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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Angola cria área protegida para salvar biodiversidade da Serra do Pingano</title>
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					<pubDate>09 Out 2026 17:15:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>As últimas grandes áreas florestais remanescentes da Serra do Pingano, no norte de Angola, estão desaparecendo em ritmo acelerado, deixando a região cada vez mais “careca”. Nas últimas duas décadas, a Serra do Pingano central perdeu 43%  da sua cobertura florestal original, enquanto o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano (SPEE) perdeu 21%, o equivalente [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As últimas grandes áreas florestais remanescentes da Serra do Pingano, no norte de Angola, estão desaparecendo em ritmo acelerado, deixando a região cada vez mais “careca”. Nas últimas duas décadas, a Serra do Pingano central perdeu 43%  da sua cobertura florestal original, enquanto o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano (SPEE) perdeu 21%, o equivalente a 536 quilômetros quadrados de floresta. Os dados constam no artigo publicado na Nature Ecology &amp; Evolution, em janeiro.  O texto é um pedido de socorro e alerta assinado por onze pesquisadores de diferentes países, incluindo dois angolanos. Depois de anos de apelo, em Abril deste ano, o governo de Angola criou a Área de Conservação da Serra do Pingano.   Localizado na província do Uíge, o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano é formado por várias cadeias montanhosas densamente arborizadas e constitui uma área de elevada importância biológica. O Pingano é um ecossistema de transição entre a floresta tropical e savana de miombo, que reúne elementos das florestas da África centro-ocidental, com espécies e linhagens associadas à África austral e oriental. A região também abriga algumas das últimas áreas remanescentes de floresta tropical em território angolano ao sul do rio Congo.  Uma das pesquisadoras que assinam o artigo publicado na Nature Ecology &amp; Evolution, que reúne evidências de anos de investigação sobre o Ecossistema Florestal da Serra do Pingando, falou recentemente à Mongabay, por e-mail, sobre as ameaças que pressionam a floresta e as espécies que dela dependem.  “É difícil dizer em que medida o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/angola-cria-area-protegida-para-salvar-biodiversidade-da-serra-do-pingano/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Queimadas e monitoramento fraco travam reflorestamento em Moçambique</title>
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					<pubDate>02 Out 2026 20:02:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carbono, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Créditos de carbono, Degradação, Desmatamento, Florestas, Governança, Política Ambiental, Queimadas e Reflorestamento]]>
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							<![CDATA[<p>MOCUBA, Zambézia &#8211; Moçambique está entre os dez países do mundo com maiores taxas de desmatamento, com perda anual de cerca de 267 mil hectares, com maior índice nas províncias de Nampula, Zambézia e Manica. Por isso, o país definiu, há cerca de 10 anos, a meta ambiciosa de reflorestar um milhão de hectares até [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MOCUBA, Zambézia &#8211; Moçambique está entre os dez países do mundo com maiores taxas de desmatamento, com perda anual de cerca de 267 mil hectares, com maior índice nas províncias de Nampula, Zambézia e Manica. Por isso, o país definiu, há cerca de 10 anos, a meta ambiciosa de reflorestar um milhão de hectares até 2030 ao mesmo tempo que estabeleceu, em 2025, a meta de restaurar 52 mil hectares por ano até 2029, com um orçamento de 105 mil milhões de meticais (1,65 milhões de dólares). Entretanto, até ao momento, existem apenas 58 mil hectares reflorestados, incluindo plantações que já existiam antes da meta de um milhão, segundo informações coletadas  pelo professor e pesquisador  na área de florestas, Sá Nogueira Lisboa, Universidade Eduardo Mondlane (UEM). A província da Zambézia, no centro de Moçambique, tem uma das principais áreas florestais  do país e apresenta elevada importância para a conservação da biodiversidade, regulação dos recursos hídricos, proteção dos solos, assim como sequestro do carbono e sustento das comunidades locais. Entretanto, é uma das províncias  fortemente ameaçada pelo desmatamento e com maior perda de cobertura florestal. Entre 2000 e 2024, por exemplo, a Direção Provincial de Desenvolvimento Territorial e Ambiente (DPDTA) indica que a perda florestal acumulada na província foi de 1,26 milhões de hectares, o que representa cerca de 19% da área total da floresta. Assim, o replantio desempenha um papel essencial na restauração de áreas degradadas, mas o monitoramento precário das espécies após o replantio tem desperdiçado os esforços pela&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/queimadas-e-monitoramento-fraco-travam-reflorestamento-em-mocambique/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Falta de dados trava combate a crimes ambientais em Angola, diz ambientalista</title>
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					<pubDate>27 Ago 2026 07:52:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Entrevistas, Governança, Justiça Social, Mudanças climáticas e Responsabilidade Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Angola enfrenta importantes desafios ambientais e o governo tem assumido compromissos em fóruns internacionais, como a implementação do Protocolo de Montreal e da Emenda de Kigali, com enfoque na eliminação progressiva dos hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) em 2030 e na redução dos hidrofluorcarbonetos (HFCs) em 80% em 2045.  Apesar disso, as crises climáticas, como secas prolongadas que [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Angola enfrenta importantes desafios ambientais e o governo tem assumido compromissos em fóruns internacionais, como a implementação do Protocolo de Montreal e da Emenda de Kigali, com enfoque na eliminação progressiva dos hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) em 2030 e na redução dos hidrofluorcarbonetos (HFCs) em 80% em 2045.  Apesar disso, as crises climáticas, como secas prolongadas que afetam a região Sul do país, a degradação dos solos e as inundações provocadas por chuvas intensas continuam a causar impactos sociais e econômicos significativos. Estima-se que mais de 2,2 milhões de pessoas sejam afetadas por estes fenômenos.  É neste contexto que ganha relevância a voz de uma nova geração de ambientalistas angolanos. Entre eles está Érica Tavares, de 29 anos. Ela estudou biologia ambiental na Universidade de Nottingham, no Reino Unido, e hoje se dedica à conservação ambiental e à mobilização da juventude em Angola. É cofundadora da organização não governamental (ONG) EcoAngola e tem estado na linha da frente da defesa das florestas, da educação ambiental e da participação dos jovens nos debates sobre sustentabilidade. Em entrevista à Mongabay Brasil, Érica comenta sua trajetória como ambientalista e os problemas ambientais que mais a preocupam. Mongabay: Como você descreveria a situação  do meio ambiente em Angola em 2026? Está melhor ou pior do que há cinco anos? Érica Tavares: É sempre difícil responder a essa pergunta, que me é feita muitas vezes, porque um dos grandes desafios que nós temos é a análise de dados e informação [que não existem]. Para fazermos uma análise&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>El Niño: Moçambique busca financiamento contra riscos de seca severa</title>
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					<pubDate>20 Ago 2026 15:48:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Agricultura, Água, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Comida, Governança, Mudanças climáticas, Recursos hídricos e Seca]]>
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							<![CDATA[<p>Seca severa é prevista para a partir de outubro e Moçambique corre contra o tempo para financiar ações emergenciais.</p>
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							<![CDATA[Moçambique poderá enfrentar seca severa em alguns distritos do sul do país a partir de outubro, por causa do fenômeno El Niño, de acordo com o Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRD). Em maio, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inam) já havia emitido um comunicado à imprensa prevendo os fortes efeitos do El Niño na época chuvosa, que vai de outubro a março. A estação chuvosa corre risco elevado de ser caracterizada por chuvas irregulares, com tendência a ficarem abaixo do normal, combinadas com temperaturas acima do normal nas regiões Sul e Central do país. Como resultado, a previsão é de um cenário de seca.  O diretor-geral do Inam, Adérito Aramuge, explicou que o El Niño é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, perturbando a circulação normal da atmosfera e afetando a dinâmica climática em todo o planeta. Na sequência do boletim emitido pelo Instituto, o CTGRD decidiu ativar, em julho, os chamados Planos Distritais de Ações Antecipadas (PAAs), ações de resposta à crise da seca em 10 distritos das províncias de Gaza e de Inhambane, no sul de Moçambique. Como parte das ações previstas, já estão sendo enviadas mensagens preventivas à população desses distritos, de modo a reduzir os impactos da seca. O plano também inclui a reabilitação de fontes de água para  consumo humano e para a agricultura e pecuária familiar de subsistência. Ainda serão implementadas medidas de proteção social — como transferências financeiras e assistência alimentar para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/el-nino-mocambique-busca-financiamento-contra-riscos-de-seca-severa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Planta secreta da Amazônia pode ser nova fonte de ibogaína para tratamento de dependência</title>
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					<pubDate>29 Jul 2026 10:45:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[África e Amazônia]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Conservação de Florestas Tropicais, Florestas, Produtos da Floresta, Saúde e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>Há gerações, povos da África equatorial fazem uso da iboga (Tabernanthe iboga) em práticas espirituais. No Gabão, a planta ocupa um lugar central na tradição Bwiti. Um de seus componentes é a ibogaína, substância psicoativa que cientistas vêm estudando como possível ferramenta clínica no tratamento da dependência de drogas. Relatos sugerem que a ibogaína pode [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Há gerações, povos da África equatorial fazem uso da iboga (Tabernanthe iboga) em práticas espirituais. No Gabão, a planta ocupa um lugar central na tradição Bwiti. Um de seus componentes é a ibogaína, substância psicoativa que cientistas vêm estudando como possível ferramenta clínica no tratamento da dependência de drogas. Relatos sugerem que a ibogaína pode reduzir os sintomas de abstinência e a fissura por opioides como heroína e metadona, proporcionando um efeito que pode ser descrito como uma &#8220;reiniciação&#8221; neurobiológica. Embora o uso medicinal da ibogaína ainda não seja totalmente regulamentado, a crescente procura internacional pela substância — sobretudo por clínicas privadas para tratamento da dependência — tem estimulado a coleta ilegal e o contrabando da iboga, colocando a planta africana em risco. O arbusto leva até 30 anos para amadurecer e produz apenas 1 grama de ibogaína, e a extração tradicional geralmente requer arrancar a planta pela raiz, destruindo-a. A escassez levou o governo do Gabão a proibir sua exportação. Recentemente, uma descoberta foi feita na floresta amazônica, proveniente de uma espécie mantida em sigilo. A identidade dessa planta permanece um segredo rigorosamente guardado pelo pesquisador brasileiro Ricardo Marques, que passou quase dois anos localizando a planta e estudando sua ecologia. A espécie, segundo ele, contém um precursor químico que pode ser transformado em ibogaína por meio de um método de coleta novo e potencialmente sustentável, permitindo que a planta se regenere após a extração. Ao manter o nome em sigilo, enquanto capacita famílias locais para a sua coleta,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/planta-secreta-da-amazonia-pode-ser-nova-fonte-de-ibogaina-para-tratamento-de-dependencia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>‘Falar de agroecologia é falar de autonomia no campo’, diz Olga Muthambe</title>
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					<pubDate>28 Jul 2026 08:34:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Agroecologia, Ativismo, Conflitos, Conflitos sociais, Direitos humanos, Entrevistas, Extrativismo, Justiça Social e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/" data-wpel-link="internal">‘Falar de agroecologia é falar de autonomia no campo’, diz Olga Muthambe</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. A entidade procura trabalhar sobretudo com moçambicanas em situação de vulnerabilidade social.  O deslocamento da população local, com implicações para os seus meios de subsistência, a expropriação e a concentração de recursos e da terra estão entre os efeitos negativos mais comumente identificados como desdobramentos do extrativismo, que muitas vezes consiste na apropriação da natureza por meio da exploração do trabalho. Segundo a Hikone Moçambique, o extrativismo ainda fragiliza a soberania alimentar e agrava desigualdades, afetando desproporcionalmente as mulheres — que perdem alternativas de geração de renda. A Hikone foi cofundada pela ativista social moçambicana Olga Muthambe, atual diretora-executiva da organização. Feminista, praticante de desenvolvimento comunitário, professora autodidata e mãe de sete filhos, ela possui mais de 30 anos de experiência no trabalho com comunidades rurais. Na década de 1990, Muthambe trabalhou com mulheres e jovens em projetos de reabilitação após os anos da guerra civil de Moçambique (1977-1992), coordenando iniciativas para garantir segurança alimentar.  Décadas depois, em 2021, com o prolongamento  de outro conflito armado em Cabo Delgado, a ONG expandiu seu trabalho para apoiar mulheres afetadas pela violência e pelo deslocamento forçado — que, só nessa província, afetou cerca de um milhão de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mico-leão-dourado entra na mira de traficantes internacionais de animais</title>
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					<pubDate>03 Jun 2026 07:58:27 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda WenzelMarco Mantovani]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[África, Ásia e Brasil]]>
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							<![CDATA[<p>Contrabandeados em carros, a bordo de aviões ou em veleiros que cruzam o Oceano Atlântico, micos-leões-dourados estão sendo arrancados das florestas brasileiras e traficados para o exterior por sofisticadas redes criminosas. Os macacos são transportados pela América Latina e pela África, com fortes indícios de que tenham como destino final o mercado asiático ilegal. Colecionadores [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Contrabandeados em carros, a bordo de aviões ou em veleiros que cruzam o Oceano Atlântico, micos-leões-dourados estão sendo arrancados das florestas brasileiras e traficados para o exterior por sofisticadas redes criminosas. Os macacos são transportados pela América Latina e pela África, com fortes indícios de que tenham como destino final o mercado asiático ilegal. Colecionadores estão dispostos a pagar até US$ 100 mil por esse animal, um dos símbolos da conservação da natureza no Brasil. Alguns dos micos morrem antes de chegar ao destino. Os que sobrevivem podem terminar a viagem desnutridos, doentes e, por vezes, mutilados. “É assustador, no sentido de que [o tráfico] é uma ameaça que nós considerávamos relativamente sob controle”, afirmou Luis Paulo Ferraz, secretário-executivo da Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD), que lidera um esforço internacional para preservar a espécie desde a década de 1990. Nos últimos anos, sua equipe tem se deparado cada vez mais com pessoas que se aventuram nas florestas do Rio de Janeiro para capturar esses animais. “A nossa equipe de campo começou a bater de frente com esses caras, a ponto de eu ficar super preocupado de ter a minha equipe num lugar com bandido circulando.” O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia), estampado na cédula de 20 reais, entrou no radar da Polícia Federal em 2023, depois que sete desses primatas e 29 araras-azuis-de-lear (Anodorhynchus leari), outra espécie nativa do Brasil, foram apreendidos em um cativeiro no vizinho Suriname. Em fevereiro de 2024, autoridades do Togo ficaram surpresas ao encontrar as mesmas duas espécies —&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/mico-leao-dourado-entra-na-mira-de-traficantes-internacionais-de-animais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Um bilionário financiará a biodiversidade? A Decisão 15/9 como uma &#8220;mina de ouro&#8221; (artigo)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/05/um-bilionario-financiara-a-biodiversidade-a-decisao-15-9-como-uma-mina-de-ouro-artigo/</link>
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					<pubDate>21 Mai 2024 15:03:28 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Joseph Henry Vogel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[<p>As metáforas econômicas podem ser inesperadamente irônicas. A décima-quinta Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB) de 1992, estabeleceu &#8220;um mecanismo multilateral de Repartição dos benefícios do uso da informação sequencial digital de recursos genéticos, incluindo um fundo global&#8221; (Decisão 15/9). O Secretário Executivo em função da Secretaria considera [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As metáforas econômicas podem ser inesperadamente irônicas. A décima-quinta Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB) de 1992, estabeleceu &#8220;um mecanismo multilateral de Repartição dos benefícios do uso da informação sequencial digital de recursos genéticos, incluindo um fundo global&#8221; (Decisão 15/9). O Secretário Executivo em função da Secretaria considera dito mecanismo um “ponto de referência”. A esperança é grande. As vendas globais de biotecnologia logo alcançarão 1 trilhão de dólares por ano e sabemos que são necessários centenas de bilhões de dólares para financiar a conservação da biodiversidade. Assim que a Decisão 15/9 pode ser uma mina de ouro. Mas para quem exatamente? As indústrias que utilizam recursos genéticos são desdenhosas. Elas podem se dirigir ao Brasil, o país mais biodiverso do mundo, onde a legislação permite royalties tão baixos quanto 0,1%. O Projeto WiLDSI, financiado pelo governo alemão, contempla um benefício numa ordem de magnitude menor ainda do que isso. Em uma biotecnologia “blockbuster” lucrativa de bilhões de dólares, 0,01% se reduz a meros 100 mil dólares. Por que se incomodar com isso então? Uma mina de ouro existirá somente se a indústria pagar uma ‘renda econômica’ por biotecnologias comercialmente bem-sucedidas. A renda em qualquer bem é a diferença entre o que se paga e o que se pagaria num mercado competitivo. A indústria desfruta de rendas através de direitos de propriedade intelectual (DPI), como patentes e direitos autorais. Esses monopólios temporários permitem que os detentores de DPI compensem os custos de trazer&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/um-bilionario-financiara-a-biodiversidade-a-decisao-15-9-como-uma-mina-de-ouro-artigo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Cruzamento com gatos domésticos põe em risco a sobrevivência de pequenos felinos selvagens</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/07/cruzamento-com-gatos-domesticos-poe-em-risco-a-sobrevivencia-de-pequenos-felinos-selvagens/</link>
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					<pubDate>05 Jul 2023 09:34:07 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Devitt]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[África, América Do Sul, Brasil e Europa]]>
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							<![CDATA[<p>A hibridização entre felinos selvagens e gatos domésticos (Felis catus) vem ameaçando populações já vulneráveis, além de alterar a aparência, o comportamento e os perfis genéticos, criando dilemas de conservação sobre a melhor forma de definir e proteger uma espécie.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/07/cruzamento-com-gatos-domesticos-poe-em-risco-a-sobrevivencia-de-pequenos-felinos-selvagens/" data-wpel-link="internal">Cruzamento com gatos domésticos põe em risco a sobrevivência de pequenos felinos selvagens</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Embora não recebam tanta atenção da mídia e dos projetos de conservação, pequenos felinos também sofrem todo tipo de ameaça à sua sobrevivência. Assim como leões, tigres e leopardos, 33 espécies de pequenos gatos selvagens espalhados pelos cinco continentes lutam contra a caça e a perda de habitat. Alguns, porém, têm um desafio a mais: resistir à hibridização com o Felis catus, o gato doméstico. Na Europa e na África do Sul, o cruzamento de pequenos felinos selvagens com gatos domésticos vem alterando a composição genética das espécies silvestres e criando dilemas de conservação. No sul do Brasil, é o cruzamento de duas espécies selvagens que vem desafiando os pesquisadores. Para preservar a integridade genética desses felinos selvagens, os conservacionistas tem adotado diversas estratégias, entre elas introduzir filhotes criados em cativeiro na natureza e esterilizar gatos domésticos. Fazer isso é importante não apenas para espécies individuais, mas também para proteger os ecossistemas da instabilidade. &#8220;Os pequenos felinos selvagens são especialistas em habitat e suas perdas podem ter grandes impactos&#8221;, diz Wai-Ming Wong, diretor do programa de pequenos felinos da ONG Panthera. &#8220;Dada a atual crise de biodiversidade, é realmente importante manter o equilíbrio do ecossistema.&#8221; Os híbridos sempre representaram um dilema para os conservacionistas. A mistura de genes &#8220;domésticos&#8221; com o DNA de espécies selvagens por meio de cruzamentos – um processo conhecido como introgressão – pode aumentar a diversidade genética e até mesmo melhorar a capacidade de uma espécie de prevalecer em um cenário em transformação. No entanto, o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/07/cruzamento-com-gatos-domesticos-poe-em-risco-a-sobrevivencia-de-pequenos-felinos-selvagens/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Barragens: é possível reduzir seus impactos no meio ambiente?</title>
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					<pubDate>21 Out 2022 15:29:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Petro Kotzé]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[África, Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Energia, Estradas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Hidrelétricas, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Monocultura, Pecuária, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Rios, Soja e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>A construção de barragens é uma das ferramentas mais antigas para gerenciamento de água doce. A prática atingiu um pico internacional nas décadas de 1960 e 1970, porém, nos últimos anos, a construção de barragens vem enfrentando críticas globais crescentes à medida que se acumula o alto preço ambiental pago por seus benefícios.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/as-barragens-do-mundo-causa-de-grandes-danos-mas-e-um-problema-gerenciavel/" data-wpel-link="internal">Barragens: é possível reduzir seus impactos no meio ambiente?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Stephen Midzi, gerente de conservação da biodiversidade do icônico Parque Nacional Kruger da África do Sul, quer que você saiba que ele não é uma “pessoa antibarragens”. “Não me entenda mal”, diz ele, acrescentando, “mas também acho que é uma coisa boa permitir que os rios sejam o que os rios deveriam ser”. Midzi é um defensor de cursos de água de fluxo livre que oferecem conectividade irrestrita para a biodiversidade aquática e terrestre. Mas desde 1911, o Kruger, uma das maiores áreas protegidas da África, não foi gerenciada dessa maneira. Ao longo das décadas, os supervisores do parque reformularam os córregos e aquíferos da reserva, tentando melhorar o que a natureza sempre fez e atender aos animais do parque com um abastecimento de água abundante e garantido. Ao longo do tempo, 97 açudes e barragens (de concreto e de terra) foram construídos, além de bacias de captação alimentadas por poços perfurados. Mas esse suprimento de água espaçado e uniformemente distribuído não trouxe melhoras. Em vez disso, causou sobrepastoreio severo, degradação e erosão em torno dos reservatórios, uma vez que os animais deixaram de se mover pela savana em busca de fontes de abastecimento durante a estação seca. A predação aumentou com o número de animais num mesmo local, causando o declínio de algumas espécies, e muitos morreram pelo envenenamento das águas causado pelo acúmulo de esterco de hipópotamos, o que alimentava cianobactérias tóxicas. Espécies como a zebra foram diretamente afetadas pela construção de barragens no Parque Nacional Kruger: concentradas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/as-barragens-do-mundo-causa-de-grandes-danos-mas-e-um-problema-gerenciavel/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Por que pássaros dos trópicos são mais coloridos? Estudo inédito sugere respostas</title>
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					<pubDate>23 Mai 2022 06:24:51 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[África, Amazônia, América Do Sul, América Latina, Ásia e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Aves, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Queimadas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Pesquisadores britânicos analisaram imagens de 4.500 passeriformes e detectaram que sua plumagem é 30% mais colorida em regiões como a Amazônia brasileira, o oeste da África e o Sudeste Asiático, em comparação com espécies de zonas temperadas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/por-que-passaros-dos-tropicos-sao-mais-coloridos-estudo-inedito-sugere-respostas/" data-wpel-link="internal">Por que pássaros dos trópicos são mais coloridos? Estudo inédito sugere respostas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[“Quanto mais se aproxima dos trópicos, mais aumenta a variedade de estruturas, a graça das formas e a mistura de cores”. A frase é do naturalista, geógrafo e explorador alemão Alexander von Humboldt (1769-1859), um dos criadores da chamada “biogeografia”. Ao viajar extensivamente pelas Américas no início do século 19, Humboldt notou, assim como outros grandes nomes, entre eles os britânicos Alfred Russel Wallace e Charles Darwin, que tanto plantas como animais eram mais coloridos nas áreas próximas da Linha do Equador. Agora, mais de um século depois, um estudo inédito que analisou imagens digitalizadas em alta resolução de 4.500 passeriformes do mundo todo confirma a suspeita do passado: as penas dessas aves realmente possuem um gradiente de cores muito maior nos trópicos do planeta, ou seja, há uma clara relação entre coloração e latitude. Em média, os pássaros que habitam as florestas de países como Brasil, Nova Zelândia, Indonésia, Austrália, Equador e Chile — só para citar alguns —, são 30% mais coloridos do que aqueles encontrados em regiões do Hemisfério Norte, por exemplo. Segundo o estudo, as aves de plumagem mais colorida vivem principalmente nas florestas densas e úmidas da Amazônia, do oeste da África e do sudeste da Ásia. Saíra-andina-barbanegra (Anisognathus notabilis), ave endêmica das florestas de altitude da Colômbia e do Equador. Foto: Andy Morffew, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons O artigo dos pesquisadores da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, consegue comprovar, através de técnicas matemáticas que quantificam o espectro de cores, que as aves&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/por-que-passaros-dos-tropicos-sao-mais-coloridos-estudo-inedito-sugere-respostas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Grandes mamíferos do planeta perderam em média um terço de seu habitat original</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/04/grandes-mamiferos-do-planeta-perderam-em-media-um-terco-de-seu-habitat-original/</link>
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					<pubDate>21 Abr 2022 07:42:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[África, América Do Norte, América Do Sul, América Latina, Ásia, Brasil e Europa]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caça, Cerrado, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Queimadas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Levantamento inédito mapeou a distribuição original de 145 espécies de grandes mamíferos, mostrando como elas tiveram suas áreas reduzidas pela atividade humana. Algumas espécies se tornaram “refugiadas climáticas” ao se verem restritas a regiões com clima diferente daquele em que seus antepassados viviam.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/04/grandes-mamiferos-do-planeta-perderam-em-media-um-terco-de-seu-habitat-original/" data-wpel-link="internal">Grandes mamíferos do planeta perderam em média um terço de seu habitat original</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O bisão-americano (Bison bison) é o maior animal terrestre da América do Norte. Chegando a pesar quase uma tonelada, esses bovinos selvagens podiam ser vistos em rebanhos que chegavam aos milhões em pradarias num passado muito distante. Sua distribuição foi tão ampla que a espécie era encontrada desde o Alasca até o norte do México. Quando os primeiros colonizadores europeus colocaram o pé em terras norteamericanas, os bisões foram caçados e mortos até praticamente a extinção. No século 19, restaram menos de cem deles na natureza. Hoje podem ser avistados em pequenas populações, em geral dentro de reservas de proteção. “Onde o ser humano chega, há extinção de espécies”, lamenta o biólogo Mathias Pires, professor e pesquisador do Departamento de Biologia Animal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A afirmação do especialista é fato comprovado. E não é recente: ocorreu desde que o Homo sapiens saiu da África para desbravar outros continentes. Dados históricos, baseados em registros fósseis, revelam que durante o fim do período do Pleistoceno, entre 50 mil e 11 mil anos atrás, houve extinções de muitas espécies de grandes mamíferos no planeta, seja pela caça ou pela conversão de seus habitats naturais em áreas agrícolas ou urbanas, assim como alterações no clima da Terra.     “O Pleistoceno tardio é um marco temporal, a época em que começaram a acontecer as grandes migrações do ser humano a partir da África. Há uma sincronia entre a chegada do homem e o desaparecimento de algumas espécies”, salienta a bióloga Lilian&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/04/grandes-mamiferos-do-planeta-perderam-em-media-um-terco-de-seu-habitat-original/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Plantar árvores contribui para o reflorestamento? Não é tão simples assim</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/10/plantar-arvores-contribui-para-o-reflorestamento-nao-e-tao-simples-assim/</link>
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					<pubDate>28 Out 2021 16:40:00 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gianluca Cerullo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[África, Ásia, Brasil e Indonésia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Projetos de plantio de árvores são muito populares em todo o mundo, mas muitos usam o velho hábito de plantar monoculturas de espécies como eucaliptos ou acácias e chamá-las de florestas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/10/plantar-arvores-contribui-para-o-reflorestamento-nao-e-tao-simples-assim/" data-wpel-link="internal">Plantar árvores contribui para o reflorestamento? Não é tão simples assim</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Era como se um enorme aspirador tivesse sido usado na floresta. Os assobios de pássaros e o coaxar de sapos haviam desaparecido, e junto com eles a vegetação que se emaranhava junto ao chão, onde plantas disputavam por um espaço ao sol na sombra projetada pelas copas. Agora, árvores de mesma altura crescem sob o sol ardente, distribuídas e enfileiradas sobre um solo despido de verde. Era para ser um projeto de reflorestamento. Mas algo deu muito errado. Agências do governo do Camboja apregoaram o programa de reflorestamento de Prey Lang, no centro do país, como o primeiro grande passo em direção a uma restauração climática focada no clima. A administração florestal do Camboja deu ao empreiteiro sul-coreano Think Biotech uma concessão de reflorestamento de 34 mil hectares sob a promessa de  atenuar o efeito das emissões de gases que causam o efeito estufa plantando árvores. Mas o que aconteceu não se parece muito com uma vitória contra as mudanças climáticas. Membros da comunidade e cientistas argumentam que a Think Biotech devastou uma floresta tropical diversa e a substituiu por uma monocultura de acácia. Espécies habituais foram expulsas de terras que elas não reconhecem mais. Como um membro da comunidade disse em um encontro comunitário em 2015, “era sombreado e fresco. Agora o sol brilha através da vegetação e sentimos o calor em nossas cabeças”. As copas de uma plantação de acácia. Membros da comunidade e cientistas dizem que a Think Biotech desmatou florestas tropicais diversas em Prey Lang, Camboja,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/10/plantar-arvores-contribui-para-o-reflorestamento-nao-e-tao-simples-assim/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Nova pesquisa quer salvar a raia-viola usando tecnologia de ponta</title>
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					<pubDate>21 Out 2021 16:13:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Caroline Chebet]]>
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							<![CDATA[<p>Uma avaliação feita em 2019 por especialistas em tubarões identificou a pouco conhecida família das raias-viola entre as famílias de peixes mais ameaçadas do mundo. Isso levou os pesquisadores a lançarem um estudo inédito para acompanhar duas espécies criticamente ameaçadas em Moçambique e outros locais do Oceano índico. Cientistas da Fundação Megafauna Marinha (MMF, na [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Uma avaliação feita em 2019 por especialistas em tubarões identificou a pouco conhecida família das raias-viola entre as famílias de peixes mais ameaçadas do mundo. Isso levou os pesquisadores a lançarem um estudo inédito para acompanhar duas espécies criticamente ameaçadas em Moçambique e outros locais do Oceano índico. Cientistas da Fundação Megafauna Marinha (MMF, na sigla em inglês) estão usando dois tipos de transmissores, acústico e satelital, para rastrear a raia-viola-pintada (Rhynchobatus australiae) e a raia-viola-de-espinhos (Rhina ancylostoma), numa tentativa de entender melhor sua movimentação e alcance para melhorar a proteção das espécies. “Com tão pouca informação disponível, realmente não temos certeza do que esperar”, diz David Gilroy, gerente geral do Santuário da Vida Selvagem Costeira Vilanculos, em Moçambique. A cofundadora da Marine Megafauna Foundation Andrea Marshall marca uma raia-viola. Este projeto é o primeiro em Moçambique a usar a combinação de transmissores acústicos e satelitais para determinar a localização das espécies. Foto: Marine Megafauna Foundation. Ao colocar transmissores nos espécimes do Parque Nacional Vilanculos e Bazaruto, os pesquisadores pretendem mapear os locais de distribuição das duas espécies de raias-viola e reunir informações sobre as ameaças que podem ter levado ao grande declínio de ambas. “Uma vez que recolhermos e analisarmos os dados dos transmissores, conseguiremos fornecer uma indicação mais precisa das zonas de alto uso e áreas de habitat crítico (ex.: áreas de berçário e alimentação) das raias-viola dentro e no entorno dessas áreas protegidas”, diz Stephanie Venables, cientista sênior da MMF. “Essa informação poderá ser usada para orientar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/10/nova-pesquisa-quer-salvar-a-raia-viola-usando-tecnologia-de-ponta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Ação humana reduz capacidade das árvores em combater o aquecimento global</title>
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					<pubDate>17 Fev 2021 18:25:30 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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										<author>
						<![CDATA[Thiago Medaglia]]>
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							<![CDATA[&#8220;Se uma árvore vive 500 anos, ela carrega o carbono assimilado pelos últimos 500 anos. Por outro lado, se ela vive 300 anos, isso quer dizer que o carbono será estocado por 200 anos a menos. Estamos acelerando o ciclo de carbono e o resultado é que temos mais carbono na atmosfera&#8221;, explica Giuliano Locosselli, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP). As árvores sempre foram nossas principais aliadas na luta contra o aquecimento global, graças à sua capacidade de tirar o dióxido de carbono do ar e estocá-lo por décadas em seus troncos, galhos, folhas e raízes. Nossa negligência, no entanto, está sabotando essas capacidades. É o que mostram dois artigos publicados no início de dezembro. As crescentes temperaturas, resultado da nossa incapacidade em reduzir as emissões de gases do efeito estufa, estão diminuindo a longevidade das árvores em muitas florestas do mundo, incluindo a Floresta Amazônica. As relações entre altas temperaturas, taxa de crescimento e a mortalidade das árvores foi explorada em dois artigos recentes: o primeiro, liderado por Locosselli, foi publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS); e o segundo, liderado por Roel Brienen, publicado na Nature Communications. Os dois pesquisadores têm trabalhado juntos por anos e são coautores de ambos artigos, juntamente com outros 20 pesquisadores de Brasil, Chile, Argentina, Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Itália e Finlândia. Os estudos usam dados do Tree Ring Data Bank (Banco de Dados de Anéis de Árvores), o maior banco de dados deste tipo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/02/acao-humana-reduz-capacidade-das-arvores-em-combater-o-aquecimento-global/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>A propriedade da terra é solução para a pobreza no campo?</title>
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					<pubDate>22 Jan 2021 21:01:01 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[John C. Cannon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Thiago Medaglia]]>
					</author>
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							<![CDATA[<p>Empresas e governos têm insistido na privatização de terras em todo o mundo como forma de obter recursos econômicos valiosos, de acordo com relatório do Oakland Institute, organização sediada na Califórnia (EUA) que pesquisa e analisa políticas públicas. No entanto, tais medidas podem privar povos tradicionais de seus direitos ao desconsiderar o sustento proporcionado pela [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Empresas e governos têm insistido na privatização de terras em todo o mundo como forma de obter recursos econômicos valiosos, de acordo com relatório do Oakland Institute, organização sediada na Califórnia (EUA) que pesquisa e analisa políticas públicas. No entanto, tais medidas podem privar povos tradicionais de seus direitos ao desconsiderar o sustento proporcionado pela terra, diz Frederic Mousseau, principal autor do relatório. “[Em] muitos lugares do mundo, vemos diversos usos da terra que vão além da noção de valor econômico”, diz Mousseau, que também é diretor de políticas do Oakland Institute. Terras compartilhadas fornecem madeira, remédios, carnes de caça e peixes para esses grupos, explica. “Quando [os que propõem a privatização] falam em liberar o valor econômico da terra, eles não mencionam esse valor”, acrescenta Mousseau. Mulher atravessa o Lago Inle em uma canoa em Mianmar. Foto: ©FAO/Giuseppe Bizzarri. O relatório analisa estudos de caso em seis países onde políticos e agências oficiais têm insistido em títulos de propriedade individuais para “despertar o potencial econômico” de terras de posse comunal. Os autores incluem exemplos de como governos contribuem para a grilagem de terras, como as ameaças a reservas indígenas feitas pelo atual governo brasileiro. “Não tem terra indígena onde não tenham minerais”, disse o presidente Jair Bolsonaro, de acordo com um relatório da Survival International citado pelo Oakland Institute. “Ouro, estanho e magnésio estão nessas terras, especialmente na Amazônia, a área mais rica do mundo. Não entro nessa balela de defender terra pra índio (sic).” Mas, conforme demonstram os&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/01/a-propriedade-da-terra-e-solucao-para-a-pobreza-no-campo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Quantas espécies de aves e mamíferos foram salvas da extinção nos últimos 30 anos?</title>
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					<pubDate>17 Dez 2020 07:32:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Aves, Cerrado, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Felinos, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Queimadas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Grupo de pesquisadores analisou o impacto das ações de conservação desde a Eco-92. Segundo o estudo, pelo 21 espécies de aves e 7 de mamíferos no mundo escaparam de desaparecer. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/quantas-aves-e-mamiferos-foram-salvos-da-extincao-nos-ultimos-30-anos/" data-wpel-link="internal">Quantas espécies de aves e mamíferos foram salvas da extinção nos últimos 30 anos?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 1992, líderes globais reunidos durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, assinaram a chamada Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), para promover o desenvolvimento sustentável. Dezoito anos mais tarde, em 2010, em outro encontro, desta vez na província de Aichi, em Nagoya, no Japão, 193 países assinaram um compromisso com 20 metas para reduzir a pressão global sobre o mundo natural. Entre as chamadas Metas de Aichi para a Biodiversidade, a número 12 estabelecia que, até 2020, fosse evitada a extinção de espécies ameaçadas, especialmente aquelas com população em declínio, e que seu status fosse melhorado e mantido. Interessados em saber não apenas se esse compromisso foi atingido, mas também quantificá-lo, um grupo de pesquisadores internacionais, liderados por cientistas da Newcastle University, do Reino Unido, fizeram um levantamento para descobrir quantas espécies de aves e mamíferos deixaram de ser extintas graças a esforços de conservação. “Queríamos identificar quantas extinções foram evitadas desde 1993, quando entrou em vigor a Convenção sobre Diversidade Biológica, e desde 2010, quando foram adotadas as últimas metas relativas a ela, incluindo aquela sobre prevenção de extinções. Nosso objetivo era saber como a política impactou o número de extinções evitadas”, explica Rike Bolam, principal autora do estudo, publicado na revista Conservation Letters. Os pesquisadores decidiram focar apenas em aves e mamíferos, pois são os grupos de animais mais estudados pela ciência, com maior quantidade de dados globais disponíveis. Só foram analisadas espécies que constassem na Lista Vermelha da União Internacional&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/quantas-aves-e-mamiferos-foram-salvos-da-extincao-nos-ultimos-30-anos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Biomimética: tecnologia inspirada na natureza avança no Brasil</title>
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					<pubDate>18 Mar 2020 19:22:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[África, Alemanha, América Do Sul, América Latina, Austrália, Brasil e Japão]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Certificação, Conservação, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Política Ambiental, Poluição, Produtos da Floresta, Recursos hídricos, Responsabilidade Ambiental, Saúde, Silvicultura, Sustentabilidade e Tecnologia]]>
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							<![CDATA[<p>Do shampoo inspirado nas teias de aranha ao hotel projetado com base nos atributos térmicos do bico dos tucanos, cientistas e empresas do país estão apostando na inteligência da natureza para criar soluções inovadoras que reduzam os impactos no planeta. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/biomimetica-tecnologia-inspirada-na-natureza-avanca-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Biomimética: tecnologia inspirada na natureza avança no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A startup fluminense Nucleário desenvolveu um método de plantio de novas mudas em projetos de reflorestamento inspirado nas bromélias e nas sementes aladas. Isso protege as árvores das formigas-cortadeiras, impede o crescimento de gramíneas invasoras e armazena água para períodos de estiagem. Foto: Nucleário. Reconhecer a sabedoria acumulada por bilhões de anos pela natureza e reconectar-se a ela é o ponto de partida da biomimética, ciência que vem despertando interesse por reproduzir as estratégias do meio natural e solucionar, assim, impasses da nossa época. Não há ineditismo em ter a natureza como guia: se não fossem os pássaros, provavelmente não teríamos os aviões. Contudo, a biomimética traz duas novidades: a conscientização da natureza como fonte de inspiração e a sistematização da pesquisa por meio de uma metodologia não linear, repleta de ferramentas, denominada Biomimicry DesignLens. Ao lançar o livro Biomimética: Inovação Inspirada pela Natureza, em 1997 nos Estados Unidos e em 2003 no Brasil, Janine Benyus, bióloga norte-americana e uma das fundadoras do Biomimicry Institute, em Montana, EUA, foi a responsável por propagar a ciência que se desdobra em múltiplas aplicações. A biomimética auxilia áreas como a saúde – ao traçar, por exemplo, possíveis relações entre o veneno de uma vespa e novas terapias contra o câncer  –, reproduz a tecnologia da teia de aranha para a indústria da beleza, oferece à engenharia melhorias na eficiência energética por meio da observação do cupinzeiro ou do bico do tucano, propõe utilizar raízes de cogumelos e resíduos agrícolas no lugar de embalagens&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/biomimetica-tecnologia-inspirada-na-natureza-avanca-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Ilhas no céu: as últimas florestas de Moçambique</title>
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					<pubDate>27 Fev 2020 23:03:56 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[David Njagi]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Florestas e Florestas Tropicais]]>
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							<![CDATA[<p>Pequenas montanhas chamadas “inselbergs” estão espalhadas pela paisagem central e do norte de Moçambique. Elas são coroadas por florestas tropicais, que abrigam espécies que evoluíram isoladamente por milênios.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/02/ilhas-no-ceu-as-ultimas-florestas-de-mocambique/" data-wpel-link="internal">Ilhas no céu: as últimas florestas de Moçambique</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Este camaleão pode ser uma espécie nova para a ciência. Foto: Julian Bayliss. NACOPA, Moçambique — Já é noite no Monte Nallume, no centro de Moçambique, e o zunido frenético dos grilos preenche o ar denso da floresta. Por volta da meia-noite, outra voz se junta à cacofonia. “Encontrei um!”, grita Julian Bayliss aos colegas Vanessa Muianga e Phil Platts. Muianga é curadora e especialista em água doce no Museu de História Natural de Maputo, enquanto Platts e Bayliss são cientistas conservacionistas – Platts na Universidade de York e no Grupo de Especialistas em Mudanças Climáticas da IUCN e Bayliss no African Butterfly Research Institute (Abri), no Transglobe Expedition Trust e na Oxford Brookes University. Segundo Bayliss, eles são os primeiros biólogos a pisar no Monte Nallume. Eles emergem da vegetação rasteira segurando um pequeno camaleão verde com apenas alguns centímetros de comprimento. Esse camaleão-pigmeu (do gênero Rhampholeon) possui um significado especial para os pesquisadores: eles suspeitam que possa ser uma espécie nova para a ciência, que não habita nenhum outro lugar do mundo a não ser esta pequena floresta. E em breve, diz Bayliss, pode não habitar lugar algum. A floresta de Nallume, lar do camaleão e de outros animais silvestres — incluindo mais espécies que Bayliss suspeita serem novas para a ciência — está desaparecendo rapidamente à medida que os moradores de comunidades próximas cortam suas árvores para madeira e as queimam para alimento. Bayliss estima que, em seu ritmo atual de desmatamento, ela desaparecerá em 5 a 15 anos. Mas essa&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/02/ilhas-no-ceu-as-ultimas-florestas-de-mocambique/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo confirma que desmatamento reduz o acesso a água limpa</title>
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					<pubDate>21 Mai 2019 14:39:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[John C. Cannon]]>
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						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
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							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Aquecimento global, Conservação, Cultura Indígena, Florestas, Florestas Tropicais, Justiça Social e Povos indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Segundo um estudo recente conduzido no Malawi, o desmatamento pode reduzir o acesso de comunidades a água limpa. Várias pesquisas anteriores sobre o impacto do desmatamento na dinâmica da água confirmaram que a destruição de florestas leva a surtos de escoamento de água, aumentando o que os cientistas chamam de water yield (disponibilidade hídrica, em [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Segundo um estudo recente conduzido no Malawi, o desmatamento pode reduzir o acesso de comunidades a água limpa. Várias pesquisas anteriores sobre o impacto do desmatamento na dinâmica da água confirmaram que a destruição de florestas leva a surtos de escoamento de água, aumentando o que os cientistas chamam de water yield (disponibilidade hídrica, em tradução livre). Hisahiro Naito, economista e professor associado da Universidade de Tsukuba, no Japão, escreveu em um e-mail que tais estudos geralmente sugerem que “esse desmatamento não provoca um efeito negativo sobre o acesso a água; contestamos essa análise.” O fato de haver mais água disponível não significa que ela é palatável ou segura o suficiente para o consumo humano. Sem o solo da floresta para absorver a água, o escoamento provoca erosão e desloca sedimentos que acabam por contaminar os sistemas de tratamento – os quais já são raros em boa parte do Malawi. Colheita de amendoim em uma estação de pesquisa agrícola no Malawi. Imagem por Swathi Sridharan via Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0). Segundo Hisahiro, ele e sua colega Annie Mwayi Mapulang acreditam que sua publicação é “a primeira a estudar diretamente o acesso a água limpa potável e o desmatamento”. Primeiro, a dupla reuniu dados de satélites do Ministério de Recursos Naturais, Energia e Mineração do Malawi que mostravam o processo de desmatamento no país entre os anos 2000 e 2010. Em seguida, compararam esses dados com informações sobre abastecimento residencial de água e sua potabilidade a partir de pesquisas sobre&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/05/186085/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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