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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Tracajás da Amazônia entram na lista de espécies ameaçadas pela primeira vez</title>
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					<pubDate>21 Jul 2026 18:31:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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							<![CDATA[<p>Alimento tradicional  para as comunidades amazônicas, os cágados, conhecidos na região como tracajás, foram incluídos na lista brasileira de fauna ameaçada de extinção pela primeira vez. O cágado-iaçá (Podocnemis sextuberculata) teve seu risco elevado de quase ameaçado para em perigo em uma nova lista publicada recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Alimento tradicional  para as comunidades amazônicas, os cágados, conhecidos na região como tracajás, foram incluídos na lista brasileira de fauna ameaçada de extinção pela primeira vez. O cágado-iaçá (Podocnemis sextuberculata) teve seu risco elevado de quase ameaçado para em perigo em uma nova lista publicada recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Os tracajás foram considerados como quase ameaçados por muito tempo, mas essa é a primeira vez que uma de suas espécies foi classificada como em perigo, disse Marília Marini, coordenadora-geral de estratégias de conservação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). &#8220;Para a Amazônia, o principal destaque é a entrada do tracajá&#8221;, afirmou Marini à Mongabay, por telefone. &#8220;Essa é uma situação mais delicada porque também envolve populações que o utilizam. Então, temos que ter todo um cuidado na comunicação, em como direcionar ações que não as afetem.&#8221; Apesar dos programas de proteção e esforços de conservação, as populações de cágado-iaçá nos últimos 36 anos — equivalentes a três gerações — diminuíram mais de 50% no estado do Amazonas e no oeste do estado do Pará, o que representa aproximadamente 70% da distribuição total da espécie, levando-a à classificação em perigo, de acordo com o Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade do ICMBio (SALVE). Cágado-iaçá (Podocnemis sextoberculata). Foto: © Rafael Bernhard via iNaturalist (CC BY 4.0). Cágado-iaçá (Podocnemis sextoberculata). Foto: © Andrés Camilo Montes-Correa via iNaturalist. Atingindo um comprimento máximo de 34 centímetros  e peso de 3,5 quilogramas , o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Indígenas rejeitam hidrovia do Tapajós enquanto governo acelera dragagem</title>
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					<pubDate>20 Jan 2026 06:49:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[André Schröder]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Conservação, Florestas, Florestas Tropicais, Infraestrutura, Peixes, Pesca, Povos Tradicionais, Répteis e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Em 7 de novembro, indígenas Tupinambá e de outros povos ocuparam o Rio Tapajós com pequenas embarcações por algumas horas, abordando balsas que transportavam soja e outras commodities perto da cidade de Santarém, no Pará. Eles protestaram pacificamente, exibindo faixas com mensagens como “o agro passa, a destruição fica”, para denunciar impactos socioambientais de uma [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 7 de novembro, indígenas Tupinambá e de outros povos ocuparam o Rio Tapajós com pequenas embarcações por algumas horas, abordando balsas que transportavam soja e outras commodities perto da cidade de Santarém, no Pará. Eles protestaram pacificamente, exibindo faixas com mensagens como “o agro passa, a destruição fica”, para denunciar impactos socioambientais de uma hidrovia na região e de outros projetos de infraestrutura que visam transformar o Baixo Tapajós em um dos principais corredores logísticos de exportação da Amazônia brasileira. A hidrovia do Rio Tapajós é um projeto de infraestrutura em andamento. Ela se estende por cerca de 250 quilômetros, ligando o porto de Miritituba, na cidade de Itaituba, um importante centro logístico intermodal para commodities agrícolas e minerais, a Santarém, onde o Tapajós encontra o Rio Amazonas, que dá acesso ao Oceano Atlântico. Nos últimos 10 anos, o tráfego de carga nessa rota cresceu significativamente, impulsionado pela pavimentação da BR-163, a principal ligação entre os estados produtores do Centro-Oeste e o início da hidrovia do Tapajós. O rio há muito tempo serve como rota de transporte e viagem. Entretanto, para atender aos interesses do agronegócio, da mineração e de outros setores, o governo brasileiro decidiu expandir a sua capacidade. O plano consiste em consolidar a hidrovia do Tapajós como um dos corredores prioritários de exportação do chamado projeto Arco Norte, um termo informal usado para descrever um conjunto de projetos de infraestrutura para melhorar a eficiência logística na região Norte do Brasil. Em 14 de novembro, indígenas Munduruku&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/indigenas-rejeitam-hidrovia-do-tapajos-enquanto-governo-acelera-dragagem/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisadores usam luz infravermelha para identificar ‘assinatura única’ de espécies ameaçadas</title>
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					<pubDate>23 Jun 2025 10:53:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Miguel Monteiro]]>
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							<![CDATA[Anfíbios, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Fauna, Florestas Tropicais, Répteis, Soluções e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>A experiência de observar as compras deslizando no caixa de um supermercado é quase universal. Nesse processo cotidiano, um aparelho eletrônico escaneia o código de barras e identifica cada produto. Há, no entanto, uma explicação técnica por trás do “bipe”: sem que os olhos possam ver, o aparelho emite um feixe de ondas eletromagnéticas que [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A experiência de observar as compras deslizando no caixa de um supermercado é quase universal. Nesse processo cotidiano, um aparelho eletrônico escaneia o código de barras e identifica cada produto. Há, no entanto, uma explicação técnica por trás do “bipe”: sem que os olhos possam ver, o aparelho emite um feixe de ondas eletromagnéticas que mede a quantidade de luz refletida pelo objeto. As características da leitura são únicas para cada item, permitindo a diferenciação. Chamada de Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIR, em sua sigla em inglês), a tecnologia é utilizada para analisar amostras de diferentes materiais e encontra muitas formas de aplicação – seja para o controle de qualidade na agricultura ou para o monitoramento da oxigenação do sangue no ramo médico. Seria possível, então, reproduzir essa prática comum de escaneamento na identificação de espécies em florestas tropicais, como a Amazônia? A ciência tem a resposta. À medida que o sol se põe, a densa área verde da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no estado do Amazonas, escurece em um piscar de olhos. O sumiço da luz é embalado pelo zumbido dos carapanãs, como são chamadas as diferentes espécies de mosquito nesta região. O barulho acompanha Kelly Torralvo, pesquisadora titular do Grupo de Pesquisa em Ecologia de Vertebrados Terrestres do Instituto Mamirauá. Enquanto caminha lentamente por uma trilha, acompanhada de sua lanterna, ela procura por répteis e anfíbios entre os galhos e as folhas. Os animais são coletados e levados de volta ao laboratório da base de campo que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/pesquisadores-usam-luz-infravermelha-para-identificar-assinatura-unica-de-especies-ameacadas-2/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Três mulheres na linha de frente da proteção costeira no Brasil</title>
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					<pubDate>09 Jun 2025 07:44:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mayala Fernandes]]>
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							<![CDATA[Anfíbios, Aves, Caça, Comércio de Vida Selvagem, Conservação, Fauna, Felinos, Insetos, Mamíferos, Manguezais, Oceanos, Peixes, Pesca, Primatas, recifes de coral, Répteis e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Um grupo de cientistas brasileiras vem se destacando na pesquisa e proteção da biodiversidade marinha e costeira no país. Inspiradas pelo primeiro contato marcante com o oceano, elas são hoje referências em suas áreas e lideram ações que combinam pesquisa científica, conservação ambiental e participação em políticas públicas. Camila Domit, coordenadora técnica das ações com [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um grupo de cientistas brasileiras vem se destacando na pesquisa e proteção da biodiversidade marinha e costeira no país. Inspiradas pelo primeiro contato marcante com o oceano, elas são hoje referências em suas áreas e lideram ações que combinam pesquisa científica, conservação ambiental e participação em políticas públicas. Camila Domit, coordenadora técnica das ações com tartarugas-marinhas; Cassiana Baptista Metri, responsável pelos estudos sobre fauna de manguezal; e Fernanda Possatto, coordenadora de pesquisas sobre microplástico, integram o Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar), patrocinado pela Petrobras e pelo governo federal. Com linhas de pesquisa variadas, as cientistas monitoram a dinâmica dos ecossistemas costeiros e marinhos na interface com a Mata Atlântica. Seus estudos sobre comportamento da fauna e da flora, aliados à atuação em projetos de educação ambiental e à formulação de políticas públicas, vêm garantindo avanços na conservação do litoral paranaense. A importância desses esforços é reforçada por dados globais. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que cerca de 3 bilhões de pessoas dependam diretamente da biodiversidade marinha e costeira para sobreviver. O valor agregado estimado do mercado de recursos marinhos até 2030 é de U$ 3 trilhões, segundo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), responsável por 5% a 6% da economia global real e 40 milhões de empregos diretos. Sem a preservação dos oceanos, não apenas o clima global é ameaçado, mas a sobrevivência humana também sofre impactos diretos. Mais da metade do oxigênio do planeta é produzido pelos oceanos, que ainda armazenam&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Nova espécie de cobra é descoberta no Cerrado</title>
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					<pubDate>26 Mar 2025 15:05:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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							<![CDATA[Cerrado]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Conservação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Incêndios, Queimadas e Répteis]]>
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							<![CDATA[<p>Uma nova espécie de cobra-papagaio permaneceu quase nove anos numa coleção científica brasileira sem ser identificada. Ela lembrava muito uma espécie semelhante, com tons brilhantes de verde e amarelo. Mas um detalhe a diferenciava: uma listra preta chamativa no focinho, como se fosse um bigode. Quando cientistas a analisaram mais detidamente, suspeitaram que ela tinha [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/nova-especie-de-cobra-descoberta-no-cerrado/" data-wpel-link="internal">Nova espécie de cobra é descoberta no Cerrado</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma nova espécie de cobra-papagaio permaneceu quase nove anos numa coleção científica brasileira sem ser identificada. Ela lembrava muito uma espécie semelhante, com tons brilhantes de verde e amarelo. Mas um detalhe a diferenciava: uma listra preta chamativa no focinho, como se fosse um bigode. Quando cientistas a analisaram mais detidamente, suspeitaram que ela tinha ainda mais diferenças. “Inicialmente, pensamos que era uma espécie conhecida”, conta o biólogo Diego Santana, pós-graduando da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e coautor de um estudo recente sobre a serpente. “Mas quando examinamos seu DNA e sua morfologia, percebemos que era uma espécie nova.” Batizada de Leptophis mystacinus, do grego mystax, que significa “bigode”, a cobra foi reconhecida como uma nova espécie em janeiro de 2025. Atingindo até 86 centímetros de comprimento, é uma serpente arbórea e não venenosa, que se alimenta de pequenos lagartos e aves entre os galhos das árvores. Pesquisadores suspeitam que a espécie seja endêmica do Cerrado, savana tropical que, embora venha reduzindo de tamanho por conta da destruição, continua sendo um dos biomas mais biodiversos da Terra. Ao contrário do que ocorre na Floresta Amazônica, a legislação ambiental que protege o Cerrado não é tão dura, e mais da metade da vegetação nativa do bioma foi devastada para dar lugar ao plantio de soja e à criação de gado. “A serpente depende de formações florestais específicas que já são raras, e com a rápida devastação do bioma, é provável que ela esteja sob algum nível de ameaça”,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/nova-especie-de-cobra-descoberta-no-cerrado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil lança Metas Nacionais de Biodiversidade, mas não sabe qual o custo de implantá-las</title>
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					<pubDate>10 Mar 2025 13:45:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Anfíbios, Aves, Caça, Comércio de Vida Selvagem, Fauna, Felinos, Insetos, Mamíferos, Peixes, Pesca, Primatas, Répteis e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Publicadas no último dia 20 de fevereiro, as Metas Nacionais de Biodiversidade planejam deter a extinção de espécies, estimular a restauração florestal e reduzir o desmatamento nos ecossistemas brasileiros até 2030. O governo federal, porém, ainda não tem uma estimativa dos investimentos que serão necessários para implantá-las. As metas foram lançadas às vésperas do fechamento [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Publicadas no último dia 20 de fevereiro, as Metas Nacionais de Biodiversidade planejam deter a extinção de espécies, estimular a restauração florestal e reduzir o desmatamento nos ecossistemas brasileiros até 2030. O governo federal, porém, ainda não tem uma estimativa dos investimentos que serão necessários para implantá-las. As metas foram lançadas às vésperas do fechamento oficial da 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica – COP16, realizado em Roma entre 25 e 28 de fevereiro depois de a primeira rodada ter sido suspensa em novembro de 2024 em Cali, na Colômbia, por falta de quórum. Bráulio Dias, diretor do Departamento de Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), confirmou à Mongabay a falta de um planejamento financeiro para a implantação das Metas Nacionais de Biodiversidade, mas destacou que “muitas metas nacionais já contam com o apoio de muitas políticas e programas nacionais em andamento”. No entanto, Dias ponderou que “certamente serão necessários investimentos adicionais”, o que vê como pouco factível diante do cenário político global conturbado: “Infelizmente, as perspectivas de contarmos com financiamento internacional esta década são mínimas, em decorrência das ações do governo de Donald Trump [nos Estados Unidos] e da guerra na Ucrânia”. Apesar dessas questões internacionais desfavoráveis à agenda da biodiversidade, o diretor do MMA explica que o Brasil vem dando andamento ao processo de construção do caminho para o cumprimento dos compromissos assumidos em 2022, no âmbito do Marco Global de Biodiversidade Kunming-Montreal (GBF, na&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/brasil-lanca-metas-nacionais-de-biodiversidade-mas-nao-sabe-qual-o-custo-de-implanta-las-2/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Com mudanças climáticas, cobras venenosas podem se espalhar pelo mundo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/07/com-mudancas-climaticas-cobras-venenosas-podem-se-espalhar-pelo-mundo/</link>
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					<pubDate>15 Jul 2024 17:56:03 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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							<![CDATA[<p>Encontrada nas florestas do oeste da África subsaariana, a víbora-do-gabão (Bitis rhinoceros) é considerada uma das cobras mais peçonhentas que existe. Apesar de se movimentar lentamente, ela pode atacar de maneira súbita, para frente ou para os lados. Uma pequena dose de seu veneno é mortal. Em um futuro com temperaturas mais elevadas, essa serpente [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Encontrada nas florestas do oeste da África subsaariana, a víbora-do-gabão (Bitis rhinoceros) é considerada uma das cobras mais peçonhentas que existe. Apesar de se movimentar lentamente, ela pode atacar de maneira súbita, para frente ou para os lados. Uma pequena dose de seu veneno é mortal. Em um futuro com temperaturas mais elevadas, essa serpente pode expandir sua área de distribuição em 250%, migrando para regiões onde ela não era observada até então. Isso pode significar um aumento no número de pessoas picadas e um preocupante desequilíbrio ambiental. A projeção do possível deslocamento da víbora-do-gabão faz parte de um estudo realizado por pesquisadores internacionais e liderado por Pablo Ariel Martinez, professor do Departamento de Biologia da Universidade Federal de Sergipe. Usando modelos computacionais com diferentes variações climáticas para as próximas décadas, o grupo fez uma previsão do que pode acontecer com 209 espécies de cobras peçonhentas até 2070. O resultado da análise, publicado na revista científica sobre medicina The Lancet, alerta sobre os impactos dessa mudança na distribuição geográfica de serpentes na saúde pública e na biodiversidade. Víbora-do-gabão (Bitis rhinoceros). Foto: ucumari photography via Flickr “As mudanças climáticas afetam a distribuição das espécies porque elas têm tolerâncias fisiológicas, pois só conseguem sobreviver e se reproduzir diante de algumas condições climáticas”, explica Martinez. “Se a temperatura fica mais alta, elas podem se dispersar em busca de um clima mais frio e migrar para áreas mais ao norte ou ao sul do planeta. Espécies não respondem a barreiras políticas.” A projeção apontou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/com-mudancas-climaticas-cobras-venenosas-podem-se-espalhar-pelo-mundo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Em parceria com indígenas, projeto constrói pontes na Amazônia para salvar primatas</title>
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					<pubDate>18 Jun 2024 12:29:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Aves, Conservação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Estradas, Fauna, Infraestrutura, Mamíferos, Primatas, Répteis e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>“Weri, para aqui! Aqui precisa ponte. Tá vendo aquela fruta naquela árvore? O meky ama. Quando tem essa fruta, ele cruza muito a rodovia&#8230; Weri, para aqui de novo! Tem muito atropelamento do kixiri. Precisa de ponte aqui.” Weri, na língua dos indígenas Waimiri-Atroari, significa mulher. Meky é macaco-prego e kixiri, sagui-da-mão-dourada. A conversa acima, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“Weri, para aqui! Aqui precisa ponte. Tá vendo aquela fruta naquela árvore? O meky ama. Quando tem essa fruta, ele cruza muito a rodovia&#8230; Weri, para aqui de novo! Tem muito atropelamento do kixiri. Precisa de ponte aqui.” Weri, na língua dos indígenas Waimiri-Atroari, significa mulher. Meky é macaco-prego e kixiri, sagui-da-mão-dourada. A conversa acima, que misturou termos do kinja iara com o português, aconteceu no final de 2021. A bióloga Fernanda Abra dirigia ao longo da rodovia BR-174, que corta a Floresta Amazônica entre os estados de Amazonas e Roraima. Ao lado dela, três líderes indígenas indicavam os melhores pontos para a instalação das pontes artificiais que ligariam o dossel das árvores e permitiriam que mamíferos arborícolas cruzassem a estrada sem ser atropelados. “Foi um dos melhores dias da minha vida. Foi um desbunde de conhecimento e um aprendizado maravilhoso”, relembra Fernanda. “As comunidades tradicionais sabem exatamente o que é necessário para a proteção das florestas.” Trecho da BR-174 que atravessa a Terra Indígena Waimiri-Atroari, no Amazonas. Foto cedida pelo Smithsonian’s National Zoo and Conservation Biology Institute Aldeia Waimiri-Atroari. Foto cedida pelo Smithsonian’s National Zoo and Conservation Biology Institute A identificação dos melhores pontos para a colocação das pontes era uma das partes mais importantes da implementação do Projeto Reconecta. O principal objetivo da iniciativa, criada por Fernanda, era estudar os modelos mais adequados de passagem da fauna para esses animais de pequeno a grande porte, que ficam a maior parte de sua vida na copa das árvores e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/em-parceria-com-indigenas-projeto-constroi-pontes-na-amazonia-para-salvar-primatas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Um bilionário financiará a biodiversidade? A Decisão 15/9 como uma &#8220;mina de ouro&#8221; (artigo)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/05/um-bilionario-financiara-a-biodiversidade-a-decisao-15-9-como-uma-mina-de-ouro-artigo/</link>
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					<pubDate>21 Mai 2024 15:03:28 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Joseph Henry Vogel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[<p>As metáforas econômicas podem ser inesperadamente irônicas. A décima-quinta Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB) de 1992, estabeleceu &#8220;um mecanismo multilateral de Repartição dos benefícios do uso da informação sequencial digital de recursos genéticos, incluindo um fundo global&#8221; (Decisão 15/9). O Secretário Executivo em função da Secretaria considera [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[As metáforas econômicas podem ser inesperadamente irônicas. A décima-quinta Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB) de 1992, estabeleceu &#8220;um mecanismo multilateral de Repartição dos benefícios do uso da informação sequencial digital de recursos genéticos, incluindo um fundo global&#8221; (Decisão 15/9). O Secretário Executivo em função da Secretaria considera dito mecanismo um “ponto de referência”. A esperança é grande. As vendas globais de biotecnologia logo alcançarão 1 trilhão de dólares por ano e sabemos que são necessários centenas de bilhões de dólares para financiar a conservação da biodiversidade. Assim que a Decisão 15/9 pode ser uma mina de ouro. Mas para quem exatamente? As indústrias que utilizam recursos genéticos são desdenhosas. Elas podem se dirigir ao Brasil, o país mais biodiverso do mundo, onde a legislação permite royalties tão baixos quanto 0,1%. O Projeto WiLDSI, financiado pelo governo alemão, contempla um benefício numa ordem de magnitude menor ainda do que isso. Em uma biotecnologia “blockbuster” lucrativa de bilhões de dólares, 0,01% se reduz a meros 100 mil dólares. Por que se incomodar com isso então? Uma mina de ouro existirá somente se a indústria pagar uma ‘renda econômica’ por biotecnologias comercialmente bem-sucedidas. A renda em qualquer bem é a diferença entre o que se paga e o que se pagaria num mercado competitivo. A indústria desfruta de rendas através de direitos de propriedade intelectual (DPI), como patentes e direitos autorais. Esses monopólios temporários permitem que os detentores de DPI compensem os custos de trazer&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/um-bilionario-financiara-a-biodiversidade-a-decisao-15-9-como-uma-mina-de-ouro-artigo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Esforço coletivo monitora fauna de Rondônia para tentar salvá-la do desmatamento</title>
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					<pubDate>09 Mai 2024 09:21:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Beatriz Santomauro]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Aves, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Peixes, Primatas, Recursos hídricos, Répteis e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Rondônia ocupa o sétimo lugar no ranking de desmatamento nacional e é o quarto estado com maior emissão bruta de gases de efeito estufa. Na Amazônia Legal, é o terceiro que mais retira a cobertura vegetal, só ficando atrás do Pará e do Mato Grosso. Esses dados, divulgados em 2023 no Relatório Anual do Desmatamento [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/esforco-coletivo-monitora-fauna-de-rondonia-para-tentar-salva-la-do-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Esforço coletivo monitora fauna de Rondônia para tentar salvá-la do desmatamento</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[Rondônia ocupa o sétimo lugar no ranking de desmatamento nacional e é o quarto estado com maior emissão bruta de gases de efeito estufa. Na Amazônia Legal, é o terceiro que mais retira a cobertura vegetal, só ficando atrás do Pará e do Mato Grosso. Esses dados, divulgados em 2023 no Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (do MapBiomas Alerta), no Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG, do Observatório do Clima) e no TerraBrasilis (do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), confirmam a tendência de mudança da paisagem nesse estado amazônico nas últimas décadas. Em 1970, início da série histórica do SEEG, Rondônia estava na 26a posição entre os estados, com pouco desmatamento e atividade pecuária em relação ao restante do país. Em 1994, subiu a terceiro lugar, e nos últimos dez anos se manteve entre os 10 maiores emissores de gases de efeito estufa do Brasil. &#8220;Nas décadas de 1970 e 1980, os agricultores que colonizaram o estado vindos principalmente da região Sul sabiam trabalhar com a terra exposta, então houve muito desmatamento. Já havia em nosso território comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas que estavam na floresta e tinham outros modelos para extrair riquezas, mas perderam espaço diante da força dos que chegaram e das políticas que direcionaram esta forma de atuar&#8221;, conta o biólogo Samuel dos Santos Nienow, Coordenador Regional de Porto Velho no ICMBio (órgão federal responsável pelas unidades de conservação). Ele explica que em Rondônia há floresta amazônica, cerrado e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/esforco-coletivo-monitora-fauna-de-rondonia-para-tentar-salva-la-do-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Brasil tem prejuízos de até US$ 3 bilhões anuais causados por espécies invasoras, alerta estudo</title>
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					<pubDate>08 Mar 2024 12:51:02 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Áreas Protegidas, Aves, Caça, Cerrado, Espécies Ameaçadas, Fauna, Insetos, Mamíferos, Mata Atlântica, Oceanos, Peixes, Pesca, Primatas, Répteis e Responsabilidade Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Do tucunaré que migrou dos rios da Amazônia para as regiões Sul e Sudeste, levado pela pesca esportiva, às controversas produções em larga escala de tilápia para a alimentação humana e de pínus e eucalipto para abastecer as indústrias de papel e celulose, são inúmeros os exemplos da presença de espécies exóticas invasoras no Brasil. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/brasil-tem-prejuizos-de-ate-us-3-bilhoes-anuais-causados-por-especies-invasoras-alerta-estudo/" data-wpel-link="internal">Brasil tem prejuízos de até US$ 3 bilhões anuais causados por espécies invasoras, alerta estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Do tucunaré que migrou dos rios da Amazônia para as regiões Sul e Sudeste, levado pela pesca esportiva, às controversas produções em larga escala de tilápia para a alimentação humana e de pínus e eucalipto para abastecer as indústrias de papel e celulose, são inúmeros os exemplos da presença de espécies exóticas invasoras no Brasil. Além de competirem por espaço e nutrientes com as espécies nativas, entre outros impactos ambientais, as plantas, os animais e os microrganismos introduzidos pela ação humana, de forma intencional ou acidental, provocam diversos  prejuízos econômicos ao país. É o que revela o Relatório Temático sobre Espécies Exóticas Invasoras, Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos. A publicação foi lançada no início de março pela Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES, na sigla em inglês). No Brasil há registros de 476 espécies exóticas invasoras, das quais 268 de animais e 208 de plantas e algas, presentes em todos os biomas, sendo a Mata Atlântica a mais afetada e a Amazônia com presença em menor escala. Desse total, 16 espécies levaram a prejuízos econômicos de 2 a 3 bilhões de dólares por ano entre 1984 e 2019, principalmente causados por pragas agrícolas e disseminação de doenças. Os dados foram calculados a partir de informações disponíveis, mas ainda são considerados subestimados pelos cientistas envolvidos. Entre essas espécies estão a mosca-branca (Bemisia tabaci), o javali e seus híbridos (Sus scrofa), a rã-touro (Lithobates catesbeianus), o mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei) e os mosquitos do gênero Aedes, transmissores de dengue, febre amarela, zika&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/brasil-tem-prejuizos-de-ate-us-3-bilhoes-anuais-causados-por-especies-invasoras-alerta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Ribeirinhos se unem para preservar tartarugas na Amazônia</title>
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					<pubDate>26 Fev 2024 10:49:37 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon (texto) e Julia Lemos Lima (vídeo e fotos)]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Conservação, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Peixes, Pesca, Recursos hídricos, Répteis e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>JURUTI, Pará – Um dos montinhos de areia parece se movimentar. Fábio abre caminho com as mãos e um filhote de pitiú emerge do ninho. Com cerca de 4 centímetros, o quelônio passa a nadadeira no olho direito e depois repete o gesto do lado esquerdo. É preciso desembaçar os olhos para enxergar o novo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/ribeirinhos-se-unem-para-preservar-tartarugas-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Ribeirinhos se unem para preservar tartarugas na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[JURUTI, Pará – Um dos montinhos de areia parece se movimentar. Fábio abre caminho com as mãos e um filhote de pitiú emerge do ninho. Com cerca de 4 centímetros, o quelônio passa a nadadeira no olho direito e depois repete o gesto do lado esquerdo. É preciso desembaçar os olhos para enxergar o novo mundo. Segundos depois, emerge outro filhote. Num dos biomas mais biodiversos em quelônios do mundo, moradores de Juruti viram a abundância de tartarugas e outras espécies despencar ao longo das últimas gerações. Relatos dos antepassados e as próprias observações sobre a drástica redução levaram ribeirinhos de 32 comunidades no município de Juruti, no Pará, a se organizar, de forma independente e voluntária, para preservar espécies como tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa), tracajá (Podocnemis unifilis), pitiú (Podocnemis sextuberculata) e irapuca (Podocnemis erythrocephala). Beira de rio no município de Juruti, Pará. O calor excessivo e o período intenso de seca esquentou as águas e baixou o nível de lagos e rios amazônicos, gerando dificuldades para as tartarugas fazerem a postura.  Foto: Julia Lemos Lima/Mongabay O trabalho consiste em vigiar as praias durante a noite a partir de setembro, quando inicia o período de desova e as fêmeas ficam mais vulneráveis. Depois, os comunitários coletam os ovos de cada ninho, transportando-os para um berçário ou chocadeira — área cercada na areia, onde os ovos ficam protegidos até o nascimento dos filhotes, quando são colocados em tanques até a soltura, que no último ano ocorreu no início de março. “Se as&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/ribeirinhos-se-unem-para-preservar-tartarugas-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Nova espécie de tartaruga é descoberta na Amazônia em pleno Arco do Desmatamento</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/04/nova-especie-de-tartaruga-e-descoberta-na-amazonia-em-pleno-arco-do-desmatamento/</link>
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					<pubDate>20 Abr 2023 08:47:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Conservação, Energia, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Hidrelétricas, Infraestrutura, Peixes, Pesca, Recursos hídricos, Répteis e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Duas espécies de tartarugas foram descobertas recentemente no Pará; a última, a perema-do-pará, foi encontrada no sul do estado, uma das regiões mais devastadas da Amazônia. Na Amazônia brasileira há 21 espécies de quelônios e 16 delas são endêmicas, muitas ainda pouco estudadas; conhecer o papel dessas espécies no ecossistema é o caminho para definir estratégias de conservação.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/04/nova-especie-de-tartaruga-e-descoberta-na-amazonia-em-pleno-arco-do-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Nova espécie de tartaruga é descoberta na Amazônia em pleno Arco do Desmatamento</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“Eu penso, eu vivo, eu trabalho com tartaruga. Nas férias, eu trabalho com tartaruga”, conta o pesquisador e ribeirinho Fábio Andrew Cunha, tratando de justificar porque, em 2018, num suposto momento de descanso, decidiu ir ainda mais fundo em sua pesquisa sobre esses animais. &#8220;Eu estava na casa dos meus avós e falei: não vou ficar aqui à tarde sem nada para fazer. Eu vou sair atrás de tartarugas.” E assim foi: o biólogo já pesquisava quelônios há 10 anos quando então passou a dedicar especial atenção a espécies pouco estudadas da Amazônia, das quais havia dados escassos sobre taxonomia, biologia e história natural. Passou a buscar também espécies desconhecidas. A primeira etapa dessa busca se concretizou naquele mesmo 2018, em março, quando, ao apalpar o fundo de lagoas de águas turvas com a ajuda de ribeirinhos em Juruti, oeste do Pará, descobriu a Mesoclemmys jurutiensis, espécie nova para a ciência que ele descreveu pela primeira vez num artigo publicado em 2021. Durante as pesquisas para confirmar o ineditismo da espécie, Fábio fez uma peregrinação por museus científicos brasileiros e, quando entrou no Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, o pesquisador teve uma surpresa: num camburão do acervo do museu havia uma outra espécie de tartaruga ainda não catalogada. “Quando eu bati o olho, eu vi que era outra espécie nova!”, conta. Essa espécie era a perema-do-pará (Mesoclemmys sabiniparaensis), que havia sido encontrada na Serra das Andorinhas, Unidade de Conservação estadual no município de São Geraldo do Araguaia, no sul do Pará&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/04/nova-especie-de-tartaruga-e-descoberta-na-amazonia-em-pleno-arco-do-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Pantanal está em risco de colapso, advertem cientistas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/02/pantanal-esta-em-risco-de-colapso-advertem-cientistas/</link>
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					<pubDate>23 Fev 2023 09:59:45 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sharon Guynup]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Água, Animais, Aves, Conservação, Defaunação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Incêndios, Mamíferos, Pantanal, Queimadas, Recursos hídricos e Répteis]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Uma confluência de atividades humanas no Brasil e no mundo, incluindo desmatamento e mudanças climáticas, está aquecendo essa paisagem, ameaçando todo o ecossistema com secas, incêndios florestais e perda de habitat. Um plano de hidrovia no Rio Paraguai pode ser uma sentença de morte para a manutenção do equilíbrio do ecossistema pantaneiro.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/pantanal-esta-em-risco-de-colapso-advertem-cientistas/" data-wpel-link="internal">Pantanal está em risco de colapso, advertem cientistas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Cruzamos as águas rasas do Corixo Negro em um barco aberto, examinando as águas sufocadas por aguapés e os galhos baixos das árvores em busca de vida selvagem. Dezenas de jacarés-do-pantanal (Caiman yacare) tomavam sol na praia ou espreitavam na água, parcialmente submersos. Um martim-pescador-grande (Megaceryle torquata), de penas azuis e vermelhas, mergulhava no rio em busca de uma refeição, enquanto capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris) mastigavam a vegetação da margem. Inúmeros pássaros pousavam ou voavam: águias, colhereiros de penas rosadas, papagaios barulhentos e aves aquáticas apoiadas em uma perna só. Tuiuiús (Jabiru mycteria) planavam no céu com suas envergaduras de 2,7 metros. Uma família de ariranhas (Pteronura brasiliensis) pescava a jusante. Na sequência, vislumbramos aquilo que nos trouxe para o Pantanal: uma onça-pintada (Panthera onca), bem camuflada, quase imperceptível, olhando-nos dos arbustos banhados pela luz do sol. Enquanto silenciávamos o motor e lançávamos âncora, um pequeno filhote saiu das sombras e se aconchegou ao lado de sua mãe. Ela cuidava de seu rebento com ternura e minúcia, ignorando-nos. Logo depois, os dois se levantaram e desapareceram na mata. O fotógrafo Steve Winter e eu avistamos um número extraordinário de onças-pintadas durante nossa expedição em setembro passado pelo norte do Pantanal. Este é um bioma que conhecemos bem: há muito tempo venho realizando reportagens aqui, e Winter começou a documentar as onças-pintadas pantaneiras em 1998, retornando diversas vezes. Mas as mudanças que ocorreram nos cinco anos desde nossa última expedição agora colocam as onças-pintadas e todo este ecossistema em perigo. As faixas ciliares ao longo dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/pantanal-esta-em-risco-de-colapso-advertem-cientistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Conexão China-Amazônia: cresce o tráfico de vida silvestre para a Ásia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/01/um-negocio-em-rapido-crescimento-o-comercio-de-vida-selvagem-da-amazonia-para-o-sudeste-da-asia/</link>
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					<pubDate>03 Jan 2023 10:45:40 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sharon Guynup]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Anfíbios, Aves, Comércio de Vida Selvagem, Comércio Ilegal, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Peixes, Primatas, Répteis e Tráfico de Animais Silvestres]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O comércio legal e ilegal de animais selvagens continua crescendo em paralelo ao aumento dos investimentos chineses na região amazônica, refletindo uma tendência similar ao tráfico chinês que devastou elefantes, rinocerontes e pangolins na África.</p>
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]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 2017, com relatos cada vez mais frequentes de comércio ilegal de vida selvagem saindo da Amazônia, decidi voar acompanhado de um fotógrafo e cineasta para Iquitos, no Peru, a fim de investigar a situação. Logo nossa equipe ficou sabendo que as onças-pintadas eram uma mercadoria facilmente disponível nessa pequena cidade, um portal de floresta tropical às margens do Rio Amazonas. Os vendedores exibiam peles de onça-pintada e de jaguatirica em pelo menos uma dúzia de locais, entre eles o mercado de Belén, estandes de artesanato ao ar livre, pequenas lojas e até mesmo em atrações turísticas. Vendiam-se também abertamente cabeças de onça-pintada e joias feitas com dentes e garras, às vezes adornadas com pedras semi-preciosas. Alguns vendedores eram um tanto escancarados em relação à sua atividade de comércio. Já outros eram mais cautelosos. As onças-pintadas são uma espécie protegida: a caça furtiva, o tráfico ou a venda de suas partes é ilegal sob a lei peruana e sob um tratado internacional. Apesar dessa proibição, as autoridades da agência ambiental da província de Loreto nos mostraram pilhas de peles de felinos confiscadas. Nos disseram que o tráfico de muitas espécies havia aumentado nos últimos anos, e as operações policiais tinham levado alguns comércios clandestinos a operarem de maneira mais discreta &#8211; mas claramente não todos. Dentes de onça-pintada à venda no mercado de Belén, em Iquitos, no Peru. Foto: © Steve Winter/National Geographic. Para saber mais sobre oferta e demanda, embarcamos em um peque tradicional (espécie de barquinho), para um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/01/um-negocio-em-rapido-crescimento-o-comercio-de-vida-selvagem-da-amazonia-para-o-sudeste-da-asia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>No Pantanal, incêndios precoces sinalizam um “novo normal”</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/08/no-pantanal-incendios-precoces-sinalizam-um-novo-normal/</link>
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					<pubDate>26 Ago 2022 05:50:45 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ana Ionova]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Animais, Aves, Conservação, Defaunação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Incêndios, Mamíferos, Pantanal, Queimadas, Recursos hídricos e Répteis]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Novos incêndios estão atingindo trechos do Pantanal, inclusive o Parque Estadual do Rio Negro, área protegida com rica biodiversidade de espécies de plantas e animais. As chamas afetaram pelo menos 10.062 hectares do parque de 78.302 hectares.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/no-pantanal-incendios-precoces-sinalizam-um-novo-normal/" data-wpel-link="internal">No Pantanal, incêndios precoces sinalizam um “novo normal”</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Os incêndios começaram pequenos, queimando um punhado de áreas em um trecho do Pantanal Sul. Alimentadas por meses de seca, as chamas rapidamente se espalharam pelos campos ressequidos do Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, unindo-se num único incêndio. Dados da Universidade de Maryland e da Nasa, a agência espacial norte-americana, visualizados pela Global Forest Watch, mostram que os incêndios começaram em maio. Em dois meses, se alastraram por cerca de 450 quilômetros quadrados, reduzindo a vegetação no caminho a cinzas. Em meados de julho, uma brigada de 30 bombeiros e voluntários foi enviada ao parque e à região do entorno para combater as chamas. Depois de dias lutando contra o fogo, conseguiram controlar o incêndio e impedir seu avanço para uma fazenda próxima – mas não antes que tivesse queimado 10.062 hectares, quase 13% do parque. Imagens recentes de satélite sugerem que os incêndios recomeçaram no início de agosto, mas foram extintos em 14 de agosto. “Eles fizeram tudo o que podiam”, conta Leonardo Pereira Gomes, diretor estratégico da SOS Pantanal,  organização sem fins lucrativos que ajudou a coordenar o combate às chamas. “Mas o solo está muito seco, as chuvas não vieram. Com essas condições climáticas, a situação é realmente preocupante.” O Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro se estende por 78.302 hectares, passando pelos municípios de Aquidauana e Corumbá, no Mato Grosso do Sul. A reserva é composta por campos, lagoas e floresta submersa. Bastante valorizada pelos biólogos, a área é conhecida como local de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/no-pantanal-incendios-precoces-sinalizam-um-novo-normal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Atropelamento de animais em ferrovias: impacto ainda desconhecido no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/08/atropelamento-de-animais-em-ferrovias-impacto-ainda-desconhecido-no-brasil/</link>
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					<pubDate>22 Ago 2022 07:41:34 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Dimas Marques/Fauna News]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Aves, Cerrado, Conservação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Mata Atlântica, Répteis e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Os impactos da operação das ferrovias brasileiras sobre a fauna silvestre são pouco conhecidos por pesquisadores, operadores do sistema e pelo próprio governo. Nas regiões cortadas pelos 30 mil quilômetros de trilhos instalados no país, os atropelamentos são o problema que mais chama a atenção.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/atropelamento-de-animais-em-ferrovias-impacto-ainda-desconhecido-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Atropelamento de animais em ferrovias: impacto ainda desconhecido no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Os impactos da operação das ferrovias brasileiras sobre a fauna silvestre são pouco conhecidos por pesquisadores, operadores do sistema e pelo próprio governo. Nas regiões cortadas pelos 30 mil quilômetros de trilhos instalados no país, os atropelamentos são o problema que mais chama a atenção. “As ferrovias, em geral, estão em ambientes com acesso mais restrito, pouco visíveis para nós, e isso acaba omitindo a visualização dos impactos associados a elas”, explica a bióloga Bibiana Terra Dasoler, pesquisadora do Núcleo de Ecologia de Rodovias e Ferrovias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NERF-UFRGS). Apesar da falta de informações sobre as consequências para a fauna da operação ferroviária no Brasil, está em curso no país a ampliação desse modal de transporte. Há novas ferrovias em construção e, após a entrada em vigor no final de 2021 da medida provisória que instituiu a possibilidade da outorga por autorização (processo menos burocrático que o de concessão), o Ministério da Infraestrutura recebeu 76 pedidos para construção e operação de 19 mil quilômetros de novas ferrovias privadas. Há poucos estudos no Brasil sobre os impactos gerados pela supressão da vegetação, fragmentação de habitat, efeito barreira (quando a estrutura dos trilhos e o espaço desmatado dificultam ou impedem o deslocamento dos animais) e as poluições sonora e do solo. Assim como acontece com as rodovias, os atropelamentos chamam mais a atenção e começam a ser estudados tanto por pesquisadores como por operadores e gestores da malha ferroviária nacional. Entretanto, diferentemente do que já se&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/atropelamento-de-animais-em-ferrovias-impacto-ainda-desconhecido-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Preservar 80% da Amazônia custa 7 vezes menos do que Europa gasta com suas áreas de proteção</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/06/preservar-80-da-amazonia-custa-7-vezes-menos-do-que-europa-gasta-com-suas-areas-de-protecao/</link>
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					<pubDate>21 Jun 2022 06:48:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lais Modelli]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Aves, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mamíferos, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Répteis, Terras Indígenas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Segundo novo estudo, conservar 3,5 milhões de km2 da floresta, área necessária para preservar suas funções ecológicas, custaria de 1,7 a 2,8 bilhões de dólares anuais. Em contrapartida, a União Europeia gasta cerca de 5,3 bilhões de dólares por ano para manter apenas 1 milhão de hectares, soma total de suas áreas protegidas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/preservar-80-da-amazonia-custa-7-vezes-menos-do-que-europa-gasta-com-suas-areas-de-protecao/" data-wpel-link="internal">Preservar 80% da Amazônia custa 7 vezes menos do que Europa gasta com suas áreas de proteção</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Transformar cerca de 80% da Amazônia em áreas de conservação ambiental custaria ao Brasil, por ano, sete vezes menos por hectare do que a União Europeia investe para manter todas as suas áreas de preservação. O cálculo faz parte de um artigo publicado em maio na revista Perspectives in Ecology and Conservation. Segundo o estudo, o Brasil gastaria entre 1,7 e 2,8 bilhões de dólares por ano para proteger formalmente 3,5 milhões de km2 de floresta — o equivalente a 83% da extensão total do bioma Amazônia no Brasil. Atualmente, as áreas de conservação amazônicas se estendem por 2,2 milhões de km2, ou 51% do bioma. Para estabelecer os 1,3 milhões de km2 adicionais de novas áreas protegidas, os pesquisadores estimam um investimento inicial de 1 a 1,6 bilhões de dólares. A fim de mostrar como o valor é pequeno perto dos investimentos em preservação de outros países, o artigo ressalta que a União Europeia gasta cerca de 5,3 bilhões de dólares anualmente para manter apenas 1 milhão de hectares (ou 0,01 km2) de áreas preservadas – o equivalente a meio estado de Sergipe. “Em geral, o Brasil investe muito pouco nas áreas de conservação da Amazônia”, diz o professor da Universidade de Miami, José Maria Cardoso da Silva, um dos autores do estudo. Outro fator que explica a diferença entre os valores, segundo o professor, é o modo como essas áreas estão distribuídas na Amazônia e na Europa: enquanto o sistema europeu é composto por centenas de pequenas unidades&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/preservar-80-da-amazonia-custa-7-vezes-menos-do-que-europa-gasta-com-suas-areas-de-protecao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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														</item>
						<item>
					<title>Há milhões de anos, Mar do Caribe inundou a Amazônia e transformou a biodiversidade da floresta</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/06/ha-milhoes-de-anos-o-mar-do-caribe-inundou-a-amazonia-e-transformou-a-biodiversidade-da-floresta/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/06/ha-milhoes-de-anos-o-mar-do-caribe-inundou-a-amazonia-e-transformou-a-biodiversidade-da-floresta/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>15 Jun 2022 07:08:36 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Aves, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mamíferos, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Recursos hídricos, Répteis, Rios, Terras Indígenas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Novo estudo confirmou que a Amazônia Ocidental foi inundada pelas águas do Atlântico há menos tempo do que se pensava. O fenômeno contribuiu para a riqueza da biodiversidade da região, incluindo os golfinhos de água doce.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/ha-milhoes-de-anos-o-mar-do-caribe-inundou-a-amazonia-e-transformou-a-biodiversidade-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Há milhões de anos, Mar do Caribe inundou a Amazônia e transformou a biodiversidade da floresta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Os cientistas já sabiam que a área onde hoje se encontra a Floresta Amazônica ocidental foi no passado um megapântano – quase seis vezes o tamanho de Minas Gerais – periodicamente inundado pela água do mar. Agora, um novo estudo alega que a fonte desses fluxos marinhos era muito provavelmente o Mar do Caribe. E que outra inundação, mais tardia e muito mais significativa, contribuiu para a riqueza da biodiversidade da região como a conhecemos hoje, incluindo os golfinhos de água doce (botos). &#8220;O novo artigo confirma esta ligação entre o Caribe e a Amazônia&#8221;, disse Carina Hoorn, pesquisadora da Universidade de Amsterdã, que nos anos 1990 foi a primeira a sugerir a ideia de incursões marinhas na Amazônia ocidental. Pesquisas anteriores feitas por Hoorn e outros cientistas datam estes episódios do início da época do Mioceno (23 milhões a 16,3 milhões de anos atrás) e do Mioceno médio (14,9 milhões a 12,9 milhões de anos atrás). Desde então, estas &#8220;invasões do mar&#8221; têm sido objeto de vários estudos tentando aprofundar seu tempo, duração, intensidade e origem. O último estudo, publicado em março de 2022 por pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos, defende que existiu um período muito mais intenso de incursões marítimas durante o final do Mioceno (11,1 milhões a 8,8 milhões de anos atrás). A pesquisa também apresenta evidências fósseis de que a fonte desta inundação foi o Mar do Caribe, com a água fluindo pelo que é hoje a Bacia do Rio Orinoco, na Venezuela. &#8220;Pesquisadores&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/ha-milhoes-de-anos-o-mar-do-caribe-inundou-a-amazonia-e-transformou-a-biodiversidade-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisadores compilam o maior banco de fotografias da fauna amazônica</title>
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					<pubDate>09 Jun 2022 07:05:25 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Liz Kimbrough]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Aves, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Queimadas, Répteis e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Pesquisadores reuniram mais de 154 mil registros de imagens feitas com armadilhas fotográficas na Floresta Amazônica, registrando 317 espécies de aves, mamíferos e répteis. Este é o primeiro estudo que reúne imagens desse tipo em toda a Amazônia nesta escala, abrangendo Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/pesquisadores-compilam-o-maior-banco-de-fotografias-da-fauna-amazonia/" data-wpel-link="internal">Pesquisadores compilam o maior banco de fotografias da fauna amazônica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Na maior floresta tropical do mundo, os animais selvagens rastejam, pulam, voam e rondam por todos os cantos. No entanto, a maior parte deles é hábil para se esconder dos humanos, o que faz com que seja difícil encontrá-los. Para consegui-lo, muitos pesquisadores lançam mão das armadilhas fotográficas &#8211; câmeras com sensor de movimento e camufladas em lugares estratégicos da floresta. Cientistas têm reunido diversos registros feitos por armadilhas fotográficas na Amazônia nas últimas décadas, mas até agora os dados permaneciam separados. Até agora: um grupo de pesquisadores reuniu mais de 154 mil imagens de armadilhas fotográficas espalhadas pela floresta, registrando 317 espécies: 185 de aves, 119 de mamíferos e 13 de répteis. O novo artigo, publicado na revista Ecology, tem como base os registros de 147 cientistas representando 122 instituições de pesquisas e foi liderado pelo  Centro Alemão de Pesquisa Integrativa em Biodiversidade (iDiv, na sigla em alemão) e pela Universidade Friedrich Schiller Jena. Na foto à esquerda, Omar Andy, Walter Andy e Abner Andy, parabiólogos do povo Kichwa no Parque Nacional Yasuní (Equador; na foto à direita, Miguel Ángel Pozo, do Ministério do Meio Ambiente do Equador, e Julia Salvador, da WCS Equador, fixando armadilhas fotográficas na floresta. Fotos: WCS Este é o primeiro estudo que reúne e padroniza imagens feitas com armadilhas fotográficas de toda a Amazônia nesta escala, abrangendo Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. “Este conjunto de dados fornece informações básicas sobre a presença e a abundância das espécies na floresta&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/pesquisadores-compilam-o-maior-banco-de-fotografias-da-fauna-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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