<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?topic=quilombolas&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/quilombolas/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Sat, 15 Aug 2026 14:13:53 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>
				<item>
					<title>Quilombo resiste onde o São Francisco encontra o mar</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/quilombo-resiste-onde-o-rio-sao-francisco-encontra-o-mar/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/quilombo-resiste-onde-o-rio-sao-francisco-encontra-o-mar/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>30 Jul 2026 08:53:43 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Carolina de Marchi]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/30181429/20260402-PXL_20260402_191844572.PANO_-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195733</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Sergipe]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agroecologia, Agrotóxicos, Água, Alimentos, Biodiversidade, Caatinga, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Demarcação Territorial, Manguezais, Povos Tradicionais, Quilombolas, Recursos hídricos, Socioambiental e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>BREJÃO DOS NEGROS, SE — É difícil dizer onde um termina e o outro começa. Bem aqui, onde o rio São Francisco bate no meio do mar, as ondas encrespam a superfície da água cristalina. No lençol azulado que parece não ter fim, costura-se o verde das ilhas, ilhotas, terras férteis cobertas de vestígios de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/quilombo-resiste-onde-o-rio-sao-francisco-encontra-o-mar/" data-wpel-link="internal">Quilombo resiste onde o São Francisco encontra o mar</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[BREJÃO DOS NEGROS, SE — É difícil dizer onde um termina e o outro começa. Bem aqui, onde o rio São Francisco bate no meio do mar, as ondas encrespam a superfície da água cristalina. No lençol azulado que parece não ter fim, costura-se o verde das ilhas, ilhotas, terras férteis cobertas de vestígios de Mata Atlântica, o branco das dunas, pequenos portos, além das lagoas marginais e manguezais, muitos manguezais: patrimônios biológicos, berçários de inúmeras espécies. Mas nem sempre essa beleza pertenceu a quem nela vivia. Vestígios de plantações de algodão e de mais de 20 engenhos dão notícia de uma outra época, anterior à Lei Áurea. Ali se concentrava a maior parte das pessoas escravizadas do Baixo São Francisco. Como o lugar também tinha muita mata nativa, era ideal para acolher os fugidos. Então, era conhecido como Refúgio dos Negros. Pois, mesmo depois do documento assinado pela Princesa Isabel, o povo que vivia da pesca artesanal e da terra tinha liberdade limitada. A terra onde moravam e plantavam havia gerações era entendida como propriedade dos fazendeiros da região, supostos donos que, tivessem título ou não, exerciam ali um domínio incontestado. Era cerca e mata-burro para todo o lado; se sentiam presos em seu próprio território. Assim contam os moradores do Território Quilombola Brejão do Negros, a 120 km da capital sergipana, Aracaju. “Era assim: se a senhora bater três alqueires de arroz, dois é para o fazendeiro e um é da senhora. Desse seu, ainda vai pagar todas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/quilombo-resiste-onde-o-rio-sao-francisco-encontra-o-mar/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/quilombo-resiste-onde-o-rio-sao-francisco-encontra-o-mar/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>No sudoeste baiano, os saberes de um quilombo sobrevivem em sementes</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>24 Jul 2026 20:02:07 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mariana Martins]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/17143021/WhatsApp-Image-2026-07-01-at-12.21.53-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195637</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agroecologia, Alimentos, Ativismo, Comunidades Tradicionais, Demarcação Territorial, Direitos humanos, Quilombolas e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>No Quilombo Lagoa de Melquíades e Amâncio, um território tradicional localizado a cerca de 50 quilômetros de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, preservar sementes crioulas livres de transgênicos e de agrotóxicos tornou-se uma linha de frente: são elas que mantêm viva uma ancestralidade que resiste  ao cerco da monocultura, ao limbo fundiário causado [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/" data-wpel-link="internal">No sudoeste baiano, os saberes de um quilombo sobrevivem em sementes</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[No Quilombo Lagoa de Melquíades e Amâncio, um território tradicional localizado a cerca de 50 quilômetros de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, preservar sementes crioulas livres de transgênicos e de agrotóxicos tornou-se uma linha de frente: são elas que mantêm viva uma ancestralidade que resiste  ao cerco da monocultura, ao limbo fundiário causado pela lenta demarcação de terras e às mudanças no regime de chuvas. O sustento dessa comunidade está guardado em pequenos grãos de milho e feijão puros, que fazem parte de um banco de sementes gerido de forma comunitária.  O manuseio desses grãos não é uma prática agrícola recente. Como legado passado adiante de avós para seus filhos e netos, os agricultores estavam acostumados a guardar suas sementes em um cômodo de suas próprias casas. Com o tempo, foi possível encontrar novos caminhos. A tarefa acabou nas mãos de Tiago França da Silva, 34 anos, líder do quilombo baiano: depois de estudar agroecologia, o representante resolveu envolver a comunidade na construção de um banco de sementes.  Assim nasceu  a Casa de Sementes, em 2017. Nela, Tiago  passou a atuar como um  guardião dos grãos, liderando uma comissão organizadora que selecionava e avaliava as sementes. Posteriormente, por seu trabalho, foi escolhido pela comunidade para ser a liderança geral do quilombo.   Essa herança biológica e cultural, contudo, está ameaçada pelo cerco territorial e pela contaminação. A proximidade do quilombo às grandes fazendas de gado  e  ao monocultivo de eucalipto não apenas pressiona os limites do território ancestral, como&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Quilombolas denunciam impactos da mineração de areia no sul da Bahia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/03/quilombolas-denunciam-impactos-da-mineracao-de-areia-no-sul-da-bahia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/03/quilombolas-denunciam-impactos-da-mineracao-de-areia-no-sul-da-bahia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Mar 2026 08:44:36 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Leandro Barbosa]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/03/23133851/20250717_100928-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195132</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Bahia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos sociais, Demarcação Territorial, Mineração, Povos Tradicionais, Quilombolas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>CAMAMU, Bahia – Localizado a cerca de 30 quilômetros do centro de Camamu, no sul da Bahia, o Quilombo do Pratigi é acessado por uma estrada de terra que corta áreas de Mata Atlântica, manguezais e roças tradicionais. É nesse espaço, inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) Baía de Camamu, que famílias quilombolas vivem [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/quilombolas-denunciam-impactos-da-mineracao-de-areia-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Quilombolas denunciam impactos da mineração de areia no sul da Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[CAMAMU, Bahia – Localizado a cerca de 30 quilômetros do centro de Camamu, no sul da Bahia, o Quilombo do Pratigi é acessado por uma estrada de terra que corta áreas de Mata Atlântica, manguezais e roças tradicionais. É nesse espaço, inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) Baía de Camamu, que famílias quilombolas vivem há mais de um século da pesca, da mariscagem e do extrativismo da piaçava. Nos últimos anos, no entanto, esse modo de vida passou a conviver com o tráfego intenso de caminhões, o ruído constante de motores e os impactos associados à extração de areia na região. “Se mexer aqui, não mexe só na terra. Mexe na vida inteira da comunidade.” A frase, dita por um morador do Pratigi que não quis se identificar, ajuda a dimensionar o que está em jogo. A economia local depende diretamente da integridade dos rios, estuários e manguezais que cercam o quilombo. Qualquer alteração nesses ecossistemas se reflete de forma imediata na segurança alimentar, na saúde e na permanência das famílias no território. É nesse ponto que o conflito deixa de ser abstrato e passa a se manifestar no cotidiano. “Hoje a gente vive aflito pelo agora. E com medo do que ainda pode vir”, resume outra moradora, que lembra de outros projetos minerários ainda mais agressivos previstos para o entorno da comunidade tradicional. Como o da multinacional Knauf, que adquiriu uma mina de gipsita, matéria-prima do gesso, próxima ao quilombo. E que, de acordo com o governo baiano,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/quilombolas-denunciam-impactos-da-mineracao-de-areia-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/03/quilombolas-denunciam-impactos-da-mineracao-de-areia-no-sul-da-bahia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Novo acordo visa agilizar esforços de proteção da floresta amazônica</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/12/novo-acordo-visa-agilizar-esforcos-de-protecao-da-floresta-amazonica/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/12/novo-acordo-visa-agilizar-esforcos-de-protecao-da-floresta-amazonica/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>01 Dez 2025 10:26:36 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Abhishyant Kidangoor]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/11/28160310/%C2%A9Julie-Larsen-7689-Lowland-Tapir-Ecuador-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194721</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Clima, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Mudanças climáticas, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Quilombolas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um novo acordo que visa agilizar o monitoramento e a proteção da floresta amazônica foi anunciado na última Cúpula do Clima, a COP30. A Declaração de Mamirauá é um “compromisso unificado para proteger a inigualável biodiversidade e patrimônio cultural da Amazônia&#8221;. Trinta organizações de todo o mundo assinaram o acordo em um evento que ocorreu [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/novo-acordo-visa-agilizar-esforcos-de-protecao-da-floresta-amazonica/" data-wpel-link="internal">Novo acordo visa agilizar esforços de proteção da floresta amazônica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um novo acordo que visa agilizar o monitoramento e a proteção da floresta amazônica foi anunciado na última Cúpula do Clima, a COP30. A Declaração de Mamirauá é um “compromisso unificado para proteger a inigualável biodiversidade e patrimônio cultural da Amazônia&#8221;. Trinta organizações de todo o mundo assinaram o acordo em um evento que ocorreu durante a cúpula. O Instituto Mamirauá, a Universidade Politécnica da Catalunha e a Fundação XPRIZE lideraram os esforços para coordenar e promover a declaração. “A declaração é um chamado para reunir governos, ONGs, povos indígenas, comunidades locais e o setor privado para medir o pulso da floresta”, disse Emiliano Ramalho, diretor técnico-científico do Instituto Mamirauá, à Mongabay. “Olhando de cima, é possível dizer que a floresta está ali, mas para ver se ela está pulsando ou não, é preciso ir até lá e monitorar, e essa é a ideia-chave da declaração.” Sob uma estrutura unificado, a declaração tem como objetivo reunir iniciativas de longo prazo, porém dispersas, que vêm monitorando a floresta amazônica há anos. Um de seus maiores destaques é a participação ativa de povos indígenas e de comunidades locais nos esforços de monitoramento. A declaração também pede mais capacitação nos países que compõem a Bacia Amazônica. A declaração foi assinada por trinta organizações de todo o mundo para agilizar o monitoramento da biodiversidade na Floresta Amazônica. Imagem cedida pela Fundação XPRIZE. “Normalmente, são instituições do Norte Global obtendo dados do Sul Global e analisando esses dados”, disse Ramalho. “Precisamos promover a análise de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/novo-acordo-visa-agilizar-esforcos-de-protecao-da-floresta-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/12/novo-acordo-visa-agilizar-esforcos-de-protecao-da-floresta-amazonica/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Dez anos após Mariana, quilombolas do Rio Doce ainda sofrem com água contaminada</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/11/dez-anos-apos-mariana-quilombolas-do-rio-doce-ainda-sofrem-com-agua-contaminada/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/11/dez-anos-apos-mariana-quilombolas-do-rio-doce-ainda-sofrem-com-agua-contaminada/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>25 Nov 2025 09:34:22 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Ramana Rech]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/11/24132655/5654da59c46188b8428b465e-1--e1763991304927.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194704</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Espírito Santo]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Crime Ambiental, Demarcação Territorial, Garimpo, Mineração, Povos Tradicionais, Quilombolas, Responsabilidade Ambiental, Rios e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>LINHARES, ES — Em frente à casa de Lucimar Dias dos Santos Silva, um rastro amarelo mancha o azul da caixa d’água. Uma cor de tonalidade similar ou mais intensa às vezes sai de sua torneira ou do poço d’água do vizinho. Lucimar, conhecida como Preta, nasceu e cresceu em Povoação, um distrito do município [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/dez-anos-apos-mariana-quilombolas-do-rio-doce-ainda-sofrem-com-agua-contaminada/" data-wpel-link="internal">Dez anos após Mariana, quilombolas do Rio Doce ainda sofrem com água contaminada</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[LINHARES, ES — Em frente à casa de Lucimar Dias dos Santos Silva, um rastro amarelo mancha o azul da caixa d’água. Uma cor de tonalidade similar ou mais intensa às vezes sai de sua torneira ou do poço d’água do vizinho. Lucimar, conhecida como Preta, nasceu e cresceu em Povoação, um distrito do município de Linhares (Espírito Santo), mais precisamente na comunidade de Brejo Grande. Desde que se lembra, Preta tem visto enchentes em Brejo Grande alagarem a estrada, invadir casas e isolar moradores. Mas, após o rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, ocorrida em 2015 em Mariana (MG), um novo problema com a água tem abalado sua vida e de outros quilombolas ao longo da foz do Rio Doce. Povoação fica a 37 km da zona urbana de Linhares e o acesso ao distrito é apenas por estrada de terra. Localizada ao norte da foz do Rio Doce, a região também é banhada por 24 lagoas. O último censo do Instituto Brasileiro de Ciência e Geografia (IBGE) indicou que em Povoação vivem 3.274 pessoas, e um relatório feito pela Comunidade Tradicional Quilombola de Povoação diz que, dessas, cerca de 1.800 são quilombolas. Em Brejo Grande, a visão de vastos campos é cortada de quando em quando por alguma casa e, nos dias ensolarados, o sol bate sobre a terra sem obstáculos. Uma estrada esburacada leva até a casa de Preta, onde de uma ponta se vê um aglomerado de árvores e, da outra, grama a perder de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/dez-anos-apos-mariana-quilombolas-do-rio-doce-ainda-sofrem-com-agua-contaminada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/11/dez-anos-apos-mariana-quilombolas-do-rio-doce-ainda-sofrem-com-agua-contaminada/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>“Aqui era maré, hoje é entulho”: quilombo resiste ao avanço de porto na Bahia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/11/aqui-era-mare-hoje-e-entulho-quilombo-resiste-ao-avanco-de-porto-na-bahia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/11/aqui-era-mare-hoje-e-entulho-quilombo-resiste-ao-avanco-de-porto-na-bahia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>03 Nov 2025 17:07:18 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Leandro Barbosa]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/11/03170152/20250721_132413-scaled-e1762189589964-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194592</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Bahia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Comunidades Tradicionais, Conservação, Demarcação Territorial, Povos Tradicionais, Quilombolas e Responsabilidade Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>CANDEIAS, Bahia — Sentada na varanda de sua casa, Aurora do Carmo Celestino, 85, descreve um lugar que já não é o mesmo. Ou melhor, que resiste em meio a camadas de concreto, portarias de segurança e decisões judiciais. Resistir, para ela, também é recordar. E é da sua casa, no alto de um morro [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/aqui-era-mare-hoje-e-entulho-quilombo-resiste-ao-avanco-de-porto-na-bahia/" data-wpel-link="internal">“Aqui era maré, hoje é entulho”: quilombo resiste ao avanço de porto na Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[CANDEIAS, Bahia — Sentada na varanda de sua casa, Aurora do Carmo Celestino, 85, descreve um lugar que já não é o mesmo. Ou melhor, que resiste em meio a camadas de concreto, portarias de segurança e decisões judiciais. Resistir, para ela, também é recordar. E é da sua casa, no alto de um morro enlameado por causa da chuva, que ela aponta para o horizonte e relembra tudo que foi transformado ou ameaçado de desaparecer: a prainha, o manguezal, os bananais, os mariscos e a palha da canabrava que moldavam a vida em Boca do Rio, comunidade quilombola situada às margens da Baía de Aratu, em Candeias, Região Metropolitana de Salvador. Hoje, essas memórias disputam espaço com o avanço agressivo de empreendimentos portuários e com uma avalanche de ações judiciais que ameaçam apagar um século de história e de presença quilombola no território. “Tudo ali era mangue. A gente tirava roça, tirava todo tipo de marisco&#8221;, lembra Aurora. “Hoje está escasso. Quando essas empresas chegaram, nunca procuraram a comunidade para dizer o que iam fazer. Vinham com máquinas, destruíam o que encontravam e pronto. Não pediam licença, não conversavam com ninguém. Simplesmente se apossavam do território. Nossos pais tinham até medo de retaliação e, muitas vezes, ficavam calados diante dessas invasões.” Os processos em curso na Justiça Federal revelam o cerco contra Boca do Rio. Em 2019, a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), empresa estatal vinculada à Secretaria de Portos da Presidência da República, responsável pela&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/aqui-era-mare-hoje-e-entulho-quilombo-resiste-ao-avanco-de-porto-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/11/aqui-era-mare-hoje-e-entulho-quilombo-resiste-ao-avanco-de-porto-na-bahia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Especulação imobiliária transforma Boipeba e ameaça modos de vida tradicionais</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/10/especulacao-imobiliaria-transforma-boipeba-e-ameaca-modos-de-vida-tradicionais/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/10/especulacao-imobiliaria-transforma-boipeba-e-ameaca-modos-de-vida-tradicionais/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>02 Out 2025 14:10:48 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Leandro Barbosa]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/10/02140447/5425167503_9b91f0da4e_o-e1759414184796-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194451</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Bahia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos sociais, Demarcação Territorial, Povos Tradicionais, Quilombolas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>BOIPEBA, Bahia — Quando a luta pesa demais, o quilombola Benedito da Paixão Santos, o Bio, encontra refúgio na mata. É nas áreas ainda preservadas da Ilha de Boipeba, no sul da Bahia, que ele se reconcilia com o silêncio e a paz. Ali, conta, a natureza é guia e companhia. “As pessoas tratam a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/especulacao-imobiliaria-transforma-boipeba-e-ameaca-modos-de-vida-tradicionais/" data-wpel-link="internal">Especulação imobiliária transforma Boipeba e ameaça modos de vida tradicionais</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[BOIPEBA, Bahia — Quando a luta pesa demais, o quilombola Benedito da Paixão Santos, o Bio, encontra refúgio na mata. É nas áreas ainda preservadas da Ilha de Boipeba, no sul da Bahia, que ele se reconcilia com o silêncio e a paz. Ali, conta, a natureza é guia e companhia. “As pessoas tratam a natureza como um ser sem importância. Pra mim, é o contrário, é ela quem me dá forças e me diz como prosseguir. Fico lá em silêncio, ouvindo o que cada ser tem pra me dizer”, afirma. Mas chegar a esse abrigo tem se tornado cada vez mais difícil. A ilha, que integra o município-arquipélago de Cairu, é hoje um dos principais destinos turísticos da Bahia. Sua vida comunitária se organiza em quatro núcleos — Velha Boipeba, Monte Alegre, Moreré e Cova da Onça —, reconhecidos como comunidades tradicionais. Esses territórios compartilham áreas de pesca, manguezais, matas e rotas de extrativismo, que garantem a subsistência por meio da pesca artesanal, da agricultura de pequena escala e da coleta de frutos. Práticas transmitidas entre gerações que estruturaram a vida coletiva da ilha, mas hoje estão diretamente ameaçadas pelo avanço das cercas. Ao longo de 20 quilômetros de litoral, praias, trilhas e até manguezais vêm sendo progressivamente fechados por empreendimentos turísticos e imobiliários. Cercas de arame, guaritas e seguranças passaram a controlar os acessos, transformando áreas coletivas em espaços de uso restrito. “Boipeba virou um curral. Cercaram nossos caminhos, nossas fontes de água, os lugares de pesca. Querem&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/especulacao-imobiliaria-transforma-boipeba-e-ameaca-modos-de-vida-tradicionais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/10/especulacao-imobiliaria-transforma-boipeba-e-ameaca-modos-de-vida-tradicionais/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Desmatamento para energia renovável aumenta pressão sobre a Caatinga</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/09/desmatamento-para-energia-renovavel-aumenta-pressao-sobre-a-caatinga/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/09/desmatamento-para-energia-renovavel-aumenta-pressao-sobre-a-caatinga/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>02 Set 2025 07:30:26 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Adriana Amâncio]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/09/01162313/52765494845_935342a331_o-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194307</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Caatinga]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Caatinga, Comunidades Tradicionais, Conservação, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Energia, Energia limpa, Energia renovável, Energias renováveis, Infraestrutura, Povos Tradicionais, Quilombolas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Ao longo dos anos, a produção de energias renováveis tem ampliado sua participação como vetor de pressão sobre a Caatinga. Números aos quais a Mongabay teve acesso com exclusividade revelam esse aumento. Segundo o MapBiomas, entre 2020 e 2024, a área desmatada na Caatinga para a instalação de parques eólicos e solares cresceu 558%. No [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/desmatamento-para-energia-renovavel-aumenta-pressao-sobre-a-caatinga/" data-wpel-link="internal">Desmatamento para energia renovável aumenta pressão sobre a Caatinga</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Ao longo dos anos, a produção de energias renováveis tem ampliado sua participação como vetor de pressão sobre a Caatinga. Números aos quais a Mongabay teve acesso com exclusividade revelam esse aumento. Segundo o MapBiomas, entre 2020 e 2024, a área desmatada na Caatinga para a instalação de parques eólicos e solares cresceu 558%. No primeiro ano da série, a área desmatada foi de 503 hectares; no último ano, passou para 3.315 hectares. Nesse tempo, 12.850 hectares de vegetação nativa foram cortados. A média anual de desmatamento no período é de 2 mil hectares, ritmo que, se for mantido, em dez anos, a perda total de vegetação pode chegar a 40 mil hectares. O pesquisador do MapBiomas Caatinga, Nerivaldo Santos, afirma que “a agropecuária continua sendo a atividade que exerce maior pressão sobre o bioma. No entanto, a cada ano, as renováveis têm ampliado a pressão, algo que tem chamado a atenção dos pesquisadores”, observa. Ele explica que esses dados têm uma margem de omissão de 5%, “o que é considerada baixa, levando em conta que as áreas são analisadas 12 vezes. Se em um mês algo não foi percebido, porque havia uma nuvem naquela área, no mês seguinte temos a oportunidade de checar”. Embora as áreas ocupadas por eólicas em comparação com as áreas de agropecuária sejam pequenas, o que está em jogo aqui são os impactos que esses empreendimentos causam às comunidades. Segundo Nerivaldo, “não é só a promessa de desenvolvimento e de empregos que deve ser levada&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/desmatamento-para-energia-renovavel-aumenta-pressao-sobre-a-caatinga/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/09/desmatamento-para-energia-renovavel-aumenta-pressao-sobre-a-caatinga/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Quilombolas têm algo a ensinar sobre conservação – e o mundo deve parar para ouvir</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/08/quilombolas-tem-algo-a-ensinar-sobre-conservacao-e-o-mundo-deve-parar-para-ouvir/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/08/quilombolas-tem-algo-a-ensinar-sobre-conservacao-e-o-mundo-deve-parar-para-ouvir/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>19 Ago 2025 07:10:40 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Lucas Berti]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/08/06220726/Agrofloresteiro_quilombola-scaled-e1754518215533-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194251</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Quilombolas, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A três meses da COP30 — a conferência climática da ONU, em Belém — o Brasil convive com uma lista de notícias indigestas no campo da conservação. Na Amazônia, o desmatamento avançou em ritmo acelerado no primeiro semestre, com uma participação inédita de incêndios no processo de derrubada da floresta. Na Câmara dos Deputados, a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/quilombolas-tem-algo-a-ensinar-sobre-conservacao-e-o-mundo-deve-parar-para-ouvir/" data-wpel-link="internal">Quilombolas têm algo a ensinar sobre conservação – e o mundo deve parar para ouvir</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A três meses da COP30 — a conferência climática da ONU, em Belém — o Brasil convive com uma lista de notícias indigestas no campo da conservação. Na Amazônia, o desmatamento avançou em ritmo acelerado no primeiro semestre, com uma participação inédita de incêndios no processo de derrubada da floresta. Na Câmara dos Deputados, a recente aprovação do Projeto de Lei 2.159/2021, apelidado por ambientalistas de “PL da devastação” pelo afrouxamento de regras de licenciamento ambiental, acendeu novos alertas entre autoridades do meio ambiente. Persiste também a escolha pelos combustíveis fósseis: seja no apoio do governo federal à exploração de petróleo na Foz do Amazonas, seja no interesse do mesmo setor em vasculhar terras indígenas no Centro-Oeste. Mais do que desafiador, o momento coloca o protagonismo ambiental brasileiro em xeque, o que aumenta as dúvidas sobre quais avanços o futuro anfitrião da COP entregará ao mundo no final do ano. A ciência, no entanto, mostra que as boas notícias existem — ainda que careçam de visibilidade. Parte delas está em uma área que corresponde a menos de 1% dos territórios de quatro países sul-americanos (Brasil, Colômbia, Equador e Suriname), analisados em um novo estudo publicado pela revista Communications Earth &amp; Environment no final de julho. A parcela citada na pesquisa é pequena, mas traz descobertas amplas sobre o papel de terras afrodescendentes na proteção dos ecossistemas e na mitigação de mudanças climáticas. Embora cubram uma parte modesta da área total desses quatro países, mais de 58% dos territórios geridos por&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/quilombolas-tem-algo-a-ensinar-sobre-conservacao-e-o-mundo-deve-parar-para-ouvir/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/08/quilombolas-tem-algo-a-ensinar-sobre-conservacao-e-o-mundo-deve-parar-para-ouvir/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Projeto de porto em manguezal no Maranhão preocupa pescadores quilombolas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/04/projeto-de-porto-em-manguezal-na-amazonia-preocupa-pescadores-quilombolas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/04/projeto-de-porto-em-manguezal-na-amazonia-preocupa-pescadores-quilombolas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>04 Abr 2025 16:14:56 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/04/03161304/6.-Fisherman-from-the-community-of-Iguaiba-2-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193609</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Maranhão]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Comunidades Tradicionais, Demarcação Territorial, Infraestrutura, Manguezais, Mineração, Povos Tradicionais e Quilombolas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Moradores e grupos da sociedade civil do Maranhão estão preocupados com os planos de construção de um grande porto e uma ferrovia no nordeste do Estado, devido ao potencial de impacto sobre o meio ambiente e as terras usadas por comunidades marginalizadas. Alguns moradores temem que a construção do projeto Grão-Pará Maranhão (GPM), que inclui [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/projeto-de-porto-em-manguezal-na-amazonia-preocupa-pescadores-quilombolas/" data-wpel-link="internal">Projeto de porto em manguezal no Maranhão preocupa pescadores quilombolas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Moradores e grupos da sociedade civil do Maranhão estão preocupados com os planos de construção de um grande porto e uma ferrovia no nordeste do Estado, devido ao potencial de impacto sobre o meio ambiente e as terras usadas por comunidades marginalizadas. Alguns moradores temem que a construção do projeto Grão-Pará Maranhão (GPM), que inclui o Terminal Portuário de Alcântara, de 1.180 hectares, no município de Alcântara, e a ferrovia Maranhão Railway (EF-317), com 520 quilômetros de extensão, destrua casas, terras agrícolas e áreas de pesca das comunidades locais. Embora alguns aprovem o projeto, outros apontam irregularidades no processo de licenciamento ambiental e de consulta às comunidades. A empresa por trás do projeto GPM, a Grão-Pará Multimodal, o Ministério do Meio Ambiente e a Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Maranhão (Sema) não responderam aos pedidos de entrevista até o momento da publicação desta reportagem. O porto será construído sobre uma vasta extensão de manguezais localizada na costa nordeste da Amazônia, as Reentrâncias Maranhenses – área protegida que faz parte do tratado de Ramsar para proteção de áreas úmidas. O local abriga 50% da população de aves costeiras do país, incluindo o maçarico-de-bico-virado (Limosa haemastica) e o maçarico-galego (Numenius phaeopus), além de áreas de floresta tropical e de matas de babaçu (Attalea speciosa). “A obra pode acabar matando toda a biodiversidade dos mangues e das áreas alagadas”, alerta Gilberto Lima, secretário geral do Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP). “Ela pode até matar os peixes que sustentam a pesca artesanal. Além&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/projeto-de-porto-em-manguezal-na-amazonia-preocupa-pescadores-quilombolas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/04/projeto-de-porto-em-manguezal-na-amazonia-preocupa-pescadores-quilombolas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Novas hidrovias na Amazônia podem agravar mudanças climáticas, alertam especialistas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>16 Jan 2025 15:55:41 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Tiffany Higgins]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/01/25160100/1__EVA_EDITED_Screenshot-2024-12-06-at-8.01.35-AM-EDIT-scaled-1-e1756137674645-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193241</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia e Pará]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Amazônia, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Enchentes, Energia, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Hidrelétricas, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Quilombolas, Recursos hídricos, Rios, Seca e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O Brasil está prestes a investir dezenas de bilhões de reais na construção de mais de 2 mil km de novos canais de navegação em rios da Amazônia – o que, segundo especialistas, pode resultar na conversão de terras de povos tradicionais à agricultura com alta emissão de carbono. Em outubro de 2022, o governo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/" data-wpel-link="internal">Novas hidrovias na Amazônia podem agravar mudanças climáticas, alertam especialistas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O Brasil está prestes a investir dezenas de bilhões de reais na construção de mais de 2 mil km de novos canais de navegação em rios da Amazônia – o que, segundo especialistas, pode resultar na conversão de terras de povos tradicionais à agricultura com alta emissão de carbono. Em outubro de 2022, o governo de Bolsonaro, que deixava o cargo, emitiu uma licença preliminar atestando a suposta viabilidade socioambiental dos primeiros 500 km de uma hidrovia Araguaia-Tocantins na Amazônia oriental, há muito sonhado, que pode chegar a ter entre 2 mil a 3 mil km de extensão. Em agosto, procuradores da República entraram com uma ação civil pública pedindo que a licença da era Bolsonaro, que continha falhas “graves”, fosse anulada e que o Ibama fosse impedido de emitir a licença de instalação. Eles apontaram várias ilegalidades na licença prévia: “A licença nunca comprovou a viabilidade socioambiental”, disse o procurador Sadi Flores Machado à Mongabay. Emitida com 27 estudos “pendentes”, sem os quais era impossível avaliar a viabilidade, a licença do trecho da hidrovia Araguaia-Tocantins nunca deveria ter sido concedida, constituindo “desvio de finalidade do Ibama”, acusam os procuradores. “O número [de estudos que faltam] nessa fase é alto”, disse à Mongabay a ex-diretora do Ibama, Suely Araújo. “Você pode deixar algumas pendências na licença prévia, mas não estruturais, que sejam importantes o suficiente para mudar a viabilidade ambiental do empreendimento.” Por causa desses estudos, que há muito precisam ser feitos, em março de 2022, o então diretor de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Soja e pasto pressionam áreas conservadas do Jalapão, onde brilha o capim-dourado</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Jan 2025 19:05:58 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/01/13184824/20240920_fellipeabreu_jalapao_167341-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193183</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Tocantins]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agroecologia, Agrotóxicos, Água, Cerrado, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Desmatamento, Direitos humanos, Extrativismo, Motores do Desmatamento, Pesticidas, Povos Tradicionais, Quilombolas, Rios, Socioambiental, Sustentabilidade e Sustentável]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>JALAPÃO, Tocantins – Bem ao fundo da terra arrasada, buritis clamam por uma chance. Faz dois anos que a aridez avança pela vereda com seu manto de morte. Um gavião-carcará solta um grunhido solitário. Luzia pousa longe o olhar. “Eu me sinto sufocada”, diz a moça, com voz de buriti acuado. Mas, se num dia [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/" data-wpel-link="internal">Soja e pasto pressionam áreas conservadas do Jalapão, onde brilha o capim-dourado</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[JALAPÃO, Tocantins – Bem ao fundo da terra arrasada, buritis clamam por uma chance. Faz dois anos que a aridez avança pela vereda com seu manto de morte. Um gavião-carcará solta um grunhido solitário. Luzia pousa longe o olhar. “Eu me sinto sufocada”, diz a moça, com voz de buriti acuado. Mas, se num dia o buriti acorda acossado, no outro ele não se intimida e dispersa semente madura para germinar todo o chão. Aos 35 anos, a mãe de sete filhos tem um futuro a cuidar. Tanto que, certo dia, Luzia Passos Ribeiro disse em grunhido alto de causar inveja a qualquer carcará: “Dentro do território quilombola só fica quem nós queremos”. Foi assim que recolheram trator, escavadeira, caminhão e caminhonete de uma fazenda instalada dentro da comunidade de Quilombo do Prata, no município de São Félix do Tocantins – território quilombola certificado em 2006, mas até hoje sem a titularidade. Os desmatamentos, que minguam águas, ameaçam também o brilho do Jalapão, famoso pelo capim-dourado e por suas águas, que atraem turistas de todo o país. A área, que tem o maior mosaico de unidades de conservação do Cerrado, e ainda bastante preservada, sofre pressão das queimadas, da irregularidade fundiária e das mudanças climáticas. A chegada do asfalto, de grande relevância para as comunidades locais e para o turismo, imprime no chão não apenas o piche, mas também a especulação imobiliária. Vista aérea do Quilombo Mumbuca. Foto: Fellipe Abreu Detalhe de artesanato de capim-dourado na loja da Associação Comunitária dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Avanço do mar na foz do São Francisco leva fome a quilombolas de Alagoas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/09/avanco-do-mar-na-foz-do-sao-francisco-leva-fome-a-quilombolas-de-alagoas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/09/avanco-do-mar-na-foz-do-sao-francisco-leva-fome-a-quilombolas-de-alagoas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Set 2023 07:04:38 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Adriana Amâncio]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/09/11210723/Marco_Ankosqui_Pontal_do_Peba_Piacabucu_AL_26980476638-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=190639</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Comunidades Tradicionais, Pesca, Povos Tradicionais, Quilombolas, Recursos hídricos, Rios e Seca]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A intrusão salina, causada pela redução drástica dos níveis de vazão do Rio São Franscisco, atingiu o solo e as águas subterrâneas da comunidade de Pixaim, tornando inviável a cultura do arroz, principal fonte de renda e de alimento das famílias.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/09/avanco-do-mar-na-foz-do-sao-francisco-leva-fome-a-quilombolas-de-alagoas/" data-wpel-link="internal">Avanço do mar na foz do São Francisco leva fome a quilombolas de Alagoas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O sal é um tempero conhecido por fazer a diferença no preparo do alimento. Mas na dieta das famílias quilombolas da comunidade de Pixaim, no litoral de Alagoas, ele tem sido o algoz. Aqui, o sal em questão é da água do mar, que tem avançado sobre as águas doces do Rio São Francisco, invadindo o solo e as águas subterrâneas das comunidades do entorno. A razão para este avanço é a redução drástica dos níveis de vazão no Velho Chico. Em 2018, quando a vazão do rio atingiu o número mais baixo, 550 m³, a água do mar se estendeu por 16 quilômetros sobre o leito fluvial, gerando um percentual de salinidade entre 2,59 e 4,50 ppm (partes por milhão). Segundo o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), para ser considerada doce, a água precisa registrar teor de salinidade inferior a 0,5 ppm. Isso significa que, em 2018, a água do rio São Francisco estava cinco vezes acima do nível tolerado. A sigla ppm quer dizer partes por milhão, que mede a proporção do sal diluída na água, o que faz com que esta seja considerada doce ou salobra. Esses dados são do artigo científico “Agricultura familiar no baixo São Francisco: estudo de caso em comunidades rurais ribeirinhas em Alagoas”, produzido por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Uma das bases dessa pesquisa são os relatórios das Expedições Científicas do Baixo Rio São Francisco, força-tarefa científica que reúne pesquisadores de diversas instituições acadêmicas e empresas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/09/avanco-do-mar-na-foz-do-sao-francisco-leva-fome-a-quilombolas-de-alagoas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/09/avanco-do-mar-na-foz-do-sao-francisco-leva-fome-a-quilombolas-de-alagoas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Licença para madeireira em território quilombola na Amazônia ameaça ‘paraíso’ da bioeconomia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/05/licenca-para-madeireira-em-territorio-quilombola-na-amazonia-ameaca-paraiso-da-bioeconomia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/05/licenca-para-madeireira-em-territorio-quilombola-na-amazonia-ameaca-paraiso-da-bioeconomia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>10 Mai 2023 09:33:56 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[André Schröder]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
										<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/05/11160146/14643_ed0592a2-1021-fe59-3e99-28a47eb69e98-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189966</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação de Florestas Tropicais, Florestas Tropicais, Governança, Madeira, Povos Tradicionais e Quilombolas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Madeireiros entraram na Reserva Biológica do Rio Trombetas, em Oriximiná, no norte do Pará, para desenvolver um projeto de manejo florestal que divide moradores de território quilombola.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/licenca-para-madeireira-em-territorio-quilombola-na-amazonia-ameaca-paraiso-da-bioeconomia/" data-wpel-link="internal">Licença para madeireira em território quilombola na Amazônia ameaça ‘paraíso’ da bioeconomia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Localizadas em um dos maiores blocos de floresta tropical protegida do planeta, as comunidades remanescentes de quilombos de Oriximiná, no norte do Pará, são vistas como modelo de desenvolvimento sustentável para a Amazônia brasileira, com bioeconomia baseada em produtos não madeireiros. Por lá, as atividades estão centradas na extração e venda de castanha-do-brasil, semente de cumaru, óleo de andiroba e óleo de cobaípa — usados como alimento ou matéria-prima para medicamentos, perfumes e cosméticos. São produtos que geram renda com as árvores em pé, um tipo de negócio em sintonia com o conhecimento tradicional que faz desses quilombolas guardiões da Floresta Amazônica. Em 2022, uma reportagem do jornal Valor Econômico mostrou como um sistema de cooperativas criado pelas comunidades com o apoio de uma organização civil sem fins lucrativos tem impulsionado o progresso socioeconômico da região, transformando Oriximiná em um &#8220;paraíso&#8221; bioeconômico, onde milhares de quilombolas garantem o sustento com a floresta preservada. No entanto, um contrato assinado no início do ano por uma associação local com uma empresa madeireira afronta costumes dos quilombolas e coloca em risco o modelo de desenvolvimento sustentável. A Associação Mãe Domingas, que representa as seis comunidades de Alto Trombetas 1, um dos oito territórios quilombolas de Oriximiná, fechou um acordo com a companhia Benevides Madeiras para explorar a área. As tratativas geraram tensões, especialmente depois que funcionários da madeireira acessaram o território quilombola para avaliar o potencial da floresta. &#8220;Não faz parte da nossa cultura derrubar árvores&#8221;, disse Aluízio Silvério dos Santos, líder da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/licenca-para-madeireira-em-territorio-quilombola-na-amazonia-ameaca-paraiso-da-bioeconomia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/05/licenca-para-madeireira-em-territorio-quilombola-na-amazonia-ameaca-paraiso-da-bioeconomia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Vídeo: Quilombolas lutam contra exportadora de óleo de palma por cemitérios na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/12/video-quilombolas-lutam-contra-exportadora-de-oleo-de-palma-por-cemiterios-na-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/12/video-quilombolas-lutam-contra-exportadora-de-oleo-de-palma-por-cemiterios-na-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>28 Dez 2022 16:55:10 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
										<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/12/28162057/Unknown-3-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189654</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[A guerra do dendê, Desmatamento ilegal na Amazônia e Óleo de palma no mundo]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Lei Ambiental, Óleo de Palma, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Quilombolas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>ALTO ACARÁ, Pará — “Esse direito ao acesso das pessoas que moravam aqui e querem ver o cemitério, isso está na Constituição&#8230; O cemitério é um local sagrado&#8221;, a socióloga e historiadora Maria da Paz Saavedra disse à Mongabay durante nossa visita ao Cemitério Nossa Senhora da Batalha, na Amazônia. A área, localizada no Pará, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/12/video-quilombolas-lutam-contra-exportadora-de-oleo-de-palma-por-cemiterios-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Vídeo: Quilombolas lutam contra exportadora de óleo de palma por cemitérios na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[ALTO ACARÁ, Pará — “Esse direito ao acesso das pessoas que moravam aqui e querem ver o cemitério, isso está na Constituição&#8230; O cemitério é um local sagrado&#8221;, a socióloga e historiadora Maria da Paz Saavedra disse à Mongabay durante nossa visita ao Cemitério Nossa Senhora da Batalha, na Amazônia. A área, localizada no Pará, está no centro de uma batalha legal há seis anos: quilombolas acusam a Agropalma, segunda maior exportadora de óleo de palma do país, de grilagem de suas terras ancestrais, incluindo cemitérios, como revelou uma investigação da Mongabay que durou um ano. A empresa nega as acusações. Saavedra faz parte do grupo que guiou a Mongabay pela região em novembro de 2021, quando os quilombolas celebraram o Dia de Finados no Cemitério Nossa Senhora da Batalha pela primeira vez em décadas. Os quilombolas afirmam que o acesso à área foi negado desde que a área tornou-se &#8220;reserva legal&#8221; da Agropalma — regra que obriga os proprietários privados a preservar uma porção de suas terras com vegetação nativa — na década de 1980. “Eles são impedidos de vir aqui&#8230; E todas as comunidades da beira do rio teriam que ser expropriadas porque a reserva legal tem como base não haver pessoas”, diz Saavedra, pesquisadora e doutoranda da Universidade Federal do Pará (UFPA). &#8220;Eles saíram daqui na década de 1980, seja através de compra dos seus terrenos por fazendeiros ou através de expulsão mesmo, por pistoleiros&#8221;. Neste vídeo, a Mongabay testemunhou o que quilombolas e pesquisadores consideram um &#8220;momento&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/12/video-quilombolas-lutam-contra-exportadora-de-oleo-de-palma-por-cemiterios-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/12/video-quilombolas-lutam-contra-exportadora-de-oleo-de-palma-por-cemiterios-na-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Derrubar a Amazônia não traz prosperidade para a maioria dos brasileiros</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/09/derrubar-a-amazonia-nao-traz-prosperidade-para-a-maioria-dos-brasileiros/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/09/derrubar-a-amazonia-nao-traz-prosperidade-para-a-maioria-dos-brasileiros/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>30 Set 2022 15:09:41 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Análise de Rhett A. Butler]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/09/30150440/amazon_200116_21_1800-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189384</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Política Ambiental, Povos Tradicionais, Queimadas e Quilombolas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Defensores do desmatamento no Brasil argumentam com frequência que a derrubada da Amazônia é uma maneira eficaz de aliviar a pobreza. Antes das eleições do próximo domingo, um grupo nosso liderado por Darren Norris, da Universidade Federal do Amapá, decidiu ver o que os dados dizem sobre as ligações entre desmatamento e pobreza na Amazônia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/derrubar-a-amazonia-nao-traz-prosperidade-para-a-maioria-dos-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Derrubar a Amazônia não traz prosperidade para a maioria dos brasileiros</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Defensores do desmatamento no Brasil argumentam com frequência que a derrubada da Amazônia é uma maneira eficaz de aliviar a pobreza. Joaquim Leite, ministro do Meio Ambiente, por exemplo, declarou na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 que “onde existe muita floresta também existe muita pobreza”, sugerindo que a cobertura florestal está inversamente relacionada ao bem-estar humano. No entanto, evidências sólidas para apoiar essa afirmação raramente são oferecidas. Antes das eleições do próximo domingo &#8211; que coloca em confronto direto Jair Bolsonaro, que presidiu um aumento acentuado do corte de árvores na Amazônia, e Luiz Inácio Lula da Silva, que supervisionou uma queda acentuada no desmatamento -, um grupo nosso liderado por Darren Norris, da Universidade Federal do Amapá, decidiu ver o que os dados dizem sobre as ligações entre desmatamento e pobreza na Amazônia. Especificamente, queríamos ver se os argumentos apresentados pelos defensores do desmatamento resistem ao escrutínio. Incêndio próximo ao Rio Manicoré, no estado do Amazonas, em agosto de 2022. Foto: Christian Braga / Greenpeace Para isso, analisamos a mudança florestal e os indicadores econômicos de quase 800 municípios que cobrem quase 5 milhões de hectares na Amazônia brasileira de 2002 a 2019. Usamos o salário médio, a existência de planos de saneamento e a conectividade com a internet como indicadores econômicos para avaliar essa questão. Não são dados abrangentes, mas são medidores importantes de desenvolvimento econômico. Não encontramos associação entre a perda florestal e esses indicadores econômicos. Os índices para municípios com menos de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/derrubar-a-amazonia-nao-traz-prosperidade-para-a-maioria-dos-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/09/derrubar-a-amazonia-nao-traz-prosperidade-para-a-maioria-dos-brasileiros/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Por que a última reserva da Amazônia ainda não saiu do papel depois de quatro anos</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/09/por-que-a-ultima-reserva-da-amazonia-ainda-nao-saiu-do-papel-depois-de-quatro-anos/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/09/por-que-a-ultima-reserva-da-amazonia-ainda-nao-saiu-do-papel-depois-de-quatro-anos/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Set 2022 06:15:47 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Luís Patriani e Octávio Ferraz]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/09/20184632/image4-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189344</guid>

					
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Política Ambiental, Povos Tradicionais, Queimadas e Quilombolas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Criada em 2018, a Reserva Extrativista Baixo Rio Branco-Jauaperi ainda espera por um plano de manejo e pela criação de um conselho de representantes das comunidades locais.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/por-que-a-ultima-reserva-da-amazonia-ainda-nao-saiu-do-papel-depois-de-quatro-anos/" data-wpel-link="internal">Por que a última reserva da Amazônia ainda não saiu do papel depois de quatro anos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[5 de junho de 2018. Após duas décadas de apelos por sua homologação, finalmente é assinado o Decreto 9.401, que estabelece a Reserva Extrativista (Resex) Baixo Rio Branco-Jauaperi, na divisa entre os estados do Amazonas e Roraima, a 500 km de barco de Manaus. Os moradores da região começam, enfim, a acreditar em uma legislação ambiental que salvaguarde sua subsistência em meio à floresta em pé e rios piscosos. Quatro anos depois de sua homologação pelo Ministério do Meio Ambiente, porém, a última Unidade de Conservação constituída na Amazônia ainda não saiu do papel e se deteriora junto com a confiança dos ribeirinhos na efetividade da lei. A área de 581.173 hectares (quase quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo) sequer tem constituído ainda seu conselho deliberativo, cuja atribuição principal é aprovar o plano de manejo.   Previsto na Lei 9.985, o documento é essencial para estabelecer o conjunto de medidas e projetos que a comunidade entende como adequados para o uso sustentável dos recursos naturais da Resex. Dentro da Resex Baixo Rio Branco-Jauaperi há 15 povoados e um número estimado de 200 famílias, o que corresponde a uma população de 600 moradores, cuja principal atividade econômica é o artesanato. Para a criação do conselho deliberativo, é necessário reunir representantes de todas as comunidades e dos órgãos públicos em uma assembleia inaugural, que depois se reunirá periodicamente para debater e implementar o plano de manejo. A lei é clara, mas não identifica de onde sairão os recursos para transportar, no&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/por-que-a-ultima-reserva-da-amazonia-ainda-nao-saiu-do-papel-depois-de-quatro-anos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/09/por-que-a-ultima-reserva-da-amazonia-ainda-nao-saiu-do-papel-depois-de-quatro-anos/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Ribeirinhos no Amazonas ganham direito inédito de uso da terra, mas precisam ainda expulsar as madeireiras</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/09/ribeirinhos-no-amazonas-ganham-direito-inedito-de-uso-da-terra-mas-precisam-ainda-expulsar-as-madeireiras/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/09/ribeirinhos-no-amazonas-ganham-direito-inedito-de-uso-da-terra-mas-precisam-ainda-expulsar-as-madeireiras/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>01 Set 2022 08:57:35 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Lais Modelli]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/08/29195847/Casa-de-ribeirinho-no-rio-Manicore%CC%81.-Valdemir-Cunha_Greenpeace-1-e1661803362157-768x450.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189297</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Política Ambiental, Povos Tradicionais, Queimadas e Quilombolas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em março, 15 comunidades ribeirinhas do Rio Manicoré, no Amazonas, conquistaram, de maneira coletiva, uma Concessão de Direito Real de Uso (CDRU); é a primeira que isso ocorre no estado. Parte destes ribeirinhos luta, desde 2006, para que o território seja transformado em Reserva de Desenvolvimento Sustentável. Mas, por medo e desinformação espalhados por madeireiros e grileiros, a maioria dos comunitários não aprova a reserva.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/ribeirinhos-no-amazonas-ganham-direito-inedito-de-uso-da-terra-mas-precisam-ainda-expulsar-as-madeireiras/" data-wpel-link="internal">Ribeirinhos no Amazonas ganham direito inédito de uso da terra, mas precisam ainda expulsar as madeireiras</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Liderados por uma professora e uma agricultora familiar, 15 comunidades tradicionais das florestas públicas de Manicoré, município no sul do Amazonas, conquistaram em março o reconhecimento e o direito de uso coletivo do território após 16 anos de luta. É a primeira vez na história do Amazonas que povos tradicionais ganham uma Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) coletiva por tempo indeterminado. Também é a primeira vez que a concessão é aplicada a famílias que não vivem em uma unidade de conservação. “Criamos o Território de Uso Comum do Rio Manicoré, uma experiência inédita de proteção”, diz o procurador do Estado Daniel Viegas, chefe da Procuradoria do Meio Ambiente, explicando que, para emitir a CDRU aos ribeirinhos do Rio Manicoré, o governo amazonense teve que alterar a legislação fundiária estadual. Formado por um mosaico de três Terras Indígenas, nove Unidades de Conservação e quase 9 mil km2 de florestas públicas não destinadas (é nesta área que vivem os ribeirinhos), a região do Rio Manicoré é uma das mais preservadas da Amazônia brasileira. Além da preservação ambiental de uma área de extrema importância para a Amazônia, a CDRU ajudará a manter o modo de vida tradicional dos cerca de 4 mil ribeirinhos que vivem no território, entre extrativistas, agricultores familiares e artesãos de canoa e remo. “O Manicoré vive do açaí, castanha, tucumã, banana, cacau e da roça. Vivem todos bem, do que a natureza dá, sem desmatar”, afirma a agricultora familiar Maria Clea Delgado, presidenta da Central das Associações&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/09/ribeirinhos-no-amazonas-ganham-direito-inedito-de-uso-da-terra-mas-precisam-ainda-expulsar-as-madeireiras/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/09/ribeirinhos-no-amazonas-ganham-direito-inedito-de-uso-da-terra-mas-precisam-ainda-expulsar-as-madeireiras/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Tensões na Amazônia maranhense opõem indígenas e quilombolas ao avanço do progresso predatório</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/05/tensoes-na-amazonia-maranhense-opoem-indigenas-e-quilombolas-ao-avanco-do-progresso-predatorio/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/05/tensoes-na-amazonia-maranhense-opoem-indigenas-e-quilombolas-ao-avanco-do-progresso-predatorio/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>19 Mai 2022 07:19:41 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Ed Wilson AraújoFotos: Gui Christ]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/05/16143215/Pulitzer_20220418_181-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=188984</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Quilombolas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A Baixada Maranhense é uma região rica em recursos naturais, explorados de forma sustentável por comunidades tradicionais. O território é impactado pelo agronegócio, mineração e siderurgia, escoados no complexo portuário de São Luís. Nos últimos anos, as tensões entre as comunidades e o avanço do progresso predatório têm se intensificado na região. Terras e campos naturais são mais cobiçados por pecuaristas, criadores de búfalos e grandes projetos de infraestrutura.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/tensoes-na-amazonia-maranhense-opoem-indigenas-e-quilombolas-ao-avanco-do-progresso-predatorio/" data-wpel-link="internal">Tensões na Amazônia maranhense opõem indígenas e quilombolas ao avanço do progresso predatório</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Aldeli de Jesus Ribeiro, ou Pan Akroá Gamella, tem cicatrizes espalhadas por todo o corpo, resultado de ferimentos por arma de fogo, facadas, pauladas e chutes sofridos no Massacre dos Gamella, um violento ataque contra os indígenas de Viana, município da Baixada Maranhense a 214 km de São Luís, ocorrido em 30 de abril de 2017. Cinco anos depois, Aldeli encontra forças para celebrar. “Eu vivi de novo”, resume, lembrando o dia em que levou um tiro nas costas, teve os pulsos e a perna esquerda decepados, dois cortes profundos na cabeça – um deles gerando uma profunda fenda na testa –, além de uma laceração na boca, provocando a perda de cinco dentes. Às margens do exuberante Lago do Aquiri, na aldeia de Centro dos Antero, em sua formosa casa de madeira pintada de tons tropicais, cercada de plantas ornamentais e frutíferas, Aldeli comemora seu renascimento – perceptível em seu nome indígena, Pan, que significa “semente” no idioma dos Gamella. “A ordem era para matar todo mundo, até as crianças”, recorda outra vítima do massacre. José Ribamar Mendes Akroá Gamella, o Zé Canário, teve a mão direita e a perna esquerda decepadas, além de um corte no rosto. Ele nunca esquece aquele dia: ”Dava umas duas horas da tarde e nós saímos para fazer um ritual. Era homem, mulher e criança e tudo, na Lagoa das Flores, quando fomos atacados. Tinha muita gente e começaram a atirar em nós. Me cercaram logo e deceparam meu braço com a faca&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/tensoes-na-amazonia-maranhense-opoem-indigenas-e-quilombolas-ao-avanco-do-progresso-predatorio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/05/tensoes-na-amazonia-maranhense-opoem-indigenas-e-quilombolas-ao-avanco-do-progresso-predatorio/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Quilombolas da Amazônia lutam para manter a herança africana em meio à floresta</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/05/quilombolas-da-amazonia-lutam-para-manter-a-heranca-africana-em-meio-a-floresta/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/05/quilombolas-da-amazonia-lutam-para-manter-a-heranca-africana-em-meio-a-floresta/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>02 Mai 2022 07:17:45 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Miguel Pinheiro]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
										<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/04/25191956/5-%C2%A9miguelpinheiro-10-scaled-e1650914640511-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=188924</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Política Ambiental, Povos Tradicionais, Queimadas, Quilombolas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>No século 19, revoltosos da Cabanagem refugiaram-se em lugares remotos do Pará, onde criaram comunidades que hoje se empenham em manter a posse de suas terras. Depois de sofrer com impactos na caça e na pesca decorrentes da construção da hidrelétrica de Tucuruí, os quilombolas agora se veem envoltos em conflitos de terra com empresas associadas à extração do óleo de palma.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/quilombolas-da-amazonia-lutam-para-manter-a-heranca-africana-em-meio-a-floresta/" data-wpel-link="internal">Quilombolas da Amazônia lutam para manter a herança africana em meio à floresta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 1835, uma rebelião irrompeu no Baixo Amazonas, no então estado do Grão-Pará. A grande maioria da população era composta por afrodescendentes, caboclos e indígenas &#8211; usados como escravos ou mão-de-obra barata, que viviam nas várzeas e margens dos rios Guamá, Moju e Tocantins em precárias cabanas, ficando por isso conhecida como Cabanagem. Quando a revolta foi esmagada pelas tropas imperiais do Brasil, estima-se que mais de 30 mil pessoas tenham perecido. Algumas, porém, encontraram uma maneira de fugir para lugares remotos da floresta, onde criaram novos assentamentos – os quilombos ou mocambos, um desafio às autoridades da época em mais um registro histórico de resistência das comunidades afrodescendentes no Brasil. Quase dois séculos depois, algumas destas comunidades prosperam no coração da maior floresta tropical do mundo. &#8220;Aí os cabanos, que eram os fugitivos, eles andavam na mata. Isso no tempo do meu bisavô&#8221;, conta Dona Isabela Trindade Correia, às margens do Rio Tocantins. &#8220;Tem lugar que tem tijolo velho em tudo quanto é canto, era onde eles se escondiam. Na mata! Até se verem livres. Aí é que eles fizeram o quilombo deles&#8221;, conclui Isabela, uma das mais antigas moradoras do Quilombo do Mola, no sudeste do Pará. Foi todo um caminho até chegar à casa de Isabela. O primeiro contato visual com a Amazônia surgiu da janela do avião, minutos antes de aterrissar na capital Belém. Visto de cima, o corpo líquido do Rio Guamá era uma serpente marrom, admirável e dócil, entrecortada por algumas raras estradas. Várias&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/quilombolas-da-amazonia-lutam-para-manter-a-heranca-africana-em-meio-a-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/05/quilombolas-da-amazonia-lutam-para-manter-a-heranca-africana-em-meio-a-floresta/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>