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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Anfíbios da Amazônia podem desaparecer antes mesmo que sejam descobertos</title>
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					<pubDate>13 Abr 2026 13:46:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
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							<![CDATA[<p>MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se proteger de mosquitos e formigas, e um par de botas, para impedir que se molhem os pés. Encontrar anfíbios na Amazônia não requer equipamento de alta tecnologia; remonta, na verdade, às explorações dos naturalistas do início do século 20. É assim que o biólogo e professor da Universidade Federal do Amazonas, Igor Kaefer, descreve o que seria um típico dia de campo em busca de anfíbios amazônicos. Ele foi um dos responsáveis pela descoberta do Amazophrynella bilinguis, publicada em 2019. A própria descrição do sapinho já dá a noção da dificuldade de encontrá-lo: as fêmeas medem cerca de dois centímetros, e sua cabeça e dorso marrons as fazem “desaparecer” entre as folhas e galhos. Lar de 1.525 espécies estimadas de anfíbios, a Bacia amazônica é a mais diversa do mundo quando se trata de sapos, rãs e pererecas. Porém, deste número, apenas cerca de 810 têm registros confirmados de ocorrência. Por isso, ir a campo e se deparar com uma nova espécie não é algo improvável. “Em quase todo inventário que se faz em uma área remota, volta-se com até mais de uma espécie nova para síntese”, conta Igor. Mas o intervalo entre encontrar, em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Petróleo no mar põe em xeque a liderança climática do Brasil, aponta estudo</title>
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					<pubDate>14 Nov 2025 08:31:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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							<![CDATA[<p>Enquanto o Brasil aquecia os motores para receber a Conferência Climática da ONU, a COP30, neste mês de novembro, os percalços que acompanham a agenda ambiental do país ganhavam destaque em novos estudos. Na antessala do evento em Belém, um relatório da SkyTruth, organização sem fins lucrativos dedicada ao monitoramento ambiental por satélite, revelou o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Enquanto o Brasil aquecia os motores para receber a Conferência Climática da ONU, a COP30, neste mês de novembro, os percalços que acompanham a agenda ambiental do país ganhavam destaque em novos estudos. Na antessala do evento em Belém, um relatório da SkyTruth, organização sem fins lucrativos dedicada ao monitoramento ambiental por satélite, revelou o crescente impacto de estruturas de petróleo e gás offshore em áreas vulneráveis do território brasileiro, sobretudo em regiões marinhas biodiversas, como a foz do Rio Amazonas. Em um momento em que os olhos do mundo se voltam para a capital paraense, o que aumenta o interesse pelas soluções ambientais que o Brasil busca oferecer, a investigação colocou em xeque o papel de liderança climática da nação anfitriã. Como principal argumento, o estudo apresentou os dilemas de um modelo econômico ainda muito dependente de algo que o Brasil, sobretudo sob o governo do presidente Lula, vem prometendo substituir: os combustíveis fósseis. Entre os principais pontos, o relatório mapeia a poluição causada pelo derramamento de óleo e destaca um aumento acelerado no tráfego de embarcações ligadas à indústria petroleira e no nível de emissões de metano, liberado através de vazamentos durante a extração. Tudo isso na esteira da expansão do próprio setor energético, que cresce na contramão da busca por matrizes menos poluentes. “Entre 2014 e 2024, a produção de petróleo do Brasil aumentou mais de 49% e a de gás natural, mais de 78%”, diz a SkyTruth. Apontando contradições na retórica climática do governo federal —&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/petroleo-no-mar-poe-em-xeque-a-lideranca-climatica-do-brasil-aponta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Por que as árvores da Amazônia estão ficando mais “gordas”?</title>
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					<pubDate>22 Out 2025 08:00:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Como as árvores da Amazônia têm reagido ao aumento das emissões de dióxido de carbono nos últimos séculos? É sabido que, entre os gases de efeito estufa, o CO2 é apontado como o principal responsável pelo aquecimento global. O mais recente relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), revelou que a concentração de carbono na atmosfera [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Como as árvores da Amazônia têm reagido ao aumento das emissões de dióxido de carbono nos últimos séculos? É sabido que, entre os gases de efeito estufa, o CO2 é apontado como o principal responsável pelo aquecimento global. O mais recente relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), revelou que a concentração de carbono na atmosfera global teve em 2024 o maior salto anual já registrado desde o início das medições em 1957. Cientistas do clima são unânimes em afirmar que este aumento foi provocado pelas atividades humanas, sobretudo pela queima de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão e gás. Porém, para a surpresa de pesquisadores envolvidos em um novo estudo publicado recentemente na revista Nature Plants, as florestas maduras da Amazônia têm demonstrado uma forte resiliência frente às mudanças climáticas decorrentes do excesso de carbono na atmosfera — isso é relevante porque as árvores são consideradas sumidouros naturais de CO2, pela habilidade de absorvê-lo no processo de fotossíntese. E não só isso: as árvores amazônicas estão ficando mais “gordas”, com o tamanho da área de seu tronco aumentando em 3,3% a cada década. “Normalmente, não esperaríamos que o tamanho médio das árvores em uma área de floresta madura mudasse ao longo do tempo, desde que as taxas de crescimento e morte delas fossem geralmente estáveis”, explica Rebecca Banbury Morgan, pesquisadora da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e coautora do artigo. “Comparamos nossas observações com essa expectativa de ausência de mudança e descobrimos que o tamanho&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/por-que-as-arvores-da-amazonia-estao-ficando-mais-gordas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia tem recorde de emissão de carbono após surto de incêndios florestais em 2024</title>
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					<pubDate>20 Out 2025 07:53:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Em 2024, a Amazônia registrou uma das temporadas mais devastadoras de incêndios florestais em mais de duas décadas, reacendendo alertas ambientais em toda a América do Sul. No caso do Brasil, a preocupação ressurge após uma redução generalizada dos números de desmatamento no bioma tropical durante o ano de 2023. Já este ano, enquanto o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2024, a Amazônia registrou uma das temporadas mais devastadoras de incêndios florestais em mais de duas décadas, reacendendo alertas ambientais em toda a América do Sul. No caso do Brasil, a preocupação ressurge após uma redução generalizada dos números de desmatamento no bioma tropical durante o ano de 2023. Já este ano, enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e especialistas tentam desvendar uma relação anômala entre a derrubada da floresta e o aumento dos incêndios criminosos, um estudo do Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia trouxe detalhes sobre os danos climáticos causados pela mais recente epidemia de fogo na região. Segundo a pesquisa publicada em maio, a degradação florestal gerada pelos incêndios foi responsável pela liberação de 791 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono (CO2) em 2024 — um número sete vezes maior se comparado à média vista nos dois anos anteriores. Mais ainda, pela primeira vez na história, as emissões de carbono diretamente relacionadas aos incêndios superaram as vindas do desmatamento. O Brasil, maior país amazônico, foi responsável por 61% das emissões, seguido pela Bolívia (32%), nação que convive há anos com numerosos focos de fogo em várias partes de seu território. “A escalada da ocorrência de incêndios, impulsionada pelas mudanças climáticas e pelo uso insustentável da terra, ameaça levar a Amazônia a um ponto de virada catastrófico”, diz o estudo. “Esforços urgentes e coordenados são cruciais para mitigar esses fatores e evitar danos irreversíveis ao ecossistema.” Somadas, as emissões decorrentes do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/amazonia-tem-recorde-de-emissao-de-carbono-apos-surto-de-incendios-florestais-em-2024/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Armazenamento de carbono no oceano: entre novos investimentos e antigas preocupações</title>
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					<pubDate>30 Set 2025 12:57:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Entre críticas e apoio, o armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo e gás no fundo do oceano ganha força contra a crise climática. Em todo o mundo, já existem planos em andamento para lançar projetos desse tipo — seja no Mar do Norte (localizado entre o Reino Unido e a Escandinávia), no Golfo do México ou no Sudeste Asiático. Muitas dessas iniciativas já são financiadas por governos locais. A prática consiste na captura do carbono (em geral, obtido diretamente de indústrias poluidoras, como a do cimento e as metalúrgicas, por exemplo) e em sua transformação em CO2 supercrítico – ou seja, quando está acima da sua temperatura e pressão críticas, sendo “otimizado” para a manipulação. Após esse processo, o produto é levado por navios ou gasodutos até uma estrutura localizada no oceano. Ao chegar lá, o CO2 é injetado em um poço inativo, que em seguida é “lacrado”. “Essas mesmas formações [geológicas] armazenaram petróleo e gás por milhões de anos até serem perfuradas. Por esse motivo, sabemos que o CO2 pode ser depositado de forma permanente e na mesma escala de tempo. Temos dados detalhados e uma compreensão sólida sobre a geologia desses poços e o quanto eles podem armazenar”, disse Chris Consoli, especialista em armazenamento do Global CCS Institute. No entanto, essa proposta de solução climática, que pretende pegar carona na infraestrutura já existente dos combustíveis fósseis, é vista por críticos como uma justificativa para que esse modelo siga sendo explorado, usando métodos pouco eficientes e com histórico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/armazenamento-de-carbono-no-oceano-entre-novos-investimentos-e-antigas-preocupacoes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mega-expedição confirma: a Antártica está derretendo – e o Brasil já sofre os impactos</title>
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					<pubDate>07 Mar 2025 08:06:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Água, Alterações Climáticas, Carbono, Combustíveis Fósseis, Conservação, Desastres ambientais, Dióxido de Carbono, Enchentes, Gases de Efeito Estufa, Poluição, Recursos hídricos, Resiliência climática e Seca]]>
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							<![CDATA[<p>Onde antes só se via o branco da neve e do gelo agora aparece o verde dos musgos e das gramíneas. Em busca de lugares mais frios, peixes e pinguins migram para o sul. E até mesmo a chuva, até pouco tempo impensável nesta parte do planeta, agora tem dado as caras. Estes são apenas [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Onde antes só se via o branco da neve e do gelo agora aparece o verde dos musgos e das gramíneas. Em busca de lugares mais frios, peixes e pinguins migram para o sul. E até mesmo a chuva, até pouco tempo impensável nesta parte do planeta, agora tem dado as caras. Estes são apenas alguns dos sinais de que a temperatura está aumentando em partes da Antártica, e rapidamente. “O que mais me chama atenção é o recuo das geleiras, e na frente delas cada vez menos neve, com o solo sendo ocupado por novos organismos”, diz Jefferson Cardia Simões, do Centro Polar e Climático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). “Isso chama bastante a atenção, porque são mudanças que tu vê a olho nu”. Professor de Geografia Polar, Simões visita a Antártica periodicamente desde 1990, em um total de 27 expedições científicas. A última, coordenada por ele, ocorreu entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, e já é conhecida como a maior circum-navegação polar já realizada. A equipe formada por 61 pesquisadores de sete países percorreu 29 mil quilômetros, o equivalente a mais de cinco vezes a distância entre o Oiapoque, no Amapá, e o Chuí, no Rio Grande do Sul. A equipe passou 70 dias a bordo de um quebra-gelo russo, embarcação que consegue passar com segurança no meio do mar congelado. Foto: Anderson Astor e Marcelo Curia / ICCE. A viagem de 70 dias foi a bordo de um quebra-gelo russo, navio&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/mega-expedicao-confirma-a-antartica-esta-derretendo-e-o-brasil-ja-sofre-os-impactos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como crianças e adolescentes brasileiros enfrentam a emergência climática</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/03/como-criancas-e-adolescentes-brasileiros-enfrentam-a-emergencia-climatica/</link>
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					<pubDate>04 Mar 2024 07:49:13 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Beatriz Jucá e Leandro Barbosa]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Combustíveis Fósseis, Conservação, Desmatamento, Doenças, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Oceanos, Política Ambiental, Saneamento e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A emergência climática tem afetado o desenvolvimento e violado direitos de crianças e adolescentes no mundo e no Brasil. Secas extremas prolongadas dificultam o acesso à água e prejudicam a alimentação, junto com as queimadas. Chuvas excessivas e outros desastres desabrigam, forçam deslocamentos, cancelam aulas. Poluição, ondas de calor e inundações geram doenças. Quase todos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A emergência climática tem afetado o desenvolvimento e violado direitos de crianças e adolescentes no mundo e no Brasil. Secas extremas prolongadas dificultam o acesso à água e prejudicam a alimentação, junto com as queimadas. Chuvas excessivas e outros desastres desabrigam, forçam deslocamentos, cancelam aulas. Poluição, ondas de calor e inundações geram doenças. Quase todos os meninos e meninas do planeta estão expostos a pelo menos um risco climático e ambiental, segundo um relatório publicado em 2021 pelo Unicef, fundo criado pela ONU para promover os direitos e o bem-estar de crianças e adolescentes em todo o mundo. Passa de 2 bilhões o número de crianças e adolescentes com menos de 18 anos expostos a mais de um risco, choque ou estresse climático/ambiental, conforme o documento. O Brasil está no centro do problema. Mais de 40 milhões de crianças e adolescentes – 60% do total de brasileiros – desta faixa etária estão expostos a mais de um dos riscos analisados no estudo do Unicef. A Mongabay ouviu jovens de diferentes regiões do país para entender como eles têm enfrentado a crise climática que já afeta suas rotinas e viola seus direitos no presente. Darley Ferreira, de 18 anos, diz que foi inesperado ver os rios amazônicos sem água em 2023, ano em que a Amazônia enfrentou a pior seca já registrada. O Rio Arapiuns, que passa pela comunidade São Marcos, onde ele vive, na região do Baixo Tapajós, oeste paraense, secou. E a logística para se deslocar até a comunidade&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/como-criancas-e-adolescentes-brasileiros-enfrentam-a-emergencia-climatica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Praias cada vez mais quentes: extremos climáticos disparam na costa brasileira</title>
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					<pubDate>07 Ago 2023 06:21:57 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Luís Patriani]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Combustíveis Fósseis, Conservação, Desmatamento, Doenças, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Oceanos, Política Ambiental, Saneamento e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>Analisando os padrões de temperatura nos últimos 40 anos em cinco pontos do litoral brasileiro, cientistas confirmaram os impactos do aquecimento global no país: verões mais quentes, mais ondas de calor e maior amplitude térmica ao longo do dia.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Divulgado em fevereiro de 2022, o último relatório elaborado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) reafirmou como a emissão de gases de efeito estufa estão aumentando a frequência e a intensidade de temperaturas extremas ao redor do planeta. De acordo com o relatório, a cada 1 °C a mais na temperatura média global é esperado um agravamento desses fenômenos, responsáveis por secas, inundações, fome e morte de inúmeras pessoas, animais e plantas. As previsões indicam um acréscimo médio de 1,5 °C nos termômetros em relação à era pré-industrial até 2030, mesmo em um cenário otimista de menor emissão de carbono. Mas como especificar o que é um “extremo” de temperatura em um país imenso como o Brasil e com clima tão diverso, e identificar padrões destes extremos para entender seus efeitos em diferentes regiões? É o que respondeu o estudo inédito feito por pesquisadores do Instituto do Mar da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que avaliou os padrões dos extremos de temperatura no litoral brasileiro, com impactos medidos em termos de ocorrências (dias em que um extremo aconteceu) e de eventos (dias seguidos da ocorrência de extremos, caracterizando uma onda). O trabalho se debruçou nos dados de temperatura do ar levantados a cada hora do dia ao longo dos últimos 40 anos em cinco regiões costeiras do país: São Luís (MA), Natal (RN), São Mateus (ES), Iguape (SP) e Rio Grande (RS). Praia em Ilha Comprida, próxima a Iguape (SP). Foto: Prefeitura de Ilha&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/08/praias-cada-vez-mais-quentes-extremos-climaticos-disparam-na-costa-brasileira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como o derretimento da neve no Tibete pode estar conectado ao desmatamento da Amazônia</title>
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					<pubDate>08 Mai 2023 07:33:41 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Claire Asher]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Queimadas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um estudo recente analisou 40 anos de medições de temperatura do ar em mais de 65 mil locais ao redor do mundo para investigar como as mudanças em uma região se propagam através do sistema climático, afetando as temperaturas em outras partes do globo.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/como-o-derretimento-da-neve-no-tibete-pode-estar-conectado-ao-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Como o derretimento da neve no Tibete pode estar conectado ao desmatamento da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Há um ditado recente, que se tornou popular entre os cientistas climáticos: &#8220;O que acontece no Ártico não fica no Ártico&#8220;. Agora, novas pesquisas acrescentam ao nosso entendimento que, da mesma forma, o que acontece na Floresta Amazônica não fica na Floresta Amazônica. Há cerca de um mês, pesquisadores informaram na revista Nature Climate Change que o desmatamento na Floresta Amazônica pode ter efeitos colaterais para o clima em regiões distantes, potencialmente pressionando elementos-chave do sistema climático global &#8211; no Planalto Tibetano e na camada de gelo da Antártica Ocidental &#8211; em direção a pontos de ruptura climática que podem ser catastróficos para a humanidade e para a biodiversidade de nosso planeta. O clima da Terra é controlado por uma complexa rede de interações entre sua atmosfera, oceanos, solos, gelo e biosfera. Os cientistas identificaram que as ações da humanidade estão atualmente levando elementos deste sistema a limites extremos, ou inclusive a pontos de inflexão, para além dos quais as mudanças se tornariam autossuficientes – fazendo com que todo o sistema terrestre se transforme em um novo estado possivelmente hostil à vida em suas formas atuais. &#8220;Os componentes do sistema Terra que têm um limiar crítico além do qual um sistema se reorganiza são chamados de elementos de ruptura&#8221;, explica o coautor do estudo Jingfang Fan, um cientista do sistema terrestre da Universidade Normal de Pequim, na China, e do Instituto Potsdam para Pesquisa de Impacto Climático (PIK), na Alemanha. Estes elementos de ruptura incluem o bioma Amazônia, as placas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/como-o-derretimento-da-neve-no-tibete-pode-estar-conectado-ao-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Solo dos manguezais tem o maior estoque de carbono do Brasil</title>
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					<pubDate>15 Fev 2022 06:29:22 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Degradação, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Oceanos e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Levantamento inédito descobriu que os manguezais da costa brasileira armazenam até 4,3 vezes mais carbono nos primeiros 100 centímetros de solo quando comparados a outros biomas vegetados no país, incluindo a Amazônia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/02/solo-dos-manguezais-tem-o-maior-estoque-de-carbono-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Solo dos manguezais tem o maior estoque de carbono do Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Muito se fala sobre o papel fundamental das florestas tropicais, e sobretudo, da maior delas no planeta, a amazônica, no armazenamento de dióxido de carbono (CO2), apontado como um dos principais gases de efeito estufa responsável pelo aquecimento global. Contudo, há outro ecossistema que consegue estocar uma quantidade muito maior de carbono por hectare: os manguezais. A capacidade desses ecossistemas costeiros de armazenar grandes quantidades de carbono já era de conhecimento prévio da ciência. Entretanto, poucos países possuem uma estimativa real desse potencial e de como ele pode ser usado no mercado de compra e venda de carbono. Para tentar preencher essa lacuna, um grupo de pesquisadores fez um levantamento inédito sobre os manguezais brasileiros. “Tentamos pela primeira vez quantificar, de forma integrada, os estoques e sequestros de carbono dos manguezais do Brasil. Dessa maneira, será possível converter essas estimativa em créditos de carbono e saber quanto vale cada hectare neste mercado, gerando subsídios para a valoração dos mesmos”, afirma o biólogo Pablo Riul, professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Manguezal na costa do Espírito Santo. Foto: Leonardo Merçon. Riul é um dos quatro cientistas que assinam um artigo divulgado em janeiro na publicação internacional Frontiers in Forests and Global Change. O estudo, que teve a participação de colaboradores de universidades do Reino Unido e dos Estados Unidos, conta ainda com o biólogo marinho brasileiro André Rovai, autor principal e pesquisador da Louisiana State University (EUA). De acordo com o inventário, os manguezais da costa brasileira detêm  8,5% dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/02/solo-dos-manguezais-tem-o-maior-estoque-de-carbono-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Terra Indígena no Acre é freio para o desmatamento e pode começar a gerar créditos de carbono</title>
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					<pubDate>09 Set 2021 06:09:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Queimadas, Recursos hídricos e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Estudo da Embrapa diz que até 2025 os Puyanawa deixarão de emitir cerca de 6,4 mil toneladas de gás carbônico por ano - equivalente a R$ 200 mil por ano.  </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/09/terra-indigena-no-acre-e-freio-para-o-desmatamento-e-pode-comecar-a-gerar-creditos-de-carbono/" data-wpel-link="internal">Terra Indígena no Acre é freio para o desmatamento e pode começar a gerar créditos de carbono</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“Acredito que quem comprava suco de graviola não vai mais comprar. Os que compravam suco de acerola não vão mais comprar, porque agora têm no seu próprio quintal”, conta José Marcondes Puyanawa, da Terra Indígena Poyanawa, situada na margem direita do Rio Moa — curso de água no Acre que leva os peixes até afluentes e igarapés território adentro, contribuindo com a segurança alimentar das aldeias Barão do Rio Branco e Ipiranga. A recomposição de áreas degradadas — como a mata ciliar para proteger as águas —, a promoção de roçados e atividades agrícolas preferencialmente em áreas já alteradas e o fortalecimento de quintais agroflorestais são práticas crescentes entre os Puyanawa. A participação organizada de lideranças comunitárias, instituições governamentais e ONGs tem contribuído para potencializar o uso da terra e aproveitar de forma sustentável os recursos da floresta. Estudo recente da Embrapa constatou que essas boas práticas têm evitado o desmatamento e concluiu que a TI Poyanawa tem potencial para gerar créditos de carbono. Segundo cálculo do estudo, até 2025 deixarão de ser emitidas no território uma média de 6,4 mil toneladas de gás carbônico por ano. Considerando o mercado mundial de créditos de carbono, os pesquisadores estimam que cada tonelada de CO2 evitada pode valer cerca de 6 dólares. Na conjuntura atual, esses serviços ambientais equivaleriam a aproximadamente R$ 200 mil por ano. “Hoje tem uma demanda mundial por crédito de carbono e não tem a oferta. E o carbono indígena é diferente porque é um carbono social”, diz o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/09/terra-indigena-no-acre-e-freio-para-o-desmatamento-e-pode-comecar-a-gerar-creditos-de-carbono/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>El Niño causou a morte de 2,5 bilhões de árvores em apenas 1% da Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/08/el-nino-causou-a-morte-de-25-bilhoes-de-arvores-em-apenas-1-da-amazonia/</link>
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					<pubDate>25 Ago 2021 19:51:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Nicolás Bustamante Hernández]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Combustíveis Fósseis, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Queimadas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>De acordo com os autores, a redução florestal fez com que um dos maiores sumidouros de carbono do mundo gerasse quase 500 milhões de toneladas de emissões de CO2, uma quantidade maior do que as emissões anuais de países desenvolvidos como o Reino Unido e a Austrália.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/08/el-nino-causou-a-morte-de-25-bilhoes-de-arvores-em-apenas-1-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">El Niño causou a morte de 2,5 bilhões de árvores em apenas 1% da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A grande seca e os incêndios florestais pelos quais a Amazônia passou nos últimos anos causaram a morte de 2,5 bilhões de árvores e cipós na bacia do Baixo Tapajós, uma das regiões mais ricas biologicamente da Amazônia e lar de um grande número de grupos indígenas e comunidades ribeirinhas. Esta catástrofe ecológica é consequência de um período especialmente intenso de El Niño entre 2015 e 2016. El Niño é um fenômeno climático associado ao aquecimento das correntes do Oceano Pacífico que tem uma influência global sobre o clima. O resultado da mortandade de árvores não é apenas evidente na paisagem, e seus efeitos foram agora quantificados em termos de emissões de gases de efeito estufa num estudo recente. O Baixo Tapajós é uma área de 6,5 milhões de hectares no oeste do Pará constituída por um misto de florestas virgens e trechos alterados pelo homem, que sofre grande pressão por parte da expansão agrícola, da mineração e da expansão madeireira. Durante o El Niño de 2015-2016, foi o epicentro de anomalias climáticas na Amazônia, daí a razão de ter sido o objeto deste estudo. A perda considerável de árvores e cipós ocorreu durante um aumento de 1,5 a 2 graus Celsius nas temperaturas em relação àquelas observadas durante períodos anteriores do El Niño. Ao mesmo tempo, a intensidade da estação seca, medida pelo déficit de água, foi a maior do registro histórico de 19 anos incluído no estudo. De acordo com os pesquisadores, o episódio transformou essa região, que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/08/el-nino-causou-a-morte-de-25-bilhoes-de-arvores-em-apenas-1-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Mudanças climáticas ameaçam comunidades extrativistas da Amazônia</title>
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					<pubDate>12 Ago 2021 06:03:26 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Lei Ambiental, Pecuária, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Produtos da Floresta, Queimadas, Recursos hídricos, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>“A gente mora aqui no Pará e uma das grandes produções que a gente tem é o açaí, e ultimamente a gente tem tido uma perda muito grande por essa questão da temperatura”, diz Ladilson Amaral, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR). “A gente percebe que o açaizal já vai começando [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[“A gente mora aqui no Pará e uma das grandes produções que a gente tem é o açaí, e ultimamente a gente tem tido uma perda muito grande por essa questão da temperatura”, diz Ladilson Amaral, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR). “A gente percebe que o açaizal já vai começando a mudar, começa a ficar enfraquecido, não consegue dar mais fruta e acaba morrendo”. Nos últimos tempos, Ladilson tem notado também a diminuição das castanheiras, as gigantes que se destacam na mata pela altura – de 30 a 50 metros – e pela importância econômica que têm para os povos da floresta, incluindo os moradores do Assentamento Agroextrativista Eixo Forte, onde o agricultor vive, próximo do núcleo urbano de Santarém. “Com a temperatura, muitas castanheiras estão morrendo mesmo dentro da natureza, assim como o açaizeiro”. Os povos tradicionais da Amazônia já vêm sentindo na prática o que alerta o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), lançado nesta segunda-feira (09/08): o aumento na temperatura média global é uma realidade, e está se intensificando, com impactos talvez irreversíveis na biodiversidade e no equilíbrio da maior floresta tropical do planeta – e, consequentemente, na vida daqueles que tiram dela seu sustento. Uma pesquisa realizada por cientistas de cinco universidades públicas brasileiras tratou de quantificar esses impactos analisando 18 das principais espécies vegetais utilizadas para a subsistência em 56 Reservas Extrativistas (Resex) da Amazônia brasileira. O estudo concluiu que as mudanças climáticas previstas para os próximos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/08/mudancas-climaticas-ameacam-comunidades-extrativistas-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Quanto maior a fazenda, pior o impacto climático na Amazônia</title>
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					<pubDate>18 Jun 2021 16:31:32 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Claire Asher]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Queimadas e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>Análise de 20 anos de dados de satélites mostra diferenças significativas de temperatura em terras agrícolas no sul da Amazônia, dependendo do tamanho da propriedade.  </p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma análise de 20 anos de dados de satélites mostra diferenças significativas de temperatura em terras agrícolas no sul da Amazônia, sendo que as propriedades comerciais desmatadas extensivamente são até 3 °C mais quentes do que as florestas adjacentes, e as propriedades rurais menores são até 1,85 °C mais quentes do que as florestas. A perda de vegetação reduz a evaporação da água das plantas para a atmosfera, um processo responsável por 50% das chuvas na Amazônia. Fazendas de produção de commodities em larga escala tiveram grandes reduções dessa chuva “convectiva”, reduções que não foram observadas na atmosfera de propriedades rurais menores. Especialistas há muito alertam que as mudanças nos padrões de chuva provocadas pelo desmatamento na Amazônia poderiam levar o bioma inteiro a uma transição inevitável para uma savana degradada, com grandes consequências indiretas para o clima global. Práticas de manejo que tentam equilibrar a produtividade com a manutenção de serviços ecossistêmicos essenciais como a ciclagem da água serão cruciais para preservar as florestas remanescentes da Amazônia, dizem os autores do estudo, mas os proprietários comerciais precisarão de grandes incentivos para mudar suas práticas. O desmatamento para o plantio de commodities em grande escala no sul da Amazônia brasileira é associado a três vezes mais aquecimento superficial do que a agricultura em pequena escala, de acordo com um estudo publicado no começo do ano. Para investigar como as diferentes práticas de uso do solo afetam o clima local e os padrões climáticos, uma equipe internacional de pesquisadores, liderada por&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/06/quanto-maior-a-fazenda-pior-o-impacto-climatico-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>A Amazônia está cada vez mais perto de se tornar savana – e soluções permanecem incertas</title>
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					<pubDate>27 Mai 2021 06:05:33 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Queimadas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Se a Amazônia perder 3 a 8% a mais de sua cobertura florestal, alertam pesquisadores, pode passar do ponto irreversível de se tornar uma savana degradada. No resto do Brasil, isso poderá se traduzir em secas de imensas proporções. </p>
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							<![CDATA[Quando um enxame de abelhas atacou Acrísio dos Reis, algo mudou dentro dele. “A natureza estava se virando contra mim, ia acabar me mandando para debaixo da terra”, lembrou, enquanto falava por telefone com a Mongabay, de sua pequena propriedade rural no norte de Mato Grosso. O ataque das abelhas se abateu sobre Acrísio enquanto ele dirigia um trator no meio da floresta, derrubando dezenas de árvores – um processo de limpeza de campo que ele realizou por 25 anos. Mas aquela manhã, em particular, marcou uma mudança radical: pela primeira vez, ele percebeu os verdadeiros danos do desmatamento. Hoje, depois de parar de derrubar árvores, Acrísio administra um negócio familiar sustentável de agrofloresta em Canabrava do Norte (MT). Alarmado, ele identifica os impactos cada vez maiores das mudanças climáticas na região, com a redução dos níveis de água e o aumento da temperatura. Pesquisadores confirmam sua observação: o clima da Bacia Amazônica já está se transformando devido ao desmatamento e aos incêndios na região, combinados com o aquecimento global, o que resulta em muito menos chuva, temperaturas mais elevadas e uma estação seca mais longa no limite sul da Floresta Amazônica. Acrísio e pesquisadores acreditam que estão testemunhando os primeiros sinais de um ponto de inflexão talvez irreversível para a Amazônia, em que a floresta começa a se tornar algo mais parecido com uma savana. A notícia é ruim para todos: para lavouras como a de Acrísio, para a fauna e a vegetação, e para populações urbanas no Centro-Sul&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/05/a-amazonia-esta-cada-vez-mais-perto-de-se-tornar-savana-e-solucoes-permanecem-incertas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Estudo traça mapa inédito da conservação marinha no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/12/estudo-traca-mapa-inedito-da-conservacao-marinha-no-brasil/</link>
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					<pubDate>21 Dez 2020 07:06:04 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Juliana Aguilera]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Conservação, Dióxido de Carbono, Fauna, Gases de Efeito Estufa, Oceanos, Peixes, Poluição, recifes de coral e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Além de identificar as ameaças que pairam sobre a biodiversidade marinha brasileira, pesquisadores também definiram cerca de 280 mil km2 de áreas prioritárias para proteção. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/estudo-traca-mapa-inedito-da-conservacao-marinha-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Estudo traça mapa inédito da conservação marinha no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Dos países banhados pelo Atlântico, o Brasil é o país que possui o maior direito de exploração das águas desse oceano. São 3,6 milhões de km2 de Zona Econômica Exclusiva (ZEE), área que permite a livre utilização dos recursos marinhos. Apenas 2,5% dessa zona, porém, estão resguardados por áreas de proteção integral, onde não é possível realizar nenhuma atividade econômica, da pesca ao petróleo. Diante desse fato, um estudo realizado por 11 pesquisadores de diversas universidades brasileiras e estrangeiras avaliou os impactos sobre a biodiversidade marinha e identificou áreas prioritárias para a proteção das espécies que vivem nas águas costeiras e oceânicas do Brasil. Somadas, chegam a 286 mil km2, o equivalente ao estado do Rio Grande do Sul. As áreas indicadas como prioritárias incluem ecossistemas únicos, como a Plataforma de Abrolhos, coberta pelo maior banco de rodolitos (algas calcárias) do mundo; o Atol das Rocas, único atol do Atlântico Sul; e os recifes profundos da foz do Rio Amazonas. Descobertos apenas em 2016, os recifes amazônicos estiveram no centro de uma campanha lançada pelo Greenpeace contra os interesses da francesa Total de explorar petróleo na área. A empresa desistiu da exploração em setembro deste ano. Ainda em grande medida desconhecidos, esses recifes sobrevivem em profundidades entre 70 e 200 metros em situações de baixa luminosidade, já que o grande volume de água barrenta despejado pelo Amazonas bloqueia boa parte da luz solar. Levantamento semelhante já havia sido produzido pelo Ministério do Meio Ambiente em 2007 e atualizado em 2018,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/estudo-traca-mapa-inedito-da-conservacao-marinha-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Pesquisadores desenvolvem modelo de alerta que prevê seca na Amazônia com 18 meses de antecedência</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/10/pesquisadores-desenvolvem-modelo-de-alerta-que-preve-seca-na-amazonia-com-18-meses-de-antecedencia/</link>
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					<pubDate>15 Out 2020 08:03:30 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Jennifer Ann Thomas]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Queimadas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A partir do modelo desenvolvido, cientistas conseguiram antecipar seis entre os sete principais eventos de seca desde a década de 80. Com as informações, agricultores e comunidades tradicionais amazônicas poderão se planejar e sofrer menos com a interferência do clima.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/pesquisadores-desenvolvem-modelo-de-alerta-que-preve-seca-na-amazonia-com-18-meses-de-antecedencia/" data-wpel-link="internal">Pesquisadores desenvolvem modelo de alerta que prevê seca na Amazônia com 18 meses de antecedência</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Pela primeira vez, pesquisadores desenvolveram um modelo capaz de antecipar os períodos de seca na Amazônia com até 18 meses de antecedência. O estudo foi conduzido por cientistas do Instituto Potsdam de Pesquisas sobre o Impacto Climático (PIK), na Alemanha, como parte do projeto TiPES, liderado pela física Catrin Ciemer, e publicado no periódico Environmental Research Letters. O modelo foi desenvolvido com base em análises da temperatura de superfície do Oceano Atlântico. Como na natureza tudo está interligado, a relação entre a umidade dos oceanos e o regime de chuvas na Amazônia faz parte da engrenagem intrínseca aos biomas. Qualquer variação na temperatura, como resultado do aquecimento global, é suficiente para desencadear uma série de consequências. Segundo o físico e coautor do estudo, Niklas Boers, o sistema de alerta desenvolvido pelo grupo tem como base um mecanismo muito simples. “Descobrimos que, a cada dois anos, as temperaturas de superfície no Atlântico Tropical Norte e Sul desenvolvem um dipolo, fenômeno que ocorre quando as temperaturas aumentam em uma região e diminuem em outra.” De acordo com o pesquisador, o alerta de previsão de seca é emitido quando esse mesmo padrão começa a se desenvolver. “O dipolo modifica a direção dos ventos alísios, que levam umidade do Oceano Atlântico para a América do Sul. Essa alteração de rumo é a responsável por causar secas principalmente no centro-sul da Amazônia”, afirma Boers. A partir do modelo desenvolvido, os pesquisadores conseguiram prever seis entre os sete principais eventos de estiagem desde a década de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/pesquisadores-desenvolvem-modelo-de-alerta-que-preve-seca-na-amazonia-com-18-meses-de-antecedencia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Pesquisa associa frigoríficos e produtores de soja a queimadas na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/06/pesquisa-associa-frigorificos-e-produtores-de-soja-a-queimadas-na-amazonia/</link>
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					<pubDate>29 Jun 2020 20:11:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Marcelo Coppola]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<reporting-project>
							<![CDATA[Desmatamento ilegal na Amazônia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Comércio Internacional, Commodities, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Monocultura, Pecuária, Política Ambiental, Poluição, Queimadas, Recursos hídricos e Soja]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Commodities agrícolas foram as grandes responsáveis por incêndios na Amazônia, segundo estudo que cruza dados da Nasa com cadeias de suprimentos das empresas. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/pesquisa-associa-frigorificos-e-produtores-de-soja-a-queimadas-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Pesquisa associa frigoríficos e produtores de soja a queimadas na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em agosto do ano passado, imagens dos incêndios na Amazônia atraíram a atenção do mundo todo. Chefes de governo, organizações multilaterais, ambientalistas e celebridades manifestaram preocupação com o futuro da maior floresta tropical do planeta. “A Amazônia precisa ser protegida”, disse António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). &#8220;Nossa guerra contra a natureza precisa acabar&#8221;, tuitou a ativista Greta Thunberg. O tamanho real do desastre ambiental só foi conhecido em janeiro, quando o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apresentou um balanço final dos incêndios que atingiram a floresta. Em 12 meses, ocorreram 89 mil focos de incêndio na região, um aumento de 30% em relação a 2018. Um crescimento preocupante, apesar de o número ter ficado abaixo da série histórica (109 mil). No auge da crise, o presidente Jair Bolsonaro lançou suspeita sobre ONGs que atuam na região. E o ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) culpou a temporada mais seca, quando, na verdade, choveu mais do que no ano anterior. Pesquisadores do bioma atribuem os incêndios, porém, a outros fatores. Alertas de incêndio entre julho e outubro de 2019 no Brasil. Fonte: dados de incêndio da Nasa VIIRS, imagens de satélite do Google. A especulação fundiária é hoje um dos grandes vilões da floresta amazônica. Trata-se de um negócio de alta rentabilidade que envolve a invasão de terras públicas, a derrubada e retirada das árvores mais valiosas e depois, por meio de correntes presas a tratores, o corte da vegetação mais baixa. Passadas algumas semanas, período necessário&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/pesquisa-associa-frigorificos-e-produtores-de-soja-a-queimadas-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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														</item>
						<item>
					<title>Ponto de inflexão do clima pode levar a colapso de ecossistemas – antes do que se imaginava</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/06/ponto-de-inflexao-do-clima-pode-levar-a-colapso-de-ecossistemas-antes-do-que-se-imaginava/</link>
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					<pubDate>09 Jun 2020 07:17:56 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina, Austrália, Brasil e Indonésia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Queimadas, recifes de coral e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Dois novos estudos alertam que a ruptura das condições climáticas ameaça degradar de forma irreversível diversos biomas em todo o planeta.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/ponto-de-inflexao-do-clima-pode-levar-a-colapso-de-ecossistemas-antes-do-que-se-imaginava/" data-wpel-link="internal">Ponto de inflexão do clima pode levar a colapso de ecossistemas – antes do que se imaginava</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Recife de coral em Sulawesi, Indonésia. Como os recifes se mostram muito sensíveis às mudanças climáticas, os cientistas tentam determinar os mecanismos dos pontos de inflexão, e quando eles vão ocorrer. Foto: Christian Gloor. Os maiores ecossistemas do mundo podem sofrer alterações drásticas mais rápido do que se pensava, de acordo com um estudo recente publicado na revista Nature Communications. O trabalho lança uma nova luz sobre o comportamento dos pontos de inflexão do clima global. Exemplos analisados revelam um padrão: ecossistemas maiores entram em colapso mais rápido do que os menores. Os pontos de inflexão climática podem acontecer em questão de anos ou décadas – e não na escala de tempo ecológica de centenas ou milhares de anos. Mesmo ressaltando grandes níveis de incerteza, os autores, observando a atual tendência, preveem que, depois que o ponto de inflexão for ultrapassado, a Floresta Amazônica poderá desaparecer em menos de 50 anos. Já o fim dos recifes de coral do Caribe se dará em 15 anos. “A Amazônia pode morrer antes de mim”, ponderou Simon Willcock, coautor do estudo e palestrante sênior na Universidade de Bangor (Reino Unido), ao ver os resultados. “Nunca parei e pensei que a floresta poderia desaparecer enquanto eu estivesse vivo. É muito triste.” Há mais de 10 anos, um grupo de cientistas publicou um artigo pioneiro sobre a ameaça dos pontos de inflexão do clima. Na época, esse era considerado um cenário improvável. Mas, com as evidências crescendo, outros pesquisadores alertaram depois para o degelo das&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/ponto-de-inflexao-do-clima-pode-levar-a-colapso-de-ecossistemas-antes-do-que-se-imaginava/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Alerta verde: como os indígenas vêm sentindo as mudanças climáticas na floresta</title>
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					<pubDate>14 Mai 2020 06:00:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina, Brasil e Cerrado]]>
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							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Cerrado, Combustíveis Fósseis, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Incêndios, Indígenas, Índios, Poluição, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Recursos hídricos, Seca e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Chuvas atrasadas, secas intensas, rios sem água — em diversas partes da Amazônia, comunidades indígenas vêm testemunhando as transformações decorrentes das alterações no clima. O resultado: mais incêndios, menos alimento disponível. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/alerta-verde-como-os-indigenas-brasileiros-vem-sentindo-na-pele-as-mudancas-climaticas/" data-wpel-link="internal">Alerta verde: como os indígenas vêm sentindo as mudanças climáticas na floresta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Na região do Bico do Papagaio, norte de Tocantins, Antonio Veríssimo Apinajé recorda seus tempos de menino na aldeia Taquari, na década de 1970. &#8220;Chovia sem parar, por três, quatro dias seguidos, de janeiro a junho. Os rios e as nascentes ficavam cheios. A estação chuvosa começava em outubro, quando minha família plantava mandioca, milho e arroz. Em junho vinha a estação seca, e durava até setembro.&#8221; Não mais, diz o líder do povo Apinajé. &#8220;Tem anos que as chuvas demoram para chegar, só em novembro, dezembro, até janeiro, e só então podemos plantar. Em abril a chuva já está parando. Se falta água, não temos como irrigar [a roça]. A mandioca fica pequena, o milho &#8216;não enche&#8217;. As chuvas diminuíram bem nos últimos dez anos.&#8221; Assim como Antonio, boa parte dos indígenas brasileiros vem testemunhando, no dia a dia, as transformações decorrentes das mudanças climáticas. Segundo eles, a natureza vem dando sinais de alteração há pelo menos 15 anos, e com mais rapidez nos últimos tempos. A ciência, por meio de satélites, corrobora: estudos recentes estimam que ao menos metade da Floresta Amazônica pode se transformar em savana nos próximos 50 anos caso as mudanças climáticas não sejam revertidas. Área destruída pelo fogo em Rondônia, registrada pela Operação Verde Brasil, do Prevfogo. Foto: Vinícius Mendonça/Ibama &#8220;Falta de água é o primeiro sinal&#8221;, diz Antonio. É indício de que as chuvas estão chegando com atraso — fator que, alternado com secas intensas e prolongadas, termina por prejudicar as colheitas e reduzir a variedade de alimentos disponíveis&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/alerta-verde-como-os-indigenas-brasileiros-vem-sentindo-na-pele-as-mudancas-climaticas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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