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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Philip Fearnside completa 50 anos de pesquisa na Amazônia</title>
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					<pubDate>03 Set 2026 12:54:00 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rhett Butler]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia e Brasil]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Biodiversidade, Clima, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Demarcação Territorial, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Mudanças climáticas, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Resiliência climática e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A história de um pioneiro na pesquisa da Amazônia.</p>
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							<![CDATA[Em uma audiência pública realizada em setembro de 2021 em Manaus, Philip Fearnside leu uma declaração preparada para apresentar seus argumentos contra o reasfaltamento da BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho. Ele classificou o projeto como economicamente inviável, afirmou que o processo de licenciamento no Brasil era falho e alertou que a estrada provocaria um desmatamento “catastrófico”. A plateia começou a vaiar. Fearnside tentou seguir falando, em seu português com sotaque americano, por cima do barulho, até que alguém cortou seu microfone. Depois dele, falou Sérgio Kruke, do Movimento Conservador Amazonas, aliado declarado do então presidente Jair Bolsonaro. Kruke apontou para Fearnside e perguntou que direito um americano tinha de dizer aos brasileiros o que fazer com sua terra. Acrescentou que os brasileiros tinham o direito de derrubar todas as árvores da floresta, se assim quisessem. A plateia aplaudiu. “Esta casa é nossa!”, gritou Kruke. O clima foi completamente diferente no início de agosto no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Durante duas horas, pesquisadores e ex-alunos realizaram um evento em reconhecimento aos 50 anos de pesquisa de campo de Fearnside na Amazônia, trabalho que fez dele uma das principais autoridades científicas sobre a maior floresta tropical do planeta. O climatologista Carlos Nobre falou sobre como conheceu Fearnside no Inpa nos anos 1970, antes de sua própria carreira na área de estudos do clima decolar, e sobre a colaboração dos dois em medições pioneiras das trocas gasosas entre floresta e atmosfera. Susanna Hecht, professora da Universidade da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/philip-fearnside-completa-50-anos-de-pesquisa-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Fungos não serão mais negligenciados, diz pesquisador</title>
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					<pubDate>25 Ago 2026 16:40:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mateus Mendonça]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Entrevistas, Espécies Ameaçadas, Política Ambiental e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>A corrida do Brasil para catalogar fungos antes que desapareçam.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/fungos-nao-serao-mais-negligenciados-diz-pesquisador/" data-wpel-link="internal">Fungos não serão mais negligenciados, diz pesquisador</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A funga — termo que designa o conjunto de espécies de fungos de uma região, de forma similar à fauna para animais e à flora para plantas — foi, por muito tempo, esquecida nas políticas ambientais brasileiras. Esse cenário começou a mudar com a publicação da primeira lista nacional de fungos ameaçados, pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em junho deste ano. Com isso, 24 espécies passam a ter, pela primeira vez, o mesmo status legal de proteção hoje dado a plantas e animais. Um dos pesquisadores à frente desse processo é o professor Elisandro Ricardo Drechsler-Santos, biólogo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que estuda fungos há anos, com foco em áreas de altitude, conservação de espécies e taxonomia. Ele também coordena o grupo de pesquisa MIND.Funga, dedicado a mapear a biodiversidade de macro e microfungos em ecossistemas ameaçados, como as matas nebulares.  O MIND.Funga também é responsável pela  Coleção de Fungos Ameaçados do Brasil (CFAB), primeira iniciativa do tipo no país, que se dedica à conservação da diversidade genética ex situ (fora do local de origem).  Para tirar a lista do papel, foi necessária uma articulação que reuniu o Grupo de Especialistas em Fungos do Brasil (BrazFunSG/IUCN) e o Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora). Esse avanço também foi impulsionado pela Rede de Taxonomistas da Funga do Brasil (Rede Funga), financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que engajou especialistas de diversas instituições do país para construir uma base&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/fungos-nao-serao-mais-negligenciados-diz-pesquisador/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Tracajás da Amazônia entram na lista de espécies ameaçadas pela primeira vez</title>
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					<pubDate>21 Jul 2026 18:31:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Anfíbios, Animais, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Espécies Ameaçadas, Répteis, Rios, Tráfico de Animais Silvestres e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Alimento tradicional  para as comunidades amazônicas, os cágados, conhecidos na região como tracajás, foram incluídos na lista brasileira de fauna ameaçada de extinção pela primeira vez. O cágado-iaçá (Podocnemis sextuberculata) teve seu risco elevado de quase ameaçado para em perigo em uma nova lista publicada recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/" data-wpel-link="internal">Tracajás da Amazônia entram na lista de espécies ameaçadas pela primeira vez</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Alimento tradicional  para as comunidades amazônicas, os cágados, conhecidos na região como tracajás, foram incluídos na lista brasileira de fauna ameaçada de extinção pela primeira vez. O cágado-iaçá (Podocnemis sextuberculata) teve seu risco elevado de quase ameaçado para em perigo em uma nova lista publicada recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Os tracajás foram considerados como quase ameaçados por muito tempo, mas essa é a primeira vez que uma de suas espécies foi classificada como em perigo, disse Marília Marini, coordenadora-geral de estratégias de conservação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). &#8220;Para a Amazônia, o principal destaque é a entrada do tracajá&#8221;, afirmou Marini à Mongabay, por telefone. &#8220;Essa é uma situação mais delicada porque também envolve populações que o utilizam. Então, temos que ter todo um cuidado na comunicação, em como direcionar ações que não as afetem.&#8221; Apesar dos programas de proteção e esforços de conservação, as populações de cágado-iaçá nos últimos 36 anos — equivalentes a três gerações — diminuíram mais de 50% no estado do Amazonas e no oeste do estado do Pará, o que representa aproximadamente 70% da distribuição total da espécie, levando-a à classificação em perigo, de acordo com o Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade do ICMBio (SALVE). Cágado-iaçá (Podocnemis sextoberculata). Foto: © Rafael Bernhard via iNaturalist (CC BY 4.0). Cágado-iaçá (Podocnemis sextoberculata). Foto: © Andrés Camilo Montes-Correa via iNaturalist. Atingindo um comprimento máximo de 34 centímetros  e peso de 3,5 quilogramas , o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como sua tigela de açaí pode estar deixando os tucanos sem floresta</title>
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					<pubDate>14 Jul 2026 19:25:39 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agroecologia, Alimentação, Alimentos, Ameaças à Amazônia, Animais, Aves, Commodities, Conservação da Vida Selvagem, Fauna, Florestas Tropicais e Produtos da Floresta]]>
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							<![CDATA[<p>&#8220;Ah-sigh-ee.” Talvez muitos estrangeiros ainda precisem aprender a pronúncia correta da fruta amazônica, mas existe uma enorme chance de que eles já tenham visto o nome “açaí” em cardápios mundo afora, sobretudo em cafés e lanchonetes especializadas em alimentação saudável, onde é o principal ingrediente de sucos, tigelas e sorvetes. No Brasil, cerca de 95% [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[&#8220;Ah-sigh-ee.” Talvez muitos estrangeiros ainda precisem aprender a pronúncia correta da fruta amazônica, mas existe uma enorme chance de que eles já tenham visto o nome “açaí” em cardápios mundo afora, sobretudo em cafés e lanchonetes especializadas em alimentação saudável, onde é o principal ingrediente de sucos, tigelas e sorvetes. No Brasil, cerca de 95% da produção da fruta está concentrada no Pará. Ela é uma das bases da dieta da população local, que a consome batida, com peixe, farinha de mandioca e outros ingredientes amazônicos. Por causa de seus benefícios nutricionais — rica em antioxidantes, fibras e com alto valor energético —, a fama do açaí como “superalimento” rapidamente chegou a outras regiões brasileiras e, eventualmente, a outros países. Mas o aumento da produção da fruta para atender tanto à demanda nacional quanto à internacional está reduzindo a diversidade de aves em florestas de várzea da Amazônia. Segundo um estudo publicado recentemente no jornal Biological Conservation, áreas com maior adensamento de palmeiras de açaí apresentam um declínio de 28% no número de espécies. “Nosso objetivo era entender quais eram as consequências da expansão do cultivo do açaí e suas diversas formas de manejo sobre as aves, com um foco principal nas frugívoras, aquelas que se alimentam de frutos”, disse à Mongabay o biólogo e mestre em ecologia Raphael Vasconcelos Nunes, pesquisador da Universidade Federal do Pará e um dos coautores do estudo. Segundo Nunes, as matas de várzea — onde ocorre a maior parte dos cultivos de açaí –&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/como-sua-tigela-de-acai-pode-estar-deixando-os-tucanos-sem-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Sentinela dos rios, ariranha é incluída na lista de espécies migratórias ameaçadas</title>
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					<pubDate>31 Mar 2026 13:35:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gustavo Faleiros]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia e Pantanal]]>
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							<![CDATA[<p>A Convenção das Nações Unidas sobre Espécies Migradoras (CMS) aprovou a inclusão da ariranha (Pteronura brasiliensis) entre os animais que necessitam de ações urgentes de conservação. A medida é resultado da pressão de pesquisadores e organizações ambientalistas junto aos governos signatários da convenção. As negociações que elevaram o status de conservação deste mamífero semiaquático ocorreram [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/sentinela-dos-rios-ariranha-e-incluida-na-lista-de-especies-migratorias-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Sentinela dos rios, ariranha é incluída na lista de espécies migratórias ameaçadas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[A Convenção das Nações Unidas sobre Espécies Migradoras (CMS) aprovou a inclusão da ariranha (Pteronura brasiliensis) entre os animais que necessitam de ações urgentes de conservação. A medida é resultado da pressão de pesquisadores e organizações ambientalistas junto aos governos signatários da convenção. As negociações que elevaram o status de conservação deste mamífero semiaquático ocorreram na 15ª Conferência das Partes da CMS (COP15), que terminou no domingo, dia 29, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A ariranha é a maior lontra do mundo. Em inglês, seu nome significa literalmente &#8220;lontra gigante&#8221; – giant otter. Aqui, seu nome deriva da palavra tupi-guarani ari&#8217;raña, que quer dizer “onça d&#8217;água”. Com garras e dentes afiados, ela é conhecida por seu comportamento arisco e o som alto e estridente que produz. Carnívora, ela constrói suas tocas nas margens de rios de águas claras. Sua distribuição se estendia a bacias de quase toda a América do Sul. Hoje suas populações estão restritas à Amazônia e ao Pantanal. No passado, a caça indiscriminada para o comércio de peles representava a principal pressão. Hoje, a perda e a fragmentação de habitats, além da poluição dos rios, tornaram-se a principal ameaça. Os pesquisadores que defenderam maior proteção também apontaram que a espécie está listada como “em perigo de extinção” na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Um animal topo de cadeia, ele se alimenta de peixes e seu único predador é a onça-pintada (Panthera onca). Sua presença representa o equilíbrio da cadeia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/sentinela-dos-rios-ariranha-e-incluida-na-lista-de-especies-migratorias-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Novas regras tentam proteger preguiças de traficantes e turistas</title>
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					<pubDate>12 Dez 2025 09:58:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Animais, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Tráfico de Animais Silvestres e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Conhecidas por sua aparência pacífica e pela impressão de que estão sempre sorrindo, as preguiças agora contam com uma proteção extra para evitar sua exploração por um comércio de animais de estimação cruel e ilegal. A Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites), um acordo internacional [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/novas-regras-tentam-proteger-preguicas-de-traficantes-e-turistas/" data-wpel-link="internal">Novas regras tentam proteger preguiças de traficantes e turistas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Conhecidas por sua aparência pacífica e pela impressão de que estão sempre sorrindo, as preguiças agora contam com uma proteção extra para evitar sua exploração por um comércio de animais de estimação cruel e ilegal. A Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites), um acordo internacional que estabelece controles sobre o comércio de animais e plantas, aprovou a inclusão de duas espécies de preguiças no Apêndice II da convenção. A decisão foi tomada em reunião de cúpula realizada entre 24 de novembro a 5 de dezembro no Azerbaijão, e significa que os 185 países signatários estarão sujeitos a regras mais duras para o comércio dessas espécies. Os países exportadores, por exemplo, terão de fornecer estudos que comprovem que a transação não afetará a conservação da espécie. As novas regras serão aplicadas à preguiça-real (Choloepus didactylus), nativa da Amazônia, e à preguiça-de-hoffmann (Choloepus hoffmanni), que vive no sul da Amazônia e em partes da América Central. Ambas são preguiças-de-dois-dedos, conhecidas por serem mais agressivas e mais ágeis do que suas parentes de três dedos. Bichos-preguiça são exibidos para turistas em países como Brasil e Peru. Foto: World Animal Protection/ Nando Machado. A proposta para fortalecer sua proteção das espécies partiu do Brasil, Costa Rica e Panamá, como forma de “evitar que o tráfico ilegal aumente e suas populações diminuam”. Os traficantes de vida silvestre, afirmaram os proponentes, têm retirado as preguiças das florestas para serem apresentadas como atrações em roteiros turísticos em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/novas-regras-tentam-proteger-preguicas-de-traficantes-e-turistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>No RS, governo e prefeituras servem toneladas de tubarões de pesca proibida</title>
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					<pubDate>07 Ago 2025 18:14:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda WenzelPhilip Jacobson]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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											<reporting-project>
							<![CDATA[Tubarão ameaçado no prato]]>
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							<![CDATA[Brasil e Rio Grande do Sul]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alimentação, Alimentos, Comércio de Vida Selvagem, Conservação da Vida Selvagem, Espécies Ameaçadas, Fauna, Fauna marinha, Oceanos, Peixes, Pesca e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A carne de três das espécies de tubarão mais ameaçadas do mundo é servida há anos na merenda escolar de crianças gaúchas, além de estar no cardápio de hospitais, postos de saúde e abrigos do Rio Grande do Sul; é o que revela investigação da Mongabay. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/no-rs-governo-e-prefeituras-servem-toneladas-de-tubaroes-de-pesca-proibida/" data-wpel-link="internal">No RS, governo e prefeituras servem toneladas de tubarões de pesca proibida</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta investigação foi apoiada pelo Ocean Reporting Network do Pulitzer Center, do qual Philip Jacobson é bolsista. PORTO ALEGRE, RS — Um peixe saboroso, carnudo e sem espinhas, perfeito para o consumo das crianças. Não é à toa que o peixe-anjo é a escolha número um de pescado em centenas de escolas e creches do Rio Grande do Sul, além de abrigos, penitenciárias, hospitais, postos de saúde, Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e outros serviços públicos. Por trás do nome angelical, no entanto, estão três das espécies de tubarões mais ameaçadas do mundo e cuja pesca é proibida no Brasil: Squatina guggenheim, conhecida como cação-anjo-espinhoso, Squatina occulta, também chamada de cação-anjo-liso, e Squatina argentina, ou peixe-anjo-argentino. “Eu fiquei chocada com isso”, disse à Mongabay a nutricionista Cristina Weissheimer Luft, responsável por montar o cardápio das escolas municipais de Alto Feliz, uma cidade de pouco mais de 3 mil habitantes localizada a menos de 100 quilômetros de Porto Alegre. Até ser informada pela reportagem, ela não fazia ideia de que o tal peixe-anjo era, na verdade, um tipo de tubarão. “Na próxima licitação, não vai ter peixe-anjo com certeza.” Alto Feliz é um dos pelo menos dez municípios gaúchos que lançaram editais para a compra de peixe-anjo — também chamado tubarão-anjo — ao longo dos últimos doze anos, segundo levantamento exclusivo da Mongabay em dados de compras públicas. O governo do estado, que já alertou os consumidores sobre o risco de comprar espécies ameaçadas de extinção, incluindo o peixe-anjo,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/no-rs-governo-e-prefeituras-servem-toneladas-de-tubaroes-de-pesca-proibida/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Relatório vincula JBS à destruição do habitat da onça-pintada</title>
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					<pubDate>09 Jul 2025 07:20:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Constance Malleret]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Cerrado]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Cerrado, Commodities, Conservação da Vida Selvagem, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Mamíferos, Pecuária e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Ao longo de décadas, a expansão agrícola em dois estados brasileiros desmatou uma área de vegetação nativa do tamanho do Reino Unido — e que serve de habitat para a onça-pintada (Panthera onca). Um outro detalhe assusta: quase um quinto dessa perda ambiental ocorreu apenas na última década, segundo um relatório da Global Witness. De [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Ao longo de décadas, a expansão agrícola em dois estados brasileiros desmatou uma área de vegetação nativa do tamanho do Reino Unido — e que serve de habitat para a onça-pintada (Panthera onca). Um outro detalhe assusta: quase um quinto dessa perda ambiental ocorreu apenas na última década, segundo um relatório da Global Witness. De acordo com o documento publicado pelo grupo de defesa ambiental e dos direitos humanos, cerca de 27 milhões de hectares onde vivem as onças foram perdidos até 2023 em trechos de três biomas — Amazônia, Cerrado e Pantanal — nos estados do Pará e do Mato Grosso. Dessa região afetada, 5 milhões de hectares foram desmatados apenas no período entre 2014 e 2023 — e de forma majoritariamente ilegal. A análise revela que parte dessa perda está ligada a fazendas que, de forma indireta, fornecem cabeças de gado para a JBS, líder no ramo de processamento de carne em nível mundial. Os dados trazidos pela entidade vêm à tona no momento em que diversos estados brasileiros atuam de forma contrária aos esforços de fiscalização ambiental. O cenário gera preocupação à medida que o país aperta os cintos para sediar a cúpula climática da ONU (COP30), em Belém, durante o mês de novembro. As onças-pintadas precisam de grandes extensões de florestas intactas para viver e caçar. Como são espécies cruciais para o equilíbrio do meio ambiente, qualquer mudança no território que habitam pode afetar todo o ecossistema ao redor. O drama aumenta ao se considerar que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/relatorio-vincula-jbs-a-destruicao-do-habitat-da-onca-pintada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Rede de cientistas cria mapa estratégico para evitar a extinção da ariranha</title>
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					<pubDate>02 Jul 2025 07:16:09 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia e Brasil]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Caça, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Defaunação, Fauna, Incêndios, Mamíferos, Mudanças climáticas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Com o fim da era da borracha na Amazônia no século 19, empresas que comercializavam o produto na região precisaram encontrar uma nova forma de ganhar dinheiro. Perceberam uma oportunidade no comércio internacional de peles, até então pouco explorado ali. A demanda para atender os mercados dos Estados Unidos, da Europa, e até do sul [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Com o fim da era da borracha na Amazônia no século 19, empresas que comercializavam o produto na região precisaram encontrar uma nova forma de ganhar dinheiro. Perceberam uma oportunidade no comércio internacional de peles, até então pouco explorado ali. A demanda para atender os mercados dos Estados Unidos, da Europa, e até do sul e sudeste do Brasil, era enorme. Estima-se que, entre 1904 e 1969, mais de 20 milhões de mamíferos e répteis selvagens, representando pelo menos 20 espécies, foram caçados comercialmente para terem suas peles retiradas. Entre as principais vítimas dessa matança indiscriminada estava a ariranha (Pteronura brasiliensis), a maior dentre as 14 espécies de lontras do mundo. Durante essas seis décadas, quase 400 mil delas foram abatidas apenas na Amazônia brasileira, até que, em 1967, a aprovação da Lei nº 5.197 proibiu a caça de animais silvestres no Brasil. Todavia, o impacto já tinha sido gigantesco. Endêmica da América do Sul, a ariranha acabou sendo dizimada em muitos locais e é considerada possivelmente extinta na Argentina e no Uruguai, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) – globalmente, é classificada como “em perigo” pela Lista Vermelha. Acredita-se que a distribuição atual da espécie corresponda a apenas 60% de sua área original. No Brasil, essa distribuição não é homogênea. Há populações conhecidas em rios ao norte da Amazônia, no Pantanal e no Cerrado, próximo das bacias dos rios Tocantins e Araguaia. Contudo, não há ideia de quantas elas são. Ariranha se alimentando no Parque&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/rede-de-cientistas-cria-mapa-estrategico-para-evitar-a-extincao-da-ariranha__trashed/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Produtores rurais se tornam aliados na conservação da onça-pintada na região do Parque do Iguaçu</title>
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					<pubDate>30 Jun 2025 06:59:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Paraná]]>
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							<![CDATA[Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Fauna, Felinos, Florestas, Mamíferos, Mata Atlântica e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>“É preciso acolher o medo e transformá-lo em encantamento, através da informação”, acredita a bióloga Yara Barros. Logo que assumiu a coordenação do Projeto Onças do Iguaçu, no Paraná, em 2018, ela sabia que, para o programa de conservação da onça-pintada (Panthera onca) ter sucesso, ele dependia de três pilares: pesquisa científica, engajamento e coexistência. [&#8230;]</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“É preciso acolher o medo e transformá-lo em encantamento, através da informação”, acredita a bióloga Yara Barros. Logo que assumiu a coordenação do Projeto Onças do Iguaçu, no Paraná, em 2018, ela sabia que, para o programa de conservação da onça-pintada (Panthera onca) ter sucesso, ele dependia de três pilares: pesquisa científica, engajamento e coexistência. Isso porque a região no entorno do Parque Nacional do Iguaçu, que abriga a única população da espécie que cresce na Mata Atlântica, é repleta de propriedades rurais, locais que, por uma série de fatores, podem atrair esses felinos a predar animais domésticos. E aí, o que acontecia como resposta, com grande frequência no passado, era a caça por retaliação. Uma realidade que Yara estava disposta a mudar. “O objetivo era ter pessoas, o Parque Nacional do Iguaçu e as onças prosperando juntos”, diz ela. “Se dá para salvar felinos em qualquer lugar do mundo, é através da coexistência.” Criado em 1990, com foco principal no monitoramento e proteção da onça-pintada, por quase três décadas o projeto chamou-se Carnívoros do Iguaçu. Mas a equipe chegou à conclusão de que “carnívoros” representava justamente aquilo que dificultava o engajamento dos proprietários à iniciativa. O nome invocava a percepção, mesmo que subliminar, desses animais estarem prontos para caçar, o que disseminava o medo e o temor a eles. Rebatizado de Onças do Iguaçu, a principal meta era mostrar a fazendeiros e moradores dos dez municípios situados próximos ao parque que a equipe do projeto não se importava apenas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/produtores-rurais-se-tornam-aliados-na-conservacao-da-onca-pintada-na-regiao-do-parque-do-iguacu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Em Pernambuco, projeto militar e obra viária ameaçam área de conservação da Mata Atlântica</title>
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					<pubDate>25 Jun 2025 07:02:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Dantas]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Aves, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Desmatamento, Fauna, Mata Atlântica, Motores do Desmatamento, Primatas e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>A construção da Escola de Sargentos das Armas (ESA), anunciada em 2021, tornou-se um marco para a Região Metropolitana do Recife (RMR). Por contar com recursos assegurados pelo Exército Brasileiro na casa de R$ 1,8 bilhão, além de contrapartidas de infraestrutura do governo estadual, e diante da expectativa de geração de postos de trabalho, o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/em-pernambuco-projeto-militar-e-obra-viaria-ameacam-area-de-conservacao-da-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Em Pernambuco, projeto militar e obra viária ameaçam área de conservação da Mata Atlântica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A construção da Escola de Sargentos das Armas (ESA), anunciada em 2021, tornou-se um marco para a Região Metropolitana do Recife (RMR). Por contar com recursos assegurados pelo Exército Brasileiro na casa de R$ 1,8 bilhão, além de contrapartidas de infraestrutura do governo estadual, e diante da expectativa de geração de postos de trabalho, o projeto parecia promissor. No entanto, a proposta enfrenta a resistência da sociedade civil e de ambientalistas devido aos possíveis impactos ambientais no local que abrigará o empreendimento: a Área de Proteção Ambiental (APA) Aldeia-Beberibe. Compreendendo oito municípios em seus mais de 30 mil hectares de extensão, a APA acolhe o maior remanescente de Mata Atlântica no trecho entre os estados de Sergipe e Rio Grande do Norte. O pouco que sobrou da floresta tropical nesta parte do mapa é fundamental, uma vez que o bioma já perdeu quase 90% de sua área original no Brasil, como alertam especialistas. Para a área construída do complexo militar, estima-se o desmatamento de 94 hectares de floresta nativa, consequência de uma estrutura que deve receber 6 mil novos moradores. A ESA, porém, não é a única grande intervenção prevista: antes mesmo da escola, já havia no caminho a construção do chamado Arco Viário Metropolitano, que promete melhorar o tráfego em toda a RMR. O arco também gera preocupação, já que recortaria toda a área da APA, adicionando um novo fator de risco à natureza. Somados, os dois projetos intensificam a pressão urbana dentro e ao redor da unidade de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/em-pernambuco-projeto-militar-e-obra-viaria-ameacam-area-de-conservacao-da-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Pesquisadores usam luz infravermelha para identificar ‘assinatura única’ de espécies ameaçadas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/06/pesquisadores-usam-luz-infravermelha-para-identificar-assinatura-unica-de-especies-ameacadas-2/</link>
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					<pubDate>23 Jun 2025 10:53:21 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Miguel Monteiro]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Anfíbios, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Fauna, Florestas Tropicais, Répteis, Soluções e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>A experiência de observar as compras deslizando no caixa de um supermercado é quase universal. Nesse processo cotidiano, um aparelho eletrônico escaneia o código de barras e identifica cada produto. Há, no entanto, uma explicação técnica por trás do “bipe”: sem que os olhos possam ver, o aparelho emite um feixe de ondas eletromagnéticas que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/pesquisadores-usam-luz-infravermelha-para-identificar-assinatura-unica-de-especies-ameacadas-2/" data-wpel-link="internal">Pesquisadores usam luz infravermelha para identificar ‘assinatura única’ de espécies ameaçadas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A experiência de observar as compras deslizando no caixa de um supermercado é quase universal. Nesse processo cotidiano, um aparelho eletrônico escaneia o código de barras e identifica cada produto. Há, no entanto, uma explicação técnica por trás do “bipe”: sem que os olhos possam ver, o aparelho emite um feixe de ondas eletromagnéticas que mede a quantidade de luz refletida pelo objeto. As características da leitura são únicas para cada item, permitindo a diferenciação. Chamada de Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIR, em sua sigla em inglês), a tecnologia é utilizada para analisar amostras de diferentes materiais e encontra muitas formas de aplicação – seja para o controle de qualidade na agricultura ou para o monitoramento da oxigenação do sangue no ramo médico. Seria possível, então, reproduzir essa prática comum de escaneamento na identificação de espécies em florestas tropicais, como a Amazônia? A ciência tem a resposta. À medida que o sol se põe, a densa área verde da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no estado do Amazonas, escurece em um piscar de olhos. O sumiço da luz é embalado pelo zumbido dos carapanãs, como são chamadas as diferentes espécies de mosquito nesta região. O barulho acompanha Kelly Torralvo, pesquisadora titular do Grupo de Pesquisa em Ecologia de Vertebrados Terrestres do Instituto Mamirauá. Enquanto caminha lentamente por uma trilha, acompanhada de sua lanterna, ela procura por répteis e anfíbios entre os galhos e as folhas. Os animais são coletados e levados de volta ao laboratório da base de campo que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/pesquisadores-usam-luz-infravermelha-para-identificar-assinatura-unica-de-especies-ameacadas-2/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Refúgio em SP recria a Caatinga para devolver a arara-azul-de-lear ao sertão</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/06/refugio-em-sp-recria-a-caatinga-para-devolver-a-arara-azul-de-lear-ao-sertao/</link>
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					<pubDate>02 Jun 2025 07:37:20 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Eduardo Ribeiro]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[São Paulo]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Aves, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Espécies Ameaçadas, Fauna, Soluções, Tráfico e Tráfico de Animais Silvestres]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Envolta pela neblina de poeira dos caminhos de terra batida e o cheiro de mato molhado, Araçoiaba da Serra acordava tímida. Era uma manhã quente e ensolarada naquele vasto pedaço de terra cercado, apartado de qualquer barulho e sinal da vida da cidade. Metros adiante do portão do Cecfau (Núcleo de Pesquisa e Conservação de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/refugio-em-sp-recria-a-caatinga-para-devolver-a-arara-azul-de-lear-ao-sertao/" data-wpel-link="internal">Refúgio em SP recria a Caatinga para devolver a arara-azul-de-lear ao sertão</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Envolta pela neblina de poeira dos caminhos de terra batida e o cheiro de mato molhado, Araçoiaba da Serra acordava tímida. Era uma manhã quente e ensolarada naquele vasto pedaço de terra cercado, apartado de qualquer barulho e sinal da vida da cidade. Metros adiante do portão do Cecfau (Núcleo de Pesquisa e Conservação de Fauna Silvestre), Cauê Monticelli, coordenador de Fauna Silvestre da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil) e parte da equipe me esperavam. “Bem-vindo à nossa maternidade”, disse ele em tom de brincadeira, apontando os viveiros, árvores e galpões que guardam o improvável: fragmentos de uma Caatinga reconstituída, aves ameaçadas, bichos feridos e esperanças em recuperação. O centro funciona como um santuário. Localizado no interior de São Paulo, se especializou em acolher animais resgatados do tráfico e preparar seus descendentes para o mundo lá fora: mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus), sagui-da-serra-escuro (Callithrix aurita), perereca-pintada-do-rio-pomba (Nyctimantis pomba) e uma das estrelas da casa, a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari) – uma ave de aparência sedutora e existência frágil. Da cor azul de um céu de meio-dia, ela é uma sobrevivente: estima-se que houve menos de cem indivíduos em liberdade no final dos anos 1990. Hoje, graças a projetos como o do Cecfau, a população passa dos 2 mil. Ainda assim, segue vulnerável, sempre a um passo de desaparecer de novo. Instalado a cerca de 90 quilômetros da capital paulista, o centro não está na Caatinga, mas se esforça para imitá-la. O cheiro da vegetação, a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/refugio-em-sp-recria-a-caatinga-para-devolver-a-arara-azul-de-lear-ao-sertao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mulheres indígenas lideram iniciativa de proteção de felinos selvagens no Peru</title>
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					<pubDate>30 Mai 2025 14:47:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[James Hall]]>
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							<![CDATA[<p>As florestas de queuña no Peru, que antes cobriam vastas extensões das montanhas, reduziram-se a uma fração de sua antiga grandeza, deixando para trás uma paisagem onde a biodiversidade e a segurança hídrica estão em risco. Esse colapso ecológico desencadeou uma consequência imprevista: felinos selvagens, deslocados pelo desmatamento, estão se aproximando das comunidades indígenas, gerando [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As florestas de queuña no Peru, que antes cobriam vastas extensões das montanhas, reduziram-se a uma fração de sua antiga grandeza, deixando para trás uma paisagem onde a biodiversidade e a segurança hídrica estão em risco. Esse colapso ecológico desencadeou uma consequência imprevista: felinos selvagens, deslocados pelo desmatamento, estão se aproximando das comunidades indígenas, gerando conflitos entre pessoas e predadores, relata o colaborador da Mongabay, James Hall. O puma (Puma concolor), o gato-palheiro-do-deserto (Leopardus garleppi) e o gato-andino (Leopardus jacobita) entraram em conflito com os humanos à medida que invadem esses habitats cada vez menores. O problema não são os próprios felinos, como observa a bióloga Cindy Hurtado, mas a perda de suas presas. À medida que veados desaparecem, o gado se torna a próxima refeição. O impacto nos meios de subsistência locais tem sido significativo, especialmente para as mulheres da vila quéchua de Licapa, na região de Ayacucho. Nessa comunidade, onde os homens muitas vezes saem para trabalhar nas cidades, as mulheres ficam para trás, cuidando das crianças e de pequenos rebanhos de alpacas, galinhas e porquinhos-da-índia. A perda desses animais para os felinos selvagens não é apenas um inconveniente; é uma ameaça direta à renda familiar. “Achávamos que [os felinos selvagens] eram animais maus”, diz Alicia Ccaico. A resposta tradicional era previsível: quanto menos felinos, melhor. No entanto, em Licapa, essa visão arraigada começou a mudar, graças a um projeto impulsionado por mulheres indígenas, liderado pela bióloga quéchua Merinia Mendoza Almeida e pelo especialista em felinos Jim Sanderson.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/mulheres-indigenas-lideram-iniciativa-de-protecao-de-felinos-selvagens-no-peru/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cientistas descobrem como as onças sobrevivem às cheias da Amazônia</title>
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					<pubDate>24 Fev 2025 08:46:01 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>“É incrível, é incrível. Não tenho outra palavra para descrever.” Foi assim que o biólogo Marcos Roberto de Brito definiu a emoção de ver uma onça de perto pela primeira vez. Brito é o autor principal de um artigo recém-publicado que investigou um comportamento único das onças da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no médio [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“É incrível, é incrível. Não tenho outra palavra para descrever.” Foi assim que o biólogo Marcos Roberto de Brito definiu a emoção de ver uma onça de perto pela primeira vez. Brito é o autor principal de um artigo recém-publicado que investigou um comportamento único das onças da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no médio Solimões: durante as cheias dos rios, elas passam até quatro meses vivendo no topo das árvores, onde caçam, procriam e cuidam de seus filhotes. Entre 2011 e 2020, pesquisadores do Instituto Mamirauá monitoraram 14 onças-pintadas (Panthera onca) da reserva que leva o mesmo nome, utilizando colares com GPS. Localizada entre os rios Solimões e Japurá, a reserva passa por cheias anuais que, dependendo das condições climáticas, podem elevar o nível dos rios em 10 metros, na média, inundando as florestas de várzea por aproximadamente quatro meses. O biólogo e coautor da pesquisa, Guilherme Alvarenga, destaca o quão surpreendente é essa adaptação das onças. “Quando o rio começa a encher, animais que são suas presas, como a anta ou o porco-do-mato, simplesmente saem da várzea e vão para terra firme. Era de se supor que as onças iriam atrás deles, não?”, questiona o pesquisador. “Mas, na Reserva Mamirauá, não há essa opção, porque a área inteira é cercada por dois grandes rios. É uma cheia absurda, que chega a 16 metros em alguns pontos.” Vista aérea da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no estado do Amazonas. Foto: Miguel Monteiro/Instituto Mamirauá Viver na copa das árvores é&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/cientistas-descobrem-como-as-oncas-sobrevivem-as-cheias-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Por que os morcegos da Mata Atlântica estão cheios de metais tóxicos no corpo</title>
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					<pubDate>30 Dez 2024 09:08:06 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Os morcegos desempenham um papel fundamental na saúde dos ecossistemas florestais enquanto polinizadores, dispersores de sementes e controle de insetos considerados pragas agrícolas. Mas de acordo com uma nova pesquisa, os morcegos e os serviços ecossistêmicos que oferecem estão ameaçados na Mata Atlântica, bioma altamente fragmentado, onde grande parte das áreas naturais foram degradadas pela [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/por-que-os-morcegos-da-mata-atlantica-estao-cheios-de-metais-toxicos-no-corp/" data-wpel-link="internal">Por que os morcegos da Mata Atlântica estão cheios de metais tóxicos no corpo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Os morcegos desempenham um papel fundamental na saúde dos ecossistemas florestais enquanto polinizadores, dispersores de sementes e controle de insetos considerados pragas agrícolas. Mas de acordo com uma nova pesquisa, os morcegos e os serviços ecossistêmicos que oferecem estão ameaçados na Mata Atlântica, bioma altamente fragmentado, onde grande parte das áreas naturais foram degradadas pela atividade agrícola e a mineração, aumentando a exposição da vida selvagem a metais pesados tóxicos. Cientistas da Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia, retiraram amostras de pelos de morcegos de áreas variadas no estado – incluindo pastagens, monoculturas de eucalipto e café e agrofloresta de cacau – e testaram o material para a presença de três metais: chumbo, manganês e cobre. “Descobrimos que os morcegos que vivem em áreas cuja paisagem é dominada pela agricultura intensiva ou por pastagens têm níveis mais altos de metais tóxicos no organismo, especialmente chumbo e manganês”, revela Julián Barillaro, líder do estudo e pesquisador de Ecologia da conservação na Universidade de Santa Cruz. Segundo ele, isso provavelmente se deve ao uso de agrotóxicos e combustíveis que contêm chumbo. A redução do habitat natural também pode ser uma das causas do aumento dessa exposição. O uso intensivo de agrotóxicos em plantações de eucalipto pode ser a razão da contaminação dos morcegos. Foto cedida por Ivana Cardoso. Outros fatores, como as diferentes espécies e o sexo dos morcegos, não afetaram a bioacumulação, levando os autores a crer que os animais entraram em contato direto com os metais pesados ao descansarem&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/por-que-os-morcegos-da-mata-atlantica-estao-cheios-de-metais-toxicos-no-corp/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Novas espécies de sapos dão pistas sobre a história geológica da Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Dez 2024 15:05:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas e Florestas Tropicais]]>
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							<![CDATA[<p>Ele anunciou a própria morte. Cantava alto na boca da toca de uma aranha-caranguejeira. Então, foi capturado. Por pesquisadores. Foi por causa do canto diferente que o sapo, batizado Neblinaphryne imeri, chamou a atenção dos cientistas que andavam em solo íngreme e lamacento, no novembro chuvoso de 2022, no alto de um pico na Serra [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Ele anunciou a própria morte. Cantava alto na boca da toca de uma aranha-caranguejeira. Então, foi capturado. Por pesquisadores. Foi por causa do canto diferente que o sapo, batizado Neblinaphryne imeri, chamou a atenção dos cientistas que andavam em solo íngreme e lamacento, no novembro chuvoso de 2022, no alto de um pico na Serra do Imeri, divisa entre o estado do Amazonas e a Venezuela. “Essa foi a expedição mais difícil que eu já fiz na minha vida”, conta Miguel Trefaut Rodrigues, que tem mais de 40 anos de experiência em viagens de campo e liderou a equipe de 14 pesquisadores durante os 12 dias de acampamento no topo de uma montanha, a quase 1.900 metros de altitude. O Pico do Imeri, que nem os indígenas Yanomami visitam por causa da dificuldade de acesso, e também porque naquela altitude não habitam presas de peso, como mamíferos grandes, só foi alcançada pela equipe de pesquisadores com o apoio do Exército Brasileiro e de seu helicóptero. Essa foi a segunda expedição liderada por Rodrigues em colaboração entre pesquisadores e o Exército nessa região da Amazônia. A primeira expedição ocorreu em 2017 no Pico da Neblina, que fica a 80 km do Pico do Imeri. Ambas as montanhas estão em áreas protegidas: a Terra Indígena Yanomami e o Parque Nacional do Pico da Neblina. Na expedição ao Pico da Neblina também foi coletada uma espécie de sapo nova para a ciência, que recebeu o nome de Neblinaphryne mayeri – em homenagem a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/novas-especies-de-sapos-dao-pistas-sobre-a-historia-geologica-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisadora descobre um novo papel do peixe-boi: o de ‘jardineiro da Amazônia’</title>
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					<pubDate>21 Nov 2024 08:08:16 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
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							<![CDATA[<p>MANAUS, AM — Localizado próximo ao encontro dos rios Solimões e Japurá, o Lago Amanã (que significa “caminho da chuva”) é conhecido como a casa do peixe-boi-da-amazônia (Trichechus inunguis). Durante a estiagem, quando o nível dos rios baixa, esse mamífero encontra ali refúgio e alimentação. Foi nas praias de Amanã que a bióloga Michelle Guterres [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/pesquisadora-descobre-um-novo-papel-do-peixe-boi-o-de-jardineiro-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Pesquisadora descobre um novo papel do peixe-boi: o de ‘jardineiro da Amazônia’</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[MANAUS, AM — Localizado próximo ao encontro dos rios Solimões e Japurá, o Lago Amanã (que significa “caminho da chuva”) é conhecido como a casa do peixe-boi-da-amazônia (Trichechus inunguis). Durante a estiagem, quando o nível dos rios baixa, esse mamífero encontra ali refúgio e alimentação. Foi nas praias de Amanã que a bióloga Michelle Guterres fez uma descoberta surpreendente: fezes de peixe-boi com filetes de gramíneas germinando. Com essa observação, ela deu um passo importante para confirmar uma hipótese até então apenas especulada: o peixe-boi é capaz de dispersar sementes, ajudando na migração de plantas entre diferentes habitats. Michelle coletou 96 amostras de fezes, sendo que em 19 delas já havia plantas germinando. Uma das maiores dificuldades da pesquisa era encontrar uma quantidade significativa de fezes, pois, logo que o peixe-boi defeca, elas ou se desmancham na água ou são consumidas por peixes. Por conta disso, a função de fertilizador das águas já era conhecida, mas o papel de dispersor de sementes foi uma descoberta inovadora. A seca extrema de 2023 facilitou a coleta das amostras, que foram encontradas nas praias formadas pelo baixo nível da água. Em outubro, o Lago Amanã chegou a apenas 20 cm de profundidade. Depois disso, as amostras precisaram ser desmanchadas com pinças, devido à sua textura fibrosa. Ao todo, foram encontradas 2.033 sementes, das quais 556 estavam viáveis com embriões. “Esse número é impressionante”, afirma Maria Tereza Piedade, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). “É mais do que suficiente para confirmar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/pesquisadora-descobre-um-novo-papel-do-peixe-boi-o-de-jardineiro-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Novo plano de restauração pode deslanchar o Código Florestal, acreditam ambientalistas</title>
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					<pubDate>06 Nov 2024 15:39:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Reflorestamento e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Na programação do Brasil durante a 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica – COP16,  realizada em Cali, na Colômbia, de 21 de outubro a 1 de novembro, grande destaque foi dado ao lançamento da nova versão do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa, o Planaveg, que planeja reflorestar 12 milhões de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Na programação do Brasil durante a 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica – COP16,  realizada em Cali, na Colômbia, de 21 de outubro a 1 de novembro, grande destaque foi dado ao lançamento da nova versão do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa, o Planaveg, que planeja reflorestar 12 milhões de hectares até 2030. Especialistas ouvidos pela Mongabay demonstraram otimismo com o posicionamento brasileiro, mas apontam desafios para recuperar essa área, maior que o território de Portugal. Marcelo Elvira afirma que o Observatório do Código Florestal (OCF), onde atua como secretário-executivo, “está otimista com o novo Planaveg”, que considera resultado de um processo de construção coletiva liderado pelo Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). “A gente tem uma expectativa de que essa iniciativa possa deslanchar o Código Florestal”, afirma o ambientalista, que considera factível um impulso pela repercussão da COP16, embora aponte dilemas. “O Planaveg é uma direção. Mas essa não é somente uma iniciativa do governo federal, precisa dos governos estaduais também”, opina. Como parte dos desafios, o Termômetro do Código Florestal indica que o passivo ambiental dessa legislação — ou seja, trechos de vegetação nativa em terras privadas que foram desmatados, mas que, pelo código, não deveriam ter sido — é de 20,7 milhões de hectares. São contabilizados, nesses casos, Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal. A maior parte, segundo o OCF, é de Reserva Legal, com 17,8 milhões de hectares degradados. Rômulo Batista, porta-voz do Greenpeace Brasil, destaca&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/novo-plano-de-restauracao-pode-deslanchar-o-codigo-florestal-acreditam-ambientalistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisadores dos Pampas tentam salvar um dos felinos mais raros do mundo</title>
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					<pubDate>25 Out 2024 14:10:12 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sarah Brown]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Os campos dos Pampas, que abrangem o sul do Brasil, o Uruguai e o nordeste da Argentina, são o lar de um gato selvagem tão raro que os pesquisadores o consideram o mais ameaçado de extinção de sua família nas Américas e, possivelmente, no mundo. A maioria dos avistamentos desse felino do tamanho de um gato doméstico vem de imagens de armadilhas fotográficas. Trata-se do esquivo gato-palheiro-pampeano (Leopardus munoai). “Estima-se que existam cerca de cem indivíduos ou menos na natureza”, diz Fábio Mazim, ecologista da Pró-Carnívoros, organização sem fins lucrativos voltada para a conservação de mamíferos carnívoros no Brasil. “É uma espécie que, acredito, será extinta em cinco a dez anos.” Sabe-se tão pouco sobre o gato-palheiro-pampeano que os cientistas não conseguem nem mesmo concordar se ele é uma espécie distinta ou uma subespécie do gato-palheiro, Leopardus colocola. Embora o Leopardus munoai ainda não seja reconhecido pelo Grupo de Especialistas em Felinos da IUCN, a autoridade global de conservação da vida selvagem, os cientistas começaram a reconhecê-lo como uma espécie distinta em 2021. Pouco se sabe sobre o gato-palheiro-pampeano. Especialistas dizem que ele vive como um nômade, vagando pelos Pampas em busca de habitats adequados. Foto cedida por Fábio Mazim, Paulo Wagner, Maurício Santos, Moisés Barp, Yan Rodrigues/Bichos Raros dos Pampas. Conservar o gato-palheiro-pampeano não tem sido fácil. As recentes enchentes no Rio Grande do Sul interromperam abruptamente todos os esforços de conservação para proteger a espécie. Os planos incluíam a criação de uma aliança de conservação nos três países&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/10/pesquisadores-dos-pampas-tentam-salvar-um-dos-felinos-mais-raros-do-mundo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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