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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>No Paraná, projeto realiza vacinação inédita do mico-leão-caiçara</title>
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					<pubDate>17 Set 2026 07:44:07 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Euan Marshall]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Paraná]]>
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							<![CDATA[Animais, Áreas Protegidas, Defaunação, Desmatamento, Doenças, Fauna, Mata Atlântica e Primatas]]>
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							<![CDATA[<p>Menos de 400 indivíduos restam na natureza. Uma vacina contra a febre amarela pode salvá-los.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/no-parana-projeto-realiza-vacinacao-inedita-do-mico-leao-caicara/" data-wpel-link="internal">No Paraná, projeto realiza vacinação inédita do mico-leão-caiçara</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em uma quarta-feira de julho, no coração de uma área de restinga do litoral do Paraná, o chilrear dos tangarás na manhã úmida era pontuado pelos passos abafados. Três pesquisadores de campo da ONG de conservação Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) avançavam cuidadosamente por uma trilha, cada um carregando uma pequena gaiola coberta com um pano escuro. Dentro de cada gaiola havia um mico-leão-da-cara-preta, conhecido na região como mico-leão-caiçara (Leontopithecus caissara). Depois de capturados com segurança no dossel das árvores, os pequenos primatas — dois machos e uma fêmea — foram levados para uma barraca improvisada em uma clareira, onde fariam história. Algumas horas depois, os indivíduos se tornariam os primeiros de sua espécie a serem vacinados contra a febre amarela. A postos, uma pequena equipe de pesquisadores e veterinários colocou os micos, um a um, dentro de uma bolsa de algodão para pesá-los, dando início a uma corrida contra o tempo para proteger um dos mamíferos mais ameaçados da fauna brasileira. O L. caissara é uma das quatro espécies de mico-leão endêmicas da Mata Atlântica e está entre os primatas mais raros do mundo. Descoberto e identificado pela ciência somente em 1990, sua população silvestre foi estimada em 392 indivíduos, segundo um estudo de 2011. Em sua maioria, os animais estão restritos às restingas costeiras entre os estados de São Paulo e Paraná. Um veterinário da SPVS examina um mico-leão-caiçara já sedado. Foto: Gabriel Marchi. Sua distribuição, já bastante limitada, também sofre, há décadas,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/no-parana-projeto-realiza-vacinacao-inedita-do-mico-leao-caicara/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>10 iniciativas indígenas de retomada do território</title>
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					<pubDate>15 Set 2026 09:51:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay.com]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agroecologia, Agrofloresta, Água, Amazônia, Ambientalistas, Áreas Protegidas, Ativismo, Caatinga, Cerrado, Comida, Comunidades Tradicionais, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Etnocídio, Florestas, Garimpo, Grilagem, Indígenas, Índios, Justiça Social, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Medicina tradicional, Povos indígenas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental, Sustentabilidade, Tecnologia e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em vez de se limitarem a defender o que resta, estas comunidades passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">10 iniciativas indígenas de retomada do território</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em diferentes regiões do Brasil, povos indígenas têm recuperado terras transformadas em pastagens, degradadas pelo garimpo ou usadas como depósito de lixo, assumindo também o trabalho de restaurar a vegetação e restabelecer as condições para viver nesses lugares. São comunidades que avançam na direção contrária à das frentes de destruição: em vez de se limitarem a defender o que resta, passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido. Destacamos aqui 10 reportagens publicadas pela Mongabay sobre como diversos povos indígenas do país, aliando tecnologia e saberes ancestrais, estão transformando seus territórios em lugares melhores para se viver. &nbsp; Ritual na Terra Indígena Maxakali (MG). Foto: Xavier Bartaburu/Mongabay. Por que os Maxakali estão convocando os espíritos para recuperar a Mata Atlântica Confinados em pequenas terras indígenas tomadas por pastagens no nordeste de Minas Gerais, os Tikmũ’ũn/Maxakali estão recuperando áreas de Mata Atlântica e implantando quintais agroflorestais por meio do projeto Hãmhi. Iniciada em 2023, a iniciativa forma e remunera agentes agroflorestais e viveiristas indígenas. O trabalho busca enfrentar a fome e recompor a vegetação necessária à vida cultural e religiosa do povo. A floresta é o lugar onde vivem os yãmĩyxop, povos-espíritos cujos cantos preservam o conhecimento sobre uma Mata Atlântica que já quase desapareceu na região. &nbsp; Carl e Isabel Gakran (com Zágtxo, filha do casal), coordenadores do Instituto Zág, na Terra Indígena Ibirama-Laklãnõ (SC). Foto: Anderson Coelho. Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina Zág é como os Laklãnõ/Xokleng chamam a araucária — árvore&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/</link>
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					<pubDate>18 Ago 2026 10:30:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Emissões de carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Madeira, Madeireiras, Mineração, Motores do Desmatamento e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A floresta volta a cobrir uma estrada aberta pelo garimpo e revela o que está em jogo nas eleições deste ano.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 2022, uma estrada ilegal com extensão equivalente a uma maratona completa, cortando duas áreas de proteção integral na Amazônia brasileira, ameaçou fazer aquilo que os ambientalistas mais temiam: partir ao meio o Corredor Xingu de Diversidade Socioambiental, um mosaico de territórios indígenas e unidades de conservação que abrange cerca de 26 milhões de hectares entre o norte de Mato Grosso e o sul do Pará. Quatro anos depois, imagens de satélite revelaram que a estrada de 42,8 quilômetros sumiu, engolida pela floresta que voltou a crescer — algo raro de se ver na região. Seu desaparecimento contraria tudo o que costuma acontecer quando uma estrada surge na Amazônia. “Aqui, a estrada é o começo de tudo, o começo da devastação”, disse à Mongabay Bruno Ferreira, pesquisador da organização de conservação Imazon, que integra a rede de mapeamento MapBiomas. Em geral, as estradas amazônicas dão origem a uma série de novos ramais (legais ou ilegais) que brotam da via principal, criando o padrão de “espinha de peixe” nas imagens de satélite. Estudos do Imazon indicam que 95% do desmatamento na Amazônia acontece a até 5,5 km das estradas — o que significa que a pecuária e a extração ilegal de madeira teriam sido praticamente impossíveis de conter caso essa estrada tivesse se consolidado. Para as organizações que monitoram a região do rio Xingu, um dos principais afluentes do Amazonas, a inutilização dessa estrada é a prova de que a aliança entre a sociedade civil e um governo disposto a agir&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como o etnobotânico indígena Pataxó HãHãHãi e anciãos registraram o conhecimento medicinal de seu povo na Bahia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/</link>
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					<pubDate>13 Ago 2026 07:00:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
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							<![CDATA[América, América Do Sul, América Latina, Bahia e Brasil]]>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Ativismo, Biodiversidade, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Indígenas, Medicina tradicional, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Saúde, Socioambiental e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à Mongabay, em sua horta com várias plantas medicinais em sua terra ancestral no sul da Bahia. Ao lado da anciã indígena do povo Kariri-Sapuyá está uma grandiosa árvore embaúba (Cecropia pachystachya), usada para tratar diabetes e problemas de próstata. “Era ali a nossa mata… Derrubaram tudo. Tudo foi descampado aqui. E acabaram com a mata.” Dona Marta contou que algumas espécies nativas como a embaúba foram plantadas no quintal de sua casa na aldeia Caramuru há 44 anos, no processo de retomada do território. Outras, no entanto, desapareceram nas últimas décadas, quando invasores entraram na área e derrubaram florestas para dar lugar a pastagens de gado, acrescentou. Ela lamentou o sumiço de uma planta específica: puaia, usada para tratar dor de barriga, cansaço, picadas de cobra, peste — uma doença que, segundo os anciãos, provocava febre, dores de cabeça, e deixava o corpo todo retorcido  — e outras enfermidades. “Ficava ali na mata&#8221;, lembrou Dona Marta, apontando para as montanhas desmatadas. “Acabou tudo.” Em 27 de dezembro de 2025, Dona Marta faleceu. Seu conhecimento, no entanto, está vivo em um artigo publicado no Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine que a citou, de autoria do etnobotânico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</title>
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					<pubDate>03 Ago 2026 08:26:55 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Felipe Sabrina]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Maranhão]]>
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							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Ativismo, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Corrupção, Crime Ambiental, Direitos humanos, Justiça Social, Lei Ambiental, Madeira e Madeireiras]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2015, Raimundo Rodrigues foi assassinado por fazendeiros no Maranhão. Maria, sua esposa, sobreviveu. Mas deixou de existir para continuar viva.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Por volta de 1 da manhã do dia 29 de abril de 2026, no salão do júri da Comarca de Bom Jardim, no Maranhão, o juiz Philipe Silveira da Cunha quantificou publicamente o destino do ex-policial militar Francisco da Silva Sousa: “Fica o réu definitivamente condenado a 35 anos e quatro meses de reclusão. Fixo o regime fechado para o início do cumprimento da pena”, anunciou o juiz ao microfone, em pé, diante do réu, dos jurados, dos promotores de justiça e dos advogados de defesa e acusação, sob as luzes brancas do salão que iluminaram mais de 16 horas de julgamento, iniciado na manhã do dia anterior. O ex-policial, de 66 anos, saiu direto dali para a prisão. Da Silva, como é conhecido, foi considerado culpado pelo júri popular por arquitetar o assassinato do ambientalista e camponês Raimundo dos Santos Rodrigues, 54 anos, e a tentativa de homicídio da esposa de Raimundo, Maria*, com 37 anos à época. O crime aconteceu no dia 25 de agosto de 2015, ali mesmo em Bom Jardim, dentro da Reserva Biológica do Gurupi, unidade de conservação federal administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio. Raimundo, Maria, seus seis filhos e outras cerca de 38 famílias camponesas viviam acampadas, desde 2009, na comunidade Brejinho Rio da Onça II, situada dentro da reserva, à espera de uma resolução do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para regularizar sua situação como assentados da reforma agrária — ali ou em outro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Entre baleias, corais e petróleo, Abrolhos luta por mais proteção</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/06/entre-baleias-corais-e-petroleo-abrolhos-luta-por-mais-protecao/</link>
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					<pubDate>22 Jun 2026 19:45:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Bahia]]>
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							<![CDATA[Água, Aquecimento global, Áreas Protegidas, Aves, Biodiversidade, Clima, Comunidades Tradicionais, Demarcação Territorial, Fauna marinha, Oceanos, Parques Nacionais, Peixes e Pesca]]>
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							<![CDATA[<p>CARAVELAS, Bahia — Cientistas, comunidades tradicionais e órgãos ambientais brasileiros sabem bem quais riscos rondam a região dos Abrolhos, área de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, localizada entre os litorais da Bahia e do Espírito Santo. Entre as ameaças estão a pesca predatória, a mineração em águas profundas, a carcinicultura (criação de camarões) e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/entre-baleias-corais-e-petroleo-abrolhos-luta-por-mais-protecao/" data-wpel-link="internal">Entre baleias, corais e petróleo, Abrolhos luta por mais proteção</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[CARAVELAS, Bahia — Cientistas, comunidades tradicionais e órgãos ambientais brasileiros sabem bem quais riscos rondam a região dos Abrolhos, área de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, localizada entre os litorais da Bahia e do Espírito Santo. Entre as ameaças estão a pesca predatória, a mineração em águas profundas, a carcinicultura (criação de camarões) e a especulação imobiliária. Esses elementos têm algo em comum: podem impactar bancos de coral, ilhas oceânicas, manguezais e outros habitats onde vivem mais de 500 espécies animais. Além de servir de casa para peixes, invertebrados, tartarugas-marinhas e aves, as águas de Abrolhos são berçário de cetáceos, como as baleias-jubarte (Megaptera novaeangliae). Entre junho e novembro, esses animais migram da Antártica para a região em busca de um ambiente mais cálido para se reproduzir e criar seus filhotes. Frente à lista de ameaças ao bioma costeiro, uma força-tarefa científica, lançada em março de 2026, busca concluir, até dezembro, uma proposta que poderia ampliar os limites geográficos do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos — a única unidade de conservação integral da região. A iniciativa é da organização ambientalista WWF-Brasil, com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Para isso, o WWF promoveu uma expedição ao Arquipélago dos Abrolhos, localizado dentro dos limites do parque. Lá, especialistas, jornalistas e lideranças comunitárias puderam discutir sobre as áreas naturais que ainda carecem de proteção. Criado em 1983, o parque dos Abrolhos é o primeiro parque nacional marinho do Brasil. No entanto, os seus 882 km² de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/entre-baleias-corais-e-petroleo-abrolhos-luta-por-mais-protecao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cadastro Ambiental Rural (CAR): mais uma ferramenta para o controle rural</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/08/cadastro-ambiental-rural-car-mais-uma-ferramenta-para-o-controle-rural/</link>
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					<pubDate>20 Ago 2025 13:21:06 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Mayra]]>
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							<![CDATA[<p>O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um registro de terras obrigatório para todas as propriedades rurais no Brasil. O CAR foi criado porque o Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), que vem sendo desenvolvido pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), estava &#8211; e continua estando &#8211; incompleto.  Consequentemente, o governo criou o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um registro de terras obrigatório para todas as propriedades rurais no Brasil. O CAR foi criado porque o Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), que vem sendo desenvolvido pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), estava &#8211; e continua estando &#8211; incompleto.  Consequentemente, o governo criou o CAR como um mecanismo paralelo (ad hoc) para forçar os proprietários a cumprir a lei, independentemente da situação legal de suas reivindicações de terras. Os donos de terras, incluindo proprietários (com título legal certificado) e posseiros (sem título legal certificado), devem registrar suas propriedades, fornecendo dados espacialmente precisos sobre o tamanho, a localização, o uso da terra (floresta, plantações, culturas, pastagens etc.) e as áreas reservadas como RL ou APP. Ao se registrarem, reconhecem suas responsabilidades ambientais e fornecem ao Ibama uma linha de base para monitorar o cumprimento do Código Florestal. Registrar-se no CAR é obrigatório, mas, para garantir seu sucesso, as autoridades e as partes interessadas do setor privado criaram incentivos para promover a participação. Os incentivos positivos incluem acesso a crédito subsidiado e assistência técnica. Os incentivos negativos incluem barreiras à comercialização de safras e gado, as quais são impostas pelos comerciantes de commodities e frigoríficos. O agronegócio usa o CAR para monitorar o desmatamento, de modo que possa excluir de suas cadeias de suprimentos os produtores que desmatam ilegalmente, um componente fundamental da estratégia do setor para proteger seus produtores de boicotes de consumidores em mercados estrangeiros. Um mosaico de reservas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/cadastro-ambiental-rural-car-mais-uma-ferramenta-para-o-controle-rural/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>O Código Florestal no Brasil: refletindo o consenso para as florestas</title>
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					<pubDate>11 Ago 2025 19:18:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>A mais relevante de todas essas estratégias têm sido a política brasileira de longa data de obrigar os proprietários de terras a conservar a floresta e outro habitats naturais em suas propriedades. Houve três grandes versões do Código Florestal brasileiro: 1936, 1965 e 2012. A primeira versão declarou que a “floresta” é um bem público [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A mais relevante de todas essas estratégias têm sido a política brasileira de longa data de obrigar os proprietários de terras a conservar a floresta e outro habitats naturais em suas propriedades. Houve três grandes versões do Código Florestal brasileiro: 1936, 1965 e 2012. A primeira versão declarou que a “floresta” é um bem público e reconheceu suas funções essenciais, o que justificava o papel do Estado no manejo florestal.  Essa versão forneceu diretrizes para estabelecer categorias de áreas protegidas (parques e reservas) assim como estabeleceu que as florestas em propriedades privadas devem ser manejadas conforme os princípios delineados pela lei. O Código Florestal de 1965 aumentou o poder do Estado para regular as paisagens florestais e a comercialização de seus produtos. Posteriormente ele foi modificado 4 vezes (1978, 1984, 1989 e 2001), refletindo a evolução do consenso em relação à necessidade de conservar as florestas. A versão de 1965 introduziu o conceito de reservas florestais em propriedades privadas e definiu duas categorias: (1) Área de Preservação Permanente (APP), áreas consideradas essenciais para a manutenção da função do ecossistema, tais como corredores ribeirinhos, margens de lagos, encostas íngremes e topos de morros; e (2) Reserva Legal (RL), uma área adicional de floresta nativa que deve ser protegida em cada propriedade para garantir a conservação de habitats naturais em escala de paisagem. A área designada como APP depende da topografia e da hidrologia, mas as dimensões da RL foram estipuladas pela lei. Inicialmente, esse valor foi fixado em 20% na lei&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/o-codigo-florestal-no-brasil-refletindo-o-consenso-para-as-florestas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Monocultura de café avança sobre as florestas conservadas do sul da Bahia</title>
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					<pubDate>08 Ago 2024 09:54:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Entre 2008 e 2015, as lavouras de café no município de Una, sul da Bahia, se mantiveram em 25 hectares. Em 2020, alcançaram 60 hectares. Dois anos depois, a área plantada dobrou novamente, totalizando 119 hectares. Mais do que a quantidade de terra ocupada pela cafeicultura, indicada pelo Projeto MapBiomas, a velocidade com que ela [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Entre 2008 e 2015, as lavouras de café no município de Una, sul da Bahia, se mantiveram em 25 hectares. Em 2020, alcançaram 60 hectares. Dois anos depois, a área plantada dobrou novamente, totalizando 119 hectares. Mais do que a quantidade de terra ocupada pela cafeicultura, indicada pelo Projeto MapBiomas, a velocidade com que ela avança é uma tendência que preocupa pesquisadores e ambientalistas, pois a região abriga remanescentes florestais consideráveis, onde vivem inúmeras espécies em risco de extinção. Especialistas temem, principalmente, pelo futuro do endêmico mico-leão-da-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas), também conhecido como mico-leão-baiano, cada vez mais ameaçado pela fragmentação de habitat. A perda de florestas para a agropecuária já encolheu sua população em 60% nas últimas três décadas – estima-se que existam entre 16 mil e 21 mil indivíduos hoje na natureza. Sua área de ocorrência também foi reduzida em 42% – de 22.700 km2 para 13.215 km2 no período. O desmatamento ilegal para diversos fins é uma realidade que também preocupa a equipe regional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), já que não poupa nem mesmo unidades de conservação (UC) sob a sua gestão. Não por acaso, em 2023, o órgão ambiental lavrou 57 Autos de Infração, dos quais 22 por desmatamento na Reserva Biológica (Rebio) de Una, no Refúgio de Vida Silvestre (Revis) de Una e no Parque Nacional (Parna) da Serra das Lontras (e sua zona de amortecimento). Multas de R$ 1.263.162,00 foram aplicadas. Também em 2023, uma operação do Ibama identificou 532,8 hectares&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/08/monocultura-de-cafe-avanca-sobre-as-florestas-conservadas-do-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia: a geografia do garimpo</title>
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					<pubDate>29 Jul 2024 14:28:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>O garimpo de ouro é uma característica da Amazônia andina desde os tempos pré-colombianos e, juntamente com a prata, foi a pedra angular da economia nos períodos colonial e republicano. No Brasil, a mineração de ouro foi uma fonte de riqueza para a coroa portuguesa e um importante fator na colonização de Mato Grosso e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O garimpo de ouro é uma característica da Amazônia andina desde os tempos pré-colombianos e, juntamente com a prata, foi a pedra angular da economia nos períodos colonial e republicano. No Brasil, a mineração de ouro foi uma fonte de riqueza para a coroa portuguesa e um importante fator na colonização de Mato Grosso e Rondônia durante o século 18. A Guiana, o Suriname e a Guiana Francesa tiveram corridas do ouro no século 19, assim como a Venezuela nas primeiras décadas do século 20. Esses eventos históricos, no entanto, foram ofuscados pelas corridas do ouro da era moderna, todas ocorridas depois que os Estados Unidos encerraram a conversibilidade do dólar em 1971. A decisão de desvincular os mercados internacionais de ouro coincidiu com uma década marcada pela inflação que desencadeou um aumento exponencial no preço do ouro. Coincidentemente, os países amazônicos adotaram políticas para abrir o interior de suas florestas à migração e ao desenvolvimento (consulte o Capítulo 6). A intenção era catalisar a expansão da economia nacional por meio do desenvolvimento agrícola e mineral. Os obstáculos estruturais e a arrogância condenaram muitas iniciativas, pelo menos no início, mas dezenas de milhares de famílias responderam migrando para a Amazônia. Muitos foram para os campos de ouro recém-descobertos em Carajás, Tapajós, Roraima, Madre de Dios e na costa da Guiana. Esses garimpeiros logo se tornaram adeptos da exploração de ouro aluvial, que exploravam com o total apoio de seus governos. Os garimpeiros corporativos acabaram seguindo-os, munidos de informações de pesquisas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/amazonia-a-geografia-do-garimpo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como o cacau agroecológico pode salvar um mico-leão ameaçado no sul da Bahia</title>
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					<pubDate>03 Jun 2024 14:02:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Comércio de Vida Selvagem, Comércio Ilegal, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Tráfico de Animais Silvestres e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>A área de distribuição do mico-leão-da-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas), primata endêmico do sul da Bahia, se caracteriza pela presença de manchas de florestas maduras e em regeneração, assim como cultivos agroflorestais onde os pés de cacau são plantados à sombra das árvores nativas da Mata Atlântica. Essa área, porém, que é já pequena, vem sofrendo com [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/como-o-cacau-agroecologico-pode-salvar-um-mico-leao-ameacado-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Como o cacau agroecológico pode salvar um mico-leão ameaçado no sul da Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A área de distribuição do mico-leão-da-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas), primata endêmico do sul da Bahia, se caracteriza pela presença de manchas de florestas maduras e em regeneração, assim como cultivos agroflorestais onde os pés de cacau são plantados à sombra das árvores nativas da Mata Atlântica. Essa área, porém, que é já pequena, vem sofrendo com o mesmo desmatamento que já fez desaparecer a espécie do norte de Minas Gerais em um passado não muito distante. Nos últimos 30 anos, a área de ocorrência do primata, também conhecido como mico-leão-baiano, foi reduzida em aproximadamente 42% – de 22.700 km2 para 13.215 km2 –, enquanto sua população caiu em cerca de 60%. Estima-se que ainda existam entre 16 mil e 21 mil indivíduos na natureza no sul da Bahia, a maioria do município de Ilhéus. Os dados fazem parte da tese de doutorado do biólogo Joanison Vicente dos Santos Teixeira, diretor-executivo e coordenador de pesquisa da Almada Mata Atlântica Project (Amap), organização ambientalista germano-brasileira que tem apoiado financeiramente projetos científicos e ações de proteção à espécie, símbolo e bandeira maior da instituição. Esse pequeno primata dorme em partes ocas de troncos de árvores nativas e se movimenta em grupos de cinco a onze indivíduos que evitam repetir o local de repouso por causa dos predadores. Essa característica curiosa exige esforço contínuo para localização de abrigo e alimento em fragmentos que, fora das áreas protegidas, vêm encolhendo por pressão de atividades como a pecuária, a intensificação do próprio manejo nas cabrucas e a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/como-o-cacau-agroecologico-pode-salvar-um-mico-leao-ameacado-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil tem prejuízos de até US$ 3 bilhões anuais causados por espécies invasoras, alerta estudo</title>
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					<pubDate>08 Mar 2024 12:51:02 +0000</pubDate>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Áreas Protegidas, Aves, Caça, Cerrado, Espécies Ameaçadas, Fauna, Insetos, Mamíferos, Mata Atlântica, Oceanos, Peixes, Pesca, Primatas, Répteis e Responsabilidade Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Do tucunaré que migrou dos rios da Amazônia para as regiões Sul e Sudeste, levado pela pesca esportiva, às controversas produções em larga escala de tilápia para a alimentação humana e de pínus e eucalipto para abastecer as indústrias de papel e celulose, são inúmeros os exemplos da presença de espécies exóticas invasoras no Brasil. [&#8230;]</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Do tucunaré que migrou dos rios da Amazônia para as regiões Sul e Sudeste, levado pela pesca esportiva, às controversas produções em larga escala de tilápia para a alimentação humana e de pínus e eucalipto para abastecer as indústrias de papel e celulose, são inúmeros os exemplos da presença de espécies exóticas invasoras no Brasil. Além de competirem por espaço e nutrientes com as espécies nativas, entre outros impactos ambientais, as plantas, os animais e os microrganismos introduzidos pela ação humana, de forma intencional ou acidental, provocam diversos  prejuízos econômicos ao país. É o que revela o Relatório Temático sobre Espécies Exóticas Invasoras, Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos. A publicação foi lançada no início de março pela Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES, na sigla em inglês). No Brasil há registros de 476 espécies exóticas invasoras, das quais 268 de animais e 208 de plantas e algas, presentes em todos os biomas, sendo a Mata Atlântica a mais afetada e a Amazônia com presença em menor escala. Desse total, 16 espécies levaram a prejuízos econômicos de 2 a 3 bilhões de dólares por ano entre 1984 e 2019, principalmente causados por pragas agrícolas e disseminação de doenças. Os dados foram calculados a partir de informações disponíveis, mas ainda são considerados subestimados pelos cientistas envolvidos. Entre essas espécies estão a mosca-branca (Bemisia tabaci), o javali e seus híbridos (Sus scrofa), a rã-touro (Lithobates catesbeianus), o mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei) e os mosquitos do gênero Aedes, transmissores de dengue, febre amarela, zika&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/brasil-tem-prejuizos-de-ate-us-3-bilhoes-anuais-causados-por-especies-invasoras-alerta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Porcos selvagens ameaçam hotspots de biodiversidade na América do Sul, mostra estudo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/10/porcos-selvagens-ameacam-hotspots-de-biodiversidade-na-america-do-sul-mostra-estudo/</link>
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					<pubDate>12 Out 2023 15:07:03 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Vitor Prado dos Anjos]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Y. Eva Tan Conservation Reporting Fellowship]]>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Caça, Fauna, Mamíferos e Mata Atlântica]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>Nova pesquisa mostra que a crescente população de javalis representa uma ameaça maior do que se pensava às áreas protegidas e aos hotspots de biodiversidade, entre eles a Mata Atlântica.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/10/porcos-selvagens-ameacam-hotspots-de-biodiversidade-na-america-do-sul-mostra-estudo/" data-wpel-link="internal">Porcos selvagens ameaçam hotspots de biodiversidade na América do Sul, mostra estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Os porcos selvagens são reconhecidos mundialmente como um incômodo para o meio ambiente. A IUCN os classifica como uma das piores espécies invasoras devido ao seu potencial de danificar plantações, abrigar doenças e interromper processos ecológicos. Recentemente, uma pesquisa publicada no Journal for Nature Conservation revela que a presença crescente de porcos selvagens em toda a América do Sul representa uma ameaça maior aos hotspots de biodiversidade e às áreas protegidas do que se acreditava anteriormente. O termo se refere aos indivíduos da espécie Sus scrofa e inclui javalis, porcos domésticos asselvajados e javaporcos (cruzamento de javalis e porcos).  Os pesquisadores analisaram as faixas de adequabilidade da espécie em diferentes níveis de análise e descobriram que um número significativamente maior de áreas protegidas está invadido ou potencialmente em risco do que havia sido demonstrado em pesquisas anteriores. Além disso, quase metade (44,8%) das ocorrências de javalis estudadas estavam dentro de hotspots de biodiversidade. Na América do Sul, os porcos domésticos chegaram com os colonizadores europeus, e os javalis foram introduzidos pelo fazendeiro argentino Pedro Olegario Luro no início do século 20 para fins de caça. Com o tempo, os javalis se dispersaram, cruzaram com porcos domésticos e estabeleceram populações pelo continente. A análise revela dados relevantes sobre a vulnerabilidade de hotspots específicos na região. A Mata Atlântica, em especial, surge como a mais suscetível, com expressivos 85% de sua área total considerada adequada para porcos selvagens (ou seja, um habitat que permite que eles se desenvolvam), seguida pelo Cerrado (61,3%),&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/10/porcos-selvagens-ameacam-hotspots-de-biodiversidade-na-america-do-sul-mostra-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Os Intermediários: Maior exportadora de pisos do país acusada de corrupção exporta para os EUA</title>
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					<pubDate>29 Set 2022 19:57:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Uma investigação realizada pela Mongabay e Earthsight desvendou novas evidências de negócios corruptos e práticas ilegais usadas pela maior exportadora de pisos do Brasil, a Indusparquet, e seus fornecedores. A investigação, que durou mais de um ano, revela que a Indusparquet usou intermediários para garantir acordos secretos de madeira com fornecedores que receberam multas milionárias [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Uma investigação realizada pela Mongabay e Earthsight desvendou novas evidências de negócios corruptos e práticas ilegais usadas pela maior exportadora de pisos do Brasil, a Indusparquet, e seus fornecedores. A investigação, que durou mais de um ano, revela que a Indusparquet usou intermediários para garantir acordos secretos de madeira com fornecedores que receberam multas milionárias por suas práticas ilegais, desde a sede da empresa, no estado de São Paulo, até a Amazônia e a Mata Atlântica. A gigante brasileira afirma ter fornecido produtos para projetos de alto padrão como o Hotel Mirage de Las Vegas, o Vaticano e o Taj Mahal. A empresa é ré em dois processos de corrupção (um no estado de São Paulo e outro no Paraná) pelo pagamento de propina a funcionários públicos para assegurar o fornecimento de madeira. Após uma denúncia de uma fonte anônima, obtivemos acesso a dezenas de horas de escutas telefônicas e imagens de vídeo revelando como José Antonio Baggio, co-fundador da empresa e réu em um dos casos, ofereceu propina a um funcionário público do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) em União da Vitória (PR) para obter bracatinga (Mimosa scabrella), uma espécie de árvore nativa da Mata Atlântica, o bioma mais ameaçado do país. Pedidos de acesso à informação confirmaram que a Indusparquet comprou bracatinga de fornecedores nomeados no processo judicial contra Baggio durante o mesmo período, o que as escutas telefônicas mostram ser para um &#8220;cliente dos Estados Unidos&#8221; não identificado. Apesar de a justiça ter recusado as acusações contra&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/os-intermediarios-maior-exportadora-de-pisos-do-pais-acusada-de-corrupcao-exporta-para-os-eua/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Áreas protegidas no Chaco argentino: poucas, isoladas e muito ameaçadas</title>
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					<pubDate>07 Ago 2020 09:36:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rodolfo Chisleanschi]]>
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							<![CDATA[<p>A faixa de asfalto segue plana entre Villa Río Bermejito e Pampa del Indio, na província do Chaco, nordeste da Argentina. Os campos se estendem de um e outro lado da estrada e lembram vagamente o que antes era a vegetação nativa. De vez em quando, alguns porcos podem ser vistos chafurdando na lama formada [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A faixa de asfalto segue plana entre Villa Río Bermejito e Pampa del Indio, na província do Chaco, nordeste da Argentina. Os campos se estendem de um e outro lado da estrada e lembram vagamente o que antes era a vegetação nativa. De vez em quando, alguns porcos podem ser vistos chafurdando na lama formada pela chuva dos últimos dias; às vezes, é necessário desacelerar para deixar passar um modesto rebanho de cabras caminha ao longo da estrada. Os sinais de trânsito são escassos e pouco informativos, mas há dois que se destacam dos demais. Não tanto por sua condição — falta-lhes manutenção, há letras apagadas, estão quase caídos no chão —, mas pelo que anunciam: a possível presença de animais nativos atravessando a estrada. &#8220;Passagem de macacos&#8221;, diz um deles; &#8220;Cervo&#8221; anuncia outro, acompanhado da imagem de um veado-catingueiro (Mazama gouazoubira). Placa deteriorada avisa sobre a travessia de veado-catingueiro (Mazama gouazoubira) em rodovia do norte do Chaco. Foto: Rodolfo Chisleanschi. O que chama a atenção, de qualquer forma, não são as placas em si, mas o fato de que, depois de mil quilômetros percorridos pelas paisagens da região, elas são as únicas referências à rica vida selvagem do local. Não que seja surpresa: apenas 4,17% do Chaco argentino — que abrange 60 milhões de hectares — possui algum tipo de proteção ambiental. “Apenas os parques nacionais Copo e El Impenetrable excedem 100 mil hectares. São os únicos que, até certo ponto, poderiam garantir a preservação de alguns exemplares da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/08/areas-protegidas-no-chaco-argentino-poucas-isoladas-e-muito-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cientistas pedem reformulação mundial de parques para proteger a biodiversidade</title>
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					<pubDate>13 Ago 2019 10:20:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[John C. Cannon]]>
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							<![CDATA[<p>Segundo um grupo de cientistas, quando os países delimitam áreas para criação de parques e reservas com o intuito de minimizar a perda de biodiversidade, o foco deveria ser nos resultados, e não nas ações. Na Convenção sobre Diversidade Biológica realizada pelas Nações Unidas em 2010 na província de Aichi, no Japão, mais de 190 [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Segundo um grupo de cientistas, quando os países delimitam áreas para criação de parques e reservas com o intuito de minimizar a perda de biodiversidade, o foco deveria ser nos resultados, e não nas ações. Na Convenção sobre Diversidade Biológica realizada pelas Nações Unidas em 2010 na província de Aichi, no Japão, mais de 190 países se comprometeram a proteger 17% da área terrestre e 10% da área marinha do planeta até o ano de 2020, em meio a outras 19 metas destinadas a reduzir a perda mundial de biodiversidade. No entanto, os pesquisadores afirmam que a Meta de Aichi para a Biodiversidade número 11 – a diretriz atual para ampliar a área protegida do planeta – enfatiza demais as metas percentuais. Segundo Piero Visconti, autor principal do artigo e ecologista do Instituto Internacional para a Análise de Sistemas Aplicados em Viena, esse enfoque leva à conservação de áreas menos críticas, além de outros “resultados nefastos”. Gorilas-da-montanha no Parque Nacional de Virunga, República Democrática do Congo. Imagem por John C. Cannon/Mongabay. “Todos estão comemorando o fato de termos alcançado quase 17% de terras formalmente protegidas”, diz Piero. “Só que a biodiversidade continua diminuindo dentro e fora dessas áreas.” Piero e seus colegas publicaram seu artigo em 11 de abril na revista Science. Eles reconhecem que as Metas de Aichi para a Biodiversidade estabelecidas no encontro provavelmente viabilizaram aumentos de áreas terrestres e marinhas protegidas desde 2010. Porém, no artigo eles afirmam que a meta número 11 levou os países a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/08/cientistas-pedem-reformulacao-mundial-de-parques-para-proteger-a-biodiversidade/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Ladrões de terra intensificam desmatamento na Floresta Nacional do Jamanxim</title>
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					<pubDate>07 Ago 2019 09:47:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sue BranfordThais Borges]]>
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							<![CDATA[Desmatamento ilegal na Amazônia]]>
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							<![CDATA[<p>O desmatamento na Amazônia brasileira começou a aumentar muito rapidamente, com 73.900 hectares de floresta derrubada no mês de maio deste ano. Este é sempre um mês em que o desmatamento aumenta, porque marca o final da estação chuvosa em grande parte da Amazônia, mas o aumento deste ano é de 34% em comparação a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/08/ladroes-de-terra-intensificam-desmatamento-na-floresta-nacional-do-jamanxim/" data-wpel-link="internal">Ladrões de terra intensificam desmatamento na Floresta Nacional do Jamanxim</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O desmatamento na Amazônia brasileira começou a aumentar muito rapidamente, com 73.900 hectares de floresta derrubada no mês de maio deste ano. Este é sempre um mês em que o desmatamento aumenta, porque marca o final da estação chuvosa em grande parte da Amazônia, mas o aumento deste ano é de 34% em comparação a maio de 2018, quando 55.000 hectares foram desmatados. De acordo com o DETER (Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real), que compilou os dados, é o maior percentual de um único mês em mais de uma década. Os dados do DETER para o desmatamento acumulado no final de agosto de 2018 até o final de maio de 2019, comparado com o mesmo período de 2017/2018, mostra um aumento muito mais modesto: de 348.700 hectares para 365.470 hectares, um aumento de 4,8%. Os dados de maio de 2019 corroboram as evidências de que os ladrões de terra se tornaram muito mais agressivos este ano. &#8220;Se essa curva ascendente continuar, poderemos ter um ano ruim para a Floresta Amazônica&#8221;, afirma Claudio Almeida, chefe do monitoramento por satélite do INPE, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que dirige o DETER, à Reuters. &#8220;Depende de quanto monitoramento haverá nos próximos dois meses críticos&#8221;, acrescentou. No entanto, com o atual estado de paralisia dentro das principais agências ambientais do país, parece improvável que as autoridades fecharão o cerco contra os desmatadores ilegais nos próximos meses. O rio Jamanxim beira o lado leste da Floresta Nacional de Jamanxim, uma das&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/08/ladroes-de-terra-intensificam-desmatamento-na-floresta-nacional-do-jamanxim/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Mapa identifica locais onde espécies ameaçadas podem ter sua “última chance”</title>
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					<pubDate>28 Fev 2019 12:25:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[John C. CannonShreya Dasgupta]]>
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							<![CDATA[Animais, Áreas Protegidas, Biodiversidade, Conservação, Espécies Ameaçadas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Um novo mapa traça os últimos refúgios conhecidos de centenas de espécies altamente ameaçadas em todo o mundo. A avaliação atualiza o trabalho feito pela Alliance for Zero Extinction (Aliança para Extinção Zero – AZE), que começou em 2005. Ele é visto como o primeiro passo para limitar o alcance da “sexta extinção em massa” [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um novo mapa traça os últimos refúgios conhecidos de centenas de espécies altamente ameaçadas em todo o mundo. A avaliação atualiza o trabalho feito pela Alliance for Zero Extinction (Aliança para Extinção Zero – AZE), que começou em 2005. Ele é visto como o primeiro passo para limitar o alcance da “sexta extinção em massa” da Terra, a qual muitos cientistas concordam que está a caminho. Os sítios da AZE, que representam os únicos locais conhecidos onde muitas das espécies ameaçadas ou criticamente ameaçadas são encontradas, foram atualizados pela última vez em 2010. Desde então, o conjunto de dados da AZE foi ficando cada vez mais desatualizado, contou o líder da avaliação e coordenador de ciência global da BirdLife International, Ian Burfield, ao Mongabay. Isso se deveu a uma série de mudanças, inclusive em taxonomia, nas avaliações da Lista Vermelha da IUCN e no conhecimento das distribuições e populações de espécies. O porco selvagem pigmeu possui uma população viável no Parque Nacional de Manas, na Índia. Imagem de A. J. T. Johnsingh via Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0). “Além disso, muito mais grupos de espécies, incluindo mais plantas e invertebrados, foram avaliados de forma bastante abrangente pela primeira vez para a Lista Vermelha da IUCN desde 2010, proporcionando a oportunidade de expandir o escopo taxonômico dos sítios da AZE”, disse Ian. A BirdLife International trabalhou com a International Union for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza – IUCN) e a American Bird Conservancy ao longo dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/02/mapa-identifica-locais-onde-especies-ameacadas-podem-ter-sua-ultima-chance/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Proteger metade da Terra salvará a biodiversidade? Depende de qual metade</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/10/proteger-metade-da-terra-salvara-a-biodiversidade-depende-de-qual-metade/</link>
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					<pubDate>17 Out 2018 11:53:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shreya Dasgupta]]>
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						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
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							<![CDATA[Animais, Áreas Protegidas, Biodiversidade, Conservação, Espécies Ameaçadas, Florestas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Que porcentagem da Terra devemos proteger para salvar as espécies da extinção? Alguns conservacionistas sugeriram um número ambicioso: 50%. Edward O. Wilson, renomado biologista, por exemplo, propõe em seu livro “Half-Earth: Our Planet’s Fight for Life” (Metade da Terra: A Luta do Nosso Planeta pela Vida, em tradução livre) que dedicar metade do mundo à [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/10/proteger-metade-da-terra-salvara-a-biodiversidade-depende-de-qual-metade/" data-wpel-link="internal">Proteger metade da Terra salvará a biodiversidade? Depende de qual metade</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Que porcentagem da Terra devemos proteger para salvar as espécies da extinção? Alguns conservacionistas sugeriram um número ambicioso: 50%. Edward O. Wilson, renomado biologista, por exemplo, propõe em seu livro “Half-Earth: Our Planet’s Fight for Life” (Metade da Terra: A Luta do Nosso Planeta pela Vida, em tradução livre) que dedicar metade do mundo à natureza ajudaria a salvar a maioria das espécies. Outros pesquisadores apoiaram o tema “Nature Needs Half” (A Natureza Precisa de Metade, em tradução livre) em documentos de políticas e defesa: proteger 50% da Terra até 2050 “ajudaria a tornar o planeta mais habitável para a humanidade”. Mas qual metade devemos proteger? Atingir esse número criando grandes áreas protegidas não irá salvar muita biodiversidade, de acordo com um novo estudo publicado pela revista Science Advances. “Há um clamor cada vez maior para que salvemos metade da Terra”, Stuart Pimm, autor principal do estudo e professor da Cadeira de Ecologia da Conservação Doris Duke da Duke University, nos Estados Unidos, contou ao Mongabay. “Porém, creio ser perigoso pedir para que grandes áreas sejam protegidas quando na verdade precisamos proteger as áreas certas, precisamos proteger os locais que realmente incluem espécies em vez de desenhar enormes extensões de terra no mapa”. O professor Stuart, com seus colegas Binbin Li, professor assistente da Duke Kunshan University na China, e Clinton Jenkins, pesquisador do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE), começaram a explorar como as atuais áreas protegidas protegem cerca de 20.000 espécies de aves, mamíferos e anfíbios. Eles também analisaram&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/10/proteger-metade-da-terra-salvara-a-biodiversidade-depende-de-qual-metade/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Países ricos em primatas estão se tornando locais pouco hospitaleiros para macacos,  gorilas e lêmures</title>
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					<pubDate>22 Ago 2018 11:50:10 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[John C. Cannon]]>
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						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
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							<![CDATA[África, América Do Sul, Brasil, Global, Indonésia, Madagáscar e República Democrática Do Congo]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Alterações Climáticas, Animais, Áreas Protegidas, Biodiversidade, Conservação, Corrupção, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Infraestrutura, Primatas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Nossos parentes mais próximos conseguiram colonizar uma grande extensão do planeta, estabelecendo residência em 90 países. Todavia, a maior parte das espécies de macacos, gorilas, lêmures, tarsius e lóris estão concentrados no Brasil, na Indonésia, em Madagascar e na República Democrática do Congo (RDC). Um novo estudo aponta que 62% destas espécies enfrentam o espectro [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Nossos parentes mais próximos conseguiram colonizar uma grande extensão do planeta, estabelecendo residência em 90 países. Todavia, a maior parte das espécies de macacos, gorilas, lêmures, tarsius e lóris estão concentrados no Brasil, na Indonésia, em Madagascar e na República Democrática do Congo (RDC). Um novo estudo aponta que 62% destas espécies enfrentam o espectro da extinção devido à caça e à fragmentação e perda completa de seus habitats. O primatologista Paul Garber, da Universidade de Illinois, não ficou surpreso com o fato de que estes quatro países, consagrados sustentáculos florestais de biodiversidade, têm sido campos férteis para o desenvolvimento de espécies únicas. A grande proporção de primatas que habitam nestes países denota a importância que eles têm na biodiversidade. “A constatação de que estes quatro países abrigam 65% das espécies do mundo fez com que o nosso estudo se transformasse em uma prioridade”, disse Garber em um e-mail ao Mongabay. Ele e seus colegas divulgaram as suas descobertas hoje no jornal PeerJ. Os quatro países participantes do estudo abrigam 65% das espécies de primatas do mundo, incluindo o macaco Presbytis rubicunda, encontrado na ilha de Bornéu. Foto: Rhett A. Butler/Mongabay. Em 2017, Garber e outros 30 primatologistas do mudo inteiro concluíram que 60% das espécies estão ameaçadas de extinção por conta da atividade humana. “Foi durante a pesquisa e a composição daquele manuscrito que eu percebi como países criticamente importantes como Brasil, Indonésia, Madagascar e República Democrática do Congo não estavam fazendo nada para evitar o processo de extinção”,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/08/paises-ricos-em-primatas-estao-se-tornando-locais-pouco-hospitaleiros-para-macacos-gorilas-e-lemures/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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