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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Quem são as mulheres que sustentam a pesca de luxo no Pantanal</title>
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					<pubDate>11 Fev 2026 14:19:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mariana RosettiPaola Churchill]]>
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							<![CDATA[<p>“Senhor, vá na minha frente, vá limpando os meus caminhos, tirando todo bicho, fera, tudo aquilo que não vem de ti, que seja afastado e que o Senhor abençoe meu trabalho. Em tuas mãos estou. Vá comigo, Pai.” São 3 horas da madrugada na Ilha do Baguari quando Roseli Oliveira faz sua oração diária antes [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“Senhor, vá na minha frente, vá limpando os meus caminhos, tirando todo bicho, fera, tudo aquilo que não vem de ti, que seja afastado e que o Senhor abençoe meu trabalho. Em tuas mãos estou. Vá comigo, Pai.” São 3 horas da madrugada na Ilha do Baguari quando Roseli Oliveira faz sua oração diária antes de entrar nas águas escuras do Pantanal de Corumbá, Mato Grosso do Sul. Com a lanterna apagada para não espantar as iscas, ela mergulha até a cintura — às vezes até o peito — cercada por jacarés, sucuris e arraias. Ela tem doze horas de trabalho noturno pela frente, com a água suja penetrando seu macacão gasto, mas não há outra escolha: sem isca, não tem sustento. Aos 48 anos, acumula 36 de profissão. Roseli não está sozinha. Em comunidades ribeirinhas espalhadas pelo Pantanal, dezenas de mulheres trabalham como isqueiras, coletando iscas vivas para a pesca. Armadas com puçás (redes de malha fina) e lanternas, elas capturam caranguejos e pequenos peixes, como tuviras, nas margens de rios e baías. É um trabalho braçal, invisível e perigoso, mas também essencial para uma cadeia econômica que movimenta milhões de reais e sustenta o turismo de pesca na região — indústria que raramente reconhece essas mãos femininas. Povo livre, trabalho invisível Pescadores artesanais, de modo geral, carregam uma característica que os distingue das demais profissões: a autonomia. São “um povo livre, que foge do paternalismo, do coronelismo, da relação empregado e patrão”, define André Luiz Siqueira, diretor da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/quem-sao-as-mulheres-que-sustentam-a-pesca-de-luxo-no-pantanal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Do Pantanal à Amazônia, mulheres indígenas são linha de frente na luta contra o fogo</title>
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					<pubDate>03 Dez 2025 08:14:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Júlia Moa]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2023, o Pantanal ardeu em chamas — no total, mais de 600 mil hectares foram queimados ao longo do ano, segundo o MapBiomas. Luciana Correia da Silva, brigadista indígena Kadiwéu, estava lá. Em meio à fuligem e ao calor, enquanto a fumaça avançava sobre as árvores e afugentava os animais, ela agia para reverter [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2023, o Pantanal ardeu em chamas — no total, mais de 600 mil hectares foram queimados ao longo do ano, segundo o MapBiomas. Luciana Correia da Silva, brigadista indígena Kadiwéu, estava lá. Em meio à fuligem e ao calor, enquanto a fumaça avançava sobre as árvores e afugentava os animais, ela agia para reverter esse cenário. “Eu nunca tinha visto um fogo daquela proporção; vinha de todos os lados, do solo e das copas dos ‘carandazeiros’ [áreas com grande concentração de carandá, palmeira da espécie Copernicia alba]. Fiquei muito apreensiva com o que poderia acontecer comigo”, disse ela à Mongabay. Luciana havia dado à luz naquele ano, mas o fogo atrapalhou seus planos. À época do relato, seu bebê tinha apenas seis meses de vida e ficou sob os cuidados de sua cunhada na aldeia Tomázia, na Terra Indígena (TI) Kadiwéu, próxima ao município de Bonito, no Mato Grosso do Sul. Tudo isso para que ela pudesse somar forças à luta travada contra os incêndios na mata. Hoje, dois anos depois, ela fala na posição de chefe de esquadrão da Brigada Kadiwéu 3, na qual coordena um grupo de seis indígenas que usam a experiência e o conhecimento para combater incêndios no Pantanal. Luciana é uma das poucas mulheres em atividade no campo — além dela, há apenas outra colega na ala feminina da equipe. A brigadista Luciana Correia (à direita) ao lado da colega de equipe, Neudines Félix. Foto: Alicce Rodrigues/Instituto Terra Brasilis. A atuação das duas, no&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/do-pantanal-a-amazonia-mulheres-indigenas-sao-linha-de-frente-na-luta-contra-o-fogo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cientistas apostam na clonagem para salvar a onça-pintada da extinção</title>
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					<pubDate>08 Out 2025 08:55:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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							<![CDATA[<p>MIRANDA, Mato Grosso do Sul — Foram três as tentativas de captura de uma onça-pintada. Chegamos à Fazenda Bodoquena, em Miranda, Mato Grosso do Sul, ao entardecer de uma quinta-feira. Parte da equipe foi instalar uma armadilha de laço perto de uma carcaça de vaca que havia sido encontrada mais cedo naquele dia. Como as [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MIRANDA, Mato Grosso do Sul — Foram três as tentativas de captura de uma onça-pintada. Chegamos à Fazenda Bodoquena, em Miranda, Mato Grosso do Sul, ao entardecer de uma quinta-feira. Parte da equipe foi instalar uma armadilha de laço perto de uma carcaça de vaca que havia sido encontrada mais cedo naquele dia. Como as onças costumam voltar por alguns dias para comer a presa, a captura era quase certa. Com mais de 70 mil hectares divididos entre Pantanal e Cerrado, a Fazenda Bodoquena concilia criação de gado e conservação de biodiversidade. Uma vez por mês, recebe pesquisadores do Reprocon, grupo especializado na reprodução assistida de animais silvestres. Naquela noite, voltamos ao alojamento para jantar e monitorar a movimentação à distância — acompanhando, via satélite, as imagens de uma câmera instalada no local da captura que chegavam através de um aplicativo de celular. Durante o monitoramento, a câmera mostrou uma fêmea, e não o macho que se acreditava ser o dono da carcaça. Ela estava desconfiada. Se aproximou e se afastou algumas vezes, e quando finalmente chegou perto o suficiente do laço, conseguiu desarmar o dispositivo, saindo em disparada. Os pesquisadores foram armar o laço novamente, mas naquela noite nenhuma outra onça apareceu. Na sexta-feira, uma nova carcaça foi encontrada, e a equipe montou a armadilha (o laço só é ativado no fim da tarde, para que nenhuma onça fique presa sob o calor do dia). Agora, com dois laços a postos, as chances eram dobradas. Não demorou muito; uma&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-apostam-na-clonagem-para-salvar-a-onca-pintada-da-extincao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>No Pantanal, a onça enfrenta um novo predador: turistas demais</title>
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					<pubDate>11 Set 2025 07:04:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Francesco Schneider-Eicke]]>
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							<![CDATA[PORTO JOFRE, Mato Grosso — Quando Oscar de Morais não está rastreando onças, você o encontra a bordo de sua casa-flutuante ancorada às margens do Rio São Lourenço. Ele se senta sob um mosquiteiro em duas cadeiras plásticas azuis empilhadas, assistindo novelas enquanto um ventilador sopra ar quente em sua direção. Até que alguém pergunta se ele pode mostrar uma onça. Então seus olhos se arregalam e ele sorri. Oscar é guia de passeios para avistamento de onças-pintadas (Panthera onca) no Pantanal mato-grossense, a maior planície alagável do mundo, abrangendo quase 200.000 km². Vinte e dois anos atrás, quando Oscar começou a transportar turistas de barco para observar onças, havia ainda uma violenta disputa entre elas e os pantaneiros. Era comum que fazendeiros invadissem o território onde as onças caçavam, o que as levava a predar o gado; quando isso acontecia, os fazendeiros as matavam. Encontrar onças no Pantanal foi se tornando cada vez mais raro. Hoje, o Pantanal é visto como um modelo de conservação da vida selvagem por meio do ecoturismo. Oscar e alguns outros guias foram os primeiros a perceber que safáris de onças poderiam ser lucrativos. Fazendeiros também começaram a ver que as onças valiam mais vivas do que mortas, atraindo visitantes de todo o mundo. Desde então, a avistagem de onças disparou. Pousadas são reservadas anos antes. Em nenhum outro lugar do mundo as onças vivem em densidades tão altas. “Em 2009, os operadores turísticos em nossa fazenda viam talvez três onças por ano”, diz&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/no-pantanal-a-onca-enfrenta-um-novo-predador-turistas-demais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Crise ecológica no Pantanal aumenta tensão entre onças e humanos</title>
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					<pubDate>20 Mai 2025 06:03:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Júlia Moa]]>
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							<![CDATA[Por volta das 8 horas da manhã, nos arredores da remota Serra do Amolar, no Mato Grosso do Sul, uma rotina que parecia corriqueira para o homem pantaneiro tomou um rumo inesperado. Era o ano de 2002, e Roberto Carlos Conceição Arruda, o Beto, então com 29 anos, saiu sozinho de casa para buscar água na nascente. Ao voltar, se deparou com uma onça-pintada pronta para atacar. Desesperado, correu em busca de abrigo, encontrando refúgio atrás de um tronco. A onça, no entanto, não o deixou em paz e, embora a madeira servisse como proteção parcial, Beto sofreu vários arranhões. A situação só teve outro desfecho graças à coragem de seu cachorro vira-lata, Elói, que avançou contra o animal. Ela capturou o cão e o levou para a margem do rio, deixando Beto para trás. A coexistência entre humanos e onças no Pantanal remonta a pelo menos 3 mil anos, quando populações indígenas passaram a ocupar o território. A região onde Beto vive e trabalha como piloteiro e guia turístico abriga uma imponente formação rochosa na fronteira do Brasil com a Bolívia, situada entre as cidades de Corumbá (MS) e Cáceres (MT), área que integra a Rede de Proteção e Conservação da Serra do Amolar. O local tem relevância ecológica: é um santuário para grandes vertebrados, como a onça-pintada (Panthera onca), cuja presença é continuamente registrada, e um refúgio estratégico para a sobrevivência da espécie e a preservação do bioma. “Não sinto mágoa do animal em relação ao acidente. Trabalho&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/crise-ecologica-no-pantanal-aumenta-tensao-entre-oncas-e-humanos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Reintrodução inédita de onça-pintada revela obstáculos à conservação da espécie no Brasil</title>
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					<pubDate>12 Mai 2025 06:09:06 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Pantanal, Soluções e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Em cerca de seis meses, Xamã já percorreu mais de 14 mil hectares de floresta amazônica. Todavia, bastante cauteloso, ele evita circular em áreas abertas ou perto de plantações. Esse macho de onça-pintada (Panthera onca) parece ser igual a outros milhares de indivíduos de sua espécie que vivem na Amazônia. Mas não é. Além do [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em cerca de seis meses, Xamã já percorreu mais de 14 mil hectares de floresta amazônica. Todavia, bastante cauteloso, ele evita circular em áreas abertas ou perto de plantações. Esse macho de onça-pintada (Panthera onca) parece ser igual a outros milhares de indivíduos de sua espécie que vivem na Amazônia. Mas não é. Além do colar GPS que carrega no pescoço, é um sobrevivente. E sua trajetória traz luz sobre as ameaças que o maior felino dos Américas enfrenta no Brasil. Xamã foi encontrado quando tinha aproximadamente dois meses de vida em uma propriedade rural na região de Sinop, no estado do Mato Grosso – uma área no Arco do Desmatamento da Amazônia frequentemente assolada por incêndios. A suspeita é que sua mãe tenha sido vítima do fogo ou perdido o filhote ao tentar fugir das chamas. Ao ser resgatado, Xamã foi levado inicialmente para o Hospital Veterinário da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). O filhote pesava pouco mais de 10 kg, estava desnutrido e desidratado. Lá recebeu os primeiros atendimentos, e exames mostraram que, embora debilitado, apresentava boa saúde. Além disso, era extremamente arredio. Ou seja, apesar do ocorrido, ele ainda preservava seus instintos naturais, o de ser um animal de vida selvagem, algo fundamental para uma possível reintrodução na natureza. Xamã em 2022, quando foi capturado no Mato Grosso. Foto: Noelly Castro/Proteção Animal Mundial O resgate de Xamã despertou a atenção da Proteção Animal Mundial, que viu ali uma oportunidade de usar sua história para alertar os&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/reintroducao-inedita-de-onca-pintada-revela-obstaculos-a-conservacao-da-especie-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisadores identificam áreas prioritárias para restauração nos biomas brasileiros</title>
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					<pubDate>17 Mar 2025 18:24:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caatinga, Cerrado, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Lei Ambiental, Mata Atlântica, Pantanal, Política Ambiental, Queimadas, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>O governo do Pará anunciou no início de março que irá conceder 30 mil hectares para empresas de restauração florestal na região do Triunfo do Xingu, uma das mais desmatadas da Amazônia. O modelo deve replicar o edital lançado no final de 2024 para a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, onde a empresa [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O governo do Pará anunciou no início de março que irá conceder 30 mil hectares para empresas de restauração florestal na região do Triunfo do Xingu, uma das mais desmatadas da Amazônia. O modelo deve replicar o edital lançado no final de 2024 para a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, onde a empresa vencedora vai assumir o trabalho de restauração em troca da comercialização dos créditos de carbono. A mesma lógica será aplicada à concessão da Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia, cujo edital deve ser lançado ainda neste ano pelo governo federal. Estudos para a concessão de outras sete áreas públicas também estão em andamento, segundo o Ministério do Meio Ambiente informou à Mongabay. Os projetos respondem a uma demanda cada vez maior da agenda climática global  — até 2030, as Nações Unidas estarão promovendo a Década da Restauração de Ecossistemas, em um claro entendimento de que controlar o desmatamento não será suficiente para combater as mudanças climáticas. A Ministra do Meio Ambiente Marina Silva lançou o chamado Novo Planaveg em outubro de 2024 durante a COP16, na Colômbia. Foto: Ministério do Meio Ambiente. Apesar de não sequestrar tanto carbono quanto a Amazônia, a vegetação do Cerrado ajuda a proteger algumas das principais bacias hidrográficas do Brasil. Imagem de Marizilda Cruppe/Greenpeace. Com 109 milhões de hectares de pastagens degradadas — área equivalente a duas Espanhas —, o Brasil tem enorme potencial de restauração. Mas projetos como estes costumam ser caros e complexos. Na maioria das vezes,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/pesquisadores-identificam-areas-prioritarias-para-restauracao-nos-biomas-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mulheres ganham renda própria e liderança com a natureza do Pantanal</title>
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					<pubDate>29 Jul 2024 16:31:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Marion Frank]]>
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							<![CDATA[Lá no mais profundo do Pantanal, onde a natureza impera sob os efeitos das mudanças climáticas, mulheres lutam para ganhar o próprio sustento, explorando o que aprenderam no convívio com irmãs, mães ou vizinhas. Os projetos Aguapé e Cumbaru, em andamento na região pantaneira desde março de 2023, são destaques dessa realidade. Ambos têm a VBIO (Vitrine da Biodiversidade Brasileira, plataforma online que faz a captação e o destino de recursos para projetos socioambientais) como parceira. Foi ela que atraiu o gigante na área de cosméticos, Avon, para aplicar a Repartição de Benefícios prevista na Lei da Biodiversidade em projetos que beneficiam o cotidiano de comunidades dessa área do país. “Uma das causas que a Avon defende é o fim da violência contra a mulher”, enfatiza Mariana Giozza, gerente de projetos da VBIO. “Por isso, apresentamos propostas de trabalho que contemplassem tanto a biodiversidade quanto o protagonismo feminino. ” Para acertar na escolha, a VBIO contou com a assistência da Rede Pantaneira, que representa comunidades tradicionais da região desde 2009. Onde as políticas públicas não conseguem chegar, seja por descaso ou ineficácia de diferentes esferas de governo, surge gente da terra para fazer a diferença. É o caso de Edinalda Pereira do Nascimento, de 34 anos, secretária-executiva da Rede Pantaneira e mãe solo de um “pantaneirinho” de 2 anos — ela diz ter preferido investir na maternidade independente, dada a insatisfação com os homens do lugar (“Marido? Ainda não encontrei&#8230;”). Natural de Barão de Melgaço, no Pantanal Norte, Edinalda conhece&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/mulheres-ganham-renda-propria-e-lideranca-com-a-natureza-do-pantanal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como um projeto na Argentina fez o tamanduá-bandeira ressurgir no RS depois de 130 anos</title>
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					<pubDate>27 Mar 2024 14:17:48 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sarah Brown]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Assistindo horas de filmagem registradas por uma armadilha fotográfica montada no Parque Estadual do Espinilho, no sudoeste do Rio Grande do Sul, em agosto de 2023, Fábio Mazim e sua equipe apostaram em possíveis avistamentos de lobos-guará ou cervos-do-pantanal, e torciam para vislumbrar um gato-dos-pampas, um dos felinos mais ameaçados do mundo. O que eles [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Assistindo horas de filmagem registradas por uma armadilha fotográfica montada no Parque Estadual do Espinilho, no sudoeste do Rio Grande do Sul, em agosto de 2023, Fábio Mazim e sua equipe apostaram em possíveis avistamentos de lobos-guará ou cervos-do-pantanal, e torciam para vislumbrar um gato-dos-pampas, um dos felinos mais ameaçados do mundo. O que eles não esperavam ver era um animal há muito considerado extinto na região. Para sua surpresa, o inconfundível focinho longo e a cauda peluda de um tamanduá-bandeira foram entrando desajeitadamente na imagem. “Quando vimos, eu e a equipe, a gente gritou muito e chorou bastante também”, disse à Mongabay o ecologista do Instituto Pró-Carnívoros. “Até custamos alguns dias para entender, para cair na realidade da importância do registro. Jamais se esperava o registro de um tamanduá-bandeira.” Vistos com vida pela última vez no sudoeste do Rio Grande do Sul em 1890, tamanduás-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) foram avistados 11 vezes na região desde agosto de 2023 – os cientistas não têm certeza se é o mesmo ou se são indivíduos diferentes. De qualquer forma, os avistamentos confirmam um fato inegável: o tamanduá-bandeira está de volta. Essa é uma grande vitória para o meio ambiente. Os tamanduás-bandeira têm um papel importante em seus ecossistemas, ajudando a controlar o número de insetos, criando poços de água ao cavar e servindo de presas para grandes felinos, como onças. O habitat do tamanduá-bandeira se estende da América Central até o cone sul da América Latina. Seu estado de conservação é “vulnerável”, embora&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/como-um-projeto-na-argentina-fez-o-tamandua-bandeira-ressurgir-no-rs-depois-de-130-anos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Hidrovia no Pantanal ameaça áreas protegidas e pode inviabilizar a própria navegação</title>
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					<pubDate>15 Mar 2024 08:40:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Animais, Conservação, Defaunação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Incêndios, Mamíferos, Pantanal, Queimadas, Recursos hídricos e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Um tiro no pé com impactos ambientais irreversíveis. É assim que ambientalistas e pesquisadores descrevem a proposta de construção de uma hidrovia no Rio Paraguai, principal formador do Pantanal. O projeto, que prevê o aprofundamento do leito do rio para atender aos interesses do agronegócio e da mineração, vem sendo paulatinamente implementado e ganhou fôlego [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um tiro no pé com impactos ambientais irreversíveis. É assim que ambientalistas e pesquisadores descrevem a proposta de construção de uma hidrovia no Rio Paraguai, principal formador do Pantanal. O projeto, que prevê o aprofundamento do leito do rio para atender aos interesses do agronegócio e da mineração, vem sendo paulatinamente implementado e ganhou fôlego no governo Lula.  Distribuído entre Brasil (91,6%), Bolívia (6,6%) e Paraguai (1,8%), o Pantanal é a maior área úmida de água doce do planeta e Patrimônio Natural Mundial da Humanidade. A alternância entre períodos de cheia e seca torna o bioma um berço de biodiversidade que abriga milhares de espécies de aves, plantas e peixes, além de ser o lar de comunidades tradicionais adaptadas aos pulsos de inundação. A gravidade dos impactos da Hidrovia Paraguai-Paraná levou a Associação para a Biologia Tropical e Conservação (ATBC, da sigla em inglês) a publicar uma resolução apelando para que o projeto não seja levado adiante. Segundo a entidade, que se autoproclama a maior organização científica do mundo dedicada aos ecossistemas tropicais, diversos estudos já demonstraram, &#8220;de forma clara e inequívoca, os danos ambientais e sociais previstos para este projeto&#8221;. As obras aconteceriam no Tramo Norte do Rio Paraguai, como são chamados os cerca de 700 quilômetros entre os municípios de Cáceres, em Mato Grosso, e Corumbá, em Mato Grosso do Sul. O trecho é utilizado por pequenas embarcações de turismo e pesca, mas o leito sinuoso e estreito impede a navegação de embarcações maiores e mais pesadas.  &hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/hidrovia-no-pantanal-ameaca-areas-protegidas-e-pode-inviabilizar-a-propria-navegacao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Brasil se torna referência na reintrodução de onças-pintadas</title>
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					<pubDate>15 Mai 2023 08:16:04 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Felinos, Incêndios, Mamíferos, Pantanal e Queimadas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A primeira reintrodução de um macho de onça-pintada na Amazônia deve acontecer em 2024; será mais um numa lista de felinos que têm voltado à natureza graças ao trabalho pioneiro da associação Onçafari. Na Amazônia, porém, os desafios são maiores, como a presença da floresta fechada, que torna mais difícil o monitoramento; a equipe espera fazer da região um laboratório para a reintrodução em biomas ainda mais complicados, como a Mata Atlântica.</p>
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]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Xamã tem um ano de idade. O filhote de onça-pintada (Panthera onca) foi encontrado sozinho, bastante desnutrido e debilitado, numa propriedade particular na região de Sinop, em Mato Grosso, em agosto de 2022. Não havia nem sinal de sua mãe. A suspeita é que ela tenha morrido ou os dois tenham se separado por causa de um incêndio de grandes proporções numa área próxima. Resgatado por autoridades ambientais, Xamã foi levado inicialmente para o Hospital Veterinário da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e poderia ter tido o destino de outros órfãos como ele: acabar em um zoológico ou um santuário de animais. Mas esse filhote tem um futuro diferente traçado para ele. Deve se tornar o primeiro macho de onça-pintada a ser reintroduzido na Amazônia. Ele irá aumentar a lista de indivíduos da espécie que têm voltado à natureza depois de serem resgatados ainda muito jovens, graças a um trabalho pioneiro realizado no Brasil pelo Onçafari, projeto que alia ecoturismo, conservação e pesquisa científica. O jovem macho Xamã, em seu recinto de reabilitação, no Pará, à espera de ser devolvido à natureza. Foto: Noelly Castro/Proteção Animal Mundial O pioneirismo brasileiro no processo de reintrodução de onças-pintadas começou por acaso. Já havia algumas tentativas feitas anteriormente por outras instituições, mas o passo inicial se deu após uma tragédia no final de 2014. Naquela ocasião, uma família de onças foi parar no topo de uma árvore, descansando após uma travessia cansativa do Rio Paraguai. Polícia ambiental e bombeiros foram chamados, já&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/brasil-se-torna-referencia-na-reintroducao-de-oncas-pintadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Pantanal está em risco de colapso, advertem cientistas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/02/pantanal-esta-em-risco-de-colapso-advertem-cientistas/</link>
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					<pubDate>23 Fev 2023 09:59:45 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sharon Guynup]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Animais, Aves, Conservação, Defaunação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Incêndios, Mamíferos, Pantanal, Queimadas, Recursos hídricos e Répteis]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Uma confluência de atividades humanas no Brasil e no mundo, incluindo desmatamento e mudanças climáticas, está aquecendo essa paisagem, ameaçando todo o ecossistema com secas, incêndios florestais e perda de habitat. Um plano de hidrovia no Rio Paraguai pode ser uma sentença de morte para a manutenção do equilíbrio do ecossistema pantaneiro.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/pantanal-esta-em-risco-de-colapso-advertem-cientistas/" data-wpel-link="internal">Pantanal está em risco de colapso, advertem cientistas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Cruzamos as águas rasas do Corixo Negro em um barco aberto, examinando as águas sufocadas por aguapés e os galhos baixos das árvores em busca de vida selvagem. Dezenas de jacarés-do-pantanal (Caiman yacare) tomavam sol na praia ou espreitavam na água, parcialmente submersos. Um martim-pescador-grande (Megaceryle torquata), de penas azuis e vermelhas, mergulhava no rio em busca de uma refeição, enquanto capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris) mastigavam a vegetação da margem. Inúmeros pássaros pousavam ou voavam: águias, colhereiros de penas rosadas, papagaios barulhentos e aves aquáticas apoiadas em uma perna só. Tuiuiús (Jabiru mycteria) planavam no céu com suas envergaduras de 2,7 metros. Uma família de ariranhas (Pteronura brasiliensis) pescava a jusante. Na sequência, vislumbramos aquilo que nos trouxe para o Pantanal: uma onça-pintada (Panthera onca), bem camuflada, quase imperceptível, olhando-nos dos arbustos banhados pela luz do sol. Enquanto silenciávamos o motor e lançávamos âncora, um pequeno filhote saiu das sombras e se aconchegou ao lado de sua mãe. Ela cuidava de seu rebento com ternura e minúcia, ignorando-nos. Logo depois, os dois se levantaram e desapareceram na mata. O fotógrafo Steve Winter e eu avistamos um número extraordinário de onças-pintadas durante nossa expedição em setembro passado pelo norte do Pantanal. Este é um bioma que conhecemos bem: há muito tempo venho realizando reportagens aqui, e Winter começou a documentar as onças-pintadas pantaneiras em 1998, retornando diversas vezes. Mas as mudanças que ocorreram nos cinco anos desde nossa última expedição agora colocam as onças-pintadas e todo este ecossistema em perigo. As faixas ciliares ao longo dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/pantanal-esta-em-risco-de-colapso-advertem-cientistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Incêndios no Pantanal transformam fazendeiros em bombeiros</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/12/incendios-no-pantanal-transformam-fazendeiros-em-bombeiros/</link>
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					<pubDate>15 Dez 2022 06:18:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sarah Brown]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Animais, Conservação, Defaunação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Incêndios, Pantanal, Queimadas e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Moisés Oliveira de Carmo relata um dia em 2020, quando viu uma cadeia de chamas se espalhar lateralmente nas bordas de sua fazenda, unindo-se para então criar uma enorme parede de fogo. Para ele, o vento foi o maior problema, pois alimentou as chamas em diversas direções, deixando ele e sua família ansiosos enquanto olhavam [&#8230;]</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Moisés Oliveira de Carmo relata um dia em 2020, quando viu uma cadeia de chamas se espalhar lateralmente nas bordas de sua fazenda, unindo-se para então criar uma enorme parede de fogo. Para ele, o vento foi o maior problema, pois alimentou as chamas em diversas direções, deixando ele e sua família ansiosos enquanto olhavam para onde o fogo iria em seguida, rezando para que não se aproximasse ainda mais de sua propriedade na comunidade Furna Dois em Poconé, no meio-oeste de Mato Grosso. Eles estavam armados com galhos grossos e baldes de água para apagar as chamas, mas sabiam que isso seria inútil contra o fogo que se elevava a 4 metros de altura. Oliveira foi um entre as centenas de agricultores afetados pelos incêndios recordes de 2020 no Pantanal. Ele foi um dos poucos que tiveram sorte: as chamas contornaram a pequena propriedade da família e acabaram sendo apagadas por alguns dos poucos bombeiros estaduais que estavam espalhados por milhões de hectares combatendo os incêndios. Os danos ao Pantanal foram devastadores. Em 2020, cerca de 4 milhões de hectares foram destruídos por incêndios &#8211; quase o tamanho do estado do Rio de Janeiro. As chamas mataram pelo menos 17 milhões de vertebrados e devastaram a vida de milhares de habitantes. &#8220;Na maior planície alagada do mundo, as pessoas da região não tinham água para beber&#8221;, diz Vinicius Silgueiro, coordenador do Instituto Centro de Vida, uma organização sem fins lucrativos para a conservação da terra. Abrangendo 210 mil quilômetros&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/12/incendios-no-pantanal-transformam-fazendeiros-em-bombeiros/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>A luta para salvar os últimos cervos-do-pantanal no Sul do Brasil</title>
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					<pubDate>24 Nov 2022 06:12:47 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Aldem Bourscheit]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Caça, Cerrado, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Pantanal, Queimadas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Os últimos cervos-do-pantanal no Rio Grande do Sul vivem isolados em duas reservas ambientais na Região Metropolitana de Porto Alegre. Os animais mudaram hábitos tentando driblar as ameaças e podem até ter reduzido de tamanho pelo isolamento histórico.</p>
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							<![CDATA[A última população conhecida do cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus) no Rio Grande do Sul está isolada em reservas ambientais na Região Metropolitana da capital Porto Alegre, onde vivem 4,4 milhões de pessoas. Governo, cientistas e ONGs agem para salvá-la, inclusive recuperando e conectando áreas protegidas pressionadas por caçadores, cachorros e agrotóxicos. Estendendo-se pelos municípios de Glorinha, Gravataí, Viamão e Santo Antônio da Patrulha, a Área de Proteção Ambiental (APA) do Banhado Grande e o Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos são a tábua de salvação dos últimos 30 cervos pantaneiros no estado mais meridional do país. A área total protegida tem quase 140 mil hectares, similares à extensão da cidade de São Paulo, mas os animais se concentram nos 2,5 mil hectares do refúgio, onde a presença humana é mais restrita do que na APA. O grupo acabou isolado com a destruição de áreas úmidas pelo agronegócio, urbanização e obras de infraestrutura. Outras pressões assombram seu futuro. O Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos (amarelo) e a Área de Proteção Ambiental do Banhado Grande (vermelho) estão na vizinhança do município de Porto Alegre (azul) e abrigam os últimos cervos-do-pantanal no RS. Mapa: Google Earth/Sema-RS/ObservaPoA/Mongabay “Cachorros atacam adultos e filhotes de cervos. As reservas sofrem com a caça de capivaras, jacarés e marrecos, drenagem para agricultura e agrotóxicos”, diz Alexandre Krob, coordenador Técnico e de Políticas Públicas do Instituto Curicaca. A ONG lidera o Programa de Conservação do cervo-do-pantanal no Rio Grande do Sul (Procervo). Segundo ele, os cervos tentam&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/11/a-luta-para-salvar-os-ultimos-cervos-do-pantanal-no-sul-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Colisões entre aviões e animais somam mais de 2 mil por ano no Brasil</title>
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					<pubDate>14 Nov 2022 07:55:17 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Dimas Marques/Fauna News]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Cerrado, Conservação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Mata Atlântica, Pantanal e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>O Brasil tem registrado mais de 2 mil colisões entre animais e aeronaves por ano; os números, porém, são subnotificados e não especificam todas as espécies atingidas. Quero-queros (Vanellus chilensis), carcarás (Caracara plancus) e urubus (família Cathartidae) são as espécies mais afetadas.</p>
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							<![CDATA[As colisões de aeronaves com animais chamam a atenção pelo risco que esses eventos significam para a segurança dos voos. Somente no Brasil, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) registra mais de 2 mil casos por ano. Entretanto, esse e outros impactos negativos do tráfego de aviões sobre a fauna silvestre são pouco estudados com enfoque na conservação e bem-estar dos animais por cientistas e gestores desse meio de transporte no país. “Vejo que as pesquisas são bem mais voltadas para a segurança das operações. Poucas citam o impacto sobre a fauna ou citam apenas marginalmente”, afirma a bióloga e diretora World Birdstrike Association (WBA), Mariane Biz. Sócia da ProHabitat (empresa que atua em aeroportos na gestão de questões envolvendo animais) e diretora na Rede Brasileira de Especialistas em Ecologia de Transportes (REET Brasil),  ela explicou à Mongabay que, no Brasil, prevalece a ideia de que as espécies atingidas em colisões com aviões não são de “relevante interesse ecológico” por serem consideradas “comuns”. Entretanto, Biz destaca que esse discurso prevalente pode não corresponder à realidade. Entre os motivos estão a subnotificação de colisões com animais e o fato de 47% dos registros no Sistema de Gerenciamento de Risco Aviário (Sigra) do Cenipa não apontarem a identificação da espécie do animal envolvido. “Será que na situação atual do mundo, à beira do precipício em relação aos seus limites planetários, podemos ignorar as chamadas ‘espécies comuns’?”, reflete Biz. O Sigra é um banco de dados gerenciado pelo Cenipa&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/11/colisoes-entre-avioes-e-animais-somam-mais-de-2-mil-por-ano-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>No Pantanal, incêndios precoces sinalizam um “novo normal”</title>
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					<pubDate>26 Ago 2022 05:50:45 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ana Ionova]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Água, Animais, Aves, Conservação, Defaunação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Incêndios, Mamíferos, Pantanal, Queimadas, Recursos hídricos e Répteis]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Novos incêndios estão atingindo trechos do Pantanal, inclusive o Parque Estadual do Rio Negro, área protegida com rica biodiversidade de espécies de plantas e animais. As chamas afetaram pelo menos 10.062 hectares do parque de 78.302 hectares.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/no-pantanal-incendios-precoces-sinalizam-um-novo-normal/" data-wpel-link="internal">No Pantanal, incêndios precoces sinalizam um “novo normal”</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Os incêndios começaram pequenos, queimando um punhado de áreas em um trecho do Pantanal Sul. Alimentadas por meses de seca, as chamas rapidamente se espalharam pelos campos ressequidos do Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, unindo-se num único incêndio. Dados da Universidade de Maryland e da Nasa, a agência espacial norte-americana, visualizados pela Global Forest Watch, mostram que os incêndios começaram em maio. Em dois meses, se alastraram por cerca de 450 quilômetros quadrados, reduzindo a vegetação no caminho a cinzas. Em meados de julho, uma brigada de 30 bombeiros e voluntários foi enviada ao parque e à região do entorno para combater as chamas. Depois de dias lutando contra o fogo, conseguiram controlar o incêndio e impedir seu avanço para uma fazenda próxima – mas não antes que tivesse queimado 10.062 hectares, quase 13% do parque. Imagens recentes de satélite sugerem que os incêndios recomeçaram no início de agosto, mas foram extintos em 14 de agosto. “Eles fizeram tudo o que podiam”, conta Leonardo Pereira Gomes, diretor estratégico da SOS Pantanal,  organização sem fins lucrativos que ajudou a coordenar o combate às chamas. “Mas o solo está muito seco, as chuvas não vieram. Com essas condições climáticas, a situação é realmente preocupante.” O Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro se estende por 78.302 hectares, passando pelos municípios de Aquidauana e Corumbá, no Mato Grosso do Sul. A reserva é composta por campos, lagoas e floresta submersa. Bastante valorizada pelos biólogos, a área é conhecida como local de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/no-pantanal-incendios-precoces-sinalizam-um-novo-normal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Perda de habitat e mudanças climáticas devolvem arara-azul à lista de espécies ameaçadas</title>
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					<pubDate>28 Jul 2022 17:24:18 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Água, Animais, Aves, Cerrado, Conservação, Defaunação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Incêndios, Pantanal, Queimadas, Recursos hídricos e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A arara-azul, o maior psitacídeo do mundo, está prestes a voltar à lista de espécies ameaçadas do Brasil, menos de uma década depois que intensos esforços de conservação a tiraram da lista. Especialistas em conservação atribuem a queda na população dessas aves à perda de habitat devido aos incêndios no Pantanal e ao desmatamento contínuo na Amazônia e no Cerrado.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/07/perda-de-habitat-e-mudancas-climaticas-devolvem-arara-azul-a-lista-de-especies-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Perda de habitat e mudanças climáticas devolvem arara-azul à lista de espécies ameaçadas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Menos de uma década desde que ações de conservação ajudaram a tirar a arara-azul da lista de espécies ameaçadas do Brasil, a icônica ave de cor azul-cobalto está de volta ao vermelho, em consequência da perda de habitat e das mudanças climáticas. O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave) atualizou a categoria da ave, antes considerada vulnerável, no fim de abril, a partir uma avaliação realizada com especialistas de fora sobre o risco de extinção da espécie com base nos critérios da Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). A arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus) continua na categoria de vulnerável da Lista Vermelha da UICN, que avalia a situação de conservação da espécie nos lugares em que está presente no mundo, que incluem a Bolívia e o Paraguai. A mudança para a categoria de espécie ameaçada no Brasil ainda não é oficial. O Cemave precisa enviar suas descobertas para a Comissão Nacional de Biodiversidade, responsável por analisar e aprovar a inserção da arara-azul na Lista Nacional de Espécies Ameaçadas. Não há prazo, contudo, para que essas etapas sejam concluídas. A última edição da lista foi publicada em 7 de junho, e inclui espécies que foram avaliadas entre 2015 e maio de 2021. “Naquele ano, os dados mostraram que os esforços de conservação, realizados especialmente pelo Instituto Arara-Azul, estavam mantendo a maior população da espécie, localizada no bioma do Pantanal, em condições seguras”, disse Priscilla do Amaral, coordenadora da Cemave, à Mongabay. “Não é confortável&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/07/perda-de-habitat-e-mudancas-climaticas-devolvem-arara-azul-a-lista-de-especies-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Animais e estradas no Brasil: muito mais do que atropelamentos</title>
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					<pubDate>03 Mai 2022 06:38:31 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Dimas Marques/Fauna News]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Animais e veículos]]></category>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Cerrado, Conservação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Mata Atlântica, Pantanal e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Os mais de 1,7 milhão de quilômetros de rodovias e estradas brasileiras são palco diário de colisões entre veículos e animais. Estimativa sugere que mais de 400 milhões de vertebrados silvestres morram atropelados todo ano no Brasil.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/animais-e-estradas-no-brasil-muito-mais-do-que-atropelamentos/" data-wpel-link="internal">Animais e estradas no Brasil: muito mais do que atropelamentos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[No Brasil, os mais de 1,7 milhão de quilômetros de rodovias e estradas são palco de massacres diários pelas colisões envolvendo animais e causam problemas que não chegam ao conhecimento da maioria das pessoas. Segundo pesquisadores, a retirada da vegetação seguida do tráfego de veículos geram impactos negativos para a fauna silvestre que vão além dos atropelamentos. “As fatalidades [atropelamentos] são o impacto mais percebido, pois todo o usuário se enxerga como um potencial envolvido em colisões ou presencia carne e sangue frescos espalhados pelo asfalto”, destaca o coordenador do Núcleo de Ecologia de Rodovias e Ferrovias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NERF-UFRGS), Andreas Kindel. Ainda que avesso às tentativas de estimar quantos animais morrem nas estradas e rodovias do Brasil, por considerar tais números pouco confiáveis, o pesquisador admite que esses dados ajudam a dar relevância ao problema por ter um grande potencial de mobilização da opinião pública. O Centro Brasileiro de Ecologia de Estradas (CBEE) da Universidade Federal de Lavras (UFLA) tem uma estimativa de 2013 que escancara o problema: 475 milhões de vertebrados silvestres morrem por atropelamento todos os anos nas estradas e rodovias do Brasil. “Acredito que esse número seja bem maior, pois em poucas estradas temos monitoramento ou alguma informação”, afirma a bióloga e pesquisadora Cecília Bueno, da Rede Brasileira de Especialistas em Ecologia de Transportes (REET Brasil). Anta de 210 quilos morta por atropelamento do Núcleo Santa Virgínia do Parque Estadual da Serra do Mar (PESM). Foto: Instituto Profauna Para o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/animais-e-estradas-no-brasil-muito-mais-do-que-atropelamentos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Quase 17 milhões de animais morreram nos incêndios de 2020 no Pantanal, revela estudo</title>
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					<pubDate>17 Jan 2022 14:17:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Animais, Aves, Conservação, Defaunação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Incêndios, Mamíferos, Pantanal, Queimadas, Recursos hídricos e Répteis]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Cientistas chegaram a essa estimativa realizando pesquisas de amostragem à distância, caminhando por trechos do Pantanal pouco depois dos incêndios e contando o número de vertebrados mortos que encontravam.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/01/quase-17-milhoes-de-animais-morreram-nos-incendios-de-2020-no-pantanal-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Quase 17 milhões de animais morreram nos incêndios de 2020 no Pantanal, revela estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Ao longo de 2020, numerosos incêndios atingiram o Pantanal, maior região de planície alagada do mundo, que abrange áreas do Brasil, Bolívia e Paraguai. Quando o ano chegou ao fim, o fogo tinha impactado cerca de 4,5 milhões de hectares, o que corresponde a 30% do bioma e representa 22 vezes a área queimada entre 2000 e 2018. Quando bombeiros e voluntários lutavam contra as chamas, encontraram onças com patas chamuscadas, antas com manchas vermelhas por toda a pele a e corpos de jacarés que não haviam conseguido fugir a tempo. Agora cientistas conseguiram estimar quantos animais perderam a vida durante os incêndios de 2020 no Pantanal. De acordo com um estudo publicado pela Scientific Reports, foram quase 17 milhões de vertebrados, incluindo mamíferos, répteis e aves. “Os números que estimamos não me surpreenderam tanto”, disse o autor principal do estudo, Walfrido Tomas, da divisão Pantanal da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agroupecuária). “Dada a escala e intensidade dos incêndios, bem como a abundância de vida selvagem no Pantanal, já esperávamos que os resultados fossem imensos.” Os pesquisadores chegaram a essa estimativa conduzindo pesquisas por amostragem à distância, trabalhando com equipes locais para caminhar ao longo de trechos do Pantanal e contar o número de animais mortos que encontravam. Entre agosto e novembro de 2020, eles percorreram 115 quilômetros do Pantanal, visitando alguns lugares pouco depois dos incêndios. Membros da ONG Panthera trabalhando no combate a incêndio no Pantanal. Foto: Fernando Tortato/Panthera. A equipe conseguiu identificar mais de 300 animais&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/01/quase-17-milhoes-de-animais-morreram-nos-incendios-de-2020-no-pantanal-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Comunidade de onças pescadoras é descoberta em área remota do Pantanal</title>
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					<pubDate>07 Dez 2021 05:24:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Dimas Marques/Fauna News]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Água, Conservação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Felinos, Incêndios, Mamíferos, Pantanal, Queimadas e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>A fartura de animais aquáticos e semiaquáticos na Estação Ecológica de Taiamã (MT) transformou a dieta das onças-pintadas da região; quase metade do que consomem são peixes. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/12/comunidade-de-oncas-pescadoras-e-descoberta-em-area-remota-do-pantanal/" data-wpel-link="internal">Comunidade de onças pescadoras é descoberta em área remota do Pantanal</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A Estação Ecológica de Taiamã, pequena unidade de conservação que protege um trecho praticamente intocado do Pantanal do estado do Mato Grosso, abriga uma peculiar preciosidade: onças-pintadas (Panthera onca) pescadoras. Pesquisadores de diversas instituições descobriram que a base da dieta da população da espécie que vive na área protegida é composta majoritariamente por peixes e jacarés. A comprovação é inédita para esses felinos que, em geral, se alimentam de mamíferos terrestres. E essa não é a única descoberta divulgada em um artigo publicado pela revista Ecology. A fartura de peixes e jacarés na estação ecológica é tamanha que está sustentando a maior densidade de onças-pintadas conhecida. A estimativa é de 12,4 animais por 100 quilômetros quadrados. E, diferentemente do que se afirma sobre o comportamento desses felinos, tidos como solitários e territorialistas, em Taiamã eles socializam, pescam e caçam juntos e até brincam uns com os outros. “O resultado que tivemos foi surpreendente”, afirma um dos autores do artigo, Ronaldo Morato, coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap) do ICMBio. Veterinário e pesquisador da espécie, ele relatou à Mongabay que a população de onças-pintadas da Estação Ecológica de Taiamã começou a ser pesquisada em 2011. Imagem de onça-pintada pescando uma cachara captada por armadilha fotográfica. As novas informações surgiram quando Charlotte Eriksson, doutoranda do Departamento de Ciências da Pesca, Vida Selvagem e Conservação da Universidade do Estado do Oregon (EUA), propôs ao Cenap o desenvolvimento de estudos para verificar a hipótese de que a população&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/12/comunidade-de-oncas-pescadoras-e-descoberta-em-area-remota-do-pantanal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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