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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina</title>
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					<pubDate>16 Jun 2026 14:43:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA IBIRAMA-LAKLÃNÕ, Santa Catarina — Zág (pronuncia-se “zã”) é a palavra Xokleng para araucária. A árvore, típica da Mata Atlântica nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, vem se desenvolvendo no planeta há cerca de 200 milhões de anos. Cada árvore fêmea produz dezenas de pinhas, que, por sua vez, carregam centenas de pinhões. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA IBIRAMA-LAKLÃNÕ, Santa Catarina — Zág (pronuncia-se “zã”) é a palavra Xokleng para araucária. A árvore, típica da Mata Atlântica nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, vem se desenvolvendo no planeta há cerca de 200 milhões de anos. Cada árvore fêmea produz dezenas de pinhas, que, por sua vez, carregam centenas de pinhões. O pinhão é a semente da araucária (Araucaria angustifolia), consumida por pelo menos 22 espécies de animais, além da humana, que tem nela uma fonte de nutrientes e de renda. Para alguns povos, porém, vai além da alimentação, fazendo parte da cultura, da história e dos mitos de origem. É o caso do povo Xokleng, em Santa Catarina. Nas aldeias, a árvore até serve de base para nomes de pessoas. “As araucárias são sagradas para nós. Não tem como contar a história do nosso povo sem falar sobre ela. O nosso mito de geração diz que o animal de proteção foi feito a partir da araucária, então ela aparece já na primeira história”, conta Carl Gakran, diretor-executivo do Instituto Zág, que coordena junto com sua esposa, Isabel, vice-presidente e diretora ambiental. Carl decidiu agir em prol das araucárias em 2016, quando descobriu que a espécie estava ameaçada de extinção, em razão do desmatamento, da expansão urbana e da exploração madeireira. Estima-se que, atualmente, as florestas de araucária ocupem menos de 3% de sua área original, que cobria grande parte dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de pequenos agrupamentos em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/povo-xokleng-restaura-araucarias-sagradas-em-terra-indigena-de-santa-catarina/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Tesouro da Caatinga, licuri ganha novos horizontes na bioeconomia graças à ciência</title>
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					<pubDate>26 Ago 2025 08:39:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Dantas]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Alimentação, Alimentos, Biodiversidade, Caatinga, Comunidades Tradicionais, Conservação, Povos Tradicionais, Reflorestamento, Soluções e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Um levantamento feito em 2025 pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mapeou mais de 60 espécies nativas de plantas da Caatinga brasileira utilizadas por comunidades tradicionais. Entre elas, uma ganha destaque por suas múltiplas aplicações: o licuri (Syagrus coronata). Essa palmeira nativa do semiárido nordestino — também conhecida como “ouricuri” ou “coco-cabeçudo”, entre outros nomes [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um levantamento feito em 2025 pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mapeou mais de 60 espécies nativas de plantas da Caatinga brasileira utilizadas por comunidades tradicionais. Entre elas, uma ganha destaque por suas múltiplas aplicações: o licuri (Syagrus coronata). Essa palmeira nativa do semiárido nordestino — também conhecida como “ouricuri” ou “coco-cabeçudo”, entre outros nomes populares — se tornou aliada de diferentes comunidades brasileiras: seus frutos viram alimento saudável e fonte para a extração de óleos, enquanto suas fibras e palhas são convertidas em matéria-prima para o artesanato. Protagonista histórico de um bioma conhecido pela importância de seus serviços ambientais, o licuri também chama a atenção da ciência, que busca investigar mais a fundo a versatilidade biotecnológica da espécie. Esse é um dos objetivos de novas pesquisas desenvolvidas pelo Núcleo de Bioprospecção e Conservação da Caatinga (NBioCaat), que faz parte da UFPE. Aliando informações sobre práticas tradicionais ao resultado de testes laboratoriais, o instituto verificou propriedades do licuri com potencial de uso em diferentes produtos — não apenas da indústria alimentícia, mas, também, farmacêuticos e cosméticos. Segundo Márcia Vanusa, pesquisadora da UFPE e doutora em Biologia Celular e Molecular, o conhecimento ancestral de diferentes populações humanas que vivem em áreas de Caatinga é o “ponto de partida” dos estudos sobre a planta. Ela diz que esses “saberes” são transmitidos de forma oral entre gerações, sobretudo por mulheres mais idosas e com vasto conhecimento empírico. Ainda que subjetivos, esses elementos são “indispensáveis” às análises técnicas posteriores, auxiliando cientistas na busca por&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/tesouro-da-caatinga-licuri-ganha-novos-horizontes-na-bioeconomia-gracas-a-ciencia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Colheita da castanha-do-brasil despenca após seca extrema e preços disparam</title>
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					<pubDate>31 Jul 2025 15:31:41 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda WenzelKarla Mendes]]>
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							<![CDATA[<p>Todos os anos, comunidades da Amazônia aguardam ansiosamente a chegada da temporada de colheita da castanha-do-brasil, que normalmente começa em novembro e vai até março. A semente é a principal fonte de renda de muitas comunidades extrativistas, indígenas e ribeirinhas, que passam o resto do ano vivendo de pequenas roças. &#8220;O dinheiro da castanha é [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Todos os anos, comunidades da Amazônia aguardam ansiosamente a chegada da temporada de colheita da castanha-do-brasil, que normalmente começa em novembro e vai até março. A semente é a principal fonte de renda de muitas comunidades extrativistas, indígenas e ribeirinhas, que passam o resto do ano vivendo de pequenas roças. &#8220;O dinheiro da castanha é usado para manter a familia, construir casas, comprar alimentação, calçado, roupa&#8221;, diz Elziane Ribeiro de Souza, da Reserva Extrativista Cajari, no Amapá. &#8220;Quando dá, usamos para comprar uma moto, um carro ou uma rabeta [pequeno motor de barco]. A gente sobrevive disso. A castanha é um produto sustentável da comunidade.” Souza vive em Água Branca do Cajari, uma das 13 comunidades da reserva dedicadas à coleta de castanha-do-brasil. Este ano, no entanto, eles coletaram 70% menos do que o esperado. Os dados são do projeto NewCast, da Embrapa, que apoia quatro comunidades da Amazônia que trabalham na colheita de castanhas. A escassez já levou a um forte aumento de preço. Em março de 2025, uma lata de 20 litros de castanhas estava custando R$ 220, quase quatro vezes mais do que a média. &#8220;A safra aqui deu muito pouca, e a gente imagina que seja por causa do clima&#8221;, diz Souza. Outras partes da Amazônia também sofreram com as perdas, com algumas comunidades relatando quebras de 80% nas colheitas, de acordo com a Embrapa. Na Terra Indígena Waiwái, em Roraima, a comunidade Anauá coletou 200 sacas de castanhas nesta temporada, uma pequena fração das 3.500&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/colheita-da-castanha-do-brasil-despenca-apos-seca-extrema-e-precos-disparam/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Por que os morcegos da Mata Atlântica estão cheios de metais tóxicos no corpo</title>
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					<pubDate>30 Dez 2024 09:08:06 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos e Mata Atlântica]]>
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							<![CDATA[<p>Os morcegos desempenham um papel fundamental na saúde dos ecossistemas florestais enquanto polinizadores, dispersores de sementes e controle de insetos considerados pragas agrícolas. Mas de acordo com uma nova pesquisa, os morcegos e os serviços ecossistêmicos que oferecem estão ameaçados na Mata Atlântica, bioma altamente fragmentado, onde grande parte das áreas naturais foram degradadas pela [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Os morcegos desempenham um papel fundamental na saúde dos ecossistemas florestais enquanto polinizadores, dispersores de sementes e controle de insetos considerados pragas agrícolas. Mas de acordo com uma nova pesquisa, os morcegos e os serviços ecossistêmicos que oferecem estão ameaçados na Mata Atlântica, bioma altamente fragmentado, onde grande parte das áreas naturais foram degradadas pela atividade agrícola e a mineração, aumentando a exposição da vida selvagem a metais pesados tóxicos. Cientistas da Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia, retiraram amostras de pelos de morcegos de áreas variadas no estado – incluindo pastagens, monoculturas de eucalipto e café e agrofloresta de cacau – e testaram o material para a presença de três metais: chumbo, manganês e cobre. “Descobrimos que os morcegos que vivem em áreas cuja paisagem é dominada pela agricultura intensiva ou por pastagens têm níveis mais altos de metais tóxicos no organismo, especialmente chumbo e manganês”, revela Julián Barillaro, líder do estudo e pesquisador de Ecologia da conservação na Universidade de Santa Cruz. Segundo ele, isso provavelmente se deve ao uso de agrotóxicos e combustíveis que contêm chumbo. A redução do habitat natural também pode ser uma das causas do aumento dessa exposição. O uso intensivo de agrotóxicos em plantações de eucalipto pode ser a razão da contaminação dos morcegos. Foto cedida por Ivana Cardoso. Outros fatores, como as diferentes espécies e o sexo dos morcegos, não afetaram a bioacumulação, levando os autores a crer que os animais entraram em contato direto com os metais pesados ao descansarem&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/por-que-os-morcegos-da-mata-atlantica-estao-cheios-de-metais-toxicos-no-corp/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Novo plano de restauração pode deslanchar o Código Florestal, acreditam ambientalistas</title>
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					<pubDate>06 Nov 2024 15:39:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Reflorestamento e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Na programação do Brasil durante a 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica – COP16,  realizada em Cali, na Colômbia, de 21 de outubro a 1 de novembro, grande destaque foi dado ao lançamento da nova versão do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa, o Planaveg, que planeja reflorestar 12 milhões de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Na programação do Brasil durante a 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica – COP16,  realizada em Cali, na Colômbia, de 21 de outubro a 1 de novembro, grande destaque foi dado ao lançamento da nova versão do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa, o Planaveg, que planeja reflorestar 12 milhões de hectares até 2030. Especialistas ouvidos pela Mongabay demonstraram otimismo com o posicionamento brasileiro, mas apontam desafios para recuperar essa área, maior que o território de Portugal. Marcelo Elvira afirma que o Observatório do Código Florestal (OCF), onde atua como secretário-executivo, “está otimista com o novo Planaveg”, que considera resultado de um processo de construção coletiva liderado pelo Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). “A gente tem uma expectativa de que essa iniciativa possa deslanchar o Código Florestal”, afirma o ambientalista, que considera factível um impulso pela repercussão da COP16, embora aponte dilemas. “O Planaveg é uma direção. Mas essa não é somente uma iniciativa do governo federal, precisa dos governos estaduais também”, opina. Como parte dos desafios, o Termômetro do Código Florestal indica que o passivo ambiental dessa legislação — ou seja, trechos de vegetação nativa em terras privadas que foram desmatados, mas que, pelo código, não deveriam ter sido — é de 20,7 milhões de hectares. São contabilizados, nesses casos, Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal. A maior parte, segundo o OCF, é de Reserva Legal, com 17,8 milhões de hectares degradados. Rômulo Batista, porta-voz do Greenpeace Brasil, destaca&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/novo-plano-de-restauracao-pode-deslanchar-o-codigo-florestal-acreditam-ambientalistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Por que os Maxakali estão convocando os espíritos para recuperar a Mata Atlântica</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/09/por-que-os-maxakali-estao-convocando-os-espiritos-para-recuperar-a-mata-atlantica/</link>
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					<pubDate>23 Set 2024 15:13:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Alterações Climáticas, Ameaças às Florestas Tropicais, Biodiversidade, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Indígenas, Índios, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Reflorestamento, Soluções e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA MAXAKALI, Minas Gerais — Em vez dos bois, os indígenas. E nada mais muda na paisagem tão logo se cruza a placa que anuncia a entrada da Terra Indígena Maxakali. O resto é capim. Nem mesmo o alto dos morros escapou da pelagem parda que em certo momento vestiu o território ancestral dos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/por-que-os-maxakali-estao-convocando-os-espiritos-para-recuperar-a-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Por que os Maxakali estão convocando os espíritos para recuperar a Mata Atlântica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA MAXAKALI, Minas Gerais — Em vez dos bois, os indígenas. E nada mais muda na paisagem tão logo se cruza a placa que anuncia a entrada da Terra Indígena Maxakali. O resto é capim. Nem mesmo o alto dos morros escapou da pelagem parda que em certo momento vestiu o território ancestral dos Tikmũ’ũn e a ele se agarrou como a casca das feridas se adere à pele. Toda manhã, a névoa que devagar se levanta sobre o solo morto parece agora expressar a trágica fisionomia das mortalhas. Quando Joviano Maxakali me pediu para acompanhá-lo na busca de embaúbas, não pensei que fôssemos tão longe: duas horas de estrada entre imensas touceiras de capim-colonião para alcançar um ponto muito além dos limites norte da Terra Indígena, onde um naco de Mata Atlântica sobreviveu ao avanço do pasto. Lá onde as embaúbas crescem robustas e os povos-espíritos não passam fome. Tuthi, a fibra da embaúba, é a “fibra-mãe” dos Tikmũ’ũn, árvore encantada com cuja linha os ancestrais teriam tecido os mais diversos objetos mágicos, entre eles o fio que antes conectava o céu e a terra e permitia que pessoas e espíritos transitassem entre os dois mundos. Contam os indígenas que essa linha um dia se cortou, e os espíritos, para poder descer à terra, tiveram que se converter em animais. Os bichos seriam, então, a forma física com que hoje os parentes mortos se apresentam aos vivos. Tão sagrada é a embaúba para os Tikmũ’ũn que há um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/por-que-os-maxakali-estao-convocando-os-espiritos-para-recuperar-a-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Agrofloresta comunitária no Rio sustenta pássaros, abelhas e pessoas</title>
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					<pubDate>19 Set 2024 18:37:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Bernardo Araújo]]>
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							<![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO – Eu não sabia o que esperar quando cheguei ao Cocotá. A grande praça de 110 mil metros quadrados aterrada há mais de cinco décadas era bastante familiar. Tudo ali permanecia mais ou menos como eu me lembrava: das pistas de skate e quadras esportivas às calçadas e bancos de concreto. Tudo, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[RIO DE JANEIRO – Eu não sabia o que esperar quando cheguei ao Cocotá. A grande praça de 110 mil metros quadrados aterrada há mais de cinco décadas era bastante familiar. Tudo ali permanecia mais ou menos como eu me lembrava: das pistas de skate e quadras esportivas às calçadas e bancos de concreto. Tudo, exceto o pequeno e curioso agrupamento de árvores que eu vim visitar, que parecia mais uma pequena floresta do que um jardim construído pela prefeitura. O Cocotá é um bairro da Ilha do Governador, uma ilha de 39 quilômetros quadrados no nordeste da cidade do Rio de Janeiro. Grande parte dela é ocupada pela Força Aérea Brasileira e pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim (vulgo Galeão), deixando cerca de metade de sua área para seus mais de 200 mil residentes. Eu era um deles alguns anos atrás, o que tornou o objeto da minha visita ainda mais surpreendente: nunca esperaria que uma agrofloresta — onde árvores, arbustos e plantas anuais úteis para a população humana são cultivados juntos em um sistema que fornece frutas, vegetais e habitat para animais — surgisse bem no meio da minha cidade. Meus anfitriões estavam aproveitando a sombra daquela floresta em miniatura. Victor Huggo, um arquiteto local, levantou-se das raízes de uma árvore de jambolão (Syzygium cumini) para me cumprimentar. À sua frente, Lucas Marques, estudante de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estendeu a mão. Ambos moraram na Ilha do Governador por muitos anos, e nenhum dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/agrofloresta-comunitaria-no-rio-sustenta-passaros-abelhas-e-pessoas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Comunidades do Acre vivem drama com falta de água potável na seca amazônica</title>
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					<pubDate>23 Ago 2024 07:06:38 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tácita Muniz]]>
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							<![CDATA[<p>RIO BRANCO, Brasil — Rosineide de Lima, moradora da comunidade do Panorama, em Rio Branco, enfrenta uma luta diária pela sobrevivência em meio à seca severa que atinge a capital do Acre e a região. Em sua casa, onde vivem sete pessoas, o racionamento de água é uma realidade constante. “O meu poço seca mesmo [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[RIO BRANCO, Brasil — Rosineide de Lima, moradora da comunidade do Panorama, em Rio Branco, enfrenta uma luta diária pela sobrevivência em meio à seca severa que atinge a capital do Acre e a região. Em sua casa, onde vivem sete pessoas, o racionamento de água é uma realidade constante. “O meu poço seca mesmo em agosto”, ela disse à Mongabay, preocupada com a saúde dos cinco filhos. “Por enquanto, ainda estou conseguindo tirar um pouco de água dele para lavar roupa uma vez na semana e fazer as coisas de casa, mas para beber comecei a comprar água mineral desde que meus filhos começaram a ter problemas de saúde, como desidratação.” Após viver uma seca extrema em 2023, a Amazônia já vem sentindo sinais de uma nova estiagem neste ano. Segundo especialistas, a seca de 2024 pode ser ainda pior. A estiagem já atinge 69% dos municípios da Amazônia, uma alta de 56% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, a comunidade de Panorama, na zona rural de Rio Branco (AC), tem cerca de 700 famílias. Foto: Tácita Muniz Panorama, localizada a pouco mais de 6 km do centro de Rio Branco, é uma das 31 comunidades rurais severamente afetadas pela seca que assola o estado. Embora fique a 800 metros das margens do Rio Acre, a comunidade não usa o poluído rio para abastecimento. As 700 famílias do local não têm água encanada e dependem de poços artesianos, que estão secando devido à baixa do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/08/comunidades-do-acre-vivem-drama-com-falta-de-agua-potavel-na-seca-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>DNA comprova origem amazônica do cacau e revela forte rede de comércio pré-colombiana</title>
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					<pubDate>01 Jul 2024 18:49:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura, Sustentabilidade e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Quem encontra um cacaueiro vicejando numa agrofloresta amazônica não imagina quanta história carrega o fruto. Por muito tempo se creditou a origem do cacau ao endereço errado. Evidências arqueológicas apontavam o sul do México e a América Central, a chamada Mesoamérica, como local onde se iniciou a domesticação do fruto há cerca de 4 mil [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Quem encontra um cacaueiro vicejando numa agrofloresta amazônica não imagina quanta história carrega o fruto. Por muito tempo se creditou a origem do cacau ao endereço errado. Evidências arqueológicas apontavam o sul do México e a América Central, a chamada Mesoamérica, como local onde se iniciou a domesticação do fruto há cerca de 4 mil anos. Acreditava-se que, apenas depois, o cacau teria sido levado à América do Sul. “Ao percorrermos a selva do Alto Amazonas [no Equador], sempre encontrávamos cacaueiros, que lembravam os povos que viveram nesta região há milhares de anos, mas, na época, não sabíamos que o cacau era uma planta nativa da região”, conta Francisco Valdez, arqueólogo do Instituto de Pesquisas para o Desenvolvimento (IRD) na França. Foi no início dos anos 2000, junto com uma equipe de arqueólogos e antropólogos franceses e equatorianos, que Valdez começou a estudar evidências que pudessem trazer novos conhecimentos sobre os povos antigos que prosperaram no Alto Amazonas, parte andina da Bacia Amazônica localizada no Equador, Peru, Colômbia e Venezuela. Entre diversas descobertas, os pesquisadores se surpreenderam ao encontrar o DNA do cacau em cerâmicas milenares de uso doméstico e para tradições funerárias. Isso levou a uma reavaliação da origem do fruto: com raízes sul-americanas, as evidências apontam que há cerca de 5.500 anos o cacau já circulava por 19 culturas pré-colombianas. “A característica mais importante de nossa pesquisa é o fato de colocar as culturas do Alto Amazonas em seu devido lugar, como um povo inovador e fundamental no&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/dna-comprova-origem-amazonica-do-cacau-e-revela-forte-rede-de-comercio-pre-colombiana/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Na capital da soja, agronegócio revela seu apartheid</title>
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					<pubDate>27 Mai 2024 20:18:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Luiz Felipe Silva (texto) &amp; Fellipe Abreu (vídeo e fotos)]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agrofloresta, Agropecuária, Carbono, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Desmatamento, Monocultura, Política Ambiental, Povos Tradicionais, Recursos hídricos, Sustentabilidade e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Vista de cima, a cidade que se orgulha do título de Capital Nacional do Agronegócio evidencia um abrupto recorte social e econômico. A BR-163 funciona como se fosse uma fronteira que divide duas realidades opostas, tal qual o muro que separa Israel e Palestina. Na margem oeste, uma economia pujante enfileira lojas de marcas de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Vista de cima, a cidade que se orgulha do título de Capital Nacional do Agronegócio evidencia um abrupto recorte social e econômico. A BR-163 funciona como se fosse uma fronteira que divide duas realidades opostas, tal qual o muro que separa Israel e Palestina. Na margem oeste, uma economia pujante enfileira lojas de marcas de luxo, ocupa as ruas com caminhonetes que custam centenas de milhares de reais e erguem mais e mais casas e condomínios de alto padrão. A leste da rodovia, carros fabricados há décadas circulam por ruas que foram asfaltadas pela primeira vez há menos de cinco anos, numa paisagem que se compõe de construções simples de tijolos à mostra e placas de excursões para o Maranhão – que levam e trazem de lá os trabalhadores anônimos que servem até a própria vida na cadeia de produção do ouro do Cerrado, a soja. A geração de riqueza e de desigualdade no Centro-Oeste são faces do mesmo projeto de desenvolvimento colocado em prática a partir da década de 1970. Baseado numa lógica de ocupação de terras da Amazônia e Cerrado por colonos oriundos do Sul do país, este projeto foi turbinado pela globalização das commodities alimentares e consolidou a vocação brasileira de fazendão do mundo – e também sua incapacidade de alimentar a própria população. “O projeto de colonização foi uma iniciativa do Governo Federal [nos anos de ditadura militar], que permitiu que empresas comprassem grandes quantidades de terra e organizassem comercialmente e estrategicamente a venda dessas terras”,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/na-capital-da-soja-agronegocio-revela-seu-apartheid/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>No cinturão da soja, bancos de sementes comunitários dão esperança à Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Abr 2024 14:09:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ana Ionova]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>COLÍDER, Mato Grosso — Não faz muito tempo, o terreno que Maria Ivonete de Souza herdou era estéril, com o solo endurecido por anos de pecuária. Quando a família chegou ao sul da Amazônia, quatro décadas atrás, seu pai rapidamente retirou a densa floresta tropical para abrir caminho para o pasto. “Ele limpou tudo à [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/no-cinturao-da-soja-bancos-de-sementes-comunitarios-dao-esperanca-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">No cinturão da soja, bancos de sementes comunitários dão esperança à Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[COLÍDER, Mato Grosso — Não faz muito tempo, o terreno que Maria Ivonete de Souza herdou era estéril, com o solo endurecido por anos de pecuária. Quando a família chegou ao sul da Amazônia, quatro décadas atrás, seu pai rapidamente retirou a densa floresta tropical para abrir caminho para o pasto. “Ele limpou tudo à mão, com uma serra e um machado”, diz Maria Ivonete na varanda de sua casa de madeira nos arredores empoeirados de Colíder, a cerca de 632 quilômetros ao norte da capital de Mato Grosso. “É horrível estar falando sobre isso. Porque estou me lembrando de coisas que me incomodam profundamente hoje.” A pecuária é um dos principais impulsionadores econômicos em Mato Grosso, o coração agropecuário do Brasil. Em Peixoto de Azevedo, a floresta deu lugar a pastagens e campos de soja em um ritmo vertiginoso, pressionando Terras Indígenas como Capoto/Jarina. Foto: Ana Ionova/Mongabay. Agora, décadas mais tarde, Maria Ivonete está lutando para voltar o relógio no tempo e reverter a destruição na região. Em uma tentativa de reflorestar, ela plantou sementes de espécies nativas da Amazônia, que haviam começado a desaparecer à medida que a produção de soja e milho se expandia a um ritmo frenético. “Se as pessoas soubessem como é difícil plantar árvores, nunca sonhariam em cortá-las”, aponta Maria Ivonete, que lidera a organização comunitária Coletivo Água Vida. “Aqui, queremos fazer as coisas de forma diferente. Queremos restaurar a saúde da floresta.” Uma parte fundamental desse sonho é construir um banco de sementes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/no-cinturao-da-soja-bancos-de-sementes-comunitarios-dao-esperanca-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cerrado é o bioma mais beneficiado por iniciativa milionária lançada na COP</title>
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					<pubDate>22 Mar 2024 16:13:04 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Gado, Pecuária, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Silvicultura e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Uma aliança lançada na Conferência do Clima (COP) de 2021 já destinou US$ 240 milhões (R$ 1,18 bilhão) para projetos que aliam o aumento da produtividade rural à preservação ambiental no Brasil. A Inovação Financeira para a Amazônia, Cerrado e Chaco (IFACC, da sigla em inglês) é liderada pela Tropical Forest Alliance (TFA), The Nature [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Uma aliança lançada na Conferência do Clima (COP) de 2021 já destinou US$ 240 milhões (R$ 1,18 bilhão) para projetos que aliam o aumento da produtividade rural à preservação ambiental no Brasil. A Inovação Financeira para a Amazônia, Cerrado e Chaco (IFACC, da sigla em inglês) é liderada pela Tropical Forest Alliance (TFA), The Nature Conservancy (TNC) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), e já conta com 16 signatários, entre eles o banco Santander e a gigante dos agrotóxicos Syngenta. &#8220;Vemos um papel importante não só do setor financeiro, de colocar dinheiro na mesa, mas também de empresas que dependem da soja e do gado do Brasil no sentido de contribuírem [para a iniciativa]&#8221;, diz Danielle Carreira, diretora de engajamento com o setor financeiro da TFA. Ela explica que o principal objetivo da iniciativa é incluir o produtor na agenda da sustentabilidade, sem que ele tenha que abrir mão de continuar crescendo. &#8220;Queremos trazer a voz do produtor para a conversa.&#8221; Dos onze projetos apoiados pela iniciativa, sete estão no Cerrado, que recebeu quase a totalidade dos recursos: US$ 234,5 milhões (R$ 1,16 bilhão), ou 98% do total. O dinheiro está sendo aplicado em projetos de recuperação de pastagens degradadas, incentivo à preservação de vegetação nativa e aumento da produtividade em áreas já desmatadas.  O protagonismo do bioma não é à toa. O Cerrado é a maior e mais biodiversa savana tropical do mundo, ao mesmo tempo em que responde por 60% da produção agrícola&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/cerrado-e-o-bioma-mais-beneficiado-por-iniciativa-milionaria-lancada-na-cop/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Comunidade quilombola do Alto Ribeira ganha reivindicação histórica de terra</title>
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					<pubDate>13 Mar 2024 08:36:04 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Após vencer uma ação judicial histórica no final do ano passado, uma comunidade tradicional quilombola finalmente obteve o reconhecimento legal de suas terras localizadas no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), em São Paulo, uma área protegida. Segundo especialistas jurídicos, a decisão é uma vitória significativa para a comunidade do Quilombo de Bombas, que [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Após vencer uma ação judicial histórica no final do ano passado, uma comunidade tradicional quilombola finalmente obteve o reconhecimento legal de suas terras localizadas no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), em São Paulo, uma área protegida. Segundo especialistas jurídicos, a decisão é uma vitória significativa para a comunidade do Quilombo de Bombas, que vive na área há mais de cem anos. O reconhecimento legal de sua terra também estabelece um precedente importante para outras comunidades no Brasil cujos territórios se sobrepõem a unidades de conservação de proteção integral. O estado de São Paulo terá agora que registrar o território ancestral de 3.200 hectares na Mata Atlântica como propriedade legal da comunidade. Além disso, o governo deverá apresentar um plano de trabalho para a construção de uma estrada de acesso ao quilombo. Como parte desse processo, a Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp, órgão fundiário do estado) deve realizar um levantamento fundiário atualizado no prazo de seis meses e iniciar o processo de regularização fundiária dentro de 10 anos. O não cumprimento desses prazos acarretará multas. A decisão, proferida em 29 de dezembro de 2023 pela juíza Hallana Duarte Miranda, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, significa que a comunidade de Bombas passará a coadministrar o território com a Fundação Florestal (FF), órgão do governo estadual. Isso também significa que a comunidade é livre para usar os recursos naturais locais da forma que achar melhor, já que a área não fará mais&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/comunidade-quilombola-do-alto-ribeira-ganha-reivindicacao-historica-de-terra/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Seca extrema coloca oeste do Pará em estado de calamidade e agricultura familiar busca alternativas</title>
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					<pubDate>21 Dez 2023 15:08:09 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon (texto) e Julia Lima (vídeo e fotos)]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Alterações Climáticas, Amazônia, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Rios, Seca e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>JURUTI, Pará — Prestes a aterrissar em Santarém, no Pará, o espanto ecoa em voz alta pelo avião, apontando a gravidade da seca. Pela janela diminuta, a imensidão das águas recua, deixando bancos de areia expostos na paisagem. Debaixo de um céu que não derrama chuva há meses, e já caminhando pela secura dos quintais [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[JURUTI, Pará — Prestes a aterrissar em Santarém, no Pará, o espanto ecoa em voz alta pelo avião, apontando a gravidade da seca. Pela janela diminuta, a imensidão das águas recua, deixando bancos de areia expostos na paisagem. Debaixo de um céu que não derrama chuva há meses, e já caminhando pela secura dos quintais da agricultura familiar, torna-se corriqueiro testemunhar árvores jovens se transformando em esculturas emblemáticas da seca. “Aqui não temos o costume de trabalhar com irrigação. Trabalhamos esperando que caia do céu”, conta Raimundo Nunes, aos pés de um cupuaçuzeiro morto de sede. “Não só as frutíferas, mas algumas espécies nativas como a andiroba estão sofrendo bastante”, diz o engenheiro agrônomo em sua casa, na Área de Proteção Ambiental (APA) Jará, em Juruti, oeste do Pará. Desde maio, a maior parte do oeste da Amazônia registra chuvas abaixo da média. Para além da variação natural e cíclica que caracteriza os períodos de cheia e estiagem na região, a seca severa deste ano se deve ao avanço das mudanças climáticas e à interferência do El Niño, fenômeno meteorológico que eleva as temperaturas e intensifica a seca nas regiões Norte e Nordeste. Na zona rural de Juruti (PA), o plantio em agrofloresta busca recuperar área degradada; mudas mais jovens sofrem o impacto da seca. Foto: Julia Lima/Mongabay A perda de plantios,  a redução dos peixes, a complexa logística com o baixo nível de água dos rios e o difícil acesso à água potável fizeram com que fosse decretada no&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/12/seca-extrema-coloca-oeste-do-para-em-estado-de-calamidade-e-agricultura-familiar-busca-alternativas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>A volta por cima do algodão agroecológico no agreste da Paraíba</title>
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					<pubDate>18 Dez 2023 06:14:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Beatriz Santomauro (texto e fotos)]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agricultura, Agrofloresta, Caatinga, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Recursos hídricos, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Desde 2021, governo, iniciativa privada e cooperativa de agricultores trabalham juntos para que o plantio do algodão orgânico e agroecológico em Ingá (PB) tenha cada vez maior produção. A atividade segue o modelo agroecológico, dispensa o uso de agrotóxicos, e parte das terras tem certificação orgânica. Há variedades do algodão que nascem coloridas, não precisando de corantes e evitando uso de água.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/12/a-volta-por-cima-do-algodao-agroecologico-no-agreste-da-paraiba/" data-wpel-link="internal">A volta por cima do algodão agroecológico no agreste da Paraíba</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Na lavoura de algodão em Ingá, no agreste da Paraíba, o pôr do sol ilumina um desfile de moda. Uma cena improvável, de sonho, que exibe roupas de algodão marrons, verdes e brancas. O vaivém de modelos, profissionais ou não, faz parte da comemoração pela colheita do algodão semeado em abril. Nesta época de seca, a poeira avermelhada gruda no suor do rosto do público: são crianças vindas da escola, agricultores, compradores do algodão, entendedores de moda, governantes e políticos. Rompendo o silêncio de vozes e o barulho do vento, ouve-se Asa Branca, de Luiz Gonzaga. &#8220;Quando olhei a terra ardendo…&#8221; O algodão que serve de matéria-prima às roupas da passarela é plantado nesta região da Paraíba com práticas de sustentabilidade. A atividade segue o modelo agroecológico (dividindo o espaço com o cultivo de alimentos para subsistência), sem uso de agrotóxicos, e parte das terras tem certificação orgânica. Há variedades do algodão que nascem coloridas, não precisando de corantes e evitando uso de água. A produção é vantajosa para o agricultor porque a compra da safra é garantida desde a plantação, e o valor pago é cerca de 50% mais alto em relação ao cultivo convencional. A produção de algodão na Paraíba não é novidade. Nos anos 1930, o estado era o segundo maior exportador do mundo. Do século 18 até a década de 1980, a atividade moveu a economia regional até que a praga de um inseto, o bicudo, arruinou plantas e famílias. Mas agora, desde 2021, existe em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/12/a-volta-por-cima-do-algodao-agroecologico-no-agreste-da-paraiba/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Em Roraima, comunidades indígenas criam soluções sustentáveis em meio a ameaças</title>
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					<pubDate>26 Out 2023 06:41:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amanda Magnani]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Indígenas, Índios, Pesca, Política Ambiental, Povos indígenas, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Rios e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>A agricultura sustentável, a pesca livre de mercúrio e a economia circular estão entre as estratégias que os povos indígenas amazônicos vêm desenvolvendo para sobreviver em um dos estados mais hostis com os povos originários.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/10/em-roraima-comunidades-indigenas-criam-solucoes-sustentaveis-em-meio-a-ameacas/" data-wpel-link="internal">Em Roraima, comunidades indígenas criam soluções sustentáveis em meio a ameaças</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[NOVO PARAÍSO, Roraima – Sob o sol escaldante e o céu azul, as lavouras de mandioca recém capinadas não oferecem sombra para se esconder neste trecho de Floresta Amazônica. É inverno, época de plantar. À medida que os dias passam, a maioria acima dos 30 graus Celsius, aproximam-se as fortes chuvas que chegarão para fazer brotar as plantas. As roças de mandioca entre as quais Maria Loreta Pascoal caminha são o meio de vida da comunidade indígena de Novo Paraíso, da qual ela é a tuxaua, ou cacica, conta Pascoal. “É assim que cultivamos nossa subsistência.” A vida em Novo Paraíso, comunidade localizada na Terra Indígena Manoá-Pium, em Roraima, depende fortemente da produção e do comércio da farinha de mandioca. Daqui a uns nove meses, as plantas que agora mal alcançam os calcanhares da tuxaua estarão prontas para a colheita e o beneficiamento. Demarcada e homologada, ou oficialmente reconhecida por decreto presidencial, em 1982, a TI Manoá-Pium abrange uma área de menos de 44 mil hectares. Ela abriga sete comunidades, que juntas somam uma população de mais de 3.900 pessoas, todas dependentes da agricultura familiar. No trajeto de uma hora de carro desde Boa Vista, capital de Roraima, até Novo Paraíso, as mudanças na paisagem são surpreendentes. A maior parte das áreas preservadas ao longo da estrada estão cobertas pelo lavrado, uma vegetação semelhante à savana. A comunidade de Pascoal, contudo, é uma exceção: está coberta por uma densa mata de árvores altas e verde-escuras – aquilo que se imagina&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/10/em-roraima-comunidades-indigenas-criam-solucoes-sustentaveis-em-meio-a-ameacas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>1 milhão de hectares de agroflorestas podem produzir 150 milhões de toneladas de comida, diz estudo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/10/1-milhao-de-hectares-de-agroflorestas-podem-produzir-150-milhoes-de-toneladas-de-comida-diz-estudo/</link>
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					<pubDate>23 Out 2023 06:52:37 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Marion Frank]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agrofloresta, Alimentos, Amazônia, Ambientalistas, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Indígenas, Índios, Insetos, Mata Atlântica, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Sustentabilidade, Terras Indígenas e Unidades de Conservação]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Análise do Instituto Escolhas detectou que recuperar 1,02 milhão de hectares de áreas desmatadas com Sistemas Agroflorestais pode produzir 156 milhões de toneladas de alimentos e ainda remover 482,8 milhões de toneladas de CO2 da atmosfera.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/10/1-milhao-de-hectares-de-agroflorestas-podem-produzir-150-milhoes-de-toneladas-de-comida-diz-estudo/" data-wpel-link="internal">1 milhão de hectares de agroflorestas podem produzir 150 milhões de toneladas de comida, diz estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[São números (e objetivos) de encher os olhos – e que fazem acreditar em um país diverso, muito menos desigual entre regiões no tocante à geração de emprego e renda, assim como a oferta de comida na mesa brasileira. A partir do uso de modelos do Sistema Agroflorestal (SAF), que planta simultaneamente árvores nativas, frutíferas e/ou madeireiras ao lado de produtos agrícolas, uma área desmatada de 1,02 milhão de hectares pode, por exemplo, não apenas ser recuperada, mas também produzir 156 milhões de toneladas de alimentos, permitir o plantio de 2,03 bilhões de mudas e ainda remover 482,8 milhões de toneladas de CO2 da atmosfera. A agrofloresta é também modelo de exploração da terra vantajoso para o agricultor familiar, pois permite, ao diversificar a produção, um retorno do investimento em curto prazo, colhendo e vendendo o que cresce rápido, enquanto se aguarda a renda em longo prazo, originária da produção de espécies permanentes. O recém-divulgado estudo do Instituto Escolhas, de São Paulo, se destaca por esses e outros indicadores da adoção do SAF na recuperação de terras Brasil afora, realçando os benefícios potenciais em honrar a meta de 12 milhões de hectares de florestas até 2030, assumida pelo nosso governo com o Acordo de Paris. Outro destaque: o estudo demonstrou que o investimento de R$ 33,1 bilhões na recuperação, por meio de SAFs, de 1,02 milhão de hectares de terras desmatadas em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e localizadas em pequenas propriedades – principalmente da agricultura familiar – pode render&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/10/1-milhao-de-hectares-de-agroflorestas-podem-produzir-150-milhoes-de-toneladas-de-comida-diz-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Indígenas apostam nas abelhas nativas para reflorestar o que o branco desmatou</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/10/indigenas-ao-redor-do-brasil-apostam-nas-abelhas-nativas-para-reflorestar-o-que-o-branco-desmatou/</link>
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					<pubDate>09 Out 2023 08:22:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agrofloresta, Alimentos, Amazônia, Ambientalistas, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Indígenas, Índios, Insetos, Mata Atlântica, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Sustentabilidade, Terras Indígenas e Unidades de Conservação]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Pressionadas por inúmeras ameaças, três Terras Indígenas localizadas em diferentes biomas brasileiros (Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica) estão entre as dez iniciativas aprovadas pelo Programa Polinizando a Regeneração.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/10/indigenas-ao-redor-do-brasil-apostam-nas-abelhas-nativas-para-reflorestar-o-que-o-branco-desmatou/" data-wpel-link="internal">Indígenas apostam nas abelhas nativas para reflorestar o que o branco desmatou</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Ana Rosa de Lima, engenheira de materiais brasileira radicada na Alemanha, nem imaginava que uma iniciativa de financiamento coletivo para um projeto de meliponicultura na aldeia Mojkàràkô, do povo Kayapó, no Pará, em 2019, inspiraria um movimento comunitário de criação de abelhas nativas que, quatro anos depois, já se estende por todos os biomas do país e se fortalece como rede de soluções pensadas e geridas pelas próprias comunidades. Assim foram lançadas as sementes da Rede Meli Brasil, formada até agora por 53 comunidades indígenas, quilombolas, extrativistas e camponesas que aliam polinização a regeneração florestal para gerar renda, reverter degradação ambiental causada por invasores e fortalecer a segurança alimentar pelo sistema agroflorestal. Desse movimento, foram selecionados dez projetos comunitários pelo Programa Polinizando a Regeneração. A iniciativa foi apoiada pela Fundação Rockefeller após ser submetida pela organização socioambiental Meli Bees, criada na Alemanha por Ana Rosa, em 2020, fruto da demanda por incentivo à meliponicultura após experiência com os Kayapó. Cerca de 50 mil dólares serão destinados diretamente às ações comunitárias selecionadas. Paralelamente à captação de recursos internacionais, que possibilitou apoiar microprojetos no Brasil, a engenheira conta que foi se ampliando um grupo pelo WhatsApp que funcionou como uma espécie de semente de formação da Rede Meli Brasil. Regeneração florestal e roças agroecológicas no sul da Bahia, em terras do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe. Foto: Associação Okara Kaapora/divulgação “Esse movimento foi ganhando uma adesão espontânea de lideranças comunitárias brasileiras interessadas na criação de abelhas”, relata. “Em 2021, tivemos um ano de excelentes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/10/indigenas-ao-redor-do-brasil-apostam-nas-abelhas-nativas-para-reflorestar-o-que-o-branco-desmatou/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Coletores de sementes da Amazônia e do Cerrado se reúnem para evitar o colapso dos biomas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/09/coletores-de-sementes-da-amazonia-e-do-cerrado-se-reunem-para-evitar-o-colapso-dos-biomas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/09/coletores-de-sementes-da-amazonia-e-do-cerrado-se-reunem-para-evitar-o-colapso-dos-biomas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Set 2023 14:42:39 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Kevin Damasio]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Produtos da Floresta, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Prestes a iniciarem o trabalho, algumas das 146 coletoras indígenas da Rede de Sementes da Bioeconomia Amazônica (Reseba), a primeira de Rondônia, viajaram até o nordeste de Mato Grosso para conhecer o grupo mais longevo do Brasil, a Rede de Sementes do Xingu.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/09/coletores-de-sementes-da-amazonia-e-do-cerrado-se-reunem-para-evitar-o-colapso-dos-biomas/" data-wpel-link="internal">Coletores de sementes da Amazônia e do Cerrado se reúnem para evitar o colapso dos biomas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[NOVA XAVANTINA, MT — Em julho, 15 mulheres indígenas percorreram 1.600 quilômetros de Rolim de Moura, em Rondônia, até Nova Xavantina, no nordeste de Mato Grosso. Elas representavam as 146 coletoras da Rede de Sementes da Bioeconomia Amazônica (Reseba), criada em meados de 2021 e formada pelas etnias Aikanã, Gavião, Sabanê, Suruí, Tupari e Zoró. Após um dia de estrada, chegaram à zona de transição entre Amazônia e Cerrado para conhecer de perto o mais longevo grupo de coletores do Brasil, a Rede de Sementes do Xingu. Base da cadeia de restauração, as redes de coletores são fundamentais para alcançar a meta nacional de recuperar 12,5 milhões de hectares de vegetação nativa até 2030 – 4,8 milhões na Amazônia e 2,1 milhões no Cerrado. Sem um programa governamental, intercâmbios com grupos estabelecidos são uma forma de novas redes adquirirem expertise e encontrarem os caminhos para se firmar. O Rio das Mortes, afluente do Rio Araguaia que passa por Nova Xavantina (MT), já foi considerado um dos rios mais limpos do mundo. Hoje, alguns trechos sofrem com os agrotóxicos da soja que avança sobre pastagens no nordeste de Mato Grosso, entre outros impactos. Foto: Kevin Damasio “É muito importante para nós ter esse conhecimento através das outras pessoas que estão nos ensinando como produzir, limpar, coletar semente”, conta Rubithem Suruí, integrante da Reseba e representante das 56 coletoras da Terra Indígena (TI) Sete de Setembro. Aos 27 anos, Rubithem é liderança entre as mulheres da aldeia Gamir, cujo conhecimento sobre o potencial&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/09/coletores-de-sementes-da-amazonia-e-do-cerrado-se-reunem-para-evitar-o-colapso-dos-biomas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como hortas comunitárias estão mudando o jeito de produzir comida na periferia de São Paulo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/09/como-hortas-comunitarias-estao-mudando-o-jeito-de-produzir-comida-na-periferia-de-sao-paulo/</link>
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					<pubDate>11 Set 2023 17:23:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Florestas, Florestas Tropicais, Política Ambiental, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>A ONG Cidades sem Fome desenvolve projetos de agricultura em mais de 80 hortas urbanas e escolares, a maioria delas na Zona Leste de São Paulo; terrenos que antes eram criadouros de mosquitos da dengue e chikungunya agora contribuem com renda, saúde e segurança alimentar.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/09/como-hortas-comunitarias-estao-mudando-o-jeito-de-produzir-comida-na-periferia-de-sao-paulo/" data-wpel-link="internal">Como hortas comunitárias estão mudando o jeito de produzir comida na periferia de São Paulo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[“Isso aqui é muito gostoso mesmo! Eu me sinto tão bem! Eu não tenho estresse nem tristeza. Estou na horta aqui ó, é só alegria”, conta Waldir, enquanto planta uma longa fileira de alfaces na Escola Estadual Professora Maria de Lourdes Rosário Negreiros, em São Mateus, Zona Leste de São Paulo. Waldir Francisco de Almeida trabalhou por longo tempo na indústria alimentícia, mas não via a terra e nem o sol. Por 17 anos foi responsável por uma linha de produção de salgadinhos ultraprocessados, trabalhando no período noturno dentro de uma fábrica. “Para mim era como se estivesse numa prisão, num lugar escuro, e não tinha como saber as maravilhas que existiam fora.” Em 2013, a vida de Waldir mudou da noite para o dia quando ele passou a plantar nas hortas da ONG Cidades sem Fome. “Depois que eu comecei a trabalhar com a terra, eu percebi que a minha saúde se fortaleceu mais. Eu saio de casa para vir trabalhar na horta com o coração cheio para chegar logo.” Horta da ONG Cidades sem Fome instalada em linhão da concessionária Enel, no bairro de São Mateus, Zona Leste de São Paulo. Foto: Fellipe Abreu/Mongabay A ONG Cidades sem Fome desenvolve projetos de agricultura em mais de 80 hortas urbanas e escolares, a maioria delas na Zona Leste de São Paulo. A horta central do projeto viceja desde 2018 embaixo de um linhão da concessionária de energia Enel num terreno de quase um hectare no mesmo bairro de São&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/09/como-hortas-comunitarias-estao-mudando-o-jeito-de-produzir-comida-na-periferia-de-sao-paulo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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