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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>10 iniciativas indígenas de retomada do território</title>
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					<pubDate>15 Set 2026 09:51:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay.com]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agroecologia, Agrofloresta, Água, Amazônia, Ambientalistas, Áreas Protegidas, Ativismo, Caatinga, Cerrado, Comida, Comunidades Tradicionais, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Etnocídio, Florestas, Garimpo, Grilagem, Indígenas, Índios, Justiça Social, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Medicina tradicional, Povos indígenas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental, Sustentabilidade, Tecnologia e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em vez de se limitarem a defender o que resta, estas comunidades passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">10 iniciativas indígenas de retomada do território</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em diferentes regiões do Brasil, povos indígenas têm recuperado terras transformadas em pastagens, degradadas pelo garimpo ou usadas como depósito de lixo, assumindo também o trabalho de restaurar a vegetação e restabelecer as condições para viver nesses lugares. São comunidades que avançam na direção contrária à das frentes de destruição: em vez de se limitarem a defender o que resta, passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido. Destacamos aqui 10 reportagens publicadas pela Mongabay sobre como diversos povos indígenas do país, aliando tecnologia e saberes ancestrais, estão transformando seus territórios em lugares melhores para se viver. &nbsp; Ritual na Terra Indígena Maxakali (MG). Foto: Xavier Bartaburu/Mongabay. Por que os Maxakali estão convocando os espíritos para recuperar a Mata Atlântica Confinados em pequenas terras indígenas tomadas por pastagens no nordeste de Minas Gerais, os Tikmũ’ũn/Maxakali estão recuperando áreas de Mata Atlântica e implantando quintais agroflorestais por meio do projeto Hãmhi. Iniciada em 2023, a iniciativa forma e remunera agentes agroflorestais e viveiristas indígenas. O trabalho busca enfrentar a fome e recompor a vegetação necessária à vida cultural e religiosa do povo. A floresta é o lugar onde vivem os yãmĩyxop, povos-espíritos cujos cantos preservam o conhecimento sobre uma Mata Atlântica que já quase desapareceu na região. &nbsp; Carl e Isabel Gakran (com Zágtxo, filha do casal), coordenadores do Instituto Zág, na Terra Indígena Ibirama-Laklãnõ (SC). Foto: Anderson Coelho. Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina Zág é como os Laklãnõ/Xokleng chamam a araucária — árvore&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Projeto ‘redescobre’ Tocantins como berço de abelhas nativas do Brasil</title>
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					<pubDate>04 Ago 2026 08:31:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Annady Borges]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
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							<![CDATA[Brasil, Cerrado e Tocantins]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Cerrado, Entrevistas, Insetos, Novas espécies, Soluções e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Em entrevista à Mongabay, pesquisador fala sobre a importância das abelhas para além da produção de mel e apontou desafios para a ciência na busca por maior proteção às espécies. </p>
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							<![CDATA[Apaixonado por um pequeno inseto que mudaria sua história, o biólogo paulista Waldesse Piragé de Oliveira Júnior dedica parte da sua vida ao estudo das abelhas. A jornada teve início em 1992, em Uberlândia (MG), durante sua graduação. Foi em meio à saga universitária que o então estudante começou a trabalhar com a Apis mellifera, espécie de abelha mais utilizada no país para a melicultura — e fundamental para a polinização. Acompanhe a Mongabay Brasil! Nos adicione como fonte preferencial no Google. O interesse de Piragé por esses insetos continuou em seus estudos de mestrado e doutorado em genética e bioquímica, respectivamente, entre 1997 e 2003. Foi nesse período que o biólogo passou a se dedicar às espécies nativas sem ferrão (o caso da maioria das abelhas brasileiras). Suas linhas de pesquisa o levariam ao Cerrado, bioma predominante no Tocantins. Em 2004, ele deixou Uberlândia e se mudou para Palmas, a capital do estado, onde hoje atua como pesquisador e professor de engenharia ambiental da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Anos depois, em 2016, o entusiasta das abelhas fundaria o “BeeTech”, um grupo que pesquisa o manejo, a conservação e a biologia desses insetos. Além da produção científica, a iniciativa desenvolve projetos de extensão, iniciativas das universidades brasileiras que levam o conhecimento acadêmico para a sociedade por meio de ações junto a comunidades, produtores rurais e escolas no campo. Segundo o pesquisador, a ausência de registros das espécies de abelhas no Tocantins foi uma de suas principais motivações para tirar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/projeto-redescobre-tocantins-como-berco-de-abelhas-nativas-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Rios vivos, pessoas saudáveis: projeto em MG conecta saúde humana à dos ecossistemas</title>
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					<pubDate>09 Fev 2026 07:36:00 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Biasoli]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Cerrado, Responsabilidade Ambiental, Rios, Saúde, Soluções e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Cerca de trinta anos atrás, Apolo Heringer, médico sanitarista, participava de uma pescaria noturna com moradores da comunidade de Raiz, no município de Presidente Juscelino, em Minas Gerais. Naquela noite, a captura dos peixes era feita com arpão e, para garantir alguma visão, os pescadores utilizavam um farol que iluminava todo o rio. Quando a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/rios-vivos-pessoas-saudaveis-projeto-em-mg-conecta-saude-humana-a-dos-ecossistemas/" data-wpel-link="internal">Rios vivos, pessoas saudáveis: projeto em MG conecta saúde humana à dos ecossistemas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Cerca de trinta anos atrás, Apolo Heringer, médico sanitarista, participava de uma pescaria noturna com moradores da comunidade de Raiz, no município de Presidente Juscelino, em Minas Gerais. Naquela noite, a captura dos peixes era feita com arpão e, para garantir alguma visão, os pescadores utilizavam um farol que iluminava todo o rio. Quando a luz refletiu pela primeira vez o que estava embaixo d’água, Heringer enxergou o que definiria os próximos capítulos de sua atuação enquanto médico: ali, estavam peixes aos milhares. “Era como se fosse uma alegria aquela convivência de tudo quanto é peixe dentro do rio limpinho”, ele contou para a Mongabay. “Isso é que é saúde.” Além de médico, Heringer é também escritor e professor. Deu aulas na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por 33 anos e, durante sua atuação na universidade, idealizou o Projeto Manuelzão, fundamentado em suas percepções sobre peixes e rios — e saúde. Oficialmente fundado em 1997 como um projeto de extensão universitária do curso de Medicina da UFMG, hoje o Manuelzão tem um caráter multi e interdisciplinar, contando com a participação de estudantes, professores e pesquisadores de diferentes áreas como Biologia, Geografia e Comunicação para revitalizar uma bacia hidrográfica e trazer os peixes de volta. O nome é uma homenagem a um personagem criado pelo escritor mineiro João Guimarães Rosa no livro Manuelzão e Miguilim. O protagonista foi inspirado em Manuel Nardi, vaqueiro que guiou o escritor em uma lendária expedição através do sertão mineiro nos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/rios-vivos-pessoas-saudaveis-projeto-em-mg-conecta-saude-humana-a-dos-ecossistemas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Canetada de deputados do Maranhão pode riscar felino do mapa</title>
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					<pubDate>10 Dez 2025 08:59:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>À primeira vista, parece uma boa ideia. O projeto de lei do deputado Eric Costa (PSD), da Assembléia Legislativa do Maranhão, propõe uma alteração nos limites do Parque Estadual do Mirador de modo a aumentar a área de proteção dos atuais 500.842 hectares para 502.334 hectares. “Ao ampliar o Parque do Mirador, estaremos fortalecendo a [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[À primeira vista, parece uma boa ideia. O projeto de lei do deputado Eric Costa (PSD), da Assembléia Legislativa do Maranhão, propõe uma alteração nos limites do Parque Estadual do Mirador de modo a aumentar a área de proteção dos atuais 500.842 hectares para 502.334 hectares. “Ao ampliar o Parque do Mirador, estaremos fortalecendo a fiscalização e inibindo atividades predatórias que ameaçam a integridade ambiental da região”, afirmou o parlamentar em setembro do ano passado. Segundo ambientalistas e acadêmicos, no entanto, há uma pegadinha. Áreas de Cerrado preservadas pelo parque, eles dizem, seriam substituídas por outras ocupadas por lavouras e pastagens. “[o projeto] vai tirar área boa para a biodiversidade e botar área que não é minimamente equivalente&#8221;, afirma Tadeu Gomes, coordenador do Laboratório de Conservação e Ecologia da Vida Silvestre do Departamento de Biologia da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). Ao lado de outros 13 pesquisadores da universidade, ele assinou uma manifestação técnica contra o PL 280/2024. Apresentado em junho do ano passado, o projeto perdeu força após críticas da sociedade civil e da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), que publicou uma nota técnica classificando a proposta como “frágil e intempestiva”. Neste ano, o projeto voltou à pauta da Assembleia, onde aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça. Criado em 1980, o Parque Estadual do Mirador é a quarta maior unidade de conservação do Cerrado brasileiro, abrangendo os municípios de Formosa da Serra Negra, Fernando Falcão e Mirador. Somado às terras indígenas vizinhas, o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/canetada-de-deputados-do-maranhao-pode-riscar-felino-do-mapa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cientistas apostam na clonagem para salvar a onça-pintada da extinção</title>
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					<pubDate>08 Out 2025 08:55:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Animais, Cerrado, Comércio de Vida Selvagem, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Felinos, Mamíferos, Pantanal, Responsabilidade Ambiental, Soluções e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>MIRANDA, Mato Grosso do Sul — Foram três as tentativas de captura de uma onça-pintada. Chegamos à Fazenda Bodoquena, em Miranda, Mato Grosso do Sul, ao entardecer de uma quinta-feira. Parte da equipe foi instalar uma armadilha de laço perto de uma carcaça de vaca que havia sido encontrada mais cedo naquele dia. Como as [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MIRANDA, Mato Grosso do Sul — Foram três as tentativas de captura de uma onça-pintada. Chegamos à Fazenda Bodoquena, em Miranda, Mato Grosso do Sul, ao entardecer de uma quinta-feira. Parte da equipe foi instalar uma armadilha de laço perto de uma carcaça de vaca que havia sido encontrada mais cedo naquele dia. Como as onças costumam voltar por alguns dias para comer a presa, a captura era quase certa. Com mais de 70 mil hectares divididos entre Pantanal e Cerrado, a Fazenda Bodoquena concilia criação de gado e conservação de biodiversidade. Uma vez por mês, recebe pesquisadores do Reprocon, grupo especializado na reprodução assistida de animais silvestres. Naquela noite, voltamos ao alojamento para jantar e monitorar a movimentação à distância — acompanhando, via satélite, as imagens de uma câmera instalada no local da captura que chegavam através de um aplicativo de celular. Durante o monitoramento, a câmera mostrou uma fêmea, e não o macho que se acreditava ser o dono da carcaça. Ela estava desconfiada. Se aproximou e se afastou algumas vezes, e quando finalmente chegou perto o suficiente do laço, conseguiu desarmar o dispositivo, saindo em disparada. Os pesquisadores foram armar o laço novamente, mas naquela noite nenhuma outra onça apareceu. Na sexta-feira, uma nova carcaça foi encontrada, e a equipe montou a armadilha (o laço só é ativado no fim da tarde, para que nenhuma onça fique presa sob o calor do dia). Agora, com dois laços a postos, as chances eram dobradas. Não demorou muito; uma&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-apostam-na-clonagem-para-salvar-a-onca-pintada-da-extincao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Crédito fortalece a agroecologia em região do Cerrado sob pressão do agronegócio</title>
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					<pubDate>24 Set 2025 07:49:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Cerrado]]>
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							<![CDATA[Mato Grosso]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentação, Alimentos, Cerrado, Comida, Comunidades Tradicionais, Conservação, Povos Tradicionais, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental, Soluções e Sustentabilidade]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>“A natureza não nasceu para a monocultura”, opina Olácio Komori, fundador e coordenador administrativo-financeiro da Associação dos Produtores Orgânicos do Mato Grosso do Sul (Apoms). Com três décadas dedicadas ao fortalecimento da agricultura orgânica e agroecológica no Mato Grosso do Sul — estado que tem no agronegócio um alicerce das suas atividades econômicas —, ele [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“A natureza não nasceu para a monocultura”, opina Olácio Komori, fundador e coordenador administrativo-financeiro da Associação dos Produtores Orgânicos do Mato Grosso do Sul (Apoms). Com três décadas dedicadas ao fortalecimento da agricultura orgânica e agroecológica no Mato Grosso do Sul — estado que tem no agronegócio um alicerce das suas atividades econômicas —, ele argumenta que não é simples tornar a produção agrícola mais sustentável, embora seja possível. O Cerrado, que ocupa cerca de 60% do Mato Grosso do Sul, é um dos biomas mais desmatados do Brasil, justamente pela expansão da fronteira agrícola. Já perdeu um terço da sua vegetação nativa em 40 anos. Isso significa 40,5 milhões de hectares suprimidos entre 1985 e 2024, correspondendo a um território com a extensão da Espanha. Os dados integram a Coleção 10 do Projeto MapBiomas, em parceria com o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), divulgada em 13 de agosto. Pelos caminhos que optou por seguir, Komori identificou a dificuldade de acesso ao crédito e à assistência técnica como principais obstáculos enfrentados pelos agricultores familiares de Dourados, segundo maior município do estado e grande produtor agrícola. Sem encontrar alternativas no sistema financeiro tradicional, ele desenvolveu a metodologia do Programa de Crédito Sistêmico, apoiado por instituições parceiras também preocupadas com o futuro do Cerrado. A ideia dessa iniciativa foi atender justamente esse perfil de pequenos produtores rurais que têm condições de honrar os compromissos, com os resultados financeiros do que produzem, mas que muitas vezes esbarram em limitações, dentre as&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/credito-fortalece-a-agroecologia-em-regiao-do-cerrado-sob-pressao-do-agronegocio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Relação entre fauna do Cerrado e rodovias é mais complexa do que se supunha, aponta estudo</title>
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					<pubDate>11 Ago 2025 15:13:48 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Evanildo da Silveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Segundo dados do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE), da Universidade Federal de Lavras (Ufla), cerca de 475 milhões de animais são atropelados nas rodovias brasileiras a cada ano, o que afeta diferentes ecossistemas. A mesma entidade estima que 430 milhões desses indivíduos são vertebrados de pequeno porte — como aves, sapos, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/relacao-entre-fauna-do-cerrado-e-rodovias-e-mais-complexa-do-que-se-supunha-aponta-estudo/" data-wpel-link="internal">Relação entre fauna do Cerrado e rodovias é mais complexa do que se supunha, aponta estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Segundo dados do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE), da Universidade Federal de Lavras (Ufla), cerca de 475 milhões de animais são atropelados nas rodovias brasileiras a cada ano, o que afeta diferentes ecossistemas. A mesma entidade estima que 430 milhões desses indivíduos são vertebrados de pequeno porte — como aves, sapos, cobras e lagartos. Diante dessa estatística, é plausível que as autopistas do país sejam vistas como a principal causa de impacto à vida de diferentes espécies. No entanto, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) revelou que a qualidade dos habitats e a ligação entre seus fragmentos de vegetação podem afetar a vida selvagem até mais do que as estradas, em alguns casos. A pesquisa foi o tema do doutorado do biólogo Vinícius Alberici, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, em Ribeirão Preto. Segundo o pesquisador, o trabalho surgiu da necessidade de se “preencher uma lacuna de conhecimento sobre como as populações de mamíferos respondem às estradas, [sobretudo] em paisagens agrícolas no Cerrado”, disse, em entrevista à Mongabay. “O principal objetivo foi investigar como a proximidade das estradas influencia na abundância local das espécies, considerando os efeitos da paisagem — ou seja, a qualidade e a conectividade do habitat.” O estudo avaliou a abundância relativa de 12 espécies de mamíferos de médio e grande porte, considerando a proximidade entre os locais que habitam e diferentes estradas pavimentadas, com um volume variado de tráfego. Inicialmente, elas foram divididas em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/relacao-entre-fauna-do-cerrado-e-rodovias-e-mais-complexa-do-que-se-supunha-aponta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Boom do eucalipto no Cerrado brasileiro seca nascentes e expulsa pequenos produtores</title>
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					<pubDate>25 Jul 2025 10:21:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Um boom de plantação de eucalipto no Cerrado brasileiro está secando terras e nascentes de água, dificultando a agricultura de subsistência, disseram autoridades locais e agricultores à Mongabay. Adilso Cruz, um fazendeiro de 46 anos do assentamento Alecrim, no Mato Grosso do Sul, relata que a escassez de água começou por volta de 2013, coincidindo [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um boom de plantação de eucalipto no Cerrado brasileiro está secando terras e nascentes de água, dificultando a agricultura de subsistência, disseram autoridades locais e agricultores à Mongabay. Adilso Cruz, um fazendeiro de 46 anos do assentamento Alecrim, no Mato Grosso do Sul, relata que a escassez de água começou por volta de 2013, coincidindo com o crescimento das plantações de eucalipto na região, e piorou desde então. &#8220;Os riachos que costumavam funcionar o ano todo começaram a fluir menos, secando e depois levando muito tempo para encher novamente&#8221;, diz Cruz. “A grama está sofrendo porque a água está desaparecendo da camada superficial do solo.” &#8220;Eu tinha 70 cabeças de gado. Agora tenho 42, e vou precisar vender mais”, acrescenta. À medida que fazendeiros vendiam suas terras para plantações de eucalipto, também vendiam seus rebanhos, fazendo com que o preço do gado despencasse. “Eu estimo uma queda de cerca de 45% na renda”, relata Cruz. Um estudo liderado por Valticinez Santiago, vice-secretário de Meio Ambiente de Selvíria, um município com alta produção de eucalipto, descobriu que as nascentes localizadas a 50 metros das plantações, o mínimo legal, secaram ou foram severamente degradadas. Santiago relatou à Mongabay que eles usaram imagens de satélite para mapear 400 nascentes cercadas por fazendas de eucalipto e agora recomendam expandir a zona de amortecimento para 500 metros, para proteger melhor as fontes de água. A extensão das fazendas de eucalipto no Mato Grosso do Sul quadruplicou em 15 anos, passando de pouco mais de 375 mil hectares em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/boom-do-eucalipto-no-cerrado-brasileiro-seca-nascentes-e-expulsa-pequenos-produtores/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Relatório vincula JBS à destruição do habitat da onça-pintada</title>
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					<pubDate>09 Jul 2025 07:20:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Constance Malleret]]>
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							<![CDATA[<p>Ao longo de décadas, a expansão agrícola em dois estados brasileiros desmatou uma área de vegetação nativa do tamanho do Reino Unido — e que serve de habitat para a onça-pintada (Panthera onca). Um outro detalhe assusta: quase um quinto dessa perda ambiental ocorreu apenas na última década, segundo um relatório da Global Witness. De [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Ao longo de décadas, a expansão agrícola em dois estados brasileiros desmatou uma área de vegetação nativa do tamanho do Reino Unido — e que serve de habitat para a onça-pintada (Panthera onca). Um outro detalhe assusta: quase um quinto dessa perda ambiental ocorreu apenas na última década, segundo um relatório da Global Witness. De acordo com o documento publicado pelo grupo de defesa ambiental e dos direitos humanos, cerca de 27 milhões de hectares onde vivem as onças foram perdidos até 2023 em trechos de três biomas — Amazônia, Cerrado e Pantanal — nos estados do Pará e do Mato Grosso. Dessa região afetada, 5 milhões de hectares foram desmatados apenas no período entre 2014 e 2023 — e de forma majoritariamente ilegal. A análise revela que parte dessa perda está ligada a fazendas que, de forma indireta, fornecem cabeças de gado para a JBS, líder no ramo de processamento de carne em nível mundial. Os dados trazidos pela entidade vêm à tona no momento em que diversos estados brasileiros atuam de forma contrária aos esforços de fiscalização ambiental. O cenário gera preocupação à medida que o país aperta os cintos para sediar a cúpula climática da ONU (COP30), em Belém, durante o mês de novembro. As onças-pintadas precisam de grandes extensões de florestas intactas para viver e caçar. Como são espécies cruciais para o equilíbrio do meio ambiente, qualquer mudança no território que habitam pode afetar todo o ecossistema ao redor. O drama aumenta ao se considerar que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/relatorio-vincula-jbs-a-destruicao-do-habitat-da-onca-pintada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cientistas e comunidades correm para salvar um dos ecossistemas mais raros e diversos do Brasil</title>
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					<pubDate>07 Jul 2025 06:59:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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							<![CDATA[<p>“Quando eu vi aquelas plantas, achei que estivesse num ambiente de outro planeta. Era tão diferente, não só a arquitetura das plantas, mas de todo o lugar. Parecia uma nanofloresta.” Geraldo Fernandes foi fisgado pela paisagem espetacular dos campos rupestres em 1980, quando estudava para se tornar biólogo, e desde então trabalha com esse ecossistema [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“Quando eu vi aquelas plantas, achei que estivesse num ambiente de outro planeta. Era tão diferente, não só a arquitetura das plantas, mas de todo o lugar. Parecia uma nanofloresta.” Geraldo Fernandes foi fisgado pela paisagem espetacular dos campos rupestres em 1980, quando estudava para se tornar biólogo, e desde então trabalha com esse ecossistema que poucos brasileiros conhecem. Pioneiro no estudo dos campos rupestres, Geraldo é professor titular de Ecologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e membro titular da Academia Brasileira de Ciências. Seu interesse pelos insetos o levou a investigar as interações entre a fauna e a flora, lançando as bases para seu primeiro estudo de campo: câncer em plantas. Assim como humanos e animais, vegetais também desenvolvem células cancerígenas, com causas ligadas a temperaturas altas, menos água, falta de nutrientes, poluição e uma ampla variedade de organismos, principalmente insetos, como moscas e vespas, que manipulam geneticamente a planta para produzir o câncer do qual vão se alimentar. Chamado de galha, nem todo tumor leva à morte da planta, e alguns são até bonitos, parecendo ornamentos ou flores, mas, “inevitavelmente, 90% das plantas que ocorrem nos campos rupestres têm um ou outro tipo de câncer”, afirma Geraldo. Isso se deve à própria localização desse ecossistema: o alto das montanhas. A forte radiação UV e a escassez de recursos geram estresse às plantas, e, com seu mecanismo de defesa debilitado, elas acabam mais suscetíveis ao desenvolvimento de tumores. O passar dos milênios, porém, propiciou que a vegetação&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/cientistas-e-comunidades-correm-para-salvar-um-dos-ecossistemas-mais-raros-e-diversos-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Ouro Preto e seu patrimônio na mira das mineradoras</title>
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					<pubDate>22 Abr 2025 06:42:09 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Meghie Rodrigues]]>
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							<![CDATA[<p>Ambientalistas e especialistas em patrimônio temem que Ouro Preto — primeira cidade brasileira nomeada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco — esteja com seu título com os dias contados por causa de projetos de mineração. No epicentro da questão está a comunidade de Botafogo, na entrada da cidade, primeiro local a sentir os impactos da [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Ambientalistas e especialistas em patrimônio temem que Ouro Preto — primeira cidade brasileira nomeada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco — esteja com seu título com os dias contados por causa de projetos de mineração. No epicentro da questão está a comunidade de Botafogo, na entrada da cidade, primeiro local a sentir os impactos da atividade minerária, que já começa a se concretizar no entorno. “A mineração quer destruir o berço de Ouro Preto”, diz a arqueóloga Alenice Baeta, que trabalhou no levantamento de patrimônio histórico da região no ano passado. Criado em fins do século 17, Botafogo é um dos primeiros povoamentos de Ouro Preto. O local abriga a Capela de Santo Amaro, considerada a segunda mais antiga de Minas Gerais, cujo registro de tombamento vem sendo analisado desde 2012 pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural e Natural de Ouro Preto (Compatri). Além da capela, há em Botafogo caminhos antigos e muros de pedra históricos bordejando igrejas, cemitérios, pontes, cavernas e cachoeiras — além do patrimônio imaterial, como festas religiosas. Como se trata de um levantamento preliminar, o conjunto ainda não tem reconhecimento oficial. “Mas não é porque não está mapeado pelo Iphan que o patrimônio não existe”, diz Ana Paula de Assis, professora adjunta do departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Impacto desconhecido Ao redor de Botafogo existem pelo menos sete empreendimentos minerários cujos processos de licenciamento e pesquisa de ferro e manganês seguem a todo vapor. São projetos pertencentes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/ouro-preto-e-seu-patrimonio-na-mira-das-mineradoras/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Onças-pardas ‘detetives’ viram trunfo para conservação entre Cerrado e Mata Atlântica</title>
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					<pubDate>09 Abr 2025 07:26:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Cerrado, Conservação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Soluções e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Corumbá, uma onça-parda macho batizada em homenagem ao rio homônimo que nasce no estado de Goiás, viveu uma longa jornada no coração do Brasil. O felino partiu do Parque Estadual da Mata Atlântica (Pema), localizado no município de Água Limpa, a cerca de 250 quilômetros da capital Goiânia, atravessou fazendas e cruzou fragmentos de vegetação [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Corumbá, uma onça-parda macho batizada em homenagem ao rio homônimo que nasce no estado de Goiás, viveu uma longa jornada no coração do Brasil. O felino partiu do Parque Estadual da Mata Atlântica (Pema), localizado no município de Água Limpa, a cerca de 250 quilômetros da capital Goiânia, atravessou fazendas e cruzou fragmentos de vegetação até chegar a outra unidade de conservação (UC) no sudeste goiano. Ao entrar no Parque Estadual da Serra de Caldas Novas (Pescan), permaneceu por algum tempo, e depois seguiu viagem. Ao todo, durante os onze meses em que foi monitorado com uma coleira rádio-transmissora GPS, o animal andou mais de 120 quilômetros – de Água Limpa ao município de Cromínia. Os dados foram coletados até julho de 2023, quando o dispositivo ficou sem bateria e se soltou do pescoço de Corumbá. “[O felino] se movimentou lindamente na paisagem, e vimos os fragmentos entre os dois parques por onde se deslocou. Com isso, conseguimos atribuir a esses locais um grau de prioridade para a conservação da biodiversidade, tendo a onça-parda como uma ‘ferramenta’ para indicar quais áreas são essas”, explica a bióloga Fernanda Cavalcanti de Azevedo, coordenadora-executiva do Programa de Conservação Mamíferos do Cerrado (PCMC), vinculado à Universidade Federal de Catalão (UFCAT). Desde 2009, o grupo conduz trabalhos de pesquisa e extensão em regiões centrais do Brasil para entender como as espécies nativas do Cerrado, principalmente as carnívoras, relacionam-se com áreas modificadas pela atividade humana. Duas delas são consideradas essenciais pelo PCMC: a raposa-do-campo (Lycalopex vetulus),&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/oncas-pardas-detetives-viram-trunfo-para-conservacao-entre-cerrado-e-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Nova espécie de cobra é descoberta no Cerrado</title>
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					<pubDate>26 Mar 2025 15:05:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Conservação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Incêndios, Queimadas e Répteis]]>
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							<![CDATA[<p>Uma nova espécie de cobra-papagaio permaneceu quase nove anos numa coleção científica brasileira sem ser identificada. Ela lembrava muito uma espécie semelhante, com tons brilhantes de verde e amarelo. Mas um detalhe a diferenciava: uma listra preta chamativa no focinho, como se fosse um bigode. Quando cientistas a analisaram mais detidamente, suspeitaram que ela tinha [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/nova-especie-de-cobra-descoberta-no-cerrado/" data-wpel-link="internal">Nova espécie de cobra é descoberta no Cerrado</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma nova espécie de cobra-papagaio permaneceu quase nove anos numa coleção científica brasileira sem ser identificada. Ela lembrava muito uma espécie semelhante, com tons brilhantes de verde e amarelo. Mas um detalhe a diferenciava: uma listra preta chamativa no focinho, como se fosse um bigode. Quando cientistas a analisaram mais detidamente, suspeitaram que ela tinha ainda mais diferenças. “Inicialmente, pensamos que era uma espécie conhecida”, conta o biólogo Diego Santana, pós-graduando da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e coautor de um estudo recente sobre a serpente. “Mas quando examinamos seu DNA e sua morfologia, percebemos que era uma espécie nova.” Batizada de Leptophis mystacinus, do grego mystax, que significa “bigode”, a cobra foi reconhecida como uma nova espécie em janeiro de 2025. Atingindo até 86 centímetros de comprimento, é uma serpente arbórea e não venenosa, que se alimenta de pequenos lagartos e aves entre os galhos das árvores. Pesquisadores suspeitam que a espécie seja endêmica do Cerrado, savana tropical que, embora venha reduzindo de tamanho por conta da destruição, continua sendo um dos biomas mais biodiversos da Terra. Ao contrário do que ocorre na Floresta Amazônica, a legislação ambiental que protege o Cerrado não é tão dura, e mais da metade da vegetação nativa do bioma foi devastada para dar lugar ao plantio de soja e à criação de gado. “A serpente depende de formações florestais específicas que já são raras, e com a rápida devastação do bioma, é provável que ela esteja sob algum nível de ameaça”,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/nova-especie-de-cobra-descoberta-no-cerrado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisadores identificam áreas prioritárias para restauração nos biomas brasileiros</title>
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					<pubDate>17 Mar 2025 18:24:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caatinga, Cerrado, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Pantanal, Política Ambiental, Queimadas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>O governo do Pará anunciou no início de março que irá conceder 30 mil hectares para empresas de restauração florestal na região do Triunfo do Xingu, uma das mais desmatadas da Amazônia. O modelo deve replicar o edital lançado no final de 2024 para a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, onde a empresa [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O governo do Pará anunciou no início de março que irá conceder 30 mil hectares para empresas de restauração florestal na região do Triunfo do Xingu, uma das mais desmatadas da Amazônia. O modelo deve replicar o edital lançado no final de 2024 para a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, onde a empresa vencedora vai assumir o trabalho de restauração em troca da comercialização dos créditos de carbono. A mesma lógica será aplicada à concessão da Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia, cujo edital deve ser lançado ainda neste ano pelo governo federal. Estudos para a concessão de outras sete áreas públicas também estão em andamento, segundo o Ministério do Meio Ambiente informou à Mongabay. Os projetos respondem a uma demanda cada vez maior da agenda climática global  — até 2030, as Nações Unidas estarão promovendo a Década da Restauração de Ecossistemas, em um claro entendimento de que controlar o desmatamento não será suficiente para combater as mudanças climáticas. A Ministra do Meio Ambiente Marina Silva lançou o chamado Novo Planaveg em outubro de 2024 durante a COP16, na Colômbia. Foto: Ministério do Meio Ambiente. Apesar de não sequestrar tanto carbono quanto a Amazônia, a vegetação do Cerrado ajuda a proteger algumas das principais bacias hidrográficas do Brasil. Imagem de Marizilda Cruppe/Greenpeace. Com 109 milhões de hectares de pastagens degradadas — área equivalente a duas Espanhas —, o Brasil tem enorme potencial de restauração. Mas projetos como estes costumam ser caros e complexos. Na maioria das vezes,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/pesquisadores-identificam-areas-prioritarias-para-restauracao-nos-biomas-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mulheres Krahô lideram guarda indígena para proteger território em Tocantins</title>
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					<pubDate>21 Fev 2025 07:35:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Alimentos, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Gado, Incêndios, Indígenas, Índios, Madeira, Madeireiras, Óleo de Palma, Pecuária, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soja, Soluções e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em toda a América do Sul, as comunidades indígenas costumam considerar a proteção territorial como responsabilidade dos homens, enquanto as mulheres geralmente assumem papéis de cuidadoras da casa, da família e da comunidade. No entanto, em Tocantins, as mulheres indígenas das comunidades Krahô formaram um grupo de vigilância exclusivamente feminino para proteger seu território contra [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em toda a América do Sul, as comunidades indígenas costumam considerar a proteção territorial como responsabilidade dos homens, enquanto as mulheres geralmente assumem papéis de cuidadoras da casa, da família e da comunidade. No entanto, em Tocantins, as mulheres indígenas das comunidades Krahô formaram um grupo de vigilância exclusivamente feminino para proteger seu território contra invasores — uma raridade na região. Desde o início das operações, a guarda, denominada Mē Hoprê Catêjê, conseguiu identificar e comunicar à Funai uma ameaça relacionada a uma invasão de seu território. A Terra Indígena Kraolândia, com 303 mil hectares, está localizada no Cerrado, nos municípios de Goiatins e Itacajá. Está sob imensa pressão de madeireiros, caçadores, agronegócio e carvoarias. As águas do povo Krahô foram contaminadas por agrotóxicos aplicados nas plantações de soja e algodão próximas. O grupo, que conta com o apoio da Funai, do Centro de Trabalho Indigenista (CTI) e da empresa de tecnologia Awana Digital, foi criado durante uma reunião de defesa territorial das mulheres em setembro do ano passado. Durante oito dias, as mulheres Krahô se reuniram com outras guardiãs indígenas, incluindo as Guajajara de Arariboia e as Guajajara de Caru, para compartilhar ideias e experiências. “No passado, as mulheres não podiam fazer parte de nenhuma liderança”, disse à Mongabay Luzia Krahô, ou Kruw, uma das 13 integrantes do grupo recém-formado. “As mulheres ficavam em casa para cuidar da família e dos filhos. Mas hoje em dia vejo mudanças. Temos a coragem de enfrentar os perigos para proteger nosso território.”&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/mulheres-kraho-lideram-guarda-indigena-para-proteger-territorio-em-tocantins/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Soja e pasto pressionam áreas conservadas do Jalapão, onde brilha o capim-dourado</title>
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					<pubDate>13 Jan 2025 19:05:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agroecologia, Agrotóxicos, Água, Cerrado, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Desmatamento, Direitos humanos, Extrativismo, Motores do Desmatamento, Pesticidas, Povos Tradicionais, Quilombolas, Rios, Socioambiental, Sustentabilidade e Sustentável]]>
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							<![CDATA[<p>JALAPÃO, Tocantins – Bem ao fundo da terra arrasada, buritis clamam por uma chance. Faz dois anos que a aridez avança pela vereda com seu manto de morte. Um gavião-carcará solta um grunhido solitário. Luzia pousa longe o olhar. “Eu me sinto sufocada”, diz a moça, com voz de buriti acuado. Mas, se num dia [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/" data-wpel-link="internal">Soja e pasto pressionam áreas conservadas do Jalapão, onde brilha o capim-dourado</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[JALAPÃO, Tocantins – Bem ao fundo da terra arrasada, buritis clamam por uma chance. Faz dois anos que a aridez avança pela vereda com seu manto de morte. Um gavião-carcará solta um grunhido solitário. Luzia pousa longe o olhar. “Eu me sinto sufocada”, diz a moça, com voz de buriti acuado. Mas, se num dia o buriti acorda acossado, no outro ele não se intimida e dispersa semente madura para germinar todo o chão. Aos 35 anos, a mãe de sete filhos tem um futuro a cuidar. Tanto que, certo dia, Luzia Passos Ribeiro disse em grunhido alto de causar inveja a qualquer carcará: “Dentro do território quilombola só fica quem nós queremos”. Foi assim que recolheram trator, escavadeira, caminhão e caminhonete de uma fazenda instalada dentro da comunidade de Quilombo do Prata, no município de São Félix do Tocantins – território quilombola certificado em 2006, mas até hoje sem a titularidade. Os desmatamentos, que minguam águas, ameaçam também o brilho do Jalapão, famoso pelo capim-dourado e por suas águas, que atraem turistas de todo o país. A área, que tem o maior mosaico de unidades de conservação do Cerrado, e ainda bastante preservada, sofre pressão das queimadas, da irregularidade fundiária e das mudanças climáticas. A chegada do asfalto, de grande relevância para as comunidades locais e para o turismo, imprime no chão não apenas o piche, mas também a especulação imobiliária. Vista aérea do Quilombo Mumbuca. Foto: Fellipe Abreu Detalhe de artesanato de capim-dourado na loja da Associação Comunitária dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Flexibilização da legislação impulsiona o desmatamento do Cerrado na Bahia, alerta estudo</title>
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					<pubDate>23 Out 2024 12:13:09 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Água, Cerrado, Commodities, Comunidades Tradicionais, Desmatamento, Incêndios, Motores do Desmatamento, Queimadas, Recursos hídricos e Soja]]>
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							<![CDATA[<p>Intensificado desde 2010, o processo de flexibilização da legislação estadual tem contribuído para o avanço do desmatamento autorizado no Oeste da Bahia, onde municípios como São Desidério já despontam entre os maiores desmatadores do Brasil. O cenário é apontado no livro Desmatamento e apropriação da água no Oeste da Bahia: uma política de Estado. A [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Intensificado desde 2010, o processo de flexibilização da legislação estadual tem contribuído para o avanço do desmatamento autorizado no Oeste da Bahia, onde municípios como São Desidério já despontam entre os maiores desmatadores do Brasil. O cenário é apontado no livro Desmatamento e apropriação da água no Oeste da Bahia: uma política de Estado. A publicação sinaliza que, de setembro de 2007 a junho de 2021, as Autorizações de Supressão de Vegetação (ASV) emitidas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), que dispensavam o licenciamento ambiental para atividades agrossilvopastoris, possibilitaram o desmatamento de 992.587 hectares, equivalente a 32 vezes a extensão continental da cidade de Salvador. Análises envolvendo 5.126 portarias de ASV e 835 portarias de Outorgas de Uso de Recursos Hídricos indicam que 80% das áreas de desmatamento autorizado se concentram no Cerrado baiano. As outorgas de água, emitidas de setembro de 2007 a setembro de 2022 na região, equivalem à captação diária de 17 bilhões de litros das bacias hidrográficas dos rios Grande, Corrente e Carinhanha. A vazão seria suficiente para abastecer, diariamente, sete vezes a população do estado da Bahia e nove vezes a da cidade de São Paulo. Os dez municípios que mais desmataram com ASV são Formosa do Rio Preto, São Desidério, Jaborandi, Correntina, Cocos, Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Riachão das Neves, Baianópolis e Santa Rita de Cássia. O Cerrado baiano se insere na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), onde a expansão da fronteira agropecuária tem causado avanço acelerado do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/10/flexibilizacao-da-legislacao-impulsiona-o-desmatamento-do-cerrado-na-bahia-alerta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Contaminação por glifosato atinge municípios a quilômetros de distância das lavouras</title>
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					<pubDate>04 Set 2024 14:14:59 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Ameaças às Florestas Tropicais, Cerrado, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Conflitos, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Lei Ambiental, Monocultura, Política Ambiental e Queimadas]]>
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							<![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores produtores de soja do mundo. Uma potência agrícola movida a toneladas e mais toneladas de agrotóxicos, que colocam o Brasil no topo do ranking mundial de consumos de pesticidas. Quase um terço desse consumo se concentra em apenas uma substância: o glifosato, um herbicida usado para matar as outras [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O Brasil é um dos maiores produtores de soja do mundo. Uma potência agrícola movida a toneladas e mais toneladas de agrotóxicos, que colocam o Brasil no topo do ranking mundial de consumos de pesticidas. Quase um terço desse consumo se concentra em apenas uma substância: o glifosato, um herbicida usado para matar as outras plantas que insistem em crescer junto aos pés da oleaginosa. Em 2015, a Organização Mundial de Saúde concluiu que o glifosato era “provavelmente cancerígeno” para humanos. Mesmo assim, quatro anos depois, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reavaliou para baixo o nível de toxicidade do pesticida, até então classificado como &#8220;extremamente tóxico&#8221;. À época, a agência justificou que “o glifosato apresenta maior risco para os trabalhadores que atuam em lavouras e para as pessoas que vivem próximas a estas áreas”, sugerindo que medidas de proteção na hora da aplicação seriam suficientes para garantir o uso seguro do pesticida. Afirmação reforçada pelos produtores do agrotóxico, que afirmam que o produto é rapidamente absorvido no ambiente, limitando sua dispersão.  Cada vez mais estudos, no entanto, mostram que os efeitos do herbicida podem ser sentidos a dezenas de quilômetros dos locais de aplicação. Pesquisadores já detectaram a presença do agrotóxico em rios do Brasil, Argentina e Estados Unidos, os três maiores produtores de soja do mundo. Na Argentina, a substância foi encontrada mesmo em locais distantes das plantações, enquanto nos Estados Unidos um estudo encontrou a substância em 74% das amostras analisadas. &#8220;O glifosato impacta toda a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/contaminacao-por-glifosato-atinge-municipios-a-quilometros-de-distancia-das-lavouras/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cerrado não estaria tão seco se não fossem as mudanças climáticas, revela estudo</title>
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					<pubDate>13 Ago 2024 07:35:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Molly Hering]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alterações Climáticas, Ameaças às Florestas Tropicais, Animais, Biodiversidade, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Monocultura, Política Ambiental, Recursos hídricos, Reflorestamento e Seca]]>
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							<![CDATA[<p> Sofrendo com secas severas há décadas, o Cerrado passa por uma crise hídrica permanente. Seus aquíferos estão perdendo água mais rápido do que conseguem se renovar, os rios estão quase secos, e a população que vive e produz na bacia hidrográfica do Rio São Francisco, antes caudaloso, começa a duvidar se ainda é possível confiar [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[ Sofrendo com secas severas há décadas, o Cerrado passa por uma crise hídrica permanente. Seus aquíferos estão perdendo água mais rápido do que conseguem se renovar, os rios estão quase secos, e a população que vive e produz na bacia hidrográfica do Rio São Francisco, antes caudaloso, começa a duvidar se ainda é possível confiar em seu reduzido fluxo para o abastecimento de água e a produção de energia hidrelétrica. Um novo estudo traz respostas para a causa da seca, há muito debatidas. Depois de analisar 700 anos de dados climáticos coletados numa caverna em Minas Gerais, um grupo de pesquisadores concluiu que a seca atual, a mais severa dos últimos sete séculos, seria impossível sem o aquecimento atmosférico causado pela espécie humana. O estudo, publicado na revista Nature Communications, faz parte de uma pesquisa maior para compreender a variação do clima e as mudanças climáticas no centro-leste da América do Sul. Bioma que abriga 5% das espécies de plantas e animais do planeta, o Cerrado é a savana mais biodiversa do mundo e uma fonte essencial de água. Os rios que ali nascem são responsáveis pela produção de energia elétrica para nove entre dez brasileiros. Os pesquisadores coletaram dados da Caverna da Onça, no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, no norte de Minas Gerais. A área fica ao sul do Matopiba, zona que inclui os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e é a mais recente e importante fronteira agrícola do país. Caverna da Onça, no Parque Nacional&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/08/cerrado-nao-estaria-tao-seco-se-nao-fossem-as-mudancas-climaticas-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como grandes aves podem ajudar na regeneração de florestas — se o desmatamento não atrapalhar</title>
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					<pubDate>06 Jun 2024 08:28:30 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Aves, Biodiversidade, Caça, Cerrado, Comércio de Vida Selvagem, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Reflorestamento e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Maior representante da sua família, o tucano-toco (Ramphastos toco) pode apresentar uma envergadura das asas superior a 1 metro e percorrer voos de mais de 90 metros de distância. Nesses percursos, muitas vezes ele carrega algo preciosíssimo para a regeneração natural das florestas: sementes das frutas das quais ele se alimenta. Assim como acontece com [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Maior representante da sua família, o tucano-toco (Ramphastos toco) pode apresentar uma envergadura das asas superior a 1 metro e percorrer voos de mais de 90 metros de distância. Nesses percursos, muitas vezes ele carrega algo preciosíssimo para a regeneração natural das florestas: sementes das frutas das quais ele se alimenta. Assim como acontece com os tucanos, ao dispersarem sementes no solo, outras espécies de grandes aves frugívoras – jacus (Penelope obscura) ou gralhas-do-campo (Cyanocorax cristatellus), entre outras –, podem contribuir para o aumento do armazenamento de carbono em 38% nas florestas tropicais em regeneração. O número acaba de ser revelado por uma análise publicada no jornal Nature Climate Change por um grupo de pesquisadores do Crowther Lab, do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH), na Suíça. “A redução do desmatamento e a restauração de florestas têm um papel fundamental na diminuição do carbono atmosférico e na mitigação das mudanças climáticas. Porém, existem muitas barreiras para restauração em grande escala, como altos custos, o nível de degradação do solo e a falta de banco de sementes”, diz a brasileira Danielle Leal Ramos, doutora em Ecologia e Biodiversidade da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e uma das coautoras do artigo. Ela explica que em florestas tropicais, como a Amazônia ou a Mata Atlântica, a maior parte das espécies de plantas depende de animais para dispersar sementes – sendo assim, aves podem ajudar a romper essas barreiras, transportando e plantando as sementes em áreas degradadas. “Nosso objetivo [com o estudo] foi quantificar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/como-grandes-aves-podem-ajudar-na-regeneracao-de-florestas-se-o-desmatamento-nao-atrapalhar/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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