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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Gafanhoto macho é identificado 206 anos após descoberta da espécie na Amazônia</title>
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					<pubDate>01 Set 2026 07:57:14 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amaitê Santos]]>
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							<![CDATA[<p>Com aparência similar a pequenos galhos, os gafanhotos da família Proscopiidae estão entre os insetos pouco conhecidos da Amazônia. Larissa Queiroz, doutora em Entomologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), conduziu o primeiro estudo filogenético dedicado ao grupo em parceria com os também entomologistas José Rafael, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Com aparência similar a pequenos galhos, os gafanhotos da família Proscopiidae estão entre os insetos pouco conhecidos da Amazônia. Larissa Queiroz, doutora em Entomologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), conduziu o primeiro estudo filogenético dedicado ao grupo em parceria com os também entomologistas José Rafael, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e Raphael Heleodoro, professor do Museu Nacional (MNRJ). Publicado na revista Zootaxa, o trabalho preenche parte das lacunas de conhecimento sobre esses insetos.  Uma delas era a ausência de machos da espécie Proscopia gigantea. Desde 1820, quando a espécie foi descrita, apenas a fêmea era conhecida. Quando exemplares machos foram posteriormente analisados, suas características foram consideradas iguais às de machos de outro gênero, chamado Carbonellis.  Para resolver o quebra-cabeça, a pesquisadora revisou exemplares já catalogados e comparou características que haviam sido analisadas separadamente. Em 2025, pesquisadores do Pará entraram em contato com Larissa após encontrarem um casal de Proscopia se reproduzindo na Floresta Nacional (Flona) de Caxiuanã. A comparação da fêmea coletada com a literatura e imagens da espécie-tipo confirmou que se tratava da espécie Proscopia gigantea, e que o macho, antes classificado em outro gênero, pertencia à mesma espécie da fêmea. A revisão também mostrou que Carbonellis não se distinguia de Proscopia, levando à sinonimização dos dois gêneros.  “De 1820 até 2026, só era conhecida a fêmea. E o macho acabou virando um gênero diferente porque eles acharam que era algo novo”, explica Larissa.   Em 2022, quando começou a visitar coleções científicas brasileiras, a pesquisadora&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/09/gafanhoto-macho-e-identificado-206-anos-apos-descoberta-da-especie-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Povo Parakanã teme novas invasões após eleições presidenciais</title>
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					<pubDate>01 Set 2026 07:35:00 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>Os Parakanã retomaram seu território — mas, dependendo de quem for o próximo presidente, os invasores podem voltar</p>
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							<![CDATA[Durante anos, o povo Parakanã ficou restrito a menos de um terço de seu território, isolado em meio a uma vasta área de pastagem ocupada por cerca de 100 mil cabeças de gado. O garimpo de ouro, o desmatamento e a grilagem de terras também se alastravam sobre a Terra Indígena Apyterewa, localizada na bacia do rio Xingu, no Pará. “Essa é, historicamente, a terra indígena mais desmatada do Brasil, e talvez do mundo”, afirmou Wallace Lopes, analista ambiental do Ibama, em entrevista à Mongabay. O auge do desmatamento ocorreu durante o governo do presidente Jair Bolsonaro (2019-2022), que desmantelou a fiscalização ambiental do país. Em 2022, uma área quase do tamanho de Paris (102,23 km²) foi desmatada dentro do território dos Parakanã, de acordo com o Inpe. “Foi um desmatamento muito grande”, disse Wenatoa Parakanã, presidente da Associação Tato’á, que representa os indígenas. “A gente vê só o pasto.” Estima-se que os invasores somavam 3 mil pessoas, mais de quatro vezes a população indígena (730). Após duas tentativas fracassadas dos governos anteriores de remover os invasores, em 2013 e 2017, eles se sentiram confiantes o suficiente para construir um pequeno vilarejo dentro da terra indígena, com dois postos de gasolina, bares, igrejas e até mesmo uma escola. A força-tarefa na Terra Indígena Apyterewa contou com o apoio da Polícia Federal, do Exército e da Força Nacional. Foto: Ministério dos Povos Indígenas (MPI). As coisas começaram a mudar em 2023, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/povo-parakana-teme-novas-invasoes-apos-eleicoes-presidenciais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Aves coloridas correm maior risco de extinção que as de plumagem discreta, diz estudo</title>
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					<pubDate>01 Set 2026 07:27:52 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>A perda de habitat, as mudanças climáticas, a caça e o comércio para estimação são fatores conhecidos do declínio das aves. Um novo estudo sugere que as cores das aves também podem influenciar seu risco de extinção: espécies de plumagem colorida parecem estar mais ameaçadas do que aquelas de cores pouco vistosas. Os pesquisadores Montague [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A perda de habitat, as mudanças climáticas, a caça e o comércio para estimação são fatores conhecidos do declínio das aves. Um novo estudo sugere que as cores das aves também podem influenciar seu risco de extinção: espécies de plumagem colorida parecem estar mais ameaçadas do que aquelas de cores pouco vistosas. Os pesquisadores Montague Neate-Clegg e Natalia Ocampo-Peñuela estavam em uma viagem de observação de aves no Vietnã quando perceberam que algumas das espécies coloridas que avistavam eram muito ameaçadas e valorizadas no comércio de animais de estimação. “Então começamos a conversar sobre a possibilidade de as aves mais coloridas correrem maior risco de extinção”, disse Neate-Clegg, professor da Universidade da Califórnia em Davis. Para testar a hipótese, os pesquisadores analisaram o status de conservação de 4.334 espécies de aves passeriformes na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Os passeriformes representam mais da metade das espécies de aves conhecidas. Em seguida, os pesquisadores compararam o risco de extinção dessas espécies com o número de cores distintas em sua plumagem. Também levaram em conta outros fatores, como tamanho corporal, dieta, capacidade de dispersão e dependência de florestas. O estudo constatou que as aves coloridas são mais ameaçadas do que aquelas de plumagem discreta. No Sudeste Asiático, onde aves de cores vivas são capturadas para o comércio de animais de estimação, o padrão ficou evidente. “Se você for a um mercado, verá todas aquelas aves que deveriam estar na floresta: estão todas em gaiolas”, disse Ocampo-Peñuela,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/09/aves-coloridas-correm-maior-risco-de-extincao-que-as-de-plumagem-discreta-diz-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Peixe com mercúrio faz famílias ribeirinhas da Amazônia mudarem refeições</title>
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					<pubDate>31 Ago 2026 07:31:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Indígenas, Peixes, Pesca, Poluição, Povos indígenas, Povos Tradicionais e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>LAGO DO PURUZINHO/TI KARIPUNA/CALAMA, Amazonas e Rondônia — Ao redor de um lago de águas claras com abundância de peixes, está situada a comunidade Lago do Puruzinho, na Amazônia, um território que, à primeira vista, assemelha-se a um paraíso. Localizada a apenas 20 quilômetros da cidade de Humaitá, no estado do Amazonas, é uma área [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[LAGO DO PURUZINHO/TI KARIPUNA/CALAMA, Amazonas e Rondônia — Ao redor de um lago de águas claras com abundância de peixes, está situada a comunidade Lago do Puruzinho, na Amazônia, um território que, à primeira vista, assemelha-se a um paraíso. Localizada a apenas 20 quilômetros da cidade de Humaitá, no estado do Amazonas, é uma área onde coexistem permanentemente dois sons: o canto de aves como o japu — de plumagem preta com bico amarelo, que voa em busca de árvores frutíferas — e o som estrondoso dos motores das embarcações que sulcam o rio Madeira. Durante décadas, os cerca de 170 residentes da comunidade ribeirinha se alimentaram de todo tipo de peixe do lago, mas isso mudou quando conheceram a palavra mercúrio e souberam das grandes quantidades do metal pesado que a mineração ilegal de ouro joga no Madeira. Este rio, que alimenta as águas do lago Puruzinho, recebe a cada ano entre 10 e 50 toneladas de mercúrio, que são liberadas pelas dragas que extraem ouro dia e noite. &#8220;Deu muito mercúrio mesmo no nosso cabelo [por causa] do peixe, que é o tucunaré, que a gente come muito&#8221;, conta Maria Rogelina Soares da Silva dos Santos, pescadora e dona de casa, na porta de sua casa, situada na margem do lago Puruzinho. &#8220;Foi um baita susto.&#8221; Ela se refere aos estudos da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), dos quais ela participa ativamente há 26 anos. As pesquisas, que investigam como a contaminação por mercúrio afeta os peixes e,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/peixe-com-mercurio-faz-familias-ribeirinhas-da-amazonia-mudarem-refeicoes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>100 espécies à beira da extinção recebem US$ 200 milhões</title>
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					<pubDate>28 Ago 2026 10:21:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay.comShanna Hanbury]]>
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							<![CDATA[<p>Projetos de recuperação de 100 espécies criticamente em perigo ou extintas na natureza em todo o mundo receberão novos recursos por meio de uma iniciativa de conservação anunciada no início de agosto. A Re:wild e o Bezos Earth Fund criaram o Phoenix Species Project e prometeram investir US$ 100 milhões cada uma no projeto, totalizando [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/08/100-especies-a-beira-da-extincao-recebem-us-200-milhoes/" data-wpel-link="internal">100 espécies à beira da extinção recebem US$ 200 milhões</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Projetos de recuperação de 100 espécies criticamente em perigo ou extintas na natureza em todo o mundo receberão novos recursos por meio de uma iniciativa de conservação anunciada no início de agosto. A Re:wild e o Bezos Earth Fund criaram o Phoenix Species Project e prometeram investir US$ 100 milhões cada uma no projeto, totalizando US$ 200 milhões. Segundo o comitê gestor da iniciativa, cada espécie deve receber entre US$ 500 mil e US$ 1 milhão ao longo dos cinco anos de duração do projeto. As 100 espécies, distribuídas por 30 países, já foram selecionadas, mas os valores destinados a cada uma serão determinados gradualmente, à medida que as propostas forem apresentadas, informou à Mongabay o comitê gestor do Phoenix Species Project. Sete espécies já receberam recursos, entre elas o sifaka-de-coroa-dourada (Propithecus tattersalli), uma espécie de lêmure de Madagascar, e o raro papagaio-noturno (Pezoporus occidentalis), que vive no deserto australiano. Cinco das 100 espécies são brasileiras. Uma delas é o muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus), maior primata das Américas e classificado como “criticamente em perigo”. Restam menos de mil indivíduos na natureza, divididos em 14 populações isoladas na Mata Atlântica. Há também duas aves: a rolinha-do-planalto (Columbina cyanopis), que passou décadas praticamente desaparecida até ser reencontrada em uma pequena área do Cerrado mineiro, e a saíra-apunhalada (Nemosia rourei), da Mata Atlântica capixaba, com população estimada em menos de 50 indivíduos. Saíra-apunhalada. Foto: Jens Bokelaar, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons. A lista inclui dois anfíbios, de ocorrência ainda mais restrita: o sapinho-da-restinga (Melanophryniscus&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/08/100-especies-a-beira-da-extincao-recebem-us-200-milhoes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Falta de dados trava combate a crimes ambientais em Angola, diz ambientalista</title>
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					<pubDate>27 Ago 2026 07:52:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[David Tjyakala]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças às Florestas Tropicais, Ativismo, Entrevistas, Governança, Justiça Social, Mudanças climáticas e Responsabilidade Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Angola enfrenta importantes desafios ambientais e o governo tem assumido compromissos em fóruns internacionais, como a implementação do Protocolo de Montreal e da Emenda de Kigali, com enfoque na eliminação progressiva dos hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) em 2030 e na redução dos hidrofluorcarbonetos (HFCs) em 80% em 2045.  Apesar disso, as crises climáticas, como secas prolongadas que [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Angola enfrenta importantes desafios ambientais e o governo tem assumido compromissos em fóruns internacionais, como a implementação do Protocolo de Montreal e da Emenda de Kigali, com enfoque na eliminação progressiva dos hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) em 2030 e na redução dos hidrofluorcarbonetos (HFCs) em 80% em 2045.  Apesar disso, as crises climáticas, como secas prolongadas que afetam a região Sul do país, a degradação dos solos e as inundações provocadas por chuvas intensas continuam a causar impactos sociais e econômicos significativos. Estima-se que mais de 2,2 milhões de pessoas sejam afetadas por estes fenômenos.  É neste contexto que ganha relevância a voz de uma nova geração de ambientalistas angolanos. Entre eles está Érica Tavares, de 29 anos. Ela estudou biologia ambiental na Universidade de Nottingham, no Reino Unido, e hoje se dedica à conservação ambiental e à mobilização da juventude em Angola. É cofundadora da organização não governamental (ONG) EcoAngola e tem estado na linha da frente da defesa das florestas, da educação ambiental e da participação dos jovens nos debates sobre sustentabilidade. Em entrevista à Mongabay Brasil, Érica comenta sua trajetória como ambientalista e os problemas ambientais que mais a preocupam. Mongabay: Como você descreveria a situação  do meio ambiente em Angola em 2026? Está melhor ou pior do que há cinco anos? Érica Tavares: É sempre difícil responder a essa pergunta, que me é feita muitas vezes, porque um dos grandes desafios que nós temos é a análise de dados e informação [que não existem]. Para fazermos uma análise&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/falta-de-dados-trava-combate-a-crimes-ambientais-em-angola-diz-ambientalista/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>ANM enfrenta acusações por falhas no controle do ouro na Amazônia</title>
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					<pubDate>26 Ago 2026 07:25:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Garimpo, Mineração e Ouro]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>O MPF quer saber: como apenas 1 hectare de garimpo deu origem a 776 kg de ouro?</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/anm-enfrenta-acusacoes-por-falhas-no-controle-do-ouro-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">ANM enfrenta acusações por falhas no controle do ouro na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O Ministério Público Federal no estado do Amazonas está processando a Agência Nacional de Mineração (ANM) por suposta omissão na fiscalização da exploração de ouro na Amazônia. A ação foi ajuizada no início de julho. Poucos dias depois, em 21 de julho, a Justiça Federal atendeu a outra ação movida em 2021 por procuradores do Pará e determinou que a ANM ampliasse a fiscalização das permissões de lavra garimpeira (PLGs), mais conhecidas como garimpos. A ofensiva judicial ocorre na esteira de investigações sobre corrupção envolvendo altos dirigentes da agência acusados de favorecer empresas de mineração em Minas Gerais. A ANM é responsável por autorizar e fiscalizar as atividades de mineração no Brasil, incluindo as atividades de garimpo, sujeitas a regras ambientais mais brandas do que as da mineração industrial. Segundo os procuradores do MPF, a falta de fiscalização e de regras claras transformou as PLGs em mecanismos para lavagem do ouro extraído de terras indígenas e unidades de conservação de proteção integral, onde a atividade é proibida. A ação judicial é baseada em irregularidades constatadas em relatórios do Greenpeace e do Tribunal de Contas da União. &#8220;A permissão de garimpo deixou de servir ao pequeno garimpeiro e, em muitos casos, virou papel de fachada para lavar ouro explorado por organizações criminosas”, afirmou o procurador da República André Porreca, responsável pelo caso, no site do Ministério Público Federal. O município de Itaituba, no Pará, é conhecido como a capital do garimpo ilegal de ouro na Amazônia. Foto: Fernando Martinho. A ANM&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/anm-enfrenta-acusacoes-por-falhas-no-controle-do-ouro-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Fungos não serão mais negligenciados, diz pesquisador</title>
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					<pubDate>25 Ago 2026 16:40:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mateus Mendonça]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
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							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Entrevistas, Espécies Ameaçadas, Política Ambiental e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>A corrida do Brasil para catalogar fungos antes que desapareçam.</p>
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							<![CDATA[A funga — termo que designa o conjunto de espécies de fungos de uma região, de forma similar à fauna para animais e à flora para plantas — foi, por muito tempo, esquecida nas políticas ambientais brasileiras. Esse cenário começou a mudar com a publicação da primeira lista nacional de fungos ameaçados, pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em junho deste ano. Com isso, 24 espécies passam a ter, pela primeira vez, o mesmo status legal de proteção hoje dado a plantas e animais. Um dos pesquisadores à frente desse processo é o professor Elisandro Ricardo Drechsler-Santos, biólogo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que estuda fungos há anos, com foco em áreas de altitude, conservação de espécies e taxonomia. Ele também coordena o grupo de pesquisa MIND.Funga, dedicado a mapear a biodiversidade de macro e microfungos em ecossistemas ameaçados, como as matas nebulares.  O MIND.Funga também é responsável pela  Coleção de Fungos Ameaçados do Brasil (CFAB), primeira iniciativa do tipo no país, que se dedica à conservação da diversidade genética ex situ (fora do local de origem).  Para tirar a lista do papel, foi necessária uma articulação que reuniu o Grupo de Especialistas em Fungos do Brasil (BrazFunSG/IUCN) e o Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora). Esse avanço também foi impulsionado pela Rede de Taxonomistas da Funga do Brasil (Rede Funga), financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que engajou especialistas de diversas instituições do país para construir uma base&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/fungos-nao-serao-mais-negligenciados-diz-pesquisador/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Surto de ranavírus mata pererecas e acende alerta na Mata Atlântica</title>
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					<pubDate>24 Ago 2026 19:46:06 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Anfíbios, Biodiversidade, Fauna e Mudanças climáticas]]>
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							<![CDATA[<p>Uma nova ameaça paira sobre os anfíbios brasileiros. Em um estudo recente, pesquisadores revelaram a morte em larga escala de pererecas-macaco (Phyllomedusa distincta) pelo ranavírus, vírus que até agora não tinha sido o causador de mortalidade entre espécies nativas no Brasil. O registro das mortes ocorreu na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Santuário Rã-bugio, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/08/surto-de-ranavirus-mata-pererecas-e-acende-alerta-na-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Surto de ranavírus mata pererecas e acende alerta na Mata Atlântica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma nova ameaça paira sobre os anfíbios brasileiros. Em um estudo recente, pesquisadores revelaram a morte em larga escala de pererecas-macaco (Phyllomedusa distincta) pelo ranavírus, vírus que até agora não tinha sido o causador de mortalidade entre espécies nativas no Brasil. O registro das mortes ocorreu na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Santuário Rã-bugio, em Guaramirim (SC), onde também houve redução nas taxas de reprodução. “Os girinos apresentavam sintomas clássicos de ranavirose, como hemorragias e inchaço. E os que ainda estavam vivos nadavam com lentidão”, diz a bióloga Aline Fonseca, pesquisadora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e principal autora do estudo. Uma das suspeitas é que a disseminação do ranavírus possa estar associada à presença da rã-touro (Lithobates catesbeianus), considerada um reservatório do vírus. A rã-touro foi trazida ao Brasil nos anos 1930 para ter sua carne comercializada, mas a falta de interesse dos consumidores levou ao fechamento de ranários e ao descarte de rãs-touro na natureza. Segundo Aline, foram coletados em campo indivíduos de 11 espécies de anfíbios, incluindo a rã-touro, em 13 pontos da Mata Atlântica nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Exames apontaram a presença do ranavírus em 61% deles. Embora a perereca-macaco não seja classificada como em risco de extinção, duas outras espécies ameaçadas, o sapinho-admirável-da-barriga-vermelha (Melanophryniscus admirabilis) e o sapinho-da-bromélia (Melanophryniscus biancae), ambos com distribuição geográfica limitada no centrosul do Brasil, testaram positivo para o vírus. Dois em cada cinco anfíbios no mundo estão ameaçados de extinção, segundo a União&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/08/surto-de-ranavirus-mata-pererecas-e-acende-alerta-na-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Monoculturas de açaí avançam em uma Amazônia cada vez mais quente e seca</title>
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					<pubDate>24 Ago 2026 08:00:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Carla Ruas]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Agroecologia, Agrofloresta, Alimentação, Alimentos, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Clima, Comércio Internacional, Comida, Comunidades Tradicionais, Conservação, Extrativismo, Florestas, Produtos da Floresta, Socioambiental e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>O mundo quer mais açaí. Mas o clima não ajuda. A resposta: açaizar a Amazônia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/monoculturas-de-acai-avancam-em-uma-amazonia-cada-vez-mais-quente-e-seca/" data-wpel-link="internal">Monoculturas de açaí avançam em uma Amazônia cada vez mais quente e seca</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[ACARÁ, PA — “Passei a vida inteira trabalhando com açaí. Eu sempre vivi disso.” O relato é de Eliseu Carvalho, de 57 anos, produtor tradicional que cultiva o fruto em uma área de várzea, próxima à casa onde mora, no município de Acará, no interior do Pará. Após um incêndio florestal afetar áreas próximas à sua comunidade, Eliseu passou a reavaliar sua relação com o trabalho. Ele já pensa em abandonar a coleta do açaí para criar peixes. A região onde fica Acará é um dos polos produtores de açaí do estado, concentrando milhares de pequenas produções artesanais em áreas de floresta e às margens dos rios. Em 2024, o município foi afetado por uma temporada recorde de incêndios na Amazônia. Mais de 18 milhões de hectares sucumbiram ao fogo naquele ano, segundo o MapBiomas. A maior parte das queimadas ocorreu em áreas florestais, onde vivem comunidades tradicionais. Eliseu conta que, naquele ano, assistiu às chamas arderem por mais de 20 dias, consumindo quase 30 hectares de floresta perto da sua residência. Segundo o agricultor, a vegetação tipicamente úmida ganhou aspecto seco devido às condições prolongadas de estiagem. “As chamas se espalharam pelas raízes e pela matéria orgânica”, disse à Mongabay. “Nós apagamos as chamas na superfície, mas elas continuaram queimando sob a terra.” O produtor de açaí Eliseu Carvalho mostra suas terras em Acará (PA). Foto: Carla Ruas. Quando os bombeiros voluntários conseguiram apagar o fogo, cerca de 2 hectares de açaizal já tinham ido ao chão. Eliseu estimou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/monoculturas-de-acai-avancam-em-uma-amazonia-cada-vez-mais-quente-e-seca/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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														</item>
						<item>
					<title>Funai conclui demarcação de terra de indígenas isolados após três décadas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/08/funai-conclui-demarcacao-de-terra-de-indigenas-isolados-apos-tres-decadas/</link>
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					<pubDate>21 Ago 2026 17:11:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Cultura Indígena, Indígenas, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Os limites Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo finalmente ganharam placas de demarcação.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/08/funai-conclui-demarcacao-de-terra-de-indigenas-isolados-apos-tres-decadas/" data-wpel-link="internal">Funai conclui demarcação de terra de indígenas isolados após três décadas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Agentes da Funai passaram 60 dias, em junho e julho de 2026, realizando a demarcação física da Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo. A área de 411 mil hectares, em Colniza, noroeste de Mato Grosso, abriga os Kawahiva, povo indígena isolado. A Funai confirmou a presença do povo indígena em 1999 e iniciou o processo de demarcação do território em 2001. Desde então, o território dos Kawahiva tem sido invadido por grileiros e madeireiros, recebendo apenas proteção intermitente por meio de portarias de restrição de uso. “Os Kawahiva isolados estão sob ameaça em sua própria floresta há décadas, enquanto simplesmente tentam exercer o direito de viver como querem, sem contato”, disse Caroline Pearce, diretora da ONG Survival International, em comunicado. Imagem de um Kawahiva registrada em agosto de 2013. Imagem cedida pela Funai. Para realizar a demarcação física, os agentes da Funai abriram uma picada ao longo dos limites da terra e instalaram cerca de 140 placas em pontos estratégicos, segundo agentes da Funai ouvidos pela Mongabay. “Aqui na nossa região, todos os donos de lotes de terra fazem isso”, disse à Mongabay Jair Candor, coordenador da Frente de Proteção Etnoambiental Madeirinha-Juruena, da Funai. “Os limites da terra são marcados abrindo-se uma picada ao redor daquele território, seja ele do homem branco ou de um indígena.” A última placa foi instalada em 3 de julho de 2026. Foto cedida por Kenedy Vicente da Silva. Segundo Candor, a última invasão do território ocorreu em 2023, quando um fazendeiro desmatou entre 4 e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/08/funai-conclui-demarcacao-de-terra-de-indigenas-isolados-apos-tres-decadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>El Niño: Moçambique busca financiamento contra riscos de seca severa</title>
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					<pubDate>20 Ago 2026 15:48:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Far Vubil]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
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							<![CDATA[África]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Água, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Comida, Governança, Mudanças climáticas, Recursos hídricos e Seca]]>
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							<![CDATA[<p>Seca severa é prevista para a partir de outubro e Moçambique corre contra o tempo para financiar ações emergenciais.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/el-nino-mocambique-busca-financiamento-contra-riscos-de-seca-severa/" data-wpel-link="internal">El Niño: Moçambique busca financiamento contra riscos de seca severa</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Moçambique poderá enfrentar seca severa em alguns distritos do sul do país a partir de outubro, por causa do fenômeno El Niño, de acordo com o Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRD). Em maio, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inam) já havia emitido um comunicado à imprensa prevendo os fortes efeitos do El Niño na época chuvosa, que vai de outubro a março. A estação chuvosa corre risco elevado de ser caracterizada por chuvas irregulares, com tendência a ficarem abaixo do normal, combinadas com temperaturas acima do normal nas regiões Sul e Central do país. Como resultado, a previsão é de um cenário de seca.  O diretor-geral do Inam, Adérito Aramuge, explicou que o El Niño é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, perturbando a circulação normal da atmosfera e afetando a dinâmica climática em todo o planeta. Na sequência do boletim emitido pelo Instituto, o CTGRD decidiu ativar, em julho, os chamados Planos Distritais de Ações Antecipadas (PAAs), ações de resposta à crise da seca em 10 distritos das províncias de Gaza e de Inhambane, no sul de Moçambique. Como parte das ações previstas, já estão sendo enviadas mensagens preventivas à população desses distritos, de modo a reduzir os impactos da seca. O plano também inclui a reabilitação de fontes de água para  consumo humano e para a agricultura e pecuária familiar de subsistência. Ainda serão implementadas medidas de proteção social — como transferências financeiras e assistência alimentar para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/el-nino-mocambique-busca-financiamento-contra-riscos-de-seca-severa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Microplásticos na Amazônia</title>
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					<pubDate>20 Ago 2026 12:39:30 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay.com]]>
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						<![CDATA[Mongabay User]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Fauna, Mamíferos, Peixes, Poluição e Rios]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>Do fundo do rio Negro aos ninhos da foz do Amazonas, partículas de plástico já contaminam diferentes ambientes e espécies da floresta amazônica. Nesta série, a Mongabay traça o caminho dessa disseminação por rios, igarapés, lagos e manguezais, investiga como microplásticos entram no organismo de peixes como o pirarucu e expõe as evidências que começam [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/specials/2026/08/microplasticos-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Microplásticos na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Do fundo do rio Negro aos ninhos da foz do Amazonas, partículas de plástico já contaminam diferentes ambientes e espécies da floresta amazônica. Nesta série, a Mongabay traça o caminho dessa disseminação por rios, igarapés, lagos e manguezais, investiga como microplásticos entram no organismo de peixes como o pirarucu e expõe as evidências que começam a surgir também em animais terrestres — antas, morcegos, macacos e até anfíbios. Os estudos avançam, mas ainda há grandes lacunas sobre a extensão da poluição e seus efeitos sobre a biodiversidade e as populações que dependem dos rios amazônicos. The post Microplásticos na Amazônia appeared first on Notícias ambientais.This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/specials/2026/08/microplasticos-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/</link>
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					<pubDate>20 Ago 2026 07:00:23 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Conflitos, Governança, Indígenas, Infraestrutura, Lei Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Rios e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Com as eleições de outubro, comunidades amazônicas temem que sua segurança seja trocada pelo crescimento acelerado do agronegócio.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Acidentes fatais com barcaças aumentam o medo sobre a expansão da hidrovia do Rio Madeira</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[CALAMA E PARAÍSO GRANDE, Rondônia e Amazonas — Uma mãe e seus três filhos morreram depois que uma barcaça carregada de soja colidiu com uma estrutura flutuante e destruiu completamente a casa onde viviam em 17 de janeiro de 2025, na comunidade ribeirinha de Urumatuba, à margem  do rio Madeira, na cidade de Maricoré, no Amazonas. Quatro meses depois, outra embarcação de carga atingiu três balsas de garimpo ancoradas na comunidade vizinha de Nova Catarina. O proprietário de uma das balsas de garimpo era o marido da mulher e pai das três crianças que morreram no acidente de janeiro, de acordo com o portal de notícias Fato Amazônico. A Mongabay estava fazendo reportagens em comunidades ribeirinhas na região da cidade de Humaitá, a 190 quilômetros a sudeste e rio abaixo de Manicoré, quando o segundo acidente ocorreu. Todos os entrevistados naquele e nos dias seguintes disseram que estavam apavorados com a ocorrência, além de afirmar que conheciam alguém que sofreu perdas ou morreu em colisões envolvendo barcaças de grãos no rio Madeira. &#8220;A gente está muito preocupado aqui na nossa comunidade a respeito dessas embarcações&#8221;, disse a agricultora Maria Delci Barros de Morais, de 59 anos, à Mongabay, na varanda de sua casa na comunidade ribeirinha de Paraíso Grande, localizada a 30 minutos de voadeira de Humaitá. &#8220;Já aconteceu de eles atropelarem até mesmo uma pessoa conhecida da gente.&#8221; Segundo ela, a barcaça esmagou o barco usado pela família como moradia. &#8220;Graças a Deus, não morreu ninguém.&#8221; De acordo com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/acidentes-fatais-com-barcacas-aumentam-o-medo-sobre-a-expansao-da-hidrovia-do-rio-madeira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</title>
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					<pubDate>19 Ago 2026 10:50:51 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Mato Grosso]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Conservação de Florestas Tropicais, Estradas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>Como um projeto em Mato Grosso reduziu drasticamente o número de animais atropelados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Era por volta das 7h da manhã, havia uma forte neblina, e o biólogo Gabriel Falquetto já tinha visto alguns animais atropelados na rodovia ES-164, no Espírito Santo. Ele estava a caminho da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Kaetés, na Mata Atlântica, onde trabalha com monitoramento da fauna e de atropelamentos na região. De repente, avistou no asfalto o corpo de um primata sem vida. Era um sagui-da-serra-claro (Callithrix flaviceps), espécie classificada como criticamente em perigo pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Estima-se que restem cerca de 2.500 indivíduos em vida livre. É um dos primatas mais ameaçados do planeta. “Foi extremamente doloroso e desanimador. Nós percorremos essa região diariamente monitorando a fauna e comemoramos cada encontro com grupos de saguis-da-serra-claro na floresta”, contou Gabriel à Mongabay. “Encontrar um indivíduo nessas condições causa um sentimento de tristeza e impotência. Além da perda daquele animal, o episódio nos lembra dos impactos que nossas atividades causam sobre a biodiversidade.” A cerca de 2.900 km dali, no município de Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso, casos como o do atropelamento do sagui-da-serra-claro, ocorrido em junho deste ano, não são registrados desde 2024. Desde então, foram instaladas oito pontes de dossel para conectar trechos de floresta fragmentada na estrada de acesso à cidade. Imagens de armadilhas fotográficas revelaram que, em 15 meses, as passagens aéreas de fauna proporcionaram 15 mil travessias seguras de animais arborícolas. E nenhum atropelamento. Instalação das primeiras pontes de dossel em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/</link>
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					<pubDate>18 Ago 2026 10:30:05 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Emissões de carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Madeira, Madeireiras, Mineração, Motores do Desmatamento e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A floresta volta a cobrir uma estrada aberta pelo garimpo e revela o que está em jogo nas eleições deste ano.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 2022, uma estrada ilegal com extensão equivalente a uma maratona completa, cortando duas áreas de proteção integral na Amazônia brasileira, ameaçou fazer aquilo que os ambientalistas mais temiam: partir ao meio o Corredor Xingu de Diversidade Socioambiental, um mosaico de territórios indígenas e unidades de conservação que abrange cerca de 26 milhões de hectares entre o norte de Mato Grosso e o sul do Pará. Quatro anos depois, imagens de satélite revelaram que a estrada de 42,8 quilômetros sumiu, engolida pela floresta que voltou a crescer — algo raro de se ver na região. Seu desaparecimento contraria tudo o que costuma acontecer quando uma estrada surge na Amazônia. “Aqui, a estrada é o começo de tudo, o começo da devastação”, disse à Mongabay Bruno Ferreira, pesquisador da organização de conservação Imazon, que integra a rede de mapeamento MapBiomas. Em geral, as estradas amazônicas dão origem a uma série de novos ramais (legais ou ilegais) que brotam da via principal, criando o padrão de “espinha de peixe” nas imagens de satélite. Estudos do Imazon indicam que 95% do desmatamento na Amazônia acontece a até 5,5 km das estradas — o que significa que a pecuária e a extração ilegal de madeira teriam sido praticamente impossíveis de conter caso essa estrada tivesse se consolidado. Para as organizações que monitoram a região do rio Xingu, um dos principais afluentes do Amazonas, a inutilização dessa estrada é a prova de que a aliança entre a sociedade civil e um governo disposto a agir&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Indústria de energia ignora impacto ambiental e impulsiona data centers no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/industria-de-energia-ignora-impacto-ambiental-e-impulsiona-data-centers-no-brasil/</link>
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					<pubDate>17 Ago 2026 10:03:58 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Francisco AmorimLaís MartinsNaira Hofmeister]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Comunidades Tradicionais, Energia, Energia limpa, Energia renovável, Energias renováveis, Povos Tradicionais e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Empresas de energia querem vender o excedente a data centers. Parte da conta pode sobrar para você.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/industria-de-energia-ignora-impacto-ambiental-e-impulsiona-data-centers-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Indústria de energia ignora impacto ambiental e impulsiona data centers no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta reportagem foi publicada em parceria com Intercept Brasil e produzida com o apoio do AI Accountability Network do Pulitzer Center O apetite global por inteligência artificial está levando o Brasil a protagonizar um movimento inédito no mundo no setor de data centers. Enquanto ao redor do planeta as big techs sofrem para encontrar energia para alimentar instalações onde armazenam e processam dados, no Brasil a história se inverte: quem projeta data centers para consumir eletricidade é a própria indústria de energia — mais precisamente a de energia renovável. Um levantamento realizado por Intercept Brasil e Mongabay mostrou que 65% dos pedidos de conexão de data centers à rede básica de energia protocolados junto ao Ministério de Minas e Energia até dezembro de 2025 partiram de empresas de energia renovável. Até esta data, foram registrados 68 pedidos de conexão em 37 municípios brasileiros. Um conjunto de fatores explica esse fenômeno, a começar pelo volume extraordinário de eletricidade necessário para fazer funcionar os data centers. A Agência Internacional de Energia projeta que o consumo global de energia de data centers deve dobrar nos próximos anos, podendo chegar a 945 TWh até 2030, o equivalente a todo o consumo do Japão — a inteligência artificial responderá por 40% do total. Com uma matriz energética majoritariamente renovável, o Brasil se tornou um destino atrativo para os empreendimentos. “Somos um grande celeiro de oportunidades para quem quer investir na descarbonização das matrizes [energéticas]”, propagandeou o ministro de Minas e Energia do Brasil, Alexandre Silveira,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/industria-de-energia-ignora-impacto-ambiental-e-impulsiona-data-centers-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Sobre o legado da Mongabay</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/sobre-o-legado-da-mongabay/</link>
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					<pubDate>14 Ago 2026 10:02:24 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Rhett Ayers Butler]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Global]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ambientalistas, Conservação, Política Ambiental, Responsabilidade Ambiental e Socioambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Quando a persistência revela o que parecia invisível.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/sobre-o-legado-da-mongabay/" data-wpel-link="internal">Sobre o legado da Mongabay</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Costumam me perguntar qual é o legado da Mongabay, ou qual poderá vir a ser. A pergunta geralmente parte da premissa de que um quarto de século de publicações deveria resultar em uma resposta clara e bem definida. Não é assim. A Mongabay não começou com uma teoria sobre como transformar a mídia, nem com a ambição de redefinir o jornalismo ambiental. Ela começou com um site, um fascínio por florestas tropicais e a percepção de que grande parte da história ambiental do planeta recebia uma cobertura deficiente — quando recebia alguma. O jornalismo ambiental é muito anterior à Mongabay. Suas raízes estão na literatura de história natural, nas reportagens investigativas e no jornalismo de defesa de causas, cada um com suas próprias tradições e seus pontos fortes. A Mongabay não inventou esse campo. O que ela fez, aos poucos e, por vezes, sem intenção, foi ocupar um espaço que muitos veículos maiores vinham deixando para trás: uma cobertura contínua e detalhada sobre ecossistemas e comunidades distantes dos centros de poder, produzida a partir da premissa de que esses lugares eram relevantes por si mesmos. Durante boa parte de sua existência, a Mongabay se concentrou no que acontece nas margens da atenção global. Florestas tropicais, recifes de coral, pesca em pequenas ilhas, territórios indígenas e fronteiras de mineração distantes raramente recebem tanta atenção quanto eleições, guerras ou crises financeiras. Ainda assim, esses lugares costumam estar no centro dos riscos planetários. Fazer uma boa cobertura deles exige tempo, conhecimento local e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/sobre-o-legado-da-mongabay/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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														</item>
						<item>
					<title>Como o etnobotânico indígena Pataxó HãHãHãi e anciãos registraram o conhecimento medicinal de seu povo na Bahia</title>
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					<pubDate>13 Ago 2026 07:00:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
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							<![CDATA[América, América Do Sul, América Latina, Bahia e Brasil]]>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Ativismo, Biodiversidade, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Indígenas, Medicina tradicional, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Saúde, Socioambiental e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Como o etnobotânico indígena Pataxó HãHãHãi e anciãos registraram o conhecimento medicinal de seu povo na Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à Mongabay, em sua horta com várias plantas medicinais em sua terra ancestral no sul da Bahia. Ao lado da anciã indígena do povo Kariri-Sapuyá está uma grandiosa árvore embaúba (Cecropia pachystachya), usada para tratar diabetes e problemas de próstata. “Era ali a nossa mata… Derrubaram tudo. Tudo foi descampado aqui. E acabaram com a mata.” Dona Marta contou que algumas espécies nativas como a embaúba foram plantadas no quintal de sua casa na aldeia Caramuru há 44 anos, no processo de retomada do território. Outras, no entanto, desapareceram nas últimas décadas, quando invasores entraram na área e derrubaram florestas para dar lugar a pastagens de gado, acrescentou. Ela lamentou o sumiço de uma planta específica: puaia, usada para tratar dor de barriga, cansaço, picadas de cobra, peste — uma doença que, segundo os anciãos, provocava febre, dores de cabeça, e deixava o corpo todo retorcido  — e outras enfermidades. “Ficava ali na mata&#8221;, lembrou Dona Marta, apontando para as montanhas desmatadas. “Acabou tudo.” Em 27 de dezembro de 2025, Dona Marta faleceu. Seu conhecimento, no entanto, está vivo em um artigo publicado no Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine que a citou, de autoria do etnobotânico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Da indústria à mesa, macroalgas ganham espaço no Brasil</title>
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					<pubDate>12 Ago 2026 17:34:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Comida, Comunidades Tradicionais, Oceanos, Pesca, Povos Tradicionais e Sustentabilidade]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em Paraty (RJ), uma família caiçara transformou o cultivo de algas em gastronomia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/da-industria-a-mesa-macroalgas-ganham-espaco-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Da indústria à mesa, macroalgas ganham espaço no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
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							<![CDATA[Aparecida Rosa Ayres costuma dizer que conhece algas marinhas desde que estava no ventre da mãe, por conta das histórias que ela contava. Diz que sua mãe, quando criança, usava algas como cabelos nas brincadeiras na praia. Hoje com 47 anos, Aparecida, de origem caiçara, deu novo sentido às algas: são o ingrediente principal do Rancho Ayres, seu restaurante na praia de São Gonçalo, em Paraty, no Rio de Janeiro. As algas da infância da mãe eram as nativas da baía da Ilha Grande, mas o que virou comida nas mãos da cozinheira foi uma espécie de origem filipina, a macroalga Kappaphycus alvarezii, que ela conheceu em 2013. Oito anos depois, ela participou de um curso de capacitação, oferecido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a prefeitura de Paraty, sobre os usos potenciais da algicultura na bioeconomia da região. Desse curso surgiu o Algas na Mesa Paraty, uma iniciativa que combina o que ela chama de “gastronomia algácea” e resgate histórico nas praias de São Gonçalo e São Gonçalinho. “Nós somos filhas das águas, nascemos no maritório, então o uso das algas vem como uma forma de resistência e permanência para preservar o território”, conta Aparecida, que descende de uma das famílias caiçaras tradicionais deslocadas de suas casas na faixa de areia durante a construção da Rodovia Rio-Santos (BR-101), realizada entre 1969 e 1975. As praias, porém, continuaram sendo usadas pelos caiçaras para trabalho e lazer, e foi ali que as famílias ergueram os chamados ranchos, estruturas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/da-industria-a-mesa-macroalgas-ganham-espaco-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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