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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Estudo mapeia áreas prioritárias para vacinar micos-leões-dourados</title>
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					<pubDate>02 Set 2026 10:24:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Alex Megerle]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Fauna, Mamíferos, Mata Atlântica e Primatas]]>
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							<![CDATA[<p>Depois de perder cerca de 30% da população, o mico-leão-dourado ganhou um novo mapa de risco.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/estudo-mapeia-areas-prioritarias-para-vacinar-micos-leoes-dourados/" data-wpel-link="internal">Estudo mapeia áreas prioritárias para vacinar micos-leões-dourados</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A cerca de duas horas de carro do aeroporto do Rio de Janeiro, um parque dedicado ao mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) oferece visitas guiadas pela Mata Atlântica. Com sorte, o visitante pode avistar a pelagem laranja vibrante de um dos moradores mais famosos da região. Esse pequeno primata, classificado como “em perigo” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), quase desapareceu na década de 1970 e hoje está restrito a florestas fragmentadas no estado do Rio de Janeiro, que representam cerca de 2% de sua área de ocorrência original, segundo a Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD). Esse delicado equilíbrio esteve gravemente ameaçado entre 2017 e 2019, quando um surto de febre amarela no estado do Rio de Janeiro quase dizimou a população de micos-leões-dourados. Dados censitários revelam que, entre 2014 e 2018, o número de micos caiu cerca de 30%, para aproximadamente 2.500 indivíduos. No entanto, os micos-leões-dourados tiveram uma recuperação expressiva e chegaram a cerca de 4.800 indivíduos, segundo um censo de 2023. Para se preparar melhor para um possível novo surto, pesquisadores avaliaram como diferentes fatores da paisagem estiveram associados à mortalidade dos micos. O estudo identificou áreas de maior risco de transmissão, que podem orientar a vacinação dos animais em futuros surtos. Mata Atlântica na Reserva Biológica União (RJ), uma das principais áreas de conservação do mico-leão-dourado. Foto: CaptainDarwin via Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0). Mapeando um surto Os pesquisadores compararam a sobrevivência de 145 micos monitorados entre 2014 e 2016, antes do surto de febre amarela, com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/estudo-mapeia-areas-prioritarias-para-vacinar-micos-leoes-dourados/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina</title>
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					<pubDate>16 Jun 2026 14:43:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Água, Conservação, Cultura Indígena, Espécies Ameaçadas, Florestas Tropicais, Indígenas, Mata Atlântica, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Reflorestamento, Socioambiental e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA IBIRAMA-LAKLÃNÕ, Santa Catarina — Zág (pronuncia-se “zã”) é a palavra Xokleng para araucária. A árvore, típica da Mata Atlântica nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, vem se desenvolvendo no planeta há cerca de 200 milhões de anos. Cada árvore fêmea produz dezenas de pinhas, que, por sua vez, carregam centenas de pinhões. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA IBIRAMA-LAKLÃNÕ, Santa Catarina — Zág (pronuncia-se “zã”) é a palavra Xokleng para araucária. A árvore, típica da Mata Atlântica nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, vem se desenvolvendo no planeta há cerca de 200 milhões de anos. Cada árvore fêmea produz dezenas de pinhas, que, por sua vez, carregam centenas de pinhões. O pinhão é a semente da araucária (Araucaria angustifolia), consumida por pelo menos 22 espécies de animais, além da humana, que tem nela uma fonte de nutrientes e de renda. Para alguns povos, porém, vai além da alimentação, fazendo parte da cultura, da história e dos mitos de origem. É o caso do povo Xokleng, em Santa Catarina. Nas aldeias, a árvore até serve de base para nomes de pessoas. “As araucárias são sagradas para nós. Não tem como contar a história do nosso povo sem falar sobre ela. O nosso mito de geração diz que o animal de proteção foi feito a partir da araucária, então ela aparece já na primeira história”, conta Carl Gakran, diretor-executivo do Instituto Zág, que coordena junto com sua esposa, Isabel, vice-presidente e diretora ambiental. Carl decidiu agir em prol das araucárias em 2016, quando descobriu que a espécie estava ameaçada de extinção, em razão do desmatamento, da expansão urbana e da exploração madeireira. Estima-se que, atualmente, as florestas de araucária ocupem menos de 3% de sua área original, que cobria grande parte dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de pequenos agrupamentos em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/povo-xokleng-restaura-araucarias-sagradas-em-terra-indigena-de-santa-catarina/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pau-brasil perde aumento de proteção após pressão da França</title>
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					<pubDate>11 Mar 2026 07:49:41 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais e Mata Atlântica]]>
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							<![CDATA[<p>No final de 2025, o Brasil parecia muito perto de conquistar o nível máximo de proteção internacional para o pau-brasil (Paubrasilia echinata), sua árvore-símbolo. Em 26 de novembro, uma delegação brasileira estava em Samarcanda, no Uzbequistão, para participar da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Silvestres Ameaçadas de Extinção (Cites). Nela, 184 países e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[No final de 2025, o Brasil parecia muito perto de conquistar o nível máximo de proteção internacional para o pau-brasil (Paubrasilia echinata), sua árvore-símbolo. Em 26 de novembro, uma delegação brasileira estava em Samarcanda, no Uzbequistão, para participar da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Silvestres Ameaçadas de Extinção (Cites). Nela, 184 países e a União Europeia estabelecem regras para garantir que o comércio internacional não ameace a sobrevivência de animais e plantas. A equipe brasileira estava confiante de que sua proposta para proteger o pau-brasil seria aprovada no evento. “Tinha um apoio massivo”, disse à Mongabay um integrante da delegação, que pediu para não ser identificado temendo retaliações. “Havia um clima de ‘vai passar’.” Nativa da Mata Atlântica, a população de pau-brasil caiu 84% nas últimas três gerações, restando apenas em torno de 10 mil árvores adultas, segundo o Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora). Nos tempos do Brasil Colônia (1530-1822), a espécie foi extensivamente explorada para atender à demanda da Europa pelo corante vermelho extraído de sua madeira. Além disso, desde meados do século 18, a indústria global da música valoriza a madeira por sua ressonância, durabilidade e flexibilidade, ideal para a produção de arcos de violinos, violoncelos e outros instrumentos de corda. Cada arco pode valer até 7 mil euros (cerca de R$ 40 mil), tornando a espécie valiosa não apenas para o setor musical, mas também para o contrabando. Em 2024, o CNCFlora elevou a categoria de risco do pau-brasil de &#8220;em perigo&#8221; para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/pau-brasil-perde-aumento-de-protecao-apos-pressao-da-franca/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo aponta novas dinâmicas entre pontes artificiais e mamíferos da floresta</title>
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					<pubDate>27 Fev 2026 06:13:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Luís Patriani]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Mata Atlântica]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Animais, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Novas espécies, Primatas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Em toda a Amazônia, a fragmentação da floresta representa uma ameaça crescente à preservação da fauna. Em nome do desenvolvimento econômico, o avanço do agronegócio e de obras de infraestrutura — como rodovias, ferrovias, linhas de transmissão e gasodutos — traz consigo diversos riscos. Entre os principais, destacam-se o isolamento populacional de muitas espécies animais [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Estudo aponta novas dinâmicas entre pontes artificiais e mamíferos da floresta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em toda a Amazônia, a fragmentação da floresta representa uma ameaça crescente à preservação da fauna. Em nome do desenvolvimento econômico, o avanço do agronegócio e de obras de infraestrutura — como rodovias, ferrovias, linhas de transmissão e gasodutos — traz consigo diversos riscos. Entre os principais, destacam-se o isolamento populacional de muitas espécies animais e sua eventual morte por atropelamento. Mamíferos que vivem e se deslocam entre as árvores — como primatas, preguiças e porcos-espinhos — estão entre os mais afetados por esse confinamento geográfico. Ao mesmo tempo, também são os que menos se beneficiam de iniciativas ambientais mitigadoras, como a implementação de passagens artificiais. Diante desse quadro, e dispostos a obter mais informações sobre o comportamento dos animais e seus habitats, os biólogos Justin Santiago e Lindsey Swierk, da Universidade de Binghamton, em Nova York, viajaram ao coração da Amazônia peruana com um propósito: entender a dinâmica das espécies locais e buscar novidades na relação entre a fauna e as passagens artificiais . Para isso, os pesquisadores escolheram uma área de floresta contínua e instalaram câmeras em pontos estratégicos de um amplo sistema de passarelas, cuja estrutura combina redes, cordas grossas e plataformas de diferentes alturas. Entremeados, os objetos formam longos corredores suspensos, que ajudam os animais a se deslocarem da copa de uma árvore à outra. Especialista instala câmera em uma árvore conectada ao sistema de passarelas na Amazônia peruana. Foto: Elizabeth Benson. Publicada em setembro de 2025, a pesquisa foi realizada na Estação de Campo do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Assentados conduzem plano para reflorestar 75 mil hectares no oeste paulista</title>
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					<pubDate>26 Jan 2026 09:34:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[São Paulo]]>
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							<![CDATA[Água, Conservação, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Produtos da Floresta, Recursos hídricos, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Soluções, Sustentabilidade e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>PRESIDENTE EPITÁCIO, São Paulo — O canavial ondula e uma lâmina d’água se estende pelo horizonte. Seguimos por uma estrada de terra no oeste paulista, às margens do Rio Paraná, fronteira líquida entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ali, a monocultura avassala a paisagem que um dia foi uma floresta [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/" data-wpel-link="internal">Assentados conduzem plano para reflorestar 75 mil hectares no oeste paulista</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[PRESIDENTE EPITÁCIO, São Paulo — O canavial ondula e uma lâmina d’água se estende pelo horizonte. Seguimos por uma estrada de terra no oeste paulista, às margens do Rio Paraná, fronteira líquida entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ali, a monocultura avassala a paisagem que um dia foi uma floresta estacional semidecidual, também chamada de Mata Atlântica de interior — cujas folhas caem diante da ausência da chuva. Em sua picape, o biólogo e mestre em Agronomia Haroldo Gomes, de 47 anos, carrega um mundo vegetal diverso: ipês, angicos, aroeiras, cedros, copaíbas, guarantãs, paineiras e pitangueiras; são quase 70 espécies nativas da Mata Atlântica em busca de um pedaço de chão. Houve um tempo em que a família de Haroldo também andava sem chão. “Quando a gente veio para o acampamento, eu tinha onze anos&#8221;, disse ele, que é filho de assentado da reforma agrária. “Na época dos conflitos, a gente ficou seis anos em um barraco de lona. “Eu já corri de bala em ocupação de terreno.” Hoje Haroldo é coordenador de campo do projeto Corredores de Vida, do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). Foi ali que tanto ele quanto uma biodiversidade de espécies nativas de plantas e animais encontraram um lugar para chamar de casa. Desde 2002, a partir do esforço de assentados, o projeto reflorestou mais de 6 mil hectares  — o equivalente a 8,4 mil campos de futebol — com 10 milhões de árvores plantadas. O futuro, no entanto, é ainda&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>O primeiro anfíbio do mundo que parou uma hidrelétrica agora encara a crise climática</title>
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					<pubDate>08 Dez 2025 07:29:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Thamys Trindade]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Anfíbios, Animais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Mudanças climáticas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>ARVOREZINHA, RS – O sapinho-admirável-de-barriga-vermelha tem o tamanho de um polegar, mas carrega feitos de gigante: em 2014, impediu a construção de uma pequena central hidrelétrica que ameaçava modificar para sempre seu único habitat. Endêmico de um pequeno trecho do Rio Forqueta, no município de Arvorezinha, interior do Rio Grande do Sul, o Melanophryniscus admirabilis é [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[ARVOREZINHA, RS – O sapinho-admirável-de-barriga-vermelha tem o tamanho de um polegar, mas carrega feitos de gigante: em 2014, impediu a construção de uma pequena central hidrelétrica que ameaçava modificar para sempre seu único habitat. Endêmico de um pequeno trecho do Rio Forqueta, no município de Arvorezinha, interior do Rio Grande do Sul, o Melanophryniscus admirabilis é uma das espécies mais raras e ameaçadas do planeta. Recentemente, após as enchentes que devastaram o estado em 2024, pesquisadores retornaram a esse refúgio para avaliar se o sapinho que um dia parou uma hidrelétrica sobreviveu à força das águas. Em outubro de 2025, quase um ano e meio depois do maior desastre climático do Rio Grande do Sul, me juntei à equipe de pesquisadores para documentar o que havia restado do pequeno habitat onde vivem pouco mais de de mil sapinhos-admiráveis . O destino era o Perau de Janeiro – uma dobra escondida de rochas e mata úmida. O lugar, cercado por plantações de fumo e pastos, parece um cenário comum de floresta visto do alto, mas basta descer uma trilha íngreme para o ar mudar. O cheiro de musgo, o brilho do lajedo molhado, o som do fluxo severo do rio que se acaba em uma cachoeira: foi ali que o sapinho barrou o progresso. E era ali que queríamos ver se ele ainda vocalizava. A pesquisadora Michelle Abadie com o sapinho-admirável-de-barriga-vermelha. Foto: Thamys Trindade. Perau de Janeiro, em Arvorezinha (RS), habitat do sapinho-admirável. Foto: Thamys Trindade. Descrito pela ciência em 2006, o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-primeiro-anfibio-do-mundo-que-parou-uma-hidreletrica-agora-encara-a-crise-climatica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mata Atlântica continua perdendo grandes áreas de floresta, apesar da proteção legal</title>
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					<pubDate>26 Set 2025 14:47:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Liz Kimbrough]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Incêndios, Mata Atlântica, Monocultura, Pecuária e Queimadas]]>
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							<![CDATA[<p>Em 1970, os cientistas já haviam passado 65 anos acreditando que o mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus) estava extinto. Naquele ano, no entanto, moradores locais encontraram uma pequena população da espécie  lutando pela sobrevivência em um trecho preservado de Mata Atlântica no oeste paulista. Após décadas de esforços, cerca de 1.800 desses primatas hoje se deslocam por [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 1970, os cientistas já haviam passado 65 anos acreditando que o mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus) estava extinto. Naquele ano, no entanto, moradores locais encontraram uma pequena população da espécie  lutando pela sobrevivência em um trecho preservado de Mata Atlântica no oeste paulista. Após décadas de esforços, cerca de 1.800 desses primatas hoje se deslocam por corredores florestais restaurados. É uma rara história de sucesso em um dos ecossistemas mais ameaçados do mundo. Mas, apesar de conquistas como essa na conservação, pesquisas recentes revelam uma realidade preocupante: a Mata Atlântica brasileira continua perdendo milhares de hectares de floresta madura a cada ano, mesmo sendo protegida por lei federal. A Lei da Mata Atlântica permite o desmatamento apenas em circunstâncias excepcionais, o que significa que a maior parte desse desmatamento é ilegal. Vista aérea de fragmentos da Mata Atlântica. A agricultura é a principal causa do desmatamento contínuo. Foto cedida pela Saving Nature. “É realmente alarmante constatar que ainda estamos perdendo grandes áreas de floresta madura”, disse Luis Fernando Guedes Pinto, diretor executivo da Fundação SOS Mata Atlântica à Mongabay. É especialmente preocupante, acrescentou ele, “considerando que a Mata Atlântica é uma área crítica de biodiversidade, a floresta tropical mais devastada do Brasil, uma das mais devastadas do mundo, e protegida por uma lei específica”. Uma nova pesquisa publicada na revista Nature Sustainability analisou mais de 10 mil eventos de desmatamento na Mata Atlântica entre 2010 e 2020. O estudo constatou que o ritmo do desmatamento permaneceu estável, com uma taxa média&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/mata-atlantica-continua-perdendo-grandes-areas-de-floresta-madura-apesar-da-protecao-legal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil pede regras mais duras no comércio global para salvar pau-brasil da extinção</title>
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					<pubDate>04 Ago 2025 10:14:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>A árvore de madeira avermelhada e flores amarelas que dá nome ao Brasil está desaparecendo. Nativa da Mata Atlântica e exclusiva do território brasileiro, hoje a população do pau-brasil (Paubrasilia echinata) está restrita a cerca de 10 mil árvores espalhadas entre o litoral do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte; um declínio [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A árvore de madeira avermelhada e flores amarelas que dá nome ao Brasil está desaparecendo. Nativa da Mata Atlântica e exclusiva do território brasileiro, hoje a população do pau-brasil (Paubrasilia echinata) está restrita a cerca de 10 mil árvores espalhadas entre o litoral do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte; um declínio de 84% ao longo das últimas três gerações da planta. Os dados são do Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora), que em 2024 elevou a classificação de risco de extinção da espécie de “em perigo” para “criticamente em perigo”. No período colonial, foi a cor vívida do pau-brasil que quase decretou seu fim, com mais de 500 mil árvores colocadas abaixo para atender à demanda europeia por corante vermelho para tecidos. A partir do século 19, a combinação ideal entre ressonância, durabilidade e flexibilidade da madeira colocaram a espécie na mira da indústria da música, que descobriu ser este o material perfeito para produzir arcos —  a haste de madeira com crina de cavalo usada para tocar violinos e violoncelos. “O pau-brasil realmente está em uma situação bem critica”, disse à Mongabay o analista ambiental do Ibama Felipe Bernardino Guimarães, referência nacional em identificação de madeira e autor de uma tese de mestrado sobre fraudes no comércio do pau-brasil. A exploração do pau-brasil para a fabricação de arcos de instrumentos musicais é a principal ameaça à espécie, diz o governo brasileiro. Foto: Felipe Bernardino Guimarães/Ibama Para tentar salvar este símbolo nacional, o Brasil propôs&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/brasil-pede-regras-mais-duras-no-comercio-global-para-salvar-pau-brasil-da-extincao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Produtores rurais se tornam aliados na conservação da onça-pintada na região do Parque do Iguaçu</title>
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					<pubDate>30 Jun 2025 06:59:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>“É preciso acolher o medo e transformá-lo em encantamento, através da informação”, acredita a bióloga Yara Barros. Logo que assumiu a coordenação do Projeto Onças do Iguaçu, no Paraná, em 2018, ela sabia que, para o programa de conservação da onça-pintada (Panthera onca) ter sucesso, ele dependia de três pilares: pesquisa científica, engajamento e coexistência. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“É preciso acolher o medo e transformá-lo em encantamento, através da informação”, acredita a bióloga Yara Barros. Logo que assumiu a coordenação do Projeto Onças do Iguaçu, no Paraná, em 2018, ela sabia que, para o programa de conservação da onça-pintada (Panthera onca) ter sucesso, ele dependia de três pilares: pesquisa científica, engajamento e coexistência. Isso porque a região no entorno do Parque Nacional do Iguaçu, que abriga a única população da espécie que cresce na Mata Atlântica, é repleta de propriedades rurais, locais que, por uma série de fatores, podem atrair esses felinos a predar animais domésticos. E aí, o que acontecia como resposta, com grande frequência no passado, era a caça por retaliação. Uma realidade que Yara estava disposta a mudar. “O objetivo era ter pessoas, o Parque Nacional do Iguaçu e as onças prosperando juntos”, diz ela. “Se dá para salvar felinos em qualquer lugar do mundo, é através da coexistência.” Criado em 1990, com foco principal no monitoramento e proteção da onça-pintada, por quase três décadas o projeto chamou-se Carnívoros do Iguaçu. Mas a equipe chegou à conclusão de que “carnívoros” representava justamente aquilo que dificultava o engajamento dos proprietários à iniciativa. O nome invocava a percepção, mesmo que subliminar, desses animais estarem prontos para caçar, o que disseminava o medo e o temor a eles. Rebatizado de Onças do Iguaçu, a principal meta era mostrar a fazendeiros e moradores dos dez municípios situados próximos ao parque que a equipe do projeto não se importava apenas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/produtores-rurais-se-tornam-aliados-na-conservacao-da-onca-pintada-na-regiao-do-parque-do-iguacu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Em Pernambuco, projeto militar e obra viária ameaçam área de conservação da Mata Atlântica</title>
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					<pubDate>25 Jun 2025 07:02:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Dantas]]>
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							<![CDATA[<p>A construção da Escola de Sargentos das Armas (ESA), anunciada em 2021, tornou-se um marco para a Região Metropolitana do Recife (RMR). Por contar com recursos assegurados pelo Exército Brasileiro na casa de R$ 1,8 bilhão, além de contrapartidas de infraestrutura do governo estadual, e diante da expectativa de geração de postos de trabalho, o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A construção da Escola de Sargentos das Armas (ESA), anunciada em 2021, tornou-se um marco para a Região Metropolitana do Recife (RMR). Por contar com recursos assegurados pelo Exército Brasileiro na casa de R$ 1,8 bilhão, além de contrapartidas de infraestrutura do governo estadual, e diante da expectativa de geração de postos de trabalho, o projeto parecia promissor. No entanto, a proposta enfrenta a resistência da sociedade civil e de ambientalistas devido aos possíveis impactos ambientais no local que abrigará o empreendimento: a Área de Proteção Ambiental (APA) Aldeia-Beberibe. Compreendendo oito municípios em seus mais de 30 mil hectares de extensão, a APA acolhe o maior remanescente de Mata Atlântica no trecho entre os estados de Sergipe e Rio Grande do Norte. O pouco que sobrou da floresta tropical nesta parte do mapa é fundamental, uma vez que o bioma já perdeu quase 90% de sua área original no Brasil, como alertam especialistas. Para a área construída do complexo militar, estima-se o desmatamento de 94 hectares de floresta nativa, consequência de uma estrutura que deve receber 6 mil novos moradores. A ESA, porém, não é a única grande intervenção prevista: antes mesmo da escola, já havia no caminho a construção do chamado Arco Viário Metropolitano, que promete melhorar o tráfego em toda a RMR. O arco também gera preocupação, já que recortaria toda a área da APA, adicionando um novo fator de risco à natureza. Somados, os dois projetos intensificam a pressão urbana dentro e ao redor da unidade de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/em-pernambuco-projeto-militar-e-obra-viaria-ameacam-area-de-conservacao-da-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Como animais extintos estão voltando às florestas de Florianópolis</title>
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					<pubDate>16 Mai 2025 15:00:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Aves, Conservação, Fauna, Felinos, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Responsabilidade Ambiental, Soluções e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>A meia dúzia de crianças surpreendeu. Num domingo de manhã nublado na Trilha do Sertão do Assopro, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, elas foram as que mais interagiram com o guia durante o Vem Passarinhar, evento de observação de aves realizado mensalmente pelo Instituto Fauna Brasil (IFB). Elas reconheciam as aves pelo canto ou [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A meia dúzia de crianças surpreendeu. Num domingo de manhã nublado na Trilha do Sertão do Assopro, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, elas foram as que mais interagiram com o guia durante o Vem Passarinhar, evento de observação de aves realizado mensalmente pelo Instituto Fauna Brasil (IFB). Elas reconheciam as aves pelo canto ou por uma olhadela, rapidamente se colocando a postos para fotografar. Segundo o guia, o local abriga entre 120 e 130 espécies de aves, como aracuã, tucano-de-bico-preto, saíra-ferrugem, arapaçu-verde e gavião-tesoura. Caynã Bueno de Oliveira, de 7 anos, diz que conhece pelo menos 400 espécies de aves de cor. Além de fotografar, ele desenha e adora estudar sobre o assunto em guias e vídeos de canais especializados. “Em outros ambientes ele é tímido, mas aqui ele se solta e conversa com o guia e os colegas. Se o assunto é aves, ele acessa as pessoas de outro lugar”, diz o pai, Rafael Araújo de Oliveira. Só de o guia falar em tentar ver o macuquinho, espécie considerada extinta localmente até alguns anos atrás, o menino já abriu um sorriso e saiu em disparada. O Vem Passarinhar é organizado por diferentes instituições em todo o Brasil de forma gratuita. Em Florianópolis, começou a ser realizado em 2022 como uma forma de engajar as pessoas a verem os animais que tinham sido tratados, a partir de resgate, apreensão e entrega voluntária de todo o estado, e depois reintroduzidos na natureza pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/como-animais-extintos-estao-voltando-as-florestas-de-florianopolis/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Entre escassez e conflito, povo Pataxó transforma fazenda degradada em exemplo de agroecologia</title>
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					<pubDate>07 Mai 2025 10:02:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carolina de Marchi]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Bahia e Mata Atlântica]]>
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							<![CDATA[Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Indígenas, Índios, Mata Atlântica, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Soluções, Sustentabilidade e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA BARRA VELHA DO MONTE PASCOAL, Bahia – “Meu sonho sempre foi ter uma terra pra trabalhar, produzir e poder dizer pro mundo o que a gente sabe.&#8221; As mãos calejadas e as rugas escavadas no rosto de Josia Pataxó não mentem: esse sonho demorou muito para ser realizado. Ele agora se materializa na [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA BARRA VELHA DO MONTE PASCOAL, Bahia – “Meu sonho sempre foi ter uma terra pra trabalhar, produzir e poder dizer pro mundo o que a gente sabe.&#8221; As mãos calejadas e as rugas escavadas no rosto de Josia Pataxó não mentem: esse sonho demorou muito para ser realizado. Ele agora se materializa na Pataxi Pataxó Akuã Tarakwatê (em português, Aldeia Pataxó Flecha Forte), ainda que não tenha sido legitimado pelo Estado brasileiro. Exige, até hoje, paciência e trabalho duro. No caminho da entrada do Parque Nacional do Monte Pascoal, entre Prado e Porto Seguro (BA), em meio às fazendas que dominam o entorno, este pequeno território (cujo tamanho nunca foi medido com precisão) ocupado por um grupo de indígenas Pataxó em junho de 2023 está se tornando exemplo de luta e reinvenção. A Pataxi Pataxó Akuã Tarakwatê, instalada em uma antiga fazenda de gado e cacau que se encontrava degradada, abriga um esforço comunitário que combina agroecologia e preservação cultural em meio à escassez de recursos e a impasses sobre a demarcação do território. A comunidade Pataxó, que enfrenta décadas de negligência e precariedade em outras áreas da Terra Indígena Barra Velha do Monte Pascoal, retomou o local – já demarcado pela Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) como parte da revisão da TI – com um objetivo ousado: transformar o espaço em um modelo de sustentabilidade e inspiração para outras retomadas. “Se fôssemos esperar pela Funai ou ONGs, essa terra estaria parada até hoje”, afirma Tohõ Pataxó,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/entre-escassez-e-conflito-pataxos-transformam-fazenda-degradada-em-exemplo-de-agroecologia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Onças-pardas ‘detetives’ viram trunfo para conservação entre Cerrado e Mata Atlântica</title>
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					<pubDate>09 Abr 2025 07:26:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[<p>Corumbá, uma onça-parda macho batizada em homenagem ao rio homônimo que nasce no estado de Goiás, viveu uma longa jornada no coração do Brasil. O felino partiu do Parque Estadual da Mata Atlântica (Pema), localizado no município de Água Limpa, a cerca de 250 quilômetros da capital Goiânia, atravessou fazendas e cruzou fragmentos de vegetação [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Corumbá, uma onça-parda macho batizada em homenagem ao rio homônimo que nasce no estado de Goiás, viveu uma longa jornada no coração do Brasil. O felino partiu do Parque Estadual da Mata Atlântica (Pema), localizado no município de Água Limpa, a cerca de 250 quilômetros da capital Goiânia, atravessou fazendas e cruzou fragmentos de vegetação até chegar a outra unidade de conservação (UC) no sudeste goiano. Ao entrar no Parque Estadual da Serra de Caldas Novas (Pescan), permaneceu por algum tempo, e depois seguiu viagem. Ao todo, durante os onze meses em que foi monitorado com uma coleira rádio-transmissora GPS, o animal andou mais de 120 quilômetros – de Água Limpa ao município de Cromínia. Os dados foram coletados até julho de 2023, quando o dispositivo ficou sem bateria e se soltou do pescoço de Corumbá. “[O felino] se movimentou lindamente na paisagem, e vimos os fragmentos entre os dois parques por onde se deslocou. Com isso, conseguimos atribuir a esses locais um grau de prioridade para a conservação da biodiversidade, tendo a onça-parda como uma ‘ferramenta’ para indicar quais áreas são essas”, explica a bióloga Fernanda Cavalcanti de Azevedo, coordenadora-executiva do Programa de Conservação Mamíferos do Cerrado (PCMC), vinculado à Universidade Federal de Catalão (UFCAT). Desde 2009, o grupo conduz trabalhos de pesquisa e extensão em regiões centrais do Brasil para entender como as espécies nativas do Cerrado, principalmente as carnívoras, relacionam-se com áreas modificadas pela atividade humana. Duas delas são consideradas essenciais pelo PCMC: a raposa-do-campo (Lycalopex vetulus),&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/oncas-pardas-detetives-viram-trunfo-para-conservacao-entre-cerrado-e-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Aumento de períodos prolongados de seca ameaça anfíbios brasileiros</title>
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					<pubDate>20 Mar 2025 10:07:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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							<![CDATA[<p>O Brasil abriga a maior diversidade do mundo de anfíbios: das mais de 8 mil espécies conhecidas globalmente, cerca de 1.200 são encontradas no país, sobretudo nos biomas Amazônia e Mata Atlântica. Mas seu futuro está em risco devido ao aumento dos períodos de seca em seus habitats. Seca e anfíbios não são uma combinação [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O Brasil abriga a maior diversidade do mundo de anfíbios: das mais de 8 mil espécies conhecidas globalmente, cerca de 1.200 são encontradas no país, sobretudo nos biomas Amazônia e Mata Atlântica. Mas seu futuro está em risco devido ao aumento dos períodos de seca em seus habitats. Seca e anfíbios não são uma combinação viável. Esses animais dependem de água e umidade para sobreviver. Sem elas, podem desidratar em poucas horas e morrer. “Os anfíbios possuem a pele fina e permeável, diferentemente de outros animais terrestres, como humanos, pássaros, répteis e insetos. Essa pele úmida deixa passar água e outras substâncias, tornando-a mais sensível ao ar seco. É por isso que você não vê sapos expostos ao sol por muito tempo – eles secam muito mais rápido do que outros animais”, explica o biólogo Nicholas Wu, pesquisador da Western Sydney University, na Austrália. Com a ajuda de outros cientistas, Wu mapeou regiões do planeta onde anfíbios anuros (sapos, rãs e pererecas), um grupo de vertebrados sensíveis à água, enfrentarão condições mais áridas e secas no futuro, podendo gerar um maior risco de declínio de populações e até de extinção de espécies. “Descobrimos que muitas partes do mundo onde vivem anuros correm o risco de ficarem mais áridas e sofrerem com aumento de secas. Também constatamos que a combinação de temperaturas mais altas e ambientes mais secos terá grandes impactos na janela de atividades deles, ou seja, as horas em que o clima não impede os anuros de forragearem e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/aumento-de-periodos-prolongados-de-seca-ameaca-anfibios-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisadores identificam áreas prioritárias para restauração nos biomas brasileiros</title>
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					<pubDate>17 Mar 2025 18:24:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caatinga, Cerrado, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Pantanal, Política Ambiental, Queimadas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>O governo do Pará anunciou no início de março que irá conceder 30 mil hectares para empresas de restauração florestal na região do Triunfo do Xingu, uma das mais desmatadas da Amazônia. O modelo deve replicar o edital lançado no final de 2024 para a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, onde a empresa [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O governo do Pará anunciou no início de março que irá conceder 30 mil hectares para empresas de restauração florestal na região do Triunfo do Xingu, uma das mais desmatadas da Amazônia. O modelo deve replicar o edital lançado no final de 2024 para a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, onde a empresa vencedora vai assumir o trabalho de restauração em troca da comercialização dos créditos de carbono. A mesma lógica será aplicada à concessão da Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia, cujo edital deve ser lançado ainda neste ano pelo governo federal. Estudos para a concessão de outras sete áreas públicas também estão em andamento, segundo o Ministério do Meio Ambiente informou à Mongabay. Os projetos respondem a uma demanda cada vez maior da agenda climática global  — até 2030, as Nações Unidas estarão promovendo a Década da Restauração de Ecossistemas, em um claro entendimento de que controlar o desmatamento não será suficiente para combater as mudanças climáticas. A Ministra do Meio Ambiente Marina Silva lançou o chamado Novo Planaveg em outubro de 2024 durante a COP16, na Colômbia. Foto: Ministério do Meio Ambiente. Apesar de não sequestrar tanto carbono quanto a Amazônia, a vegetação do Cerrado ajuda a proteger algumas das principais bacias hidrográficas do Brasil. Imagem de Marizilda Cruppe/Greenpeace. Com 109 milhões de hectares de pastagens degradadas — área equivalente a duas Espanhas —, o Brasil tem enorme potencial de restauração. Mas projetos como estes costumam ser caros e complexos. Na maioria das vezes,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/pesquisadores-identificam-areas-prioritarias-para-restauracao-nos-biomas-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>A volta à roça: jovens resgatam comunidade e inspiram sustentabilidade no ES</title>
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					<pubDate>28 Fev 2025 18:23:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carolina de Marchi]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>No alto da porta da igrejinha, lê-se em letras garrafais: “Conscientização”. Não é uma palavra que se costuma ver na entrada de muitas igrejas católicas. “Se a gente não tiver consciência crítica das coisas, a comunidade não melhora. Primeiro, a consciência. O bem não muda as pessoas, o que muda é a consciência.” Quem fala [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/a-volta-a-roca-jovens-resgatam-comunidade-e-inspiram-sustentabilidade-no-es/" data-wpel-link="internal">A volta à roça: jovens resgatam comunidade e inspiram sustentabilidade no ES</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[No alto da porta da igrejinha, lê-se em letras garrafais: “Conscientização”. Não é uma palavra que se costuma ver na entrada de muitas igrejas católicas. “Se a gente não tiver consciência crítica das coisas, a comunidade não melhora. Primeiro, a consciência. O bem não muda as pessoas, o que muda é a consciência.” Quem fala não é o padre, e sim Fabio de Souza Silva, o Fabinho, produtor familiar agroecológico e uma das lideranças de Feliz Lembrança, parte do município de Alegre, no coração da região do Caparaó, no sul do Espírito Santo. A palavra está lá para relembrar que não basta ter fé, é preciso agir. Prova disso é a própria trajetória da comunidade. “Hoje temos prazer e orgulho de dizer que somos da roça”, diz Fabinho, enquanto pousa a mão no peito e escancara um sorriso. Nem sempre foi assim. Há 25 anos, o cenário era de escassez. Pobreza mesmo. Não à toa, havia uma noção de que roça era sinônimo de vergonha. “A gente via a juventude desanimada, com a autoestima lá embaixo. Na escola não diziam que eram da roça. Mas aí eu me perguntava: rapaz, será que a roça é tão ruim assim? Temos que mudar essa história.” Estamos no quintal de Fabinho, um lugar espaçoso, rodeado de flores e Mata Atlântica, onde sua filha de pouco mais de um ano de idade corre e brinca, incansável. O café — principal atividade econômica da comunidade, como em todo o Espírito Santo — acaba de ser&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/a-volta-a-roca-jovens-resgatam-comunidade-e-inspiram-sustentabilidade-no-es/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Por que os morcegos da Mata Atlântica estão cheios de metais tóxicos no corpo</title>
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					<pubDate>30 Dez 2024 09:08:06 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos e Mata Atlântica]]>
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							<![CDATA[<p>Os morcegos desempenham um papel fundamental na saúde dos ecossistemas florestais enquanto polinizadores, dispersores de sementes e controle de insetos considerados pragas agrícolas. Mas de acordo com uma nova pesquisa, os morcegos e os serviços ecossistêmicos que oferecem estão ameaçados na Mata Atlântica, bioma altamente fragmentado, onde grande parte das áreas naturais foram degradadas pela [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/por-que-os-morcegos-da-mata-atlantica-estao-cheios-de-metais-toxicos-no-corp/" data-wpel-link="internal">Por que os morcegos da Mata Atlântica estão cheios de metais tóxicos no corpo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Os morcegos desempenham um papel fundamental na saúde dos ecossistemas florestais enquanto polinizadores, dispersores de sementes e controle de insetos considerados pragas agrícolas. Mas de acordo com uma nova pesquisa, os morcegos e os serviços ecossistêmicos que oferecem estão ameaçados na Mata Atlântica, bioma altamente fragmentado, onde grande parte das áreas naturais foram degradadas pela atividade agrícola e a mineração, aumentando a exposição da vida selvagem a metais pesados tóxicos. Cientistas da Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia, retiraram amostras de pelos de morcegos de áreas variadas no estado – incluindo pastagens, monoculturas de eucalipto e café e agrofloresta de cacau – e testaram o material para a presença de três metais: chumbo, manganês e cobre. “Descobrimos que os morcegos que vivem em áreas cuja paisagem é dominada pela agricultura intensiva ou por pastagens têm níveis mais altos de metais tóxicos no organismo, especialmente chumbo e manganês”, revela Julián Barillaro, líder do estudo e pesquisador de Ecologia da conservação na Universidade de Santa Cruz. Segundo ele, isso provavelmente se deve ao uso de agrotóxicos e combustíveis que contêm chumbo. A redução do habitat natural também pode ser uma das causas do aumento dessa exposição. O uso intensivo de agrotóxicos em plantações de eucalipto pode ser a razão da contaminação dos morcegos. Foto cedida por Ivana Cardoso. Outros fatores, como as diferentes espécies e o sexo dos morcegos, não afetaram a bioacumulação, levando os autores a crer que os animais entraram em contato direto com os metais pesados ao descansarem&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/por-que-os-morcegos-da-mata-atlantica-estao-cheios-de-metais-toxicos-no-corp/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Novo plano de restauração pode deslanchar o Código Florestal, acreditam ambientalistas</title>
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					<pubDate>06 Nov 2024 15:39:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Reflorestamento e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Na programação do Brasil durante a 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica – COP16,  realizada em Cali, na Colômbia, de 21 de outubro a 1 de novembro, grande destaque foi dado ao lançamento da nova versão do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa, o Planaveg, que planeja reflorestar 12 milhões de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/novo-plano-de-restauracao-pode-deslanchar-o-codigo-florestal-acreditam-ambientalistas/" data-wpel-link="internal">Novo plano de restauração pode deslanchar o Código Florestal, acreditam ambientalistas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Na programação do Brasil durante a 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica – COP16,  realizada em Cali, na Colômbia, de 21 de outubro a 1 de novembro, grande destaque foi dado ao lançamento da nova versão do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa, o Planaveg, que planeja reflorestar 12 milhões de hectares até 2030. Especialistas ouvidos pela Mongabay demonstraram otimismo com o posicionamento brasileiro, mas apontam desafios para recuperar essa área, maior que o território de Portugal. Marcelo Elvira afirma que o Observatório do Código Florestal (OCF), onde atua como secretário-executivo, “está otimista com o novo Planaveg”, que considera resultado de um processo de construção coletiva liderado pelo Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). “A gente tem uma expectativa de que essa iniciativa possa deslanchar o Código Florestal”, afirma o ambientalista, que considera factível um impulso pela repercussão da COP16, embora aponte dilemas. “O Planaveg é uma direção. Mas essa não é somente uma iniciativa do governo federal, precisa dos governos estaduais também”, opina. Como parte dos desafios, o Termômetro do Código Florestal indica que o passivo ambiental dessa legislação — ou seja, trechos de vegetação nativa em terras privadas que foram desmatados, mas que, pelo código, não deveriam ter sido — é de 20,7 milhões de hectares. São contabilizados, nesses casos, Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal. A maior parte, segundo o OCF, é de Reserva Legal, com 17,8 milhões de hectares degradados. Rômulo Batista, porta-voz do Greenpeace Brasil, destaca&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/novo-plano-de-restauracao-pode-deslanchar-o-codigo-florestal-acreditam-ambientalistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Agrofloresta comunitária no Rio sustenta pássaros, abelhas e pessoas</title>
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					<pubDate>19 Set 2024 18:37:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Bernardo Araújo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Rio de Janeiro]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Conservação, Florestas, Mata Atlântica, Política Ambiental, Reflorestamento e Responsabilidade Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO – Eu não sabia o que esperar quando cheguei ao Cocotá. A grande praça de 110 mil metros quadrados aterrada há mais de cinco décadas era bastante familiar. Tudo ali permanecia mais ou menos como eu me lembrava: das pistas de skate e quadras esportivas às calçadas e bancos de concreto. Tudo, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[RIO DE JANEIRO – Eu não sabia o que esperar quando cheguei ao Cocotá. A grande praça de 110 mil metros quadrados aterrada há mais de cinco décadas era bastante familiar. Tudo ali permanecia mais ou menos como eu me lembrava: das pistas de skate e quadras esportivas às calçadas e bancos de concreto. Tudo, exceto o pequeno e curioso agrupamento de árvores que eu vim visitar, que parecia mais uma pequena floresta do que um jardim construído pela prefeitura. O Cocotá é um bairro da Ilha do Governador, uma ilha de 39 quilômetros quadrados no nordeste da cidade do Rio de Janeiro. Grande parte dela é ocupada pela Força Aérea Brasileira e pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim (vulgo Galeão), deixando cerca de metade de sua área para seus mais de 200 mil residentes. Eu era um deles alguns anos atrás, o que tornou o objeto da minha visita ainda mais surpreendente: nunca esperaria que uma agrofloresta — onde árvores, arbustos e plantas anuais úteis para a população humana são cultivados juntos em um sistema que fornece frutas, vegetais e habitat para animais — surgisse bem no meio da minha cidade. Meus anfitriões estavam aproveitando a sombra daquela floresta em miniatura. Victor Huggo, um arquiteto local, levantou-se das raízes de uma árvore de jambolão (Syzygium cumini) para me cumprimentar. À sua frente, Lucas Marques, estudante de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estendeu a mão. Ambos moraram na Ilha do Governador por muitos anos, e nenhum dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/agrofloresta-comunitaria-no-rio-sustenta-passaros-abelhas-e-pessoas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Eucalipto ameaça biodiversidade na Mata Atlântica e no Pampa</title>
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					<pubDate>12 Set 2024 15:44:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Mata Atlântica, Pampa e Rio Grande do Sul]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Commodities, Degradação, Desmatamento, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Mata Atlântica, Pampas e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Cultivos de eucaliptos e pínus já cobrem uma área de quase 10 milhões de hectares nos quatro cantos do território brasileiro; uma superfície maior que a de Portugal. São paredões e mais paredões de árvores plantadas para abastecer principalmente o mercado mundial de celulose, que tem no Brasil seu maior exportador. Mas o que de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Cultivos de eucaliptos e pínus já cobrem uma área de quase 10 milhões de hectares nos quatro cantos do território brasileiro; uma superfície maior que a de Portugal. São paredões e mais paredões de árvores plantadas para abastecer principalmente o mercado mundial de celulose, que tem no Brasil seu maior exportador. Mas o que de longe parece uma floresta de perto se mostra um ambiente pobre em formas de vida. &#8220;Não é floresta, são lavouras de árvores, de madeira&#8221;, afirma Paulo Brack, professor do Departamento de Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). &#8220;Você tem praticamente todas as árvores de uma só espécie, que ainda por cima é clonada, o que diminui ainda mais a biodiversidade.&#8221; Uma nova evidência do impacto destes cultivos sobre as paisagens naturais vem de um artigo publicado no início de agosto na revista Acta Limnologica Brasiliensia. Sheila Peixoto, da  Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), queria entender de que forma as monoculturas de eucalipto impactam as formas de vida em nascentes localizadas na Mata Atlântica. Para isso, escolheu analisar a presença dos chamados macroinvertebrados bentônicos, grupo formado por pequenos animais que vivem no barro depositado no fundo das nascentes, como larvas de insetos, moluscos e minhocas de água doce. &#8220;Eles são bons bioindicadores ambientais&#8221;, explicou a pesquisadora, esclarecendo que o grupo integra desde seres extremamente sensíveis a outros muito resistentes às alterações do ecossistema. &#8220;Dependendo de quem encontramos naquele local, a gente consegue ter uma ideia se houve um impacto naquela&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/eucalipto-ameaca-biodiversidade-na-mata-atlantica-e-no-pampa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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