<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?topic=florestas-tropicais&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/florestas-tropicais/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 18:30:12 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>
				<item>
					<title>Nos rios da Amazônia, peixes já respiram e ingerem plástico</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/nos-rios-da-amazonia-peixes-ja-respiram-e-ingerem-plastico/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/nos-rios-da-amazonia-peixes-ja-respiram-e-ingerem-plastico/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>23 Jul 2026 07:03:03 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/20145723/AP23317052192860-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195662</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Florestas, Florestas Tropicais, Peixes, Pesca, Poluição, Recursos hídricos e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Esta é a segunda reportagem de uma série especial em três partes sobre microplásticos na Amazônia. Leia a primeira aqui. MANAUS, AM — Nas águas amazônicas, o pirarucu (Arapaima gigas) é um peixe que consegue viver entre dois mundos. Na escassez de oxigênio, como é típico de lagos de várzea, o gigante sobe à superfície [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/nos-rios-da-amazonia-peixes-ja-respiram-e-ingerem-plastico/" data-wpel-link="internal">Nos rios da Amazônia, peixes já respiram e ingerem plástico</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta é a segunda reportagem de uma série especial em três partes sobre microplásticos na Amazônia. Leia a primeira aqui. MANAUS, AM — Nas águas amazônicas, o pirarucu (Arapaima gigas) é um peixe que consegue viver entre dois mundos. Na escassez de oxigênio, como é típico de lagos de várzea, o gigante sobe à superfície para respirar o ar. Ao longo de uma linhagem com pelo menos 100 milhões de anos, o pirarucu desenvolveu uma bexiga natatória modificada, capaz de funcionar como um pulmão primitivo. Essa adaptação rara permitiu a ele a vantagem de poder ocupar ambientes que são severos para outros peixes. Hoje, porém, a mesma adaptação que permite sua sobrevivência o torna vulnerável a uma outra ameaça: a poluição por microplásticos. “O ambiente amazônico já é altamente desafiador”, afirma Adalberto Val, biólogo e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (INCT-Adapta). “Aqui temos temperaturas altas, baixos níveis de oxigênio na água… Os organismos já respondem a esses desafios da forma que eles aprenderam durante o processo evolutivo. Então, começamos a acrescentar desafios novos, como é o plástico.” Quando respirar vira um risco Os pirarucus são incapazes de sobreviver mais de dez minutos sem subir à superfície para respirar. Para isso, usam o órgão de respiração aérea ligado à sua bexiga natatória modificada. Essa necessidade os coloca em contato direto com microplásticos que flutuam na água. Com base nos conhecimentos já estabelecidos sobre a espécie, Se microplásticos invadirem o órgão de respiração&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/nos-rios-da-amazonia-peixes-ja-respiram-e-ingerem-plastico/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/nos-rios-da-amazonia-peixes-ja-respiram-e-ingerem-plastico/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Como sua tigela de açaí pode estar deixando os tucanos sem floresta</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/como-sua-tigela-de-acai-pode-estar-deixando-os-tucanos-sem-floresta/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/como-sua-tigela-de-acai-pode-estar-deixando-os-tucanos-sem-floresta/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>14 Jul 2026 19:25:39 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/14183117/17.-Ramphastos_tucanus_Fernando-Flores-from-Caracas-Venezuela-CC-BY-SA-2.0-via-Wikimedia-Commons-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195585</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agroecologia, Alimentação, Alimentos, Ameaças à Amazônia, Animais, Aves, Commodities, Conservação da Vida Selvagem, Fauna, Florestas Tropicais e Produtos da Floresta]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>&#8220;Ah-sigh-ee.” Talvez muitos estrangeiros ainda precisem aprender a pronúncia correta da fruta amazônica, mas existe uma enorme chance de que eles já tenham visto o nome “açaí” em cardápios mundo afora, sobretudo em cafés e lanchonetes especializadas em alimentação saudável, onde é o principal ingrediente de sucos, tigelas e sorvetes. No Brasil, cerca de 95% [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/como-sua-tigela-de-acai-pode-estar-deixando-os-tucanos-sem-floresta/" data-wpel-link="internal">Como sua tigela de açaí pode estar deixando os tucanos sem floresta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[&#8220;Ah-sigh-ee.” Talvez muitos estrangeiros ainda precisem aprender a pronúncia correta da fruta amazônica, mas existe uma enorme chance de que eles já tenham visto o nome “açaí” em cardápios mundo afora, sobretudo em cafés e lanchonetes especializadas em alimentação saudável, onde é o principal ingrediente de sucos, tigelas e sorvetes. No Brasil, cerca de 95% da produção da fruta está concentrada no Pará. Ela é uma das bases da dieta da população local, que a consome batida, com peixe, farinha de mandioca e outros ingredientes amazônicos. Por causa de seus benefícios nutricionais — rica em antioxidantes, fibras e com alto valor energético —, a fama do açaí como “superalimento” rapidamente chegou a outras regiões brasileiras e, eventualmente, a outros países. Mas o aumento da produção da fruta para atender tanto à demanda nacional quanto à internacional está reduzindo a diversidade de aves em florestas de várzea da Amazônia. Segundo um estudo publicado recentemente no jornal Biological Conservation, áreas com maior adensamento de palmeiras de açaí apresentam um declínio de 28% no número de espécies. “Nosso objetivo era entender quais eram as consequências da expansão do cultivo do açaí e suas diversas formas de manejo sobre as aves, com um foco principal nas frugívoras, aquelas que se alimentam de frutos”, disse à Mongabay o biólogo e mestre em ecologia Raphael Vasconcelos Nunes, pesquisador da Universidade Federal do Pará e um dos coautores do estudo. Segundo Nunes, as matas de várzea — onde ocorre a maior parte dos cultivos de açaí –&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/como-sua-tigela-de-acai-pode-estar-deixando-os-tucanos-sem-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/como-sua-tigela-de-acai-pode-estar-deixando-os-tucanos-sem-floresta/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Estudo: Amazônia resiste ao fogo, mas renasce com menos diversidade</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/estudo-amazonia-resiste-ao-fogo-mas-renasce-com-menos-diversidade/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/estudo-amazonia-resiste-ao-fogo-mas-renasce-com-menos-diversidade/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>02 Jul 2026 12:46:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/06/25024801/tiger-striped-leaf-frog-2-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195496</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Aquecimento global, Biodiversidade, Clima, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Reflorestamento e Resiliência climática]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em 2024, a Amazônia brasileira enfrentou uma das piores temporadas de incêndios de sua história: as chamas atingiram 15,6 milhões de hectares, uma área maior que a do estado do Ceará — dos quais 43% eram vegetação florestal. Segundo dados da MapBiomas, a área destruída pelas chamas foi 117% maior do que a média histórica. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/estudo-amazonia-resiste-ao-fogo-mas-renasce-com-menos-diversidade/" data-wpel-link="internal">Estudo: Amazônia resiste ao fogo, mas renasce com menos diversidade</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 2024, a Amazônia brasileira enfrentou uma das piores temporadas de incêndios de sua história: as chamas atingiram 15,6 milhões de hectares, uma área maior que a do estado do Ceará — dos quais 43% eram vegetação florestal. Segundo dados da MapBiomas, a área destruída pelas chamas foi 117% maior do que a média histórica. Recentemente, um grupo de pesquisadores revelou algo que, segundo eles, deu certo otimismo à ciência em meio a esses números: embora a perda de biodiversidade persista, a Amazônia demonstrou uma surpreendente capacidade de regeneração após os incêndios. Os resultados foram apresentados em um estudo conduzido no sudeste da Amazônia ao longo de duas décadas. O trabalho buscou prever os riscos enfrentados pela floresta tropical à medida que o desmatamento, a queda nos níveis de precipitação e as secas prolongadas se tornam mais frequentes. “Nosso estudo traz uma mensagem de esperança. Ele demonstra que uma floresta altamente degradada consegue se recuperar mesmo após muitos distúrbios”, disse o principal autor do artigo, Leandro Maracahipes, pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, com apoio do Instituto Serrapilheira. No entanto, Maracahipes explica que essa regeneração dá lugar a um novo tipo de floresta. “É um novo ecossistema. Embora consiga se recuperar, essa floresta é muito mais ‘pobre’, com maior quantidade de espécies generalistas, muito mais vulneráveis a novos distúrbios”, disse à Mongabay. Imagem aérea de uma área de floresta amazônica. Foto: Leandro Maracahipes. Impacto maior nas bordas da floresta&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/estudo-amazonia-resiste-ao-fogo-mas-renasce-com-menos-diversidade/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/estudo-amazonia-resiste-ao-fogo-mas-renasce-com-menos-diversidade/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Dos igarapés aos manguezais, microplásticos contaminam a Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/06/dos-igarapes-aos-manguezais-microplasticos-contaminam-a-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/06/dos-igarapes-aos-manguezais-microplasticos-contaminam-a-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Jun 2026 10:18:32 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/06/17160035/AP22157686805487-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195487</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Biodiversidade, Comida, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Manguezais, Peixes, Pesca, Poluição, Recursos hídricos, Saneamento e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>MANAUS, AM — No último dia 20 de junho, uma equipe de 50 pessoas liderada pelas ONGs Asas de Socorro e Rede Reviva percorreu cerca de 1,5 quilômetro da orla do Lago do Puraquequara, na zona leste de Manaus, durante uma ação de coleta de lixo. Ao fim da atividade, realizada em um trecho de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/dos-igarapes-aos-manguezais-microplasticos-contaminam-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">Dos igarapés aos manguezais, microplásticos contaminam a Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[MANAUS, AM — No último dia 20 de junho, uma equipe de 50 pessoas liderada pelas ONGs Asas de Socorro e Rede Reviva percorreu cerca de 1,5 quilômetro da orla do Lago do Puraquequara, na zona leste de Manaus, durante uma ação de coleta de lixo. Ao fim da atividade, realizada em um trecho de praias à beira de um lago com espelho d’água estimado entre 20 e 25 km², o grupo havia recolhido uma caçamba cheia de resíduos plásticos. Antes desta, ação semelhante realizada em junho 2023 havia coletado outras duas caçambas. A experiência do grupo ajudou a dimensionar o resultado da pesquisa de mestrado de Eletuza Uchôa Farias: metade dos peixes coletados no lago, pertencentes a duas espécies de jaraqui (Semaprochilodus insignis e Semaprochilodus taeniurus), havia ingerido microplásticos. Uma vez no organismo, as partículas podem permanecer no trato intestinal, alcançar outros tecidos e órgãos e circular pela cadeia alimentar, da base aos peixes predadores — até chegar, potencialmente, ao ser humano. O jaraqui é o peixe mais consumido no estado do Amazonas. Todas as partículas encontradas no intestino dos peixes eram fibras: filamentos finos e alongados, com tamanho entre 0,5 e 4,37 milímetros. A maior parte delas, 85,7%, foi identificada como poliamida, um polímero amplamente utilizado pela indústria têxtil por sua resistência e flexibilidade. O entorno do Puraquequara é habitado por comunidades sem atendimento adequado de saneamento básico. Na prática, a água de pias, tanques e máquinas de lavar roupa é descartada diretamente nos corpos d’água, o que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/dos-igarapes-aos-manguezais-microplasticos-contaminam-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/06/dos-igarapes-aos-manguezais-microplasticos-contaminam-a-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Estudo aponta manguezais como aliados contra poluição por nitrogênio</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>24 Jun 2026 12:52:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/02/14163135/1280px-Savacu-de-coroa_no_Manguezal_do_Itacorubi-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195452</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil e Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Biodiversidade, Créditos de carbono, Florestas Tropicais, Manguezais, Mudanças climáticas, Oceanos, Poluição e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Se forem restaurados e protegidos, os manguezais podem ajudar a sequestrar mais de 5 milhões de toneladas de poluição causada por nitrogênio em ecossistemas costeiros de todo o planeta, argumenta um estudo recente. Essa poluição geralmente é originada por fertilizantes sintéticos muito utilizados na agricultura ou por resíduos humanos que se infiltram nas fontes de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/" data-wpel-link="internal">Estudo aponta manguezais como aliados contra poluição por nitrogênio</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Se forem restaurados e protegidos, os manguezais podem ajudar a sequestrar mais de 5 milhões de toneladas de poluição causada por nitrogênio em ecossistemas costeiros de todo o planeta, argumenta um estudo recente. Essa poluição geralmente é originada por fertilizantes sintéticos muito utilizados na agricultura ou por resíduos humanos que se infiltram nas fontes de água. Pesquisadores analisaram dados sobre a remoção de nitrogênio no mundo e estimaram que os manguezais atualmente sequestram cerca de 870 mil toneladas por ano deste elemento. O estudo estimou que, se esses ecossistemas costeiros forem protegidos e restaurados, a produção poderia superar 5 milhões de toneladas anuais. Ainda segundo os pesquisadores, esse serviço ecossistêmico prestado pelos manguezais valeria US$ 8,7 bilhões (R$ 44 bilhões) por ano em créditos de nitrogênio. “Os manguezais representam uma solução natural de mitigação, poderosa e subestimada, para a poluição causada pelo nitrogênio”, escreveram os coautores do estudo, Ziyan Wang e Benoit Thibodeau, da Universidade Chinesa de Hong Kong. Wang e Thibodeau argumentam que a remoção de nitrogênio deveria ser tratada de forma semelhante ao armazenamento de carbono e sugerem a criação de um mercado de créditos de nitrogênio azul para ajudar a financiar soluções para a crise climática. Com base em projetos anteriores, eles estimaram que os créditos de nitrogênio seriam precificados em cerca de US$ 10 mil (R$ 50 mil) por tonelada. O valor total de um mercado de remoção de nitrogênio superaria em muito o do armazenamento de carbono em ecossistemas de mangue, segundo o estudo. O nitrogênio é um nutriente&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/06/povo-xokleng-restaura-araucarias-sagradas-em-terra-indigena-de-santa-catarina/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/06/povo-xokleng-restaura-araucarias-sagradas-em-terra-indigena-de-santa-catarina/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>16 Jun 2026 14:43:47 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Letícia Klein]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/06/16143437/8C9A8751-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195444</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Santa Catarina]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agrofloresta, Água, Conservação, Cultura Indígena, Espécies Ameaçadas, Florestas Tropicais, Indígenas, Mata Atlântica, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Reflorestamento, Socioambiental e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA IBIRAMA-LAKLÃNÕ, Santa Catarina — Zág (pronuncia-se “zã”) é a palavra Xokleng para araucária. A árvore, típica da Mata Atlântica nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, vem se desenvolvendo no planeta há cerca de 200 milhões de anos. Cada árvore fêmea produz dezenas de pinhas, que, por sua vez, carregam centenas de pinhões. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/povo-xokleng-restaura-araucarias-sagradas-em-terra-indigena-de-santa-catarina/" data-wpel-link="internal">Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[TERRA INDÍGENA IBIRAMA-LAKLÃNÕ, Santa Catarina — Zág (pronuncia-se “zã”) é a palavra Xokleng para araucária. A árvore, típica da Mata Atlântica nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, vem se desenvolvendo no planeta há cerca de 200 milhões de anos. Cada árvore fêmea produz dezenas de pinhas, que, por sua vez, carregam centenas de pinhões. O pinhão é a semente da araucária (Araucaria angustifolia), consumida por pelo menos 22 espécies de animais, além da humana, que tem nela uma fonte de nutrientes e de renda. Para alguns povos, porém, vai além da alimentação, fazendo parte da cultura, da história e dos mitos de origem. É o caso do povo Xokleng, em Santa Catarina. Nas aldeias, a árvore até serve de base para nomes de pessoas. “As araucárias são sagradas para nós. Não tem como contar a história do nosso povo sem falar sobre ela. O nosso mito de geração diz que o animal de proteção foi feito a partir da araucária, então ela aparece já na primeira história”, conta Carl Gakran, diretor-executivo do Instituto Zág, que coordena junto com sua esposa, Isabel, vice-presidente e diretora ambiental. Carl decidiu agir em prol das araucárias em 2016, quando descobriu que a espécie estava ameaçada de extinção, em razão do desmatamento, da expansão urbana e da exploração madeireira. Estima-se que, atualmente, as florestas de araucária ocupem menos de 3% de sua área original, que cobria grande parte dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de pequenos agrupamentos em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/povo-xokleng-restaura-araucarias-sagradas-em-terra-indigena-de-santa-catarina/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/06/povo-xokleng-restaura-araucarias-sagradas-em-terra-indigena-de-santa-catarina/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Pressão global sobre a ayahuasca ameaça plantas e saberes da Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/05/pressao-global-sobre-a-ayahuasca-ameaca-plantas-e-saberes-da-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/05/pressao-global-sobre-a-ayahuasca-ameaca-plantas-e-saberes-da-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>25 Mai 2026 10:35:49 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Carlos Minuano]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/05/20144457/AP18157600830602-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195329</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Biodiversidade, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Indígenas, Índios, Povos indígenas, Povos Tradicionais e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>“Uma das maiores farmácias do mundo está sendo destruída”, afirma o líder indígena Benki Piyãko, do povo Ashaninka, no Acre. O alerta aponta para as múltiplas pressões que avançam sobre a Amazônia, mas também para um momento de crescente debate e de ameaças em torno de uma das chamadas “medicinas da floresta”: a ayahuasca. A [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/pressao-global-sobre-a-ayahuasca-ameaca-plantas-e-saberes-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Pressão global sobre a ayahuasca ameaça plantas e saberes da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“Uma das maiores farmácias do mundo está sendo destruída”, afirma o líder indígena Benki Piyãko, do povo Ashaninka, no Acre. O alerta aponta para as múltiplas pressões que avançam sobre a Amazônia, mas também para um momento de crescente debate e de ameaças em torno de uma das chamadas “medicinas da floresta”: a ayahuasca. A bebida indígena, de propriedades psicodélicas, é preparada, em geral, a partir de duas plantas nativas da região: o cipó caapi ou mariri (Banisteriopsis caapi) e as folhas da chacrona (Psychotria viridis), espécies que, segundo relatos de lideranças indígenas e especialistas, enfrentam pressão crescente e sinais de escassez em algumas regiões. Denominada kamarãpe pelo povo Ashaninka, a ayahuasca, usada há séculos por indígenas da Amazônia, há décadas atravessa fronteiras e deixou de circular exclusivamente em seus contextos originários. Hoje, está presente em centros religiosos urbanos, retiros terapêuticos e circuitos internacionais de turismo psicodélico. Cientistas e laboratórios farmacêuticos também voltam sua atenção à bebida ancestral, que já apresenta evidências de potencial terapêutico para diferentes transtornos de saúde mental, como depressão e dependência química. Mas, junto com o crescimento do interesse global, vêm também as preocupações. À medida que a demanda cresce, a cadeia de circulação da ayahuasca se expande sem um acompanhamento equivalente em termos de manejo e monitoramento. Em diferentes regiões da Amazônia, já há sinais de pressão sobre as espécies utilizadas no preparo da bebida, em geral coletadas sem planejamento. Ao mesmo tempo, o aumento do consumo fora dos contextos tradicionais levanta preocupações sobre a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/pressao-global-sobre-a-ayahuasca-ameaca-plantas-e-saberes-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/05/pressao-global-sobre-a-ayahuasca-ameaca-plantas-e-saberes-da-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Como indígenas estão reagindo ao possível fim da Moratória da Soja na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/04/como-indigenas-estao-reagindo-ao-possivel-fim-da-moratoria-da-soja-na-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/04/como-indigenas-estao-reagindo-ao-possivel-fim-da-moratoria-da-soja-na-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>30 Abr 2026 07:04:33 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rubens Valente]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/04/16195804/brazil-deforestation-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195248</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Indígenas, Índios, Monocultura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soja e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>BRASÍLIA — Lideranças indígenas e pesquisadores afirmam que o fim de um importante acordo para o desmatamento zero na Amazônia, a Moratória da Soja, aumentará a perda de floresta ao redor de terras indígenas e incentivará sua invasão para o cultivo de soja. Alguns apontam que isso já começou a acontecerdesses territórios  após as recentes [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/como-indigenas-estao-reagindo-ao-possivel-fim-da-moratoria-da-soja-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Como indígenas estão reagindo ao possível fim da Moratória da Soja na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[BRASÍLIA — Lideranças indígenas e pesquisadores afirmam que o fim de um importante acordo para o desmatamento zero na Amazônia, a Moratória da Soja, aumentará a perda de floresta ao redor de terras indígenas e incentivará sua invasão para o cultivo de soja. Alguns apontam que isso já começou a acontecerdesses territórios  após as recentes pressões políticas para restringir o acordo. Enquanto isso, lideranças indígenas enxergam uma oportunidade econômica com o fim da moratória. Membros de comunidades que vendem soja cultivada em suas terras demarcadas alegam que já o fazem de forma sustentável e que o acordo penaliza injustamente seu produto. A Mongabay conversou com diversas partes interessadas, desde lideranças indígenas e entidades corporativas até ambientalistas e órgãos do governo — pessoas de todo o espectro político brasileiro — para obter suas opiniões sobre o que a possível dissolução da moratória pode significar para os povos originários e suas terras na Amazônia. Trecho de floresta amazônica junto a campos de soja em Belterra, no Pará. Foto: AP Photo/Leo Correa. A Moratória da Soja é um pacto voluntário entre empresas, órgãos públicos e ONGs para reduzir o desmatamento na Amazônia. Os participantes concordaram em proibir, em suas cadeias de suprimentos, qualquer soja produzida em áreas da região  desmatadas após julho de 2008. Dez anos após a entrada em vigor do acordo, em 2006, o desmatamento para o cultivo do grão na floresta amazônica já havia caído para 1%. As fazendas de soja, por sua vez, ampliaram sua área de plantio em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/como-indigenas-estao-reagindo-ao-possivel-fim-da-moratoria-da-soja-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/04/como-indigenas-estao-reagindo-ao-possivel-fim-da-moratoria-da-soja-na-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Barulho de hidrovia pode comprometer a sobrevivência de tartarugas no Tapajós</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/04/barulho-de-hidrovia-pode-comprometer-a-sobrevivencia-de-tartarugas-no-tapajos/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/04/barulho-de-hidrovia-pode-comprometer-a-sobrevivencia-de-tartarugas-no-tapajos/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>28 Abr 2026 07:08:44 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/04/14020639/Camila_Ferrara_baby_turtle_in_Purus_River-AUTHORIZED-FOR-ONLY-THIS-STORY-scaled-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195199</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Animais, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Infraestrutura, Rios e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>É apenas um som doce e estridente, como o de um patinho de borracha. Para os cientistas, no entanto, pode ter vários significados, que vão desde “hora de desovar!” a “vamos lá, filhotes!” e “hora de migrar!”. Cientistas que estudam a tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa), a maior tartaruga de água doce da América do Sul, descobriram [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/barulho-de-hidrovia-pode-comprometer-a-sobrevivencia-de-tartarugas-no-tapajos/" data-wpel-link="internal">Barulho de hidrovia pode comprometer a sobrevivência de tartarugas no Tapajós</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[É apenas um som doce e estridente, como o de um patinho de borracha. Para os cientistas, no entanto, pode ter vários significados, que vão desde “hora de desovar!” a “vamos lá, filhotes!” e “hora de migrar!”. Cientistas que estudam a tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa), a maior tartaruga de água doce da América do Sul, descobriram que as crias começam a se comunicar mesmo antes do nascimento, provavelmente para combinarem o melhor momento de sair dos ovos e escavar a areia até à praia. “A tartaruga-da-amazônia é uma das espécies de quelônios mais sociáveis do mundo”, disse à Mongabay a pesquisadora Camila Rudge Ferrara, que comprovou pela primeira vez as capacidades de comunicação destes animais. “Elas migram em grupo, desovam em grupo, nascem em grupo.” Camila também é coordenadora do Programa de Conservação de Quelônios da organização sem fins lucrativos Wildlife Conservation Society no Brasil (WCS Brasil). Em breve, porém, o murmúrio das tartarugas-da-amazônia no Rio Tapajós, um importante afluente do Amazonas, poderá ser perturbado pelo ruído de dragas, balsas e barcos circulando por uma ambiciosa via de navegação planejada pelo governo federal. O objetivo é transportar minerais e cereais até ao porto de Santarém, no Pará. “O som da dragagem e das embarcações vai interferir na comunicação das tartarugas”, explicou Camila, destacando que ainda são necessárias pesquisas sobre o assunto. “A alta frequência embaixo da água deve atrapalhar a migração destes animais.” A última avaliação da Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), que aguarda revisão,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/barulho-de-hidrovia-pode-comprometer-a-sobrevivencia-de-tartarugas-no-tapajos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/04/barulho-de-hidrovia-pode-comprometer-a-sobrevivencia-de-tartarugas-no-tapajos/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
					<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/20/2026/03/16172901/som_tipo_6_apenas_por_filhotes.mp3" length="7073" type="audio/mpeg" />
<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/20/2026/03/16172950/som_tipo_7__adultos_filhotes.mp3" length="9887" type="audio/mpeg" />
									</item>
						<item>
					<title>Seca no Rio Xingu expõe limites de Belo Monte frente à crise climática</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/04/seca-no-rio-xingu-expoe-limites-de-belo-monte-frente-a-crise-climatica/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/04/seca-no-rio-xingu-expoe-limites-de-belo-monte-frente-a-crise-climatica/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>23 Abr 2026 08:22:45 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/03/31142429/AP24255823406395-scaled-1-scaled-1-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195161</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Belo Monte, 10 anos]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Clima, Conservação, Florestas, Florestas Tropicais, Mudanças climáticas, Peixes e Pesca]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As maiores usinas hidrelétricas da Amazônia estão se tornando cada vez mais vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas, e Belo Monte pode estar dando o alerta mais evidente até agora. Construída no Rio Xingu, próxima à cidade de Altamira, sudoeste do Pará, após anos de debate sobre seus impactos ambientais e a confiabilidade de sua [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/seca-no-rio-xingu-expoe-limites-de-belo-monte-frente-a-crise-climatica/" data-wpel-link="internal">Seca no Rio Xingu expõe limites de Belo Monte frente à crise climática</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[As maiores usinas hidrelétricas da Amazônia estão se tornando cada vez mais vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas, e Belo Monte pode estar dando o alerta mais evidente até agora. Construída no Rio Xingu, próxima à cidade de Altamira, sudoeste do Pará, após anos de debate sobre seus impactos ambientais e a confiabilidade de sua geração de energia, a megausina enfrenta um problema que seus projetistas não conseguiram resolver por meio da engenharia: a escassez de água. Dois estudos publicados no final de 2025 reforçam as evidências dessa situação — um elaborado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) em parceria com o Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e outro pelo Escritório Federal de Pesquisa Energética (EPE), vinculado ao Ministério de Minas e Energia. Sob perspectivas diferentes, ambos os relatórios concluem que as mudanças climáticas estão remodelando de forma fundamental os sistemas hídricos e energéticos do país e exigindo adaptações urgentes, já que 43,7% da energia do Brasil provém de usinas hidrelétricas. O relatório da ANA e da UFRGS alerta que as usinas hidrelétricas da região amazônica podem perder até 40% de sua capacidade de geração de energia nos próximos 20 a 30 anos, caso o planejamento continue a ser baseado em dados históricos de vazão dos rios, em vez de projeções ajustadas ao clima atual. A bacia do Rio Xingu, em particular, enfrentará estações secas significativamente mais longas e intensas nas próximas décadas. As vazões máximas dos rios&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/seca-no-rio-xingu-expoe-limites-de-belo-monte-frente-a-crise-climatica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/04/seca-no-rio-xingu-expoe-limites-de-belo-monte-frente-a-crise-climatica/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Anfíbios da Amazônia podem desaparecer antes mesmo que sejam descobertos</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Abr 2026 13:46:23 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/04/13133243/fc4a5294-9326-47c3-ab99-0eeae5c82be9-scaled-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195188</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Anfíbios, Animais, Carbono, Dióxido de Carbono, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Novas espécies, Poluição e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/" data-wpel-link="internal">Anfíbios da Amazônia podem desaparecer antes mesmo que sejam descobertos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se proteger de mosquitos e formigas, e um par de botas, para impedir que se molhem os pés. Encontrar anfíbios na Amazônia não requer equipamento de alta tecnologia; remonta, na verdade, às explorações dos naturalistas do início do século 20. É assim que o biólogo e professor da Universidade Federal do Amazonas, Igor Kaefer, descreve o que seria um típico dia de campo em busca de anfíbios amazônicos. Ele foi um dos responsáveis pela descoberta do Amazophrynella bilinguis, publicada em 2019. A própria descrição do sapinho já dá a noção da dificuldade de encontrá-lo: as fêmeas medem cerca de dois centímetros, e sua cabeça e dorso marrons as fazem “desaparecer” entre as folhas e galhos. Lar de 1.525 espécies estimadas de anfíbios, a Bacia amazônica é a mais diversa do mundo quando se trata de sapos, rãs e pererecas. Porém, deste número, apenas cerca de 810 têm registros confirmados de ocorrência. Por isso, ir a campo e se deparar com uma nova espécie não é algo improvável. “Em quase todo inventário que se faz em uma área remota, volta-se com até mais de uma espécie nova para síntese”, conta Igor. Mas o intervalo entre encontrar, em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Peixes migratórios colapsam e colocam a Amazônia no centro da crise</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/04/peixes-migratorios-colapsam-e-colocam-a-amazonia-no-centro-da-crise/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/04/peixes-migratorios-colapsam-e-colocam-a-amazonia-no-centro-da-crise/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>07 Abr 2026 14:29:29 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Gustavo Faleiros]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/04/07142012/AP23219742742389-e1775572004489-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195176</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Animais, Clima, Conservação, Energia, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Hidrelétricas, Mudanças climáticas, Peixes, Pesca, Rios e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O cenário onde se anunciavam as más notícias era propício. Um enorme aquário com pacus, piraputangas e outras espécies de água doce emoldurava a mesa de cientistas e ambientalistas no auditório do BioParque Pantanal, em Campo Grande (MS). Os especialistas estavam ali, no último dia 24 de março, para lançarem o relatório “A Avaliação Global [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/peixes-migratorios-colapsam-e-colocam-a-amazonia-no-centro-da-crise/" data-wpel-link="internal">Peixes migratórios colapsam e colocam a Amazônia no centro da crise</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O cenário onde se anunciavam as más notícias era propício. Um enorme aquário com pacus, piraputangas e outras espécies de água doce emoldurava a mesa de cientistas e ambientalistas no auditório do BioParque Pantanal, em Campo Grande (MS). Os especialistas estavam ali, no último dia 24 de março, para lançarem o relatório “A Avaliação Global dos Peixes Migratórios de Água Doce”. Na abertura do evento, Rita Mesquita, secretária de Biodiversidade, Florestas e Direito dos Animais do Ministério do Meio Ambiente, logo avisou: “Os números são de gelar a espinha.” As cifras às quais ela se referia indicavam uma redução de 81% na população mundial dos peixes migratórios de água doce desde os anos 1970. Rita foi convidada a endereçar os delegados da 15ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas (COP15) sobre Espécies Migratórias (CMS), que ocorreu entre os dias 23 e 29 de março em Campo Grande. Esta foi a primeira vez em muitos anos que estudiosos se debruçaram sobre dados globais da ictiofauna. A última avaliação tinha sido realizada em 2011, quando o número de espécies avaliadas era de 3 mil. Nesta nova rodada, 15 mil foram avaliadas. Deste total, 349 foram identificadas como migratórias. Entre essas espécies, 325 foram recomendadas pelos autores para serem inseridas nos apêndices da CMS. Entrar na lista desta convenção da ONU significa maior proteção, já que os países signatários se comprometem a adotar medidas de conservação. Atualmente, a CMS conta com 1.200 espécies migratórias listadas. A última entre as brasileiras a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/peixes-migratorios-colapsam-e-colocam-a-amazonia-no-centro-da-crise/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/04/peixes-migratorios-colapsam-e-colocam-a-amazonia-no-centro-da-crise/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Seca e descaso: no Norte brasileiro, só metade das aldeias indígenas tem água boa para beber</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/03/seca-e-descaso-no-norte-brasileiro-so-metade-das-aldeias-indigenas-tem-agua-boa-para-beber/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/03/seca-e-descaso-no-norte-brasileiro-so-metade-das-aldeias-indigenas-tem-agua-boa-para-beber/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>18 Mar 2026 13:45:35 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Adriana AmâncioFelipe Medeiros]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/03/18133315/Caixa-d_agua-na-comunidade-Bem-Viver_Fotos-Felipe-Medeiros-7-scaled-e1773841355653-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195113</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Doenças, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Indígenas, Índios, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Recursos hídricos, Saneamento, Saúde e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA RAPOSA SERRA DO SOL, Roraima – Virada de cabeça para baixo no chão de terra batida, ao lado de uma casa de beneficiamento de farinha, uma enorme caixa d’água chama a atenção de quem passa pela comunidade Bem Viver, na Terra Indígena (TI) Raposa Serra do Sol, localizada a 300 quilômetros de Boa [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/seca-e-descaso-no-norte-brasileiro-so-metade-das-aldeias-indigenas-tem-agua-boa-para-beber/" data-wpel-link="internal">Seca e descaso: no Norte brasileiro, só metade das aldeias indígenas tem água boa para beber</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[TERRA INDÍGENA RAPOSA SERRA DO SOL, Roraima – Virada de cabeça para baixo no chão de terra batida, ao lado de uma casa de beneficiamento de farinha, uma enorme caixa d’água chama a atenção de quem passa pela comunidade Bem Viver, na Terra Indígena (TI) Raposa Serra do Sol, localizada a 300 quilômetros de Boa Vista, capital de Roraima. Sob sol e chuva, ao relento, o objeto empoeirado transmite uma mensagem urgente: em vez de ser utilizado para armazenar água potável para a população da aldeia, o recipiente de 5 mil litros permanece inutilizado há quase dois anos. O reservatório, repassado à comunidade pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Leste Roraima, unidade gestora do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS), não recebeu uma mísera gota d’água. Isso porque, desde que chegou, sequer foi instalado. Sem poder contar com a estrutura, os moradores da região foram forçados a criar um plano alternativo: a missão consiste em captar a água de uma cachoeira próxima, ligada à aldeia por meio de uma rede improvisada de canos de aproximadamente 700 metros. Embora a conexão evite a escassez total, o consumo ocorre sem os devidos processos de tratamento da água. Ao mesmo tempo, a tubulação fina e frágil sofre diariamente com entupimentos, quase sempre causados pelo acúmulo de folhas e detritos. Tubulação improvisada para a captação de água de cachoeira na comunidade Bem Viver, na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Foto: Felipe Medeiros. Segundo o cacique Diassis Gabriel de Souza, do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/seca-e-descaso-no-norte-brasileiro-so-metade-das-aldeias-indigenas-tem-agua-boa-para-beber/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/03/seca-e-descaso-no-norte-brasileiro-so-metade-das-aldeias-indigenas-tem-agua-boa-para-beber/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Pau-brasil perde aumento de proteção após pressão da França</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/03/pau-brasil-perde-aumento-de-protecao-apos-pressao-da-franca/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/03/pau-brasil-perde-aumento-de-protecao-apos-pressao-da-franca/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>11 Mar 2026 07:49:41 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/03/05234724/c.-53613758474_c269b87587_o-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195071</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais e Mata Atlântica]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>No final de 2025, o Brasil parecia muito perto de conquistar o nível máximo de proteção internacional para o pau-brasil (Paubrasilia echinata), sua árvore-símbolo. Em 26 de novembro, uma delegação brasileira estava em Samarcanda, no Uzbequistão, para participar da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Silvestres Ameaçadas de Extinção (Cites). Nela, 184 países e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/pau-brasil-perde-aumento-de-protecao-apos-pressao-da-franca/" data-wpel-link="internal">Pau-brasil perde aumento de proteção após pressão da França</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[No final de 2025, o Brasil parecia muito perto de conquistar o nível máximo de proteção internacional para o pau-brasil (Paubrasilia echinata), sua árvore-símbolo. Em 26 de novembro, uma delegação brasileira estava em Samarcanda, no Uzbequistão, para participar da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Silvestres Ameaçadas de Extinção (Cites). Nela, 184 países e a União Europeia estabelecem regras para garantir que o comércio internacional não ameace a sobrevivência de animais e plantas. A equipe brasileira estava confiante de que sua proposta para proteger o pau-brasil seria aprovada no evento. “Tinha um apoio massivo”, disse à Mongabay um integrante da delegação, que pediu para não ser identificado temendo retaliações. “Havia um clima de ‘vai passar’.” Nativa da Mata Atlântica, a população de pau-brasil caiu 84% nas últimas três gerações, restando apenas em torno de 10 mil árvores adultas, segundo o Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora). Nos tempos do Brasil Colônia (1530-1822), a espécie foi extensivamente explorada para atender à demanda da Europa pelo corante vermelho extraído de sua madeira. Além disso, desde meados do século 18, a indústria global da música valoriza a madeira por sua ressonância, durabilidade e flexibilidade, ideal para a produção de arcos de violinos, violoncelos e outros instrumentos de corda. Cada arco pode valer até 7 mil euros (cerca de R$ 40 mil), tornando a espécie valiosa não apenas para o setor musical, mas também para o contrabando. Em 2024, o CNCFlora elevou a categoria de risco do pau-brasil de &#8220;em perigo&#8221; para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/pau-brasil-perde-aumento-de-protecao-apos-pressao-da-franca/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/03/pau-brasil-perde-aumento-de-protecao-apos-pressao-da-franca/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Fé contra o fogo: na Amazônia, ex-seminarista se junta à luta perpétua contra os incêndios</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/03/fe-contra-o-fogo-na-amazonia-ex-seminarista-se-junta-a-luta-perpetua-contra-os-incendios/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/03/fe-contra-o-fogo-na-amazonia-ex-seminarista-se-junta-a-luta-perpetua-contra-os-incendios/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>05 Mar 2026 07:56:10 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Carla Ruas]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/03/02202907/BANNER-15-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195050</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Clima, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Mudanças climáticas e Queimadas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>ACARÁ, Pará — Em agosto de 2024, uma queimada se alastrou pelo município paraense de Acará, localizado na porção oeste da Amazônia. Edson Abreu dos Santos, de 48 anos, atual coordenador municipal da Defesa Civil, já sabia: seria preciso agir rápido, já que sua cidade não contava com corpo de bombeiros, caminhões-pipa nem helicópteros para combater [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/fe-contra-o-fogo-na-amazonia-ex-seminarista-se-junta-a-luta-perpetua-contra-os-incendios/" data-wpel-link="internal">Fé contra o fogo: na Amazônia, ex-seminarista se junta à luta perpétua contra os incêndios</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[ACARÁ, Pará — Em agosto de 2024, uma queimada se alastrou pelo município paraense de Acará, localizado na porção oeste da Amazônia. Edson Abreu dos Santos, de 48 anos, atual coordenador municipal da Defesa Civil, já sabia: seria preciso agir rápido, já que sua cidade não contava com corpo de bombeiros, caminhões-pipa nem helicópteros para combater os incêndios. Ao mesmo tempo, como as chamas margeavam o Rio Itapecuru, em locais só acessados por barcos, tampouco adiantaria acionar o apoio de veículos terrestres. De forma improvisada, Edson montou um centro de operações em uma casa ribeirinha. Da sacada, por mensagem, pediu ajuda a dezenas de moradores da comunidade; mais de cem de seus vizinhos responderam ao chamado e, pouco a pouco, aportaram no local em suas rabetas — como a linguagem popular chama os barcos motorizados de madeira utilizados para se locomover pelos sinuosos rios amazônicos. O coordenador, então, pediu que os voluntários enchessem galões de 20 litros (ou carotes, como são chamados por lá), com água do rio. Em fila única, os voluntários carregaram os recipientes nos ombros por quase 1 quilômetro, adentrando a mata. E assim, jogavam o que conseguiam para combater as chamas, um pouco por vez. Muitos percorriam o caminho de chinelos, enquanto os homens tiravam a camisa diante do calor insuportável. O trabalho árduo conteve o fogo até a chegada de 30 bombeiros acionados em Macarena, uma cidade vizinha a cerca de 100 quilômetros. A equipe chegou com bombas costais, uma motobomba e uma única mangueira. Com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/fe-contra-o-fogo-na-amazonia-ex-seminarista-se-junta-a-luta-perpetua-contra-os-incendios/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/03/fe-contra-o-fogo-na-amazonia-ex-seminarista-se-junta-a-luta-perpetua-contra-os-incendios/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Estudo aponta novas dinâmicas entre pontes artificiais e mamíferos da floresta</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Fev 2026 06:13:42 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Luís Patriani]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/02/04140610/05020156-1-1-e1770214683835-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194959</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia e Mata Atlântica]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Animais, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Novas espécies, Primatas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em toda a Amazônia, a fragmentação da floresta representa uma ameaça crescente à preservação da fauna. Em nome do desenvolvimento econômico, o avanço do agronegócio e de obras de infraestrutura — como rodovias, ferrovias, linhas de transmissão e gasodutos — traz consigo diversos riscos. Entre os principais, destacam-se o isolamento populacional de muitas espécies animais [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Estudo aponta novas dinâmicas entre pontes artificiais e mamíferos da floresta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em toda a Amazônia, a fragmentação da floresta representa uma ameaça crescente à preservação da fauna. Em nome do desenvolvimento econômico, o avanço do agronegócio e de obras de infraestrutura — como rodovias, ferrovias, linhas de transmissão e gasodutos — traz consigo diversos riscos. Entre os principais, destacam-se o isolamento populacional de muitas espécies animais e sua eventual morte por atropelamento. Mamíferos que vivem e se deslocam entre as árvores — como primatas, preguiças e porcos-espinhos — estão entre os mais afetados por esse confinamento geográfico. Ao mesmo tempo, também são os que menos se beneficiam de iniciativas ambientais mitigadoras, como a implementação de passagens artificiais. Diante desse quadro, e dispostos a obter mais informações sobre o comportamento dos animais e seus habitats, os biólogos Justin Santiago e Lindsey Swierk, da Universidade de Binghamton, em Nova York, viajaram ao coração da Amazônia peruana com um propósito: entender a dinâmica das espécies locais e buscar novidades na relação entre a fauna e as passagens artificiais . Para isso, os pesquisadores escolheram uma área de floresta contínua e instalaram câmeras em pontos estratégicos de um amplo sistema de passarelas, cuja estrutura combina redes, cordas grossas e plataformas de diferentes alturas. Entremeados, os objetos formam longos corredores suspensos, que ajudam os animais a se deslocarem da copa de uma árvore à outra. Especialista instala câmera em uma árvore conectada ao sistema de passarelas na Amazônia peruana. Foto: Elizabeth Benson. Publicada em setembro de 2025, a pesquisa foi realizada na Estação de Campo do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Como botas de caubói estão financiando a pesca sustentável de pirarucu na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/02/como-botas-de-cauboi-estao-financiando-a-pesca-sustentavel-de-pirarucu-na-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/02/como-botas-de-cauboi-estao-financiando-a-pesca-sustentavel-de-pirarucu-na-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>23 Fev 2026 08:37:10 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/02/20204508/a.-Julie-Larsen_3333_Pirarucu-Boots-Boot-Barn-ME-_11-22-25-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195023</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Conservação, Florestas, Florestas Tropicais, Peixes, Pesca, Produtos da Floresta, Responsabilidade Ambiental, Soluções e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Habitante da Bacia Amazônica e um dos maiores peixes de água doce do mundo, o pirarucu (Arapaima gigas) é dotado de uma pele dura que o protege contra ataques de predadores aquáticos (como piranhas), mas que ao mesmo tempo é flexível. Essas características, combinadas com o desenho de suas escamas, em formato de diamante, vêm [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/como-botas-de-cauboi-estao-financiando-a-pesca-sustentavel-de-pirarucu-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Como botas de caubói estão financiando a pesca sustentável de pirarucu na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Habitante da Bacia Amazônica e um dos maiores peixes de água doce do mundo, o pirarucu (Arapaima gigas) é dotado de uma pele dura que o protege contra ataques de predadores aquáticos (como piranhas), mas que ao mesmo tempo é flexível. Essas características, combinadas com o desenho de suas escamas, em formato de diamante, vêm atraindo o interesse da indústria internacional da moda. O maior mercado da pele de pirarucu é o estado americano do Texas. Botas em estilo country produzidas com o material são fabricadas nos Estados Unidos e no México e vendidas por esses dois países — um nicho que ajuda a financiar a pesca sustentável das comunidades tradicionais do Amazonas. A carne é o principal produto de manejo do peixe, mas sua pele, que pesa no mínimo 10 quilos, é vendida por um preço maior: de R$ 170 a R$ 200. Seu uso é em calçados e acessórios da moda. “A venda da pele de pirarucu é fundamental para manter os R$ 10 por quilo pagos ao manejador”, diz Ana Alice Britto, coordenadora comercial da Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc). “Ela também ajuda a pagar uma pequena parcela dos custos com logística, processamento e armazenamento.” Criada em 1994, a Asproc é a maior organização do Médio Juruá, no Amazonas, e representa 800 famílias de 61 comunidades ribeirinhas. No ano passado, a associação vendeu 180 toneladas de pirarucus manejados. A atividade comercial do peixe — que pode pesar até 200 quilos e medir 3 metros de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/como-botas-de-cauboi-estao-financiando-a-pesca-sustentavel-de-pirarucu-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/02/como-botas-de-cauboi-estao-financiando-a-pesca-sustentavel-de-pirarucu-na-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Fim da moratória da soja pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/02/fim-da-moratoria-da-soja-pode-aumentar-em-30-o-desmatamento-da-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/02/fim-da-moratoria-da-soja-pode-aumentar-em-30-o-desmatamento-da-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Fev 2026 08:28:46 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/02/10122736/AP24305472746663-scaled-1-scaled-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194989</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Monocultura, Política Ambiental, Queimadas e Soja]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Grandes traders de soja operando no Brasil anunciaram no início de janeiro o abandono de um dos acordos de desmatamento zero mais bem-sucedidos do mundo, conhecido como moratória da soja. Por meio desse pacto, firmado há duas décadas, as empresas se comprometem voluntariamente a não adquirir grãos cultivados em áreas desmatadas da Amazônia após 2008. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/fim-da-moratoria-da-soja-pode-aumentar-em-30-o-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Fim da moratória da soja pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Grandes traders de soja operando no Brasil anunciaram no início de janeiro o abandono de um dos acordos de desmatamento zero mais bem-sucedidos do mundo, conhecido como moratória da soja. Por meio desse pacto, firmado há duas décadas, as empresas se comprometem voluntariamente a não adquirir grãos cultivados em áreas desmatadas da Amazônia após 2008. Agora, com o novo anúncio, ressurge o temor de que a soja avance sobre a floresta. Segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), a saída de cena desses traders pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia até 2045. O golpe de misericórdia veio da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). Representando alguns dos maiores traders de soja do mundo, como Cargill, Bunge, Amaggi e ADM, a associação anunciou no dia 5 de janeiro que &#8220;iniciou as tratativas para a desfiliação do Termo de Compromisso da Moratória da Soja&#8221;. O Brasil é o maior exportador de soja do mundo, e os membros da Abiove representam quase 45% desses embarques, segundo dados de 2022 da Trase, organização de rastreamento de commodities. A decisão ocorreu depois que uma nova lei entrou em vigor no Mato Grosso, o maior produtor de soja do país. A legislação, em vigor desde 1º de janeiro, permite que o governo estadual suspenda incentivos fiscais a empresas que adotem critérios ambientais além dos exigidos pela lei brasileira, como é o caso da moratória da soja. A lei está sendo contestada no Supremo Tribunal Federal. &#8220;A Abiove entende que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/fim-da-moratoria-da-soja-pode-aumentar-em-30-o-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/02/fim-da-moratoria-da-soja-pode-aumentar-em-30-o-desmatamento-da-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Empreendedora da Amazônia espalha sementes em papel reciclado</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/02/empreendedora-da-amazonia-espalha-sementes-em-papel-reciclado/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/02/empreendedora-da-amazonia-espalha-sementes-em-papel-reciclado/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>05 Fev 2026 06:55:08 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/02/03233323/B-Ocimum_basilicum_flower_closeup-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194954</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Animais quase famosos]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Florestas, Florestas Tropicais, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Soluções e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Altamira, no Pará, é o maior município do Brasil em área; maior do que Grécia ou Portugal. Altamira é também o município mais desmatado da Amazônia brasileira: um lugar onde “desenvolvimento” costuma ser sinônimo de desmatamento, degradação ambiental e, às vezes, de violência decorrente de conflitos entre ambientalistas, madeireiros e grileiros. Foi em Altamira que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/empreendedora-da-amazonia-espalha-sementes-em-papel-reciclado/" data-wpel-link="internal">Empreendedora da Amazônia espalha sementes em papel reciclado</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Altamira, no Pará, é o maior município do Brasil em área; maior do que Grécia ou Portugal. Altamira é também o município mais desmatado da Amazônia brasileira: um lugar onde “desenvolvimento” costuma ser sinônimo de desmatamento, degradação ambiental e, às vezes, de violência decorrente de conflitos entre ambientalistas, madeireiros e grileiros. Foi em Altamira que Alessandra Moreira nasceu e foi criada, e onde trabalhou como assistente administrativa até enfrentar episódios sérios de ansiedade e depressão. Exausta, ela deixou o emprego sem saber o que faria depois. “Eu tinha crises de pânico, não sabia o que estava acontecendo”, diz ela. Uma sugestão do seu irmão mudou tudo: por que não tentar fazer papel-semente? Como resultado, Alessandra fundou a Ecoplante, uma empresa que produz folhas de papel reciclado com sementes incorporadas, capazes de germinar vegetais, ervas e flores. O que começou como um projeto de cura pessoal se tornou um exemplo de harmonia entre criatividade, empreendedorismo e sustentabilidade em um dos ecossistemas mais frágeis do mundo. O papel-semente é produzido a partir do papel descartado, transformando-o em novas folhas com sementes incorporadas. O processo começa misturando-se a polpa reciclada à água, que é depois espalhada sobre uma tela fina e coberta com sementes — desde ervas como manjericão e rúcula até flores como margaridas. Depois de seco, o papel pode ser usado normalmente e, em vez de ser jogado fora, plantado. Ao se decompor, ele libera as sementes, que germinam e transformam o que seria lixo em vegetação. Em 2023, Alessandra e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/empreendedora-da-amazonia-espalha-sementes-em-papel-reciclado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/02/empreendedora-da-amazonia-espalha-sementes-em-papel-reciclado/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Assentados conduzem plano para reflorestar 75 mil hectares no oeste paulista</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Jan 2026 09:34:13 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/01/22193404/RAE04Cullen_20db_031-e1769110864131-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194917</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[São Paulo]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Conservação, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Produtos da Floresta, Recursos hídricos, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Soluções, Sustentabilidade e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>PRESIDENTE EPITÁCIO, São Paulo — O canavial ondula e uma lâmina d’água se estende pelo horizonte. Seguimos por uma estrada de terra no oeste paulista, às margens do Rio Paraná, fronteira líquida entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ali, a monocultura avassala a paisagem que um dia foi uma floresta [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/" data-wpel-link="internal">Assentados conduzem plano para reflorestar 75 mil hectares no oeste paulista</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[PRESIDENTE EPITÁCIO, São Paulo — O canavial ondula e uma lâmina d’água se estende pelo horizonte. Seguimos por uma estrada de terra no oeste paulista, às margens do Rio Paraná, fronteira líquida entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ali, a monocultura avassala a paisagem que um dia foi uma floresta estacional semidecidual, também chamada de Mata Atlântica de interior — cujas folhas caem diante da ausência da chuva. Em sua picape, o biólogo e mestre em Agronomia Haroldo Gomes, de 47 anos, carrega um mundo vegetal diverso: ipês, angicos, aroeiras, cedros, copaíbas, guarantãs, paineiras e pitangueiras; são quase 70 espécies nativas da Mata Atlântica em busca de um pedaço de chão. Houve um tempo em que a família de Haroldo também andava sem chão. “Quando a gente veio para o acampamento, eu tinha onze anos&#8221;, disse ele, que é filho de assentado da reforma agrária. “Na época dos conflitos, a gente ficou seis anos em um barraco de lona. “Eu já corri de bala em ocupação de terreno.” Hoje Haroldo é coordenador de campo do projeto Corredores de Vida, do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). Foi ali que tanto ele quanto uma biodiversidade de espécies nativas de plantas e animais encontraram um lugar para chamar de casa. Desde 2002, a partir do esforço de assentados, o projeto reflorestou mais de 6 mil hectares  — o equivalente a 8,4 mil campos de futebol — com 10 milhões de árvores plantadas. O futuro, no entanto, é ainda&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>