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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>As particularidades do movimento migratório na Colômbia, Venezuela, Guianas e Suriname</title>
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					<pubDate>03 Jan 2025 13:56:41 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>A história moderna da migração interna na Colômbia começou de maneira semelhante aos processos organizados pelos governos do Brasil, e de outros países andinos, na década de 1960 e no início da década de 1970. Entretanto, esse processo foi prejudicado primeiro por uma guerra civil e, posteriormente, pela produção de drogas ilícitas, em grande parte [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A história moderna da migração interna na Colômbia começou de maneira semelhante aos processos organizados pelos governos do Brasil, e de outros países andinos, na década de 1960 e no início da década de 1970. Entretanto, esse processo foi prejudicado primeiro por uma guerra civil e, posteriormente, pela produção de drogas ilícitas, em grande parte devido às táticas adotadas pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). O conflito efetivamente suprimiu o investimento estatal em infraestrutura e congelou a aquisição de terras por famílias de classe média e investidores. Ao mesmo tempo, porém, alimentou a migração de camponeses deslocados, que optaram por cultivar coca sob a proteção das FARC. O conflito terminou oficialmente em 2017 por meio do chamado Processo de Paz, que trouxe mudanças importantes para a Amazônia colombiana. As FARC não existem mais como uma entidade militar organizada, porém foram substituídas por grupos criminosos compostos por guerrilheiros desmobilizados e membros de milícias. Infelizmente, o Estado não estabeleceu uma presença significativa na região e a cessação das hostilidades desencadeou uma corrida por terras impulsionada pelo comércio de drogas e pelo setor pecuário. Dois jovens pilotam suas motocicletas ao longo da estrada que divide Tabatinga, no Brasil, de Letícia, na Colômbia. Os índices de criminalidade aumentaram muito na região. Crédito: Ivan Brehaut. Rotas migratórias Antes da guerra civil, a administração do presidente Carlos Lleras Restrepo (1966-1970) criou o Instituto Nacional de Colonización (INCOR) em uma tentativa de atender à demanda de terras por parte da população rural pobre. A estratégia foi&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/as-particularidades-do-movimento-migratorio-na-colombia-venezuela-guianas-e-suriname/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>A história natural da floresta tropical amazônica</title>
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					<pubDate>05 Jun 2023 07:45:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Nos séculos 19 e primeira metade do século 20, cientistas afiliados a instituições do Hemisfério Norte organizaram a maioria das expedições para a Amazônia. Esses botânicos, zoólogos e antropólogos eram acompanhados por cientistas nativos e imigrantes que foram os pioneiros no estabelecimento de museus de história natural nas nações da Pan-Amazônia. O investimento em pesquisa [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Nos séculos 19 e primeira metade do século 20, cientistas afiliados a instituições do Hemisfério Norte organizaram a maioria das expedições para a Amazônia. Esses botânicos, zoólogos e antropólogos eram acompanhados por cientistas nativos e imigrantes que foram os pioneiros no estabelecimento de museus de história natural nas nações da Pan-Amazônia. O investimento em pesquisa e educação expandiu-se drasticamente à medida que os governos buscavam estratégias de desenvolvimento com base na exploração dos recursos naturais da região. A capacidade institucional cresceu para abranger mais de cinquenta universidades e meia dúzia de instituições de pesquisa dentro da Pan-Amazônia. Coleções, publicações e o número de estudantes cresceram exponencialmente e, ao final do milênio, mais espécimes eram incorporados anualmente aos museus regionais do que todas as coleções legadas a museus estrangeiros. Leia aqui o texto em inglês e espanhol As coleções nos museus europeus e norte-americanos são a base dos sistemas de classificação taxonômica, que são o centro da ciência da biodiversidade; infelizmente, essas informações não estavam disponíveis aos biólogos locais, que tinham dificuldades para identificar as plantas e animais que encontraram durante seu trabalho de campo. A partir dos anos 1980, e acelerando nos anos 1990 e 2000, a inovação na gestão da informação e a criação da Internet revolucionaram a ciência da biodiversidade. Os recursos de informação on-line, tais como bancos de dados taxonômicos e arquivos digitais de imagens, melhoraram muito a quantidade e a qualidade dos inventários florísticos e faunísticos. Hoje, cada país pode contar com um catálogo relativamente completo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/06/a-historia-natural-da-floresta-tropical-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Entendendo a economia convencional</title>
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					<pubDate>05 Jun 2023 00:22:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>As economias das nações são tradicionalmente avaliadas por seu produto interno bruto (PIB), métrica que avalia a produção econômica total de uma nação. O PIB da Pan-Amazônia girava em torno de US$ 270 bilhões em 2017, número modesto em uma economia global avaliada em US$ 80 trilhões no mesmo ano. Leia aqui o texto em [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As economias das nações são tradicionalmente avaliadas por seu produto interno bruto (PIB), métrica que avalia a produção econômica total de uma nação. O PIB da Pan-Amazônia girava em torno de US$ 270 bilhões em 2017, número modesto em uma economia global avaliada em US$ 80 trilhões no mesmo ano. Leia aqui o texto em inglês e espanhol A título de comparação, isto é aproximadamente igual à renda total da empresa de varejo online que se apropriou do nome da maior floresta tropical do mundo. A contribuição para o PIB nacional das jurisdições localizadas dentro da Pan-Amazônia varia de uma alta de 100% (Guiana e Suriname) a uma baixa de 0,2% (Guiana Francesa). A contribuição das regiões amazônicas ao PIB nacional é pequena, mas significativa no Brasil (8%), Peru (13%) e Equador (10%), menos na Colômbia (2%) e consideravelmente mais na Bolívia (59%), onde três grandes centros urbanos se situam dentro da bacia amazônica. Há inúmeros problemas com o uso do PIB como métrica analítica; no entanto, é a estatística mais comumente usada para avaliar a economia de uma nação. A primeira prioridade da maioria dos governos é promover o crescimento econômico, e sua motivação é tão simples quanto óbvia: um aumento no PIB reflete o aumento da riqueza, que pode ser usada para reduzir a pobreza; uma diminuição conota uma recessão, em geral, significando aumento da pobreza. Os governos e seus assessores em instituições multilaterais de desenvolvimento utilizam o PIB e suas métricas subjacentes para identificar como as políticas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/06/entendendo-a-economia-convencional/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Desmatamento diminui na floresta Amazônica</title>
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					<pubDate>07 Abr 2016 07:56:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Destruição das florestas primárias em toda a bacia amazônica diminuiu significativamente desde a década de 2000, afirma pesquisa publicada na segunda-feira por um grupo de organizações sociais e ambientais da América Latina, conhecido como A Rede Amazônica de Informação Georeferenciadas Socioambiental (RAISG). O estudo, lançado como um relatório com um mapa detalhado do desmatamento indica que, o desmatamento entre 2000 e 2013 caiu drasticamente, tanto dentro como fora da Amazônia brasileira. Os resultados são significativos, pois são os primeiros a documentar mudanças na floresta primária na Amazônia fora do Brasil. A queda no desmatamento no Brasil tem sido amplamente divulgada devido ao sistema de monitoramento avançado do país. O que é menos conhecido é a tendência nos países não brasileiros. Dados para aqueles países de outras fontes, como a ONU e Global Forest Watch, não dividem a perda de floresta por bioma ou olham apenas para a perda de floresta bruta e líquida, mas sim ao desmatamento, especificamente. “Os dados do Global Forest Watch incluem alterações florestais, através do crescimento de florestas secundárias e plantações. O relatório do RAISG apresenta dados de florestas primárias, que é a diferença”, diz Carlos Souza do Imazon, uma ONG brasileira que é uma das parceiras da pesquisa. O relatório, que está disponível em espanhol, mostra que o desmatamento médio anual na Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Suriname caíram significativamente para o período de 2000-2013 relativo ao período de 2005-2010. Somente a Venezuela e a Guiana Francesa apresentaram aumentos no desmatamento. A tendência na&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/04/desmatamento-diminui-na-floresta-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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