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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>10 iniciativas indígenas de retomada do território</title>
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					<pubDate>15 Set 2026 09:51:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay.com]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agroecologia, Agrofloresta, Água, Amazônia, Ambientalistas, Áreas Protegidas, Ativismo, Caatinga, Cerrado, Comida, Comunidades Tradicionais, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Etnocídio, Florestas, Garimpo, Grilagem, Indígenas, Índios, Justiça Social, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Medicina tradicional, Povos indígenas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental, Sustentabilidade, Tecnologia e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em vez de se limitarem a defender o que resta, estas comunidades passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">10 iniciativas indígenas de retomada do território</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em diferentes regiões do Brasil, povos indígenas têm recuperado terras transformadas em pastagens, degradadas pelo garimpo ou usadas como depósito de lixo, assumindo também o trabalho de restaurar a vegetação e restabelecer as condições para viver nesses lugares. São comunidades que avançam na direção contrária à das frentes de destruição: em vez de se limitarem a defender o que resta, passaram a lutar para retomar aquilo que foi perdido. Destacamos aqui 10 reportagens publicadas pela Mongabay sobre como diversos povos indígenas do país, aliando tecnologia e saberes ancestrais, estão transformando seus territórios em lugares melhores para se viver. &nbsp; Ritual na Terra Indígena Maxakali (MG). Foto: Xavier Bartaburu/Mongabay. Por que os Maxakali estão convocando os espíritos para recuperar a Mata Atlântica Confinados em pequenas terras indígenas tomadas por pastagens no nordeste de Minas Gerais, os Tikmũ’ũn/Maxakali estão recuperando áreas de Mata Atlântica e implantando quintais agroflorestais por meio do projeto Hãmhi. Iniciada em 2023, a iniciativa forma e remunera agentes agroflorestais e viveiristas indígenas. O trabalho busca enfrentar a fome e recompor a vegetação necessária à vida cultural e religiosa do povo. A floresta é o lugar onde vivem os yãmĩyxop, povos-espíritos cujos cantos preservam o conhecimento sobre uma Mata Atlântica que já quase desapareceu na região. &nbsp; Carl e Isabel Gakran (com Zágtxo, filha do casal), coordenadores do Instituto Zág, na Terra Indígena Ibirama-Laklãnõ (SC). Foto: Anderson Coelho. Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina Zág é como os Laklãnõ/Xokleng chamam a araucária — árvore&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/10-iniciativas-indigenas-de-retomada-do-territorio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Data center pega de surpresa cidade mineira que sofre com falta d’água</title>
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					<pubDate>11 Set 2026 10:47:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Naira Hofmeister]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Minas Gerais]]>
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							<![CDATA[Água, Mineração, Recursos hídricos, Rios e Tecnologia]]>
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							<![CDATA[<p>Projeto da Atlas Renewable Energy ameaça nascentes do Cerrado em Paracatu, município onde a mineração e a agricultura já afetam a disponibilidade de recursos hídricos.</p>
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							<![CDATA[Em uma tarde de maio de 2026, o presidente da Câmara Municipal de Paracatu, em Minas Gerais, Manoel Alves, pegou o telefone incomodado. Havia sido informado por repórteres de um projeto previsto para a cidade. “Acabei de saber que a construção do data center vai começar em dois meses. Vocês também não estão sabendo nada sobre isso?”, perguntou a alguém da prefeitura. A resposta do outro lado da linha foi “não” — a mesma que a reportagem recebeu de todas as autoridades locais, empresários, agricultores e moradores para quem levou o assunto. “É algum novo conceito de hotel?”, questionou a proprietária de um importante restaurante da cidade. “Um dentista?”, chutou um cidadão na praça principal de Paracatu. “Data center? O que é isso?”, perguntou o guardião de uma igreja do século 18. Presidente da Câmara Municipal de Paracatu, Manoel Alves foi informado por repórteres sobre o plano de instalação de um data center na cidade. Foto: Jerônimo Gonzalez/Mongabay e Intercept Brasil.  O data center de Paracatu, município localizado a três horas de carro de Brasília, não é um data center qualquer. Vai ter a potência de 1 gigawatt, maior do que a soma total de todos os data centers atualmente instalados no país, que consomem cerca de 800 megawatts. É uma dimensão semelhante aos megaprojetos que fazem parte da iniciativa Stargate, nos Estados Unidos – uma das maiores redes de infraestrutura de inteligência artificial do mundo, apoiada pelo governo de Donald Trump. O data center de Paracatu está sendo planejado&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/data-center-pega-de-surpresa-cidade-mineira-que-sofre-com-falta-dagua/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Plataforma inovadora quer levar plantas nativas às farmácias do Brasil</title>
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					<pubDate>23 Mai 2024 06:05:01 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Marion Frank]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Certificação, Conservação, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Responsabilidade Ambiental, Saúde, Silvicultura, Sustentabilidade e Tecnologia]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>No país de maior biodiversidade do planeta, quem procura, na farmácia, medicamentos produzidos a partir das nossas plantas volta para casa quase sempre com similar sintético e estrangeiro. Caso corriqueiro: o ácido acetilsalicílico (aspirina), pois não há fitoterápico semelhante regulamentado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Exceções honrosas no enredo nacional são o guaco [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[No país de maior biodiversidade do planeta, quem procura, na farmácia, medicamentos produzidos a partir das nossas plantas volta para casa quase sempre com similar sintético e estrangeiro. Caso corriqueiro: o ácido acetilsalicílico (aspirina), pois não há fitoterápico semelhante regulamentado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Exceções honrosas no enredo nacional são o guaco (Mikania glomerata), que trata bronquite, e a espinheira-santa (Monteverdia ilicifolia), que alivia problemas de estômago, substituindo remédios à base de omeprazol. Mas há um novo capítulo desta história em construção, a plataforma InovafitoBrasil. Lançada em caráter experimental há cerca de um ano, ela detalha, em roteiro online, as etapas de pesquisa e desenvolvimento de um fitoterápico nacional, municiando o pesquisador a respeito de tudo o que precisa fazer da ideia até o mercado. Não por acaso, já vem sendo considerada um divisor de águas para o estudo da biodiversidade brasileira. “A InovafitoBrasil diminui os riscos tecnológicos da pesquisa, racionaliza os investimentos de cada etapa e facilita o entendimento entre instituições científicas e investidores”, ressalta Cristina Ropke, diretora de inovação da Centroflora e uma das responsáveis pela gênese da plataforma. “Era preciso estimular a pesquisa clínica da nossa biodiversidade”, diz, apontando para a ausência de trabalhos inovadores, daí a intenção de construir um banco de projetos. “O mulungu (Erythrina sp.), calmante, e o chambá (Justicia pectoralis), expectorante, são exemplos de uso tradicional sem registro da Anvisa pela falta de dados, deficiência que o nosso roteiro pretende corrigir”, diz ela. Sementes de mulungu (Erythrina sp.). Foto: Costa&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/plataforma-inovadora-quer-levar-plantas-nativas-as-farmacias-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Sistema que combina produção de comida e energia solar pode ajudar famílias no semiárido</title>
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					<pubDate>23 Jun 2022 07:54:11 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Marina Martinez]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caatinga, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Energia, Florestas, Florestas Tropicais e Tecnologia]]>
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							<![CDATA[<p>Estudos recentes mostram que o sistema agrivoltaico pode servir como estratégia de desenvolvimento sustentável ao otimizar duas atividades produtivas num mesmo espaço: a produção de alimentos e a geração de energia solar. O primeiro sistema agrivoltaico no Brasil, chamado Ecolume, foi desenvolvido por uma rede nacional de mais de 40 pesquisadores e instalado em uma escola de agroecologia de Pernambuco em 2019.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/sistema-que-combina-producao-de-comida-e-energia-solar-pode-ajudar-familias-no-semiarido/" data-wpel-link="internal">Sistema que combina produção de comida e energia solar pode ajudar famílias no semiárido</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O alto grau de insegurança alimentar, hídrica e energética causado por questões socioeconômicas e agravado pelas mudanças climáticas vem despertando o interesse de grupos de pesquisa na busca por soluções. Um estudo recente mostra que uma possível solução é o chamado sistema agrivoltaico. Trata-se da combinação da produção de alimentos e da geração de energia solar num mesmo espaço, com objetivo de maximizar resultados e diminuir o uso de recursos naturais. No Brasil, o primeiro sistema agrivoltaico, chamado Ecolume, foi desenvolvido por uma rede nacional de mais de 40 pesquisadores, com financiamento do CNPq. Em 2019, uma unidade demonstrativa do Ecolume foi instalada na escola de agroecologia Serta, em Ibimirim, Pernambuco, sob coordenação do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA). Francis Lacerda, climatologista do IPA e coordenadora do Ecolume, conta que esse projeto surgiu do anseio de testar formas para o semiárido brasileiro produzir alimentos o ano todo e com menos água, já que a região vem enfrentando períodos de seca mais prolongados e temperaturas cada vez mais altas. Além disso, ela conta que outra motivação foi mostrar que a região Nordeste, apesar de possuir o menor Índice de Desenvolvimento Humano do país atualmente, é abundante em recursos naturais, como o sol e a biodiversidade da Caatinga. “Através do Ecolume, desenvolvemos um modelo de produção que enxerga [no semiárido] suas potencialidades e suas riquezas”, diz Lacerda. O sistema agrivoltaico Ecolume está em operação desde 2019 na escola Serta, em Pernambuco. O uso integrado com tecnologias de aquaponia, reúso de água e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/sistema-que-combina-producao-de-comida-e-energia-solar-pode-ajudar-familias-no-semiarido/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil decola em apreensões de animais traficados na aviação civil</title>
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					<pubDate>22 Jul 2021 06:39:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aldem Bourscheit]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio de Vida Selvagem, Comércio Ilegal, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Espécies Ameaçadas, Tecnologia e Tráfico de Animais Silvestres]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Relatório inédito descortina estratégias criminosas para transportar animais da América Latina e do Caribe por meio da aviação comercial.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/07/brasil-decola-em-apreensoes-de-animais-traficados-na-aviacao-civil/" data-wpel-link="internal">Brasil decola em apreensões de animais traficados na aviação civil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O biólogo russo Kyrill Kravchenko é apontado por autoridades brasileiras como um traficante internacional de vida selvagem para a biopirataria (uso em pesquisas). É monitorado desde 2017. Em meados de janeiro deste ano, tentava embarcar para a Rússia no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, com mais de cem lagartos, aranhas e sapos na bagagem de mão. Os animais teriam sido capturados nas regiões Sudeste e Sul. Já em junho, um homem identificado como “russo”, com outro lote de animais, foi apanhado na BR-116, em Seropédica (RJ). Agentes rodoviários não confirmaram se era Kravchenko, dado que não portava passaporte, mas informaram que o criminoso tivera o documento retido no início do ano. Semana passada, no dia 15, Kyrill Kravchenko foi preso em uma ação conjunta entre Ibama, Polícia Rodoviária Federal e Interpol. A atuação repetitiva de bandidos estrangeiros e nativos faz do Brasil um dos líderes em apreensões de animais no transporte aéreo na América Latina e no Caribe. México e Colômbia compartilham esse pódio. Confiscos no setor representam mais de um quinto (22%) dos flagrantes ligados ao tráfico de fauna regional. No Caribe e na América Latina, houve 281 apreensões no transporte aéreo entre 2010 e 2020. Os criminosos usaram terminais em 84 cidades, tentando alcançar 53 países no período. &#8220;Traficantes movem bens ilícitos explorando agentes corruptos, baixa capacidade de fiscalização e outras fraquezas dos sistemas de transporte. O tráfico de animais selvagens no trânsito aéreo global está vinculado a mais de 150 países”, alerta Henry Peyronnin, do Centro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/07/brasil-decola-em-apreensoes-de-animais-traficados-na-aviacao-civil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Análise de átomos: nova arma da PF contra o tráfico de fauna no Amazonas</title>
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					<pubDate>06 Mai 2021 05:59:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Dimas Marques/Fauna News]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comércio de Vida Selvagem, Comércio Ilegal, Espécies Ameaçadas, Tecnologia e Tráfico de Animais Silvestres]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Tecnologia inédita permite identificar se um animal vendido em um criadouro autorizado foi capturado ilegalmente na natureza.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/05/analise-de-atomos-nova-arma-da-pf-contra-o-trafico-de-fauna-no-amazonas/" data-wpel-link="internal">Análise de átomos: nova arma da PF contra o tráfico de fauna no Amazonas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Identificar animais silvestres capturados ilegalmente na natureza dentro de criadouros autorizados sempre foi um desafio para os órgãos de fiscalização do poder público no Brasil. Em muitos casos, somente com análises laboratoriais é possível comprovar a fraude. E as investigações desenvolvidas no combate ao tráfico de fauna no país raramente conseguem acesso a essas tecnologias. Mas a Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas investiu em equipamentos e capacitação de profissionais para começar a trabalhar com o que há de mais moderno em perícia no combate ao tráfico de fauna e a alguns crimes ambientais na região. Desde janeiro, os peritos têm à disposição equipamentos que realizam análises de isótopos estáveis. “Somos pioneiros na implementação dessa metodologia entre as organizações policiais brasileiras. A Polícia Federal está na vanguarda”, afirma o ex-superintendente regional da PF no Amazonas, o delegado Alexandre Silva Saraiva, que foi substituído do cargo após enviar notícia-crime ao Supremo Tribunal Federal contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o presidente do Ibama, Eduardo Bim, e o senador Telmário Mota (Pros-RR), acusando-os de envolvimento com irregularidades no comércio de madeira nativa no Pará. Para implementar a nova tecnologia, a Polícia Federal do Amazonas investiu R$ 2,6 milhões em equipamentos e na adequação de instalações laboratoriais, sendo R$ 2,5 milhões provenientes de termo de ajuste de conduta (TAC) realizado com infratores e R$ 100 mil de verba própria. “A análise de isótopos estáveis é uma técnica muito versátil que pode ser adotada em diversas casuísticas. As aplicações forenses são&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/05/analise-de-atomos-nova-arma-da-pf-contra-o-trafico-de-fauna-no-amazonas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Plataforma inédita no Brasil reúne dados sobre o Cerrado</title>
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					<pubDate>18 Fev 2021 06:22:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Clarissa Beretz]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina, Brasil e Cerrado]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Cerrado, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Crime Ambiental, Demarcação Territorial, Desmatamento, Grilagem, Monocultura, Política Ambiental, Recursos hídricos e Tecnologia]]>
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							<![CDATA[<p>Acompanhar a devastação do Cerrado nas últimas décadas é um exercício necessário, sobretudo porque o desaparecimento do bioma compromete a segurança hídrica e alimentar do Brasil. A savana mais biodiversa do planeta já perdeu 55% de sua vegetação nativa e é surpreendente que seja mais conhecida como “celeiro do mundo” do que por sua inestimável [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Acompanhar a devastação do Cerrado nas últimas décadas é um exercício necessário, sobretudo porque o desaparecimento do bioma compromete a segurança hídrica e alimentar do Brasil. A savana mais biodiversa do planeta já perdeu 55% de sua vegetação nativa e é surpreendente que seja mais conhecida como “celeiro do mundo” do que por sua inestimável contribuição socioambiental. Num esforço para trazer dados precisos, jogar um holofote sobre a situação e ajudar na tomada de decisões sobre a gestão do bioma, o Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento da Universidade Federal de Goiás (Lapig/UFG) lançou no final do ano passado a Plataforma de Conhecimento do Cerrado. A ferramenta virtual, bilíngue e colaborativa permite identificar cronologicamente a situação do uso do solo e da socioeconomia do bioma, associando fatores físicos, dados sociais e de biodiversidade, por meio do cruzamento de dados, inclusive com imagens aéreas. Imagem da Plataforma de Conhecimento do Cerrado. “O Cerrado precisa urgentemente ser conhecido, só assim teremos a chance de salvá-lo. Sua devastação é resultado de ações e políticas públicas, que desde 1970 foram transformando a paisagem da savana para beneficiar o agronegócio. É preciso mudar essa ideia de ‘celeiro’ que as pessoas têm sobre a região”, diz o professor Ivanilton Oliveira, diretor do Instituto de Estudos Socioambientais da UFG, no qual o Lapig está inserido. Do ponto de vista hidrológico, o Cerrado abriga três dos aquíferos que abastecem o país: Guarani, Urucuia e Bambuí. A ecologia do Pantanal, a maior planície alagada do mundo, depende da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/02/plataforma-inedita-no-brasil-reune-dados-sobre-o-cerrado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Biomimética: tecnologia inspirada na natureza avança no Brasil</title>
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					<pubDate>18 Mar 2020 19:22:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Certificação, Conservação, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Política Ambiental, Poluição, Produtos da Floresta, Recursos hídricos, Responsabilidade Ambiental, Saúde, Silvicultura, Sustentabilidade e Tecnologia]]>
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							<![CDATA[<p>Do shampoo inspirado nas teias de aranha ao hotel projetado com base nos atributos térmicos do bico dos tucanos, cientistas e empresas do país estão apostando na inteligência da natureza para criar soluções inovadoras que reduzam os impactos no planeta. </p>
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							<![CDATA[A startup fluminense Nucleário desenvolveu um método de plantio de novas mudas em projetos de reflorestamento inspirado nas bromélias e nas sementes aladas. Isso protege as árvores das formigas-cortadeiras, impede o crescimento de gramíneas invasoras e armazena água para períodos de estiagem. Foto: Nucleário. Reconhecer a sabedoria acumulada por bilhões de anos pela natureza e reconectar-se a ela é o ponto de partida da biomimética, ciência que vem despertando interesse por reproduzir as estratégias do meio natural e solucionar, assim, impasses da nossa época. Não há ineditismo em ter a natureza como guia: se não fossem os pássaros, provavelmente não teríamos os aviões. Contudo, a biomimética traz duas novidades: a conscientização da natureza como fonte de inspiração e a sistematização da pesquisa por meio de uma metodologia não linear, repleta de ferramentas, denominada Biomimicry DesignLens. Ao lançar o livro Biomimética: Inovação Inspirada pela Natureza, em 1997 nos Estados Unidos e em 2003 no Brasil, Janine Benyus, bióloga norte-americana e uma das fundadoras do Biomimicry Institute, em Montana, EUA, foi a responsável por propagar a ciência que se desdobra em múltiplas aplicações. A biomimética auxilia áreas como a saúde – ao traçar, por exemplo, possíveis relações entre o veneno de uma vespa e novas terapias contra o câncer  –, reproduz a tecnologia da teia de aranha para a indústria da beleza, oferece à engenharia melhorias na eficiência energética por meio da observação do cupinzeiro ou do bico do tucano, propõe utilizar raízes de cogumelos e resíduos agrícolas no lugar de embalagens&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/biomimetica-tecnologia-inspirada-na-natureza-avanca-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisa de biomassa leva equipe a árvore de quase 90 metros na Amazônia</title>
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					<pubDate>15 Nov 2019 19:17:58 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Conservação, Florestas, Florestas Tropicais, Responsabilidade Ambiental e Tecnologia]]>
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							<![CDATA[<p>Um angelim-vermelho de 88,5 metros de altura foi encontrado na divisa entre Pará e Amapá por uma equipe de pesquisa durante a criação de um mapa da biomassa florestal amazônica.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/11/pesquisa-de-biomassa-leva-equipe-brasileira-a-arvore-de-quase-90-metros-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Pesquisa de biomassa leva equipe a árvore de quase 90 metros na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Utilizando tecnologia de ponta, uma equipe de pesquisa está fazendo um levantamento detalhado da biomassa amazônica para acompanhar os impactos da mudança no uso do solo sobre as emissões de carbono – uma coleta de dados requerida pelo Acordo Climático de Paris e paga pelo Fundo Amazônia. Enquanto realizava o levantamento pelo ar, a equipe de estudos detectou vários aglomerados de árvores gigantes na fronteira entre os estados do Pará e Amapá. Um exemplar de angelim-vermelho (Dinizia excelsa Ducke) foi registrado com 88,5 metros de altura. Uma equipe de 30 pesquisadores, guiados por ribeirinhos locais, percorreu a árdua jornada até os aglomerados de árvores gigantes. Eles encontraram algumas das árvores crescendo sobre um morro, o que é incomum porque as grandes árvores tropicais geralmente se adaptam melhor em lugares baixos, protegidas dos ventos. É necessário mais pesquisa para entender por que elas crescem ali. As árvores gigantes são mais do que uma fonte de admiração: cada uma delas pode sequestrar até 40 toneladas de carbono, quase o mesmo tanto que um hectare de floresta. Então, ao manejar uma floresta e decidir quais árvores cortar, é importante considerar o tamanho das mesmas. Nesse caso em particular, a pegada de carbono resultante da perda de um angelim-vermelho gigante seria imensa. No região do Rio Jari, na Amazônia brasileira, angelins-vermelhos se erguem acima do resto do dossel da floresta. Foto: Eric Gorgens. Uma combinação de curiosidade científica e sorte levou uma equipe de pesquisa na Amazônia brasileira a uma descoberta única: uma árvore&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/11/pesquisa-de-biomassa-leva-equipe-brasileira-a-arvore-de-quase-90-metros-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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