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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Do pínus ao aspargo, instituto combate plantas invasoras no Sul do país</title>
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					<pubDate>16 Set 2026 11:11:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ana Paula Rocha]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Florestas, Florestas Tropicais e Reflorestamento]]>
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							<![CDATA[<p>Combinando voluntariado e tecnologia, o Instituto Hórus vem removendo espécies exóticas há mais de 20 anos.</p>
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							<![CDATA[FLORIANÓPOLIS, SC — Ao chegar à Praia Mole, em Florianópolis, a engenheira florestal Sílvia Ziller aponta para o chão, indicando um matinho rasteiro com frutos pequenos, redondos e de um vermelho vibrante. Tipo de aspargo africano usado no Brasil como planta ornamental, o Asparagus aethiopicus se espalhou por áreas costeiras da maior ilha onde fica a capital catarinense, vencendo os esforços de voluntários que trabalharam por um ano e meio tratando de remover espécies exóticas invasoras da praia. “Ele fica todo emaranhado na vegetação nativa, o que é um complicador”, explica Sílvia, fundadora do Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental, cujas atividades de manejo e controle de plantas exóticas invasoras são tidas como pioneiras no Brasil. De forma resumida, pode-se definir as espécies exóticas como originárias de lugares diferentes daqueles nos quais se estabeleceram; o adjetivo “invasoras” surge quando elas geram danos à fauna e à flora locais. São exemplos desse grupo no Brasil o búfalo, a tilápia, o mosquito Aedes aegypti e a rã-touro, cujo controle é um desafio para os órgãos ambientais e as comunidades afetadas. No caso do Asparagus aethiopicus, o controle é particularmente difícil, pois ele se sobrepõe a outras espécies em grandes extensões. É comum que sua remoção implique a retirada de vegetação nativa, em alguns casos demandando retroescavadeiras ou muitos litros de herbicida — o que, na prática, inviabiliza a ação, uma vez que o dano à área costeira seria ainda maior do que o de não extrair a planta. A engenheira florestal&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/do-pinus-ao-aspargo-instituto-combate-plantas-invasoras-no-sul-do-pais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Povo Xokleng restaura araucárias sagradas em terra indígena de Santa Catarina</title>
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					<pubDate>16 Jun 2026 14:43:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Água, Conservação, Cultura Indígena, Espécies Ameaçadas, Florestas Tropicais, Indígenas, Mata Atlântica, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Reflorestamento, Socioambiental e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA IBIRAMA-LAKLÃNÕ, Santa Catarina — Zág (pronuncia-se “zã”) é a palavra Xokleng para araucária. A árvore, típica da Mata Atlântica nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, vem se desenvolvendo no planeta há cerca de 200 milhões de anos. Cada árvore fêmea produz dezenas de pinhas, que, por sua vez, carregam centenas de pinhões. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA IBIRAMA-LAKLÃNÕ, Santa Catarina — Zág (pronuncia-se “zã”) é a palavra Xokleng para araucária. A árvore, típica da Mata Atlântica nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, vem se desenvolvendo no planeta há cerca de 200 milhões de anos. Cada árvore fêmea produz dezenas de pinhas, que, por sua vez, carregam centenas de pinhões. O pinhão é a semente da araucária (Araucaria angustifolia), consumida por pelo menos 22 espécies de animais, além da humana, que tem nela uma fonte de nutrientes e de renda. Para alguns povos, porém, vai além da alimentação, fazendo parte da cultura, da história e dos mitos de origem. É o caso do povo Xokleng, em Santa Catarina. Nas aldeias, a árvore até serve de base para nomes de pessoas. “As araucárias são sagradas para nós. Não tem como contar a história do nosso povo sem falar sobre ela. O nosso mito de geração diz que o animal de proteção foi feito a partir da araucária, então ela aparece já na primeira história”, conta Carl Gakran, diretor-executivo do Instituto Zág, que coordena junto com sua esposa, Isabel, vice-presidente e diretora ambiental. Carl decidiu agir em prol das araucárias em 2016, quando descobriu que a espécie estava ameaçada de extinção, em razão do desmatamento, da expansão urbana e da exploração madeireira. Estima-se que, atualmente, as florestas de araucária ocupem menos de 3% de sua área original, que cobria grande parte dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de pequenos agrupamentos em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/povo-xokleng-restaura-araucarias-sagradas-em-terra-indigena-de-santa-catarina/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como animais extintos estão voltando às florestas de Florianópolis</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/05/como-animais-extintos-estao-voltando-as-florestas-de-florianopolis/</link>
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					<pubDate>16 Mai 2025 15:00:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Aves, Conservação, Fauna, Felinos, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Responsabilidade Ambiental, Soluções e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>A meia dúzia de crianças surpreendeu. Num domingo de manhã nublado na Trilha do Sertão do Assopro, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, elas foram as que mais interagiram com o guia durante o Vem Passarinhar, evento de observação de aves realizado mensalmente pelo Instituto Fauna Brasil (IFB). Elas reconheciam as aves pelo canto ou [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A meia dúzia de crianças surpreendeu. Num domingo de manhã nublado na Trilha do Sertão do Assopro, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, elas foram as que mais interagiram com o guia durante o Vem Passarinhar, evento de observação de aves realizado mensalmente pelo Instituto Fauna Brasil (IFB). Elas reconheciam as aves pelo canto ou por uma olhadela, rapidamente se colocando a postos para fotografar. Segundo o guia, o local abriga entre 120 e 130 espécies de aves, como aracuã, tucano-de-bico-preto, saíra-ferrugem, arapaçu-verde e gavião-tesoura. Caynã Bueno de Oliveira, de 7 anos, diz que conhece pelo menos 400 espécies de aves de cor. Além de fotografar, ele desenha e adora estudar sobre o assunto em guias e vídeos de canais especializados. “Em outros ambientes ele é tímido, mas aqui ele se solta e conversa com o guia e os colegas. Se o assunto é aves, ele acessa as pessoas de outro lugar”, diz o pai, Rafael Araújo de Oliveira. Só de o guia falar em tentar ver o macuquinho, espécie considerada extinta localmente até alguns anos atrás, o menino já abriu um sorriso e saiu em disparada. O Vem Passarinhar é organizado por diferentes instituições em todo o Brasil de forma gratuita. Em Florianópolis, começou a ser realizado em 2022 como uma forma de engajar as pessoas a verem os animais que tinham sido tratados, a partir de resgate, apreensão e entrega voluntária de todo o estado, e depois reintroduzidos na natureza pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/como-animais-extintos-estao-voltando-as-florestas-de-florianopolis/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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