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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</title>
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					<pubDate>18 Ago 2026 10:30:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Emissões de carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Madeira, Madeireiras, Mineração, Motores do Desmatamento e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A floresta volta a cobrir uma estrada aberta pelo garimpo e revela o que está em jogo nas eleições deste ano.</p>
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							<![CDATA[Em 2022, uma estrada ilegal com extensão equivalente a uma maratona completa, cortando duas áreas de proteção integral na Amazônia brasileira, ameaçou fazer aquilo que os ambientalistas mais temiam: partir ao meio o Corredor Xingu de Diversidade Socioambiental, um mosaico de territórios indígenas e unidades de conservação que abrange cerca de 26 milhões de hectares entre o norte de Mato Grosso e o sul do Pará. Quatro anos depois, imagens de satélite revelaram que a estrada de 42,8 quilômetros sumiu, engolida pela floresta que voltou a crescer — algo raro de se ver na região. Seu desaparecimento contraria tudo o que costuma acontecer quando uma estrada surge na Amazônia. “Aqui, a estrada é o começo de tudo, o começo da devastação”, disse à Mongabay Bruno Ferreira, pesquisador da organização de conservação Imazon, que integra a rede de mapeamento MapBiomas. Em geral, as estradas amazônicas dão origem a uma série de novos ramais (legais ou ilegais) que brotam da via principal, criando o padrão de “espinha de peixe” nas imagens de satélite. Estudos do Imazon indicam que 95% do desmatamento na Amazônia acontece a até 5,5 km das estradas — o que significa que a pecuária e a extração ilegal de madeira teriam sido praticamente impossíveis de conter caso essa estrada tivesse se consolidado. Para as organizações que monitoram a região do rio Xingu, um dos principais afluentes do Amazonas, a inutilização dessa estrada é a prova de que a aliança entre a sociedade civil e um governo disposto a agir&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</title>
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					<pubDate>03 Ago 2026 08:26:55 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Felipe Sabrina]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Maranhão]]>
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							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Ativismo, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Corrupção, Crime Ambiental, Direitos humanos, Justiça Social, Lei Ambiental, Madeira e Madeireiras]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2015, Raimundo Rodrigues foi assassinado por fazendeiros no Maranhão. Maria, sua esposa, sobreviveu. Mas deixou de existir para continuar viva.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Por volta de 1 da manhã do dia 29 de abril de 2026, no salão do júri da Comarca de Bom Jardim, no Maranhão, o juiz Philipe Silveira da Cunha quantificou publicamente o destino do ex-policial militar Francisco da Silva Sousa: “Fica o réu definitivamente condenado a 35 anos e quatro meses de reclusão. Fixo o regime fechado para o início do cumprimento da pena”, anunciou o juiz ao microfone, em pé, diante do réu, dos jurados, dos promotores de justiça e dos advogados de defesa e acusação, sob as luzes brancas do salão que iluminaram mais de 16 horas de julgamento, iniciado na manhã do dia anterior. O ex-policial, de 66 anos, saiu direto dali para a prisão. Da Silva, como é conhecido, foi considerado culpado pelo júri popular por arquitetar o assassinato do ambientalista e camponês Raimundo dos Santos Rodrigues, 54 anos, e a tentativa de homicídio da esposa de Raimundo, Maria*, com 37 anos à época. O crime aconteceu no dia 25 de agosto de 2015, ali mesmo em Bom Jardim, dentro da Reserva Biológica do Gurupi, unidade de conservação federal administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio. Raimundo, Maria, seus seis filhos e outras cerca de 38 famílias camponesas viviam acampadas, desde 2009, na comunidade Brejinho Rio da Onça II, situada dentro da reserva, à espera de uma resolução do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para regularizar sua situação como assentados da reforma agrária — ali ou em outro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Agricultura sustentável enfrenta caminho tortuoso em hotspot do desmatamento na Amazônia</title>
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					<pubDate>28 Abr 2025 12:00:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Comércio Internacional, Commodities, Conflitos, Conflitos sociais, Gado, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Soja e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>ALTAMIRA, Pará — Bartolomeu Moraes, mais conhecido como Brasília, foi um líder camponês e sindicalista que atuou na longa e sangrenta luta por terra no Brasil. Em 2002, ele foi morto depois de anos de oposição a fazendeiros da região ao longo da BR-163, no Pará. “Ele viu muita terra nas mãos de pouca gente [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/agricultura-sustentavel-enfrenta-caminho-tortuoso-em-hotspot-do-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Agricultura sustentável enfrenta caminho tortuoso em hotspot do desmatamento na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[ALTAMIRA, Pará — Bartolomeu Moraes, mais conhecido como Brasília, foi um líder camponês e sindicalista que atuou na longa e sangrenta luta por terra no Brasil. Em 2002, ele foi morto depois de anos de oposição a fazendeiros da região ao longo da BR-163, no Pará. “Ele viu muita terra nas mãos de pouca gente e queria que as pessoas pudessem usar essa terra para a agricultura familiar”, lembra Raimunda Rodrigues, de apelido Mariana, enquanto caminha pela estrada de chão batido que leva à sua casa. Depois de sua morte, o Estado brasileiro finalmente cedeu e, em 2005, criou um assentamento sustentável (conhecido como PDS, ou Projeto de Desenvolvimento Sustentável) em homenagem a Brasília. Mariana recebeu um lote de terra dentro dos 19.800 hectares do PDS Brasília, uma área maior que Aracaju, capital de Sergipe, que até então pertencia a um único proprietário. O Instituto Nacional da Reforma Agrária (Incra) designou o assentamento a 500 famílias que praticariam a agricultura familiar em seus lotes e usariam uma área maior de floresta conservada para extrair frutos e castanhas. Contudo, 19 anos depois, o cenário é bem diferente. Sem apoio da administração pública, apenas 200 famílias continuam em suas terras. Muitas delas foram forçadas a vendê-las a grandes proprietários (o que é ilegal), que gradualmente reconquistaram a supremacia sobre o território. De acordo com a rede da sociedade civil MapBiomas, mais de dois terços (75%) do assentamento já foi transformado em pastagem para gado, o que é proibido dentro de um PDS.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/agricultura-sustentavel-enfrenta-caminho-tortuoso-em-hotspot-do-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mulheres Krahô lideram guarda indígena para proteger território em Tocantins</title>
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					<pubDate>21 Fev 2025 07:35:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Alimentos, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Gado, Incêndios, Indígenas, Índios, Madeira, Madeireiras, Óleo de Palma, Pecuária, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soja, Soluções e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em toda a América do Sul, as comunidades indígenas costumam considerar a proteção territorial como responsabilidade dos homens, enquanto as mulheres geralmente assumem papéis de cuidadoras da casa, da família e da comunidade. No entanto, em Tocantins, as mulheres indígenas das comunidades Krahô formaram um grupo de vigilância exclusivamente feminino para proteger seu território contra [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/mulheres-kraho-lideram-guarda-indigena-para-proteger-territorio-em-tocantins/" data-wpel-link="internal">Mulheres Krahô lideram guarda indígena para proteger território em Tocantins</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em toda a América do Sul, as comunidades indígenas costumam considerar a proteção territorial como responsabilidade dos homens, enquanto as mulheres geralmente assumem papéis de cuidadoras da casa, da família e da comunidade. No entanto, em Tocantins, as mulheres indígenas das comunidades Krahô formaram um grupo de vigilância exclusivamente feminino para proteger seu território contra invasores — uma raridade na região. Desde o início das operações, a guarda, denominada Mē Hoprê Catêjê, conseguiu identificar e comunicar à Funai uma ameaça relacionada a uma invasão de seu território. A Terra Indígena Kraolândia, com 303 mil hectares, está localizada no Cerrado, nos municípios de Goiatins e Itacajá. Está sob imensa pressão de madeireiros, caçadores, agronegócio e carvoarias. As águas do povo Krahô foram contaminadas por agrotóxicos aplicados nas plantações de soja e algodão próximas. O grupo, que conta com o apoio da Funai, do Centro de Trabalho Indigenista (CTI) e da empresa de tecnologia Awana Digital, foi criado durante uma reunião de defesa territorial das mulheres em setembro do ano passado. Durante oito dias, as mulheres Krahô se reuniram com outras guardiãs indígenas, incluindo as Guajajara de Arariboia e as Guajajara de Caru, para compartilhar ideias e experiências. “No passado, as mulheres não podiam fazer parte de nenhuma liderança”, disse à Mongabay Luzia Krahô, ou Kruw, uma das 13 integrantes do grupo recém-formado. “As mulheres ficavam em casa para cuidar da família e dos filhos. Mas hoje em dia vejo mudanças. Temos a coragem de enfrentar os perigos para proteger nosso território.”&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/mulheres-kraho-lideram-guarda-indigena-para-proteger-territorio-em-tocantins/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>‘A Mata Atlântica está morrendo’: entrevista com Ricardo Cardim</title>
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					<pubDate>13 Fev 2025 13:37:12 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Mata Atlântica]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Gado, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Pecuária, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Queimadas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Na casa de Ricardo Cardim, a mata subiu no telhado. No bom sentido: sobre sua cabeça e as de sua família agora prosperam dois microecossistemas: uma amostra de como eram os campos nativos da cidade de São Paulo (os chamados Campos de Piratininga) e uma “floresta-bonsai”: um exemplar de Mata Atlântica em formato reduzido, mas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/a-mata-atlantica-esta-morrendo-entrevista-com-ricardo-cardim/" data-wpel-link="internal">‘A Mata Atlântica está morrendo’: entrevista com Ricardo Cardim</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[Na casa de Ricardo Cardim, a mata subiu no telhado. No bom sentido: sobre sua cabeça e as de sua família agora prosperam dois microecossistemas: uma amostra de como eram os campos nativos da cidade de São Paulo (os chamados Campos de Piratininga) e uma “floresta-bonsai”: um exemplar de Mata Atlântica em formato reduzido, mas com alta diversidade. “Isso aqui é um laboratório&#8221;, ele diz, referindo-se aos experimentos paisagísticos com espécies nativas que vem fazendo há décadas. Não só isso como todo o paisagismo de sua casa no bairro de Alto de Pinheiros é um grande laboratório doméstico da flora da Mata Atlântica, localizado a duas quadras de onde corre, moribundo, um Rio Pinheiros fétido, retilíneo e desprovido das florestas que um dia cresceram em suas margens. A Mata Atlântica vem sendo uma obsessão do botânico e paisagista Ricardo Cardim desde, quando adolescente, fotografava as grandes árvores do bioma que encontrava pelo caminho. Mal sabia que, anos mais tarde, essa busca se tornaria um livro: Remanescentes da Mata Atlântica: As grandes árvores da floresta original e seus vestígios, esgotado em sua primeira edição e relançado agora em versão ampliada, com 200 novas imagens. É, como ele diz, uma “história visual da Mata Atlântica”, onde reúne fotos históricas da floresta que já tombou e imagens atuais, captadas pelo fotógrafo Cássio Vasconcellos, das últimas árvores gigantes da floresta. Restam poucas, muito poucas, dessas árvores em uma floresta reduzida a 12,4% de sua extensão original, resultado de cinco séculos servindo como matéria-prima para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/a-mata-atlantica-esta-morrendo-entrevista-com-ricardo-cardim/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Eucalipto ameaça biodiversidade na Mata Atlântica e no Pampa</title>
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					<pubDate>12 Set 2024 15:44:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Commodities, Degradação, Desmatamento, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Mata Atlântica, Pampas e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Cultivos de eucaliptos e pínus já cobrem uma área de quase 10 milhões de hectares nos quatro cantos do território brasileiro; uma superfície maior que a de Portugal. São paredões e mais paredões de árvores plantadas para abastecer principalmente o mercado mundial de celulose, que tem no Brasil seu maior exportador. Mas o que de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/eucalipto-ameaca-biodiversidade-na-mata-atlantica-e-no-pampa/" data-wpel-link="internal">Eucalipto ameaça biodiversidade na Mata Atlântica e no Pampa</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Cultivos de eucaliptos e pínus já cobrem uma área de quase 10 milhões de hectares nos quatro cantos do território brasileiro; uma superfície maior que a de Portugal. São paredões e mais paredões de árvores plantadas para abastecer principalmente o mercado mundial de celulose, que tem no Brasil seu maior exportador. Mas o que de longe parece uma floresta de perto se mostra um ambiente pobre em formas de vida. &#8220;Não é floresta, são lavouras de árvores, de madeira&#8221;, afirma Paulo Brack, professor do Departamento de Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). &#8220;Você tem praticamente todas as árvores de uma só espécie, que ainda por cima é clonada, o que diminui ainda mais a biodiversidade.&#8221; Uma nova evidência do impacto destes cultivos sobre as paisagens naturais vem de um artigo publicado no início de agosto na revista Acta Limnologica Brasiliensia. Sheila Peixoto, da  Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), queria entender de que forma as monoculturas de eucalipto impactam as formas de vida em nascentes localizadas na Mata Atlântica. Para isso, escolheu analisar a presença dos chamados macroinvertebrados bentônicos, grupo formado por pequenos animais que vivem no barro depositado no fundo das nascentes, como larvas de insetos, moluscos e minhocas de água doce. &#8220;Eles são bons bioindicadores ambientais&#8221;, explicou a pesquisadora, esclarecendo que o grupo integra desde seres extremamente sensíveis a outros muito resistentes às alterações do ecossistema. &#8220;Dependendo de quem encontramos naquele local, a gente consegue ter uma ideia se houve um impacto naquela&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/eucalipto-ameaca-biodiversidade-na-mata-atlantica-e-no-pampa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Águas do Xingu: fonte de vida em risco de morte</title>
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					<pubDate>03 Jan 2024 08:11:07 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ricardo Teles (texto e fotos)]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Justiça Social, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>Ainda antes do nascer do sol, ao longo das praias dos rios e lagos do Xingu, surge no horizonte uma sequência de fogueiras para aquecer os corpos nus recém saídos da água. À medida que a luz clareia o dia, levanta-se uma bruma que dilui o movimento de vultos num vai e vem que irá [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Ainda antes do nascer do sol, ao longo das praias dos rios e lagos do Xingu, surge no horizonte uma sequência de fogueiras para aquecer os corpos nus recém saídos da água. À medida que a luz clareia o dia, levanta-se uma bruma que dilui o movimento de vultos num vai e vem que irá durar o dia inteiro. No Parque Indígena do Xingu, rios e lagos são o jardim de infância das crianças. Grupos de mulheres carregam as crianças menores para várias sessões de banhos, iniciando-as desde pequenas nas artes de ser peixe. Treinos de futebol acontecem na praia. Jovens e velhos banham-se ao longo do dia e é sempre um momento propício para encontros e troca de ideias.  Ao cair da tarde, barcos de pescadores saem em busca do alimento. Os rios que cortam o parque, como o próprio Xingu e seus afluentes, são verdadeiras artérias naturais que sustentam a vida de inúmeras espécies animais, incluindo a espécie humana. As lagoas também desempenham um papel crucial: servem como pontos de encontro e oferecem oportunidades para alimentação, descanso e interação social. Além disso, as lagoas são essenciais para o fornecimento de água em épocas de seca, agindo como refúgios para a fauna silvestre e os indígenas durante os períodos mais áridos do ano. Essa riqueza, porém, está em risco. Segundo o cacique Tapi Yawalapiti, uma das principais lideranças do território do Xingu, há um desmatamento criminoso e desenfreado ocorrendo no entorno do parque, bem onde se encontram as nascentes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/01/aguas-do-xingu-fonte-de-vida-em-risco-de-morte/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como os Paiter Suruí transformaram os cafezais dos invasores em café amazônico de qualidade</title>
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					<pubDate>25 Set 2023 08:13:58 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Patricia Moll]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Alimentos, Amazônia, Ambientalistas, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Demarcação Territorial, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Madeira, Madeireiras, Povos Tradicionais e Unidades de Conservação]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Cafezais herdados de antigos invasores foram reflorestados e se tornaram a primeira experiência mercantil do povo Paiter Suruí. Após capacitações e parcerias, indígenas aprenderam a tratar e fermentar os grãos, garantindo uma bebida de alta qualidade e valor superior.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA SETE DE SETEMBRO, RO — O primeiro contato dos Paiter Suruí com o café foi em 1969. O cultivo não fazia parte da cultura ancestral deste povo originário, que vive na Terra Indígena Sete de Setembro, em uma região que vai de Cacoal, no sudeste de Rondônia, até Aripuanã, no noroeste do Mato Grosso. A data coincide também com o primeiro contato oficial da etnia com os não indígenas. Nesta época, o Governo Federal incentivava a ocupação no norte do país com a promessa de terras e melhores condições de vida. Rapidamente, a área foi tomada por madeireiros, garimpeiros e outros exploradores. Morreram centenas de indígenas, grande parte por conta de doenças como o sarampo. “Os invasores plantaram alguns pés de café. Como não eram de boa qualidade, devastaram o nosso solo”, lamenta o engenheiro ambiental e liderança Xener Paiter Suruí, filho do cacique Almir Suruí, referência mundial na luta pela sustentabilidade. Depois de muitos confrontos com os exploradores e também com o governo, a demarcação se deu somente em 1976 e a posse permanente – porém parcial – de suas terras, em 1983. Foi quando os Suruí começaram a reflorestar as áreas degradadas e aprender o cultivo de café. Os cafezais herdados dos colonos invasores constituíram a primeira experiência mercantil dos Suruí. Os grãos passaram a ser vendidos para as cidades vizinhas, sem nenhum tratamento. Cafezais Paiter Suruí na Terra Indígena Sete de Setembro. Foto: Walela Soepilema De acordo com o conhecimento da dinâmica da floresta, eles&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/09/como-os-paiter-surui-transformaram-os-cafezais-dos-invasores-em-cafe-amazonico-de-qualidade/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Crise climática ameaça o Quarup, ritual ancestral dos indígenas do Xingu</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/12/crise-climatica-ameaca-o-quarup-ritual-ancestral-dos-indigenas-do-xingu/</link>
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					<pubDate>06 Dez 2022 06:56:55 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Maria Fernanda Ribeiro]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Justiça Social, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Cerimônia fúnebre do Quarup, realizada para os mortos ilustres no Território Indígena do Xingu, teve que ser adaptada para evitar queimadas e garantir alimentos para todos os visitantes. Devido à crise climática, as florestas estão mais secas e mais inflamáveis: nos últimos 20 anos, 189 mil hectares de floresta preservada no Xingu foram perdidos para o fogo.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/12/crise-climatica-ameaca-o-quarup-ritual-ancestral-dos-indigenas-do-xingu/" data-wpel-link="internal">Crise climática ameaça o Quarup, ritual ancestral dos indígenas do Xingu</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
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							<![CDATA[O sol ainda demoraria a raiar quando homens e mulheres do povo Mehinako, moradores do Território Indígena do Xingu (TIX), no Mato Grosso, começaram a se dirigir até uma lagoa sagrada a dois quilômetros de distância de suas casas. Era o início dos rituais que antecederiam uma grande pescaria, necessária para alimentar os convidados que chegavam de outras aldeias para o Quarup, o ritual fúnebre ancestral dos povos originários da região do Alto Xingu. Às margens da lagoa, enquanto o pajé entoava seus cânticos para que os pescadores se mantivessem protegidos das arraias e piranhas, algumas fogueiras eram acesas para que os indígenas ali presentes realizassem outros ritos, considerados fundamentais para que nada atrapalhasse um dos momentos mais importantes da cerimônia que daria fim ao luto dos familiares da pajé Iamony Mehinako, que morreu em maio de 2021, vítima da covid-19. Uma dessas práticas consiste em acender tochas e queimar os pelos dos corpos de todos os homens que vão entrar na água e das mulheres que vão manusear os peixes para o preparo. O cheiro do pelo queimado, eles creem, espanta animais peçonhentos e evita outros tipos de acidentes. O clima naquela manhã era de diversão, com risadas e brincadeiras entre eles, mas havia também uma preocupação. E, para garantir que tudo correria bem, estava ali o brigadista florestal Akuykuma Mehinako. A atenção estava voltada para evitar que as labaredas não se espalhassem e que as brasas fossem apagadas antes de a pescaria começar. &#8220;O clima mudou muito e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/12/crise-climatica-ameaca-o-quarup-ritual-ancestral-dos-indigenas-do-xingu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Perda da araucária ameaça cultura indígena Kaingáng</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/10/perda-da-araucaria-ameaca-cultura-indigena-kaingang/</link>
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					<pubDate>13 Out 2022 07:02:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sônia Kaingáng]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Commodities, Conflitos, Conservação, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Indígenas, Infraestrutura, Justiça Social, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Política Ambiental, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O declínio das matas de araucária na região Sul traz consequências graves para a cultura Kaingáng, que faz do pinheiro importante fonte alimentar, cultural e de resistência. Ecossistema é um dos mais devastados do Brasil: restam apenas 3% de sua extensão original.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/perda-da-araucaria-ameaca-cultura-indigena-kaingang/" data-wpel-link="internal">Perda da araucária ameaça cultura indígena Kaingáng</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Para além de sua relevância ecológica, o desaparecimento da araucária (Araucaria angustifolia) na região Sul ameaça também a sobrevivência de todo um povo: os Kaingáng, terceiro maior em população indígena no Brasil, com um contingente de 45 mil pessoas. A mata de araucária, também chamada de floresta ombrófila mista, é um dos ecossistemas mais devastados do Brasil. No passado, chegou a cobrir 40% do território do Paraná, 30% de Santa Catarina e 25% do Rio Grande do Sul. Hoje está reduzida a 3% de sua extensão original, conforme dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA). “O [povo] Kaingáng precisa existir não só como pessoa, mas também como cultura produzida nesse ambiente da araucária, da floresta, do meio ambiente, sendo esta uma retomada cultural, de resistência”, diz Bruno Ferreira, historiador e doutor em Educação, além de integrante do povo Kaingáng. A araucária ocupa espaço nobre na cultura Kaingáng, usada na alimentação, na educação formal, como matéria-prima para a produção de artesanato e como recurso para a manutenção da espiritualidade. A semente colhida da araucária, o pinhão, por exemplo, é consumido de variadas formas: tostado, cozido ou socado no pilão e transformado em uma farofa chamada de pisé. Mas também as espécies vegetais que crescem sob a árvore servem como importante fonte nutricional, a exemplo do urtigão (pyrfér, em idioma Kaingáng); a samambaia (grỹ); o sinjir, uma espécie de trepadeira; e o cogumelo ka nĩgrẽg, retirado do tronco da árvore. O descanso e as refeições geralmente acontecem debaixo da araucária, momentos em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/perda-da-araucaria-ameaca-cultura-indigena-kaingang/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Cargill e Bunge compram soja de terras roubadas de indígenas, revela reportagem</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/09/cargill-e-bunge-compram-soja-de-terras-roubadas-de-indigenas-revela-reportagem/</link>
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					<pubDate>08 Set 2022 07:26:40 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Max Radwin]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Parques Nacionais, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Terras Indígenas, Unidades de Conservação e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As gigantes do comércio de commodities Cargill e Bunge compram parte da soja usada em ração para frangos e animais de estimação de terras onde comunidades indígenas sofreram violência e das quais foram expulsas, de acordo com uma nova reportagem da Earthsight, organização que investiga injustiças ambientais e sociais.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/cargill-e-bunge-compram-soja-de-terras-roubadas-de-indigenas-revela-reportagem/" data-wpel-link="internal">Cargill e Bunge compram soja de terras roubadas de indígenas, revela reportagem</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Duas das maiores produtoras agrícolas do mundo foram flagradas em mais um escândalo envolvendo o plantio de soja em terras ilegalmente tomadas de indígenas no Brasil. Tanto a Cargill quanto a Bunge compram parte de seus produtos de soja, usados em mercadorias como ração para frango e animais de estimação, de terras onde comunidades indígenas sofreram violência ou das quais foram expulsas, de acordo com uma nova reportagem da Earthsight, organização que investiga injustiças ambientais e sociais. “Falhas na posição da Cargill quanto aos direitos indígenas e na rastreabilidade dos fornecedores indiretos da Bunge expõem as redes de fornecimento das duas empresas norte-americanas bilionárias a ilegalidades e conflitos violentos, apesar dos compromissos que assumiram com os direitos humanos”, diz a reportagem da Earthsight. A Cargill e a Bunge têm ligações com uma fazenda de soja de 9.700 hectares no Mato Grosso do Sul, que opera nas terras ancestrais dos Guarani-Kaiowá, grupo indígena que passou as últimas décadas lutando contra a expulsão forçada de seu território, diz o relatório. A fazenda, chamada Brasília do Sul, envia soja diretamente para a instalação da Cargill em Caarapó, a cerca de 30 quilômetros dali, de acordo com o relatório. A soja também chega à unidade de processamento da Bunge no município vizinho de Dourados por meio de fornecedores indiretos. Terras Guarani-Kaiowá usadas como lixão. Foto: Romerito Pontes A Earthsight analisou a rede de fornecimento e documentou as ligações entre a soja da Brasília do Sul e vendedores de produtos de frango, como KFC e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/cargill-e-bunge-compram-soja-de-terras-roubadas-de-indigenas-revela-reportagem/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Povo Pataxó ocupa plantação de eucaliptos e busca recuperar suas terras no sul da Bahia</title>
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					<pubDate>04 Ago 2022 08:18:26 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sarah Sax]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Parques Nacionais, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Terras Indígenas, Unidades de Conservação e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em 22 de junho, um grupo de quase 200 indígenas Pataxó ocupou uma plantação de eucaliptos dentro de seu território demarcado na Bahia, incendiando as árvores. A retomada ocorre num contexto de crescente resistência à expansão dos eucaliptos na Bahia e deflagra a frustração dos povos indígenas com a lentidão do processo para ganhar plenos direitos legais sobre suas terras.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/povo-pataxo-ocupa-plantacao-de-eucaliptos-e-busca-recuperar-suas-terras-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Povo Pataxó ocupa plantação de eucaliptos e busca recuperar suas terras no sul da Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Frustrados por ver o agronegócio destruir seu território, membros de várias comunidades indígenas Pataxó, no sul da Bahia, tomaram uma plantação de eucaliptos, incendiaram-na e, numa tentativa de deter a pressão externa sobre suas terras, exigiram que as empresas multinacionais as deixassem para sempre. Em um manifesto em vídeo divulgado no dia 26 de junho, um líder Pataxó está junto a dois outros homens tendo ao fundo uma floresta de eucaliptos em chamas. &#8220;Estamos expulsando a Suzano da Terra Indígena Cahy-Pequi&#8221;, diz ele para a câmera. &#8220;Não vai ficar um pé de eucalipto nessa terra sagrada. Nós queremos nossa água, nossa terra de qualidade, nosso bioma Mata Atlântica recuperado.&#8221; Eucalipto recém cortado aguarda o transporte na Terra Indígena Comexatibá, na Bahia. Foto: Sarah Sax/Mongabay Em 22 de junho, 180 indígenas assumiram a Fazenda Santa Bárbara, uma área utilizada para a criação de gado e também cultivo de eucaliptos pela Suzano, empresa multinacional de produção de celulose. Segundo os líderes indígenas, a área ocupada pela fazenda fica inteiramente dentro do perímetro da TI Comexatibá (Cahy-Pequi) que se extende por 28 mil hectares ao norte da cidade de Prado, um dos primeiros lugares de contato dos colonizadores portugueses com os povos nativos da América do Sul. Em 25 de junho, outro grupo de cerca de cem Pataxó assumiu uma fazenda diferente, formada em grande parte por pastagens abandonadas, na Terra Indígena Barra Velha do Monte Pascoal. No dia seguinte, os latifundiários e seus apoiadores supostamente expulsaram o povo indígena da área à&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/povo-pataxo-ocupa-plantacao-de-eucaliptos-e-busca-recuperar-suas-terras-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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														</item>
						<item>
					<title>Extração de ipês acompanha grandes frentes de desmate ilegal na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/07/extracao-de-ipes-acompanha-grandes-frentes-de-desmate-ilegal-na-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/07/extracao-de-ipes-acompanha-grandes-frentes-de-desmate-ilegal-na-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>14 Jul 2022 06:50:18 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Aldem Bourscheit]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Política Ambiental e Queimadas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A retirada da madeira mais cara da floresta equatorial sul-americana acompanha as maiores frentes de desmatamento criminoso na Amazônia brasileira. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/07/extracao-de-ipes-acompanha-grandes-frentes-de-desmate-ilegal-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Extração de ipês acompanha grandes frentes de desmate ilegal na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Áreas onde ipês são mais explorados ilegalmente estão em frentes onde dispara o desmate da Amazônia. Maiores consumo interno e exportações estimulam o corte da espécie ameaçada de extinção e levam a destruição para dentro da floresta, já que o manejo autorizado por órgãos públicos não atende às demandas do mercado. Mais de 80% do ipê que chega aos mercados vêm de 20 municípios que, como levantou a Mongabay, somavam 159,6 mil hectares em alertas para desmates de janeiro ao início de julho &#8211; área pouco maior que a do município de São Paulo (SP). A lista inclui líderes em derrubadas como Altamira (PA), Colniza (MT), Lábrea (AM) e Porto Velho (RO). Na prática, a busca por ipês avança a partir do Arco do Desmatamento, onde já são raros ou foram eliminados, sobre áreas públicas e protegidas, aponta o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora). Evolução geográfica da fronteira madeireira na Amazônia brasileira, destacando os principais polos de produção em 1998 (A) e em 2018 (B). Imagem: Lentini et al. Em média, apenas 0,5 metro cúbico de madeira de ipê é extraído de cada hectare de floresta. “Por isso, a ‘garimpagem’ da árvore adentra a Amazônia. Corte, transporte, crimes ambientais e trabalhistas, comércio e perdas em arrecadação de impostos são semelhantes às da mineração ilegal de ouro”, ressaltou Marco Lentini, coordenador de projetos do Imaflora. A exploração do ipê é mais forte no norte e oeste paraenses, noroeste do Mato Grosso, norte de Rondônia e sul do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/07/extracao-de-ipes-acompanha-grandes-frentes-de-desmate-ilegal-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Investigação liga cadeia de fornecimento de frango na Europa a abusos aos direitos indígenas no Brasil</title>
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					<pubDate>25 Mai 2022 05:39:03 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Laurel Sutherland]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Doenças, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Mata Atlântica, Medicina tradicional, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Saneamento, Saúde, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Nova investigação estabeleceu uma ligação entre as redes de supermercados, fast food e marcas de comida para pets da Europa com a fazenda Brasília do Sul, de 9.700 hectares, que se tornou sinônimo de abusos aos direitos indígenas no Mato Grosso do Sul. Brasília do Sul abrigava um grupo de indígenas Guarani-Kaiowá, que foi expulso à força nos anos 1950 para abrir caminho ao desenvolvimento agrícola.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/investigacao-liga-cadeia-de-fornecimento-de-frango-na-europa-a-abusos-aos-direitos-indigenas-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Investigação liga cadeia de fornecimento de frango na Europa a abusos aos direitos indígenas no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Nos anos 1950, um grupo de indígenas Guarani-Kaiowá que vivia na comunidade de Takuara, no Mato Grosso do Sul, foi expulso à força da terra em que vivia há séculos para abrir caminho para o desenvolvimento agrícola. Hoje, Takuara é conhecida como Brasília do Sul, uma fazenda de 9.700 hectares que se tornou sinônimo de abusos aos direitos indígenas no Brasil. De acordo com uma nova investigação, Brasília do Sul é hoje uma grande produtora de soja e fornecedora do grão para grandes cooperativas e redes, entre elas a Lar Cooperativa Agroindustrial, uma das maiores produtoras de carne de frango do Brasil. A investigação foi realizada pela Earthsight, um grupo ambientalista com sede em Londres, e o De Olho nos Ruralistas, que monitora o agronegócio no Brasil. A companhia Westbrigde Foods, com sede no Reino Unido, foi indentificada como uma das maiores compradoras de frango marinado congelado da Lar e é fornecedora de produtos de frango para a gigante de fast food KFC e para as redes de supermercados Sainsbury’s, Asda, Aldi e Iceland, entre outros. Entre 2018 e 2021, a Westbridge importou mais de 37 mil toneladas de frango marinado e congelado da Lar – cerca de um terço da quantidade que a empresa brasileira enviou aos EUA e ao Reino Unido durante o período. Em resposta a perguntas feitas pelos investigadores em relação às descobertas da reportagem, tanto a Aldi quanto a Asda negaram que o frango fornecido pela Westbridge tenha qualquer ligação com Brasília do Sul, enquanto&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/investigacao-liga-cadeia-de-fornecimento-de-frango-na-europa-a-abusos-aos-direitos-indigenas-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Araucárias em rota de extinção são cortadas com aval dos órgãos públicos</title>
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					<pubDate>15 Mar 2022 08:32:01 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Aldem Bourscheit]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Commodities, Conflitos, Conservação, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Infraestrutura, Lei Ambiental, Madeira e Madeireiras]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Brechas em normativas e de fiscalização aumentam as chances de que a espécie desapareça das paisagens nacionais nas próximas cinco décadas. Governos do Paraná e de Santa Catarina permitem o corte de pinheiros para abrir caminho a obras como estradas e linhas de transmissão; a derrubada de árvores nativas está proibida no Brasil desde 2001.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/03/araucarias-em-rota-de-extincao-sao-cortadas-com-aval-dos-orgaos-publicos/" data-wpel-link="internal">Araucárias em rota de extinção são cortadas com aval dos órgãos públicos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Marcadas para desaparecer nas próximas cinco décadas, as florestas com araucárias resistem em diminutas parcelas em relação ao que um dia ocuparam no país. Apesar da pindaíba, são eliminadas ilicitamente ou com aval de órgãos públicos. A legislação nacional traz meios para sua proteção e recuperação, contam especialistas. A majestosa araucária (Araucaria angustifolia) é uma árvore natural de porções mais altas e frias das regiões Sul e Sudeste. Existe há 200 milhões de anos e pode chegar a 50 metros de altura, mesmo porte de uma castanheira amazônica. Desponta na chamada floresta ombrófila mista, uma das formações da Mata Atlântica, que abriga até mil espécies distintas de plantas e de animais. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) proíbe o corte de espécies ameaçadas desde 2001. Até então, as matas com araucária haviam encolhido 98%, de 182 mil km2 para 3,6 mil km2. À esquerda, em verde-escuro, a extensão original de matas de araucária no Brasil. À direita, seus remanescentes. A área total de Mata Atlântica está em verde-claro. Imagem: SOS Mata Atlântica. Mas a proibição não freou a destruição. Ações de órgãos judiciais, policiais e ambientais somam R$ 102 milhões em multas pela derrubada de 255 km2 de Mata Atlântica, de 2018 ao ano passado. Pinheiros ilegalmente cortados são comuns nas fiscalizações, reconhece o Ministério Público do Paraná (MPPR), coordenador da operação nacional. “Como os estados ainda não informam os desmates que autorizam, aumentam as evidências de que a grande maioria dessas derrubadas é ilegal”, destaca Luís Fernando Guedes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/03/araucarias-em-rota-de-extincao-sao-cortadas-com-aval-dos-orgaos-publicos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Para o povo Zoró, coleta da castanha é aliada no combate ao desmatamento</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/11/para-o-povo-zoro-coleta-da-castanha-e-aliada-no-combate-ao-desmatamento/</link>
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					<pubDate>17 Nov 2021 07:10:21 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Isabel HarariJaqueline Deister]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Amazônia, Ambientalistas, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Demarcação Territorial, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Grilagem, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Parques Nacionais, Pecuária, Povos Tradicionais, Unidades de Conservação e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Indígenas firmaram parceria com cooperativa de agricultores familiares em Mato Grosso para estruturação da cadeia produtiva da castanha-do-brasil.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/11/para-o-povo-zoro-coleta-da-castanha-e-aliada-no-combate-ao-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Para o povo Zoró, coleta da castanha é aliada no combate ao desmatamento</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“Quem vê a castanha aqui ensacada acha que é fácil, mas lá no mato é sofrimento. Você tem que catar ela, cortar, juntar, trazer na aldeia, lavar, secar, ensacar. Por isso meu povo fala assim: valoriza nosso trabalho”, conta Waratan, liderança Zoró. Alimento tradicional dos Zoró, a castanha-do-brasil se consolidou nos últimos anos como uma forma de aliar a geração de renda à preservação da floresta em pé — no caso dos Zoró, um território de 356 mil hectares no noroeste de Mato Grosso. Quando fala em valorizar o trabalho, Waratan faz também alusão ao comércio justo, que nem sempre ocorre na cadeia produtiva da castanha, tradicionalmente marcada pela figura dos atravessadores, ou seja, intermediários entre produtores e consumidores. A comercialização é um dos maiores desafios para os Zoró e o ponto mais frágil da cadeia produtiva da castanha. Quebra da castanha-do-brasil na TI Zoró. Foto: Fred Rahal Mauro. Foi nesse contexto que surgiu a parceria com a Cooperativa dos Agricultores do Vale do Amanhecer (Coopavam), sediada em um assentamento de reforma agrária no município de Juruena, a 909 quilômetros de Cuiabá. Dispondo de uma Reserva Legal Comunitária de 7.200 hectares de Floresta Amazônica, a Coopavam se tornou referência no modelo de negócio social com base em produtos florestais não madeireiros. A Coopavam envolve a participação de agricultores familiares, quatro Terras Indígenas e seis etnias da região, entre elas os Zoró, cujo território está 500 quilômetros a oeste do assentamento. Além de pagar um preço adequado pela castanha e apoiar com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/11/para-o-povo-zoro-coleta-da-castanha-e-aliada-no-combate-ao-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Desmatamento ilegal se intensifica ao longo da BR-319</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/08/desmatamento-ilegal-se-intensifica-ao-longo-da-br-319/</link>
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					<pubDate>13 Ago 2021 16:59:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ana Ionova]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Crime Ambiental, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras e Queimadas]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>No extremo sul do estado do Amazonas, a 700 quilômetros de Manaus, pastagens começam a se multiplicar rapidamente em uma área antes ocupada pela floresta virgem. “Os municípios na fronteira do desmatamento estão sentindo uma pressão enorme”, diz Mariana Napolitano, chefe de ciência da WWF Brasil. Em um ciclo conhecido em toda a Amazônia, a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/08/desmatamento-ilegal-se-intensifica-ao-longo-da-br-319/" data-wpel-link="internal">Desmatamento ilegal se intensifica ao longo da BR-319</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[No extremo sul do estado do Amazonas, a 700 quilômetros de Manaus, pastagens começam a se multiplicar rapidamente em uma área antes ocupada pela floresta virgem. “Os municípios na fronteira do desmatamento estão sentindo uma pressão enorme”, diz Mariana Napolitano, chefe de ciência da WWF Brasil. Em um ciclo conhecido em toda a Amazônia, a floresta está dando lugar à “extração ilegal de madeira, seguida de corte e queima de pastagens e, eventualmente, a chegada da monocultura”. Os quatro municípios que mais desmatam na região (Lábrea, Humaitá, Canutama e Tapauá, todos próximos à divisa de Rondônia) registraram juntos cerca de 330 mil alertas de perda de cobertura arbórea até agora este ano, de acordo com dados de satélite da Universidade de Maryland visualizados no Global Forest Watch, totalizando 14% aumento em relação ao mesmo período em 2020. Isso reflete um ataque mais amplo à Amazônia brasileira: o desmatamento subiu 51% em 11 meses, com 838 mil hectares de terra desmatados desde agosto passado, segundo dados do Imazon. Ativistas atribuem a destruição da floresta à principal rodovia da região, a BR-319. A estrada percorre cerca de 885 km de Porto Velho, capital de Rondônia, a Manaus, a maior cidade da Amazônia. A rodovia foi construída na década de 1970 durante a ditadura militar no Brasil, mas, uma década depois, o mau estado de preservação prevaleceu. Partes dela, como o trecho no sul do Amazonas, nunca foram pavimentadas. Agora, forasteiros que invadem a área apostam nas promessas do presidente Jair Bolsonaro de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/08/desmatamento-ilegal-se-intensifica-ao-longo-da-br-319/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Proposta para uma nova estratégia para o controle florestal brasileiro e o combate ao desmatamento (artigo)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/07/proposta-para-uma-nova-estrategia-para-o-controle-florestal-brasileiro-e-o-combate-ao-desmatamento/</link>
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					<pubDate>06 Jul 2021 15:48:52 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Gustavo Bediaga]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agropecuária, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soja, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>O combate ao desmatamento no Brasil, especialmente na Amazônia, é um tema de interesse global. Evidências apontam que a Floresta Amazônica contribui para a regulação climática mundial (Malhi et al. 2008), além de possuir uma rica biodiversidade ainda não conhecida totalmente (Hopkins 2007). Além disso, a preservação da Floresta Amazônica tem uma grande relevância para [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[O combate ao desmatamento no Brasil, especialmente na Amazônia, é um tema de interesse global. Evidências apontam que a Floresta Amazônica contribui para a regulação climática mundial (Malhi et al. 2008), além de possuir uma rica biodiversidade ainda não conhecida totalmente (Hopkins 2007). Além disso, a preservação da Floresta Amazônica tem uma grande relevância para a produção agrícola brasileira, já que a chuva das regiões produtivas é influenciada pela região amazônica (Nobre 2014). O governo brasileiro tem investido historicamente em medidas conhecidas como “comando e controle”, com forte aparato regulatório e ações de fiscalização para coibir atividades ilegais. Estudos apontam que estas medidas têm efeito na diminuição do desmatamento (Arima et al. 2014, Tacconi et al. 2019). No entanto, ainda não conseguem cessar totalmente as atividades ilegais Além do desmatamento, a Floresta Amazônica é alvo de outro tipo de degradação: o corte seletivo de árvores de maior valor econômico (Asner et al. 2005). Este processo consiste na extração de árvores de maior porte que tenham valor no mercado madeireiro, sem, contudo, retirar todas as árvores circundantes, com ocorre no desmatamento. Este tipo de atividade ilegal ocorre sobretudo em áreas protegidas (Terras Indígenas e Unidades de Conservação) e tem uma detecção via satélite muito mais difícil do que uma área completamente desmatada (McDermott et al., 2015; Hethcoat et al., 2019). O corte seletivo ilegal causa degradação nas florestas (Nepstad et al. 1999), além de abastecer o mercado madeireiro com madeira a um preço muito menor do que o praticado no mercado&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/07/proposta-para-uma-nova-estrategia-para-o-controle-florestal-brasileiro-e-o-combate-ao-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Certeza de impunidade estimula criminosos a desmatar áreas cada vez maiores na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/04/certeza-de-impunidade-estimula-criminosos-a-desmatar-areas-cada-vez-maiores-na-amazonia/</link>
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					<pubDate>08 Abr 2021 16:25:08 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Commodities, Conservação, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras e Queimadas]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>O aumento do ritmo da destruição da maior floresta tropical do mundo nos últimos dois anos é fato. Desde 2019, quando Jair Bolsonaro assumiu a presidência do Brasil, houve um crescimento gradual na devastação da Amazônia. De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que monitora a região há 60 anos, a [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O aumento do ritmo da destruição da maior floresta tropical do mundo nos últimos dois anos é fato. Desde 2019, quando Jair Bolsonaro assumiu a presidência do Brasil, houve um crescimento gradual na devastação da Amazônia. De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que monitora a região há 60 anos, a taxa anual de desmatamento em 2020 foi de 11.088 km2, um aumento de mais de 70% em comparação à média dos dez anos anteriores ao governo atual (2009 a 2018): 6.493 km2. Agora, uma nova análise revela que não apenas a destruição deu um salto, mas seu padrão também foi alterado: os chamados “polígonos” do desmatamento estão muito maiores. “Pense na taxa de desmatamento anual como um bolo, que pode ser dividido de diversas formas, de acordo com a fome dos convidados – neste caso, os desmatadores. As porções individuais do bolo estão muito maiores agora, pois os criminosos estão famintos, impulsionados pelas políticas ambientais atuais”, diz Ralph Trancoso, engenheiro florestal brasileiro que trabalha como pesquisador na Universidade de Queensland, na Austrália, e acaba de publicar um artigo científico sobre o assunto na Environmental Research Letters. Em “Changing Amazon deforestation patterns: urgent need to restore command and control policies and market interventions” (“Mudança nos padrões do desmatamento na Amazônia: a necessidade urgente de restabelecer as políticas de comando e controle e intervenções de mercado”, na tradução para o português), ele relata, com base nos dados do Inpe, que nos últimos cinco anos a área média&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/04/certeza-de-impunidade-estimula-criminosos-a-desmatar-areas-cada-vez-maiores-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Qual o legado da operação militar para a proteção da Amazônia?</title>
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					<pubDate>24 Mar 2021 10:40:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Caio de Freitas Paes]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Commodities, Conservação, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Lei Ambiental, Madeira, Madeireiras e Queimadas]]>
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							<![CDATA[<p>Em 30 de abril, o governo federal encerra oficialmente a operação Verde Brasil, ação militar de fiscalização iniciada em agosto de 2019 para combater o pico de queimadas ilegais na Amazônia.<br />
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							<![CDATA[O protagonismo dos militares na gestão da Amazônia se destaca desde 2019. Eles foram acionados pelo presidente Jair Bolsonaro em agosto daquele ano, após o “Dia do Fogo”, rompante de queimadas ilegais que balançou as relações do mundo com o Brasil. O presidente lhes concedeu força máxima, incluindo até a subordinação de agências ambientais federais, como Ibama e ICMBio. Não faltaram recursos nem pessoal para a chamada operação Verde Brasil. Sem tanto alarde, porém, os militares estão saindo de cena. No último dia 11 de fevereiro, o vice-presidente Hamilton Mourão anunciou o encerramento da fiscalização por eles conduzida na maior floresta tropical do mundo. O fim da operação ocorre em 30 de abril de 2021, prorrogada por três meses após o término previsto. Daqui em diante, o foco das ações será mais restrito, segundo os responsáveis. “Levantamos que 70% do desmatamento, ou dos crimes ambientais, ocorrem em 11 municípios que elencamos como área prioritária”, disse o vice-presidente Mourão. Isso não é novidade. Uma lista com estas áreas de proteção prioritárias consta num processo do Ministério Público Federal (MPF), protocolado em abril de 2020 e consultado pela Mongabay. Ou seja, o MPF divulgou a informação mencionada por Hamilton Mourão um mês antes de uma das renovações da operação militar, em maio do ano passado. Na lista constam áreas como São Félix do Xingu, no Pará, campeã em emissão de gases de efeito estufa no país graças ao desmatamento, municípios no sul do Amazonas e em outros pontos próximos, no Mato Grosso&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/03/qual-o-legado-da-operacao-militar-para-a-protecao-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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