<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?topic=mamiferos-pt-br&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/mamiferos-pt-br/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Fri, 21 Aug 2026 17:11:11 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>
				<item>
					<title>15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>19 Ago 2026 10:50:51 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/08/13175135/4.-Macaco-aranha_Credito_Sergio-Leal-1-scaled-1-scaled-1-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195957</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia e Mato Grosso]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Conservação de Florestas Tropicais, Estradas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Como um projeto em Mato Grosso reduziu drasticamente o número de animais atropelados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Era por volta das 7h da manhã, havia uma forte neblina, e o biólogo Gabriel Falquetto já tinha visto alguns animais atropelados na rodovia ES-164, no Espírito Santo. Ele estava a caminho da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Kaetés, na Mata Atlântica, onde trabalha com monitoramento da fauna e de atropelamentos na região. De repente, avistou no asfalto o corpo de um primata sem vida. Era um sagui-da-serra-claro (Callithrix flaviceps), espécie classificada como criticamente em perigo pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Estima-se que restem cerca de 2.500 indivíduos em vida livre. É um dos primatas mais ameaçados do planeta. “Foi extremamente doloroso e desanimador. Nós percorremos essa região diariamente monitorando a fauna e comemoramos cada encontro com grupos de saguis-da-serra-claro na floresta”, contou Gabriel à Mongabay. “Encontrar um indivíduo nessas condições causa um sentimento de tristeza e impotência. Além da perda daquele animal, o episódio nos lembra dos impactos que nossas atividades causam sobre a biodiversidade.” A cerca de 2.900 km dali, no município de Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso, casos como o do atropelamento do sagui-da-serra-claro, ocorrido em junho deste ano, não são registrados desde 2024. Desde então, foram instaladas oito pontes de dossel para conectar trechos de floresta fragmentada na estrada de acesso à cidade. Imagens de armadilhas fotográficas revelaram que, em 15 meses, as passagens aéreas de fauna proporcionaram 15 mil travessias seguras de animais arborícolas. E nenhum atropelamento. Instalação das primeiras pontes de dossel em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Antas, morcegos e ninhos: como o plástico se infiltra na fauna amazônica</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/antas-morcegos-e-ninhos-como-o-plastico-se-infiltra-na-fauna-amazonica/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/antas-morcegos-e-ninhos-como-o-plastico-se-infiltra-na-fauna-amazonica/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>11 Ago 2026 10:00:31 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/08/07160250/tapir-in-suriname-e1786118910743-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195890</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Microplásticos na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Aves, Fauna, Insetos, Mamíferos, Peixes, Poluição e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Na foz do Amazonas, aves já constroem ninhos azuis com plástico descartado.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/antas-morcegos-e-ninhos-como-o-plastico-se-infiltra-na-fauna-amazonica/" data-wpel-link="internal">Antas, morcegos e ninhos: como o plástico se infiltra na fauna amazônica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Esta é a terceira e última reportagem de uma série especial sobre microplásticos na Amazônia. Leia a primeira e a segunda reportagens. MANAUS, AM — Saindo da capital amazonense e subindo o rio Negro de barco, o percurso até o Parque Nacional de Anavilhanas leva de oito a nove horas, ao longo de aproximadamente 100 quilômetros. A unidade de conservação foi criada para proteger um dos maiores arquipélagos de água doce do mundo, com mais de 400 ilhas e 60 lagos. Entre eles está o lago do Prato, com cerca de 3,5 quilômetros de comprimento e 1,5 quilômetro de largura. Mesmo ali, em uma área protegida e distante da pressão urbana, microplásticos foram encontrados no trato digestivo dos peixes. Um recente estudo registrou microplásticos nas águas do lago do Prato em concentração média de 0,25 partículas por litro, e também nos peixes analisados, independentemente de seus hábitos alimentares — uma média de 3,3 partículas por peixe. No total, cerca de oito em cada dez peixes continham microplásticos. Mesmo em uma área conservada e afastada dos centros urbanos. “Devido a toda a dinâmica de conectividade que existe entre os ambientes aquáticos na Amazônia, encontra-se o plástico até mesmo nos lugares mais remotos”, explica o biólogo Adalberto Val, um dos autores do trabalho. O caminho provável do plástico começa antes do lago. A maioria das partículas encontradas nos peixes analisados era formada por filamentos de poliamida, também conhecida como náilon, além de fragmentos de materiais como o PET. Fibras de roupas sintéticas,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/antas-morcegos-e-ninhos-como-o-plastico-se-infiltra-na-fauna-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/antas-morcegos-e-ninhos-como-o-plastico-se-infiltra-na-fauna-amazonica/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Liberação de armas por Bolsonaro impulsionou caça ilegal, indica estudo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/liberacao-de-armas-por-bolsonaro-impulsionou-caca-ilegal-indica-estudo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/liberacao-de-armas-por-bolsonaro-impulsionou-caca-ilegal-indica-estudo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>22 Jul 2026 13:16:03 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Adele Santelli]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/20131636/AP22116534634991-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195652</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Aves, Caça, Crime Ambiental, Fauna, Mamíferos e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>“Eu quero todo mundo armado”. A frase do ex-presidente Jair Bolsonaro dita em reunião ministerial, em maio de 2020, escancarou o cumprimento de uma promessa feita por ele enquanto candidato à Presidência da República, em 2018. Na ocasião, ele cobrou dos ministros a assinatura da portaria que aumentou o limite de compra de munições por [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/liberacao-de-armas-por-bolsonaro-impulsionou-caca-ilegal-indica-estudo/" data-wpel-link="internal">Liberação de armas por Bolsonaro impulsionou caça ilegal, indica estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“Eu quero todo mundo armado”. A frase do ex-presidente Jair Bolsonaro dita em reunião ministerial, em maio de 2020, escancarou o cumprimento de uma promessa feita por ele enquanto candidato à Presidência da República, em 2018. Na ocasião, ele cobrou dos ministros a assinatura da portaria que aumentou o limite de compra de munições por civis. Durante a campanha e ao longo do seu mandato, Bolsonaro promoveu e executou fortemente a agenda armamentista, com impactos diretos na caça ilegal de animais silvestres. De acordo com dados de 2023, levantados pelos institutos Igarapé e Sou da Paz, a quantidade de armas em acervos particulares de civis e militares no Brasil chegou a quase 3 milhões entre 2019 e 2022 — ou seja, durante o governo Bolsonaro — contra pouco mais de 1,3 milhão em 2018, quando quase metade pertencia a militares. As medidas adotadas na gestão de Bolsonaro facilitaram o acesso a armamentos no país, principalmente entre caçadores, atiradores desportivos e colecionadores, conhecidos como CACs. Segundo o levantamento, 59 mil armas haviam sido compradas por CACs em 2018. Em 2022, foram 431 mil. Nesse período, o grupo que antes respondia por 27% do arsenal saltou para 42,5% e passou a ser o principal dono de acervos particulares de armas de fogo no país, antes liderado por militares. Esse aumento do acesso às armas de fogo, incentivado e facilitado por Jair Bolsonaro, foi um dos principais fatores de prevalência da caça ilegal de animais silvestres no Brasil. Foi o que revelou um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/liberacao-de-armas-por-bolsonaro-impulsionou-caca-ilegal-indica-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/liberacao-de-armas-por-bolsonaro-impulsionou-caca-ilegal-indica-estudo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Doenças de gatos domésticos ameaçam felinos selvagens no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/doencas-de-gatos-domesticos-ameacam-felinos-selvagens-no-brasil/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/doencas-de-gatos-domesticos-ameacam-felinos-selvagens-no-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Jul 2026 12:50:34 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Lucas Berti]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/20200910/082_Ocelot_in_Encontro_das_Aguas_State_Park_Photo_by_Giles_Laurent-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195677</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Biodiversidade, Defaunação, Doenças, Fauna, Felinos, Mamíferos e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Não bastasse a caça, o tráfico ilegal e a degradação de seus habitats, os felinos selvagens brasileiros enfrentam ainda outra ameaça, bem menos visível: a contaminação por doenças que acometem animais domésticos. Isso inclui animais como a onça-pintada (Panthera onca), a suçuarana (Puma concolor) e a jaguatirica (Leopardus pardalis). “Há um risco para todas as [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/doencas-de-gatos-domesticos-ameacam-felinos-selvagens-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Doenças de gatos domésticos ameaçam felinos selvagens no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Não bastasse a caça, o tráfico ilegal e a degradação de seus habitats, os felinos selvagens brasileiros enfrentam ainda outra ameaça, bem menos visível: a contaminação por doenças que acometem animais domésticos. Isso inclui animais como a onça-pintada (Panthera onca), a suçuarana (Puma concolor) e a jaguatirica (Leopardus pardalis). “Há um risco para todas as espécies de felinos. Principalmente para nossas espécies nativas e para as que estão ameaçadas de extinção”, disse Flavia Tirelli, doutora em zoologia e coordenadora da Geoffroy’s Cat Working Group, uma rede internacional que luta pela conservação do gato-do-mato-grande (Leopardus geoffroyi) e de outros felinos silvestres. Segundo a especialista, que também atua como pesquisadora no Laboratório de Evolução, Sistemática e Ecologia de Aves e Mamíferos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o avanço de doenças comuns entre gatos domésticos (Felis catus) — como o vírus da imunodeficiência felina (FIV), o vírus da leucemia felina (FeLV) e a panleucopenia, causada pelo parvovírus felino (FPV), entre outros — pode impactar significativamente a fauna de felídeos em todo o Brasil. “As espécies ameaçadas têm populações menores e mais isoladas dentro de nossa matriz antrópica [ambientes naturais modificados pela ação humana] e também podem estar próximas de animais domésticos que carregam esses vírus”, disse à Mongabay. Um gato-do-mato-grande (Leopardus geoffroyi) descansa em um tronco de árvore. Foto: Fernando da Rosa via Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0). Segundo estimativas, o Brasil ocupa o terceiro lugar no pódio global em número de animais de estimação, com cerca de 30&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/doencas-de-gatos-domesticos-ameacam-felinos-selvagens-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/doencas-de-gatos-domesticos-ameacam-felinos-selvagens-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Projeto de gestão indígena pode ajudar a conservar a onça-pintada</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/projeto-de-gestao-indigena-pode-ajudar-a-conservar-a-onca-pintada/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/projeto-de-gestao-indigena-pode-ajudar-a-conservar-a-onca-pintada/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>16 Jul 2026 18:46:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[James HallKarla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/09/10210235/Onca_do_Pantanal-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195608</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Fauna, Felinos, Indígenas, Mamíferos, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Reflorestamento, Soluções, Terras Indígenas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>PAU BRASIL, Brasil — O líder indígena Fábio Titiah, do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe relembra a noite em que percorreu a trilha até a aldeia Água Vermelha, na Terra Indígena (TI) Caramuru-Paraguassu. Por volta das 22h, ele conta que uma sombra surgiu da vegetação rasteira e atravessou a estrada. Surpreso, viu a pelagem brilhante e negra [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/projeto-de-gestao-indigena-pode-ajudar-a-conservar-a-onca-pintada/" data-wpel-link="internal">Projeto de gestão indígena pode ajudar a conservar a onça-pintada</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[PAU BRASIL, Brasil — O líder indígena Fábio Titiah, do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe relembra a noite em que percorreu a trilha até a aldeia Água Vermelha, na Terra Indígena (TI) Caramuru-Paraguassu. Por volta das 22h, ele conta que uma sombra surgiu da vegetação rasteira e atravessou a estrada. Surpreso, viu a pelagem brilhante e negra como a noite e reconheceu um dos animais mais raros da Mata Atlântica brasileira: uma onça-preta (Panthera onca). Para Titiah, um dos 21 caciques da TI, localizada no sul da Bahia, o breve avistamento do felino foi um encontro espiritual e um sinal de mudanças em curso no território. “Houve uma época em que a gente começou o processo de retomada do nosso território e encontrou uma boa parte da nossa terra transformada em pastos para gado”, disse Titiah à Mongabay, em sua casa no município de Pau Brasil, adjacente à TI, onde ele é vereador. “O nosso povo deixou uma boa parte dessas áreas voltarem a regenerar. E alguns animais que não se via por aqui antes, como a onça-pintada, começaram a aparecer.&#8221; A transformação da TI Caramuru-Paraguassu foi possibilitada, em parte, pelo Ywy Ipuranguete (“terra bonita”, na língua tupi-guarani), um projeto do governo federal destinado a fortalecer e apoiar a gestão indígena em 15 territórios. Com base no reconhecimento das terras indígenas como vitais para a vida selvagem e os ecossistemas, o Ministério dos Povos Indígenas lançou a iniciativa para proteger cerca de 6 milhões de hectares de alguns dos biomas mais ameaçados&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/projeto-de-gestao-indigena-pode-ajudar-a-conservar-a-onca-pintada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/projeto-de-gestao-indigena-pode-ajudar-a-conservar-a-onca-pintada/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Entre avanços e desafios, Floresta da Tijuca tenta reconstruir sua fauna</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>24 Mar 2026 06:54:20 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/03/20144850/IMG-5-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195124</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Rio de Janeiro]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Aves, Caça, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Parques Nacionais, Primatas, Soluções, Unidades de Conservação e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em 2008, a bióloga Alexandra Pires tinha acabado de finalizar sua tese de doutorado, que mostrava como as cutias eram importantes para a regeneração de espécies vegetais da Mata Atlântica. Ao contar sobre isso para Ivandy Castro-Astor, pesquisadora do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, ela descobriu que não existiam mais esses roedores [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/" data-wpel-link="internal">Entre avanços e desafios, Floresta da Tijuca tenta reconstruir sua fauna</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 2008, a bióloga Alexandra Pires tinha acabado de finalizar sua tese de doutorado, que mostrava como as cutias eram importantes para a regeneração de espécies vegetais da Mata Atlântica. Ao contar sobre isso para Ivandy Castro-Astor, pesquisadora do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, ela descobriu que não existiam mais esses roedores ali. Uma prova disso eram as sementes de uma árvore chamada justamente de cutieira (Joannesia princeps), apodrecendo no chão da mata. “Como assim não tem cutia no Parque Nacional da Tijuca?”, relembra Alexandra sobre sua primeira reação. “E a Ivandy falou, então: eu acho que vocês deviam soltar umas cutias lá!” Dezoito anos depois, visitantes do parque podem observar, nas matas da Floresta da Tijuca, não apenas cutias-vermelhas (Dasyprocta leporina), mas também bugios-ruivos (Alouatta guariba) e jabutis-tinga (Chelonoidis denticulata). Todas elas graças ao programa de reintrodução realizado pelo Refauna, com o apoio do Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade (ICMBio). No começo de janeiro, chegou a vez da araras-canindés (Ara ararauna), que voltaram a voar nos céus do Rio de Janeiro. Fazia 200 anos que estavam extintas na cidade. O objetivo do Refauna é acabar com a chamada “síndrome da floresta vazia”, conceito criado pelo conservacionista Kent Redford, em 1992. Segundo ele, embora a vegetação de algumas florestas pareça preservada, há ausência de animais, essenciais para garantir o seu futuro. “Um dos principais sintomas da síndrome é justamente os frutos apodrecendo no solo da floresta”, revela Marcelo Rheingantz, diretor-executivo do Refauna e biólogo da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/03/entre-avancos-e-desafios-floresta-da-tijuca-tenta-reconstruir-sua-fauna/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Estudo aponta novas dinâmicas entre pontes artificiais e mamíferos da floresta</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Fev 2026 06:13:42 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Luís Patriani]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/02/04140610/05020156-1-1-e1770214683835-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194959</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia e Mata Atlântica]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Animais, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Novas espécies, Primatas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em toda a Amazônia, a fragmentação da floresta representa uma ameaça crescente à preservação da fauna. Em nome do desenvolvimento econômico, o avanço do agronegócio e de obras de infraestrutura — como rodovias, ferrovias, linhas de transmissão e gasodutos — traz consigo diversos riscos. Entre os principais, destacam-se o isolamento populacional de muitas espécies animais [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Estudo aponta novas dinâmicas entre pontes artificiais e mamíferos da floresta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em toda a Amazônia, a fragmentação da floresta representa uma ameaça crescente à preservação da fauna. Em nome do desenvolvimento econômico, o avanço do agronegócio e de obras de infraestrutura — como rodovias, ferrovias, linhas de transmissão e gasodutos — traz consigo diversos riscos. Entre os principais, destacam-se o isolamento populacional de muitas espécies animais e sua eventual morte por atropelamento. Mamíferos que vivem e se deslocam entre as árvores — como primatas, preguiças e porcos-espinhos — estão entre os mais afetados por esse confinamento geográfico. Ao mesmo tempo, também são os que menos se beneficiam de iniciativas ambientais mitigadoras, como a implementação de passagens artificiais. Diante desse quadro, e dispostos a obter mais informações sobre o comportamento dos animais e seus habitats, os biólogos Justin Santiago e Lindsey Swierk, da Universidade de Binghamton, em Nova York, viajaram ao coração da Amazônia peruana com um propósito: entender a dinâmica das espécies locais e buscar novidades na relação entre a fauna e as passagens artificiais . Para isso, os pesquisadores escolheram uma área de floresta contínua e instalaram câmeras em pontos estratégicos de um amplo sistema de passarelas, cuja estrutura combina redes, cordas grossas e plataformas de diferentes alturas. Entremeados, os objetos formam longos corredores suspensos, que ajudam os animais a se deslocarem da copa de uma árvore à outra. Especialista instala câmera em uma árvore conectada ao sistema de passarelas na Amazônia peruana. Foto: Elizabeth Benson. Publicada em setembro de 2025, a pesquisa foi realizada na Estação de Campo do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/02/estudo-aponta-novas-dinamicas-entre-pontes-artificiais-e-mamiferos-da-floresta/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>No Mato Grosso, santuário oferece vida nova a elefantes marcados pela dor do cativeiro</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/02/no-mato-grosso-santuario-oferece-vida-nova-a-elefantes-marcados-pela-dor-do-cativeiro/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/02/no-mato-grosso-santuario-oferece-vida-nova-a-elefantes-marcados-pela-dor-do-cativeiro/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>25 Fev 2026 07:51:39 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[André Aram]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Fauna]]></category>
										<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/02/24144932/rana-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195028</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Mato Grosso]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Conservação, Fauna, Mamíferos, Responsabilidade Ambiental, Soluções e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em abril do ano 2000, o pequeno José Miguel dos Santos Fonseca, de apenas seis anos, foi morto por leões do Circo Vostok, durante um ciclo de eventos em Jaboatão dos Guararapes, município que integra a Região Metropolitana de Recife. A criança foi atacada durante um intervalo das apresentações, enquanto caminhava ao lado de um [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/no-mato-grosso-santuario-oferece-vida-nova-a-elefantes-marcados-pela-dor-do-cativeiro/" data-wpel-link="internal">No Mato Grosso, santuário oferece vida nova a elefantes marcados pela dor do cativeiro</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em abril do ano 2000, o pequeno José Miguel dos Santos Fonseca, de apenas seis anos, foi morto por leões do Circo Vostok, durante um ciclo de eventos em Jaboatão dos Guararapes, município que integra a Região Metropolitana de Recife. A criança foi atacada durante um intervalo das apresentações, enquanto caminhava ao lado de um túnel gradeado que ligava a jaula dos felinos ao picadeiro. O espaço de 10 centímetros entre as barras de ferro foi suficiente para que o ataque ocorresse; horas depois, quatro dos cinco leões envolvidos no episódio haviam sido mortos a tiro pela Polícia Militar. O acidente gerou uma onda de comoção em todo o Brasil. Ao mesmo tempo, reacendeu debates sobre as condições precárias e exploratórias a que os animais eram submetidos no mundo do entretenimento. Pouco depois da tragédia, um projeto de lei tornou Pernambuco o primeiro estado do país a proibir o uso de animais em eventos circenses. Algum tempo depois, outros estados se juntariam à causa — o que, à primeira vista, apontava um caminho de avanço sem qualquer ressalva. No entanto, as proibições criaram um problema residual: sem espaço nos circos, muitos animais seriam largados à própria sorte. A situação se tornou especialmente delicada para animais de grande porte, como os elefantes, que são longevos e necessitam de amplos habitats artificiais. Para responder a uma parte dos surtos de abandono que se sucederam após as proibições, especialistas e membros da sociedade civil se uniram para criar o Santuário de Elefantes Brasil&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/no-mato-grosso-santuario-oferece-vida-nova-a-elefantes-marcados-pela-dor-do-cativeiro/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/02/no-mato-grosso-santuario-oferece-vida-nova-a-elefantes-marcados-pela-dor-do-cativeiro/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Assentados conduzem plano para reflorestar 75 mil hectares no oeste paulista</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Jan 2026 09:34:13 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/01/22193404/RAE04Cullen_20db_031-e1769110864131-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194917</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[São Paulo]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Conservação, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Produtos da Floresta, Recursos hídricos, Reflorestamento, Responsabilidade Ambiental, Soluções, Sustentabilidade e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>PRESIDENTE EPITÁCIO, São Paulo — O canavial ondula e uma lâmina d’água se estende pelo horizonte. Seguimos por uma estrada de terra no oeste paulista, às margens do Rio Paraná, fronteira líquida entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ali, a monocultura avassala a paisagem que um dia foi uma floresta [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/" data-wpel-link="internal">Assentados conduzem plano para reflorestar 75 mil hectares no oeste paulista</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[PRESIDENTE EPITÁCIO, São Paulo — O canavial ondula e uma lâmina d’água se estende pelo horizonte. Seguimos por uma estrada de terra no oeste paulista, às margens do Rio Paraná, fronteira líquida entre os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ali, a monocultura avassala a paisagem que um dia foi uma floresta estacional semidecidual, também chamada de Mata Atlântica de interior — cujas folhas caem diante da ausência da chuva. Em sua picape, o biólogo e mestre em Agronomia Haroldo Gomes, de 47 anos, carrega um mundo vegetal diverso: ipês, angicos, aroeiras, cedros, copaíbas, guarantãs, paineiras e pitangueiras; são quase 70 espécies nativas da Mata Atlântica em busca de um pedaço de chão. Houve um tempo em que a família de Haroldo também andava sem chão. “Quando a gente veio para o acampamento, eu tinha onze anos&#8221;, disse ele, que é filho de assentado da reforma agrária. “Na época dos conflitos, a gente ficou seis anos em um barraco de lona. “Eu já corri de bala em ocupação de terreno.” Hoje Haroldo é coordenador de campo do projeto Corredores de Vida, do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). Foi ali que tanto ele quanto uma biodiversidade de espécies nativas de plantas e animais encontraram um lugar para chamar de casa. Desde 2002, a partir do esforço de assentados, o projeto reflorestou mais de 6 mil hectares  — o equivalente a 8,4 mil campos de futebol — com 10 milhões de árvores plantadas. O futuro, no entanto, é ainda&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/01/assentados-conduzem-plano-para-reflorestar-75-mil-hectares-no-oeste-paulista/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Quatro bichos brasileiros com motivos para comemorar em 2025</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/12/quatro-bichos-brasileiros-com-motivos-para-comemorar-em-2025/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/12/quatro-bichos-brasileiros-com-motivos-para-comemorar-em-2025/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>18 Dez 2025 16:43:48 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/09/10210235/Onca_do_Pantanal-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194832</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Caça, Comércio de Vida Selvagem, Fauna, Felinos, Insetos, Mamíferos, Soluções e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um quarto das espécies animais do mundo já sofre algum tipo de ameaça à sua sobrevivência, segundo a mais recente Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Algumas espécies brasileiras, no entanto, mostraram sinais animadores em 2025, graças a iniciativas que unem cientistas e comunidades locais. A Mongabay noticiou esses avanços; [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/quatro-bichos-brasileiros-com-motivos-para-comemorar-em-2025/" data-wpel-link="internal">Quatro bichos brasileiros com motivos para comemorar em 2025</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um quarto das espécies animais do mundo já sofre algum tipo de ameaça à sua sobrevivência, segundo a mais recente Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Algumas espécies brasileiras, no entanto, mostraram sinais animadores em 2025, graças a iniciativas que unem cientistas e comunidades locais. A Mongabay noticiou esses avanços; veja a seguir. Campo e ciência a favor da onça No Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, a população de onças-pintadas (Panthera onca) dobrou depois que a equipe do Projeto Onças do Iguaçu conseguiu uma trégua entre felinos e produtores rurais. Antes, era comum os fazendeiros matarem os animais como retaliação a eventuais ataques a animais de criação. Graças às orientações da equipe liderada pela bióloga Yara Barros, no entanto, os produtores aprenderam a manter as onças longe das fazendas usando métodos simples, como instalando dispositivos luminosos, impedindo que o gado se aproxime das áreas de mata e cercando galinhas, ovelhas e cabras durante a noite. “Hoje, quando há um avistamento de uma onça ou uma predação, os proprietários nos comunicam, em vez de matar o animal”, conta Barros. Outra esperança para a onça-pintada vem de dentro dos laboratórios do grupo de pesquisa Reprocon, no Mato Grosso do Sul. Ali, cientistas usam pedacinhos de tecido dos felinos para produzir embriões, que no futuro podem dar origem a animais clonados e aumentar a variabilidade genética de populações cada vez mais isoladas pelo desmatamento. Anta na Caatinga O maior mamífero terrestre do país também tem motivos para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/quatro-bichos-brasileiros-com-motivos-para-comemorar-em-2025/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/12/quatro-bichos-brasileiros-com-motivos-para-comemorar-em-2025/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Cientistas encontram microplásticos no estômago de macacos da Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-encontram-microplasticos-no-estomago-de-macacos-da-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-encontram-microplasticos-no-estomago-de-macacos-da-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>24 Out 2025 09:25:40 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/10/20181745/WhatsApp-Image-2025-10-15-at-22.11.22-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194542</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Microplásticos na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Animais, Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Parques Nacionais, Primatas, Unidades de Conservação e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Cientistas detectaram microplásticos no sistema digestivo de uma espécie de bugio que vive em áreas protegidas da Amazônia brasileira, marcando a primeira evidência de ingestão de plástico por um primata arborícola, segundo um estudo recente. Os pesquisadores do estudo publicado em setembro avaliaram 47 bugios-vermelhos-do-rio-juruá (Alouatta juara) e encontraram filamentos de microplástico de cor verde, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-encontram-microplasticos-no-estomago-de-macacos-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Cientistas encontram microplásticos no estômago de macacos da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Cientistas detectaram microplásticos no sistema digestivo de uma espécie de bugio que vive em áreas protegidas da Amazônia brasileira, marcando a primeira evidência de ingestão de plástico por um primata arborícola, segundo um estudo recente. Os pesquisadores do estudo publicado em setembro avaliaram 47 bugios-vermelhos-do-rio-juruá (Alouatta juara) e encontraram filamentos de microplástico de cor verde, menores que 5 milímetros, no estômago de dois indivíduos. Os macacos viviam nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amanã, no estado do Amazonas. “A frequência foi baixa. Encontramos [plástico] em apenas dois macacos. Mesmo assim, já é muito. Eu teria preferido não encontrar nenhum”, disse a autora principal Anamélia de Souza Jesus, pesquisadora do Instituto Mamirauá, à Mongabay. “Encontrar microplásticos em ambientes preservados soa um alarme. Mostra que a poluição por plástico está alcançando lugares que supúnhamos serem protegidos.” Nenhum animal foi morto ou lesado para o estudo. Os pesquisadores utilizaram restos de macacos doados por caçadores de subsistência por meio de uma parceria de duas décadas com comunidades locais. Isso permitiu que os cientistas estudassem órgãos que, de outra forma, seriam descartados. A equipe coletou estômagos intactos dos macacos e os analisou em um ambiente laboratorial controlado. Os dois macacos que ingeriram os filamentos plásticos, visíveis apenas sob microscópio, foram caçados em 2015. Os bugios-vermelhos-do-rio-juruá passam a maior parte de suas vidas no dossel da floresta, consumindo uma dieta herbívora de folhas e frutas. Isso torna improvável o consumo indireto de plástico por outras rotas, como por exemplo, via peixes, afirmou Jesus. Os&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-encontram-microplasticos-no-estomago-de-macacos-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-encontram-microplasticos-no-estomago-de-macacos-da-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Cientistas apostam na clonagem para salvar a onça-pintada da extinção</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-apostam-na-clonagem-para-salvar-a-onca-pintada-da-extincao/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-apostam-na-clonagem-para-salvar-a-onca-pintada-da-extincao/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>08 Out 2025 08:55:23 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Letícia Klein]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/10/06164333/DSC09003-e1759777038969-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194465</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Mato Grosso do Sul]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Animais, Cerrado, Comércio de Vida Selvagem, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Felinos, Mamíferos, Pantanal, Responsabilidade Ambiental, Soluções e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>MIRANDA, Mato Grosso do Sul — Foram três as tentativas de captura de uma onça-pintada. Chegamos à Fazenda Bodoquena, em Miranda, Mato Grosso do Sul, ao entardecer de uma quinta-feira. Parte da equipe foi instalar uma armadilha de laço perto de uma carcaça de vaca que havia sido encontrada mais cedo naquele dia. Como as [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-apostam-na-clonagem-para-salvar-a-onca-pintada-da-extincao/" data-wpel-link="internal">Cientistas apostam na clonagem para salvar a onça-pintada da extinção</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[MIRANDA, Mato Grosso do Sul — Foram três as tentativas de captura de uma onça-pintada. Chegamos à Fazenda Bodoquena, em Miranda, Mato Grosso do Sul, ao entardecer de uma quinta-feira. Parte da equipe foi instalar uma armadilha de laço perto de uma carcaça de vaca que havia sido encontrada mais cedo naquele dia. Como as onças costumam voltar por alguns dias para comer a presa, a captura era quase certa. Com mais de 70 mil hectares divididos entre Pantanal e Cerrado, a Fazenda Bodoquena concilia criação de gado e conservação de biodiversidade. Uma vez por mês, recebe pesquisadores do Reprocon, grupo especializado na reprodução assistida de animais silvestres. Naquela noite, voltamos ao alojamento para jantar e monitorar a movimentação à distância — acompanhando, via satélite, as imagens de uma câmera instalada no local da captura que chegavam através de um aplicativo de celular. Durante o monitoramento, a câmera mostrou uma fêmea, e não o macho que se acreditava ser o dono da carcaça. Ela estava desconfiada. Se aproximou e se afastou algumas vezes, e quando finalmente chegou perto o suficiente do laço, conseguiu desarmar o dispositivo, saindo em disparada. Os pesquisadores foram armar o laço novamente, mas naquela noite nenhuma outra onça apareceu. Na sexta-feira, uma nova carcaça foi encontrada, e a equipe montou a armadilha (o laço só é ativado no fim da tarde, para que nenhuma onça fique presa sob o calor do dia). Agora, com dois laços a postos, as chances eram dobradas. Não demorou muito; uma&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-apostam-na-clonagem-para-salvar-a-onca-pintada-da-extincao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/10/cientistas-apostam-na-clonagem-para-salvar-a-onca-pintada-da-extincao/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Pesquisas buscam mapear relação entre hanseníase e caça ilegal de tatus no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/09/pesquisas-buscam-mapear-relacao-entre-hanseniase-e-caca-ilegal-de-tatus-no-brasil/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/09/pesquisas-buscam-mapear-relacao-entre-hanseniase-e-caca-ilegal-de-tatus-no-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>18 Set 2025 07:40:25 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Adele Santelli]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/09/17132934/Tatu-galinha-1-e1758116505731-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194378</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Animais, Caça, Conservação, Degradação, Desmatamento, Doenças, Fauna, Mamíferos, Saúde e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Segundo registros históricos, a lepra acomete os seres humanos há milhares de anos, com referências diretas à doença encontradas até em passagens bíblicas. A dúvida que persiste, e ainda gera discussões no presente, diz respeito à origem da enfermidade — ainda é incerto para a ciência se ela veio da Ásia ou da África. Seu [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/pesquisas-buscam-mapear-relacao-entre-hanseniase-e-caca-ilegal-de-tatus-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Pesquisas buscam mapear relação entre hanseníase e caça ilegal de tatus no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Segundo registros históricos, a lepra acomete os seres humanos há milhares de anos, com referências diretas à doença encontradas até em passagens bíblicas. A dúvida que persiste, e ainda gera discussões no presente, diz respeito à origem da enfermidade — ainda é incerto para a ciência se ela veio da Ásia ou da África. Seu nome moderno, porém, tem uma história bem rastreável. Em 1873, o médico norueguês Gerhard Armauer Hansen identificou o bacilo causador da lepra, chamado Mycobacterium leprae. Assim, a doença foi rebatizada em homenagem ao pesquisador, tornando-se conhecida na literatura científica como “hanseníase”. Mais de um século e meio após a descoberta de Hansen, seus achados seguem em pauta no Brasil por estarem no centro de uma crise de saúde pública: o país é o segundo em número de casos registrados da doença, ficando atrás apenas da Índia. Parte do problema está na transmissão, que ocorre quando as vias respiratórias são atingidas por gotículas de saliva de indivíduos infectados. A propagação desses fluidos corporais, por sua vez, costuma ser facilitada pela tosse e pelo espirro. A bactéria é silenciosa, o que dificulta sua detecção: o microrganismo pode levar anos — ou até mesmo décadas — para se manifestar. Uma vez ativo, afeta os nervos periféricos e a pele, podendo causar manchas, lesões, formigamento e até a perda de sensibilidade em algumas partes do corpo. Uma outra dúvida paira sobre a hanseníase. Apesar de muitos indícios apontarem para essa direção, a ciência brasileira ainda não encontrou consenso para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/pesquisas-buscam-mapear-relacao-entre-hanseniase-e-caca-ilegal-de-tatus-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/09/pesquisas-buscam-mapear-relacao-entre-hanseniase-e-caca-ilegal-de-tatus-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>No Pantanal, a onça enfrenta um novo predador: turistas demais</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/09/no-pantanal-a-onca-enfrenta-um-novo-predador-turistas-demais/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/09/no-pantanal-a-onca-enfrenta-um-novo-predador-turistas-demais/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>11 Set 2025 07:04:58 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Francesco Schneider-Eicke]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/09/10210235/Onca_do_Pantanal-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194355</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Pantanal]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Conservação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Mamíferos, Pantanal e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>PORTO JOFRE, Mato Grosso — Quando Oscar de Morais não está rastreando onças, você o encontra a bordo de sua casa-flutuante ancorada às margens do Rio São Lourenço. Ele se senta sob um mosquiteiro em duas cadeiras plásticas azuis empilhadas, assistindo novelas enquanto um ventilador sopra ar quente em sua direção. Até que alguém pergunta [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/no-pantanal-a-onca-enfrenta-um-novo-predador-turistas-demais/" data-wpel-link="internal">No Pantanal, a onça enfrenta um novo predador: turistas demais</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[PORTO JOFRE, Mato Grosso — Quando Oscar de Morais não está rastreando onças, você o encontra a bordo de sua casa-flutuante ancorada às margens do Rio São Lourenço. Ele se senta sob um mosquiteiro em duas cadeiras plásticas azuis empilhadas, assistindo novelas enquanto um ventilador sopra ar quente em sua direção. Até que alguém pergunta se ele pode mostrar uma onça. Então seus olhos se arregalam e ele sorri. Oscar é guia de passeios para avistamento de onças-pintadas (Panthera onca) no Pantanal mato-grossense, a maior planície alagável do mundo, abrangendo quase 200.000 km². Vinte e dois anos atrás, quando Oscar começou a transportar turistas de barco para observar onças, havia ainda uma violenta disputa entre elas e os pantaneiros. Era comum que fazendeiros invadissem o território onde as onças caçavam, o que as levava a predar o gado; quando isso acontecia, os fazendeiros as matavam. Encontrar onças no Pantanal foi se tornando cada vez mais raro. Hoje, o Pantanal é visto como um modelo de conservação da vida selvagem por meio do ecoturismo. Oscar e alguns outros guias foram os primeiros a perceber que safáris de onças poderiam ser lucrativos. Fazendeiros também começaram a ver que as onças valiam mais vivas do que mortas, atraindo visitantes de todo o mundo. Desde então, a avistagem de onças disparou. Pousadas são reservadas anos antes. Em nenhum outro lugar do mundo as onças vivem em densidades tão altas. “Em 2009, os operadores turísticos em nossa fazenda viam talvez três onças por ano”, diz&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/no-pantanal-a-onca-enfrenta-um-novo-predador-turistas-demais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/09/no-pantanal-a-onca-enfrenta-um-novo-predador-turistas-demais/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Antas reaparecem na Caatinga, onde eram tidas como extintas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/07/antas-reaparecem-na-caatinga-onde-eram-tidas-como-extintas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/07/antas-reaparecem-na-caatinga-onde-eram-tidas-como-extintas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>16 Jul 2025 06:08:13 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Júlia Moa]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/07/08180253/Anta-e1751998499178-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194082</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Caatinga]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Caatinga, Comunidades Tradicionais, Desertificação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Unidades de Conservação e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em março de 2025, pesquisadores brasileiros percorreram diferentes regiões da Caatinga em busca de indícios da presença da anta (Tapirus terrestris). Embora gravuras rupestres na Serra da Capivara, no Piauí, revelem que a espécie habita o bioma há pelo menos 10 mil anos, em 2012 ela foi considerada extinta na região, devido à ausência de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/antas-reaparecem-na-caatinga-onde-eram-tidas-como-extintas/" data-wpel-link="internal">Antas reaparecem na Caatinga, onde eram tidas como extintas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em março de 2025, pesquisadores brasileiros percorreram diferentes regiões da Caatinga em busca de indícios da presença da anta (Tapirus terrestris). Embora gravuras rupestres na Serra da Capivara, no Piauí, revelem que a espécie habita o bioma há pelo menos 10 mil anos, em 2012 ela foi considerada extinta na região, devido à ausência de dados confiáveis. Essa conclusão incerta, no entanto, foi revista após três expedições de campo realizadas entre 2023 e 2025 por cientistas da Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira (Incab), ligada ao IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas. Populações da espécie foram encontradas em áreas da Caatinga que se estendem pelo norte de Minas Gerais, oeste da Bahia e sul do Piauí, e agora a redescoberta do maior mamífero terrestre do país em seu território ancestral marca um avanço significativo nos esforços voltados à conservação da espécie, ameaçada de extinção. Patricia Medici, engenheira florestal e coordenadora de pesquisas do IPÊ, conta que, em 2012, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) organizou um workshop voltado à avaliação das espécies de ungulados [mamíferos terrestres com cascos nas patas, como antas e veados] ameaçados no país, atividade que fez parte do processo de atualização da lista vermelha nacional, instrumento oficial que classifica o risco de extinção de espécies no território brasileiro. Naquela ocasião, foram incluídos ungulados como a anta, a queixada (popularmente chamada de porco-do-mato) e diferentes representantes da família dos cervídeos. Durante o encontro, foi decidido que seriam atribuídos status específicos por bioma, e,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/antas-reaparecem-na-caatinga-onde-eram-tidas-como-extintas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/07/antas-reaparecem-na-caatinga-onde-eram-tidas-como-extintas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Relatório vincula JBS à destruição do habitat da onça-pintada</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/07/relatorio-vincula-jbs-a-destruicao-do-habitat-da-onca-pintada/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/07/relatorio-vincula-jbs-a-destruicao-do-habitat-da-onca-pintada/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>09 Jul 2025 07:20:27 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Constance Malleret]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/07/07163116/Imagem1-e1751906528323-768x456.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194076</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia e Cerrado]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Cerrado, Commodities, Conservação da Vida Selvagem, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Mamíferos, Pecuária e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Ao longo de décadas, a expansão agrícola em dois estados brasileiros desmatou uma área de vegetação nativa do tamanho do Reino Unido — e que serve de habitat para a onça-pintada (Panthera onca). Um outro detalhe assusta: quase um quinto dessa perda ambiental ocorreu apenas na última década, segundo um relatório da Global Witness. De [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/relatorio-vincula-jbs-a-destruicao-do-habitat-da-onca-pintada/" data-wpel-link="internal">Relatório vincula JBS à destruição do habitat da onça-pintada</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Ao longo de décadas, a expansão agrícola em dois estados brasileiros desmatou uma área de vegetação nativa do tamanho do Reino Unido — e que serve de habitat para a onça-pintada (Panthera onca). Um outro detalhe assusta: quase um quinto dessa perda ambiental ocorreu apenas na última década, segundo um relatório da Global Witness. De acordo com o documento publicado pelo grupo de defesa ambiental e dos direitos humanos, cerca de 27 milhões de hectares onde vivem as onças foram perdidos até 2023 em trechos de três biomas — Amazônia, Cerrado e Pantanal — nos estados do Pará e do Mato Grosso. Dessa região afetada, 5 milhões de hectares foram desmatados apenas no período entre 2014 e 2023 — e de forma majoritariamente ilegal. A análise revela que parte dessa perda está ligada a fazendas que, de forma indireta, fornecem cabeças de gado para a JBS, líder no ramo de processamento de carne em nível mundial. Os dados trazidos pela entidade vêm à tona no momento em que diversos estados brasileiros atuam de forma contrária aos esforços de fiscalização ambiental. O cenário gera preocupação à medida que o país aperta os cintos para sediar a cúpula climática da ONU (COP30), em Belém, durante o mês de novembro. As onças-pintadas precisam de grandes extensões de florestas intactas para viver e caçar. Como são espécies cruciais para o equilíbrio do meio ambiente, qualquer mudança no território que habitam pode afetar todo o ecossistema ao redor. O drama aumenta ao se considerar que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/relatorio-vincula-jbs-a-destruicao-do-habitat-da-onca-pintada/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/07/relatorio-vincula-jbs-a-destruicao-do-habitat-da-onca-pintada/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Rede de cientistas cria mapa estratégico para evitar a extinção da ariranha</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/07/rede-de-cientistas-cria-mapa-estrategico-para-evitar-a-extincao-da-ariranha__trashed/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/07/rede-de-cientistas-cria-mapa-estrategico-para-evitar-a-extincao-da-ariranha__trashed/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>02 Jul 2025 07:16:09 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/06/30131914/Ariranha-credito-Marcelo-Ismar-Santana-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194024</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Caça, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Defaunação, Fauna, Incêndios, Mamíferos, Mudanças climáticas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Com o fim da era da borracha na Amazônia no século 19, empresas que comercializavam o produto na região precisaram encontrar uma nova forma de ganhar dinheiro. Perceberam uma oportunidade no comércio internacional de peles, até então pouco explorado ali. A demanda para atender os mercados dos Estados Unidos, da Europa, e até do sul [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/rede-de-cientistas-cria-mapa-estrategico-para-evitar-a-extincao-da-ariranha__trashed/" data-wpel-link="internal">Rede de cientistas cria mapa estratégico para evitar a extinção da ariranha</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Com o fim da era da borracha na Amazônia no século 19, empresas que comercializavam o produto na região precisaram encontrar uma nova forma de ganhar dinheiro. Perceberam uma oportunidade no comércio internacional de peles, até então pouco explorado ali. A demanda para atender os mercados dos Estados Unidos, da Europa, e até do sul e sudeste do Brasil, era enorme. Estima-se que, entre 1904 e 1969, mais de 20 milhões de mamíferos e répteis selvagens, representando pelo menos 20 espécies, foram caçados comercialmente para terem suas peles retiradas. Entre as principais vítimas dessa matança indiscriminada estava a ariranha (Pteronura brasiliensis), a maior dentre as 14 espécies de lontras do mundo. Durante essas seis décadas, quase 400 mil delas foram abatidas apenas na Amazônia brasileira, até que, em 1967, a aprovação da Lei nº 5.197 proibiu a caça de animais silvestres no Brasil. Todavia, o impacto já tinha sido gigantesco. Endêmica da América do Sul, a ariranha acabou sendo dizimada em muitos locais e é considerada possivelmente extinta na Argentina e no Uruguai, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) – globalmente, é classificada como “em perigo” pela Lista Vermelha. Acredita-se que a distribuição atual da espécie corresponda a apenas 60% de sua área original. No Brasil, essa distribuição não é homogênea. Há populações conhecidas em rios ao norte da Amazônia, no Pantanal e no Cerrado, próximo das bacias dos rios Tocantins e Araguaia. Contudo, não há ideia de quantas elas são. Ariranha se alimentando no Parque&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/rede-de-cientistas-cria-mapa-estrategico-para-evitar-a-extincao-da-ariranha__trashed/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/07/rede-de-cientistas-cria-mapa-estrategico-para-evitar-a-extincao-da-ariranha__trashed/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Produtores rurais se tornam aliados na conservação da onça-pintada na região do Parque do Iguaçu</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/06/produtores-rurais-se-tornam-aliados-na-conservacao-da-onca-pintada-na-regiao-do-parque-do-iguacu/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/06/produtores-rurais-se-tornam-aliados-na-conservacao-da-onca-pintada-na-regiao-do-parque-do-iguacu/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>30 Jun 2025 06:59:58 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/06/26144700/WhatsApp-Image-2025-05-23-at-12.18.45-PM-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194011</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Paraná]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Fauna, Felinos, Florestas, Mamíferos, Mata Atlântica e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>“É preciso acolher o medo e transformá-lo em encantamento, através da informação”, acredita a bióloga Yara Barros. Logo que assumiu a coordenação do Projeto Onças do Iguaçu, no Paraná, em 2018, ela sabia que, para o programa de conservação da onça-pintada (Panthera onca) ter sucesso, ele dependia de três pilares: pesquisa científica, engajamento e coexistência. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/produtores-rurais-se-tornam-aliados-na-conservacao-da-onca-pintada-na-regiao-do-parque-do-iguacu/" data-wpel-link="internal">Produtores rurais se tornam aliados na conservação da onça-pintada na região do Parque do Iguaçu</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“É preciso acolher o medo e transformá-lo em encantamento, através da informação”, acredita a bióloga Yara Barros. Logo que assumiu a coordenação do Projeto Onças do Iguaçu, no Paraná, em 2018, ela sabia que, para o programa de conservação da onça-pintada (Panthera onca) ter sucesso, ele dependia de três pilares: pesquisa científica, engajamento e coexistência. Isso porque a região no entorno do Parque Nacional do Iguaçu, que abriga a única população da espécie que cresce na Mata Atlântica, é repleta de propriedades rurais, locais que, por uma série de fatores, podem atrair esses felinos a predar animais domésticos. E aí, o que acontecia como resposta, com grande frequência no passado, era a caça por retaliação. Uma realidade que Yara estava disposta a mudar. “O objetivo era ter pessoas, o Parque Nacional do Iguaçu e as onças prosperando juntos”, diz ela. “Se dá para salvar felinos em qualquer lugar do mundo, é através da coexistência.” Criado em 1990, com foco principal no monitoramento e proteção da onça-pintada, por quase três décadas o projeto chamou-se Carnívoros do Iguaçu. Mas a equipe chegou à conclusão de que “carnívoros” representava justamente aquilo que dificultava o engajamento dos proprietários à iniciativa. O nome invocava a percepção, mesmo que subliminar, desses animais estarem prontos para caçar, o que disseminava o medo e o temor a eles. Rebatizado de Onças do Iguaçu, a principal meta era mostrar a fazendeiros e moradores dos dez municípios situados próximos ao parque que a equipe do projeto não se importava apenas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/produtores-rurais-se-tornam-aliados-na-conservacao-da-onca-pintada-na-regiao-do-parque-do-iguacu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/06/produtores-rurais-se-tornam-aliados-na-conservacao-da-onca-pintada-na-regiao-do-parque-do-iguacu/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Três mulheres na linha de frente da proteção costeira no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>09 Jun 2025 07:44:20 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mayala Fernandes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/06/03134725/Criancas-acompanham-soltura-de-tartaruga-marinha-durante-atividade-de-conscientizacao-ambiental.-Foto_-Gabriel-Marchi-e1748958666726-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193896</guid>

					
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Anfíbios, Aves, Caça, Comércio de Vida Selvagem, Conservação, Fauna, Felinos, Insetos, Mamíferos, Manguezais, Oceanos, Peixes, Pesca, Primatas, recifes de coral, Répteis e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um grupo de cientistas brasileiras vem se destacando na pesquisa e proteção da biodiversidade marinha e costeira no país. Inspiradas pelo primeiro contato marcante com o oceano, elas são hoje referências em suas áreas e lideram ações que combinam pesquisa científica, conservação ambiental e participação em políticas públicas. Camila Domit, coordenadora técnica das ações com [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Três mulheres na linha de frente da proteção costeira no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um grupo de cientistas brasileiras vem se destacando na pesquisa e proteção da biodiversidade marinha e costeira no país. Inspiradas pelo primeiro contato marcante com o oceano, elas são hoje referências em suas áreas e lideram ações que combinam pesquisa científica, conservação ambiental e participação em políticas públicas. Camila Domit, coordenadora técnica das ações com tartarugas-marinhas; Cassiana Baptista Metri, responsável pelos estudos sobre fauna de manguezal; e Fernanda Possatto, coordenadora de pesquisas sobre microplástico, integram o Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar), patrocinado pela Petrobras e pelo governo federal. Com linhas de pesquisa variadas, as cientistas monitoram a dinâmica dos ecossistemas costeiros e marinhos na interface com a Mata Atlântica. Seus estudos sobre comportamento da fauna e da flora, aliados à atuação em projetos de educação ambiental e à formulação de políticas públicas, vêm garantindo avanços na conservação do litoral paranaense. A importância desses esforços é reforçada por dados globais. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que cerca de 3 bilhões de pessoas dependam diretamente da biodiversidade marinha e costeira para sobreviver. O valor agregado estimado do mercado de recursos marinhos até 2030 é de U$ 3 trilhões, segundo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), responsável por 5% a 6% da economia global real e 40 milhões de empregos diretos. Sem a preservação dos oceanos, não apenas o clima global é ameaçado, mas a sobrevivência humana também sofre impactos diretos. Mais da metade do oxigênio do planeta é produzido pelos oceanos, que ainda armazenam&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Mulheres indígenas lideram iniciativa de proteção de felinos selvagens no Peru</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/05/mulheres-indigenas-lideram-iniciativa-de-protecao-de-felinos-selvagens-no-peru/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/05/mulheres-indigenas-lideram-iniciativa-de-protecao-de-felinos-selvagens-no-peru/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>30 Mai 2025 14:47:51 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[James Hall]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/05/26143058/image-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193848</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Latina e Peru]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Espécies Ameaçadas, Felinos, Mamíferos e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As florestas de queuña no Peru, que antes cobriam vastas extensões das montanhas, reduziram-se a uma fração de sua antiga grandeza, deixando para trás uma paisagem onde a biodiversidade e a segurança hídrica estão em risco. Esse colapso ecológico desencadeou uma consequência imprevista: felinos selvagens, deslocados pelo desmatamento, estão se aproximando das comunidades indígenas, gerando [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/mulheres-indigenas-lideram-iniciativa-de-protecao-de-felinos-selvagens-no-peru/" data-wpel-link="internal">Mulheres indígenas lideram iniciativa de proteção de felinos selvagens no Peru</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[As florestas de queuña no Peru, que antes cobriam vastas extensões das montanhas, reduziram-se a uma fração de sua antiga grandeza, deixando para trás uma paisagem onde a biodiversidade e a segurança hídrica estão em risco. Esse colapso ecológico desencadeou uma consequência imprevista: felinos selvagens, deslocados pelo desmatamento, estão se aproximando das comunidades indígenas, gerando conflitos entre pessoas e predadores, relata o colaborador da Mongabay, James Hall. O puma (Puma concolor), o gato-palheiro-do-deserto (Leopardus garleppi) e o gato-andino (Leopardus jacobita) entraram em conflito com os humanos à medida que invadem esses habitats cada vez menores. O problema não são os próprios felinos, como observa a bióloga Cindy Hurtado, mas a perda de suas presas. À medida que veados desaparecem, o gado se torna a próxima refeição. O impacto nos meios de subsistência locais tem sido significativo, especialmente para as mulheres da vila quéchua de Licapa, na região de Ayacucho. Nessa comunidade, onde os homens muitas vezes saem para trabalhar nas cidades, as mulheres ficam para trás, cuidando das crianças e de pequenos rebanhos de alpacas, galinhas e porquinhos-da-índia. A perda desses animais para os felinos selvagens não é apenas um inconveniente; é uma ameaça direta à renda familiar. “Achávamos que [os felinos selvagens] eram animais maus”, diz Alicia Ccaico. A resposta tradicional era previsível: quanto menos felinos, melhor. No entanto, em Licapa, essa visão arraigada começou a mudar, graças a um projeto impulsionado por mulheres indígenas, liderado pela bióloga quéchua Merinia Mendoza Almeida e pelo especialista em felinos Jim Sanderson.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/mulheres-indigenas-lideram-iniciativa-de-protecao-de-felinos-selvagens-no-peru/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/05/mulheres-indigenas-lideram-iniciativa-de-protecao-de-felinos-selvagens-no-peru/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>