<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?topic=direitos-humanos&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/direitos-humanos/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Fri, 28 Aug 2026 10:21:15 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>
				<item>
					<title>Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>03 Ago 2026 08:26:55 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Felipe Sabrina]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/28142724/AP19273713038690-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195754</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Maranhão]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Ativismo, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Corrupção, Crime Ambiental, Direitos humanos, Justiça Social, Lei Ambiental, Madeira e Madeireiras]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em 2015, Raimundo Rodrigues foi assassinado por fazendeiros no Maranhão. Maria, sua esposa, sobreviveu. Mas deixou de existir para continuar viva.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Como é a vida da viúva de ambientalista que precisou desaparecer para sobreviver</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Por volta de 1 da manhã do dia 29 de abril de 2026, no salão do júri da Comarca de Bom Jardim, no Maranhão, o juiz Philipe Silveira da Cunha quantificou publicamente o destino do ex-policial militar Francisco da Silva Sousa: “Fica o réu definitivamente condenado a 35 anos e quatro meses de reclusão. Fixo o regime fechado para o início do cumprimento da pena”, anunciou o juiz ao microfone, em pé, diante do réu, dos jurados, dos promotores de justiça e dos advogados de defesa e acusação, sob as luzes brancas do salão que iluminaram mais de 16 horas de julgamento, iniciado na manhã do dia anterior. O ex-policial, de 66 anos, saiu direto dali para a prisão. Da Silva, como é conhecido, foi considerado culpado pelo júri popular por arquitetar o assassinato do ambientalista e camponês Raimundo dos Santos Rodrigues, 54 anos, e a tentativa de homicídio da esposa de Raimundo, Maria*, com 37 anos à época. O crime aconteceu no dia 25 de agosto de 2015, ali mesmo em Bom Jardim, dentro da Reserva Biológica do Gurupi, unidade de conservação federal administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio. Raimundo, Maria, seus seis filhos e outras cerca de 38 famílias camponesas viviam acampadas, desde 2009, na comunidade Brejinho Rio da Onça II, situada dentro da reserva, à espera de uma resolução do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para regularizar sua situação como assentados da reforma agrária — ali ou em outro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-e-a-vida-da-viuva-de-ambientalista-que-precisou-desaparecer-para-sobreviver/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>‘Falar de agroecologia é falar de autonomia no campo’, diz Olga Muthambe</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>28 Jul 2026 08:34:02 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Far Vubil]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/22174631/Olga-corte-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195712</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[África]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agroecologia, Ativismo, Conflitos, Conflitos sociais, Direitos humanos, Entrevistas, Extrativismo, Justiça Social e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/" data-wpel-link="internal">‘Falar de agroecologia é falar de autonomia no campo’, diz Olga Muthambe</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em Moçambique, país localizado no sudeste da África, mais de 1,6 mil mulheres integram programas de práticas agroecológicas nas províncias de Maputo, Gaza (ambas ao sul), Tete (centro) e Cabo Delgado (extremo norte). As ações são conduzidas pela ONG Hikone Moçambique, uma associação da sociedade civil, fundada em 2013, que busca empoderar  mulheres no campo. A entidade procura trabalhar sobretudo com moçambicanas em situação de vulnerabilidade social.  O deslocamento da população local, com implicações para os seus meios de subsistência, a expropriação e a concentração de recursos e da terra estão entre os efeitos negativos mais comumente identificados como desdobramentos do extrativismo, que muitas vezes consiste na apropriação da natureza por meio da exploração do trabalho. Segundo a Hikone Moçambique, o extrativismo ainda fragiliza a soberania alimentar e agrava desigualdades, afetando desproporcionalmente as mulheres — que perdem alternativas de geração de renda. A Hikone foi cofundada pela ativista social moçambicana Olga Muthambe, atual diretora-executiva da organização. Feminista, praticante de desenvolvimento comunitário, professora autodidata e mãe de sete filhos, ela possui mais de 30 anos de experiência no trabalho com comunidades rurais. Na década de 1990, Muthambe trabalhou com mulheres e jovens em projetos de reabilitação após os anos da guerra civil de Moçambique (1977-1992), coordenando iniciativas para garantir segurança alimentar.  Décadas depois, em 2021, com o prolongamento  de outro conflito armado em Cabo Delgado, a ONG expandiu seu trabalho para apoiar mulheres afetadas pela violência e pelo deslocamento forçado — que, só nessa província, afetou cerca de um milhão de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/falar-de-agroecologia-e-falar-de-autonomia-no-campo-diz-olga-muthambe/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>No sudoeste baiano, os saberes de um quilombo sobrevivem em sementes</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>24 Jul 2026 20:02:07 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mariana Martins]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/17143021/WhatsApp-Image-2026-07-01-at-12.21.53-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195637</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agroecologia, Alimentos, Ativismo, Comunidades Tradicionais, Demarcação Territorial, Direitos humanos, Quilombolas e Soluções]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>No Quilombo Lagoa de Melquíades e Amâncio, um território tradicional localizado a cerca de 50 quilômetros de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, preservar sementes crioulas livres de transgênicos e de agrotóxicos tornou-se uma linha de frente: são elas que mantêm viva uma ancestralidade que resiste  ao cerco da monocultura, ao limbo fundiário causado [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/" data-wpel-link="internal">No sudoeste baiano, os saberes de um quilombo sobrevivem em sementes</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[No Quilombo Lagoa de Melquíades e Amâncio, um território tradicional localizado a cerca de 50 quilômetros de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, preservar sementes crioulas livres de transgênicos e de agrotóxicos tornou-se uma linha de frente: são elas que mantêm viva uma ancestralidade que resiste  ao cerco da monocultura, ao limbo fundiário causado pela lenta demarcação de terras e às mudanças no regime de chuvas. O sustento dessa comunidade está guardado em pequenos grãos de milho e feijão puros, que fazem parte de um banco de sementes gerido de forma comunitária.  O manuseio desses grãos não é uma prática agrícola recente. Como legado passado adiante de avós para seus filhos e netos, os agricultores estavam acostumados a guardar suas sementes em um cômodo de suas próprias casas. Com o tempo, foi possível encontrar novos caminhos. A tarefa acabou nas mãos de Tiago França da Silva, 34 anos, líder do quilombo baiano: depois de estudar agroecologia, o representante resolveu envolver a comunidade na construção de um banco de sementes.  Assim nasceu  a Casa de Sementes, em 2017. Nela, Tiago  passou a atuar como um  guardião dos grãos, liderando uma comissão organizadora que selecionava e avaliava as sementes. Posteriormente, por seu trabalho, foi escolhido pela comunidade para ser a liderança geral do quilombo.   Essa herança biológica e cultural, contudo, está ameaçada pelo cerco territorial e pela contaminação. A proximidade do quilombo às grandes fazendas de gado  e  ao monocultivo de eucalipto não apenas pressiona os limites do território ancestral, como&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/no-sudoeste-baiano-os-saberes-de-um-quilombo-sobrevivem-em-sementes/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Moradores relatam doenças em área contaminada por petróleo no litoral de SP</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/moradores-relatam-doencas-em-area-contaminada-por-petroleo-no-litoral-de-sp/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/moradores-relatam-doencas-em-area-contaminada-por-petroleo-no-litoral-de-sp/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>10 Jul 2026 07:15:37 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Leandro Barbosa]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/07211234/DSC09995-2-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195550</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[São Paulo]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Combustíveis Fósseis, Crime Ambiental, Desastres ambientais, Direitos humanos, Doenças, Povos Tradicionais e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>SÃO SEBASTIÃO, SP – Em frente à casa onde vive há décadas, no bairro Itatinga, em São Sebastião, Cosma da Silva aponta para diferentes imóveis da vizinhança enquanto enumera uma sequência de casos de câncer. &#8220;Tem uma mulher ali com câncer. Outra naquele prédio também. Outra morreu ali [aponta]. O pessoal dessa área só morre [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/moradores-relatam-doencas-em-area-contaminada-por-petroleo-no-litoral-de-sp/" data-wpel-link="internal">Moradores relatam doenças em área contaminada por petróleo no litoral de SP</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[SÃO SEBASTIÃO, SP – Em frente à casa onde vive há décadas, no bairro Itatinga, em São Sebastião, Cosma da Silva aponta para diferentes imóveis da vizinhança enquanto enumera uma sequência de casos de câncer. &#8220;Tem uma mulher ali com câncer. Outra naquele prédio também. Outra morreu ali [aponta]. O pessoal dessa área só morre de câncer.&#8221;. Aos olhos de Cosma, o adoecimento faz parte da paisagem do bairro. E ela própria inclui sua família nesta conta. Seu marido, Paulo José da Silva, morreu aos 51 anos, devido a um tumor cerebral. Ela própria enfrenta problemas de saúde e passou recentemente por uma cirurgia para a retirada de um nódulo. Enquanto tenta lidar com as consequências do tratamento –- uma ferida que arde e coça ao lado do peito —, ela continua observando uma sucessão de casos de adoecimento entre parentes, vizinhos e conhecidos. A relação entre esses casos e a contaminação ambiental que marcou a história do Itatinga nunca foi comprovada. Mas também nunca foi investigada da forma que os moradores esperavam. A área onde parte da comunidade foi construída foi utilizada, entre as décadas de 1970 e 1980, para o descarte de borra oleosa associada à atividade petrolífera. Anos depois, o terreno foi ocupado por moradias. Investigações ambientais conduzidas por órgãos públicos identificaram a presença de contaminantes derivados do petróleo no solo e nas águas subterrâneas da região. Ao longo de quase vinte anos, documentos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), do Ministério Público Estadual&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/moradores-relatam-doencas-em-area-contaminada-por-petroleo-no-litoral-de-sp/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/moradores-relatam-doencas-em-area-contaminada-por-petroleo-no-litoral-de-sp/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Investigação da Mongabay motiva remoção de gado ilegal da Terra Indígena Arariboia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/04/investigacao-da-mongabay-motiva-remocao-de-gado-ilegal-da-terra-indigena-arariboia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/04/investigacao-da-mongabay-motiva-remocao-de-gado-ilegal-da-terra-indigena-arariboia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>11 Abr 2025 16:27:12 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/04/11134028/paulo-poster-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193634</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[A madeira do sangue Guajajara]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Ativismo, Conflitos de terra, Conservação, Crime Ambiental, Direitos humanos, Florestas, Florestas Tropicais, Governança, Indígenas, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Uma investigação da Mongabay que revelou uma explosão de gado ilegal, em meio a um número recorde de assassinatos de indígenas Guajajara, foi usada por autoridades federais para remover milhares de cabeças de gado da Terra Indígena Arariboia, no Maranhão.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/investigacao-da-mongabay-motiva-remocao-de-gado-ilegal-da-terra-indigena-arariboia/" data-wpel-link="internal">Investigação da Mongabay motiva remoção de gado ilegal da Terra Indígena Arariboia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Uma investigação da Mongabay que revelou uma explosão de gado ilegal, em meio a um número recorde de assassinatos de indígenas Guajajara, foi usada por autoridades federais para remover milhares de cabeças de gado da Terra Indígena Arariboia, no Maranhão. &#8220;Teu relatório está muito parecido com o que a gente está encontrando em campo, de fato. Ele parte dessa realidade de fato, então nos ajudou muito em termos práticos&#8221;, Marcos Kaingang, secretário nacional de direitos territoriais indígenas do Ministério dos Povos Indígenas, disse à Mongabay em uma entrevista em vídeo. Em junho de 2024, a Mongabay publicou uma investigação de um ano, com financiamento e apoio editorial do Rainforest Investigations Network do Pulitzer Center, revelando que grandes áreas da Terra Indígena (TI) Arariboia haviam sido tomadas pela pecuária para fins comerciais, o que viola a Constituição. &#8220;Tinha uma presença grande de gado, milhares de cabeças que estavam lá e que não deveriam estar ali&#8221;, disse Kaingang. A investigação também revelou detalhes que as autoridades disseram desconhecer: a alteração física dos marcos de demarcação da Arariboia por fazendeiros que fazem fronteira com o território. &#8220;Era um tema que eu diria que estava passando despercebido&#8221;, disse Kaingang, que afirma só ter tomado conhecimento do fato pela investigação. &#8220;A gente trouxe [essa denúncia] como um ponto importante nas nossas discussões. E a gente foi verificar que, de fato, os marcos tinham sido alterados&#8221;. Iniciada em fevereiro, a operação do governo federal removeu entre 1.000 e 2.000 cabeças de gado da Arariboia, disse Kaingang.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/investigacao-da-mongabay-motiva-remocao-de-gado-ilegal-da-terra-indigena-arariboia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/04/investigacao-da-mongabay-motiva-remocao-de-gado-ilegal-da-terra-indigena-arariboia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Novas imagens de indígenas isolados na Amazônia aumentam pressão por proteção territorial</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-imagens-de-indigenas-isolados-na-amazonia-aumentam-pressao-por-protecao-territorial/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-imagens-de-indigenas-isolados-na-amazonia-aumentam-pressao-por-protecao-territorial/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Jan 2025 16:13:55 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/01/24132332/imagens-dos-indigenas-de-2024-4-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193291</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Conservação, Direitos humanos, Indígenas, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Imagens inéditas de indígenas isolados na Terra Indígena Massaco, em Rondônia, aumentaram a pressão por maior fiscalização para proteger os territórios dessas populações vulneráveis.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-imagens-de-indigenas-isolados-na-amazonia-aumentam-pressao-por-protecao-territorial/" data-wpel-link="internal">Novas imagens de indígenas isolados na Amazônia aumentam pressão por proteção territorial</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Imagens inéditas de indígenas isolados na Terra Indígena Massaco, em Rondônia, aumentaram a pressão por maior fiscalização para proteger os territórios dessas populações vulneráveis. As imagens, divulgadas no início deste mês pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), revelaram um grupo de nove homens, com idades entre 20 e 40 anos. Uma câmera instalada em uma das trilhas do território indígena capturou as imagens em fevereiro de 2024, quando os homens estavam coletando facões e machados deixados por uma expedição de 2021, segundo a Funai. Ao verificar as imagens da câmera, os agentes encontraram “sem surpresa” armadilhas com estrepes deixadas pelo grupo na área antes de deixarem o local, acrescentou Funai. “Nota-se que foi uma aproximação planejada e organizada, com um grupo de pessoas, somente homens, a maioria jovens, preparados com inúmeros estrepes confeccionados que foram colocados nos locais de presença do não indígena e na própria trilha por onde chegaram e retornaram, caso alguém os seguisse”, Altair Algayer, sertanista da Funai que há 30 anos monitora povos indígenas que vivem em isolamento voluntário, disse em um comunicado à imprensa. Uma câmera instalada em uma das trilhas da Terra Indígena Massaco capturou imagens inéditas de um grupo de nove homens de um grupo de indígenas isolados recolhendo facões e machados deixados por agentes da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Imagem cortesia da Funai. Entre janeiro e abril de 2024, funcionários da Funai registraram vestígios e atividades de grupos isolados no território de Massaco. Além das armadilhas colocadas em trilhas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-imagens-de-indigenas-isolados-na-amazonia-aumentam-pressao-por-protecao-territorial/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-imagens-de-indigenas-isolados-na-amazonia-aumentam-pressao-por-protecao-territorial/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Soja e pasto pressionam áreas conservadas do Jalapão, onde brilha o capim-dourado</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Jan 2025 19:05:58 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/01/13184824/20240920_fellipeabreu_jalapao_167341-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193183</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Tocantins]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agroecologia, Agrotóxicos, Água, Cerrado, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Desmatamento, Direitos humanos, Extrativismo, Motores do Desmatamento, Pesticidas, Povos Tradicionais, Quilombolas, Rios, Socioambiental, Sustentabilidade e Sustentável]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>JALAPÃO, Tocantins – Bem ao fundo da terra arrasada, buritis clamam por uma chance. Faz dois anos que a aridez avança pela vereda com seu manto de morte. Um gavião-carcará solta um grunhido solitário. Luzia pousa longe o olhar. “Eu me sinto sufocada”, diz a moça, com voz de buriti acuado. Mas, se num dia [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/" data-wpel-link="internal">Soja e pasto pressionam áreas conservadas do Jalapão, onde brilha o capim-dourado</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[JALAPÃO, Tocantins – Bem ao fundo da terra arrasada, buritis clamam por uma chance. Faz dois anos que a aridez avança pela vereda com seu manto de morte. Um gavião-carcará solta um grunhido solitário. Luzia pousa longe o olhar. “Eu me sinto sufocada”, diz a moça, com voz de buriti acuado. Mas, se num dia o buriti acorda acossado, no outro ele não se intimida e dispersa semente madura para germinar todo o chão. Aos 35 anos, a mãe de sete filhos tem um futuro a cuidar. Tanto que, certo dia, Luzia Passos Ribeiro disse em grunhido alto de causar inveja a qualquer carcará: “Dentro do território quilombola só fica quem nós queremos”. Foi assim que recolheram trator, escavadeira, caminhão e caminhonete de uma fazenda instalada dentro da comunidade de Quilombo do Prata, no município de São Félix do Tocantins – território quilombola certificado em 2006, mas até hoje sem a titularidade. Os desmatamentos, que minguam águas, ameaçam também o brilho do Jalapão, famoso pelo capim-dourado e por suas águas, que atraem turistas de todo o país. A área, que tem o maior mosaico de unidades de conservação do Cerrado, e ainda bastante preservada, sofre pressão das queimadas, da irregularidade fundiária e das mudanças climáticas. A chegada do asfalto, de grande relevância para as comunidades locais e para o turismo, imprime no chão não apenas o piche, mas também a especulação imobiliária. Vista aérea do Quilombo Mumbuca. Foto: Fellipe Abreu Detalhe de artesanato de capim-dourado na loja da Associação Comunitária dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/01/soja-e-pasto-pressionam-areas-conservadas-do-jalapao-onde-brilha-o-capim-dourado/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>