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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Pesca artesanal no Rio usa energia solar buscando autonomia e menos poluição</title>
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					<pubDate>15 Abr 2026 07:20:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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							<![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO — “Eu trabalhei por dois anos com um gerador e, mesmo antes do projeto, já tinha desistido dele. Não aguentava mais respirar aquele ar poluente e ter aquele barulho no ouvido”, disse Paulo Henrique do Rosário Correia, presidente da Associação dos Verdadeiros Pescadores e Turismo de Barcos de Bocas Abertas do Município [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[RIO DE JANEIRO — “Eu trabalhei por dois anos com um gerador e, mesmo antes do projeto, já tinha desistido dele. Não aguentava mais respirar aquele ar poluente e ter aquele barulho no ouvido”, disse Paulo Henrique do Rosário Correia, presidente da Associação dos Verdadeiros Pescadores e Turismo de Barcos de Bocas Abertas do Município de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. Aos 57 anos de idade — sendo mais de 30 deles como pescador —, Paulo contou que não sabe viver sem seu trabalho. “A gente aprende a pescar com os mais velhos e acaba entrando nesse ramo mesmo sem querer. Foi natural. E, quando eu vi, já estava envolvido na pesca o tempo todo.” Nos últimos tempos, uma mudança positiva passou a cercar as pescarias de Paulo: elas estão mais sustentáveis graças ao uso de painéis solares para geração de eletricidade, o que também garante maior segurança e rentabilidade a quem trabalha no mar. Isso ocorre graças a projetos como o SustentaMar. Financiada por recursos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC Frade), cuja administração financeira está sob a gestão do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), a iniciativa, aprovada em 2024, surgiu do anseio de melhorar a captura de lula — hoje o principal tipo de pescado para os profissionais vinculados à organização presidida por Paulo. A pesca artesanal dos moluscos marinhos é feita à noite, quando os cardumes são atraídos pela luz dos holofotes. Até boa parte de 2025, ano em que o projeto passou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/pesca-artesanal-no-rio-usa-energia-solar-buscando-autonomia-e-menos-poluicao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Para religiões afro-brasileiras, espiritualidade e preservação ambiental caminham juntas</title>
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					<pubDate>16 Set 2025 07:33:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Júlia Moa]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Mudanças climáticas, Reflorestamento, Resiliência climática, Sustentabilidade e Sustentável]]>
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							<![CDATA[<p>No compasso dos pássaros, a floresta em Belém (PA) envolve quem a adentra. Vestindo branco, entoando rezas e pedindo licença à força espiritual que guarda as matas, Mametu Nangetu, fundadora e liderança do terreiro de candomblé Mansu Nangetu, saúda sua ancestralidade para plantar novas mudas e zelar pelo território. A guardiã, quase octogenária, possui vasto [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[No compasso dos pássaros, a floresta em Belém (PA) envolve quem a adentra. Vestindo branco, entoando rezas e pedindo licença à força espiritual que guarda as matas, Mametu Nangetu, fundadora e liderança do terreiro de candomblé Mansu Nangetu, saúda sua ancestralidade para plantar novas mudas e zelar pelo território. A guardiã, quase octogenária, possui vasto conhecimento sobre plantas e ervas medicinais, aprendido com a avó, e sabe o momento certo tanto para os banhos que recarregam as energias quanto para o preparo de chás que auxiliam o bem-estar do corpo físico. Com o pajé Francisco, seu avô, ela aprendeu na infância que, se um galho fosse retirado do solo, teria que ser replantado. &#8220;Ao longo da minha vida, doei diversas mudas de árvores e mantive o hábito de plantar folhas sagradas nos canteiros das ruas de Belém, porque muitas pessoas de axé perderam seus territórios e hoje não podem cultivar suas plantas. O desmatamento na capital, inclusive, só aumentou&#8221;, avalia a líder religiosa. Em seus trabalhos espirituais, ela atua como intermediária na comunicação com diferentes entidades, entre elas o Caboclo Rompe-Mato, associada aos povos originários, e defende que honrar as tradições do patrimônio afro-amazônico envolve estender os cuidados à “grande mãe natureza”, nas energias da mata, das águas e da lama. No candomblé, religião de matriz africana nascida da cosmovisão de povos como os Iorubá, os Bantu e os Fon, assim como em outras expressões sincréticas — umbanda, pajelança e jurema, entre outras —, a natureza é território vivo e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/para-religioes-afro-brasileiras-espiritualidade-e-preservacao-ambiental-caminham-juntas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Soja e pasto pressionam áreas conservadas do Jalapão, onde brilha o capim-dourado</title>
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					<pubDate>13 Jan 2025 19:05:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agroecologia, Agrotóxicos, Água, Cerrado, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Desmatamento, Direitos humanos, Extrativismo, Motores do Desmatamento, Pesticidas, Povos Tradicionais, Quilombolas, Rios, Socioambiental, Sustentabilidade e Sustentável]]>
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							<![CDATA[<p>JALAPÃO, Tocantins – Bem ao fundo da terra arrasada, buritis clamam por uma chance. Faz dois anos que a aridez avança pela vereda com seu manto de morte. Um gavião-carcará solta um grunhido solitário. Luzia pousa longe o olhar. “Eu me sinto sufocada”, diz a moça, com voz de buriti acuado. Mas, se num dia [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[JALAPÃO, Tocantins – Bem ao fundo da terra arrasada, buritis clamam por uma chance. Faz dois anos que a aridez avança pela vereda com seu manto de morte. Um gavião-carcará solta um grunhido solitário. Luzia pousa longe o olhar. “Eu me sinto sufocada”, diz a moça, com voz de buriti acuado. Mas, se num dia o buriti acorda acossado, no outro ele não se intimida e dispersa semente madura para germinar todo o chão. Aos 35 anos, a mãe de sete filhos tem um futuro a cuidar. Tanto que, certo dia, Luzia Passos Ribeiro disse em grunhido alto de causar inveja a qualquer carcará: “Dentro do território quilombola só fica quem nós queremos”. Foi assim que recolheram trator, escavadeira, caminhão e caminhonete de uma fazenda instalada dentro da comunidade de Quilombo do Prata, no município de São Félix do Tocantins – território quilombola certificado em 2006, mas até hoje sem a titularidade. Os desmatamentos, que minguam águas, ameaçam também o brilho do Jalapão, famoso pelo capim-dourado e por suas águas, que atraem turistas de todo o país. A área, que tem o maior mosaico de unidades de conservação do Cerrado, e ainda bastante preservada, sofre pressão das queimadas, da irregularidade fundiária e das mudanças climáticas. A chegada do asfalto, de grande relevância para as comunidades locais e para o turismo, imprime no chão não apenas o piche, mas também a especulação imobiliária. Vista aérea do Quilombo Mumbuca. Foto: Fellipe Abreu Detalhe de artesanato de capim-dourado na loja da Associação Comunitária dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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