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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</title>
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					<pubDate>19 Ago 2026 10:50:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Conservação de Florestas Tropicais, Estradas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>Como um projeto em Mato Grosso reduziu drasticamente o número de animais atropelados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Era por volta das 7h da manhã, havia uma forte neblina, e o biólogo Gabriel Falquetto já tinha visto alguns animais atropelados na rodovia ES-164, no Espírito Santo. Ele estava a caminho da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Kaetés, na Mata Atlântica, onde trabalha com monitoramento da fauna e de atropelamentos na região. De repente, avistou no asfalto o corpo de um primata sem vida. Era um sagui-da-serra-claro (Callithrix flaviceps), espécie classificada como criticamente em perigo pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Estima-se que restem cerca de 2.500 indivíduos em vida livre. É um dos primatas mais ameaçados do planeta. “Foi extremamente doloroso e desanimador. Nós percorremos essa região diariamente monitorando a fauna e comemoramos cada encontro com grupos de saguis-da-serra-claro na floresta”, contou Gabriel à Mongabay. “Encontrar um indivíduo nessas condições causa um sentimento de tristeza e impotência. Além da perda daquele animal, o episódio nos lembra dos impactos que nossas atividades causam sobre a biodiversidade.” A cerca de 2.900 km dali, no município de Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso, casos como o do atropelamento do sagui-da-serra-claro, ocorrido em junho deste ano, não são registrados desde 2024. Desde então, foram instaladas oito pontes de dossel para conectar trechos de floresta fragmentada na estrada de acesso à cidade. Imagens de armadilhas fotográficas revelaram que, em 15 meses, as passagens aéreas de fauna proporcionaram 15 mil travessias seguras de animais arborícolas. E nenhum atropelamento. Instalação das primeiras pontes de dossel em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Bahia abre centro de reabilitação para salvar o raro mico-leão-de-cara-dourada</title>
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					<pubDate>06 Mai 2026 15:40:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>O Brasil inaugurou seu primeiro centro de reabilitação para o mico-leão-de-cara-dourada, espécie de primata ameaçada de extinção pela expansão urbana e pela substituição de sistemas agroflorestais de cacau por monoculturas. Os micos-leões-de-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas) já foram registrados em Ilhéus e arredores, cidade litorânea no sul da Bahia, comendo frutas dentro de um supermercado ou se [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O Brasil inaugurou seu primeiro centro de reabilitação para o mico-leão-de-cara-dourada, espécie de primata ameaçada de extinção pela expansão urbana e pela substituição de sistemas agroflorestais de cacau por monoculturas. Os micos-leões-de-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas) já foram registrados em Ilhéus e arredores, cidade litorânea no sul da Bahia, comendo frutas dentro de um supermercado ou se deslocando por fios de alta tensão — muitos acabam morrendo eletrocutados dessa forma. Atropelamentos em rodovias também têm ferido ou matado vários macacos, assim como ataques de cães domésticos. Até recentemente, não havia nenhum local especializado para receber esses animais e prepará-los para a volta à natureza, explica o biólogo Leonardo Oliveira, que estuda a espécie há mais de 20 anos. “Muitas vezes, para o público em geral, ver esses macacos no quintal de casa ou na feira passa a falsa impressão de que está tudo bem: ‘Nossa, tem tantos que já estão até entrando na cidade’. Não. É a cidade que está avançando sobre o espaço deles”, afirma Oliveira, que vai atuar no novo centro de reabilitação. Um mico-leão-de-cara-dourada em um poste de energia elétrica em Ilhéus. Foto cedida pela Tamarin Trust. O mico-leão-de-cara-dourada é uma espécie endêmica do Brasil, restrita a uma pequena região de Mata Atlântica no sul da Bahia. Entre 1992 e 2024, sua área de ocorrência encolheu em 42%, passando de cerca de 22,5 mil quilômetros quadrados para 13 mil km². Isso resultou em uma redução populacional de quase 60%: de uma estimativa de 50 mil indivíduos há 30 anos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/bahia-abre-centro-de-reabilitacao-para-salvar-o-raro-mico-leao-de-cara-dourada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Entre avanços e desafios, Floresta da Tijuca tenta reconstruir sua fauna</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/</link>
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					<pubDate>24 Mar 2026 06:54:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Animais, Aves, Caça, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Parques Nacionais, Primatas, Soluções, Unidades de Conservação e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2008, a bióloga Alexandra Pires tinha acabado de finalizar sua tese de doutorado, que mostrava como as cutias eram importantes para a regeneração de espécies vegetais da Mata Atlântica. Ao contar sobre isso para Ivandy Castro-Astor, pesquisadora do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, ela descobriu que não existiam mais esses roedores [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2008, a bióloga Alexandra Pires tinha acabado de finalizar sua tese de doutorado, que mostrava como as cutias eram importantes para a regeneração de espécies vegetais da Mata Atlântica. Ao contar sobre isso para Ivandy Castro-Astor, pesquisadora do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, ela descobriu que não existiam mais esses roedores ali. Uma prova disso eram as sementes de uma árvore chamada justamente de cutieira (Joannesia princeps), apodrecendo no chão da mata. “Como assim não tem cutia no Parque Nacional da Tijuca?”, relembra Alexandra sobre sua primeira reação. “E a Ivandy falou, então: eu acho que vocês deviam soltar umas cutias lá!” Dezoito anos depois, visitantes do parque podem observar, nas matas da Floresta da Tijuca, não apenas cutias-vermelhas (Dasyprocta leporina), mas também bugios-ruivos (Alouatta guariba) e jabutis-tinga (Chelonoidis denticulata). Todas elas graças ao programa de reintrodução realizado pelo Refauna, com o apoio do Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade (ICMBio). No começo de janeiro, chegou a vez da araras-canindés (Ara ararauna), que voltaram a voar nos céus do Rio de Janeiro. Fazia 200 anos que estavam extintas na cidade. O objetivo do Refauna é acabar com a chamada “síndrome da floresta vazia”, conceito criado pelo conservacionista Kent Redford, em 1992. Segundo ele, embora a vegetação de algumas florestas pareça preservada, há ausência de animais, essenciais para garantir o seu futuro. “Um dos principais sintomas da síndrome é justamente os frutos apodrecendo no solo da floresta”, revela Marcelo Rheingantz, diretor-executivo do Refauna e biólogo da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo aponta novas dinâmicas entre pontes artificiais e mamíferos da floresta</title>
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					<pubDate>27 Fev 2026 06:13:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Luís Patriani]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Animais, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Novas espécies, Primatas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Em toda a Amazônia, a fragmentação da floresta representa uma ameaça crescente à preservação da fauna. Em nome do desenvolvimento econômico, o avanço do agronegócio e de obras de infraestrutura — como rodovias, ferrovias, linhas de transmissão e gasodutos — traz consigo diversos riscos. Entre os principais, destacam-se o isolamento populacional de muitas espécies animais [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Estudo aponta novas dinâmicas entre pontes artificiais e mamíferos da floresta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em toda a Amazônia, a fragmentação da floresta representa uma ameaça crescente à preservação da fauna. Em nome do desenvolvimento econômico, o avanço do agronegócio e de obras de infraestrutura — como rodovias, ferrovias, linhas de transmissão e gasodutos — traz consigo diversos riscos. Entre os principais, destacam-se o isolamento populacional de muitas espécies animais e sua eventual morte por atropelamento. Mamíferos que vivem e se deslocam entre as árvores — como primatas, preguiças e porcos-espinhos — estão entre os mais afetados por esse confinamento geográfico. Ao mesmo tempo, também são os que menos se beneficiam de iniciativas ambientais mitigadoras, como a implementação de passagens artificiais. Diante desse quadro, e dispostos a obter mais informações sobre o comportamento dos animais e seus habitats, os biólogos Justin Santiago e Lindsey Swierk, da Universidade de Binghamton, em Nova York, viajaram ao coração da Amazônia peruana com um propósito: entender a dinâmica das espécies locais e buscar novidades na relação entre a fauna e as passagens artificiais . Para isso, os pesquisadores escolheram uma área de floresta contínua e instalaram câmeras em pontos estratégicos de um amplo sistema de passarelas, cuja estrutura combina redes, cordas grossas e plataformas de diferentes alturas. Entremeados, os objetos formam longos corredores suspensos, que ajudam os animais a se deslocarem da copa de uma árvore à outra. Especialista instala câmera em uma árvore conectada ao sistema de passarelas na Amazônia peruana. Foto: Elizabeth Benson. Publicada em setembro de 2025, a pesquisa foi realizada na Estação de Campo do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Assentados conduzem plano para reflorestar 75 mil hectares no oeste paulista</title>
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					<pubDate>26 Jan 2026 09:34:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Água, Conservação, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Produtos da Floresta, Recursos hídricos, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Soluções, Sustentabilidade e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>PRESIDENTE EPITÁCIO, São Paulo — O canavial ondula e uma lâmina d’água se estende pelo horizonte. Seguimos por uma estrada de terra no oeste paulista, às margens do Rio Paraná, fronteira líquida entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ali, a monocultura avassala a paisagem que um dia foi uma floresta [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/" data-wpel-link="internal">Assentados conduzem plano para reflorestar 75 mil hectares no oeste paulista</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[PRESIDENTE EPITÁCIO, São Paulo — O canavial ondula e uma lâmina d’água se estende pelo horizonte. Seguimos por uma estrada de terra no oeste paulista, às margens do Rio Paraná, fronteira líquida entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ali, a monocultura avassala a paisagem que um dia foi uma floresta estacional semidecidual, também chamada de Mata Atlântica de interior — cujas folhas caem diante da ausência da chuva. Em sua picape, o biólogo e mestre em Agronomia Haroldo Gomes, de 47 anos, carrega um mundo vegetal diverso: ipês, angicos, aroeiras, cedros, copaíbas, guarantãs, paineiras e pitangueiras; são quase 70 espécies nativas da Mata Atlântica em busca de um pedaço de chão. Houve um tempo em que a família de Haroldo também andava sem chão. “Quando a gente veio para o acampamento, eu tinha onze anos&#8221;, disse ele, que é filho de assentado da reforma agrária. “Na época dos conflitos, a gente ficou seis anos em um barraco de lona. “Eu já corri de bala em ocupação de terreno.” Hoje Haroldo é coordenador de campo do projeto Corredores de Vida, do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). Foi ali que tanto ele quanto uma biodiversidade de espécies nativas de plantas e animais encontraram um lugar para chamar de casa. Desde 2002, a partir do esforço de assentados, o projeto reflorestou mais de 6 mil hectares  — o equivalente a 8,4 mil campos de futebol — com 10 milhões de árvores plantadas. O futuro, no entanto, é ainda&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Cientistas encontram microplásticos no estômago de macacos da Amazônia</title>
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					<pubDate>24 Out 2025 09:25:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Microplásticos na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Animais, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Parques Nacionais, Primatas, Unidades de Conservação e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Cientistas detectaram microplásticos no sistema digestivo de uma espécie de bugio que vive em áreas protegidas da Amazônia brasileira, marcando a primeira evidência de ingestão de plástico por um primata arborícola, segundo um estudo recente. Os pesquisadores do estudo publicado em setembro avaliaram 47 bugios-vermelhos-do-rio-juruá (Alouatta juara) e encontraram filamentos de microplástico de cor verde, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Cientistas detectaram microplásticos no sistema digestivo de uma espécie de bugio que vive em áreas protegidas da Amazônia brasileira, marcando a primeira evidência de ingestão de plástico por um primata arborícola, segundo um estudo recente. Os pesquisadores do estudo publicado em setembro avaliaram 47 bugios-vermelhos-do-rio-juruá (Alouatta juara) e encontraram filamentos de microplástico de cor verde, menores que 5 milímetros, no estômago de dois indivíduos. Os macacos viviam nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amanã, no estado do Amazonas. “A frequência foi baixa. Encontramos [plástico] em apenas dois macacos. Mesmo assim, já é muito. Eu teria preferido não encontrar nenhum”, disse a autora principal Anamélia de Souza Jesus, pesquisadora do Instituto Mamirauá, à Mongabay. “Encontrar microplásticos em ambientes preservados soa um alarme. Mostra que a poluição por plástico está alcançando lugares que supúnhamos serem protegidos.” Nenhum animal foi morto ou lesado para o estudo. Os pesquisadores utilizaram restos de macacos doados por caçadores de subsistência por meio de uma parceria de duas décadas com comunidades locais. Isso permitiu que os cientistas estudassem órgãos que, de outra forma, seriam descartados. A equipe coletou estômagos intactos dos macacos e os analisou em um ambiente laboratorial controlado. Os dois macacos que ingeriram os filamentos plásticos, visíveis apenas sob microscópio, foram caçados em 2015. Os bugios-vermelhos-do-rio-juruá passam a maior parte de suas vidas no dossel da floresta, consumindo uma dieta herbívora de folhas e frutas. Isso torna improvável o consumo indireto de plástico por outras rotas, como por exemplo, via peixes, afirmou Jesus. Os&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-encontram-microplasticos-no-estomago-de-macacos-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Em Pernambuco, projeto militar e obra viária ameaçam área de conservação da Mata Atlântica</title>
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					<pubDate>25 Jun 2025 07:02:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aves, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Desmatamento, Fauna, Mata Atlântica, Motores do Desmatamento, Primatas e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>A construção da Escola de Sargentos das Armas (ESA), anunciada em 2021, tornou-se um marco para a Região Metropolitana do Recife (RMR). Por contar com recursos assegurados pelo Exército Brasileiro na casa de R$ 1,8 bilhão, além de contrapartidas de infraestrutura do governo estadual, e diante da expectativa de geração de postos de trabalho, o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A construção da Escola de Sargentos das Armas (ESA), anunciada em 2021, tornou-se um marco para a Região Metropolitana do Recife (RMR). Por contar com recursos assegurados pelo Exército Brasileiro na casa de R$ 1,8 bilhão, além de contrapartidas de infraestrutura do governo estadual, e diante da expectativa de geração de postos de trabalho, o projeto parecia promissor. No entanto, a proposta enfrenta a resistência da sociedade civil e de ambientalistas devido aos possíveis impactos ambientais no local que abrigará o empreendimento: a Área de Proteção Ambiental (APA) Aldeia-Beberibe. Compreendendo oito municípios em seus mais de 30 mil hectares de extensão, a APA acolhe o maior remanescente de Mata Atlântica no trecho entre os estados de Sergipe e Rio Grande do Norte. O pouco que sobrou da floresta tropical nesta parte do mapa é fundamental, uma vez que o bioma já perdeu quase 90% de sua área original no Brasil, como alertam especialistas. Para a área construída do complexo militar, estima-se o desmatamento de 94 hectares de floresta nativa, consequência de uma estrutura que deve receber 6 mil novos moradores. A ESA, porém, não é a única grande intervenção prevista: antes mesmo da escola, já havia no caminho a construção do chamado Arco Viário Metropolitano, que promete melhorar o tráfego em toda a RMR. O arco também gera preocupação, já que recortaria toda a área da APA, adicionando um novo fator de risco à natureza. Somados, os dois projetos intensificam a pressão urbana dentro e ao redor da unidade de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/em-pernambuco-projeto-militar-e-obra-viaria-ameacam-area-de-conservacao-da-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Três mulheres na linha de frente da proteção costeira no Brasil</title>
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					<pubDate>09 Jun 2025 07:44:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mayala Fernandes]]>
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							<![CDATA[<p>Um grupo de cientistas brasileiras vem se destacando na pesquisa e proteção da biodiversidade marinha e costeira no país. Inspiradas pelo primeiro contato marcante com o oceano, elas são hoje referências em suas áreas e lideram ações que combinam pesquisa científica, conservação ambiental e participação em políticas públicas. Camila Domit, coordenadora técnica das ações com [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um grupo de cientistas brasileiras vem se destacando na pesquisa e proteção da biodiversidade marinha e costeira no país. Inspiradas pelo primeiro contato marcante com o oceano, elas são hoje referências em suas áreas e lideram ações que combinam pesquisa científica, conservação ambiental e participação em políticas públicas. Camila Domit, coordenadora técnica das ações com tartarugas-marinhas; Cassiana Baptista Metri, responsável pelos estudos sobre fauna de manguezal; e Fernanda Possatto, coordenadora de pesquisas sobre microplástico, integram o Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar), patrocinado pela Petrobras e pelo governo federal. Com linhas de pesquisa variadas, as cientistas monitoram a dinâmica dos ecossistemas costeiros e marinhos na interface com a Mata Atlântica. Seus estudos sobre comportamento da fauna e da flora, aliados à atuação em projetos de educação ambiental e à formulação de políticas públicas, vêm garantindo avanços na conservação do litoral paranaense. A importância desses esforços é reforçada por dados globais. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que cerca de 3 bilhões de pessoas dependam diretamente da biodiversidade marinha e costeira para sobreviver. O valor agregado estimado do mercado de recursos marinhos até 2030 é de U$ 3 trilhões, segundo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), responsável por 5% a 6% da economia global real e 40 milhões de empregos diretos. Sem a preservação dos oceanos, não apenas o clima global é ameaçado, mas a sobrevivência humana também sofre impactos diretos. Mais da metade do oxigênio do planeta é produzido pelos oceanos, que ainda armazenam&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como animais extintos estão voltando às florestas de Florianópolis</title>
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					<pubDate>16 Mai 2025 15:00:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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							<![CDATA[<p>A meia dúzia de crianças surpreendeu. Num domingo de manhã nublado na Trilha do Sertão do Assopro, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, elas foram as que mais interagiram com o guia durante o Vem Passarinhar, evento de observação de aves realizado mensalmente pelo Instituto Fauna Brasil (IFB). Elas reconheciam as aves pelo canto ou [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A meia dúzia de crianças surpreendeu. Num domingo de manhã nublado na Trilha do Sertão do Assopro, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, elas foram as que mais interagiram com o guia durante o Vem Passarinhar, evento de observação de aves realizado mensalmente pelo Instituto Fauna Brasil (IFB). Elas reconheciam as aves pelo canto ou por uma olhadela, rapidamente se colocando a postos para fotografar. Segundo o guia, o local abriga entre 120 e 130 espécies de aves, como aracuã, tucano-de-bico-preto, saíra-ferrugem, arapaçu-verde e gavião-tesoura. Caynã Bueno de Oliveira, de 7 anos, diz que conhece pelo menos 400 espécies de aves de cor. Além de fotografar, ele desenha e adora estudar sobre o assunto em guias e vídeos de canais especializados. “Em outros ambientes ele é tímido, mas aqui ele se solta e conversa com o guia e os colegas. Se o assunto é aves, ele acessa as pessoas de outro lugar”, diz o pai, Rafael Araújo de Oliveira. Só de o guia falar em tentar ver o macuquinho, espécie considerada extinta localmente até alguns anos atrás, o menino já abriu um sorriso e saiu em disparada. O Vem Passarinhar é organizado por diferentes instituições em todo o Brasil de forma gratuita. Em Florianópolis, começou a ser realizado em 2022 como uma forma de engajar as pessoas a verem os animais que tinham sido tratados, a partir de resgate, apreensão e entrega voluntária de todo o estado, e depois reintroduzidos na natureza pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/como-animais-extintos-estao-voltando-as-florestas-de-florianopolis/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil lança Metas Nacionais de Biodiversidade, mas não sabe qual o custo de implantá-las</title>
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					<pubDate>10 Mar 2025 13:45:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Anfíbios, Aves, Caça, Comércio de Vida Selvagem, Fauna, Felinos, Insetos, Mamíferos, Peixes, Pesca, Primatas, Répteis e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Publicadas no último dia 20 de fevereiro, as Metas Nacionais de Biodiversidade planejam deter a extinção de espécies, estimular a restauração florestal e reduzir o desmatamento nos ecossistemas brasileiros até 2030. O governo federal, porém, ainda não tem uma estimativa dos investimentos que serão necessários para implantá-las. As metas foram lançadas às vésperas do fechamento [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Publicadas no último dia 20 de fevereiro, as Metas Nacionais de Biodiversidade planejam deter a extinção de espécies, estimular a restauração florestal e reduzir o desmatamento nos ecossistemas brasileiros até 2030. O governo federal, porém, ainda não tem uma estimativa dos investimentos que serão necessários para implantá-las. As metas foram lançadas às vésperas do fechamento oficial da 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica – COP16, realizado em Roma entre 25 e 28 de fevereiro depois de a primeira rodada ter sido suspensa em novembro de 2024 em Cali, na Colômbia, por falta de quórum. Bráulio Dias, diretor do Departamento de Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), confirmou à Mongabay a falta de um planejamento financeiro para a implantação das Metas Nacionais de Biodiversidade, mas destacou que “muitas metas nacionais já contam com o apoio de muitas políticas e programas nacionais em andamento”. No entanto, Dias ponderou que “certamente serão necessários investimentos adicionais”, o que vê como pouco factível diante do cenário político global conturbado: “Infelizmente, as perspectivas de contarmos com financiamento internacional esta década são mínimas, em decorrência das ações do governo de Donald Trump [nos Estados Unidos] e da guerra na Ucrânia”. Apesar dessas questões internacionais desfavoráveis à agenda da biodiversidade, o diretor do MMA explica que o Brasil vem dando andamento ao processo de construção do caminho para o cumprimento dos compromissos assumidos em 2022, no âmbito do Marco Global de Biodiversidade Kunming-Montreal (GBF, na&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/brasil-lanca-metas-nacionais-de-biodiversidade-mas-nao-sabe-qual-o-custo-de-implanta-las-2/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Incêndios e invasões de terra ameaçam uma reserva protegida na Amazônia maranhense</title>
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					<pubDate>23 Dez 2024 18:05:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ana Ionova]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>BOM JARDIM, Maranhão — Em meio a campos de milho e pastagens, quilômetros de arame farpado cercam uma ilha de floresta tropical intocada, provavelmente a próxima a ser arrasada. Logo adiante, na Reserva Biológica do Gurupi, uma rede de estradas empoeiradas corta a copa das árvores, levando às profundezas de um dos últimos trechos de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[BOM JARDIM, Maranhão — Em meio a campos de milho e pastagens, quilômetros de arame farpado cercam uma ilha de floresta tropical intocada, provavelmente a próxima a ser arrasada. Logo adiante, na Reserva Biológica do Gurupi, uma rede de estradas empoeiradas corta a copa das árvores, levando às profundezas de um dos últimos trechos de floresta protegida nessa parte da Amazônia — e sinalizando que ela também está sob ataque. A Reserva Biológica do Gurupi se estende por 341.650 hectares no canto sudoeste do estado do Maranhão. Sob proteção federal desde 1988, essa região de grande biodiversidade oferece habitat para inúmeras espécies, como o veado-mateiro (Mazama americana), a ararajuba (Guaruba guarouba) e o caiarara (Cebus kaapori), um dos primatas mais criticamente ameaçados de extinção no mundo. Foi aqui, em 2017, que os pesquisadores redescobriram o mutum-pinima (Crax fasciolata pinima), ave considerada extinta por 40 anos. Os pesquisadores acreditam que menos de 50 mutuns-pinima (Crax fasciolata pinima) ainda existam na natureza. Foto: Huub Veldhuijzen van Zanten/Naturalis Biodiversity Center via Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0) A reserva também faz parte de um corredor ecológico composto por sete áreas protegidas, algumas das quais abrigam povos indígenas que vivem em isolamento voluntário do mundo exterior. A reserva do Gurupi tem o objetivo de proteger regiões especialmente vulneráveis de invasões e exploração ilícita. “O que restou da floresta amazônica no Maranhão está nessa região”, diz Caroline Yoshida, consultora técnica do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), uma organização sem fins lucrativos que trabalha com grupos indígenas em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/incendios-e-invasoes-de-terra-ameacam-uma-reserva-protegida-na-amazonia-maranhense/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Monocultura de café avança sobre as florestas conservadas do sul da Bahia</title>
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					<pubDate>08 Ago 2024 09:54:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Comércio de Vida Selvagem, Comércio Ilegal, Commodities, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Tráfico de Animais Silvestres e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Entre 2008 e 2015, as lavouras de café no município de Una, sul da Bahia, se mantiveram em 25 hectares. Em 2020, alcançaram 60 hectares. Dois anos depois, a área plantada dobrou novamente, totalizando 119 hectares. Mais do que a quantidade de terra ocupada pela cafeicultura, indicada pelo Projeto MapBiomas, a velocidade com que ela [&#8230;]</p>
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]]>
						</description>
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							<![CDATA[Entre 2008 e 2015, as lavouras de café no município de Una, sul da Bahia, se mantiveram em 25 hectares. Em 2020, alcançaram 60 hectares. Dois anos depois, a área plantada dobrou novamente, totalizando 119 hectares. Mais do que a quantidade de terra ocupada pela cafeicultura, indicada pelo Projeto MapBiomas, a velocidade com que ela avança é uma tendência que preocupa pesquisadores e ambientalistas, pois a região abriga remanescentes florestais consideráveis, onde vivem inúmeras espécies em risco de extinção. Especialistas temem, principalmente, pelo futuro do endêmico mico-leão-da-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas), também conhecido como mico-leão-baiano, cada vez mais ameaçado pela fragmentação de habitat. A perda de florestas para a agropecuária já encolheu sua população em 60% nas últimas três décadas – estima-se que existam entre 16 mil e 21 mil indivíduos hoje na natureza. Sua área de ocorrência também foi reduzida em 42% – de 22.700 km2 para 13.215 km2 no período. O desmatamento ilegal para diversos fins é uma realidade que também preocupa a equipe regional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), já que não poupa nem mesmo unidades de conservação (UC) sob a sua gestão. Não por acaso, em 2023, o órgão ambiental lavrou 57 Autos de Infração, dos quais 22 por desmatamento na Reserva Biológica (Rebio) de Una, no Refúgio de Vida Silvestre (Revis) de Una e no Parque Nacional (Parna) da Serra das Lontras (e sua zona de amortecimento). Multas de R$ 1.263.162,00 foram aplicadas. Também em 2023, uma operação do Ibama identificou 532,8 hectares&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/08/monocultura-de-cafe-avanca-sobre-as-florestas-conservadas-do-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Por que pesquisadores defendem o aumento de armadilhas fotográficas — sobretudo na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/08/segundo-estudo-faltam-armadilhas-fotograficas-onde-mais-elas-sao-necessarias-amazonia-e-um-dos-lugares/</link>
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					<pubDate>05 Ago 2024 17:52:18 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Spoorthy Raman]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas, Recursos hídricos e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Nas últimas três décadas, as armadilhas fotográficas nos proporcionaram uma rara e inédita visão da vida dos animais. Usadas por organizações de conservação, pesquisadores acadêmicos e projetos de ciência cidadã ao redor do mundo, as armadilhas fotográficas se tornaram referência no monitoramento da biodiversidade e no estudo de espécies pouco vistas na natureza. No entanto, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Nas últimas três décadas, as armadilhas fotográficas nos proporcionaram uma rara e inédita visão da vida dos animais. Usadas por organizações de conservação, pesquisadores acadêmicos e projetos de ciência cidadã ao redor do mundo, as armadilhas fotográficas se tornaram referência no monitoramento da biodiversidade e no estudo de espécies pouco vistas na natureza. No entanto, um estudo inédito publicado na revista Remote Sensing in Ecology and Conservation descobriu que as armadilhas fotográficas continuam ausentes de áreas que realmente poderiam se beneficiar delas. &#8220;Você pode pensar em uma armadilha fotográfica como um assistente automático e incansável que permanece no campo, faça chuva ou faça sol, dia e noite, [e] simplesmente captura [imagens ou vídeos de] qualquer coisa que passe na frente dela,” diz Jorge Ahumada, um biólogo tropical que lidera a maior plataforma de armadilhas fotográficas do mundo, chamada Wildlife Insights. “Ela está apenas coletando muita informação de maneira padronizada, algo que não seria possível para os humanos.” Com a biodiversidade do planeta declinando rapidamente devido às atividades humanas — da caça e a expansão agrícola à construção de estradas e a mineração —, dados de armadilhas fotográficas podem ajudar os conservacionistas a monitorar a saúde, os números e os comportamentos de diferentes espécies da vida selvagem. A ferramenta também pode nos dizer se ações específicas de conservação estão realmente funcionando. Isso só é válido se implantarmos armadilhas fotográficas nos lugares certos: pontos críticos de biodiversidade que enfrentam as maiores ameaças. No entanto, o novo estudo encontrou uma disparidade enorme entre&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/08/segundo-estudo-faltam-armadilhas-fotograficas-onde-mais-elas-sao-necessarias-amazonia-e-um-dos-lugares/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Um programa pioneiro — e uma vacina — para devolver os bugios à Mata Atlântica</title>
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					<pubDate>25 Jul 2024 15:32:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Bernardo Araújo]]>
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							<![CDATA[<p>Foi Hope quem primeiro ousou se aproximar de Juvenal. Os dois se encontravam em lados opostos de uma disputa territorial desde que a família de Hope enrolou suas caudas em volta dos galhos daquela floresta urbana de 4 mil hectares no coração do Rio de Janeiro. A chegada de seu clã contestou o reinado de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Foi Hope quem primeiro ousou se aproximar de Juvenal. Os dois se encontravam em lados opostos de uma disputa territorial desde que a família de Hope enrolou suas caudas em volta dos galhos daquela floresta urbana de 4 mil hectares no coração do Rio de Janeiro. A chegada de seu clã contestou o reinado de oito anos de Juvenal e seu grupo no Parque Nacional da Tijuca. Bugios-ruivos (Alouatta guariba) são, para padrões primatas, habitantes pacíficos da Mata Atlântica — gentis comedores de folhas que também se alimentam ocasionalmente de frutas. Mas isso não os coloca acima de disputas por território. Cerca de duas semanas antes, Juvenal e outro macho tentaram atacar o líder do grupo de Hope, Max. Os bugios seguiram trocando roncos ameaçadores desde o incidente. Naquele dia, porém, Hope parecia buscar a paz. Ela tocou Juvenal e — para o deleite dos pesquisadores que observavam a cena — ele aceitou o gesto. Os grupos de bugios pareceram, naquele momento, ter chegado a um entendimento. O papel dos humanos nesse drama, no entanto, é mais extenso. Há alguns anos atrás, bugios-ruivos eram considerados uma espécie vulnerável pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) — a agência brasileira responsável pela gestão de áreas protegidas e da biodiversidade — mas &#8220;pouco preocupante&#8221; de acordo com a Lista Vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). Tudo mudou quando, em dezembro de 2016, os números de bugios-ruivos começaram a despencar; eles se tornaram raros em muitas florestas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/um-programa-pioneiro-e-uma-vacina-para-devolver-os-bugios-a-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Desmatamento desacelera na Mata Atlântica, mas fragmentação aumenta</title>
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					<pubDate>03 Jul 2024 14:58:25 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Evanildo da Silveira]]>
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							<![CDATA[<p>Quando os primeiros europeus desembarcaram das suas caravelas no litoral do que hoje é o estado da Bahia, se depararam com uma floresta exuberante, rica em biodiversidade, que se estendia do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Desde então, as populações humanas começaram a avançar sobre o que é hoje conhecido como [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Quando os primeiros europeus desembarcaram das suas caravelas no litoral do que hoje é o estado da Bahia, se depararam com uma floresta exuberante, rica em biodiversidade, que se estendia do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Desde então, as populações humanas começaram a avançar sobre o que é hoje conhecido como Mata Atlântica, derrubando-a para extrair commodities e abrir pastos, lavouras e estradas. Apesar de tudo, a Mata Atlântica resiste. Um estudo, realizado por pesquisadores vinculados a universidades e instituições do Brasil, Argentina, Inglaterra, Noruega e Nova Zelândia, que analisou a dinâmica da vegetação do bioma durante 34 anos, de 1986 a 2020, trouxe boas notícias – mas também más. O trabalho mostrou que nesse período houve, de maneira geral, desaceleração do desmatamento e aumento da conectividade entre seus fragmentos. Em contrapartida, o aspecto negativo é o aumento da fragmentação da floresta, com 97% das “ilhas” de mata tendo, em média, menos de 50 hectares. Para realizar o estudo, os pesquisadores usaram uma delimitação ampla da Mata Atlântica, que inclui áreas do Brasil, Argentina e Paraguai, além de porções de vegetação que se espalham para o interior do país, em regiões sobrepostas ao Cerrado, Caatinga, Pampa e Pantanal. “Também utilizamos dados do MapBiomas com alta resolução espacial, analisando os anos de 1986, 1990, 1995, 2000, 2005, 2010, 2015 e 2020”, acrescenta o ecólogo Maurício Vancine, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), líder da equipe. Somado a isso, foram considerados dois tipos de cobertura vegetal: vegetação florestal (floresta,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/desmatamento-desacelera-na-mata-atlantica-mas-fragmentacao-aumenta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Em parceria com indígenas, projeto constrói pontes na Amazônia para salvar primatas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/06/em-parceria-com-indigenas-projeto-constroi-pontes-na-amazonia-para-salvar-primatas/</link>
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					<pubDate>18 Jun 2024 12:29:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>“Weri, para aqui! Aqui precisa ponte. Tá vendo aquela fruta naquela árvore? O meky ama. Quando tem essa fruta, ele cruza muito a rodovia&#8230; Weri, para aqui de novo! Tem muito atropelamento do kixiri. Precisa de ponte aqui.” Weri, na língua dos indígenas Waimiri-Atroari, significa mulher. Meky é macaco-prego e kixiri, sagui-da-mão-dourada. A conversa acima, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“Weri, para aqui! Aqui precisa ponte. Tá vendo aquela fruta naquela árvore? O meky ama. Quando tem essa fruta, ele cruza muito a rodovia&#8230; Weri, para aqui de novo! Tem muito atropelamento do kixiri. Precisa de ponte aqui.” Weri, na língua dos indígenas Waimiri-Atroari, significa mulher. Meky é macaco-prego e kixiri, sagui-da-mão-dourada. A conversa acima, que misturou termos do kinja iara com o português, aconteceu no final de 2021. A bióloga Fernanda Abra dirigia ao longo da rodovia BR-174, que corta a Floresta Amazônica entre os estados de Amazonas e Roraima. Ao lado dela, três líderes indígenas indicavam os melhores pontos para a instalação das pontes artificiais que ligariam o dossel das árvores e permitiriam que mamíferos arborícolas cruzassem a estrada sem ser atropelados. “Foi um dos melhores dias da minha vida. Foi um desbunde de conhecimento e um aprendizado maravilhoso”, relembra Fernanda. “As comunidades tradicionais sabem exatamente o que é necessário para a proteção das florestas.” Trecho da BR-174 que atravessa a Terra Indígena Waimiri-Atroari, no Amazonas. Foto cedida pelo Smithsonian’s National Zoo and Conservation Biology Institute Aldeia Waimiri-Atroari. Foto cedida pelo Smithsonian’s National Zoo and Conservation Biology Institute A identificação dos melhores pontos para a colocação das pontes era uma das partes mais importantes da implementação do Projeto Reconecta. O principal objetivo da iniciativa, criada por Fernanda, era estudar os modelos mais adequados de passagem da fauna para esses animais de pequeno a grande porte, que ficam a maior parte de sua vida na copa das árvores e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/em-parceria-com-indigenas-projeto-constroi-pontes-na-amazonia-para-salvar-primatas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Como o cacau agroecológico pode salvar um mico-leão ameaçado no sul da Bahia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/06/como-o-cacau-agroecologico-pode-salvar-um-mico-leao-ameacado-no-sul-da-bahia/</link>
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					<pubDate>03 Jun 2024 14:02:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Comércio de Vida Selvagem, Comércio Ilegal, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Tráfico de Animais Silvestres e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>A área de distribuição do mico-leão-da-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas), primata endêmico do sul da Bahia, se caracteriza pela presença de manchas de florestas maduras e em regeneração, assim como cultivos agroflorestais onde os pés de cacau são plantados à sombra das árvores nativas da Mata Atlântica. Essa área, porém, que é já pequena, vem sofrendo com [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/como-o-cacau-agroecologico-pode-salvar-um-mico-leao-ameacado-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Como o cacau agroecológico pode salvar um mico-leão ameaçado no sul da Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A área de distribuição do mico-leão-da-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas), primata endêmico do sul da Bahia, se caracteriza pela presença de manchas de florestas maduras e em regeneração, assim como cultivos agroflorestais onde os pés de cacau são plantados à sombra das árvores nativas da Mata Atlântica. Essa área, porém, que é já pequena, vem sofrendo com o mesmo desmatamento que já fez desaparecer a espécie do norte de Minas Gerais em um passado não muito distante. Nos últimos 30 anos, a área de ocorrência do primata, também conhecido como mico-leão-baiano, foi reduzida em aproximadamente 42% – de 22.700 km2 para 13.215 km2 –, enquanto sua população caiu em cerca de 60%. Estima-se que ainda existam entre 16 mil e 21 mil indivíduos na natureza no sul da Bahia, a maioria do município de Ilhéus. Os dados fazem parte da tese de doutorado do biólogo Joanison Vicente dos Santos Teixeira, diretor-executivo e coordenador de pesquisa da Almada Mata Atlântica Project (Amap), organização ambientalista germano-brasileira que tem apoiado financeiramente projetos científicos e ações de proteção à espécie, símbolo e bandeira maior da instituição. Esse pequeno primata dorme em partes ocas de troncos de árvores nativas e se movimenta em grupos de cinco a onze indivíduos que evitam repetir o local de repouso por causa dos predadores. Essa característica curiosa exige esforço contínuo para localização de abrigo e alimento em fragmentos que, fora das áreas protegidas, vêm encolhendo por pressão de atividades como a pecuária, a intensificação do próprio manejo nas cabrucas e a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/06/como-o-cacau-agroecologico-pode-salvar-um-mico-leao-ameacado-no-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Um bilionário financiará a biodiversidade? A Decisão 15/9 como uma &#8220;mina de ouro&#8221; (artigo)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/05/um-bilionario-financiara-a-biodiversidade-a-decisao-15-9-como-uma-mina-de-ouro-artigo/</link>
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					<pubDate>21 Mai 2024 15:03:28 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Joseph Henry Vogel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[África, Ásia e Brasil]]>
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							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Peixes, Primatas, Recursos hídricos, Répteis e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>As metáforas econômicas podem ser inesperadamente irônicas. A décima-quinta Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB) de 1992, estabeleceu &#8220;um mecanismo multilateral de Repartição dos benefícios do uso da informação sequencial digital de recursos genéticos, incluindo um fundo global&#8221; (Decisão 15/9). O Secretário Executivo em função da Secretaria considera [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[As metáforas econômicas podem ser inesperadamente irônicas. A décima-quinta Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB) de 1992, estabeleceu &#8220;um mecanismo multilateral de Repartição dos benefícios do uso da informação sequencial digital de recursos genéticos, incluindo um fundo global&#8221; (Decisão 15/9). O Secretário Executivo em função da Secretaria considera dito mecanismo um “ponto de referência”. A esperança é grande. As vendas globais de biotecnologia logo alcançarão 1 trilhão de dólares por ano e sabemos que são necessários centenas de bilhões de dólares para financiar a conservação da biodiversidade. Assim que a Decisão 15/9 pode ser uma mina de ouro. Mas para quem exatamente? As indústrias que utilizam recursos genéticos são desdenhosas. Elas podem se dirigir ao Brasil, o país mais biodiverso do mundo, onde a legislação permite royalties tão baixos quanto 0,1%. O Projeto WiLDSI, financiado pelo governo alemão, contempla um benefício numa ordem de magnitude menor ainda do que isso. Em uma biotecnologia “blockbuster” lucrativa de bilhões de dólares, 0,01% se reduz a meros 100 mil dólares. Por que se incomodar com isso então? Uma mina de ouro existirá somente se a indústria pagar uma ‘renda econômica’ por biotecnologias comercialmente bem-sucedidas. A renda em qualquer bem é a diferença entre o que se paga e o que se pagaria num mercado competitivo. A indústria desfruta de rendas através de direitos de propriedade intelectual (DPI), como patentes e direitos autorais. Esses monopólios temporários permitem que os detentores de DPI compensem os custos de trazer&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/um-bilionario-financiara-a-biodiversidade-a-decisao-15-9-como-uma-mina-de-ouro-artigo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Esforço coletivo monitora fauna de Rondônia para tentar salvá-la do desmatamento</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/05/esforco-coletivo-monitora-fauna-de-rondonia-para-tentar-salva-la-do-desmatamento/</link>
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					<pubDate>09 Mai 2024 09:21:22 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Beatriz Santomauro]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Aves, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Peixes, Primatas, Recursos hídricos, Répteis e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Rondônia ocupa o sétimo lugar no ranking de desmatamento nacional e é o quarto estado com maior emissão bruta de gases de efeito estufa. Na Amazônia Legal, é o terceiro que mais retira a cobertura vegetal, só ficando atrás do Pará e do Mato Grosso. Esses dados, divulgados em 2023 no Relatório Anual do Desmatamento [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Rondônia ocupa o sétimo lugar no ranking de desmatamento nacional e é o quarto estado com maior emissão bruta de gases de efeito estufa. Na Amazônia Legal, é o terceiro que mais retira a cobertura vegetal, só ficando atrás do Pará e do Mato Grosso. Esses dados, divulgados em 2023 no Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (do MapBiomas Alerta), no Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG, do Observatório do Clima) e no TerraBrasilis (do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), confirmam a tendência de mudança da paisagem nesse estado amazônico nas últimas décadas. Em 1970, início da série histórica do SEEG, Rondônia estava na 26a posição entre os estados, com pouco desmatamento e atividade pecuária em relação ao restante do país. Em 1994, subiu a terceiro lugar, e nos últimos dez anos se manteve entre os 10 maiores emissores de gases de efeito estufa do Brasil. &#8220;Nas décadas de 1970 e 1980, os agricultores que colonizaram o estado vindos principalmente da região Sul sabiam trabalhar com a terra exposta, então houve muito desmatamento. Já havia em nosso território comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas que estavam na floresta e tinham outros modelos para extrair riquezas, mas perderam espaço diante da força dos que chegaram e das políticas que direcionaram esta forma de atuar&#8221;, conta o biólogo Samuel dos Santos Nienow, Coordenador Regional de Porto Velho no ICMBio (órgão federal responsável pelas unidades de conservação). Ele explica que em Rondônia há floresta amazônica, cerrado e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/esforco-coletivo-monitora-fauna-de-rondonia-para-tentar-salva-la-do-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil tem prejuízos de até US$ 3 bilhões anuais causados por espécies invasoras, alerta estudo</title>
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					<pubDate>08 Mar 2024 12:51:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Áreas Protegidas, Aves, Caça, Cerrado, Espécies Ameaçadas, Fauna, Insetos, Mamíferos, Mata Atlântica, Oceanos, Peixes, Pesca, Primatas, Répteis e Responsabilidade Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Do tucunaré que migrou dos rios da Amazônia para as regiões Sul e Sudeste, levado pela pesca esportiva, às controversas produções em larga escala de tilápia para a alimentação humana e de pínus e eucalipto para abastecer as indústrias de papel e celulose, são inúmeros os exemplos da presença de espécies exóticas invasoras no Brasil. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/brasil-tem-prejuizos-de-ate-us-3-bilhoes-anuais-causados-por-especies-invasoras-alerta-estudo/" data-wpel-link="internal">Brasil tem prejuízos de até US$ 3 bilhões anuais causados por espécies invasoras, alerta estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Do tucunaré que migrou dos rios da Amazônia para as regiões Sul e Sudeste, levado pela pesca esportiva, às controversas produções em larga escala de tilápia para a alimentação humana e de pínus e eucalipto para abastecer as indústrias de papel e celulose, são inúmeros os exemplos da presença de espécies exóticas invasoras no Brasil. Além de competirem por espaço e nutrientes com as espécies nativas, entre outros impactos ambientais, as plantas, os animais e os microrganismos introduzidos pela ação humana, de forma intencional ou acidental, provocam diversos  prejuízos econômicos ao país. É o que revela o Relatório Temático sobre Espécies Exóticas Invasoras, Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos. A publicação foi lançada no início de março pela Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES, na sigla em inglês). No Brasil há registros de 476 espécies exóticas invasoras, das quais 268 de animais e 208 de plantas e algas, presentes em todos os biomas, sendo a Mata Atlântica a mais afetada e a Amazônia com presença em menor escala. Desse total, 16 espécies levaram a prejuízos econômicos de 2 a 3 bilhões de dólares por ano entre 1984 e 2019, principalmente causados por pragas agrícolas e disseminação de doenças. Os dados foram calculados a partir de informações disponíveis, mas ainda são considerados subestimados pelos cientistas envolvidos. Entre essas espécies estão a mosca-branca (Bemisia tabaci), o javali e seus híbridos (Sus scrofa), a rã-touro (Lithobates catesbeianus), o mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei) e os mosquitos do gênero Aedes, transmissores de dengue, febre amarela, zika&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/brasil-tem-prejuizos-de-ate-us-3-bilhoes-anuais-causados-por-especies-invasoras-alerta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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