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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Angola quer proteger girafas, mas esbarra em falta de dados</title>
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					<pubDate>09 Jul 2026 08:24:10 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>O governo de Angola aprovou, pela primeira vez, em maio, um plano nacional de proteção às girafas. No entanto,  o próprio documento reconhece que o país ainda não dispõe de dados suficientes para saber quantos animais existem — nem onde estão localizadas todas as populações dessas espécies. Segundo a medida, “existem discrepâncias em relação aos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O governo de Angola aprovou, pela primeira vez, em maio, um plano nacional de proteção às girafas. No entanto,  o próprio documento reconhece que o país ainda não dispõe de dados suficientes para saber quantos animais existem — nem onde estão localizadas todas as populações dessas espécies. Segundo a medida, “existem discrepâncias em relação aos dados disponíveis sobre o número de indivíduos existentes em Angola, o que dificulta a real quantificação das populações de girafa”. O decreto presidencial de 29 de maio, que aprova o Plano de Ação Nacional para Conservação da Girafa no país,  destaca que a ação é um desdobramento da inclusão do mamífero no Anexo II da Convenção sobre as Espécies Migratórias (CMS), no final de 2017. A CMS faz parte de acordos globais da Organização das Nações Unidas para a proteção de espécies selvagens.  Entre as metas do plano estão a identificação das populações de girafas até 2027 e a criação, até 2030, de um sistema nacional de monitoramento. As ações incluem pesquisas de campo com registro fotográfico, estudos populacionais, uso de  colares GPS e o reforço da investigação científica.  A quantidade limitada de dados também gera dúvidas sobre a distribuição histórica das girafas em Angola. O plano indica que a população da girafa-angolana (Giraffa giraffa angolensis), por exemplo, foi estimada em cerca de 50 indivíduos, com base em dados de seis anos atrás. Há risco dos números estarem desatualizados. De acordo com o governo, um dos eventos responsáveis pelo declínio acentuado das populações de girafas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/07/angola-quer-proteger-girafas-mas-esbarra-em-falta-de-dados/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Desmatamento cai na Amazônia, mas ‘super El Niño’ pode virar o jogo</title>
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					<pubDate>08 Jul 2026 07:24:38 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>A cada ano, especialistas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, utilizam dados para avaliar os níveis de perda florestal em todo o mundo. As informações são coletadas a partir de imagens de satélite da Nasa e da Agência Espacial Europeia e podem orientar ambientalistas e autoridades na tomada de decisões sobre conservação na Amazônia. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A cada ano, especialistas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, utilizam dados para avaliar os níveis de perda florestal em todo o mundo. As informações são coletadas a partir de imagens de satélite da Nasa e da Agência Espacial Europeia e podem orientar ambientalistas e autoridades na tomada de decisões sobre conservação na Amazônia. Os números de 2025 foram publicados no final de abril. Em junho, o Projeto de Monitoramento da Amazônia Andina (Maap, na sigla em inglês) lançou seu relatório anual, no qual apresenta uma análise abrangente com base nesses dados, destacando as tendências anuais e os pontos críticos da perda de floresta amazônica. Embora os dados indiquem que as métricas da perda florestal tenham caído em relação aos anos anteriores, o patamar permanece elevado e preocupante. Segundo a análise, atividades como agricultura, pecuária e mineração se mantêm como vetores de destruição de centenas de milhares de hectares de floresta primária. Em muitos casos, isso ocorre em unidades de conservação e em territórios indígenas. “É difícil dizer que as notícias são boas se o desmatamento for menor do que em anos anteriores, mas ainda assim atingir um milhão [de hectares]”, disse Matt Finer, diretor do Maap. De acordo com o especialista, o desmatamento zero, necessário para a sobrevivência da Amazônia, ainda segue distante. Imagem mostra os pontos de desmatamento e os focos de incêndio na Amazônia em 2025. Mapa: Amazon Conservation/Maap. Análise dos dados Para compreender o que ocorre na Amazônia, os pesquisadores costumam separar a perda florestal&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/desmatamento-cai-na-amazonia-mas-super-el-nino-pode-virar-o-jogo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Belo Monte, 10 anos</title>
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					<pubDate>06 Jul 2026 22:47:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Há dez anos em operação, a usina hidrelétrica de Belo Monte, localizada na Amazônia paraense, chega ao momento de renovar sua licença ambiental em meio a fortes controvérsias. No centro da discussão está a urgência de rever a vazão liberada pela barragem no Rio Xingu, que hoje retém até 70% do fluxo de suas águas. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Há dez anos em operação, a usina hidrelétrica de Belo Monte, localizada na Amazônia paraense, chega ao momento de renovar sua licença ambiental em meio a fortes controvérsias. No centro da discussão está a urgência de rever a vazão liberada pela barragem no Rio Xingu, que hoje retém até 70% do fluxo de suas águas. Em decorrência disso, a escassez hídrica tem levado comunidades indígenas e tradicionais da região — conhecida como Volta Grande do Xingu — ao limite de sua capacidade de adaptação, sobretudo em relação à pesca. Nesta edição especial, a Mongabay investiga os conflitos em torno da gestão das águas de Belo Monte, seus impactos sobre a fauna e as populações humanas ao longo do Rio Xingu, e o que a ciência revela sobre as alteraçõesno fluxo do rio em um cenário de mudanças climáticas. The post Belo Monte, 10 anos appeared first on Notícias ambientais.This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/specials/2026/07/belo-monte-10-anos-2/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mineração legal em terras indígenas ainda divide lideranças e especialistas</title>
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					<pubDate>06 Jul 2026 10:28:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Ao longo dos anos, um argumento surge com frequência no debate sobre a mineração em terras indígenas (TIs): muitos políticos e especialistas defendem que a regulamentação da atividade poderia auxiliar o poder público no combate ao garimpo ilegal — um vetor de crises socioambientais em diferentes territórios originários no Brasil. Em março, a senadora Tereza [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Ao longo dos anos, um argumento surge com frequência no debate sobre a mineração em terras indígenas (TIs): muitos políticos e especialistas defendem que a regulamentação da atividade poderia auxiliar o poder público no combate ao garimpo ilegal — um vetor de crises socioambientais em diferentes territórios originários no Brasil. Em março, a senadora Tereza Cristina declarou, em audiência no Senado Federal, que a mineração em TIs “precisa estar garantida pela lei”. Segundo a parlamentar e ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), isso faria com que “a gente não tenha o [problema] que hoje temos de mineração ilegal, com danos ao meio ambiente e aos povos indígenas”. A tese, no entanto, passa longe de ser consenso, abrindo caminho para discussões em diferentes círculos do poder e da ciência. Conforme previsto na Constituição Federal, a pesquisa e a mineração de riquezas minerais em terras indígenas devem ser autorizadas pelo Congresso Nacional. O texto também cita a exigência de ouvir as comunidades afetadas e de assegurar a elas “participação nos resultados da lavra, na forma da lei”. Apesar disso, o Legislativo ainda não aprovou uma lei geral com a definição de regras para a atividade. E, de acordo com analistas, esse cenário pode gerar incertezas e um vácuo jurídico. A demora em legislar sobre o assunto, somada à ameaça do garimpo ilegal em áreas indígenas, foi foco de uma recente decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino. Em fevereiro, o magistrado determinou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/mineracao-legal-em-terras-indigenas-ainda-divide-liderancas-e-especialistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo: Amazônia resiste ao fogo, mas renasce com menos diversidade</title>
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					<pubDate>02 Jul 2026 12:46:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Aquecimento global, Biodiversidade, Clima, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Reflorestamento e Resiliência climática]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2024, a Amazônia brasileira enfrentou uma das piores temporadas de incêndios de sua história: as chamas atingiram 15,6 milhões de hectares, uma área maior que a do estado do Ceará — dos quais 43% eram vegetação florestal. Segundo dados da MapBiomas, a área destruída pelas chamas foi 117% maior do que a média histórica. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2024, a Amazônia brasileira enfrentou uma das piores temporadas de incêndios de sua história: as chamas atingiram 15,6 milhões de hectares, uma área maior que a do estado do Ceará — dos quais 43% eram vegetação florestal. Segundo dados da MapBiomas, a área destruída pelas chamas foi 117% maior do que a média histórica. Recentemente, um grupo de pesquisadores revelou algo que, segundo eles, deu certo otimismo à ciência em meio a esses números: embora a perda de biodiversidade persista, a Amazônia demonstrou uma surpreendente capacidade de regeneração após os incêndios. Os resultados foram apresentados em um estudo conduzido no sudeste da Amazônia ao longo de duas décadas. O trabalho buscou prever os riscos enfrentados pela floresta tropical à medida que o desmatamento, a queda nos níveis de precipitação e as secas prolongadas se tornam mais frequentes. “Nosso estudo traz uma mensagem de esperança. Ele demonstra que uma floresta altamente degradada consegue se recuperar mesmo após muitos distúrbios”, disse o principal autor do artigo, Leandro Maracahipes, pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. No entanto, Maracahipes explica que essa regeneração dá lugar a um novo tipo de floresta. “É um novo ecossistema. Embora consiga se recuperar, essa floresta é muito mais ‘pobre’, com maior quantidade de espécies generalistas, muito mais vulneráveis a novos distúrbios”, disse à Mongabay. Imagem aérea de uma área de floresta amazônica. Foto: Leandro Maracahipes. Impacto maior nas bordas da floresta O experimento se iniciou em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/estudo-amazonia-resiste-ao-fogo-mas-renasce-com-menos-diversidade/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Solo ancestral da Amazônia pode impulsionar restauração florestal</title>
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					<pubDate>29 Jun 2026 08:09:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Um solo criado há séculos por populações indígenas amazônicas pode ajudar a acelerar a recuperação de áreas degradadas — e a transformar a forma como a restauração ecológica é vista no Brasil. Um estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (Cena-USP), da Embrapa Amazônia Ocidental e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/solo-ancestral-da-amazonia-pode-impulsionar-restauracao-florestal/" data-wpel-link="internal">Solo ancestral da Amazônia pode impulsionar restauração florestal</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Um solo criado há séculos por populações indígenas amazônicas pode ajudar a acelerar a recuperação de áreas degradadas — e a transformar a forma como a restauração ecológica é vista no Brasil. Um estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (Cena-USP), da Embrapa Amazônia Ocidental e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) mostrou que pequenas quantidades da chamada terra preta da Amazônia (TPA) foram capazes de aumentar significativamente o crescimento de árvores nativas em condições reais de campo. Os resultados, publicados em janeiro de 2026, chamaram a atenção de especialistas especialmente no caso do ipê-roxo (Handroanthus avellanedae), espécie encontrada tanto na Amazônia quanto na Mata Atlântica. Em apenas 180 dias, mudas cultivadas com pequenas quantidades de TPA apresentaram crescimento até 55% maior em altura e 88% em diâmetro de tronco em comparação com plantas cultivadas sem o solo antropogênico (resultante de ação humana). Em outra espécie amazônica, como o paricá (Schizolobium amazonicum), bastante utilizado no reflorestamento e na indústria madeireira por seu crescimento rápido, os achados também foram significativos: em média, essas plantas cresceram 20% mais e apresentaram tronco 15% maior em diâmetro. A professora Tsai Siu Mui, uma das autoras do estudo, entre árvores cultivadas com terra preta da Amazônia (à esquerda) e sem o uso do solo escuro (à direita), após seis meses de experimento. Foto cedida pela pesquisadora. O estudo reforçou o potencial científico da terra preta da Amazônia, também conhecida como “terra preta de índio”.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/solo-ancestral-da-amazonia-pode-impulsionar-restauracao-florestal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Dos igarapés aos manguezais, microplásticos contaminam a Amazônia</title>
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					<pubDate>26 Jun 2026 10:18:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Água, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Biodiversidade, Comida, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Manguezais, Peixes, Pesca, Poluição, Recursos hídricos, Saneamento e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>MANAUS, AM — No último dia 20 de junho, uma equipe de 50 pessoas liderada pelas ONGs Asas de Socorro e Rede Reviva percorreu cerca de 1,5 quilômetro da orla do Lago do Puraquequara, na zona leste de Manaus, durante uma ação de coleta de lixo. Ao fim da atividade, realizada em um trecho de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MANAUS, AM — No último dia 20 de junho, uma equipe de 50 pessoas liderada pelas ONGs Asas de Socorro e Rede Reviva percorreu cerca de 1,5 quilômetro da orla do Lago do Puraquequara, na zona leste de Manaus, durante uma ação de coleta de lixo. Ao fim da atividade, realizada em um trecho de praias à beira de um lago com espelho d’água estimado entre 20 e 25 km², o grupo havia recolhido uma caçamba cheia de resíduos plásticos. Antes desta, ação semelhante realizada em junho 2023 havia coletado outras duas caçambas. A experiência do grupo ajudou a dimensionar o resultado da pesquisa de mestrado de Eletuza Uchôa Farias: metade dos peixes coletados no lago, pertencentes a duas espécies de jaraqui (Semaprochilodus insignis e Semaprochilodus taeniurus), havia ingerido microplásticos. Uma vez no organismo, as partículas podem permanecer no trato intestinal, alcançar outros tecidos e órgãos e circular pela cadeia alimentar, da base aos peixes predadores — até chegar, potencialmente, ao ser humano. O jaraqui é o peixe mais consumido no estado do Amazonas. Todas as partículas encontradas no intestino dos peixes eram fibras: filamentos finos e alongados, com tamanho entre 0,5 e 4,37 milímetros. A maior parte delas, 85,7%, foi identificada como poliamida, um polímero amplamente utilizado pela indústria têxtil por sua resistência e flexibilidade. O entorno do Puraquequara é habitado por comunidades sem atendimento adequado de saneamento básico. Na prática, a água de pias, tanques e máquinas de lavar roupa é descartada diretamente nos corpos d’água, o que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/dos-igarapes-aos-manguezais-microplasticos-contaminam-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo aponta manguezais como aliados contra poluição por nitrogênio</title>
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					<pubDate>24 Jun 2026 12:52:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Créditos de carbono, Florestas Tropicais, Manguezais, Mudanças climáticas, Oceanos, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Se forem restaurados e protegidos, os manguezais podem ajudar a sequestrar mais de 5 milhões de toneladas de poluição causada por nitrogênio em ecossistemas costeiros de todo o planeta, argumenta um estudo recente. Essa poluição geralmente é originada por fertilizantes sintéticos muito utilizados na agricultura ou por resíduos humanos que se infiltram nas fontes de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Se forem restaurados e protegidos, os manguezais podem ajudar a sequestrar mais de 5 milhões de toneladas de poluição causada por nitrogênio em ecossistemas costeiros de todo o planeta, argumenta um estudo recente. Essa poluição geralmente é originada por fertilizantes sintéticos muito utilizados na agricultura ou por resíduos humanos que se infiltram nas fontes de água. Pesquisadores analisaram dados sobre a remoção de nitrogênio no mundo e estimaram que os manguezais atualmente sequestram cerca de 870 mil toneladas por ano deste elemento. O estudo estimou que, se esses ecossistemas costeiros forem protegidos e restaurados, a produção poderia superar 5 milhões de toneladas anuais. Ainda segundo os pesquisadores, esse serviço ecossistêmico prestado pelos manguezais valeria US$ 8,7 bilhões (R$ 44 bilhões) por ano em créditos de nitrogênio. “Os manguezais representam uma solução natural de mitigação, poderosa e subestimada, para a poluição causada pelo nitrogênio”, escreveram os coautores do estudo, Ziyan Wang e Benoit Thibodeau, da Universidade Chinesa de Hong Kong. Wang e Thibodeau argumentam que a remoção de nitrogênio deveria ser tratada de forma semelhante ao armazenamento de carbono e sugerem a criação de um mercado de créditos de nitrogênio azul para ajudar a financiar soluções para a crise climática. Com base em projetos anteriores, eles estimaram que os créditos de nitrogênio seriam precificados em cerca de US$ 10 mil (R$ 50 mil) por tonelada. O valor total de um mercado de remoção de nitrogênio superaria em muito o do armazenamento de carbono em ecossistemas de mangue, segundo o estudo. O nitrogênio é um nutriente&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Entre baleias, corais e petróleo, Abrolhos luta por mais proteção</title>
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					<pubDate>22 Jun 2026 19:45:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Aquecimento global, Áreas Protegidas, Aves, Biodiversidade, Clima, Comunidades Tradicionais, Demarcação Territorial, Fauna marinha, Oceanos, Parques Nacionais, Peixes e Pesca]]>
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							<![CDATA[<p>CARAVELAS, Bahia — Cientistas, comunidades tradicionais e órgãos ambientais brasileiros sabem bem quais riscos rondam a região dos Abrolhos, área de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, localizada entre os litorais da Bahia e do Espírito Santo. Entre as ameaças estão a pesca predatória, a mineração em águas profundas, a carcinicultura (criação de camarões) e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[CARAVELAS, Bahia — Cientistas, comunidades tradicionais e órgãos ambientais brasileiros sabem bem quais riscos rondam a região dos Abrolhos, área de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, localizada entre os litorais da Bahia e do Espírito Santo. Entre as ameaças estão a pesca predatória, a mineração em águas profundas, a carcinicultura (criação de camarões) e a especulação imobiliária. Esses elementos têm algo em comum: podem impactar bancos de coral, ilhas oceânicas, manguezais e outros habitats onde vivem mais de 500 espécies animais. Além de servir de casa para peixes, invertebrados, tartarugas-marinhas e aves, as águas de Abrolhos são berçário de cetáceos, como as baleias-jubarte (Megaptera novaeangliae). Entre junho e novembro, esses animais migram da Antártica para a região em busca de um ambiente mais cálido para se reproduzir e criar seus filhotes. Frente à lista de ameaças ao bioma costeiro, uma força-tarefa científica, lançada em março de 2026, busca concluir, até dezembro, uma proposta que poderia ampliar os limites geográficos do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos — a única unidade de conservação integral da região. A iniciativa é da organização ambientalista WWF-Brasil, com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Para isso, o WWF promoveu uma expedição ao Arquipélago dos Abrolhos, localizado dentro dos limites do parque. Lá, especialistas, jornalistas e lideranças comunitárias puderam discutir sobre as áreas naturais que ainda carecem de proteção. Criado em 1983, o parque dos Abrolhos é o primeiro parque nacional marinho do Brasil. No entanto, os seus 882 km² de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/entre-baleias-corais-e-petroleo-abrolhos-luta-por-mais-protecao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Plano da Petrobras exclui resgate de peixes-bois na nova fronteira do petróleo</title>
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					<pubDate>18 Jun 2026 15:39:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Animais, Combustíveis Fósseis, Fauna e Fauna marinha]]>
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							<![CDATA[<p>Em outubro de 2025, a Petrobras começou a perfurar o fundo do mar na região onde o Rio Amazonas deságua no Oceano Atlântico, após um longo e controverso processo de licenciamento ambiental. No centro do debate estavam as preocupações com a fauna única que habita a costa do Amapá e do Pará, bem como as [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em outubro de 2025, a Petrobras começou a perfurar o fundo do mar na região onde o Rio Amazonas deságua no Oceano Atlântico, após um longo e controverso processo de licenciamento ambiental. No centro do debate estavam as preocupações com a fauna única que habita a costa do Amapá e do Pará, bem como as dúvidas sobre a capacidade da empresa de resgatar os animais em caso de derramamento de óleo. Entre as potenciais vítimas estão aves marinhas, tartarugas e os recifes de coral descobertos recentemente na costa amazônica. Um mamífero marinho ameaçado de extinção, no entanto, causa especial preocupação devido aos desafios envolvidos em um possível resgate: o peixe-boi-marinho (Trichechus manatus), espécie que pode atingir cerca de 3,5 metros de comprimento e pesar, em média, 700 quilos; alguns indivíduos chegam a 1.600 quilos. “Manejar e transportar animais com essa massa exige logística complexa e equipamentos de grande porte”, afirmou a bióloga marinha Fábia de Oliveira Luna, coordenadora do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. Com uma população estimada em e uma taxa reprodutiva de um filhote a cada quatro anos, “cada indivíduo removido prejudica a manutenção da população”, disse Luna à Mongabay. Segundo cientistas, o projeto petrolífero também coloca em risco um código genético único, compartilhado apenas pelos animais dessa região e resultado do cruzamento entre o peixe-boi-marinho e seu parente de água doce, o peixe-boi-da-amazônia (Trichechus inunguis). O peixe-boi-marinho ocorre em toda a região do Caribe e está&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/plano-da-petrobras-exclui-resgate-de-peixes-bois-na-nova-fronteira-do-petroleo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina</title>
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					<pubDate>16 Jun 2026 14:43:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Santa Catarina]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Água, Conservação, Cultura Indígena, Espécies Ameaçadas, Florestas Tropicais, Indígenas, Mata Atlântica, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Reflorestamento e Socioambiental]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA IBIRAMA-LAKLÃNÕ, Santa Catarina — Zág (pronuncia-se “zã”) é a palavra Xokleng para araucária. A árvore, típica da Mata Atlântica nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, vem se desenvolvendo no planeta há cerca de 200 milhões de anos. Cada árvore fêmea produz dezenas de pinhas, que, por sua vez, carregam centenas de pinhões. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA IBIRAMA-LAKLÃNÕ, Santa Catarina — Zág (pronuncia-se “zã”) é a palavra Xokleng para araucária. A árvore, típica da Mata Atlântica nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, vem se desenvolvendo no planeta há cerca de 200 milhões de anos. Cada árvore fêmea produz dezenas de pinhas, que, por sua vez, carregam centenas de pinhões. O pinhão é a semente da araucária (Araucaria angustifolia), consumida por pelo menos 22 espécies de animais, além da humana, que tem nela uma fonte de nutrientes e de renda. Para alguns povos, porém, vai além da alimentação, fazendo parte da cultura, da história e dos mitos de origem. É o caso do povo Xokleng, em Santa Catarina. Nas aldeias, a árvore até serve de base para nomes de pessoas. “As araucárias são sagradas para nós. Não tem como contar a história do nosso povo sem falar sobre ela. O nosso mito de geração diz que o animal de proteção foi feito a partir da araucária, então ela aparece já na primeira história”, conta Carl Gakran, diretor-executivo do Instituto Zág, que coordena junto com sua esposa, Isabel, vice-presidente e diretora ambiental. Carl decidiu agir em prol das araucárias em 2016, quando descobriu que a espécie estava ameaçada de extinção, em razão do desmatamento, da expansão urbana e da exploração madeireira. Estima-se que, atualmente, as florestas de araucária ocupem menos de 3% de sua área original, que cobria grande parte dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de pequenos agrupamentos em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/povo-xokleng-restaura-araucarias-sagradas-em-terra-indigena-de-santa-catarina/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Estrangeiros tentam embarcar com cactos raros do sul do Brasil para a Europa</title>
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					<pubDate>15 Jun 2026 08:40:01 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Rio Grande do Sul]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Espécies Ameaçadas e Tráfico]]>
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							<![CDATA[<p>Em fevereiro deste ano, agentes da Polícia Federal (PF) abordaram quatro cidadãos tchecos no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e encontraram uma carga pouco usual: 214 unidades de cactos e envelopes com sementes de cactos. O material estava escondido em latas de cerveja, sacos de papel e até nos sapatos de um dos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/estrangeiros-tentam-embarcar-com-cactos-raros-do-sul-do-brasil-para-a-europa/" data-wpel-link="internal">Estrangeiros tentam embarcar com cactos raros do sul do Brasil para a Europa</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em fevereiro deste ano, agentes da Polícia Federal (PF) abordaram quatro cidadãos tchecos no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e encontraram uma carga pouco usual: 214 unidades de cactos e envelopes com sementes de cactos. O material estava escondido em latas de cerveja, sacos de papel e até nos sapatos de um dos homens, segundo informações do processo judicial em andamento na Justiça Federal. As plantas pertenciam a sete espécies, todas nativas da região da Serra do Sudeste, no Rio Grande do Sul. Segundo o laudo assinado pela especialista em cactáceas Rosana Singer, bióloga do Jardim Botânico de Porto Alegre, duas destas espécies estão criticamente ameaçadas de extinção: Parodia nothorauschii e Parodia neohorstii. Outras quatro estão em perigo de extinção, entre elas Gymnocalycium horstii e Frailea curvispina. Os tchecos, que vinham de Montevidéu e se preparavam para embarcar para Viena, foram identificados como Jaroslav Vich, Karel Slajs, Vladimir Bradna e Vladimir Sorma. Eles levavam um mapa do Rio Grande do Sul e um roteiro impresso com frases traduzidas do tcheco para o português e o espanhol, entre elas: “Você sabe onde pequenos cactos crescem?”, “Os cactos estão crescendo aqui?” e “Me desculpa. Eu não sei se é privado!”. O grupo ficou apenas um dia detido, mas segue proibido de deixar o Brasil. Diante da grande quantidade de material apreendido, a justiça determinou a perícia nos celulares dos viajantes, que estão sob investigação. Cactos de espécies ameaçadas de extinção e endêmicas do Rio Grande do Sul apreendidos no Aeroporto&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/estrangeiros-tentam-embarcar-com-cactos-raros-do-sul-do-brasil-para-a-europa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Girinos da Amazônia já carregam microplásticos, revela estudo</title>
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					<pubDate>12 Jun 2026 17:04:41 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[David Brown]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Animais, Espécies Ameaçadas e Fauna]]>
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							<![CDATA[<p>Pela primeira vez, pesquisadores encontraram microplásticos em girinos e nos corpos d’água que lhes servem de habitat na Amazônia, segundo um novo estudo. A descoberta reforça evidências de contaminação por microplásticos na floresta amazônica, afirmam os pesquisadores. Estudos anteriores realizados na região já haviam detectado contaminação por microplásticos em peixes, invertebrados, amostras de solo e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Pela primeira vez, pesquisadores encontraram microplásticos em girinos e nos corpos d’água que lhes servem de habitat na Amazônia, segundo um novo estudo. A descoberta reforça evidências de contaminação por microplásticos na floresta amazônica, afirmam os pesquisadores. Estudos anteriores realizados na região já haviam detectado contaminação por microplásticos em peixes, invertebrados, amostras de solo e de água. No estudo mais recente, a ecologista Fabrielle Barbosa de Araújo, da Universidade Federal do Pará, e seus colegas coletaram amostras de água de cinco poças temporárias no solo do Parque Ecológico do Gunma, na Região Metropolitana de Belém. Essas poças, formadas pelo acúmulo de água da chuva, são importantes áreas de reprodução e desenvolvimento de girinos de várias espécies de anfíbios na Amazônia. Em cada um dos cinco corpos d’água, os pesquisadores também coletaram cem girinos da perereca-de-banheiro (Scinax x-signatus), espécie encontrada tanto em áreas florestais quanto urbanas com ampla distribuição na América do Sul. Microplásticos foram encontrados em todas as poças e em todos os girinos analisados. A maioria das partículas era composta por fibras plásticas, como poliéster, principalmente transparentes, azuis e pretas. Estudos anteriores também identificaram fibras semelhantes em diferentes partes da Amazônia, possivelmente oriundas de esgoto sanitário e atividades pesqueiras. Em entrevista por e-mail à Mongabay, Araújo disse que não ficou surpresa ao encontrar microplásticos nos girinos e em seus habitats. “O que realmente chamou nossa atenção foi a grande quantidade encontrada, principalmente porque esta é uma área com baixa densidade populacional humana e considerada relativamente bem preservada”, afirmou. Araújo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/girinos-da-amazonia-ja-carregam-microplasticos-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Aves migratórias enfrentam avanço do mar, do lixo e do calor no Brasil</title>
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					<pubDate>10 Jun 2026 07:52:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>BACIA POTIGUAR, Rio Grande do Norte — Nas praias de estuários, onde o Oceano Atlântico se mistura às águas doces que brotam do subsolo dos manguezais, o maçarico-de-papo-vermelho (Calidris canutus) tem um único objetivo: se alimentar. Enquanto uma ave do grupo faz a vigília, as outras capturam, com seus bicos especializados e incansáveis, os mariscos, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[BACIA POTIGUAR, Rio Grande do Norte — Nas praias de estuários, onde o Oceano Atlântico se mistura às águas doces que brotam do subsolo dos manguezais, o maçarico-de-papo-vermelho (Calidris canutus) tem um único objetivo: se alimentar. Enquanto uma ave do grupo faz a vigília, as outras capturam, com seus bicos especializados e incansáveis, os mariscos, as ostras, os caracóis e as minhocas que habitam os solos lamosos. Logo chegará o momento de migrar — e é preciso dobrar de peso para aguentar a longa viagem. Após viverem cerca de oito meses (de setembro a abril) entre as áreas úmidas costeiras do litoral brasileiro e a Terra do Fogo, no extremo sul da América do Sul, os maçaricos-de-papo-vermelho iniciam, a cada mês de maio, um longo voo de retorno ao Hemisfério Norte. No destino final, estão as regiões frias e desérticas da tundra ártica, especialmente ao norte do continente americano. É ali, entre junho e agosto, no verão setentrional, que ocorre o período reprodutivo. Mesmo antes da jornada começar, nas praias de Macau, Guamaré e Galinhos, municípios do litoral do Rio Grande do Norte que integram a Bacia Potiguar, já é possível assistir a um evento de preparação: as aves exibem no peito a coloração avermelhada, típica plumagem nupcial. Entre as aves migratórias, o maçarico é uma das que percorre as maiores distâncias: voa por cerca de seis dias e seis noites sem dormir, comer ou beber. Após deixar o Brasil, são cerca de 8 mil quilômetros percorridos até a próxima&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/aves-migratorias-enfrentam-avanco-do-mar-do-lixo-e-do-calor-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Investigação revela suspeita de lavagem de ouro em áreas de garimpo artesanal</title>
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					<pubDate>09 Jun 2026 16:40:37 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Quase metade dos garimpos autorizados pela ANM na bacia do rio Tapajós, entre Mato Grosso e Pará, pode estar servindo de fachada para a lavagem de ouro extraído ilegalmente em áreas protegidas e terras indígenas. A conclusão é de uma nova investigação da InfoAmazonia. Entre 2022 e 2026, 263 dos 540 garimpos licenciados na bacia [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Quase metade dos garimpos autorizados pela ANM na bacia do rio Tapajós, entre Mato Grosso e Pará, pode estar servindo de fachada para a lavagem de ouro extraído ilegalmente em áreas protegidas e terras indígenas. A conclusão é de uma nova investigação da InfoAmazonia. Entre 2022 e 2026, 263 dos 540 garimpos licenciados na bacia declararam vendas de ouro incompatíveis com sua atividade real, segundo a apuração. Imagens de satélite analisadas pela InfoAmazonia indicam que a maior parte do garimpo ocorre fora das áreas autorizadas, inclusive em territórios onde a atividade é proibida ou restrita. Cerca de 70% da atividade garimpeira detectada aparece em um raio de até 10 quilômetros dos locais licenciados. Para os autores, esse padrão sugere que alvarás legais podem estar sendo usados para encobrir a origem de ouro ilegal e inseri-lo no mercado formal. As conclusões dialogam com relatos de contaminação por mercúrio no Tapajós, onde comunidades indígenas e ribeirinhas dependem dos rios para água, alimento e transporte. Embora o uso de mercúrio seja proibido no Brasil, a substância segue comum tanto no garimpo ilegal quanto em parte das operações autorizadas. A investigação também aponta distorções no uso das Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs), licenças criadas para viabilizar o garimpo artesanal e de baixo impacto. Segundo a InfoAmazonia, essas autorizações vêm sendo usadas por operações maiores, com equipamentos pesados, dragagem e uso ilegal de mercúrio — características mais próximas da mineração industrial. Para cruzar os dados, a InfoAmazonia ajudou a desenvolver a plataforma Verificação e Investigação&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/06/investigacao-revela-suspeita-de-lavagem-de-ouro-em-areas-de-garimpo-artesanal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo coleta fotos inéditas do canídeo mais raro da Amazônia</title>
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					<pubDate>08 Jun 2026 15:34:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Iván Paredes Tamayo]]>
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							<![CDATA[Ele tem um focinho semelhante ao de uma raposa, patas palmadas como as de uma capivara e uma cauda grossa. No Brasil, é chamado de cachorro-do-mato-de-orelhas-curtas (Atelocynus microtis). Já na vizinha Bolívia, ganha um nome mais misterioso: além de “cachorro amazônico”, é popularmente apelidado de “cachorro fantasma” (“perro fantasma”, em espanhol). O animal é um dos canídeos menos conhecidos do mundo — e um dos carnívoros avistados com menos frequência na América Latina. Em busca de respostas sobre a espécie, um estudo realizado na Bolívia, ao longo de mais de duas décadas, reuniu cerca de 4.600 imagens de armadilhas fotográficas para entender como o animal vive, os lugares que habita e por que sua sobrevivência depende tanto de florestas sul-americanas intactas. Dos registros reunidos, cerca de 600 são considerados reveladores. A pesquisa, realizada entre 2001 e 2024, destaca que o canídeo é de fato uma espécie amazônica — e, particularmente, florestal. Costuma habitar áreas de floresta amazônica contínua no Brasil e em países vizinhos, como Peru, Bolívia e Colômbia. Além de viver em áreas nos departamentos bolivianos de La Paz, Pando, Beni e Santa Cruz,, pode ser encontrado nas florestas pré-amazônicas da Cordilheira dos Andes, também chamadas de florestas de sopé (áreas vegetais de transição formadas na base de serras e montanhas), em altitudes de até 750 metros. O biólogo britânico Robert Wallace, da Wildlife Conservation Society (WCS) na Bolívia e coautor do estudo, disse à Mongabay que sua equipe realizou uma revisão sistemática dos registros de distribuição do mamífero no país —&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-coleta-fotos-ineditas-do-canideo-mais-raro-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Desmatamento e aquecimento podem causar mudanças irreversíveis na Amazônia até 2040</title>
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					<pubDate>05 Jun 2026 07:42:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Desmatamento e mudanças climáticas estão rapidamente empurrando a floresta amazônica rumo a um perigoso ponto de inflexão. A transformação da selva em savana pode chegar muito antes do que se imaginava. Esse é o alerta de um novo artigo, publicado na revista Nature. Caso o desmatamento chegue a uma extensão de 22% a 28% da [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Desmatamento e mudanças climáticas estão rapidamente empurrando a floresta amazônica rumo a um perigoso ponto de inflexão. A transformação da selva em savana pode chegar muito antes do que se imaginava. Esse é o alerta de um novo artigo, publicado na revista Nature. Caso o desmatamento chegue a uma extensão de 22% a 28% da Amazônia, além de um aumento da temperatura entre 1,5 °C e 1,9 °C, o bioma pode alcançar um ponto sem volta já na década de 2040. Os pesquisadores concluíram que ultrapassar esse limiar de desmatamento e temperatura global poderia fazer com que mais de dois terços da floresta se degradassem ou se transformassem em um ecossistema de savana. Atualmente, cerca de 17% da Pan-Amazônia já foram desmatados, e tudo indica que a Terra irá ultrapassar o aquecimento de 1,5 °C acima dos níveis pré‐industriais. Estudos alertam que é cada vez mais provável que ultrapassemos 2°C de aquecimento até 2050. No pior dos casos, “esse limiar crítico [na Amazônia] poderia ser atingido já na década de 2040”, disse Nico Wunderling, autor principal do artigo e pesquisador do Instituto Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático, na Alemanha, em entrevista à Mongabay. “Embora eu seja um pouco mais otimista: se as atuais tendências [decrescentes] do desmatamento brasileiro continuarem, talvez não alcancemos [o ponto de inflexão] até meados do século.” “Podemos dizer com segurança que, quanto mais desmatamento ocorrer, mais baixo será esse limiar de aquecimento global”, disse Arie Staal, coautor do estudo e professor assistente na Universidade de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/desmatamento-e-aquecimento-podem-causar-mudancas-irreversiveis-na-amazonia-ate-2040/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mico-leão-dourado entra na mira de traficantes internacionais de animais</title>
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					<pubDate>03 Jun 2026 07:58:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda WenzelMarco Mantovani]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[África, Ásia e Brasil]]>
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							<![CDATA[<p>Contrabandeados em carros, a bordo de aviões ou em veleiros que cruzam o Oceano Atlântico, micos-leões-dourados estão sendo arrancados das florestas brasileiras e traficados para o exterior por sofisticadas redes criminosas. Os macacos são transportados pela América Latina e pela África, com fortes indícios de que tenham como destino final o mercado asiático ilegal. Colecionadores [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Contrabandeados em carros, a bordo de aviões ou em veleiros que cruzam o Oceano Atlântico, micos-leões-dourados estão sendo arrancados das florestas brasileiras e traficados para o exterior por sofisticadas redes criminosas. Os macacos são transportados pela América Latina e pela África, com fortes indícios de que tenham como destino final o mercado asiático ilegal. Colecionadores estão dispostos a pagar até US$ 100 mil por esse animal, um dos símbolos da conservação da natureza no Brasil. Alguns dos micos morrem antes de chegar ao destino. Os que sobrevivem podem terminar a viagem desnutridos, doentes e, por vezes, mutilados. “É assustador, no sentido de que [o tráfico] é uma ameaça que nós considerávamos relativamente sob controle”, afirmou Luis Paulo Ferraz, secretário-executivo da Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD), que lidera um esforço internacional para preservar a espécie desde a década de 1990. Nos últimos anos, sua equipe tem se deparado cada vez mais com pessoas que se aventuram nas florestas do Rio de Janeiro para capturar esses animais. “A nossa equipe de campo começou a bater de frente com esses caras, a ponto de eu ficar super preocupado de ter a minha equipe num lugar com bandido circulando.” O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia), estampado na cédula de 20 reais, entrou no radar da Polícia Federal em 2023, depois que sete desses primatas e 29 araras-azuis-de-lear (Anodorhynchus leari), outra espécie nativa do Brasil, foram apreendidos em um cativeiro no vizinho Suriname. Em fevereiro de 2024, autoridades do Togo ficaram surpresas ao encontrar as mesmas duas espécies —&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/mico-leao-dourado-entra-na-mira-de-traficantes-internacionais-de-animais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Nem o futebol escapa: calor extremo coloca Copa do Mundo sob alerta</title>
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					<pubDate>01 Jun 2026 16:08:31 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[David Akana]]>
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							<![CDATA[<p>Enquanto torcedores se preparam para a Copa do Mundo de futebol, que começa na semana que vem, cientistas alertam para as perigosas ondas de calor que devem atingir os países-sede, em particular os Estados Unidos. Uma nova análise adverte que a probabilidade de altos níveis de calor e umidade é hoje duas vezes maior do [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Enquanto torcedores se preparam para a Copa do Mundo de futebol, que começa na semana que vem, cientistas alertam para as perigosas ondas de calor que devem atingir os países-sede, em particular os Estados Unidos. Uma nova análise adverte que a probabilidade de altos níveis de calor e umidade é hoje duas vezes maior do que na última Copa realizada nos Estados Unidos, em 1994, sobretudo em razão das mudanças climáticas. O estudo, conduzido pela iniciativa World Weather Attribution, concluiu que mais de duas dezenas de partidas deverão ser disputadas sob condições de estresse térmico. Algumas delas em estádios sem sistema de refrigeração. “As partidas deste verão serão disputadas em condições mais quentes, pondo em risco jogadores e torcedores”, disse Simon Stiell, Secretário Executivo da agência da ONU para Mudanças Climáticas, em declaração obtida pela Mongabay. Usando a Wet Bulb Globe Temperature (WBGT), índice que combina temperatura, umidade, luz solar e vento, os pesquisadores analisaram as condições previstas para diversas cidades-sede. Segundo eles, valores acima de 26 °C já são considerados de risco, enquanto níveis acima de 28 °C são inseguros para jogar. Durante o torneio, espera-se que 26 partidas atinjam ou ultrapassem a marca de 26 °C de WBGT, enquanto cinco devem superar o limiar de 28 °C. Em comparação, apenas três jogos registraram esse nível de calor durante a Copa de 1994. As cidades consideradas mais vulneráveis são Miami, Dallas, Filadélfia e Nova York, onde partidas disputadas à tarde e no início da noite coincidem com os períodos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/nem-o-futebol-escapa-calor-extremo-coloca-copa-do-mundo-sob-alerta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>5 histórias (positivas) sobre a vida de papagaios e araras no Brasil</title>
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					<pubDate>28 Mai 2026 18:36:31 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Aves, Espécies Ameaçadas, Fauna e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Cartões-postais do Brasil, as multicoloridas aves da fauna brasileira enfrentam uma porção de desafios para sobreviver em seus habitats (isso quando ainda estão neles). No caso dos psitacídeos — termo que engloba papagaios e araras — o encalço do fogo, do tráfico de animais e da perda florestal torna urgente a implementação de projetos de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Cartões-postais do Brasil, as multicoloridas aves da fauna brasileira enfrentam uma porção de desafios para sobreviver em seus habitats (isso quando ainda estão neles). No caso dos psitacídeos — termo que engloba papagaios e araras — o encalço do fogo, do tráfico de animais e da perda florestal torna urgente a implementação de projetos de proteção a diferentes espécies ameaçadas e seus territórios. E esses projetos existem: do Nordeste ao Sudeste, seja em parques nacionais ou mesmo em áreas privadas convertidas em reservas, iniciativas têm se dedicado a reintroduzir espécies na natureza. As soluções variam — e vão de ninhos artificiais a aulas de voo livre para pássaros que precisam ‘reaprender’ a rasgar os céus. A Mongabay reuniu cinco histórias que mostram como a união entre ciência, conservação e trabalho duro já ajuda a recolorir paisagens Brasil afora. &nbsp; De volta aos céus: o improvável retorno de um dos mais raros papagaios do Brasil Papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis). Foto: Xavier Bartaburu/Mongabay Espécie endêmica do litoral do Paraná e de São Paulo, o papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis) enfrentava um problema grave: diante do tráfico ilegal de fauna e da escassez de árvores para nidificação, a ave corria o risco de ser riscada do mapa. Diante disso, um projeto se propôs a reverter a situação crítica do animal. Com o apoio de pesquisadores — e, aos poucos, com a colaboração da comunidade local —, ninhos artificiais foram instalados nas árvores da Mata Atlântica para garantir a conservação da espécie. Ainda que os problemas não&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/5-historias-positivas-sobre-a-vida-de-papagaios-e-araras-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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