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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>El Niño: Moçambique busca financiamento contra riscos de seca severa</title>
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					<pubDate>20 Ago 2026 15:48:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Far Vubil]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Água, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Comida, Governança, Mudanças climáticas, Recursos hídricos e Seca]]>
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							<![CDATA[<p>Seca severa é prevista para a partir de outubro e Moçambique corre contra o tempo para financiar ações emergenciais.</p>
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							<![CDATA[Moçambique poderá enfrentar seca severa em alguns distritos do sul do país a partir de outubro, por causa do fenômeno El Niño, de acordo com o Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRD). Em maio, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inam) já havia emitido um comunicado à imprensa prevendo os fortes efeitos do El Niño na época chuvosa, que vai de outubro a março. A estação chuvosa corre risco elevado de ser caracterizada por chuvas irregulares, com tendência a ficarem abaixo do normal, combinadas com temperaturas acima do normal nas regiões Sul e Central do país. Como resultado, a previsão é de um cenário de seca.  O diretor-geral do Inam, Adérito Aramuge, explicou que o El Niño é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, perturbando a circulação normal da atmosfera e afetando a dinâmica climática em todo o planeta. Na sequência do boletim emitido pelo Instituto, o CTGRD decidiu ativar, em julho, os chamados Planos Distritais de Ações Antecipadas (PAAs), ações de resposta à crise da seca em 10 distritos das províncias de Gaza e de Inhambane, no sul de Moçambique. Como parte das ações previstas, já estão sendo enviadas mensagens preventivas à população desses distritos, de modo a reduzir os impactos da seca. O plano também inclui a reabilitação de fontes de água para  consumo humano e para a agricultura e pecuária familiar de subsistência. Ainda serão implementadas medidas de proteção social — como transferências financeiras e assistência alimentar para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/el-nino-mocambique-busca-financiamento-contra-riscos-de-seca-severa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Microplásticos na Amazônia</title>
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					<pubDate>20 Ago 2026 12:39:30 +0000</pubDate>
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						<![CDATA[Mongabay User]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Fauna, Mamíferos, Peixes, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Do fundo do rio Negro aos ninhos da foz do Amazonas, partículas de plástico já contaminam diferentes ambientes e espécies da floresta amazônica. Nesta série, a Mongabay traça o caminho dessa disseminação por rios, igarapés, lagos e manguezais, investiga como microplásticos entram no organismo de peixes como o pirarucu e expõe as evidências que começam [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Do fundo do rio Negro aos ninhos da foz do Amazonas, partículas de plástico já contaminam diferentes ambientes e espécies da floresta amazônica. Nesta série, a Mongabay traça o caminho dessa disseminação por rios, igarapés, lagos e manguezais, investiga como microplásticos entram no organismo de peixes como o pirarucu e expõe as evidências que começam a surgir também em animais terrestres — antas, morcegos, macacos e até anfíbios. Os estudos avançam, mas ainda há grandes lacunas sobre a extensão da poluição e seus efeitos sobre a biodiversidade e as populações que dependem dos rios amazônicos. The post Microplásticos na Amazônia appeared first on Notícias ambientais.This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/specials/2026/08/microplasticos-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</title>
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					<pubDate>20 Ago 2026 07:00:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Água, Conflitos, Governança, Indígenas, Infraestrutura, Lei Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Rios e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>Com as eleições de outubro, comunidades amazônicas temem que sua segurança seja trocada pelo crescimento acelerado do agronegócio.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[CALAMA E PARAÍSO GRANDE, Rondônia e Amazonas — Uma mãe e seus três filhos morreram depois que uma barcaça carregada de soja colidiu com uma estrutura flutuante e destruiu completamente a casa onde viviam em 17 de janeiro de 2025, na comunidade ribeirinha de Urumatuba, à margem  do rio Madeira, na cidade de Maricoré, no Amazonas. Quatro meses depois, outra embarcação de carga atingiu três balsas de garimpo ancoradas na comunidade vizinha de Nova Catarina. O proprietário de uma das balsas de garimpo era o marido da mulher e pai das três crianças que morreram no acidente de janeiro, de acordo com o portal de notícias Fato Amazônico. A Mongabay estava fazendo reportagens em comunidades ribeirinhas na região da cidade de Humaitá, a 190 quilômetros a sudeste e rio abaixo de Manicoré, quando o segundo acidente ocorreu. Todos os entrevistados naquele e nos dias seguintes disseram que estavam apavorados com a ocorrência, além de afirmar que conheciam alguém que sofreu perdas ou morreu em colisões envolvendo barcaças de grãos no rio Madeira. &#8220;A gente está muito preocupado aqui na nossa comunidade a respeito dessas embarcações&#8221;, disse a agricultora Maria Delci Barros de Morais, de 59 anos, à Mongabay, na varanda de sua casa na comunidade ribeirinha de Paraíso Grande, localizada a 30 minutos de voadeira de Humaitá. &#8220;Já aconteceu de eles atropelarem até mesmo uma pessoa conhecida da gente.&#8221; Segundo ela, a barcaça esmagou o barco usado pela família como moradia. &#8220;Graças a Deus, não morreu ninguém.&#8221; De acordo com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</title>
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					<pubDate>19 Ago 2026 10:50:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia e Mato Grosso]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Conservação de Florestas Tropicais, Estradas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>Como um projeto em Mato Grosso reduziu drasticamente o número de animais atropelados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Era por volta das 7h da manhã, havia uma forte neblina, e o biólogo Gabriel Falquetto já tinha visto alguns animais atropelados na rodovia ES-164, no Espírito Santo. Ele estava a caminho da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Kaetés, na Mata Atlântica, onde trabalha com monitoramento da fauna e de atropelamentos na região. De repente, avistou no asfalto o corpo de um primata sem vida. Era um sagui-da-serra-claro (Callithrix flaviceps), espécie classificada como criticamente em perigo pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Estima-se que restem cerca de 2.500 indivíduos em vida livre. É um dos primatas mais ameaçados do planeta. “Foi extremamente doloroso e desanimador. Nós percorremos essa região diariamente monitorando a fauna e comemoramos cada encontro com grupos de saguis-da-serra-claro na floresta”, contou Gabriel à Mongabay. “Encontrar um indivíduo nessas condições causa um sentimento de tristeza e impotência. Além da perda daquele animal, o episódio nos lembra dos impactos que nossas atividades causam sobre a biodiversidade.” A cerca de 2.900 km dali, no município de Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso, casos como o do atropelamento do sagui-da-serra-claro, ocorrido em junho deste ano, não são registrados desde 2024. Desde então, foram instaladas oito pontes de dossel para conectar trechos de floresta fragmentada na estrada de acesso à cidade. Imagens de armadilhas fotográficas revelaram que, em 15 meses, as passagens aéreas de fauna proporcionaram 15 mil travessias seguras de animais arborícolas. E nenhum atropelamento. Instalação das primeiras pontes de dossel em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</title>
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					<pubDate>18 Ago 2026 10:30:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Emissões de carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Madeira, Madeireiras, Mineração, Motores do Desmatamento e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A floresta volta a cobrir uma estrada aberta pelo garimpo e revela o que está em jogo nas eleições deste ano.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 2022, uma estrada ilegal com extensão equivalente a uma maratona completa, cortando duas áreas de proteção integral na Amazônia brasileira, ameaçou fazer aquilo que os ambientalistas mais temiam: partir ao meio o Corredor Xingu de Diversidade Socioambiental, um mosaico de territórios indígenas e unidades de conservação que abrange cerca de 26 milhões de hectares entre o norte de Mato Grosso e o sul do Pará. Quatro anos depois, imagens de satélite revelaram que a estrada de 42,8 quilômetros sumiu, engolida pela floresta que voltou a crescer — algo raro de se ver na região. Seu desaparecimento contraria tudo o que costuma acontecer quando uma estrada surge na Amazônia. “Aqui, a estrada é o começo de tudo, o começo da devastação”, disse à Mongabay Bruno Ferreira, pesquisador da organização de conservação Imazon, que integra a rede de mapeamento MapBiomas. Em geral, as estradas amazônicas dão origem a uma série de novos ramais (legais ou ilegais) que brotam da via principal, criando o padrão de “espinha de peixe” nas imagens de satélite. Estudos do Imazon indicam que 95% do desmatamento na Amazônia acontece a até 5,5 km das estradas — o que significa que a pecuária e a extração ilegal de madeira teriam sido praticamente impossíveis de conter caso essa estrada tivesse se consolidado. Para as organizações que monitoram a região do rio Xingu, um dos principais afluentes do Amazonas, a inutilização dessa estrada é a prova de que a aliança entre a sociedade civil e um governo disposto a agir&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Indústria de energia ignora impacto ambiental e impulsiona data centers no Brasil</title>
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					<pubDate>17 Ago 2026 10:03:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Francisco AmorimLaís MartinsNaira Hofmeister]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Comunidades Tradicionais, Energia, Energia limpa, Energia renovável, Energias renováveis, Povos Tradicionais e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>Empresas de energia querem vender o excedente a data centers. Parte da conta pode sobrar para você.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/industria-de-energia-ignora-impacto-ambiental-e-impulsiona-data-centers-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Indústria de energia ignora impacto ambiental e impulsiona data centers no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta reportagem foi publicada em parceria com Intercept Brasil e produzida com o apoio do AI Accountability Network do Pulitzer Center O apetite global por inteligência artificial está levando o Brasil a protagonizar um movimento inédito no mundo no setor de data centers. Enquanto ao redor do planeta as big techs sofrem para encontrar energia para alimentar instalações onde armazenam e processam dados, no Brasil a história se inverte: quem projeta data centers para consumir eletricidade é a própria indústria de energia — mais precisamente a de energia renovável. Um levantamento realizado por Intercept Brasil e Mongabay mostrou que 65% dos pedidos de conexão de data centers à rede básica de energia protocolados junto ao Ministério de Minas e Energia até dezembro de 2025 partiram de empresas de energia renovável. Até esta data, foram registrados 68 pedidos de conexão em 37 municípios brasileiros. Um conjunto de fatores explica esse fenômeno, a começar pelo volume extraordinário de eletricidade necessário para fazer funcionar os data centers. A Agência Internacional de Energia projeta que o consumo global de energia de data centers deve dobrar nos próximos anos, podendo chegar a 945 TWh até 2030, o equivalente a todo o consumo do Japão — a inteligência artificial responderá por 40% do total. Com uma matriz energética majoritariamente renovável, o Brasil se tornou um destino atrativo para os empreendimentos. “Somos um grande celeiro de oportunidades para quem quer investir na descarbonização das matrizes [energéticas]”, propagandeou o ministro de Minas e Energia do Brasil, Alexandre Silveira,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/industria-de-energia-ignora-impacto-ambiental-e-impulsiona-data-centers-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Sobre o legado da Mongabay</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/sobre-o-legado-da-mongabay/</link>
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					<pubDate>14 Ago 2026 10:02:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rhett Ayers Butler]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Global]]>
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							<![CDATA[Ambientalistas, Conservação, Política Ambiental, Responsabilidade Ambiental e Socioambiental]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>Quando a persistência revela o que parecia invisível.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/sobre-o-legado-da-mongabay/" data-wpel-link="internal">Sobre o legado da Mongabay</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Costumam me perguntar qual é o legado da Mongabay, ou qual poderá vir a ser. A pergunta geralmente parte da premissa de que um quarto de século de publicações deveria resultar em uma resposta clara e bem definida. Não é assim. A Mongabay não começou com uma teoria sobre como transformar a mídia, nem com a ambição de redefinir o jornalismo ambiental. Ela começou com um site, um fascínio por florestas tropicais e a percepção de que grande parte da história ambiental do planeta recebia uma cobertura deficiente — quando recebia alguma. O jornalismo ambiental é muito anterior à Mongabay. Suas raízes estão na literatura de história natural, nas reportagens investigativas e no jornalismo de defesa de causas, cada um com suas próprias tradições e seus pontos fortes. A Mongabay não inventou esse campo. O que ela fez, aos poucos e, por vezes, sem intenção, foi ocupar um espaço que muitos veículos maiores vinham deixando para trás: uma cobertura contínua e detalhada sobre ecossistemas e comunidades distantes dos centros de poder, produzida a partir da premissa de que esses lugares eram relevantes por si mesmos. Durante boa parte de sua existência, a Mongabay se concentrou no que acontece nas margens da atenção global. Florestas tropicais, recifes de coral, pesca em pequenas ilhas, territórios indígenas e fronteiras de mineração distantes raramente recebem tanta atenção quanto eleições, guerras ou crises financeiras. Ainda assim, esses lugares costumam estar no centro dos riscos planetários. Fazer uma boa cobertura deles exige tempo, conhecimento local e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/sobre-o-legado-da-mongabay/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como o etnobotânico indígena Pataxó HãHãHãi e anciãos registraram o conhecimento medicinal de seu povo na Bahia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/</link>
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					<pubDate>13 Ago 2026 07:00:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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							<![CDATA[América, América Do Sul, América Latina, Bahia e Brasil]]>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Ativismo, Biodiversidade, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Indígenas, Medicina tradicional, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Saúde, Socioambiental e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à Mongabay, em sua horta com várias plantas medicinais em sua terra ancestral no sul da Bahia. Ao lado da anciã indígena do povo Kariri-Sapuyá está uma grandiosa árvore embaúba (Cecropia pachystachya), usada para tratar diabetes e problemas de próstata. “Era ali a nossa mata… Derrubaram tudo. Tudo foi descampado aqui. E acabaram com a mata.” Dona Marta contou que algumas espécies nativas como a embaúba foram plantadas no quintal de sua casa na aldeia Caramuru há 44 anos, no processo de retomada do território. Outras, no entanto, desapareceram nas últimas décadas, quando invasores entraram na área e derrubaram florestas para dar lugar a pastagens de gado, acrescentou. Ela lamentou o sumiço de uma planta específica: puaia, usada para tratar dor de barriga, cansaço, picadas de cobra, peste — uma doença que, segundo os anciãos, provocava febre, dores de cabeça, e deixava o corpo todo retorcido  — e outras enfermidades. “Ficava ali na mata&#8221;, lembrou Dona Marta, apontando para as montanhas desmatadas. “Acabou tudo.” Em 27 de dezembro de 2025, Dona Marta faleceu. Seu conhecimento, no entanto, está vivo em um artigo publicado no Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine que a citou, de autoria do etnobotânico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Da indústria à mesa, macroalgas ganham espaço no Brasil</title>
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					<pubDate>12 Ago 2026 17:34:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Comida, Comunidades Tradicionais, Oceanos, Pesca, Povos Tradicionais e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Em Paraty (RJ), uma família caiçara transformou o cultivo de algas em gastronomia.</p>
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							<![CDATA[Aparecida Rosa Ayres costuma dizer que conhece algas marinhas desde que estava no ventre da mãe, por conta das histórias que ela contava. Diz que sua mãe, quando criança, usava algas como cabelos nas brincadeiras na praia. Hoje com 47 anos, Aparecida, de origem caiçara, deu novo sentido às algas: são o ingrediente principal do Rancho Ayres, seu restaurante na praia de São Gonçalo, em Paraty, no Rio de Janeiro. As algas da infância da mãe eram as nativas da baía da Ilha Grande, mas o que virou comida nas mãos da cozinheira foi uma espécie de origem filipina, a macroalga Kappaphycus alvarezii, que ela conheceu em 2013. Oito anos depois, ela participou de um curso de capacitação, oferecido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a prefeitura de Paraty, sobre os usos potenciais da algicultura na bioeconomia da região. Desse curso surgiu o Algas na Mesa Paraty, uma iniciativa que combina o que ela chama de “gastronomia algácea” e resgate histórico nas praias de São Gonçalo e São Gonçalinho. “Nós somos filhas das águas, nascemos no maritório, então o uso das algas vem como uma forma de resistência e permanência para preservar o território”, conta Aparecida, que descende de uma das famílias caiçaras tradicionais deslocadas de suas casas na faixa de areia durante a construção da Rodovia Rio-Santos (BR-101), realizada entre 1969 e 1975. As praias, porém, continuaram sendo usadas pelos caiçaras para trabalho e lazer, e foi ali que as famílias ergueram os chamados ranchos, estruturas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/da-industria-a-mesa-macroalgas-ganham-espaco-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Antas, morcegos e ninhos: como o plástico se infiltra na fauna amazônica</title>
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					<pubDate>11 Ago 2026 10:00:31 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Aves, Fauna, Insetos, Mamíferos, Peixes, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Na foz do Amazonas, aves já constroem ninhos azuis com plástico descartado.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/antas-morcegos-e-ninhos-como-o-plastico-se-infiltra-na-fauna-amazonica/" data-wpel-link="internal">Antas, morcegos e ninhos: como o plástico se infiltra na fauna amazônica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Esta é a terceira e última reportagem de uma série especial sobre microplásticos na Amazônia. Leia a primeira e a segunda reportagens. MANAUS, AM — Saindo da capital amazonense e subindo o rio Negro de barco, o percurso até o Parque Nacional de Anavilhanas leva de oito a nove horas, ao longo de aproximadamente 100 quilômetros. A unidade de conservação foi criada para proteger um dos maiores arquipélagos de água doce do mundo, com mais de 400 ilhas e 60 lagos. Entre eles está o lago do Prato, com cerca de 3,5 quilômetros de comprimento e 1,5 quilômetro de largura. Mesmo ali, em uma área protegida e distante da pressão urbana, microplásticos foram encontrados no trato digestivo dos peixes. Um recente estudo registrou microplásticos nas águas do lago do Prato em concentração média de 0,25 partículas por litro, e também nos peixes analisados, independentemente de seus hábitos alimentares — uma média de 3,3 partículas por peixe. No total, cerca de oito em cada dez peixes continham microplásticos. Mesmo em uma área conservada e afastada dos centros urbanos. “Devido a toda a dinâmica de conectividade que existe entre os ambientes aquáticos na Amazônia, encontra-se o plástico até mesmo nos lugares mais remotos”, explica o biólogo Adalberto Val, um dos autores do trabalho. O caminho provável do plástico começa antes do lago. A maioria das partículas encontradas nos peixes analisados era formada por filamentos de poliamida, também conhecida como náilon, além de fragmentos de materiais como o PET. Fibras de roupas sintéticas,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/antas-morcegos-e-ninhos-como-o-plastico-se-infiltra-na-fauna-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Tambaqui na lista de espécies ameaçadas: pescadores buscam soluções para evitar perdas</title>
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					<pubDate>10 Ago 2026 13:35:50 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Animais, Biodiversidade, Conservação, Espécies Ameaçadas, Governança, Lei Ambiental, Peixes e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Pescador na Amazônia há 38 anos, Josué de Castro disse que ficou muito surpreso ao saber que o tambaqui (Colossoma macropomum), peixe que representa 20% de sua renda mensal, agora é uma espécie ameaçada e que ele corre o risco de não ter mais permissão para pescá-lo. &#8220;Vai ter um impacto grande na vida dos [&#8230;]</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Pescador na Amazônia há 38 anos, Josué de Castro disse que ficou muito surpreso ao saber que o tambaqui (Colossoma macropomum), peixe que representa 20% de sua renda mensal, agora é uma espécie ameaçada e que ele corre o risco de não ter mais permissão para pescá-lo. &#8220;Vai ter um impacto grande na vida dos pescadores e ribeirinhos que dependem da pesca&#8221;, afirmou Castro, que vive na comunidade São Raimundo do Jarauá, no Amazonas, à Mongabay, por telefone. &#8220;Dentro da nossa área, eu acho que ainda não está em extinção não, tem bastante aqui ainda.&#8221; Um dos peixes mais consumidos na Amazônia, o tambaqui foi incluído na lista oficial de espécies de peixes e invertebrados aquáticos da fauna brasileira ameaçadas de extinção, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) em abril deste ano. A partir do final de outubro, sua pesca poderá ser proibida em todo o país se um plano de recuperação não for implementado até lá, disse Braulio Dias, diretor do departamento de conservação e uso sustentável da biodiversidade do MMA. &#8220;A entrada na lista não significa proibição de pesca desde que seja aprovado um plano de recuperação populacional proposto por especialistas, sob a coordenação do MMA&#8221;, explicou Dias à Mongabay, em uma mensagem de texto. Ele acrescentou que a Portaria Nº 1.666, publicada no Diário Oficial da União no mesmo dia da lista de 28 de abril, estabeleceu um prazo de 180 dias para a aprovação do plano, o que seria em 25&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/tambaqui-na-lista-de-especies-ameacadas-pescadores-buscam-solucoes-para-evitar-perdas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>PL de minerais críticos avança sem considerar riscos, alertam especialistas</title>
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					<pubDate>06 Ago 2026 14:17:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gabriel Corrêa Cillo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Garimpo, Lei Ambiental e Mineração]]>
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							<![CDATA[<p>Um novo projeto de lei quer alavancar o papel do Brasil na corrida global dos minerais críticos. Mas qual será o preço para o meio ambiente?</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/pl-de-minerais-criticos-avanca-sem-considerar-riscos-alertam-especialistas/" data-wpel-link="internal">PL de minerais críticos avança sem considerar riscos, alertam especialistas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em maio de 2026, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei (PL) que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A proposta, que agora tramita no Senado Federal, é o primeiro marco regulatório específico para o setor no Brasil. O país detém a segunda maior reserva mundial de terras raras — um dos chamados minerais críticos —, com cerca de 21 milhões de toneladas. A quantidade equivale a 23% do total global, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos. No entanto, pesquisadores argumentam que o PL 2780/2024 apresenta diversos problemas em sua concepção. Especialistas consultados pela Mongabay entendem que o projeto amplia os incentivos à extração mineral sem fortalecer mecanismos efetivos de proteção à natureza. Os debates surgem em meio à febre global por minerais críticos. A tendência ganha força à medida que elementos como lítio, níquel e cobre, entre outros, tornam-se indispensáveis à produção de baterias, painéis solares e turbinas eólicas, estruturas centrais para a transição energética. Equipamentos militares e semicondutores (atualmente em evidência pelo ‘boom’ da inteligência artificial) também entram nessa conta. Ricardo Assis Gonçalves, professor de geografia e pesquisador em temas de mineração da Universidade Estadual de Goiás (UEG), vê com preocupação o avanço do projeto sem a criação de contrapartidas ambientais. “O Brasil é marcado por um modelo de mineração predatório das águas, dos ecossistemas, das paisagens e da saúde dos trabalhadores. Trata-se de uma atividade intensiva no consumo de energia e água, voltada fundamentalmente para a exportação de minerais, aprofundando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/pl-de-minerais-criticos-avanca-sem-considerar-riscos-alertam-especialistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Justiça manda demarcar terra e pedir desculpas aos Kajkwakratxi-Tapayuna</title>
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					<pubDate>05 Ago 2026 07:24:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Mato Grosso]]>
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							<![CDATA[Cultura Indígena, Indígenas, Justiça Social, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>A Justiça Federal deu à União e à Funai 24 meses para concluir a demarcação do território tradicional do povo indígena Kajkwakratxi-Tapayuna, no noroeste de Mato Grosso. A decisão se baseou em provas que documentam décadas de omissão do poder público diante de massacres, deslocamentos forçados e outras violações dos direitos humanos cometidas contra os [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/08/justica-manda-demarcar-terra-e-pedir-desculpas-aos-kajkwakratxi-tapayuna/" data-wpel-link="internal">Justiça manda demarcar terra e pedir desculpas aos Kajkwakratxi-Tapayuna</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A Justiça Federal deu à União e à Funai 24 meses para concluir a demarcação do território tradicional do povo indígena Kajkwakratxi-Tapayuna, no noroeste de Mato Grosso. A decisão se baseou em provas que documentam décadas de omissão do poder público diante de massacres, deslocamentos forçados e outras violações dos direitos humanos cometidas contra os Kajkwakratxi-Tapayuna. A sentença, proferida em 11 de junho pelo juiz federal Pablo Kipper Aguilar, também determinou a realização de uma cerimônia pública de pedido de desculpas e o pagamento de R$ 10 milhões por danos morais coletivos. “Foi uma caminhada muito difícil”, disse Yaiku Suya Tapayuna, liderança do povo Kajkwakratxi-Tapayuna, à Operação Amazônia Nativa (OPAN). “É uma decisão com a qual sonhávamos e agora estamos comemorando essa vitória.” Ao fundamentar a sentença, o juiz retomou décadas de registros de violência contra os Kajkwakratxi-Tapayuna. Entre eles está o massacre de 1953, marcado por ataques armados e envenenamento deliberado. Um relatório publicado em 1967, durante a ditadura militar, documentou que uma empresa de extração de borracha deixou à margem de um rio, no território tapayuna, um saco de açúcar contaminado por arsênico para ser consumido pelos indígenas. Na década de 1960, outro envenenamento envolveu carne contaminada por carrapaticida. Em 1969, uma expedição “mal planejada”, liderada por um agente da Funai, teria introduzido o vírus da gripe entre os Kajkwakratxi-Tapayuna. Um relato publicado pela imprensa nacional na época descreveu “cadáveres de índios atacados pela gripe e crianças mamando no seio de suas mães mortas”. Os sobreviventes foram retirados&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/08/justica-manda-demarcar-terra-e-pedir-desculpas-aos-kajkwakratxi-tapayuna/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Projeto ‘redescobre’ Tocantins como berço de abelhas nativas do Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/</link>
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					<pubDate>04 Ago 2026 08:31:49 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Annady Borges]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil, Cerrado e Tocantins]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Biodiversidade, Cerrado, Entrevistas, Insetos, Novas espécies, Soluções e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em entrevista à Mongabay, pesquisador fala sobre a importância das abelhas para além da produção de mel e apontou desafios para a ciência na busca por maior proteção às espécies. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Projeto ‘redescobre’ Tocantins como berço de abelhas nativas do Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
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							<![CDATA[Apaixonado por um pequeno inseto que mudaria sua história, o biólogo paulista Waldesse Piragé de Oliveira Júnior dedica parte da sua vida ao estudo das abelhas. A jornada teve início em 1992, em Uberlândia (MG), durante sua graduação. Foi em meio à saga universitária que o então estudante começou a trabalhar com a Apis mellifera, espécie de abelha mais utilizada no país para a melicultura — e fundamental para a polinização. Acompanhe a Mongabay Brasil! Nos adicione como fonte preferencial no Google. O interesse de Piragé por esses insetos continuou em seus estudos de mestrado e doutorado em genética e bioquímica, respectivamente, entre 1997 e 2003. Foi nesse período que o biólogo passou a se dedicar às espécies nativas sem ferrão (o caso da maioria das abelhas brasileiras). Suas linhas de pesquisa o levariam ao Cerrado, bioma predominante no Tocantins. Em 2004, ele deixou Uberlândia e se mudou para Palmas, a capital do estado, onde hoje atua como pesquisador e professor de engenharia ambiental da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Anos depois, em 2016, o entusiasta das abelhas fundaria o “BeeTech”, um grupo que pesquisa o manejo, a conservação e a biologia desses insetos. Além da produção científica, a iniciativa desenvolve projetos de extensão, iniciativas das universidades brasileiras que levam o conhecimento acadêmico para a sociedade por meio de ações junto a comunidades, produtores rurais e escolas no campo. Segundo o pesquisador, a ausência de registros das espécies de abelhas no Tocantins foi uma de suas principais motivações para tirar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</title>
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					<pubDate>03 Ago 2026 08:26:55 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Felipe Sabrina]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Maranhão]]>
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							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Ativismo, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Corrupção, Crime Ambiental, Direitos humanos, Justiça Social, Lei Ambiental, Madeira e Madeireiras]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2015, Raimundo Rodrigues foi assassinado por fazendeiros no Maranhão. Maria, sua esposa, sobreviveu. Mas deixou de existir para continuar viva.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Por volta de 1 da manhã do dia 29 de abril de 2026, no salão do júri da Comarca de Bom Jardim, no Maranhão, o juiz Philipe Silveira da Cunha quantificou publicamente o destino do ex-policial militar Francisco da Silva Sousa: “Fica o réu definitivamente condenado a 35 anos e quatro meses de reclusão. Fixo o regime fechado para o início do cumprimento da pena”, anunciou o juiz ao microfone, em pé, diante do réu, dos jurados, dos promotores de justiça e dos advogados de defesa e acusação, sob as luzes brancas do salão que iluminaram mais de 16 horas de julgamento, iniciado na manhã do dia anterior. O ex-policial, de 66 anos, saiu direto dali para a prisão. Da Silva, como é conhecido, foi considerado culpado pelo júri popular por arquitetar o assassinato do ambientalista e camponês Raimundo dos Santos Rodrigues, 54 anos, e a tentativa de homicídio da esposa de Raimundo, Maria*, com 37 anos à época. O crime aconteceu no dia 25 de agosto de 2015, ali mesmo em Bom Jardim, dentro da Reserva Biológica do Gurupi, unidade de conservação federal administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio. Raimundo, Maria, seus seis filhos e outras cerca de 38 famílias camponesas viviam acampadas, desde 2009, na comunidade Brejinho Rio da Onça II, situada dentro da reserva, à espera de uma resolução do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para regularizar sua situação como assentados da reforma agrária — ali ou em outro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Proteção a indígenas isolados vive ‘lentidão e desinteresse’, diz procurador</title>
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					<pubDate>31 Jul 2026 07:47:04 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Indígenas, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2011, uma ordem de restrição ao uso da terra foi aplicada, pela primeira vez, à Terra Indígena (TI) Ituna/Itatá, localizada nos municípios de Altamira e Senador José Porfírio, no Pará. Com 142 mil hectares de extensão, a TI abriga povos indígenas em isolamento voluntário. A interdição administrativa tinha por objetivo proteger esses mesmos grupos [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Em 2011, uma ordem de restrição ao uso da terra foi aplicada, pela primeira vez, à Terra Indígena (TI) Ituna/Itatá, localizada nos municípios de Altamira e Senador José Porfírio, no Pará. Com 142 mil hectares de extensão, a TI abriga povos indígenas em isolamento voluntário. A interdição administrativa tinha por objetivo proteger esses mesmos grupos isolados, uma vez que sua aplicação proibia a entrada de pessoas não autorizadas. No entanto, com o tempo, as taxas de perda de floresta aumentaram — assim como as invasões. Em 2019, a TI Ituna/Itatá já chamava a atenção por ser um dos territórios indígenas com os maiores índices de perda de cobertura florestal, sobretudo devido à atividade de grileiros, um dos vetores do desmatamento na Amazônia. No Brasil, portarias de restrição ao uso da terra são utilizadas para proteger povos originários em isolamento. Trata-se de uma ferramenta temporária, à qual se recorre quando um determinado processo de demarcação de terra ainda não foi concluído. Na prática, porém, o cenário é difuso. Como a Mongabay mostrou em reportagens recentes, a restrição costuma ser renovada várias vezes ao longo dos anos, enquanto o processo formal de demarcação das terras segue sem desfecho. Além disso, as portarias nem sempre são eficazes na proteção dos povos locais contra o assédio de invasores. Em 2022, após uma nova ordem de restrição válida para o território, a TI Ituna/Itatá perdeu 2,2 mil hectares de cobertura florestal — cerca de 1,5% de sua área total, segundo análises de satélite. A renovação&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/protecao-a-indigenas-isolados-vive-lentidao-e-desinteresse-diz-procurador/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Quilombo resiste onde o São Francisco encontra o mar</title>
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					<pubDate>30 Jul 2026 08:53:43 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carolina de Marchi]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agroecologia, Agrotóxicos, Água, Alimentos, Biodiversidade, Caatinga, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Demarcação Territorial, Manguezais, Povos Tradicionais, Quilombolas, Recursos hídricos, Socioambiental e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>BREJÃO DOS NEGROS, SE — É difícil dizer onde um termina e o outro começa. Bem aqui, onde o rio São Francisco bate no meio do mar, as ondas encrespam a superfície da água cristalina. No lençol azulado que parece não ter fim, costura-se o verde das ilhas, ilhotas, terras férteis cobertas de vestígios de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/quilombo-resiste-onde-o-rio-sao-francisco-encontra-o-mar/" data-wpel-link="internal">Quilombo resiste onde o São Francisco encontra o mar</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[BREJÃO DOS NEGROS, SE — É difícil dizer onde um termina e o outro começa. Bem aqui, onde o rio São Francisco bate no meio do mar, as ondas encrespam a superfície da água cristalina. No lençol azulado que parece não ter fim, costura-se o verde das ilhas, ilhotas, terras férteis cobertas de vestígios de Mata Atlântica, o branco das dunas, pequenos portos, além das lagoas marginais e manguezais, muitos manguezais: patrimônios biológicos, berçários de inúmeras espécies. Mas nem sempre essa beleza pertenceu a quem nela vivia. Vestígios de plantações de algodão e de mais de 20 engenhos dão notícia de uma outra época, anterior à Lei Áurea. Ali se concentrava a maior parte das pessoas escravizadas do Baixo São Francisco. Como o lugar também tinha muita mata nativa, era ideal para acolher os fugidos. Então, era conhecido como Refúgio dos Negros. Pois, mesmo depois do documento assinado pela Princesa Isabel, o povo que vivia da pesca artesanal e da terra tinha liberdade limitada. A terra onde moravam e plantavam havia gerações era entendida como propriedade dos fazendeiros da região, supostos donos que, tivessem título ou não, exerciam ali um domínio incontestado. Era cerca e mata-burro para todo o lado; se sentiam presos em seu próprio território. Assim contam os moradores do Território Quilombola Brejão do Negros, a 120 km da capital sergipana, Aracaju. “Era assim: se a senhora bater três alqueires de arroz, dois é para o fazendeiro e um é da senhora. Desse seu, ainda vai pagar todas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/quilombo-resiste-onde-o-rio-sao-francisco-encontra-o-mar/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Planta secreta da Amazônia pode ser nova fonte de ibogaína para tratamento de dependência</title>
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					<pubDate>29 Jul 2026 10:45:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[África e Amazônia]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Conservação de Florestas Tropicais, Florestas, Produtos da Floresta, Saúde e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>Há gerações, povos da África equatorial fazem uso da iboga (Tabernanthe iboga) em práticas espirituais. No Gabão, a planta ocupa um lugar central na tradição Bwiti. Um de seus componentes é a ibogaína, substância psicoativa que cientistas vêm estudando como possível ferramenta clínica no tratamento da dependência de drogas. Relatos sugerem que a ibogaína pode [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/planta-secreta-da-amazonia-pode-ser-nova-fonte-de-ibogaina-para-tratamento-de-dependencia/" data-wpel-link="internal">Planta secreta da Amazônia pode ser nova fonte de ibogaína para tratamento de dependência</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Há gerações, povos da África equatorial fazem uso da iboga (Tabernanthe iboga) em práticas espirituais. No Gabão, a planta ocupa um lugar central na tradição Bwiti. Um de seus componentes é a ibogaína, substância psicoativa que cientistas vêm estudando como possível ferramenta clínica no tratamento da dependência de drogas. Relatos sugerem que a ibogaína pode reduzir os sintomas de abstinência e a fissura por opioides como heroína e metadona, proporcionando um efeito que pode ser descrito como uma &#8220;reiniciação&#8221; neurobiológica. Embora o uso medicinal da ibogaína ainda não seja totalmente regulamentado, a crescente procura internacional pela substância — sobretudo por clínicas privadas para tratamento da dependência — tem estimulado a coleta ilegal e o contrabando da iboga, colocando a planta africana em risco. O arbusto leva até 30 anos para amadurecer e produz apenas 1 grama de ibogaína, e a extração tradicional geralmente requer arrancar a planta pela raiz, destruindo-a. A escassez levou o governo do Gabão a proibir sua exportação. Recentemente, uma descoberta foi feita na floresta amazônica, proveniente de uma espécie mantida em sigilo. A identidade dessa planta permanece um segredo rigorosamente guardado pelo pesquisador brasileiro Ricardo Marques, que passou quase dois anos localizando a planta e estudando sua ecologia. A espécie, segundo ele, contém um precursor químico que pode ser transformado em ibogaína por meio de um método de coleta novo e potencialmente sustentável, permitindo que a planta se regenere após a extração. Ao manter o nome em sigilo, enquanto capacita famílias locais para a sua coleta,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/planta-secreta-da-amazonia-pode-ser-nova-fonte-de-ibogaina-para-tratamento-de-dependencia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>‘Falar de agroecologia é falar de autonomia no campo’, diz Olga Muthambe</title>
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					<pubDate>28 Jul 2026 08:34:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Far Vubil]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Agroecologia, Ativismo, Conflitos, Conflitos sociais, Direitos humanos, Entrevistas, Extrativismo, Justiça Social e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/" data-wpel-link="internal">‘Falar de agroecologia é falar de autonomia no campo’, diz Olga Muthambe</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. A entidade procura trabalhar sobretudo com moçambicanas em situação de vulnerabilidade social.  O deslocamento da população local, com implicações para os seus meios de subsistência, a expropriação e a concentração de recursos e da terra estão entre os efeitos negativos mais comumente identificados como desdobramentos do extrativismo, que muitas vezes consiste na apropriação da natureza por meio da exploração do trabalho. Segundo a Hikone Moçambique, o extrativismo ainda fragiliza a soberania alimentar e agrava desigualdades, afetando desproporcionalmente as mulheres — que perdem alternativas de geração de renda. A Hikone foi cofundada pela ativista social moçambicana Olga Muthambe, atual diretora-executiva da organização. Feminista, praticante de desenvolvimento comunitário, professora autodidata e mãe de sete filhos, ela possui mais de 30 anos de experiência no trabalho com comunidades rurais. Na década de 1990, Muthambe trabalhou com mulheres e jovens em projetos de reabilitação após os anos da guerra civil de Moçambique (1977-1992), coordenando iniciativas para garantir segurança alimentar.  Décadas depois, em 2021, com o prolongamento  de outro conflito armado em Cabo Delgado, a ONG expandiu seu trabalho para apoiar mulheres afetadas pela violência e pelo deslocamento forçado — que, só nessa província, afetou cerca de um milhão de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Fim da Moratória da Soja pode custar 1,4 milhão de hectares à Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/07/fim-de-moratoria-da-soja-pode-custar-14-milhao-de-hectares-a-amazonia/</link>
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					<pubDate>27 Jul 2026 09:09:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Carbono, Commodities, Dióxido de Carbono, Gases de Efeito Estufa, Grilagem e Soja]]>
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							<![CDATA[<p>Uma área de floresta equivalente a quase dez vezes o município de São Paulo (ou 1,4 milhão de hectares) é o que a Amazônia poderá perder nos próximos dez anos com o desmantelamento da Moratória da Soja, pacto voluntário que vetava a compra do grão cultivado em áreas desmatadas. Criada em 2006, a aliança perdeu [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Uma área de floresta equivalente a quase dez vezes o município de São Paulo (ou 1,4 milhão de hectares) é o que a Amazônia poderá perder nos próximos dez anos com o desmantelamento da Moratória da Soja, pacto voluntário que vetava a compra do grão cultivado em áreas desmatadas. Criada em 2006, a aliança perdeu força este ano com a desfiliação de empresas e entidades do setor. As perspectivas de desmatamento em um cenário sem o acordo são tema de uma nova análise, publicada em julho. Segundo o artigo, a perda adicional de vegetação para a soja até 2036 representaria cerca de 17% da área total desmatada na Amazônia brasileira na última década. Os autores também chamam a atenção para o possível aumento das emissões de gases de efeito estufa: o estudo estima que 745 milhões de toneladas adicionais de CO2 equivalente (MtCO2e) seriam lançadas na atmosfera no mesmo período — uma quantidade semelhante ao total emitido anualmente em todo o território do Canadá, segundo relatórios da União Europeia. A análise aponta que o fim da moratória expõe áreas críticas do bioma à expansão agrícola e destaca a propensão ao desmatamento em terras privadas, onde 9,1 milhões de hectares de áreas aptas ao cultivo da soja poderiam ser derrubados legalmente nos próximos anos, conforme previsto pelo Código Florestal. Os números são ainda mais expressivos em florestas públicas não destinadas, onde mais de 28 milhões de hectares (o equivalente ao território do Equador) “sofrerão pressão adicional decorrente da especulação fundiária”. De&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/07/fim-de-moratoria-da-soja-pode-custar-14-milhao-de-hectares-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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