<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?location=global&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/global/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Thu, 08 Oct 2026 16:03:21 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>
				<item>
					<title>Sobre o legado da Mongabay</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/sobre-o-legado-da-mongabay/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/sobre-o-legado-da-mongabay/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>14 Ago 2026 10:02:24 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rhett Ayers Butler]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/08/03144555/01-ca_redwoods_16883x-26-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195789</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ambientalistas, Conservação, Política Ambiental, Responsabilidade Ambiental e Socioambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Quando a persistência revela o que parecia invisível.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/sobre-o-legado-da-mongabay/" data-wpel-link="internal">Sobre o legado da Mongabay</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Costumam me perguntar qual é o legado da Mongabay, ou qual poderá vir a ser. A pergunta geralmente parte da premissa de que um quarto de século de publicações deveria resultar em uma resposta clara e bem definida. Não é assim. A Mongabay não começou com uma teoria sobre como transformar a mídia, nem com a ambição de redefinir o jornalismo ambiental. Ela começou com um site, um fascínio por florestas tropicais e a percepção de que grande parte da história ambiental do planeta recebia uma cobertura deficiente — quando recebia alguma. O jornalismo ambiental é muito anterior à Mongabay. Suas raízes estão na literatura de história natural, nas reportagens investigativas e no jornalismo de defesa de causas, cada um com suas próprias tradições e seus pontos fortes. A Mongabay não inventou esse campo. O que ela fez, aos poucos e, por vezes, sem intenção, foi ocupar um espaço que muitos veículos maiores vinham deixando para trás: uma cobertura contínua e detalhada sobre ecossistemas e comunidades distantes dos centros de poder, produzida a partir da premissa de que esses lugares eram relevantes por si mesmos. Durante boa parte de sua existência, a Mongabay se concentrou no que acontece nas margens da atenção global. Florestas tropicais, recifes de coral, pesca em pequenas ilhas, territórios indígenas e fronteiras de mineração distantes raramente recebem tanta atenção quanto eleições, guerras ou crises financeiras. Ainda assim, esses lugares costumam estar no centro dos riscos planetários. Fazer uma boa cobertura deles exige tempo, conhecimento local e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/sobre-o-legado-da-mongabay/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/sobre-o-legado-da-mongabay/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Estudo aponta manguezais como aliados contra poluição por nitrogênio</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>24 Jun 2026 12:52:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/02/14163135/1280px-Savacu-de-coroa_no_Manguezal_do_Itacorubi-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195452</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil e Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Biodiversidade, Créditos de carbono, Florestas Tropicais, Manguezais, Mudanças climáticas, Oceanos, Poluição e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Se forem restaurados e protegidos, os manguezais podem ajudar a sequestrar mais de 5 milhões de toneladas de poluição causada por nitrogênio em ecossistemas costeiros de todo o planeta, argumenta um estudo recente. Essa poluição geralmente é originada por fertilizantes sintéticos muito utilizados na agricultura ou por resíduos humanos que se infiltram nas fontes de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/" data-wpel-link="internal">Estudo aponta manguezais como aliados contra poluição por nitrogênio</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Se forem restaurados e protegidos, os manguezais podem ajudar a sequestrar mais de 5 milhões de toneladas de poluição causada por nitrogênio em ecossistemas costeiros de todo o planeta, argumenta um estudo recente. Essa poluição geralmente é originada por fertilizantes sintéticos muito utilizados na agricultura ou por resíduos humanos que se infiltram nas fontes de água. Pesquisadores analisaram dados sobre a remoção de nitrogênio no mundo e estimaram que os manguezais atualmente sequestram cerca de 870 mil toneladas por ano deste elemento. O estudo estimou que, se esses ecossistemas costeiros forem protegidos e restaurados, a produção poderia superar 5 milhões de toneladas anuais. Ainda segundo os pesquisadores, esse serviço ecossistêmico prestado pelos manguezais valeria US$ 8,7 bilhões (R$ 44 bilhões) por ano em créditos de nitrogênio. “Os manguezais representam uma solução natural de mitigação, poderosa e subestimada, para a poluição causada pelo nitrogênio”, escreveram os coautores do estudo, Ziyan Wang e Benoit Thibodeau, da Universidade Chinesa de Hong Kong. Wang e Thibodeau argumentam que a remoção de nitrogênio deveria ser tratada de forma semelhante ao armazenamento de carbono e sugerem a criação de um mercado de créditos de nitrogênio azul para ajudar a financiar soluções para a crise climática. Com base em projetos anteriores, eles estimaram que os créditos de nitrogênio seriam precificados em cerca de US$ 10 mil (R$ 50 mil) por tonelada. O valor total de um mercado de remoção de nitrogênio superaria em muito o do armazenamento de carbono em ecossistemas de mangue, segundo o estudo. O nitrogênio é um nutriente&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/06/estudo-aponta-manguezais-como-aliados-contra-poluicao-por-nitrogenio/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>A ‘fungibilidade’ pode afundar mecanismo de financiamento da Convenção sobre a Biodiversidade, Decisão 15/9 (artigo)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/10/a-fungibilidade-pode-afundar-o-mecanismo-de-financiamento-da-convencao-sobre-a-biodiversidade-decisao-15-9-artigo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/10/a-fungibilidade-pode-afundar-o-mecanismo-de-financiamento-da-convencao-sobre-a-biodiversidade-decisao-15-9-artigo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>01 Out 2024 19:09:26 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Joseph Henry Vogel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/09/26192021/herps_192039-1536x1024-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=192772</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O senso comum é tudo, menos comum, é uma verdade universal. Os professores de economia frequentemente invocam o senso comum para explicar a alocação de recursos. O problema da fungibilidade é exemplar. Este termo esotérico vem das finanças e é sinônimo de &#8220;seleção adversa&#8221;: uma política econômica seleciona adversamente toda vez que os beneficiários tenham [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/10/a-fungibilidade-pode-afundar-o-mecanismo-de-financiamento-da-convencao-sobre-a-biodiversidade-decisao-15-9-artigo/" data-wpel-link="internal">A ‘fungibilidade’ pode afundar mecanismo de financiamento da Convenção sobre a Biodiversidade, Decisão 15/9 (artigo)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O senso comum é tudo, menos comum, é uma verdade universal. Os professores de economia frequentemente invocam o senso comum para explicar a alocação de recursos. O problema da fungibilidade é exemplar. Este termo esotérico vem das finanças e é sinônimo de &#8220;seleção adversa&#8221;: uma política econômica seleciona adversamente toda vez que os beneficiários tenham tomado o mesmo posicionamento, sendo assim  a ação é fungível e não deve ser financiada. O senso comum para filântropos bilionários seria identificar um bem público que o Estado não teria financiado de outra maneira: propostas fungíveis não devem ser candidatas às generosidades privadas. Propostas não fungíveis na casa dos oito dígitos são muito menos numerosas do que o número de bilionários que agora habitam o Planeta Terra (cerca de 1.623, segundo a Forbes). Além da questão crucial das rendas econômicas, que foi abordada no meu comentário anterior para o Mongabay, o desenvolvimento de um &#8220;caso de demonstração&#8221; de US$ 250 milhões para a Decisão 15/9 da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (CDB) parece atender o critério de fungibilidade. Mas as aparências enganam. Um calau-malhado-grande no Parque Nacional Kaeng Krachan, na Tailândia. Foto de tontantravel/Flickr. Como exemplo não relacionado à biodiversidade, para tornar a seleção adversa e a fungibilidade menos abstratas, compare as emissões de carros de última geração com as de carros velhos e poluentes. A política federal dos EUA &#8220;Dinheiro por Sucata&#8221; (o programa CARS, para retirar veículos antigos e ineficientes das ruas) parece senso comum. No entanto, economistas demonstraram que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/10/a-fungibilidade-pode-afundar-o-mecanismo-de-financiamento-da-convencao-sobre-a-biodiversidade-decisao-15-9-artigo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/10/a-fungibilidade-pode-afundar-o-mecanismo-de-financiamento-da-convencao-sobre-a-biodiversidade-decisao-15-9-artigo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Assegurando a tutela indígena de ecossistemas vitais: uma entrevista com Peter Seligmann, CEO da Nia Tero</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/03/assegurando-a-tutela-indigena-de-ecossistemas-vitais-uma-entrevista-com-peter-seligmann-ceo-da-nia-tero/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2021/03/assegurando-a-tutela-indigena-de-ecossistemas-vitais-uma-entrevista-com-peter-seligmann-ceo-da-nia-tero/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>15 Mar 2021 12:40:39 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rhett A. Butler]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2021/03/15152053/CGM_Kayapo_2010_00106-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=187950</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Uma das grandes tendências na área de conservação nos últimos 20 anos é o reconhecimento crescente aos povos indígenas por suas contribuições nos processos de proteção ambiental. As terras administradas pelos povos indígenas e comunidades locais capturam pelo menos um sexto do carbono florestal e abrigam 80% das espécies terrestres. Grande parte das maiores paisagens [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/03/assegurando-a-tutela-indigena-de-ecossistemas-vitais-uma-entrevista-com-peter-seligmann-ceo-da-nia-tero/" data-wpel-link="internal">Assegurando a tutela indígena de ecossistemas vitais: uma entrevista com Peter Seligmann, CEO da Nia Tero</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma das grandes tendências na área de conservação nos últimos 20 anos é o reconhecimento crescente aos povos indígenas por suas contribuições nos processos de proteção ambiental. As terras administradas pelos povos indígenas e comunidades locais capturam pelo menos um sexto do carbono florestal e abrigam 80% das espécies terrestres. Grande parte das maiores paisagens intactas do mundo &#8211; da floresta Amazônica à ilha de Nova Guiné &#8211; são habitadas por humanos há muito tempo e, hoje, possuem populações indígenas consideráveis. Essa visão é uma ruptura das abordagens históricas de conservação, que tendem a marginalizar, subvalorizar e até mesmo criminalizar os povos indígenas. Os mesmos indígenas cujas terras nativas eram destruídas para dar lugar a plantações e fazendas; roubadas por conta do minério e do  petróleo; envenenadas por resíduos industriais e poluição e invadidas por especuladores. Tradicionalmente, as contribuições dos povos indígenas não são reconhecidas pelo resto do mundo. Na verdade, há muitos casos documentados em que durante o estabelecimento de áreas protegidas, eles foram forçados a abandonar as terras que tradicionalmente cuidavam, ou sofreram restrições às atividades que praticavam há gerações. A transição em curso na área de conservação é um importante caminho para o setor, mas passar do discurso sobre mudança à implementação de fato, trazendo reformas significativas, ainda é um desafio. É necessário ouvir com seriedade as críticas, engajar e capacitar as partes interessadas que têm sido tradicionalmente ignoradas ou marginalizadas, reavaliar as relações de legado, e levantar as estruturas de poder, entre outras medidas. Por isso,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/03/assegurando-a-tutela-indigena-de-ecossistemas-vitais-uma-entrevista-com-peter-seligmann-ceo-da-nia-tero/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2021/03/assegurando-a-tutela-indigena-de-ecossistemas-vitais-uma-entrevista-com-peter-seligmann-ceo-da-nia-tero/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Banco de dados permite oferecer informações sobre barragens de rejeitos de mineração em todo o mundo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/05/banco-de-dados-permite-oferece-informacoes-sobre-barragens-de-rejeitos-de-mineracao-em-todo-o-mundo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/05/banco-de-dados-permite-oferece-informacoes-sobre-barragens-de-rejeitos-de-mineracao-em-todo-o-mundo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>11 Mai 2020 22:16:31 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/04/30203009/33198854048_78ef2748f7_b-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=186992</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil e Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Cerrado, Corrupção, Crime Ambiental, Garimpo, Infraestrutura, Mineração, Ouro e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Lançado um ano após o desastre de Brumadinho, o Global Tailings Portal reúne reúne informações sobre 1.700 barragens que armazenam rejeitos de mineração no mundo inteiro.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/banco-de-dados-permite-oferece-informacoes-sobre-barragens-de-rejeitos-de-mineracao-em-todo-o-mundo/" data-wpel-link="internal">Banco de dados permite oferecer informações sobre barragens de rejeitos de mineração em todo o mundo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 25 de janeiro de 2019, a barragem de Brumadinho se rompeu, liberando uma lama carregada de rejeitos da mina de minério de ferro Córrego do Feijão, em Minas Gerais. A enxurrada matou 270 pessoas e, para a Vale, a empresa que administrava a mina, foi o segundo acidente fatal em menos de quatro anos. Essa catástrofe levou um grupo de investidores a pedir a mais de 700 empresas de mineração que compartilhassem informações sobre como armazenam rejeitos em suas minas. A partir das respostas, a GRID-Arendal, uma fundação da Noruega, criou o Portal Global Tailings, lançado no aniversário de um ano do episódio de Brumadinho. &#8220;Este portal pode salvar vidas&#8221;, afirma Elaine Baker, professora de geociências da Universidade de Sydney, na Austrália, e especialista sênior da GRID-Arendal. &#8220;Com essas informações, todo o setor pode trabalhar a fim de reduzir falhas de barragens no futuro.&#8221; As estimativas variam muito quanto ao número de barragens de rejeitos existentes em todo o mundo. Segundo a GRID-Arendal, existem entre 3.500 e 33 mil barragens ativas e inativas, incluindo várias tidas como &#8220;órfãs&#8221;, onde não está claro quem é responsável por garantir que não ameacem as comunidades e os ecossistemas locais. Baker também observa que as características das barragens e o que elas contêm mudaram ao longo do tempo, aumentando a necessidade de mais transparência. &#8220;As barragens estão ficando cada vez maiores&#8221;, diz. &#8220;As empresas de mineração já exploraram a maioria dos minérios de mais alta qualidade e agora estão explorando os de menor&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/05/banco-de-dados-permite-oferece-informacoes-sobre-barragens-de-rejeitos-de-mineracao-em-todo-o-mundo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/05/banco-de-dados-permite-oferece-informacoes-sobre-barragens-de-rejeitos-de-mineracao-em-todo-o-mundo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Atenção, ONU e políticos! A queima de árvores para obter energia não é neutra em carbono (comentário)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2019/09/atencao-onu-e-politicos-a-queima-de-arvores-para-obter-energia-nao-e-neutra-em-carbono-comentario/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2019/09/atencao-onu-e-politicos-a-queima-de-arvores-para-obter-energia-nao-e-neutra-em-carbono-comentario/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Set 2019 08:32:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mary Booth]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2019/09/21082859/BANNER-image-Drax-768x452.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=186218</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Aquecimento global, Conservação, Energia e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Todos nós vimos, horrorizados, como a Amazônia e outras florestas queimaram nas últimas semanas. Mas há outra conflagração deliberada das florestas em curso, ironicamente resultado da política climática – a queima de madeira nas usinas para gerar energia de biomassa &#8220;renovável&#8221;. Embora a queima de madeira seja amplamente tratada como &#8220;neutra em carbono&#8221;, a realidade [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/09/atencao-onu-e-politicos-a-queima-de-arvores-para-obter-energia-nao-e-neutra-em-carbono-comentario/" data-wpel-link="internal">Atenção, ONU e políticos! A queima de árvores para obter energia não é neutra em carbono (comentário)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Os pellets de madeira e as blusas verdes desta imagem fazem parte de uma campanha de Relações Públicas apoiada pela indústria de biomassa, alegando que a queima de madeira para produzir energia é neutra em carbono. Mas não é. Crédito da foto: #ODF/Visual hunt/CC BY. Todos nós vimos, horrorizados, como a Amazônia e outras florestas queimaram nas últimas semanas. Mas há outra conflagração deliberada das florestas em curso, ironicamente resultado da política climática – a queima de madeira nas usinas para gerar energia de biomassa &#8220;renovável&#8221;. Embora a queima de madeira seja amplamente tratada como &#8220;neutra em carbono&#8221;, a realidade é que ela emite mais poluentes que o carvão por unidade de energia. Não é preciso desenhar para entender que, embora as árvores possam ser tecnicamente renováveis, o corte e a queima de uma floresta libera carbono de modo muito mais rápido do que o tempo que ela leva para armazená-lo quando novamente em crescimento. Inclusive, queimar “resíduos” florestais – sobras da extração de madeira – pode causar um aumento nas emissões de carbono. A ciência mostra que, para evitar mudanças climáticas catastróficas, devemos proteger e restaurar as florestas, e não cortá-las e queimá-las para aproveitamento de energia. Os estudos também mostram que a mitigação dos efeitos das alterações no clima não pode esperar as décadas ou séculos que uma floresta gasta para crescer de novo. No entanto, em uma demonstração de impressionante desafio a um princípio tão básico, formuladores de políticas públicas em todo o mundo continuam a destinar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/09/atencao-onu-e-politicos-a-queima-de-arvores-para-obter-energia-nao-e-neutra-em-carbono-comentario/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2019/09/atencao-onu-e-politicos-a-queima-de-arvores-para-obter-energia-nao-e-neutra-em-carbono-comentario/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Desmatamento cresce mundialmente apesar de compromissos ousados, segundo relatório</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2019/09/desmatamento-cresce-mundialmente-apesar-de-compromissos-ousados-segundo-relatorio/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2019/09/desmatamento-cresce-mundialmente-apesar-de-compromissos-ousados-segundo-relatorio/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>15 Set 2019 11:29:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2019/12/04113910/sabah_1148.9f99deb5a5ca4293959f50582a03cddf-768x450.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=186440</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Florestas mundiais]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Ameaças à Amazônia e Florestas Tropicais]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Uma promessa histórica conhecida como Declaração de Nova York sobre Florestas (em inglês, New York Declaration on Forest [NYDF]), destinada a cessar a perda e a degradação das florestas, está aquém de seus objetivos, de acordo com um novo relatório divulgado em 12 de setembro. “Desde que a NYDF foi lançada, cinco anos atrás, o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/09/desmatamento-cresce-mundialmente-apesar-de-compromissos-ousados-segundo-relatorio/" data-wpel-link="internal">Desmatamento cresce mundialmente apesar de compromissos ousados, segundo relatório</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma promessa histórica conhecida como Declaração de Nova York sobre Florestas (em inglês, New York Declaration on Forest [NYDF]), destinada a cessar a perda e a degradação das florestas, está aquém de seus objetivos, de acordo com um novo relatório divulgado em 12 de setembro. “Desde que a NYDF foi lançada, cinco anos atrás, o desmatamento não apenas continuou, mas acelerou”, disse Charlotte Streck, diretora e co-fundadora da think tank (laboratório de ideias) Climate Focus, em um comunicado. “Precisamos redobrar os esforços para impedir a perda de florestas, especialmente em florestas tropicais primárias e restaurar o maior número possível de florestas antes que os impactos irreversíveis da perda de árvores ameacem ainda mais nosso clima e a segurança alimentar.” Os objetivos da NYDF eram ousados: reduzir o desmatamento pela metade até 2020 e se livrar completamente dele até 2030, e restaurar 1,5 milhão de quilômetros quadrados de florestas degradadas até 2020 e 3,5 milhões de quilômetros quadrados na década seguinte. Também atraiu o apoio de 200 governos, ONGs, empresas privadas e organizações indígenas que se comprometeram com os 10 objetivos da declaração. Desmatamento para cultivo de soja no Brasil. Imagem de Rhett A. Butler/Mongabay. Mas o relatório sobre o progresso para atingir essas metas, empregando análises de ciência, política e tendências nos últimos cinco anos pela Climate Focus e outras 24 organizações, revela que, em geral, os signatários provavelmente não cumprirão o primeiro conjunto de compromissos em 2020. O progresso para atingir os objetivos mais amplos da declaração também parece&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/09/desmatamento-cresce-mundialmente-apesar-de-compromissos-ousados-segundo-relatorio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2019/09/desmatamento-cresce-mundialmente-apesar-de-compromissos-ousados-segundo-relatorio/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>É a Geração Clima (Comentário)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2019/05/e-a-geracao-clima-comentario/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2019/05/e-a-geracao-clima-comentario/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>15 Mai 2019 10:38:17 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Jeremy Hance]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2019/05/15103625/800px-Like_the_sea_level_we_rise_Berlin_08.02.2019_cropped.CROPPED-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=186083</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Salvando a Vida na Terra: Sobre o Selvagem]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Conservação e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>No dia 15 de março dezenas de milhares de estudantes ao redor do mundo entraram em greve estudantil. Esperava-se que fosse a maior Greve Climática Estudantil já feita, um movimento iniciado no ano passado por Greta Thunberg em Estocolmo, na Suécia, em uma tentativa de fazer com que os adultos do mundo – nós – [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/05/e-a-geracao-clima-comentario/" data-wpel-link="internal">É a Geração Clima (Comentário)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[No dia 15 de março dezenas de milhares de estudantes ao redor do mundo entraram em greve estudantil. Esperava-se que fosse a maior Greve Climática Estudantil já feita, um movimento iniciado no ano passado por Greta Thunberg em Estocolmo, na Suécia, em uma tentativa de fazer com que os adultos do mundo – nós – fizéssemos algo sobre o agravamento da crise climática que será o nosso legado para eles: a Geração Clima. A crescente juventude de hoje, aqueles nascidos durante os últimos 20 anos, ainda não tem um nome. Eles foram apelidados de Geração Z ou iGen (aparentemente agora estamos tentando nomear gerações após uma linha de produtos), mas eles estão nos propondo um nome mais adequado: Geração Clima. Surpreendentemente, não há regras sobre quando uma geração começa ou termina, mas a geração pós-milenar é geralmente definida como tendo seu início entre 1995 e 2000. Onde termina também está para debate. Talvez 2010? Ou talvez ainda continue. Mas qualquer que seja o ano que os historiadores eventualmente decidam, os pós-milenares são a primeira geração completa nascida em um mundo onde a catástrofe climática já é um fato estabelecido. Greve Escolar Climática, também conhecida como Sextas-feiras para o Futuro, em frente ao Parlamento de Helsinque em janeiro. Foto por Kaihsu Tai. No momento em que os primeiros membros da Geração Clima nasceram, não só o testemunho de Hansen já era notícia antiga, mas o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU já havia lançado dois relatórios – um em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/05/e-a-geracao-clima-comentario/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2019/05/e-a-geracao-clima-comentario/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Mapa identifica locais onde espécies ameaçadas podem ter sua “última chance”</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2019/02/mapa-identifica-locais-onde-especies-ameacadas-podem-ter-sua-ultima-chance/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2019/02/mapa-identifica-locais-onde-especies-ameacadas-podem-ter-sua-ultima-chance/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>28 Fev 2019 12:25:24 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[John C. CannonShreya Dasgupta]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2019/02/28122351/Jamaican-Iguana-%C2%A9-Joley-Markx1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=186036</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Áreas Protegidas, Biodiversidade, Conservação, Espécies Ameaçadas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um novo mapa traça os últimos refúgios conhecidos de centenas de espécies altamente ameaçadas em todo o mundo. A avaliação atualiza o trabalho feito pela Alliance for Zero Extinction (Aliança para Extinção Zero – AZE), que começou em 2005. Ele é visto como o primeiro passo para limitar o alcance da “sexta extinção em massa” [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/02/mapa-identifica-locais-onde-especies-ameacadas-podem-ter-sua-ultima-chance/" data-wpel-link="internal">Mapa identifica locais onde espécies ameaçadas podem ter sua “última chance”</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um novo mapa traça os últimos refúgios conhecidos de centenas de espécies altamente ameaçadas em todo o mundo. A avaliação atualiza o trabalho feito pela Alliance for Zero Extinction (Aliança para Extinção Zero – AZE), que começou em 2005. Ele é visto como o primeiro passo para limitar o alcance da “sexta extinção em massa” da Terra, a qual muitos cientistas concordam que está a caminho. Os sítios da AZE, que representam os únicos locais conhecidos onde muitas das espécies ameaçadas ou criticamente ameaçadas são encontradas, foram atualizados pela última vez em 2010. Desde então, o conjunto de dados da AZE foi ficando cada vez mais desatualizado, contou o líder da avaliação e coordenador de ciência global da BirdLife International, Ian Burfield, ao Mongabay. Isso se deveu a uma série de mudanças, inclusive em taxonomia, nas avaliações da Lista Vermelha da IUCN e no conhecimento das distribuições e populações de espécies. O porco selvagem pigmeu possui uma população viável no Parque Nacional de Manas, na Índia. Imagem de A. J. T. Johnsingh via Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0). “Além disso, muito mais grupos de espécies, incluindo mais plantas e invertebrados, foram avaliados de forma bastante abrangente pela primeira vez para a Lista Vermelha da IUCN desde 2010, proporcionando a oportunidade de expandir o escopo taxonômico dos sítios da AZE”, disse Ian. A BirdLife International trabalhou com a International Union for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza – IUCN) e a American Bird Conservancy ao longo dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/02/mapa-identifica-locais-onde-especies-ameacadas-podem-ter-sua-ultima-chance/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2019/02/mapa-identifica-locais-onde-especies-ameacadas-podem-ter-sua-ultima-chance/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Mitigação do clima tem um aliado sem reconhecimento ou direitos territoriais: os povos indígenas dos países tropicais</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/10/mitigacao-do-clima-tem-um-aliado-sem-reconhecimento-ou-direitos-territoriais-os-povos-indigenas-dos-paises-tropicais/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/10/mitigacao-do-clima-tem-um-aliado-sem-reconhecimento-ou-direitos-territoriais-os-povos-indigenas-dos-paises-tropicais/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>18 Out 2018 09:52:47 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Justin Catanoso]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/10/18095120/Fire-Management-Guatemala-Credit-Jaye-Renold-If-Not-Us-Then-Who_1200px-cropped-768x413.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185965</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Florestas mundiais]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>À medida que o aquecimento global continua sobrepujando a morna resposta internacional, vários ambientalistas estão se unindo com o objetivo de exigir plenos direitos e reconhecimento para aqueles que há muito estão associados à administração da terra ligada à mitigação das alterações climáticas: os povos indígenas. No dia 10 de setembro, pesquisadores lançaram o que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/10/mitigacao-do-clima-tem-um-aliado-sem-reconhecimento-ou-direitos-territoriais-os-povos-indigenas-dos-paises-tropicais/" data-wpel-link="internal">Mitigação do clima tem um aliado sem reconhecimento ou direitos territoriais: os povos indígenas dos países tropicais</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[À medida que o aquecimento global continua sobrepujando a morna resposta internacional, vários ambientalistas estão se unindo com o objetivo de exigir plenos direitos e reconhecimento para aqueles que há muito estão associados à administração da terra ligada à mitigação das alterações climáticas: os povos indígenas. No dia 10 de setembro, pesquisadores lançaram o que eles consideram “a avaliação mais abrangente até o momento sobre armazenamento de carbono” em áreas florestais ocupadas por povos indígenas e comunidades locais em 64 países tropicais. Uma das principais descobertas da pesquisa é o fato de os povos indígenas administrarem a terra com muito mais competência que os governos de seus países. As comunidades indígenas muitas vezes se esforçam para manter as florestas intactas, o que resulta no aprisionamento do carbono nas árvores, vegetação, raízes e solo em vez da sua liberação na atmosfera por meio do desflorestamento e da perturbação do solo devida a práticas de agropecuária, mineração ou extração de madeira. Na verdade, segundo o estudo liderado pela Iniciativa para Direitos e Recursos (em inglês, Rights and Resources International, ou RRI), os povos indígenas administram quase 300 bilhões de toneladas métricas de carbono armazenadas abaixo e acima do solo em suas terras. O estudo descobriu que esse carbono sequestrado equivale a 33 anos de emissões mundiais tendo como referência o ano de 2017. Os resultados foram revelados no mesmo dia em que o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, censurou a paralisia das lideranças globais em relação às ações climáticas enquanto os&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/10/mitigacao-do-clima-tem-um-aliado-sem-reconhecimento-ou-direitos-territoriais-os-povos-indigenas-dos-paises-tropicais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/10/mitigacao-do-clima-tem-um-aliado-sem-reconhecimento-ou-direitos-territoriais-os-povos-indigenas-dos-paises-tropicais/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Proteger metade da Terra salvará a biodiversidade? Depende de qual metade</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/10/proteger-metade-da-terra-salvara-a-biodiversidade-depende-de-qual-metade/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/10/proteger-metade-da-terra-salvara-a-biodiversidade-depende-de-qual-metade/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>17 Out 2018 11:53:05 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shreya Dasgupta]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/10/17115029/4-golden-snub-nose-monkey-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185963</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Áreas Protegidas, Biodiversidade, Conservação, Espécies Ameaçadas, Florestas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Que porcentagem da Terra devemos proteger para salvar as espécies da extinção? Alguns conservacionistas sugeriram um número ambicioso: 50%. Edward O. Wilson, renomado biologista, por exemplo, propõe em seu livro “Half-Earth: Our Planet’s Fight for Life” (Metade da Terra: A Luta do Nosso Planeta pela Vida, em tradução livre) que dedicar metade do mundo à [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/10/proteger-metade-da-terra-salvara-a-biodiversidade-depende-de-qual-metade/" data-wpel-link="internal">Proteger metade da Terra salvará a biodiversidade? Depende de qual metade</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Que porcentagem da Terra devemos proteger para salvar as espécies da extinção? Alguns conservacionistas sugeriram um número ambicioso: 50%. Edward O. Wilson, renomado biologista, por exemplo, propõe em seu livro “Half-Earth: Our Planet’s Fight for Life” (Metade da Terra: A Luta do Nosso Planeta pela Vida, em tradução livre) que dedicar metade do mundo à natureza ajudaria a salvar a maioria das espécies. Outros pesquisadores apoiaram o tema “Nature Needs Half” (A Natureza Precisa de Metade, em tradução livre) em documentos de políticas e defesa: proteger 50% da Terra até 2050 “ajudaria a tornar o planeta mais habitável para a humanidade”. Mas qual metade devemos proteger? Atingir esse número criando grandes áreas protegidas não irá salvar muita biodiversidade, de acordo com um novo estudo publicado pela revista Science Advances. “Há um clamor cada vez maior para que salvemos metade da Terra”, Stuart Pimm, autor principal do estudo e professor da Cadeira de Ecologia da Conservação Doris Duke da Duke University, nos Estados Unidos, contou ao Mongabay. “Porém, creio ser perigoso pedir para que grandes áreas sejam protegidas quando na verdade precisamos proteger as áreas certas, precisamos proteger os locais que realmente incluem espécies em vez de desenhar enormes extensões de terra no mapa”. O professor Stuart, com seus colegas Binbin Li, professor assistente da Duke Kunshan University na China, e Clinton Jenkins, pesquisador do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE), começaram a explorar como as atuais áreas protegidas protegem cerca de 20.000 espécies de aves, mamíferos e anfíbios. Eles também analisaram&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/10/proteger-metade-da-terra-salvara-a-biodiversidade-depende-de-qual-metade/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/10/proteger-metade-da-terra-salvara-a-biodiversidade-depende-de-qual-metade/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Oito espécies de aves possivelmente foram extintas nas últimas décadas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/10/oito-especies-de-aves-possivelmente-foram-extintas-nas-ultimas-decadas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/10/oito-especies-de-aves-possivelmente-foram-extintas-nas-ultimas-decadas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>10 Out 2018 09:51:03 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/10/10094720/spixs_macaw_cyanopsitta_spixii_c_al_wabra_wildlife_preservation-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185961</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Biodiversidade, Conservação, Espécies Ameaçadas, Florestas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Oito espécies de aves podem ter desaparecido completamente nas últimas duas décadas, conforme constatado por um novo estudo. Entre elas, está a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), um pássaro que inspirou o personagem Blu na animação Rio, lançada em 2011. Encontrada apenas no Brasil, a ave não tem sido observada na natureza desde 2000. Assim como a ararinha-azul, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/10/oito-especies-de-aves-possivelmente-foram-extintas-nas-ultimas-decadas/" data-wpel-link="internal">Oito espécies de aves possivelmente foram extintas nas últimas décadas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Oito espécies de aves podem ter desaparecido completamente nas últimas duas décadas, conforme constatado por um novo estudo. Entre elas, está a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), um pássaro que inspirou o personagem Blu na animação Rio, lançada em 2011. Encontrada apenas no Brasil, a ave não tem sido observada na natureza desde 2000. Assim como a ararinha-azul, acredita-se que diversas outras espécies de aves foram extintas nos últimos anos. Para identificar aquelas que podem já ter desaparecido, pesquisadores da BirdLife International, uma parceria mundial de organizações de conservação com foco em aves, analisaram 51 espécies de aves com “uma possibilidade razoável de terem sido extintas”. Foram investigadas espécies que não são vistas na natureza há mais de 10 anos, apesar de pesquisas exaustivas, ou espécies que foram observadas nos últimos 10 anos, mas em uma população muito pequena, que sofreu um declínio bem documentado. Stuart Butchart, cientista-chefe da BirdLife International, e seus colegas usaram uma nova abordagem estatística para descobrir a probabilidade de extinção das 51 espécies, combinando informações sobre a intensidade das ameaças às espécies de aves, o momento e a confiabilidade dos registros para as espécies, bem como a época e a qualidade dos esforços feitos para pesquisá-las. Com base nos resultados, os pesquisadores recomendam que três espécies atualmente listadas como criticamente em perigo na Lista Vermelha da IUCN sejam reclassificadas como extintas. Essas espécies incluem o gritador-do-nordeste (Cichlocolaptes mazarbarnetti), visto pela última vez na natureza em 2007; o limpa-folha-do-nordeste (Philydor novaesi), que não é visto na natureza desde 2011;&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/10/oito-especies-de-aves-possivelmente-foram-extintas-nas-ultimas-decadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/10/oito-especies-de-aves-possivelmente-foram-extintas-nas-ultimas-decadas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>O que está causando o desmatamento? Novo estudo revela vetores globais</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/09/o-que-esta-causando-o-desmatamento-novo-estudo-revela-vetores-globais/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/09/o-que-esta-causando-o-desmatamento-novo-estudo-revela-vetores-globais/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>28 Set 2018 10:44:47 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rachel Fritts]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/09/28104207/sabah_1148-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185955</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Óleo de palma na Indonésia e Rede Global de Reportagem sobre Florestas]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Florestas e Florestas Tropicais]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Saber onde o desmatamento acontece é essencial para os esforços que almejam impedi-lo ou diminuí-lo. Grandes avanços rumo a esse objetivo foram feitos nos últimos anos, com ONGs melhorando a capacidade dos satélites para monitorar e identificar perda de cobertura vegetal em florestas ao redor do mundo. Agora, um novo estudo dá foco ao desmatamento, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/09/o-que-esta-causando-o-desmatamento-novo-estudo-revela-vetores-globais/" data-wpel-link="internal">O que está causando o desmatamento? Novo estudo revela vetores globais</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Saber onde o desmatamento acontece é essencial para os esforços que almejam impedi-lo ou diminuí-lo. Grandes avanços rumo a esse objetivo foram feitos nos últimos anos, com ONGs melhorando a capacidade dos satélites para monitorar e identificar perda de cobertura vegetal em florestas ao redor do mundo. Agora, um novo estudo dá foco ao desmatamento, identificando as suas principais causas. Em 2014, o World Resources Institute (WRI) e parceiros lançaram uma plataforma online para auxiliar governos, empresas e ONGs a combater o desmatamento em escala global. Ao aproveitar as mais recentes tecnologias de satélite e armazenamento em nuvem, a plataforma, chamada Global Forest Watch monitora as florestas do mundo quase em tempo real, fornecendo ferramentas, dados e mapas para rastrear a perda de cobertura vegetal. Mas nem todas as causas, ou vetores, do desmatamento são iguais em termos de impacto. Alguns são mais destrutivos, permanentes ou evitáveis que outros. A conversão em larga escala de florestas para terras destinadas à plantação de commodities, como o óleo de palma e a borracha, geralmente causam mais danos ambientais do que, por exemplo, o corte de árvores ou incêndios florestais. “Saber se a floresta está ou não perdida para sempre quanto a um novo uso da terra, como a agricultura, ou se há possibilidade de recuperação ao longo do tempo, tem grande relevância para melhorar o nosso entendimento sobre o papel que as florestas ao redor do mundo têm na influência da meta global de carbono” afirma Nancy Harris, Gerente de Pesquisa da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/09/o-que-esta-causando-o-desmatamento-novo-estudo-revela-vetores-globais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/09/o-que-esta-causando-o-desmatamento-novo-estudo-revela-vetores-globais/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Países ricos em primatas estão se tornando locais pouco hospitaleiros para macacos,  gorilas e lêmures</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/08/paises-ricos-em-primatas-estao-se-tornando-locais-pouco-hospitaleiros-para-macacos-gorilas-e-lemures/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/08/paises-ricos-em-primatas-estao-se-tornando-locais-pouco-hospitaleiros-para-macacos-gorilas-e-lemures/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>22 Ago 2018 11:50:10 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[John C. Cannon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/08/22114538/madagascar_1395a-768x451.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185918</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África, América Do Sul, Brasil, Global, Indonésia, Madagáscar e República Democrática Do Congo]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Alterações Climáticas, Animais, Áreas Protegidas, Biodiversidade, Conservação, Corrupção, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Infraestrutura, Primatas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Nossos parentes mais próximos conseguiram colonizar uma grande extensão do planeta, estabelecendo residência em 90 países. Todavia, a maior parte das espécies de macacos, gorilas, lêmures, tarsius e lóris estão concentrados no Brasil, na Indonésia, em Madagascar e na República Democrática do Congo (RDC). Um novo estudo aponta que 62% destas espécies enfrentam o espectro [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/08/paises-ricos-em-primatas-estao-se-tornando-locais-pouco-hospitaleiros-para-macacos-gorilas-e-lemures/" data-wpel-link="internal">Países ricos em primatas estão se tornando locais pouco hospitaleiros para macacos,  gorilas e lêmures</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Nossos parentes mais próximos conseguiram colonizar uma grande extensão do planeta, estabelecendo residência em 90 países. Todavia, a maior parte das espécies de macacos, gorilas, lêmures, tarsius e lóris estão concentrados no Brasil, na Indonésia, em Madagascar e na República Democrática do Congo (RDC). Um novo estudo aponta que 62% destas espécies enfrentam o espectro da extinção devido à caça e à fragmentação e perda completa de seus habitats. O primatologista Paul Garber, da Universidade de Illinois, não ficou surpreso com o fato de que estes quatro países, consagrados sustentáculos florestais de biodiversidade, têm sido campos férteis para o desenvolvimento de espécies únicas. A grande proporção de primatas que habitam nestes países denota a importância que eles têm na biodiversidade. “A constatação de que estes quatro países abrigam 65% das espécies do mundo fez com que o nosso estudo se transformasse em uma prioridade”, disse Garber em um e-mail ao Mongabay. Ele e seus colegas divulgaram as suas descobertas hoje no jornal PeerJ. Os quatro países participantes do estudo abrigam 65% das espécies de primatas do mundo, incluindo o macaco Presbytis rubicunda, encontrado na ilha de Bornéu. Foto: Rhett A. Butler/Mongabay. Em 2017, Garber e outros 30 primatologistas do mudo inteiro concluíram que 60% das espécies estão ameaçadas de extinção por conta da atividade humana. “Foi durante a pesquisa e a composição daquele manuscrito que eu percebi como países criticamente importantes como Brasil, Indonésia, Madagascar e República Democrática do Congo não estavam fazendo nada para evitar o processo de extinção”,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/08/paises-ricos-em-primatas-estao-se-tornando-locais-pouco-hospitaleiros-para-macacos-gorilas-e-lemures/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/08/paises-ricos-em-primatas-estao-se-tornando-locais-pouco-hospitaleiros-para-macacos-gorilas-e-lemures/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>A perda global de áreas de florestas tropicais foi do tamanho de Bangladesh em 2017</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/07/perda-global-areas-florestas-tropicais-do-tamanho-bangladesh-2017/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/07/perda-global-areas-florestas-tropicais-do-tamanho-bangladesh-2017/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Jul 2018 12:00:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Hans Nicholas Jong]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/07/26115731/sumatra_9236-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185903</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Florestas mundiais e Rede Global de Reportagem sobre Florestas]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil, Colômbia, Global, Indonésia e República Democrática Do Congo]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Alterações Climáticas, Aquecimento global e Florestas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>OSLO, Noruega &#8211; Faz uma década desde que as Nações Unidas lançaram o REDD + (Redução de Emissões do Desflorestamento e da Degradação Florestal), um programa ambicioso para incentivar a restauração e conservação florestal em países em desenvolvimento, como parte de um esforço global para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. O programa [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/07/perda-global-areas-florestas-tropicais-do-tamanho-bangladesh-2017/" data-wpel-link="internal">A perda global de áreas de florestas tropicais foi do tamanho de Bangladesh em 2017</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[OSLO, Noruega &#8211; Faz uma década desde que as Nações Unidas lançaram o REDD + (Redução de Emissões do Desflorestamento e da Degradação Florestal), um programa ambicioso para incentivar a restauração e conservação florestal em países em desenvolvimento, como parte de um esforço global para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. O programa foi anunciado como parte integrante da solução para as mudanças climáticas, uma vez que florestas tropicais e zonas úmidas podem fornecer 23% da mitigação total necessária entre agora e 2030. Como resultado, bilhões de dólares foram investidos neste esquema, e inúmeros projetos foram iniciados para permitir que países tropicais recebam dinheiro em troca de reduzirem suas taxas de desmatamento. A Noruega, por exemplo, investiu cerca de US $ 2,8 bilhões no programa na última década, mais do que qualquer outra nação rica. Por outro lado, o Brasil tem sido considerado um campeão em REDD +, já que conseguiu reduzir a taxa de desmatamento em quase 80% em 10 anos, entre 2004 e 2014. Os representantes desses países se reuniram para celebrar o 10º aniversário do REDD + no fórum de Florestas Tropicais em Oslo na Noruega. Mas em vez de comemorarem suas conquistas, esses países estão na berlinda, pois a conferência trouxe um conjunto de novos dados apurados pela Universidade de Maryland (UMD) mostrando como a perda de cobertura florestal em muitos países tropicais tem aumentado nos últimos anos, inclusive no Brasil. A Mata Atlântica do Brasil é um dos ecossistemas de maior biodiversidade do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/07/perda-global-areas-florestas-tropicais-do-tamanho-bangladesh-2017/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/07/perda-global-areas-florestas-tropicais-do-tamanho-bangladesh-2017/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Morcegos e vírus: desmentindo uma má reputação</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/07/morcegos-virus-desmentindo-ma-reputacao/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/07/morcegos-virus-desmentindo-ma-reputacao/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>17 Jul 2018 11:03:40 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[John C. Cannon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/07/17105751/113-1303PZ30-3-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185899</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África, Bornéu, Global e Malásia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura e Animais]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Uma cepa queimada era tudo o que restava na época em que uma equipe de virologistas chegou a Méliandou em 2014. Eles estavam caçando a origem do surto mortal da doença causada pelo vírus Ebola, que havia começado no final do ano anterior. Uma colcha de retalhos de pistas levou os pesquisadores aos restos carbonizados [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/07/morcegos-virus-desmentindo-ma-reputacao/" data-wpel-link="internal">Morcegos e vírus: desmentindo uma má reputação</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma cepa queimada era tudo o que restava na época em que uma equipe de virologistas chegou a Méliandou em 2014. Eles estavam caçando a origem do surto mortal da doença causada pelo vírus Ebola, que havia começado no final do ano anterior. Uma colcha de retalhos de pistas levou os pesquisadores aos restos carbonizados da árvore nesta pequena aldeia guineense contendo não mais do que algumas dezenas de famílias. A árvore já foi o lar de morcegos que os moradores da região costumavam capturar para uma refeição. Era também um local onde Emile Ouamouno poderia ter estado antes de adoecer. Emile, uma criança de Méliandou, é considerada a primeira pessoa a contrair a doença nesse surto. Com um pouco mais para continuar, os cientistas pressupuseram que a origem do vírus que infectou Emile pode ter sido a árvore e seus morcegos. Os virologistas disseram a um repórter da Science que não poderiam confirmar se a população de Méliandou havia queimado a árvore para se livrar dos morcegos que eles temiam estar carregando o vírus Ebola. Mas o ecologista Merlin Tuttle tem um pouco de dúvida se era esse o caso. Para ele, esse tipo de perseguição é parte do padrão estabelecido quando há um rumor de que os morcegos podem estar envolvidos em um surto da doença. Um morcego frugívoro Wahlberg’s epauletted (Epomophorus wahlbergi) prestes a polinizar um baobá no Quênia. Milhares e milhares de morcegos epauletted vivem em aldeias africanas sem registro de danos aos seres humanos, disse Merlin&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/07/morcegos-virus-desmentindo-ma-reputacao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/07/morcegos-virus-desmentindo-ma-reputacao/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Greenpeace encerra parceria com o Conselho de Manejo Florestal</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/05/greenpeace-encerra-parceria-conselho-manejo-florestal/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/05/greenpeace-encerra-parceria-conselho-manejo-florestal/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Mai 2018 14:28:07 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[John C. Cannon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/05/21142428/colombia_1160-768x451.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185849</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Áreas Protegidas, Conservação, Florestas e Florestas Tropicais]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A divisão internacional do Greenpeace encerrou sua parceria com o Conselho de Manejo Florestal (FSC – Forest Stewardship Council, em inglês), organização certificadora que tem como compromisso garantir que as florestas sejam gerenciadas com responsabilidade. “Acreditamos que a certificação eficaz de madeira de lei é uma ferramenta útil, mas insuficiente, para proteger o direito das [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/05/greenpeace-encerra-parceria-conselho-manejo-florestal/" data-wpel-link="internal">Greenpeace encerra parceria com o Conselho de Manejo Florestal</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A divisão internacional do Greenpeace encerrou sua parceria com o Conselho de Manejo Florestal (FSC – Forest Stewardship Council, em inglês), organização certificadora que tem como compromisso garantir que as florestas sejam gerenciadas com responsabilidade. “Acreditamos que a certificação eficaz de madeira de lei é uma ferramenta útil, mas insuficiente, para proteger o direito das pessoas e melhorar o manejo florestal, razões pelas quais o Greenpeace Internacional não irá renovar sua parceria com o Conselho de Manejo Florestal”, afirmou em uma declaração Matt Daggett, gerente de campanha do Greenpeace Internacional. O Greenpeace anunciou sua decisão em 26 de março, afirmando em uma nota breve que o FSC não estava cumprindo seu compromisso de proteger as florestas e os direitos de seus habitantes. A organização quer que o FSC aumente a transparência de seu processo de certificação e faça mais para garantir que as empresas certificadas de fato adotem os padrões sociais e ambientais do Conselho. O Greenpeace também afirmou que o FSC precisava fazer mais do que apenas certificar as operações das madeireiras para salvaguardar os ativos florestais. A nota ressaltou que o emprego das políticas do FSC era desigual entre os países, especialmente em locais onde não existe governança florestal. Reserva Florestal Deramakot, certificada pelo FSC, em Bornéu, Malásia. Foto: Rhett A. Butler/Mongabay. Diversos escritórios nacionais do Greenpeace, localizados em países que contam com forte governança florestal, seguem as políticas do FSC, incluindo os Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Finlândia e China, de acordo com o próprio Conselho. O&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/05/greenpeace-encerra-parceria-conselho-manejo-florestal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/05/greenpeace-encerra-parceria-conselho-manejo-florestal/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Florestas das reservas indígenas podem ser fundamentais para evitar a catástrofe climática</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/05/florestas-das-reservas-indigenas-podem-ser-fundamentais-para-evitar-a-catastrofe-climatica/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/05/florestas-das-reservas-indigenas-podem-ser-fundamentais-para-evitar-a-catastrofe-climatica/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>03 Mai 2018 09:10:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Maurício TorresSue Branford]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/05/02152809/FEATURED-BEST-ind-768x449.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185841</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Florestas mundiais e Infraestrutura na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Aquecimento global, Florestas Tropicais, Infraestrutura e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 23), que ocorreu em Bonn, Alemanha, aconteceu em um momento crítico: a maioria dos cientistas do clima concorda que os cortes de carbono acordados em Paris em 2015 são insuficientes (3,6 graus Fahrenheit) acima dos níveis pré-industriais, com implicações potencialmente catastróficas para a civilização. Mais más [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/05/florestas-das-reservas-indigenas-podem-ser-fundamentais-para-evitar-a-catastrofe-climatica/" data-wpel-link="internal">Florestas das reservas indígenas podem ser fundamentais para evitar a catástrofe climática</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Pôr do sol na Amazônia. Um novo estudo descobriu que as florestas do mundo não podem mais ser sumidouros de carbono, com as florestas tropicais registrando uma perda líquida de 425 milhões de toneladas de carbono de 2003 a 2014. É necessária uma ação urgente para proteger as florestas ao redor do globo, dizem os cientistas. Foto de Rhett A. Butler / Mongabay A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 23), que ocorreu em Bonn, Alemanha, aconteceu em um momento crítico: a maioria dos cientistas do clima concorda que os cortes de carbono acordados em Paris em 2015 são insuficientes (3,6 graus Fahrenheit) acima dos níveis pré-industriais, com implicações potencialmente catastróficas para a civilização. Mais más notícias: as florestas tropicais do mundo que ajudaram a manter as emissões de carbono humana até o início do século XXI, já não podem ser sumidouros de carbono — recentemente, chegou-se à conclusão de que as florestas tropicais podem ter tido uma perda líquida de cerca de 425 milhões de toneladas de carbono entre 2003 e 2014, em grande parte como resultado do desmatamento e da degradação florestal. Mas os cientistas do Woods Hole também dão motivos para esperança: as florestas e a agricultura podem nos levar a cumprir pelo menos a um quarto do caminho para se atingir o objetivo idealizado no Acordo de Paris de limitar o aquecimento a 1,5 graus Celsius (2,7 graus Fahrenheit). Os cientistas estimam as emissões líquidas em 1,1 bilhão de toneladas de carbono de áreas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/05/florestas-das-reservas-indigenas-podem-ser-fundamentais-para-evitar-a-catastrofe-climatica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/05/florestas-das-reservas-indigenas-podem-ser-fundamentais-para-evitar-a-catastrofe-climatica/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Pequenas hidrelétricas são um grande problema global negligenciado pela ciência e pela política</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/04/pequenas-hidreletricas-sao-um-grande-problema-global-negligenciado-pela-ciencia-pela-politica/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/04/pequenas-hidreletricas-sao-um-grande-problema-global-negligenciado-pela-ciencia-pela-politica/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Abr 2018 11:24:27 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Claire Salisbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/04/13111908/FEATURED-sd-768x456.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185816</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Infraestrutura na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil, China, Colômbia e Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Energia, Florestas, Florestas Tropicais, Infraestrutura e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em janeiro, o Brasil fez o anúncio surpreendente de que irá encerrar a política de construção de megarrepresas após insistir por anos em projetos controversos, como a usina de Belo Monte (a terceira maior do mundo) e o Complexo do Tapajós. Apesar de ser uma notícia bem-vinda aos ambientalistas, ela traz uma notícia ruim: as [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/04/pequenas-hidreletricas-sao-um-grande-problema-global-negligenciado-pela-ciencia-pela-politica/" data-wpel-link="internal">Pequenas hidrelétricas são um grande problema global negligenciado pela ciência e pela política</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma pequena represa hidrelétrica no rio Kokra, Eslovênia. O estudo registrou quase 83.000 pequenas represas em operação ou em construção em 150 países. Cientistas alertam que esse número pode triplicar se toda capacidade potencial for desenvolvida. Foto por Mihael Grmek/Wikimedia Commons CC BY-SA 3.0. Em janeiro, o Brasil fez o anúncio surpreendente de que irá encerrar a política de construção de megarrepresas após insistir por anos em projetos controversos, como a usina de Belo Monte (a terceira maior do mundo) e o Complexo do Tapajós. Apesar de ser uma notícia bem-vinda aos ambientalistas, ela traz uma notícia ruim: as pequenas represas hidrelétricas no Brasil aumentaram cinco vezes nos últimos 20 anos, como identificado por um novo estudo. Os impactos em escala dessas numerosas pequenas represas não podem ser ignorados, cientistas avisam. A pesquisa, liderada por Thiago Couto da Universidade de Washington, examinou a escala e a expansão de pequenas represas hidrelétricas no mundo. O total de 82.891 pequenas represas foi registrado em operação ou em construção em 150 países, isto corresponde a 11 pequenas represas para cada represa grande no mundo. De acordo com o novo estudo, esse número pode triplicar se toda capacidade potencial for desenvolvida, com mais 10.569 pequenas represas já em fase de planejamento. A China lidera com mais de 47.000 pequenas represas atualmente em operação. Não apenas a quantidade e a ampla distribuição de pequenas represas foram inesperadas como também foi “uma grande surpresa que as políticas ambientais e o conhecimento científico são insuficientes para guiar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/04/pequenas-hidreletricas-sao-um-grande-problema-global-negligenciado-pela-ciencia-pela-politica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/04/pequenas-hidreletricas-sao-um-grande-problema-global-negligenciado-pela-ciencia-pela-politica/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Novo estudo: impactos provocados por estradas vão além dos danos ambientais</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/04/novo-estudo-impactos-provocados-por-estradas-vao-alem-dos-danos-ambientais/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/04/novo-estudo-impactos-provocados-por-estradas-vao-alem-dos-danos-ambientais/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>12 Abr 2018 11:25:37 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[John C. Cannon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/04/12112017/sabah_aerial_2670-1-768x451.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185812</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Biodiversidade, Conservação, Corrupção, Florestas, Mineração e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As estradas podem atuar como artérias que transportam pessoas e mercadorias, conectam comunidades e mercados e impulsionam o desenvolvimento econômico. Contudo, segundo um novo estudo publicado em outubro de 2017, elas podem fomentar conflitos, endividar países e abrir as portas para a destruição ambiental se não forem planejadas com cuidado. Nas próximas três décadas e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/04/novo-estudo-impactos-provocados-por-estradas-vao-alem-dos-danos-ambientais/" data-wpel-link="internal">Novo estudo: impactos provocados por estradas vão além dos danos ambientais</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[As estradas podem atuar como artérias que transportam pessoas e mercadorias, conectam comunidades e mercados e impulsionam o desenvolvimento econômico. Contudo, segundo um novo estudo publicado em outubro de 2017, elas podem fomentar conflitos, endividar países e abrir as portas para a destruição ambiental se não forem planejadas com cuidado. Nas próximas três décadas e meia, está prevista a construção de cerca de 25 milhões de quilômetros (15,5 milhões de milhas) de estradas pavimentadas em todo o mundo. No entanto, há poucos estudos publicados até o momento sobre os riscos econômicos, sociais e ambientais provenientes da construção de estradas. Segundo Mohammed Alamgir, cientista ambiental da Universidade James Cook em Cairns e autor principal do estudo, “nenhum estudo tem como foco a integração desses três setores”. Ele e seus colegas analisaram as pesquisas disponíveis sobre os efeitos da construção de estradas e descobriram uma tendência preocupante. Os resultados foram publicados na revista Current Biology. Anta-da-malásia morta por atropelamento no norte da Malásia Peninsular Foto: ©WWF-Malaysia. William Laurance, ecologista tropical da James Cook e um dos autores do estudo, afirmou em entrevista: “Há uma certa dinâmica capciosa que superestima os benefícios e subestima os custos de forma sistemática.” Os impactos de uma estrada tendem a se propagar no ecossistema. O movimento traz para o local pessoas que exploram a terra, caçam animais selvagens e derrubam árvores, podendo destruir o habitat, dizimar espécies e afetar serviços ambientais importantes como a provisão de água limpa. Em 2014, uma equipe chefiada por Laurance descobriu que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/04/novo-estudo-impactos-provocados-por-estradas-vao-alem-dos-danos-ambientais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/04/novo-estudo-impactos-provocados-por-estradas-vao-alem-dos-danos-ambientais/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>