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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Estudo mapeia áreas prioritárias para vacinar micos-leões-dourados</title>
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					<pubDate>02 Set 2026 10:24:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Alex Megerle]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Fauna, Mamíferos, Mata Atlântica e Primatas]]>
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							<![CDATA[<p>Depois de perder cerca de 30% da população, o mico-leão-dourado ganhou um novo mapa de risco.</p>
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							<![CDATA[A cerca de duas horas de carro do aeroporto do Rio de Janeiro, um parque dedicado ao mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) oferece visitas guiadas pela Mata Atlântica. Com sorte, o visitante pode avistar a pelagem laranja vibrante de um dos moradores mais famosos da região. Esse pequeno primata, classificado como “em perigo” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), quase desapareceu na década de 1970 e hoje está restrito a florestas fragmentadas no estado do Rio de Janeiro, que representam cerca de 2% de sua área de ocorrência original, segundo a Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD). Esse delicado equilíbrio esteve gravemente ameaçado entre 2017 e 2019, quando um surto de febre amarela no estado do Rio de Janeiro quase dizimou a população de micos-leões-dourados. Dados censitários revelam que, entre 2014 e 2018, o número de micos caiu cerca de 30%, para aproximadamente 2.500 indivíduos. No entanto, os micos-leões-dourados tiveram uma recuperação expressiva e chegaram a cerca de 4.800 indivíduos, segundo um censo de 2023. Para se preparar melhor para um possível novo surto, pesquisadores avaliaram como diferentes fatores da paisagem estiveram associados à mortalidade dos micos. O estudo identificou áreas de maior risco de transmissão, que podem orientar a vacinação dos animais em futuros surtos. Mata Atlântica na Reserva Biológica União (RJ), uma das principais áreas de conservação do mico-leão-dourado. Foto: CaptainDarwin via Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0). Mapeando um surto Os pesquisadores compararam a sobrevivência de 145 micos monitorados entre 2014 e 2016, antes do surto de febre amarela, com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/estudo-mapeia-areas-prioritarias-para-vacinar-micos-leoes-dourados/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesca artesanal no Rio usa energia solar buscando autonomia e menos poluição</title>
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					<pubDate>15 Abr 2026 07:20:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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							<![CDATA[Oceanos, Peixes, Pesca, Soluções, Sustentabilidade e Sustentável]]>
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							<![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO — “Eu trabalhei por dois anos com um gerador e, mesmo antes do projeto, já tinha desistido dele. Não aguentava mais respirar aquele ar poluente e ter aquele barulho no ouvido”, disse Paulo Henrique do Rosário Correia, presidente da Associação dos Verdadeiros Pescadores e Turismo de Barcos de Bocas Abertas do Município [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[RIO DE JANEIRO — “Eu trabalhei por dois anos com um gerador e, mesmo antes do projeto, já tinha desistido dele. Não aguentava mais respirar aquele ar poluente e ter aquele barulho no ouvido”, disse Paulo Henrique do Rosário Correia, presidente da Associação dos Verdadeiros Pescadores e Turismo de Barcos de Bocas Abertas do Município de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. Aos 57 anos de idade — sendo mais de 30 deles como pescador —, Paulo contou que não sabe viver sem seu trabalho. “A gente aprende a pescar com os mais velhos e acaba entrando nesse ramo mesmo sem querer. Foi natural. E, quando eu vi, já estava envolvido na pesca o tempo todo.” Nos últimos tempos, uma mudança positiva passou a cercar as pescarias de Paulo: elas estão mais sustentáveis graças ao uso de painéis solares para geração de eletricidade, o que também garante maior segurança e rentabilidade a quem trabalha no mar. Isso ocorre graças a projetos como o SustentaMar. Financiada por recursos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC Frade), cuja administração financeira está sob a gestão do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), a iniciativa, aprovada em 2024, surgiu do anseio de melhorar a captura de lula — hoje o principal tipo de pescado para os profissionais vinculados à organização presidida por Paulo. A pesca artesanal dos moluscos marinhos é feita à noite, quando os cardumes são atraídos pela luz dos holofotes. Até boa parte de 2025, ano em que o projeto passou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/pesca-artesanal-no-rio-usa-energia-solar-buscando-autonomia-e-menos-poluicao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Entre avanços e desafios, Floresta da Tijuca tenta reconstruir sua fauna</title>
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					<pubDate>24 Mar 2026 06:54:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2008, a bióloga Alexandra Pires tinha acabado de finalizar sua tese de doutorado, que mostrava como as cutias eram importantes para a regeneração de espécies vegetais da Mata Atlântica. Ao contar sobre isso para Ivandy Castro-Astor, pesquisadora do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, ela descobriu que não existiam mais esses roedores [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/" data-wpel-link="internal">Entre avanços e desafios, Floresta da Tijuca tenta reconstruir sua fauna</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 2008, a bióloga Alexandra Pires tinha acabado de finalizar sua tese de doutorado, que mostrava como as cutias eram importantes para a regeneração de espécies vegetais da Mata Atlântica. Ao contar sobre isso para Ivandy Castro-Astor, pesquisadora do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, ela descobriu que não existiam mais esses roedores ali. Uma prova disso eram as sementes de uma árvore chamada justamente de cutieira (Joannesia princeps), apodrecendo no chão da mata. “Como assim não tem cutia no Parque Nacional da Tijuca?”, relembra Alexandra sobre sua primeira reação. “E a Ivandy falou, então: eu acho que vocês deviam soltar umas cutias lá!” Dezoito anos depois, visitantes do parque podem observar, nas matas da Floresta da Tijuca, não apenas cutias-vermelhas (Dasyprocta leporina), mas também bugios-ruivos (Alouatta guariba) e jabutis-tinga (Chelonoidis denticulata). Todas elas graças ao programa de reintrodução realizado pelo Refauna, com o apoio do Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade (ICMBio). No começo de janeiro, chegou a vez da araras-canindés (Ara ararauna), que voltaram a voar nos céus do Rio de Janeiro. Fazia 200 anos que estavam extintas na cidade. O objetivo do Refauna é acabar com a chamada “síndrome da floresta vazia”, conceito criado pelo conservacionista Kent Redford, em 1992. Segundo ele, embora a vegetação de algumas florestas pareça preservada, há ausência de animais, essenciais para garantir o seu futuro. “Um dos principais sintomas da síndrome é justamente os frutos apodrecendo no solo da floresta”, revela Marcelo Rheingantz, diretor-executivo do Refauna e biólogo da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Projeto na maior favela do Brasil transforma óleo descartado em produtos ecológicos</title>
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					<pubDate>10 Out 2025 07:07:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[André Aram]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Alimentação, Alimentos, Comida, Conservação, Oceanos, Responsabilidade Ambiental, Saneamento, Socioambiental, Soluções e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Segundo dados oficiais, dentre as mais de 12 mil favelas e comunidades do Brasil, a Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, detém o posto de maior do país. Com pouco mais de 72 mil habitantes, o local também lidera em quantidade de domicílios ocupados — são mais de 30 mil residências. A Rocinha [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Segundo dados oficiais, dentre as mais de 12 mil favelas e comunidades do Brasil, a Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, detém o posto de maior do país. Com pouco mais de 72 mil habitantes, o local também lidera em quantidade de domicílios ocupados — são mais de 30 mil residências. A Rocinha surgiu no início do século 20, mas foi a partir da década de 1950 que sua população aumentou de forma acentuada, sobretudo pela chegada de brasileiros de outros estados, que migraram à capital carioca em busca de trabalho. Ao longo dos anos, enquanto a favela se expandia, uma estrutura econômica e social própria ganhava corpo. Nesse contexto, a Rocinha também passou a ser um terreno fértil para projetos locais que se propõem a unir sustentabilidade, impacto social e desenvolvimento comunitário. Muitos deles, como conta Marcelo Santos, surgiram “por acaso”. Nascido e criado na favela, o empresário e líder comunitário, de 43 anos, disse que a ideia que mudou sua vida — e o entorno dela — tomou forma quando visitou o Complexo Esportivo da Rocinha, acompanhado do professor de biologia Márcio Aroeira, em 2020. Juntos, eles notaram que havia uma massa densa em um dos reservatórios de água que desembocam no ginásio. O biólogo tocou o fluido com a ponta dos dedos, chegando a um rápido veredito: tratava-se de resíduo de óleo de cozinha, fruto do descarte incorreto do material doméstico. “Ele me explicou que aquilo era um grande contaminador do meio ambiente. Então, fui&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/projeto-na-maior-favela-do-brasil-transforma-oleo-descartado-em-produtos-ecologicos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Agrofloresta comunitária no Rio sustenta pássaros, abelhas e pessoas</title>
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					<pubDate>19 Set 2024 18:37:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Bernardo Araújo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Conservação, Florestas, Mata Atlântica, Política Ambiental, Reflorestamento e Responsabilidade Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO – Eu não sabia o que esperar quando cheguei ao Cocotá. A grande praça de 110 mil metros quadrados aterrada há mais de cinco décadas era bastante familiar. Tudo ali permanecia mais ou menos como eu me lembrava: das pistas de skate e quadras esportivas às calçadas e bancos de concreto. Tudo, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/agrofloresta-comunitaria-no-rio-sustenta-passaros-abelhas-e-pessoas/" data-wpel-link="internal">Agrofloresta comunitária no Rio sustenta pássaros, abelhas e pessoas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[RIO DE JANEIRO – Eu não sabia o que esperar quando cheguei ao Cocotá. A grande praça de 110 mil metros quadrados aterrada há mais de cinco décadas era bastante familiar. Tudo ali permanecia mais ou menos como eu me lembrava: das pistas de skate e quadras esportivas às calçadas e bancos de concreto. Tudo, exceto o pequeno e curioso agrupamento de árvores que eu vim visitar, que parecia mais uma pequena floresta do que um jardim construído pela prefeitura. O Cocotá é um bairro da Ilha do Governador, uma ilha de 39 quilômetros quadrados no nordeste da cidade do Rio de Janeiro. Grande parte dela é ocupada pela Força Aérea Brasileira e pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim (vulgo Galeão), deixando cerca de metade de sua área para seus mais de 200 mil residentes. Eu era um deles alguns anos atrás, o que tornou o objeto da minha visita ainda mais surpreendente: nunca esperaria que uma agrofloresta — onde árvores, arbustos e plantas anuais úteis para a população humana são cultivados juntos em um sistema que fornece frutas, vegetais e habitat para animais — surgisse bem no meio da minha cidade. Meus anfitriões estavam aproveitando a sombra daquela floresta em miniatura. Victor Huggo, um arquiteto local, levantou-se das raízes de uma árvore de jambolão (Syzygium cumini) para me cumprimentar. À sua frente, Lucas Marques, estudante de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estendeu a mão. Ambos moraram na Ilha do Governador por muitos anos, e nenhum dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/agrofloresta-comunitaria-no-rio-sustenta-passaros-abelhas-e-pessoas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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