derrubada da floresta e o aumento dos incêndios criminosos, um estudo do Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia trouxe detalhes sobre os danos climáticos causados pela mais recente epidemia de fogo na região. Segundo a pesquisa publicada em maio, a degradação florestal gerada pelos incêndios foi responsável pela liberação de 791 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono (CO2) em 2024 — um número sete vezes maior se comparado à média vista nos dois anos anteriores. Mais ainda, pela primeira vez na história, as emissões de carbono diretamente relacionadas aos incêndios superaram as vindas do desmatamento. O Brasil, maior país amazônico, foi responsável por 61% das emissões, seguido pela Bolívia (32%), nação que convive há anos com numerosos focos de fogo em várias partes de seu território. “A escalada da ocorrência de incêndios, impulsionada pelas mudanças climáticas e pelo uso insustentável da terra, ameaça levar a Amazônia a um ponto de virada catastrófico”, diz o estudo. “Esforços urgentes e coordenados são cruciais para mitigar esses fatores e evitar danos irreversíveis ao ecossistema.” Somadas, as emissões decorrentes do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/amazonia-tem-recorde-de-emissao-de-carbono-apos-surto-de-incendios-florestais-em-2024/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>As ações coletivas e civis são realmente eficazes?</title>
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					<pubDate>09 Out 2025 15:13:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
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							<![CDATA[<p>Alguns sistemas jurídicos têm um procedimento civil que permite que um grupo de pessoas junte forças para criar uma entidade temporária (classe), que eles usam para buscar reparação judicial de outra entidade, normalmente uma corporação, por danos causados por um incidente, produto ou serviço. Conhecido como “ação coletiva”, esse tipo de litígio foi pioneiro nos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Alguns sistemas jurídicos têm um procedimento civil que permite que um grupo de pessoas junte forças para criar uma entidade temporária (classe), que eles usam para buscar reparação judicial de outra entidade, normalmente uma corporação, por danos causados por um incidente, produto ou serviço. Conhecido como “ação coletiva”, esse tipo de litígio foi pioneiro nos Estados Unidos durante o século 20 para tratar de várias formas de má conduta corporativa e negligência grave. Por exemplo, eles desempenharam um papel fundamental ao forçar as empresas de energia a melhorar seus procedimentos operacionais e a indenizar indivíduos por danos causados por derramamentos de óleo e despejos de resíduos tóxicos. Considerando o legado das indústrias extrativas na Pan-Amazônia, as ações coletivas representam uma estratégia em potencial para financiar a remediação das calamidades ambientais que se acumularam nas últimas cinco décadas. Todos os países da Pan-Amazônia incorporaram aspectos desse conceito judicial em seus códigos civis; no entanto, ele foi implantado com resultados mistos, em parte devido à fraca governança judicial da região. No prédio onde funcionam os escritórios da União dos Afetados pela Texaco, foi afixado um cartaz para lembrar os danos causados pela petrolífera. Foto: União dos Afetados pela Petrolífera Chevron (Udapt). Em um dos casos de maior destaque, os habitantes da Província de Sucumbíos, no Equador, processaram a Texaco, posteriormente adquirida pela Chevron, pedindo indenização por danos causados por práticas que poluíram o solo e a água da região entre 1965 e 1992. Em uma complexa série de decisões judiciais envolvendo várias&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/as-acoes-coletivas-e-civis-sao-realmente-eficazes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Armazenamento de carbono no oceano: entre novos investimentos e antigas preocupações</title>
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					<pubDate>30 Set 2025 12:57:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Conservação, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Energia, Gases de Efeito Estufa, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mudanças climáticas, Oceanos, Política Ambiental, Poluição e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do [&#8230;]</p>
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]]>
						</description>
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							<![CDATA[Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do México ou no Sudeste Asiático. Muitas dessas iniciativas já são financiadas por governos locais. A prática consiste na captura do carbono (em geral, obtido diretamente de indústrias poluidoras, como a do cimento e as metalúrgicas, por exemplo) e em sua transformação em CO2 supercrítico – ou seja, quando está acima da sua temperatura e pressão críticas, sendo “otimizado” para a manipulação. Após esse processo, o produto é levado por navios ou gasodutos até uma estrutura localizada no oceano. Ao chegar lá, o CO2 é injetado em um poço inativo, que em seguida é “lacrado”. “Essas mesmas formações [geológicas] armazenaram petróleo e gás por milhões de anos até serem perfuradas. Por esse motivo, sabemos que o CO2 pode ser depositado de forma permanente e na mesma escala de tempo. Temos dados detalhados e uma compreensão sólida sobre a geologia desses poços e o quanto eles podem armazenar”, disse Chris Consoli, especialista em armazenamento do Global CCS Institute. No entanto, essa proposta de solução climática, que pretende pegar carona na infraestrutura já existente dos combustíveis fósseis, é vista por críticos como uma justificativa para que esse modelo siga sendo explorado, usando métodos pouco eficientes e com histórico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/armazenamento-de-carbono-no-oceano-entre-novos-investimentos-e-antigas-preocupacoes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>No Mato Grosso, ameaça do petróleo a comunidades indígenas passa despercebida</title>
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					<pubDate>12 Jun 2025 10:01:50 +0000</pubDate>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação, Oceanos, Peixes, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Em 17 de junho, cinco meses antes do Brasil sediar a COP 30, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai ofertar 332 áreas a empresas interessadas em prospectar petróleo e gás no país. A atenção da mídia e da sociedade civil está concentrada em 47 dessas áreas, localizadas na chamada Margem [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/no-mato-grosso-ameaca-do-petroleo-a-comunidades-indigenas-passa-despercebida/" data-wpel-link="internal">No Mato Grosso, ameaça do petróleo a comunidades indígenas passa despercebida</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 17 de junho, cinco meses antes do Brasil sediar a COP 30, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai ofertar 332 áreas a empresas interessadas em prospectar petróleo e gás no país. A atenção da mídia e da sociedade civil está concentrada em 47 dessas áreas, localizadas na chamada Margem Equatorial, onde fica o bloco de exploração FZA-M-59. Localizado a 175 quilômetros da costa do Amapá e operado pela Petrobras, o FZA-M-59 está no centro de uma queda de braço. De um lado, políticos pressionam a favor da exploração – com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. De outro, ambientalistas e técnicos do Ibama apontam tremendos riscos relacionados a um projeto que pode ameaçar a vida selvagem no entorno da foz do Rio Amazonas, a costa atlântica e o bioma de países vizinhos. Agentes do Ibama negavam o licenciamento à Petrobras por motivos técnicos, citando um alto risco de vazamento de óleo em uma área conhecida por suas fortes correntes marítimas. De acordo com estudos da própria empresa estatal, em caso de acidente, as manchas poderiam atingir oito países da América do Sul e do Caribe. No Brasil, isso significaria um desastre ambiental para os recém-descobertos recifes de coral da Amazônia e para o maior cinturão de manguezais do mundo. Também há chance de futuros riscos a territórios indígenas e comunidades de pesca artesanal no Amapá. Após meses de intensa pressão, o Ibama está a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/no-mato-grosso-ameaca-do-petroleo-a-comunidades-indigenas-passa-despercebida/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mega-expedição confirma: a Antártica está derretendo – e o Brasil já sofre os impactos</title>
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					<pubDate>07 Mar 2025 08:06:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Água, Alterações Climáticas, Carbono, Combustíveis Fósseis, Conservação, Desastres ambientais, Dióxido de Carbono, Enchentes, Gases de Efeito Estufa, Poluição, Recursos hídricos, Resiliência climática e Seca]]>
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							<![CDATA[<p>Onde antes só se via o branco da neve e do gelo agora aparece o verde dos musgos e das gramíneas. Em busca de lugares mais frios, peixes e pinguins migram para o sul. E até mesmo a chuva, até pouco tempo impensável nesta parte do planeta, agora tem dado as caras. Estes são apenas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/mega-expedicao-confirma-a-antartica-esta-derretendo-e-o-brasil-ja-sofre-os-impactos/" data-wpel-link="internal">Mega-expedição confirma: a Antártica está derretendo – e o Brasil já sofre os impactos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Onde antes só se via o branco da neve e do gelo agora aparece o verde dos musgos e das gramíneas. Em busca de lugares mais frios, peixes e pinguins migram para o sul. E até mesmo a chuva, até pouco tempo impensável nesta parte do planeta, agora tem dado as caras. Estes são apenas alguns dos sinais de que a temperatura está aumentando em partes da Antártica, e rapidamente. “O que mais me chama atenção é o recuo das geleiras, e na frente delas cada vez menos neve, com o solo sendo ocupado por novos organismos”, diz Jefferson Cardia Simões, do Centro Polar e Climático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). “Isso chama bastante a atenção, porque são mudanças que tu vê a olho nu”. Professor de Geografia Polar, Simões visita a Antártica periodicamente desde 1990, em um total de 27 expedições científicas. A última, coordenada por ele, ocorreu entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, e já é conhecida como a maior circum-navegação polar já realizada. A equipe formada por 61 pesquisadores de sete países percorreu 29 mil quilômetros, o equivalente a mais de cinco vezes a distância entre o Oiapoque, no Amapá, e o Chuí, no Rio Grande do Sul. A equipe passou 70 dias a bordo de um quebra-gelo russo, embarcação que consegue passar com segurança no meio do mar congelado. Foto: Anderson Astor e Marcelo Curia / ICCE. A viagem de 70 dias foi a bordo de um quebra-gelo russo, navio&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/mega-expedicao-confirma-a-antartica-esta-derretendo-e-o-brasil-ja-sofre-os-impactos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Festa de Iemanjá quer se tornar sustentável e reduzir a poluição das oferendas no mar</title>
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					<pubDate>30 Jan 2025 14:52:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Júlia Moa]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Poluição, Recursos hídricos, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>SALVADOR, Bahia – Engana-se quem acredita que a Festa de Iemanjá, em Salvador (BA), a cidade com a maior população negra fora do continente africano, se limite ao dia 2 de fevereiro. Sob o sol radiante de um domingo de verão, uma semana antes do grande festejo, aconteceu a 37ª Homenagem a Iemanjá, organizada pela [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[SALVADOR, Bahia – Engana-se quem acredita que a Festa de Iemanjá, em Salvador (BA), a cidade com a maior população negra fora do continente africano, se limite ao dia 2 de fevereiro. Sob o sol radiante de um domingo de verão, uma semana antes do grande festejo, aconteceu a 37ª Homenagem a Iemanjá, organizada pela Colônia de Pesca Z1 – Núcleo da Mariquita, no bairro do Rio Vermelho, longe das multidões que costumam lotar as areias em frente ao Largo de Santana. Assim como na celebração principal, balaios ornamentados somente com flores foram ofertados à Rainha do Mar, em um gesto de gratidão e renovação dos pedidos por um ano de fartura para as famílias que dependem das águas salgadas, nem sempre tão límpidas, da capital baiana. Conforme o entardecer alaranjado se desenhava no céu, o som dos atabaques, cânticos e danças do xirê — ritual sagrado do candomblé que evoca os orixás —, feito pelo terreiro Axé Jbaiyê, guiou os pescadores ao cortejo marítimo. Com vozes em uníssono, entoando a saudação &#8220;Odoyá, Iemanjá!&#8221;, os quatro balaios foram entregues à divindade, e o mar respondeu com sua aceitação: quando as cestas floridas afundam, é sinal positivo. Estava selada a conexão sagrada entre o mar e os pescadores, protagonistas da celebração popular reconhecida como patrimônio cultural de Salvador desde 2020. Praia de Santana, no bairro do Rio Vermelho, durante a Festa de Iemanjá de 2024. Foto: Manu Dias/GOVBA Mas nem tudo são flores brancas e fragrância de alfazema nos ares do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/festa-de-iemanja-quer-se-tornar-sustentavel-e-reduzir-a-poluicao-das-oferendas-no-mar/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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