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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>10 iniciativas indígenas de retomada do território</title>
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					<pubDate>15 Set 2026 09:51:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay.com]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agroecologia, Agrofloresta, Água, Amazônia, Ambientalistas, Áreas Protegidas, Ativismo, Caatinga, Cerrado, Comida, Comunidades Tradicionais, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Etnocídio, Florestas, Garimpo, Grilagem, Indígenas, Índios, Justiça Social, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Medicina tradicional, Povos indígenas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental, Sustentabilidade, Tecnologia e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em vez de se limitarem a defender o que resta, estas comunidades passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">10 iniciativas indígenas de retomada do território</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em diferentes regiões do Brasil, povos indígenas têm recuperado terras transformadas em pastagens, degradadas pelo garimpo ou usadas como depósito de lixo, assumindo também o trabalho de restaurar a vegetação e restabelecer as condições para viver nesses lugares. São comunidades que avançam na direção contrária à das frentes de destruição: em vez de se limitarem a defender o que resta, passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido. Destacamos aqui 10 reportagens publicadas pela Mongabay sobre como diversos povos indígenas do país, aliando tecnologia e saberes ancestrais, estão transformando seus territórios em lugares melhores para se viver. &nbsp; Ritual na Terra Indígena Maxakali (MG). Foto: Xavier Bartaburu/Mongabay. Por que os Maxakali estão convocando os espíritos para recuperar a Mata Atlântica Confinados em pequenas terras indígenas tomadas por pastagens no nordeste de Minas Gerais, os Tikmũ’ũn/Maxakali estão recuperando áreas de Mata Atlântica e implantando quintais agroflorestais por meio do projeto Hãmhi. Iniciada em 2023, a iniciativa forma e remunera agentes agroflorestais e viveiristas indígenas. O trabalho busca enfrentar a fome e recompor a vegetação necessária à vida cultural e religiosa do povo. A floresta é o lugar onde vivem os yãmĩyxop, povos-espíritos cujos cantos preservam o conhecimento sobre uma Mata Atlântica que já quase desapareceu na região. &nbsp; Carl e Isabel Gakran (com Zágtxo, filha do casal), coordenadores do Instituto Zág, na Terra Indígena Ibirama-Laklãnõ (SC). Foto: Anderson Coelho. Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina Zág é como os Laklãnõ/Xokleng chamam a araucária — árvore&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Monoculturas de açaí avançam em uma Amazônia cada vez mais quente e seca</title>
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					<pubDate>24 Ago 2026 08:00:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carla Ruas]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Agroecologia, Agrofloresta, Alimentação, Alimentos, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Clima, Comércio Internacional, Comida, Comunidades Tradicionais, Conservação, Extrativismo, Florestas, Produtos da Floresta, Socioambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>O mundo quer mais açaí. Mas o clima não ajuda. A resposta: açaizar a Amazônia.</p>
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							<![CDATA[ACARÁ, PA — “Passei a vida inteira trabalhando com açaí. Eu sempre vivi disso.” O relato é de Eliseu Carvalho, de 57 anos, produtor tradicional que cultiva o fruto em uma área de várzea, próxima à casa onde mora, no município de Acará, no interior do Pará. Após um incêndio florestal afetar áreas próximas à sua comunidade, Eliseu passou a reavaliar sua relação com o trabalho. Ele já pensa em abandonar a coleta do açaí para criar peixes. A região onde fica Acará é um dos polos produtores de açaí do estado, concentrando milhares de pequenas produções artesanais em áreas de floresta e às margens dos rios. Em 2024, o município foi afetado por uma temporada recorde de incêndios na Amazônia. Mais de 18 milhões de hectares sucumbiram ao fogo naquele ano, segundo o MapBiomas. A maior parte das queimadas ocorreu em áreas florestais, onde vivem comunidades tradicionais. Eliseu conta que, naquele ano, assistiu às chamas arderem por mais de 20 dias, consumindo quase 30 hectares de floresta perto da sua residência. Segundo o agricultor, a vegetação tipicamente úmida ganhou aspecto seco devido às condições prolongadas de estiagem. “As chamas se espalharam pelas raízes e pela matéria orgânica”, disse à Mongabay. “Nós apagamos as chamas na superfície, mas elas continuaram queimando sob a terra.” O produtor de açaí Eliseu Carvalho mostra suas terras em Acará (PA). Foto: Carla Ruas. Quando os bombeiros voluntários conseguiram apagar o fogo, cerca de 2 hectares de açaizal já tinham ido ao chão. Eliseu estimou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/monoculturas-de-acai-avancam-em-uma-amazonia-cada-vez-mais-quente-e-seca/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>El Niño: Moçambique busca financiamento contra riscos de seca severa</title>
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					<pubDate>20 Ago 2026 15:48:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Far Vubil]]>
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										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
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							<![CDATA[África]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Água, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Comida, Governança, Mudanças climáticas, Recursos hídricos e Seca]]>
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							<![CDATA[<p>Seca severa é prevista para a partir de outubro e Moçambique corre contra o tempo para financiar ações emergenciais.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/el-nino-mocambique-busca-financiamento-contra-riscos-de-seca-severa/" data-wpel-link="internal">El Niño: Moçambique busca financiamento contra riscos de seca severa</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Moçambique poderá enfrentar seca severa em alguns distritos do sul do país a partir de outubro, por causa do fenômeno El Niño, de acordo com o Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRD). Em maio, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inam) já havia emitido um comunicado à imprensa prevendo os fortes efeitos do El Niño na época chuvosa, que vai de outubro a março. A estação chuvosa corre risco elevado de ser caracterizada por chuvas irregulares, com tendência a ficarem abaixo do normal, combinadas com temperaturas acima do normal nas regiões Sul e Central do país. Como resultado, a previsão é de um cenário de seca.  O diretor-geral do Inam, Adérito Aramuge, explicou que o El Niño é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, perturbando a circulação normal da atmosfera e afetando a dinâmica climática em todo o planeta. Na sequência do boletim emitido pelo Instituto, o CTGRD decidiu ativar, em julho, os chamados Planos Distritais de Ações Antecipadas (PAAs), ações de resposta à crise da seca em 10 distritos das províncias de Gaza e de Inhambane, no sul de Moçambique. Como parte das ações previstas, já estão sendo enviadas mensagens preventivas à população desses distritos, de modo a reduzir os impactos da seca. O plano também inclui a reabilitação de fontes de água para  consumo humano e para a agricultura e pecuária familiar de subsistência. Ainda serão implementadas medidas de proteção social — como transferências financeiras e assistência alimentar para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/el-nino-mocambique-busca-financiamento-contra-riscos-de-seca-severa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Da indústria à mesa, macroalgas ganham espaço no Brasil</title>
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					<pubDate>12 Ago 2026 17:34:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Comida, Comunidades Tradicionais, Oceanos, Pesca, Povos Tradicionais e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Em Paraty (RJ), uma família caiçara transformou o cultivo de algas em gastronomia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/da-industria-a-mesa-macroalgas-ganham-espaco-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Da indústria à mesa, macroalgas ganham espaço no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Aparecida Rosa Ayres costuma dizer que conhece algas marinhas desde que estava no ventre da mãe, por conta das histórias que ela contava. Diz que sua mãe, quando criança, usava algas como cabelos nas brincadeiras na praia. Hoje com 47 anos, Aparecida, de origem caiçara, deu novo sentido às algas: são o ingrediente principal do Rancho Ayres, seu restaurante na praia de São Gonçalo, em Paraty, no Rio de Janeiro. As algas da infância da mãe eram as nativas da baía da Ilha Grande, mas o que virou comida nas mãos da cozinheira foi uma espécie de origem filipina, a macroalga Kappaphycus alvarezii, que ela conheceu em 2013. Oito anos depois, ela participou de um curso de capacitação, oferecido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a prefeitura de Paraty, sobre os usos potenciais da algicultura na bioeconomia da região. Desse curso surgiu o Algas na Mesa Paraty, uma iniciativa que combina o que ela chama de “gastronomia algácea” e resgate histórico nas praias de São Gonçalo e São Gonçalinho. “Nós somos filhas das águas, nascemos no maritório, então o uso das algas vem como uma forma de resistência e permanência para preservar o território”, conta Aparecida, que descende de uma das famílias caiçaras tradicionais deslocadas de suas casas na faixa de areia durante a construção da Rodovia Rio-Santos (BR-101), realizada entre 1969 e 1975. As praias, porém, continuaram sendo usadas pelos caiçaras para trabalho e lazer, e foi ali que as famílias ergueram os chamados ranchos, estruturas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/da-industria-a-mesa-macroalgas-ganham-espaco-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Dos igarapés aos manguezais, microplásticos contaminam a Amazônia</title>
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					<pubDate>26 Jun 2026 10:18:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Microplásticos na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Água, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Biodiversidade, Comida, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Manguezais, Peixes, Pesca, Poluição, Recursos hídricos, Saneamento e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>MANAUS, AM — No último dia 20 de junho, uma equipe de 50 pessoas liderada pelas ONGs Asas de Socorro e Rede Reviva percorreu cerca de 1,5 quilômetro da orla do Lago do Puraquequara, na zona leste de Manaus, durante uma ação de coleta de lixo. Ao fim da atividade, realizada em um trecho de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/dos-igarapes-aos-manguezais-microplasticos-contaminam-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">Dos igarapés aos manguezais, microplásticos contaminam a Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[MANAUS, AM — No último dia 20 de junho, uma equipe de 50 pessoas liderada pelas ONGs Asas de Socorro e Rede Reviva percorreu cerca de 1,5 quilômetro da orla do Lago do Puraquequara, na zona leste de Manaus, durante uma ação de coleta de lixo. Ao fim da atividade, realizada em um trecho de praias à beira de um lago com espelho d’água estimado entre 20 e 25 km², o grupo havia recolhido uma caçamba cheia de resíduos plásticos. Antes desta, ação semelhante realizada em junho 2023 havia coletado outras duas caçambas. A experiência do grupo ajudou a dimensionar o resultado da pesquisa de mestrado de Eletuza Uchôa Farias: metade dos peixes coletados no lago, pertencentes a duas espécies de jaraqui (Semaprochilodus insignis e Semaprochilodus taeniurus), havia ingerido microplásticos. Uma vez no organismo, as partículas podem permanecer no trato intestinal, alcançar outros tecidos e órgãos e circular pela cadeia alimentar, da base aos peixes predadores — até chegar, potencialmente, ao ser humano. O jaraqui é o peixe mais consumido no estado do Amazonas. Todas as partículas encontradas no intestino dos peixes eram fibras: filamentos finos e alongados, com tamanho entre 0,5 e 4,37 milímetros. A maior parte delas, 85,7%, foi identificada como poliamida, um polímero amplamente utilizado pela indústria têxtil por sua resistência e flexibilidade. O entorno do Puraquequara é habitado por comunidades sem atendimento adequado de saneamento básico. Na prática, a água de pias, tanques e máquinas de lavar roupa é descartada diretamente nos corpos d’água, o que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/dos-igarapes-aos-manguezais-microplasticos-contaminam-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Transporte de castanha-do-brasil ganha reforço de tirolesas e &#8216;Waze da Amazônia&#8217;</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/11/transporte-de-castanha-do-brasil-ganha-reforco-de-tirolesas-e-waze-da-amazonia/</link>
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					<pubDate>27 Nov 2025 10:31:09 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Alimentação, Alimentos, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comida, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Indígenas, Índios, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Produtos da Floresta, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental, Soluções, Sustentabilidade e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Todos os anos, a chegada da estação chuvosa e a cheia do Rio Anauá indicam que é hora do povo Indígena Wai Wai subir o rio para coletar castanhas-do-brasil. Eles passam as semanas seguintes em acampamentos no meio da Floresta Amazônica, percorrendo os castanhais e enchendo milhares de sacos com os chamados ouriços, os frutos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/transporte-de-castanha-do-brasil-ganha-reforco-de-tirolesas-e-waze-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Transporte de castanha-do-brasil ganha reforço de tirolesas e &#8216;Waze da Amazônia&#8217;</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Todos os anos, a chegada da estação chuvosa e a cheia do Rio Anauá indicam que é hora do povo Indígena Wai Wai subir o rio para coletar castanhas-do-brasil. Eles passam as semanas seguintes em acampamentos no meio da Floresta Amazônica, percorrendo os castanhais e enchendo milhares de sacos com os chamados ouriços, os frutos lenhosos que contêm as nozes. As castanhas-do-brasil são a principal fonte de renda para cerca de 60 mil amazônidas que vivem em comunidades indígenas e ribeirinhas. No território Wai Wai, em Roraima, as castanhas também são parte importante da alimentação, misturadas com farinha de mandioca ou transformadas em caldo, suco ou azeite. No entanto, trazer as castanhas das profundezas da floresta até as aldeias, e de lá para os comerciantes, é uma aventura. Assim que a coleta termina, os indígenas enchem seus barcos com sacos pesados de castanha e descem o rio sinuoso, onde enfrentam uma série de corredeiras rochosas e cachoeiras. Isso frequentemente força os Wai Wai a saírem de seus barcos e rebocá-los. Uma das cachoeiras, conhecida como Conceição, é muitas vezes impossível de atravessar, forçando o grupo a terminar o percurso a pé. &#8220;A gente encosta a canoa lá em cima da cachoeira&#8221;, disse à Mongabay Levi José da Silva, líder da comunidade Anauá. Ele possui uma canoa de 10 metros, que pode levar cerca de 50 sacos de castanha, cada um pesando 50 quilos. &#8220;Aí tem um lugar onde a gente desembarca as castanhas e carrega de lá nas costas até&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/transporte-de-castanha-do-brasil-ganha-reforco-de-tirolesas-e-waze-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Projeto na maior favela do Brasil transforma óleo descartado em produtos ecológicos</title>
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					<pubDate>10 Out 2025 07:07:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[André Aram]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Alimentação, Alimentos, Comida, Conservação, Oceanos, Responsabilidade Ambiental, Saneamento, Socioambiental, Soluções e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Segundo dados oficiais, dentre as mais de 12 mil favelas e comunidades do Brasil, a Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, detém o posto de maior do país. Com pouco mais de 72 mil habitantes, o local também lidera em quantidade de domicílios ocupados — são mais de 30 mil residências. A Rocinha [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Segundo dados oficiais, dentre as mais de 12 mil favelas e comunidades do Brasil, a Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, detém o posto de maior do país. Com pouco mais de 72 mil habitantes, o local também lidera em quantidade de domicílios ocupados — são mais de 30 mil residências. A Rocinha surgiu no início do século 20, mas foi a partir da década de 1950 que sua população aumentou de forma acentuada, sobretudo pela chegada de brasileiros de outros estados, que migraram à capital carioca em busca de trabalho. Ao longo dos anos, enquanto a favela se expandia, uma estrutura econômica e social própria ganhava corpo. Nesse contexto, a Rocinha também passou a ser um terreno fértil para projetos locais que se propõem a unir sustentabilidade, impacto social e desenvolvimento comunitário. Muitos deles, como conta Marcelo Santos, surgiram “por acaso”. Nascido e criado na favela, o empresário e líder comunitário, de 43 anos, disse que a ideia que mudou sua vida — e o entorno dela — tomou forma quando visitou o Complexo Esportivo da Rocinha, acompanhado do professor de biologia Márcio Aroeira, em 2020. Juntos, eles notaram que havia uma massa densa em um dos reservatórios de água que desembocam no ginásio. O biólogo tocou o fluido com a ponta dos dedos, chegando a um rápido veredito: tratava-se de resíduo de óleo de cozinha, fruto do descarte incorreto do material doméstico. “Ele me explicou que aquilo era um grande contaminador do meio ambiente. Então, fui&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/projeto-na-maior-favela-do-brasil-transforma-oleo-descartado-em-produtos-ecologicos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Crédito fortalece a agroecologia em região do Cerrado sob pressão do agronegócio</title>
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					<pubDate>24 Set 2025 07:49:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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							<![CDATA[<p>“A natureza não nasceu para a monocultura”, opina Olácio Komori, fundador e coordenador administrativo-financeiro da Associação dos Produtores Orgânicos do Mato Grosso do Sul (Apoms). Com três décadas dedicadas ao fortalecimento da agricultura orgânica e agroecológica no Mato Grosso do Sul — estado que tem no agronegócio um alicerce das suas atividades econômicas —, ele [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/credito-fortalece-a-agroecologia-em-regiao-do-cerrado-sob-pressao-do-agronegocio/" data-wpel-link="internal">Crédito fortalece a agroecologia em região do Cerrado sob pressão do agronegócio</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[“A natureza não nasceu para a monocultura”, opina Olácio Komori, fundador e coordenador administrativo-financeiro da Associação dos Produtores Orgânicos do Mato Grosso do Sul (Apoms). Com três décadas dedicadas ao fortalecimento da agricultura orgânica e agroecológica no Mato Grosso do Sul — estado que tem no agronegócio um alicerce das suas atividades econômicas —, ele argumenta que não é simples tornar a produção agrícola mais sustentável, embora seja possível. O Cerrado, que ocupa cerca de 60% do Mato Grosso do Sul, é um dos biomas mais desmatados do Brasil, justamente pela expansão da fronteira agrícola. Já perdeu um terço da sua vegetação nativa em 40 anos. Isso significa 40,5 milhões de hectares suprimidos entre 1985 e 2024, correspondendo a um território com a extensão da Espanha. Os dados integram a Coleção 10 do Projeto MapBiomas, em parceria com o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), divulgada em 13 de agosto. Pelos caminhos que optou por seguir, Komori identificou a dificuldade de acesso ao crédito e à assistência técnica como principais obstáculos enfrentados pelos agricultores familiares de Dourados, segundo maior município do estado e grande produtor agrícola. Sem encontrar alternativas no sistema financeiro tradicional, ele desenvolveu a metodologia do Programa de Crédito Sistêmico, apoiado por instituições parceiras também preocupadas com o futuro do Cerrado. A ideia dessa iniciativa foi atender justamente esse perfil de pequenos produtores rurais que têm condições de honrar os compromissos, com os resultados financeiros do que produzem, mas que muitas vezes esbarram em limitações, dentre as&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/credito-fortalece-a-agroecologia-em-regiao-do-cerrado-sob-pressao-do-agronegocio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Investigação da Mongabay sobre carne de tubarão motiva audiência pública e reação do setor</title>
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					<pubDate>27 Ago 2025 07:00:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla MendesLucas BertiPhilip Jacobson]]>
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<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/" data-wpel-link="internal">Investigação da Mongabay sobre carne de tubarão motiva audiência pública e reação do setor</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A investigação da Mongabay que revelou a compra de carne de tubarão em larga escala por órgãos dos governos federal, estadual e municipal para o consumo em escolas, hospitais, prisões e outras instituições públicas do país, será usada como base para convocar uma audiência pública no Congresso Nacional. O deputado federal Nilto Tatto, presidente da Frente Parlamentar Ambiental, disse que ficou &#8220;espantado&#8221; com a quantidade de licitações de carne de tubarão reveladas pela reportagem no fim de julho e que enviará em breve um requerimento de audiência pública à Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da na Câmara dos Deputados. &#8220;Não dá para a gente aceitar isso&#8221;, disse ele à Mongabay por telefone. A investigação — apoiada pelo Pulitzer Center e republicada pela Folha de S.Paulo e ((o))eco — identificou mais de 1.000 licitações de carne de tubarão emitidas desde 2004 por órgãos municipais e estaduais para 5.900 instituições públicas em 10 estados brasileiros, com valor de pelo menos R$ 112 milhões. Embora algumas licitações podem não ter resultado em compras efetivas (uma vez que os contratos podem ser executados ou não), a reportagem mostrou que a carne de tubarão foi servida, principalmente, em escolas, bases militares, abrigos para moradores em situação de rua, maternidades e casas de repouso para idosos, entre outras instituições. Ao contrário da difusão de informações sobre as vendas de barbatanas de tubarão, faltam dados sobre o comércio da carne do animal e os cientistas estão apenas começando a investigar o tema. Após a publicação&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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