<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?topic=estradas&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/estradas/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Thu, 27 Aug 2026 07:52:05 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>
				<item>
					<title>15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>19 Ago 2026 10:50:51 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/08/13175135/4.-Macaco-aranha_Credito_Sergio-Leal-1-scaled-1-scaled-1-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195957</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia e Mato Grosso]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Conservação de Florestas Tropicais, Estradas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Como um projeto em Mato Grosso reduziu drasticamente o número de animais atropelados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Era por volta das 7h da manhã, havia uma forte neblina, e o biólogo Gabriel Falquetto já tinha visto alguns animais atropelados na rodovia ES-164, no Espírito Santo. Ele estava a caminho da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Kaetés, na Mata Atlântica, onde trabalha com monitoramento da fauna e de atropelamentos na região. De repente, avistou no asfalto o corpo de um primata sem vida. Era um sagui-da-serra-claro (Callithrix flaviceps), espécie classificada como criticamente em perigo pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Estima-se que restem cerca de 2.500 indivíduos em vida livre. É um dos primatas mais ameaçados do planeta. “Foi extremamente doloroso e desanimador. Nós percorremos essa região diariamente monitorando a fauna e comemoramos cada encontro com grupos de saguis-da-serra-claro na floresta”, contou Gabriel à Mongabay. “Encontrar um indivíduo nessas condições causa um sentimento de tristeza e impotência. Além da perda daquele animal, o episódio nos lembra dos impactos que nossas atividades causam sobre a biodiversidade.” A cerca de 2.900 km dali, no município de Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso, casos como o do atropelamento do sagui-da-serra-claro, ocorrido em junho deste ano, não são registrados desde 2024. Desde então, foram instaladas oito pontes de dossel para conectar trechos de floresta fragmentada na estrada de acesso à cidade. Imagens de armadilhas fotográficas revelaram que, em 15 meses, as passagens aéreas de fauna proporcionaram 15 mil travessias seguras de animais arborícolas. E nenhum atropelamento. Instalação das primeiras pontes de dossel em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Mineração no mar brasileiro usa brechas legais para avançar sem licenciamento ambiental</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/05/mineracao-no-mar-brasileiro-usa-brechas-legais-para-avancar-sem-licenciamento-ambiental/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/05/mineracao-no-mar-brasileiro-usa-brechas-legais-para-avancar-sem-licenciamento-ambiental/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>22 Mai 2025 16:13:06 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Maurício Angelo e Lucio Lambranho (Observatório da Mineração)]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/05/14161406/Richard-BaronThe-Metals-Company-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193815</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Energia, Estradas, Hidrelétricas, Infraestrutura, Mineração, Oceanos e recifes de coral]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A exploração mineral no fundo do mar tem avançado em todo o mundo nos últimos anos, enquanto as deliberações da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA) não chegam a um consenso e empresas buscam brechas para iniciar os seus projetos. No caso do Brasil, levantamento realizado pelo Observatório da Mineração, parceiro da Mongabay, observou um aumento [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/mineracao-no-mar-brasileiro-usa-brechas-legais-para-avancar-sem-licenciamento-ambiental/" data-wpel-link="internal">Mineração no mar brasileiro usa brechas legais para avançar sem licenciamento ambiental</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A exploração mineral no fundo do mar tem avançado em todo o mundo nos últimos anos, enquanto as deliberações da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA) não chegam a um consenso e empresas buscam brechas para iniciar os seus projetos. No caso do Brasil, levantamento realizado pelo Observatório da Mineração, parceiro da Mongabay, observou um aumento exponencial nos pedidos para exploração de minerais no mar brasileiro. Dos 950 requerimentos registrados na Agência Nacional de Mineração (ANM) desde 1967, 456 foram protocolados de 2020 até o fim de 2024, concentrados principalmente nos litorais do Maranhão, Bahia e Espírito Santo. Esse boom do interesse mineral no mar é explicado pela conjuntura econômica, pela aceleração da transição energética e pela busca por minerais estratégicos para energias renováveis, agora usados como argumento para justificar a exploração em áreas sensíveis e sem estudos suficientes sobre o impacto da atividade, como é o fundo do mar. As principais substâncias pesquisadas na costa brasileira são fosfato e sais de potássio, seguidos por três tipos de calcário e conchas calcárias, todos com potencial de uso na indústria de fertilizantes. A Lithothamnium, uma alga marinha calcificada e conhecida como alga-vermelha, encontrada em águas profundas na costa brasileira, é a substância mais citada nos pedidos de licenciamento ambiental. O Brasil busca reduzir a dependência da importação desses insumos, e o governo de Jair Bolsonaro atuou em várias frentes para aumentar a exploração de fertilizantes no país, política seguida pelo atual governo Lula. Minerais críticos e estratégicos como a ilmenita, o titânio e o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/mineracao-no-mar-brasileiro-usa-brechas-legais-para-avancar-sem-licenciamento-ambiental/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/05/mineracao-no-mar-brasileiro-usa-brechas-legais-para-avancar-sem-licenciamento-ambiental/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Brasil mira descarbonização, mas segue subsidiando combustíveis fósseis</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/02/brasil-mira-descarbonizacao-mas-segue-subsidiando-combustiveis-fosseis/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/02/brasil-mira-descarbonizacao-mas-segue-subsidiando-combustiveis-fosseis/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>10 Fev 2025 11:00:19 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Thiago Lima]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/02/06153942/660b2d70-19e1-4e19-a01f-a888620f63f0-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193365</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Créditos de carbono, Emissões de carbono, Energia, Energia limpa, Energia renovável, Energias renováveis, Estradas, Hidrelétricas, Infraestrutura e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O Brasil se comprometeu a reduzir, até o ano 2035, de 59% a 67% das emissões de gases de efeito estufa, na comparação com os níveis de 2005. A meta é apresentada na Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, em inglês), que é o compromisso climático firmado pelos países signatários do Acordo de Paris. Mas, apesar dos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/brasil-mira-descarbonizacao-mas-segue-subsidiando-combustiveis-fosseis/" data-wpel-link="internal">Brasil mira descarbonização, mas segue subsidiando combustíveis fósseis</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O Brasil se comprometeu a reduzir, até o ano 2035, de 59% a 67% das emissões de gases de efeito estufa, na comparação com os níveis de 2005. A meta é apresentada na Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, em inglês), que é o compromisso climático firmado pelos países signatários do Acordo de Paris. Mas, apesar dos objetivos ambiciosos, os incentivos aos combustíveis fósseis ainda predominam na cadeia produtiva nacional. De acordo com dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), hoje são R$ 81,9 bilhões (cerca de 16,38 bilhões de dólares) em subsídios para combustíveis fósseis, contra apenas R$ 18,06 bilhões (3,61 bilhões de dólares) para renováveis. Ou seja, 81,9% dos incentivos fiscais oferecidos pelo governo federal para o setor de energia são direcionados para os fósseis. Para realizar o monitoramento, o Inesc levou em conta todas as formas de subsídios, incluindo isenções tributárias, despesas diretas e outras concessões fiscais, abrangendo tanto o consumo quanto a produção de energia. Petróleo e gás também levaram vantagem na última edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O governo federal pretende investir pelo menos R$ 335 bilhões em projetos de petróleo e gás nos próximos anos. No total, 61% do investimento no eixo do programa intitulado “transição e segurança energética” ficou para os petróleo e gás. Plataforma de petróleo na Baía de Guanabara (RJ). Foto: Marinelson Almeida, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons Questões como a tentativa, por parte da Petrobras, de exploração de novos poços perfurados na foz do rio Amazonas, apesar da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/brasil-mira-descarbonizacao-mas-segue-subsidiando-combustiveis-fosseis/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/02/brasil-mira-descarbonizacao-mas-segue-subsidiando-combustiveis-fosseis/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Em parceria com indígenas, projeto constrói pontes na Amazônia para salvar primatas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/06/em-parceria-com-indigenas-projeto-constroi-pontes-na-amazonia-para-salvar-primatas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/06/em-parceria-com-indigenas-projeto-constroi-pontes-na-amazonia-para-salvar-primatas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>18 Jun 2024 12:29:53 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/06/06124945/24844635309_a62b7e71bf_k-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=192224</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Aves, Conservação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Estradas, Fauna, Infraestrutura, Mamíferos, Primatas, Répteis e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>“Weri, para aqui! Aqui precisa ponte. Tá vendo aquela fruta naquela árvore? O meky ama. Quando tem essa fruta, ele cruza muito a rodovia&#8230; Weri, para aqui de novo! Tem muito atropelamento do kixiri. Precisa de ponte aqui.” Weri, na língua dos indígenas Waimiri-Atroari, significa mulher. Meky é macaco-prego e kixiri, sagui-da-mão-dourada. A conversa acima, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/em-parceria-com-indigenas-projeto-constroi-pontes-na-amazonia-para-salvar-primatas/" data-wpel-link="internal">Em parceria com indígenas, projeto constrói pontes na Amazônia para salvar primatas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“Weri, para aqui! Aqui precisa ponte. Tá vendo aquela fruta naquela árvore? O meky ama. Quando tem essa fruta, ele cruza muito a rodovia&#8230; Weri, para aqui de novo! Tem muito atropelamento do kixiri. Precisa de ponte aqui.” Weri, na língua dos indígenas Waimiri-Atroari, significa mulher. Meky é macaco-prego e kixiri, sagui-da-mão-dourada. A conversa acima, que misturou termos do kinja iara com o português, aconteceu no final de 2021. A bióloga Fernanda Abra dirigia ao longo da rodovia BR-174, que corta a Floresta Amazônica entre os estados de Amazonas e Roraima. Ao lado dela, três líderes indígenas indicavam os melhores pontos para a instalação das pontes artificiais que ligariam o dossel das árvores e permitiriam que mamíferos arborícolas cruzassem a estrada sem ser atropelados. “Foi um dos melhores dias da minha vida. Foi um desbunde de conhecimento e um aprendizado maravilhoso”, relembra Fernanda. “As comunidades tradicionais sabem exatamente o que é necessário para a proteção das florestas.” Trecho da BR-174 que atravessa a Terra Indígena Waimiri-Atroari, no Amazonas. Foto cedida pelo Smithsonian’s National Zoo and Conservation Biology Institute Aldeia Waimiri-Atroari. Foto cedida pelo Smithsonian’s National Zoo and Conservation Biology Institute A identificação dos melhores pontos para a colocação das pontes era uma das partes mais importantes da implementação do Projeto Reconecta. O principal objetivo da iniciativa, criada por Fernanda, era estudar os modelos mais adequados de passagem da fauna para esses animais de pequeno a grande porte, que ficam a maior parte de sua vida na copa das árvores e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/em-parceria-com-indigenas-projeto-constroi-pontes-na-amazonia-para-salvar-primatas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/06/em-parceria-com-indigenas-projeto-constroi-pontes-na-amazonia-para-salvar-primatas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Ferrogrão: indígenas exigem consulta antes que nova ferrovia da soja saia do papel</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/02/ferrograo-indigenas-exigem-consulta-antes-que-nova-ferrovia-da-soja-saia-do-papel/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/02/ferrograo-indigenas-exigem-consulta-antes-que-nova-ferrovia-da-soja-saia-do-papel/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Fev 2023 14:14:19 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/02/14142229/Protesto-do-povo-Kayapo-contra-crimes-ambientais-e-pelo-direito-de-consulta-dos-povos-indigenas-na-concessao-da-Ferrograo-fechou-a-BR-163-em-2020-credito-Instituto-Kabu-Fernando-Sousa-e1676385101532-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189791</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Corrupção, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Estradas, Etnocídio, Florestas Tropicais, Indígenas, Infraestrutura, Justiça Social, Lei Ambiental, Mineração, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Soja, Sustentabilidade e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A Ferrogrão (EF-170) foi projetada para reduzir custos de transporte de cargas entre o Mato Grosso e o Pará, onde a soja representa um dos principais produtos de exportação. Mas a ferrovia esbarra em resistências de povos indígenas que serão afetados por riscos socioambientais. Seu traçado corre paralelamente à BR-163, obra que já causou impactos não compensados para populações tradicionais.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/ferrograo-indigenas-exigem-consulta-antes-que-nova-ferrovia-da-soja-saia-do-papel/" data-wpel-link="internal">Ferrogrão: indígenas exigem consulta antes que nova ferrovia da soja saia do papel</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Pressionadas pela retomada da construção da controversa ferrovia EF-170, a Ferrogrão, lideranças de povos indígenas diretamente afetados por essa obra de infraestrutura na Amazônia exigem serem consultadas. Também afirmam que vão lutar por reparação pelos impactos que já são sentidos nos territórios, muito antes de o projeto sair do papel. Com um traçado planejado de 933 quilômetros entre Sinop, no Mato Grosso, e Miritituba, no Pará, região estratégica para o escoamento de commodities do agronegócio, fortemente pressionada pelo desmatamento, a Ferrogrão foi mencionada como obra prioritária no portfólio que o Ministério dos Transportes apresentou à imprensa, em 18 de janeiro. Durante a coletiva, o ministro Renan Filho mencionou o objetivo de ampliar o modal ferroviário na matriz de transportes do país para 40% até 2035 — a representatividade atual é de menos de 20%. Também adiantou à imprensa que pretende mudar o marco regulatório das ferrovias e conversar com a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, “para destravar” o projeto da Ferrogrão. Mas os debates sobre os impactos econômicos positivos que a Ferrogão poderia agregar à logística regional reacendem alertas sobre os riscos socioambientais desse megaprojeto, principalmente nos territórios dos povos indígenas Kayapó, Munduruku e Panará. Nesse contexto, não se pode desconsiderar que o traçado da Ferrogrão corre paralelamente à BR-163. Essa rodovia que liga Tenente Portela, no Rio Grande do Sul, a Santarém, no Pará, é outra obra de histórico controverso, sobretudo no trecho Cuiabá-Santarém. Traçado proposto da Ferrogrão/EF-170 (em amarelo) Desmatamento pode causar perdas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/ferrograo-indigenas-exigem-consulta-antes-que-nova-ferrovia-da-soja-saia-do-papel/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/02/ferrograo-indigenas-exigem-consulta-antes-que-nova-ferrovia-da-soja-saia-do-papel/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Barragens: é possível reduzir seus impactos no meio ambiente?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/10/as-barragens-do-mundo-causa-de-grandes-danos-mas-e-um-problema-gerenciavel/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/10/as-barragens-do-mundo-causa-de-grandes-danos-mas-e-um-problema-gerenciavel/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Out 2022 15:29:54 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Petro Kotzé]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/10/21223722/18-dam-banner-image-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189472</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África, Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Energia, Estradas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Hidrelétricas, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Monocultura, Pecuária, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Rios, Soja e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A construção de barragens é uma das ferramentas mais antigas para gerenciamento de água doce. A prática atingiu um pico internacional nas décadas de 1960 e 1970, porém, nos últimos anos, a construção de barragens vem enfrentando críticas globais crescentes à medida que se acumula o alto preço ambiental pago por seus benefícios.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/as-barragens-do-mundo-causa-de-grandes-danos-mas-e-um-problema-gerenciavel/" data-wpel-link="internal">Barragens: é possível reduzir seus impactos no meio ambiente?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Stephen Midzi, gerente de conservação da biodiversidade do icônico Parque Nacional Kruger da África do Sul, quer que você saiba que ele não é uma “pessoa antibarragens”. “Não me entenda mal”, diz ele, acrescentando, “mas também acho que é uma coisa boa permitir que os rios sejam o que os rios deveriam ser”. Midzi é um defensor de cursos de água de fluxo livre que oferecem conectividade irrestrita para a biodiversidade aquática e terrestre. Mas desde 1911, o Kruger, uma das maiores áreas protegidas da África, não foi gerenciada dessa maneira. Ao longo das décadas, os supervisores do parque reformularam os córregos e aquíferos da reserva, tentando melhorar o que a natureza sempre fez e atender aos animais do parque com um abastecimento de água abundante e garantido. Ao longo do tempo, 97 açudes e barragens (de concreto e de terra) foram construídos, além de bacias de captação alimentadas por poços perfurados. Mas esse suprimento de água espaçado e uniformemente distribuído não trouxe melhoras. Em vez disso, causou sobrepastoreio severo, degradação e erosão em torno dos reservatórios, uma vez que os animais deixaram de se mover pela savana em busca de fontes de abastecimento durante a estação seca. A predação aumentou com o número de animais num mesmo local, causando o declínio de algumas espécies, e muitos morreram pelo envenenamento das águas causado pelo acúmulo de esterco de hipópotamos, o que alimentava cianobactérias tóxicas. Espécies como a zebra foram diretamente afetadas pela construção de barragens no Parque Nacional Kruger: concentradas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/as-barragens-do-mundo-causa-de-grandes-danos-mas-e-um-problema-gerenciavel/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/10/as-barragens-do-mundo-causa-de-grandes-danos-mas-e-um-problema-gerenciavel/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Ferrovia e mineração no sudoeste da Bahia: comunidades denunciam uma década de descaso</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/08/ferrovia-e-mineracao-no-sudoeste-da-bahia-comunidades-denunciam-uma-decada-de-descaso/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2021/08/ferrovia-e-mineracao-no-sudoeste-da-bahia-comunidades-denunciam-uma-decada-de-descaso/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>23 Ago 2021 16:59:35 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Spensy Pimentel e Rafael Martins]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2021/08/23154722/%C2%A9Rafael-Martins-Mongabay-4-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=188420</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Certificação, Commodities, Comunidades Tradicionais, Degradação, Demarcação Territorial, Estradas, Etnocídio, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Política Ambiental, Povos Tradicionais e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que ligará o porto de Ilhéus, na Bahia, à BR-153 (Rodovia Belém-Brasília), ganhou novo fôlego com o leilão vencido pela empresa que opera a maior mina de ferro da região. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/08/ferrovia-e-mineracao-no-sudoeste-da-bahia-comunidades-denunciam-uma-decada-de-descaso/" data-wpel-link="internal">Ferrovia e mineração no sudoeste da Bahia: comunidades denunciam uma década de descaso</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Faz oito anos que aconteceu: Elicarlos Ferreira da Silva e sua família voltavam de uma visita à cidade de Caetité, no meio da tarde, quando foram abordados pelos trabalhadores responsáveis pelas obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) nas proximidades da comunidade onde ele nasceu e vive até hoje. Aconteceria mais uma detonação de explosivos, para o “desmonte das rochas”, como se diz no jargão técnico, e, por isso, a família deveria esperar ali. Autorizados a seguir para sua casa, no povoado de Serragem, distrito de Brejinho das Ametistas, tiveram uma enorme surpresa ao chegar. “Quando a gente chegou aqui foi muito terrível, pessoal ficou todo chorando. A gente ficou sem saber o que fazer. Quebrou essa parede, o telhado [também ficou] todo quebrado, tinha bastante pedra que caiu dentro da casa também, a gente ficou bem constrangido”, conta ele. Para completar o susto, no meio da sala, estava uma enorme pedra, que atravessara a parede, deixando um buraco de tamanho semelhante ao da janela. Até hoje a família mantém a rocha no lugar, como um lembrete para os cinco moradores da dívida que a companhia estatal Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. nunca saldou com a família. “Está com sete anos que eu coloquei o caso na Justiça e até hoje não resolveram”, lamenta Elicarlos. Não era a primeira vez que a família vivia algo assim. Dez meses antes, segundo ele conta, outra detonação havia danificado o telhado. A empresa contratada pela Valec para realizar as obras  encarregou-se de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/08/ferrovia-e-mineracao-no-sudoeste-da-bahia-comunidades-denunciam-uma-decada-de-descaso/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2021/08/ferrovia-e-mineracao-no-sudoeste-da-bahia-comunidades-denunciam-uma-decada-de-descaso/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Sooretama: onde Amazônia e Mata Atlântica se encontram</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/10/sooretama-onde-amazonia-e-mata-atlantica-se-encontram/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/10/sooretama-onde-amazonia-e-mata-atlantica-se-encontram/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>29 Out 2020 07:23:47 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Leonardo Merçon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/10/27154343/2-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=187615</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Aves, Conservação, Espécies Ameaçadas, Estradas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A Reserva Biológica de Sooretama é um dos últimos refúgios de Mata Atlântica do Espírito Santo. Mas também um raro ponto do Sudeste brasileiro onde é possível encontrar vestígios de espécies amazônicas. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/sooretama-onde-amazonia-e-mata-atlantica-se-encontram/" data-wpel-link="internal">Sooretama: onde Amazônia e Mata Atlântica se encontram</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Espécie comum na Amazônia, o pica-pau-de-coleira (Celeus torquatus) somente exibe suas cores na Reserva Biológica de Sooretama e em reservas particulares vizinhas. Foto: Leonardo Merçon. As florestas que compunham a chamada Mata do Tabuleiro do Espírito Santo, ao norte do Rio Doce, já foram consideradas uma das regiões mais ricas em biodiversidade do planeta. Infelizmente, muito já foi perdido devido à ocupação humana, a poluição dos rios e o desmatamento desenfreado. Da exuberante vegetação que se estendia a perder de vista restam hoje apenas alguns fragmentos, dentre eles a Reserva Biológica de Sooretama. O nome Sooretama vem da língua tupi e significa “casa dos animais da mata”. A reserva e o complexo florestal do qual ela faz parte são alguns dos últimos e mais importantes refúgios de Mata Atlântica do Espírito Santo, e o derradeiro reduto, no estado, de espécies icônicas como a onça-pintada, o tatu-canastra, a harpia e a anta. Esse é o motivo pelo qual o complexo consta na lista da Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade e uma das áreas chaves para a preservação de aves pela organização Birdlife International. A Reserva Biológica (Rebio), com 27.800 hectares de área, faz parte de um mosaico florestal que vai do extremo sul da Bahia ao norte do Espírito Santo, chamada de “Hiléia Baiana.” Nela podem-se encontrar, curiosamente, indícios da flora e fauna amazônicas em plena Mata Atlântica, apesar dos aproximadamente 1.500 km que as separam. A Lagoa do Macuco, vista de cima de um dos mirantes cobertos pela floresta.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/sooretama-onde-amazonia-e-mata-atlantica-se-encontram/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/10/sooretama-onde-amazonia-e-mata-atlantica-se-encontram/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Viadutos para animais silvestres começam a ser implantados no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/10/viadutos-para-animais-silvestres-comecam-a-ser-implantados-no-brasil/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/10/viadutos-para-animais-silvestres-comecam-a-ser-implantados-no-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>22 Out 2020 07:51:54 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Dimas Marques/Fauna News]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/10/13213956/Viadutodefauna-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=187563</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Aves, Estradas, Fauna, Felinos, Infraestrutura, Insetos, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Répteis e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Não simples passarelas, mas estruturas de concreto, largas e com vegetação: nas rodovias e ferrovias do país, começam a surgir meios eficazes para conectar fragmentos de florestas e reduzir o risco de atropelamentos. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/viadutos-para-animais-silvestres-comecam-a-ser-implantados-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Viadutos para animais silvestres começam a ser implantados no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Viadutos projetados para animais silvestres. Não simples passarelas, mas estruturas de concreto, largas e com vegetação. A ideia é reduzir o impacto da fragmentação do habitat e o risco de atropelamentos, fatores responsáveis por extinção de espécies e alta mortandade da fauna. O recém-inaugurado viaduto vegetado (em inglês, overpass) sobre a BR-101, na área de ocorrência do ameaçado mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) no estado do Rio de Janeiro, chamou a atenção para a possibilidade do aumento da implantação dessas estruturas no Brasil. Somente outros três desses viadutos, sendo dois em uma mesma linha férrea, existem em território nacional. “A função primária dos viadutos vegetados é restabelecer a conexão entre os ambientes dos dois lados da rodovia ou ferrovia e aumentar a possibilidade de travessias seguras, sobretudo para animais que de outra forma evitariam cruzar a via”, explica o biólogo e coordenador do Núcleo de Ecologia de Rodovias e Ferrovias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NERF-UFRGS), Andreas Kindel. Uma das principais consequências da construção de rodovias e ferrovias para a fauna é a fragmentação de seu habitat, gerando o chamado “efeito barreira”. Para algumas espécies, a clareira gerada pela estrada, o ruído, a poluição e o movimento de veículos inibem e até impedem a circulação dos animais por um ambiente que já foi uma paisagem única, não dividida. É o que acontece com algumas espécies de aves que vivem no sub-bosque de florestas (região logo abaixo das copas das árvores maiores), anfíbios que habitam o solo forrado com folhas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/viadutos-para-animais-silvestres-comecam-a-ser-implantados-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/10/viadutos-para-animais-silvestres-comecam-a-ser-implantados-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Caatinga está degradada mesmo em áreas preservadas, revela estudo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Out 2020 06:49:08 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Meghie Rodrigues]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/10/12151223/F09_Landscape_Lajes_RN_Brazil_JCVMena-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=187553</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Caatinga, Conservação, Degradação, Desmatamento, Enchentes, Energia, Estradas, Incêndios, Infraestrutura, Parques Nacionais, Queimadas, Recursos hídricos, Seca e Unidades de Conservação]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Novo estudo mostra que a Caatinga está severamente ameaçada pela atividade humana. Com mais de 27 milhões de moradores, é um dos biomas mais degradados do país.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Caatinga está degradada mesmo em áreas preservadas, revela estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A Caatinga, devido à sua característica floresta seca de vegetação arbustiva, é vista por muitos como um bioma pobre em biodiversidade. Como consequência, a região recebe pouco investimento para ações de conservação. Especialistas dizem, entretanto, que o bioma — onde vivem mais de 900 espécies de plantas e animais — é o maior e mais diversificado entre as florestas tropicais sazonalmente secas do mundo. É também o único bioma exclusivamente brasileiro e uma das regiões menos estudadas do planeta. Região sob constante estresse hídrico, que a torna extremamente vulnerável às mudanças climáticas, apenas cerca da metade da vegetação da Caatinga se mantém de pé, distribuída em 47.100 fragmentos. Segundo um estudo recente, porém, essas áreas remanescentes estão severamente ameaçadas pela ação humana acumulada ao longo de décadas ou séculos. Os pesquisadores chamam o efeito de “perturbação antrópica crônica”, e observam que ele está diretamente ligado à localização: trechos de Caatinga ao norte e a oeste são mais perturbados do que as áreas ao leste e ao sul da Caatinga. Na imagem, os vetores de perturbação são distribuídos geograficamente na Caatinga. (A) representa a população humana (índice de perturbação 0,64), (B) mostra a infraestrutura (índice de perturbação de 0,86), (C) mapeia o pastoreio (índice de perturbação de 0,49), (D) mostra a extração de madeira (índice de perturbação de 0,50) e (E) representa o fogo (índice de de perturbação 0,04). Créditos: Journal of Applied Ecology, primeira publicação: 05 de julho de 2020, DOI:(10.1111/1365-2664.13686). O objetivo dos pesquisadores da Universidade Federal do Rio&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Ramal ilegal da BR-319 ameaça terras indígenas e áreas protegidas na Amazônia (opinião)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/05/ramal-ilegal-da-br-319-ameaca-terras-indigenas-e-areas-protegidas-na-amazonia-comentario/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/05/ramal-ilegal-da-br-319-ameaca-terras-indigenas-e-areas-protegidas-na-amazonia-comentario/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>12 Mai 2020 15:32:28 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Philip M. Fearnside; Lucas Ferrante e Maryane B. T. de Andrade]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/05/01182046/BANNER-IMAGE-rd-768x449.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=186996</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia e Infraestrutura na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Estradas, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Infraestrutura, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Pecuária e Soja]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O Brasil enfrenta uma decisão crítica sobre o licenciamento da rodovia BR-319, nas bacias dos rios Purus e Madeira no Amazonas. A rodovia levaria desmatadores a grandes áreas intactas da Floresta Amazônica. Áreas protegidas ao longo da rota foram criadas para impedir o avanço do desmatamento.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/ramal-ilegal-da-br-319-ameaca-terras-indigenas-e-areas-protegidas-na-amazonia-comentario/" data-wpel-link="internal">Ramal ilegal da BR-319 ameaça terras indígenas e áreas protegidas na Amazônia (opinião)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A rodovia BR-319 (Figura 1), que liga Manaus a Porto Velho, está em processo de reformas (chamadas de &#8220;manutenção&#8221; pelos seus responsáveis) antes mesmo de autorizada a retomada de suas obras, abandonadas há anos, ainda à espera de uma licença ambiental. A rodovia irá permitir que desmatadores migrem livremente do Arco do Desmatamento, no sul da Amazônia Legal, para vastas áreas de floresta que sobrevivem em grande parte por conta da dificuldade de acesso. Como dito pelo ecólogo florestal Bill Laurance, a estrada irá &#8220;cortar a floresta amazônica pela metade&#8220;. Uma extensa documentação sobre o impacto da planejada reabertura da rodovia está disponível aqui. Desmatamento da região da Amazônia Legal brasileira durante 2018. A BR-319 ligaria o estado de Rondônia, amplamente desmatado, a Manaus. Dados sobre desmatamento cortesia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A BR-319 passa por uma vasta área de floresta intacta (Figura 2), mas isso está mudando rapidamente. Uma das consequências mais temidas da estrada é a construção de ramais ilegais &#8220;espontâneos&#8221; que partem tanto da rodovia principal quanto de vias laterais planejadas oficialmente. Outro temor é a invasão de uma série de áreas protegidas criadas ao longo da estrada como forma de barrar o desmatamento. Agora, ambos os eventos estão acontecendo de uma vez só: um ramal ilegal está sendo construído a partir da BR-319 em direção a uma área protegida. A rodovia BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, passa por grandes áreas de floresta intacta. Na foto, de 2018, é possível ver a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/ramal-ilegal-da-br-319-ameaca-terras-indigenas-e-areas-protegidas-na-amazonia-comentario/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/05/ramal-ilegal-da-br-319-ameaca-terras-indigenas-e-areas-protegidas-na-amazonia-comentario/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Projetos de estradas na Amazônia podem desmatar 2,4 milhões de hectares nos próximos 20 anos</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/04/projetos-de-estradas-na-amazonia-podem-desmatar-24-milhoes-de-hectares-nos-proximos-20-anos/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/04/projetos-de-estradas-na-amazonia-podem-desmatar-24-milhoes-de-hectares-nos-proximos-20-anos/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Abr 2020 20:09:17 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Maurício Angelo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/04/13200811/bolivia_drone_190370_rhett-butler-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=186911</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Infraestrutura na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Estradas, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Incêndios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Monocultura, Política Ambiental, Queimadas e Soja]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Qual o impacto socioambiental de 75 projetos de estradas previstos para a Bacia Amazônica nos próximos cinco anos? Pesquisadores analisaram e descobriram que os 12 mil quilômetros de estradas novas ou ampliadas podem causar o desmatamento de 2,4 milhões de hectares de floresta nativa que se estenderão por até 20 anos. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/04/projetos-de-estradas-na-amazonia-podem-desmatar-24-milhoes-de-hectares-nos-proximos-20-anos/" data-wpel-link="internal">Projetos de estradas na Amazônia podem desmatar 2,4 milhões de hectares nos próximos 20 anos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Qual o impacto socioambiental de 75 projetos de estradas previstos para a Bacia Amazônica nos próximos cinco anos? Pesquisadores do Brasil, Estados Unidos, Bolívia, Colômbia e Suécia analisaram e descobriram que os 12 mil quilômetros de estradas novas ou ampliadas podem causar o desmatamento de 2,4 milhões de hectares de floresta nativa que se estenderão por até 20 anos. Isso equivale a três vezes a área da Região Metropolitana de São Paulo. O estudo foi publicado na revista científica PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.Escolhendo alguns dos maiores e mais controversos projetos de cinco países que compõem a Bacia Amazônica para análise, os pesquisadores identificaram que o desmatamento médio causado pelos 75 projetos é de 33.000 hectares – o equivalente a cem Central Parks de Nova York. As estradas previstas para o Brasil têm, na média, o mais alto nível de desmatamento e também mais da metade do impacto geral, com 1,42 milhão de hectares de desmatamento adicional esperado em 24 projetos. Em termos gerais, são cerca de 100 hectares de desmatamento por cada quilômetro de estrada. Ao custo total estimado de 27 bilhões de dólares, pelo menos 17% dessas obras violam a legislação ambiental e o direito de povos indígenas. Mesmo do ponto de vista econômico, 50% dos projetos trariam perdas financeiras, já que custariam mais para ser construídas e mantidas do que trariam benefícios. A pesquisa detectou que os estudos de viabilidade técnica da maioria dos projetos, quando existem, ignoram os impactos socioambientais. Dados que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/04/projetos-de-estradas-na-amazonia-podem-desmatar-24-milhoes-de-hectares-nos-proximos-20-anos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/04/projetos-de-estradas-na-amazonia-podem-desmatar-24-milhoes-de-hectares-nos-proximos-20-anos/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Projeto de petróleo e gás ameaça último grande bloco de floresta na Amazônia (comentário)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/03/projeto-de-petroleo-e-gas-ameaca-ultimo-grande-bloco-de-floresta-na-amazonia-comentario/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/03/projeto-de-petroleo-e-gas-ameaca-ultimo-grande-bloco-de-floresta-na-amazonia-comentario/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>25 Mar 2020 16:40:58 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Philip Fearnside]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/03/21164751/Banner-Image-BR-319-768x446.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=186828</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Energia, Estradas, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Infraestrutura e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Projetos de estradas que se ramificariam a partir da BR-319 abririam a parte norte deste vasto bloco de floresta para a entrada dos desmatadores. Agora, uma nova ameaça avança rapidamente: o projeto de extração de petróleo e gás na região do Solimões, que prevê milhares de poços espalhados pelas porções central e sul dessa área florestal. Embora não façam parte do relatório preliminar de impacto ambiental oficial, futuras estradas ligando as áreas perfuradas à BR-319 provavelmente darão aos desmatadores acesso à toda a área.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/projeto-de-petroleo-e-gas-ameaca-ultimo-grande-bloco-de-floresta-na-amazonia-comentario/" data-wpel-link="internal">Projeto de petróleo e gás ameaça último grande bloco de floresta na Amazônia (comentário)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) preliminar do gigantesco projeto de extração de petróleo e gás da “Área Sedimentar do Solimões” está aberto para consulta pública até 19 de março (disponível aqui). Solimões é o nome dado ao trecho superior do Rio Amazonas; quer dizer, do Rio Amazonas acima de sua confluência com o Rio Negro em Manaus. O projeto de extração de petróleo e gás permitiria a perfuração de milhares de poços numa série de “blocos” espalhados por 470.976 quilômetros quadrados, uma área que abrange aproximadamente um terço do Estado do Amazonas (Figura 1). É claro, há inúmeros riscos. Figura 1. Mapa dos blocos de perfuração (EIA, p. 56). As áreas em roxo têm poços atualmente em produção. As linhas verdes finas representam locais para perfuração futura. A “área de influência estratégica” do projeto, circundada em vermelho, é maior do que o Estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Um dos riscos é o de derramamento de óleo, um tipo de incidente que aconteceu com alguma frequência nas áreas de Floresta Amazônica do Peru e Equador, onde a extração de petróleo acontece em maior escala do que na Amazônia brasileira. O risco de derramamento é inerente a essas operações, com sérios impactos sobre a biodiversidade. Outro risco é o impacto sobre povos indígenas isolados. Os primeiros blocos disponíveis para companhias de petróleo e gás em fevereiro de 2020 excluíram aqueles que pudessem abrigar esses povos, o que desagradou as empresas. As áreas ocupadas por povos indígenas isolados têm sofrido uma&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/projeto-de-petroleo-e-gas-ameaca-ultimo-grande-bloco-de-floresta-na-amazonia-comentario/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/03/projeto-de-petroleo-e-gas-ameaca-ultimo-grande-bloco-de-floresta-na-amazonia-comentario/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Cineasta americana relata desafios para realizar filme sobre a construção de Belo Monte</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/02/cineasta-americana-relata-desafios-para-realizar-filme-sobre-a-construcao-de-belo-monte/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/02/cineasta-americana-relata-desafios-para-realizar-filme-sobre-a-construcao-de-belo-monte/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>10 Fev 2020 21:44:39 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Débora Pinto]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/02/10213804/15747056485ddc19f0a533c_1574705648_3x2_md-1-768x433.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=186679</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Energia, Estradas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Hidrelétricas, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Monocultura, Pecuária, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Rios, Soja e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte é o dispositivo narrativo de Sequestrada, primeiro longa-metragem da cineasta e socióloga americana Sabrina McCormick. O filme, que estreou em dezembro em plataformas de streaming, conta a história da jovem indígena Kamudjara em meio às expectativas sobre as profundas mudanças sociais e ambientais resultantes do empreendimento.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/02/cineasta-americana-relata-desafios-para-realizar-filme-sobre-a-construcao-de-belo-monte/" data-wpel-link="internal">Cineasta americana relata desafios para realizar filme sobre a construção de Belo Monte</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte é o dispositivo narrativo de Sequestrada (2019), primeiro longa-metragem da cineasta e socióloga americana Sabrina McCormick, em parceria com o sul-coreano Soopum Sohn. O filme, que estreou no último mês de dezembro nas plataformas de streaming Itunes, Vudu, Vimeo, Amazon e Google Play, conta a história da jovem indígena Kamudjara (a atriz Kamudjara Xipaia) em meio às disputas e expectativas sobre as profundas mudanças sociais e ambientais resultantes do empreendimento. A diretora acredita que o cinema tem papel fundamental na disseminação da reflexão sobre as temáticas ambientais, que são seu objeto de estudo há mais de vinte anos. Professora associada do Departamento de Saúde Ambiental e Ocupacional da Escola de Saúde Pública do Instituto Milken, na Universidade George Washington, McCormick foi consultora do Congresso e do Departamento de Estado americano, atuando em comitês climáticos durante o governo Obama. Nesta entrevista à Mongabay, ela conta sobre o processo criativo, a experiência de filmar na Amazônia e as percepções que teve dos aspectos sociais, culturais e de pertencimento ligados à floresta. Ressalta, ainda, a importância de se barrar o avanço de modelos de geração de energia baseados em obras como Belo Monte. Mongabay: Por que você escolheu fazer cinema na Amazônia – e especificamente sobre a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte? Sabrina McCormick: Eu estudo políticas ambientais há aproximadamente 20 anos, com foco na questão energética e nas mudanças climáticas. Durante meu doutorado eu passei um período na UFRJ (Universidade Federal do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/02/cineasta-americana-relata-desafios-para-realizar-filme-sobre-a-construcao-de-belo-monte/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/02/cineasta-americana-relata-desafios-para-realizar-filme-sobre-a-construcao-de-belo-monte/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>O elefante branco de Belo Monte: maior e mais cara hidrelétrica brasileira pode ser inviável</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/02/o-elefante-branco-de-belo-monte-maior-e-mais-cara-hidreletrica-brasileira-pode-ser-inviavel/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/02/o-elefante-branco-de-belo-monte-maior-e-mais-cara-hidreletrica-brasileira-pode-ser-inviavel/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>04 Fev 2020 15:20:00 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Tiffany Higgins]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/02/04151344/belomontedam-768x449.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=186655</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Infraestrutura na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Energia, Estradas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Hidrelétricas, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Monocultura, Pecuária, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Rios, Soja e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Mega-hidrelétrica na Amazônia foi construída com capacidade para 11.233 MW, mas até agora esteve longe de obter essa meta. Com o desmatamento e a seca causando alterações cada vez mais nítidas na vazão Rio Xingu, é possível que a conta de Belo Monte saia mais cara do que se previa.  </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/02/o-elefante-branco-de-belo-monte-maior-e-mais-cara-hidreletrica-brasileira-pode-ser-inviavel/" data-wpel-link="internal">O elefante branco de Belo Monte: maior e mais cara hidrelétrica brasileira pode ser inviável</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Tecnicamente, as turbinas da Usina Hidrelétrica de Belo Monte podem produzir 11.233 MW de energia por mês – isso se não existisse essa entidade orgânica chamada rio, com seus próprios ritmos sazonais, enchendo, esvaziando, espalhando-se. Acrescente-se ainda a redução da vazão do Rio Xingu devido ao desmatamento e à seca e temos um projeto que tem tudo para se tornar o maior elefante branco da Amazônia brasileira.  Inaugurada em 2016 no Pará, Belo Monte deveria operar num nível em que geraria 4.571 MW por mês ao longo de 12 meses. Isto é o que se chama de “energia firme”, uma aproximação da eletricidade que de fato é produzida (diferentemente da potência instalada). Mas hoje até essa quantidade parece alta. Em 2019, a vazão do Xingu caiu drasticamente durante a estação seca, de julho a novembro, e mesmo com apenas uma turbina parada entre as 18 existentes, a hidrelétrica produziu uma média mensal de apenas 568 MW em agosto, 361 MW em setembro, 276 MW em outubro e 583 MW em novembro, de acordo com as autoridades. A Norte Energia, operadora da hidrelétrica, foi obrigada a desligar as turbinas várias vezes para impedir que fossem danificadas. Mas mesmo na estação das cheias, a hidrelétrica nunca chegou perto de produzir os 11.233 MW mensais de sua  capacidade instalada, que o press release da Norte Energia alardeia aos investidores. O valor mais alto no ano passado foi de 6.882 MW, produzidos em fevereiro. Apesar de todas as promessas de eficiência hidrelétrica apresentadas durante o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/02/o-elefante-branco-de-belo-monte-maior-e-mais-cara-hidreletrica-brasileira-pode-ser-inviavel/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/02/o-elefante-branco-de-belo-monte-maior-e-mais-cara-hidreletrica-brasileira-pode-ser-inviavel/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Cacique Raoni, candidato ao Nobel da Paz, preside encontro histórico com líderes indígenas no MT</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/02/cacique-raoni-candidato-ao-nobel-da-paz-preside-encontro-historico-com-lideres-indigenas-no-mt/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/02/cacique-raoni-candidato-ao-nobel-da-paz-preside-encontro-historico-com-lideres-indigenas-no-mt/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>03 Fev 2020 14:37:33 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rafael Forsetto]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/01/31195517/guerreiros-tapirape-rafaelforsetto-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=186644</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina, Brasil e Cerrado]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Energia, Estradas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Hidrelétricas, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Rios e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em janeiro, líderes indígenas de 47 povos participaram de um evento histórico em uma aldeia Kayapó de Mato Grosso. O encontro foi convocado pelo cacique Raoni Metuktire para articular uma resposta à retórica incendiária e às ações agressivas do governo Bolsonaro contra a população indígena do país. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/02/cacique-raoni-candidato-ao-nobel-da-paz-preside-encontro-historico-com-lideres-indigenas-no-mt/" data-wpel-link="internal">Cacique Raoni, candidato ao Nobel da Paz, preside encontro histórico com líderes indígenas no MT</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O forte sol de meio-dia brilha sobre a aldeia Mebêngôkre (Kayapó) de Piaraçu, em Mato Grosso. Dezenas de homens e mulheres indígenas estão sentados dentro da Casa dos Homens, uma grande estrutura de madeira e palha situada no meio da aldeia, próxima ao Rio Xingu. Eles estão aqui para o Encontro dos Povos Mebêngôkre e Lideranças Indígenas do Brasil, uma reunião histórica dos povos nativos do país para debater a situação crítica em que eles se encontram. Enquanto os participantes discutem e debatem pautas urgentes, Raoni Metuktire escuta atentamente às demandas e queixas dos presentes. O líder Kayapó de 89 anos, melhor conhecido como Cacique Raoni, convocou o encontro para articular uma resposta à retórica incendiária e às ações agressivas do governo Bolsonaro contra a população indígena do país. O evento ocorre logo após um dos anos mais devastadores para a Amazônia na última década. Além da maior taxa de desmatamento nos últimos 11 anos, os assassinatos violentos de sete lideranças indígenas contribuíram significativamente para a hostilidade contra os povos nativos. As atuais intenções do presidente Jair Bolsonaro de abrir os territórios indígenas para o agronegócio e a extração mineral intensificam ainda mais a situação em que eles se encontram. De 14 a 17 de janeiro, mais de 600 líderes indígenas pertencentes a 47 povos compareceram à aldeia, fazendo desta reunião uma das maiores em um território indígena no Brasil. Presididos pelo próprio Cacique Raoni, os debates se assimilaram às negociações oficiais de Estado, reservando tempo para as opiniões de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/02/cacique-raoni-candidato-ao-nobel-da-paz-preside-encontro-historico-com-lideres-indigenas-no-mt/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/02/cacique-raoni-candidato-ao-nobel-da-paz-preside-encontro-historico-com-lideres-indigenas-no-mt/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Indígenas Munduruku resgatam urnas sagradas desenterradas durante construção de hidrelétrica</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/01/indigenas-munduruku-resgatam-urnas-sagradas-desenterradas-durante-construcao-de-hidreletrica/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/01/indigenas-munduruku-resgatam-urnas-sagradas-desenterradas-durante-construcao-de-hidreletrica/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>30 Jan 2020 19:06:10 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rosamaria Loures e Sue Branford*]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/01/30185704/BANNER-image-mu-768x447.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=186641</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Infraestrutura na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Energia, Estradas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Hidrelétricas, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Rios e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Na véspera de Natal, 70 indígenas Munduruku ocuparam o Museu de História Natural de Alta Floresta, em Mato Grosso. O objetivo: resgatar 12 urnas funerárias e outros artefatos removidos de um cemitério sagrado, sem sua permissão, durante o processo de licenciamento da Usina Hidrelétrica Teles Pires, na divisa de Mato Grosso e Pará. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/01/indigenas-munduruku-resgatam-urnas-sagradas-desenterradas-durante-construcao-de-hidreletrica/" data-wpel-link="internal">Indígenas Munduruku resgatam urnas sagradas desenterradas durante construção de hidrelétrica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Protesto indígena no Rio Teles Pires, em dezembro de 2019. O cartaz menciona dois locais sagrados para o povo Munduruku: Karobixexe (Cachoeira das Sete Quedas) e Dekoka&#8217;a (Colina dos Macacos). Foto: Karoribe Munduruku. Era véspera de Natal quando 70 indígenas Munduruku ocuparam o Museu de História Natural de Alta Floresta, em Mato Grosso. O local guardava 12 urnas funerárias (Itiğ’a, na língua Munduruku) e diversos outros artefatos escavados em um cemitério sagrado para os indígenas durante o processo de licenciamento da Usina Hidrelétrica Teles Pires. Em um dos episódios recentes mais violentos contra a cultura indígena no Brasil, a construção da UHE Teles Pires destruiu Karobixexe, ou Cachoeira das Sete Quedas, um local sagrado para os povos Munduruku, Apiaká e Kayabi, que vivem próximos à divisa entre os estados de Mato Grosso e Pará. A corredeira dinamitada em 2013 era considerada um portal para onde os espíritos iam após a morte. Era, além disso, segundo a cosmologia desses povos, morada de entidades sobrenaturais, como a que denominam “Mãe dos Peixes”, responsável pela reprodução das espécies que habitam aquele rio. De acordo com Kirixi Biwün, da aldeia Teles Pires, o ato decretou o fim dos Munduruku. “A gente vai morrer no espírito também”, disse a anciã. Impactados em seu modo de vida, territorialidade e práticas espirituais, os povos indígenas da região não foram consultados, conforme estipula a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O judiciário brasileiro reconheceu, em dezembro de 2016, a necessidade da consulta prévia, livre e informada,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/01/indigenas-munduruku-resgatam-urnas-sagradas-desenterradas-durante-construcao-de-hidreletrica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/01/indigenas-munduruku-resgatam-urnas-sagradas-desenterradas-durante-construcao-de-hidreletrica/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Retrospectiva da década: Brasil, de líder ambiental a vergonha mundial</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2019/12/retrospectiva-da-decada-brasil-de-lider-ambiental-a-vergonha-mundial/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2019/12/retrospectiva-da-decada-brasil-de-lider-ambiental-a-vergonha-mundial/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Dez 2019 15:29:14 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sue Branford e Thaís Borges]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2019/12/26173637/BANNER-IMAGE-ds-768x448.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=186528</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Cerrado, Certificação, Combustíveis Fósseis, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Energia, Estradas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Gases de Efeito Estufa, Grilagem, Hidrelétricas, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Quilombolas, Recursos hídricos, Rios, Terras Indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O Brasil começou a década como um exemplo para o mundo, reduzindo de modo inédito o desmatamento na Amazônia. Sob o governo Bolsonaro, caminha para a ruína ecológica.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/12/retrospectiva-da-decada-brasil-de-lider-ambiental-a-vergonha-mundial/" data-wpel-link="internal">Retrospectiva da década: Brasil, de líder ambiental a vergonha mundial</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Grande parte da porção brasileira da Floresta Amazônica está abrigada em terras indígenas e protegida por unidades de conservação – ambas sob crescente pressão na última década. Foto: Rhett A. Butler/Mongabay Em 2010, havia motivos fortes para se preocupar com o futuro da Amazônia, a maior floresta remanescente do mundo. Imensos projetos hidrelétricos estavam em andamento; o agronegócio, particularmente a criação de gado, estava se embrenhando na floresta; e o plantio de culturas geneticamente modificadas havia sido autorizado, permitindo uma rápida expansão da soja em condições climáticas antes desfavoráveis. Menos áreas protegidas eram criadas e a demarcação de terras indígenas acontecia a passos de tartaruga. Mesmo assim, havia espaço para esperança. Os ambientalistas estavam animados com a redução da taxa anual de desmatamento para cerca de um quarto em relação a níveis anteriores – de 27.772 m² em 2004 para 7 mil km² em 2010. Desmatar uma área de floresta tropical equivalente a quase cinco vezes o municípo de São Paulo por ano poderia parecer assustador, mas pelo menos a tendência era de redução. E a escala do desmatamento não parecia representar um risco iminente à existência da floresta. A década que se iniciava, alguns diziam, era até promissora. Desmatamento provocado por madeireiros ilegais na Floresta Nacional de Jamanxim, no Pará. Foto: Ibama Por que o desmatamento caiu na Amazônia, e depois cresceu Para entender o que aconteceu no país na última década, é necessário recuar um pouco mais no tempo. Em 2003, o presidente recém-eleito Luiz Inácio Lula da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/12/retrospectiva-da-decada-brasil-de-lider-ambiental-a-vergonha-mundial/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2019/12/retrospectiva-da-decada-brasil-de-lider-ambiental-a-vergonha-mundial/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>