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		<title>Notícias ambientais</title>
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					<title>Petróleo no mar põe em xeque a liderança climática do Brasil, aponta estudo</title>
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					<pubDate>14 Nov 2025 08:31:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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							<![CDATA[<p>Enquanto o Brasil aquecia os motores para receber a Conferência Climática da ONU, a COP30, neste mês de novembro, os percalços que acompanham a agenda ambiental do país ganhavam destaque em novos estudos. Na antessala do evento em Belém, um relatório da SkyTruth, organização sem fins lucrativos dedicada ao monitoramento ambiental por satélite, revelou o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Enquanto o Brasil aquecia os motores para receber a Conferência Climática da ONU, a COP30, neste mês de novembro, os percalços que acompanham a agenda ambiental do país ganhavam destaque em novos estudos. Na antessala do evento em Belém, um relatório da SkyTruth, organização sem fins lucrativos dedicada ao monitoramento ambiental por satélite, revelou o crescente impacto de estruturas de petróleo e gás offshore em áreas vulneráveis do território brasileiro, sobretudo em regiões marinhas biodiversas, como a foz do Rio Amazonas. Em um momento em que os olhos do mundo se voltam para a capital paraense, o que aumenta o interesse pelas soluções ambientais que o Brasil busca oferecer, a investigação colocou em xeque o papel de liderança climática da nação anfitriã. Como principal argumento, o estudo apresentou os dilemas de um modelo econômico ainda muito dependente de algo que o Brasil, sobretudo sob o governo do presidente Lula, vem prometendo substituir: os combustíveis fósseis. Entre os principais pontos, o relatório mapeia a poluição causada pelo derramamento de óleo e destaca um aumento acelerado no tráfego de embarcações ligadas à indústria petroleira e no nível de emissões de metano, liberado através de vazamentos durante a extração. Tudo isso na esteira da expansão do próprio setor energético, que cresce na contramão da busca por matrizes menos poluentes. “Entre 2014 e 2024, a produção de petróleo do Brasil aumentou mais de 49% e a de gás natural, mais de 78%”, diz a SkyTruth. Apontando contradições na retórica climática do governo federal —&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/petroleo-no-mar-poe-em-xeque-a-lideranca-climatica-do-brasil-aponta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Desmatamento para energia renovável aumenta pressão sobre a Caatinga</title>
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					<pubDate>02 Set 2025 07:30:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Adriana Amâncio]]>
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							<![CDATA[Água, Caatinga, Comunidades Tradicionais, Conservação, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Energia, Energia limpa, Energia renovável, Energias renováveis, Infraestrutura, Povos Tradicionais, Quilombolas e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>Ao longo dos anos, a produção de energias renováveis tem ampliado sua participação como vetor de pressão sobre a Caatinga. Números aos quais a Mongabay teve acesso com exclusividade revelam esse aumento. Segundo o MapBiomas, entre 2020 e 2024, a área desmatada na Caatinga para a instalação de parques eólicos e solares cresceu 558%. No [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Ao longo dos anos, a produção de energias renováveis tem ampliado sua participação como vetor de pressão sobre a Caatinga. Números aos quais a Mongabay teve acesso com exclusividade revelam esse aumento. Segundo o MapBiomas, entre 2020 e 2024, a área desmatada na Caatinga para a instalação de parques eólicos e solares cresceu 558%. No primeiro ano da série, a área desmatada foi de 503 hectares; no último ano, passou para 3.315 hectares. Nesse tempo, 12.850 hectares de vegetação nativa foram cortados. A média anual de desmatamento no período é de 2 mil hectares, ritmo que, se for mantido, em dez anos, a perda total de vegetação pode chegar a 40 mil hectares. O pesquisador do MapBiomas Caatinga, Nerivaldo Santos, afirma que “a agropecuária continua sendo a atividade que exerce maior pressão sobre o bioma. No entanto, a cada ano, as renováveis têm ampliado a pressão, algo que tem chamado a atenção dos pesquisadores”, observa. Ele explica que esses dados têm uma margem de omissão de 5%, “o que é considerada baixa, levando em conta que as áreas são analisadas 12 vezes. Se em um mês algo não foi percebido, porque havia uma nuvem naquela área, no mês seguinte temos a oportunidade de checar”. Embora as áreas ocupadas por eólicas em comparação com as áreas de agropecuária sejam pequenas, o que está em jogo aqui são os impactos que esses empreendimentos causam às comunidades. Segundo Nerivaldo, “não é só a promessa de desenvolvimento e de empregos que deve ser levada&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/desmatamento-para-energia-renovavel-aumenta-pressao-sobre-a-caatinga/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil aposta na macaúba para produzir diesel renovável e combustível para aviação</title>
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					<pubDate>11 Jul 2025 07:01:38 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Combustíveis Fósseis, Desmatamento, Energia, Energia limpa, Energia renovável, Energias renováveis, Motores do Desmatamento, Mudanças climáticas e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>A macaúba, também conhecida como coco-de-espinho (Acrocomia aculeata), é uma palmeira que está presente em todas as Américas. Agora, uma iniciativa do governo federal para incentivar a descarbonização dos setores de transporte e aviação levou várias empresas a se interessarem pelo seu uso como matéria-prima para a produção de biocombustíveis líquidos e combustível sustentável para [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A macaúba, também conhecida como coco-de-espinho (Acrocomia aculeata), é uma palmeira que está presente em todas as Américas. Agora, uma iniciativa do governo federal para incentivar a descarbonização dos setores de transporte e aviação levou várias empresas a se interessarem pelo seu uso como matéria-prima para a produção de biocombustíveis líquidos e combustível sustentável para a aviação (SAF) no Brasil. No papel, a macaúba parece ser uma planta milagrosa: ela se dá bem em terras degradadas e improdutivas, sem competir com cultivos para alimentação e sem causar mais desmatamento; nos testes, rende de oito a dez vezes mais do que a soja, dependendo da fonte da informação. A soja já é usada para abastecer o vasto setor de biocombustíveis do Brasil mas, assim como a cana-de-açúcar, está ligada a danos ambientais como desmatamento e emissões de CO2, além de problemas de justiça ambiental. De acordo com os proponentes da ideia, a macaúba promete evitar esses problemas, e já é apelidada de “ouro verde” e “óleo de palma amigo da floresta”. Mas existem também riscos ambientais e financeiros significativos, dizem os críticos. A propaganda em torno da macaúba se assemelha muito à onda criada em torno do pinhão-manso, uma suposta fonte de biocombustível apoiada por investidores e empreendedores, cuja história serve de alerta. Nos anos 2000, o pinhã0-manso (Jatropha curcas) – também considerado uma espécie de “ouro verde” – preenchia muitos dos mesmos requisitos que a macaúba, e sua ascensão gerou dezenas de projetos de plantio para geração de energia nas regiões tropicais. No entanto, esses&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/brazil-aposta-na-macauba-para-produzir-diesel-renovavel-e-combustivel-para-aviacao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Demanda europeia por carros elétricos impulsiona nova onda de desmatamento em florestas tropicais</title>
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					<pubDate>04 Jul 2025 12:27:55 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>A União Europeia (UE) promete se tornar neutra em carbono até 2050, o que significa que o bloco não poderá emitir uma única tonelada de dióxido de carbono a mais do que é capaz de absorver. Para atingir essa meta, os europeus precisam atualizar seu sistema de transporte, que responde por 75% de suas emissões, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A União Europeia (UE) promete se tornar neutra em carbono até 2050, o que significa que o bloco não poderá emitir uma única tonelada de dióxido de carbono a mais do que é capaz de absorver. Para atingir essa meta, os europeus precisam atualizar seu sistema de transporte, que responde por 75% de suas emissões, com o aumento massivo da frota de veículos elétricos. A produção de minérios pra atender essa demanda, no entanto, pode resultar em novas emissões de carbono. Segundo um relatório encomendado pelas organizações europeias Fern e Rainforest Foundation Norway, e produzido pelo Institute for Ecological Economics e pelo WU Vienna University of Economics and Business, 118 mil hectares de florestas em todo o mundo podem ser destruídos até 2050 para atender às aspirações verdes da UE. O número equivale a 1,8% do total de desmatamento registrado em florestas tropicais em 2024, de acordo com a Global Forest Watch. &#8220;Como algumas atividades de mineração desmatam grandes áreas florestais, elas contribuem significativamente para o aumento dos níveis de CO2 atmosférico, exacerbando, assim, as mudanças climáticas&#8221;, afirma o relatório. Segundo o estudo, o Brasil concentraria 11,7% deste desmatamento, o equivalente a 13.900 hectares. O dado corresponde a apenas 3,6% do total de florestas derrubadas na Mata Atlântica e na Amazônia em 2024, segundo o instituto de pesquisa Imazon. A área real, no entanto, deve ser muito maior, já que os especialistas consideraram apenas o desmatamento direto causado pelas minas. Não está incluído nos números o desmatamento indireto provocado pelo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/demanda-europeia-por-carros-eletricos-impulsiona-nova-onda-de-desmatamento-em-florestas-tropicais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mirando energia limpa, eólicas offshore podem sacrificar pesca artesanal no Ceará</title>
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					<pubDate>30 Abr 2025 14:23:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lobato Felizola]]>
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							<![CDATA[<p>Símbolo do Ceará e presente no brasão oficial desde 1897, as jangadas a vela representam 80% das embarcações pesqueiras no estado, mas podem perder espaço para turbinas eólicas instaladas no mar. A questão é relevante porque pescadores artesanais que usam barcos não motorizados, como os jangadeiros cearenses, dependem da força dos ventos para se mover [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Símbolo do Ceará e presente no brasão oficial desde 1897, as jangadas a vela representam 80% das embarcações pesqueiras no estado, mas podem perder espaço para turbinas eólicas instaladas no mar. A questão é relevante porque pescadores artesanais que usam barcos não motorizados, como os jangadeiros cearenses, dependem da força dos ventos para se mover no mar – o que pode ser severamente impactado com as mais de 4.300 torres eólicas offshore previstas para serem implantadas a distâncias de 3 a 35 km da costa. “Imagine uma floresta de aerogeradores gigantes no caminho, obrigando a desvios e percursos mais longos, contra ou a favor do vento, onde antes se podia andar livremente”, reflete Ronaldo Gonzaga, pescador do quilombo do Cumbe, em Aracati (CE), a 150 km de Fortaleza. Além disso, complementa, “imagina o ruído e a tremedeira que o aerogerador vai causar no mar. O peixe que costumava ir para lá não vai aparecer mais.” É por essa razão que, segundo Adryane Gorayeb, coordenadora do Observatório da Energia Eólica da Universidade Federal do Ceará (UFC), ainda não existem parques eólicos offshore operando abaixo da Linha do Equador. “Os impactos em mares tropicais, que possuem ecossistemas, correntes e profundidades distintas dos mares do norte, ainda são desconhecidos”. A incerteza inquieta pescadores, que têm se mobilizado contra o avanço das eólicas. Batalha contra eólicas não é nova Rodeada por fazendas de camarão e uma pequena faixa de manguezal que resiste ao avanço do mar na foz do Rio Jaguaribe, o quilombo do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/mirando-energia-limpa-eolicas-offshore-podem-sacrificar-pesca-artesanal-no-ceara/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil mira descarbonização, mas segue subsidiando combustíveis fósseis</title>
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					<pubDate>10 Fev 2025 11:00:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Thiago Lima]]>
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							<![CDATA[Créditos de carbono, Emissões de carbono, Energia, Energia limpa, Energia renovável, Energias renováveis, Estradas, Hidrelétricas, Infraestrutura e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>O Brasil se comprometeu a reduzir, até o ano 2035, de 59% a 67% das emissões de gases de efeito estufa, na comparação com os níveis de 2005. A meta é apresentada na Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, em inglês), que é o compromisso climático firmado pelos países signatários do Acordo de Paris. Mas, apesar dos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O Brasil se comprometeu a reduzir, até o ano 2035, de 59% a 67% das emissões de gases de efeito estufa, na comparação com os níveis de 2005. A meta é apresentada na Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, em inglês), que é o compromisso climático firmado pelos países signatários do Acordo de Paris. Mas, apesar dos objetivos ambiciosos, os incentivos aos combustíveis fósseis ainda predominam na cadeia produtiva nacional. De acordo com dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), hoje são R$ 81,9 bilhões (cerca de 16,38 bilhões de dólares) em subsídios para combustíveis fósseis, contra apenas R$ 18,06 bilhões (3,61 bilhões de dólares) para renováveis. Ou seja, 81,9% dos incentivos fiscais oferecidos pelo governo federal para o setor de energia são direcionados para os fósseis. Para realizar o monitoramento, o Inesc levou em conta todas as formas de subsídios, incluindo isenções tributárias, despesas diretas e outras concessões fiscais, abrangendo tanto o consumo quanto a produção de energia. Petróleo e gás também levaram vantagem na última edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O governo federal pretende investir pelo menos R$ 335 bilhões em projetos de petróleo e gás nos próximos anos. No total, 61% do investimento no eixo do programa intitulado “transição e segurança energética” ficou para os petróleo e gás. Plataforma de petróleo na Baía de Guanabara (RJ). Foto: Marinelson Almeida, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons Questões como a tentativa, por parte da Petrobras, de exploração de novos poços perfurados na foz do rio Amazonas, apesar da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/brasil-mira-descarbonizacao-mas-segue-subsidiando-combustiveis-fosseis/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Caatinga desmatada para instalação de painéis solares mobiliza comunidade na Bahia</title>
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					<pubDate>06 Fev 2025 18:20:45 +0000</pubDate>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Caatinga, Comunidades Tradicionais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Energia, Energia limpa, Energia renovável, Energias renováveis e Povos Tradicionais]]>
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							<![CDATA[<p>UIBAÍ, Bahia – No dia 14 de maio de 2024, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) da Bahia autorizou a empresa norueguesa Statkraft Energias Renováveis a realizar o desmatamento de 454 hectares de floresta de caatinga arbórea no topo das serras situadas entre as cidades de Uibaí e Ibipeba, no centro-norte da [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[UIBAÍ, Bahia – No dia 14 de maio de 2024, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) da Bahia autorizou a empresa norueguesa Statkraft Energias Renováveis a realizar o desmatamento de 454 hectares de floresta de caatinga arbórea no topo das serras situadas entre as cidades de Uibaí e Ibipeba, no centro-norte da Bahia. O objetivo é a instalação de 282.240 painéis de placas solares. Segundo o parecer técnico para emissão da licença prévia publicado pelo próprio Inema, a área diretamente afetada possui 230 espécies de plantas, das quais 15 estão ameaçadas de extinção, e outras 200 espécies animais do bioma Caatinga, sendo que 64 espécies não sobrevivem fora do ambiente de floresta. As águas também são impactadas pelo empreendimento, pois a área serve de recarga para os rios Verde e Jacaré, afluentes do Rio São Francisco. Mesmo assim, o relatório técnico considerou o empreendimento de baixo impacto ambiental e o Inema concedeu a licença. Vale lembrar que a mesma Statkraft já está instalada na região com o Complexo Eólico Ventos de Santa Eugênia, onde 14 parques eólicos, totalizando 91 turbinas, constituem o maior empreendimento da empresa fora da Europa. Área de Caatinga desmatada para instalação de painéis solares. Foto: Rafael Martins Segundo Edimário Oliveira Machado, uma das principais lideranças contra a instalação do parque solar, o desmatamento autorizado pelo Inema é “inadmissível”: diz ele que, a poucos metros das áreas licenciadas, há terrenos em abundância, já desmatados, com condições para acolher o empreendimento e ainda gerar receitas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/caatinga-desmatada-para-instalacao-de-paineis-solares-mobiliza-comunidade-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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