<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?topic=ativismo&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/ativismo/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Mon, 21 Sep 2026 16:29:01 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.5</generator>
				<item>
					<title>10 iniciativas indígenas de retomada do território</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>15 Set 2026 09:51:56 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/09/23140903/Maxakali_Xavier-Bartaburu_MAX7403-e1789425801277-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=196288</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agroecologia, Agrofloresta, Água, Amazônia, Ambientalistas, Áreas Protegidas, Ativismo, Caatinga, Cerrado, Comida, Comunidades Tradicionais, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Etnocídio, Florestas, Garimpo, Grilagem, Indígenas, Índios, Justiça Social, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Medicina tradicional, Povos indígenas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental, Sustentabilidade, Tecnologia e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em vez de se limitarem a defender o que resta, estas comunidades passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">10 iniciativas indígenas de retomada do território</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em diferentes regiões do Brasil, povos indígenas têm recuperado terras transformadas em pastagens, degradadas pelo garimpo ou usadas como depósito de lixo, assumindo também o trabalho de restaurar a vegetação e restabelecer as condições para viver nesses lugares. São comunidades que avançam na direção contrária à das frentes de destruição: em vez de se limitarem a defender o que resta, passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido. Destacamos aqui 10 reportagens publicadas pela Mongabay sobre como diversos povos indígenas do país, aliando tecnologia e saberes ancestrais, estão transformando seus territórios em lugares melhores para se viver. &nbsp; Ritual na Terra Indígena Maxakali (MG). Foto: Xavier Bartaburu/Mongabay. Por que os Maxakali estão convocando os espíritos para recuperar a Mata Atlântica Confinados em pequenas terras indígenas tomadas por pastagens no nordeste de Minas Gerais, os Tikmũ’ũn/Maxakali estão recuperando áreas de Mata Atlântica e implantando quintais agroflorestais por meio do projeto Hãmhi. Iniciada em 2023, a iniciativa forma e remunera agentes agroflorestais e viveiristas indígenas. O trabalho busca enfrentar a fome e recompor a vegetação necessária à vida cultural e religiosa do povo. A floresta é o lugar onde vivem os yãmĩyxop, povos-espíritos cujos cantos preservam o conhecimento sobre uma Mata Atlântica que já quase desapareceu na região. &nbsp; Carl e Isabel Gakran (com Zágtxo, filha do casal), coordenadores do Instituto Zág, na Terra Indígena Ibirama-Laklãnõ (SC). Foto: Anderson Coelho. Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina Zág é como os Laklãnõ/Xokleng chamam a araucária — árvore&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Falta de dados trava combate a crimes ambientais em Angola, diz ambientalista</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Ago 2026 07:52:05 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[David Tjyakala]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/08/18191040/Erica_Tavares_banner_2-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195999</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[África]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Entrevistas, Governança, Justiça Social, Mudanças climáticas e Responsabilidade Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Angola enfrenta importantes desafios ambientais e o governo tem assumido compromissos em fóruns internacionais, como a implementação do Protocolo de Montreal e da Emenda de Kigali, com enfoque na eliminação progressiva dos hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) em 2030 e na redução dos hidrofluorcarbonetos (HFCs) em 80% em 2045.  Apesar disso, as crises climáticas, como secas prolongadas que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/" data-wpel-link="internal">Falta de dados trava combate a crimes ambientais em Angola, diz ambientalista</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Angola enfrenta importantes desafios ambientais e o governo tem assumido compromissos em fóruns internacionais, como a implementação do Protocolo de Montreal e da Emenda de Kigali, com enfoque na eliminação progressiva dos hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) em 2030 e na redução dos hidrofluorcarbonetos (HFCs) em 80% em 2045.  Apesar disso, as crises climáticas, como secas prolongadas que afetam a região Sul do país, a degradação dos solos e as inundações provocadas por chuvas intensas continuam a causar impactos sociais e econômicos significativos. Estima-se que mais de 2,2 milhões de pessoas sejam afetadas por estes fenômenos.  É neste contexto que ganha relevância a voz de uma nova geração de ambientalistas angolanos. Entre eles está Érica Tavares, de 29 anos. Ela estudou biologia ambiental na Universidade de Nottingham, no Reino Unido, e hoje se dedica à conservação ambiental e à mobilização da juventude em Angola. É cofundadora da organização não governamental (ONG) EcoAngola e tem estado na linha da frente da defesa das florestas, da educação ambiental e da participação dos jovens nos debates sobre sustentabilidade. Em entrevista à Mongabay Brasil, Érica comenta sua trajetória como ambientalista e os problemas ambientais que mais a preocupam. Mongabay: Como você descreveria a situação  do meio ambiente em Angola em 2026? Está melhor ou pior do que há cinco anos? Érica Tavares: É sempre difícil responder a essa pergunta, que me é feita muitas vezes, porque um dos grandes desafios que nós temos é a análise de dados e informação [que não existem]. Para fazermos uma análise&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Como o etnobotânico indígena Pataxó HãHãHãi e anciãos registraram o conhecimento medicinal de seu povo na Bahia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Ago 2026 07:00:29 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/08/12070837/banner-2-768x512.png" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195915</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América, América Do Sul, América Latina, Bahia e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Áreas Protegidas, Ativismo, Biodiversidade, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Indígenas, Medicina tradicional, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Saúde, Socioambiental e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Como o etnobotânico indígena Pataxó HãHãHãi e anciãos registraram o conhecimento medicinal de seu povo na Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à Mongabay, em sua horta com várias plantas medicinais em sua terra ancestral no sul da Bahia. Ao lado da anciã indígena do povo Kariri-Sapuyá está uma grandiosa árvore embaúba (Cecropia pachystachya), usada para tratar diabetes e problemas de próstata. “Era ali a nossa mata… Derrubaram tudo. Tudo foi descampado aqui. E acabaram com a mata.” Dona Marta contou que algumas espécies nativas como a embaúba foram plantadas no quintal de sua casa na aldeia Caramuru há 44 anos, no processo de retomada do território. Outras, no entanto, desapareceram nas últimas décadas, quando invasores entraram na área e derrubaram florestas para dar lugar a pastagens de gado, acrescentou. Ela lamentou o sumiço de uma planta específica: puaia, usada para tratar dor de barriga, cansaço, picadas de cobra, peste — uma doença que, segundo os anciãos, provocava febre, dores de cabeça, e deixava o corpo todo retorcido  — e outras enfermidades. “Ficava ali na mata&#8221;, lembrou Dona Marta, apontando para as montanhas desmatadas. “Acabou tudo.” Em 27 de dezembro de 2025, Dona Marta faleceu. Seu conhecimento, no entanto, está vivo em um artigo publicado no Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine que a citou, de autoria do etnobotânico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>03 Ago 2026 08:26:55 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Felipe Sabrina]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/28142724/AP19273713038690-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195754</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Maranhão]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Ativismo, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Corrupção, Crime Ambiental, Direitos humanos, Justiça Social, Lei Ambiental, Madeira e Madeireiras]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em 2015, Raimundo Rodrigues foi assassinado por fazendeiros no Maranhão. Maria, sua esposa, sobreviveu. Mas deixou de existir para continuar viva.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Por volta de 1 da manhã do dia 29 de abril de 2026, no salão do júri da Comarca de Bom Jardim, no Maranhão, o juiz Philipe Silveira da Cunha quantificou publicamente o destino do ex-policial militar Francisco da Silva Sousa: “Fica o réu definitivamente condenado a 35 anos e quatro meses de reclusão. Fixo o regime fechado para o início do cumprimento da pena”, anunciou o juiz ao microfone, em pé, diante do réu, dos jurados, dos promotores de justiça e dos advogados de defesa e acusação, sob as luzes brancas do salão que iluminaram mais de 16 horas de julgamento, iniciado na manhã do dia anterior. O ex-policial, de 66 anos, saiu direto dali para a prisão. Da Silva, como é conhecido, foi considerado culpado pelo júri popular por arquitetar o assassinato do ambientalista e camponês Raimundo dos Santos Rodrigues, 54 anos, e a tentativa de homicídio da esposa de Raimundo, Maria*, com 37 anos à época. O crime aconteceu no dia 25 de agosto de 2015, ali mesmo em Bom Jardim, dentro da Reserva Biológica do Gurupi, unidade de conservação federal administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio. Raimundo, Maria, seus seis filhos e outras cerca de 38 famílias camponesas viviam acampadas, desde 2009, na comunidade Brejinho Rio da Onça II, situada dentro da reserva, à espera de uma resolução do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para regularizar sua situação como assentados da reforma agrária — ali ou em outro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>‘Falar de agroecologia é falar de autonomia no campo’, diz Olga Muthambe</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>28 Jul 2026 08:34:02 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Far Vubil]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/22174631/Olga-corte-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195712</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[África]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agroecologia, Ativismo, Conflitos, Conflitos sociais, Direitos humanos, Entrevistas, Extrativismo, Justiça Social e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/" data-wpel-link="internal">‘Falar de agroecologia é falar de autonomia no campo’, diz Olga Muthambe</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. A entidade procura trabalhar sobretudo com moçambicanas em situação de vulnerabilidade social.  O deslocamento da população local, com implicações para os seus meios de subsistência, a expropriação e a concentração de recursos e da terra estão entre os efeitos negativos mais comumente identificados como desdobramentos do extrativismo, que muitas vezes consiste na apropriação da natureza por meio da exploração do trabalho. Segundo a Hikone Moçambique, o extrativismo ainda fragiliza a soberania alimentar e agrava desigualdades, afetando desproporcionalmente as mulheres — que perdem alternativas de geração de renda. A Hikone foi cofundada pela ativista social moçambicana Olga Muthambe, atual diretora-executiva da organização. Feminista, praticante de desenvolvimento comunitário, professora autodidata e mãe de sete filhos, ela possui mais de 30 anos de experiência no trabalho com comunidades rurais. Na década de 1990, Muthambe trabalhou com mulheres e jovens em projetos de reabilitação após os anos da guerra civil de Moçambique (1977-1992), coordenando iniciativas para garantir segurança alimentar.  Décadas depois, em 2021, com o prolongamento  de outro conflito armado em Cabo Delgado, a ONG expandiu seu trabalho para apoiar mulheres afetadas pela violência e pelo deslocamento forçado — que, só nessa província, afetou cerca de um milhão de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>No sudoeste baiano, os saberes de um quilombo sobrevivem em sementes</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>24 Jul 2026 20:02:07 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mariana Martins]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/17143021/WhatsApp-Image-2026-07-01-at-12.21.53-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195637</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agroecologia, Alimentos, Ativismo, Comunidades Tradicionais, Demarcação Territorial, Direitos humanos, Quilombolas e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>No Quilombo Lagoa de Melquíades e Amâncio, um território tradicional localizado a cerca de 50 quilômetros de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, preservar sementes crioulas livres de transgênicos e de agrotóxicos tornou-se uma linha de frente: são elas que mantêm viva uma ancestralidade que resiste  ao cerco da monocultura, ao limbo fundiário causado [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/" data-wpel-link="internal">No sudoeste baiano, os saberes de um quilombo sobrevivem em sementes</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[No Quilombo Lagoa de Melquíades e Amâncio, um território tradicional localizado a cerca de 50 quilômetros de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, preservar sementes crioulas livres de transgênicos e de agrotóxicos tornou-se uma linha de frente: são elas que mantêm viva uma ancestralidade que resiste  ao cerco da monocultura, ao limbo fundiário causado pela lenta demarcação de terras e às mudanças no regime de chuvas. O sustento dessa comunidade está guardado em pequenos grãos de milho e feijão puros, que fazem parte de um banco de sementes gerido de forma comunitária.  O manuseio desses grãos não é uma prática agrícola recente. Como legado passado adiante de avós para seus filhos e netos, os agricultores estavam acostumados a guardar suas sementes em um cômodo de suas próprias casas. Com o tempo, foi possível encontrar novos caminhos. A tarefa acabou nas mãos de Tiago França da Silva, 34 anos, líder do quilombo baiano: depois de estudar agroecologia, o representante resolveu envolver a comunidade na construção de um banco de sementes.  Assim nasceu  a Casa de Sementes, em 2017. Nela, Tiago  passou a atuar como um  guardião dos grãos, liderando uma comissão organizadora que selecionava e avaliava as sementes. Posteriormente, por seu trabalho, foi escolhido pela comunidade para ser a liderança geral do quilombo.   Essa herança biológica e cultural, contudo, está ameaçada pelo cerco territorial e pela contaminação. A proximidade do quilombo às grandes fazendas de gado  e  ao monocultivo de eucalipto não apenas pressiona os limites do território ancestral, como&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Estado do Rio proíbe carne de tubarão em merenda escolar por riscos à saúde e ao meio ambiente</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/01/estado-do-rio-proibe-carne-de-tubarao-em-merenda-escolar-por-riscos-a-saude-e-ao-meio-ambiente/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/01/estado-do-rio-proibe-carne-de-tubarao-em-merenda-escolar-por-riscos-a-saude-e-ao-meio-ambiente/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Jan 2026 14:29:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mongabay Editor]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Cadeias alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[Vida selvagem nos oceanos]]></category>
										<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/01/27125142/a.-BANNER-6121048750_093999bd41_o-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194938</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Tubarão ameaçado no prato]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Ativismo, Biodiversidade e Espécies Ameaçadas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO — A Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro baniu a carne de tubarão na merenda escolar de 1.200 instituições da rede pública estadual, colocando o estado no caminho de se tornar o primeiro do país a proibir o alimento nas refeições escolares. A medida foi adotada após pressão de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/estado-do-rio-proibe-carne-de-tubarao-em-merenda-escolar-por-riscos-a-saude-e-ao-meio-ambiente/" data-wpel-link="internal">Estado do Rio proíbe carne de tubarão em merenda escolar por riscos à saúde e ao meio ambiente</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[RIO DE JANEIRO — A Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro baniu a carne de tubarão na merenda escolar de 1.200 instituições da rede pública estadual, colocando o estado no caminho de se tornar o primeiro do país a proibir o alimento nas refeições escolares. A medida foi adotada após pressão de conservacionistas e conselheiros de alimentação escolar, que alertaram sobre os riscos à saúde e ao meio ambiente; a decisão, no entanto, foi criticada pela indústria pesqueira. Em um comunicado enviado à Mongabay em 8 de janeiro, a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro (Seeduc RJ) disse que &#8220;a suspensão teve como base fundamentos técnicos, científicos, sanitários e ambientais&#8230; atendendo, assim, ao princípio da precaução e da proteção integral da infância&#8221;, conforme exigido pela Constituição Federal e pelas diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar. O órgão informou que a proibição se baseou em evidências da Organização Mundial da Saúde (OMS), do órgão de administração de alimentos e medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Em vigor desde 23 de outubro de 2025, o banimento da carne de tubarão nas escolas foi enviado por e-mail no mesmo dia às 1.200 escolas administradas pela Seeduc RJ, que representam 95% das escolas da rede estadual. A diretriz de &#8220;caráter imediato&#8221;, vista pela Mongabay, foi assinada pela coordenadora de segurança alimentar da Seeduc RJ, Lívia Ribera Souza. O documento cita uma nota técnica da ONG de conservação marinha Sea&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/estado-do-rio-proibe-carne-de-tubarao-em-merenda-escolar-por-riscos-a-saude-e-ao-meio-ambiente/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/01/estado-do-rio-proibe-carne-de-tubarao-em-merenda-escolar-por-riscos-a-saude-e-ao-meio-ambiente/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Apesar de 6 anos de espera, julgamento do assassinato de guardião da floresta é adiado para 2026</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/11/apesar-de-6-anos-de-espera-julgamento-do-assassinato-de-guardiao-da-floresta-e-adiado-para-2026/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/11/apesar-de-6-anos-de-espera-julgamento-do-assassinato-de-guardiao-da-floresta-e-adiado-para-2026/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>07 Nov 2025 17:56:49 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/11/07170354/Banner-image-composite-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194643</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[A madeira do sangue Guajajara]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Desmatamento, Etnocídio, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Terras Indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Seis anos depois do assassinato do líder indígena Paulo Paulino Guajajara e da tentativa de assassinato de seu colega, Laércio Guajajara, na Amazônia, o julgamento dos dois suspeitos acusados dos crimes ainda não ocorrerá este ano, provocando indignação entre o povo Guajajara e defensores dos direitos indígenas. &#8220;Estou preocupado porque nunca houve o julgamento. Os [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/apesar-de-6-anos-de-espera-julgamento-do-assassinato-de-guardiao-da-floresta-e-adiado-para-2026/" data-wpel-link="internal">Apesar de 6 anos de espera, julgamento do assassinato de guardião da floresta é adiado para 2026</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Seis anos depois do assassinato do líder indígena Paulo Paulino Guajajara e da tentativa de assassinato de seu colega, Laércio Guajajara, na Amazônia, o julgamento dos dois suspeitos acusados dos crimes ainda não ocorrerá este ano, provocando indignação entre o povo Guajajara e defensores dos direitos indígenas. &#8220;Estou preocupado porque nunca houve o julgamento. Os bandidos que mataram meu filho nunca foram condenados, nunca foram presos&#8221;, disse José Maria Paulino Guajajara, pai de Paulo, à Mongabay por telefone. Ele disse estar muito revoltado porque o julgamento deveria ter ocorrido “há muito tempo”. &#8220;Já vai passar esse ano de novo, aí [depois] outro ano de novo&#8230; Será que as autoridades estão só me enganando?&#8221;, questionou José Maria. Em 1º de novembro de 2019, Paulo Guajajara e Laércio Guajajara foram atacados durante uma emboscada, supostamente feita por madeireiros, dentro da Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão. Aguardado há anos, o laudo antropológico dos danos coletivos à comunidade indígena, resultantes desses crimes, foi anexado ao processo judicial em agosto. O julgamento, no entanto, só deve ocorrer no início de 2026, &#8220;tendo em vista não haver tempo hábil para a sua realização até o final deste ano&#8221;, disseram os assessores do juiz responsável pelo caso à Mongabay por e-mail. &#8220;Até agora, nunca acreditei que o julgamento dos indiciados fosse acontecer. A cada dia que passa, fico mais decepcionado com as leis brasileiras, principalmente [diante de] crimes contra defensores da vida e da floresta — e de tudo que depende da floresta para dar continuidade&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/apesar-de-6-anos-de-espera-julgamento-do-assassinato-de-guardiao-da-floresta-e-adiado-para-2026/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/11/apesar-de-6-anos-de-espera-julgamento-do-assassinato-de-guardiao-da-floresta-e-adiado-para-2026/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Investigação da Mongabay sobre carne de tubarão motiva audiência pública e reação do setor</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Ago 2025 07:00:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla MendesLucas BertiPhilip Jacobson]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/08/26230355/Banner-reactions-story-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194291</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Tubarão ameaçado no prato]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Ativismo, Biodiversidade, Comida, Espécies Ameaçadas, Governança, Oceanos, Peixes, Pesca, Política Ambiental e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A investigação da Mongabay que revelou a compra de carne de tubarão em larga escala por órgãos dos governos federal, estadual e municipal para o consumo em escolas, hospitais, prisões e outras instituições públicas do país, será usada como base para convocar uma audiência pública no Congresso Nacional. O deputado federal Nilto Tatto, presidente da [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/" data-wpel-link="internal">Investigação da Mongabay sobre carne de tubarão motiva audiência pública e reação do setor</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A investigação da Mongabay que revelou a compra de carne de tubarão em larga escala por órgãos dos governos federal, estadual e municipal para o consumo em escolas, hospitais, prisões e outras instituições públicas do país, será usada como base para convocar uma audiência pública no Congresso Nacional. O deputado federal Nilto Tatto, presidente da Frente Parlamentar Ambiental, disse que ficou &#8220;espantado&#8221; com a quantidade de licitações de carne de tubarão reveladas pela reportagem no fim de julho e que enviará em breve um requerimento de audiência pública à Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da na Câmara dos Deputados. &#8220;Não dá para a gente aceitar isso&#8221;, disse ele à Mongabay por telefone. A investigação — apoiada pelo Pulitzer Center e republicada pela Folha de S.Paulo e ((o))eco — identificou mais de 1.000 licitações de carne de tubarão emitidas desde 2004 por órgãos municipais e estaduais para 5.900 instituições públicas em 10 estados brasileiros, com valor de pelo menos R$ 112 milhões. Embora algumas licitações podem não ter resultado em compras efetivas (uma vez que os contratos podem ser executados ou não), a reportagem mostrou que a carne de tubarão foi servida, principalmente, em escolas, bases militares, abrigos para moradores em situação de rua, maternidades e casas de repouso para idosos, entre outras instituições. Ao contrário da difusão de informações sobre as vendas de barbatanas de tubarão, faltam dados sobre o comércio da carne do animal e os cientistas estão apenas começando a investigar o tema. Após a publicação&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/08/investigacao-da-mongabay-sobre-carne-de-tubarao-motiva-audiencia-publica-e-reacao-do-setor/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Investigação da Mongabay motiva remoção de gado ilegal da Terra Indígena Arariboia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/04/investigacao-da-mongabay-motiva-remocao-de-gado-ilegal-da-terra-indigena-arariboia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/04/investigacao-da-mongabay-motiva-remocao-de-gado-ilegal-da-terra-indigena-arariboia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>11 Abr 2025 16:27:12 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/04/11134028/paulo-poster-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193634</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[A madeira do sangue Guajajara]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Ativismo, Conflitos de terra, Conservação, Crime Ambiental, Direitos humanos, Florestas, Florestas Tropicais, Governança, Indígenas, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Uma investigação da Mongabay que revelou uma explosão de gado ilegal, em meio a um número recorde de assassinatos de indígenas Guajajara, foi usada por autoridades federais para remover milhares de cabeças de gado da Terra Indígena Arariboia, no Maranhão.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/investigacao-da-mongabay-motiva-remocao-de-gado-ilegal-da-terra-indigena-arariboia/" data-wpel-link="internal">Investigação da Mongabay motiva remoção de gado ilegal da Terra Indígena Arariboia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma investigação da Mongabay que revelou uma explosão de gado ilegal, em meio a um número recorde de assassinatos de indígenas Guajajara, foi usada por autoridades federais para remover milhares de cabeças de gado da Terra Indígena Arariboia, no Maranhão. &#8220;Teu relatório está muito parecido com o que a gente está encontrando em campo, de fato. Ele parte dessa realidade de fato, então nos ajudou muito em termos práticos&#8221;, Marcos Kaingang, secretário nacional de direitos territoriais indígenas do Ministério dos Povos Indígenas, disse à Mongabay em uma entrevista em vídeo. Em junho de 2024, a Mongabay publicou uma investigação de um ano, com financiamento e apoio editorial do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, revelando que grandes áreas da Terra Indígena (TI) Arariboia haviam sido tomadas pela pecuária para fins comerciais, o que viola a Constituição. &#8220;Tinha uma presença grande de gado, milhares de cabeças que estavam lá e que não deveriam estar ali&#8221;, disse Kaingang. A investigação também revelou detalhes que as autoridades disseram desconhecer: a alteração física dos marcos de demarcação da Arariboia por fazendeiros que fazem fronteira com o território. &#8220;Era um tema que eu diria que estava passando despercebido&#8221;, disse Kaingang, que afirma só ter tomado conhecimento do fato pela investigação. &#8220;A gente trouxe [essa denúncia] como um ponto importante nas nossas discussões. E a gente foi verificar que, de fato, os marcos tinham sido alterados&#8221;. Iniciada em fevereiro, a operação do governo federal removeu entre 1.000 e 2.000 cabeças de gado da Arariboia, disse Kaingang.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/investigacao-da-mongabay-motiva-remocao-de-gado-ilegal-da-terra-indigena-arariboia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/04/investigacao-da-mongabay-motiva-remocao-de-gado-ilegal-da-terra-indigena-arariboia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>&#8216;Cinco anos e nada de justiça&#8217;: burocracia atrasa julgamento do assassinato de guardião da floresta</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/11/cinco-anos-e-nada-de-justica-burocracia-atrasa-julgamento-do-assassinato-de-guardiao-da-floresta/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/11/cinco-anos-e-nada-de-justica-burocracia-atrasa-julgamento-do-assassinato-de-guardiao-da-floresta/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Nov 2024 12:18:33 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/11/12142858/IMG_20241101_121642-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=192961</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[A madeira do sangue Guajajara]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ativismo, Crime Ambiental, Indígenas, Justiça Social, Lei Ambiental, Povos indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O dia 1º de novembro marcou o aniversário de cinco anos do assassinato do guardião da floresta Paulo Paulino Guajajara e da tentativa de assassinato de seu colega guardião Laércio Guajajara em uma suposta emboscada feita por madeireiros na Terra Indígena Arariboia, na Amazônia; os suspeitos ainda não foram julgados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/cinco-anos-e-nada-de-justica-burocracia-atrasa-julgamento-do-assassinato-de-guardiao-da-floresta/" data-wpel-link="internal">&#8216;Cinco anos e nada de justiça&#8217;: burocracia atrasa julgamento do assassinato de guardião da floresta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“Eles estão soltos e eu estou por aqui ainda. De repente, quem sabe, eles não planejam para me executar também. Eu fico muito preocupado com isso”, diz o líder indígena Laércio Guajajara, sobrevivente de uma suposta emboscada de madeireiros ilegais que matou o colega guardião da floresta Paulo Paulino Guajajara. O crime ocorreu em 1º de novembro de 2019 na Terra Indígena Arariboia, a segunda maior Terra Indígena (TI) do estado do Maranhão, na Amazônia. Laércio diz que está indignado com a demora do julgamento dos dois suspeitos acusados pelo crime ocorrido há meia década. “Eu nunca acreditei que a justiça ia ajudar a gente pelo lado da autoproteção territorial e a vida do ser humano”, disse à Mongabay em uma mensagem de voz. &#8220;E hoje eu estou terminando de acreditar nisso, que não tem justiça para o lado dos povos indígenas. Vai fazer cinco anos e nada de justiça ser feita”. Assim como Laércio, Paulo era membro dos “Guardiões da Floresta”, um grupo de indígenas Guajajara da Arariboia que arriscam suas vidas para proteger seu território ancestral contra a extração ilegal de madeira, a caça e outros crimes ambientais. O grupo, formado há uma década, também protege o povo Awá, caçadores-coletores que vivem em isolamento voluntário nas profundezas das florestas da Arariboia e são considerados o grupo indígena mais ameaçado do planeta. Entre 1991 e 2023, 81 indígenas Guajajara foram assassinados no Maranhão, mais de dois terços do total de mortes de indígenas em todo o estado, mas nenhum&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/cinco-anos-e-nada-de-justica-burocracia-atrasa-julgamento-do-assassinato-de-guardiao-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/11/cinco-anos-e-nada-de-justica-burocracia-atrasa-julgamento-do-assassinato-de-guardiao-da-floresta/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Recorde de indígenas eleitos nos municípios abre caminho para pleito de 2026, afirmam ativistas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/10/recorde-de-indigenas-eleitos-nos-municipios-abre-caminho-para-pleito-de-2026-afirmam-ativistas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/10/recorde-de-indigenas-eleitos-nos-municipios-abre-caminho-para-pleito-de-2026-afirmam-ativistas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>16 Out 2024 16:49:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/10/16131331/1-Ingrid-Satere-Mawe-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=192843</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ativismo, Conservação, Governança, Indígenas, Justiça Social, Lei Ambiental, Política Ambiental e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um número recorde de indígenas foi eleito nas eleições municipais de 2024, uma medida fundamental para garantir o cumprimento dos direitos dos povos indígenas, serviços públicos e assistência, e deve abrir caminho para eleger mais indígenas nos pleitos estaduais e federais de 2026, afirmam ativistas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/10/recorde-de-indigenas-eleitos-nos-municipios-abre-caminho-para-pleito-de-2026-afirmam-ativistas/" data-wpel-link="internal">Recorde de indígenas eleitos nos municípios abre caminho para pleito de 2026, afirmam ativistas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um número recorde de indígenas foi eleito nas eleições municipais de 2024, uma medida fundamental para garantir o cumprimento dos direitos dos povos indígenas, serviços públicos e assistência, e deve abrir caminho para eleger mais indígenas nos pleitos estaduais e federais de 2026, afirmam ativistas. Em 6 de outubro, 256 indígenas foram eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em todas as regiões brasileiras, um aumento de 8% em comparação com os 236 eleitos no pleito de 2020. No total, 2.506 candidatos indígenas de 169 povos receberam 1.635.530 votos, contra 2.212 candidatos de 71 etnias em 2020. Os candidatos indígenas foram o único grupo que registrou crescimento de votos este ano dentre os candidatos que se autodeclararam brancos, pardos, negros e amarelos, os quais tiveram uma redução de cerca de 20% no total de votos, de acordo com levantamento da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Após 351 anos de sua fundação, Florianópolis elegeu sua primeira vereadora indígena: Ingrid Sateré Mawé, com 3.430 votos. “Essa eleição representa o resultado de uma luta que vem sendo construída há muito tempo por nós que estamos organizadas enquanto mulheres indígenas”, disse Ingrid Sateré Mawé à Mongabay em uma entrevista por telefone. &#8220;Além de começar um processo de reparação histórica, é trazer à tona que realmente nós existimos e resistimos&#8221;. Ingrid Sateré Mawé diz que sua eleição não foi “do nada”. Ela conta que começou sua jornada como ativista ambiental e integrante do movimento estudantil em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/10/recorde-de-indigenas-eleitos-nos-municipios-abre-caminho-para-pleito-de-2026-afirmam-ativistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/10/recorde-de-indigenas-eleitos-nos-municipios-abre-caminho-para-pleito-de-2026-afirmam-ativistas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>MPF espera que vídeo da Mongabay no Supremo do Chile influencie julgamento histórico no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/05/mpf-espera-que-video-da-mongabay-no-supremo-do-chile-influencie-julgamento-historico-no-brasil/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/05/mpf-espera-que-video-da-mongabay-no-supremo-do-chile-influencie-julgamento-historico-no-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>31 Mai 2024 17:05:07 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/05/31161135/paulo-guajajara-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=192202</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[A madeira do sangue Guajajara, Conservação na Amazônia, Desmatamento ilegal na Amazônia e Ecologistas ameaçados]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ativismo, Conservação, Crime Ambiental, Florestas Tropicais, Indígenas, Justiça Social, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>SANTIAGO, Chile — A exibição do vídeo da Mongabay sobre o assassinato do líder indígena Paulo Paulino Guajajara, de 26 anos, na Suprema Corte do Chile este mês, intensificou o clamor internacional para o caso, que ainda não foi a julgamento depois de quase cinco anos.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/mpf-espera-que-video-da-mongabay-no-supremo-do-chile-influencie-julgamento-historico-no-brasil/" data-wpel-link="internal">MPF espera que vídeo da Mongabay no Supremo do Chile influencie julgamento histórico no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta reportagem recebeu suporte do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, do qual Karla Mendes é bolsista. SANTIAGO, Chile — A exibição de um vídeo da Mongabay sobre o assassinato do líder indígena Paulo Paulino Guajajara, de 26 anos, na Suprema Corte do Chile este mês, intensificou o clamor internacional para o caso, que ainda não foi a julgamento depois de quase cinco anos. O Ministério Público Federal (MPF) espera que a exibição pressione para a obtenção de um veredicto histórico contra a impunidade dos assassinatos de povos indígenas no Brasil. O vídeo foi exibido no Chile como um dos casos de destaque do seminário &#8220;Crise ambiental: O papel do sistema judicial para garantir a segurança da voz crítica&#8221; na Suprema Corte, em 2 de maio, como parte da Conferência do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa da UNESCO, em Santiago. Paulo fazia parte dos Guardiões da Floresta, um grupo de indígenas Guajajara da Terra Indígena Arariboia que arriscam suas vidas para proteger seu território ancestral contra a extração ilegal de madeira, a caça e outros crimes ambientais em meio à falta de fiscalização do governo na região. Nos últimos 20 anos, 53 Guajajara foram assassinados no Maranhão, sem que nenhum dos autores tenha sido julgado, segundo o Conselho Indigenista Missionário (CIMI). Desse total, 24 foram mortos na TI Arariboia, segundo dados do CIMI; seis eram guardiões, segundo o povo Guajajara. Os Guardiões da Floresta são um grupo de indígenas Guajajara da Terra Indígena Arariboia que vão para a linha&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/mpf-espera-que-video-da-mongabay-no-supremo-do-chile-influencie-julgamento-historico-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/05/mpf-espera-que-video-da-mongabay-no-supremo-do-chile-influencie-julgamento-historico-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Fim da impunidade à vista para assassinatos de indígenas Guajajara</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/11/fim-da-impunidade-a-vista-para-assassinatos-de-indigenas-guajajara/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/11/fim-da-impunidade-a-vista-para-assassinatos-de-indigenas-guajajara/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>20 Nov 2023 08:54:30 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/11/16160148/Thumbnail-13-768x512.png" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191102</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[A madeira do sangue Guajajara]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Crime Ambiental, Justiça Social, Lei Ambiental, Povos indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O guardião da floresta Paulo Paulino Guajajara foi assassinado em novembro de 2019 na Terra Indígena Arariboia. Em agosto de 2023, a repórter investigativa da Mongabay Karla Mendes voltou à Arariboia para conversar com a família do Paulo e com Laércio Guajajara, que sobreviveu à emboscada, para trazer o caso à tona novamente, pois passados quatro anos, o crime ainda não foi julgado.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/11/fim-da-impunidade-a-vista-para-assassinatos-de-indigenas-guajajara/" data-wpel-link="internal">Fim da impunidade à vista para assassinatos de indígenas Guajajara</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta reportagem recebeu suporte do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, do qual Karla Mendes é bolsista. TERRA INDÍGENA ARARIBOIA, Maranhão — “Trago muita lembrança ainda, todo dia. Nunca esqueci o que aconteceu lá”, diz Laércio Guajajara. “Quando eu olhei para o lado — eu nunca esqueço: o meu companheiro já estava no chão. Eu acho que não deu tempo de ele dar nem um tiro… Por isso que a gente considera como emboscada mesmo”. Laércio testemunhou o assassinato de seu companheiro, o líder indígena Paulo Paulino Guajajara, e sobreviveu ao ataque que ocorreu há exatos quatro anos este mês em sua terra ancestral no Maranhão. Nenhum dos acusados, supostos madeireiros ilegais que invadiram a Terra Indígena Arariboia, ainda foi julgado pelo assassinato do jovem de 26 anos. &#8220;Foi muito tiro. Cinco armas de fogo contra uma”, Laércio contou à Mongabay. Ele foi baleado por quatro tiros, mas, durante uma pausa no tiroteio, conseguiu fugir, tendo que correr cerca de 11 quilômetros. “Me deu uma sede tão grande, que eu queria comer até terra. Tinha hora que eu caía no chão. Aí, para me levantar de novo, a maior dificuldade. O sangue saindo igual torneira”, disse Laércio. “Eu vinha pensando no caminho: &#8216;eu tenho que chegar vivo mesmo&#8217; lá perto da aldeia, que eu imaginava que eu ia [morrer] também. Porque eu pensava assim: &#8216;se esses invasores tivessem conseguido matar nós dois, eu e o Paulo, eles iam nos esconder dentro da floresta. Quem é que ia achar? Ninguém ia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/11/fim-da-impunidade-a-vista-para-assassinatos-de-indigenas-guajajara/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/11/fim-da-impunidade-a-vista-para-assassinatos-de-indigenas-guajajara/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Vídeo: Cinco indígenas Tembé baleados em &#8220;guerra do dendê&#8221; na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/08/video-cinco-indigenas-tembe-baleados-em-guerra-do-dende-na-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/08/video-cinco-indigenas-tembe-baleados-em-guerra-do-dende-na-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>11 Ago 2023 21:29:03 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/08/11204410/5646c558-7e2c-40f9-9929-892476c7a729-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=190510</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Desmatamento ilegal na Amazônia, Ecologistas ameaçados e Óleo de palma no mundo]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Conservação, Florestas Tropicais, Indígenas, Lei Ambiental, Óleo de Palma, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em apenas 72 horas, cinco indígenas foram em baleados ataques violentos na região Amazônica em meio à chamada “guerra do dendê”, provocando indignação e pedidos de justiça.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/08/video-cinco-indigenas-tembe-baleados-em-guerra-do-dende-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Vídeo: Cinco indígenas Tembé baleados em &#8220;guerra do dendê&#8221; na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta reportagem recebeu suporte do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, do qual Karla Mendes é bolsista. Em apenas 72 horas, cinco indígenas foram em baleados ataques violentos na região Amazônica em meio à chamada “guerra do dendê”, provocando indignação e pedidos de justiça. Em 4 de agosto, seguranças particulares da empresa de óleo de palma Brasil BioFuels S.A. (BBF) supostamente atiraram em Kauã Tembé, de 19 anos, na aldeia indígena Bananal, em Tomé-Açu, no Pará. Em 7 de agosto, Felipe Tembé, Dayane Tembé, Erlany Portilho Ferreira Tembé e Pylikape Tembé também foram baleados, supostamente por seguranças da BBF, afirmam líderes indígenas. Dayane Tembé foi baleada no pescoço; ela está internada em um hospital em Belém, recuperando-se de uma cirurgia à qual foi submetida em 8 de agosto. O quadro de saúde dela é estável, mas ela ainda não consegue se alimentar, disse à Mongabay Urutaw Turiwar Tembé, cacique da aldeia indígena Yriwar, em uma mensagem de voz em 11 de agosto. Após os tiroteios de 7 de agosto, os indígenas Tembé protestaram em frente à delegacia de Quatro Bocas, onde Felipe Tembé, alvejado naquele dia, foi preso por motivos não esclarecidos, segundo os indígenas. “Prenderam o segurança que atirou no meu filho?”, Urutaw Tembé gritou em um vídeo da manifestação, reivindicando justiça para seu filho Kauã Tembé e todos os indígenas baleados. Os tiroteios do fim de semana são o mais recente episódio de uma onda de violência ligada aos conflitos fundiários entre comunidades indígenas e empresas de óleo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/08/video-cinco-indigenas-tembe-baleados-em-guerra-do-dende-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/08/video-cinco-indigenas-tembe-baleados-em-guerra-do-dende-na-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Indígenas exigem justiça após 5 baleados em &#8216;guerra do dendê&#8217; na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/08/indigenas-exigem-justica-apos-5-baleados-em-guerra-do-oleo-de-palma-na-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/08/indigenas-exigem-justica-apos-5-baleados-em-guerra-do-oleo-de-palma-na-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>09 Ago 2023 21:10:03 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/08/09204904/protest-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=190475</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[A guerra do dendê e Desflorestação ilegal na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Conservação, Crime Ambiental, Florestas Tropicais, Indígenas, Lei Ambiental, Óleo de Palma, Política Ambiental, Povos indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Seguranças privados de uma empresa de óleo de palma são acusados de atirar e ferir cinco indígenas Tembé no Pará entre 4 e 7 de agosto. Os ataques são o mais recente episódio ligado a uma antiga disputa por terras na chamada "guerra do dendê", cujas tensões crescentes são documentadas pela Mongabay há um ano.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/08/indigenas-exigem-justica-apos-5-baleados-em-guerra-do-oleo-de-palma-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Indígenas exigem justiça após 5 baleados em &#8216;guerra do dendê&#8217; na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta reportagem recebeu suporte do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, do qual Karla Mendes é bolsista. &#8220;Gente, a Dayane [Tembé] está muito mal, por causa que sangrou muito pela boca dela. Ela está [indo] para o hospital, a gente está indo para lá. Peguei dois tiros, um no ombro e um na coxa&#8221;. Essa foi a mensagem de áudio de Felipe Tembé que líderes indígenas compartilharam com a Mongabay, logo após ele ser baleado em um ataque violento a sua comunidade em 7 de agosto na região Amazônica em meio à chamada &#8220;guerra do dendê&#8221;. Na manhã de 7 de agosto, seguranças particulares da empresa de óleo de palma Brasil BioFuels S.A. (BBF) supostamente também atiraram em Erlany Portilho Ferreira Tembé e em Pylikape Tembé, no município de Tomé-Açu, no Pará, denunciaram líderes indígenas. Três dias antes, em 4 de agosto, indígenas afirmam que seguranças da BBF &#8220;fortemente armados&#8221; e policiais militares deslocados de Belém supostamente atiraram em Kauã Tembé, de 19 anos, na aldeia indígena Bananal, em uma &#8220;ação ilegal e arbitrária&#8221;. Ao todo, cinco indígenas foram feridos em apenas 72 horas, segundo as lideranças. Dayane Tembé foi baleada no pescoço e sua situação é muito grave; ela está internada em um hospital em Belém, recuperando-se de uma cirurgia à qual foi submetida em 8 de agosto, disse à Mongabay Urutaw Turiwar Tembé, cacique da aldeia indígena Yriwar, em uma mensagem de voz. &#8220;O atentado de sexta-feira da semana passada foi [contra] o meu filho, que foi baleado&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/08/indigenas-exigem-justica-apos-5-baleados-em-guerra-do-oleo-de-palma-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/08/indigenas-exigem-justica-apos-5-baleados-em-guerra-do-oleo-de-palma-na-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Comitê de crise investiga atentado a cacique Tembé em região da ‘guerra do dendê’</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/05/comite-de-crise-investiga-atentado-a-cacique-tembe-em-regiao-da-guerra-do-dende/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/05/comite-de-crise-investiga-atentado-a-cacique-tembe-em-regiao-da-guerra-do-dende/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>17 Mai 2023 16:30:34 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/05/17104908/Tembe-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=190021</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[A guerra do dendê, Agronegócio na Amazônia, Desmatamento ilegal na Amazônia e Óleo de palma no mundo]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Conservação, Indígenas, Lei Ambiental, Óleo de Palma, Política Ambiental, Povos indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Esta reportagem recebeu suporte do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, do qual Karla Mendes é bolsista. &#160; Um comitê de crise vai investigar a tentativa de assassinato contra o cacique Lúcio Tembé em uma área do Pará que ficou conhecida pela &#8220;guerra do dendê&#8221; devido à eclosão de ocorrências de violência sistemática contra ativistas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/comite-de-crise-investiga-atentado-a-cacique-tembe-em-regiao-da-guerra-do-dende/" data-wpel-link="internal">Comitê de crise investiga atentado a cacique Tembé em região da ‘guerra do dendê’</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta reportagem recebeu suporte do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, do qual Karla Mendes é bolsista. &nbsp; Um comitê de crise vai investigar a tentativa de assassinato contra o cacique Lúcio Tembé em uma área do Pará que ficou conhecida pela &#8220;guerra do dendê&#8221; devido à eclosão de ocorrências de violência sistemática contra ativistas sem a devida punição. Na madrugada de domingo, o cacique da aldeia Turé da Terra Indígena (TI) Turé-Mariquita foi alvejado por dois pistoleiros quando ele e outro indígena tentavam desatolar o carro em uma estrada de terra, quando voltavam da cidade de Quatro Bocas para a TI, segundo líderes indígenas, intensificando o clamor por justiça na região. Queila Tembé, sobrinha de Lúcio Tembé, relatou à Mongabay os detalhes do crime que o indígena que acompanhava seu tio compartilhou com o povo Tembé. “Nesse momento que ele estava parado, chegaram esses dois meliantes encapuzados, [iluminaram] com uma lanterna e dispararam o tiro em direção à cabeça dele”, disse Queila Tembé em uma mensagem de áudio. “Aí o indígena parceiro dele pulou pela frente para tentar salvá-lo. Só que imagina assim: que eles pensaram que como pegou na cabeça dele, que ele tinha morrido. Então pegaram a moto e seguiram em direção à aldeia”. Ela disse que soube do crime por meio de telefonemas de parentes e que eles foram juntos ao local, onde confirmaram a veracidade do fato. “Me senti muito triste e ao mesmo tempo tempo indignada com o acontecido. A reação da família é&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/comite-de-crise-investiga-atentado-a-cacique-tembe-em-regiao-da-guerra-do-dende/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/05/comite-de-crise-investiga-atentado-a-cacique-tembe-em-regiao-da-guerra-do-dende/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>‘Perdemos o maior aliado’: Nelly Marubo sobre o legado de Bruno Pereira</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/02/perdemos-o-maior-aliado-nelly-marubo-sobre-o-legado-de-bruno-pereira/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/02/perdemos-o-maior-aliado-nelly-marubo-sobre-o-legado-de-bruno-pereira/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>10 Fev 2023 11:06:30 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Max Baring]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/02/10102232/5-Brino-Pereira-Nelly-Marubo-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189789</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia, Desflorestação ilegal na Amazônia e Ecologistas ameaçados]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ativismo, Crime Ambiental, Entrevistas, Indígenas, Política Ambiental, Povos indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>ST ANDREWS, Escócia – Mongabay teve a oportunidade de entrevistar Nelly Marubo, amiga e colega do indigenista Bruno Pereira, que foi brutalmente assassinado na Amazônia em junho de 2022, junto com o jornalista britânico Dom Phillips. Nelly faz parte de uma nova geração de antropólogos indígenas nascidos na floresta que vão para a universidade. Essa [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/perdemos-o-maior-aliado-nelly-marubo-sobre-o-legado-de-bruno-pereira/" data-wpel-link="internal">‘Perdemos o maior aliado’: Nelly Marubo sobre o legado de Bruno Pereira</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[ST ANDREWS, Escócia – Mongabay teve a oportunidade de entrevistar Nelly Marubo, amiga e colega do indigenista Bruno Pereira, que foi brutalmente assassinado na Amazônia em junho de 2022, junto com o jornalista britânico Dom Phillips. Nelly faz parte de uma nova geração de antropólogos indígenas nascidos na floresta que vão para a universidade. Essa entrevista foi uma oportunidade de ter uma noção de quem era Pereira do ponto de vista indígena e como ele era visto pelos indígenas da área onde foi morto. Nascida no Vale do Javari, Nelly conta que era amiga e colega de Pereira desde 2010, quando ele começou a trabalhar na região. Nessa entrevista em vídeo, ela conta como ficou surpresa ao encontrar Pereira em Atalaia do Norte um dia antes de seu assassinato — e como ficou desesperada ao saber da notícia de seu desaparecimento — pois sabia das ameaças e perseguições que ele sofria na região. “Eu falei que ele não podia estar ali”, Nelly conta à Mongabay durante sua visita ao Reino Unido como parte do projeto “Amplifying Amerindian Voices” (&#8220;Ampliando vozes ameríndias, em uma tradução livre), apoiado pelo fundo de impacto da Universidade de St Andrews, na Escócia. “Sabíamos que ia acontecer alguma coisa, mas não sabíamos de que maneira”. Em lágrimas, Nelly descreve o terrível desespero que sentiu quando lhe disseram: “Bruno não chegou”, e ele não respondeu as suas mensagens. “A gente já pensou o pior. Mas a gente achou que ele estava amarrado, que ele estava escondido em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/perdemos-o-maior-aliado-nelly-marubo-sobre-o-legado-de-bruno-pereira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/02/perdemos-o-maior-aliado-nelly-marubo-sobre-o-legado-de-bruno-pereira/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Sonia Guajajara: reviravolta de ameaças de prisão a ministra dos Povos Indígenas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/01/sonia-guajajara-reviravolta-de-ameacas-de-prisao-a-ministra-dos-povos-indigenas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/01/sonia-guajajara-reviravolta-de-ameacas-de-prisao-a-ministra-dos-povos-indigenas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>24 Jan 2023 20:47:59 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
										<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/01/24175704/Sonia-Guajajara-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189711</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ativismo e Justiça Social]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>BRASÍLIA — Inferno, tragédia e terror. Essas são as principais palavras-chave usadas pela ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, para descrever à Mongabay o que os quatro anos do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro significaram para os povos originários. “Realmente foi um inferno. Tudo o que a gente falava era monitorado por eles, tudo”. Ela [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/01/sonia-guajajara-reviravolta-de-ameacas-de-prisao-a-ministra-dos-povos-indigenas/" data-wpel-link="internal">Sonia Guajajara: reviravolta de ameaças de prisão a ministra dos Povos Indígenas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[BRASÍLIA — Inferno, tragédia e terror. Essas são as principais palavras-chave usadas pela ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, para descrever à Mongabay o que os quatro anos do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro significaram para os povos originários. “Realmente foi um inferno. Tudo o que a gente falava era monitorado por eles, tudo”. Ela relembra o &#8220;terrível&#8221; episódio em que foi ameaçada pelo general Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), depois que ela acusou o governo de negligência e genocídio contra os povos indígenas durante a pandemia da COVID-19. “O general Heleno começou a me ver como uma ameaça ao governo. E me ameaçava no Twitter, dizendo que eu tinha que ser presa. Foi terrível”. Para ela, o governo Bolsonaro foi trágico para a política indigenista, para os povos indígenas, para o meio ambiente, para os direitos humanos e para as mulheres. “A gente viveu um momento de muito medo e de muito terror. Foi um governo que trouxe terror para a sociedade e também para os servidores e servidoras públicas. Todo mundo trabalhava muito assustado, amedrontado, perseguido”. Nesta entrevista em vídeo uma semana antes de sua cerimônia de posse, Sonia Guajajara conta à Mongabay a reviravolta nos últimos meses que levou à criação do Ministério dos Povos Indígenas, um ato inédito na história do Brasil, e os bastidores de sua nomeação. “Eu nunca me imaginei ministra, eu nunca me imaginei deputada. Até porque a minha atuação no movimento indígena sempre me realizou muito”, ela diz&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/01/sonia-guajajara-reviravolta-de-ameacas-de-prisao-a-ministra-dos-povos-indigenas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/01/sonia-guajajara-reviravolta-de-ameacas-de-prisao-a-ministra-dos-povos-indigenas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Bancada do Cocar enfrentará Congresso conservador em 2023</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/10/bancada-do-cocar-enfrentara-congresso-conservador-em-2023/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/10/bancada-do-cocar-enfrentara-congresso-conservador-em-2023/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>25 Out 2022 17:48:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/10/25152212/Brazils-biggest-elected-Indigenous-caucus-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189504</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ativismo, Cultura Indígena, Indígenas, Lei Ambiental e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>No aniversário de 200 anos da independência do Brasil, os povos indígenas alcançaram um marco histórico: o maior número de candidatos autodeclarados indígenas eleitos para o Congresso Nacional na história do país, um movimento-chave para o futuro de seus direitos, atacados desde o período da colonização, segundo pesquisadores. Nas eleições do dia 2, cinco candidatos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/bancada-do-cocar-enfrentara-congresso-conservador-em-2023/" data-wpel-link="internal">Bancada do Cocar enfrentará Congresso conservador em 2023</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[No aniversário de 200 anos da independência do Brasil, os povos indígenas alcançaram um marco histórico: o maior número de candidatos autodeclarados indígenas eleitos para o Congresso Nacional na história do país, um movimento-chave para o futuro de seus direitos, atacados desde o período da colonização, segundo pesquisadores. Nas eleições do dia 2, cinco candidatos que se autodeclararam indígenas foram eleitos deputados federais e dois senadores. Embora nem todos estejam alinhados com a causa indígena, lutando por seus direitos ancestrais e protegendo o meio ambiente, especialistas e ativistas celebraram o ato como uma resistência crescente — e necessária — para deter a escalada da agenda anti-indígena e antiambiental no poder legislativo desde que o presidente Jair Bolsonaro assumiu o poder em janeiro de 2019. &#8220;Essa mobilização dos povos indígenas, ela nos enche de alegria, nos enche de esperança. E mostra pra gente que nós temos que ir pra luta&#8221;, afirma a historiadora Ana Paula da Silva, doutora em memória social e pesquisadora do Programa de Estudos dos Povos Indígenas (Pro Índio) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em entrevista à Mongabay por telefone. As vitórias mais celebradas foram a eleição das renomadas ativistas Sônia Guajajara e Célia Xakriabá como deputadas federais para a Bancada do Cocar, através da primeira Campanha Indígena da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), a principal associação indígena do país, com o objetivo de &#8220;aldear a política&#8221;. &#8220;As mulheres sempre foram protagonistas, mas nos trabalhos, nos estudos sobre os povos indígenas, sempre se&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/10/bancada-do-cocar-enfrentara-congresso-conservador-em-2023/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/10/bancada-do-cocar-enfrentara-congresso-conservador-em-2023/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>