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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</title>
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					<pubDate>03 Ago 2026 08:26:55 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Felipe Sabrina]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Ativismo, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Corrupção, Crime Ambiental, Direitos humanos, Justiça Social, Lei Ambiental, Madeira e Madeireiras]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2015, Raimundo Rodrigues foi assassinado por fazendeiros no Maranhão. Maria, sua esposa, sobreviveu. Mas deixou de existir para continuar viva.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Por volta de 1 da manhã do dia 29 de abril de 2026, no salão do júri da Comarca de Bom Jardim, no Maranhão, o juiz Philipe Silveira da Cunha quantificou publicamente o destino do ex-policial militar Francisco da Silva Sousa: “Fica o réu definitivamente condenado a 35 anos e quatro meses de reclusão. Fixo o regime fechado para o início do cumprimento da pena”, anunciou o juiz ao microfone, em pé, diante do réu, dos jurados, dos promotores de justiça e dos advogados de defesa e acusação, sob as luzes brancas do salão que iluminaram mais de 16 horas de julgamento, iniciado na manhã do dia anterior. O ex-policial, de 66 anos, saiu direto dali para a prisão. Da Silva, como é conhecido, foi considerado culpado pelo júri popular por arquitetar o assassinato do ambientalista e camponês Raimundo dos Santos Rodrigues, 54 anos, e a tentativa de homicídio da esposa de Raimundo, Maria*, com 37 anos à época. O crime aconteceu no dia 25 de agosto de 2015, ali mesmo em Bom Jardim, dentro da Reserva Biológica do Gurupi, unidade de conservação federal administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio. Raimundo, Maria, seus seis filhos e outras cerca de 38 famílias camponesas viviam acampadas, desde 2009, na comunidade Brejinho Rio da Onça II, situada dentro da reserva, à espera de uma resolução do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para regularizar sua situação como assentados da reforma agrária — ali ou em outro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>‘Falar de agroecologia é falar de autonomia no campo’, diz Olga Muthambe</title>
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					<pubDate>28 Jul 2026 08:34:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Far Vubil]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[<p>Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. A entidade procura trabalhar sobretudo com moçambicanas em situação de vulnerabilidade social.  O deslocamento da população local, com implicações para os seus meios de subsistência, a expropriação e a concentração de recursos e da terra estão entre os efeitos negativos mais comumente identificados como desdobramentos do extrativismo, que muitas vezes consiste na apropriação da natureza por meio da exploração do trabalho. Segundo a Hikone Moçambique, o extrativismo ainda fragiliza a soberania alimentar e agrava desigualdades, afetando desproporcionalmente as mulheres — que perdem alternativas de geração de renda. A Hikone foi cofundada pela ativista social moçambicana Olga Muthambe, atual diretora-executiva da organização. Feminista, praticante de desenvolvimento comunitário, professora autodidata e mãe de sete filhos, ela possui mais de 30 anos de experiência no trabalho com comunidades rurais. Na década de 1990, Muthambe trabalhou com mulheres e jovens em projetos de reabilitação após os anos da guerra civil de Moçambique (1977-1992), coordenando iniciativas para garantir segurança alimentar.  Décadas depois, em 2021, com o prolongamento  de outro conflito armado em Cabo Delgado, a ONG expandiu seu trabalho para apoiar mulheres afetadas pela violência e pelo deslocamento forçado — que, só nessa província, afetou cerca de um milhão de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Quilombolas denunciam impactos da mineração de areia no sul da Bahia</title>
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					<pubDate>26 Mar 2026 08:44:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Leandro Barbosa]]>
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							<![CDATA[<p>CAMAMU, Bahia – Localizado a cerca de 30 quilômetros do centro de Camamu, no sul da Bahia, o Quilombo do Pratigi é acessado por uma estrada de terra que corta áreas de Mata Atlântica, manguezais e roças tradicionais. É nesse espaço, inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) Baía de Camamu, que famílias quilombolas vivem [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[CAMAMU, Bahia – Localizado a cerca de 30 quilômetros do centro de Camamu, no sul da Bahia, o Quilombo do Pratigi é acessado por uma estrada de terra que corta áreas de Mata Atlântica, manguezais e roças tradicionais. É nesse espaço, inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) Baía de Camamu, que famílias quilombolas vivem há mais de um século da pesca, da mariscagem e do extrativismo da piaçava. Nos últimos anos, no entanto, esse modo de vida passou a conviver com o tráfego intenso de caminhões, o ruído constante de motores e os impactos associados à extração de areia na região. “Se mexer aqui, não mexe só na terra. Mexe na vida inteira da comunidade.” A frase, dita por um morador do Pratigi que não quis se identificar, ajuda a dimensionar o que está em jogo. A economia local depende diretamente da integridade dos rios, estuários e manguezais que cercam o quilombo. Qualquer alteração nesses ecossistemas se reflete de forma imediata na segurança alimentar, na saúde e na permanência das famílias no território. É nesse ponto que o conflito deixa de ser abstrato e passa a se manifestar no cotidiano. “Hoje a gente vive aflito pelo agora. E com medo do que ainda pode vir”, resume outra moradora, que lembra de outros projetos minerários ainda mais agressivos previstos para o entorno da comunidade tradicional. Como o da multinacional Knauf, que adquiriu uma mina de gipsita, matéria-prima do gesso, próxima ao quilombo. E que, de acordo com o governo baiano,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/quilombolas-denunciam-impactos-da-mineracao-de-areia-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como a Mongabay ajudou a salvar um santuário no Piauí</title>
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					<pubDate>18 Fev 2026 07:23:08 +0000</pubDate>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Animais, Conflitos, Conflitos sociais, Espécies Ameaçadas, Fauna, Oceanos, Vida Selvagem e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Em março de 2025, a Mongabay publicou uma reportagem que revelou manobras legislativas para autorizar a construção de um resort de luxo em um santuário ecológico no litoral do Piauí. Na ocasião, a Lei Estadual 8.588/2025 havia rebaixado o Monumento Natural das Itans a uma Área de Proteção Ambiental, permitindo atividades econômicas em seus 57 [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em março de 2025, a Mongabay publicou uma reportagem que revelou manobras legislativas para autorizar a construção de um resort de luxo em um santuário ecológico no litoral do Piauí. Na ocasião, a Lei Estadual 8.588/2025 havia rebaixado o Monumento Natural das Itans a uma Área de Proteção Ambiental, permitindo atividades econômicas em seus 57 hectares. A região abriga ecossistemas sensíveis — como manguezais, restinga e sambaquis — e funciona como zona de alimentação e reprodução para peixes-boi e tartarugas-marinhas. Na época da reportagem, a Mongabay mostrou que a reclassificação das Itans ocorreu sem os estudos ambientais exigidos nem a realização de consultas públicas. Moradores da comunidade ouvidos pela Mongabay relataram episódios de assédio, destruição de canoas e incêndios criminosos após a chegada de empresários à região, interessados em instalar empreendimentos turísticos. “Esse vilarejo era feito somente de pescadores e agricultores&#8221;, disse um pescador à Mongabay. &#8220;O turismo desordenado começou a chegar e essas pessoas, que se dizem empresários, através da especulação imobiliária, querem expulsar usando a força policial para poder amedrontar a comunidade.” Tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) em uma praia no Monumento Natural das Itans. Foto: Instituto Tartarugas do Delta/divulgação. Impacto Em maio de 2025, poucos meses após a publicação da reportagem da Mongabay, a Justiça Federal condenou Fábio Jupi, o empresário responsável pelo projeto de resort na região, por grilagem de terras. Ele também foi obrigado a desocupar a área, a restaurar os ecossistemas degradados e a pagar multas. O Ministério Público Federal, o Ibama e membros de organizações&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/como-a-mongabay-ajudou-a-salvar-um-santuario-no-piaui/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Sete anos após Brumadinho, Vale retoma mina e ameaça as nascentes da região</title>
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					<pubDate>29 Jan 2026 07:29:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Felipe S. DuranMylena Melo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Água, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos sociais, Energia, Garimpo, Hidrelétricas, Mineração, Povos Tradicionais, Rios e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>BRUMADINHO, MG — Na comunidade da Jangada, na zona rural de Brumadinho, em Minas Gerais, a água que abastece as famílias que vivem ali vem de nascentes que brotam lá mesmo. “A água é nossa”, diz, com orgulho, em um vídeo no YouTube, Lorraine Nascimento, uma jovem da comunidade. Foram os próprios moradores que, há [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/sete-anos-apos-brumadinho-vale-retoma-mina-e-ameaca-as-nascentes-da-regiao/" data-wpel-link="internal">Sete anos após Brumadinho, Vale retoma mina e ameaça as nascentes da região</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[BRUMADINHO, MG — Na comunidade da Jangada, na zona rural de Brumadinho, em Minas Gerais, a água que abastece as famílias que vivem ali vem de nascentes que brotam lá mesmo. “A água é nossa”, diz, com orgulho, em um vídeo no YouTube, Lorraine Nascimento, uma jovem da comunidade. Foram os próprios moradores que, há mais de 30 anos, construíram o sistema de captação e distribuição da água das nascentes, sem qualquer apoio da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Hoje, o sistema é gerido de forma autônoma por uma associação comunitária criada para este fim, e abastece centenas de famílias de Casa Branca, distrito rural no qual está inserida a comunidade da Jangada. A professora Cátia Patrocinia Cruz Maia, que nasceu e cresceu na comunidade, como toda a sua família, faz parte da associação que cuida do sistema de captação e distribuição de água. Ela lembra que, antes da criação do sistema, existia um rego que cortava os terrenos e os moradores tiravam a água dali. Com o crescimento da comunidade, aumentou também a demanda pelo encanamento da água. Foi quando o pai dela, João de Sousa Cruz, se uniu a amigos e vizinhos para resolver o problema. A conexão da família com o território fica evidente também no apelido de João: Cátia conta que “ele era conhecido em toda Brumadinho como João Casa Branca”. “Eles se juntaram e começaram a fazer o encanamento dessa água, de todas as famílias. As que puderam se juntaram para ajudar a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/sete-anos-apos-brumadinho-vale-retoma-mina-e-ameaca-as-nascentes-da-regiao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mineração ilegal de ouro transforma município de MT no mais violento da Amazônia</title>
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					<pubDate>29 Dez 2025 13:44:10 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Indígenas, Índios, Mineração, Ouro, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Nos últimos dois anos, a explosão da mineração ilegal de ouro na vizinha Terra Indígena Sararé veio acompanhada de uma escalada da violência na pequena cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, no Mato Grosso, aponta o Atlas da Violência na Amazônia 2025. Localizada próxima à fronteira com a Bolívia, Vila Bela da Santíssima Trindade [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/mineracao-ilegal-de-ouro-transforma-municipio-de-mt-no-mais-violento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mineração ilegal de ouro transforma município de MT no mais violento da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Nos últimos dois anos, a explosão da mineração ilegal de ouro na vizinha Terra Indígena Sararé veio acompanhada de uma escalada da violência na pequena cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, no Mato Grosso, aponta o Atlas da Violência na Amazônia 2025. Localizada próxima à fronteira com a Bolívia, Vila Bela da Santíssima Trindade registrou a maior taxa de mortes violentas intencionais em toda a Amazônia brasileira entre 2022 e 2024: 136 mortes por 100 mil habitantes. É mais de seis vezes a média nacional, de 20,8. “O agravamento da violência na região parece estar fortemente ligado à intensificação da mineração ilegal na Terra Indígena Sararé”, escreveram os autores do relatório. “É notável que Vila Bela da Santíssima Trindade não figurava entre as 50 cidades mais violentas em nossa última edição.” Habitada pelo povo Nambikwara, a Terra Indígena Sararé concentrou mais de 70% de todo o desmatamento em terras indígenas causado pela mineração ilegal de ouro na Amazônia brasileira. Cerca de 2 mil garimpeiros ilegais invadiram um território onde vivem aproximadamente 200 indígenas. Em Vila Bela da Santíssima Trindade, foram registradas 12 mortes violentas intencionais em 2022 e 17 em 2023. Em 2024, o número saltou para 42 — um aumento de 250% em três anos. Um número considerável para um município de apenas 16.774 habitantes. Várias das mortes registradas decorreram de disputas territoriais em áreas de garimpo ilegal e de confrontos armados entre garimpeiros e forças da polícia ambiental. Em 2024, quatro pessoas, incluindo uma jovem de 20&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/mineracao-ilegal-de-ouro-transforma-municipio-de-mt-no-mais-violento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Dez anos após Mariana, quilombolas do Rio Doce ainda sofrem com água contaminada</title>
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					<pubDate>25 Nov 2025 09:34:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>LINHARES, ES — Em frente à casa de Lucimar Dias dos Santos Silva, um rastro amarelo mancha o azul da caixa d’água. Uma cor de tonalidade similar ou mais intensa às vezes sai de sua torneira ou do poço d’água do vizinho. Lucimar, conhecida como Preta, nasceu e cresceu em Povoação, um distrito do município [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[LINHARES, ES — Em frente à casa de Lucimar Dias dos Santos Silva, um rastro amarelo mancha o azul da caixa d’água. Uma cor de tonalidade similar ou mais intensa às vezes sai de sua torneira ou do poço d’água do vizinho. Lucimar, conhecida como Preta, nasceu e cresceu em Povoação, um distrito do município de Linhares (Espírito Santo), mais precisamente na comunidade de Brejo Grande. Desde que se lembra, Preta tem visto enchentes em Brejo Grande alagarem a estrada, invadir casas e isolar moradores. Mas, após o rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, ocorrida em 2015 em Mariana (MG), um novo problema com a água tem abalado sua vida e de outros quilombolas ao longo da foz do Rio Doce. Povoação fica a 37 km da zona urbana de Linhares e o acesso ao distrito é apenas por estrada de terra. Localizada ao norte da foz do Rio Doce, a região também é banhada por 24 lagoas. O último censo do Instituto Brasileiro de Ciência e Geografia (IBGE) indicou que em Povoação vivem 3.274 pessoas, e um relatório feito pela Comunidade Tradicional Quilombola de Povoação diz que, dessas, cerca de 1.800 são quilombolas. Em Brejo Grande, a visão de vastos campos é cortada de quando em quando por alguma casa e, nos dias ensolarados, o sol bate sobre a terra sem obstáculos. Uma estrada esburacada leva até a casa de Preta, onde de uma ponta se vê um aglomerado de árvores e, da outra, grama a perder de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/dez-anos-apos-mariana-quilombolas-do-rio-doce-ainda-sofrem-com-agua-contaminada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Apesar de 6 anos de espera, julgamento do assassinato de guardião da floresta é adiado para 2026</title>
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					<pubDate>07 Nov 2025 17:56:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Seis anos depois do assassinato do líder indígena Paulo Paulino Guajajara e da tentativa de assassinato de seu colega, Laércio Guajajara, na Amazônia, o julgamento dos dois suspeitos acusados dos crimes ainda não ocorrerá este ano, provocando indignação entre o povo Guajajara e defensores dos direitos indígenas. &#8220;Estou preocupado porque nunca houve o julgamento. Os [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Seis anos depois do assassinato do líder indígena Paulo Paulino Guajajara e da tentativa de assassinato de seu colega, Laércio Guajajara, na Amazônia, o julgamento dos dois suspeitos acusados dos crimes ainda não ocorrerá este ano, provocando indignação entre o povo Guajajara e defensores dos direitos indígenas. &#8220;Estou preocupado porque nunca houve o julgamento. Os bandidos que mataram meu filho nunca foram condenados, nunca foram presos&#8221;, disse José Maria Paulino Guajajara, pai de Paulo, à Mongabay por telefone. Ele disse estar muito revoltado porque o julgamento deveria ter ocorrido “há muito tempo”. &#8220;Já vai passar esse ano de novo, aí [depois] outro ano de novo&#8230; Será que as autoridades estão só me enganando?&#8221;, questionou José Maria. Em 1º de novembro de 2019, Paulo Guajajara e Laércio Guajajara foram atacados durante uma emboscada, supostamente feita por madeireiros, dentro da Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão. Aguardado há anos, o laudo antropológico dos danos coletivos à comunidade indígena, resultantes desses crimes, foi anexado ao processo judicial em agosto. O julgamento, no entanto, só deve ocorrer no início de 2026, &#8220;tendo em vista não haver tempo hábil para a sua realização até o final deste ano&#8221;, disseram os assessores do juiz responsável pelo caso à Mongabay por e-mail. &#8220;Até agora, nunca acreditei que o julgamento dos indiciados fosse acontecer. A cada dia que passa, fico mais decepcionado com as leis brasileiras, principalmente [diante de] crimes contra defensores da vida e da floresta — e de tudo que depende da floresta para dar continuidade&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/apesar-de-6-anos-de-espera-julgamento-do-assassinato-de-guardiao-da-floresta-e-adiado-para-2026/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como mulheres Bakairi revolucionaram o combate aos incêndios no Cerrado</title>
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					<pubDate>14 Out 2025 07:45:45 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mariana RosettiPaola Churchill]]>
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							<![CDATA[<p>Ao fechar os olhos, os indígenas do povo Bakairi, na Terra Indígena Santana, ouviam um barulho semelhante ao de chuva na floresta. O som lembrava uma tempestade de verão, dessas que chegam de repente e encharcam o Cerrado. Mas, em vez de água, era fogo. As chamas se espalhavam pelo território de 73 mil hectares [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Ao fechar os olhos, os indígenas do povo Bakairi, na Terra Indígena Santana, ouviam um barulho semelhante ao de chuva na floresta. O som lembrava uma tempestade de verão, dessas que chegam de repente e encharcam o Cerrado. Mas, em vez de água, era fogo. As chamas se espalhavam pelo território de 73 mil hectares em Nobres, Mato Grosso, queimando árvores, animais, plantas medicinais e o que encontrava pelo caminho. “Uma máquina na fazenda ao redor do território pegou fogo. Os proprietários não conseguiram fazer o manejo, então entrou na nossa região”, relembra Edna Rodrigues Bakairi, pedagoga de 39 anos. À medida que o incêndio avançava, a comunidade esperava por autorizações “da Funai, do governo federal, estadual, municipal” para a entrada de brigadas que pudessem conter as chamas. “Enquanto essa espera acontecia, o fogo chegou e destruiu tudo aqui dentro”, completa. O episódio, em 2018, deixou cicatrizes profundas e forçou os Bakairi a buscar sua própria resposta. Assim nasceu uma brigada comunitária que, nos últimos seis anos, impediu novos incêndios de grandes proporções. O diferencial? O protagonismo feminino. Dos 45 voluntários treinados por um bombeiro aposentado, 25 são mulheres. A tragédia em meio à crise nacional Foi o coronel aposentado Paulo Selva, veterano do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, que levou à comunidade Bakairi um projeto de fortalecimento da resiliência socioambiental. Para ele, o sistema oficial não conseguia dar conta de toda a demanda. “As ações do Corpo de Bombeiros fazem frente apenas às questões relacionadas aos incêndios que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/como-mulheres-bakairi-revolucionaram-o-combate-aos-incendios-no-cerrado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Especulação imobiliária transforma Boipeba e ameaça modos de vida tradicionais</title>
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					<pubDate>02 Out 2025 14:10:48 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Leandro Barbosa]]>
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							<![CDATA[<p>BOIPEBA, Bahia — Quando a luta pesa demais, o quilombola Benedito da Paixão Santos, o Bio, encontra refúgio na mata. É nas áreas ainda preservadas da Ilha de Boipeba, no sul da Bahia, que ele se reconcilia com o silêncio e a paz. Ali, conta, a natureza é guia e companhia. “As pessoas tratam a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/especulacao-imobiliaria-transforma-boipeba-e-ameaca-modos-de-vida-tradicionais/" data-wpel-link="internal">Especulação imobiliária transforma Boipeba e ameaça modos de vida tradicionais</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[BOIPEBA, Bahia — Quando a luta pesa demais, o quilombola Benedito da Paixão Santos, o Bio, encontra refúgio na mata. É nas áreas ainda preservadas da Ilha de Boipeba, no sul da Bahia, que ele se reconcilia com o silêncio e a paz. Ali, conta, a natureza é guia e companhia. “As pessoas tratam a natureza como um ser sem importância. Pra mim, é o contrário, é ela quem me dá forças e me diz como prosseguir. Fico lá em silêncio, ouvindo o que cada ser tem pra me dizer”, afirma. Mas chegar a esse abrigo tem se tornado cada vez mais difícil. A ilha, que integra o município-arquipélago de Cairu, é hoje um dos principais destinos turísticos da Bahia. Sua vida comunitária se organiza em quatro núcleos — Velha Boipeba, Monte Alegre, Moreré e Cova da Onça —, reconhecidos como comunidades tradicionais. Esses territórios compartilham áreas de pesca, manguezais, matas e rotas de extrativismo, que garantem a subsistência por meio da pesca artesanal, da agricultura de pequena escala e da coleta de frutos. Práticas transmitidas entre gerações que estruturaram a vida coletiva da ilha, mas hoje estão diretamente ameaçadas pelo avanço das cercas. Ao longo de 20 quilômetros de litoral, praias, trilhas e até manguezais vêm sendo progressivamente fechados por empreendimentos turísticos e imobiliários. Cercas de arame, guaritas e seguranças passaram a controlar os acessos, transformando áreas coletivas em espaços de uso restrito. “Boipeba virou um curral. Cercaram nossos caminhos, nossas fontes de água, os lugares de pesca. Querem&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/especulacao-imobiliaria-transforma-boipeba-e-ameaca-modos-de-vida-tradicionais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Patrulhamento comunitário reduz crimes ambientais na Amazônia, mostra estudo</title>
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					<pubDate>21 Ago 2025 07:53:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Biasoli]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caça, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Lei Ambiental, Peixes, Pesca, Política Ambiental, Queimadas, Soluções e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Um estudo realizado na Amazônia brasileira descobriu que iniciativas voluntárias de patrulhamento comunitário em duas áreas protegidas estiveram associadas a uma redução de 80% nos crimes ambientais registrados ao longo de dez anos. No mesmo período, não houve queda significativa nas violações ambientais detectadas fora dessas áreas, sugerindo que as patrulhas comunitárias foram mais eficazes. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/patrulhamento-comunitario-reduz-crimes-ambientais-na-amazonia-mostra-estudo/" data-wpel-link="internal">Patrulhamento comunitário reduz crimes ambientais na Amazônia, mostra estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Um estudo realizado na Amazônia brasileira descobriu que iniciativas voluntárias de patrulhamento comunitário em duas áreas protegidas estiveram associadas a uma redução de 80% nos crimes ambientais registrados ao longo de dez anos. No mesmo período, não houve queda significativa nas violações ambientais detectadas fora dessas áreas, sugerindo que as patrulhas comunitárias foram mais eficazes. Para o estudo, os pesquisadores analisaram dados coletados entre 2003 e 2013 por agentes comunitários em 12 unidades territoriais de duas reservas de desenvolvimento sustentável no estado do Amazonas: Mamirauá e Amanã. Os registros fazem parte do programa Agentes Ambientais Voluntários (AAV), criado em 1995 pelo governo do Amazonas, que envolve moradores locais no patrulhamento voluntário de seus territórios para complementar o sistema federal de fiscalização e monitoramento. Nos anos analisados, os agentes do AAV realizaram 19.957 patrulhas, registrando um total de 1.260 crimes ambientais, a maioria relacionada a infrações de pesca e caça. Como efeito de comparação, os autores do estudo analisaram operações de fiscalização feitas pelo governo fora das reservas, entre 2002 e 2012. Nesse período, as autoridades realizaram 69 operações, detectando 917 crimes. A década de patrulhas comunitárias coincidiu com uma queda de 80% nos crimes ambientais registrados em 11 das 12 áreas analisadas. Em contraste, as operações lideradas pelo governo não apresentaram redução clara nos crimes detectados ao longo do tempo. Essa diferença “destaca a importância de defender intervenções lideradas por comunidades”, mesmo fora de áreas protegidas, escreveram os autores. “Precisamos colocar as comunidades no centro desse processo de conservação e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/patrulhamento-comunitario-reduz-crimes-ambientais-na-amazonia-mostra-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Invasões se intensificam na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia</title>
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					<pubDate>14 Ago 2025 10:11:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conflitos, Conflitos sociais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Queimadas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Invasões ilegais na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia, voltaram a avançar, segundo lideranças indígenas que conversaram com a Mongabay após um alerta da organização global sem fins lucrativos Survival International. “Este ano tem sido muito difícil, porque há muitas pessoas em nosso território”, disse André Karipuna, cacique do povo Karipuna, à Mongabay em uma mensagem [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/invasoes-se-intensificam-na-terra-indigena-karipuna-em-rondonia/" data-wpel-link="internal">Invasões se intensificam na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[Invasões ilegais na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia, voltaram a avançar, segundo lideranças indígenas que conversaram com a Mongabay após um alerta da organização global sem fins lucrativos Survival International. “Este ano tem sido muito difícil, porque há muitas pessoas em nosso território”, disse André Karipuna, cacique do povo Karipuna, à Mongabay em uma mensagem de áudio. “Identificamos novos locais [que estão sendo invadidos], um lugar que antes não havia sido perturbado e agora está sendo destruído.” Líderes Karipuna relataram à Mongabay dezenas de novas invasões, especialmente no sul do território, mas falta resposta das autoridades. Em julho de 2024, o governo federal realizou uma operação para retirar invasores da terra indígena. Funcionários destruíram 17 pontes e 38 rotas de acesso ilegais, além de outras infraestruturas ilícitas, informou o Ministério dos Povos Indígenas à Mongabay, por e-mail. Ninguém foi preso ou responsabilizado. Líderes indígenas afirmam que, após a operação, as atividades ilegais e invasões foram retomadas lentamente. Segundo o Global Forest Watch, mais de 10 mil hectares, ou 6,6% do território, foram desmatados entre 2001 e 2024. O pico ocorreu em 2022, com um recorde de perda florestal de 2 mil hectares, e imagens de satélite mostram que uma casa não-indígena foi construída perto de uma das áreas desmatadas. Em 2024, satélites registraram 194 hectares de perda florestal; os dados de 2025 ainda não foram quantificados. Segundo a lei brasileira, invasão ou ocupação de terras indígenas é um crime grave, respaldado pela Constituição e por um estatuto que aumenta as&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/invasoes-se-intensificam-na-terra-indigena-karipuna-em-rondonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Paralisação da reforma agrária fomenta nova onda de invasões e violência na Amazônia</title>
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					<pubDate>06 Jun 2025 06:27:47 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>NOVO PROGRESSO, Pará — Julia e a filha de dois anos estavam dormindo no chão sob uma barraca de lona, em um acampamento cercado por uma dúzia de homens armados. Ainda assim, a jovem de 26 anos achava que valia a pena. &#8220;Lá era pior&#8221;, ela disse à Mongabay, referindo-se à sua cidade natal no [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[NOVO PROGRESSO, Pará — Julia e a filha de dois anos estavam dormindo no chão sob uma barraca de lona, em um acampamento cercado por uma dúzia de homens armados. Ainda assim, a jovem de 26 anos achava que valia a pena. &#8220;Lá era pior&#8221;, ela disse à Mongabay, referindo-se à sua cidade natal no Maranhão. Julia vendeu seus poucos pertences, incluindo algumas galinhas, para pagar a viagem de 2 mil quilômetros para Novo Progresso, no Pará. Foi uma decisão impulsiva, tomada assim que ela recebeu uma mensagem no WhatsApp. &#8220;Uma amiga disse que o Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária] ia distribuir terra aqui&#8221;, ela disse. O sonho de possuir um pedaço de terra também trouxe José para o acampamento montado a 12 km da rodovia BR-163, que conecta o estado do Mato Grosso, celeiro do Brasil, aos portos no Rio Tapajós, no Pará. Ele deixou sua família em Porto Velho, Rondônia, e viajou três dias de moto para se juntar ao movimento. “Nós sempre trabalhamos de meeiro na terra dos outros, e metade do que colhíamos tínhamos que dar para os donos da terra”, disse José, cuja família sonha com a própria terra desde os anos 80, quando migrou de Minas Gerais para a Amazônia. “Seria uma chance de dar um conforto maior para a minha família”. Julia e José, que pediram para que seus nomes verdadeiros fossem omitidos por razões de segurança, são como pequenas ondas de uma tsunami de migração que se abate sobre&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/paralisacao-da-reforma-agraria-fomenta-nova-onda-de-invasoes-e-violencia-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Abolir as cercas, libertar a vida: povo Akroá Gamella retoma território ancestral e desativa lixão a céu aberto</title>
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					<pubDate>04 Jun 2025 12:43:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Felipe Duran]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Indígenas, Índios, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Soluções, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Por mais de 12 anos, a prefeitura de Viana, no Maranhão, despejou agulhas e seringas em três nascentes da aldeia Tabarelzinho, na Terra Indígena Taquaritiua, do povo Akroá Gamella. Sobre essas fontes de água, a prefeitura despejou também garrafas de vidro, sacolas plásticas, latas, embalagens de isopor e fraldas usadas. Despejou algodões com sangue, fluidos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Por mais de 12 anos, a prefeitura de Viana, no Maranhão, despejou agulhas e seringas em três nascentes da aldeia Tabarelzinho, na Terra Indígena Taquaritiua, do povo Akroá Gamella. Sobre essas fontes de água, a prefeitura despejou também garrafas de vidro, sacolas plásticas, latas, embalagens de isopor e fraldas usadas. Despejou algodões com sangue, fluidos contaminados, despejou tumores e outros itens de descarte hospitalar – que incluíam as agulhas e seringas. Em dois terrenos contíguos dentro da aldeia Tabarelzinho, que somavam cerca de 25 mil metros quadrados, a prefeitura de Viana criou um lixão a céu aberto onde, por mais de 4.300 dias, espalhou o lixo que os mais de 50 mil habitantes do município produziram. As moscas e o mau cheiro tomaram conta das casas dos Akroá Gamella por mais de uma década. Ao meio-dia, com o calor de dois sóis na cabeça – Viana é uma cidade quente e úmida, típica da região amazônica –, as famílias eram obrigadas a fechar portas e janelas para conseguir almoçar sem ter que disputar a comida com as moscas e nem misturar o sabor do alimento com o cheiro podre do lixo. “Esse é o resultado do desenvolvimento dos homens brancos: a contaminação do nosso lençol freático, da água, de todas as espécies de vida. Várias pessoas já foram infectadas, já teve várias mortes relacionadas ao lixão, mas não tem visibilidade”, disse Cywr Xxa Akroá Gamella, que vive em uma aldeia próxima a Tabarelzinho, também na Terra Indígena Taquaritiua. Mesmo com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/abolir-as-cercas-libertar-a-vida-povo-akroa-gamella-retoma-territorio-ancestral-e-desativa-lixao-a-ceu-aberto/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Crise ecológica no Pantanal aumenta tensão entre onças e humanos</title>
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					<pubDate>20 Mai 2025 06:03:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Júlia Moa]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[<p>Por volta das 8 horas da manhã, nos arredores da remota Serra do Amolar, no Mato Grosso do Sul, uma rotina que parecia corriqueira para o homem pantaneiro tomou um rumo inesperado. Era o ano de 2002, e Roberto Carlos Conceição Arruda, o Beto, então com 29 anos, saiu sozinho de casa para buscar água [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Por volta das 8 horas da manhã, nos arredores da remota Serra do Amolar, no Mato Grosso do Sul, uma rotina que parecia corriqueira para o homem pantaneiro tomou um rumo inesperado. Era o ano de 2002, e Roberto Carlos Conceição Arruda, o Beto, então com 29 anos, saiu sozinho de casa para buscar água na nascente. Ao voltar, se deparou com uma onça-pintada pronta para atacar. Desesperado, correu em busca de abrigo, encontrando refúgio atrás de um tronco. A onça, no entanto, não o deixou em paz e, embora a madeira servisse como proteção parcial, Beto sofreu vários arranhões. A situação só teve outro desfecho graças à coragem de seu cachorro vira-lata, Elói, que avançou contra o animal. Ela capturou o cão e o levou para a margem do rio, deixando Beto para trás. A coexistência entre humanos e onças no Pantanal remonta a pelo menos 3 mil anos, quando populações indígenas passaram a ocupar o território. A região onde Beto vive e trabalha como piloteiro e guia turístico abriga uma imponente formação rochosa na fronteira do Brasil com a Bolívia, situada entre as cidades de Corumbá (MS) e Cáceres (MT), área que integra a Rede de Proteção e Conservação da Serra do Amolar. O local tem relevância ecológica: é um santuário para grandes vertebrados, como a onça-pintada (Panthera onca), cuja presença é continuamente registrada, e um refúgio estratégico para a sobrevivência da espécie e a preservação do bioma. “Não sinto mágoa do animal em relação ao acidente. Trabalho&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/crise-ecologica-no-pantanal-aumenta-tensao-entre-oncas-e-humanos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Agricultura sustentável enfrenta caminho tortuoso em hotspot do desmatamento na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/04/agricultura-sustentavel-enfrenta-caminho-tortuoso-em-hotspot-do-desmatamento-na-amazonia/</link>
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					<pubDate>28 Abr 2025 12:00:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Comércio Internacional, Commodities, Conflitos, Conflitos sociais, Gado, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Soja e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>ALTAMIRA, Pará — Bartolomeu Moraes, mais conhecido como Brasília, foi um líder camponês e sindicalista que atuou na longa e sangrenta luta por terra no Brasil. Em 2002, ele foi morto depois de anos de oposição a fazendeiros da região ao longo da BR-163, no Pará. “Ele viu muita terra nas mãos de pouca gente [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/agricultura-sustentavel-enfrenta-caminho-tortuoso-em-hotspot-do-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Agricultura sustentável enfrenta caminho tortuoso em hotspot do desmatamento na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[ALTAMIRA, Pará — Bartolomeu Moraes, mais conhecido como Brasília, foi um líder camponês e sindicalista que atuou na longa e sangrenta luta por terra no Brasil. Em 2002, ele foi morto depois de anos de oposição a fazendeiros da região ao longo da BR-163, no Pará. “Ele viu muita terra nas mãos de pouca gente e queria que as pessoas pudessem usar essa terra para a agricultura familiar”, lembra Raimunda Rodrigues, de apelido Mariana, enquanto caminha pela estrada de chão batido que leva à sua casa. Depois de sua morte, o Estado brasileiro finalmente cedeu e, em 2005, criou um assentamento sustentável (conhecido como PDS, ou Projeto de Desenvolvimento Sustentável) em homenagem a Brasília. Mariana recebeu um lote de terra dentro dos 19.800 hectares do PDS Brasília, uma área maior que Aracaju, capital de Sergipe, que até então pertencia a um único proprietário. O Instituto Nacional da Reforma Agrária (Incra) designou o assentamento a 500 famílias que praticariam a agricultura familiar em seus lotes e usariam uma área maior de floresta conservada para extrair frutos e castanhas. Contudo, 19 anos depois, o cenário é bem diferente. Sem apoio da administração pública, apenas 200 famílias continuam em suas terras. Muitas delas foram forçadas a vendê-las a grandes proprietários (o que é ilegal), que gradualmente reconquistaram a supremacia sobre o território. De acordo com a rede da sociedade civil MapBiomas, mais de dois terços (75%) do assentamento já foi transformado em pastagem para gado, o que é proibido dentro de um PDS.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/agricultura-sustentavel-enfrenta-caminho-tortuoso-em-hotspot-do-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Amazônia: governança aperfeiçoada, mas longe de ser adequada</title>
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					<pubDate>31 Mar 2025 15:30:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
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							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina, Brasil e Peru]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Conflitos, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Incêndios, Indígenas, Infraestrutura e Povos indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Quando os mercados não conseguem gerenciar a oferta e a demanda de bens e serviços, o resultado é chamado de “falha de mercado”. Há várias causas para a falha de mercado, mas a mais comum é a incapacidade de considerar “externalidades” positivas e negativas. Uma externalidade, no léxico de um economista, é um custo ou [&#8230;]</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Quando os mercados não conseguem gerenciar a oferta e a demanda de bens e serviços, o resultado é chamado de “falha de mercado”. Há várias causas para a falha de mercado, mas a mais comum é a incapacidade de considerar “externalidades” positivas e negativas. Uma externalidade, no léxico de um economista, é um custo ou benefício que não é considerado no cálculo do retorno financeiro de um investimento. Os problemas ambientais são o produto de uma falha de mercado porque os produtores e consumidores de bens e serviços não pagam pelos danos causados por sua criação ou, ao contrário, não usufruem de um benefício monetário de um resultado sustentável.  As falhas de mercado só podem ser corrigidas pela ação do governo, que normalmente assume a forma de: (1) aplicação de regulamentações por meio de regras de comando e controle que obrigam produtores e consumidores a adotar práticas específicas; ou (2) políticas baseadas no mercado que incorporam os custos e benefícios das externalidades por meio da imposição de impostos ou subsídios. Infelizmente, os governos precisam lidar com a resistência dos eleitores em ter suas opções restringidas ou em aceitar o aumento do custo de um bem ou serviço, ou com sua falta de disposição para pagar os impostos necessários para financiar um subsídio. O desenvolvimento de políticas e a administração do Estado são definidos pelos cientistas políticos como governança. A discordância entre a política e o seu resultado é, em parte, a consequência do fracasso da governança na Pan-Amazônia. Apesar do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/amazonia-governanca-aperfeicoada-mas-longe-de-ser-adequada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Suspensão de financiamento do governo americano já afeta projetos de conservação na Amazônia</title>
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					<pubDate>13 Mar 2025 15:29:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conflitos, Conflitos sociais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Queimadas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Uma série de programas de sustentabilidade, saúde e meio ambiente na floresta amazônica está em risco após o governo dos EUA anunciar, no primeiro dia do mandato do presidente Donald Trump, uma pausa de 90 dias em todos os financiamentos de ajuda externa, incluindo os da USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional). [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/suspensao-de-financiamento-do-governo-americano-ja-afeta-projetos-de-conservacao-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Suspensão de financiamento do governo americano já afeta projetos de conservação na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma série de programas de sustentabilidade, saúde e meio ambiente na floresta amazônica está em risco após o governo dos EUA anunciar, no primeiro dia do mandato do presidente Donald Trump, uma pausa de 90 dias em todos os financiamentos de ajuda externa, incluindo os da USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional). A medida gerou preocupação entre cientistas e conservacionistas, que, em entrevista à Mongabay, expressaram preocupação com os impactos na biodiversidade, nos meios de subsistência indígenas e na segurança na região. Eles alertaram que a suspensão temporária do financiamento afetará iniciativas de conservação lideradas pelas comunidades, além de programas essenciais no combate ao desmatamento ilegal e a outros crimes ambientais. Por outro lado, alguns argumentam que o financiamento da USAID trouxe desafios para as comunidades locais e que os possíveis impactos da pausa destacam os riscos da dependência da ajuda externa. Em certos casos, os impactos já são perceptíveis. Alguns programas de monitoramento territorial, responsáveis por financiar ações de proteção dos territórios indígenas, foram suspensos. Ivaneide “Neidinha” Bandeira Cardozo, residente na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia, e coordenadora da Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé, declarou à Mongabay que os EUA interromperam o financiamento de um programa de monitoramento territorial essencial para reduzir as invasões e o desmatamento ilegal em diversas terras indígenas da região. “Tivemos que suspender nossas atividades de monitoramento”, afirmou ela. “O problema é que estamos sob enorme pressão de grileiros e madeireiros, e agora se tornou ainda mais difícil conter as invasões. O&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/suspensao-de-financiamento-do-governo-americano-ja-afeta-projetos-de-conservacao-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Investigação detalha estratégias de um dos maiores grileiros da Amazônia</title>
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					<pubDate>17 Fev 2025 18:50:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Conflitos, Conflitos sociais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Gado, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Monocultura, Pecuária, Política Ambiental, Queimadas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em 15 de fevereiro de 2021, o pecuarista brasileiro Bruno Heller assinou um contrato em que vendia a fazenda Serra Formosa a um de seus funcionários. Passados mais de dois anos, quando Heller foi alvo de uma grande operação da Polícia Federal contra a grilagem, ficou claro que a suposta venda foi o primeiro passo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/investigacao-detalha-estrategias-de-um-dos-maiores-grileiros-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Investigação detalha estratégias de um dos maiores grileiros da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 15 de fevereiro de 2021, o pecuarista brasileiro Bruno Heller assinou um contrato em que vendia a fazenda Serra Formosa a um de seus funcionários. Passados mais de dois anos, quando Heller foi alvo de uma grande operação da Polícia Federal contra a grilagem, ficou claro que a suposta venda foi o primeiro passo de um sofisticado plano para roubar e desmatar uma grande extensão de terras públicas. A data do contrato, 16 de março de 2006, era muito anterior à data em que o documento fora efetivamente redigido. Mas havia outros problemas. De acordo com investigadores, o contrato era uma obra de ficção. A propriedade de 3 mil hectares nunca foi de fato vendida para o funcionário de Heller, que era apenas um laranja – estratégia comum na Amazônia brasileira para evitar punições por atividades criminosas. Heller sabia que suas próximas ações não passariam despercebidas, e preparava o terreno para que as autoridades colocassem a culpa em outra pessoa. As investigações mostraram que a especialidade do fazendeiro não é nem o gado, nem o plantio, mas sim a grilagem de terras no sudoeste do Pará, às margens da BR-163 – um dos principais hotspots do desmatamento na Amazônia, onde grandes extensões de floresta foram desmatadas para dar lugar à pecuária bovina e às plantações de soja. Lá, no município de Altamira, perto do distrito de Castelo dos Sonhos, Heller e seus familiares registraram mais de 24 mil hectares de terra em seus nomes, equivalente à área urbana da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/investigacao-detalha-estrategias-de-um-dos-maiores-grileiros-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cercados pelo medo, Avá-Guarani enfrentam ataques no oeste do Paraná</title>
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					<pubDate>28 Jan 2025 09:34:28 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mayala Fernandes]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrotóxicos, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos sociais, Cultura Indígena, Etnocídio, Indígenas, Índios, Pesticidas, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Os primeiros dias de 2025 trouxeram mais um capítulo de violência contra os Avá-Guarani no oeste do Paraná. Um ataque de pistoleiros na aldeia Yvy Okaju, localizada na Terra Indígena (TI) Tekoha Guasu Guavirá – a 643 km de Curitiba, capital do Paraná – feriu duas crianças e dois jovens. A TI foi identificada e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Os primeiros dias de 2025 trouxeram mais um capítulo de violência contra os Avá-Guarani no oeste do Paraná. Um ataque de pistoleiros na aldeia Yvy Okaju, localizada na Terra Indígena (TI) Tekoha Guasu Guavirá – a 643 km de Curitiba, capital do Paraná – feriu duas crianças e dois jovens. A TI foi identificada e delimitada pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em 2018, mas a demarcação está paralisada desde 2020 devido a disputas judiciais. As vítimas identificadas como Matidiel Velasque, 7, e Élder Benites, 14, se recuperam em casa. Doroteu Martines Jara, 25, ficou paraplégico e Elísio Galeano, 28, baleado no rosto, continua hospitalizado. “Não nos sentimos seguros dentro da nossa aldeia. Várias vezes fico acordado a noite inteira, não quero morrer dentro da minha casa”, relata o cacique da comunidade, que pediu anonimato. “Eu tenho duas crianças e uma esposa grávida. Para onde vou correr?” O medo é constante. O cacique conta que os moradores vivem um dia de cada vez, sem saber se estarão vivos na manhã seguinte. A insegurança se intensificou desde o final de 2023, quando a aldeia realizou algumas retomadas e ampliações de território. Nesse período, 12 indígenas foram alvejados e ainda carregam cicatrizes e projéteis no corpo. A maioria das vítimas continua com os projéteis no corpo. Foto: Mayala Fernandes Vilma Rios, liderança da aldeia, conta que, desde então, os moradores têm presenciado pessoas rondando as casas enquanto ameaças de novos ataques persistem: “Minhas duas filhas pequenas não conseguem dormir. Elas falam:&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/cercados-pelo-medo-ava-guarani-enfrentam-ataques-no-oeste-do-parana/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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