<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?topic=enchentes&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/enchentes/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Wed, 26 Aug 2026 18:57:38 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>
				<item>
					<title>Peixes deformados expõem o colapso do pulso do Xingu após Belo Monte</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/12/peixes-deformados-expoem-o-colapso-do-pulso-do-xingu-apos-belo-monte/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/12/peixes-deformados-expoem-o-colapso-do-pulso-do-xingu-apos-belo-monte/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>17 Dez 2025 00:16:10 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/12/10001130/belo_monte090920214077-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194789</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Belo Monte, 10 anos]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Enchentes, Energia, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Hidrelétricas, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Peixes, Pesca, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Recursos hídricos, Rios, Seca e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>No dia 17 de fevereiro de 2016, ocorreu o primeiro giro mecânico da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, entre os municípios de Altamira e Vitória do Xingu, no estado do Pará. Meses depois, em abril, a usina já entrava em operação comercial. Naquele mesmo ano, o pesquisador Jansen Zuanon esteve na Volta Grande do Xingu, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/peixes-deformados-expoem-o-colapso-do-pulso-do-xingu-apos-belo-monte/" data-wpel-link="internal">Peixes deformados expõem o colapso do pulso do Xingu após Belo Monte</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[No dia 17 de fevereiro de 2016, ocorreu o primeiro giro mecânico da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, entre os municípios de Altamira e Vitória do Xingu, no estado do Pará. Meses depois, em abril, a usina já entrava em operação comercial. Naquele mesmo ano, o pesquisador Jansen Zuanon esteve na Volta Grande do Xingu, o trecho de 130 km do Rio Xingu que teve seu curso desviado, e sua vazão reduzida, devido à operação da usina. “Estive lá logo que começaram a funcionar as primeiras turbinas. Naquele momento, o reservatório ainda estava enchendo”, relembra Jansen, que foi acompanhado da equipe do Monitoramento Ambiental Territorial Independente (Mati) e de representantes do Ministério Público Federal (MPF). “A gente ia avançando de canoa e encontrava os capararis nas margens, nas águas rasas. Eles estavam claramente desnutridos, com olhos fundos, com feridas, faltando dentes e cheios de parasitas. Eram como peixes zumbis, morrendo aos poucos.” Hoje, quase dez anos depois do início de suas operações, novos impactos negativos da usina de Belo Monte se revelam. Mais recentemente, neste ano, o mesmo grupo de monitoramento divulgou, em nota técnica, o registro de peixes com alterações físicas visíveis em pescadas (Plagioscion squamosissimus): com o corpo oval, curto e arredondado, diferente do aspecto alongado normal, indicando deformidades na coluna vertebral. Nascida e criada no Xingu, na vila ribeirinha de Belo Monte, Sara Rodrigues Lima foi uma das pescadoras que encontraram peixes nessas condições e passou a registrá-los em 2021. Ela não só relata as deformidades e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/peixes-deformados-expoem-o-colapso-do-pulso-do-xingu-apos-belo-monte/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/12/peixes-deformados-expoem-o-colapso-do-pulso-do-xingu-apos-belo-monte/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Mega-expedição confirma: a Antártica está derretendo – e o Brasil já sofre os impactos</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/03/mega-expedicao-confirma-a-antartica-esta-derretendo-e-o-brasil-ja-sofre-os-impactos/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/03/mega-expedicao-confirma-a-antartica-esta-derretendo-e-o-brasil-ja-sofre-os-impactos/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>07 Mar 2025 08:06:27 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/03/06153445/Copia-de-ICCE_AAX_20250104_F03115-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193469</guid>

					
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Água, Alterações Climáticas, Carbono, Combustíveis Fósseis, Conservação, Desastres ambientais, Dióxido de Carbono, Enchentes, Gases de Efeito Estufa, Poluição, Recursos hídricos, Resiliência climática e Seca]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Onde antes só se via o branco da neve e do gelo agora aparece o verde dos musgos e das gramíneas. Em busca de lugares mais frios, peixes e pinguins migram para o sul. E até mesmo a chuva, até pouco tempo impensável nesta parte do planeta, agora tem dado as caras. Estes são apenas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/mega-expedicao-confirma-a-antartica-esta-derretendo-e-o-brasil-ja-sofre-os-impactos/" data-wpel-link="internal">Mega-expedição confirma: a Antártica está derretendo – e o Brasil já sofre os impactos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Onde antes só se via o branco da neve e do gelo agora aparece o verde dos musgos e das gramíneas. Em busca de lugares mais frios, peixes e pinguins migram para o sul. E até mesmo a chuva, até pouco tempo impensável nesta parte do planeta, agora tem dado as caras. Estes são apenas alguns dos sinais de que a temperatura está aumentando em partes da Antártica, e rapidamente. “O que mais me chama atenção é o recuo das geleiras, e na frente delas cada vez menos neve, com o solo sendo ocupado por novos organismos”, diz Jefferson Cardia Simões, do Centro Polar e Climático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). “Isso chama bastante a atenção, porque são mudanças que tu vê a olho nu”. Professor de Geografia Polar, Simões visita a Antártica periodicamente desde 1990, em um total de 27 expedições científicas. A última, coordenada por ele, ocorreu entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, e já é conhecida como a maior circum-navegação polar já realizada. A equipe formada por 61 pesquisadores de sete países percorreu 29 mil quilômetros, o equivalente a mais de cinco vezes a distância entre o Oiapoque, no Amapá, e o Chuí, no Rio Grande do Sul. A equipe passou 70 dias a bordo de um quebra-gelo russo, embarcação que consegue passar com segurança no meio do mar congelado. Foto: Anderson Astor e Marcelo Curia / ICCE. A viagem de 70 dias foi a bordo de um quebra-gelo russo, navio&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/mega-expedicao-confirma-a-antartica-esta-derretendo-e-o-brasil-ja-sofre-os-impactos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/03/mega-expedicao-confirma-a-antartica-esta-derretendo-e-o-brasil-ja-sofre-os-impactos/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Novas hidrovias na Amazônia podem agravar mudanças climáticas, alertam especialistas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>16 Jan 2025 15:55:41 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Tiffany Higgins]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/01/25160100/1__EVA_EDITED_Screenshot-2024-12-06-at-8.01.35-AM-EDIT-scaled-1-e1756137674645-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193241</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia e Pará]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Amazônia, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Enchentes, Energia, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Hidrelétricas, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Quilombolas, Recursos hídricos, Rios, Seca e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O Brasil está prestes a investir dezenas de bilhões de reais na construção de mais de 2 mil km de novos canais de navegação em rios da Amazônia – o que, segundo especialistas, pode resultar na conversão de terras de povos tradicionais à agricultura com alta emissão de carbono. Em outubro de 2022, o governo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/" data-wpel-link="internal">Novas hidrovias na Amazônia podem agravar mudanças climáticas, alertam especialistas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O Brasil está prestes a investir dezenas de bilhões de reais na construção de mais de 2 mil km de novos canais de navegação em rios da Amazônia – o que, segundo especialistas, pode resultar na conversão de terras de povos tradicionais à agricultura com alta emissão de carbono. Em outubro de 2022, o governo de Bolsonaro, que deixava o cargo, emitiu uma licença preliminar atestando a suposta viabilidade socioambiental dos primeiros 500 km de uma hidrovia Araguaia-Tocantins na Amazônia oriental, há muito sonhado, que pode chegar a ter entre 2 mil a 3 mil km de extensão. Em agosto, procuradores da República entraram com uma ação civil pública pedindo que a licença da era Bolsonaro, que continha falhas “graves”, fosse anulada e que o Ibama fosse impedido de emitir a licença de instalação. Eles apontaram várias ilegalidades na licença prévia: “A licença nunca comprovou a viabilidade socioambiental”, disse o procurador Sadi Flores Machado à Mongabay. Emitida com 27 estudos “pendentes”, sem os quais era impossível avaliar a viabilidade, a licença do trecho da hidrovia Araguaia-Tocantins nunca deveria ter sido concedida, constituindo “desvio de finalidade do Ibama”, acusam os procuradores. “O número [de estudos que faltam] nessa fase é alto”, disse à Mongabay a ex-diretora do Ibama, Suely Araújo. “Você pode deixar algumas pendências na licença prévia, mas não estruturais, que sejam importantes o suficiente para mudar a viabilidade ambiental do empreendimento.” Por causa desses estudos, que há muito precisam ser feitos, em março de 2022, o então diretor de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Chuvas no Sul: DNIT destruiu aldeia Guarani enquanto indígenas se refugiavam da enchente</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/05/chuvas-no-sul-dnit-destruiu-aldeia-guarani-enquanto-indigenas-se-refugiavam-da-enchente/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/05/chuvas-no-sul-dnit-destruiu-aldeia-guarani-enquanto-indigenas-se-refugiavam-da-enchente/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>29 Mai 2024 14:02:12 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/05/28152332/foto_acervo_CGY_editada-766x512.png" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=192178</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Enchentes, Indígenas, Índios, Pesca, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Recursos hídricos, Rios e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Assim como mais de meio milhão de gaúchos, os indígenas da aldeia Pekuruty, no município de Eldorado do Sul, Região Metropolitana de Porto Alegre, tiveram de abandonar suas moradias no início de maio devido às enchentes que assolam o Rio Grande do Sul. A comunidade Guarani fica às margens da BR-290, bem no ponto em [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/chuvas-no-sul-dnit-destruiu-aldeia-guarani-enquanto-indigenas-se-refugiavam-da-enchente/" data-wpel-link="internal">Chuvas no Sul: DNIT destruiu aldeia Guarani enquanto indígenas se refugiavam da enchente</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Assim como mais de meio milhão de gaúchos, os indígenas da aldeia Pekuruty, no município de Eldorado do Sul, Região Metropolitana de Porto Alegre, tiveram de abandonar suas moradias no início de maio devido às enchentes que assolam o Rio Grande do Sul. A comunidade Guarani fica às margens da BR-290, bem no ponto em que o Arroio Divisa corta a rodovia. O aumento súbito do nível da água fez a estrada ceder, ao mesmo tempo em que obrigou os cerca de 40 indígenas a se refugiarem em um abrigo na sede do município. Nem passava pela cabeça dos Guarani que, no dia seguinte, a aldeia seria colocada abaixo por máquinas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em meio às obras para reestabelecer o tráfego na rodovia. &#8220;Não sabemos de nada do que aconteceu. Não conversamos com os juruá [não-indígenas] do DNIT. Quem falou isso para vocês? Nós viemos para cá, mas já queremos voltar&#8221;, reagiu o Cacique Estevan Garay ao ficar sabendo da demolição. O vídeo com a liderança, gravado ainda no abrigo, foi divulgado pela Comissão Guarani Yvyrupa, que congrega coletivos do povo Guarani nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Desde 2013, está em curso uma negociação entre o DNIT e os Guarani para a remoção da comunidade, abrindo caminho para a duplicação da BR-290 — importante rodovia que corta o Rio Grande do Sul de leste a oeste. Área inundada na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS). Foto: Lauro Alves/Secom RS Procurado pela reportagem,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/chuvas-no-sul-dnit-destruiu-aldeia-guarani-enquanto-indigenas-se-refugiavam-da-enchente/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/05/chuvas-no-sul-dnit-destruiu-aldeia-guarani-enquanto-indigenas-se-refugiavam-da-enchente/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>&#8216;Não conseguimos parar a chuva, mas podemos nos preparar para evitar a catástrofe&#8217;, diz pesquisador</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/05/nao-conseguimos-parar-a-chuva-mas-podemos-nos-preparar-para-evitar-a-catastrofe-diz-pesquisador/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/05/nao-conseguimos-parar-a-chuva-mas-podemos-nos-preparar-para-evitar-a-catastrofe-diz-pesquisador/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>10 Mai 2024 14:52:12 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Kevin Damasio/Ambiental Media]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/05/10142242/Lauro-AlvesGoverno-do-Estado-do-Rio-Grande-do-Sul-2-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=192082</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Conservação, Enchentes, Pesca, Recursos hídricos e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Localizada em São José dos Campos, São Paulo, a sala de situação do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), órgão federal vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, não fecha nunca. Equipes de até 20 pesquisadores de pelo menos quatro áreas (meteorologia, hidrologia, geodinâmica e desastres) se revezam em turnos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/nao-conseguimos-parar-a-chuva-mas-podemos-nos-preparar-para-evitar-a-catastrofe-diz-pesquisador/" data-wpel-link="internal">&#8216;Não conseguimos parar a chuva, mas podemos nos preparar para evitar a catástrofe&#8217;, diz pesquisador</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Localizada em São José dos Campos, São Paulo, a sala de situação do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), órgão federal vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, não fecha nunca. Equipes de até 20 pesquisadores de pelo menos quatro áreas (meteorologia, hidrologia, geodinâmica e desastres) se revezam em turnos de seis horas para monitorar e emitir boletins e alertas sobre o tempo e o clima em áreas de risco em todo o Brasil. Foi de dentro dessa sala que Giovanni Dolif, coordenador-geral substituto da Operação e Modelagem do Cemaden, assistiu às chuvas sem precedentes que assolaram o Rio Grande do Sul. Nesta entrevista, concedida na tarde de quarta-feira, 8 de maio, Dolif contou o que ele e seus colegas pesquisadores viram antes e durante a tragédia gaúcha e o que os sistemas preveem para os próximos dias. Qual é o papel do Cemaden durante um evento extremo como esse do Rio Grande do Sul? Quais são as etapas do trabalho do Cemaden antes, durante e depois? O Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) tem como uma das principais missões monitorar situações como essas e enviar alertas antecipados. Mas, além desse pilar, tem outros dois: a pesquisa e a rede observacional, que é uma rede de pluviômetros medindo chuvas. São mais de 3 mil espalhados em municípios e áreas de risco do país. Então, a gente acompanha o que está chovendo e o que está previsto chover. Esse monitoramento é feito&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/nao-conseguimos-parar-a-chuva-mas-podemos-nos-preparar-para-evitar-a-catastrofe-diz-pesquisador/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/05/nao-conseguimos-parar-a-chuva-mas-podemos-nos-preparar-para-evitar-a-catastrofe-diz-pesquisador/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Moradores da foz do Amazonas sentem o gosto salgado das mudanças climáticas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/04/moradores-da-foz-do-amazonas-sentem-o-gosto-salgado-das-mudancas-climaticas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/04/moradores-da-foz-do-amazonas-sentem-o-gosto-salgado-das-mudancas-climaticas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>08 Abr 2024 06:37:56 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rodrigo PedrosoRudja Santos]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/04/02194818/9-Boat-carrying-water-stranded-in-front-of-Livramento-community-_-Rodrigo-Pedroso-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191819</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Conservação, Enchentes, Energia, Hidrelétricas, Oceanos, Pesca, Recursos hídricos e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>BAILIQUE, Amapá- Da varanda de sua casa de madeira de dois andares, Aurélio Marques olha para o Rio Amazonas, que flui como um fio. O piloto de barco calcula quanto tempo levará para que a maré do Oceano Atlântico chegue ao leito do rio, aumentando o nível da água e permitindo que ele navegue até [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/moradores-da-foz-do-amazonas-sentem-o-gosto-salgado-das-mudancas-climaticas/" data-wpel-link="internal">Moradores da foz do Amazonas sentem o gosto salgado das mudanças climáticas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[BAILIQUE, Amapá- Da varanda de sua casa de madeira de dois andares, Aurélio Marques olha para o Rio Amazonas, que flui como um fio. O piloto de barco calcula quanto tempo levará para que a maré do Oceano Atlântico chegue ao leito do rio, aumentando o nível da água e permitindo que ele navegue até uma comunidade próxima. &#8220;Parece que a natureza está revoltada, com raiva da gente&#8221;, diz ele. &#8220;Nós vivemos de ler a natureza desde que nascemos, mas não estamos mais conseguindo decifrá-la.&#8221; As mudanças climáticas, aliadas às ações antrópicas no Arquipélago do Bailique, um grupo de ilhas na foz do Rio Amazonas, no Amapá, alteraram o ciclo da água e tornaram a vida cada vez mais árdua nos últimos quatro anos. Os fenômenos naturais estão se tornando mais agressivos e imprevisíveis, e os moradores do Bailique estão agora vivendo o que milhões pessoas de outras partes do mundo provavelmente enfrentarão no futuro. Ao sul do arquipélago, fazendas de pecuária e represas hidrelétricas desviaram gradualmente o curso de igarapés e afluentes do Rio Amazonas. O aumento da correnteza fluvial está acelerando os deslizamentos de terra, que engolem as casas às margens. Isso também está afetando as ilhas ao norte, onde o rio e seus afluentes estão se tornando mais fracos, em parte devido à terra que está sendo arrastada do sul e deixando os moradores muitas vezes encalhados. Como resultado, a água do Oceano Atlântico, que está aumentando seu nível, se infiltra nas ilhas vindo do norte. Um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/moradores-da-foz-do-amazonas-sentem-o-gosto-salgado-das-mudancas-climaticas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/04/moradores-da-foz-do-amazonas-sentem-o-gosto-salgado-das-mudancas-climaticas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Caatinga está degradada mesmo em áreas preservadas, revela estudo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Out 2020 06:49:08 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Meghie Rodrigues]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/10/12151223/F09_Landscape_Lajes_RN_Brazil_JCVMena-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=187553</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Caatinga, Conservação, Degradação, Desmatamento, Enchentes, Energia, Estradas, Incêndios, Infraestrutura, Parques Nacionais, Queimadas, Recursos hídricos, Seca e Unidades de Conservação]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Novo estudo mostra que a Caatinga está severamente ameaçada pela atividade humana. Com mais de 27 milhões de moradores, é um dos biomas mais degradados do país.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Caatinga está degradada mesmo em áreas preservadas, revela estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A Caatinga, devido à sua característica floresta seca de vegetação arbustiva, é vista por muitos como um bioma pobre em biodiversidade. Como consequência, a região recebe pouco investimento para ações de conservação. Especialistas dizem, entretanto, que o bioma — onde vivem mais de 900 espécies de plantas e animais — é o maior e mais diversificado entre as florestas tropicais sazonalmente secas do mundo. É também o único bioma exclusivamente brasileiro e uma das regiões menos estudadas do planeta. Região sob constante estresse hídrico, que a torna extremamente vulnerável às mudanças climáticas, apenas cerca da metade da vegetação da Caatinga se mantém de pé, distribuída em 47.100 fragmentos. Segundo um estudo recente, porém, essas áreas remanescentes estão severamente ameaçadas pela ação humana acumulada ao longo de décadas ou séculos. Os pesquisadores chamam o efeito de “perturbação antrópica crônica”, e observam que ele está diretamente ligado à localização: trechos de Caatinga ao norte e a oeste são mais perturbados do que as áreas ao leste e ao sul da Caatinga. Na imagem, os vetores de perturbação são distribuídos geograficamente na Caatinga. (A) representa a população humana (índice de perturbação 0,64), (B) mostra a infraestrutura (índice de perturbação de 0,86), (C) mapeia o pastoreio (índice de perturbação de 0,49), (D) mostra a extração de madeira (índice de perturbação de 0,50) e (E) representa o fogo (índice de de perturbação 0,04). Créditos: Journal of Applied Ecology, primeira publicação: 05 de julho de 2020, DOI:(10.1111/1365-2664.13686). O objetivo dos pesquisadores da Universidade Federal do Rio&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/10/caatinga-esta-degradada-mesmo-em-areas-preservadas-revela-estudo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Bailique: por que estas ilhas na foz do Amazonas estão se esfacelando</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/09/bailique-por-que-estas-ilhas-na-foz-do-amazonas-estao-se-esfacelando/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/09/bailique-por-que-estas-ilhas-na-foz-do-amazonas-estao-se-esfacelando/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>17 Set 2020 06:19:40 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Luís Patriani (texto) e Mauricio de Paiva (fotos)]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/09/16133124/IMG_2848-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=187483</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Conservação, Enchentes, Energia, Hidrelétricas, Oceanos, Pesca, Recursos hídricos e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A erosão nas margens do Arquipélago do Bailique, no Amapá, tem destruído casas, escolas e postes de eletricidade. A construção de três usinas no Rio Araguari nos últimos 50 anos, além da degradação provocada pela criação de búfalos, podem estar por trás do crescente avanço do mar sobre as ilhas.  </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/09/bailique-por-que-estas-ilhas-na-foz-do-amazonas-estao-se-esfacelando/" data-wpel-link="internal">Bailique: por que estas ilhas na foz do Amazonas estão se esfacelando</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[VILA MACEDÔNIA, AMAPÁ — Encravado na foz do Rio Amazonas, o Arquipélago do Bailique, no Amapá, às margens do Oceano Atlântico, é formado por oito ilhas estuarinas onde vivem em torno de 13 mil pessoas integradas à dinâmica da floresta de várzea à sua volta. Mas o equilíbrio estabelecido por essas comunidades com o meio ambiente, no qual pesca artesanal e manejo sustentável do açaí são as principais fontes econômicas, vem sofrendo abalos profundos em um processo de erosão e desbarrancamentos que acontecem de forma progressiva. Conhecida localmente como fenômeno das Terras Caídas, a destruição atinge casas, escolas, rede elétrica, estações de tratamento de água e a própria sobrevivência dos ribeirinhos e do ecossistema que habitam desde o século 19. Alguns anos atrás, mais precisamente em 2013, a pororoca do Rio Araguari, cuja foz fica ao norte do arquipélago, acabou. O estrondoso choque de forças das águas do mar com o rio não mais acontece desde então. A desembocadura do Araguari estava em processo avançado de fechamento por conta de um contundente assoreamento, e a perda de vazão fez com que sua pororoca, considerada uma das maiores do mundo, passasse a entrar por um rio secundário. O episódio ganhou destaque em reportagens, mas foi só o primeiro capítulo de uma série de eventos que vieram a seguir. Um futuro incerto ainda paira sobre um dos maiores desastres ambientais do estado do Amapá. O Rio Araguari, cuja bacia hidrográfica ocupa um terço do estado e é a maior do Amapá, teve&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/09/bailique-por-que-estas-ilhas-na-foz-do-amazonas-estao-se-esfacelando/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/09/bailique-por-que-estas-ilhas-na-foz-do-amazonas-estao-se-esfacelando/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Atafona: a cidade que o Brasil vem perdendo para o mar</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/08/atafona-a-cidade-que-o-brasil-vem-perdendo-para-o-mar/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/08/atafona-a-cidade-que-o-brasil-vem-perdendo-para-o-mar/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>06 Ago 2020 06:54:34 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rafael Duarte (texto fotos e vídeo)]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/08/04205238/1-IMG_6316_photo_Rafael_DuarteAtafona-e1596574536638-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=187373</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Conservação, Enchentes, Energia, Hidrelétricas, Oceanos, Pesca, Recursos hídricos e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Neste antigo balneário do litoral do Rio de Janeiro, o Atlântico vem destruindo ruas, casas e comércios há mais de 50 anos. Barragens no Rio Paraíba do Sul, devastação das matas ciliares e mudanças climáticas estão entre as causas. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/08/atafona-a-cidade-que-o-brasil-vem-perdendo-para-o-mar/" data-wpel-link="internal">Atafona: a cidade que o Brasil vem perdendo para o mar</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Vítimas de um impacto ambiental lento e contínuo que vem destruindo a costa, os moradores do distrito de Atafona, em São João da Barra (RJ), buscam ressignificar suas relações com a cidade enquanto vivem a expectativa de um futuro incerto. Com o mar engolindo suas casas há mais de 50 anos, eles aguardam soluções para os impactos gerados na comunidade onde acontece um dos desastres ambientais de erosão costeira mais severos do Brasil. Especialistas apontam como causas deste fenômeno uma soma de fatores, que incluem ações humanas e efeitos das mudanças climáticas numa região que, desde o início, teve uma ocupação habitacional desordenada em seu litoral. Os primeiros registros que se têm notícia da erosão costeira em Atafona datam de 1954, na Ilha da Convivência, que hoje já foi praticamente toda engolida e seus habitantes forçados a deixar suas casas e buscar moradia em outros lugares. Na praia de Atafona, o evento veio a ocorrer cerca de cinco anos depois, mas a destruição se intensificou na década de 1970 e não parou até os dias de hoje. A Prefeitura de São João da Barra calcula que o avanço do mar já destruiu 500 residências e comércios. Moradores locais e pesquisadores estimam que este número pode ser ainda maior e que o número de pessoas forçadas a se deslocar, inclusive migrando para outras cidades ou estados, tenha passado das 2 mil. Sônia Ferreira, moradora de Atafona há mais duas décadas, viu o mar se aproximar aos poucos até derrubar o muro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/08/atafona-a-cidade-que-o-brasil-vem-perdendo-para-o-mar/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/08/atafona-a-cidade-que-o-brasil-vem-perdendo-para-o-mar/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>