<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?topic=aquecimento-global&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/aquecimento-global/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Tue, 11 Aug 2026 20:16:22 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.3</generator>
				<item>
					<title>Estudo: Amazônia resiste ao fogo, mas renasce com menos diversidade</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/estudo-amazonia-resiste-ao-fogo-mas-renasce-com-menos-diversidade/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/estudo-amazonia-resiste-ao-fogo-mas-renasce-com-menos-diversidade/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>02 Jul 2026 12:46:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/06/25024801/tiger-striped-leaf-frog-2-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195496</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Aquecimento global, Biodiversidade, Clima, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Reflorestamento e Resiliência climática]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em 2024, a Amazônia brasileira enfrentou uma das piores temporadas de incêndios de sua história: as chamas atingiram 15,6 milhões de hectares, uma área maior que a do estado do Ceará — dos quais 43% eram vegetação florestal. Segundo dados da MapBiomas, a área destruída pelas chamas foi 117% maior do que a média histórica. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/estudo-amazonia-resiste-ao-fogo-mas-renasce-com-menos-diversidade/" data-wpel-link="internal">Estudo: Amazônia resiste ao fogo, mas renasce com menos diversidade</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 2024, a Amazônia brasileira enfrentou uma das piores temporadas de incêndios de sua história: as chamas atingiram 15,6 milhões de hectares, uma área maior que a do estado do Ceará — dos quais 43% eram vegetação florestal. Segundo dados da MapBiomas, a área destruída pelas chamas foi 117% maior do que a média histórica. Recentemente, um grupo de pesquisadores revelou algo que, segundo eles, deu certo otimismo à ciência em meio a esses números: embora a perda de biodiversidade persista, a Amazônia demonstrou uma surpreendente capacidade de regeneração após os incêndios. Os resultados foram apresentados em um estudo conduzido no sudeste da Amazônia ao longo de duas décadas. O trabalho buscou prever os riscos enfrentados pela floresta tropical à medida que o desmatamento, a queda nos níveis de precipitação e as secas prolongadas se tornam mais frequentes. “Nosso estudo traz uma mensagem de esperança. Ele demonstra que uma floresta altamente degradada consegue se recuperar mesmo após muitos distúrbios”, disse o principal autor do artigo, Leandro Maracahipes, pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, com apoio do Instituto Serrapilheira. No entanto, Maracahipes explica que essa regeneração dá lugar a um novo tipo de floresta. “É um novo ecossistema. Embora consiga se recuperar, essa floresta é muito mais ‘pobre’, com maior quantidade de espécies generalistas, muito mais vulneráveis a novos distúrbios”, disse à Mongabay. Imagem aérea de uma área de floresta amazônica. Foto: Leandro Maracahipes. Impacto maior nas bordas da floresta&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/estudo-amazonia-resiste-ao-fogo-mas-renasce-com-menos-diversidade/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/estudo-amazonia-resiste-ao-fogo-mas-renasce-com-menos-diversidade/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Entre baleias, corais e petróleo, Abrolhos luta por mais proteção</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/06/entre-baleias-corais-e-petroleo-abrolhos-luta-por-mais-protecao/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/06/entre-baleias-corais-e-petroleo-abrolhos-luta-por-mais-protecao/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>22 Jun 2026 19:45:36 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/06/22194347/Abrolhos_Marine_National_ParkRobertoCostaPinto04-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195466</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Bahia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Aquecimento global, Áreas Protegidas, Aves, Biodiversidade, Clima, Comunidades Tradicionais, Demarcação Territorial, Fauna marinha, Oceanos, Parques Nacionais, Peixes e Pesca]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>CARAVELAS, Bahia — Cientistas, comunidades tradicionais e órgãos ambientais brasileiros sabem bem quais riscos rondam a região dos Abrolhos, área de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, localizada entre os litorais da Bahia e do Espírito Santo. Entre as ameaças estão a pesca predatória, a mineração em águas profundas, a carcinicultura (criação de camarões) e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/entre-baleias-corais-e-petroleo-abrolhos-luta-por-mais-protecao/" data-wpel-link="internal">Entre baleias, corais e petróleo, Abrolhos luta por mais proteção</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[CARAVELAS, Bahia — Cientistas, comunidades tradicionais e órgãos ambientais brasileiros sabem bem quais riscos rondam a região dos Abrolhos, área de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, localizada entre os litorais da Bahia e do Espírito Santo. Entre as ameaças estão a pesca predatória, a mineração em águas profundas, a carcinicultura (criação de camarões) e a especulação imobiliária. Esses elementos têm algo em comum: podem impactar bancos de coral, ilhas oceânicas, manguezais e outros habitats onde vivem mais de 500 espécies animais. Além de servir de casa para peixes, invertebrados, tartarugas-marinhas e aves, as águas de Abrolhos são berçário de cetáceos, como as baleias-jubarte (Megaptera novaeangliae). Entre junho e novembro, esses animais migram da Antártica para a região em busca de um ambiente mais cálido para se reproduzir e criar seus filhotes. Frente à lista de ameaças ao bioma costeiro, uma força-tarefa científica, lançada em março de 2026, busca concluir, até dezembro, uma proposta que poderia ampliar os limites geográficos do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos — a única unidade de conservação integral da região. A iniciativa é da organização ambientalista WWF-Brasil, com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Para isso, o WWF promoveu uma expedição ao Arquipélago dos Abrolhos, localizado dentro dos limites do parque. Lá, especialistas, jornalistas e lideranças comunitárias puderam discutir sobre as áreas naturais que ainda carecem de proteção. Criado em 1983, o parque dos Abrolhos é o primeiro parque nacional marinho do Brasil. No entanto, os seus 882 km² de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/entre-baleias-corais-e-petroleo-abrolhos-luta-por-mais-protecao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/06/entre-baleias-corais-e-petroleo-abrolhos-luta-por-mais-protecao/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Degradação supera desmatamento na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/10/degradacao-supera-desmatamento-na-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/10/degradacao-supera-desmatamento-na-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>30 Out 2020 18:27:49 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Claire Asher]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Thiago Medaglia]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/04/20172845/ANP06775_26-de-novembro-de-2019-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=187639</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia e Desmatamento ilegal na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Aquecimento global, Biodiversidade, Conservação, Degradação, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios e Queimadas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Estudo analisou 1.200 imagens de satélite para mapear a degradação florestal na Amazônia. Imagem: Agência Espacial Europeia em Visualhunt / CC BY-SA. Extração seletiva de madeira, queima do sub-bosque, efeito de borda e fragmentação florestal: os fatores de pressão que compõem a degradação custaram caro à Floresta Amazônica no Brasil, de acordo com um estudo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/degradacao-supera-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Degradação supera desmatamento na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Estudo analisou 1.200 imagens de satélite para mapear a degradação florestal na Amazônia. Imagem: Agência Espacial Europeia em Visualhunt / CC BY-SA. Extração seletiva de madeira, queima do sub-bosque, efeito de borda e fragmentação florestal: os fatores de pressão que compõem a degradação custaram caro à Floresta Amazônica no Brasil, de acordo com um estudo publicado na revista Science. Eraldo Matricardi, da Universidade de Brasília, e David Skole, da Michigan State University, lideraram uma equipe internacional de pesquisadores que analisou 23 anos de dados de satélite em toda a Amazônia brasileira para mapear áreas de desmatamento e degradação. Eles analisaram o espectro de luz presente em cada pixel de 1.200 imagens do satélite Landsat, cada uma representando 30 metros quadrados de floresta, para determinar a proporção de vegetação verde e, como efeito, a extensão da degradação. “A luz refletida em cada pixel é a combinação da luz do solo nu, da vegetação fotossintética e da não fotossintética, [tal como] os caules e galhos das árvores”, explica Skole. Estimar a fração de vegetação verde em cada pixel permitiu à equipe visualizar a degradação florestal em larga escala. A equipe mapeou a degradação causada como consequência do desmatamento (pela extração seletiva de madeira e incêndios no sub-bosque) e a completa conversão da terra em madeira, pastos, plantações ou outras atividades humanas. A análise confirmou que as taxas de desmatamento caíram a partir de um pico de 29 mil quilômetros quadrados por ano em 2003 para 6 mil quilômetros quadrados por ano em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/degradacao-supera-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/10/degradacao-supera-desmatamento-na-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>O que acontece com plantas e animais quando a Amazônia queima?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/10/o-que-acontece-com-plantas-e-animais-quando-a-amazonia-queima/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/10/o-que-acontece-com-plantas-e-animais-quando-a-amazonia-queima/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>28 Out 2020 13:46:59 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Liz Kimbrough]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Thiago Medaglia]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/06/02141129/Medici_Tapirs_Brazil_HRS_Credit_Joao-Marcos-Rosa-4-e1645207528774-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=187628</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia e Desmatamento ilegal na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Animais, Aquecimento global, Aves, Biodiversidade, Conservação, Degradação, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Primatas, Queimadas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A floresta tropical queima lentamente. Segundo Jos Barlow, professor de Ciência da Conservação na Universidade de Lancaster, no Reino Unido, uma linha de fogo poderia avançar apenas 300 metros em 24 horas, tempo suficiente para os animais fugirem. A questão é: fugir para onde? As opções são cavar, ir para a água ou mover-se para [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/o-que-acontece-com-plantas-e-animais-quando-a-amazonia-queima/" data-wpel-link="internal">O que acontece com plantas e animais quando a Amazônia queima?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Incêndio na Reserva Extrativista Jaci-Paraná, em Porto Velho, Rondônia. Imagem Fotografia de 16 de agosto de 2020. Foto: de Christian Braga / Greenpeace. A floresta tropical queima lentamente. Segundo Jos Barlow, professor de Ciência da Conservação na Universidade de Lancaster, no Reino Unido, uma linha de fogo poderia avançar apenas 300 metros em 24 horas, tempo suficiente para os animais fugirem. A questão é: fugir para onde? As opções são cavar, ir para a água ou mover-se para outras áreas. A maioria dos animais não pode simplesmente deslocar-se para outro território sem consequências, seja a violência de um concorrente, ou simplesmente a falta de recursos como alimento e abrigo. Infelizmente, a pesquisa sobre os impactos dessas fugas é limitada. &#8220;Não sabemos realmente o que acontece com os animais maiores que são forçados a se deslocarem para outros territórios&#8221;, diz Barlow. &#8220;Portanto, presume-se que haja uma redução no tamanho da população, porque não há como comportar mais animais em uma área [reduzida]&#8221;. Os primatas, por exemplo, podem ficar presos em ilhas de vegetação não atingidas pelo fogo, sobrevivendo à base de recursos alimentares que também escaparam das chamas, até serem forçados a viajar para fora de seus territórios. Isso pode ser particularmente devastador para espécies endêmicas ou ameaçadas, como o sauim-de-coleira (Saguinus bicolor) – um dos macacos mais ameaçados do mundo – ou o sauim-dos-índios-mura (Saguinus fuscicollis mura),  espécie descoberta há apenas dez anos na bacia dos rios Purus e Madeira. Os efeitos das queimadas sobre suas populações ainda são desconhecidos.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/10/o-que-acontece-com-plantas-e-animais-quando-a-amazonia-queima/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/10/o-que-acontece-com-plantas-e-animais-quando-a-amazonia-queima/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Atenção, ONU e políticos! A queima de árvores para obter energia não é neutra em carbono (comentário)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2019/09/atencao-onu-e-politicos-a-queima-de-arvores-para-obter-energia-nao-e-neutra-em-carbono-comentario/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2019/09/atencao-onu-e-politicos-a-queima-de-arvores-para-obter-energia-nao-e-neutra-em-carbono-comentario/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Set 2019 08:32:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mary Booth]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2019/09/21082859/BANNER-image-Drax-768x452.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=186218</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Aquecimento global, Conservação, Energia e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Todos nós vimos, horrorizados, como a Amazônia e outras florestas queimaram nas últimas semanas. Mas há outra conflagração deliberada das florestas em curso, ironicamente resultado da política climática – a queima de madeira nas usinas para gerar energia de biomassa &#8220;renovável&#8221;. Embora a queima de madeira seja amplamente tratada como &#8220;neutra em carbono&#8221;, a realidade [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/09/atencao-onu-e-politicos-a-queima-de-arvores-para-obter-energia-nao-e-neutra-em-carbono-comentario/" data-wpel-link="internal">Atenção, ONU e políticos! A queima de árvores para obter energia não é neutra em carbono (comentário)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Os pellets de madeira e as blusas verdes desta imagem fazem parte de uma campanha de Relações Públicas apoiada pela indústria de biomassa, alegando que a queima de madeira para produzir energia é neutra em carbono. Mas não é. Crédito da foto: #ODF/Visual hunt/CC BY. Todos nós vimos, horrorizados, como a Amazônia e outras florestas queimaram nas últimas semanas. Mas há outra conflagração deliberada das florestas em curso, ironicamente resultado da política climática – a queima de madeira nas usinas para gerar energia de biomassa &#8220;renovável&#8221;. Embora a queima de madeira seja amplamente tratada como &#8220;neutra em carbono&#8221;, a realidade é que ela emite mais poluentes que o carvão por unidade de energia. Não é preciso desenhar para entender que, embora as árvores possam ser tecnicamente renováveis, o corte e a queima de uma floresta libera carbono de modo muito mais rápido do que o tempo que ela leva para armazená-lo quando novamente em crescimento. Inclusive, queimar “resíduos” florestais – sobras da extração de madeira – pode causar um aumento nas emissões de carbono. A ciência mostra que, para evitar mudanças climáticas catastróficas, devemos proteger e restaurar as florestas, e não cortá-las e queimá-las para aproveitamento de energia. Os estudos também mostram que a mitigação dos efeitos das alterações no clima não pode esperar as décadas ou séculos que uma floresta gasta para crescer de novo. No entanto, em uma demonstração de impressionante desafio a um princípio tão básico, formuladores de políticas públicas em todo o mundo continuam a destinar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/09/atencao-onu-e-politicos-a-queima-de-arvores-para-obter-energia-nao-e-neutra-em-carbono-comentario/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2019/09/atencao-onu-e-politicos-a-queima-de-arvores-para-obter-energia-nao-e-neutra-em-carbono-comentario/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Estudo confirma que desmatamento reduz o acesso a água limpa</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2019/05/186085/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2019/05/186085/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Mai 2019 14:39:54 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[John C. Cannon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2019/05/21141431/1280px-Schoolchildren_in_Malawi.604b5bca9ca94fa9991427b117819a38-768x450.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=186085</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Aquecimento global, Conservação, Cultura Indígena, Florestas, Florestas Tropicais, Justiça Social e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Segundo um estudo recente conduzido no Malawi, o desmatamento pode reduzir o acesso de comunidades a água limpa. Várias pesquisas anteriores sobre o impacto do desmatamento na dinâmica da água confirmaram que a destruição de florestas leva a surtos de escoamento de água, aumentando o que os cientistas chamam de water yield (disponibilidade hídrica, em [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/05/186085/" data-wpel-link="internal">Estudo confirma que desmatamento reduz o acesso a água limpa</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Segundo um estudo recente conduzido no Malawi, o desmatamento pode reduzir o acesso de comunidades a água limpa. Várias pesquisas anteriores sobre o impacto do desmatamento na dinâmica da água confirmaram que a destruição de florestas leva a surtos de escoamento de água, aumentando o que os cientistas chamam de water yield (disponibilidade hídrica, em tradução livre). Hisahiro Naito, economista e professor associado da Universidade de Tsukuba, no Japão, escreveu em um e-mail que tais estudos geralmente sugerem que “esse desmatamento não provoca um efeito negativo sobre o acesso a água; contestamos essa análise.” O fato de haver mais água disponível não significa que ela é palatável ou segura o suficiente para o consumo humano. Sem o solo da floresta para absorver a água, o escoamento provoca erosão e desloca sedimentos que acabam por contaminar os sistemas de tratamento – os quais já são raros em boa parte do Malawi. Colheita de amendoim em uma estação de pesquisa agrícola no Malawi. Imagem por Swathi Sridharan via Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0). Segundo Hisahiro, ele e sua colega Annie Mwayi Mapulang acreditam que sua publicação é “a primeira a estudar diretamente o acesso a água limpa potável e o desmatamento”. Primeiro, a dupla reuniu dados de satélites do Ministério de Recursos Naturais, Energia e Mineração do Malawi que mostravam o processo de desmatamento no país entre os anos 2000 e 2010. Em seguida, compararam esses dados com informações sobre abastecimento residencial de água e sua potabilidade a partir de pesquisas sobre&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/05/186085/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2019/05/186085/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Incêndios alteram os níveis de carbono da Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2019/03/incendios-alteram-os-niveis-de-carbono-da-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2019/03/incendios-alteram-os-niveis-de-carbono-da-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>12 Mar 2019 11:50:29 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[John C. Cannon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2019/03/12114416/182486.954c739280104345ad6abac944c612e4-768x450.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=186048</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Aquecimento global, Florestas e Florestas Tropicais]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Os incêndios que rodeavam o local de pesquisa de Erika Berenguer, na Amazônia leste do Brasil, não se pareciam com nada que ela já havia visto em anos de trabalho na floresta. A fumaça pesava no ar. “Não conseguia ver 10 metros à minha frente”, disse Berenguer, que é ecologista na Universidade Lancaster e na [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/03/incendios-alteram-os-niveis-de-carbono-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Incêndios alteram os níveis de carbono da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Os incêndios que rodeavam o local de pesquisa de Erika Berenguer, na Amazônia leste do Brasil, não se pareciam com nada que ela já havia visto em anos de trabalho na floresta. A fumaça pesava no ar. “Não conseguia ver 10 metros à minha frente”, disse Berenguer, que é ecologista na Universidade Lancaster e na Universidade de Oxford, na Inglaterra. “Estávamos bem no meio de um churrasco gigante da maior floresta tropical do mundo”, que recebia ajuda de uma seca intensa durante o El Niño de 2015 e 2016. Um aceiro na floresta. Imagem de Erika Berenguer. Conforme o fogo se aproximava, sua preocupação era de que o seu trabalho de doutorado em campo de mais de cinco anos estava sendo literalmente destruído ao seu redor. “Não estou só perdendo as florestas do meu país”, a carioca se lembra de ter pensado. “Também estou perdendo minhas terras e meu próprio trabalho. Então foi tudo muito emotivo até eu conseguir sair da floresta”. Quando teve a chance de se encontrar com seus colegas, no entanto, ela percebeu algo: “Na verdade, podemos usar estes dados para investigar o impacto dos incêndios no ciclo do carbono”. A fumaça se espalha pela atmosfera durante os incêndios de 2015 na Amazônia. Imagem de Adam Ronan. Eles possuíam dados sobre as terras antes e depois dos incêndios, e sobre algumas terras que não haviam sido queimadas, o que levou a novas revelações sobre como a floresta Amazônica responde à uma força tão destrutiva. Os resultados foram&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/03/incendios-alteram-os-niveis-de-carbono-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2019/03/incendios-alteram-os-niveis-de-carbono-da-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Pântanos amazônicos podem passar de sequestradores a emissores de carbono por conta de mudanças climáticas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/12/pantanos-amazonicos-podem-passar-de-sequestradores-a-emissores-de-carbono-por-conta-de-mudancas-climaticas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/12/pantanos-amazonicos-podem-passar-de-sequestradores-a-emissores-de-carbono-por-conta-de-mudancas-climaticas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Dez 2018 12:59:42 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Morgan Erickson-Davis]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/12/21125752/1023-peat2-768x512.png" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=186004</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Rede Global de Reportagem sobre Florestas]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul e Peru]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Aquecimento global, Conservação, Dióxido de Carbono e Florestas Tropicais]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Turfas, ou pântanos, são áreas onde a falta de oxigênio nos solos alagados permite que a vegetação morta se reproduza sem se decompor completamente. Espalhados ao redor do mundo, tanto no hemisfério norte quanto nos trópicos, alguns pântanos têm guardado, por centenas de anos, turfas que podem alcançar mais de vinte metros de profundidade. Devido [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/12/pantanos-amazonicos-podem-passar-de-sequestradores-a-emissores-de-carbono-por-conta-de-mudancas-climaticas/" data-wpel-link="internal">Pântanos amazônicos podem passar de sequestradores a emissores de carbono por conta de mudanças climáticas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Turfas, ou pântanos, são áreas onde a falta de oxigênio nos solos alagados permite que a vegetação morta se reproduza sem se decompor completamente. Espalhados ao redor do mundo, tanto no hemisfério norte quanto nos trópicos, alguns pântanos têm guardado, por centenas de anos, turfas que podem alcançar mais de vinte metros de profundidade. Devido à sua composição de, basicamente, muita matéria vegetal, os pântanos sequestram grande quantidade de carbono. Tanto que os cientistas consideram os pântanos como um dos mais eficientes sequestradores naturais de carbono do planeta. “A importância dos pântanos é reconhecida agora por conta de sua capacidade para estocar carbono no solo, o que representa o dobro da capacidade de todas as florestas da Terra juntas”, afirmou Hinsby Cadillo-Quiroz, professor-adjunto da Universidade Estadual do Arizona, em uma declaração. Mas os pântanos também são sensíveis a mudanças de temperatura e chuvas. Para descobrir quais os efeitos que as mudanças climáticas podem ter sobre os pântanos amazônicos, Cadillo-Quiroz e seus colegas de outras universidades dos Estados Unidos estudaram como um pântano na Amazônia pode responder a mudanças previstas de temperatura e umidade ao longo do próximo século. O resultado de sua pesquisa foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Como objeto de estudo, eles escolheram a bacia de frente de cadeia Pastaza-Marañon, localizada no norte do Peru. Abrangendo cerca de 100 mil quilômetros quadrados, a bacia contém uma vasta área de florestas tropicais inundadas e outros tipos de pântanos por cima de uma grossa camada&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/12/pantanos-amazonicos-podem-passar-de-sequestradores-a-emissores-de-carbono-por-conta-de-mudancas-climaticas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/12/pantanos-amazonicos-podem-passar-de-sequestradores-a-emissores-de-carbono-por-conta-de-mudancas-climaticas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Cientistas descobrem inesperadas diferenças genéticas entre espécies de manguezais brasileiros</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/09/cientistas-descobrem-inesperadas-diferencas-geneticas-entre-especies-de-manguezais-brasileiros/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/09/cientistas-descobrem-inesperadas-diferencas-geneticas-entre-especies-de-manguezais-brasileiros/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Set 2018 15:03:21 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Morgan Erickson-Davis]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/09/26145250/Cruz_Mori_6-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185950</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Rede Global de Reportagem sobre Florestas]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Dióxido de Carbono, Florestas e Florestas Tropicais]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Cobrindo o litoral tropical com uma abundância de galhos longos e emaranhados e de raízes que se salientam acima do lamaçal na maré baixa, os manguezais parecem ser todos iguais. Mas uma investigação minuciosa de seus genes revela diferenças surpreendentes. E foi justamente essa a análise conduzida por pesquisadores de instituições brasileiras, que revelou diferenças [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/09/cientistas-descobrem-inesperadas-diferencas-geneticas-entre-especies-de-manguezais-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Cientistas descobrem inesperadas diferenças genéticas entre espécies de manguezais brasileiros</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Cobrindo o litoral tropical com uma abundância de galhos longos e emaranhados e de raízes que se salientam acima do lamaçal na maré baixa, os manguezais parecem ser todos iguais. Mas uma investigação minuciosa de seus genes revela diferenças surpreendentes. E foi justamente essa a análise conduzida por pesquisadores de instituições brasileiras, que revelou diferenças genéticas entre árvores da mesma espécie e situadas ao longo do mesmo litoral. Eles entendem que provavelmente essas diferenças se devam as correntes oceânicas que agem como uma barreira contra as sementes do mangue, efetivamente separando as populações de árvores. Somam-se às diferenças genéticas, as adaptações fisiológicas apresentadas por algumas árvores, que as tornam mais adequadas a seu meio-ambiente específico. Eles afirmam que os resultados encontrados, publicados no periódico Ecology and Evolution no início desse ano, reforçam a importância da implementação de planos de conservação que priorizem a preservação da diversidade genética – uma empreitada cada vez mais crucial diante do desaparecimento dos manguezais e da intensificação das mudanças climáticas. Se comparados a outros tipos de floresta, manguezais cobrem uma área inferior, restrita à margens estreitas entre mar e terra em regiões tropicais ao redor do planeta. Mas proporcionam um habitat indispensável à vida selvagem em regiões costeiras, assim como serviços ecossistêmicos importantess à população, como o controle de cheias e a manutenção de recursos pesqueiros. Manguezais são também poderosas ferramentas de armazenamento de carbono, que paulatinamente sequestram até quatro vezes mais carbono do que as florestas tropicais. Sementes de mangue-preto (Avicennia) crescendo entre raízes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/09/cientistas-descobrem-inesperadas-diferencas-geneticas-entre-especies-de-manguezais-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/09/cientistas-descobrem-inesperadas-diferencas-geneticas-entre-especies-de-manguezais-brasileiros/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>A perda global de áreas de florestas tropicais foi do tamanho de Bangladesh em 2017</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/07/perda-global-areas-florestas-tropicais-do-tamanho-bangladesh-2017/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/07/perda-global-areas-florestas-tropicais-do-tamanho-bangladesh-2017/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Jul 2018 12:00:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Hans Nicholas Jong]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/07/26115731/sumatra_9236-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185903</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Florestas mundiais e Rede Global de Reportagem sobre Florestas]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil, Colômbia, Global, Indonésia e República Democrática Do Congo]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Alterações Climáticas, Aquecimento global e Florestas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>OSLO, Noruega &#8211; Faz uma década desde que as Nações Unidas lançaram o REDD + (Redução de Emissões do Desflorestamento e da Degradação Florestal), um programa ambicioso para incentivar a restauração e conservação florestal em países em desenvolvimento, como parte de um esforço global para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. O programa [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/07/perda-global-areas-florestas-tropicais-do-tamanho-bangladesh-2017/" data-wpel-link="internal">A perda global de áreas de florestas tropicais foi do tamanho de Bangladesh em 2017</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[OSLO, Noruega &#8211; Faz uma década desde que as Nações Unidas lançaram o REDD + (Redução de Emissões do Desflorestamento e da Degradação Florestal), um programa ambicioso para incentivar a restauração e conservação florestal em países em desenvolvimento, como parte de um esforço global para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. O programa foi anunciado como parte integrante da solução para as mudanças climáticas, uma vez que florestas tropicais e zonas úmidas podem fornecer 23% da mitigação total necessária entre agora e 2030. Como resultado, bilhões de dólares foram investidos neste esquema, e inúmeros projetos foram iniciados para permitir que países tropicais recebam dinheiro em troca de reduzirem suas taxas de desmatamento. A Noruega, por exemplo, investiu cerca de US $ 2,8 bilhões no programa na última década, mais do que qualquer outra nação rica. Por outro lado, o Brasil tem sido considerado um campeão em REDD +, já que conseguiu reduzir a taxa de desmatamento em quase 80% em 10 anos, entre 2004 e 2014. Os representantes desses países se reuniram para celebrar o 10º aniversário do REDD + no fórum de Florestas Tropicais em Oslo na Noruega. Mas em vez de comemorarem suas conquistas, esses países estão na berlinda, pois a conferência trouxe um conjunto de novos dados apurados pela Universidade de Maryland (UMD) mostrando como a perda de cobertura florestal em muitos países tropicais tem aumentado nos últimos anos, inclusive no Brasil. A Mata Atlântica do Brasil é um dos ecossistemas de maior biodiversidade do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/07/perda-global-areas-florestas-tropicais-do-tamanho-bangladesh-2017/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/07/perda-global-areas-florestas-tropicais-do-tamanho-bangladesh-2017/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Mudanças climáticas poderiam estar matando baobás gigantes da África</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/07/mudancas-climaticas-poderiam-estar-matando-baobas-gigantes-da-africa/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/07/mudancas-climaticas-poderiam-estar-matando-baobas-gigantes-da-africa/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>18 Jul 2018 11:05:45 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/07/18110321/tz_xt_3320-768x451.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185901</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África e África Do Sul]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Aquecimento global, Conservação e Florestas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O membro mais velho de uma das espécies icônicas de árvores africanas, o baobá africano (Adansonia digitata), parece estar enfrentando dificuldades, segundo estudo divulgado no último mês. Por entre a variedade de árvores na África subsaariana, diversas culturas compartilham uma história parecida a respeito do primeiro surgimento da árvore de formato distinto, com seus galhos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/07/mudancas-climaticas-poderiam-estar-matando-baobas-gigantes-da-africa/" data-wpel-link="internal">Mudanças climáticas poderiam estar matando baobás gigantes da África</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O membro mais velho de uma das espécies icônicas de árvores africanas, o baobá africano (Adansonia digitata), parece estar enfrentando dificuldades, segundo estudo divulgado no último mês. Por entre a variedade de árvores na África subsaariana, diversas culturas compartilham uma história parecida a respeito do primeiro surgimento da árvore de formato distinto, com seus galhos finos dispostos no topo de uma base circular que pode ser duas vezes maior que a própria altura da árvore. O criador da Terra, conforme conta a história, colocou o baobá nas florestas exuberantes da Bacia do Congo primeiro. Contudo, a árvore reclamou do calor, então o criador a colocou mais para cima, nas florestas nubladas dos Montes Ruwenzori, ao longo da fronteira entre a atual Uganda e a República Democrática do Congo. Porém, mais uma vez, a árvore não estava feliz, alegando que a umidade de lá ainda estava muito elevada. Frustrado, o criador arrancou o baobá e o jogou nas regiões mais secas da África. Ele caiu com o topo virado para a terra, e é por essa razão que ele parece uma árvore virada, com suas raízes voltadas para o céu. Agora esse famoso aborrecimento parece estar emergindo mais uma vez. A nova pesquisa, publicada no último mês no periódico Nature Plants, cataloga uma morte preocupante ocorrendo entre alguns dos maiores e mais velhos baobás do continente, provavelmente como resultado de mudanças climáticas. “É definitivamente chocante e dramático experienciar a morte de tantas árvores com idade milenar durante nossa vida”, contou Adrian&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/07/mudancas-climaticas-poderiam-estar-matando-baobas-gigantes-da-africa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/07/mudancas-climaticas-poderiam-estar-matando-baobas-gigantes-da-africa/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Ferrogrão ameaça grupos indígenas e a Floresta Amazônica</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/06/ferrograo-ameaca-grupos-indigenas-floresta-amazonica/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/06/ferrograo-ameaca-grupos-indigenas-floresta-amazonica/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>12 Jun 2018 11:25:12 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Maurício TorresSue Branford]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/06/12112017/FEATURED-rr-768x468.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185868</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Agronegócio na Amazônia, Florestas mundiais e Infraestrutura na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Aquecimento global, Corrupção, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Infraestrutura, Justiça Social, Mineração, Povos indígenas e Soja]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Uma séria discussão surgiu em torno da Ferrovia do Grão (Ferrogrão), empreendimento ferroviário com 1.142 quilômetros de extensão que deve ligar a região produtora de grãos do Centro-Oeste do Brasil ao Rio Tapajós, principal afluente do Rio Amazonas. O conflito coloca as autoridades brasileiras – que alegam que a ferrovia deve ser construída com a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/06/ferrograo-ameaca-grupos-indigenas-floresta-amazonica/" data-wpel-link="internal">Ferrogrão ameaça grupos indígenas e a Floresta Amazônica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Terminal graneleiro na Amazônia à noite. Os interesses do agronegócio brasileiro e internacional estão fazendo uma enorme pressão para transformar a Bacia do Tapajós em um corredor industrializado de commodities, para poder escoar a futura produção de soja proveniente do interior do Brasil. Foto gentilmente cedida por Mayangdi Inzaulgarat Uma séria discussão surgiu em torno da Ferrovia do Grão (Ferrogrão), empreendimento ferroviário com 1.142 quilômetros de extensão que deve ligar a região produtora de grãos do Centro-Oeste do Brasil ao Rio Tapajós, principal afluente do Rio Amazonas. O conflito coloca as autoridades brasileiras – que alegam que a ferrovia deve ser construída com a maior urgência para reduzir os atuais gargalos que impedem que as colheitas cheguem até os portos para serem exportadas – contra grupos indígenas e comunidades tradicionais, que querem ser devidamente consultados para minimizar os impactos da ferrovia no seu modo de vida e no meio ambiente. As comunidades afetadas, particularmente as dos índios Kayapós, viram os danos que outras sofreram em consequência de grandes projetos de infraestrutura realizados sem as devidas proteções e querem evitar ter o mesmo destino. “A construção da Ferrogrão não pode ser feita sem o fortalecimento da fiscalização, da proteção e da vigilância desses territórios de Unidades de Conservação (UCs) e Terras Indígenas (TIs) [ao longo da rota]”, escreveu o cacique Kayapó Anhe Kayapó em uma carta endereçada à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “Se isso não acontecer, os povos indígenas não vão poder se sustentar frente o aumento da pressão&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/06/ferrograo-ameaca-grupos-indigenas-floresta-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/06/ferrograo-ameaca-grupos-indigenas-floresta-amazonica/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Florestas das reservas indígenas podem ser fundamentais para evitar a catástrofe climática</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/05/florestas-das-reservas-indigenas-podem-ser-fundamentais-para-evitar-a-catastrofe-climatica/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/05/florestas-das-reservas-indigenas-podem-ser-fundamentais-para-evitar-a-catastrofe-climatica/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>03 Mai 2018 09:10:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Maurício TorresSue Branford]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/05/02152809/FEATURED-BEST-ind-768x449.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185841</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Florestas mundiais e Infraestrutura na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Aquecimento global, Florestas Tropicais, Infraestrutura e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 23), que ocorreu em Bonn, Alemanha, aconteceu em um momento crítico: a maioria dos cientistas do clima concorda que os cortes de carbono acordados em Paris em 2015 são insuficientes (3,6 graus Fahrenheit) acima dos níveis pré-industriais, com implicações potencialmente catastróficas para a civilização. Mais más [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/05/florestas-das-reservas-indigenas-podem-ser-fundamentais-para-evitar-a-catastrofe-climatica/" data-wpel-link="internal">Florestas das reservas indígenas podem ser fundamentais para evitar a catástrofe climática</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Pôr do sol na Amazônia. Um novo estudo descobriu que as florestas do mundo não podem mais ser sumidouros de carbono, com as florestas tropicais registrando uma perda líquida de 425 milhões de toneladas de carbono de 2003 a 2014. É necessária uma ação urgente para proteger as florestas ao redor do globo, dizem os cientistas. Foto de Rhett A. Butler / Mongabay A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 23), que ocorreu em Bonn, Alemanha, aconteceu em um momento crítico: a maioria dos cientistas do clima concorda que os cortes de carbono acordados em Paris em 2015 são insuficientes (3,6 graus Fahrenheit) acima dos níveis pré-industriais, com implicações potencialmente catastróficas para a civilização. Mais más notícias: as florestas tropicais do mundo que ajudaram a manter as emissões de carbono humana até o início do século XXI, já não podem ser sumidouros de carbono — recentemente, chegou-se à conclusão de que as florestas tropicais podem ter tido uma perda líquida de cerca de 425 milhões de toneladas de carbono entre 2003 e 2014, em grande parte como resultado do desmatamento e da degradação florestal. Mas os cientistas do Woods Hole também dão motivos para esperança: as florestas e a agricultura podem nos levar a cumprir pelo menos a um quarto do caminho para se atingir o objetivo idealizado no Acordo de Paris de limitar o aquecimento a 1,5 graus Celsius (2,7 graus Fahrenheit). Os cientistas estimam as emissões líquidas em 1,1 bilhão de toneladas de carbono de áreas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/05/florestas-das-reservas-indigenas-podem-ser-fundamentais-para-evitar-a-catastrofe-climatica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/05/florestas-das-reservas-indigenas-podem-ser-fundamentais-para-evitar-a-catastrofe-climatica/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Transformação da Amazônia em savana pode estar mais próxima do que o imaginado (comentário)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/04/transformacao-da-amazonia-savana-pode-estar-proxima-do-imaginado-comentario/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/04/transformacao-da-amazonia-savana-pode-estar-proxima-do-imaginado-comentario/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>17 Abr 2018 11:15:35 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Carlos NobreTom Lovejoy]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/04/17111057/FEATURED-lovejoy-nobre-768x451.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185820</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Agronegócio na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Alterações Climáticas, Ameaças à Amazônia, Aquecimento global, Biodiversidade, Dióxido de Carbono, Florestas, Mineração e Soja]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Durante a década de 1970, quando os primeiros desmatamentos se espalharam ao longo da rota da rodovia Belém-Brasília, a Floresta Amazônica parecia ser infinita e eterna. Ela era principalmente uma fonte de extração de recursos – borracha, castanhas-do-Pará e outros – e um local para a ciência. Em meados dessa década, o cientista brasileiro Eneas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/04/transformacao-da-amazonia-savana-pode-estar-proxima-do-imaginado-comentario/" data-wpel-link="internal">Transformação da Amazônia em savana pode estar mais próxima do que o imaginado (comentário)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A fábrica de nuvens da Amazônia. Foto de Rhett A. Butler / Mongabay Durante a década de 1970, quando os primeiros desmatamentos se espalharam ao longo da rota da rodovia Belém-Brasília, a Floresta Amazônica parecia ser infinita e eterna. Ela era principalmente uma fonte de extração de recursos – borracha, castanhas-do-Pará e outros – e um local para a ciência. Em meados dessa década, o cientista brasileiro Eneas Salati publicou alguns resultados extraordinários. Ao analisar proporções de isótopos de oxigênio em água da chuva coletada desde o estuário até a fronteira com o Peru, ele conseguiu demonstrar inequivocamente que a Amazônia produz metade da sua própria chuva. A umidade se recicla de cinco a seis vezes à medida que a massa de ar se desloca do Atlântico até os Andes. Lá, a elevação causou a maior precipitação, criando o maior sistema pluvial da Terra, que detém 20% de toda a água pluvial do planeta. Esses resultados quebraram paradigmas. Até então o dogma inquestionável era que a vegetação é simplesmente consequência do clima e que ela não tinha nenhuma influência sobre ele. Porém, essa influência se torna visível quando massas de umidade emergem da floresta após uma tempestade. É consequência tanto da evaporação advinda das superfícies complexas da floresta como da transpiração das próprias árvores. A maior contribuição da umidade proveniente da floresta vai para a Amazônia central e oriental, já que nessas áreas os fatores que contribuem em larga escala para a formação de chuvas são mais escassos. Esses resultados&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/04/transformacao-da-amazonia-savana-pode-estar-proxima-do-imaginado-comentario/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/04/transformacao-da-amazonia-savana-pode-estar-proxima-do-imaginado-comentario/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Novo estudo revela: precificação do carbono salvaria milhões de hectares de floresta tropical</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/02/novo-estudo-revela-precificacao-do-carbono-salvaria-milhoes-hectares-floresta-tropical/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/02/novo-estudo-revela-precificacao-do-carbono-salvaria-milhoes-hectares-floresta-tropical/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>19 Fev 2018 16:45:34 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[John C. Cannon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/02/19164307/brazil_154769-768x451.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185765</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Aquecimento global, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um novo estudo revela que a precificação do carbono poderia diminuir drasticamente o desmatamento das florestas tropicais até 2050: vinte dólares por tonelada métrica reduziria o desmatamento em cerca de 16% e sua consequente queima de carbono lançada na atmosfera em quase 25%. Em uma pesquisa lançada inicialmente em 2015 e que agora foi publicada [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/02/novo-estudo-revela-precificacao-do-carbono-salvaria-milhoes-hectares-floresta-tropical/" data-wpel-link="internal">Novo estudo revela: precificação do carbono salvaria milhões de hectares de floresta tropical</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um novo estudo revela que a precificação do carbono poderia diminuir drasticamente o desmatamento das florestas tropicais até 2050: vinte dólares por tonelada métrica reduziria o desmatamento em cerca de 16% e sua consequente queima de carbono lançada na atmosfera em quase 25%. Em uma pesquisa lançada inicialmente em 2015 e que agora foi publicada na edição de janeiro da revista Environmental Research Letters, os autores acreditam que uma área de floresta tropical do tamanho da Índia seria perdida nos próximos 32 anos. A pesquisa contou com a análise de mapas, elaborados pela Universidade de Maryland, de desmatamentos passados e de dados econômicos para descobrir como a precificação de carbono poderia ajudar a mudar esses padrões. Desmatamento na Indonésia. Foto: Rhett A. Butler/Mongabay. O que despertou preocupação em suas análises não foi apenas o pouco conhecimento sobre o quanto de floresta o homem pode desmatar até 2050, mas onde e o quão rápido isso pode acontecer. Em seus estudos, a equipe sempre encontrava os mesmos padrões de desmatamento, de acordo com o coautor da pesquisa e economista ambiental Jonah Busch, do Centro para o Desenvolvimento Global, de Washington, D.C. “Primeiro aparecem os pequenos desmatamentos”, afirma Busch, “talvez para a construção de uma estrada, um corte de árvores que mal se percebe que foi feito”. Depois desses primeiros passos, o desmatamento costuma crescer muito até alcançar um ponto em que o pouco de floresta que restou começa a puxar a taxa de desmatamento para baixo novamente Busch e seu colega economista&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/02/novo-estudo-revela-precificacao-do-carbono-salvaria-milhoes-hectares-floresta-tropical/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/02/novo-estudo-revela-precificacao-do-carbono-salvaria-milhoes-hectares-floresta-tropical/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>A relevante contribuição de parques e reservas para a desaceleração das mudanças climáticas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/02/relevante-contribuicao-parques-reservas-desaceleracao-das-mudancas-climaticas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/02/relevante-contribuicao-parques-reservas-desaceleracao-das-mudancas-climaticas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>09 Fev 2018 12:06:41 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/02/09120351/riau_0038-2-768x451.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185757</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Animais, Aquecimento global, Biodiversidade, Conservação, Florestas, Florestas Tropicais, Povos indígenas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A preservação de florestas tropicais está ajudando a frear o aumento da temperatura global, de acordo com uma nova pesquisa, Além disso, reservas e outras áreas protegidas sustentam a vida selvagem e os grupos indígenas que delas dependem. “Áreas tropicais protegidas geralmente são valorizadas por seu papel na conservação da biodiversidade”, afirma o ecologista Dan [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/02/relevante-contribuicao-parques-reservas-desaceleracao-das-mudancas-climaticas/" data-wpel-link="internal">A relevante contribuição de parques e reservas para a desaceleração das mudanças climáticas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A preservação de florestas tropicais está ajudando a frear o aumento da temperatura global, de acordo com uma nova pesquisa, Além disso, reservas e outras áreas protegidas sustentam a vida selvagem e os grupos indígenas que delas dependem. “Áreas tropicais protegidas geralmente são valorizadas por seu papel na conservação da biodiversidade”, afirma o ecologista Dan Benner, da Universidade de Exeter, em uma declaração. “Nosso estudo destaca o benefício adicional de se manter a conservação florestal para reduzir as emissões de dióxido de carbono na atmosfera, o que ajuda a diminuir o nível da mudança climática”. Os cientistas sabem que áreas preservadas diminuem os índices de desmatamento, especialmente em áreas tropicais. Um estudo de 2014 sobre o desmatamento na Amazônia brasileira mostrou que áreas acessíveis por meio de estradas ou rios foram desmatadas em quase 44%, comparadas a cerca de 11% em regiões protegidas. Mas, até o momento, a influência precisa que essas florestas têm em manter o carbono fora da atmosfera não foi esclarecida. Terra desmatada em uma floresta da Indonésia. Foto: Rhett A. Butler / Mongabay.. Dan Benner e sua colega ecologista, Nathalie Butt, da Universidade de Queensland, na Austrália, resolveram observar o que aconteceria aos níveis de carbono se florestas localizadas em parques e reservas da América do Sul, Ásia e África fossem desmatadas. Essas áreas representam, no total, 20% de todas as florestas tropicais. Com o uso de modelos estatísticos, os pesquisadores conseguiram estimar o quanto de carbono esse desmatamento lançaria na atmosfera. Eles descobriram que a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/02/relevante-contribuicao-parques-reservas-desaceleracao-das-mudancas-climaticas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/02/relevante-contribuicao-parques-reservas-desaceleracao-das-mudancas-climaticas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Trump: a maior ameaça ao equilíbrio climático da Terra (análise)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2017/05/trump-maior-ameaca-ao-equilibrio-climatico-da-terra-analise/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2017/05/trump-maior-ameaca-ao-equilibrio-climatico-da-terra-analise/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Mai 2017 10:28:54 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Carlos NobreRachel Biderman]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2017/05/26102706/FEATURED-340x330.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185610</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Estados Unidos e Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Aquecimento global e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As antiquadas promessas de campanha feitas pelo presidente americano, Donald Trump, no que diz respeito as mudanças climáticas, começaram a ser concretizadas com a indicação de céticos (à questão do aquecimento global), para ocupar posições estratégicas no governo dos EUA. A revocação de leis de regulamentação ambiental, que seriam fundamentais para o cumprimento dos compromissos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2017/05/trump-maior-ameaca-ao-equilibrio-climatico-da-terra-analise/" data-wpel-link="internal">Trump: a maior ameaça ao equilíbrio climático da Terra (análise)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A Terra vista do espaço. As políticas anti conservacionistas de Donald Trump representam um “grande retrocesso, enfraquecendo o papel dos Estados Unidos na ordem mundial”, afirma Carlos Nobre e Rachel Biderman em sua análise. Cortesia de Nasa As antiquadas promessas de campanha feitas pelo presidente americano, Donald Trump, no que diz respeito as mudanças climáticas, começaram a ser concretizadas com a indicação de céticos (à questão do aquecimento global), para ocupar posições estratégicas no governo dos EUA. A revocação de leis de regulamentação ambiental, que seriam fundamentais para o cumprimento dos compromissos dos EUA com o Acordo do Clima de Paris, parecem ter como objetivo mandar o país de volta ao século 19. É um enorme retrocesso, que enfraquece o papel dos Estados Unidos na ordem mundial. O decreto de Trump, que desarticulou o Plano de Energia Limpa, foi assinado na compania de executivos da indústria mineradora, e inclui sofismas tais como “teremos carvão limpo, carvão realmente limpo,” e a afirmação de que “isso criará empregos.” Na verdade, por conta da automação, a indústria do carvão americana vem produzindo em uma taxa 50 por cento mais elevada se comparada àquela de 1940, mas emprega apenas um oitavo dos trabalhadores. A indústria de energia renovável tem sido muito mais competitiva, e deverá produzir milhões de empregos, mantendo os EUA competitivos no mercado global de tecnologia limpa. Várias empresas americanas estão abandonando os combustíveis fósseis e reduzindo a emissão de gases de efeito estufa para seu próprio interesse econômico. No cartaz: “Juntos,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2017/05/trump-maior-ameaca-ao-equilibrio-climatico-da-terra-analise/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2017/05/trump-maior-ameaca-ao-equilibrio-climatico-da-terra-analise/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>