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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Como sua tigela de açaí pode estar deixando os tucanos sem floresta</title>
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					<pubDate>14 Jul 2026 19:25:39 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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							<![CDATA[<p>&#8220;Ah-sigh-ee.” Talvez muitos estrangeiros ainda precisem aprender a pronúncia correta da fruta amazônica, mas existe uma enorme chance de que eles já tenham visto o nome “açaí” em cardápios mundo afora, sobretudo em cafés e lanchonetes especializadas em alimentação saudável, onde é o principal ingrediente de sucos, tigelas e sorvetes. No Brasil, cerca de 95% [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[&#8220;Ah-sigh-ee.” Talvez muitos estrangeiros ainda precisem aprender a pronúncia correta da fruta amazônica, mas existe uma enorme chance de que eles já tenham visto o nome “açaí” em cardápios mundo afora, sobretudo em cafés e lanchonetes especializadas em alimentação saudável, onde é o principal ingrediente de sucos, tigelas e sorvetes. No Brasil, cerca de 95% da produção da fruta está concentrada no Pará. Ela é uma das bases da dieta da população local, que a consome batida, com peixe, farinha de mandioca e outros ingredientes amazônicos. Por causa de seus benefícios nutricionais — rica em antioxidantes, fibras e com alto valor energético —, a fama do açaí como “superalimento” rapidamente chegou a outras regiões brasileiras e, eventualmente, a outros países. Mas o aumento da produção da fruta para atender tanto à demanda nacional quanto à internacional está reduzindo a diversidade de aves em florestas de várzea da Amazônia. Segundo um estudo publicado recentemente no jornal Biological Conservation, áreas com maior adensamento de palmeiras de açaí apresentam um declínio de 28% no número de espécies. “Nosso objetivo era entender quais eram as consequências da expansão do cultivo do açaí e suas diversas formas de manejo sobre as aves, com um foco principal nas frugívoras, aquelas que se alimentam de frutos”, disse à Mongabay o biólogo e mestre em ecologia Raphael Vasconcelos Nunes, pesquisador da Universidade Federal do Pará e um dos coautores do estudo. Segundo Nunes, as matas de várzea — onde ocorre a maior parte dos cultivos de açaí –&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/como-sua-tigela-de-acai-pode-estar-deixando-os-tucanos-sem-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Transporte de castanha-do-brasil ganha reforço de tirolesas e &#8216;Waze da Amazônia&#8217;</title>
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					<pubDate>27 Nov 2025 10:31:09 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>Todos os anos, a chegada da estação chuvosa e a cheia do Rio Anauá indicam que é hora do povo Indígena Wai Wai subir o rio para coletar castanhas-do-brasil. Eles passam as semanas seguintes em acampamentos no meio da Floresta Amazônica, percorrendo os castanhais e enchendo milhares de sacos com os chamados ouriços, os frutos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Todos os anos, a chegada da estação chuvosa e a cheia do Rio Anauá indicam que é hora do povo Indígena Wai Wai subir o rio para coletar castanhas-do-brasil. Eles passam as semanas seguintes em acampamentos no meio da Floresta Amazônica, percorrendo os castanhais e enchendo milhares de sacos com os chamados ouriços, os frutos lenhosos que contêm as nozes. As castanhas-do-brasil são a principal fonte de renda para cerca de 60 mil amazônidas que vivem em comunidades indígenas e ribeirinhas. No território Wai Wai, em Roraima, as castanhas também são parte importante da alimentação, misturadas com farinha de mandioca ou transformadas em caldo, suco ou azeite. No entanto, trazer as castanhas das profundezas da floresta até as aldeias, e de lá para os comerciantes, é uma aventura. Assim que a coleta termina, os indígenas enchem seus barcos com sacos pesados de castanha e descem o rio sinuoso, onde enfrentam uma série de corredeiras rochosas e cachoeiras. Isso frequentemente força os Wai Wai a saírem de seus barcos e rebocá-los. Uma das cachoeiras, conhecida como Conceição, é muitas vezes impossível de atravessar, forçando o grupo a terminar o percurso a pé. &#8220;A gente encosta a canoa lá em cima da cachoeira&#8221;, disse à Mongabay Levi José da Silva, líder da comunidade Anauá. Ele possui uma canoa de 10 metros, que pode levar cerca de 50 sacos de castanha, cada um pesando 50 quilos. &#8220;Aí tem um lugar onde a gente desembarca as castanhas e carrega de lá nas costas até&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/transporte-de-castanha-do-brasil-ganha-reforco-de-tirolesas-e-waze-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Projeto na maior favela do Brasil transforma óleo descartado em produtos ecológicos</title>
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					<pubDate>10 Out 2025 07:07:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[André Aram]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Segundo dados oficiais, dentre as mais de 12 mil favelas e comunidades do Brasil, a Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, detém o posto de maior do país. Com pouco mais de 72 mil habitantes, o local também lidera em quantidade de domicílios ocupados — são mais de 30 mil residências. A Rocinha [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Segundo dados oficiais, dentre as mais de 12 mil favelas e comunidades do Brasil, a Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, detém o posto de maior do país. Com pouco mais de 72 mil habitantes, o local também lidera em quantidade de domicílios ocupados — são mais de 30 mil residências. A Rocinha surgiu no início do século 20, mas foi a partir da década de 1950 que sua população aumentou de forma acentuada, sobretudo pela chegada de brasileiros de outros estados, que migraram à capital carioca em busca de trabalho. Ao longo dos anos, enquanto a favela se expandia, uma estrutura econômica e social própria ganhava corpo. Nesse contexto, a Rocinha também passou a ser um terreno fértil para projetos locais que se propõem a unir sustentabilidade, impacto social e desenvolvimento comunitário. Muitos deles, como conta Marcelo Santos, surgiram “por acaso”. Nascido e criado na favela, o empresário e líder comunitário, de 43 anos, disse que a ideia que mudou sua vida — e o entorno dela — tomou forma quando visitou o Complexo Esportivo da Rocinha, acompanhado do professor de biologia Márcio Aroeira, em 2020. Juntos, eles notaram que havia uma massa densa em um dos reservatórios de água que desembocam no ginásio. O biólogo tocou o fluido com a ponta dos dedos, chegando a um rápido veredito: tratava-se de resíduo de óleo de cozinha, fruto do descarte incorreto do material doméstico. “Ele me explicou que aquilo era um grande contaminador do meio ambiente. Então, fui&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/projeto-na-maior-favela-do-brasil-transforma-oleo-descartado-em-produtos-ecologicos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Crédito fortalece a agroecologia em região do Cerrado sob pressão do agronegócio</title>
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					<pubDate>24 Set 2025 07:49:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>“A natureza não nasceu para a monocultura”, opina Olácio Komori, fundador e coordenador administrativo-financeiro da Associação dos Produtores Orgânicos do Mato Grosso do Sul (Apoms). Com três décadas dedicadas ao fortalecimento da agricultura orgânica e agroecológica no Mato Grosso do Sul — estado que tem no agronegócio um alicerce das suas atividades econômicas —, ele [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“A natureza não nasceu para a monocultura”, opina Olácio Komori, fundador e coordenador administrativo-financeiro da Associação dos Produtores Orgânicos do Mato Grosso do Sul (Apoms). Com três décadas dedicadas ao fortalecimento da agricultura orgânica e agroecológica no Mato Grosso do Sul — estado que tem no agronegócio um alicerce das suas atividades econômicas —, ele argumenta que não é simples tornar a produção agrícola mais sustentável, embora seja possível. O Cerrado, que ocupa cerca de 60% do Mato Grosso do Sul, é um dos biomas mais desmatados do Brasil, justamente pela expansão da fronteira agrícola. Já perdeu um terço da sua vegetação nativa em 40 anos. Isso significa 40,5 milhões de hectares suprimidos entre 1985 e 2024, correspondendo a um território com a extensão da Espanha. Os dados integram a Coleção 10 do Projeto MapBiomas, em parceria com o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), divulgada em 13 de agosto. Pelos caminhos que optou por seguir, Komori identificou a dificuldade de acesso ao crédito e à assistência técnica como principais obstáculos enfrentados pelos agricultores familiares de Dourados, segundo maior município do estado e grande produtor agrícola. Sem encontrar alternativas no sistema financeiro tradicional, ele desenvolveu a metodologia do Programa de Crédito Sistêmico, apoiado por instituições parceiras também preocupadas com o futuro do Cerrado. A ideia dessa iniciativa foi atender justamente esse perfil de pequenos produtores rurais que têm condições de honrar os compromissos, com os resultados financeiros do que produzem, mas que muitas vezes esbarram em limitações, dentre as&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/credito-fortalece-a-agroecologia-em-regiao-do-cerrado-sob-pressao-do-agronegocio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil busca novas medidas para comércio e pesca de tubarões</title>
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					<pubDate>15 Set 2025 17:41:03 +0000</pubDate>
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										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
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							<![CDATA[Alimentação, Animais, Biodiversidade, Comércio Ilegal, Espécies Ameaçadas, Pesca e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>O governo federal está revisando o arcabouço legal para o comércio de tubarões, com a potencial proibição das exportações de barbatanas e regras mais rigorosas para a pesca do tubarão-azul (Prionace glauca) — única espécie que pode ser capturada legalmente em águas brasileiras. Em reunião realizada em 3 de setembro, o Conselho Nacional do Meio [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O governo federal está revisando o arcabouço legal para o comércio de tubarões, com a potencial proibição das exportações de barbatanas e regras mais rigorosas para a pesca do tubarão-azul (Prionace glauca) — única espécie que pode ser capturada legalmente em águas brasileiras. Em reunião realizada em 3 de setembro, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou uma moção para proibir a exportação de barbatanas de tubarão e o uso do estropo de aço — usado para pescar esses animais — em unidades de conservação marinhas. O fim do uso do estropo de aço em áreas protegidas reduzirá a captura acidental não apenas de tubarões, mas também de outras espécies ameaçadas em até 40%, disse o conselheiro do Conama José Truda Palazzo Junior, fundador do Instituto Baleia Jubarte e co-autor da moção, em seu discurso. Apesar de a aprovação do Conama não ter poder para que o governo implemente as medidas de forma imediata, ela é considerada um instrumento de força política para influenciar novas diretrizes no âmbito ambiental. O Ibama e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), que preside o Conama, votaram a favor da moção. Em sua apresentação na reunião transmitida ao vivo, Truda citou uma recente investigação da Mongabay que revelou que instituições públicas estão comprando grandes quantidades de carne de tubarão para escolas, creches, hospitais e prisões, levantando preocupações ambientais e de saúde pública. “O Brasil vem sendo, nos últimos meses, exposto internacionalmente em uma série de reportagens, incluindo o maior&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/brasil-busca-novas-medidas-para-comercio-e-pesca-de-tubaroes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Tesouro da Caatinga, licuri ganha novos horizontes na bioeconomia graças à ciência</title>
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					<pubDate>26 Ago 2025 08:39:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Dantas]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Alimentação, Alimentos, Biodiversidade, Caatinga, Comunidades Tradicionais, Conservação, Povos Tradicionais, Reflorestamento, Soluções e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Um levantamento feito em 2025 pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mapeou mais de 60 espécies nativas de plantas da Caatinga brasileira utilizadas por comunidades tradicionais. Entre elas, uma ganha destaque por suas múltiplas aplicações: o licuri (Syagrus coronata). Essa palmeira nativa do semiárido nordestino — também conhecida como “ouricuri” ou “coco-cabeçudo”, entre outros nomes [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um levantamento feito em 2025 pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mapeou mais de 60 espécies nativas de plantas da Caatinga brasileira utilizadas por comunidades tradicionais. Entre elas, uma ganha destaque por suas múltiplas aplicações: o licuri (Syagrus coronata). Essa palmeira nativa do semiárido nordestino — também conhecida como “ouricuri” ou “coco-cabeçudo”, entre outros nomes populares — se tornou aliada de diferentes comunidades brasileiras: seus frutos viram alimento saudável e fonte para a extração de óleos, enquanto suas fibras e palhas são convertidas em matéria-prima para o artesanato. Protagonista histórico de um bioma conhecido pela importância de seus serviços ambientais, o licuri também chama a atenção da ciência, que busca investigar mais a fundo a versatilidade biotecnológica da espécie. Esse é um dos objetivos de novas pesquisas desenvolvidas pelo Núcleo de Bioprospecção e Conservação da Caatinga (NBioCaat), que faz parte da UFPE. Aliando informações sobre práticas tradicionais ao resultado de testes laboratoriais, o instituto verificou propriedades do licuri com potencial de uso em diferentes produtos — não apenas da indústria alimentícia, mas, também, farmacêuticos e cosméticos. Segundo Márcia Vanusa, pesquisadora da UFPE e doutora em Biologia Celular e Molecular, o conhecimento ancestral de diferentes populações humanas que vivem em áreas de Caatinga é o “ponto de partida” dos estudos sobre a planta. Ela diz que esses “saberes” são transmitidos de forma oral entre gerações, sobretudo por mulheres mais idosas e com vasto conhecimento empírico. Ainda que subjetivos, esses elementos são “indispensáveis” às análises técnicas posteriores, auxiliando cientistas na busca por&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/tesouro-da-caatinga-licuri-ganha-novos-horizontes-na-bioeconomia-gracas-a-ciencia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>No RS, governo e prefeituras servem toneladas de tubarões de pesca proibida</title>
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					<pubDate>07 Ago 2025 18:14:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda WenzelPhilip Jacobson]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Tubarão ameaçado no prato]]>
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							<![CDATA[Brasil e Rio Grande do Sul]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alimentação, Alimentos, Comércio de Vida Selvagem, Conservação da Vida Selvagem, Espécies Ameaçadas, Fauna, Fauna marinha, Oceanos, Peixes, Pesca e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>A carne de três das espécies de tubarão mais ameaçadas do mundo é servida há anos na merenda escolar de crianças gaúchas, além de estar no cardápio de hospitais, postos de saúde e abrigos do Rio Grande do Sul; é o que revela investigação da Mongabay. </p>
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							<![CDATA[Esta investigação foi apoiada pelo Ocean Reporting Network do Pulitzer Center, do qual Philip Jacobson é bolsista. PORTO ALEGRE, RS — Um peixe saboroso, carnudo e sem espinhas, perfeito para o consumo das crianças. Não é à toa que o peixe-anjo é a escolha número um de pescado em centenas de escolas e creches do Rio Grande do Sul, além de abrigos, penitenciárias, hospitais, postos de saúde, Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e outros serviços públicos. Por trás do nome angelical, no entanto, estão três das espécies de tubarões mais ameaçadas do mundo e cuja pesca é proibida no Brasil: Squatina guggenheim, conhecida como cação-anjo-espinhoso, Squatina occulta, também chamada de cação-anjo-liso, e Squatina argentina, ou peixe-anjo-argentino. “Eu fiquei chocada com isso”, disse à Mongabay a nutricionista Cristina Weissheimer Luft, responsável por montar o cardápio das escolas municipais de Alto Feliz, uma cidade de pouco mais de 3 mil habitantes localizada a menos de 100 quilômetros de Porto Alegre. Até ser informada pela reportagem, ela não fazia ideia de que o tal peixe-anjo era, na verdade, um tipo de tubarão. “Na próxima licitação, não vai ter peixe-anjo com certeza.” Alto Feliz é um dos pelo menos dez municípios gaúchos que lançaram editais para a compra de peixe-anjo — também chamado tubarão-anjo — ao longo dos últimos doze anos, segundo levantamento exclusivo da Mongabay em dados de compras públicas. O governo do estado, que já alertou os consumidores sobre o risco de comprar espécies ameaçadas de extinção, incluindo o peixe-anjo,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/no-rs-governo-e-prefeituras-servem-toneladas-de-tubaroes-de-pesca-proibida/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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